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COLÉGIO INSTITUTO FRANCISCO DE ASSIS

ENSINO MÉDIO
BIOLOGIA
PROFESSORA: CELINA

HISTOLOGIA ANIMAL
NOME: DANIELLA CRISTINE DIAS Nº 09
NOME: NAYELY DE OLIVEIRA NARESTE º 27
NOME: MATHEUS DE OLIVEIRA PAIVA N​ º25

ITUMBIARA-GO
2009

COLÉGIO INSTITUTO FRANCISCO DE ASSIS


ENSINO MÉDIO
BIOLOGIA

HISTOLOGIA ANIMAL
ITUMBIARA-GO
2009

SÚMARIO

1. INTRODUÇÃO................................................................ 01
2. JUSTIFICATIVA .............................................................02
3. HISTOLOGIA ANIMAL..................................................03
3.1 Tecidos Epiteliais.....................................................
2. Tecidos Epiteliais de Revestimento
3. Tecidos Epitelial Granular ou Secretor
4. Tecido Conjuntivos
5. Tecido Ósseo
6. Tecido Musculares
7. Tecido Nervosos
4. CONCLUSÃO................................................................
5. REFERÊNCIAS
6. ANEXOS
1. INTRODUÇÃO

Os primeiros seres vivos de organização celular que se formaram na Terra foram os


unicelulares. Os multicelulares surgiram há apenas 1 bilhão de anos, aproximadamente.
Embora microscópios na sua quase totalidade, os unicelulares constituem cerca da
metade da matéria orgânica existente no planeta, atualmente.
No caso dos unicelulares, como o corpo todo do indivíduo é formado por uma única
célula, esta tem que realizar todas as funções necessárias à conservação da vida,
incluindo a reprodução, que possibilita a preservação da espécie. Nos multicelulares,
pode haver formação de grupos de células, especializados na realização de determinadas
funções. Passa a ocorrer, então, uma divisão de trabalho: diferentes grupos realizam
diferentes funções. Entre as células desses grupos deposita-se uma quantidade maior ou
menor de substâncias produzidas pelas próprias células.
Cada conjunto de células especializadas e a substância intercelular produzida por elas
constituem um tecido. Os tecidos podem se reunir, formando órgãos, e estes podem
formar conjuntos maiores, denominados sistemas.
Esta pesquisa tem por objetivo estudar desde a formação dos tecidos, até suas
características e principais funções. Ou seja, será abordada de forma ampla nesse
trabalho, toda histologia animal.
01

2. JUSTIFICATIVA
02

3. HISTOLOGIA ANIMAL

3.1 TECIDO EPITELIAL


Os epitélios são basicamente tecidos de revestimento e proteção do organismo. Além de
recobrirem todo o corpo do animal, revestem internamente órgãos, cavidades e canais,
desempenhando inúmeras funções e tendo os mais variados aspectos. Um epitélio típico e de
ocorrência geral é a epiderme, que protege o corpo contra atrito ou traumas, desidratação,
substâncias tóxicas do ambiente, penetração de bactérias, vírus e outros agentes nocivos. A
epiderme permite ainda o relacionamento do organismo com o meio, recebendo estímulos,
ambientais e tornado possíveis as reações adaptativas. Os epitélios que revestem internamente os
órgãos fazem absorção deágua e alimentos, trocas respiratórias e ainda a eliminação de excretas.
Há também os epitélios secretores ou glandulares, cuja função é a produção de substâncias
especiais como suor, sebo, lágrimas, muco, leite e sucos digestivos.

Características
Os epitélios podem ser definidos como tecidos de células justapostas, unidas por uma finíssima
camada de substância cimentante. Os epitélios não têm vascularização (com raras exceções) e
são, portanto, alimentados por difusão, a partir de capilares sangüíneos dos tecidos conjuntivos
das camadas diretamente em contato com eles. Com a microscopia eletrônica foi possível
entender melhor certas propriedades dos epitélios, como por exemplo sua grande resistência a
trações e atritos e propriedades osmóticas especiais. Tais propriedades são decorrentes de
especializações da membrana plasmática nas superfícies livres das células ou nas regiões de
contat entre elas. Na superfície de contato com os tecidos conjuntivos, os epitélios apresentam
uma membrana basal. Esta é uma fina lâmina composta por glicoproteínas e uma rede de fibrilas
de proteína. As glicoporteínas também conectam as células epiteliais, formando finas camadas
entre elas (cimentou ou glicocálix). Não há, portanto, verdadeiros espaços intercelulares como
nos demais tecidos.

Os tipos de epitélios
Os epitélios são classificados com base em diferentes critérios, como a forma de suas
células, o número de camadas celulares e as funções que desempenham.Quanto à forma das
células eles podem ser pavimentosos, cúbicos e clilíndricos (prismáticos). Um tipo especial
de epitélio pavimentoso é o endotélio. Ele é fino, de espessura variável; reveste o coração,
vasos sangüíneos e vasos linfáticos. Os mais finos capilares sangüíneos têm a parede
formada apenas pelo endotélio. Quanto ao número de camadas, os epitélios são
basicamente simples ou estratificados. Os simples têm apenas uma camada celular; os
estratificados, várias. Mais raros sãos os epitélios pseudoestratificados, com uma só camada
de células de diferentes alturas, e os de transição (mistos), com poucas camadas, sendo as
células superficiais diferentes das basais.

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3.2 TECIDOS EPITELIAIS DE REVESTIMENTO

A superfície externa do corpo e as cavidades corporais internas dos animais são revestidas por
este tecido sendo constituídas as glândulas .Sua principais característica e ser formado por
células justapostas, isto e, bem encaixado entre si de modo a não deixar espaços entre elas, a fim
de evitar penetração de microrganismos, e expresso (com muitas camadas de células, e, a fim de
evitar a perda excessiva de água, e impermeabilizado por queratina. Nos epitélios nunca se
encontram vasos sangüíneos.
Quanto ao numero de camadas celulares os tecido epitelial de revestimento são classificados em:
simples ou uniestratificados (formados por uma única camada de células. Os tecidos de
revestimento externo protegem o organismo contra desidratação, atrito e invasão bacteriana já o
tecido de revestimento externo, podem ser classificados: Estratificado, composto ou
multiestratificada (formado por várias camadas de células ); e pseudo-estratificado (uma só
camada de células com alturas diferentes).Os epitélios de revestimento podem ter diversas
origens embrionárias, dependendo de sua localização, e o epitélio que reveste internamente o
intestino tem origem endodérmica, e o que reveste o coração tem origem mesodérmica.O tecido
epitelial de revestimento forma em primeiro lugar a pele, também forma as mucosas(membranas
que foram as órgãos ocos, e sua superfície e muito úmida devida a secreção de mucinogenos,
que, ao hidratar-se transforma-se em muco que produz e forma uma camada protetora, e
encontrada no tubo digestivo, urinário genital, fossas nasais, boca, etc.
Os epitélios ainda podem ser classificados quanto a forma de suas células as quais variam alguns
casos as células são cúbicas(epitélios cúbicos ocorrendo no ovário); outros achatados com os de
um pavimento (epitélio pavimentoso, ocorre, Endotélio (revestimento dos vasos sangüíneos);
Mesotélio reveste as serosas: pleura (pulmão), pericárdio (coração), peritônio (estômago), etc;
outros ainda são prismáticas (epitélis prismáticos ).
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3.3 TECIDOS EPITELIAIS GRANULAR OU SECRETOR

É o segundo tipo de tecido, sua além de ser revestidora forma glândulas, produzem e eliminam
substâncias necessárias nas superfícies do tecido. Estas glândulas podem ser exócrinas(eixos,
fora), que tem origem através de um canal ou ducto e lança o produto de secreção na superfície
ou seja eliminam suas secreções para fora do corpo ou para a cavidade dos órgãos, tais como: as
sudoríparas, as lacrimais;
outras conduzem a secreção para um órgão oco com as salivares e o pâncreas.
No aspecto morfológico, as glândulas exócrinas podem ser tubulosas sendo as glândulas do
aparelho digestivo;
As acinosas sendo as glândulas salivares, e as túbulo-acinosa sendo as glândulas parótidas; E as
alveolares sendo as glândulas mamárias.
As glândulas também podem ser endócrinas(endo, dentro), não há formação de canal ou de ducto
e a glândula não pode lançar produtos de secreção na superfície do epitélio de origem mas
elimina a secreção diretamente nos vasos sangüíneos. Estas glândulas são geneticamente
denominadas hormônios, pôr exemplo: são a tireóide , que produz e libera no sangue o hormônio
tiroxina, e a hipófise, que libera, entre outros, o hormônio de crescimento (somatotrofina).No
aspecto morfológico as glândulas endócrinas podem ser cordonais ou vesiculares.
As glândulas se formam ainda no estágio embrionário, a partir de superfícies epiteliais.
Glândulas exócrinas e endócrinas formam-se de maneira parecida: células da superfície epitelial
multiplicam-se e aprofundam-se nos tecidos mais internos, formando um cor dão celular.
Existem ainda glândulas que possuem ao mesmo tempo uma parte exócrina, tais como mistas ou
mesócrinas ou anfícrinas, possuem funções exócrinas e endócrinas ao mesmo tempo , como é o
caso do pâncreas. As unidades glandulares chamadas ácinos pancreáticos que liberam no
intestino o suco pancreático (função exócrina), enquanto outras unidades secretoras, as ilhotas de
Langerhans, secretam os hormônios insulina e glucagon na corrente sangüínea (função
endócrina).

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3.4 TECIDOS CONJUNTIVOS

Ao contrário dos epitélios, os tecidos conjuntivos apresentam elevada quantidade de substância


interceular. As células que constituem esse tecidos possuem formas e funções bastante variadas.
Trata-se, portanto, de um tecido com diversas especializações.
Constituição da substância intercelular dos tecidos conjuntivos
Também chamada de matriz, a substância intercelular ou intersticial dos tecidos conjuntivos
preenche os espaços entre as células e apresenta-se constituída de duas porções: a substância
amorfa e as fibras.
Substância intercelular amorfa. É constituída principalmente por água, polissacarídeos e
proteínas. Às vezes, como acontece no tecido ósseo, a substância intercelular é sólida, com uma
rigidez considerável; outras vezes, como o plasma sanguíneo, apresenta-se líquida.

Fibras
São de natureza protéica e se distribuem conforme o tipo de tecido. na substância intercelular
destacam-se os seguintes tipos de fibras:
colágenas -- as fibras mais freqüentes do tecido conjuntivo; formadas pela proteína colágeno --
de alta resistência à tração - têm coloração esbranquiçada;
elásticas -- fibras formadas fundamentalmente pela proteína elastina; dotadas de elasticidade, têm
coloração amarelada;
reticulares -- as fibras mais finas do tecido conjuntivo; são constituídas por uma proteína
chamada reticulina, muito semelhante ao colágeno.

Classificação dos tecidos conjuntivos


Os elementos que constituem os tecidos conjuntivos -- células e substâncias intercelulares --
variam de acordo com as diversas modalidades desses tecidos. Considerando essa variação e,
ainda, a função do tecido, pode-se classificar os tecidos conjuntivos da seguinte maneira:
O tecido conjuntivo propriamente dito (TCPD) -- Vamos começar o estudo do TCPD por aqueles
que apresentam propriedades gerais: o tecido conjuntivo frouxo e o tecido conjuntivo denso.

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5. TECIDOS ÓSSEO

O tecido ósseo é um tipo de tecido conjuntivo formado por células e substâncias que promovem
a sustentação corporal dos animais vertebrados, contribuindo aproximadamente com 15% do
peso do corpo.

Sua função, associada à conformação anatômica do esqueleto, viabiliza aos organismos algumas
vantagens fisiológicas correlacionadas ao hábito de cada espécie, como por exemplo: ponto de
inserção dos nervos, apoio aos músculos, adaptações locomotoras, produção de células do
sangue, bem como proteção a alguns órgãos vitais (pulmão, coração, cérebro).

Entre os principais componentes estão os elementos fundamentais que constituem a fração


inorgânica (sais de cálcio, fósforo e magnésio), conferindo resistência através da formação de
cristais responsáveis pela rigidez. E também por uma fração orgânica (a matriz), possuindo
substâncias intercelulares com abundante presença de fibras colágenas e glicoproteínas,
fornecendo considerável flexibilidade às unidades ósseas.

Na organização macroscópica de um osso é possível observar duas regiões bem distintas: uma
camada compacta mais externa e outra esponjosa interna. Contudo, microscopicamente contendo
a mesma composição histológica.

Esse tecido é formado por células vivas dispostas em lacunas longitudinais paralelas (perfil
vertical) ou lamelas concêntricas com camadas circunscritas a partir de um eixo central,
denominado de canal de Havers (perfil horizontal).

As células que integram esse tecido podem ser: os osteoblastos, produzindo a matriz; e os
osteócitos, células com baixo potencial metabólico, inseridas na matriz, atuando na manutenção
e reposição dos componentes orgânicos.

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6. TECIDOS MUSCULARES