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Cobertura radar realizada pelo DECEA (Surveillance)

CINDACTA

(Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Trafego Aéreo)

(Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Trafego Aéreo) SRPV – Serviço Regional de Proteção
(Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Trafego Aéreo) SRPV – Serviço Regional de Proteção

SRPV Serviço Regional de Proteção ao Voo

(Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Trafego Aéreo) SRPV – Serviço Regional de Proteção
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REGRAS GERAIS DO AR

Proteção de pessoas e propriedades Operação negligente ou imprudente de aeronaves:

vigilância em solo e ar

ou imprudente de aeronaves: vigilância em solo e ar Alturas mínimas A proteção citada acima deve

Alturas mínimas

A proteção citada acima deve ser estendida as regiões

de sobrevoo.

vigilância em solo e ar Alturas mínimas A proteção citada acima deve ser estendida as regiões
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Alturas mínimas

Exceto em operações de pouso e decolagem ou quando autorizado pelo DECEA, as aeronaves não poderão voar

sobre:

cidades,

povoado,

lugares habitados;

ou sobre grupo de pessoas ao ar livre em altura inferior aos padrões

Em caso de emergência tentar pousar em segurança (safety) e sem perigo as pessoas ou propriedades na superfície.

Em caso de emergência tentar pousar em segurança ( safety ) e sem perigo as pessoas
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REGRAS GERAIS DO AR

Níveis de cruzeiro nos quais os voos ou parte deles devem ser conduzidos

Níveis de voo: para voos que ocorram em um nível igual ou

superior ao nível de voo mínimo recomendado em charts ou GRIDMORAS,

ou acima da altitude de transição

Altitudes: para voos abaixo do nível de voo mais baixo

utilizável;

Ou para voos na altitude de transição ou abaixo.

Altitudes: para voos abaixo do nível de voo mais baixo utilizável; Ou para voos na altitude
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Pulverização por meio de aeronaves em voo

Autorizada nas condições prescritas pela autoridade

competente;

De acordo com informações, assessoramento e/ou

autorização do órgão ATS.

pela autoridade competente; • De acordo com informações, assessoramento e/ou autorização do órgão ATS. 7
pela autoridade competente; • De acordo com informações, assessoramento e/ou autorização do órgão ATS. 7
pela autoridade competente; • De acordo com informações, assessoramento e/ou autorização do órgão ATS. 7
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Revisar níveis de Voo VFR até o FL145 (inclusive) 8

Revisar níveis de Voo VFR até o FL145 (inclusive)

Revisar níveis de Voo VFR até o FL145 (inclusive) 8
Revisar níveis de Voo VFR até o FL145 (inclusive) 8
8
8

Reboque de planadores e faixas de propaganda

Autorizada nas condições prescritas pela autoridade competente (PC)

De acordo com informações, assessoramento e/ou autorização do órgão ATS.

pela autoridade competente (PC) De acordo com informações, assessoramento e/ou autorização do órgão ATS. 9
pela autoridade competente (PC) De acordo com informações, assessoramento e/ou autorização do órgão ATS. 9
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9

Lançamento de paraquedas

Autorizada nas condições prescritas pela autoridade competente;

De acordo com informações, assessoramento e/ou autorização do órgão ATS.

prescritas pela autoridade competente; De acordo com informações, assessoramento e/ou autorização do órgão ATS. 10
prescritas pela autoridade competente; De acordo com informações, assessoramento e/ou autorização do órgão ATS. 10
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Voo acrobático

manobra intencional, brusca mudança de altitude, atitude e velocidade.

Não poderá ser realizado em áreas que constituem perigo para o trafego aéreo

Só poderá ocorrer em áreas predefinidas;

Autorizada nas condições prescritas pela autoridade competente;

De acordo com informações, assessoramento e/ou autorização do órgão ATS.

prescritas pela autoridade competente; De acordo com informações, assessoramento e/ou autorização do órgão ATS. 11
prescritas pela autoridade competente; De acordo com informações, assessoramento e/ou autorização do órgão ATS. 11
prescritas pela autoridade competente; De acordo com informações, assessoramento e/ou autorização do órgão ATS. 11
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Aéreas restritas

Nenhuma aeronave poderá penetrar em área restrita;

Somente se ajustar a restrição ou tiver permissão dos SRPV

ou CINDACTA com jurisdição sobre a aérea.

restrita; Somente se ajustar a restrição ou tiver permissão dos SRPV ou CINDACTA com jurisdição sobre
restrita; Somente se ajustar a restrição ou tiver permissão dos SRPV ou CINDACTA com jurisdição sobre
restrita; Somente se ajustar a restrição ou tiver permissão dos SRPV ou CINDACTA com jurisdição sobre
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Atenção

dos

colisões:

Prevenção de Colisões

pilotos

abordo

das

aeronaves

para

evitar

Não descuidar da vigilância a bordo das aeronave em voo (independente da regra de voo e classe de espaço aéreo);

ou em táxi (manobras).

a bordo das aeronave em voo (independente da regra de voo e classe de espaço aéreo);
a bordo das aeronave em voo (independente da regra de voo e classe de espaço aéreo);
a bordo das aeronave em voo (independente da regra de voo e classe de espaço aéreo);
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Prevenção de Colisões

Prevenção de Colisões Proximidade No se pode voar próximo (risco de colisão); a não ser em

Proximidade No se pode voar próximo

(risco de colisão);

a não ser em formação quando autorizado pelo

órgão competente. PLN Item 9 (number)

Militar: comandante da unidade locada Civil: ANAC (GER)

autorizado pelo órgão competente. PLN – Item 9 (number) Militar: comandante da unidade locada Civil: ANAC
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Direito de Passagem

Direito de Passagem Aeronave com direito de passagem deve manter seu rumo e velocidade; Porem o

Aeronave com direito de passagem deve manter seu rumo e

velocidade;

Porem o piloto em comando pode (e deve) fazer manobra para evitar a colisão,

inclusive

sobre

aviso do

(TCAS ACAS sistema anticolisão da

aeronave)
aeronave)

Na necessidade:

para evitar a colisão, inclusive sobre aviso do (TCAS – ACAS sistema anticolisão da aeronave) Na
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Evitar passar por cima ou por baixo Cruzar a frente a menos que haja distancia suficiente

Aproximação de frente ou quase frente

Qual a solução? Ambas aeronaves alterarão seus rumos para direita

Aproximação de frente ou quase frente Qual a solução? Ambas aeronaves alterarão seus rumos para direita
Aproximação de frente ou quase frente Qual a solução? Ambas aeronaves alterarão seus rumos para direita
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Convergência (tender ou dirigir-se para um ponto)

Aeronave a direita tem direito de passagem, mesmo que para isto a aeronave a esquerda modifique rumo e

velocidade;

Aeronave a direita tem direito de passagem, mesmo que para isto a aeronave a esquerda modifique
Aeronave a direita tem direito de passagem, mesmo que para isto a aeronave a esquerda modifique
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Convergência (tender ou dirigir-se para um ponto)

Situações donde a regra não será seguida dificuldade de manobra de certos tipos de aeronaves:

1- Aeronaves mais pesadas que o ar (aeródinos),

propulsadas mecanicamente, cederão passagem aos dirigíveis, planadores e balões (aeróstatos);

2- Dirigíveis cederão passagem aos planadores e balões;

3- Planadores cederão passagem aos balões;

4-

Aeronaves

propulsadas

mecanicamente

passagem às que venham como rebocadoras.

cederão

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Ultrapassagem

Aeronave ultrapassadora vem por trás num ângulo de 70 graus com o plano de simetria da aeronave que será

ultrapassada.

ultrapassadora vem por trás num ângulo de 70 graus com o plano de simetria da aeronave
ultrapassadora vem por trás num ângulo de 70 graus com o plano de simetria da aeronave
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Pouso

Situação de grande risco

Aeronaves em procedimento de Land ou em fase final de

land, terão prioridade sobre qualquer outra aeronave (quer

estejam voando ou em operando em terra ou água)

final de land , terão prioridade sobre qualquer outra aeronave (quer estejam voando ou em operando
final de land , terão prioridade sobre qualquer outra aeronave (quer estejam voando ou em operando
final de land , terão prioridade sobre qualquer outra aeronave (quer estejam voando ou em operando
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ou mesmo pela diferença da esteira de turbulência) 22

ou mesmo pela diferença da esteira de turbulência)

ou mesmo pela diferença da esteira de turbulência) 22
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Toda

aeronave

Decolagem

no

táxi,

na

área

de

manobras

cederá

passagem às aeronaves decolando ou por decolar.

Toda aeronave Decolagem no táxi, na área de manobras cederá passagem às aeronaves decolando ou por
Toda aeronave Decolagem no táxi, na área de manobras cederá passagem às aeronaves decolando ou por
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Movimento de aeronaves na superfície

1- Aproximação de frente, ambas retardarão seus movimentos e alterarão seus rumos para direita (manter

distancia segura);

seus rumos para direita (manter distancia segura); 2- Aeronaves em um rumo convergente, a aeronave que

2- Aeronaves em um rumo convergente, a aeronave que tenha a outra a sua direita dará o direito de passagem.

segura); 2- Aeronaves em um rumo convergente, a aeronave que tenha a outra a sua direita
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Operação na água

Ao aproximar-se de outra aeronave ou embarcação com risco de abalroamento proceder de acordo com a

circunstância (bom senso)

– proceder de acordo com a circunstância (bom senso) Pode ser utilizada as “Regras para evitar

Pode ser utilizada as “Regras para evitar Abalroamento no Mar”

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Convenção Int. Para Salvaguarda da vida Humana no Mar Londres (1960)

Luzes a serem exibidas pelas aeronaves ANEXOS 2, 6 e 8

Aeronave em operação em táxi ou sendo rebocada ou simplesmente acionada no pátio;

1- Entre o nascer-do-sol e pôr-do-sol (dia)

luzes anticolisão chamar atenção para aeronave

luzes de navegação indicar a trajetória relativa da aeronave

aos observadores (não pode existir outra luz que confunda

com estas

– indicar a trajetória relativa da aeronave aos observadores (não pode existir outra luz que confunda
– indicar a trajetória relativa da aeronave aos observadores (não pode existir outra luz que confunda
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2- Entre e o pôr-do-sol e o nascer-do-sol (noite) ou outro

período que se julgue necessário

Todas as aeronaves que operem na área de movimento de

um AD deverão exibir:

Luzes de navegação;

Luzes que destaquem sua presença (posição e logo)

que

indiquem esta situação (anticolisão) vale para dia tbm

Aeronaves

com

motores

acionados

luzes

Aeronaves paradas no pátio devem exibir luzes com finalidade de indicar suas extremidades, exceto as que estiverem sendo devidamente iluminadas (posição e logo)

com finalidade de indicar suas extremidades, exceto as que estiverem sendo devidamente iluminadas (posição e logo
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Toda

aeronave

em

voo

que

tenha

manterão estas acessas.

luzes

de

anticolisão

Será permitido aos pilotos apagar ou reduzir qualquer luz a

bordo atendendo os requisitos de:

Direito de passagem;

Aproximação de frente;

Convergência;

Ultrapassagem;

E principalmente pouso.

os requisitos de: Direito de passagem; Aproximação de frente; Convergência; Ultrapassagem; E principalmente pouso. 29
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Operações em aeródromos ou em suas imediações

Com ou sem uma ATZ (zona de trafego de um AD controlada por uma Torre)

Observar o tráfego para evitar colisão;

ajustar-se ao circuito de tráfego do aeródromo,

efetuando todas as curvas a esquerda (pouso e decolagem) salve haja outras indicações.

esquerda (pouso e decolagem) salve haja outras indicações. pousar ou decolar contra o vento a não

pousar ou decolar contra o vento a não ser por rações

pousar ou decolar contra o vento a não ser por rações  30 de segurança ou

30
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de segurança ou configuração de pista solicite o contrario

Operações em aeródromos ou em suas imediações Com ou sem uma ATZ (zona controlada por
Operações em aeródromos ou em suas imediações
Com ou sem uma ATZ (zona controlada por uma Torre)
Observar o tráfego para evitar colisão;
ajustar-se ao circuito de tráfego do aeródromo, efetuando
todas as curvas a esquerda (pouso e decolagem) salve haja
outras indicações.
de tráfego do aeródromo, efetuando todas as curvas a esquerda (pouso e decolagem) salve haja outras
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Atribuições das tripulações

Nenhuma pessoa pode operar um aeronave civil registrada no Brasil,a mesmo que:

1-

A

tripulação

mínima

Aeronavegabilidade)

seja

respeitada

(certificado

de

2- Esteja com seus certificados e licenças válidos (CHT e CCF)

Aeronavegabilidade) seja respeitada (certificado de 2- Esteja com seus certificados e licenças válidos (CHT e CCF)
Aeronavegabilidade) seja respeitada (certificado de 2- Esteja com seus certificados e licenças válidos (CHT e CCF)
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Regras de Voo visual

Voo visual mantém durante todo o tempo separação de nuvens e outras formações meteorológicas

Condições Meteorológicas Visuais (VMC)

300 metros Visibilidade de 5 Km
300 metros
Visibilidade de 5 Km
nuvens e outras formações meteorológicas Condições Meteorológicas Visuais (VMC) 300 metros Visibilidade de 5 Km 33
nuvens e outras formações meteorológicas Condições Meteorológicas Visuais (VMC) 300 metros Visibilidade de 5 Km 33
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Voar abaixo do nível de voo 150 (FL150 = 15000’)

Voar em velocidade inferior a 380Kt, porem abaixo FL100,

velocidade máxima de 250Kt

de voo 150 (FL150 = 15000 ’) Voar em velocidade inferior a 380Kt, porem abaixo FL100,
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Restrições para VFR

Voos VFR não poderão pousar, decolar, entrar na ATZ ou no circuito de trafego se as condições do aeródromo for menor

que:

1- Teto inferior a 1500(450 metros)

2- visibilidade no solo (horizontal) for inferior a 5 Km

METAR

visibilidade no solo (horizontal) for inferior a 5 Km METAR Exceto quando autorizado pelo ATC atendendo

Exceto quando autorizado

pelo ATC atendendo ao voo VFR especial

no solo (horizontal) for inferior a 5 Km METAR Exceto quando autorizado pelo ATC atendendo ao
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Exceto em operações de pouso e decolagem,

o Voo VFR não se efetuará

1- Sobre cidades, povoados, lugares habitados e grupos de

pessoas ao ar livre abaixo de 1000(300 metros), acima do

mais alto obstáculo existente num raio de 600 metros da aeronave;

2- em lugares não citados acima, em altura inferior a 500(150 metros) metros acima do solo ou da água

aeronave; 2- em lugares não citados acima, em altura inferior a 500 ’ (150 metros) metros
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Para realização de voos VFR em espaços aéreos Classes B,

C e D, as aeronaves devem dispor de meios de comunicação bilateral com o ATC;

voos VFR em espaços aéreos Classes B, C e D, as aeronaves devem dispor de meios
voos VFR em espaços aéreos Classes B, C e D, as aeronaves devem dispor de meios
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40

É proibida a operação de aeronaves VFR sem equipamento radio

ou com este inoperante em aeródromos com TWR ou AFIS.

Exceto para:

Aeronaves de aeroclubes ou planadores sediados neste aeródromo;

Voo translado de aeronaves se radio ou inoperante, com

previa coordenação com TWR ou AFIS em horários que

não cause prejuízo ao andamento do trafego aéreo;

que não cause prejuízo ao andamento do trafego aéreo; Voo de aeronaves agrícol a • sem
que não cause prejuízo ao andamento do trafego aéreo; Voo de aeronaves agrícol a • sem

Voo de aeronaves agrícola

sem rádio

(somente para aeródromos providos de AFIS)

a • sem rádio (somente para aeródromos providos de AFIS) 41 AFIS – serviço de informação
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AFIS serviço de informação de voo de aeródromo

Voo VFR Controlado Voo VFR não controlado

Voos VFR diurno e noturno, realizados dentro de uma ATZ e

os voo VFR especial serão considerados controlados deste

que atentam a seguintes exigências:

preenchido o PLN ou notificação de voo;

seja

mantida

a

comunicação

(escuta)

bilateral

na

freqüência apropriada do órgão de trafego aéreo.

Para voos não controlados (ou determinado pelo ATC) será prestado somente os serviços de informação de voo e alerta

voos não controlados (ou determinado pelo ATC) será prestado somente os serviços de informação de voo
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Os serviços de ATC para os voos VFR são prestados, em

função da classificação do Espaço Aéreo aonde o voo esta sendo realizado

A

Somente voo IFR

B

C

D

E

F

G

Para Voar nos Espaços aéreos B, C e D é necessário a

autorização do ATC

Para Voar nos Espaços

aéreos E, F e G não é

necessário a autorização do ATC

necessário a autorização do ATC Para Voar nos Espaços aéreos E, F e G não é
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Vigilância radar Vetoração informação de voo assessoramento

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Separação das aeronaves

Cabe ao piloto em voo VFR providenciar sua separação em

relação a obstáculos e outras aeronaves

das aeronaves Cabe ao piloto em voo VFR providenciar sua separação em relação a obstáculos e
das aeronaves Cabe ao piloto em voo VFR providenciar sua separação em relação a obstáculos e
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Condições para realização do VOO VFR em rota (ponta A para B)

para realização do VOO VFR em rota (ponta A para B) 46 1- Período Diurno •
para realização do VOO VFR em rota (ponta A para B) 46 1- Período Diurno •
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1- Período Diurno

AD de partida, chegada e alternativa devem ser homologados ou

registrados VFR (olhar ROTAER);

As Condições meteorológicas

nestes ADs devem ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para o Voo VFR.

Condições para realização do VOO VFR em rota (ponta A para B)

1- Período Noturno

Piloto deve possuir habilitação para voo IFR;

Aeronave homologada para voo IFR (Item 10 PLN: S (VOR, NDB, ILS,

GS))

ADs envolvidos devem ter:

para voo IFR; • Aeronave homologada para voo IFR (Item 10 PLN: S (VOR, NDB, ILS,
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Balizamento luminoso; Farolde aerodromo; Indicador de direção do vento iluminado ou orgão ATS; Aeronavecom transceptor VHF.

VOO VFR noturno dentro de uma ATZ, CTR ou TMA

Não há necessidade:

do piloto possuir habilitação para voo IFR;

da aeronave ser homologada para voo IFR

CTR ou TMA Não há necessidade: do piloto possuir habilitação para voo IFR; da aeronave ser
CTR ou TMA Não há necessidade: do piloto possuir habilitação para voo IFR; da aeronave ser
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VOO VFR noturno sem a necessidade

da habilitação IFR e da aeronave IFR

Quando realizado dentro de um raio

de 27nm (50km) do aeródromo de partida

da habilitação IFR e da aeronave IFR Quando realizado dentro de um raio de 27nm (50km)
da habilitação IFR e da aeronave IFR Quando realizado dentro de um raio de 27nm (50km)
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Autonomia de VOO VFR

Indicada em função de tempo de combustível, tempo de voo (velocidade de cruzeiro)

Para aeronaves de transporte público (avios de pequeno porte, helicópteros, táxi aéreo e executivos):

Durante o dia:

A + B + 30 minutos de voo (avião)

A + B + 20 (helicóptero)

Durante a noite:

A + B + 45 minutos de voo (avião)

A + B + 30 (helicóptero)

de voo (avião) A + B + 20 (helicóptero) Durante a noite: A + B +
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Autonomia de VOO VFR

Indicada em função de tempo de combustível, tempo de voo (velocidade de cruzeiro)

Para aeronaves de aeroclubes, privadas e não homologadas para transporte público.

A + B + 45 minutos de voo (avião) A + B + 20 (helicóptero)

privadas e não homologadas para transporte público. A + B + 45 minutos de voo (avião)
privadas e não homologadas para transporte público. A + B + 45 minutos de voo (avião)
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Voo VFR fora de espaço aéreo controlado

Frequência livre:123.45 MHz

Dentro de áreas ou ao longo de rotas designadas pelo DECEA,

a

deverá:

aeronave

tendo

equipamento

de

radio

em

funcionamento

manter a escuta do órgão ATS (FIS);

informação de posição (quando necessário ou solicitado).

em funcionamento manter a escuta do órgão ATS (FIS); informação de posição (quando necessário ou solicitado).
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O Controle do espaço aereo é a prestação de serviços de

telecomunicações do Comando da Aeronáutica de do

Controle de navegação aérea no espaço aéreo brasileiro.

SISCEAB Sistema de controle do Espaço Aéreo

normalização

coordenação

controle

supervisão técnica

Brasil, poucos paises assim como a Argentina que tem seu

espaço aereo controlado por militares.

supervisão técnica Brasil, poucos paises assim como a Argentina que tem seu espaço aereo controlado por
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1ª divisão do Espaço Aéreo (ICAO)

Espaço Aéreo Controlado

Espaço Aéreo Não Controlado

Os ATS será prestado em todo o território nacional, águas

territoriais e jurisdicionais e alto mar (acordo internacional).

será prestado em todo o território nacional, águas territoriais e jurisdicionais e alto mar (acordo internacional).
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2ª Divisão 55

2ª Divisão

2ª Divisão 55
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Espaços aéreos específicos e suas definições

1- Zona de Tráfego de Aeródromo (ATZ)

- Espaço aéreo de dimensões definidas estabelecido em

torno do aeródromo;

- Proteção do tráfego

em torno do aeródromo; - Proteção do tráfego I m p o r t a n

Importante

A existência de uma torre de controle (TWR) não indica necessariamente a existência de uma ATZ.

o r t a n t e A existência de uma torre de controle (TWR) não
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2- Zonas de Controle (CTR)

(um)

aeródromo;

- Finalidade: proteção ao procedimento de descida do voo

IFR;

-

Zonas

de

configuração

variável

em

torno

de

1

- limite Vertical inferior é o solo ou água;

- limite Vertical superior será o vertical da TMA;

- Classe D

de 1 - limite Vertical inferior é o solo ou água; - limite Vertical superior será
de 1 - limite Vertical inferior é o solo ou água; - limite Vertical superior será
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3- Área de Controle Terminal (TMA)

- Áreas de configuração variável;

- Normalmente se situam nas confluências das aerovias;

- Pode envolver um ou mais aeródromos;

- Constam nas ARCs e ERCs

envolver um ou mais aeródromos; - Constam nas ARCs e ERCs - Classe A – se

- Classe A se a TMA tiver limite superior acima do FL 145

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- Classe D se a TMA tiver limite superior o FL 145

4- Área de Controle (CTA)

- Aerovias inferiores e outras partes do espaço aéreo inferior (definidas e ERCs);

- Classe A do Fl 150 ao FL 240

- Classe D do nível mínimo da aerovia ao Fl 145.

(definidas e ERCs); - Classe A – do Fl 150 ao FL 240 - Classe D
(definidas e ERCs); - Classe A – do Fl 150 ao FL 240 - Classe D
(definidas e ERCs); - Classe A – do Fl 150 ao FL 240 - Classe D
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60

5- Área de Controle Superior (UTA)

- Aerovias superiores e outras partes do espaço aéreo superior (definidas e ERCs);

- Classe A do FL 250 para cima

superiores e outras partes do espaço aéreo superior (definidas e ERCs); - Classe A – do
superiores e outras partes do espaço aéreo superior (definidas e ERCs); - Classe A – do
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Espaços aéreos ATS são dispostos alfabeticamente

Classe G

Voos IFR e VFR

Sem controle efetivo Sem PLN Sem rádio Serviço de informação de voo quando requerido

toda FIR é classe G

e VFR Sem controle efetivo Sem PLN Sem rádio Serviço de informação de voo quando requerido
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Classe F

Voos IFR e VFR

Sem controle efetivo

Voos IFR recebem serviço de assessoramento de tráfego

aéreo

voos realizados em rotas ou áreas de assessoramento

Sem PLN

Sem rádio

Todos os voos recebem Serviço de informação de voo quando requerido

ou áreas de assessoramento Sem PLN Sem rádio Todos os voos recebem Serviço de informação de
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Classe E (agora começa a melhorar o controle)

Voos IFR e VFR

Somente os voo IFR estão sujeitos ao ATC (PLN e Rádio)

IFRs são separados de outros IFRs

ao ATC (PLN e Rádio) IFRs são separados de outros IFRs Voos VFR podem operar sem

Voos VFR podem operar sem PLN e sem rádio

Todos os voos recebem Serviço de informação de voo

sempre que possível

Algumas TMAs são exemplos de classe E

Todos os voos recebem Serviço de informação de voo sempre que possível Algumas TMAs são exemplos
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Classe D

Voos IFR e VFR

Todos os voos estão sujeitos ao ATC (PLN e Rádio)

IFRs são separados de outros IFRs e recebem informação de

trafego em relação aos voos VFR.

Voos VFR recebem apenas informação de trafego em relação

a todos os voos

de trafego em relação aos voos VFR. Voos VFR recebem apenas informação de trafego em relação
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Classe C

Voos IFR e VFR

Todos os voos estão sujeitos ao ATC (PLN e Rádio)

IFRs são separados de outros IFRs e também dos voos VFR

Voos VFR são separados apenas dos voos IFR e recebem

informação de trafego em relação aos voos VFR

dos voos VFR Voos VFR são separados apenas dos voos IFR e recebem informação de trafego
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Classe B

Voos IFR e VFR

Todos os voos estão sujeitos ao ATC (PLN e Rádio)

Todos os voos (VFR e IFR) são separados entre si pelo controlador

Todos os voos estão sujeitos ao ATC (PLN e Rádio) Todos os voos (VFR e IFR)
Todos os voos estão sujeitos ao ATC (PLN e Rádio) Todos os voos (VFR e IFR)
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67

Classe A

Apenas voos IFR

Classe A Apenas voos IFR Todos os voos estão sujeitos ao ATC (PLN e Rádio) 68

Todos os voos estão sujeitos ao ATC (PLN e Rádio)

Classe A Apenas voos IFR Todos os voos estão sujeitos ao ATC (PLN e Rádio) 68
Classe A Apenas voos IFR Todos os voos estão sujeitos ao ATC (PLN e Rádio) 68
68
68

Regiões de Informação de Voo FIR

Regiões de Informação de Voo – FIR FIR  FIS 69
Regiões de Informação de Voo – FIR FIR  FIS 69

FIR FIS

Regiões de Informação de Voo – FIR FIR  FIS 69
69
69

Espaço Aéreo Condicionado

(fique ligado durante o planejamento do voo e durante o voo)

1- Área PROIBIDA (P): dimensões definidas , dentro da qual

o voo é proibido

o planejamento do voo e durante o voo) 1- Área PROIBIDA (P): dimensões definidas , dentro
70
70

2- Área PERIGOSA (D): dimensões definidas , dentro da qual

existem riscos potenciais reais a navegação aérea o voo é proibido.

(D): dimensões definidas , dentro da qual existem riscos potenciais reais a navegação aérea o voo
(D): dimensões definidas , dentro da qual existem riscos potenciais reais a navegação aérea o voo
71
71

3- Área RESTRITA (R): dimensões definidas , dentro da qual

o voo só poderá ser realizado sob condições preestabelecidas.

RESTRITA (R): dimensões definidas , dentro da qual o voo só poderá ser realizado sob condições
RESTRITA (R): dimensões definidas , dentro da qual o voo só poderá ser realizado sob condições
RESTRITA (R): dimensões definidas , dentro da qual o voo só poderá ser realizado sob condições
72
72
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73
73

ROTAS ATS

Rotas destinadas a canalizar o fluxo de tráfego. Corredores bem definidos

Geralmente voo IFR

ROTAS ATS Rotas destinadas a canalizar o fluxo de tráfego. Corredores bem definidos Geralmente voo IFR
ROTAS ATS Rotas destinadas a canalizar o fluxo de tráfego. Corredores bem definidos Geralmente voo IFR
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75
75

Designação das Rotas ATS

ICAO reservou ao Brasil dentro do Plano Regional de Rotas as letras A, B,G e R seguidas dos números de 1 a 999.

EX:

A307

W10

UW10

UW15

G678

R108

as letras A, B,G e R seguidas dos números de 1 a 999 . EX: A307
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77
77
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Aerovias

Áreas de controle (inferior-LOW e superior-HIGH) ou parte delas, dispostas em forma de corredores, providas de

auxílios-rádio para navegação.

parte delas, dispostas em forma de corredores, providas de auxílios-rádio para navegação. Aerovia  Rota RNAV

Aerovia Rota RNAV

parte delas, dispostas em forma de corredores, providas de auxílios-rádio para navegação. Aerovia  Rota RNAV
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ATZ – TWR TMA – APP FIR – ACC 83

ATZ TWR

TMA APP FIR ACC

ATZ – TWR TMA – APP FIR – ACC 83
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83
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86
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Órgãos que prestam ATS (Serviço de tráfego aéreo)

Divisão

CIAA
CIAA

Objetivo maior

Evitar colisões

Órgãos que prestam ATS (Serviço de tráfego aéreo) Divisão CIAA Objetivo maior Evitar colisões 87
Órgãos que prestam ATS (Serviço de tráfego aéreo) Divisão CIAA Objetivo maior Evitar colisões 87
87
87

1- Serviço de Controle de Tráfego Aéreo

Controle de área

1- Serviço de Controle de Tráfego Aéreo Controle de área ACC (Centro de Controle de Área)

ACC (Centro de Controle de Área) CTA/UTA

APP (Contrrole de aproximação) pode atuar em aerovias ou

outras áreas designadas do espaço aéreo ATS

CTA/UT A APP (Contrrole de aproximação) pode atuar em aerovias ou outras áreas designad as do
CTA/UT A APP (Contrrole de aproximação) pode atuar em aerovias ou outras áreas designad as do
88
88

Controle de aproximação

Controle terminal (TMA) ou Zona de Controle (CTR)

Exercido por um APP (Controle de aproximação) ou

TWR (Torre de Controle)

terminal (TMA) ou Zona de Controle (CTR) Exercido por um APP (Controle de aproximação) ou TWR
terminal (TMA) ou Zona de Controle (CTR) Exercido por um APP (Controle de aproximação) ou TWR
terminal (TMA) ou Zona de Controle (CTR) Exercido por um APP (Controle de aproximação) ou TWR
89
89

Controle de Aeródromo

Exercido dentro da Zona de Tráfego do Aeródromo

Controle de Aeródromo Exercido dentro da Zona de Tráfego do Aeródro mo Exercido por um TWR

Exercido por um TWR (Torre de Controle)

Controle de Aeródromo Exercido dentro da Zona de Tráfego do Aeródro mo Exercido por um TWR
Controle de Aeródromo Exercido dentro da Zona de Tráfego do Aeródro mo Exercido por um TWR
Controle de Aeródromo Exercido dentro da Zona de Tráfego do Aeródro mo Exercido por um TWR
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90
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91

2- Serviço de informação de Voo (FIS)

Proporciona sugestões e informações úteis à segurança e eficiência dos voos dentro dos espaços aéreos ATS.

Importante:

o

controlador

não

é

responsável

pela

sua

separação.

dos voos dentro dos espaços aéreos ATS. Importante: o controlador não é responsável pela sua separação.
dos voos dentro dos espaços aéreos ATS. Importante: o controlador não é responsável pela sua separação.
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92
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93

3- Serviço de Assessoramento (ADA)

Separação no espaço aéreo de ou rota de assessoramento sempre que possível.

Voos IFR

Prestado por um ACC

Importante:

separação.

o

controlador

não

é

responsável

pela

sua

sempre que possível. Voos IFR Prestado por um ACC Importante: separação. o controlador não é responsável
94
94

4- Serviço de Alerta (AS)

Prestado

a

todas

as

aeronaves

jurisdição brasileira.

no

espaço

aéreo

de

ATS deverá ter conhecimento do voo

Órgãos ATS envolvidos nos voos serão responsáveis pela prestação do AS.

FIS e AD e prestado em todas as FIRs brasileiras

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95
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96

Controle de Aeródromo (TWR)

Prestação de ATC, FIS e AS.

Objetivo de evitar abalroamento e colisões no aeródromo e

nas suas vizinhanças (fluxo seguro).

Objetivo de evitar abalroamento e colisões no aeródromo e nas suas vizinhanças (fluxo seguro). Não realiza

Não realiza o ADA

Objetivo de evitar abalroamento e colisões no aeródromo e nas suas vizinhanças (fluxo seguro). Não realiza
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97
Objetivo de evitar abalroamento e colisões no aeródromo e nas suas vizinhanças (fluxo seguro). Não realiza

Controle de Aeródromo (TWR)

Controle de Aeródromo (TWR) Aeronaves: • Voando nos circuitos de tráfego; • Operando na área de

Aeronaves:

Voando nos circuitos de tráfego;

Operando na área de manobras; Pousando ou decolando; Veículos operando na área de manobras.

tráfego; • Operando na área de manobras; • Pousando ou decolando; • Veículos operando na área
tráfego; • Operando na área de manobras; • Pousando ou decolando; • Veículos operando na área
98
98
tráfego; • Operando na área de manobras; • Pousando ou decolando; • Veículos operando na área

Responsabilidade da TWR

Alertar os serviços de segurança e notificar APP, ACC e pilotos em comando sobre qualquer falha ou irregularidade

no funcionamento dos equipamentos do AD;

Tomar providencias para solução da falha ou irregularidade;

É o órgão oficial de informação de horas de saída e chegada das aeronaves;

Encaminha

as

informações

estiver subordinada.

necessárias

ao

ACC

a

que

99
99
de horas de saída e chegada das aeronaves; Encaminha as informações estiver subordinada. necessárias ao ACC

Responsabilidade da TWR

As TWRs deverão informar APP e ACC a respeito da

comunicação

bilateral,

ou deixarem de pousar dentro de 5 minutos após a hora

aeronaves

estabelecer

da comunicação bilateral, ou deixarem de pousar de ntro de 5 minutos após a hor a

prevista.

100
100

que

deixarem

de

Suspensão das Operações VFR

Condições meteorológicas abaixo de estabelecido;

Quem suspende a operação VFR em um aeródromo é a

TWR;

Quem suspende a operação VFR em um aeródromo é a TWR; 101 • Suspender as partidas
101
101
suspende a operação VFR em um aeródromo é a TWR; 101 • Suspender as partidas VFR;

Suspender as partidas VFR;

Não autorizar voo VFR ou

transformá-lo em VFR especial;

Notificar ACC e APP ou as medidas tomadas;

Notificar a sala AIS (C) e administração do aeroporto para

notificar os exploradores.

Responsabilidade dos Pilotos em comando das aeronaves

1- No voo VFR nas proximidades de um aeródromo ou durante o táxi:

manter a fonia (a partir do acionamento dos motores até a

corte dos motores);

se houver cotejamento para PLN, manter a escuta antes do

acionamento dos motores;

cumprir as autorizações de tráfego aéreo transmitidas pela TWR;

fazer chamada inicial e informar as posições críticas;

autorizações de tráfego aéreo transmitidas pela TWR; fazer chamada inicial e informar as posições críticas; 10
autorizações de tráfego aéreo transmitidas pela TWR; fazer chamada inicial e informar as posições críticas; 10
autorizações de tráfego aéreo transmitidas pela TWR; fazer chamada inicial e informar as posições críticas; 10
autorizações de tráfego aéreo transmitidas pela TWR; fazer chamada inicial e informar as posições críticas; 10

102

autorizações de tráfego aéreo transmitidas pela TWR; fazer chamada inicial e informar as posições críticas; 10

continuação -- Responsabilidade dos Pilotos em comando

das aeronaves

A TWR libera as aeronaves para o táxi, decolagem ou pouso,

por comunicação rádio ou por sinais luminosos

A TWR libera as aeronaves para o táxi, decolagem ou pouso , por comunicação rádio ou

103

A TWR libera as aeronaves para o táxi, decolagem ou pouso , por comunicação rádio ou

Autorizações e Informações

Autorização não conveniente ao piloto em comando da aeronave

o mesmo pode solicitar outra autorização, que poderá ser

atendida pelo controle sempre que possível, não havendo

prejuízo ou conflito de tráfego. (Vídeo GLO 0400)

ser atendida pelo controle sempre que possível, não havendo prejuízo ou conflito de tráfego. ( Vídeo
104
104
ser atendida pelo controle sempre que possível, não havendo prejuízo ou conflito de tráfego. ( Vídeo

As autorizações emitidas pela TWR não abrangem as

condições legais ou técnicas relativas à aeronave e tripulação.

Não isenta o piloto em comando da responsabilidade de não violação do regulamento de tráfego aéreo.

isenta o piloto em comando da responsabilidade de não violação do regulamento de tráfego aéreo. Vídeo

Vídeo Congonhas

105
105
isenta o piloto em comando da responsabilidade de não violação do regulamento de tráfego aéreo. Vídeo

Circuito de Tráfego Padrão

Circuito de Tráfego Padrão 106
106
106
Circuito de Tráfego Padrão 106
VAL – Carta de aproximação e pouso visual VAC – Carta de aproximação visual (Visual

VAL Carta de aproximação e pouso visual

VAC Carta de aproximação visual (Visual Approach Chart

)

Aisweb - http://www.aisweb.aer.mil.br/aisweb/ (para o Brasil)

107
107
de aproximação visual (Visual Approach Chart ) Aisweb - http://www.aisweb.aer.mil.br/aisweb/ (para o Brasil) 107
108
108
108
108
Simulação FS9 109
Simulação
FS9
109

1- Aeronave pede autorização para inicio de táxi, ou

deslocamento pelo aeródromo

2- Aeronave fica a uma determinada distancia da cabeceira a 90° com a pista na direção do pouso.

Se houver duas ou mais aeronaves neste ponto, da segunda para traz os ângulos passam a ser de 45°.

Teste de motores

3- Autorização de decolagem (TakeOFF)

esta autorização pode ser dada na posição 2.

110
110
de 45°. Teste de motores 3- Autorização de decolagem (TakeOFF) esta autorização pode ser dada na

4- Autorização para pouso ou número de sequência para

pouso.

5- Dada a hora de pouso e autorização para táxi até o pátio

de estacionamento ou hangares via frequência da TWR e ou transferência para Ground.

Transponder será desligado (modo standby)

Quando

estacionamento.

6-

necessário

será

Corte dos motores

dada

a

informação

de

111
111
será desligado (modo standby) Quando estacionamento. 6- necessário será Corte dos motores dada a informação de

Seleção da pista (Rwy) em uso

Pouso (Land) e decolagem (TakeOff) no sentido contra o do vento.

Somente por questões de segurança utilizar sentido a favor

do vento

questões de segurança utilizar sentido a favor do vento Obstáculos tipo de aeronave (SWNV) circuitos de

Obstáculos

tipo de aeronave (SWNV)

circuitos de tráfego do aeródromo

comprimento de pistas

auxílios para aproximação e pouso disponíveis

112
112
(SWNV) circuitos de tráfego do aeródromo comprimento de pistas auxílios para aproximação e pouso disponíveis 112
113
113
113
113
113

Informação de tráfego essencial

Voo VFR e de responsabilidade do piloto a separação para

não colisão com outras aeronaves.

A TWR pode e deve expedir informações de tráfego para

evitar as colisões em solo e no ar.

com outras aeronaves. A TWR pode e deve expedir informações de tráfego para evitar as colisões
114
114
com outras aeronaves. A TWR pode e deve expedir informações de tráfego para evitar as colisões

Informações sobre as condições do aeródromo

Informações sobre as condições do aeródromo Responsabilidade da TWR • Obras em construção ou de manutenção;

Responsabilidade da TWR

Obras em construção ou de manutenção;

Partes irregulares ou danificadas (pista e sinalização);

Água na pista;

Aeronaves estacionadas;

Bando de pássaros;

Equipamentos danificados;

• Bando de pássaros; • Equipamentos danificados; • Qualquer outra informação pertinente a bom andamento
• Bando de pássaros; • Equipamentos danificados; • Qualquer outra informação pertinente a bom andamento

Qualquer outra informação pertinente a bom andamento das

operações aeronáuticas.

115
115
Equipamentos danificados; • Qualquer outra informação pertinente a bom andamento das operações aeronáuticas. 115
116
116
116
116

Controle de trafego de Saída

Para uma aeronave decolar é necessário:

aeronave precedente em decolagem já tenha cruzado

o final da pista em uso ou iniciado a curva após a decolagem

(livrado o eixo);

aeronave precedente em pouso tenha livrado a pista;

117
117

Controle de trafego de Chegada

O pouso só será permitido perante pista em uso livre regras para o saída

Controle de trafego de Chegada O pouso só será permitido perante pista em uso livre regras
118
118
Controle de trafego de Chegada O pouso só será permitido perante pista em uso livre regras

Prioridade entre tráfego de chegada e o de saída

Aeronave em aproximação ou em pouso

sobre a

tem prioridade

aeronave pronta para decolagem no ponto crítico

saída Aeronave em aproximação ou em pouso sobre a tem prioridade aeronave pronta para decolagem no
saída Aeronave em aproximação ou em pouso sobre a tem prioridade aeronave pronta para decolagem no
119
119
saída Aeronave em aproximação ou em pouso sobre a tem prioridade aeronave pronta para decolagem no

Veículos e pessoas na área de manobra estarão sujeitos a

autorizações do controle (GND/TWR);

Devem manter condições de comunicação.

Autorização da TWR para cruzamento de qualquer pista ou taxiway

da TWR para cruzamento de qualquer pista ou taxiway Distância da pista: • 50 metros para

Distância da pista:

50 metros para 900 metros ou mais de pista;

30 metros pata até 900 metros de pista.

120
120
Distância da pista: • 50 metros para 900 metros ou mais de pista; • 30 metros

Controle de aeronaves no TAXI

Informações ao piloto durante o taxi para evitar colisões (campo visual restrito);

É permitido o taxi pela RWY em uso (sem atrapalhar o fluxo geral de aviões);

pela RWY em uso (sem atrapalhar o fluxo geral de aviões); É decolagem) aeronave da frente

É

decolagem)

aeronave da frente perde motores;

permitido

ultrapassagens

(critério

de

prioridade

na

121

de aviões); É decolagem) aeronave da frente perde motores; permitido ultrapassagens (critério de prioridade na 121

primeira para decolagem sem check, segunda com check

122
122

Controle de aeronaves no circuito de tráfego e área de pouso

Separação mínima Exceção de aeronaves:

operação militar

voo em formação operação de pista paralela ou diferentes áreas

123
123
mínima Exceção de aeronaves: operação militar voo em formação operação de pista paralela ou diferentes áreas

Autorização de circuito de tráfego será dada juntamente com

a informação de pista em uso (melhor planejamento do comte.)

5
5

Aeronave com rádio e sem contato com APP na entrada da TMA

Transfere TWR antes de 5 minutos do AD

Aeronave sem rádio recebe sinalização luminosa no CT

124
124
na entrada da T M A Transfere TWR antes de 5 minutos do AD Aeronave sem

Autorização especial para uso de área de manobra

Autorização especial para uso de área de manobra falha de motor; escassez de combustível; encontro aeronáutico;

falha de motor; escassez de combustível;

encontro aeronáutico;

simulação de resgate; aeronaves com enfermos ou feridos graves;

etc.

de combustível; encontro aeronáutico; simulação de resgate; aeronaves com enfermos ou feridos graves; etc. 125
de combustível; encontro aeronáutico; simulação de resgate; aeronaves com enfermos ou feridos graves; etc. 125
125
125
de combustível; encontro aeronáutico; simulação de resgate; aeronaves com enfermos ou feridos graves; etc. 125

Esteira de turbulência / OFFSET

Esteira de turbulência / OFFSET 126
126
126
Esteira de turbulência / OFFSET 126

Esteiras de turbulência (cai na banca)

Efeitos básicos:

balanço violento;

perda de altura; aumento de velocidade;

esforço de estrutura. Wind shear

banca) Efeitos básicos: balanço violento; perda de altura; aumento de velocidade; esforço de estrutura. Wind shear
127
127
banca) Efeitos básicos: balanço violento; perda de altura; aumento de velocidade; esforço de estrutura. Wind shear
128
128
128
128
129
129
129
129

Ordem de prioridade para pouso e decolagem

Independente da sequência de táxi ou de chegada na posição crítica 2, respeitar a seguinte ordem:

e decolagem Independente da sequência de táxi ou de chegada na posição crítica 2 , respeitar
130
130
e decolagem Independente da sequência de táxi ou de chegada na posição crítica 2 , respeitar

Prioridade máxima para aeronaves em emergência

Prioridade máxima para aeronaves em emergência Voo IFR tem prioridade no pouso sobre o VFR reta

Voo IFR tem prioridade no pouso sobre o VFR

reta final

circuito de tráfego

131
131
máxima para aeronaves em emergência Voo IFR tem prioridade no pouso sobre o VFR reta final

Luzes exibidas pela TWR

Pistolas de sinais luminosos que emitem feixes luminosos contínuos

não contínuos

que emitem feixes luminosos contínuos não contínuos cores: verde , vermelho , branca e pirotécnico alcance:

cores: verde, vermelho, branca e pirotécnico

alcance: 2,7 nm (5Km) dia; 8 nm (16Km) noite

não contínuos cores: verde , vermelho , branca e pirotécnico alcance: 2,7 nm (5Km) dia; 8
132
132
não contínuos cores: verde , vermelho , branca e pirotécnico alcance: 2,7 nm (5Km) dia; 8
133
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135
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136

Emprego do Radar nos Serviços de Tráfego Aéreo

137
137

Radar é empregado para proporcionar ATS em determinadas aéreas, ou outras restrições estabelecidas pelo DECEA.

Local e horário de serviço radar é estabelecido pelo DECEA.

Vigilância: proporciona informação e assessoramento sobre

desvios significativos

Piloto responsável pela navegação;

Controlador responsável pela separação com outras aeronaves

Vetoração: Controlador responsável pela navegação

e separação com outras aeronaves.

Prestado para voos IFR e VFR;

• Prestado para voos IFR e VFR; • Antes do emprego do serviço RADAR o controlador
• Prestado para voos IFR e VFR; • Antes do emprego do serviço RADAR o controlador

Antes do emprego do serviço RADAR o controlador deve estabelecer contato bilateral com a aeronave envolvida

(piloto);

contato bilateral com a aeronave envolvida (piloto); • O piloto em comando deverá ser informado do

O piloto em comando deverá ser informado do “contado radar” e o tipo de serviço que será prestado

138
138

depois de estabelecida a identificação inicial

• Se o contato radar for perdido, o controlador deverá informar o piloto da aeronave

Se o contato radar for perdido, o controlador deverá

informar o piloto da aeronave envolvida imediatamente;

O encerramento do serviço de controle radar também

deverá ser informado ao piloto, exceto:

se o voo prosseguir em descida IFR;

se o FPL IFR for cancelado.

o voo prosseguir em descida IFR; se o FPL IFR for cancelado. • Ao termino da

Ao termino da VETORAÇÃO o piloto deverá ser instruído a reassumir a navegação (posição da aeronave deverá ser informada)

No caso de aproximação visual ou vetoração para final, não

é necessário a informação do término do serviço radar

139
139
de aproximação visual ou vetoração para final, não é necessário a informação do término do serviço

Métodos de identificação Radar

1- Primário aeronave que decolou após 1nm do final da pista em uso;

aeronave que decolou após 1nm do final da pista em uso; O controlador não pode confundir

O controlador não pode confundir com:

aeronave na espera

sobrevoando o aeródromo

decolando de pistas adjacentes em aproximação perdida

140
140
confundir com: aeronave na espera sobrevoando o aeródromo decolando de pistas adjacentes em aproximação perdida 140

Pontos de notificação visual só serão aqueles utilizados pelas ACFT

na área envolvida (corredores visuais)

Pontos de notificação visual só serão aqueles utilizados pelas ACFT na área envolvida (corredores visuais) 141
141
141
Pontos de notificação visual só serão aqueles utilizados pelas ACFT na área envolvida (corredores visuais) 141

ITENTIFICAÇÃO RADAR:

.Técnica da observação radar da aeronave, realizando curva de identificação de 30° à direita ou esquerda:

A manobra determinada pelo controlador será executada sem

demora;

Somente uma ACFT seja instruída por vez para a manobra;

O piloto reporta sua posição, garantindo que a ACFT está na área

de cobertura radar, obviamente excetuando os casos de ACFT

cuja identificação foi perdida;

Uso de uma referência de um auxílio rádio em VHF (VOR)

associado ao radar que definirá um vetor sobre o qual se encontra

142
142
uma referência de um auxílio rádio em VHF (VOR) associado ao radar que definirá um vetor

a ACFT;

2- Secundário Métodos de identificação Radar • Métodos empregados pelo controlador para identificação pelo radar

2- Secundário

Métodos de identificação Radar

2- Secundário Métodos de identificação Radar • Métodos empregados pelo controlador para identificação pelo radar

Métodos empregados pelo controlador para identificação

pelo radar secundário:

controlador para identificação pelo radar secundário: • Acionar a tecla IDENT do transponder da ACFT; ou

Acionar a tecla IDENT do transponder da ACFT; ou

Observação da identificação apresentada (caso de ACFT’s

vindas de outras áreas já com códigos alocados);

Solicitar a mudança de código e observar as modificações

do alvo.

143
143
outras áreas já com códigos alocados); • Solicitar a mudança de código e observar as modificações
É imprescindível que o modo (3/A) esteja em uso para identificação radar”. 144

É imprescindível que o modo

(3/A) esteja em uso para identificação radar”.

É imprescindível que o modo (3/A) esteja em uso para identificação radar”. 144
É imprescindível que o modo (3/A) esteja em uso para identificação radar”. 144
144
144
É imprescindível que o modo (3/A) esteja em uso para identificação radar”. 144

Separação RADAR

Separação RADAR Podem ser aplicadas entre: • ACFT’s sob vetoração ou vigilância radar; • Uma ACFT

Podem ser aplicadas entre:

ACFT’s sob vetoração ou vigilância radar;

Uma ACFT decolando e outra sob vetoração ou

vigilância radar, desde que a ACFT decolando seja identificada dentro de 1Nm do final da pista;

sob vetoração ou vigilância radar, desde que a ACFT decolando seja identificada dentro de 1Nm do
sob vetoração ou vigilância radar, desde que a ACFT decolando seja identificada dentro de 1Nm do
145
145
sob vetoração ou vigilância radar, desde que a ACFT decolando seja identificada dentro de 1Nm do

Separação RADAR

Podem ser aplicadas também entre:

Uma ACFT sob vetoração ou vigilância radar e outra

não identificada, quando a primeira estiver subindo ou

descendo através do nível da segunda. Para aplicação dessa regra, as seguintes condições deverão ser

observadas:

1. A performance do radar seja adequada para prover a separação e os alvos estejam representados em tela;

À ACFT não identificada será mantida no tráfego com as demais identificadas, até que a separação não radar possa ser estabelecida com segurança;

146
146
no tráfego com as demais identificadas, até que a separação não radar possa ser estabelecida com

3. O controlador observará que a distância mínima da borda

da tela do radar de 10Nm será garantida para executar a separação radar;

de 10Nm será garantida para executar a separação radar; 4. A ACFT sob vetoração ou vigilância
de 10Nm será garantida para executar a separação radar; 4. A ACFT sob vetoração ou vigilância

4. A ACFT sob vetoração ou vigilância quando em rumo convergente com uma outra não identificada, será

instruída a efetuar manobras para que os mínimos da

separação radar sejam mantidos.

outra não identificada, será instruída a efetuar manobras para que os mínimos da separação radar sejam
147
147
outra não identificada, será instruída a efetuar manobras para que os mínimos da separação radar sejam

No caso de falha do radar ou perda da identificação radar,

serão transmitidas instruções para que seja restabelecida a separação não radar.

perda da identificação radar, serão transmitidas instruções para que seja restabelecida a separação não radar. 148
148
148
perda da identificação radar, serão transmitidas instruções para que seja restabelecida a separação não radar. 148

Ajuste de Velocidade (Mín.)

Ajuste de Velocidade (Mín.) Algumas vezes o piloto em comando deseja utilizar velocidade menor do que

Algumas vezes o piloto em comando deseja utilizar

velocidade menor do que as recomendadas acima, que poderão ser autorizadas, desde que as condições de tráfego

sejam compatíveis à velocidade solicitada.

149

acima, que poderão ser autorizadas, desde que as condições de tráfego sejam compatíveis à velocidade solicitada.
150
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151
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Utilização de radar Secundário (Transponder)

Todas as ACFT’s que estiverem equipadas com Transponder em funcionamento, quando em voo, deverão mantê-lo o tempo todo

acionado, independentemente de se acharem em espaço aéreo

com cobertura radar secundária, selecionando os seguintes códigos:

independentemente de se acharem em espaço aéreo com cobertura radar secundária, selecionando os seguintes códigos: 152
152
152
independentemente de se acharem em espaço aéreo com cobertura radar secundária, selecionando os seguintes códigos: 152
153 1200 EUA
153
1200 EUA
154
154
154
154
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