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“Paulo apela para César e dá testemunho para o rei Herodes Agripa”

Nenhum de nós gostaríamos de ser acusado falsamente e principalmente quando esta acusação é
direcionada a nossa fé, com o objetivo de manchar o nome de Jeová! Então qual deve ser nossa
conduta? Como agir?
Na semana passada estudamos como Paulo começou a ser acusado falsamente de incentivar uma
rebelião contra o governo e isso desencadeou um serie de armadilhas para mata-lo.
A leitura bíblica desta semana nos apresentou a continuação do julgamento por parte do Governador
Festo que substituiu a Félix estando Paulo já por 02 anos na prisão.
Mais durante o julgamento, o desejo de Festo de agradar os judeus poderia ter colocado a vida de Paulo
em perigo, pois ele questionou se Paulo gostaria de ser Julgado em Jerusalém pelos próprios judeus.
Por isso, Paulo valeu-se de um direito que tinha como cidadão romano. LER At 25:11
Uma vez feito, um apelo como esse geralmente não podia ser revogado. Por apelar a uma autoridade
jurídica superior, Paulo estabeleceu um precedente para os cristãos verdadeiros hoje. Quando
opositores tentam causar “desgraça por meio de decreto”, as Testemunhas de Jeová se valem de
recursos jurídicos para defender as boas novas.* — Sal. 94:20.
Mais como Paulo se comportou diante da alta autoridade o Rei Agripa? LER At 26:2,3

Paulo respeitosamente agradeceu ao Rei Agripa a oportunidade de se defender perante ele, reconhecendo
que o rei era perito em todos os costumes bem como nas controvérsias entre os judeus.

A conduta de Paulo diante daquela autoridade não só demonstrou como ele estava muito bem preparado
para defender a sua fé como também dá um excelente exemplo de como temos que agir em situações
semelhantes.

Como cristãos verdadeiros, devemos estar “sempre prontos para fazer uma defesa” de nossa fé. (1 Ped.
3:15) Ao falarmos com juízes e governantes sobre as nossas crenças, pode ser de ajuda imitar o modo
como Paulo falou com Agripa e Festo. Se respeitosamente falarmos como as verdades bíblicas têm
melhorado a vida das pessoas — não só a nossa, mas também a dos que aceitam a nossa
mensagem — talvez consigamos tocar o coração dessas altas autoridades.

Temos diversos exemplos em nosso site na seção casos jurídicos onde nossos irmãos em diversas partes do
mundo se deparam com a necessidade de defender sua Fé em um tribunal.

No QUIRQUISTÃO - DIREITO DE SE REUNIR


No dia 9 de agosto de 2015, dez policiais interromperam uma reunião na cidade de Osh. Eles disseram que
aquela reunião era ilegal e fizeram os irmãos parar na mesma hora. Mais de 40 pessoas estavam na
reunião, e os policias ameaçaram atirar nelas. Dez irmãos foram presos. Entre eles estava o irmão Nurlan
Usupbaev, que dirigia a reunião quando a polícia chegou. Dois dias depois, ele foi preso de novo. A polícia
o acusou de participar de atividades religiosas ilegais.

O caso do irmão Nurlan foi para o tribunal da cidade. Devido a conduta do irmão e ausência de provas, o
juiz encerrou o caso. Mais o promotor apelou para o Tribunal Regional de Osh. Porém o pedido dele foi
rejeitado. O tribunal disse que o irmão Nurlan não podia ser culpado de atividades religiosas ilegais porque
as Testemunhas de Jeová estão registradas legalmente no país.

O promotor não desistiu e apelou para o Supremo Tribunal. O irmão Nurlan ficou aliviado quando o
Supremo Tribunal encerrou o caso em março de 2016. Foram mantidas as decisões do primeiro julgamento
e do tribunal de apelação. Isso confirmou que as Testemunhas de Jeová no Quirguistão têm o direito de
fazer suas reuniões e se comportam dignamente diante das autoridades.

Mais que efeito nossa conduta respeitosa e bem preparada pode ter diante daqueles que nos ouve? LER At
26:28 — As palavras de Paulo mexeram muito com o rei.

Sim irmãos, depois de apresentar uma defesa sólida com argumentação perita, Paulo conseguiu tocar o
coração de Agripa a ponto dele próprio reconhecer que poderia também se tornar cristão, assim como
Paulo.
Observem a apostila, conseguem visualizar a irmãzinha demonstrando de forma bem preparada e
convicta como a verdade mudou a vida dela e que tudo o aprendeu e ensina a outros, não é ofensivo,
pelo contrário é uma transformação para melhor.
Isso mostra como precisamos atentar para nossa conduta perante a todos que nos observam, e
estarmos sempre bem preparados e alertas para não deixar que o nome de Jeová seja manchado por
não conseguirmos defender nossa fé da forma correta.