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APOSTILA ELABORADA PELA EMPRESA DIGITAÇÕES & CONCURSOS

uso regulamentado pelo órgão ou entidade com


CONHECIMENTOS circunscrição sobre elas, de acordo com as
peculiaridades locais e as circunstâncias especiais.
ESPECÍFICOS Parágrafo único. Para os efeitos deste Código,
são consideradas vias terrestres as praias abertas à
MOTORISTA circulação pública e as vias internas pertencentes
aos condomínios constituídos por unidades
autônomas.
Presidência da
Art. 3º As disposições deste Código são
República
aplicáveis a qualquer veículo, bem como aos
Casa Civil
proprietários, condutores dos veículos nacionais ou
Subchefia para
estrangeiros e às pessoas nele expressamente
Assuntos Jurídicos
mencionadas.
Art. 4º Os conceitos e definições estabelecidos
para os efeitos deste Código são os constantes do
Anexo I.
CAPÍTULO II
LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997. DO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO
Mensagem de veto Seção I
Institui o Código de Trânsito Disposições Gerais
(Vide Lei nº 12.619. de
Brasileiro. Art. 5º O Sistema Nacional de Trânsito é o
2012)
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber conjunto de órgãos e entidades da União, dos
que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a Estados, do Distrito Federal e dos Municípios que
seguinte Lei: tem por finalidade o exercício das atividades de
CAPÍTULO I planejamento, administração, normatização,
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES pesquisa, registro e licenciamento de veículos,
Art. 1º O trânsito de qualquer natureza nas vias formação, habilitação e reciclagem de condutores,
terrestres do território nacional, abertas à circulação, educação, engenharia, operação do sistema viário,
rege-se por este Código. policiamento, fiscalização, julgamento de infrações e
§ 1º Considera-se trânsito a utilização das vias de recursos e aplicação de penalidades.
por pessoas, veículos e animais, isolados ou em Art. 6º São objetivos básicos do Sistema
grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, Nacional de Trânsito:
parada, estacionamento e operação de carga ou I - estabelecer diretrizes da Política Nacional de
descarga. Trânsito, com vistas à segurança, à fluidez, ao
§ 2º O trânsito, em condições seguras, é um conforto, à defesa ambiental e à educação para o
direito de todos e dever dos órgãos e entidades trânsito, e fiscalizar seu cumprimento;
componentes do Sistema Nacional de Trânsito, a II - fixar, mediante normas e procedimentos, a
estes cabendo, no âmbito das respectivas padronização de critérios técnicos, financeiros e
competências, adotar as medidas destinadas a administrativos para a execução das atividades de
assegurar esse direito. trânsito;
§ 3º Os órgãos e entidades componentes do III - estabelecer a sistemática de fluxos
Sistema Nacional de Trânsito respondem, no âmbito permanentes de informações entre os seus diversos
das respectivas competências, objetivamente, por órgãos e entidades, a fim de facilitar o processo
danos causados aos cidadãos em virtude de ação, decisório e a integração do Sistema.
omissão ou erro na execução e manutenção de Seção II
programas, projetos e serviços que garantam o Da Composição e da Competência do Sistema
exercício do direito do trânsito seguro. Nacional de Trânsito
§ 4º (VETADO) Art. 7º Compõem o Sistema Nacional de
§ 5º Os órgãos e entidades de trânsito Trânsito os seguintes órgãos e entidades:
pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito darão I - o Conselho Nacional de Trânsito -
prioridade em suas ações à defesa da vida, nela CONTRAN, coordenador do Sistema e órgão
incluída a preservação da saúde e do meio- máximo normativo e consultivo;
ambiente. II - os Conselhos Estaduais de Trânsito -
Art. 2º São vias terrestres urbanas e rurais as CETRAN e o Conselho de Trânsito do Distrito
ruas, as avenidas, os logradouros, os caminhos, as Federal - CONTRANDIFE, órgãos normativos,
passagens, as estradas e as rodovias, que terão seu consultivos e coordenadores;

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III - os órgãos e entidades executivos de VIII - (VETADO)


trânsito da União, dos Estados, do Distrito Federal e IX - (VETADO)
dos Municípios; X - (VETADO)
IV - os órgãos e entidades executivos XI - (VETADO)
rodoviários da União, dos Estados, do Distrito XII - (VETADO)
Federal e dos Municípios; XIII - (VETADO)
V - a Polícia Rodoviária Federal; XIV - (VETADO)
VI - as Polícias Militares dos Estados e do XV - (VETADO)
Distrito Federal; e XVI - (VETADO)
VII - as Juntas Administrativas de Recursos de XVII - (VETADO)
Infrações - JARI. XVIII - (VETADO)
Art. 7o-A. A autoridade portuária ou a entidade XIX - (VETADO)
concessionária de porto organizado poderá celebrar XX - um representante do ministério ou órgão
convênios com os órgãos previstos no art. 7o, com a coordenador máximo do Sistema Nacional de
interveniência dos Municípios e Estados, Trânsito;
juridicamente interessados, para o fim específico de XXI - (VETADO)
facilitar a autuação por descumprimento da XXII - um representante do Ministério da
legislação de trânsito. (Incluído pela Lei nº 12.058, Saúde. (Incluído pela Lei nº 9.602, de 1998)
de 2009) XXIII - 1 (um) representante do Ministério da
§ 1o O convênio valerá para toda a área física do Justiça. (Incluído pela Lei nº 11.705, de 2008)
porto organizado, inclusive, nas áreas dos terminais XXIV - 1 (um) representante do Ministério do
alfandegados, nas estações de transbordo, nas Desenvolvimento, Indústria e Comércio
instalações portuárias públicas de pequeno porte e Exterior; (Incluído pela Lei nº 12.865, de 2013)
nos respectivos estacionamentos ou vias de trânsito XXV - 1 (um) representante da Agência
internas. (Incluído pela Lei nº 12.058, de 2009) Nacional de Transportes Terrestres
§ 2o (VETADO) (Incluído pela Lei nº 12.058, de (ANTT). (Incluído pela Lei nº 12.865, de 2013)
2009) § 1º (VETADO)
§ 3o (VETADO) (Incluído pela Lei nº 12.058, de § 2º (VETADO)
2009) § 3º (VETADO)
Art. 8º Os Estados, o Distrito Federal e os Art. 11. (VETADO)
Municípios organizarão os respectivos órgãos e Art. 12. Compete ao CONTRAN:
entidades executivos de trânsito e executivos I - estabelecer as normas regulamentares
rodoviários, estabelecendo os limites referidas neste Código e as diretrizes da Política
circunscricionais de suas atuações. Nacional de Trânsito;
Art. 9º O Presidente da República designará o II - coordenar os órgãos do Sistema Nacional
ministério ou órgão da Presidência responsável pela de Trânsito, objetivando a integração de suas
coordenação máxima do Sistema Nacional de atividades;
Trânsito, ao qual estará vinculado o CONTRAN e III - (VETADO)
subordinado o órgão máximo executivo de trânsito IV - criar Câmaras Temáticas;
da União. V - estabelecer seu regimento interno e as
Art. 10. O Conselho Nacional de Trânsito diretrizes para o funcionamento dos CETRAN e
(Contran), com sede no Distrito Federal e presidido CONTRANDIFE;
pelo dirigente do órgão máximo executivo de trânsito VI - estabelecer as diretrizes do regimento das
da União, tem a seguinte composição: (Redação JARI;
dada pela Lei nº 12.865, de 2013) VII - zelar pela uniformidade e cumprimento das
I - (VETADO) normas contidas neste Código e nas resoluções
II - (VETADO) complementares;
III - um representante do Ministério da Ciência VIII - estabelecer e normatizar os
e Tecnologia; procedimentos para a imposição, a arrecadação e a
IV - um representante do Ministério da compensação das multas por infrações cometidas
Educação e do Desporto; em unidade da Federação diferente da do
V - um representante do Ministério do Exército; licenciamento do veículo;
VI - um representante do Ministério do Meio IX - responder às consultas que lhe forem
Ambiente e da Amazônia Legal; formuladas, relativas à aplicação da legislação de
VII - um representante do Ministério dos trânsito;
Transportes;

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X - normatizar os procedimentos sobre a IV - estimular e orientar a execução de


aprendizagem, habilitação, expedição de campanhas educativas de trânsito;
documentos de condutores, e registro e V - julgar os recursos interpostos contra
licenciamento de veículos; decisões:
XI - aprovar, complementar ou alterar os a) das JARI;
dispositivos de sinalização e os dispositivos e b) dos órgãos e entidades executivos
equipamentos de trânsito; estaduais, nos casos de inaptidão permanente
XII - apreciar os recursos interpostos contra as constatados nos exames de aptidão física, mental
decisões das instâncias inferiores, na forma deste ou psicológica;
Código; VI - indicar um representante para compor a
XIII - avocar, para análise e soluções, comissão examinadora de candidatos portadores de
processos sobre conflitos de competência ou deficiência física à habilitação para conduzir veículos
circunscrição, ou, quando necessário, unificar as automotores;
decisões administrativas; e VII - (VETADO)
XIV - dirimir conflitos sobre circunscrição e VIII - acompanhar e coordenar as atividades de
competência de trânsito no âmbito da União, dos administração, educação, engenharia, fiscalização,
Estados e do Distrito Federal. policiamento ostensivo de trânsito, formação de
Art. 13. As Câmaras Temáticas, órgãos condutores, registro e licenciamento de veículos,
técnicos vinculados ao CONTRAN, são integradas articulando os órgãos do Sistema no Estado,
por especialistas e têm como objetivo estudar e reportando-se ao CONTRAN;
oferecer sugestões e embasamento técnico sobre IX - dirimir conflitos sobre circunscrição e
assuntos específicos para decisões daquele competência de trânsito no âmbito dos Municípios; e
colegiado. X - informar o CONTRAN sobre o cumprimento
§ 1º Cada Câmara é constituída por das exigências definidas nos §§ 1º e 2º do art. 333.
especialistas representantes de órgãos e entidades XI - designar, em caso de recursos deferidos e
executivos da União, dos Estados, ou do Distrito na hipótese de reavaliação dos exames, junta
Federal e dos Municípios, em igual número, especial de saúde para examinar os candidatos à
pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito, além habilitação para conduzir veículos
de especialistas representantes dos diversos automotores. (Incluído pela Lei nº 9.602, de 1998)
segmentos da sociedade relacionados com o Parágrafo único. Dos casos previstos no inciso
trânsito, todos indicados segundo regimento V, julgados pelo órgão, não cabe recurso na esfera
específico definido pelo CONTRAN e designados administrativa.
pelo ministro ou dirigente coordenador máximo do Art. 15. Os presidentes dos CETRAN e do
Sistema Nacional de Trânsito. CONTRANDIFE são nomeados pelos Governadores
§ 2º Os segmentos da sociedade, relacionados dos Estados e do Distrito Federal, respectivamente,
no parágrafo anterior, serão representados por e deverão ter reconhecida experiência em matéria
pessoa jurídica e devem atender aos requisitos de trânsito.
estabelecidos pelo CONTRAN. § 1º Os membros dos CETRAN e do
§ 3º Os coordenadores das Câmaras CONTRANDIFE são nomeados pelos Governadores
Temáticas serão eleitos pelos respectivos membros. dos Estados e do Distrito Federal, respectivamente.
§ 4º (VETADO) § 2º Os membros do CETRAN e do
I - (VETADO) CONTRANDIFE deverão ser pessoas de
II - (VETADO) reconhecida experiência em trânsito.
III - (VETADO) § 3º O mandato dos membros do CETRAN e
IV - (VETADO) do CONTRANDIFE é de dois anos, admitida a
Art. 14. Compete aos Conselhos Estaduais de recondução.
Trânsito - CETRAN e ao Conselho de Trânsito do Art. 16. Junto a cada órgão ou entidade
Distrito Federal - CONTRANDIFE: executivos de trânsito ou rodoviário funcionarão
I - cumprir e fazer cumprir a legislação e as Juntas Administrativas de Recursos de Infrações -
normas de trânsito, no âmbito das respectivas JARI, órgãos colegiados responsáveis pelo
atribuições; julgamento dos recursos interpostos contra
II - elaborar normas no âmbito das respectivas penalidades por eles impostas.
competências; Parágrafo único. As JARI têm regimento
III - responder a consultas relativas à aplicação próprio, observado o disposto no inciso VI do art. 12,
da legislação e dos procedimentos normativos de e apoio administrativo e financeiro do órgão ou
trânsito; entidade junto ao qual funcionem.

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Art. 17. Compete às JARI: XI - estabelecer modelo padrão de coleta de


I - julgar os recursos interpostos pelos informações sobre as ocorrências de acidentes de
infratores; trânsito e as estatísticas do trânsito;
II - solicitar aos órgãos e entidades executivos XII - administrar fundo de âmbito nacional
de trânsito e executivos rodoviários informações destinado à segurança e à educação de trânsito;
complementares relativas aos recursos, objetivando XIII - coordenar a administração da
uma melhor análise da situação recorrida; arrecadação de multas por infrações ocorridas em
III - encaminhar aos órgãos e entidades localidade diferente daquela da habilitação do
executivos de trânsito e executivos rodoviários condutor infrator e em unidade da Federação
informações sobre problemas observados nas diferente daquela do licenciamento do veículo;
autuações e apontados em recursos, e que se XIV - fornecer aos órgãos e entidades do
repitam sistematicamente. Sistema Nacional de Trânsito informações sobre
Art. 18. (VETADO) registros de veículos e de condutores, mantendo o
Art. 19. Compete ao órgão máximo executivo fluxo permanente de informações com os demais
de trânsito da União: órgãos do Sistema;
I - cumprir e fazer cumprir a legislação de XV - promover, em conjunto com os órgãos
trânsito e a execução das normas e diretrizes competentes do Ministério da Educação e do
estabelecidas pelo CONTRAN, no âmbito de suas Desporto, de acordo com as diretrizes do
atribuições; CONTRAN, a elaboração e a implementação de
II - proceder à supervisão, à coordenação, à programas de educação de trânsito nos
correição dos órgãos delegados, ao controle e à estabelecimentos de ensino;
fiscalização da execução da Política Nacional de XVI - elaborar e distribuir conteúdos
Trânsito e do Programa Nacional de Trânsito; programáticos para a educação de trânsito;
III - articular-se com os órgãos dos Sistemas XVII - promover a divulgação de trabalhos
Nacionais de Trânsito, de Transporte e de técnicos sobre o trânsito;
Segurança Pública, objetivando o combate à XVIII - elaborar, juntamente com os demais
violência no trânsito, promovendo, coordenando e órgãos e entidades do Sistema Nacional de
executando o controle de ações para a preservação Trânsito, e submeter à aprovação do CONTRAN, a
do ordenamento e da segurança do trânsito; complementação ou alteração da sinalização e dos
IV - apurar, prevenir e reprimir a prática de atos dispositivos e equipamentos de trânsito;
de improbidade contra a fé pública, o patrimônio, ou XIX - organizar, elaborar, complementar e
a administração pública ou privada, referentes à alterar os manuais e normas de projetos de
segurança do trânsito; implementação da sinalização, dos dispositivos e
V - supervisionar a implantação de projetos e equipamentos de trânsito aprovados pelo
programas relacionados com a engenharia, CONTRAN;
educação, administração, policiamento e XX - expedir a permissão internacional para
fiscalização do trânsito e outros, visando à conduzir veículo e o certificado de passagem nas
uniformidade de procedimento; alfândegas, mediante delegação aos órgãos
VI - estabelecer procedimentos sobre a executivos dos Estados e do Distrito Federal;
aprendizagem e habilitação de condutores de XXI - promover a realização periódica de
veículos, a expedição de documentos de reuniões regionais e congressos nacionais de
condutores, de registro e licenciamento de veículos; trânsito, bem como propor a representação do Brasil
VII - expedir a Permissão para Dirigir, a em congressos ou reuniões internacionais;
Carteira Nacional de Habilitação, os Certificados de XXII - propor acordos de cooperação com
Registro e o de Licenciamento Anual mediante organismos internacionais, com vistas ao
delegação aos órgãos executivos dos Estados e do aperfeiçoamento das ações inerentes à segurança e
Distrito Federal; educação de trânsito;
VIII - organizar e manter o Registro Nacional de XXIII - elaborar projetos e programas de
Carteiras de Habilitação - RENACH; formação, treinamento e especialização do pessoal
IX - organizar e manter o Registro Nacional de encarregado da execução das atividades de
Veículos Automotores - RENAVAM; engenharia, educação, policiamento ostensivo,
X - organizar a estatística geral de trânsito no fiscalização, operação e administração de trânsito,
território nacional, definindo os dados a serem propondo medidas que estimulem a pesquisa
fornecidos pelos demais órgãos e promover sua científica e o ensino técnico-profissional de interesse
divulgação; do trânsito, e promovendo a sua realização;

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XXIV - opinar sobre assuntos relacionados ao V - credenciar os serviços de escolta, fiscalizar


trânsito interestadual e internacional; e adotar medidas de segurança relativas aos
XXV - elaborar e submeter à aprovação do serviços de remoção de veículos, escolta e
CONTRAN as normas e requisitos de segurança transporte de carga indivisível;
veicular para fabricação e montagem de veículos, VI - assegurar a livre circulação nas rodovias
consoante sua destinação; federais, podendo solicitar ao órgão rodoviário a
XXVI - estabelecer procedimentos para a adoção de medidas emergenciais, e zelar pelo
concessão do código marca-modelo dos veículos cumprimento das normas legais relativas ao direito
para efeito de registro, emplacamento e de vizinhança, promovendo a interdição de
licenciamento; construções e instalações não autorizadas;
XXVII - instruir os recursos interpostos das VII - coletar dados estatísticos e elaborar
decisões do CONTRAN, ao ministro ou dirigente estudos sobre acidentes de trânsito e suas causas,
coordenador máximo do Sistema Nacional de adotando ou indicando medidas operacionais
Trânsito; preventivas e encaminhando-os ao órgão rodoviário
XXVIII - estudar os casos omissos na federal;
legislação de trânsito e submetê-los, com proposta VIII - implementar as medidas da Política
de solução, ao Ministério ou órgão coordenador Nacional de Segurança e Educação de Trânsito;
máximo do Sistema Nacional de Trânsito; IX - promover e participar de projetos e
XXIX - prestar suporte técnico, jurídico, programas de educação e segurança, de acordo
administrativo e financeiro ao CONTRAN. com as diretrizes estabelecidas pelo CONTRAN;
§ 1º Comprovada, por meio de sindicância, a X - integrar-se a outros órgãos e entidades do
deficiência técnica ou administrativa ou a prática Sistema Nacional de Trânsito para fins de
constante de atos de improbidade contra a fé arrecadação e compensação de multas impostas na
pública, contra o patrimônio ou contra a área de sua competência, com vistas à unificação do
administração pública, o órgão executivo de trânsito licenciamento, à simplificação e à celeridade das
da União, mediante aprovação do CONTRAN, transferências de veículos e de prontuários de
assumirá diretamente ou por delegação, a execução condutores de uma para outra unidade da
total ou parcial das atividades do órgão executivo de Federação;
trânsito estadual que tenha motivado a investigação, XI - fiscalizar o nível de emissão de poluentes e
até que as irregularidades sejam sanadas. ruído produzidos pelos veículos automotores ou pela
§ 2º O regimento interno do órgão executivo de sua carga, de acordo com o estabelecido no art. 66,
trânsito da União disporá sobre sua estrutura além de dar apoio, quando solicitado, às ações
organizacional e seu funcionamento. específicas dos órgãos ambientais.
§ 3º Os órgãos e entidades executivos de Art. 21. Compete aos órgãos e entidades
trânsito e executivos rodoviários da União, dos executivos rodoviários da União, dos Estados, do
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua
fornecerão, obrigatoriamente, mês a mês, os dados circunscrição:
estatísticos para os fins previstos no inciso X. I - cumprir e fazer cumprir a legislação e as
Art. 20. Compete à Polícia Rodoviária Federal, normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições;
no âmbito das rodovias e estradas federais: II - planejar, projetar, regulamentar e operar o
I - cumprir e fazer cumprir a legislação e as trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e
normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições; promover o desenvolvimento da circulação e da
II - realizar o patrulhamento ostensivo, segurança de ciclistas;
executando operações relacionadas com a III - implantar, manter e operar o sistema de
segurança pública, com o objetivo de preservar a sinalização, os dispositivos e os equipamentos de
ordem, incolumidade das pessoas, o patrimônio da controle viário;
União e o de terceiros; IV - coletar dados e elaborar estudos sobre os
III - aplicar e arrecadar as multas impostas por acidentes de trânsito e suas causas;
infrações de trânsito, as medidas administrativas V - estabelecer, em conjunto com os órgãos de
decorrentes e os valores provenientes de estada e policiamento ostensivo de trânsito, as respectivas
remoção de veículos, objetos, animais e escolta de diretrizes para o policiamento ostensivo de trânsito;
veículos de cargas superdimensionadas ou VI - executar a fiscalização de trânsito, autuar,
perigosas; aplicar as penalidades de advertência, por escrito, e
IV - efetuar levantamento dos locais de ainda as multas e medidas administrativas cabíveis,
acidentes de trânsito e dos serviços de atendimento, notificando os infratores e arrecadando as multas
socorro e salvamento de vítimas; que aplicar;

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VII - arrecadar valores provenientes de estada V - executar a fiscalização de trânsito, autuar e


e remoção de veículos e objetos, e escolta de aplicar as medidas administrativas cabíveis pelas
veículos de cargas superdimensionadas ou infrações previstas neste Código, excetuadas
perigosas; aquelas relacionadas nos incisos VI e VIII do art. 24,
VIII - fiscalizar, autuar, aplicar as penalidades e no exercício regular do Poder de Polícia de Trânsito;
medidas administrativas cabíveis, relativas a VI - aplicar as penalidades por infrações
infrações por excesso de peso, dimensões e lotação previstas neste Código, com exceção daquelas
dos veículos, bem como notificar e arrecadar as relacionadas nos incisos VII e VIII do art. 24,
multas que aplicar; notificando os infratores e arrecadando as multas
IX - fiscalizar o cumprimento da norma contida que aplicar;
no art. 95, aplicando as penalidades e arrecadando VII - arrecadar valores provenientes de estada
as multas nele previstas; e remoção de veículos e objetos;
X - implementar as medidas da Política VIII - comunicar ao órgão executivo de trânsito
Nacional de Trânsito e do Programa Nacional de da União a suspensão e a cassação do direito de
Trânsito; dirigir e o recolhimento da Carteira Nacional de
XI - promover e participar de projetos e Habilitação;
programas de educação e segurança, de acordo IX - coletar dados estatísticos e elaborar
com as diretrizes estabelecidas pelo CONTRAN; estudos sobre acidentes de trânsito e suas causas;
XII - integrar-se a outros órgãos e entidades do X - credenciar órgãos ou entidades para a
Sistema Nacional de Trânsito para fins de execução de atividades previstas na legislação de
arrecadação e compensação de multas impostas na trânsito, na forma estabelecida em norma do
área de sua competência, com vistas à unificação do CONTRAN;
licenciamento, à simplificação e à celeridade das XI - implementar as medidas da Política
transferências de veículos e de prontuários de Nacional de Trânsito e do Programa Nacional de
condutores de uma para outra unidade da Trânsito;
Federação; XII - promover e participar de projetos e
XIII - fiscalizar o nível de emissão de poluentes programas de educação e segurança de trânsito de
e ruído produzidos pelos veículos automotores ou acordo com as diretrizes estabelecidas pelo
pela sua carga, de acordo com o estabelecido no CONTRAN;
art. 66, além de dar apoio às ações específicas dos XIII - integrar-se a outros órgãos e entidades do
órgãos ambientais locais, quando solicitado; Sistema Nacional de Trânsito para fins de
XIV - vistoriar veículos que necessitem de arrecadação e compensação de multas impostas na
autorização especial para transitar e estabelecer os área de sua competência, com vistas à unificação do
requisitos técnicos a serem observados para a licenciamento, à simplificação e à celeridade das
circulação desses veículos. transferências de veículos e de prontuários de
Parágrafo único. (VETADO) condutores de uma para outra unidade da
Art. 22. Compete aos órgãos ou entidades Federação;
executivos de trânsito dos Estados e do Distrito XIV - fornecer, aos órgãos e entidades
Federal, no âmbito de sua circunscrição: executivos de trânsito e executivos rodoviários
I - cumprir e fazer cumprir a legislação e as municipais, os dados cadastrais dos veículos
normas de trânsito, no âmbito das respectivas registrados e dos condutores habilitados, para fins
atribuições; de imposição e notificação de penalidades e de
II - realizar, fiscalizar e controlar o processo de arrecadação de multas nas áreas de suas
formação, aperfeiçoamento, reciclagem e suspensão competências;
de condutores, expedir e cassar Licença de XV - fiscalizar o nível de emissão de poluentes
Aprendizagem, Permissão para Dirigir e Carteira e ruído produzidos pelos veículos automotores ou
Nacional de Habilitação, mediante delegação do pela sua carga, de acordo com o estabelecido no
órgão federal competente; art. 66, além de dar apoio, quando solicitado, às
III - vistoriar, inspecionar quanto às condições ações específicas dos órgãos ambientais locais;
de segurança veicular, registrar, emplacar, selar a XVI - articular-se com os demais órgãos do
placa, e licenciar veículos, expedindo o Certificado Sistema Nacional de Trânsito no Estado, sob
de Registro e o Licenciamento Anual, mediante coordenação do respectivo CETRAN.
delegação do órgão federal competente; Art. 23. Compete às Polícias Militares dos
IV - estabelecer, em conjunto com as Polícias Estados e do Distrito Federal:
Militares, as diretrizes para o policiamento ostensivo I - (VETADO)
de trânsito; II - (VETADO)

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III - executar a fiscalização de trânsito, quando XIII - integrar-se a outros órgãos e entidades do
e conforme convênio firmado, como agente do órgão Sistema Nacional de Trânsito para fins de
ou entidade executivos de trânsito ou executivos arrecadação e compensação de multas impostas na
rodoviários, concomitantemente com os demais área de sua competência, com vistas à unificação do
agentes credenciados; licenciamento, à simplificação e à celeridade das
IV - (VETADO) transferências de veículos e de prontuários dos
V - (VETADO) condutores de uma para outra unidade da
VI - (VETADO) Federação;
VII - (VETADO) XIV - implantar as medidas da Política Nacional
Parágrafo único. (VETADO) de Trânsito e do Programa Nacional de Trânsito;
Art. 24. Compete aos órgãos e entidades XV - promover e participar de projetos e
executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de programas de educação e segurança de trânsito de
sua circunscrição: acordo com as diretrizes estabelecidas pelo
I - cumprir e fazer cumprir a legislação e as CONTRAN;
normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições; XVI - planejar e implantar medidas para
II - planejar, projetar, regulamentar e operar o redução da circulação de veículos e reorientação do
trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e tráfego, com o objetivo de diminuir a emissão global
promover o desenvolvimento da circulação e da de poluentes;
segurança de ciclistas; XVII - registrar e licenciar, na forma da
III - implantar, manter e operar o sistema de legislação, ciclomotores, veículos de tração e
sinalização, os dispositivos e os equipamentos de propulsão humana e de tração animal, fiscalizando,
controle viário; autuando, aplicando penalidades e arrecadando
IV - coletar dados estatísticos e elaborar multas decorrentes de infrações;
estudos sobre os acidentes de trânsito e suas XVIII - conceder autorização para conduzir
causas; veículos de propulsão humana e de tração animal;
V - estabelecer, em conjunto com os órgãos de XIX - articular-se com os demais órgãos do
polícia ostensiva de trânsito, as diretrizes para o Sistema Nacional de Trânsito no Estado, sob
policiamento ostensivo de trânsito; coordenação do respectivo CETRAN;
VI - executar a fiscalização de trânsito, autuar e XX - fiscalizar o nível de emissão de poluentes
aplicar as medidas administrativas cabíveis, por e ruído produzidos pelos veículos automotores ou
infrações de circulação, estacionamento e parada pela sua carga, de acordo com o estabelecido no
previstas neste Código, no exercício regular do art. 66, além de dar apoio às ações específicas de
Poder de Polícia de Trânsito; órgão ambiental local, quando solicitado;
VII - aplicar as penalidades de advertência por XXI - vistoriar veículos que necessitem de
escrito e multa, por infrações de circulação, autorização especial para transitar e estabelecer os
estacionamento e parada previstas neste Código, requisitos técnicos a serem observados para a
notificando os infratores e arrecadando as multas circulação desses veículos.
que aplicar; § 1º As competências relativas a órgão ou
VIII - fiscalizar, autuar e aplicar as penalidades entidade municipal serão exercidas no Distrito
e medidas administrativas cabíveis relativas a Federal por seu órgão ou entidade executivos de
infrações por excesso de peso, dimensões e lotação trânsito.
dos veículos, bem como notificar e arrecadar as § 2º Para exercer as competências
multas que aplicar; estabelecidas neste artigo, os Municípios deverão
IX - fiscalizar o cumprimento da norma contida integrar-se ao Sistema Nacional de Trânsito,
no art. 95, aplicando as penalidades e arrecadando conforme previsto no art. 333 deste Código.
as multas nele previstas; Art. 25. Os órgãos e entidades executivos do
X - implantar, manter e operar sistema de Sistema Nacional de Trânsito poderão celebrar
estacionamento rotativo pago nas vias; convênio delegando as atividades previstas neste
XI - arrecadar valores provenientes de estada e Código, com vistas à maior eficiência e à segurança
remoção de veículos e objetos, e escolta de veículos para os usuários da via.
de cargas superdimensionadas ou perigosas; Parágrafo único. Os órgãos e entidades de
XII - credenciar os serviços de escolta, trânsito poderão prestar serviços de capacitação
fiscalizar e adotar medidas de segurança relativas técnica, assessoria e monitoramento das atividades
aos serviços de remoção de veículos, escolta e relativas ao trânsito durante prazo a ser
transporte de carga indivisível; estabelecido entre as partes, com ressarcimento dos
custos apropriados.

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CAPÍTULO III VII - os veículos destinados a socorro de


DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E incêndio e salvamento, os de polícia, os de
CONDUTA fiscalização e operação de trânsito e as
Art. 26. Os usuários das vias terrestres devem: ambulâncias, além de prioridade de trânsito, gozam
I - abster-se de todo ato que possa constituir de livre circulação, estacionamento e parada,
perigo ou obstáculo para o trânsito de veículos, de quando em serviço de urgência e devidamente
pessoas ou de animais, ou ainda causar danos a identificados por dispositivos regulamentares de
propriedades públicas ou privadas; alarme sonoro e iluminação vermelha intermitente,
II - abster-se de obstruir o trânsito ou torná-lo observadas as seguintes disposições:
perigoso, atirando, depositando ou abandonando na a) quando os dispositivos estiverem acionados,
via objetos ou substâncias, ou nela criando qualquer indicando a proximidade dos veículos, todos os
outro obstáculo. condutores deverão deixar livre a passagem pela
Art. 27. Antes de colocar o veículo em faixa da esquerda, indo para a direita da via e
circulação nas vias públicas, o condutor deverá parando, se necessário;
verificar a existência e as boas condições de b) os pedestres, ao ouvir o alarme sonoro,
funcionamento dos equipamentos de uso deverão aguardar no passeio, só atravessando a via
obrigatório, bem como assegurar-se da existência quando o veículo já tiver passado pelo local;
de combustível suficiente para chegar ao local de c) o uso de dispositivos de alarme sonoro e de
destino. iluminação vermelha intermitente só poderá ocorrer
Art. 28. O condutor deverá, a todo momento, ter quando da efetiva prestação de serviço de urgência;
domínio de seu veículo, dirigindo-o com atenção e d) a prioridade de passagem na via e no
cuidados indispensáveis à segurança do trânsito. cruzamento deverá se dar com velocidade reduzida
Art. 29. O trânsito de veículos nas vias e com os devidos cuidados de segurança,
terrestres abertas à circulação obedecerá às obedecidas as demais normas deste Código;
seguintes normas: VIII - os veículos prestadores de serviços de
I - a circulação far-se-á pelo lado direito da via, utilidade pública, quando em atendimento na via,
admitindo-se as exceções devidamente sinalizadas; gozam de livre parada e estacionamento no local da
II - o condutor deverá guardar distância de prestação de serviço, desde que devidamente
segurança lateral e frontal entre o seu e os demais sinalizados, devendo estar identificados na forma
veículos, bem como em relação ao bordo da pista, estabelecida pelo CONTRAN;
considerando-se, no momento, a velocidade e as IX - a ultrapassagem de outro veículo em
condições do local, da circulação, do veículo e as movimento deverá ser feita pela esquerda,
condições climáticas; obedecida a sinalização regulamentar e as demais
III - quando veículos, transitando por fluxos que normas estabelecidas neste Código, exceto quando
se cruzem, se aproximarem de local não sinalizado, o veículo a ser ultrapassado estiver sinalizando o
terá preferência de passagem: propósito de entrar à esquerda;
a) no caso de apenas um fluxo ser proveniente X - todo condutor deverá, antes de efetuar uma
de rodovia, aquele que estiver circulando por ela; ultrapassagem, certificar-se de que:
b) no caso de rotatória, aquele que estiver a) nenhum condutor que venha atrás haja
circulando por ela; começado uma manobra para ultrapassá-lo;
c) nos demais casos, o que vier pela direita do b) quem o precede na mesma faixa de trânsito
condutor; não haja indicado o propósito de ultrapassar um
IV - quando uma pista de rolamento comportar terceiro;
várias faixas de circulação no mesmo sentido, são c) a faixa de trânsito que vai tomar esteja livre
as da direita destinadas ao deslocamento dos numa extensão suficiente para que sua manobra
veículos mais lentos e de maior porte, quando não não ponha em perigo ou obstrua o trânsito que
houver faixa especial a eles destinada, e as da venha em sentido contrário;
esquerda, destinadas à ultrapassagem e ao XI - todo condutor ao efetuar a ultrapassagem
deslocamento dos veículos de maior velocidade; deverá:
V - o trânsito de veículos sobre passeios, a) indicar com antecedência a manobra
calçadas e nos acostamentos, só poderá ocorrer pretendida, acionando a luz indicadora de direção
para que se adentre ou se saia dos imóveis ou do veículo ou por meio de gesto convencional de
áreas especiais de estacionamento; braço;
VI - os veículos precedidos de batedores terão b) afastar-se do usuário ou usuários aos quais
prioridade de passagem, respeitadas as demais ultrapassa, de tal forma que deixe livre uma
normas de circulação; distância lateral de segurança;

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c) retomar, após a efetivação da manobra, a Art. 35. Antes de iniciar qualquer manobra que
faixa de trânsito de origem, acionando a luz implique um deslocamento lateral, o condutor deverá
indicadora de direção do veículo ou fazendo gesto indicar seu propósito de forma clara e com a devida
convencional de braço, adotando os cuidados antecedência, por meio da luz indicadora de direção
necessários para não pôr em perigo ou obstruir o de seu veículo, ou fazendo gesto convencional de
trânsito dos veículos que ultrapassou; braço.
XII - os veículos que se deslocam sobre trilhos Parágrafo único. Entende-se por deslocamento
terão preferência de passagem sobre os demais, lateral a transposição de faixas, movimentos de
respeitadas as normas de circulação. conversão à direita, à esquerda e retornos.
§ 1º As normas de ultrapassagem previstas nas Art. 36. O condutor que for ingressar numa via,
alíneas a e b do inciso X e a e b do inciso XI procedente de um lote lindeiro a essa via, deverá
aplicam-se à transposição de faixas, que pode ser dar preferência aos veículos e pedestres que por ela
realizada tanto pela faixa da esquerda como pela da estejam transitando.
direita. Art. 37. Nas vias providas de acostamento, a
§ 2º Respeitadas as normas de circulação e conversão à esquerda e a operação de retorno
conduta estabelecidas neste artigo, em ordem deverão ser feitas nos locais apropriados e, onde
decrescente, os veículos de maior porte serão estes não existirem, o condutor deverá aguardar no
sempre responsáveis pela segurança dos menores, acostamento, à direita, para cruzar a pista com
os motorizados pelos não motorizados e, juntos, segurança.
pela incolumidade dos pedestres. Art. 38. Antes de entrar à direita ou à esquerda,
Art. 30. Todo condutor, ao perceber que outro em outra via ou em lotes lindeiros, o condutor
que o segue tem o propósito de ultrapassá-lo, deverá:
deverá: I - ao sair da via pelo lado direito, aproximar-se
I - se estiver circulando pela faixa da esquerda, o máximo possível do bordo direito da pista e
deslocar-se para a faixa da direita, sem acelerar a executar sua manobra no menor espaço possível;
marcha; II - ao sair da via pelo lado esquerdo,
II - se estiver circulando pelas demais faixas, aproximar-se o máximo possível de seu eixo ou da
manter-se naquela na qual está circulando, sem linha divisória da pista, quando houver, caso se trate
acelerar a marcha. de uma pista com circulação nos dois sentidos, ou
Parágrafo único. Os veículos mais lentos, do bordo esquerdo, tratando-se de uma pista de um
quando em fila, deverão manter distância suficiente só sentido.
entre si para permitir que veículos que os Parágrafo único. Durante a manobra de
ultrapassem possam se intercalar na fila com mudança de direção, o condutor deverá ceder
segurança. passagem aos pedestres e ciclistas, aos veículos
Art. 31. O condutor que tenha o propósito de que transitem em sentido contrário pela pista da via
ultrapassar um veículo de transporte coletivo que da qual vai sair, respeitadas as normas de
esteja parado, efetuando embarque ou preferência de passagem.
desembarque de passageiros, deverá reduzir a Art. 39. Nas vias urbanas, a operação de
velocidade, dirigindo com atenção redobrada ou retorno deverá ser feita nos locais para isto
parar o veículo com vistas à segurança dos determinados, quer por meio de sinalização, quer
pedestres. pela existência de locais apropriados, ou, ainda, em
Art. 32. O condutor não poderá ultrapassar outros locais que ofereçam condições de segurança
veículos em vias com duplo sentido de direção e e fluidez, observadas as características da via, do
pista única, nos trechos em curvas e em aclives sem veículo, das condições meteorológicas e da
visibilidade suficiente, nas passagens de nível, nas movimentação de pedestres e ciclistas.
pontes e viadutos e nas travessias de pedestres, Art. 40. O uso de luzes em veículo obedecerá
exceto quando houver sinalização permitindo a às seguintes determinações:
ultrapassagem. I - o condutor manterá acesos os faróis do
Art. 33. Nas interseções e suas proximidades, o veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e
condutor não poderá efetuar ultrapassagem. durante o dia nos túneis providos de iluminação
Art. 34. O condutor que queira executar uma pública;
manobra deverá certificar-se de que pode executá-la II - nas vias não iluminadas o condutor deve
sem perigo para os demais usuários da via que o usar luz alta, exceto ao cruzar com outro veículo ou
seguem, precedem ou vão cruzar com ele, ao segui-lo;
considerando sua posição, sua direção e sua III - a troca de luz baixa e alta, de forma
velocidade. intermitente e por curto período de tempo, com o

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objetivo de advertir outros motoristas, só poderá ser moderada, de forma que possa deter seu veículo
utilizada para indicar a intenção de ultrapassar o com segurança para dar passagem a pedestre e a
veículo que segue à frente ou para indicar a veículos que tenham o direito de preferência.
existência de risco à segurança para os veículos Art. 45. Mesmo que a indicação luminosa do
que circulam no sentido contrário; semáforo lhe seja favorável, nenhum condutor pode
IV - o condutor manterá acesas pelo menos as entrar em uma interseção se houver possibilidade de
luzes de posição do veículo quando sob chuva forte, ser obrigado a imobilizar o veículo na área do
neblina ou cerração; cruzamento, obstruindo ou impedindo a passagem
V - O condutor utilizará o pisca-alerta nas do trânsito transversal.
seguintes situações: Art. 46. Sempre que for necessária a
a) em imobilizações ou situações de imobilização temporária de um veículo no leito viário,
emergência; em situação de emergência, deverá ser
b) quando a regulamentação da via assim o providenciada a imediata sinalização de advertência,
determinar; na forma estabelecida pelo CONTRAN.
VI - durante a noite, em circulação, o condutor Art. 47. Quando proibido o estacionamento na
manterá acesa a luz de placa; via, a parada deverá restringir-se ao tempo
VII - o condutor manterá acesas, à noite, as indispensável para embarque ou desembarque de
luzes de posição quando o veículo estiver parado passageiros, desde que não interrompa ou perturbe
para fins de embarque ou desembarque de o fluxo de veículos ou a locomoção de pedestres.
passageiros e carga ou descarga de mercadorias. Parágrafo único. A operação de carga ou
Parágrafo único. Os veículos de transporte descarga será regulamentada pelo órgão ou
coletivo regular de passageiros, quando circularem entidade com circunscrição sobre a via e é
em faixas próprias a eles destinadas, e os ciclos considerada estacionamento.
motorizados deverão utilizar-se de farol de luz baixa Art. 48. Nas paradas, operações de carga ou
durante o dia e a noite. descarga e nos estacionamentos, o veículo deverá
Art. 41. O condutor de veículo só poderá fazer ser posicionado no sentido do fluxo, paralelo ao
uso de buzina, desde que em toque breve, nas bordo da pista de rolamento e junto à guia da
seguintes situações: calçada (meio-fio), admitidas as exceções
I - para fazer as advertências necessárias a fim devidamente sinalizadas.
de evitar acidentes; § 1º Nas vias providas de acostamento, os
II - fora das áreas urbanas, quando for veículos parados, estacionados ou em operação de
conveniente advertir a um condutor que se tem o carga ou descarga deverão estar situados fora da
propósito de ultrapassá-lo. pista de rolamento.
Art. 42. Nenhum condutor deverá frear § 2º O estacionamento dos veículos
bruscamente seu veículo, salvo por razões de motorizados de duas rodas será feito em posição
segurança. perpendicular à guia da calçada (meio-fio) e junto a
Art. 43. Ao regular a velocidade, o condutor ela, salvo quando houver sinalização que determine
deverá observar constantemente as condições outra condição.
físicas da via, do veículo e da carga, as condições § 3º O estacionamento dos veículos sem
meteorológicas e a intensidade do trânsito, abandono do condutor poderá ser feito somente nos
obedecendo aos limites máximos de velocidade locais previstos neste Código ou naqueles
estabelecidos para a via, além de: regulamentados por sinalização específica.
I - não obstruir a marcha normal dos demais Art. 49. O condutor e os passageiros não
veículos em circulação sem causa justificada, deverão abrir a porta do veículo, deixá-la aberta ou
transitando a uma velocidade anormalmente descer do veículo sem antes se certificarem de que
reduzida; isso não constitui perigo para eles e para outros
II - sempre que quiser diminuir a velocidade de usuários da via.
seu veículo deverá antes certificar-se de que pode Parágrafo único. O embarque e o desembarque
fazê-lo sem risco nem inconvenientes para os outros devem ocorrer sempre do lado da calçada, exceto
condutores, a não ser que haja perigo iminente; para o condutor.
III - indicar, de forma clara, com a antecedência Art. 50. O uso de faixas laterais de domínio e
necessária e a sinalização devida, a manobra de das áreas adjacentes às estradas e rodovias
redução de velocidade. obedecerá às condições de segurança do trânsito
Art. 44. Ao aproximar-se de qualquer tipo de estabelecidas pelo órgão ou entidade com
cruzamento, o condutor do veículo deve demonstrar circunscrição sobre a via.
prudência especial, transitando em velocidade

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Art. 51. Nas vias internas pertencentes a acostamento, ou quando não for possível a
condomínios constituídos por unidades autônomas, utilização destes, nos bordos da pista de rolamento,
a sinalização de regulamentação da via será no mesmo sentido de circulação regulamentado
implantada e mantida às expensas do condomínio, para a via, com preferência sobre os veículos
após aprovação dos projetos pelo órgão ou entidade automotores.
com circunscrição sobre a via. Parágrafo único. A autoridade de trânsito com
Art. 52. Os veículos de tração animal serão circunscrição sobre a via poderá autorizar a
conduzidos pela direita da pista, junto à guia da circulação de bicicletas no sentido contrário ao fluxo
calçada (meio-fio) ou acostamento, sempre que não dos veículos automotores, desde que dotado o
houver faixa especial a eles destinada, devendo trecho com ciclofaixa.
seus condutores obedecer, no que couber, às Art. 59. Desde que autorizado e devidamente
normas de circulação previstas neste Código e às sinalizado pelo órgão ou entidade com circunscrição
que vierem a ser fixadas pelo órgão ou entidade sobre a via, será permitida a circulação de bicicletas
com circunscrição sobre a via. nos passeios.
Art. 53. Os animais isolados ou em grupos só Art. 60. As vias abertas à circulação, de acordo
podem circular nas vias quando conduzidos por um com sua utilização, classificam-se em:
guia, observado o seguinte: I - vias urbanas:
I - para facilitar os deslocamentos, os rebanhos a) via de trânsito rápido;
deverão ser divididos em grupos de tamanho b) via arterial;
moderado e separados uns dos outros por espaços c) via coletora;
suficientes para não obstruir o trânsito; d) via local;
II - os animais que circularem pela pista de II - vias rurais:
rolamento deverão ser mantidos junto ao bordo da a) rodovias;
pista. b) estradas.
Art. 54. Os condutores de motocicletas, Art. 61. A velocidade máxima permitida para a
motonetas e ciclomotores só poderão circular nas via será indicada por meio de sinalização,
vias: obedecidas suas características técnicas e as
I - utilizando capacete de segurança, com condições de trânsito.
viseira ou óculos protetores; § 1º Onde não existir sinalização
II - segurando o guidom com as duas mãos; regulamentadora, a velocidade máxima será de:
III - usando vestuário de proteção, de acordo I - nas vias urbanas:
com as especificações do CONTRAN. a) oitenta quilômetros por hora, nas vias de
Art. 55. Os passageiros de motocicletas, trânsito rápido:
motonetas e ciclomotores só poderão ser b) sessenta quilômetros por hora, nas vias
transportados: arteriais;
I - utilizando capacete de segurança; c) quarenta quilômetros por hora, nas vias
II - em carro lateral acoplado aos veículos ou coletoras;
em assento suplementar atrás do condutor; d) trinta quilômetros por hora, nas vias locais;
III - usando vestuário de proteção, de acordo II - nas vias rurais:
com as especificações do CONTRAN. a) nas rodovias:
Art. 56. (VETADO) 1) 110 (cento e dez) quilômetros por hora para
Art. 57. Os ciclomotores devem ser conduzidos automóveis, camionetas e motocicletas; (Redação
pela direita da pista de rolamento, preferencialmente dada pela Lei nº 10.830, de 2003)
no centro da faixa mais à direita ou no bordo direito 2) noventa quilômetros por hora, para ônibus e
da pista sempre que não houver acostamento ou microônibus;
faixa própria a eles destinada, proibida a sua 3) oitenta quilômetros por hora, para os demais
circulação nas vias de trânsito rápido e sobre as veículos;
calçadas das vias urbanas. b) nas estradas, sessenta quilômetros por hora.
Parágrafo único. Quando uma via comportar § 2º O órgão ou entidade de trânsito ou
duas ou mais faixas de trânsito e a da direita for rodoviário com circunscrição sobre a via poderá
destinada ao uso exclusivo de outro tipo de veículo, regulamentar, por meio de sinalização, velocidades
os ciclomotores deverão circular pela faixa adjacente superiores ou inferiores àquelas estabelecidas no
à da direita. parágrafo anterior.
Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista Art. 62. A velocidade mínima não poderá ser
dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, inferior à metade da velocidade máxima
quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou

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estabelecida, respeitadas as condições operacionais demandados. (Incluído Lei nº 12.619, de 2012)


de trânsito e da via. (Vigência)
Art. 63. (VETADO) § 3o O condutor é obrigado a, dentro do período de
Art. 64. As crianças com idade inferior a dez 24 (vinte e quatro) horas, observar um intervalo de,
anos devem ser transportadas nos bancos traseiros, no mínimo, 11 (onze) horas de descanso, podendo
salvo exceções regulamentadas pelo CONTRAN. ser fracionado em 9 (nove) horas mais 2 (duas), no
Art. 65. É obrigatório o uso do cinto de mesmo dia. (Incluído Lei nº 12.619, de 2012)
segurança para condutor e passageiros em todas as (Vigência)
vias do território nacional, salvo em situações § 4o Entende-se como tempo de direção ou de
regulamentadas pelo CONTRAN. condução de veículo apenas o período em que o
Art. 66. (VETADO) condutor estiver efetivamente ao volante de um
Art. 67. As provas ou competições desportivas, veículo em curso entre a origem e o seu destino,
inclusive seus ensaios, em via aberta à circulação, respeitado o disposto no § 1o, sendo-lhe facultado
só poderão ser realizadas mediante prévia descansar no interior do próprio veículo, desde que
permissão da autoridade de trânsito com este seja dotado de locais apropriados para a
circunscrição sobre a via e dependerão de: natureza e a duração do descanso exigido. (Incluído
I - autorização expressa da respectiva Lei nº 12.619, de 2012) (Vigência)
confederação desportiva ou de entidades estaduais § 5o O condutor somente iniciará viagem com
a ela filiadas; duração maior que 1 (um) dia, isto é, 24 (vinte e
II - caução ou fiança para cobrir possíveis quatro) horas após o cumprimento integral do
danos materiais à via; intervalo de descanso previsto no § 3o. (Incluído Lei
III - contrato de seguro contra riscos e nº 12.619, de 2012) (Vigência)
acidentes em favor de terceiros; § 6o Entende-se como início de viagem, para os
IV - prévio recolhimento do valor fins do disposto no § 5o, a partida do condutor logo
correspondente aos custos operacionais em que o após o carregamento do veículo, considerando-se
órgão ou entidade permissionária incorrerá. como continuação da viagem as partidas nos dias
Parágrafo único. A autoridade com subsequentes até o destino. (Incluído Lei nº 12.619,
circunscrição sobre a via arbitrará os valores de 2012) (Vigência)
mínimos da caução ou fiança e do contrato de § 7o Nenhum transportador de cargas ou de
seguro. passageiros, embarcador, consignatário de cargas,
CAPÍTULO III-A operador de terminais de carga, operador de
(Incluído Lei nº 12.619, de 2012) (Vigência) transporte multimodal de cargas ou agente de
CAPÍTULO III-A cargas permitirá ou ordenará a qualquer motorista a
DA CONDUÇÃO DE VEÍCULOS POR seu serviço, ainda que subcontratado, que conduza
MOTORISTAS veículo referido no caput sem a observância do
PROFISSIONAIS disposto no § 5o. (Incluído Lei nº 12.619, de 2012)
Art. 67-A. É vedado ao motorista profissional, no (Vigência)
exercício de sua profissão e na condução de veículo § 8o (VETADO). (Incluído Lei nº 12.619, de 2012)
mencionado no inciso II do art. 105 deste Código, (Vigência)
dirigir por mais de 4 (quatro) horas ininterruptas. Art 67-B. VETADO). (Incluído Lei nº 12.619, de
(Incluído Lei nº 12.619, de 2012) (Vigência) 2012) (Vigência)
§ 1o Será observado intervalo mínimo de 30 (trinta) Art. 67-C. O motorista profissional na condição de
minutos para descanso a cada 4 (quatro) horas condutor é responsável por controlar o tempo de
ininterruptas na condução de veículo referido no condução estipulado no art. 67-A, com vistas na sua
caput, sendo facultado o fracionamento do tempo de estrita observância. (Incluído Lei nº 12.619, de 2012)
direção e do intervalo de descanso, desde que não (Vigência)
completadas 4 (quatro) horas contínuas no exercício Parágrafo único. O condutor do veículo responderá
da condução. (Incluído Lei nº 12.619, de 2012) pela não observância dos períodos de descanso
(Vigência) estabelecidos no art. 67-A, ficando sujeito às
§ 2o Em situações excepcionais de inobservância penalidades daí decorrentes, previstas neste
justificada do tempo de direção estabelecido no Código. (Incluído Lei nº 12.619, de 2012) (Vigência)
caput e desde que não comprometa a segurança Art. 67-D. (VETADO). (Incluído Lei nº 12.619, de
rodoviária, o tempo de direção poderá ser 2012) (Vigência)
prorrogado por até 1 (uma) hora, de modo a permitir CAPÍTULO IV
que o condutor, o veículo e sua carga cheguem a DOS PEDESTRES E CONDUTORES DE
lugar que ofereça a segurança e o atendimento VEÍCULOS NÃO MOTORIZADOS

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Art. 68. É assegurada ao pedestre a utilização devem atravessar a via na continuação da calçada,
dos passeios ou passagens apropriadas das vias observadas as seguintes normas:
urbanas e dos acostamentos das vias rurais para a) não deverão adentrar na pista sem antes se
circulação, podendo a autoridade competente certificar de que podem fazê-lo sem obstruir o
permitir a utilização de parte da calçada para outros trânsito de veículos;
fins, desde que não seja prejudicial ao fluxo de b) uma vez iniciada a travessia de uma pista,
pedestres. os pedestres não deverão aumentar o seu percurso,
§ 1º O ciclista desmontado empurrando a demorar-se ou parar sobre ela sem necessidade.
bicicleta equipara-se ao pedestre em direitos e Art. 70. Os pedestres que estiverem
deveres. atravessando a via sobre as faixas delimitadas para
§ 2º Nas áreas urbanas, quando não houver esse fim terão prioridade de passagem, exceto nos
passeios ou quando não for possível a utilização locais com sinalização semafórica, onde deverão ser
destes, a circulação de pedestres na pista de respeitadas as disposições deste Código.
rolamento será feita com prioridade sobre os Parágrafo único. Nos locais em que houver
veículos, pelos bordos da pista, em fila única, exceto sinalização semafórica de controle de passagem
em locais proibidos pela sinalização e nas situações será dada preferência aos pedestres que não
em que a segurança ficar comprometida. tenham concluído a travessia, mesmo em caso de
§ 3º Nas vias rurais, quando não houver mudança do semáforo liberando a passagem dos
acostamento ou quando não for possível a utilização veículos.
dele, a circulação de pedestres, na pista de Art. 71. O órgão ou entidade com circunscrição
rolamento, será feita com prioridade sobre os sobre a via manterá, obrigatoriamente, as faixas e
veículos, pelos bordos da pista, em fila única, em passagens de pedestres em boas condições de
sentido contrário ao deslocamento de veículos, visibilidade, higiene, segurança e sinalização.
exceto em locais proibidos pela sinalização e nas CAPÍTULO V
situações em que a segurança ficar comprometida. DO CIDADÃO
§ 4º (VETADO) Art. 72. Todo cidadão ou entidade civil tem o
§ 5º Nos trechos urbanos de vias rurais e nas direito de solicitar, por escrito, aos órgãos ou
obras de arte a serem construídas, deverá ser entidades do Sistema Nacional de Trânsito,
previsto passeio destinado à circulação dos sinalização, fiscalização e implantação de
pedestres, que não deverão, nessas condições, usar equipamentos de segurança, bem como sugerir
o acostamento. alterações em normas, legislação e outros assuntos
§ 6º Onde houver obstrução da calçada ou da pertinentes a este Código.
passagem para pedestres, o órgão ou entidade com Art. 73. Os órgãos ou entidades pertencentes
circunscrição sobre a via deverá assegurar a devida ao Sistema Nacional de Trânsito têm o dever de
sinalização e proteção para circulação de pedestres. analisar as solicitações e responder, por escrito,
Art. 69. Para cruzar a pista de rolamento o dentro de prazos mínimos, sobre a possibilidade ou
pedestre tomará precauções de segurança, levando não de atendimento, esclarecendo ou justificando a
em conta, principalmente, a visibilidade, a distância análise efetuada, e, se pertinente, informando ao
e a velocidade dos veículos, utilizando sempre as solicitante quando tal evento ocorrerá.
faixas ou passagens a ele destinadas sempre que Parágrafo único. As campanhas de trânsito
estas existirem numa distância de até cinqüenta devem esclarecer quais as atribuições dos órgãos e
metros dele, observadas as seguintes disposições: entidades pertencentes ao Sistema Nacional de
I - onde não houver faixa ou passagem, o Trânsito e como proceder a tais solicitações.
cruzamento da via deverá ser feito em sentido CAPÍTULO VI
perpendicular ao de seu eixo; DA EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO
II - para atravessar uma passagem sinalizada Art. 74. A educação para o trânsito é direito de
para pedestres ou delimitada por marcas sobre a todos e constitui dever prioritário para os
pista: componentes do Sistema Nacional de Trânsito.
a) onde houver foco de pedestres, obedecer às § 1º É obrigatória a existência de coordenação
indicações das luzes; educacional em cada órgão ou entidade
b) onde não houver foco de pedestres, componente do Sistema Nacional de Trânsito.
aguardar que o semáforo ou o agente de trânsito § 2º Os órgãos ou entidades executivos de
interrompa o fluxo de veículos; trânsito deverão promover, dentro de sua estrutura
III - nas interseções e em suas proximidades, organizacional ou mediante convênio, o
onde não existam faixas de travessia, os pedestres funcionamento de Escolas Públicas de Trânsito, nos
moldes e padrões estabelecidos pelo CONTRAN.

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Art. 75. O CONTRAN estabelecerá, Trânsito os mecanismos instituídos nos arts. 77-B a
anualmente, os temas e os cronogramas das 77-E para a veiculação de mensagens educativas
campanhas de âmbito nacional que deverão ser de trânsito em todo o território nacional, em caráter
promovidas por todos os órgãos ou entidades do suplementar às campanhas previstas nos arts. 75 e
Sistema Nacional de Trânsito, em especial nos 77. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).
períodos referentes às férias escolares, feriados Art. 77-B. Toda peça publicitária destinada à
prolongados e à Semana Nacional de Trânsito. divulgação ou promoção, nos meios de
§ 1º Os órgãos ou entidades do Sistema comunicação social, de produto oriundo da indústria
Nacional de Trânsito deverão promover outras automobilística ou afim, incluirá, obrigatoriamente,
campanhas no âmbito de sua circunscrição e de mensagem educativa de trânsito a ser
acordo com as peculiaridades locais. conjuntamente veiculada. (Incluído pela Lei nº
§ 2º As campanhas de que trata este artigo são 12.006, de 2009).
de caráter permanente, e os serviços de rádio e § 1o Para os efeitos dos arts. 77-A a 77-E,
difusão sonora de sons e imagens explorados pelo consideram-se produtos oriundos da indústria
poder público são obrigados a difundi-las automobilística ou afins: (Incluído pela Lei nº 12.006,
gratuitamente, com a freqüência recomendada pelos de 2009).
órgãos competentes do Sistema Nacional de I – os veículos rodoviários automotores de
Trânsito. qualquer espécie, incluídos os de passageiros e os
Art. 76. A educação para o trânsito será de carga; (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).
promovida na pré-escola e nas escolas de 1º, 2º e 3º II – os componentes, as peças e os acessórios
graus, por meio de planejamento e ações utilizados nos veículos mencionados no inciso I.
coordenadas entre os órgãos e entidades do (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).
Sistema Nacional de Trânsito e de Educação, da § 2o O disposto no caput deste artigo aplica-se
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos à propaganda de natureza comercial, veiculada por
Municípios, nas respectivas áreas de atuação. iniciativa do fabricante do produto, em qualquer das
Parágrafo único. Para a finalidade prevista seguintes modalidades: (Incluído pela Lei nº 12.006,
neste artigo, o Ministério da Educação e do de 2009).
Desporto, mediante proposta do CONTRAN e do I – rádio; (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).
Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, II – televisão; (Incluído pela Lei nº 12.006, de
diretamente ou mediante convênio, promoverá: 2009).
I - a adoção, em todos os níveis de ensino, de III – jornal; (Incluído pela Lei nº 12.006, de
um currículo interdisciplinar com conteúdo 2009).
programático sobre segurança de trânsito; IV – revista; (Incluído pela Lei nº 12.006, de
II - a adoção de conteúdos relativos à 2009).
educação para o trânsito nas escolas de formação V – outdoor. (Incluído pela Lei nº 12.006, de
para o magistério e o treinamento de professores e 2009).
multiplicadores; § 3o Para efeito do disposto no § 2o,
III - a criação de corpos técnicos equiparam-se ao fabricante o montador, o
interprofissionais para levantamento e análise de encarroçador, o importador e o revendedor
dados estatísticos relativos ao trânsito; autorizado dos veículos e demais produtos
IV - a elaboração de planos de redução de discriminados no § 1o deste artigo. (Incluído pela Lei
acidentes de trânsito junto aos núcleos nº 12.006, de 2009).
interdisciplinares universitários de trânsito, com Art. 77-C. Quando se tratar de publicidade
vistas à integração universidades-sociedade na área veiculada em outdoor instalado à margem de
de trânsito. rodovia, dentro ou fora da respectiva faixa de
Art. 77. No âmbito da educação para o trânsito domínio, a obrigação prevista no art. 77-B estende-
caberá ao Ministério da Saúde, mediante proposta se à propaganda de qualquer tipo de produto e
do CONTRAN, estabelecer campanha nacional anunciante, inclusive àquela de caráter institucional
esclarecendo condutas a serem seguidas nos ou eleitoral. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).
primeiros socorros em caso de acidente de trânsito. Art. 77-D. O Conselho Nacional de Trânsito
Parágrafo único. As campanhas terão caráter (Contran) especificará o conteúdo e o padrão de
permanente por intermédio do Sistema Único de apresentação das mensagens, bem como os
Saúde - SUS, sendo intensificadas nos períodos e procedimentos envolvidos na respectiva veiculação,
na forma estabelecidos no art. 76. em conformidade com as diretrizes fixadas para as
Art. 77-A. São assegurados aos órgãos ou campanhas educativas de trânsito a que se refere o
entidades componentes do Sistema Nacional de art. 75. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

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Art. 77-E. A veiculação de publicidade feita em § 2º O CONTRAN poderá autorizar, em caráter


desacordo com as condições fixadas nos arts. 77-A experimental e por período prefixado, a utilização de
a 77-D constitui infração punível com as seguintes sinalização não prevista neste Código.
sanções: (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009). Art. 81. Nas vias públicas e nos imóveis é
I – advertência por escrito; (Incluído pela Lei nº proibido colocar luzes, publicidade, inscrições,
12.006, de 2009). vegetação e mobiliário que possam gerar confusão,
II – suspensão, nos veículos de divulgação da interferir na visibilidade da sinalização e
publicidade, de qualquer outra propaganda do comprometer a segurança do trânsito.
produto, pelo prazo de até 60 (sessenta) dias; Art. 82. É proibido afixar sobre a sinalização de
(Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009). trânsito e respectivos suportes, ou junto a ambos,
III – multa de 1.000 (um mil) a 5.000 (cinco mil) qualquer tipo de publicidade, inscrições, legendas e
vezes o valor da Unidade Fiscal de Referência (Ufir), símbolos que não se relacionem com a mensagem
ou unidade que a substituir, cobrada do dobro até o da sinalização.
quíntuplo, em caso de reincidência. (Incluído pela Art. 83. A afixação de publicidade ou de
Lei nº 12.006, de 2009). quaisquer legendas ou símbolos ao longo das vias
§ 1o As sanções serão aplicadas isolada ou condiciona-se à prévia aprovação do órgão ou
cumulativamente, conforme dispuser o regulamento. entidade com circunscrição sobre a via.
(Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009). Art. 84. O órgão ou entidade de trânsito com
§ 2o Sem prejuízo do disposto no caput deste circunscrição sobre a via poderá retirar ou
artigo, qualquer infração acarretará a imediata determinar a imediata retirada de qualquer elemento
suspensão da veiculação da peça publicitária até que prejudique a visibilidade da sinalização viária e
que sejam cumpridas as exigências fixadas nos arts. a segurança do trânsito, com ônus para quem o
77-A a 77-D. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009). tenha colocado.
Art. 78. Os Ministérios da Saúde, da Educação Art. 85. Os locais destinados pelo órgão ou
e do Desporto, do Trabalho, dos Transportes e da entidade de trânsito com circunscrição sobre a via à
Justiça, por intermédio do CONTRAN, travessia de pedestres deverão ser sinalizados com
desenvolverão e implementarão programas faixas pintadas ou demarcadas no leito da via.
destinados à prevenção de acidentes. Art. 86. Os locais destinados a postos de
Parágrafo único. O percentual de dez por cento gasolina, oficinas, estacionamentos ou garagens de
do total dos valores arrecadados destinados à uso coletivo deverão ter suas entradas e saídas
Previdência Social, do Prêmio do Seguro Obrigatório devidamente identificadas, na forma regulamentada
de Danos Pessoais causados por Veículos pelo CONTRAN.
Automotores de Via Terrestre - DPVAT, de que trata Art. 87. Os sinais de trânsito classificam-se em:
a Lei nº 6.194, de 19 de dezembro de 1974, serão I - verticais;
repassados mensalmente ao Coordenador do II - horizontais;
Sistema Nacional de Trânsito para aplicação III - dispositivos de sinalização auxiliar;
exclusiva em programas de que trata este artigo. IV - luminosos;
Art. 79. Os órgãos e entidades executivos de V - sonoros;
trânsito poderão firmar convênio com os órgãos de VI - gestos do agente de trânsito e do condutor.
educação da União, dos Estados, do Distrito Federal Art. 88. Nenhuma via pavimentada poderá ser
e dos Municípios, objetivando o cumprimento das entregue após sua construção, ou reaberta ao
obrigações estabelecidas neste capítulo. trânsito após a realização de obras ou de
CAPÍTULO VII manutenção, enquanto não estiver devidamente
DA SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO sinalizada, vertical e horizontalmente, de forma a
Art. 80. Sempre que necessário, será colocada garantir as condições adequadas de segurança na
ao longo da via, sinalização prevista neste Código e circulação.
em legislação complementar, destinada a Parágrafo único. Nas vias ou trechos de vias
condutores e pedestres, vedada a utilização de em obras deverá ser afixada sinalização específica e
qualquer outra. adequada.
§ 1º A sinalização será colocada em posição e Art. 89. A sinalização terá a seguinte ordem de
condições que a tornem perfeitamente visível e prevalência:
legível durante o dia e a noite, em distância I - as ordens do agente de trânsito sobre as
compatível com a segurança do trânsito, conforme normas de circulação e outros sinais;
normas e especificações do CONTRAN. II - as indicações do semáforo sobre os demais
sinais;

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III - as indicações dos sinais sobre as demais trezentas UFIR, independentemente das
normas de trânsito. cominações cíveis e penais cabíveis.
Art. 90. Não serão aplicadas as sanções § 4º Ao servidor público responsável pela
previstas neste Código por inobservância à inobservância de qualquer das normas previstas
sinalização quando esta for insuficiente ou incorreta. neste e nos arts. 93 e 94, a autoridade de trânsito
§ 1º O órgão ou entidade de trânsito com aplicará multa diária na base de cinqüenta por cento
circunscrição sobre a via é responsável pela do dia de vencimento ou remuneração devida
implantação da sinalização, respondendo pela sua enquanto permanecer a irregularidade.
falta, insuficiência ou incorreta colocação. CAPÍTULO IX
§ 2º O CONTRAN editará normas DOS VEÍCULOS
complementares no que se refere à interpretação, Seção I
colocação e uso da sinalização. Disposições Gerais
CAPÍTULO VIII Art. 96. Os veículos classificam-se em:
DA ENGENHARIA DE TRÁFEGO, DA I - quanto à tração:
OPERAÇÃO, DA FISCALIZAÇÃO E DO a) automotor;
POLICIAMENTO OSTENSIVO DE TRÂNSITO b) elétrico;
Art. 91. O CONTRAN estabelecerá as normas e c) de propulsão humana;
regulamentos a serem adotados em todo o território d) de tração animal;
nacional quando da implementação das soluções e) reboque ou semi-reboque;
adotadas pela Engenharia de Tráfego, assim como II - quanto à espécie:
padrões a serem praticados por todos os órgãos e a) de passageiros:
entidades do Sistema Nacional de Trânsito. 1 - bicicleta;
Art. 92. (VETADO) 2 - ciclomotor;
Art. 93. Nenhum projeto de edificação que 3 - motoneta;
possa transformar-se em pólo atrativo de trânsito 4 - motocicleta;
poderá ser aprovado sem prévia anuência do órgão 5 - triciclo;
ou entidade com circunscrição sobre a via e sem 6 - quadriciclo;
que do projeto conste área para estacionamento e 7 - automóvel;
indicação das vias de acesso adequadas. 8 - microônibus;
Art. 94. Qualquer obstáculo à livre circulação e 9 - ônibus;
à segurança de veículos e pedestres, tanto na via 10 - bonde;
quanto na calçada, caso não possa ser retirado, 11 - reboque ou semi-reboque;
deve ser devida e imediatamente sinalizado. 12 - charrete;
Parágrafo único. É proibida a utilização das b) de carga:
ondulações transversais e de sonorizadores como 1 - motoneta;
redutores de velocidade, salvo em casos especiais 2 - motocicleta;
definidos pelo órgão ou entidade competente, nos 3 - triciclo;
padrões e critérios estabelecidos pelo CONTRAN. 4 - quadriciclo;
Art. 95. Nenhuma obra ou evento que possa 5 - caminhonete;
perturbar ou interromper a livre circulação de 6 - caminhão;
veículos e pedestres, ou colocar em risco sua 7 - reboque ou semi-reboque;
segurança, será iniciada sem permissão prévia do 8 - carroça;
órgão ou entidade de trânsito com circunscrição 9 - carro-de-mão;
sobre a via. c) misto:
§ 1º A obrigação de sinalizar é do responsável 1 - camioneta;
pela execução ou manutenção da obra ou do 2 - utilitário;
evento. 3 - outros;
§ 2º Salvo em casos de emergência, a d) de competição;
autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via e) de tração:
avisará a comunidade, por intermédio dos meios de 1 - caminhão-trator;
comunicação social, com quarenta e oito horas de 2 - trator de rodas;
antecedência, de qualquer interdição da via, 3 - trator de esteiras;
indicando-se os caminhos alternativos a serem 4 - trator misto;
utilizados. f) especial;
§ 3º A inobservância do disposto neste artigo g) de coleção;
será punida com multa que varia entre cinqüenta e III - quanto à categoria:

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a) oficial; concedida, pela autoridade com circunscrição sobre


b) de representação diplomática, de repartições a via, autorização especial de trânsito, com prazo
consulares de carreira ou organismos internacionais certo, válida para cada viagem, atendidas as
acreditados junto ao Governo brasileiro; medidas de segurança consideradas necessárias.
c) particular; § 1º A autorização será concedida mediante
d) de aluguel; requerimento que especificará as características do
e) de aprendizagem. veículo ou combinação de veículos e de carga, o
Art. 97. As características dos veículos, suas percurso, a data e o horário do deslocamento inicial.
especificações básicas, configuração e condições § 2º A autorização não exime o beneficiário da
essenciais para registro, licenciamento e circulação responsabilidade por eventuais danos que o veículo
serão estabelecidas pelo CONTRAN, em função de ou a combinação de veículos causar à via ou a
suas aplicações. terceiros.
Art. 98. Nenhum proprietário ou responsável § 3º Aos guindastes autopropelidos ou sobre
poderá, sem prévia autorização da autoridade caminhões poderá ser concedida, pela autoridade
competente, fazer ou ordenar que sejam feitas no com circunscrição sobre a via, autorização especial
veículo modificações de suas características de de trânsito, com prazo de seis meses, atendidas as
fábrica. medidas de segurança consideradas necessárias.
Parágrafo único. Os veículos e motores novos Art. 102. O veículo de carga deverá estar
ou usados que sofrerem alterações ou conversões devidamente equipado quando transitar, de modo a
são obrigados a atender aos mesmos limites e evitar o derramamento da carga sobre a via.
exigências de emissão de poluentes e ruído Parágrafo único. O CONTRAN fixará os
previstos pelos órgãos ambientais competentes e requisitos mínimos e a forma de proteção das
pelo CONTRAN, cabendo à entidade executora das cargas de que trata este artigo, de acordo com a sua
modificações e ao proprietário do veículo a natureza.
responsabilidade pelo cumprimento das exigências. Seção II
Art. 99. Somente poderá transitar pelas vias Da Segurança dos Veículos
terrestres o veículo cujo peso e dimensões Art. 103. O veículo só poderá transitar pela via
atenderem aos limites estabelecidos pelo quando atendidos os requisitos e condições de
CONTRAN. segurança estabelecidos neste Código e em normas
§ 1º O excesso de peso será aferido por do CONTRAN.
equipamento de pesagem ou pela verificação de § 1º Os fabricantes, os importadores, os
documento fiscal, na forma estabelecida pelo montadores e os encarroçadores de veículos
CONTRAN. deverão emitir certificado de segurança,
§ 2º Será tolerado um percentual sobre os indispensável ao cadastramento no RENAVAM, nas
limites de peso bruto total e peso bruto transmitido condições estabelecidas pelo CONTRAN.
por eixo de veículos à superfície das vias, quando § 2º O CONTRAN deverá especificar os
aferido por equipamento, na forma estabelecida pelo procedimentos e a periodicidade para que os
CONTRAN. fabricantes, os importadores, os montadores e os
§ 3º Os equipamentos fixos ou móveis encarroçadores comprovem o atendimento aos
utilizados na pesagem de veículos serão aferidos de requisitos de segurança veicular, devendo, para
acordo com a metodologia e na periodicidade isso, manter disponíveis a qualquer tempo os
estabelecidas pelo CONTRAN, ouvido o órgão ou resultados dos testes e ensaios dos sistemas e
entidade de metrologia legal. componentes abrangidos pela legislação de
Art. 100. Nenhum veículo ou combinação de segurança veicular.
veículos poderá transitar com lotação de Art. 104. Os veículos em circulação terão suas
passageiros, com peso bruto total, ou com peso condições de segurança, de controle de emissão de
bruto total combinado com peso por eixo, superior gases poluentes e de ruído avaliadas mediante
ao fixado pelo fabricante, nem ultrapassar a inspeção, que será obrigatória, na forma e
capacidade máxima de tração da unidade tratora. periodicidade estabelecidas pelo CONTRAN para os
Parágrafo único. O CONTRAN regulamentará o itens de segurança e pelo CONAMA para emissão
uso de pneus extralargos, definindo seus limites de de gases poluentes e ruído.
peso. § 1º (VETADO)
Art. 101. Ao veículo ou combinação de veículos § 2º (VETADO)
utilizado no transporte de carga indivisível, que não § 3º (VETADO)
se enquadre nos limites de peso e dimensões § 4º (VETADO)
estabelecidos pelo CONTRAN, poderá ser

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§ 5º Será aplicada a medida administrativa de já existentes e veículos deles derivados. (Incluído


retenção aos veículos reprovados na inspeção de pela Lei nº 11.910, de 2009)
segurança e na de emissão de gases poluentes e § 6o A exigência estabelecida no inciso VII do
ruído. caput deste artigo não se aplica aos veículos
Art. 105. São equipamentos obrigatórios dos destinados à exportação. (Incluído pela Lei nº
veículos, entre outros a serem estabelecidos pelo 11.910, de 2009)
CONTRAN: Art. 106. No caso de fabricação artesanal ou de
I - cinto de segurança, conforme modificação de veículo ou, ainda, quando ocorrer
regulamentação específica do CONTRAN, com substituição de equipamento de segurança
exceção dos veículos destinados ao transporte de especificado pelo fabricante, será exigido, para
passageiros em percursos em que seja permitido licenciamento e registro, certificado de segurança
viajar em pé; expedido por instituição técnica credenciada por
II - para os veículos de transporte e de órgão ou entidade de metrologia legal, conforme
condução escolar, os de transporte de passageiros norma elaborada pelo CONTRAN.
com mais de dez lugares e os de carga com peso Art. 107. Os veículos de aluguel, destinados ao
bruto total superior a quatro mil, quinhentos e trinta e transporte individual ou coletivo de passageiros,
seis quilogramas, equipamento registrador deverão satisfazer, além das exigências previstas
instantâneo inalterável de velocidade e tempo; neste Código, às condições técnicas e aos
III - encosto de cabeça, para todos os tipos de requisitos de segurança, higiene e conforto
veículos automotores, segundo normas estabelecidos pelo poder competente para autorizar,
estabelecidas pelo CONTRAN; permitir ou conceder a exploração dessa atividade.
IV - (VETADO) Art. 108. Onde não houver linha regular de
V - dispositivo destinado ao controle de ônibus, a autoridade com circunscrição sobre a via
emissão de gases poluentes e de ruído, segundo poderá autorizar, a título precário, o transporte de
normas estabelecidas pelo CONTRAN. passageiros em veículo de carga ou misto, desde
VI - para as bicicletas, a campainha, que obedecidas as condições de segurança
sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos estabelecidas neste Código e pelo CONTRAN.
pedais, e espelho retrovisor do lado esquerdo. Parágrafo único. A autorização citada no caput
VII - equipamento suplementar de retenção - air não poderá exceder a doze meses, prazo a partir do
bag frontal para o condutor e o passageiro do banco qual a autoridade pública responsável deverá
dianteiro. (Incluído pela Lei nº 11.910, de 2009) implantar o serviço regular de transporte coletivo de
§ 1º O CONTRAN disciplinará o uso dos passageiros, em conformidade com a legislação
equipamentos obrigatórios dos veículos e pertinente e com os dispositivos deste
determinará suas especificações técnicas. Código. (Incluído pela Lei nº 9.602, de 1998)
§ 2º Nenhum veículo poderá transitar com Art. 109. O transporte de carga em veículos
equipamento ou acessório proibido, sendo o infrator destinados ao transporte de passageiros só pode
sujeito às penalidades e medidas administrativas ser realizado de acordo com as normas
previstas neste Código. estabelecidas pelo CONTRAN.
§ 3º Os fabricantes, os importadores, os Art. 110. O veículo que tiver alterada qualquer
montadores, os encarroçadores de veículos e os de suas características para competição ou
revendedores devem comercializar os seus veículos finalidade análoga só poderá circular nas vias
com os equipamentos obrigatórios definidos neste públicas com licença especial da autoridade de
artigo, e com os demais estabelecidos pelo trânsito, em itinerário e horário fixados.
CONTRAN. Art. 111. É vedado, nas áreas envidraçadas do
§ 4º O CONTRAN estabelecerá o prazo para o veículo:
atendimento do disposto neste artigo. I - (VETADO)
§ 5o A exigência estabelecida no inciso VII do II - o uso de cortinas, persianas fechadas ou
caput deste artigo será progressivamente similares nos veículos em movimento, salvo nos que
incorporada aos novos projetos de automóveis e dos possuam espelhos retrovisores em ambos os lados.
veículos deles derivados, fabricados, importados, III - aposição de inscrições, películas refletivas
montados ou encarroçados, a partir do 1o (primeiro) ou não, painéis decorativos ou pinturas, quando
ano após a definição pelo Contran das comprometer a segurança do veículo, na forma de
especificações técnicas pertinentes e do respectivo regulamentação do CONTRAN. (Incluído pela Lei nº
cronograma de implantação e a partir do 5o (quinto) 9.602, de 1998)
ano, após esta definição, para os demais Parágrafo único. É proibido o uso de inscrição
automóveis zero quilômetro de modelos ou projetos de caráter publicitário ou qualquer outra que possa

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desviar a atenção dos condutores em toda a Federal, e do respectivo chefe do Ministério Público
extensão do pára-brisa e da traseira dos veículos, e ainda dos Oficiais Generais das Forças Armadas
salvo se não colocar em risco a segurança do terão placas especiais, de acordo com os modelos
trânsito. estabelecidos pelo CONTRAN.
Art. 112.(Revogado pela Lei nº 9.792, de 1999) § 4º Os aparelhos automotores destinados a
Art. 113. Os importadores, as montadoras, as puxar ou arrastar maquinaria de qualquer natureza
encarroçadoras e fabricantes de veículos e ou a executar trabalhos agrícolas e de construção
autopeças são responsáveis civil e criminalmente ou de pavimentação são sujeitos, desde que lhes
por danos causados aos usuários, a terceiros, e ao seja facultado transitar nas vias, ao registro e
meio ambiente, decorrentes de falhas oriundas de licenciamento da repartição competente, devendo
projetos e da qualidade dos materiais e receber numeração especial.
equipamentos utilizados na sua fabricação. § 5º O disposto neste artigo não se aplica aos
Seção III veículos de uso bélico.
Da Identificação do Veículo § 6º Os veículos de duas ou três rodas são
Art. 114. O veículo será identificado dispensados da placa dianteira.
obrigatoriamente por caracteres gravados no chassi § 7o Excepcionalmente, mediante autorização
ou no monobloco, reproduzidos em outras partes, específica e fundamentada das respectivas
conforme dispuser o CONTRAN. corregedorias e com a devida comunicação aos
§ 1º A gravação será realizada pelo fabricante órgãos de trânsito competentes, os veículos
ou montador, de modo a identificar o veículo, seu utilizados por membros do Poder Judiciário e do
fabricante e as suas características, além do ano de Ministério Público que exerçam competência ou
fabricação, que não poderá ser alterado. atribuição criminal poderão temporariamente ter
§ 2º As regravações, quando necessárias, placas especiais, de forma a impedir a identificação
dependerão de prévia autorização da autoridade de seus usuários específicos, na forma de
executiva de trânsito e somente serão processadas regulamento a ser emitido, conjuntamente, pelo
por estabelecimento por ela credenciado, mediante Conselho Nacional de Justiça - CNJ, pelo Conselho
a comprovação de propriedade do veículo, mantida Nacional do Ministério Público - CNMP e pelo
a mesma identificação anterior, inclusive o ano de Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN.
fabricação. (Incluído pela Lei nº 12.694, de 2012)
§ 3º Nenhum proprietário poderá, sem prévia Art. 116. Os veículos de propriedade da União,
permissão da autoridade executiva de trânsito, fazer, dos Estados e do Distrito Federal, devidamente
ou ordenar que se faça, modificações da registrados e licenciados, somente quando
identificação de seu veículo. estritamente usados em serviço reservado de
Art. 115. O veículo será identificado caráter policial, poderão usar placas particulares,
externamente por meio de placas dianteira e obedecidos os critérios e limites estabelecidos pela
traseira, sendo esta lacrada em sua estrutura, legislação que regulamenta o uso de veículo oficial.
obedecidas as especificações e modelos Art. 117. Os veículos de transporte de carga e
estabelecidos pelo CONTRAN. os coletivos de passageiros deverão conter, em local
§ 1º Os caracteres das placas serão facilmente visível, a inscrição indicativa de sua tara,
individualizados para cada veículo e o do peso bruto total (PBT), do peso bruto total
acompanharão até a baixa do registro, sendo combinado (PBTC) ou capacidade máxima de tração
vedado seu reaproveitamento. (CMT) e de sua lotação, vedado o uso em
§ 2º As placas com as cores verde e amarela desacordo com sua classificação.
da Bandeira Nacional serão usadas somente pelos CAPÍTULO X
veículos de representação pessoal do Presidente e DOS VEÍCULOS EM CIRCULAÇÃO
do Vice-Presidente da República, dos Presidentes INTERNACIONAL
do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, do Art. 118. A circulação de veículo no território
Presidente e dos Ministros do Supremo Tribunal nacional, independentemente de sua origem, em
Federal, dos Ministros de Estado, do Advogado- trânsito entre o Brasil e os países com os quais
Geral da União e do Procurador-Geral da República. exista acordo ou tratado internacional, reger-se-á
§ 3º Os veículos de representação dos pelas disposições deste Código, pelas convenções e
Presidentes dos Tribunais Federais, dos acordos internacionais ratificados.
Governadores, Prefeitos, Secretários Estaduais e Art. 119. As repartições aduaneiras e os órgãos
Municipais, dos Presidentes das Assembléias de controle de fronteira comunicarão diretamente ao
Legislativas, das Câmaras Municipais, dos RENAVAM a entrada e saída temporária ou
Presidentes dos Tribunais Estaduais e do Distrito definitiva de veículos.

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Parágrafo único. Os veículos licenciados no sendo que nos demais casos as providências
exterior não poderão sair do território nacional sem deverão ser imediatas.
prévia quitação de débitos de multa por infrações de § 2º No caso de transferência de domicílio ou
trânsito e o ressarcimento de danos que tiverem residência no mesmo Município, o proprietário
causado a bens do patrimônio público, respeitado o comunicará o novo endereço num prazo de trinta
princípio da reciprocidade. dias e aguardará o novo licenciamento para alterar o
CAPÍTULO XI Certificado de Licenciamento Anual.
DO REGISTRO DE VEÍCULOS § 3º A expedição do novo certificado será
Art. 120. Todo veículo automotor, elétrico, comunicada ao órgão executivo de trânsito que
articulado, reboque ou semi-reboque, deve ser expediu o anterior e ao RENAVAM.
registrado perante o órgão executivo de trânsito do Art. 124. Para a expedição do novo Certificado
Estado ou do Distrito Federal, no Município de de Registro de Veículo serão exigidos os seguintes
domicílio ou residência de seu proprietário, na forma documentos:
da lei. I - Certificado de Registro de Veículo anterior;
§ 1º Os órgãos executivos de trânsito dos II - Certificado de Licenciamento Anual;
Estados e do Distrito Federal somente registrarão III - comprovante de transferência de
veículos oficiais de propriedade da administração propriedade, quando for o caso, conforme modelo e
direta, da União, dos Estados, do Distrito Federal e normas estabelecidas pelo CONTRAN;
dos Municípios, de qualquer um dos poderes, com IV - Certificado de Segurança Veicular e de
indicação expressa, por pintura nas portas, do emissão de poluentes e ruído, quando houver
nome, sigla ou logotipo do órgão ou entidade em adaptação ou alteração de características do
cujo nome o veículo será registrado, excetuando-se veículo;
os veículos de representação e os previstos no art. V - comprovante de procedência e justificativa
116. da propriedade dos componentes e agregados
§ 2º O disposto neste artigo não se aplica ao adaptados ou montados no veículo, quando houver
veículo de uso bélico. alteração das características originais de fábrica;
Art. 121. Registrado o veículo, expedir-se-á o VI - autorização do Ministério das Relações
Certificado de Registro de Veículo - CRV de acordo Exteriores, no caso de veículo da categoria de
com os modelos e especificações estabelecidos pelo missões diplomáticas, de repartições consulares de
CONTRAN, contendo as características e condições carreira, de representações de organismos
de invulnerabilidade à falsificação e à adulteração. internacionais e de seus integrantes;
Art. 122. Para a expedição do Certificado de VII - certidão negativa de roubo ou furto de
Registro de Veículo o órgão executivo de trânsito veículo, expedida no Município do registro anterior,
consultará o cadastro do RENAVAM e exigirá do que poderá ser substituída por informação do
proprietário os seguintes documentos: RENAVAM;
I - nota fiscal fornecida pelo fabricante ou VIII - comprovante de quitação de débitos
revendedor, ou documento equivalente expedido por relativos a tributos, encargos e multas de trânsito
autoridade competente; vinculados ao veículo, independentemente da
II - documento fornecido pelo Ministério das responsabilidade pelas infrações cometidas;
Relações Exteriores, quando se tratar de veículo IX - (Revogado pela Lei nº 9.602, de 1998)
importado por membro de missões diplomáticas, de X - comprovante relativo ao cumprimento do
repartições consulares de carreira, de disposto no art. 98, quando houver alteração nas
representações de organismos internacionais e de características originais do veículo que afetem a
seus integrantes. emissão de poluentes e ruído;
Art. 123. Será obrigatória a expedição de novo XI - comprovante de aprovação de inspeção
Certificado de Registro de Veículo quando: veicular e de poluentes e ruído, quando for o caso,
I - for transferida a propriedade; conforme regulamentações do CONTRAN e do
II - o proprietário mudar o Município de CONAMA.
domicílio ou residência; Art. 125. As informações sobre o chassi, o
III - for alterada qualquer característica do monobloco, os agregados e as características
veículo; originais do veículo deverão ser prestadas ao
IV - houver mudança de categoria. RENAVAM:
§ 1º No caso de transferência de propriedade, o I - pelo fabricante ou montadora, antes da
prazo para o proprietário adotar as providências comercialização, no caso de veículo nacional;
necessárias à efetivação da expedição do novo II - pelo órgão alfandegário, no caso de veículo
Certificado de Registro de Veículo é de trinta dias, importado por pessoa física;

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III - pelo importador, no caso de veículo vinculados ao veículo, independentemente da


importado por pessoa jurídica. responsabilidade pelas infrações cometidas.
Parágrafo único. As informações recebidas pelo § 3º Ao licenciar o veículo, o proprietário deverá
RENAVAM serão repassadas ao órgão executivo de comprovar sua aprovação nas inspeções de
trânsito responsável pelo registro, devendo este segurança veicular e de controle de emissões de
comunicar ao RENAVAM, tão logo seja o veículo gases poluentes e de ruído, conforme disposto no
registrado. art. 104.
Art. 126. O proprietário de veículo Art. 132. Os veículos novos não estão sujeitos
irrecuperável, ou definitivamente desmontado, ao licenciamento e terão sua circulação regulada
deverá requerer a baixa do registro, no prazo e pelo CONTRAN durante o trajeto entre a fábrica e o
forma estabelecidos pelo CONTRAN, sendo vedada Município de destino.
a remontagem do veículo sobre o mesmo chassi, de Parágrafo único. O disposto neste artigo aplica-
forma a manter o registro anterior. se, igualmente, aos veículos importados, durante o
Parágrafo único. A obrigação de que trata este trajeto entre a alfândega ou entreposto alfandegário
artigo é da companhia seguradora ou do adquirente e o Município de destino.
do veículo destinado à desmontagem, quando estes Art. 133. É obrigatório o porte do Certificado de
sucederem ao proprietário. Licenciamento Anual.
Art. 127. O órgão executivo de trânsito Art. 134. No caso de transferência de
competente só efetuará a baixa do registro após propriedade, o proprietário antigo deverá
prévia consulta ao cadastro do RENAVAM. encaminhar ao órgão executivo de trânsito do
Parágrafo único. Efetuada a baixa do registro, Estado dentro de um prazo de trinta dias, cópia
deverá ser esta comunicada, de imediato, ao autenticada do comprovante de transferência de
RENAVAM. propriedade, devidamente assinado e datado, sob
Art. 128. Não será expedido novo Certificado pena de ter que se responsabilizar solidariamente
de Registro de Veículo enquanto houver débitos pelas penalidades impostas e suas reincidências até
fiscais e de multas de trânsito e ambientais, a data da comunicação.
vinculadas ao veículo, independentemente da Art. 135. Os veículos de aluguel, destinados ao
responsabilidade pelas infrações cometidas. transporte individual ou coletivo de passageiros de
Art. 129. O registro e o licenciamento dos linhas regulares ou empregados em qualquer
veículos de propulsão humana, dos ciclomotores e serviço remunerado, para registro, licenciamento e
dos veículos de tração animal obedecerão à respectivo emplacamento de característica
regulamentação estabelecida em legislação comercial, deverão estar devidamente autorizados
municipal do domicílio ou residência de seus pelo poder público concedente.
proprietários. CAPÍTULO XIII
CAPÍTULO XII DA CONDUÇÃO DE ESCOLARES
DO LICENCIAMENTO Art. 136. Os veículos especialmente destinados
Art. 130. Todo veículo automotor, elétrico, à condução coletiva de escolares somente poderão
articulado, reboque ou semi-reboque, para transitar circular nas vias com autorização emitida pelo órgão
na via, deverá ser licenciado anualmente pelo órgão ou entidade executivos de trânsito dos Estados e do
executivo de trânsito do Estado, ou do Distrito Distrito Federal, exigindo-se, para tanto:
Federal, onde estiver registrado o veículo. I - registro como veículo de passageiros;
§ 1º O disposto neste artigo não se aplica a II - inspeção semestral para verificação dos
veículo de uso bélico. equipamentos obrigatórios e de segurança;
§ 2º No caso de transferência de residência ou III - pintura de faixa horizontal na cor amarela,
domicílio, é válido, durante o exercício, o com quarenta centímetros de largura, à meia altura,
licenciamento de origem. em toda a extensão das partes laterais e traseira da
Art. 131. O Certificado de Licenciamento Anual carroçaria, com o dístico ESCOLAR, em preto,
será expedido ao veículo licenciado, vinculado ao sendo que, em caso de veículo de carroçaria
Certificado de Registro, no modelo e especificações pintada na cor amarela, as cores aqui indicadas
estabelecidos pelo CONTRAN. devem ser invertidas;
§ 1º O primeiro licenciamento será feito IV - equipamento registrador instantâneo
simultaneamente ao registro. inalterável de velocidade e tempo;
§ 2º O veículo somente será considerado V - lanternas de luz branca, fosca ou amarela
licenciado estando quitados os débitos relativos a dispostas nas extremidades da parte superior
tributos, encargos e multas de trânsito e ambientais, dianteira e lanternas de luz vermelha dispostas na
extremidade superior da parte traseira;

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VI - cintos de segurança em número igual à gás de cozinha e de galões contendo água mineral,
lotação; desde que com o auxílio de side-car, nos termos de
VII - outros requisitos e equipamentos regulamentação do Contran. (Incluído pela Lei nº
obrigatórios estabelecidos pelo CONTRAN. 12.009, de 2009)
Art. 137. A autorização a que se refere o artigo Art. 139-B. O disposto neste Capítulo não exclui a
anterior deverá ser afixada na parte interna do competência municipal ou estadual de aplicar as
veículo, em local visível, com inscrição da lotação exigências previstas em seus regulamentos para as
permitida, sendo vedada a condução de escolares atividades de moto-frete no âmbito de suas
em número superior à capacidade estabelecida pelo circunscrições. (Incluído pela Lei nº 12.009, de
fabricante. 2009)
Art. 138. O condutor de veículo destinado à CAPÍTULO XIV
condução de escolares deve satisfazer os seguintes DA HABILITAÇÃO
requisitos: Art. 140. A habilitação para conduzir veículo
I - ter idade superior a vinte e um anos; automotor e elétrico será apurada por meio de
II - ser habilitado na categoria D; exames que deverão ser realizados junto ao órgão
III - (VETADO) ou entidade executivos do Estado ou do Distrito
IV - não ter cometido nenhuma infração grave Federal, do domicílio ou residência do candidato, ou
ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações na sede estadual ou distrital do próprio órgão,
médias durante os doze últimos meses; devendo o condutor preencher os seguintes
V - ser aprovado em curso especializado, nos requisitos:
termos da regulamentação do CONTRAN. I - ser penalmente imputável;
Art. 139. O disposto neste Capítulo não exclui a II - saber ler e escrever;
competência municipal de aplicar as exigências III - possuir Carteira de Identidade ou
previstas em seus regulamentos, para o transporte equivalente.
de escolares. Parágrafo único. As informações do candidato
CAPÍTULO XIII-A à habilitação serão cadastradas no RENACH.
DA CONDUÇÃO DE MOTO-FRETE Art. 141. O processo de habilitação, as normas
(Incluído pela Lei nº 12.009, de 2009) relativas à aprendizagem para conduzir veículos
Art. 139-A. As motocicletas e motonetas destinadas automotores e elétricos e à autorização para
ao transporte remunerado de mercadorias – moto- conduzir ciclomotores serão regulamentados pelo
frete – somente poderão circular nas vias com CONTRAN.
autorização emitida pelo órgão ou entidade § 1º A autorização para conduzir veículos de
executivo de trânsito dos Estados e do Distrito propulsão humana e de tração animal ficará a cargo
Federal, exigindo-se, para tanto: (Incluído pela Lei nº dos Municípios.
12.009, de 2009) § 2º (VETADO)
I – registro como veículo da categoria de aluguel; Art. 142. O reconhecimento de habilitação
(Incluído pela Lei nº 12.009, de 2009) obtida em outro país está subordinado às condições
II – instalação de protetor de motor mata-cachorro, estabelecidas em convenções e acordos
fixado no chassi do veículo, destinado a proteger o internacionais e às normas do CONTRAN.
motor e a perna do condutor em caso de Art. 143. Os candidatos poderão habilitar-se
tombamento, nos termos de regulamentação do nas categorias de A a E, obedecida a seguinte
Conselho Nacional de Trânsito – Contran; (Incluído gradação:
pela Lei nº 12.009, de 2009) I - Categoria A - condutor de veículo motorizado
III – instalação de aparador de linha antena corta- de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral;
pipas, nos termos de regulamentação do Contran; II - Categoria B - condutor de veículo
(Incluído pela Lei nº 12.009, de 2009) motorizado, não abrangido pela categoria A, cujo
IV – inspeção semestral para verificação dos peso bruto total não exceda a três mil e quinhentos
equipamentos obrigatórios e de segurança. (Incluído quilogramas e cuja lotação não exceda a oito
pela Lei nº 12.009, de 2009) lugares, excluído o do motorista;
§ 1o A instalação ou incorporação de dispositivos III - Categoria C - condutor de veículo
para transporte de cargas deve estar de acordo com motorizado utilizado em transporte de carga, cujo
a regulamentação do Contran. (Incluído pela Lei nº peso bruto total exceda a três mil e quinhentos
12.009, de 2009) quilogramas;
§ 2o É proibido o transporte de combustíveis, IV - Categoria D - condutor de veículo
produtos inflamáveis ou tóxicos e de galões nos motorizado utilizado no transporte de passageiros,
veículos de que trata este artigo, com exceção do

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cuja lotação exceda a oito lugares, excluído o do observância do disposto no inciso III. (Incluído pela
motorista; Lei nº 12.619, de 2012) (Vigência)
V - Categoria E - condutor de combinação de Art. 146. Para conduzir veículos de outra
veículos em que a unidade tratora se enquadre nas categoria o condutor deverá realizar exames
categorias B, C ou D e cuja unidade acoplada, complementares exigidos para habilitação na
reboque, semirreboque, trailer ou articulada tenha categoria pretendida.
6.000 kg (seis mil quilogramas) ou mais de peso Art. 147. O candidato à habilitação deverá
bruto total, ou cuja lotação exceda a 8 (oito) submeter-se a exames realizados pelo órgão
lugares. (Redação dada pela Lei nº 12.452, de executivo de trânsito, na seguinte ordem:
2011) I - de aptidão física e mental;
§ 1º Para habilitar-se na categoria C, o II - (VETADO)
condutor deverá estar habilitado no mínimo há um III - escrito, sobre legislação de trânsito;
ano na categoria B e não ter cometido nenhuma IV - de noções de primeiros socorros, conforme
infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em regulamentação do CONTRAN;
infrações médias, durante os últimos doze meses. V - de direção veicular, realizado na via pública,
§ 2o São os condutores da categoria B em veículo da categoria para a qual estiver
autorizados a conduzir veículo automotor da espécie habilitando-se.
motor-casa, definida nos termos do Anexo I deste § 1º Os resultados dos exames e a
Código, cujo peso não exceda a 6.000 kg (seis mil identificação dos respectivos examinadores serão
quilogramas), ou cuja lotação não exceda a 8 (oito) registrados no RENACH. (Renumerado do parágrafo
lugares, excluído o do motorista. (Incluído pela Lei único, pela Lei nº 9.602, de 1998)
nº 12.452, de 2011) § 2º O exame de aptidão física e mental será
§ 3º Aplica-se o disposto no inciso V ao preliminar e renovável a cada cinco anos, ou a cada
condutor da combinação de veículos com mais de três anos para condutores com mais de sessenta e
uma unidade tracionada, independentemente da cinco anos de idade, no local de residência ou
capacidade de tração ou do peso bruto total. domicílio do examinado. (Incluído pela Lei nº 9.602,
(Renumerado pela Lei nº 12.452, de 2011) de 1998)
Art. 144. O trator de roda, o trator de esteira, o § 3o O exame previsto no § 2o incluirá avaliação
trator misto ou o equipamento automotor destinado psicológica preliminar e complementar sempre que a
à movimentação de cargas ou execução de trabalho ele se submeter o condutor que exerce atividade
agrícola, de terraplenagem, de construção ou de remunerada ao veículo, incluindo-se esta avaliação
pavimentação só podem ser conduzidos na via para os demais candidatos apenas no exame
pública por condutor habilitado nas categorias C, D referente à primeira habilitação. (Redação dada pela
ou E. Lei nº 10.350, de 2001)
Art. 145. Para habilitar-se nas categorias D e E § 4º Quando houver indícios de deficiência
ou para conduzir veículo de transporte coletivo de física, mental, ou de progressividade de doença que
passageiros, de escolares, de emergência ou de possa diminuir a capacidade para conduzir o
produto perigoso, o candidato deverá preencher os veículo, o prazo previsto no § 2º poderá ser
seguintes requisitos: diminuído por proposta do perito
I - ser maior de vinte e um anos; examinador. (Incluído pela Lei nº 9.602, de 1998)
II - estar habilitado: § 5o O condutor que exerce atividade
a) no mínimo há dois anos na categoria B, ou remunerada ao veículo terá essa informação
no mínimo há um ano na categoria C, quando incluída na sua Carteira Nacional de Habilitação,
pretender habilitar-se na categoria D; e conforme especificações do Conselho Nacional de
b) no mínimo há um ano na categoria C, Trânsito – Contran. (Incluído pela Lei nº 10.350, de
quando pretender habilitar-se na categoria E; 2001)
III - não ter cometido nenhuma infração grave Art. 148. Os exames de habilitação, exceto os
ou gravíssima ou ser reincidente em infrações de direção veicular, poderão ser aplicados por
médias durante os últimos doze meses; entidades públicas ou privadas credenciadas pelo
IV - ser aprovado em curso especializado e em órgão executivo de trânsito dos Estados e do Distrito
curso de treinamento de prática veicular em situação Federal, de acordo com as normas estabelecidas
de risco, nos termos da normatização do pelo CONTRAN.
CONTRAN. § 1º A formação de condutores deverá incluir,
Parágrafo único. A participação em curso obrigatoriamente, curso de direção defensiva e de
especializado previsto no inciso IV independe da conceitos básicos de proteção ao meio ambiente
relacionados com o trânsito.

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§ 2º Ao candidato aprovado será conferida constarão: o número do registro de identificação,


Permissão para Dirigir, com validade de um ano. naturalidade, nome, filiação, idade e categoria em
§ 3º A Carteira Nacional de Habilitação será que se habilitou a conduzir, acompanhado de cópias
conferida ao condutor no término de um ano, desde das atas dos exames prestados.
que o mesmo não tenha cometido nenhuma infração § 4º (VETADO)
de natureza grave ou gravíssima ou seja reincidente Art. 153. O candidato habilitado terá em seu
em infração média. prontuário a identificação de seus instrutores e
§ 4º A não obtenção da Carteira Nacional de examinadores, que serão passíveis de punição
Habilitação, tendo em vista a incapacidade de conforme regulamentação a ser estabelecida pelo
atendimento do disposto no parágrafo anterior, CONTRAN.
obriga o candidato a reiniciar todo o processo de Parágrafo único. As penalidades aplicadas aos
habilitação. instrutores e examinadores serão de advertência,
§ 5º O Conselho Nacional de Trânsito - suspensão e cancelamento da autorização para o
CONTRAN poderá dispensar os tripulantes de exercício da atividade, conforme a falta cometida.
aeronaves que apresentarem o cartão de saúde Art. 154. Os veículos destinados à formação de
expedido pelas Forças Armadas ou pelo condutores serão identificados por uma faixa
Departamento de Aeronáutica Civil, amarela, de vinte centímetros de largura, pintada ao
respectivamente, da prestação do exame de aptidão longo da carroçaria, à meia altura, com a inscrição
física e mental. (Incluído pela Lei nº 9.602, de 1998) AUTO-ESCOLA na cor preta.
Art. 149. (VETADO) Parágrafo único. No veículo eventualmente
Art. 150. Ao renovar os exames previstos no utilizado para aprendizagem, quando autorizado
artigo anterior, o condutor que não tenha curso de para servir a esse fim, deverá ser afixada ao longo
direção defensiva e primeiros socorros deverá a eles de sua carroçaria, à meia altura, faixa branca
ser submetido, conforme normatização do removível, de vinte centímetros de largura, com a
CONTRAN. inscrição AUTO-ESCOLA na cor preta.
Parágrafo único. A empresa que utiliza Art. 155. A formação de condutor de veículo
condutores contratados para operar a sua frota de automotor e elétrico será realizada por instrutor
veículos é obrigada a fornecer curso de direção autorizado pelo órgão executivo de trânsito dos
defensiva, primeiros socorros e outros conforme Estados ou do Distrito Federal, pertencente ou não à
normatização do CONTRAN. entidade credenciada.
Art. 151. No caso de reprovação no exame Parágrafo único. Ao aprendiz será expedida
escrito sobre legislação de trânsito ou de direção autorização para aprendizagem, de acordo com a
veicular, o candidato só poderá repetir o exame regulamentação do CONTRAN, após aprovação nos
depois de decorridos quinze dias da divulgação do exames de aptidão física, mental, de primeiros
resultado. socorros e sobre legislação de trânsito.(Incluído pela
Art. 152. O exame de direção veicular será Lei nº 9.602, de 1998)
realizado perante uma comissão integrada por três Art. 156. O CONTRAN regulamentará o
membros designados pelo dirigente do órgão credenciamento para prestação de serviço pelas
executivo local de trânsito, para o período de um auto-escolas e outras entidades destinadas à
ano, permitida a recondução por mais um período formação de condutores e às exigências
de igual duração. necessárias para o exercício das atividades de
§ 1º Na comissão de exame de direção instrutor e examinador.
veicular, pelo menos um membro deverá ser Art. 157. (VETADO)
habilitado na categoria igual ou superior à Art. 158. A aprendizagem só poderá realizar-se:
pretendida pelo candidato. (Vide Lei nº 12.217, de 2010) Vigência
§ 2º Os militares das Forças Armadas e I - nos termos, horários e locais estabelecidos
Auxiliares que possuírem curso de formação de pelo órgão executivo de trânsito;
condutor, ministrado em suas corporações, serão II - acompanhado o aprendiz por instrutor
dispensados, para a concessão da Carteira Nacional autorizado.
de Habilitação, dos exames a que se houverem § 1º Além do aprendiz e do instrutor, o veículo
submetido com aprovação naquele curso, desde utilizado na aprendizagem poderá conduzir apenas
que neles sejam observadas as normas mais um acompanhante. (Renumerado do parágrafo
estabelecidas pelo CONTRAN. único pela Lei nº 12.217, de 2010).
§ 3º O militar interessado instruirá seu § 2o Parte da aprendizagem será
requerimento com ofício do Comandante, Chefe ou obrigatoriamente realizada durante a noite, cabendo
Diretor da organização militar em que servir, do qual ao CONTRAN fixar-lhe a carga horária mínima

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correspondente. (Incluído pela Lei nº 12.217, de apreender o documento de habilitação do condutor


2010). até a sua aprovação nos exames realizados.
Art. 159. A Carteira Nacional de Habilitação, CAPÍTULO XV
expedida em modelo único e de acordo com as DAS INFRAÇÕES
especificações do CONTRAN, atendidos os pré- Art. 161. Constitui infração de trânsito a
requisitos estabelecidos neste Código, conterá inobservância de qualquer preceito deste Código, da
fotografia, identificação e CPF do condutor, terá fé legislação complementar ou das resoluções do
pública e equivalerá a documento de identidade em CONTRAN, sendo o infrator sujeito às penalidades e
todo o território nacional. medidas administrativas indicadas em cada artigo,
§ 1º É obrigatório o porte da Permissão para além das punições previstas no Capítulo XIX.
Dirigir ou da Carteira Nacional de Habilitação Parágrafo único. As infrações cometidas em
quando o condutor estiver à direção do veículo. relação às resoluções do CONTRAN terão suas
§ 2º (VETADO) penalidades e medidas administrativas definidas nas
§ 3º A emissão de nova via da Carteira próprias resoluções.
Nacional de Habilitação será regulamentada pelo Art. 162. Dirigir veículo:
CONTRAN. I - sem possuir Carteira Nacional de Habilitação
§ 4º (VETADO) ou Permissão para Dirigir:
§ 5º A Carteira Nacional de Habilitação e a Infração - gravíssima;
Permissão para Dirigir somente terão validade para Penalidade - multa (três vezes) e apreensão do
a condução de veículo quando apresentada em veículo;
original. II - com Carteira Nacional de Habilitação ou
§ 6º A identificação da Carteira Nacional de Permissão para Dirigir cassada ou com suspensão
Habilitação expedida e a da autoridade expedidora do direito de dirigir:
serão registradas no RENACH. Infração - gravíssima;
§ 7º A cada condutor corresponderá um único Penalidade - multa (cinco vezes) e apreensão
registro no RENACH, agregando-se neste todas as do veículo;
informações. III - com Carteira Nacional de Habilitação ou
§ 8º A renovação da validade da Carteira Permissão para Dirigir de categoria diferente da do
Nacional de Habilitação ou a emissão de uma nova veículo que esteja conduzindo:
via somente será realizada após quitação de débitos Infração - gravíssima;
constantes do prontuário do condutor. Penalidade - multa (três vezes) e apreensão do
§ 9º (VETADO) veículo;
§ 10. A validade da Carteira Nacional de Medida administrativa - recolhimento do
Habilitação está condicionada ao prazo de vigência documento de habilitação;
do exame de aptidão física e mental. (Incluído pela IV - (VETADO)
Lei nº 9.602, de 1998) V - com validade da Carteira Nacional de
§ 11. A Carteira Nacional de Habilitação, Habilitação vencida há mais de trinta dias:
expedida na vigência do Código anterior, será Infração - gravíssima;
substituída por ocasião do vencimento do prazo Penalidade - multa;
para revalidação do exame de aptidão física e Medida administrativa - recolhimento da
mental, ressalvados os casos especiais previstos Carteira Nacional de Habilitação e retenção do
nesta Lei. (Incluído pela Lei nº 9.602, de 1998) veículo até a apresentação de condutor habilitado;
Art. 160. O condutor condenado por delito de VI - sem usar lentes corretoras de visão,
trânsito deverá ser submetido a novos exames para aparelho auxiliar de audição, de prótese física ou as
que possa voltar a dirigir, de acordo com as normas adaptações do veículo impostas por ocasião da
estabelecidas pelo CONTRAN, independentemente concessão ou da renovação da licença para
do reconhecimento da prescrição, em face da pena conduzir:
concretizada na sentença. Infração - gravíssima;
§ 1º Em caso de acidente grave, o condutor Penalidade - multa;
nele envolvido poderá ser submetido aos exames Medida administrativa - retenção do veículo até
exigidos neste artigo, a juízo da autoridade o saneamento da irregularidade ou apresentação de
executiva estadual de trânsito, assegurada ampla condutor habilitado.
defesa ao condutor. Art. 163. Entregar a direção do veículo a
§ 2º No caso do parágrafo anterior, a pessoa nas condições previstas no artigo anterior:
autoridade executiva estadual de trânsito poderá Infração - as mesmas previstas no artigo
anterior;

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Penalidade - as mesmas previstas no artigo Art. 170. Dirigir ameaçando os pedestres que
anterior; estejam atravessando a via pública, ou os demais
Medida administrativa - a mesma prevista no veículos:
inciso III do artigo anterior. Infração - gravíssima;
Art. 164. Permitir que pessoa nas condições Penalidade - multa e suspensão do direito de
referidas nos incisos do art. 162 tome posse do dirigir;
veículo automotor e passe a conduzi-lo na via: Medida administrativa - retenção do veículo e
Infração - as mesmas previstas nos incisos do recolhimento do documento de habilitação.
art. 162; Art. 171. Usar o veículo para arremessar, sobre
Penalidade - as mesmas previstas no art. 162; os pedestres ou veículos, água ou detritos:
Medida administrativa - a mesma prevista no Infração - média;
inciso III do art. 162. Penalidade - multa.
Art. 165. Dirigir sob a influência de álcool ou de Art. 172. Atirar do veículo ou abandonar na via
qualquer outra substância psicoativa que determine objetos ou substâncias:
dependência: (Redação dada pela Lei nº 11.705, de Infração - média;
2008) Penalidade - multa.
Infração - gravíssima; (Redação dada pela Art. 173. Disputar corrida por espírito de
Lei nº 11.705, de 2008) emulação:
Penalidade - multa (dez vezes) e suspensão do Infração - gravíssima;
direito de dirigir por 12 (doze) meses. (Redação Penalidade - multa (três vezes), suspensão do
dada pela Lei nº 12.760, de 2012) direito de dirigir e apreensão do veículo;
Medida administrativa - recolhimento do documento Medida administrativa - recolhimento do
de habilitação e retenção do veículo, observado o documento de habilitação e remoção do veículo.
disposto no § 4o do art. 270 da Lei no 9.503, de 23 Art. 174. Promover, na via, competição
de setembro de 1997 - do Código de Trânsito esportiva, eventos organizados, exibição e
Brasileiro. (Redação dada pela Lei nº 12.760, de demonstração de perícia em manobra de veículo, ou
2012) deles participar, como condutor, sem permissão da
Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via:
prevista no caput em caso de reincidência no Infração - gravíssima;
período de até 12 (doze) meses. (Redação Penalidade - multa (cinco vezes), suspensão do
dada pela Lei nº 12.760, de 2012) direito de dirigir e apreensão do veículo;
Art. 166. Confiar ou entregar a direção de Medida administrativa - recolhimento do
veículo a pessoa que, mesmo habilitada, por seu documento de habilitação e remoção do veículo.
estado físico ou psíquico, não estiver em condições Parágrafo único. As penalidades são aplicáveis
de dirigi-lo com segurança: aos promotores e aos condutores participantes.
Infração - gravíssima; Art. 175. Utilizar-se de veículo para, em via
Penalidade - multa. pública, demonstrar ou exibir manobra perigosa,
Art. 167. Deixar o condutor ou passageiro de arrancada brusca, derrapagem ou frenagem com
usar o cinto de segurança, conforme previsto no art. deslizamento ou arrastamento de pneus:
65: Infração - gravíssima;
Infração - grave; Penalidade - multa, suspensão do direito de
Penalidade - multa; dirigir e apreensão do veículo;
Medida administrativa - retenção do veículo até Medida administrativa - recolhimento do
colocação do cinto pelo infrator. documento de habilitação e remoção do veículo.
Art. 168. Transportar crianças em veículo Art. 176. Deixar o condutor envolvido em
automotor sem observância das normas de acidente com vítima:
segurança especiais estabelecidas neste Código: I - de prestar ou providenciar socorro à vítima,
Infração - gravíssima; podendo fazê-lo;
Penalidade - multa; II - de adotar providências, podendo fazê-lo, no
Medida administrativa - retenção do veículo até sentido de evitar perigo para o trânsito no local;
que a irregularidade seja sanada. III - de preservar o local, de forma a facilitar os
Art. 169. Dirigir sem atenção ou sem os trabalhos da polícia e da perícia;
cuidados indispensáveis à segurança: IV - de adotar providências para remover o
Infração - leve; veículo do local, quando determinadas por policial
Penalidade - multa. ou agente da autoridade de trânsito;

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V - de identificar-se ao policial e de lhe prestar Penalidade - multa;


informações necessárias à confecção do boletim de Medida administrativa - remoção do veículo;
ocorrência: V - na pista de rolamento das estradas, das
Infração - gravíssima; rodovias, das vias de trânsito rápido e das vias
Penalidade - multa (cinco vezes) e suspensão dotadas de acostamento:
do direito de dirigir; Infração - gravíssima;
Medida administrativa - recolhimento do Penalidade - multa;
documento de habilitação. Medida administrativa - remoção do veículo;
Art. 177. Deixar o condutor de prestar socorro à VI - junto ou sobre hidrantes de incêndio,
vítima de acidente de trânsito quando solicitado pela registro de água ou tampas de poços de visita de
autoridade e seus agentes: galerias subterrâneas, desde que devidamente
Infração - grave; identificados, conforme especificação do CONTRAN:
Penalidade - multa. Infração - média;
Art. 178. Deixar o condutor, envolvido em Penalidade - multa;
acidente sem vítima, de adotar providências para Medida administrativa - remoção do veículo;
remover o veículo do local, quando necessária tal VII - nos acostamentos, salvo motivo de força
medida para assegurar a segurança e a fluidez do maior:
trânsito: Infração - leve;
Infração - média; Penalidade - multa;
Penalidade - multa. Medida administrativa - remoção do veículo;
Art. 179. Fazer ou deixar que se faça reparo em VIII - no passeio ou sobre faixa destinada a
veículo na via pública, salvo nos casos de pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas
impedimento absoluto de sua remoção e em que o ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais,
veículo esteja devidamente sinalizado: divisores de pista de rolamento, marcas de
I - em pista de rolamento de rodovias e vias de canalização, gramados ou jardim público:
trânsito rápido: Infração - grave;
Infração - grave; Penalidade - multa;
Penalidade - multa; Medida administrativa - remoção do veículo;
Medida administrativa - remoção do veículo; IX - onde houver guia de calçada (meio-fio)
II - nas demais vias: rebaixada destinada à entrada ou saída de veículos:
Infração - leve; Infração - média;
Penalidade - multa. Penalidade - multa;
Art. 180. Ter seu veículo imobilizado na via por Medida administrativa - remoção do veículo;
falta de combustível: X - impedindo a movimentação de outro
Infração - média; veículo:
Penalidade - multa; Infração - média;
Medida administrativa - remoção do veículo. Penalidade - multa;
Art. 181. Estacionar o veículo: Medida administrativa - remoção do veículo;
I - nas esquinas e a menos de cinco metros do XI - ao lado de outro veículo em fila dupla:
bordo do alinhamento da via transversal: Infração - grave;
Infração - média; Penalidade - multa;
Penalidade - multa; Medida administrativa - remoção do veículo;
Medida administrativa - remoção do veículo; XII - na área de cruzamento de vias,
II - afastado da guia da calçada (meio-fio) de prejudicando a circulação de veículos e pedestres:
cinqüenta centímetros a um metro: Infração - grave;
Infração - leve; Penalidade - multa;
Penalidade - multa; Medida administrativa - remoção do veículo;
Medida administrativa - remoção do veículo; XIII - onde houver sinalização horizontal
III - afastado da guia da calçada (meio-fio) a delimitadora de ponto de embarque ou
mais de um metro: desembarque de passageiros de transporte coletivo
Infração - grave; ou, na inexistência desta sinalização, no intervalo
Penalidade - multa; compreendido entre dez metros antes e depois do
Medida administrativa - remoção do veículo; marco do ponto:
IV - em desacordo com as posições Infração - média;
estabelecidas neste Código: Penalidade - multa;
Infração - média; Medida administrativa - remoção do veículo;

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XIV - nos viadutos, pontes e túneis: V - na pista de rolamento das estradas, das
Infração - grave; rodovias, das vias de trânsito rápido e das demais
Penalidade - multa; vias dotadas de acostamento:
Medida administrativa - remoção do veículo; Infração - grave;
XV - na contramão de direção: Penalidade - multa;
Infração - média; VI - no passeio ou sobre faixa destinada a
Penalidade - multa; pedestres, nas ilhas, refúgios, canteiros centrais e
XVI - em aclive ou declive, não estando divisores de pista de rolamento e marcas de
devidamente freado e sem calço de segurança, canalização:
quando se tratar de veículo com peso bruto total Infração - leve;
superior a três mil e quinhentos quilogramas: Penalidade - multa;
Infração - grave; VII - na área de cruzamento de vias,
Penalidade - multa; prejudicando a circulação de veículos e pedestres:
Medida administrativa - remoção do veículo; Infração - média;
XVII - em desacordo com as condições Penalidade - multa;
regulamentadas especificamente pela sinalização VIII - nos viadutos, pontes e túneis:
(placa - Estacionamento Regulamentado): Infração - média;
Infração - leve; Penalidade - multa;
Penalidade - multa; IX - na contramão de direção:
Medida administrativa - remoção do veículo; Infração - média;
XVIII - em locais e horários proibidos Penalidade - multa;
especificamente pela sinalização (placa - Proibido X - em local e horário proibidos
Estacionar): especificamente pela sinalização (placa - Proibido
Infração - média; Parar):
Penalidade - multa; Infração - média;
Medida administrativa - remoção do veículo; Penalidade - multa.
XIX - em locais e horários de estacionamento e Art. 183. Parar o veículo sobre a faixa de
parada proibidos pela sinalização (placa - Proibido pedestres na mudança de sinal luminoso:
Parar e Estacionar): Infração - média;
Infração - grave; Penalidade - multa.
Penalidade - multa; Art. 184. Transitar com o veículo:
Medida administrativa - remoção do veículo. I - na faixa ou pista da direita, regulamentada
§ 1º Nos casos previstos neste artigo, a como de circulação exclusiva para determinado tipo
autoridade de trânsito aplicará a penalidade de veículo, exceto para acesso a imóveis lindeiros
preferencialmente após a remoção do veículo. ou conversões à direita:
§ 2º No caso previsto no inciso XVI é proibido Infração - leve;
abandonar o calço de segurança na via. Penalidade - multa;
Art. 182. Parar o veículo: II - na faixa ou pista da esquerda
I - nas esquinas e a menos de cinco metros do regulamentada como de circulação exclusiva para
bordo do alinhamento da via transversal: determinado tipo de veículo:
Infração - média; Infração - grave;
Penalidade - multa; Penalidade - multa.
II - afastado da guia da calçada (meio-fio) de Art. 185. Quando o veículo estiver em
cinqüenta centímetros a um metro: movimento, deixar de conservá-lo:
Infração - leve; I - na faixa a ele destinada pela sinalização de
Penalidade - multa; regulamentação, exceto em situações de
III - afastado da guia da calçada (meio-fio) a emergência;
mais de um metro: II - nas faixas da direita, os veículos lentos e de
Infração - média; maior porte:
Penalidade - multa; Infração - média;
IV - em desacordo com as posições Penalidade - multa.
estabelecidas neste Código: Art. 186. Transitar pela contramão de direção
Infração - leve; em:
Penalidade - multa; I - vias com duplo sentido de circulação, exceto
para ultrapassar outro veículo e apenas pelo tempo

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necessário, respeitada a preferência do veículo que Art. 194. Transitar em marcha à ré, salvo na
transitar em sentido contrário: distância necessária a pequenas manobras e de
Infração - grave; forma a não causar riscos à segurança:
Penalidade - multa; Infração - grave;
II - vias com sinalização de regulamentação de Penalidade - multa.
sentido único de circulação: Art. 195. Desobedecer às ordens emanadas da
Infração - gravíssima; autoridade competente de trânsito ou de seus
Penalidade - multa. agentes:
Art. 187. Transitar em locais e horários não Infração - grave;
permitidos pela regulamentação estabelecida pela Penalidade - multa.
autoridade competente: Art. 196. Deixar de indicar com antecedência,
I - para todos os tipos de veículos: mediante gesto regulamentar de braço ou luz
Infração - média; indicadora de direção do veículo, o início da marcha,
Penalidade - multa; a realização da manobra de parar o veículo, a
II - (Revogado pela Lei nº 9.602, de 1998) mudança de direção ou de faixa de circulação:
Art. 188. Transitar ao lado de outro veículo, Infração - grave;
interrompendo ou perturbando o trânsito: Penalidade - multa.
Infração - média; Art. 197. Deixar de deslocar, com
Penalidade - multa. antecedência, o veículo para a faixa mais à
Art. 189. Deixar de dar passagem aos veículos esquerda ou mais à direita, dentro da respectiva
precedidos de batedores, de socorro de incêndio e mão de direção, quando for manobrar para um
salvamento, de polícia, de operação e fiscalização desses lados:
de trânsito e às ambulâncias, quando em serviço de Infração - média;
urgência e devidamente identificados por Penalidade - multa.
dispositivos regulamentados de alarme sonoro e Art. 198. Deixar de dar passagem pela
iluminação vermelha intermitentes: esquerda, quando solicitado:
Infração - gravíssima; Infração - média;
Penalidade - multa. Penalidade - multa.
Art. 190. Seguir veículo em serviço de urgência, Art. 199. Ultrapassar pela direita, salvo quando
estando este com prioridade de passagem o veículo da frente estiver colocado na faixa
devidamente identificada por dispositivos apropriada e der sinal de que vai entrar à esquerda:
regulamentares de alarme sonoro e iluminação Infração - média;
vermelha intermitentes: Penalidade - multa.
Infração - grave; Art. 200. Ultrapassar pela direita veículo de
Penalidade - multa. transporte coletivo ou de escolares, parado para
Art. 191. Forçar passagem entre veículos que, embarque ou desembarque de passageiros, salvo
transitando em sentidos opostos, estejam na quando houver refúgio de segurança para o
iminência de passar um pelo outro ao realizar pedestre:
operação de ultrapassagem: Infração - gravíssima;
Infração - gravíssima; Penalidade - multa.
Penalidade - multa. Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral
Art. 192. Deixar de guardar distância de de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou
segurança lateral e frontal entre o seu veículo e os ultrapassar bicicleta:
demais, bem como em relação ao bordo da pista, Infração - média;
considerando-se, no momento, a velocidade, as Penalidade - multa.
condições climáticas do local da circulação e do Art. 202. Ultrapassar outro veículo:
veículo: I - pelo acostamento;
Infração - grave; II - em interseções e passagens de nível;
Penalidade - multa. Infração - grave;
Art. 193. Transitar com o veículo em calçadas, Penalidade - multa.
passeios, passarelas, ciclovias, ciclofaixas, ilhas, Art. 203. Ultrapassar pela contramão outro
refúgios, ajardinamentos, canteiros centrais e veículo:
divisores de pista de rolamento, acostamentos, I - nas curvas, aclives e declives, sem
marcas de canalização, gramados e jardins públicos: visibilidade suficiente;
Infração - gravíssima; II - nas faixas de pedestre;
Penalidade - multa (três vezes). III - nas pontes, viadutos ou túneis;

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IV - parado em fila junto a sinais luminosos, Medida administrativa - remoção do veículo e


porteiras, cancelas, cruzamentos ou qualquer outro recolhimento do documento de habilitação.
impedimento à livre circulação; Art. 211. Ultrapassar veículos em fila, parados
V - onde houver marcação viária longitudinal de em razão de sinal luminoso, cancela, bloqueio viário
divisão de fluxos opostos do tipo linha dupla parcial ou qualquer outro obstáculo, com exceção
contínua ou simples contínua amarela: dos veículos não motorizados:
Infração - gravíssima; Infração - grave;
Penalidade - multa. Penalidade - multa.
Art. 204. Deixar de parar o veículo no Art. 212. Deixar de parar o veículo antes de
acostamento à direita, para aguardar a oportunidade transpor linha férrea:
de cruzar a pista ou entrar à esquerda, onde não Infração - gravíssima;
houver local apropriado para operação de retorno: Penalidade - multa.
Infração - grave; Art. 213. Deixar de parar o veículo sempre que
Penalidade - multa. a respectiva marcha for interceptada:
Art. 205. Ultrapassar veículo em movimento I - por agrupamento de pessoas, como
que integre cortejo, préstito, desfile e formações préstitos, passeatas, desfiles e outros:
militares, salvo com autorização da autoridade de Infração - gravíssima;
trânsito ou de seus agentes: Penalidade - multa.
Infração - leve; II - por agrupamento de veículos, como
Penalidade - multa. cortejos, formações militares e outros:
Art. 206. Executar operação de retorno: Infração - grave;
I - em locais proibidos pela sinalização; Penalidade - multa.
II - nas curvas, aclives, declives, pontes, Art. 214. Deixar de dar preferência de
viadutos e túneis; passagem a pedestre e a veículo não motorizado:
III - passando por cima de calçada, passeio, I - que se encontre na faixa a ele destinada;
ilhas, ajardinamento ou canteiros de divisões de II - que não haja concluído a travessia mesmo
pista de rolamento, refúgios e faixas de pedestres e que ocorra sinal verde para o veículo;
nas de veículos não motorizados; III - portadores de deficiência física, crianças,
IV - nas interseções, entrando na contramão de idosos e gestantes:
direção da via transversal; Infração - gravíssima;
V - com prejuízo da livre circulação ou da Penalidade - multa.
segurança, ainda que em locais permitidos: IV - quando houver iniciado a travessia mesmo
Infração - gravíssima; que não haja sinalização a ele destinada;
Penalidade - multa. V - que esteja atravessando a via transversal
Art. 207. Executar operação de conversão à para onde se dirige o veículo:
direita ou à esquerda em locais proibidos pela Infração - grave;
sinalização: Penalidade - multa.
Infração - grave; Art. 215. Deixar de dar preferência de
Penalidade - multa. passagem:
Art. 208. Avançar o sinal vermelho do semáforo I - em interseção não sinalizada:
ou o de parada obrigatória: a) a veículo que estiver circulando por rodovia
Infração - gravíssima; ou rotatória;
Penalidade - multa. b) a veículo que vier da direita;
Art. 209. Transpor, sem autorização, bloqueio II - nas interseções com sinalização de
viário com ou sem sinalização ou dispositivos regulamentação de Dê a Preferência:
auxiliares, deixar de adentrar às áreas destinadas à Infração - grave;
pesagem de veículos ou evadir-se para não efetuar Penalidade - multa.
o pagamento do pedágio: Art. 216. Entrar ou sair de áreas lindeiras sem
Infração - grave; estar adequadamente posicionado para ingresso na
Penalidade - multa. via e sem as precauções com a segurança de
Art. 210. Transpor, sem autorização, bloqueio pedestres e de outros veículos:
viário policial: Infração - média;
Infração - gravíssima; Penalidade - multa.
Penalidade - multa, apreensão do veículo e Art. 217. Entrar ou sair de fila de veículos
suspensão do direito de dirigir; estacionados sem dar preferência de passagem a
pedestres e a outros veículos:

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Infração - média; VII - ao aproximar-se de locais sinalizados com


Penalidade - multa. advertência de obras ou trabalhadores na pista;
Art. 218. Transitar em velocidade superior à VIII - sob chuva, neblina, cerração ou ventos
máxima permitida para o local, medida por fortes;
instrumento ou equipamento hábil, em rodovias, vias IX - quando houver má visibilidade;
de trânsito rápido, vias arteriais e demais vias: X - quando o pavimento se apresentar
(Redação dada pela Lei nº 11.334, de 2006) escorregadio, defeituoso ou avariado;
I - quando a velocidade for superior à máxima XI - à aproximação de animais na pista;
em até 20% (vinte por cento): (Redação dada pela XII - em declive;
Lei nº 11.334, de 2006) XIII - ao ultrapassar ciclista:
Infração - média; (Redação dada pela Lei nº Infração - grave;
11.334, de 2006) Penalidade - multa;
Penalidade - multa; (Redação dada pela Lei nº XIV - nas proximidades de escolas, hospitais,
11.334, de 2006) estações de embarque e desembarque de
II - quando a velocidade for superior à máxima passageiros ou onde haja intensa movimentação de
em mais de 20% (vinte por cento) até 50% pedestres:
(cinqüenta por cento): (Redação dada pela Lei nº Infração - gravíssima;
11.334, de 2006) Penalidade - multa.
Infração - grave; (Redação dada pela Lei nº Art. 221. Portar no veículo placas de
11.334, de 2006) identificação em desacordo com as especificações e
Penalidade - multa; (Redação dada pela Lei nº modelos estabelecidos pelo CONTRAN:
11.334, de 2006) Infração - média;
III - quando a velocidade for superior à máxima Penalidade - multa;
em mais de 50% (cinqüenta por cento): (Incluído Medida administrativa - retenção do veículo
pela Lei nº 11.334, de 2006) para regularização e apreensão das placas
Infração - gravíssima; (Incluído pela Lei nº irregulares.
11.334, de 2006) Parágrafo único. Incide na mesma penalidade
Penalidade - multa [3 (três) vezes], suspensão aquele que confecciona, distribui ou coloca, em
imediata do direito de dirigir e apreensão do veículo próprio ou de terceiros, placas de
documento de habilitação. (Incluído pela Lei nº identificação não autorizadas pela regulamentação.
11.334, de 2006) Art. 222. Deixar de manter ligado, nas
Art. 219. Transitar com o veículo em velocidade situações de atendimento de emergência, o sistema
inferior à metade da velocidade máxima de iluminação vermelha intermitente dos veículos de
estabelecida para a via, retardando ou obstruindo o polícia, de socorro de incêndio e salvamento, de
trânsito, a menos que as condições de tráfego e fiscalização de trânsito e das ambulâncias, ainda
meteorológicas não o permitam, salvo se estiver na que parados:
faixa da direita: Infração - média;
Infração - média; Penalidade - multa.
Penalidade - multa. Art. 223. Transitar com o farol desregulado ou
Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do com o facho de luz alta de forma a perturbar a visão
veículo de forma compatível com a segurança do de outro condutor:
trânsito: Infração - grave;
I - quando se aproximar de passeatas, Penalidade - multa;
aglomerações, cortejos, préstitos e desfiles: Medida administrativa - retenção do veículo
Infração - gravíssima; para regularização.
Penalidade - multa; Art. 224. Fazer uso do facho de luz alta dos
II - nos locais onde o trânsito esteja sendo faróis em vias providas de iluminação pública:
controlado pelo agente da autoridade de trânsito, Infração - leve;
mediante sinais sonoros ou gestos; Penalidade - multa.
III - ao aproximar-se da guia da calçada (meio- Art. 225. Deixar de sinalizar a via, de forma a
fio) ou acostamento; prevenir os demais condutores e, à noite, não
IV - ao aproximar-se de ou passar por manter acesas as luzes externas ou omitir-se quanto
interseção não sinalizada; a providências necessárias para tornar visível o
V - nas vias rurais cuja faixa de domínio não local, quando:
esteja cercada; I - tiver de remover o veículo da pista de
VI - nos trechos em curva de pequeno raio; rolamento ou permanecer no acostamento;

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II - a carga for derramada sobre a via e não VIII - sem ter sido submetido à inspeção de
puder ser retirada imediatamente: segurança veicular, quando obrigatória;
Infração - grave; IX - sem equipamento obrigatório ou estando
Penalidade - multa. este ineficiente ou inoperante;
Art. 226. Deixar de retirar todo e qualquer X - com equipamento obrigatório em desacordo
objeto que tenha sido utilizado para sinalização com o estabelecido pelo CONTRAN;
temporária da via: XI - com descarga livre ou silenciador de motor
Infração - média; de explosão defeituoso, deficiente ou inoperante;
Penalidade - multa. XII - com equipamento ou acessório proibido;
Art. 227. Usar buzina: XIII - com o equipamento do sistema de
I - em situação que não a de simples toque iluminação e de sinalização alterados;
breve como advertência ao pedestre ou a XIV - com registrador instantâneo inalterável de
condutores de outros veículos; velocidade e tempo viciado ou defeituoso, quando
II - prolongada e sucessivamente a qualquer houver exigência desse aparelho;
pretexto; XV - com inscrições, adesivos, legendas e
III - entre as vinte e duas e as seis horas; símbolos de caráter publicitário afixados ou pintados
IV - em locais e horários proibidos pela no pára-brisa e em toda a extensão da parte traseira
sinalização; do veículo, excetuadas as hipóteses previstas neste
V - em desacordo com os padrões e Código;
freqüências estabelecidas pelo CONTRAN: XVI - com vidros total ou parcialmente cobertos
Infração - leve; por películas refletivas ou não, painéis decorativos
Penalidade - multa. ou pinturas;
Art. 228. Usar no veículo equipamento com XVII - com cortinas ou persianas fechadas, não
som em volume ou freqüência que não sejam autorizadas pela legislação;
autorizados pelo CONTRAN: XVIII - em mau estado de conservação,
Infração - grave; comprometendo a segurança, ou reprovado na
Penalidade - multa; avaliação de inspeção de segurança e de emissão
Medida administrativa - retenção do veículo de poluentes e ruído, prevista no art. 104;
para regularização. XIX - sem acionar o limpador de pára-brisa sob
Art. 229. Usar indevidamente no veículo chuva:
aparelho de alarme ou que produza sons e ruído Infração - grave;
que perturbem o sossego público, em desacordo Penalidade - multa;
com normas fixadas pelo CONTRAN: Medida administrativa - retenção do veículo
Infração - média; para regularização;
Penalidade - multa e apreensão do veículo; XX - sem portar a autorização para condução
Medida administrativa - remoção do veículo. de escolares, na forma estabelecida no art. 136:
Art. 230. Conduzir o veículo: Infração - grave;
I - com o lacre, a inscrição do chassi, o selo, a Penalidade - multa e apreensão do veículo;
placa ou qualquer outro elemento de identificação XXI - de carga, com falta de inscrição da tara e
do veículo violado ou falsificado; demais inscrições previstas neste Código;
II - transportando passageiros em XXII - com defeito no sistema de iluminação, de
compartimento de carga, salvo por motivo de força sinalização ou com lâmpadas queimadas:
maior, com permissão da autoridade competente e Infração - média;
na forma estabelecida pelo CONTRAN; Penalidade - multa.
III - com dispositivo anti-radar; XXIII - em desacordo com as condições
IV - sem qualquer uma das placas de estabelecidas no art. 67-A, relativamente ao tempo
identificação; de permanência do condutor ao volante e aos
V - que não esteja registrado e devidamente intervalos para descanso, quando se tratar de
licenciado; veículo de transporte de carga ou de passageiros:
VI - com qualquer uma das placas de (Incluído pela Lei nº 12.619, de 2012) (Vigência)
identificação sem condições de legibilidade e Infração - grave; (Incluído pela Lei nº 12.619, de
visibilidade: 2012) (Vigência)
Infração - gravíssima; Penalidade - multa; (Incluído pela Lei nº 12.619, de
Penalidade - multa e apreensão do veículo; 2012) (Vigência)
Medida administrativa - remoção do veículo; Medida administrativa - retenção do veículo para
VII - com a cor ou característica alterada; cumprimento do tempo de descanso

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aplicável; (Incluído pela Lei nº 12.619, de VIII - efetuando transporte remunerado de


2012) (Vigência) pessoas ou bens, quando não for licenciado para
XXIV- (VETADO). (Incluído pela Lei nº 12.619, de esse fim, salvo casos de força maior ou com
2012) (Vigência) permissão da autoridade competente:
Art. 231. Transitar com o veículo: Infração - média;
I - danificando a via, suas instalações e Penalidade - multa;
equipamentos; Medida administrativa - retenção do veículo;
II - derramando, lançando ou arrastando sobre IX - desligado ou desengrenado, em declive:
a via: Infração - média;
a) carga que esteja transportando; Penalidade - multa;
b) combustível ou lubrificante que esteja Medida administrativa - retenção do veículo;
utilizando; X - excedendo a capacidade máxima de tração:
c) qualquer objeto que possa acarretar risco de Infração - de média a gravíssima, a depender
acidente: da relação entre o excesso de peso apurado e a
Infração - gravíssima; capacidade máxima de tração, a ser regulamentada
Penalidade - multa; pelo CONTRAN;
Medida administrativa - retenção do veículo Penalidade - multa;
para regularização; Medida Administrativa - retenção do veículo e
III - produzindo fumaça, gases ou partículas em transbordo de carga excedente.
níveis superiores aos fixados pelo CONTRAN; Parágrafo único. Sem prejuízo das multas
IV - com suas dimensões ou de sua carga previstas nos incisos V e X, o veículo que transitar
superiores aos limites estabelecidos legalmente ou com excesso de peso ou excedendo à capacidade
pela sinalização, sem autorização: máxima de tração, não computado o percentual
Infração - grave; tolerado na forma do disposto na legislação,
Penalidade - multa; somente poderá continuar viagem após descarregar
Medida administrativa - retenção do veículo o que exceder, segundo critérios estabelecidos na
para regularização; referida legislação complementar.
V - com excesso de peso, admitido percentual Art. 232. Conduzir veículo sem os documentos
de tolerância quando aferido por equipamento, na de porte obrigatório referidos neste Código:
forma a ser estabelecida pelo CONTRAN: Infração - leve;
Infração - média; Penalidade - multa;
Penalidade - multa acrescida a cada duzentos Medida administrativa - retenção do veículo até
quilogramas ou fração de excesso de peso apurado, a apresentação do documento.
constante na seguinte tabela: Art. 233. Deixar de efetuar o registro de veículo
a) até seiscentos quilogramas - 5 (cinco) UFIR; no prazo de trinta dias, junto ao órgão executivo de
b) de seiscentos e um a oitocentos quilogramas trânsito, ocorridas as hipóteses previstas no art. 123:
- 10 (dez) UFIR; Infração - grave;
c) de oitocentos e um a um mil quilogramas - Penalidade - multa;
20 (vinte) UFIR; Medida administrativa - retenção do veículo
d) de um mil e um a três mil quilogramas - 30 para regularização.
(trinta) UFIR; Art. 234. Falsificar ou adulterar documento de
e) de três mil e um a cinco mil quilogramas - 40 habilitação e de identificação do veículo:
(quarenta) UFIR; Infração - gravíssima;
f) acima de cinco mil e um quilogramas - 50 Penalidade - multa e apreensão do veículo;
(cinqüenta) UFIR; Medida administrativa - remoção do veículo.
Medida administrativa - retenção do veículo e Art. 235. Conduzir pessoas, animais ou carga
transbordo da carga excedente; nas partes externas do veículo, salvo nos casos
VI - em desacordo com a autorização especial, devidamente autorizados:
expedida pela autoridade competente para transitar Infração - grave;
com dimensões excedentes, ou quando a mesma Penalidade - multa;
estiver vencida: Medida administrativa - retenção do veículo
Infração - grave; para transbordo.
Penalidade - multa e apreensão do veículo; Art. 236. Rebocar outro veículo com cabo
Medida administrativa - remoção do veículo; flexível ou corda, salvo em casos de emergência:
VII - com lotação excedente; Infração - média;
Penalidade - multa.

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Art. 237. Transitar com o veículo em desacordo III - fazendo malabarismo ou equilibrando-se
com as especificações, e com falta de inscrição e apenas em uma roda;
simbologia necessárias à sua identificação, quando IV - com os faróis apagados;
exigidas pela legislação: V - transportando criança menor de sete anos
Infração - grave; ou que não tenha, nas circunstâncias, condições de
Penalidade - multa; cuidar de sua própria segurança:
Medida administrativa - retenção do veículo Infração - gravíssima;
para regularização. Penalidade - multa e suspensão do direito de
Art. 238. Recusar-se a entregar à autoridade de dirigir;
trânsito ou a seus agentes, mediante recibo, os Medida administrativa - Recolhimento do
documentos de habilitação, de registro, de documento de habilitação;
licenciamento de veículo e outros exigidos por lei, VI - rebocando outro veículo;
para averiguação de sua autenticidade: VII - sem segurar o guidom com ambas as
Infração - gravíssima; mãos, salvo eventualmente para indicação de
Penalidade - multa e apreensão do veículo; manobras;
Medida administrativa - remoção do veículo. VIII – transportando carga incompatível com
Art. 239. Retirar do local veículo legalmente suas especificações ou em desacordo com o
retido para regularização, sem permissão da previsto no § 2o do art. 139-A desta Lei; (Redação
autoridade competente ou de seus agentes: dada pela Lei nº 12.2009, de 2009)
Infração - gravíssima; IX – efetuando transporte remunerado de
Penalidade - multa e apreensão do veículo; mercadorias em desacordo com o previsto no art.
Medida administrativa - remoção do veículo. 139-A desta Lei ou com as normas que regem a
Art. 240. Deixar o responsável de promover a atividade profissional dos mototaxistas: (Incluído
baixa do registro de veículo irrecuperável ou pela Lei nº 12.2009, de 2009)
definitivamente desmontado: Infração – grave; (Incluído pela Lei nº 12.2009,
Infração - grave; de 2009)
Penalidade - multa; Penalidade – multa; (Incluído pela Lei nº
Medida administrativa - Recolhimento do 12.2009, de 2009)
Certificado de Registro e do Certificado de Medida administrativa – apreensão do veículo
Licenciamento Anual. para regularização. (Incluído pela Lei nº 12.2009, de
Art. 241. Deixar de atualizar o cadastro de 2009)
registro do veículo ou de habilitação do condutor: § 1º Para ciclos aplica-se o disposto nos incisos
Infração - leve; III, VII e VIII, além de:
Penalidade - multa. a) conduzir passageiro fora da garupa ou do
Art. 242. Fazer falsa declaração de domicílio assento especial a ele destinado;
para fins de registro, licenciamento ou habilitação: b) transitar em vias de trânsito rápido ou
Infração - gravíssima; rodovias, salvo onde houver acostamento ou faixas
Penalidade - multa. de rolamento próprias;
Art. 243. Deixar a empresa seguradora de c) transportar crianças que não tenham, nas
comunicar ao órgão executivo de trânsito circunstâncias, condições de cuidar de sua própria
competente a ocorrência de perda total do veículo e segurança.
de lhe devolver as respectivas placas e documentos: § 2º Aplica-se aos ciclomotores o disposto na
Infração - grave; alínea b do parágrafo anterior:
Penalidade - multa; Infração - média;
Medida administrativa - Recolhimento das § 3o A restrição imposta pelo inciso VI do caput
placas e dos documentos. deste artigo não se aplica às motocicletas e
Art. 244. Conduzir motocicleta, motoneta e motonetas que tracionem semi-reboques
ciclomotor: especialmente projetados para esse fim e
I - sem usar capacete de segurança com viseira devidamente homologados pelo órgão
ou óculos de proteção e vestuário de acordo com as competente.(Incluído pela Lei nº 10.517, de 2002)
normas e especificações aprovadas pelo Penalidade - multa.
CONTRAN; Art. 245. Utilizar a via para depósito de
II - transportando passageiro sem o capacete mercadorias, materiais ou equipamentos, sem
de segurança, na forma estabelecida no inciso autorização do órgão ou entidade de trânsito com
anterior, ou fora do assento suplementar colocado circunscrição sobre a via:
atrás do condutor ou em carro lateral; Infração - grave;

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Penalidade - multa; Infração - média;


Medida administrativa - remoção da mercadoria Penalidade - multa.
ou do material. Art. 251. Utilizar as luzes do veículo:
Parágrafo único. A penalidade e a medida I - o pisca-alerta, exceto em imobilizações ou
administrativa incidirão sobre a pessoa física ou situações de emergência;
jurídica responsável. II - baixa e alta de forma intermitente, exceto
Art. 246. Deixar de sinalizar qualquer obstáculo nas seguintes situações:
à livre circulação, à segurança de veículo e a) a curtos intervalos, quando for conveniente
pedestres, tanto no leito da via terrestre como na advertir a outro condutor que se tem o propósito de
calçada, ou obstaculizar a via indevidamente: ultrapassá-lo;
Infração - gravíssima; b) em imobilizações ou situação de
Penalidade - multa, agravada em até cinco emergência, como advertência, utilizando pisca-
vezes, a critério da autoridade de trânsito, conforme alerta;
o risco à segurança. c) quando a sinalização de regulamentação da
Parágrafo único. A penalidade será aplicada à via determinar o uso do pisca-alerta:
pessoa física ou jurídica responsável pela Infração - média;
obstrução, devendo a autoridade com circunscrição Penalidade - multa.
sobre a via providenciar a sinalização de Art. 252. Dirigir o veículo:
emergência, às expensas do responsável, ou, se I - com o braço do lado de fora;
possível, promover a desobstrução. II - transportando pessoas, animais ou volume
Art. 247. Deixar de conduzir pelo bordo da pista à sua esquerda ou entre os braços e pernas;
de rolamento, em fila única, os veículos de tração ou III - com incapacidade física ou mental
propulsão humana e os de tração animal, sempre temporária que comprometa a segurança do
que não houver acostamento ou faixa a eles trânsito;
destinados: IV - usando calçado que não se firme nos pés
Infração - média; ou que comprometa a utilização dos pedais;
Penalidade - multa. V - com apenas uma das mãos, exceto quando
Art. 248. Transportar em veículo destinado ao deva fazer sinais regulamentares de braço, mudar a
transporte de passageiros carga excedente em marcha do veículo, ou acionar equipamentos e
desacordo com o estabelecido no art. 109: acessórios do veículo;
Infração - grave; VI - utilizando-se de fones nos ouvidos
Penalidade - multa; conectados a aparelhagem sonora ou de telefone
Medida administrativa - retenção para o celular;
transbordo. Infração - média;
Art. 249. Deixar de manter acesas, à noite, as Penalidade - multa.
luzes de posição, quando o veículo estiver parado, Art. 253. Bloquear a via com veículo:
para fins de embarque ou desembarque de Infração - gravíssima;
passageiros e carga ou descarga de mercadorias: Penalidade - multa e apreensão do veículo;
Infração - média; Medida administrativa - remoção do veículo.
Penalidade - multa. Art. 254. É proibido ao pedestre:
Art. 250. Quando o veículo estiver em I - permanecer ou andar nas pistas de
movimento: rolamento, exceto para cruzá-las onde for permitido;
I - deixar de manter acesa a luz baixa: II - cruzar pistas de rolamento nos viadutos,
a) durante a noite; pontes, ou túneis, salvo onde exista permissão;
b) de dia, nos túneis providos de iluminação III - atravessar a via dentro das áreas de
pública; cruzamento, salvo quando houver sinalização para
c) de dia e de noite, tratando-se de veículo de esse fim;
transporte coletivo de passageiros, circulando em IV - utilizar-se da via em agrupamentos
faixas ou pistas a eles destinadas; capazes de perturbar o trânsito, ou para a prática de
d) de dia e de noite, tratando-se de qualquer folguedo, esporte, desfiles e similares,
ciclomotores; salvo em casos especiais e com a devida licença da
II - deixar de manter acesas pelo menos as autoridade competente;
luzes de posição sob chuva forte, neblina ou V - andar fora da faixa própria, passarela,
cerração; passagem aérea ou subterrânea;
III - deixar de manter a placa traseira iluminada, VI - desobedecer à sinalização de trânsito
à noite; específica;

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Infração - leve; § 3º Ao condutor caberá a responsabilidade


Penalidade - multa, em 50% (cinqüenta por pelas infrações decorrentes de atos praticados na
cento) do valor da infração de natureza leve. direção do veículo.
Art. 255. Conduzir bicicleta em passeios onde § 4º O embarcador é responsável pela infração
não seja permitida a circulação desta, ou de forma relativa ao transporte de carga com excesso de peso
agressiva, em desacordo com o disposto no nos eixos ou no peso bruto total, quando
parágrafo único do art. 59: simultaneamente for o único remetente da carga e o
Infração - média; peso declarado na nota fiscal, fatura ou manifesto
Penalidade - multa; for inferior àquele aferido.
Medida administrativa - remoção da bicicleta, § 5º O transportador é o responsável pela
mediante recibo para o pagamento da multa. infração relativa ao transporte de carga com excesso
CAPÍTULO XVI de peso nos eixos ou quando a carga proveniente
DAS PENALIDADES de mais de um embarcador ultrapassar o peso bruto
Art. 256. A autoridade de trânsito, na esfera total.
das competências estabelecidas neste Código e § 6º O transportador e o embarcador são
dentro de sua circunscrição, deverá aplicar, às solidariamente responsáveis pela infração relativa
infrações nele previstas, as seguintes penalidades: ao excesso de peso bruto total, se o peso declarado
I - advertência por escrito; na nota fiscal, fatura ou manifesto for superior ao
II - multa; limite legal.
III - suspensão do direito de dirigir; § 7º Não sendo imediata a identificação do
IV - apreensão do veículo; infrator, o proprietário do veículo terá quinze dias de
V - cassação da Carteira Nacional de prazo, após a notificação da autuação, para
Habilitação; apresentá-lo, na forma em que dispuser o
VI - cassação da Permissão para Dirigir; CONTRAN, ao fim do qual, não o fazendo, será
VII - freqüência obrigatória em curso de considerado responsável pela infração.
reciclagem. § 8º Após o prazo previsto no parágrafo
§ 1º A aplicação das penalidades previstas anterior, não havendo identificação do infrator e
neste Código não elide as punições originárias de sendo o veículo de propriedade de pessoa jurídica,
ilícitos penais decorrentes de crimes de trânsito, será lavrada nova multa ao proprietário do veículo,
conforme disposições de lei. mantida a originada pela infração, cujo valor é o da
§ 2º (VETADO) multa multiplicada pelo número de infrações iguais
§ 3º A imposição da penalidade será cometidas no período de doze meses.
comunicada aos órgãos ou entidades executivos de § 9º O fato de o infrator ser pessoa jurídica não
trânsito responsáveis pelo licenciamento do veículo o exime do disposto no § 3º do art. 258 e no art.
e habilitação do condutor. 259.
Art. 257. As penalidades serão impostas ao Art. 258. As infrações punidas com multa
condutor, ao proprietário do veículo, ao embarcador classificam-se, de acordo com sua gravidade, em
e ao transportador, salvo os casos de quatro categorias:
descumprimento de obrigações e deveres impostos I - infração de natureza gravíssima, punida com
a pessoas físicas ou jurídicas expressamente multa de valor correspondente a 180 (cento e
mencionados neste Código. oitenta) UFIR;
§ 1º Aos proprietários e condutores de veículos II - infração de natureza grave, punida com
serão impostas concomitantemente as penalidades multa de valor correspondente a 120 (cento e vinte)
de que trata este Código toda vez que houver UFIR;
responsabilidade solidária em infração dos preceitos III - infração de natureza média, punida com
que lhes couber observar, respondendo cada um de multa de valor correspondente a 80 (oitenta) UFIR;
per si pela falta em comum que lhes for atribuída. IV - infração de natureza leve, punida com
§ 2º Ao proprietário caberá sempre a multa de valor correspondente a 50 (cinqüenta)
responsabilidade pela infração referente à prévia UFIR.
regularização e preenchimento das formalidades e § 1º Os valores das multas serão corrigidos no
condições exigidas para o trânsito do veículo na via primeiro dia útil de cada mês pela variação da UFIR
terrestre, conservação e inalterabilidade de suas ou outro índice legal de correção dos débitos fiscais.
características, componentes, agregados, § 2º Quando se tratar de multa agravada, o
habilitação legal e compatível de seus condutores, fator multiplicador ou índice adicional específico é o
quando esta for exigida, e outras disposições que previsto neste Código.
deva observar. § 3º (VETADO)

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§ 4º (VETADO) Art. 262. O veículo apreendido em decorrência


Art. 259. A cada infração cometida são de penalidade aplicada será recolhido ao depósito e
computados os seguintes números de pontos: nele permanecerá sob custódia e responsabilidade
I - gravíssima - sete pontos; do órgão ou entidade apreendedora, com ônus para
II - grave - cinco pontos; o seu proprietário, pelo prazo de até trinta dias,
III - média - quatro pontos; conforme critério a ser estabelecido pelo CONTRAN.
IV - leve - três pontos. § 1º No caso de infração em que seja aplicável
§ 1º (VETADO) a penalidade de apreensão do veículo, o agente de
§ 2º (VETADO) trânsito deverá, desde logo, adotar a medida
o
§ 3 (VETADO). (Incluído pela Lei nº 12.619, de administrativa de recolhimento do Certificado de
2012) (Vigência) Licenciamento Anual.
Art. 260. As multas serão impostas e § 2º A restituição dos veículos apreendidos só
arrecadadas pelo órgão ou entidade de trânsito com ocorrerá mediante o prévio pagamento das multas
circunscrição sobre a via onde haja ocorrido a impostas, taxas e despesas com remoção e estada,
infração, de acordo com a competência estabelecida além de outros encargos previstos na legislação
neste Código. específica.
§ 1º As multas decorrentes de infração § 3º A retirada dos veículos apreendidos é
cometida em unidade da Federação diversa da do condicionada, ainda, ao reparo de qualquer
licenciamento do veículo serão arrecadadas e componente ou equipamento obrigatório que não
compensadas na forma estabelecida pelo esteja em perfeito estado de funcionamento.
CONTRAN. § 4º Se o reparo referido no parágrafo anterior
§ 2º As multas decorrentes de infração demandar providência que não possa ser tomada no
cometida em unidade da Federação diversa daquela depósito, a autoridade responsável pela apreensão
do licenciamento do veículo poderão ser liberará o veículo para reparo, mediante autorização,
comunicadas ao órgão ou entidade responsável pelo assinando prazo para a sua reapresentação e
seu licenciamento, que providenciará a notificação. vistoria.
§ 3º (Revogado pela Lei nº 9.602, de 1998) § 5o O recolhimento ao depósito, bem como a
§ 4º Quando a infração for cometida com sua manutenção, ocorrerá por serviço público
veículo licenciado no exterior, em trânsito no executado diretamente ou contratado por licitação
território nacional, a multa respectiva deverá ser pública pelo critério de menor preço. (Incluído
paga antes de sua saída do País, respeitado o pela Lei nº 12.760, de 2012)
princípio de reciprocidade. Art. 263. A cassação do documento de
Art. 261. A penalidade de suspensão do direito habilitação dar-se-á:
de dirigir será aplicada, nos casos previstos neste I - quando, suspenso o direito de dirigir, o
Código, pelo prazo mínimo de um mês até o máximo infrator conduzir qualquer veículo;
de um ano e, no caso de reincidência no período de II - no caso de reincidência, no prazo de doze
doze meses, pelo prazo mínimo de seis meses até o meses, das infrações previstas no inciso III do art.
máximo de dois anos, segundo critérios 162 e nos arts. 163, 164, 165, 173, 174 e 175;
estabelecidos pelo CONTRAN. III - quando condenado judicialmente por delito
§ 1o Além dos casos previstos em outros de trânsito, observado o disposto no art. 160.
artigos deste Código e excetuados aqueles § 1º Constatada, em processo administrativo, a
especificados no art. 263, a suspensão do direito de irregularidade na expedição do documento de
dirigir será aplicada quando o infrator atingir, no habilitação, a autoridade expedidora promoverá o
período de 12 (doze) meses, a contagem de 20 seu cancelamento.
(vinte) pontos, conforme pontuação indicada no art. § 2º Decorridos dois anos da cassação da
259. (Redação dada pela Lei nº 12.547, de 2011) Carteira Nacional de Habilitação, o infrator poderá
§ 2º Quando ocorrer a suspensão do direito de requerer sua reabilitação, submetendo-se a todos os
dirigir, a Carteira Nacional de Habilitação será exames necessários à habilitação, na forma
devolvida a seu titular imediatamente após cumprida estabelecida pelo CONTRAN.
a penalidade e o curso de reciclagem. Art. 264. (VETADO)
§ 3o A imposição da penalidade de suspensão Art. 265. As penalidades de suspensão do
do direito de dirigir elimina os 20 (vinte) pontos direito de dirigir e de cassação do documento de
computados para fins de contagem subsequente. habilitação serão aplicadas por decisão
(Incluído pela Lei nº 12.547, de 2011) fundamentada da autoridade de trânsito
§ 4o (VETADO). (Incluído pela Lei nº 12.619, de competente, em processo administrativo,
2012) (Vigência) assegurado ao infrator amplo direito de defesa.

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Art. 266. Quando o infrator cometer, circulação, restituindo-os aos seus proprietários,
simultaneamente, duas ou mais infrações, ser-lhe-ão após o pagamento de multas e encargos devidos.
aplicadas, cumulativamente, as respectivas XI - realização de exames de aptidão física,
penalidades. mental, de legislação, de prática de primeiros
Art. 267. Poderá ser imposta a penalidade de socorros e de direção veicular. (Incluído pela Lei nº
advertência por escrito à infração de natureza leve 9.602, de 1998)
ou média, passível de ser punida com multa, não § 1º A ordem, o consentimento, a fiscalização,
sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos as medidas administrativas e coercitivas adotadas
últimos doze meses, quando a autoridade, pelas autoridades de trânsito e seus agentes terão
considerando o prontuário do infrator, entender esta por objetivo prioritário a proteção à vida e à
providência como mais educativa. incolumidade física da pessoa.
§ 1º A aplicação da advertência por escrito não § 2º As medidas administrativas previstas neste
elide o acréscimo do valor da multa prevista no § 3º artigo não elidem a aplicação das penalidades
do art. 258, imposta por infração posteriormente impostas por infrações estabelecidas neste Código,
cometida. possuindo caráter complementar a estas.
§ 2º O disposto neste artigo aplica-se § 3º São documentos de habilitação a Carteira
igualmente aos pedestres, podendo a multa ser Nacional de Habilitação e a Permissão para Dirigir.
transformada na participação do infrator em cursos § 4º Aplica-se aos animais recolhidos na forma
de segurança viária, a critério da autoridade de do inciso X o disposto nos arts. 271 e 328, no que
trânsito. couber.
Art. 268. O infrator será submetido a curso de Art. 270. O veículo poderá ser retido nos casos
reciclagem, na forma estabelecida pelo CONTRAN: expressos neste Código.
I - quando, sendo contumaz, for necessário à § 1º Quando a irregularidade puder ser sanada
sua reeducação; no local da infração, o veículo será liberado tão logo
II - quando suspenso do direito de dirigir; seja regularizada a situação.
III - quando se envolver em acidente grave para § 2º Não sendo possível sanar a falha no local
o qual haja contribuído, independentemente de da infração, o veículo poderá ser retirado por
processo judicial; condutor regularmente habilitado, mediante
IV - quando condenado judicialmente por delito recolhimento do Certificado de Licenciamento Anual,
de trânsito; contra recibo, assinalando-se ao condutor prazo
V - a qualquer tempo, se for constatado que o para sua regularização, para o que se considerará,
condutor está colocando em risco a segurança do desde logo, notificado.
trânsito; § 3º O Certificado de Licenciamento Anual será
VI - em outras situações a serem definidas pelo devolvido ao condutor no órgão ou entidade
CONTRAN. aplicadores das medidas administrativas, tão logo o
CAPÍTULO XVII veículo seja apresentado à autoridade devidamente
DAS MEDIDAS ADMINISTRATIVAS regularizado.
Art. 269. A autoridade de trânsito ou seus § 4º Não se apresentando condutor habilitado
agentes, na esfera das competências estabelecidas no local da infração, o veículo será recolhido ao
neste Código e dentro de sua circunscrição, deverá depósito, aplicando-se neste caso o disposto nos
adotar as seguintes medidas administrativas: parágrafos do art. 262.
I - retenção do veículo; § 5º A critério do agente, não se dará a
II - remoção do veículo; retenção imediata, quando se tratar de veículo de
III - recolhimento da Carteira Nacional de transporte coletivo transportando passageiros ou
Habilitação; veículo transportando produto perigoso ou perecível,
IV - recolhimento da Permissão para Dirigir; desde que ofereça condições de segurança para
V - recolhimento do Certificado de Registro; circulação em via pública.
VI - recolhimento do Certificado de Art. 271. O veículo será removido, nos casos
Licenciamento Anual; previstos neste Código, para o depósito fixado pelo
VII - (VETADO) órgão ou entidade competente, com circunscrição
VIII - transbordo do excesso de carga; sobre a via.
IX - realização de teste de dosagem de Parágrafo único. A restituição dos veículos
alcoolemia ou perícia de substância entorpecente ou removidos só ocorrerá mediante o pagamento das
que determine dependência física ou psíquica; multas, taxas e despesas com remoção e estada,
X - recolhimento de animais que se encontrem além de outros encargos previstos na legislação
soltos nas vias e na faixa de domínio das vias de específica.

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Art. 272. O recolhimento da Carteira Nacional provas em direito admitidas. (Redação dada
de Habilitação e da Permissão para Dirigir dar-se-á pela Lei nº 12.760, de 2012)
mediante recibo, além dos casos previstos neste § 3o Serão aplicadas as penalidades e
Código, quando houver suspeita de sua medidas administrativas estabelecidas no art. 165
inautenticidade ou adulteração. deste Código ao condutor que se recusar a se
Art. 273. O recolhimento do Certificado de submeter a qualquer dos procedimentos previstos
Registro dar-se-á mediante recibo, além dos casos no caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11.705,
previstos neste Código, quando: de 2008)
I - houver suspeita de inautenticidade ou Art. 278. Ao condutor que se evadir da
adulteração; fiscalização, não submetendo veículo à pesagem
II - se, alienado o veículo, não for transferida obrigatória nos pontos de pesagem, fixos ou móveis,
sua propriedade no prazo de trinta dias. será aplicada a penalidade prevista no art. 209,
Art. 274. O recolhimento do Certificado de além da obrigação de retornar ao ponto de evasão
Licenciamento Anual dar-se-á mediante recibo, além para fim de pesagem obrigatória.
dos casos previstos neste Código, quando: Parágrafo único. No caso de fuga do condutor
I - houver suspeita de inautenticidade ou à ação policial, a apreensão do veículo dar-se-á tão
adulteração; logo seja localizado, aplicando-se, além das
II - se o prazo de licenciamento estiver vencido; penalidades em que incorre, as estabelecidas no art.
III - no caso de retenção do veículo, se a 210.
irregularidade não puder ser sanada no local. Art. 279. Em caso de acidente com vítima,
Art. 275. O transbordo da carga com peso envolvendo veículo equipado com registrador
excedente é condição para que o veículo possa instantâneo de velocidade e tempo, somente o
prosseguir viagem e será efetuado às expensas do perito oficial encarregado do levantamento pericial
proprietário do veículo, sem prejuízo da multa poderá retirar o disco ou unidade armazenadora do
aplicável. registro.
Parágrafo único. Não sendo possível desde CAPÍTULO XVIII
logo atender ao disposto neste artigo, o veículo será DO PROCESSO ADMINISTRATIVO
recolhido ao depósito, sendo liberado após sanada a Seção I
irregularidade e pagas as despesas de remoção e Da Autuação
estada. Art. 280. Ocorrendo infração prevista na
Art. 276. Qualquer concentração de álcool por litro legislação de trânsito, lavrar-se-á auto de infração,
de sangue ou por litro de ar alveolar sujeita o do qual constará:
condutor às penalidades previstas no art. I - tipificação da infração;
165. (Redação dada pela Lei nº 12.760, de II - local, data e hora do cometimento da
2012) infração;
Parágrafo único. O Contran disciplinará as margens III - caracteres da placa de identificação do
de tolerância quando a infração for apurada por veículo, sua marca e espécie, e outros elementos
meio de aparelho de medição, observada a julgados necessários à sua identificação;
legislação metrológica. (Redação dada pela IV - o prontuário do condutor, sempre que
Lei nº 12.760, de 2012) possível;
Art. 277. O condutor de veículo automotor envolvido V - identificação do órgão ou entidade e da
em acidente de trânsito ou que for alvo de autoridade ou agente autuador ou equipamento que
fiscalização de trânsito poderá ser submetido a comprovar a infração;
teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento VI - assinatura do infrator, sempre que possível,
que, por meios técnicos ou científicos, na forma valendo esta como notificação do cometimento da
disciplinada pelo Contran, permita certificar infração.
influência de álcool ou outra substância psicoativa § 1º (VETADO)
que determine dependência. (Redação dada § 2º A infração deverá ser comprovada por
pela Lei nº 12.760, de 2012) declaração da autoridade ou do agente da
§ 1o (Revogado). (Redação dada pela Lei nº autoridade de trânsito, por aparelho eletrônico ou
12.760, de 2012) por equipamento audiovisual, reações químicas ou
§ 2o A infração prevista no art. 165 também poderá qualquer outro meio tecnologicamente disponível,
ser caracterizada mediante imagem, vídeo, previamente regulamentado pelo CONTRAN.
constatação de sinais que indiquem, na forma § 3º Não sendo possível a autuação em
disciplinada pelo Contran, alteração da capacidade flagrante, o agente de trânsito relatará o fato à
psicomotora ou produção de quaisquer outras autoridade no próprio auto de infração, informando

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os dados a respeito do veículo, além dos constantes atualizado à data do pagamento, pelo mesmo
nos incisos I, II e III, para o procedimento previsto no número de UFIR fixado no art. 258.
artigo seguinte. Art. 285. O recurso previsto no art. 283 será
§ 4º O agente da autoridade de trânsito interposto perante a autoridade que impôs a
competente para lavrar o auto de infração poderá penalidade, a qual remetê-lo-á à JARI, que deverá
ser servidor civil, estatutário ou celetista ou, ainda, julgá-lo em até trinta dias.
policial militar designado pela autoridade de trânsito § 1º O recurso não terá efeito suspensivo.
com jurisdição sobre a via no âmbito de sua § 2º A autoridade que impôs a penalidade
competência. remeterá o recurso ao órgão julgador, dentro dos
Seção II dez dias úteis subseqüentes à sua apresentação, e,
Do Julgamento das Autuações e Penalidades se o entender intempestivo, assinalará o fato no
Art. 281. A autoridade de trânsito, na esfera da despacho de encaminhamento.
competência estabelecida neste Código e dentro de § 3º Se, por motivo de força maior, o recurso
sua circunscrição, julgará a consistência do auto de não for julgado dentro do prazo previsto neste artigo,
infração e aplicará a penalidade cabível. a autoridade que impôs a penalidade, de ofício, ou
Parágrafo único. O auto de infração será por solicitação do recorrente, poderá conceder-lhe
arquivado e seu registro julgado insubsistente: efeito suspensivo.
I - se considerado inconsistente ou irregular; Art. 286. O recurso contra a imposição de multa
II - se, no prazo máximo de trinta dias, não for poderá ser interposto no prazo legal, sem o
expedida a notificação da autuação. (Redação dada recolhimento do seu valor.
pela Lei nº 9.602, de 1998) § 1º No caso de não provimento do recurso,
Art. 282. Aplicada a penalidade, será expedida aplicar-se-á o estabelecido no parágrafo único do
notificação ao proprietário do veículo ou ao infrator, art. 284.
por remessa postal ou por qualquer outro meio § 2º Se o infrator recolher o valor da multa e
tecnológico hábil, que assegure a ciência da apresentar recurso, se julgada improcedente a
imposição da penalidade. penalidade, ser-lhe-á devolvida a importância paga,
§ 1º A notificação devolvida por desatualização atualizada em UFIR ou por índice legal de correção
do endereço do proprietário do veículo será dos débitos fiscais.
considerada válida para todos os efeitos. Art. 287. Se a infração for cometida em
§ 2º A notificação a pessoal de missões localidade diversa daquela do licenciamento do
diplomáticas, de repartições consulares de carreira e veículo, o recurso poderá ser apresentado junto ao
de representações de organismos internacionais e órgão ou entidade de trânsito da residência ou
de seus integrantes será remetida ao Ministério das domicílio do infrator.
Relações Exteriores para as providências cabíveis e Parágrafo único. A autoridade de trânsito que
cobrança dos valores, no caso de multa. receber o recurso deverá remetê-lo, de pronto, à
§ 3º Sempre que a penalidade de multa for autoridade que impôs a penalidade acompanhado
imposta a condutor, à exceção daquela de que trata das cópias dos prontuários necessários ao
o § 1º do art. 259, a notificação será encaminhada julgamento.
ao proprietário do veículo, responsável pelo seu Art. 288. Das decisões da JARI cabe recurso a
pagamento. ser interposto, na forma do artigo seguinte, no prazo
§ 4º Da notificação deverá constar a data do de trinta dias contado da publicação ou da
término do prazo para apresentação de recurso pelo notificação da decisão.
responsável pela infração, que não será inferior a § 1º O recurso será interposto, da decisão do
trinta dias contados da data da notificação da não provimento, pelo responsável pela infração, e
penalidade. (Incluído pela Lei nº 9.602, de 1998) da decisão de provimento, pela autoridade que
§ 5º No caso de penalidade de multa, a data impôs a penalidade.
estabelecida no parágrafo anterior será a data para § 2º (Revogado pela Lei nº 12.249, de 2010)
o recolhimento de seu valor. (Incluído pela Lei nº Art. 289. O recurso de que trata o artigo
9.602, de 1998) anterior será apreciado no prazo de trinta dias:
Art. 283. (VETADO) I - tratando-se de penalidade imposta pelo
Art. 284. O pagamento da multa poderá ser órgão ou entidade de trânsito da União:
efetuado até a data do vencimento expressa na a) em caso de suspensão do direito de dirigir
notificação, por oitenta por cento do seu valor. por mais de seis meses, cassação do documento de
Parágrafo único. Não ocorrendo o pagamento habilitação ou penalidade por infrações gravíssimas,
da multa no prazo estabelecido, seu valor será pelo CONTRAN;

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b) nos demais casos, por colegiado especial para dirigir veículo automotor, tem a duração de dois
integrado pelo Coordenador-Geral da JARI, pelo meses a cinco anos.
Presidente da Junta que apreciou o recurso e por § 1º Transitada em julgado a sentença
mais um Presidente de Junta; condenatória, o réu será intimado a entregar à
II - tratando-se de penalidade imposta por autoridade judiciária, em quarenta e oito horas, a
órgão ou entidade de trânsito estadual, municipal ou Permissão para Dirigir ou a Carteira de Habilitação.
do Distrito Federal, pelos CETRAN E § 2º A penalidade de suspensão ou de
CONTRANDIFE, respectivamente. proibição de se obter a permissão ou a habilitação
Parágrafo único. No caso da alínea b do inciso para dirigir veículo automotor não se inicia enquanto
I, quando houver apenas uma JARI, o recurso será o sentenciado, por efeito de condenação penal,
julgado por seus próprios membros. estiver recolhido a estabelecimento prisional.
Art. 290. A apreciação do recurso previsto no Art. 294. Em qualquer fase da investigação ou
art. 288 encerra a instância administrativa de da ação penal, havendo necessidade para a
julgamento de infrações e penalidades. garantia da ordem pública, poderá o juiz, como
Parágrafo único. Esgotados os recursos, as medida cautelar, de ofício, ou a requerimento do
penalidades aplicadas nos termos deste Código Ministério Público ou ainda mediante representação
serão cadastradas no RENACH. da autoridade policial, decretar, em decisão
CAPÍTULO XIX motivada, a suspensão da permissão ou da
DOS CRIMES DE TRÂNSITO habilitação para dirigir veículo automotor, ou a
Seção I proibição de sua obtenção.
Disposições Gerais Parágrafo único. Da decisão que decretar a
Art. 291. Aos crimes cometidos na direção de suspensão ou a medida cautelar, ou da que indeferir
veículos automotores, previstos neste Código, o requerimento do Ministério Público, caberá recurso
aplicam-se as normas gerais do Código Penal e do em sentido estrito, sem efeito suspensivo.
Código de Processo Penal, se este Capítulo não Art. 295. A suspensão para dirigir veículo
dispuser de modo diverso, bem como a Lei nº 9.099, automotor ou a proibição de se obter a permissão ou
de 26 de setembro de 1995, no que couber. a habilitação será sempre comunicada pela
§ 1o Aplica-se aos crimes de trânsito de lesão autoridade judiciária ao Conselho Nacional de
corporal culposa o disposto nos arts. 74, 76 e 88 da Trânsito - CONTRAN, e ao órgão de trânsito do
Lei no 9.099, de 26 de setembro de 1995, exceto se Estado em que o indiciado ou réu for domiciliado ou
o agente estiver: (Renumerado do parágrafo único residente.
pela Lei nº 11.705, de 2008) Art. 296. Se o réu for reincidente na prática de
I - sob a influência de álcool ou qualquer outra crime previsto neste Código, o juiz aplicará a
substância psicoativa que determine penalidade de suspensão da permissão ou
dependência; (Incluído pela Lei nº 11.705, de 2008) habilitação para dirigir veículo automotor, sem
II - participando, em via pública, de corrida, prejuízo das demais sanções penais cabíveis.
disputa ou competição automobilística, de exibição (Redação dada pela Lei nº 11.705, de 2008)
ou demonstração de perícia em manobra de veículo Art. 297. A penalidade de multa reparatória
automotor, não autorizada pela autoridade consiste no pagamento, mediante depósito judicial
competente; (Incluído pela Lei nº 11.705, de 2008) em favor da vítima, ou seus sucessores, de quantia
III - transitando em velocidade superior à calculada com base no disposto no § 1º do art. 49
máxima permitida para a via em 50 km/h (cinqüenta do Código Penal, sempre que houver prejuízo
quilômetros por hora). (Incluído pela Lei nº 11.705, material resultante do crime.
de 2008) § 1º A multa reparatória não poderá ser
§ 2o Nas hipóteses previstas no § 1o deste superior ao valor do prejuízo demonstrado no
artigo, deverá ser instaurado inquérito policial para a processo.
investigação da infração penal. (Incluído pela Lei nº § 2º Aplica-se à multa reparatória o disposto
11.705, de 2008) nos arts. 50 a 52 do Código Penal.
Art. 292. A suspensão ou a proibição de se § 3º Na indenização civil do dano, o valor da
obter a permissão ou a habilitação para dirigir multa reparatória será descontado.
veículo automotor pode ser imposta como Art. 298. São circunstâncias que sempre
penalidade principal, isolada ou cumulativamente agravam as penalidades dos crimes de trânsito ter o
com outras penalidades. condutor do veículo cometido a infração:
Art. 293. A penalidade de suspensão ou de I - com dano potencial para duas ou mais
proibição de se obter a permissão ou a habilitação, pessoas ou com grande risco de grave dano
patrimonial a terceiros;

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II - utilizando o veículo sem placas, com placas Penas - detenção, de seis meses a um ano, ou
falsas ou adulteradas; multa, se o fato não constituir elemento de crime
III - sem possuir Permissão para Dirigir ou mais grave.
Carteira de Habilitação; Parágrafo único. Incide nas penas previstas
IV - com Permissão para Dirigir ou Carteira de neste artigo o condutor do veículo, ainda que a sua
Habilitação de categoria diferente da do veículo; omissão seja suprida por terceiros ou que se trate
V - quando a sua profissão ou atividade exigir de vítima com morte instantânea ou com ferimentos
cuidados especiais com o transporte de passageiros leves.
ou de carga; Art. 305. Afastar-se o condutor do veículo do
VI - utilizando veículo em que tenham sido local do acidente, para fugir à responsabilidade
adulterados equipamentos ou características que penal ou civil que lhe possa ser atribuída:
afetem a sua segurança ou o seu funcionamento de Penas - detenção, de seis meses a um ano, ou
acordo com os limites de velocidade prescritos nas multa.
especificações do fabricante; Art. 306. Conduzir veículo automotor com
VII - sobre faixa de trânsito temporária ou capacidade psicomotora alterada em razão da
permanentemente destinada a pedestres. influência de álcool ou de outra substância
Art. 299. (VETADO) psicoativa que determine
Art. 300. (VETADO) dependência: (Redação dada pela Lei nº
Art. 301. Ao condutor de veículo, nos casos de 12.760, de 2012)
acidentes de trânsito de que resulte vítima, não se Penas - detenção, de seis meses a três anos,
imporá a prisão em flagrante, nem se exigirá fiança, multa e suspensão ou proibição de se obter a
se prestar pronto e integral socorro àquela. permissão ou a habilitação para dirigir veículo
Seção II automotor.
Dos Crimes em Espécie § 1o As condutas previstas no caput serão
Art. 302. Praticar homicídio culposo na direção constatadas por: (Incluído pela Lei nº 12.760,
de veículo automotor: de 2012)
Penas - detenção, de dois a quatro anos, e I - concentração igual ou superior a 6 decigramas de
suspensão ou proibição de se obter a permissão ou álcool por litro de sangue ou igual ou superior a 0,3
a habilitação para dirigir veículo automotor. miligrama de álcool por litro de ar alveolar;
Parágrafo único. No homicídio culposo ou (Incluído pela Lei nº 12.760, de 2012)
cometido na direção de veículo automotor, a pena é II - sinais que indiquem, na forma disciplinada pelo
aumentada de um terço à metade, se o agente: Contran, alteração da capacidade
I - não possuir Permissão para Dirigir ou psicomotora. (Incluído pela Lei nº 12.760, de
Carteira de Habilitação; 2012)
II - praticá-lo em faixa de pedestres ou na § 2o A verificação do disposto neste artigo poderá
calçada; ser obtida mediante teste de alcoolemia, exame
III - deixar de prestar socorro, quando possível clínico, perícia, vídeo, prova testemunhal ou outros
fazê-lo sem risco pessoal, à vítima do acidente; meios de prova em direito admitidos, observado o
IV - no exercício de sua profissão ou atividade, direito à contraprova. (Incluído pela Lei nº 12.760,
estiver conduzindo veículo de transporte de de 2012)
passageiros. § 3o O Contran disporá sobre a equivalência entre
V - (Revogado pela Lei nº 11.705, de 2008) os distintos testes de alcoolemia para efeito de
Art. 303. Praticar lesão corporal culposa na caracterização do crime tipificado neste
direção de veículo automotor: artigo. (Incluído pela Lei nº 12.760, de 2012)
Penas - detenção, de seis meses a dois anos e Art. 307. Violar a suspensão ou a proibição de
suspensão ou proibição de se obter a permissão ou se obter a permissão ou a habilitação para dirigir
a habilitação para dirigir veículo automotor. veículo automotor imposta com fundamento neste
Parágrafo único. Aumenta-se a pena de um Código:
terço à metade, se ocorrer qualquer das hipóteses Penas - detenção, de seis meses a um ano e
do parágrafo único do artigo anterior. multa, com nova imposição adicional de idêntico
Art. 304. Deixar o condutor do veículo, na prazo de suspensão ou de proibição.
ocasião do acidente, de prestar imediato socorro à Parágrafo único. Nas mesmas penas incorre o
vítima, ou, não podendo fazê-lo diretamente, por condenado que deixa de entregar, no prazo
justa causa, deixar de solicitar auxílio da autoridade estabelecido no § 1º do art. 293, a Permissão para
pública: Dirigir ou a Carteira de Habilitação.

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Art. 308. Participar, na direção de veículo diminuir o número de acidentes e a assegurar a


automotor, em via pública, de corrida, disputa ou proteção de pedestres.
competição automobilística não autorizada pela Parágrafo único. As resoluções do CONTRAN,
autoridade competente, desde que resulte dano existentes até a data de publicação deste Código,
potencial à incolumidade pública ou privada: continuam em vigor naquilo em que não conflitem
Penas - detenção, de seis meses a dois anos, com ele.
multa e suspensão ou proibição de se obter a Art. 315. O Ministério da Educação e do
permissão ou a habilitação para dirigir veículo Desporto, mediante proposta do CONTRAN, deverá,
automotor. no prazo de duzentos e quarenta dias contado da
Art. 309. Dirigir veículo automotor, em via publicação, estabelecer o currículo com conteúdo
pública, sem a devida Permissão para Dirigir ou programático relativo à segurança e à educação de
Habilitação ou, ainda, se cassado o direito de dirigir, trânsito, a fim de atender o disposto neste Código.
gerando perigo de dano: Art. 316. O prazo de notificação previsto no
Penas - detenção, de seis meses a um ano, ou inciso II do parágrafo único do art. 281 só entrará
multa. em vigor após duzentos e quarenta dias contados
Art. 310. Permitir, confiar ou entregar a direção da publicação desta Lei.
de veículo automotor a pessoa não habilitada, com Art. 317. Os órgãos e entidades de trânsito
habilitação cassada ou com o direito de dirigir concederão prazo de até um ano para a adaptação
suspenso, ou, ainda, a quem, por seu estado de dos veículos de condução de escolares e de
saúde, física ou mental, ou por embriaguez, não aprendizagem às normas do inciso III do art. 136 e
esteja em condições de conduzi-lo com segurança: art. 154, respectivamente.
Penas - detenção, de seis meses a um ano, ou Art. 318. (VETADO)
multa. Art. 319. Enquanto não forem baixadas novas
Art. 310-A. (VETADO) (Incluído pela Lei nº 12.619, normas pelo CONTRAN, continua em vigor o
de 2012) (Vigência) disposto no art. 92 do Regulamento do Código
Art. 311. Trafegar em velocidade incompatível Nacional de Trânsito - Decreto nº 62.127, de 16 de
com a segurança nas proximidades de escolas, janeiro de 1968.
hospitais, estações de embarque e desembarque de Art. 320. A receita arrecadada com a cobrança
passageiros, logradouros estreitos, ou onde haja das multas de trânsito será aplicada,
grande movimentação ou concentração de pessoas, exclusivamente, em sinalização, engenharia de
gerando perigo de dano: tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e
Penas - detenção, de seis meses a um ano, ou educação de trânsito.
multa. Parágrafo único. O percentual de cinco por
Art. 312. Inovar artificiosamente, em caso de cento do valor das multas de trânsito arrecadadas
acidente automobilístico com vítima, na pendência será depositado, mensalmente, na conta de fundo
do respectivo procedimento policial preparatório, de âmbito nacional destinado à segurança e
inquérito policial ou processo penal, o estado de educação de trânsito.
lugar, de coisa ou de pessoa, a fim de induzir a erro Art. 321. (VETADO)
o agente policial, o perito, ou juiz: Art. 322. (VETADO)
Penas - detenção, de seis meses a um ano, ou Art. 323. O CONTRAN, em cento e oitenta dias,
multa. fixará a metodologia de aferição de peso de
Parágrafo único. Aplica-se o disposto neste veículos, estabelecendo percentuais de tolerância,
artigo, ainda que não iniciados, quando da inovação, sendo durante este período suspensa a vigência das
o procedimento preparatório, o inquérito ou o penalidades previstas no inciso V do art. 231,
processo aos quais se refere. aplicando-se a penalidade de vinte UFIR por
CAPÍTULO XX duzentos quilogramas ou fração de excesso.
DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Parágrafo único. Os limites de tolerância a que
Art. 313. O Poder Executivo promoverá a se refere este artigo, até a sua fixação pelo
nomeação dos membros do CONTRAN no prazo de CONTRAN, são aqueles estabelecidos pela Lei nº
sessenta dias da publicação deste Código. 7.408, de 25 de novembro de 1985.
Art. 314. O CONTRAN tem o prazo de Art. 324. (VETADO)
duzentos e quarenta dias a partir da publicação Art. 325. As repartições de trânsito conservarão
deste Código para expedir as resoluções por cinco anos os documentos relativos à habilitação
necessárias à sua melhor execução, bem como de condutores e ao registro e licenciamento de
revisar todas as resoluções anteriores à sua veículos, podendo ser microfilmados ou
publicação, dando prioridade àquelas que visam a

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armazenados em meio magnético ou óptico para ão no mesmo dia em que se verificarem


todos os efeitos legais. assinaladas, inclusive, as horas a elas
Art. 326. A Semana Nacional de Trânsito será correspondentes, podendo os veículos irregulares lá
comemorada anualmente no período compreendido encontrados ou suas sucatas ser apreendidos ou
entre 18 e 25 de setembro. retidos para sua completa regularização.
Art. 327. A partir da publicação deste Código, § 4º As autoridades de trânsito e as
somente poderão ser fabricados e licenciados autoridades policiais terão acesso aos livros sempre
veículos que obedeçam aos limites de peso e que o solicitarem, não podendo, entretanto, retirá-los
dimensões fixados na forma desta Lei, ressalvados do estabelecimento.
os que vierem a ser regulamentados pelo § 5º A falta de escrituração dos livros, o atraso,
CONTRAN. a fraude ao realizá-lo e a recusa de sua exibição
Parágrafo único. (VETADO) serão punidas com a multa prevista para as
Art. 328. Os veículos apreendidos ou infrações gravíssimas, independente das demais
removidos a qualquer título e os animais não cominações legais cabíveis.
reclamados por seus proprietários, dentro do prazo Art. 331. Até a nomeação e posse dos
de noventa dias, serão levados à hasta pública, membros que passarão a integrar os colegiados
deduzindo-se, do valor arrecadado, o montante da destinados ao julgamento dos recursos
dívida relativa a multas, tributos e encargos legais, e administrativos previstos na Seção II do Capítulo
o restante, se houver, depositado à conta do ex- XVIII deste Código, o julgamento dos recursos ficará
proprietário, na forma da lei. a cargo dos órgãos ora existentes.
Art. 329. Os condutores dos veículos de que Art. 332. Os órgãos e entidades integrantes do
tratam os arts. 135 e 136, para exercerem suas Sistema Nacional de Trânsito proporcionarão aos
atividades, deverão apresentar, previamente, membros do CONTRAN, CETRAN e
certidão negativa do registro de distribuição criminal CONTRANDIFE, em serviço, todas as facilidades
relativamente aos crimes de homicídio, roubo, para o cumprimento de sua missão, fornecendo-lhes
estupro e corrupção de menores, renovável a cada as informações que solicitarem, permitindo-lhes
cinco anos, junto ao órgão responsável pela inspecionar a execução de quaisquer serviços e
respectiva concessão ou autorização. deverão atender prontamente suas requisições.
Art. 330. Os estabelecimentos onde se Art. 333. O CONTRAN estabelecerá, em até
executem reformas ou recuperação de veículos e os cento e vinte dias após a nomeação de seus
que comprem, vendam ou desmontem veículos, membros, as disposições previstas nos arts. 91 e
usados ou não, são obrigados a possuir livros de 92, que terão de ser atendidas pelos órgãos e
registro de seu movimento de entrada e saída e de entidades executivos de trânsito e executivos
uso de placas de experiência, conforme modelos rodoviários para exercerem suas competências.
aprovados e rubricados pelos órgãos de trânsito. § 1º Os órgãos e entidades de trânsito já
§ 1º Os livros indicarão: existentes terão prazo de um ano, após a edição
I - data de entrada do veículo no das normas, para se adequarem às novas
estabelecimento; disposições estabelecidas pelo CONTRAN,
II - nome, endereço e identidade do proprietário conforme disposto neste artigo.
ou vendedor; § 2º Os órgãos e entidades de trânsito a serem
III - data da saída ou baixa, nos casos de criados exercerão as competências previstas neste
desmontagem; Código em cumprimento às exigências
IV - nome, endereço e identidade do estabelecidas pelo CONTRAN, conforme disposto
comprador; neste artigo, acompanhados pelo respectivo
V - características do veículo constantes do seu CETRAN, se órgão ou entidade municipal, ou
certificado de registro; CONTRAN, se órgão ou entidade estadual, do
VI - número da placa de experiência. Distrito Federal ou da União, passando a integrar o
§ 2º Os livros terão suas páginas numeradas Sistema Nacional de Trânsito.
tipograficamente e serão encadernados ou em Art. 334. As ondulações transversais existentes
folhas soltas, sendo que, no primeiro caso, conterão deverão ser homologadas pelo órgão ou entidade
termo de abertura e encerramento lavrados pelo competente no prazo de um ano, a partir da
proprietário e rubricados pela repartição de trânsito, publicação deste Código, devendo ser retiradas em
enquanto, no segundo, todas as folhas serão caso contrário.
autenticadas pela repartição de trânsito. Art. 335. (VETADO)
§ 3º A entrada e a saída de veículos nos Art. 336. Aplicam-se os sinais de trânsito
estabelecimentos referidos neste artigo registrar-se- previstos no Anexo II até a aprovação pelo

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CONTRAN, no prazo de trezentos e sessenta dias atividades de fiscalização, operação, policiamento


da publicação desta Lei, após a manifestação da ostensivo de trânsito ou patrulhamento.
Câmara Temática de Engenharia, de Vias e AR ALVEOLAR - ar expirado pela boca de um
Veículos e obedecidos os padrões internacionais. indivíduo, originário dos alvéolos
Art. 337. Os CETRAN terão suporte técnico e pulmonares. (Incluído pela Lei nº 12.760, de
financeiro dos Estados e Municípios que os 2012)
compõem e, o CONTRANDIFE, do Distrito Federal. AUTOMÓVEL - veículo automotor destinado ao
Art. 338. As montadoras, encarroçadoras, os transporte de passageiros, com capacidade para até
importadores e fabricantes, ao comerciarem veículos oito pessoas, exclusive o condutor.
automotores de qualquer categoria e ciclos, são AUTORIDADE DE TRÂNSITO - dirigente
obrigados a fornecer, no ato da comercialização do máximo de órgão ou entidade executivo integrante
respectivo veículo, manual contendo normas de do Sistema Nacional de Trânsito ou pessoa por ele
circulação, infrações, penalidades, direção expressamente credenciada.
defensiva, primeiros socorros e Anexos do Código BALANÇO TRASEIRO - distância entre o plano
de Trânsito Brasileiro. vertical passando pelos centros das rodas traseiras
Art. 339. Fica o Poder Executivo autorizado a extremas e o ponto mais recuado do veículo,
abrir crédito especial no valor de R$ 264.954,00 considerando-se todos os elementos rigidamente
(duzentos e sessenta e quatro mil, novecentos e fixados ao mesmo.
cinqüenta e quatro reais), em favor do ministério ou BICICLETA - veículo de propulsão humana,
órgão a que couber a coordenação máxima do dotado de duas rodas, não sendo, para efeito deste
Sistema Nacional de Trânsito, para atender as Código, similar à motocicleta, motoneta e ciclomotor.
despesas decorrentes da implantação deste Código. BICICLETÁRIO - local, na via ou fora dela,
Art. 340. Este Código entra em vigor cento e destinado ao estacionamento de bicicletas.
vinte dias após a data de sua publicação. BONDE - veículo de propulsão elétrica que se
Art. 341. Ficam revogadas as Leis nºs 5.108, move sobre trilhos.
de 21 de setembro de 1966, 5.693, de 16 de agosto BORDO DA PISTA - margem da pista, podendo
de 1971, 5.820, de 10 de novembro de 1972, 6.124, ser demarcada por linhas longitudinais de bordo que
de 25 de outubro de 1974, 6.308, de 15 de delineiam a parte da via destinada à circulação de
dezembro de 1975, 6.369, de 27 de outubro de veículos.
1976, 6.731, de 4 de dezembro de 1979, 7.031, de CALÇADA - parte da via, normalmente
20 de setembro de 1982, 7.052, de 02 de dezembro segregada e em nível diferente, não destinada à
de 1982, 8.102, de 10 de dezembro de 1990, os circulação de veículos, reservada ao trânsito de
arts. 1º a 6º e 11 do Decreto-lei nº 237, de 28 de pedestres e, quando possível, à implantação de
fevereiro de 1967, e os Decretos-leis nºs 584, de 16 mobiliário urbano, sinalização, vegetação e outros
de maio de 1969, 912, de 2 de outubro de 1969, e fins.
2.448, de 21 de julho de 1988. CAMINHÃO-TRATOR - veículo automotor
Brasília, 23 de setembro de 1997; 176º da destinado a tracionar ou arrastar outro.
Independência e 109º da República. CAMINHONETE - veículo destinado ao
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO transporte de carga com peso bruto total de até três
Iris Rezende mil e quinhentos quilogramas.
Eliseu Padilha CAMIONETA - veículo misto destinado ao
Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de transporte de passageiros e carga no mesmo
24.9.1997. compartimento.
ANEXO I CANTEIRO CENTRAL - obstáculo físico
DOS CONCEITOS E DEFINIÇÕES construído como separador de duas pistas de
Para efeito deste Código adotam-se as rolamento, eventualmente substituído por marcas
seguintes definições: viárias (canteiro fictício).
ACOSTAMENTO - parte da via diferenciada da CAPACIDADE MÁXIMA DE TRAÇÃO - máximo
pista de rolamento destinada à parada ou peso que a unidade de tração é capaz de tracionar,
estacionamento de veículos, em caso de indicado pelo fabricante, baseado em condições
emergência, e à circulação de pedestres e bicicletas, sobre suas limitações de geração e multiplicação de
quando não houver local apropriado para esse fim. momento de força e resistência dos elementos que
AGENTE DA AUTORIDADE DE TRÂNSITO - compõem a transmissão.
pessoa, civil ou policial militar, credenciada pela CARREATA - deslocamento em fila na via de
autoridade de trânsito para o exercício das veículos automotores em sinal de regozijo, de
reivindicação, de protesto cívico ou de uma classe.

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CARRO DE MÃO - veículo de propulsão FOCO DE PEDESTRES - indicação luminosa


humana utilizado no transporte de pequenas cargas. de permissão ou impedimento de locomoção na
CARROÇA - veículo de tração animal faixa apropriada.
destinado ao transporte de carga. FREIO DE ESTACIONAMENTO - dispositivo
CATADIÓPTRICO - dispositivo de reflexão e destinado a manter o veículo imóvel na ausência do
refração da luz utilizado na sinalização de vias e condutor ou, no caso de um reboque, se este se
veículos (olho-de-gato). encontra desengatado.
CHARRETE - veículo de tração animal FREIO DE SEGURANÇA OU MOTOR -
destinado ao transporte de pessoas. dispositivo destinado a diminuir a marcha do veículo
CICLO - veículo de pelo menos duas rodas a no caso de falha do freio de serviço.
propulsão humana. FREIO DE SERVIÇO - dispositivo destinado a
CICLOFAIXA - parte da pista de rolamento provocar a diminuição da marcha do veículo ou
destinada à circulação exclusiva de ciclos, pará-lo.
delimitada por sinalização específica. GESTOS DE AGENTES - movimentos
CICLOMOTOR - veículo de duas ou três rodas, convencionais de braço, adotados exclusivamente
provido de um motor de combustão interna, cuja pelos agentes de autoridades de trânsito nas vias,
cilindrada não exceda a cinqüenta centímetros para orientar, indicar o direito de passagem dos
cúbicos (3,05 polegadas cúbicas) e cuja velocidade veículos ou pedestres ou emitir ordens, sobrepondo-
máxima de fabricação não exceda a cinqüenta se ou completando outra sinalização ou norma
quilômetros por hora. constante deste Código.
CICLOVIA - pista própria destinada à circulação GESTOS DE CONDUTORES - movimentos
de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum. convencionais de braço, adotados exclusivamente
CONVERSÃO - movimento em ângulo, à pelos condutores, para orientar ou indicar que vão
esquerda ou à direita, de mudança da direção efetuar uma manobra de mudança de direção,
original do veículo. redução brusca de velocidade ou parada.
CRUZAMENTO - interseção de duas vias em ILHA - obstáculo físico, colocado na pista de
nível. rolamento, destinado à ordenação dos fluxos de
DISPOSITIVO DE SEGURANÇA - qualquer trânsito em uma interseção.
elemento que tenha a função específica de INFRAÇÃO - inobservância a qualquer preceito
proporcionar maior segurança ao usuário da via, da legislação de trânsito, às normas emanadas do
alertando-o sobre situações de perigo que possam Código de Trânsito, do Conselho Nacional de
colocar em risco sua integridade física e dos demais Trânsito e a regulamentação estabelecida pelo
usuários da via, ou danificar seriamente o veículo. órgão ou entidade executiva do trânsito.
ESTACIONAMENTO - imobilização de veículos INTERSEÇÃO - todo cruzamento em nível,
por tempo superior ao necessário para embarque ou entroncamento ou bifurcação, incluindo as áreas
desembarque de passageiros. formadas por tais cruzamentos, entroncamentos ou
ESTRADA - via rural não pavimentada. bifurcações.
ETILÔMETRO - aparelho destinado à medição INTERRUPÇÃO DE MARCHA - imobilização
do teor alcoólico no ar alveolar. (Incluído pela Lei do veículo para atender circunstância momentânea
nº 12.760, de 2012) do trânsito.
FAIXAS DE DOMÍNIO - superfície lindeira às LICENCIAMENTO - procedimento anual,
vias rurais, delimitada por lei específica e sob relativo a obrigações do proprietário de veículo,
responsabilidade do órgão ou entidade de trânsito comprovado por meio de documento específico
competente com circunscrição sobre a via. (Certificado de Licenciamento Anual).
FAIXAS DE TRÂNSITO - qualquer uma das LOGRADOURO PÚBLICO - espaço livre
áreas longitudinais em que a pista pode ser destinado pela municipalidade à circulação, parada
subdividida, sinalizada ou não por marcas viárias ou estacionamento de veículos, ou à circulação de
longitudinais, que tenham uma largura suficiente pedestres, tais como calçada, parques, áreas de
para permitir a circulação de veículos automotores. lazer, calçadões.
FISCALIZAÇÃO - ato de controlar o LOTAÇÃO - carga útil máxima, incluindo
cumprimento das normas estabelecidas na condutor e passageiros, que o veículo transporta,
legislação de trânsito, por meio do poder de polícia expressa em quilogramas para os veículos de carga,
administrativa de trânsito, no âmbito de ou número de pessoas, para os veículos de
circunscrição dos órgãos e entidades executivos de passageiros.
trânsito e de acordo com as competências definidas LOTE LINDEIRO - aquele situado ao longo das
neste Código. vias urbanas ou rurais e que com elas se limita.

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LUZ ALTA - facho de luz do veículo destinado a órgão ou entidade executivo de trânsito competente
iluminar a via até uma grande distância do veículo. com circunscrição sobre a via.
LUZ BAIXA - facho de luz do veículo destinada OPERAÇÃO DE TRÂNSITO - monitoramento
a iluminar a via diante do veículo, sem ocasionar técnico baseado nos conceitos de Engenharia de
ofuscamento ou incômodo injustificáveis aos Tráfego, das condições de fluidez, de
condutores e outros usuários da via que venham em estacionamento e parada na via, de forma a reduzir
sentido contrário. as interferências tais como veículos quebrados,
LUZ DE FREIO - luz do veículo destinada a acidentados, estacionados irregularmente
indicar aos demais usuários da via, que se atrapalhando o trânsito, prestando socorros
encontram atrás do veículo, que o condutor está imediatos e informações aos pedestres e
aplicando o freio de serviço. condutores.
LUZ INDICADORA DE DIREÇÃO (pisca-pisca) PARADA - imobilização do veículo com a
- luz do veículo destinada a indicar aos demais finalidade e pelo tempo estritamente necessário
usuários da via que o condutor tem o propósito de para efetuar embarque ou desembarque de
mudar de direção para a direita ou para a esquerda. passageiros.
LUZ DE MARCHA À RÉ - luz do veículo PASSAGEM DE NÍVEL - todo cruzamento de
destinada a iluminar atrás do veículo e advertir aos nível entre uma via e uma linha férrea ou trilho de
demais usuários da via que o veículo está efetuando bonde com pista própria.
ou a ponto de efetuar uma manobra de marcha à ré. PASSAGEM POR OUTRO VEÍCULO -
LUZ DE NEBLINA - luz do veículo destinada a movimento de passagem à frente de outro veículo
aumentar a iluminação da via em caso de neblina, que se desloca no mesmo sentido, em menor
chuva forte ou nuvens de pó. velocidade, mas em faixas distintas da via.
LUZ DE POSIÇÃO (lanterna) - luz do veículo PASSAGEM SUBTERRÂNEA - obra de arte
destinada a indicar a presença e a largura do destinada à transposição de vias, em desnível
veículo. subterrâneo, e ao uso de pedestres ou veículos.
MANOBRA - movimento executado pelo PASSARELA - obra de arte destinada à
condutor para alterar a posição em que o veículo transposição de vias, em desnível aéreo, e ao uso
está no momento em relação à via. de pedestres.
MARCAS VIÁRIAS - conjunto de sinais PASSEIO - parte da calçada ou da pista de
constituídos de linhas, marcações, símbolos ou rolamento, neste último caso, separada por pintura
legendas, em tipos e cores diversas, apostos ao ou elemento físico separador, livre de interferências,
pavimento da via. destinada à circulação exclusiva de pedestres e,
MICROÔNIBUS - veículo automotor de excepcionalmente, de ciclistas.
transporte coletivo com capacidade para até vinte PATRULHAMENTO - função exercida pela
passageiros. Polícia Rodoviária Federal com o objetivo de garantir
MOTOCICLETA - veículo automotor de duas obediência às normas de trânsito, assegurando a
rodas, com ou sem side-car, dirigido por condutor livre circulação e evitando acidentes.
em posição montada. PERÍMETRO URBANO - limite entre área
MOTONETA - veículo automotor de duas urbana e área rural.
rodas, dirigido por condutor em posição sentada. PESO BRUTO TOTAL - peso máximo que o
MOTOR-CASA (MOTOR-HOME) - veículo veículo transmite ao pavimento, constituído da soma
automotor cuja carroçaria seja fechada e destinada da tara mais a lotação.
a alojamento, escritório, comércio ou finalidades PESO BRUTO TOTAL COMBINADO - peso
análogas. máximo transmitido ao pavimento pela combinação
NOITE - período do dia compreendido entre o de um caminhão-trator mais seu semi-reboque ou do
pôr-do-sol e o nascer do sol. caminhão mais o seu reboque ou reboques.
ÔNIBUS - veículo automotor de transporte PISCA-ALERTA - luz intermitente do veículo,
coletivo com capacidade para mais de vinte utilizada em caráter de advertência, destinada a
passageiros, ainda que, em virtude de adaptações indicar aos demais usuários da via que o veículo
com vista à maior comodidade destes, transporte está imobilizado ou em situação de emergência.
número menor. PISTA - parte da via normalmente utilizada
OPERAÇÃO DE CARGA E DESCARGA - para a circulação de veículos, identificada por
imobilização do veículo, pelo tempo estritamente elementos separadores ou por diferença de nível em
necessário ao carregamento ou descarregamento relação às calçadas, ilhas ou aos canteiros centrais.
de animais ou carga, na forma disciplinada pelo PLACAS - elementos colocados na posição
vertical, fixados ao lado ou suspensos sobre a pista,

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transmitindo mensagens de caráter permanente e, TRAILER - reboque ou semi-reboque tipo casa,


eventualmente, variáveis, mediante símbolo ou com duas, quatro, ou seis rodas, acoplado ou
legendas pré-reconhecidas e legalmente instituídas adaptado à traseira de automóvel ou camionete,
como sinais de trânsito. utilizado em geral em atividades turísticas como
POLICIAMENTO OSTENSIVO DE TRÂNSITO - alojamento, ou para atividades comerciais.
função exercida pelas Polícias Militares com o TRÂNSITO - movimentação e imobilização de
objetivo de prevenir e reprimir atos relacionados com veículos, pessoas e animais nas vias terrestres.
a segurança pública e de garantir obediência às TRANSPOSIÇÃO DE FAIXAS - passagem de
normas relativas à segurança de trânsito, um veículo de uma faixa demarcada para outra.
assegurando a livre circulação e evitando acidentes. TRATOR - veículo automotor construído para
PONTE - obra de construção civil destinada a realizar trabalho agrícola, de construção e
ligar margens opostas de uma superfície líquida pavimentação e tracionar outros veículos e
qualquer. equipamentos.
REBOQUE - veículo destinado a ser engatado ULTRAPASSAGEM - movimento de passar à
atrás de um veículo automotor. frente de outro veículo que se desloca no mesmo
REGULAMENTAÇÃO DA VIA - implantação de sentido, em menor velocidade e na mesma faixa de
sinalização de regulamentação pelo órgão ou tráfego, necessitando sair e retornar à faixa de
entidade competente com circunscrição sobre a via, origem.
definindo, entre outros, sentido de direção, tipo de UTILITÁRIO - veículo misto caracterizado pela
estacionamento, horários e dias. versatilidade do seu uso, inclusive fora de estrada.
REFÚGIO - parte da via, devidamente VEÍCULO ARTICULADO - combinação de
sinalizada e protegida, destinada ao uso de veículos acoplados, sendo um deles automotor.
pedestres durante a travessia da mesma. VEÍCULO AUTOMOTOR - todo veículo a motor
RENACH - Registro Nacional de Condutores de propulsão que circule por seus próprios meios, e
Habilitados. que serve normalmente para o transporte viário de
RENAVAM - Registro Nacional de Veículos pessoas e coisas, ou para a tração viária de veículos
Automotores. utilizados para o transporte de pessoas e coisas. O
RETORNO - movimento de inversão total de termo compreende os veículos conectados a uma
sentido da direção original de veículos. linha elétrica e que não circulam sobre trilhos
RODOVIA - via rural pavimentada. (ônibus elétrico).
SEMI-REBOQUE - veículo de um ou mais eixos VEÍCULO DE CARGA - veículo destinado ao
que se apóia na sua unidade tratora ou é a ela transporte de carga, podendo transportar dois
ligado por meio de articulação. passageiros, exclusive o condutor.
SINAIS DE TRÂNSITO - elementos de VEÍCULO DE COLEÇÃO - aquele que, mesmo
sinalização viária que se utilizam de placas, marcas tendo sido fabricado há mais de trinta anos,
viárias, equipamentos de controle luminosos, conserva suas características originais de fabricação
dispositivos auxiliares, apitos e gestos, destinados e possui valor histórico próprio.
exclusivamente a ordenar ou dirigir o trânsito dos VEÍCULO CONJUGADO - combinação de
veículos e pedestres. veículos, sendo o primeiro um veículo automotor e
SINALIZAÇÃO - conjunto de sinais de trânsito e os demais reboques ou equipamentos de trabalho
dispositivos de segurança colocados na via pública agrícola, construção, terraplenagem ou
com o objetivo de garantir sua utilização adequada, pavimentação.
possibilitando melhor fluidez no trânsito e maior VEÍCULO DE GRANDE PORTE - veículo
segurança dos veículos e pedestres que nela automotor destinado ao transporte de carga com
circulam. peso bruto total máximo superior a dez mil
SONS POR APITO - sinais sonoros, emitidos quilogramas e de passageiros, superior a vinte
exclusivamente pelos agentes da autoridade de passageiros.
trânsito nas vias, para orientar ou indicar o direito de VEÍCULO DE PASSAGEIROS - veículo
passagem dos veículos ou pedestres, sobrepondo- destinado ao transporte de pessoas e suas
se ou completando sinalização existente no local ou bagagens.
norma estabelecida neste Código. VEÍCULO MISTO - veículo automotor destinado
TARA - peso próprio do veículo, acrescido dos ao transporte simultâneo de carga e passageiro.
pesos da carroçaria e equipamento, do combustível, VIA - superfície por onde transitam veículos,
das ferramentas e acessórios, da roda pessoas e animais, compreendendo a pista, a
sobressalente, do extintor de incêndio e do fluido de calçada, o acostamento, ilha e canteiro central.
arrefecimento, expresso em quilogramas.

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VIA DE TRÂNSITO RÁPIDO - aquela Brasília, 16 de janeiro de 1968; 147º da


caracterizada por acessos especiais com trânsito Independência e 80º da República.
livre, sem interseções em nível, sem acessibilidade A. COSTA E SILVA
direta aos lotes lindeiros e sem travessia de Luís Antônio da Gama e Silva
pedestres em nível. Este texto não substitui o publicado no DOU de
VIA ARTERIAL - aquela caracterizada por 22.1.1968
interseções em nível, geralmente controlada por REGULAMENTO DO CÓDIGO NACIONAL DE
semáforo, com acessibilidade aos lotes lindeiros e TRÂNSITO
às vias secundárias e locais, possibilitando o trânsito CAPÍTULO I
entre as regiões da cidade. Das Disposições Preliminares
VIA COLETORA - aquela destinada a coletar e Art 1º O trânsito de qualquer natureza, nas vias
distribuir o trânsito que tenha necessidade de entrar terrestres do território nacional abertas à circulação
ou sair das vias de trânsito rápido ou arteriais, pública, reger-se-á por êste Regulamento.
possibilitando o trânsito dentro das regiões da § 1º São vias terrestres as ruas, avenidas,
cidade. logradouros, estradas, caminhos ou passagens de
VIA LOCAL - aquela caracterizada por domínio público.
interseções em nível não semaforizadas, destinada § 2º Para os efeitos dêste Regulamento,
apenas ao acesso local ou a áreas restritas. consideram-se vias terrestres as praias abertas ao
VIA RURAL - estradas e rodovias. trânsito.
VIA URBANA - ruas, avenidas, vielas, ou Art 2º Os Estados poderão adotar normas
caminhos e similares abertos à circulação pública, pertinentes às peculiaridades locais,
situados na área urbana, caracterizados complementares ou supletivas da legislação federal.
principalmente por possuírem imóveis edificados ao Art 3º Os conceitos e definições, estabelecidos
longo de sua extensão. para os efeitos dêste Regulamento, são os
VIAS E ÁREAS DE PEDESTRES - vias ou constantes do Anexo I.
conjunto de vias destinadas à circulação prioritária CAPÍTULO II
de pedestres. Da Organização Administrativa do Trânsito
VIADUTO - obra de construção civil destinada a Art 4º Compõem a administração do trânsito,
transpor uma depressão de terreno ou servir de como integrantes do Sistema Nacional de Trânsito:
passagem superior. I - Órgão normativo e coordenador:
Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN);
II - Órgãos normativos:
a) Conselhos Estaduais de Trânsito (CETRAN);
Presidência da b) Conselho de Trânsito do Distrito Federal
República (CONTRADIFE);
Casa Civil c) Conselhos Territóriais de Trânsito
Subchefia para (CONTETRAN).
Assuntos Jurídicos III - Órgãos Executivos:
DECRETO No 62.127, DE 16 DE JANEIRO DE a) Departamento Nacional de Trânsito
1968. (DENTRAN);
Aprova o Regulamento do b) Departamento de Trânsito (DETRAN);
Código Nacional de c) Circunscrições Regionais de Trânsito
Trânsito. (CIRETRAN);
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , usando da d) Órgãos rodoviários federal, estaduais e
atribuição que lhe confere o artigo 83, item II, da municipais.
Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº Parágrafo único. É facultativa a criação dos
5.108, de 21 de setembro de 1966, alterada pelo Conselhos Territoriais e das Circunscrições
Decreto-lei nº 237, de 28 de fevereiro de 1967, Regionais de Trânsito.
DECRETA: SEÇÃO I
Art 1º Fica aprovado o Regulamento do Código Do Conselho Nacional de Trânsito
Nacional de Trânsito, que com êste baixa, assinado Art 5º O Conselho Nacional de Trânsito
pelo Ministro de Estado da Justiça. (CONTRAN), com sede no Distrito Federal,
Art 2º Êste Decreto entrará em vigor na data de diretamente subordinado ao Ministro da Justiça, é o
sua publicação, revogadas as disposições em órgão máximo normativo e coordenador da política e
contrário. do Sistema Nacional de Trânsito.

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Art 6º O Conselho Nacional de Trânsito II - Zelar pela unidade do Sistema Nacional de


compor-se-á, além do seu Presidente e do Diretor- Trânsito e pela observância da respectiva legislação;
Geral do Departamento Nacional de Trânsito, de: III - Resolver sôbre consultas dos Conselhos de
I - Um representante do Ministério das Trânsito dos Estados, Territórios e Distrito Federal,
Relações Exteriores; de autoridades e de particulares relativas à
II - Um representante do Ministério da aplicação da legislação de trânsito;
Educação e Cultura; IV - Conhecer e julgar os recursos das decisões
III - Um representante do Estado-Maior do dos Conselhos de Trânsito dos Estados, Territórios
Exército; e Distrito Federal, bem como, quando fôr o caso,
IV - Um representante do Departamento de das Juntas Administrativas de Recursos de
Polícia Federal; Infrações;
V - Um representante do Departamento V - Elaborar normas-padrão e zelar pela sua
Nacional de Estradas de Rodagem; execução;
VI - Um representante da Confederação VI - Coordenar as atividades dos Conselhos de
Nacional de Transportes Terrestres (categoria dos Trânsito dos Estados, Territórios e Distrito Federal;
trabalhadores de transportes rodoviários); VIII - Colaborar na articulação das atividades
VII - Um representante do órgão máximo das repartições públicas e emprêsas de serviços
nacional de transporte rodoviário de carga; públicos e particulares em benefício da regularidade
VIII - Um representante do órgão máximo do trânsito;
nacional do transporte rodoviário de passageiros; VIII - Estudar e propor medidas administrativas,
IX - Um representante da Confederação técnicas e legislativas que se relacionem com a
Brasileira de Automobilismo; exploração dos serviços de transportes terrestres,
X - Um representante do "Touring Club do seleção de condutores de veículos e segurança do
Brasil". trânsito, em geral;
XI - um representante da Associação Nacional IX - Opinar sôbre os assuntos pertinentes ao
de Fabricantes de Veículos Automotores. (Incluído trânsito interestadual e internacional;
pelo Decreto nº 88.686, de 6.9.1983) X - Promover e coordenar campanhas
Art 7º Os membros do Conselho Nacional de educativas de trânsito;
Trânsito serão nomeados pelo Presidente da XI - Fixar, mediante Resolução, os volumes e
República, entre brasileiros de reputação ilibada e freqüências máximas de sons ou ruídos admitidos
experiência em assuntos de trânsito, com residência para buzinas, aparelhos de alarma e motores de
permanente no Distrito Federal. veículos;
§ 1º O Presidente do Conselho Nacional de XII - Editar normas e estabelecer exigências
Trânsito será de livre nomeação do Presidente da para a instalação e o funcionamento de escolas de
República, e deverá ser escolhido dentre formação de condutores de veículos;
especialistas em trânsito e portadores de diploma de XIII - Fixar normas e requisitos para a
curso de nível universitário. realização de provas desportivas de veículos
§ 2º Os representantes das entidades referidas automotores nas vias públicas;
nos itens VI, VII, VIII, IX, X e XI, do artigo anterior, XIV - Determinar o uso, nos veículos
serão escolhidos dentre os nomes por elas automotores, de aparelhos que diminuam ou
indicados, em lista tríplice. (Redação dada pelo impeçam a poluição do ar;
Decreto nº 88.686, de 6.9.1983) XV - Elaborar o projeto de seu Regimento
§ 3º O Presidente será substituído, em seus Interno submetendo-o, por intermédio do Ministro da
impedimentos, pelo Vice-Presidente eleito pelo Justiça, à aprovação do Presidente da República;
Conselho dentre os seus membros". XVI - Estudar e propor medidas capazes de
§ 4º O mandato dos membros do Conselho propiciar o desenvolvimento da indústria de
Nacional de Trânsito será de dois anos, admitida e equipamentos de sinalização;
recondução. XVII - Estabelecer ou aprovar normas técnicas
Art 8º Perderá o mandato o Conselheiro que e especificações a serem adotadas na fabricação de
faltar, sem justo motivo, a três (3) reuniões acessórios e equipamentos para veículos
ordinárias consecutivas, ou a dez (10), interpoladas automotores e que envolvam a segurança do
por ano. trânsito;
Art 9º Compete ao Conselho Nacional de XVIII - Estudar os temas a serem debatidos
Trânsito: pelas delegações brasileiras nas conferências e
I - Sugerir modificações à legislação sôbre reuniões internacionais de trânsito, propondo
trânsito; diretrizes;

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XIX - Opinar sôbre a assinatura pelo Brasil de XXXVIII - Indicar o presidente de Junta
atos internacionais relacionados com o trânsito; Administrativa de Recursos de Infrações, que
XX - Cassar a delegação concedida à funcione junto ao órgão rodoviário federal;
Circunscrição Regional de Trânsito para expedir XXXIX - Promover, incentivar, coordenar e
Carteira Nacional de Habilitação, assim como orientar a Campanha Nacional Educativa de
revogar o ato de cassação; Trânsito;
XXI - Fixar, de acôrdo com os Ministérios da XL - Expedir instruções especiais para as
Fazenda e das Relações Exteriores, normas para o competições juvenis de veículos automotores
trânsito temporário no território nacional de veículos realizadas nas vias públicas;
licenciados em países do continente americano; XLI - Opinar, quando solicitado pelo Ministro da
XXII - Estabelecer modelos de placas e Justiça, sôbre proposta de solução de caso omisso
disciplinar-lhes o uso, nos casos previstos neste na legislação do trânsito, apresentada pelo
Regulamento; Departamento Nacional de Trânsito;
XXIII - Atribuir competência a entidade idônea XLII - Aprovar a tabela de preços a serem
para expedir Permissão Internacional para Conduzir, cobrados pela expedição de documentos de
Certificado Internacional para Automóvel e circulação internacional de veículo;
Caderneta de Passagem nas Alfândegas; XLIII - Resolver os casos omissos neste
XXIV - Deliberar sôbre a complementação ou a Regulamento.
alteração da sinalização; Art 10. O Conselho Nacional de Trânsito
XXV - Fixar os equipamentos que além dos sòmente poderá deliberar com a presença no
previstos neste Regulamento, devam ser mínimo, de sete (7) de seus membros.
obrigatòriamente usados ou proibidos nos veículos; § 1º As deliberações serão tomadas por
XXVII - Regulamentar a expedição da maioria de votos dos Conselheiros presentes.
autorização para conduzir veículos de propulsão § 2º Cada Conselheiro terá um voto, e o
humana ou de tração animal; Presidente, ainda, o de qualidade.
XXVIII - Delegar competência aos Art 11. O Conselho Nacional de Trânsito
Departamentos de Trânsito dos Estados, dos deliberará mediante resoluções e pareceres.
Territórios e do Distrito Federal para, em seu nome, Art 12. O Regimento Interno do Conselho
expedir a Carteira Nacional de Habilitação; Nacional de Trânsito disporá sôbre sua organização
XXIX - Baixar instruções reguladoras da e condições de funcionamento.
concessão de autorização para dirigir a condutor de SEÇÃO II
veículos automotores habilitados em outro país; Dos Conselhos Estaduais de Trânsito
XXX - Estender a qualquer categoria de Art 13. Em cada Estado, haverá um Conselho
condutor de veículos automotores a exigência da Estadual de Trânsito (CETRAN) órgão máximo
prestação do exame psicotécnico; normativo do Sistema Nacional de Trânsito na área
XXXI - Estabelecer programas e requisitos, do respectivo Estado.
uniformes em todo o país, para os exames Art 14. O Conselho Estadual de Trânsito
necessários à obtenção da Carteira Nacional de compor-se-á, além do seu Presidente, de:
Habilitação; I - Um oficial do Exército, de preferência com
XXXII - Designar, quando fôr o caso, um dos curso do Estado-Maior;
seus membros para compor a junta examinadora de II - Um representante do Departamento de
candidato portador de defeito físico; Trânsito;
XXXIV - Aprovar meios de identificação de III - Um representante do órgão rodoviário
pedestres cegos ou portadores de defeitos físicos, estadual;
que lhes dificultem o andar; IV - Um representante dos órgãos rodoviários
XXXV - Disciplinar o processo de arrecadação dos municípios;
de multas decorrentes de infrações verificadas em V - Um representante do órgão máximo do
localidades diferentes da do licenciamento do transporte rodoviário de carga;
veículo ou da habilitação do condutor; VI - Um representante do órgão máximo do
XXXVI - Estipular multas para pedestres e para transporte rodoviário de passageiros.
veículos de propulsão humana ou de tração animal; VII - um representante do órgão máximo da
XXXVII - provar a fixação do valor das multas categoria dos trabalhadores em transporte
para os Estados, Territórios e Distrito Federal, rodoviário; (Incluído pelo Decreto nº 88.686, de
mediante proposta dos respectivos Conselhos de 6.9.1983)
Trânsito;

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VIII - um representante do Touring Club do IX - Designar um de seus membros para


Brasil. (Incluído pelo Decreto nº 88.686, de compor a junta examinadora de candidatos a
6.9.1983) condutor, portador de defeito físico;
§ 1º Os membros do Conselho Estadual de X - Propor ao Conselho Nacional de Trânsito a
Trânsito serão nomeados pelo Governador, com fixação do valor das multas a serem aplicadas no
mandato de dois (2) anos, admitida a recondução. Estado;
§ 2º O presidente será de livre escolha do XI - Indicar os presidentes das Juntas
Governador, escolhido dentre especialistas em Administrativas de Recursos de Infrações;
trânsito e portador de curso de nível universitário. XII - Elaborar o projeto de seu Regimento
§ 3º A indicação do oficial do Exército para o Interno, submetendo-o à aprovação do Governador
Conselho Estadual de Trânsito será feita pelo do Estado.
comandante da respectiva Região Militar. Art 16. Aplica-se no Conselho Estadual de
§ 4º O representante a que se refere o item IV Trânsito, no que couber, o disposto nos artigos 8º,
será escolhido dentre técnicos em assuntos de 10 e 11, dêste Regulamento.
trânsito dos órgãos rodoviários dos Municípios. Art 17. O Conselho Estadual de Trânsito
§ 5º Os representantes das entidades disporá, em Regimento Interno, sôbre sua
mencionadas nos itens V, VI, VII e VIII deste artigo organização e condições de funcionamento.
serão escolhidos dentre os nomes por elas SEÇÃO III
indicados, em lista tríplice. (Redação dada pelo Do Conselho de Trânsito do Distrito Federal
Decreto nº 88.686, de 6.9.1983) Art 18. No Distrito Federal haverá um Conselho
§ 6º Nos Estados não divididos em Municípios, de Trânsito (CONTRADIFE), com a mesma
o representante previsto no item IV será um composição e competência dos Conselhos
urbanista, de livre escolha do Chefe do Poder Estaduais.
Executivo. Art 19. O Conselho de Trânsito do Distrito
§ 7º O Presidente será substituído, em seus Federal é o órgão máximo normativo do Sistema
impedimentos, pelo Vice-Presidente, eleito pelo Nacional de Trânsito na área do Distrito Federal.
Conselho dentre os seus membros. (Redação dada Art 20. Os membros do Conselho de Trânsito
pelo Decreto nº 88.686, de 6.9.1983) do Distrito Federal serão nomeados pelo Prefeito,
§ 8º Os membros do Conselho Estadual de observado, no que couber, o disposto no art. 14
Trânsito deverão ter residência permanente no dêste Regulamento.
respectivo Estado. Parágrafo único. O representante do órgão
Art 15. Compete ao Conselho Estadual de mencionado no item IV do art. 14 será um urbanista,
Trânsito: de livre escolha do Prefeito.
I - Zelar pelo cumprimento da legislação de Art 21. Aplica-se ao Conselho de Trânsito do
trânsito; Distrito Federal, no que couber, o disposto nos
II - Resolver ou encaminhar ao Conselho artigos 8º, 10 e 11 dêste Regulamento.
Nacional de Trânsito consultas de autoridades e de Art 22. O Conselho de Trânsito do Distrito
particulares relativas à aplicação da legislação de Federal disporá, em Regimento Interno a ser
trânsito; aprovado pelo Prefeito, sôbre sua organização e
III - Colaborar na articulação das atividades das condições de funcionamento.
repartições públicas e emprêsas particulares SEÇÃO IV
relacionadas com o trânsito; Dos Conselhos Territoriais de Trânsito
IV - Propor medidas para o aperfeiçoamento da Art 23. Em cada Território poderá haver um
legislação de trânsito; Conselho Territorial de Trânsito (CONTETRAN),
V - Promover e coordenar campanhas com a mesma composição e as mesmas atribuições
educativas de trânsito; dos Conselhos Estaduais.
VI - Opinar sôbre questões de trânsito Art 24. O Conselho Territorial de Trânsito é o
submetidas à sua apreciação; órgão máximo normativo do Sistema Nacional de
VII - Regulamentar a expedição da autorização Trânsito, na área do respectivo território.
para conduzir veículos de propulsão humana ou de Art 25. Aplica-se ao Conselho Territorial de
tração animal; Trânsito, no que couber, o disposto nos arts. 8º, 10,
VIII - Propor ao Conselho Nacional do Trânsito 11 e 14 dêste Regulamento.
a cassação de delegação conferida à Circunscrição SEÇÃO V
Regional de Trânsito; Do Departamento Nacional de Trânsito
Art 26. O Departamento Nacional de Trânsito
(DENTRAN), órgão executivo do Sistema Nacional

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de Trânsito, integrante da estrutura do Ministério da Art 29. Os Departamentos de Trânsito


Justiça, terá autonomia administrativa e técnica e (DETRAN), órgãos executivos com jurisdição sôbre
jurisdição sôbre todo o território nacional. a área do respectivo Estado, Território ou Distrito
Art 27. O Departamento Nacional de Trânsito Federal deverão dispor, entre outros, dos seguintes
será dirigido por um Diretor-Geral, nomeado, em serviços:
comissão, pelo Presidente da República dentre I - De engenharia de trânsito;
especialistas em trânsito, e portadores de diploma II - Médico e psicotécnico;
de curso de nível universitário. III - De registro de veículos;
Art 28. Ao Departamento Nacional de Trânsito IV - De habilitação de condutores;
compete, especialmente: V - De fiscalização e policiamento;
I - Organizar e manter atualizado o Registro VI - De segurança e prevenção de acidentes;
Nacional de Veículos Automotores (RENAVAM); VII - De supervisão e controle de aprendizagem
II - Organizar e manter atualizado o Registro para conduzir;
Nacional de Carteira de Habilitação (RENACH); VIII - De campanhas educativas de trânsito;
III - Cooperar com os Estados, Territórios, IX - De contrôle e análise de estatística.
Distrito Federal e Municípios, no estudo e solução Art 30. Compete aos Departamentos de
de problemas de trânsito; Trânsito, além de outras atribuições que lhes confira
IV - Organizar cursos de treinamentos e o poder competente:
especialização do pessoal encarregado da I - Cumprir e fazer cumprir a legislação de
administração e fiscalização do trânsito; trânsito, aplicando as penalidades previstas neste
V - Organizar a estatística geral de trânsito no Regulamento;
território nacional; II - Comunicar ao Departamento Nacional de
VI - Incentivar o estudo das questões atinentes Trânsito e aos Departamentos de Trânsito a
ao trânsito; cassação de documentos de habilitação e prestar-
VII - Promover a divulgação de trabalhos sobre lhes outras informações capazes de impedir que os
trânsito; proibidos de conduzir veículos em sua jurisdição
VIII - Promover a realização periódica de venham a fazê-lo em outra;
reuniões e congressos nacionais de trânsito, bem III - Expedir ou visar a Permissão Internacional
como propor ao Governo a representação do Brasil para conduzir, o Certificado Internacional para
em congressos ou reuniões internacionais; Automóvel e a Caderneta de Passagem nas
IX - Opinar sobre assuntos relacionados com o Alfândegas;
trânsito interestadual e internacional; IV - Autorizar a realização de provas
X - Estudar e propor medidas que estimulem o desportivas, inclusive seus ensaios, em vias
ensino técnico-profissional de interêsse do trânsito; públicas;
XI - Propor a complementação ou a alteração V - Arbitrar o valor da caução ou fiança e do
da sinalização; seguro em favor de terceiros para a realização de
XII - Estabelecer modelo-padrão para o provas desportivas;
relatório de estatística de acidentes de trânsito; VI - Vistoriar, registrar e emplacar veículos;
XIII - Elaborar, de acordo com o Ministério da VII - Expedir o Certificado de Registro de
Educação e Cultura, programa para divulgação de veículo automotor;
noções de trânsito nos estabelecimentos de ensino VIII - Expedir a Carteira Nacional de Habilitação
elementar e médio; e Autorização para Conduzir;
XIV - Propor a alteração da legislação sobre IX - Registrar a Carteira Nacional de Habitação
trânsito; expedida por outra repartição de trânsito;
XV - Instruir os recursos interpostos ao Ministro X - Autorizar as Circunscrições Regionais de
da Justiça das decisões do Conselho Nacional de Trânsito a expedir a Carteira Nacional de
Trânsito; Habilitação;
XVI - Baixar instruções sôbre as comunicações XI - Decidir da apreensão de documento de
pelas Repartições Aduaneiras ao Registro Nacional habilitação para conduzir;
de Veículos Automotores das entradas ou saídas de XII - Arrecadar as multas aplicadas aos
veículos no território nacional; condutores e proprietários de veículos, por infrações
XVII - Estudar os casos omissos na legislação ocorridas na área de sua jurisdição;
de trânsito, e submetê-los ao Ministro da Justiça, XIII - Receber dos órgãos públicos federais,
com proposta de solução. estaduais, municipais e autárquicos as multas
SEÇÃO VI impostas aos servidores que, na condução de
Dos Departamentos de Trânsito veículos pertencentes ao serviço público federal,

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estadual, municipal e autárquico, hajam cometido I - Regulamentar o uso das estradas federais e
infrações; respectivas faixas de domínio, observado, nos
XIX - Elaborar estatística do trânsito no âmbito limites de sua competência, o disposto no art. 45;
de sua jurisdição; II - Autorizar o ingresso no território nacional de
XV - Expedir certificado de habilitação aos veículos automotores licenciados em outro país,
diretores e instrutores de escola de aprendizagem e estabelecendo-lhes normas de trânsito;
examinadores de trânsito, de acôrdo com as III - Estabelecer sinalização;
instruções baixadas pelo Conselho Nacional de IV - Estabelecer modelos de placas e outros
Trânsito; meios de identificação de veículos;
XVI - Estabelecer modelo de livros de registro V - Conceder, autorizar ou permitir a
de movimento de entrada e saída de veículos de exploração de serviço de transporte coletivo para as
estabelecimento onde se executarem reformas ou linhas interestaduais e internacionais;
recuperação, compra, venda ou desmontagem de VI - Aplicar penalidades e arrecadar multas
veículos, usados ou não e rubricá-los; decorrentes de infrações de trânsito nas estradas
XVII - Estabelecer modêlo de livros de registro federais;
de uso de placas de "experiência" e "fabricantes" e VII - Exercer a polícia de trânsito nas áreas sob
rubricá-los; sua jurisdição;
SEÇÃO VII VIII - Realizar o controle geral do registro de
Das Circunscrições Regionais de Trânsito veículos automotores, reboques e semi-reboques.
Art 31. Nos Estados, Territórios e Distrito
Federal, poderão ser criadas Circunscrições Art. 36. Compete aos Estados, ao Distrito
Regionais de Trânsito (CIRETRAN), subordinadas Federal e aos Territórios, especialmente: (Redação
aos respectivos Departamentos de Trânsito, com dada pelo Decreto nº 92.722, de 29.5.1986)
jurisdição sôbre a área delimitada no ato de criação. I - Regulamentar o uso de suas estradas e
Art 32. Compete às Circunscrições Regionais respectivas faixas de domínio, considerado o
de Trânsito, especialmente: disposto no artigo 46; (Redação dada pelo Decreto
I - Cumprir e fazer cumprir a legislação de nº 62.926, de 28.6.1968)
trânsito; II - Conceder, autorizar ou permitir a exploração
II - Expedir documentos de habilitação para de serviços de transporte coletivo para linhas
conduzir; intermunicipais, desde que não transponham os
III - Implantar sinalização; limites do respectivo território; (Redação dada pelo
IV - Expedir Certificado de Registro; Decreto nº 62.926, de 28.6.1968)
V - Fazer estatística de trânsito. III - Implantar sinalização nas suas
SEÇÃO VIII estradas;(Redação dada pelo Decreto nº 62.926, de
Dos Órgãos Rodoviários 28.6.1968)
Art 33. Os órgãos rodoviários da União, dos IV - Aplicar penalidade e arrecadar multas
Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos decorrentes de infrações de trânsito, exceto quanto
Municípios exercerão a jurisdição sôbre as estradas às verificadas nas estradas federais; (Redação dada
de seu domínio e, no tocante ao trânsito, se pelo Decreto nº 62.926, de 28.6.1968)
restringirá às faixas respectivas. V - Registrar veículos; (Redação dada pelo
Art 34. Compete aos órgãos rodoviários federal, Decreto nº 62.926, de 28.6.1968)
estaduais e municipais: V - Registrar, vistoriar, emplacar e licenciar
I - Cumprir e fazer cumprir a legislação de veículos.(Redação dada pelo Decreto nº 92.722, de
trânsito; 29.5.1986)
II - Regulamentar o uso das estradas sob sua VI - Habilitar condutores; (Redação dada pelo
jurisdição; Decreto nº 62.926, de 28.6.1968)
III - Impor e arrecadar as multas decorrentes de VII - Exercer a polícia de trânsito, ressalvado o
infrações verificadas em rodovias sob sua jurisdição; disposto no artigo 35, VII.(Redação dada pelo
IV - Exercer a polícia de trânsito nas estradas Decreto nº 62.926, de 28.6.1968)
sob sua jurisdição; Parágrafo único. Aos Estados não divididos em
V - Fazer estatística de trânsito. Municípios e ao Distrito Federal, incumbem, ainda,
SEÇÃO IX as atribuições de que trata o artigo
Da Distribuição de Competências seguinte.(Incluído pelo Decreto nº 62.926, de
Art 35. Compete especialmente à União: 28.6.1968)

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Art 37. Compete aos Municípios, a) assegurar-se de que pode efetuar a


especialmente:(Redação dada pelo Decreto nº manobra sem perigo para os demais usuários;
62.926, de 28.6.1968) b) fazer o sinal indicativo de sua intenção;
I - Regulamentar o uso das vias sob sua c) para dobrar à esquerda, em interseção de
jurisdição, considerado o disposto no art. 46; vias de sentido duplo de trânsito, atingir,
(Redação dada pelo Decreto nº 62.926, de primeiramente, a zona central de cruzamento;
28.6.1968) d) para virar à direita, aproximar-se ao máximo,
II - Conceder, autorizar ou permitir exploração da margem direita da via.
de serviço de transporte coletivo para as linhas IV - Quando veículos, transitando por direções
municipais; (Redação dada pelo Decreto nº 62.926, que se cruzem, se aproximarem de local não
de 28.6.1968) sinalizado, terá preferência de passagem o que vier
III - Regulamentar o serviço de automóvel de da direita;
aluguel (táxi); (Redação dada pelo Decreto nº V - Todo veículo em movimento deve ocupar a
62.926, de 28.6.1968) faixa mais à direita da pista de rolamento, quando
IV - Determinar o uso de taxímetro nos não houver faixa especial a êle destinada;
automóveis de aluguel; (Redação dada pelo Decreto VI - Quando uma pista de rolamento comportar
nº 62.926, de 28.6.1968) várias faixas de trânsito no mesmo sentido, ficarão
V - Limitar o número de automóveis de aluguel as da esquerda destinadas à ultrapassagem e ao
(táxi); (Incluído pelo Decreto nº 62.926, de deslocamento dos veículos de maior velocidade;
28.6.1968) VII - Os veículos que transportarem
VII - Implantar sinalização nas vias sob sua passageiros terão prioridade de trânsito sôbre os de
jurisdição. (Incluído pelo Decreto nº 62.926, de carga, respeitadas as demais regras de circulação;
28.6.1968) VIII - Os veículos precedidos de batedores
Parágrafo único. Os municípios mediante terão prioridade no trânsito, respeitadas as demais
convênio, poderão deferir aos respectivos Estados regras de circulação;
ou Territórios a execução total ou parcial de suas IX - Os veículos destinados a socorros de
atribuições relativas ao trânsito.(Incluído pelo incêndio, as ambulâncias e os de Polícia, além de
Decreto nº 62.926, de 28.6.1968) propriedade, gozam de livre trânsito e
CAPÍTULO III estacionamento quando, devidamente identificados
Da Circulação por dispositivos de alarma sonoro e de luz vermelha
SEÇÃO I intermitente, estiverem em serviço de urgência;
Das Regras Gerais X - Nas vias de mão única com retorno ou
Art 38. O trânsito de veículos, nas vias entrada à esquerda, é permitida a ultrapassagem
terrestres abertas à circulação pública, obedecerá às pela direita, se o condutor do veículo que estiver à
seguintes regras gerais: esquerda indicar, por sinal, que vai entrar para êsse
I - A circulação far-se-á sempre pelo lado direito lado.
da via, admitidas as exceções devidamente Art 39. As vias, de acôrdo com a sua utilização,
justificadas e sinalizadas; classificam-se em:
II - A ultrapassagem de outro veículo em I - Via de trânsito rápido: aquela caracterizada
movimento deverá ser feita pela esquerda, por bloqueio que permita trânsito livre, sem
observados os seguintes preceitos: intercessões e com acessos especiais;
a) para ultrapassar, o condutor deverá II - Via preferencial: aquela pela qual os
certificar-se de que dispõe do espaço suficiente e de veículos devam ter prioridade de trânsito, desde que
que a visibilidade lhe permite fazê-lo com devidamente sinalizadas;
segurança; III - Via secundária: a destinada a interceptar,
b) após ultrapassar, o condutor deverá retornar coletar e distribuir o trânsito em demanda das vias
seu veículo à direita da via, logo que possa fazê-lo de trânsito rápido ou preferenciais, ou destas saído;
com segurança; IV - Via local: a destinada apenas ao acesso às
c) a ultrapassagem e o retorno à posição áreas restritas.
primitiva deverão preceder-se da sinalização Parágrafo único. Considera-se a estrada via
regulamentar; preferencial em relação a qualquer outra.
d) ao ser ultrapassado, o condutor não poderá Art 40. A velocidade máxima, permitida para
acelerar a velocidade de seu veículo. veículos automotores, será indicada por meio de
III - Todo condutor, antes de entrar em outra placas e estabelecida em atenção às condições de
via, deverá: trânsito em cada via.

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Parágrafo único. Onde não existir sinalização trânsito cinco (5) dias, no mínimo, antes da
indicadora de velocidade, esta poderá atingir: realização do ato.
I - Até vinte quilometros (20 Km) por hora, nas § 3º Incluem-se entre as providências a cargo
vias locais; da autoridade de trânsito as seguintes, conforme o
II - Até quarenta quilometros (40 Km) por hora, caso:
nas vias secundárias; I - Isolamento da área onde se realizar o ato;
III - Até sessenta quilometros (60 Km) por hora, II - Desvio de trânsito;
nas vias preferenciais; III - Alteração dos itinerários das linhas de
IV - Até oitenta quilometros (80 Km) por hora transporte coletivo;
nas vias de trânsito rápido. IV - Fixação de áreas de estacioamento;
Art 41. A velocidade mínima, nas vias V - Informação das alterações de trânsito ao
preferenciais e de trânsito rápido, não poderá ser público, com antecedência mínima de (48) quarenta
inferior à metade da velocidade máxima para elas e oito horas.
estabelecida. § 4º A autorização, de que trata êste artigo,
Art 42. Nenhum veículo poderá transitar em via será dispensada para os atos de prática habitual,
pública sem haver sido vistoriado na forma dêste para os quais a autoridade de trânsito, de ofício,
Regulamento. adotará as medidas de sua competência.
Art 46. De acordo com as conveniências de
§ 1º A autoridade de trânsito, ou entidade por cada local, a autoridade de trânsito poderá:
ela credenciada na forma e condições estabelecidas I - Instituir sentido único de trânsito em
pela CONTRAN, ao vistoriar o veículo, verificará se determinadas vias públicas ou em parte delas.
dispõe de equipamento obrigatório em perfeito II - Proibir o trânsito de veículos, bem como a
estado e se atende às exigências de passagem ou o trânsito de animais em determinadas
segurança.(Redação dada pelo Decreto nº 82.925, vias;
de 21.12.1978) III - Estabelecer limites de velocidade, peso e
§ 2º A vistoria, a que se refere êste artigo, será dimensões, para cada via, respeitados os limites
feita anualmente, por ocasião da renovação da máximos previstos neste Regulamento;
licença, e, em caso de acidente, a critério da IV - Fixar áreas de estacionamento;
autoridade do trânsito. V - Proibir conversões à esquerda ou à direita e
Art 43. É proibido o trânsito de veículos cujos de retorno;
aros metálicos tenham botões, tacos, rebordos ou VI - Determinar restrições de uso das vias ou
saliências. parte delas, mediante fixação de locais, horários e
§ 1º A autoridade, com jurisdição sôbre a via, períodos destinados ou estacionamento, embarque
poderá permitir que transitem por ela os veículos de ou desembarque de passageiros e cargas e
que trata êste artigo, quando do trânsito não lhe descarga;
advenha dano. VII - Permitir, quando devidamente justificados,
§ 2º O disposto neste artigo não se aplica aos o estacionamento e a parada de veículos nos
veículos militares. viadutos e outras obras de arte, respeitadas as
Art 44. Nas vias em que o estacionamento fôr limitações técnicas;
proibido, a parada de veículos, quando permitida, VIII - Permitir estacionamentos especiais,
deverá restringir-se ao tempo indispensável para devidamente justificados.
embarque e desembarque de passageiros, carga ou IX - Disciplinar a colocação de ondulações
descarga de mercadorias, e realizar-se de modo que transversais no sentido de circulação dos veículos,
não interrompa ou perturbe o trânsito. em vias de trânsito local, bem como nas
Parágrafo único. A parada de que trata êste proximidades de escolas ou outros estabelecimentos
artigo será regulamentada pela autoridade local. de ensino de 1º e 2º graus, na forma em que
Art 45. A realização de qualquer ato público, dispuser o Conselho Nacional de Trânsito. (Incluído
que interfira no trânsito, dependerá de prévia pelo Decreto nº 88.686, de 6.9.1983)
autorização da autoridade de trânsito. SEÇÃO II
§ 1º Quando se tratar de ato promovido pelo Da Circulação Internacional
poder público, sua realização será precedida de Art 47.O trânsito de veículos licenciados em
comunicação à autoridade de trânsito, cabendo-lhe outro país reger-se-á pelas normas estabelecidas
adotar as medidas de sua competência. em atos internacionais ratificados pelo Brasil, leis
§ 2º O pedido de autorização ou a federais e êste Regulamento.
comunicação será entregue à autorização de Art 48. O ingresso em território nacional de
veículo automotor licenciado em outro país, de

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propriedade de pessoa residente no exterior, bem remeterá a segunda ao Registro Nacional de


como a saída para fins de turismo e retôrno de Veículos Automotores;
veículo licenciado no Brasil, far-se-á mediante a III - A quarta arquivar-se-á no Consulado
apresentação do Certificado Internacional para expedidor.
Automóvel, Permissão Internacional para Conduzir e § 2º A primeira via será remetida ao Registro
Caderneta de Passagem nas Alfândegas, Nacional de Veículos Automotores pela repartição
ressalvado o caso de dispensa em virtude de aduaneira que o recolher, a qual não sendo a
reciprocidade de tratamento. mesma por onde ingressou no Brasil, o interessado,
§ 1º O Certificado Internacional para Automóvel a esta comunicará a saída dêle.
e a Permissão Internacional para Conduzir deverão Art 51. A autoridade aduaneira do local por
apresentar as características estabelecidas nos onde entrou o veículo, vencido o prazo de
convênios firmados pelo Brasil. permanência dêle no território nacional, caso não
§ 2º A Caderneta de Passagem nas Alfândegas tenha conhecimento de sua saída, comunicará
deverá ser originária de entidade internacional de imediatamente o fato ao Departamento de Polícia
turismo ou automobilismo registrada na Organização Federal.
das Nações Unidas (ONU) e reconhecida por ato Art 52. O veículo automotor introduzido no
expresso do Conselho Nacional de Trânsito. território nacional por estrangeiro que nêle não
Art 49. A expedição da Permissão Internacional tenha permanência definitiva, não poderá executar
para Conduzir, do Certificado Internacional para serviço a frete nem, a qualquer título, ser alienado
Automóvel e da Caderneta de Passagem nas ou ter cedido o seu uso.
Alfândegas aos residentes no Brasil far-se-á pelos Parágrafo único. Os veículos pertencentes ao
Departamentos de Trânsito ou entidade idônea Corpo Diplomático, às Repartições consulares de
autorizada pelo Conselho Nacional de Trânsito, com carreira, às Representações de Organismos
visto e chancela daqueles órgãos. internacionais acreditados junto ao Govêrno
§ 1º Os documentos de circulação internacional Brasileiro e a seus funcionários, e aos peritos de
serão expedidos com base no Certificado de cooperação técnica bilateral que, em virtude de
Registro, licença do veículo e Carteira Nacional de disposições legais ou convencionais, sejam
Habilitação, dos quais deverão ser arquivados autorizados a importar veículos com isenção
fotocópias, para fins de fiscalização. temporária de direitos poderão ser alienados após
§ 2º O prazos de validade dos documentos decorridos os prazos fixados pelo Ministério das
mencionados neste artigo serão os estabelecidos Relações Exteriores e o prévio recolhimento de
nos atos internacionais firmados pelo Brasil. todos os tributos devidos à Fazenda Nacional, nos
§ 3º As entidades autorizadas a expedir os têrmos do art. 11 do Decreto-lei nº 37, de 18 de
documentos de circulação internacional manterão novembro de 1966.
livro de registro dêles, segundo modêlo aprovado Art 53. Aos veículos licenciados em países do
pelo Conselho Nacional de Trânsito, para continente americano, serão concedidas condições
fiscalização das autoridades interessadas. especiais de acesso e trânsito temporário, na forma
Art 50. Compete aos Consulados brasileiros estabelecida pelo CONTRAN, de acôrdo com os
examinar e visar a documentação dos veículos Ministérios da Fazenda e das Relações Exteriores.
automotores em geral, para ingresso no Brasil Art 54. As repartições aduaneiras comunicarão
expedindo aos interessados guia intransferível para diretamente ao Registro Nacional de Veículos
apresentação às autoridades regionais do Automotores a entrada e saída de veículos em seus
Departamento de Polícia Federal ao ingressarem, postos.
transitarem ou saírem do território nacional. § 1º A comunicação deverá fazer-se dentro do
§ 1º A guia de que trata êste artigo obedecerá prazo de dez (10) dias, a contar da data da entrada
ao modelo elaborado pelo Conselho Nacional de ou saída do veículo, atendido o disposto no art. 51
Trânsito e será expedida em quatro (4) vias das dêste Regulamento.
quais: § 2º Não se aplica o disposto neste artigo aos
I - A primeira ficará com interessado, enquanto veículos de transporte coletivo e de carga
transitar pelo território nacional, devendo ser legalmente autorizados.
recolhida pela repartição aduaneira por onde se § 3º O Departamento Nacional de Trânsito
registrar a sua saída; poderá baixar instruções atinentes ao cumprimento
II - A segunda e terceira serão entregues pelo do disposto neste artigo.
interessado à repartição aduaneira por onde se der SEÇÃO III
o seu ingresso, a qual arquivará a terceira e Das Provas Desportivas

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Art 55. As provas desportivas, inclusive seus § 2º A autoridade de trânsito, quarenta e oito
ensaios, só poderão realizar-se em vias públicas (48) horas, no mínimo, antes de cada ensaio e da
mediante prévia licença da autoridade de trânsito prova, dará publicidade às conseqüentes alterações
com jurisdição sôbre elas e autorização da de trânsito.
Confederação Brasileira de Automobilismo, ou de § 3º A entidade patrocinadora da prova, com
entidades a ela filiada. antecedência mínima de vinte e quatro (24) horas,
Parágrafo único. Nos municípios onde haja fornecerá a autoridade de trânsito a relação dos
autódromos, não serão permitidas provas concorrentes, com a discriminação dos veículos que
automobilísticas nas vias públicas. utilizarão e o número da Carteira Nacional de
Art 56. A concessão da licença para Habilitação ou da Permissão Internacional para
competição desportiva e seus ensaios nas estradas Conduzir, conforme o caso.
compete ao órgão rodoviário com jurisdição sôbre Art 59. É vedada a participação de menores de
elas. dezoito (18) anos em prova desportiva de veículo
Art 57. Para a realização de provas desportivas automotor a realizar-se em via pública.
em via pública, exigir-se-ão caução ou fiança e Parágrafo único. As competições juvenis de
contrato de seguro em favor de terceiros, contra menores de mais de (18) anos, dependerão de
riscos e acidentes, em valôres previamente autorização especial do órgão, sob cuja jurisdição
arbitrados pela autoridade competente, não estiver subordinada a entidade que as promover, e
podendo ser inferiores a dez (10) vêzes o salário- somente poderão ser realizadas nas condições que
mínimo vigente na região. o Conselho Nacional de Trânsito estabelecer.
§ 1º O valor mínimo de que trata êste artigo Art 60. As Confederações Desportivas poderão
será aumentado para cinqüenta (50) vêzes o salário- ser autorizadas a realizar entendimentos com as
mínimo da região, quando se tratar de prova com autoridades alfandegárias, visando a facilitar a
veículo automóvel. entrada e saída de veículos, seus acessórios e de
§ 2º Os valôres estabelecidos neste artigo material a ser usado pelas delegações que
representam a cobertura para cada veículo inscrito. participem de competições internacionais.
Art 58. O pedido de licença, que se deverá Art 61. Excepcionalmente, a autoridade de
apresentar à autoridade de trânsito sessenta (60) trânsito poderá autorizar circulação na via pública de
dias, pelo menos, antes da data prevista para o veículo que venha participar de prova desportiva.
primeiro ensaio, será instruído com: Parágrafo único. A autorização, que valerá pelo
I - Exemplar do regulamento da prova; prazo máximo de cinco (5) dias, indicará o horário e
II - indicação de itinerário, data, hora de início e o itinerário a serem obedecidos.
duração dos ensaios e da prova; CAPÍTULO IV
III - autorização da Confederação Brasileira de Da Sinalização
Automobilismo ou de entidade a ela filiada; Art 62. Ao longo das vias públicas, haverá,
IV - compromisso de: sempre que necessários, sinais de trânsito
a) sujeitar-se à caução ou fiança e à realização destinados a orientar condutores e pedestres.
de seguro em favor de terceiros, nos valôres e Art. 63. É obrigatória a implantação, nas vias
prazos estabelecidos pela autoridade de trânsito; públicas, da sinalização de trânsito estabelecida por
b) colocar à disposição da autoridade de este Regulamento e na forma que dispuser o
trânsito os recursos materiais necessários à Conselho Nacional de Trânsito, vedada a utilização
segurança do público e dos concorrentes; de qualquer outra.(Redação dada pelo Decreto nº
c) satisfazer as despesas decorrentes de 73.696, de 28.2.1974)
avisos, sinais e outras providências requeridas pelo Art. 64. A sinalização de trânsito far-se-á por
policiamento especial. meio de: (Redação dada pelo Decreto nº 73.696, de
§ 1º A autoridade de trânsito, ao despachar o 28.2.1974)
pedido de licença, nos trinta (30) dias imediatamente I – Placas; (Redação dada pelo Decreto nº
seguintes à sua apresentação, se o deferir, 73.696, de 28.2.1974)
especificará: II – Marcas; (Redação dada pelo Decreto nº
I - Valôres de caução ou fiança e de seguro em 73.696, de 28.2.1974)
favor de terceiros; III – Luzes; (Redação dada pelo Decreto nº
II - Alteração do itinerário dos transportes 73.696, de 28.2.1974)
coletivos, se fôr o caso; IV – Gestos; (Redação dada pelo Decreto nº
III - Vias a serem interditadas; 73.696, de 28.2.1974)
IV - Medidas de segurança cabíveis. V – Sons; (Redação dada pelo Decreto nº
73.696, de 28.2.1974)

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VI – Marcos; (Redação dada pelo Decreto nº Art 66. Na falta, insuficiência ou incorreta
73.696, de 28.2.1974) colocação de sinalização especifica não se aplicarão
VII – Barreiras; (Redação dada pelo Decreto nº sanções pela inobservância de deveres ou
73.696, de 28.2.1974) proibições previstos neste Regulamento, se para
§ 1º A forma, as cores e as dimensões dos sua observância fôr indispensável a sinalização.
sinais são as constantes do Anexo II deste Parágrafo único. A entidade com jurisdição
Regulamento.(Redação dada pelo Decreto nº sôbre a via pública responde pela falta, insuficiência
73.696, de 28.2.1974) ou incorreta colocação de sinalização.
§ 2º O Conselho Nacional de Trânsito editará Art 67. A fixação de propaganda comercial ou
normas complementares a este Regulamento no de quaisquer legenda ou símbolos ao longo das vias
que respeita à interpretação aplicação e uso da condiciona-se a prévia audiência da autoridade de
sinalização.(Redação dada pelo Decreto nº 73.696, trânsito.
de 28.2.1974) Art 68. É responsável pela sinalização de
§ 3º A alteração da sinalização de trânsito qualquer obstáculo à livre circulação e à segurança
somente poderá ser feita por proposta do Conselho de veículo e pedestres; tanto no leito da via como
Nacional de Trânsito.(Incluído pelo Decreto nº nas calçadas, a entidades que executa a obra ou
73.696, de 28.2.1974) com jurisdição sôbre a via pública, salvo nos casos
Art 65. O uso de sinais de trânsito obedecerá fortuitos.
às seguintes regras gerais: § 1º Nenhuma obra a ser executada na via
I - É proibido o emprêgo, ao longo das vias pública, desde que possa perturbar ou interromper o
públicas, de luzes e inscrições que gerem confusão livre trânsito ou ofereça perigo à segurança pública,
com os sinais de trânsito ou dificultem sua poderá ser iniciada sem entendimento prévio com a
identificação; autoridade de trânsito, que determinará, de
II - É proibido afixar sôbre os sinais de trânsito imediato, as providências necessárias.
ou junto a êles quaisquer legendas que lhes § 2º A inobservância do disposto neste artigo e
diminuam a visibilidade ou alterem as seu § 1º será punida com multa que variará de uma
características; (1) a dez (10) vêzes o salário-mínimo vigente na
III - Nas estradas, não se permitirá a utilização região, independentemente das comunicações
de qualquer forma de publicidade que possa cíveis e penais cabíveis.
provocar a distração dos condutores ou perturbar a § 3º Ao servidor público responsável pela
segurança do trânsito; inobservância do disposto neste artigo e seu § 1º,
IV - Todo sinal de trânsito deverá colocar-se em aplicar-se-á a pena de suspensão, a qual poderá
posição que o torne perfeitamente visível ou legível converter-se em multa, na base de cinqüenta por
do dia e à noite, em distâncias compatíveis com a cento (50%) por dia de vencimento ou remuneração,
segurança; obrigado, êle, neste caso, a permanecer em serviço.
V - Os pontos de travessia de vias públicas Art 69. As placas, quanto à sua função, podem
destinadas a pedestres deverão ser sinalizados por ser:
meio de marcas; I - de regulamentação;
VI - As portas de entrada e de saída de II - de advertência;
veículos em garagens particulares e III - de indicação.
estabelecimentos destinados a oficina, depósito ou § 1º As placas de regulamentação têm por
guarda de automóveis, deverão ser devidamente finalidade informar aos usuários de condições,
sinalizadas; proibições ou restrições no uso da via, o desrespeito
VII - Qualquer obstáculo à livre circulação e à das quais constitui infração.
segurança de veículos e pedestres, tanto no leito da § 2º As placas de advertência destinam-se a
via, como nas calçadas, deverá ser avisar os usuários da existência e natureza de
imediatamente sinalizado; perigo na via.
VIII - Nenhuma estrada pavimentada poderá § 3º As placas de indicação visam a fornecer
ser entregue ao trânsito enquanto não estiver ao usuário informações úteis ao seu deslocamento.
sinalizada; § 4º A redução das dimensões regulamentares
IX - Os sinais de trânsito, luminosos ou não, das placas somente será permitida em locais cujas
deverão ser protegidos contra qualquer obstáculo ou peculiaridades a indiquem, e sem prejuízo de sua
luminosidade capaz de perturbar-lhe a identificação visibilidade e identificação.
ou visibilidade; Art 70. As marcas serão pintadas ou
X - A disposição das côres nos sinais assentadas nas vias ou nas suas margens.
luminosos deverá ser uniforme.

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§ 1º As marcas separadoras de faixa de determinadas áreas, assinalando-as por meio de


trânsito em linha contínua indicam proibição de placas.
ultrapassagem. Art 74. Os marcos serão:
§ 2º Não havendo sinalização controladora de I - Quilométricos;
fluxo de trânsito, onde houver faixa de travessia de II - De obstrução.
pedestre nenhum veículo poderá cruzá-la pela frente § 1º Nas estradas pavimentadas, é obrigatório
de quem a estiver utilizando. o uso de marco quilométrico em intervalos máximos
Art 71. Os sinais luminosos, quanto à de cinco (5) quilômetros.
finalidade, serão: § 2º Os marcos de obstrução de vias conterão,
I - De contrôle de fluxo de veículos; obrigatoriamente, dispositivo refletor.
II - De contrôle de fluxo de pedestres; Art 75. A sinalização por barreira será
III - De advertência. complementada por placas que alertam os
§ 1º Nos sinais luminosos de contrôle de fluxo condutores para a sua instalação.
de veículos, serão usadas duas (2) ou (3) três luzes, Art 76. Os gestos e apitos obedecerão ao
com as seguintes côres e significações: disposto no Anexo II.
I - Verde: trânsito livre (sinal aberto); CAPÍTULO V
II - Amarelo-alaranjado: (advertência); Dos Veículos
III - Vermelha: parar (sinal fechado). SEçãO I
§ 2º Os sinais luminosos de duas (2) luzes, Da Classificação e Normas Gerais de Uso
para o contrôle do fluxo de veículos, usarão as côres Art 77. Os veículos classificam-se:
verde e vermelha. I - Quanto à tração;
§ 3º O uso da luz amarelo-alaranjada, a) automotor;
isoladamente, ou com a luz verde, significa que os b) elétrico;
veículos deverão deter-se, a menos que já se c) de propulsão humana;
encontrem na zona de cruzamento ou à distância tal d) de tração animal;
que, ao se acender a luz amarelo-alaranjada, não e) reboque e semi-reboque;
possa deter-se sem risco para a segurança do II - Quanto à espécie:
trânsito. a) de passageiros:
§ 4º O uso da luz vermelha, isoladamente ou 1 - bicicleta;
com a luz amarelo-alaranjada significa ordem de 2 - ciclomotor;
parar. 3 - motoneta;
§ 5º Nos sinais de duas (2) luzes, acendendo- 4 - motocicleta;
se a luz vermelha, quando ainda acêsa a verde, os 5 - triciclo;
veículos deverão deter-se, salvo se já se 6 - automóvel;
encontrarem na zona de cruzamento ou à distância 7 - micro-ônibus;
tal que ao se acender a luz vermelha, não se 8 - ônibus;
possam deter com risco para a segurança do 9 - bonde;
trânsito. 10 - reboque e semi-reboque;
§ 6º As luzes poderão ser dispostas, horizontal 11 - charrete;
ou verticalmente, devendo, porém a vermelha ser b) de carga:
colocada à esquerda ou acima da verde e a 1 - motoneta;
amarelo-alaranjada, quando usada, entre outras. 2 - motocicleta;
Art 72. Os indicadores luminosos de mudança 3 - triciclo;
de direção de veículo são de uso obrigatório à noite 4 - camioneta;
e nos casos de visibilidade reduzida. 5 - caminhão;
Art 73. Os sinais sonoros, executados por 6 - reboque e semi-reboque;
buzina, ou aparelho similar de uso autorizado, 7 - carroça;
deverão restringir-se a um toque breve, e somente 8 - carro de mão;
serão utilizados para advertência. c) misto;
§ 1º O uso dos sinais previstos neste artigo, d) de corrida;
nas vias urbanas, é proibido no período e) de tração:
compreendido entre vinte e duas (22) horas e seis 1 - caminhão-trator;
(6) horas. 2 - trator de rodas;
§ 2º A autoridade de trânsito poderá 3 - trator de esteiras;
estabelecer restrições ao uso de buzina em 4 - trator misto;
f) especial;

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III - Quanto à categoria: centímetros): 17t (dezessete toneladas); (Incluído


a) oficial; pelo Decreto nº 98.933, de 7.2.1990)
b) Missão diplomática, Repartições consulares IV - peso bruto por conjunto de dois eixos não
de carreira e de Representações de Organismos em tandem, quando a distância entre os dois planos
internacionais acreditados junto ao Govêrno verticais que contenham os centros das rodas for
brasileiro; superior a 1,20m (um metro e vinte centímetros) e
c) particular; inferior ou igual a 2,40m (dois metros e quarenta
d) de aluguel. centímetros): 15t (quinze toneladas); (Incluído pelo
Art 78. Todo veículo, para transitar nas vias Decreto nº 98.933, de 7.2.1990)
públicas, deverá oferecer completa segurança e V - peso bruto por conjunto de três eixos em
estar perfeitamente equipado, segundo êste tandem, aplicável somente a semi-reboque, quando
Regulamento. a distância entre os três planos verticais que
§ 1º O disposto neste artigo não se aplica aos contenham os centros das rodas for superior a
veículos antigos, atendidas as seguintes condições: 1,20m (um metro e vinte centímetros) e inferior ou
(Incluído pelo Decreto nº 213, de 10.9.1991) igual a 2,40m (dois metros e quarenta centímetros):
a) possuir mais de vinte anos de fabricação e 25,5t (vinte e cinco e meia toneladas); (Incluído pelo
pertencer a coleção; (Incluído pelo Decreto nº 213, Decreto nº 98.933, de 7.2.1990)
de 10.9.1991) VI - peso bruto por conjunto de dois eixos,
b) ostentar valor histórico por suas sendo um dotado de quatro neumáticos e outro de
características originais; (Incluído pelo Decreto nº dois pneumáticos interligados por suspensão
213, de 10.9.1991) especial, quando a distância entre os dois planos
c) manter em pleno funcionamento os verticais que contenham os centros das rodas for
equipamentos de segurança de sua fabricação; superior a 1,20 (um metro e vinte centímetros) e
(Incluído pelo Decreto nº 213, de 10.9.1991) inferior ou igual a 2,40m (dois metros e quarenta
d) apresentar certificado de originalidade, centímetros): 13,5t (treze e meia toneladas).(Incluído
reconhecido pelo Conselho Nacional de Trânsito. pelo Decreto nº 98.933, de 7.2.1990)
(Incluído pelo Decreto nº 213, de 10.9.1991) § 1º Considerar-se-ão eixos em tandem, dois
§ 2º Os veículos antigos terão placas ou mais eixos que constituam um conjunto integral
personalizadas cujos modelos serão aprovados pelo de suspensão, podendo qualquer deles ser ou não
Contran. (Incluído pelo Decreto nº 213, de motriz.(Redação dada pelo Decreto nº 98.933, de
10.9.1991) 7.2.1990)
§ 3º A circulação de veículos antigos nas vias § 2º Quando, em um conjunto de dois eixos, a
públicas fica restrita a locais e datas de pouco distância entre os dois planos verticais paralelos que
movimento, deslocamentos para oficinas, ou contenham os centros das rodas for superior a dois
passeios e eventos específicos, desde que portem metros e quarenta centímetros (2,40), cada eixo
permissão da autoridade de trânsito com jurisdição será considerado como se fosse isolado.(Redação
sobre a via.(Incluído pelo Decreto nº 213, de dada pelo Decreto nº 98.933, de 7.2.1990)
10.9.1991) § 3º Em qualquer par de eixos ou conjunto de
Art. 79. Nenhum veículo ou combinação de três eixos em tandem, com quatro pneumáticos
veículo poderá transitar com peso bruto total ou cada, com os respectivos limites legais de 17t
peso bruto total combinado superior ao fixado pelo (dezessete toneladas) e 25,5t (vinte e cinco e meia
fabricante, nem ultrapassar a capacidade máxima de toneladas) a diferença de peso bruto total entre os
tração da unidade tratora.(Redação dada pelo eixos mais próximos não deverá exceder a 1.700 kg
Decreto nº 98.933, de 7.2.1990) (um mil e setecentos quilogramas).(Incluído pelo
I - peso bruto total por unidade ou combinações Decreto nº 98.933, de 7.2.1990)
de veículos: 45t (quarenta e cinco § 4º Os veículos ou combinações de veículos
toneladas);(Incluído pelo Decreto nº 98.933, de com peso bruto total superior ao fixado no item I
7.2.1990) poderão obter autorização especial para transitar,
II - peso bruto por eixos isolados: 10t (dez desde que não ultrapassem os limites de peso por
toneladas); (Incluído pelo Decreto nº 98.933, de eixo ou conjunto de eixos, ou o seu equivalente em
7.2.1990) termos de pressão a ser transmitida ao pavimento, e
III - peso bruto por conjunto de dois eixos em não infrinjam as condições técnicas das obras de
tandem, quando a distância entre os dois planos arte rodoviárias, constantes do roteiro a ser
verticais que contenham os centros das rodas for percorrido.(Incluído pelo Decreto nº 98.933, de
superior a 1,20m (um metro e vinte centímetros) e 7.2.1990)
inferior ou igual a 2,40m (dois metros e quarenta

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Art 80. Nenhum veículo poderá ter modificadas configuração que incorpore inovação tecnológica,
suas características, sem prévia autorização da devidamente regulamentada pelo Conselho
autoridade do trânsito. Nacional de Trânsito.(Redação dada pelo Decreto nº
§ 1º Excetua-se do disposto neste artigo a 2.069, de 12.11.1996)
mudança de motor, a qual, porém, deverá ser § 4º Os veículos em circulação com dimensões
comunicada à autoridade de trânsito nos trinta (30) excedentes aos limites fixados neste artigo poderão
dias imediatamente seguintes ao em que se circular até o sucateamento, mediante autorização
verificar. específica, a ser regulamentada pelo Conselho
§ 2º Quando se tratar de veículo pertencente a Nacional de Trânsito.(Incluído pelo Decreto nº 2.069,
membro do Corpo Diplomático, as modificações de 12.11.1996)
serão comunicadas ao Departamento de Trânsito § 5º Não se sujeitam ao disposto nos
pelo Cerimonial do Ministério das Relações parágrafos anteriores os veículos especialmente
Exteriores. projetados para o transporte de carga indivisível de
Art. 81. As dimensões autorizadas para que trata o art. 85.(Incluído pelo Decreto nº 2.069,
veículos, com ou sem carga, são as seguintes: de 12.11.1996)
(Redação dada pelo Decreto nº 2.069, de
12.11.1996) Art. 82. São fixados os seguintes limites
I - largura máxima: 2,60m;(Redação dada pelo máximos de peso bruto total e peso bruto
Decreto nº 2.069, de 12.11.1996) transmitido por eixo de veículos às superfícies das
II - altura máxima: 4,40m;(Redação dada pelo vias públicas:(Redação dada pelo Decreto nº 2.069,
Decreto nº 2.069, de 12.11.1996) de 12.11.1996)
III - comprimento total:(Redação dada pelo I - peso bruto total por unidade ou combinações
Decreto nº 2.069, de 12.11.1996) de veículos: 45t;(Redação dada pelo Decreto nº
a) veículos simples: 14,00m;(Redação dada 2.069, de 12.11.1996)
pelo Decreto nº 2.069, de 12.11.1996) II - peso bruto por eixos isolados.(Redação
b)veículos articulados: 18,15m;(Redação dada dada pelo Decreto nº 2.069, de 12.11.1996)
pelo Decreto nº 2.069, de 12.11.1996) III - peso, bruto por conjunto de dois eixos em
c) veículos com reboque: 19,80m.(Redação tandem, quando a distância entre os dois planos
dada pelo Decreto nº 2.069, de 12.11.1996) verticais que contenham os centros das rodas for
§ 1º São fixados os seguintes limites para o superior a 1,20m e inferior ou igual a 2,40m:
comprimento do balanço traseiro de veículos de 17t;(Redação dada pelo Decreto nº 2.069, de
transporte de passageiros e de cargas:(Redação 12.11.1996)
dada pelo Decreto nº 2.069, de 12.11.1996) IV - peso bruto por conjunto de dois eixos não
I - nos veículos simples de transporte de carga, em tandem, quando a distância entre os dois planos
até sessenta por cento da distância entre os dois verticais que contenham os centros das rodas for
eixos, não podendo exceder a 3,50m;(Redação superior a 1,20m e inferior ou igual a 2,40m:
dada pelo Decreto nº 2.069, de 12.11.1996) 15t;(Redação dada pelo Decreto nº 2.069, de
II - nos veículos simples de transporte de 12.11.1996)
passageiros:(Redação dada pelo Decreto nº 2.069, V - peso bruto por conjunto de três eixos em
de 12.11.1996) tandem, aplicável somente a semi-reboque, quando
a) com motor traseiro: até 62% da distância a distância entre os três planos verticais que
entre eixos;(Redação dada pelo Decreto nº 2.069, contenham os centros das rodas for superior a
de 12.11.1996) 1,20m e inferior ou igual a 2,40m: 25,5t;(Redação
b) com motor dianteiro: até 71% da distância dada pelo Decreto nº 2.069, de 12.11.1996)
entre eixos;(Redação dada pelo Decreto nº 2.069, VI - peso bruto por conjunto de dois eixos,
de 12.11.1996) sendo um dotado de quatro pneumáticos e outro de
c) com motor central: até 66% da distância dois pneumáticos interligados por suspensão
entre eixos.(Redação dada pelo Decreto nº 2.069, especial, quando a distância entre os dois planos
de 12.11.1996) verticais que contenham os centros das rodas
§ 2º A distância entre eixos prevista no for:(Redação dada pelo Decreto nº 2.069, de
parágrafo anterior será medida de centro a centro 12.11.1996)
das rodas dos eixos dos extremos.(Redação dada a) inferior ou igual a 1,20m: 9t;(Redação dada
pelo Decreto nº 2.069, de 12.11.1996) pelo Decreto nº 2.069, de 12.11.1996)
§ 3º Não é permitido o registro e o b) superior a 1,20m e inferior ou igual a 2,40m:
licenciamento de veículos com dimensões 13,5t.(Redação dada pelo Decreto nº 2.069, de
excedentes aos limites fixados neste artigo, salvo 12.11.1996)

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§ 1º Considerar-se-ão eixos em tandem dois ou § 1º Nos eixos isolados, dotados de dois


mais eixos que constituam um conjunto integral de pneumáticos, o limite máximo de peso bruto por eixo
suspensão, podendo qualquer deles ser ou não será de três toneladas, quando utilizados pneus de
motriz.(Redação dada pelo Decreto nº 2.069, de até 830mm de diâmetro, e de seis toneladas,
12.11.1996) quando usados pneus com diâmetro
§ 2º Quando, em um conjunto de dois eixos, a superior.(Redação dada pelo Decreto nº 2.069, de
distância entre os dois planos verticais paralelos que 12.11.1996)
contenham os centros das rodas for superior a § 2º No conjunto de dois eixos, dotados de dois
2,40m, cada eixo será considerado como se fosse pneumáticos cada, desde que direcionais, o limite
isolado.(Redação dada pelo Decreto nº 2.069, de máximo de peso será de doze toneladas.(Redação
12.11.1996) dada pelo Decreto nº 2.069, de 12.11.1996)
§ 3º Em qualquer par de eixos ou conjunto de § 3º A adoção de eixos com dois pneumáticos
três eixos em tandem, com quatro pneumáticos com banda extralarga somente será admitida após
cada, com os respectivos limites legais de 17t e aprovação do Conselho Nacional de Trânsito,
25,5t, a diferença de peso bruto total entre os eixos ouvidos o Ministério da Indústria, do Comércio e do
mais próximos não deverá exceder a Turismo e o Ministério dos Transportes, por
1.700kg.(Redação dada pelo Decreto nº 2.069, de intermédio de seu órgão rodoviário, para o
12.11.1996) estabelecimento dos limites de peso a serem
§ 4º Os veículos ou combinações de veículos transmitidos às superfícies das vias
com peso bruto total superior ao fixado no inciso I públicas.(Incluído pelo Decreto nº 2.069, de
poderão obter autorização especial para transitar, 12.11.1996)
desde que não ultrapassem os limites de peso por Art 84. Nenhuma combinação de veículos
eixo ou conjunto de eixos, ou o seu equivalente em poderá constituir-se de mais de duas unidades,
termos de pressão a ser transmitida ao pavimento, e incluída a unidade tratora.
não infrinjam as condições técnicas das obras de Parágrafo único - O Conselho Nacional de
arte rodoviárias, constantes do roteiro a ser Trânsito disciplinar a concessão de autorização
percorrido.(Redação dada pelo Decreto nº 2.069, de especial para o trânsito de combinação de veículos
12.11.1996) que possua mais de duas unidades, incluída a
§ 5º O CONTRAN regulamentará configurações unidade tratora. (Redação dada pelo Decreto nº
de eixos duplos com distância dos dois planos 88.686, de 6.9.1983)
verticais que contenham os centros das rodas Art. 85. Para os veículos ou combinações de
inferior a 1,20m, especificando os tipos de pneus e veículos que transportem carga indivisível e que não
peso por eixo, ouvido o Ministério dos Transportes, se enquadrem nas condições de pesos brutos
através de seu órgão rodoviário.(Redação dada pelo máximos estabelecidos nos artigos 82 e 83 deste
Decreto nº 2.069, de 12.11.1996) Regulamento, poderá ser concedida autorização
§ 6º Os ônibus com peso por eixo superior ao especial, com prazo certo, válida para cada
fixado neste artigo, registrados e licenciados até a viagem.(Redação dada pelo Decreto nº 98.933, de
data da publicação deste Decreto, poderão circular 7.2.1990)
até o término de sua vida útil, conforme Art 86. Os automóveis de aluguel (taxi)
regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito, sujeitam-se ao regulamento baixado pela autoridade
desde que respeitado o disposto no art. 79 deste local.
Regulamento e observadas as condições do § 1º Nos municípios, cuja população fôr
pavimento e das obras de arte rodoviárias.(Incluído superior a cem mil (100.000) habitantes, os veículos
pelo Decreto nº 2.069, de 12.11.1996) de que trata êste artigo adotarão, exclusivamente, o
Art. 83. Os limites máximos de peso bruto por taxímetro como forma de cobrança do serviço
eixo e por conjunto de eixos, estabelecidos no artigo prestado, facultada a sua adoção nos demais, a
anterior, só prevalecem:(Redação dada pelo Decreto critério da Prefeitura.
nº 2.069, de 12.11.1996) § 2º Nas localidades em que não seja
I - se todos os eixos forem dotados de, no obrigatório o uso do taxímetro, a autoridade
mínimo, quatro pneumáticos cada um;(Redação competente fixará as tarifas por hora ou corrida, e
dada pelo Decreto nº 2.069, de 12.11.1996) obrigará aos condutores dos veículos que, portem
II - se todos os pneumáticos de um mesmo as respectivas tabelas em lugar visível aos
conjunto de eixos forem da mesma rodagem e passageiros.
calçarem rodas no mesmo diâmetro.(Redação dada § 3º No cálculo das tarifas, considerar-se-ão os
pelo Decreto nº 2.069, de 12.11.1996) custos de operação, manutenção, remuneração do
condutor, depreciação do veículo e o justo lucro do

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capital investido, de fôrma que se assegure a c) espelhos retrovisores, interno e externo;


estabilidade financeira do serviço. d) limpadores de pára-brisa;
§ 4º A autoridade competente poderá limitar o e) pala interna de proteção contra o sol (pára-
número de automóveis de aluguel (táxis), atendida a sol) para o condutor;
necessidade da população. f) faroletas e faróis dianteiros de luz branca ou
Art 87. Os veículos de aluguel (táxis), para amarela;
transportes coletivos dependerão, para transitar, de g) lanternas de luz vermelha na parte traseira;
concessão, permissão ou autorização da autoridade h) velocímetro;
competente. i) buzina;
§ 1º Os veículos de que trata êste artigo j) dispositivo de sinalização luminosa ou
deverão satisfazer às condições técnicas e aos refletora de emergência, independente do circuito
requisitos de higiene, segurança e confôrto do elétrico do veículo;
público exigidos em lei, regulamento ou pelo l) extintor de incêndio, para veículos de carga e
instrumento ou ato de concessão, permissão ou de transporte coletivo;
autorização. m) silenciador de ruídos de explosão do motor,
§ 2º Quando, no município ou região, não exceto para os ônibus elétricos;
existirem linhas regulares de ônibus, a autoridade n) freios de estacionamento e de marcha, com
competente poderá autorizar, a título precário, que comandos independentes;
veículos de carga, dotado de cobertura, bancos fixos o) luz para o sinal: "PARE";
com encôsto, guardas altas de madeira ou corda na p) iluminação da placa traseira;
carroçaria, após vistoria, transporte passageiros. q) indicadores luminosos de mudança de
Art 88. A carroçaria dos veículos de transporte direção, à frente e atrás;
de carga deve apresentar-se de modo que evite r) cinto de segurança para árvore de
derramamento da carga nas vias. transmissão de veículos de transporte coletivo e de
Art 89. Os veículos de transporte de carga e os carga;
coletivos deverão conter inscrição de sua tara, ou s) pneus que ofereçam condições mínimas de
lotação, em local visível. segurança;
Art 90. É proibido o uso, nos veículos, de t) registrador de velocidade (tacógrafo) que
emblemas, escudo ou distintivos com as côres da substituirá o velocímetro nos veículos destinados ao
Bandeira Nacional, salvo nos de representação transporte de escolares, e, desde sua fabricação,
pessoal do Presidente da República e dos nos veículos novos destinados ao transporte de
Presidentes do Senado Federal, Câmara dos passageiros com mais de dez lugares e ao
Deputados e Supremo Tribunal Federal. transporte de carga com capacidade máxima de
Art. 91. É proibido o uso de inscrição de caráter tração (CMT) igual ou superior a dezenove
publicitário nos pára-brisas e em toda a extensão da toneladas. (Redação dada pelo Decreto nº 96.388,
parte traseira da carroçaria dos veículos, salvo no de 21.7.1988)
caso previsto no § 1º deste artigo. (Redação dada II - De reboque e semi-reboque:
pelo Decreto nº 1.683, de 25.10.1995) a) pára-choque traseiro;
§ 1º Para efeito de redução de tarifa, o poder b) protetores das rodas traseiras;
concedente poderá disciplinar a utilização de c) lanternas de luz vermelha na parte traseira;
publicidade nos veículos de transporte coletivo de d) freios de estacionamento e de marcha, com
passageiros. (Incluído pelo Decreto nº 1.683, de comandos independentes, para os de capacidade
25.10.1995) superior a setecentos e cinqüenta quilogramas (750
§ 2º Não se configuram como publicidade as kg)
inscrições de marca, logotipo, razão social ou nome e) luz para o sinal: "PARE";
do fabricante, do proprietário do veículo ou da carga, f) iluminação da placa traseira;
nem as inscrições de advertência e indicação do g) indicadores luminosos de mudança de
combustível utilizado.(Incluído pelo Decreto nº direção, atrás;
1.683, de 25.10.1995) h) pneus que ofereçam condições mínimas de
SEÇÃO II segurança.
Dos Equipamentos III - De propulsão humana ou tração animal:
Art 92. São equipamentos obrigatórios: a) freios;
I - Dos veículos automotores e ônibus elétricos: b) luz branca ou amarela dianteira e luz
a) pará-choques, dianteiro e traseiro; vermelha traseira ou catadióptricos das mesmas
b) protetores das rodas traseiras dos côres.
caminhões;

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§ 1º Dos equipamentos previstos no item I, não Supremo Tribunal Federal, dos Ministros de
se exigirão: Estados, do Consultor-Geral da República e do
I - Aos ciclomotores, motonetas e motocicletas, Procurador-Geral da República. (Redação dada pelo
os previstos nas alíneas a ), b ), d ), e ), j ), l ), q ), r ) Decreto nº 88.686, de 6.9.1983)
e t ). Art 96. Os veículos de fabricação nacional ou
II - Aos tratores, os previstos nas alíneas a ), b cuja importação, com isenção temporária de direitos,
), c ), d ), e ), l ), q ), r ) e g ). haja sido realizada de conformidade com normas
§ 2º É facultado ao proprietário do veículo de legais ou convencionais, pertencentes às Missões
aluguel de duas portas, denominado "taxi-mirim", Diplomáticas, às Repartições consulares de carreira,
desde que aparelhado com cintos de segurança aos Organismos internacionais acreditados junto ao
para passageiros, a remoção do banco dianteiro Governo brasileiro e seus funcionários, e aos peritos
direito. (Redação dada pelo Decreto nº 88.686, de de cooperação técnica bilateral, bem como os
6.9.1983) adquiridos por turistas do exterior, de fabricação
§ 3º Nenhum veículo poderá ser dotado de nacional, destinado a trânsito temporário no Brasil e
equipamento ou acessório de uso proibido pelo exportação, deverão usar placas especiais a serem
Conselho Nacional de Transito. estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito,
§ 4º O Conselho Nacional de Trânsito poderá de acôrdo com o Ministério das Relações Exteriores.
fixar especificações para os equipamentos de uso Art 97. Os veículos de corrida, embora sujeitos
obrigatório, bem como exigir o uso de outros. a registro e licenciamento, não usarão placas.
SEÇÃO III Art 98. Os aparelhos automotores destinados a
Da identificação puxar ou arrastar maquinaria de qualquer natureza
Art. 93 Após vistoriados, registrados e ou a executar trabalhos agrícolas ou de construção
licenciados, os veículos serão identificados por ou de pavimentação, para transitarem na via
placas contendo os mesmos caracteres do registro e pública, além de se sujeitarem ao licenciamento,
da correspondente licença, lacradas em suas deverão usar a placa constante do Anexo III dêste
estruturas, com forma, dimensões e cores Regulamento.
estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito. Art 99. Junto aos bordos das placas de
(Redação dada pelo Decreto nº 88.686, de 6.9.1983) identificação dos veículo, não poderão ser
§ 1º Os veículos das Forças Armadas, que colocados quaisquer emblemas, escudos ou
possuírem suas cores privativas, terão pintados, na distintivos.
cor branca e em ponto visível, o número e o símbolo Art 100. As placas, quando trocadas, serão
de seus registros na respectiva organização. destruídas, comunicando-se o fato, em sendo o
(Redação dada pelo Decreto nº 88.686, de 6.9.1983) caso, à repartição que houver fornecido as
§ 2º É facultada ao proprietário do veículo a substituídas.
utilização de placa de fabricação especial, desde Art 101. Os automóveis de aluguel (táxis)
que observadas as exigências estabelecidas pelo deverão portar, sôbre suas carroçarias, dispositivo
Conselho Nacional de Trânsito. (Redação dada pelo que lhes facilite a identificação durante o dia e a
Decreto nº 88.686, de 6.9.1983) noite, aprovado pelo Conselho Nacional de Trânsito.
§ 3º O Conselho Nacional de Trânsito expedirá Art 102. Os veículos, destinados ao transporte
ato disciplinando a utilização de placas de coletivo de escolares deverão ter pintada, na
fabricação especial, observada a tolerância de 10% traseira e nas laterais de sua carroçaria, em toda a
(dez por cento) a mais ou a menos em suas sua extensão, uma faixa horizontal amarela, de
dimensões, em atendimento às características quarenta centímetro (40 cm) de largura, a meia
especificas do veículo. (Inlcuído pelo Decreto nº altura, na qual se inscreverá o dístico "Escolar".
88.686, de 6.9.1983) Parágrafo único. Os veículos que, sem as
Art. 94. Os caracteres de que trata o artigo características indicadas nêste artigo forem
93 serão individualizados para cada veículo e o utilizados, eventualmente, no transporte coletivo de
acompanharão até a sua baixa escolares, deverão portar uma faixa horizontal,
definitiva.(Revigorado pelo Decreto nº 93.861, de branca, removível, que atenda ao dístico e posição
22.12.1986) referidos.
Art. 95 As placas com as cores verde e amarela da
Bandeira Nacional serão usadas somente pelos Art. 103 - Os veículos de transporte de cargas
veículos de representação pessoal do Presidente da ou produtos perigosos, só poderão transitar pelas
República e Vice-Presidente da República, dos vias públicas ou rodovias, se preencherem os
Presidentes do Senado Federal e da Câmara dos requisitos de simbologia estabelecidos em Norma
Deputados, do Presidente e dos Ministros do

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Brasileira.(Redação dada pelo Decreto nº 88.821, de proprietário.(Redação dada pelo Decreto nº 92.387,
6.10.1983) de 6.2.1986)
§ 1º - Os veículos que, não apresentando as § 1º O Certificado de Registro deverá conter
características mencionadas, venham, características e condições de invulnerabilidade à
eventualmente, a transportar cargas ou produtos de falsificação e à adulteração.(Redação dada pelo
natureza prevista neste artigo, deverão obter prévia Decreto nº 92.387, de 6.2.1986)
autorização da autoridade de trânsito, a qual § 2º O modelo e especificações do Certificado
somente poderá ser concedida se neles forem de Registro serão estabelecidos pelo Conselho
colocados os rótulos ou símbolos previstos na Nacional de Trânsito.(Redação dada pelo Decreto nº
Norma Brasileira a que se refere o " caput" deste 92.387, de 6.2.1986)
artigo.(Redação dada pelo Decreto nº 88.821, de § 3º O disposto neste artigo não se aplica aos
6.10.1983) veículos militares.(Redação dada pelo Decreto nº
Art 104. Os veículos destinados à 92.387, de 6.2.1986)
aprendizagem terão pintada, em sua carroçaria, uma § 4º O Conselho Nacional de Trânsito, de
faixa horizontal, amarela, de vinte centímetros (20 acordo com o Ministério das Relações Exteriores;
cm) de largura, à meia altura, em tôda a sua estabelecerá as características do Certificado de
extensão, com o dístico "Auto Escola" de côr prêta. Registro para os veículos do Corpo Diplomático e do
Parágrafo único. O veículo, eventualmente Corpo Consular, que será expedido pelo Cerimonial
utilizado para aprendizagem, deverá usar, quando daquela Secretaria de Estado.(Redação dada pelo
servindo a êsse fim, uma faixa horizontal, branca, Decreto nº 92.387, de 6.2.1986)
removível, com a largura, a posição e o dístico § 5º - O Conselho Nacional de Trânsito, de
previstos nêste artigo. acordo com o Ministério das Relações Exteriores,
Art 105. Os veículos de propriedade da União, estabelecerá as características do Certificado de
Territórios, autarquias federais, sociedades de Registro para veículos do Corpo de diplomático e do
economia mista em que a União seja acionista Corpo Consular, que será expedido pela Cerimonial
majoritária, emprêsas públicas ou fundações por ela daquela Secretaria de Estado.(Redação dada pelo
instituídas, excluídos os de representação, terão sua Decreto nº 79.761, de 1º.6.1977)
carroçaria pintadas de côr preta e uma faixa Art 109. Do Certificado de Registro, além do
horizontal de côr branca, a meia altura, de dez nome do proprietário e do seu endereço, constarão
centímetros (10 cm) de largura em tôda a sua as seguintes características: marca, modelo, ano de
extensão. fabricação, cor, número do chassi, classificação,
Parágrafo único. Nas portas dianteiras dos capacidade nominal e outras exigidas por legislação
veículos de que trata êste artigo, inscrever-se-á o específica.(Redação dada pelo Decreto nº 92.387,
nome da entidade, sua abreviatura ou sigla. de 6.2.1986)
Art 106. Os veículos particulares ou de
repartições públicas que, para efeito de serviços Art 110. O Certificado de Registro será
peculiares, necessitarem de identificação por meio expedido pelos Departamentos de Trânsito ou suas
de distintivos, escudos ou emblemas, poderão portá- Circunscrições Regionais, mediante a apresentação
las, na sua parte interna ou afixada na parte externa dos seguintes documentos: (Redação dada pelo
da carroçaria. Decreto nº 92.387, de 6.2.1986)
Art 107. Os veículos de carga e de transporte I - nota fiscal fornecida pelo fabricante ou
coletivo, para indicação de sua altura e largura, revendedor, se nacional o veículo; documento
deverão apresentar, na parte dianteira, duas (2) equivalente expedido pela autoridade aduaneira se
lâmpadas brancas, fôscas, ou amarelas, e, na parte importado o veículo por pessoa ou entidade não
traseira duas (2) de côr vermelha. privilegiada; (Redação dada pelo Decreto nº 92.387,
Parágrafo único. É proibida a colocação, nos de 6.2.1986)
veículos de que trata êste artigo, de lâmpadas ou II - documento fornecido pelo Cerimonial do
focos refletivos de côres que não as nêle previstas. Ministério das Relações Exteriores, do qual
SEÇÃO IV constarão o número e data da comunicação da
Do Registro autoridade aduaneira que desembaraçou o veículo,
Art. 108 Todo veículo automotor, reboque ou ao qual se anexará uma cópia da declaração de
semi-reboque, para transitar nas vias terrestres importação, se importado o veículo por pessoal
abertas à circulação pública, deverá estar registrado administrativo ou técnico que, em virtude de normas
na repartição de trânsito, com jurisdição sobre o legais ou convencionais, esteja autorizado a
município de domicílio ou residência do seu importar veículo automotor com isenção temporária

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de tributos. (Redação dada pelo Decreto nº 92.387, Art 114. A apresentação do Certificado de
de 6.2.1986) Registro só será exigida nos casos previstos no
Art 111. O Certificado do registro será expedido artigo 111 deste regulamento.(Redação dada pelo
em três (3) vias, das quais: Decreto nº 92.387, de 6.2.1986)
I - A primeira se entregará ao proprietário; Art 115. A centralização do contrôle dos
II - A segunda se remeterá ao Registro veículos automotores, reboques e semi-reboques e
Nacional de Veículos Automotores; dos Certificados de Registro competirá ao Registro
III - A terceira se arquivará na repartição que o Nacional de Veículos Automotores (RENAVAN), do
expedir. Departamento Nacional de Trânsito.
Art 111. Todo ato translativo de propriedade do Art 116. Os Departamentos de Trânsito
veículo ou qualquer alteração de suas comunicarão ao Registro Nacional de Veículos
características, bem como a mudança de domicílio Automotores as baixas de veículos verificadas nas
de seu proprietário, implicará no assentamento respectivas jurisdições.
dessa circunstância no registro inicial e na SEÇÃO V
expedição de novo Certificado de Registro. Do Licenciamento
(Redação dada pelo Decreto nº 92.387, de 6.2.1986) Art 117. Os veículos automotores elétricos, de
Parágrafo único. Expedido novo Certificado de propulsão humana ou tração animal, reboques ou
Registro do Veículo, será dada ciência à repartição semi-reboques, para transitarem nas vias públicas,
de trânsito que tenha emitido o anterior. (Redação estão sujeitos a licenciamento anual, pelo órgão de
dada pelo Decreto nº 92.387, de 6.2.1986) trânsito com jurisdição sobre o município de
domicílio ou residência de seus proprietários.
Art 112. Para a substituição do Certificado de (Redação dada pelo Decreto nº 92.387, de 6.2.1986)
Registro, nos casos previstos no artigo anterior, Art 118. O licenciamento anual do veículo será
serão exigidos os seguintes documentos: (Redação comprovado mediante Certificado de Registro e
dada pelo Decreto nº 92.387, de 6.2.1986) Licenciamento, e obedecerá a modelo e
I - documento de registro e de licenciamento do especificações estabelecidos pelo Conselho
veículo, correspondente ao exercício;(Incluído pelo Nacional de Trânsito. (Redação dada pelo Decreto
Decreto nº 92.387, de 6.2.1986) nº 92.387, de 6.2.1986)
II - instrumento comprovador de mudança de Parágrafo único. O Certificado de Registro e
propriedade, quando for o caso, conforme modelo e Licenciamento, de que trata este artigo, é o único
norma estabelecida pelo Conselho Nacional de documento de porte obrigatório, relativo ao
Trânsito; (Incluído pelo Decreto nº 92.387, de veículo.(Incluído pelo Decreto nº 92.387, de
6.2.1986) 6.2.1986)
III - atestado de segurança, de adaptação ou Art 119. O Certificado de Registro e
autorização para mudança de característica, quando Licenciamento do veículo será expedido pelos
for o caso;(Incluído pelo Decreto nº 92.387, de Departamentos de Trânsito ou suas Circunscrições
6.2.1986) Regionais, na forma, normas e procedimentos
IV - documento do Cerimonial do Ministério das fixados pelo Conselho Nacional de
Relações Exteriores, atestando ter sido a Trânsito.(Redação dada pelo Decreto nº 92.387, de
transferência autorizada por autoridade competente, 6.2.1986)
na forma da legislação nacional; (Incluído pelo Parágrafo único. Na aplicação do disposto
Decreto nº 92.387, de 6.2.1986) neste artigo observarse-ão os casos de imunidade e
V - certidão negativa de roubo ou furto de isenção previstos na legislação e nos atos
veículo, quando registrado e licenciado em outro internacionais em vigor.(Incluído pelo Decreto nº
município. 92.387, de 6.2.1986)
Parágrafo único. A certidão, a que se refere o Art 120. Os órgãos de trânsito, ou entidades
item V deste artigo, será dispensada, se o órgão de por eles credenciadas, procederão à vistoria do
trânsito do local do novo registro dispuser de meios veículo, especialmente para verificar se atendem
de comunicação que lhe permitam obter a aos requisitos de segurança e dispõem dos
informação do RENAVAM ou do órgão de trânsito no equipamentos obrigatórios em perfeito
qual haja sido feito o registro anterior.(Redação funcionamento.(Redação dada pelo Decreto nº
dada pelo Decreto nº 92.387, de 6.2.1986) 92.387, de 6.2.1986)
Art 113. A expedição do Certificado de Registro Art 121. O veículo, cujo número de identificação
independerá da prova de transcrição do documento gravado no chassi e demais pontos de identificação
de propriedade do veículo no Registro de Títulos e veicular, houver sido regravado sem autorização da
Documentos. repartição de trânsito, só poderá ser licenciado

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mediante justificativa de sua propriedade.(Redação Parágrafo único. O CONTRAN e os Conselhos


dada pelo Decreto nº 92.387, de 6.2.1986) de Trânsito – CETRANs – disciplinarão, na esfera de
Art. 122. Os veículos automotores serão suas competências, a autorização para conduzir
registrados por um conjunto alfa-numérico composto veículos de propulsão humana ou de tração
de 7 (sete) caracteres, na forma estabelecida pelo animal.(Incluído pelo Decreto nº 84.513, de
Conselho Nacional de Trânsito.(Redação dada pelo 27.2.1980)
Decreto nº 93.861, de 22.12.1986) SEçãO II
Art 123. Os veículos novos, para transitarem Da Aprendizagem
entre as respectivas fábricas e os Municípios de Art. 132. Ao candidato à habilitação para
destino, deverão solicitar ao órgão de trânsito local, conduzir veículo automotor, a autoridade de trânsito,
autorização especial, com prazo de validade de observado o disposto na legislação em vigor e nas
quinze (15) dias prorrogável por motivo de fôrça normas expedidas pelo CONTRAN, concederà
maior. licença prévia para aprendizagem. (Redação dada
§ 1º A autorização especial será impressa, em pelo Decreto nº 84.513, de 27.2.1980)
três (3) vias, das quais, a primeira e a segunda Art. 133. A licença para aprendizagem
serão coladas, respectivamente, no vidro dianteiro obedecerà ao modelo constante do Anexo VII,
(pára-brisa), e no vidro traseiro, e a terceira segundo normatização do CONTRAN.o.
arquivada na repartição de trânsito expedidora. (Redação dada pelo Decreto nº 84.513, de
§ 2º A autorização especial obedecerá ao 27.2.1980)
modêlo constante do Anexo VI. Art 135. A aprendizagem somente poderá
Art 124. Ao turista, proveniente do exterior, que realizar-se nas zonas e horários estabelecidos pelas
adquiri automóvel de fabricação nacional, repartições de trânsito, sendo proibida nas estradas.
destinando-o à exportação e trânsito temporário pelo Art 136. O aprendiz só poderá conduzir
Brasil, conceder-se-á licença especial, válida por acompanhado pelo condutor responsável por sua
seis (6) meses, no máximo. instrução.
Art. 125. Não se renovará a licença do veículo Parágrafo único. Além do responsável por sua
cujo proprietário seja devedor de multa por infração instrução, o aprendiz poderá transportar apenas
de trânsito, observadas as disposições do artigo 209 mais um acompanhante.
e seu parágrafo deste regulamento.(Redação dada Art 138. As escolas de formação de
pelo Decreto nº 98.933, de 7.2.1990) condutores de veículos automotores, para sua
Art 126. Em caso de transferência do domicílio organização e funcionamento, sujeitar-se-ão à
ou residência do proprietário, é válida, durante o ano regulamentação baixada pelo CONTRAN.
de sua expedição, a licença obtida no domicílio ou Art. 139 O exercício das funções de Diretor de
residência anterior. Escola de Aprendizagem, de Instrutor Autônomo ou
Art 127. Fica sujeito às penas da lei o não, e de Examinador de candidatos à obtenção da
proprietário de veículos que fizer falsa declaração de Carteira Nacional de Habilitação fica condicionado à
domicílio ou residência, para efeito de licenciamento. aprovação dos respectivos cursos instituídos junto
Art 128. O licenciamento de veículos em mais ao Departamento de Trânsito, de conformidade com
de um Município não acarreta a troca da placa nem as normas estabelecidas pelo CONTRAN.(Redação
o uso de mais de uma, que fica proibido. dada pelo Decreto nº 87.047, de 23.3.1982)
Parágrafo único. No caso de licenciamento, por Parágrafo único. Em caráter excepcional,
mudança de domicílio ou de residência, trocar-se-á profissionais liberais, universitários e professores da
a placa destruindo-se a substituída, cientificada a rede de ensino poderão ser habilitados como
repartição que a houver fornecido. examinadores de trânsito, desde que aprovados no
CAPÍTULO VI exame do curso correspondente, observadas as
Dos Condutores normas baixadas pelo CONTRAN.(Redação dada
SEçãO I pelo Decreto nº 87.047, de 23.3.1982)
Da Classificação Art 140. O Conselho Nacional de Trânsito
baixará resolução disciplinadora da suspensão e
Art. 129. O Conselho Nacional de Trânsito – proibição de exercício das funções de diretos e
CONTRAN – baixarà normas relativas às categorias instrutor de escola de formação de condutor de
e classes de condutores e à aprendizagem, veículo automotor.
habilitação e autorização para dirigir SEçãO III
veículos.(Redação dada pelo Decreto nº 84.513, de Da Habilitação
27.2.1980)" Art. 142. A habilitação para conduzir veículo
automotor, apurar-se-à através da aprovação nos

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exames prescritos pelo CONTRAN e segundo a dispensar-se-ão, para a concessão da Carteira


programação curricular estabelecida.(Redação dada Nacional de Habilitação, os exames a que se
pelo Decreto nº 84.513, de 27.2.1980) houverem submetido com aprovação naquele curso,
§ 1º. A prestação de exames é requerida pelo desde que nêles se observem as normas
candidato alfabetizado, que tenha completado 18 estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito.
(dezoito) anos de idade, mediante a apresentação Parágrafo único. O interessado instruirá o seu
da prova de identidade expressamente reconhecida requerimento com atestado do Comandante, Chefe
pela legislação federal.(Incluído pelo Decreto nº ou Diretor da organização militar em que servir, do
84.513, de 27.2.1980) qual constarão: o número do registro de
§ 2º. O requerimento para prestação dos identificação, naturalidade, nome, filiação, idade e
exames pode ser apresentado à autoridade de veículo que se habilitou a conduzir.
trânsito de qualquer Unidade da Federação,
comprovando o aproveitamento curricular, quando Art. 146 O Conselho Nacional de Trânsito
instruído por escola ou curso de formação de poderá dispensar os pilotos militares e civis, que
condutor de veículo automotor.(Incluído pelo apresentarem Cartão de Saúde expedida pelo
Decreto nº 84.513, de 27.2.1980) Ministério da Aeronáutica, da prestação dos exames
§ 3º. O reconhecimento da habilitação para necessários à habilitação para condutor de veiculo
conduzir, quando originária de outro país, está automotor. (Redação dada pelo Decreto nº 88.686,
subordinado às condições estabelecidas em de 6.9.1983)
acordos internacionais ratificados pelo Brasil e, na Art. 147. Os exames de saúde poderão ser
inexistência destes, na forma estipulada pelo realizados por serviços médicos e entidades
CONTRAN.(Incluído pelo Decreto nº 84.513, de hospitalares oficiais da União, dos Estados, do
27.2.1980) Distrito Federal e dos Municípios, ou por clínicas
Art. 143. Quem houver sido condenado por particulares credenciadas pelos Departamentos de
crime: (Redação dada pelo Decreto nº 84.513, de Trânsito.(Redação dada pelo Decreto nº 84.513, de
27.2.1980) 27.2.1980)
I – de trânsito; (Redação dada pelo Decreto nº Parágrafo único. O prazo de validade dos
84.513, de 27.2.1980) exames de saúde será fixado pelo
II – tipificado na lei antitóxico; ou (Redação CONTRAN.(Incluído pelo Decreto nº 84.513, de
dada pelo Decreto nº 84.513, de 27.2.1980) 27.2.1980)
III – cometido em estado de embriaguez
voluntária ou culposa, produzida por álcool ou Art. 148 Os exames de legislação de trânsito e
substância de efeitos analógos, só poderá habilitar- prática de direção serão realizados perante
se à condução de veículos automotores se estiver comissão de três membros designados pelos
judicialmente reabilitado.(Redação dada pelo Diretores dos Departamentos de Trânsito, para o
Decreto nº 84.513, de 27.2.1980) período de um ano, permitida a recondução por
§ 1º. Mediante autorização do Juiz das mais um período de igual duração.(Redação dada
Execuções Penais, poderão também ser habilitados pelo Decreto nº 87.047, de 23.3.1982)
os beneficiados com suspensão condicional ou com Art 149. Os exames de habilitação dos
livramento condicional, desde que não se candidatos inscritos nas Circunscrições Regionais
enquadrem em qualquer dos crimes especificados de Trânsito poderão realizar-se perante comissões
nos incisos deste artigo.(Redação dada pelo volantes designadas pelos Departamentos de
Decreto nº 84.513, de 27.2.1980) Trânsito, respeitado o disposto no artigo anterior.
§ 2º. A habilitação na categoria profissional é Art 150. O candidato reprovado em qualquer
vedada ao liberado condicional que tenha sido dos exames referidos no art. 144 poderá renová-lo,
condenado por prática de crime contra os costumes após quinze (15) dias, e será dispensado do exame
ou o patrimônio.(Redação dada pelo Decreto nº ou exames em que houver sido aprovado.
84.513, de 27.2.1980) Art 154. Aos candidatos à condução de
Art. 144. Os exames de habilitação para cada veículos de transporte coletivo e de cargas
categoria de condutor serão uniformes em todo o perigosas, será exigido exame psicotécnico.
país e obedecerão às normas baixadas pelo § 1º Para efeito dêste artigo, o Conselho
CONTRAN. (Redação dada pelo Decreto nº 84.513, Nacional de Trânsito definirá as normas dos exames
de 27.2.1980) e classificará a periculosidade das cargas.
Art 145. As praças das Fôrças Armadas e § 2º O candidato reprovado no exame
Auxiliares, que possuírem curso de formação de psicotécnico terá direito a nôvo exame, com a
condutor ministrado em suas corporações,

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presença de médico do Instituto Nacional de Art 165. O Conselho Nacional de Trânsito, ex


Previdência Social. officio ou por provocação, poderá cassar a
Art. 155. Para habilitar-se a dirigir veículos delegação conferida às Circunscrições Regionais de
mencionados no artigo anterior, o condutor deverá Trânsito que infringirem as normas legais relativas à
ter, no mínimo, 21 (vinte e um) anos de idade. expedição da Carteira Nacional de Habilitação e ao
(Redação dada pelo Decreto nº 84.513, de seu funcionamento.
27.2.1980) Parágrafo único. Oferecidas, a seu juízo,
Art 157. Para habilitação do condutor de garantias de observância das normas legais, o
uma categoria ou classe em outra, exigir-se-á, Conselho Nacional de Trânsito revogará o ato de
quando fôr o caso, a complementação de exames. cassação.
Art. 159. Condutor que tenha sido condenado Art 166. A Cópia fotostática, a fotocópia e a
por haver ocasionado acidente de trânsito, só pública forma da Carteira Nacional de Habilitação
poderá voltar a dirigir depois de submetido a novos não a substituem para o efeito de comprovar o
exames, de acordo com as normas estabelecidas direito do seu portador a dirigir.
pelo CONTRAN.(Redação dada pelo Decreto nº Art. 167. A Carteira Nacional de Habilitação tem
84.513, de 27.2.1980) fé pública e será expedida, em caráter permanente e
Parágrafo único. O condutor envolvido em modelo único, na forma estabelecida pelo
acidente grave poderá, a juízo da autoridade de CONTRAN.(Redação dada pelo Decreto nº 84.513,
trânsito, ser submetido aos exames exigidos neste de 27.2.1980)
artigo.(Incluído pelo Decreto nº 84.513, de Art 168. O Departamento nacional de Trânsito
27.2.1980) centralizará o contrôle e registro de todos os
documentos de habilitação para conduzir, expedidos
Art. 160. O condutor que inobservar os prazos no país, cópia dos quais lhe serão remetidos pelas
de exames prescritos pelo CONTRAN terá sua repartições expedidoras.
Carteira Nacional de Habilitação apreendida pela Art 169. As repartições incumbidas da
autoridade de trânsito, mediante recibo, até que expedição de documento de habilitação para
satisfaça as exigências legais.(Redação dada pelo conduzir, organizarão e manterão atualizados os
Decreto nº 84.513, de 27.2.1980) correspondentes registros, dêles fazendo constar as
Art 161. As repartições de trânsito conservarão, infrações acaso cometidas pelo condutor, as
por dez (10) anos, pelo menos, os processos de penalidades a êle aplicadas, revalidações de exame,
habilitação de condutores de veículos automotores. habilitação em outra categoria, a mudança de
SEçãO IV domicílio e outras anotações julgadas convenientes.
Dos Documentos de Habilitação § 1º Do registro do nôvo domicílio, constarão as
anotações feitas no seu domicílio anterior,
Art. 162. Ao candidato aprovado nos exames solicitadas pela repartição de trânsito à sua
de habilitação para conduzir veículo automotor congênere.
conferir-se-á a Carteira Nacional de Habilitação, que § 2º A repartição de trânsito do domicílio
lhe dará direito a dirigir veículos automotores, para anterior remeterá a cópia do registro do condutor à
os quais foi habilitado, em todo o território nacional, de seu nôvo domicílio no prazo de trinta (30) dias,
independentemente de prestação de novo exame, contados do recebimento da solicitação.
enquanto satisfizer as exigências legais.(Redação Art. 170. O condutor que transferir seu domicilio
dada pelo Decreto nº 84.513, de 27.2.1980) apresentará sua Carteira Nacional de Habilitação,
Art 163. A nenhum condutor se concederá mais para fins de registro, na repartição de trânsito com
de uma Carteira Nacional de Habilitação, ainda que jurisdição sobre o local ou na mais próxima dela, no
habilitado em mais de uma categoria, hipótese em prazo de 30 (trinta) dias imediatamente seguintes à
que sua Carteira registrará, cumulativamente, as sua chegada, indicando seu endereço.(Redação
categorias em que está habilitado. dada pelo Decreto nº 84.513, de 27.2.1980)
Art 164. São competentes para expedir a § 1º. O cumprimento dessa exigência poderÁ
Carteira Nacional de Habilitação, em nome do ser feita através de correspondência registrada,
Conselho Nacional de Trânsito, e por sua acompanhada de cópia reprográfica da
determinação, os Departamentos de Trânsito dos CNH.(Redação dada pelo Decreto nº 84.513, de
Estados, Territórios e Distrito Federal. 27.2.1980)
Parágrafo único. O Departamento de Trânsito § 2º. Anotados os dados, o órgão de trânsito
poderá autorizar as Circunscrições Regionais de fornecerá ao condutor o comprovante de
Trânsito, a expedir Carteira Nacional de Habilitação. registro.(Redação dada pelo Decreto nº 84.513, de
27.2.1980)

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Art 173. Além da Carteira Nacional de processo aprovado pelo Conselho Nacional de
Habilitação ou da Autorização para Conduzir, os Trânsito;
condutores deverão portar o Certificado de Registro Penalidade: Grupo 2.
e Licenciamento do Veículo.(Redação dada pelo b) para dar passagem a veículo precedido de
Decreto nº 92.387, de 6.2.1986) batedor, do Corpo de Bombeiros, de socorros
Parágrafo único. A cópia fotostática ou a médicos e serviços de polícia, quando em missão de
pública-forma do documento referido neste artigo, emergência e identificados por dispositivos de
exceto da Carteira Nacional de Habilitação, o alarma e de luz vermelha intermitente;
substitui, quando registrada na repartição de transito Penalidade: Grupo 3.
que o emitiu.(Incluído pelo Decreto nº 92.387, de c) antes de transpor linha férrea ou entrar em
6.2.1986) via preferencial.
Art 174. Para participar de competições Penalidade: Grupo 2.
automobilísticas, o condutor deverá possuir, além da IX - Fazer sinal regulamentar de braços ou
Carteira Nacional de Habilitação, documento acionar dispositivo luminoso indicador, antes de
expedido pela Confederação Brasileira de parar o veículo, reduzir-lhe a velocidade ou mudar
Automobilismo ou uma de suas filiadas. de direção.
§ 1º Aos condutores do exterior, convidados Penalidade: Grupo 4.
para participar de competições no território nacional, X - Obedecer a horários e normas de utilização
exigir-se-á a Permissão Internacional para Conduzir da via.
ou a Carteira Nacional de Habilitação. Penalidade: Grupo 4.
§ 2º O Conselho Nacional de Trânsito expedirá XI - Dar preferência de passagem aos
instruções especiais à habilitação dos candidatos à pedestres que estiverem atravessando a via
participação em competições juvenis. transversal na qual vai entrar, aos que ainda não
CAPÍTULO VII hajam concluído a travessia, quando houver
Dos Deveres e Proibições mudança de sinal, e aos que se encontrem nas
Art 175. É dever de todo condutor de veículo: faixas a êles destinadas, onde não houver
I - Dirigir com a atenção e os cuidados sinalização.
indispensáveis à segurança do trânsito. Penalidade: Grupo 3.
Penalidade: Grupo 4. Quando o pedestre estiver sôbre a faixa a êle
II - Conservar o veículo na mão de direção e na destinada.Grupo 2.
faixa própria. XII - Nas vias urbanas, deslocar com
Penalidade: Grupo 2. antecedência o veículo para a faixa mais à esquerda
III - Guardar distância de segurança entre o ou mais à direita, dentro da respectiva mão de
veículo que dirige e o que segue imediatamente à direção, quando tiver de entrar para um dêsses
sua frente. lados.
Penalidade: Grupo 2. Penalidade: Grupo 3.
IV - Aproximar o veículo da guia da calçada XIII - Nas estradas onde não houver locais
(meio-fio), nas vias urbanas, para embarque ou apropriados para a operação de retôrno, ou para
desembarque de passageiros e carga ou descarga. entrada à esquerda, parar o veículo no acostamento
Penalidade: Grupo 3. à direita, onde aguardará oportunidade para cruzar a
V - Desviar o veículo para o acostamento nas pista.
estradas, para embarque ou desembarque de Penalidade: Grupo 2.
passageiros, e eventual carga ou descarga. XIV - Nas vias urbanas, executar a operação de
Penalidade: Grupo 2. retôrno somente nos cruzamentos ou nos locais
VI - Dar passagem, pela esquerda, quando para isso determinados.
solicitado. Penalidade: Grupo 4.
Penalidade: Grupo 3. XV - Colocar-se com seu veículo à disposição
VII - Obedecer à sinalização. das autoridades policiais devidamente identificadas,
Penalidade: Grupo 4. quando por elas solicitado para evitar fuga de
VIII - Parar o veículo: delinqüentes, ou em casos de emergência.
a) sempre que a respectiva marcha fôr Penalidade: Grupo 4.
interceptada por outros veículos que integrem XVI - Prestar Socorro a Vitimas de acidente.
cortejos, préstitos, desfiles e formações militares, Penalidade Grupo 3.
crianças, pessoas idosas ou portadoras de defeitos XVI - Portar e, sempre que solicitado pela
físicos que lhes dificultem o andar, e cegos, autoridade de trânsito ou seus agentes, exibir os
identificados por bengala branca ou por outro respectivos documentos de habilitação, de

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licenciamento e outros que forem exigidos por lei ou II - usar marcha reduzida e velocidade
regulamento. compatível com a segurança, ao descer vias em
Penalidade: Grupo 4 e retenção do veiculo até declive acentuado. (Redação dada pelo Decreto nº
apresentação dos documentos exigidos. 88.686, de 6.9.1983)
XVIII - Entregar, contra recibo, à autoridade de Penalidade: Grupo 2. (Redação dada pelo
trânsito ou seus agentes, qualquer documento dos Decreto nº 88.686, de 6.9.1983)
exigidos no item anterior, para averiguação de III - Atender ao sinal do passageiro, parando o
autenticidade. veículo para embarque nos pontos estabelecidos.
Penalidade:Grugo 4. (Redação dada pelo Decreto nº 88.686, de 6.9.1983)
XIX - Acatar as ordens emanadas das Penalidade: Grupo 3. (Redação dada pelo
autoridades. Decreto nº 88.686, de 6.9.1983)
Penalidade: Grupo 4. IV - Tratar com polidez os passageiros e o
XX - Manter as placas de identificação do público. (Redação dada pelo Decreto nº 88.686, de
veiculo em bom estado de legibilidade e visibilidade, 6.9.1983)
iluminando a placa traseira à noite, quando em Penalidade: Grupo 4. (Redação dada pelo
movimento. Decreto nº 88.686, de 6.9.1983)
Penalidade: Grupo 4. V - Trajar-se adequadamente. (Redação dada
XXI - Quando Transitar nas vias providas de pelo Decreto nº 88.686, de 6.9.1983)
iluminação pública, manter acesas as luzes externas Penalidade: Grupo 4. (Redação dada pelo
do veiculo e utilizar o farol baixo, desde o pôr-do-sol Decreto nº 88.686, de 6.9.1983)
até o amanhecer. VI - Transitar em velocidade regulamentar
Penalidade: Grupo 3. quando conduzir escolar. (Incluído pelo Decreto nº
XXII - Nas Estradas, sob chuva, neblina ou 88.686, de 6.9.1983)
cerração, manter acesas as luzes externas do Penalidade: Grupo 11. (Redação dada pelo
veiculo. Decreto nº 88.686, de 6.9.1983)
Penalidade: Grupo 3. Art 177. É dever do condutor de automóvel de
XXIII - Transitar em velocidade compatível com aluguel (táxi)" além dos constantes no art. 175:
a segurança: I - Tratar com polidez os passageiros e o
a) diante de escolas, hospitais, estações de público.
embarque e desembarque, logradouros estreitos ou Penalidade: Grupo 4.
onde haja grande movimentação de pedestres; II - Trajar-se adequadamente.
Penalidade: Grupo 2. Penalidade: Grupo 4.
b) nos cruzamentos não sinalizados, quando III - Receber passageiros no seu ceículo, salvo
não estiver circulando em vias preferenciais; se se tratar de pessoas perseguidas pela polícia, ou
Penalidade: Grupo 2. pelo clamor público, sob acusação de prática de
c) quando houver má visibilidade; crime, ou quando se tratar de pessoa embriagada
d) quando a pista de rolamento apresentar-se ou em estado que permita prever venha a causar
escorregadia; danos ao veiculo ou ao condutor.
e) ao aproximar-se da guia da calçada (meio- Penalidade: Grupo 4.
fio); Art 178. É dever do pedestre:
f) nas curvas de pequeno raio; I - Nas estradas, andar sempre em sentido
g) nas estradas cuja faixa de domínio não contrário ao dos veículos e em fila única, utilizando,
esteja cercada, ou quando, às suas margens, obrigatoriamente, o acostamento, onde existir.
houver habitação, povoados, vilas ou cidades; II - Nas vias urbanas, onde não houver
h) à aproximação de animais da pista; calçadas ou faixas privativas a êle destinadas, andar
i) quando se aproximar de tropas militares, sempre à esquerda da via, em fila única, e em
aglomerações, cortejos, préstitos e desfiles. sentido contrário ao dos veículos.
Penalidade: de " c " a " i ": Grupo 3. III- Somente cruzar a via pública na faixa
Art. 176 É dever do condutor de veículo de própria, obedecendo à sinalização.
transporte coletivo, além dos constantes do art. 175: IV - Quando não houver faixa própria,
(Redação dada pelo Decreto nº 88.686, de 6.9.1983) atravessar a via pública perpendicularmente às
I - Abster-se da cobrança de passagens, se calçadas e na área de seu prolongamento.
responsável por veículo de transporte urbano. V - Obecer à sinalização.
(Redação dada pelo Decreto nº 88.686, de 6.9.1983) Art 179. Os condutores de motocicletas e
Penalidade: Grupo 1. (Redação dada pelo similares devem:
Decreto nº 88.686, de 6.9.1983) I - Observar o disposto no artigo 175.

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II - Conduzir seus veículos pela direita da pista X - Ultrapassar pela direita, salvo quando o
junto à guia da calçada (meio-fio) ou acostamento, veículo da frente estiver colocado na faixa
mantendo-se em fila única, quando em grupo, apropriada e der sinal de que vai entrar à esquerda.
sempre que não houver faixa especial a êles Penalidade: Grupo 3.
destinada. XI - Ultrapassar pela contramão veículos
Penalidade: Grupo 3. parados em fila, junto a sinais luminosos, porteiras,
Parágrafo único. Estendem-se aos condutores cancelas, cruzamentos ou qualquer impedimento à
de veículos de propulsão humana e aos de tração livre circulação, salvo com a permissão da
animal os mesmos deveres dêste artigo. autoridade ou seus agentes.
Art. 180 Os condutores e passageiros de Penalidade: Grupo 2.
motocicletas, motonetas e similares só poderão XII - Forçar passagem entre veículos que,
utilizar esses veículos usando capacetes de transitando em sentidos opostos, estejam na
segurança. (Redação dada pelo Decreto nº 88.686, iminência de passar um pelo outro.
de 6.9.1983) Penalidade: Grupo 2.
Penalidade: Grupo 4 e retenção do veículo, até XIII - Transitar em marcha-à-ré, salvo na
que satisfaça a exigência. (Redação dada pelo distância necessária para pequenas marchas.
Decreto nº 88.686, de 6.9.1983) Penalidade: Grupo 4.
Art 181. É proibido a todo condutor de veículo: XIV - Transitar em sentido oposto ao
I - Dirigir sem estar devidamente habilitado ou estabelecido para determinada via, deste que
autorizado na forma prevista nêste Regulamento. devidamente sinalizada.
Penalidade: Grupo 1. Penalidade: Grupo 2.
II - Entregar a direção do veículo a pessoa não XV - Transitar ao lado de outro veículo,
habilitada ou que estiver com sua Carteira interrompendo ou perturbando o trânsito.
apreendida ou cassada. Penalidade: Grupo 3.
Penalidade: Grupo 1 e apreensão da Carteira XVI - Transitar em velocidade superior à
Nacional de Habilitação. permitida para o local.
III - Dirigir em estado de embriaguez alcoólica Penalidade: Grupo 2.
ou sob o efeito de substância tóxica de qualquer XVII - Executar a operação de retôrno, ainda
natureza. que nos locais permitidos, com prejuízo da livre
Penalidade: Grupo 1 e apreensão da Carteira circulação dos demais veículos ou da segurança,
Nacional de Habilitação e do veículo. bem como nas curvas, aclives e declives.
IV - Desobedecer ao sinal fechado ou a parada Penalidade: Grupo 2.
obrigatória, prosseguindo na marcha. XVIII - Disputar corrida por espírito de
Penalidade: Grupo 2. emulação.
V - Ultrapassar pela direita bonde em ponto Penalidade: Grupo 1 e apreensão da Carteira
regulamentar de embarque e desembarque de Nacional de Habilitação e dos veículos.
passageiro, salvo quando houver refúgio de XIX - Promover ou participar de competições
segurança para o pedestre. esportivas com veículo na via terrestre sem
Penalidade: Grupo 2. autorização expressa da autoridade competente e
VI - Transitar pela contra-mão de direção, sem as medidas acauteladoras da segurança
exceto para ultrapassar outro veículo e unicamente pública.
pelo espaço necessário para êsse fim, respeitada a Penalidade: Grupo 1 (cinco vêzes) e apreensão
preferência do veículo que transita em sentido da Carteira Nacional de Habilitação e do veículo.
contrário. XX - Transitar com o veículo em velocidade
Penalidade: Grupo 2. reduzida, em faixa inadequada ou perturbando o
VII - Utrapasar pela contra-mão outro veículo trânsito.
nas curvas e aclives sem visibilidade suficiente, bem Penalidade: Grupo 4.
como nos cruzamentos e nas passagens de nível. XXI - Dirigir:
Penalida: Grupo 2. a) fora da posição correta;
VIII - Ultrapassar outro veículo em pontes, b) usando apenas uma das mãos, exceto
viadutos ou túneis, exceto quando se tratar de duas quando deva fazer sinais de braço ou mudar a
pistas separadas por obstrução física. marcha de câmbio, ressalvados os casos previstos
Penalidade: Grupo 2. no artigo 153;
IX - Ultrapassar outro veículo em movimento c) com o braço pendente para fora do veículo;
nos cortejos. d) calçado inadequadamente.
Penalidade: Grupo 4. Penalidade: Grupo 4.

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XXII - Fazer uso de luz alta dos faróis em vias Penalidade: Grupo 3 e retenção do veículo
providas de iluminação pública. para regularização;
Penalidade: Grupo 3. b) com defeito em qualquer dos equipamentos
XXIII - Alterar as côres e o equipamento dos obrigatórios ou com sua falta;
sistemas de iluminação, bem como a respectiva Penalidade: Grupo 3 e retenção do veículo
localização determinada neste Regulamento. para regularização;
Penalidade: Grupo 2 e apreensão do veículo c) com deficiência de freios;
para regularização. Penalidade: Grupo 3 e retenção do veículo
XXIV - Transitar com os faróis altos ou para regularização;
desregulados, de forma a perturbar a visão dos d) sem nova vistoria depois de reparado em
condutores que transitem em sentido oposto. conseqüência de acidente grave;
Penalidade: Grupo 2. Penalidade: Grupo 3 e apreensão do veículo
XXV - Usar busina: para vistoria;
a) à noite, nas áreas urbanas; e) com carga excedente da lotação e fora das
b) nas áreas e nos períodos em que êsse uso dimensões regulamentares, sem autorização
fôr proibido pela autoridade de trânsito; especial;
c) prolongada e sucessivamente, a qualquer Penalidade: Grupo 2 e retenção do veículo
pretexto; para regularização;
d) quando, sem necessidade e como f) como transporte de passageiros, se se tratar
advertência prévia, possa êsse uso assustar ou de veículo de carga, sem que tenha autorização
causar males a pedestres ou a condutores de outros especial fornecida pela autoridade de trânsito.
veículos; Penalidade: Grupo 2 e apreensão da Carteira
e) para apressar o pedestre na travessia da via Nacional de Habilitação e do veículo;
pública; g) derramando na via pública combustíveis ou
f) a pretexto de chamar alguém ou, quando se lubrificantes, assim como qualquer material que
tratar de veículo a frente, para angariar passageiros; esteja transportando ou consumindo;
g) ou equipamentos similar com som ou Penalidade: Grupo 3 e retenção do veículo
freqüência em desacôrdo com as estipulações do para regularização;
Conselho Nacional de Trânsito. h) com registrador de velocidade viciado ou
Penalidade: Grupo 4. defeituoso, quando houver exigência dêsse
XXVI - Usar, indevidamente, aparelho de aparelho;
alarma ou que produza sons ou ruídos que Penalidade: Grupo 3 e retenção do veículo
pertubem o sossêgo público. para regularização;
Penalidade: Grupo 3 e retenção do veículo i) em locais e horários não permitidos;
para regularização. Penalidade: Grupo 4;
XXVII - Usar descarga livre, bem como j) com placa ilegível ou parcialmente encoberta;
silenciadores de explosão do motor insuficientes ou Penalidade: Grupo 4;
defeituosos. l) sem estar devidamente licenciado;
Penalidade: Grupo 3 e retenção do veículo Penalidade: Grupo I e apreensão do veículo até
para regularização. que satisfaça a exigência;
XXVIII - Dar fuga a pessoa perseguida pela m) com alteração da côr ou outra característica
polícia ou pelo clamor público, sob acusação de do veículo antes do devido registro;
prática de crime. Penalidade: Grupo 3 e apreensão do veículo;
Penalidade: Grupo 1 e apreensão da Carteira n) sem a sinalização adequada, quando
Nacional de Habilitação. transportando carga de dimensões excedente ou
XXIX - Efetuar o transporte remunerado, que ofereça perigo;
quando o veículo não fôr devidamente licenciado Penalidade: Grupo 3 e retenção para
para êsse fim, salvo em caso de fôrça-maior e com regularização;
permissão da autoridade competente. o) com falta de inscrição da tara de lotação,
Penalidade: Grupo 3 e apreensão da Carteira quando se tratar de veículos destinados ao
Nacional de Habilitação. transporte de carga ou coletivo de passageiros;
XXX - Transitar com o veículo: Penalidade: Grupo 4;
a) produzindo fumaça em níves superiores p) em mau estado de conservação e
aos fixados pelo CONTRAN.(Redação dada pelo segurança;
Decreto nº 65.262, de 2.10.1969) Penalidades: Grupo 3 e apreensão do veículo.

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XXXI - Dirigir o veículo sem acionar o limpador h) ao lado de outro veículo, salvo onde haja
de pára-brisa durante a chuva. permissão:(Redação dada pelo Decreto nº 98.933,
Penalidade: Grupo 4. de 7.2.1990)
XXXII - Conduzir pessoas, animais ou qualquer Penalidade: Grupo 2 e remoção.(Redação
espécie de cargas nas partes externas do veículo, dada pelo Decreto nº 98.933, de 7.2.1990)
exceto em casos especiais e com permissão da i) à porta de templos, repartições públicas,
autoridade de trânsito. hotéis e casas de diversões, salvo se houver local
Penalidade: Grupo 3 e retenção do veículo. próprio, devidamente sinalizado pela autoridade
XXXIII - Transportar carga arrastando-a. competente;
Penalidade: Grupo 3 e retenção do veículo. Penalidade: Grupo 4 e remoção.
XXXIV - Realizar reparos em veículos na pista j) onde houver guia de calçada (meio-fio)
de rolamento. rebaixada para entrada ou saída de veículos;
Penalidade: Grupo 3. Penalidade: Grupo 4 e remoção.
XXXV - Rebocar outro veículo com corda ou l) nas calçadas e sôbre faixas destinadas a
cabo metálico, salvo em casos de emergência, a pedestres;
critério da autoridade de trânsito ou de seus Penalidade: Grupo 3 e remoção.
agentes. m) sôbre a área de cruzamento interrompendo
Penalidade: Grupo 3. o trânsito da via transversal;
XXXVI - Retirar, sem prévia autorização da Penalidade: Grupo 3 e remoção.
autoridade competente, o veículo do local do n) em aclives ou declives, sem estar o veículo
acidente com êle ocorrido, e do qual haja resultado engrenado, além de freado, e, ainda, quando se
vítima, salvo para prestar socorro de que esta tratar de veículo pesado, também com calço de
necessite. segurança.
Penalidade: Grupo 2. Penalidade: Grupo 3.
XXXVII - Falsificar os selos da placa ou o) na contra-mão de direção;
plaqueta do ano de identificação do veículo. Penalidade: Grupo 4.
Penalidade: Grupo 1 e apreensão do veículo. p) em local e horário não permitido;
XXXVIII - Fazer falsa declaração de domicílio Penalidade: Grupo 3.
ou residência para fins de licenciamento ou de q) junto aos pontos de embarque ou
habilitação. desembarque de coletivos, devidamente sinalizados;
Penalidade: Grupo 2. XXXIX - Estacionar Penalidade: Grupo 3 e remoção.
veículo: r) sôbre o canteiro divisor de pistas de
XXXIX - estacionar o veículo: (Redação dada rolamento, salvo onde houver sinalização específica.
pelo Decreto nº 98.933, de 7.2.1990) Penalidade: Grupo 3 e remoção.
a) nas esquinas, a menos de três metros do § 1º Além do estacionamento, a parada de
alinhamento das construções da via transversal, veículos é proibida nos casos compreendidos nas
quando se tratar de automóvel de passageiros, e a alíneas "a" , "b", "d", "f", "g" "m", "o" e "r" e onde
menos de dez metros, para os demais veículos; houver sinalização específica.
Penalidade: Grupo 3 e remoção. Penalidade: Grupo 4.
b) afastado da guia de calçada (meio-fio); § 2º No caso previsto na alínea " n", é proibido
Penalidade: Grupo 4 e remoção. abandonar o calço de segurança na via.
c) junto ou sôbre hidrantes de incêndio, registro Penalidade: Grupo 2.
de água e poços de visita de galeria subterrânea; Art 182. Quando, por motivo de fôrça maior, um
Penalidade: Grupo 3 e remoção. veículo não puder ser removido da pista de
d) sôbre a pista de rolamento das estradas; rolamento ou dever permanecer no respectivo
Penalidade: Grupo 1 e remoção. acostamento, o condutor deverá colocar a
e) nos acostamentos das estradas, salvo por sinalização de forma que os demais sejam
motivo de fôrça maior, a critério da autoridade de prevenidos do fato.
trânsito; § 1º Igual medida de segurança deverá ser
Penalidade: Grupo 4 e remoção. adotada pelo condutor quando a carga, ou parte
f) em desacôrdo com a regulamentação dela, cair sôbre a via pública e desta não puder ser
estabelecida pela autoridade competente; retirada imediatamente, constituindo risco para o
Penalidade: Grupo 4 e remoção. trânsito.
g) nos viadutos, pontes e túneis; § 2º Nos casos previstos neste artigo e no § 1º,
Penalidade: Grupo 2 e remoção. o condutor deverá, à noite, manter acesas as luzes
externas do veículo e utilizar-se de outro meio que

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torne visível o veículo ou a carga derramada sôbre a IV - Utilizar-se da via em agrupamento capazes
pista em distância compatível com a segurança de de perturbar o trânsito, ou para a prática de qualquer
trânsito. folguedo, esporte, desfiles e similares, salvo em
§ 3º É proibido abandonar sôbre a pista de casos especiais e com a devida licença da
rolamento todo e qualquer objeto que haja sido autoridade competente;
utilizado para assinalar a permanência do veículo ou V - Andar fora da faixa própria, onde esta
carga, nos têrmos dêste artigo. exista.
Penalidade: Grupo 2. CAPÍTULO VIII
Art 183. É proibido aos condutores de veículos Das Infrações e Penalidades
de transporte coletivo, além do disposto nos arts. Art 186. Considera-se infração a inobservância
181 e 182: de qualquer preceito da legislação de trânsito ou de
I - Dirigir com a respectiva vistoria vencida; resolução do Conselho Nacional de Trânsito.
Penalidade: Grupo 3 e apreensão do veículo. Art 187. O responsável pela infração fica sujeito
II - Dirigir com excesso de lotação: às seguintes penalidades:
Penalidade; Grupo 3. I - Advertência;
III - Conversar, estando com o veículo em II - Multa;
movimento; III - Apreensão do documento de habilitação;
Penalidade: Grupo 4. IV - Cassação do documento de habilitação;
IV - Dirigir com defeito em qualquer V - Remoção do veículo;
equipamento obrigatório ou com sua falta; VI - Retenção do veículo;
Penalidade: Grupo 3 e retenção do veículo. VII - Apreensão do veículo.
V - Dirigir sem registrador de velocidade, ou § 1º Quando o infrator praticar,
com defeito no mesmo, quando estiver simultâneamente, duas ou mais infrações, ser-lhe-ão
transportando escolares; aplicadas, cumulativamente, as penalidades a elas
Penalidade: Grupo 2 e retenção do veículo. cominadas.
VI - Descer rampas íngremes com o veículo § 2º A aplicação das penalidades previstas
desengrenado; neste Regulamento não exonera o infrator das
Penalidade: Grupo 2. cominações civil e penal cabíveis.
Parágrafo único. O disposto no item VI dêste § 3º O ônus decorrente da remoção ou
artigo estende-se aos condutores de veículos com apreensão do veículo recairá sôbre seu proprietário,
mais de seis toneladas e que transportem ressalvados os casos fortuitos.
inflamáveis, explosivos e outros materiais perigosos. § 4º O disposto neste artigo não se aplica aos
Art 184. É proibido ao condutor de automóvel membros do Corpo Diplomático, cujas infrações
de aluguel (táxi) além do que dispõe o art. 181: serão comunicadas pelo Departamento de Trânsito
I - Violar o taxímetro; ao Cerimonial do Ministério das Relações Exteriores,
Penalidade: Grupo 3 e apreensão da Carteira para as providências cabíveis.
Nacional de Habilitação e do veículo. Art 188. A advertência será aplicada:
II - Cobrar acima da tabela; I - Verbalmente, pelo agente da autoridade de
Penalidade: Grupo 3 e apreensão da Carteira trânsito, quando, em face das circunstâncias,
Nacional de Habilitação. entender involuntária e sem gravidade infração
III - Retardar, propositadamente, a marcha do punível com multa classificada nos grupos 3 e 4;
veículo ou seguir itinerário mais extenso ou II - Por escrito, quando, sendo primário o
desnecessário; infrator, decidir a autoridade de trânsito nela
Penalidade: Grupo 3 e apreensão da Carteira transformar multa prevista para a infração.
Nacional de Habilitação. Parágrafo único. A advertência verbal será,
IV - Dirigir com excesso de lotação; obrigatoriamente, comunicada à autoridade de
Penalidade: Grupo 3. trânsito pelo seu agente, por escrito.
Art 185. É proibido ao pedestre: Art. 189. O valor das multas por infrações de
I - Permanecer ou andar nas pistas de trânsito será calculado em função do Bônus do
rolamento, exceto para cruzá-las onde fôr permitido; Tesouro Nacional e, segundo a gravidade, tais
II - Cruzar pistas de rolamento nos viadutos, infrações classificam-se nos seguintes
pontes ou túneis, salvo onde exista permissão; grupos:(Redação dada pelo Decreto nº 98.933, de
III - Atravessar a via dentro das áreas de 7.2.1990)
cruzamento, salvo quando houver sinalização para Grupo 1 - as que serão punidas com multa no
êsse fim; valor de 80 (oitenta) a 120 (cento e vinte)

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BTNs;(Redação dada pelo Decreto nº 98.933, de multas para pedestres e proprietários ou condutores
7.2.1990) de veículos de propulsão humana ou tração animal.
Grupo 2 - as que serão punidas com multa de Parágrafo único. O valor das multas a que se
valor entre 60 (sessenta) e 80 (oitenta) refere êste artigo não poderá ser superior, para os
BTNs;(Redação dada pelo Decreto nº 98.933, de pedestres, a um por cento (1%) do salário-mínimo
7.2.1990) vigente na região, e a três por cento (3%) dêle, para
Grupo 3 - as que serão punidas com multa de os demais.
valor entre 48 (quarenta e oito) e 60 (sessenta) Art 193. O pagamento da multa não exonera o
BTNs;(Redação dada pelo Decreto nº 98.933, de infrator de cumprir as disposições dêste
7.2.1990) Regulamento e das resoluções do Conselho
Grupo 4 - as que serão punidas com multa de Nacional de Trânsito.
valor entre 40 (quarenta) e 48 (quarenta e oito) Art. 194. O infrator terá o prazo de 30 (trinta)
BTNs.(Redação dada pelo Decreto nº 98.933, de dias, a partir do recebimento da notificação para
7.2.1990) pagamento da multa aplicada.(Redação dada pelo
§ 1º Os excessos aos limites de peso fixados Decreto nº 98.933, de 7.2.1990)
neste regulamento serão punidos com multa de 20 Art 195. As multas impostas a condutores de
(vinte) BTNs por 200 (duzentos) quilogramas ou veículos pertencentes ao serviço público federal,
frações de excesso.(Redação dada pelo Decreto nº estadual, municipal e às autarquias, deverão
98.933, de 7.2.1990) comunicar-se aos respectivos órgãos para o
§ 2º A multa será aplicada em dobro quando desconto nos seus vencimentos em fôlha de
houver reincidência da mesma infração, dentro do pagamento, e serão recolhidas em favor da
prazo de um ano.(Redação dada pelo Decreto nº repartição de trânsito autuadora, exceto nos casos
98.933, de 7.2.1990) de recurso ou de pagamento no ato da autuação
§ 3º A cada infração cometida serão (art. 194).
computados os seguintes números de Art 196. A autoridade de trânsito, levando em
pontos:(Incluído pelo Decreto nº 98.933, de conta os antecedentes do condutor, poderá
7.2.1990) converter em advertência a primeira multa
Grupo 1 - 8 (oito) pontos;(Incluído pelo Decreto decorrente de infração dos Grupos 3 e 4.
nº 98.933, de 7.2.1990) Art 197. O Conselho Nacional de Trânsito
Grupo 2 - 7 (sete) pontos;(Incluído pelo Decreto fixará, para os Estados, Distrito Federal e Territórios,
nº 98.933, de 7.2.1990) por propostas dos respectivos Conselhos, o valor
Grupo 3 - 5 (cinco) pontos;(Incluído pelo das multas de que trata êste Regulamento.
Decreto nº 98.933, de 7.2.1990) Art. 198. As infrações para as quais não haja
Grupo 4 - 3 (três) pontos.(Incluído pelo Decreto penalidade específica serão punidas com multa
nº 98.933, de 7.2.1990) igual a 20 (vinte) BTNs.(Redação dada pelo Decreto
§ 4º Sempre que o condutor ou proprietário nº 98.933, de 7.2.1990)
atingir a contagem de 20 (vinte) pontos, no prazo de Art 199. A apreensão do documento de
um ano, a infração subseqüente terá o valor da habilitação far-se-á quando o condutor:
multa aumentado em 5 (cinco) vezes.(Incluído pelo I - Entregar a direção do veículo a pessoa não
Decreto nº 98.933, de 7.2.1990) habilitada ou que estiver com sua Carteira Nacional
§ 5º O pagamento da multa no valor fixado no de Habilitação apreendida ou cassada;
parágrafo anterior elimina os pontos computados II - Dirigir em estado de embriaguez alcoólica
para fins das multas subseqüentes.(Incluído pelo ou sob efeito de substância tóxica de qualquer
Decreto nº 98.933, de 7.2.1990) natureza, devidamente comprovada;
Art 190. Sem prejuízo da multa fixada no artigo III - Disputar corridas por espírito de emulação;
anterior, o veículo que transportar excesso de carga IV - Promover competições esportivas com
superior a mil quilogramas (1.000kg) por eixo isolado veículo na via pública, ou dela participar, sem
ou mil e quinhentos quilogramas (1.500kg) por autorização expressa da autoridade competente, e
conjunto de eixos, somente poderá prosseguir sem as medidas acauteladoras da segurança
viagem após descarregar o excesso. pública;
Art 191. As multas são aplicáveis a condutores V - Dar fuga a pessoa perseguida pela polícia
de proprietários de veículos de qualquer natureza e ou pelo clamor público, sob acusação de prática de
impostas e arrecadadas pela repartição com crime;
jurisdição sôbre a via onde haja ocorrido a infração. VI - Utilizar o veículo de carga como transporte
Art 192. Sempre que a segurança do trânsito o de passageiro, sem que tenha autorização especial
recomendar, o CONTRAN poderá estabelecer fornecida pela autoridade de trânsito;

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VII - Violar o taxímetro do automóvel de aluguel I - Nas esquinas, a menos de três (3) metros do
(táxi), cobrar acima da tabela, retardar, alinhamento de construção da via transversal,
propositadamente, a marcha do veículo ou seguir quando se tratar de automóvel de passageiro, e a
itinerário mais extenso ou desnecessário; menos dez (10) metros, para os demais veículos;
VIII - Utilizar o veículo para prática de crime; II - Afastado da guia da calçada (meio-fio);
IX - Fôr multado por três vêzes no período de III - Junto ou sôbre os hidrantes de incêndio,
um (1) ano por infrações compreendidas no Grupo registro de água e poços de visita de galerias
"2"; subterrâneas, devidamente sinalizados;
X - Publicamente, mostrar-se incontinente e de IV - Sôbre a pista de rolamento das estradas;
proceder escandaloso; V - Nos acostamentos das estradas, salvo por
XI - Dirigir o veículo de categoria ou espécie motivo de fôrça maior;
para a qual não estiver habilitado ou autorizado; VI - Em desacôrdo com a regulamentação
XII - Dirigir com exame de saúde vencido, até estabelecida pela autoridade de trânsito;
que seja aprovado em nôvo exame; VII - Nos viadutos, pontes, túneis, salvo quando
XIII - Efetuar transporte remunerado em veículo houver autorização;
não licenciado para êsse fim, salvo em caso de fôrça VIII - Ao lado de outro veículo, salvo onde haja
maior e com permissão da autoridade competente; permissão;
XIV - Envolver-se em acidente grave, caso em IX - À porta de templos, repartições públicas,
que se dará a critério da autoridade de trânsito e até hotéis e casas de diversões, salvo se houver local
à renovação do exame de sanidade física e mental. próprio, devidamente sinalizado pela autoridade
§ 1º Nos casos de apreensão do documento de competente;
habilitação, a suspensão do direito de dirigir, dar-se- X - Onde houver guia de calçada (meio-fio)
á por prazo de um a doze meses, levando-se em rebaixada para entrada ou saída de veículos;
conta a gravidade da infração, as circunstâncias em XI - Nas calçadas e sôbre as faixas destinadas
que foi cometida e os antecedentes do infrator como a pedestres;
condutor. XII - Sôbre área de cruzamento, interrompendo
§ 2º A apreensão do documento de habilitação o trânsito da via transversal;
far-se-á contra recibo e somente após a decisão da XIII - Junto aos pontos de embarque ou
autoridade de trânsito, que deverá ser desembarque de coletivos, devidamente sinalizados;
fundamentada. XIV - Sôbre canteiros separadores de pista de
§ 4º A notificação ao infrator far-se-á por via rolamento, salvo onde haja sinalização específica.
postal, sob registro e, quando ignorado o seu Art 203. A retenção do veículo dar-se-á
endereço ou paradeiro, por edital. quando:
§ 5º Nos casos dos itens I, II, III, V, VII, VIII, XI I - O condutor deixar de portar ou exibir à
e XII o agente da autoridade de trânsito deverá autoridade de trânsito ou seus agentes os
diligenciar a apresentação do condutor à documentos exigidos por lei ou regulamento;
autoridade policial competente, a fim de que resolva II - Tratando-se de motocicletas, motonetas ou
sôbre a apuração da conseqüente responsabilidade similares, os condutores e passageiros transitarem
penal. por estradas desprovidos de capacete de
Art 200. A cassação do documento de segurança;
habilitação dar-se-á: III - O condutor usar indevidamente aparelho de
I - Quando o condutor, estando com o alarma ou que produza sons ou ruídos que
documento apreendido, fôr encontrado dirigindo; pertubem o sossêgo público;
II - Quando a autoridade de trânsito comprovar IV - O veículo transitar:
que o condutor dirigia em estado de embriaguez ou a) produzindo fumaça;
sob o domínio de substância tóxica, após duas b) com defeito em qualquer dos equipamentos
apreensões pelo mesmo motivo; obrigatórios ou com sua falta;
III - Quando o condutor deixar de preencher as c) com deficiência de freios;
condições exigidas em lei ou regulamento para a d) com a carga excedente à autorizada ou fora
direção de veículos. das dimensões regulamentares, sem autorização
Parágrafo único. Aplica-se à cassação do especial, observado o disposto no artigo 190 dêste
documento de habilitação o disposto no § 2º, Regulamento;
Segunda parte, do artigo anterior. e) derramando, na via pública, combustíveis ou
Art 202. A remoção do veículo dar-se-á, lubrificantes, assim como qualquer material que
obrigatoriamente, quando estacionado: esteja transportando ou consumindo;

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f) sem registrador de velocidade ou com defeito Art 206. Satisfeitas as exigências legais e
nêle se transportando escolares; regulamentares, os veículos retidos, removidos ou
g) sem a sinalização adequada, se apreendidos serão imediatamente liberados.
transportando carga de dimensões excedentes ou Art 207. As penalidades serão impostas aos
que ofereça perigo; proprietários dos veículos, aos seus condutores, ou
h) com descarga livre, bem como com o a ambos, confôrme o caso.
silenciador de explosão do motor insuficiente ou Parágrafo único. Aos proprietários e condutores
defeituoso; de veículos serão impostas, concomitantemente, as
V - Conduzindo pessoas, animais ou carga nas penalidades de que trata a legislação de trânsito,
partes externas do veículo, exceto em casos tôda vez que houver responsabilidade solidária na
especiais, com permissão da autoridade de trânsito; infração dos preceitos que lhes couber observar,
VI - Transportar carga, arrastando-a. respondendo cada um, de per si , pela falta em
§ 1º Conforme o caso, não sendo possível comum que lhes fôr atribuída.
sanar prontamente a causa da retenção do veículo, Art 208. Ao proprietário, caberá sempre a
a autoridade de trânsito, a seu critério, promoverá a responsabilidade por infração referente à prévia
remoção dêle ou permitirá que a realize o condutor. regularização e preenchimento das formalidades e
§ 2º Aplicar-se-á retenção do veículo, no que condições exigidas para o trânsito de veículo na via
couber, o disposto no artigo 205. pública, conservação e inalterabilidade de suas
Art 204. A apreensão do veículo dar-se-á características e fins, matrícula de seus condutores,
quando: quando exigida, e outras disposições que deva
I - Ordenada judicialmente; observar.
II - Expirado o prazo de sua permanência no Art 209. Aos condutores, caberá a
País, se licenciado no estrangeiro; responsabilidade pelas infrações decorrentes de
III - O seu condutor fôr encontrado em estado atos por êles praticados na direção dos veículos.
de embriaguez alcoólica ou sob efeito de substância Parágrafo único. No caso de não ser possível
tóxica de qualquer natureza; identificar o condutor infrator, a responsabilidade
IV - O seu condutor disputar corrida por espírito pela infração recairá sôbre o proprietário do veículo.
de emulação; Art. 210. As infrações de trânsito serão
V - Utilizando em competições esportivas na via lançadas, pelo agente da autoridade de trânsito, no
pública, realizadas sem autorização expressa da correspondente auto de infração, no qual constarão
autoridade competente, e sem as medidas os dados que caracterizem o fato, identifiquem o
acauteladoras da segurança pública; veículo e permitam defesa do infrator.(Redação
VI - Transitar sem nova vistoria, depois de dada pelo Decreto nº 98.933, de 7.2.1990)
reparado em conseqüência de acidente grave; § 1º Sempre que possível, o agente da
VII - De carga, fôr empregado no transporte de autoridade de trânsito apresentará o auto de
passageiros sem autorização da autoridade de infração ao condutor para assinatura, como prova de
trânsito; recebimento da notificação.(Redação dada pelo
VIII - Não estiver devidamente licenciado ou Decreto nº 98.933, de 7.2.1990)
registrado; § 2º Não sendo possível a notificação na forma
IX - Alterada a sua côr ou outra característica, prevista no parágrafo anterior, a autoridade de
sem autorização da autoridade de trânsito; trânsito notificará o infrator por carta registrada com
X - Transitar em mau estado de conservação e aviso de recebimento.(Incluído pelo Decreto nº
segurança; 98.933, de 7.2.1990)
XI - Tiver falsificados os selos da placa ou da § 3º Quando o infrator ou proprietário não for
plaqueta; localizado no domicílio ou residência constante do
XII - Estiver com o taxímetro violado; registro do veículo, a notificação far-se-á por
XIII - De transporte coletivo, transitar com a edital.(Incluído pelo Decreto nº 98.933, de 7.2.1990)
vistoria vencida. § 4º O Conselho Nacional de Trânsito baixará
Art 205. A apreensão do veículo não se dará normas complementares às constantes neste artigo,
enquanto estiver transportando passageiro, carga podendo fixar prazo para a autoridade de trânsito
perecível ou passível de causar dano à segurança efetuar a notificação da penalidade
pública. aplicada.(Incluído pelo Decreto nº 98.933, de
Parágrafo único. O disposto neste artigo não se 7.2.1990)
aplicará em caso de risco à segurança de pessoas CAPíTULO IX
ou dano a via ou à sinalização. Da Junta Administrativa de Recursos de Infrações

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Art 211. As autuações por infrações previstas versam sôbre aplicação de penalidade por infração
neste Código serão julgadas pela autoridade de trânsito, para o Conselho Nacional de Trânsito;
competente para aplicação de penalidades nêle III - Das decisões da Junta Administrativa de
inscritas. Recursos de Infrações, para:
Art 212. Junto a cada repartição competente a) o Conselho Nacional de Trânsito, nos casos
para aplicar penalidade por infração de trânsito, de cassação de apreensão de documentos de
funcionará uma Junta Administrativa de Recursos de habilitação por mais de seis (6) meses;
Infrações (JARI). b) o Conselho Nacional de Trânsito, Conselho
Parágrafo único. Quando e onde fôr Estadual de Trânsito do Distrito Federal ou Conselho
necessário, a União, os Estados, os Territórios e o Territorial de Trânsito, conforme a hipótese nos
Distrito Federal poderão criar mais de uma Junta demais casos.
Administrativa de Recursos de Infrações. IV - Das decisões da autoridade de trânsito que
Art 213. Compõe-se a Junta Administrativa de aplique penalidade a proprietário ou condutor de
Recursos de Infrações, além do Presidente, de: veículo:
I - Um representante de repartição de trânsito; a) para o Conselho Nacional de Habilitação por
II - Um representante dos condutores. mais de seis (6) meses.
§ 1º O Presidente será indicado pelo Conselho b) para a Junta Administrativa de Recursos de
de Trânsito do Estado, Território ou Distrito Federal. Infrações nos demais casos.
§ 2º O Presidente das Juntas, criadas para Art 217. O recurso interpor-se-á mediante
funcionar junto ao órgão rodoviário federal, será petição apresentada à autoridade recorrida, no
indicado pelo Conselho Nacional de Trânsito. prazo de trinta (30) dias, contados da publicação da
§ 3º O Presidente, o representante da decisão, no órgão oficial, ou do conhecimento, por
repartição de trânsito e o dos condutores terão um qualquer modo, pelo infrator.
suplente, cuja nomeação obedecerá ao exigido para § 1º O recurso não terá efeito suspensivo e
a dos membros efetivos. sòmente será admitido, no caso de aplicação de
§ 4º O representante dos condutores e seu multa, feita a prova no prazo de interposição, de
suplente serão escolhidos dentre nomes indicados depósito do valor correspondente.
por entidades locais que congreguem condutores § 2º A autoridade recorrida remeterá o recurso
profissionais ou amadores, por solicitação do ao órgão julgador dentro dos dez (10) dias úteis
Governador, ou, no Distrito Federal, do Prefeito, subseqüentes à sua apresentação e, se o entender
sendo que o efetivo e seu suplente não poderão intempestivo, assinalará o fato do despacho de
pertencer à mesma categoria. encaminhamento.
§ 5º Não poderá ser nomeado membro da junta Art 218. O recurso deverá ser julgado dentro do
quem o fôr do Conselho de Trânsito do respectivo prazo de trinta (30) dias.
Estado ou Território e Distrito Federal. Parágrafo único. Se, por motivo de fôrça maior,
Art 214. Os recursos apresentados à Junta o recurso não fôr julgado dentro do prazo previsto
Administrativa de Recursos de Infrações, serão neste artigo, a autoridade competente para fazê-lo,
distribuídos, alternadamente, aos seus três (3) de ofício ou por solicitação do recorrente, poderá
membros, como relatores, e, salvo motivo justo, conceder-lhe efeito suspensivo.
julgados na ordem cronológica de sua interposição, Art 219. As decisões do Ministro da Justiça são
assegurada preferência, porém, aos que discutam irrecorríveis.
cassação ou apreensão do documento de Art 220. Provido o recurso pela Junta, de sua
habilitação para conduzir. decisão poderá recorrer a autoridade de trânsito.
Art 215. O funcionamento da Junta Art 221. No julgamento de recurso pelos
Administrativa de Recursos de Infrações obedecerá Conselhos e pela Junta Administrativa de Recursos
a êste Regulamento e ao seu Regimento Interno. de Infrações, não será admitida sustentação oral.
Parágrafo único. O Regimento Interno da Junta CAPÍTULO XI
Administrativa de Recursos de Infrações será Disposições Gerais e Transitórias
aprovado pelo respectivo Chefe do Poder Executivo. Art 222. As repartições de trânsito as
CAPÍTULO X incumbidas de conceder permitir ou autorizar
Dos Recursos serviços de transporte coletivo e os órgãos
Art 216. Cabe recurso: rodoviários, até o dia quinze (15) de cada mês,
I - Das decisões do Conselho Nacional de fornecerão aos Conselhos de Trânsito dos Estados,
Trânsito, para o Ministro da Justiça; Territórios e Distrito Federal os elementos
II - Das decisões dos Conselhos Estaduais, necessários ao levantamento da estatística prevista
Territoriais e do Distrito Federal, exceto das que neste Regulamento.

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Art 223. Os Conselhos de Trânsito remeterão Parágrafo único. A autoridade policial que, na
ao DENTRAN, anualmente, os dados necessários via pública ou estabelecimento hospitalar, primeiro
ao levantamento geral da estatística do trânsito. tiver ciência do acidente, no caso dêste artigo,
Art 224. O DENTRAN, anualmente, anotará a identidade do condutor e o convidará a
encaminhará ao IBGE os dados estatísticos comparecer à repartição policial competente nas
coletados em todo o território nacional. vinte e quatro (24) horas imediatamente seguintes.
Art 225. O DENTRAN, ouvido o Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística, baixará normas Art 235. As autoridades, que apreenderem
para a uniformização, em todo o território nacional, documentos ilegalmente fôrnecidos pelas
da coleta, tabulação e análise de dados estatísticos repartições de trânsito comunicarão o fato ao
de interêsse do trânsito, fixando os modelos a serem Departamento Nacional de Trânsito.
utilizados. Art. 236. Os modelos de documentos de que
Art 226. As repartições de trânsito e as trata este Regulamento poderão ser alterados pelo
encarregadas de perícia de acidentes utilizarão, Conselho Nacional de Trânsito, com aprovação do
para relatório de estatística de acidentes, o modêlo- Ministro da Justiça, quando o emprego de novas
padrão aprovado pelo DENTRAN. técnicas o justificar.(Redação dada pelo Decreto nº
Art 227. A estatística do trânsito levantar-se-á, 72.752, de 6.9.1973)
especialmente, em atenção aos acidentes e
infrações, e de modo que defina as suas causas e Art 238. Os estabelecimentos onde se
conseqüências. executarem reformas ou recuperação de veículos e
Art 228. Pelo menos uma vez por ano, o os que comprem, vendam ou desmontem veículos,
Conselho Nacional de Trânsito realizará campanha usados ou não, ficam obrigados a possuir livros de
educativa de trânsito em todo o território nacional registro de seu movimento de entrada e saída e de
com a colaboração de todos os órgãos do Sistema uso de placas de "experiência", confôrme modêlos
Nacional de Trânsito. aprovados e rubricados pelo Departamento de
Parágrafo único. Nos Estados, Territórios e Trânsito.
Distrito Federal, a elaboração e supervisão da § 1º Os livros indicarão:
execução do programa a ser desenvolvido durante a I - Data da entrada do veículo no
campanha nacional educativa de trânsito ficará a estabelecimento;
cargo dos respectivos Conselhos. II - Nome, enderêço e identidade do proprietário
Art 229. O Ministério da Educação e Cultura o vendedor;
promoverá a divulgação de noções de trânsito nas III - Data da saída, ou baixa, nos casos de
escolas de ensino médio e elementar, segundo desmontagem;
programas estabelecidos de acôrdo com o IV - Nome, enderêço e identidade do
DENTRAN. comprador;
Art 230. Nenhum condutor elétrico, ou cabo V - Características do veículo constantes do
destinado a suportar ou fixar qualquer objeto, seu Certificado de Registro;
poderá atravessar ou tangenciar via pública, sem VI - Número da placa de experiência.
que ofereça a devida segurança e obedeça à altura § 2º Os livros terão suas páginas numeradas
estabelecida pela autoridade com jurisdição sôbre tipográficamente e serão encadernados ou em
ela. fôlhas sôltas, sendo que, no primeiro caso, conterão
Art 231. Os veículos, ainda que licenciados em têrmo de abertura e encerramento lavrados pelo
mais de um município, terão Certificado de Registro proprietário e rubricados pela repartição de trânsito,
e placa únicos. enquanto, no segundo tôdas as fôlhas serão
Art 232. A baixa de veículo automotor será autenticadas pela repartição de trânsito.
comunicada, obrigatoriamente, ao Departamento de § 3º A entrada e as saída de veículos nos
Trânsito; estabelecimentos referidos neste artigo registrar-se-
I - Pelo proprietário; ão no mesmo dia em que se verificarem,
II - Pela autoridade policial ou aduaneira que assinaladas, inclusive, as horas a elas
conhecer do fato acarretador dela; correspondentes.
III - Pelo adquirente de veículos irrecuperáveis § 4º As autoridades de trânsito e as policiais
ou destinados à desmontagem. terão acesso aos livros, sempre que o solicitarem,
Art 233. Ao condutor de veículo, nos casos de não podendo porém retirá-los do estabelecimento.
acidente de trânsito de que resulte vítima, não se § 5º A falta de escrituração dos livros, o atraso
imporá a prisão em flagrante, nem se exigirá fiança, a fraude no realizá-lo e a recusa de sua exibição
se prestar socorro pronto e integral à vítima. serão punidas com a multa prevista no art. 198

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dêste Regulamento independente das demais pintura da faixa, ficando obrigados, porém, ao uso
cominações legais cabíveis. dos dísticos previstos nos três primeiros artigos.
Art. 239. A fiscalização dos limites de peso será Art 246. Fica assegurado o trânsito, durante os
feita ao longo das vias públicas com a utilização de cinco (5) anos imediatamente seguintes à entrada
balanças fixas ou móveis, ou mediante a verificação em vigor dêste Regulamento, aos veículos cujas
da nota fiscal do peso da carga transportada dimensões excedam, no máximo, de dez por cento
somado à tara do veículo.(Redação dada pelo (10%) às estabelecidas no art. 81.
Decreto nº 98.933, de 7.2.1990) Art 247. Será tolerado o excesso de uma (1)
Parágrafo único. Ao condutor que se evadir da tonelada, relativamente aos limites máximos fixados
fiscalização, não submetendo o veículo à pesagem no art. 82, itens II, III e IV, durante o prazo de cento
obrigatória nos postos de pesagem, será aplicada a e oitenta (180) dias, contados da publicação dêste
penalidade prevista no art. 175, inciso XIX, deste Regulamento.
regulamento, além da obrigação de retornar ao Parágrafo único. Tolerar-se-á também, em igual
ponto de evasão para fim de pesagem prazo, um excesso de 10% (dez por cento) sôbre os
obrigatória.(Incluído pelo Decreto nº 98.933, de limites previstos no art. 79.
7.2.1990) Art 248. Até 30 de junho de 1968, não se
Art. 240. É facultado aos órgãos sob cuja exigirá o uso dos equipamentos obrigatórios
jurisdição se encontrem as rodovias, reduzir os previstos nêste Regulamento, mas não reclamados
limites constantes dos artigos 82 e 83, em função de pela legislação anterior, bem como do dispositivo de
suas condições específicas, mediante aprovação do que cuida o seu art. 101.
Conselho Nacional de Trânsito, ouvido o Ministério Art 249. Os atuais documentos de registro ou
dos Transportes.(Redação dada pelo Decreto nº propriedade de veículos automotores adotados no
98.933, de 7.2.1990) País deverão ser substituídos pelo Certificado do
Art. 241. Para alteração dos limites de Registro, no prazo de três anos, contados da data
peso e das dimensões estabelecidos nos artigos 81, da publicação do Código Nacional de Trânsito.
82 e 83 deste regulamento, será ouvido previamente Art 250. A exigência do Certificado de Registro
o Ministério dos Transportes, através do seu órgão para o licenciamento de veículo sòmente se fará
rodoviário.(Redação dada pelo Decreto nº 98.933, após o terceiro ano de vigência dêste Regulamento,
de 7.2.1990) ressalvado o disposto no artigo seguinte.
Art 242. Os débitos dos proprietários e Parágrafo único. O disposto neste artigo não
condutores de veículos decorrentes da falta de impede às repartições de trânsito a expedição do
pagamento ou recolhimento, na data devida, de Certificado de Registro durante o prazo nêle
multas impostas por infração a dispositivos do previsto.
Código Nacional de Trânsito ou dêste Regulamento, Art 251. O Departamento Nacional de Trânsito
que não forem efetivamente liquidadas no trimestre baixará normas e rotinas de funcionamento do
civil em que deveriam ter sido pagas, terão o seu Registro Nacional de Veículos Automotores -
valor atualizado monetariamente, em função das RENAVAM, podendo, para tanto, estabelecer
variações do poder aquisitivo da moeda nacional, sistema próprio de coleta de dados.(Redação dada
atendidas as normas legais sôbre a correção pelo Decreto nº 92.387, de 6.2.1986)
monetária dos débitos fiscais. Art. 252. O Conselho Nacional de Trânsito
Art 243. As entidades patronais e profissionais editará normas complementares disciplinando a
a que se referem os artigos 6º e 14 dêste implantação do uso das novas placas de
Regulamento são aquelas reconhecidas pelo identificação dos veículos e fixando os prazos dentro
Ministério do Trabalho e Previdência Social como dos quais a mesma deverá se operar.(Redação
representantes das respectivas categorias. dada pelo Decreto nº 93.861, de 22.12.1986)
Art 244. Aos membros do Conselho Nacional Art. 253. Por ocasião da substituição das
do Trânsito, quando em serviço, proporcionarão os placas de identificação dos veículos por aquelas
órgãos da Administração do Trânsito tôdas as previstas no artigo 122 e após vistoria procedida
facilidades para o cumprimento de sua missão, pelos órgãos de trânsito, atualizar-se-á o registro
fornecendo-lhes dados que solicitarem permitindo- dos veículos, emitindo-se novo Certificado de
lhes inspecionar a execução de quaisquer serviços. Registro e Licenciamento.(Redação dada pelo
Art 245. Durante os dois primeiros anos de Decreto nº 93.861, de 22.12.1986)
vigência deste Regulamento, dispensar-se-á aos § 1º Logo que se aparelhem para tanto, as
veículos de que tratam os seus arts. 102, 103, 104 e repartições de trânsito poderão exigir a troca das
105 a satisfação das exigências relativas a côr e placas atualmente em uso pelas previstas neste
Regulamento.

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§ 2º Aquêles que pretenderem a troca das II - Registrar-se-á a habilitação na classe "B" ou


placas do ano de 1970, deverão requerê-la à "C" conforme o caso desde que satisfaçam o
repartição de trânsito até 30 de junho de 1969. disposto nos artigos 154 e 155 dêste Regulamento.
§ 3º Os que não observarem o disposto no Art 260. O condutor que possuir mais de uma
parágrafo anterior, para licenciarem os seus veículos Carteira Nacional de Habilitação, deverá nos cento e
no exercício de 1970, deverão apresentar as placas vinte (120) dias imediatamente seguintes à entrada
novas, que farão executar à própria custa. em vigor dêste Regulamento, entregar a ou as
§ 4º A partir da vigência dêste Regulamento excedentes à autoridade de trânsito de seu domicílio
será permitido ao proprietário de veículo, que o ou residência.
desejar providenciar a confecção e colocação das Parágrafo único. A autoridade de trânsito com
novas placas, por conta própria. relação às Carteiras que lhe forem entregues,
§ 5º No caso de não haver ocorrido a procederá como previsto no artigo anterior.
substituição das placas atuais pelas previstas neste Art 261. O Conselho Nacional de Trânsito,
Regulamento, a licença fornecida no exercício de dentro do prazo de noventa (90) dias, contados da
1969 indicará o número das placas em uso no publicação dêste Regulamento, disciplinará o
veículo e os caracteres das que portará, contrôle de fornecimento da Carteira Nacional de
obrigatoriamente, no ano de 1971. Habilitação.
Art 254. A exigência do exame psicotécnico Art 262. A primeira constituição do Conselho
prevista no art. 156 dêste Regulamento, sòmente Nacional de Trânsito com a composição que lhe
poderá fazer-se onde a repartição de trânsito estiver prescreve o artigo 6º dêste Regulamento, deverá
aparelhada para realizá-lo. levar-se a têrmo nos sessenta (60) dias
Art 255. A exigência do certificado de que trata imediatamente seguintes à sua publicação.
o art. 139, para o exercício das funções de diretor o Art 263. O Ministro da Justiça poderá
instrutor de escola de formação e condutores e de determinar que passem a ter exercício, no
examinador de trânsito, somente se fará, após o Departamento Nacional de Trânsito, funcionários
segundo ano de publicação do Código Nacional de lotados noutros órgãos do Ministério, bem como
Trânsito. requisitar, para nêle servirem, enquanto não
Art 256. Aplica-se o disposto no art. 148, § 2º, organizado seu quadro de pessoal, funcionários de
dêste Regulamento, aos que estiverem exercendo outros Ministérios ou de autarquias federais.
as funções de examinador de trânsito quando de Parágrafo único. As requisições, de que trata
sua entrada em vigor, contando-se, para os seus êste artigo, não acarretarão aos funcionários a
efeitos, o tempo anterior de exercício delas. perda de vencimentos, direitos e vantagens
Art 257. A troca das atuais Carteiras de inerentes aos cargos de que forem titulares.
Habilitação pela do Anexo VIII, dêste Regulamento Art 264. Êste Regulamento entrará em vigor na
sòmente se fará a partir de 1 de julho de 1968. data de sua publicação, revogadas as disposições
§ 1º Após a data prevista neste artigo, os em contrário.
condutores que renovarem o exame de sanidade Brasília, 16 de janeiro de 1968; 147º da
física e mental e os candidatos aprovados em Independência e 80º da República.
exame de habilitação para conduzir receberão a LUíS ANTôNIO DA GAMA E SILVA
Carteira Nacional de Habilitação, segundo o modêlo
do Anexo VIII.
§ 2º As repartições de trânsito, após 1º de julho
de 1968, a seu juízo, poderão exigir a troca das
Carteiras fora dos casos previstos no parágrafo
anterior, segundo os critérios que estabelecerem,
respeitado o prazo de validade do último exame de
sanidade física e mental periódico, a que se
submeterem os condutores.
Art 258. Na troca das atuais Carteiras de
Habilitação dos Motoristas profissionais, observar-
se-á o seguinte:
I - Registrar-se-á, nas novas carteiras de
Habilitação na classe "A", relativamente a todos os
condutores, salvo hipótese da letra seguinte;

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RESOLUÇÕES DO CONTRAN

Resolu
Assunto Situação
ção
Altera o prazo previsto no artigo 27 Resolução CONTRAN nº 404/2012
que dispõe sobre padronização dos procedimentos administrativos na
lavratura de Auto de Infração, na expedição de notificação de autuação e
424 Em vigor
de notificação de penalidade de multa e de advertência, por infração de
responsabilidade de proprietário e de condutor de veículo e da
identificação de condutor infrator, e dá outras providências.
Altera dispositivos da Resolução CONTRAN nº358, de 13 de agosto de
2010, que trata de procedimentos de credenciamento de instituições ou Em vigor
423
entidades públicas ou privadas voltadas ao aprendizado de candidatos e
condutores, e dá outras providências.
Altera dispositivos da Resolução CONTRAN nº 168, de 14 de dezembro
422 de 2004, que trata das normas e procedimentos para a formação de Em vigor
condutores de veículos automotores e elétricos.
Acrescenta inciso VI ao artigo 8º da Resolução CONTRAN nº 292/2008,
419 de forma a proibir a inclusão de terceiro eixo em semirreboque com Em vigor
comprimento igual ou inferior a 10,50 metros.
Acrescenta inciso VI ao artigo 8º da Resolução CONTRAN nº 292/08, de
418 forma a proibir a inclusão de terceiro eixo em semirreboque com Em vigor
comprimento inferior a 7,0 metros
Altera o artigo 6º da Resolução nº 405, de 12 de junho de 2012, que
dispõe sobre a fiscalização do tempo de direção do motorista profissional Em vigor
417
de que trata o artigo 67-A, incluído no Código de Transito Brasileiro –
CTB, pela Lei n° 12.619, de 30 de abril de 2012, e dá outras providências.
Estabelece os requisitos de segurança para veículos de transporte de
416 passageiros tipo micro-ônibus, categoria M2 de fabricação nacional e Em vigor
importado.
Altera a Resolução CONTRAN nº 358, de 13 de agosto de 2012 (com as
alterações dadas pela Resolução nº 411/2012), que regulamenta o
credenciamento de instituições ou entidades públicas ou privadas para o Em vigor
415
processo de capacitação, qualificação e atualização de profissionais, e de
formação, qualificação, atualização e reciclagem de candidatos e
condutores e dá outras providências.
Altera a Resolução nº 410, de 02 de agosto de 2012, que regulamenta os
cursos especializados obrigatórios destinados a profissionais em
414 transporte de passageiros (mototaxista) e em entrega de mercadorias Em vigor
(motofretista) que exerçam atividades remuneradas na condução de
motocicletas e motonetas.
Altera a Resolução nº 168, de 14 de dezembro de 2004-CONTRAN, que
estabelece normas e procedimentos para a formação de condutores de
413 veículos automotores e elétricos, a realização dos exames, a expedição Em vigor
de documentos de habilitação, os cursos de formação, especializados, de
reciclagem e dá outras providências.
Dispõe sobre a implantação do Sistema Nacional de Identificação
412 Em vigor
Automática de Veículos – SINIAV em todo o território nacional.
Altera dispositivos da Resolução nº 358, de 13 de agosto de 2010, que
Regulamenta o credenciamento de instituições ou entidades públicas ou
Com a alteração dada pela Resolução
411 privadas para o processo de capacitação, qualificação e atualização de CONTRAN nº 415/2012
profissionais, e de formação, qualificação, atualização e reciclagem de
candidatos e condutores e dá outras providências.

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Regulamenta os cursos especializados obrigatórios destinados a


profissionais em transporte de passageiros (mototaxista) e em entrega de Com a alteração dada pela Resolução
410
mercadorias (motofretista) que exerçam atividades remuneradas na CONTRAN nº 414/2012
condução de motocicletas e motonetas.
Altera dispositivos da resolução nº 168, de 14 de dezembro de 2004 que
estabelece normas e procedimentos para a formação de condutores de
409 veículos automotores e elétricos, a realização dos exames, a expedição Em vigor
de documentos de habilitação, os cursos de formação, especializados, de
reciclagem e dá outras providências.
Altera o artigo 8º da Resolução nº 405, de 12 de junho de 2012, que
dispõe sobre a fiscalização do tempo de direção do motorista profissional Em vigor
408
de que trata o artigo 67-A, incluído no Código de Transito Brasileiro –
CTB, pela Lei n° 12.619, de 30 de abril de 2012, e dá outras providências.
Autoriza a utilização temporária de sinalização de orientação de destino
específica para a “Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014” e para a “Copa
407 das Confederações da FIFA Brasil 2013”, de acordo com os padrões Em vigor
estabelecidos nesta Resolução.
Anexo: Manual de aplicação
Altera a Resolução nº 92, de 4 de maio de 1999, que dispõe sobre
406 requisitos técnicos mínimos do registrador instantâneo e inalterável de Em vigor
velocidade e tempo, conforme o Código de Trânsito Brasileiro.
Dispõe sobre a fiscalização do tempo de direção do motorista profissional
Com as alterações das Resoluções
405 de que trata o artigo 67-A, incluído no Código de Transito Brasileiro – Contran 408/12 e 417/12
CTB, pela Lei n° 12.619, de 30 de abril de 2012, e dá outras providências.
Dispõe sobre padronização dos procedimentos administrativos na
lavratura de Auto de Infração, na expedição de notificação de autuação e
Entrará em vigor no dia 1º de janeiro
404 de notificação de penalidade de multa e de advertência, por infração de de 2013
responsabilidade de proprietário e de condutor de veículo e da
identificação de condutor infrator, e dá outras providências.
Altera o prazo previsto no artigo 17 da Resolução CONTRAN nº
258/2007, com redação dada pela Resolução nº 365/2010, que
403 regulamenta os artigos 231, X e 323 do Código de Trânsito Brasileiro, fixa Em vigor
metodologia de aferição de peso de veículos, estabelece percentuais de
tolerância e dá outras providências
Estabelece requisitos técnicos e procedimentos para a indicação no
402 CRV/CRLV das características de acessibilidade para os veículos de Em vigor
transporte coletivos de passageiros e dá outras providências.
Altera o prazo estipulado no art. 3º da Resolução 371, de 10 de
dezembro de 2010, com alteração dada pela Resolução nº 389/2011, que
Em vigor
401 aprova o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito – Volume I –
Infrações de competência municipal, incluindo as concorrentes dos
órgãos e entidades estaduais de trânsito e rodoviários.
Referenda a Deliberação nº 119, de 19 de dezembro de 2011, que define
400 a cor predominante dos caminhões, caminhões tratores, reboques e Em vigor
semirreboques.
Acrescenta parágrafo único ao artigo 1º da Resolução nº 341, de 25 de
fevereiro de 2010, do Conselho Nacional de Trânsito, para prorrogar, até
399 o sucateamento dos respectivos veículos, o prazo de validade das Em vigor
Autorizações Especificas (AE) emitidas antes da Vigência da Resolução
388/2011.
Estabelece orientações e procedimentos a serem adotados para a
comunicação de venda de veículos, no intuito de organizar e manter o
398 Registro Nacional de Veículos Automotores – RENAVAM, garantindo a Em vigor
atualização e o fluxo permanente de informações entre os órgãos e
entidades do Sistema Nacional de Trânsito.
Em vigor
397 Altera a Resolução nº 292, de 29 de agosto de 2008, do CONTRAN, que

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dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts. 98 e 106 da Lei


nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito
Brasileiro e dá outras providências.
Dispõe sobre requisitos técnicos mínimos para a fiscalização da
396 velocidade de veículos automotores, reboques e semirreboques, Em vigor
conforme o Código de Trânsito Brasileiro.
Altera a Resolução 380, de 28 de abril de 2011, que dispõe sobre a
395 Em vigor
obrigatoriedade do uso do sistema antitravamento das rodas – ABS.
Altera a Resolução 311, de 03 de abril de 2009, que dispõe sobre a
obrigatoriedade do uso do equipamento suplementar de segurança
394 Em vigor
passiva – “Air Bag”, na parte frontal dos veículos novos saídos de fábrica,
nacionais e importados.
Altera a Resolução nº 151, de 08 de outubro de 2003, do Conselho
Nacional de Trânsito/ CONTRAN, que dispõe sobre a unificação de Em vigor
393
procedimentos para imposição de penalidade de multa a pessoa jurídica
proprietária de veículos por não identificação de condutor infrator.
Referendar a Deliberação nº 114, de 28 de setembro de 2011, que
prorroga o mandato 2009/2011 dos membros das Câmaras Temáticas do
392 Em vigor
CONTRAN até que sejam nomeados os integrantes para o mandato
2011/2013.
Referendar a Deliberação 100, de 02 de setembro de 2010 que dispõe
391 sobre o transporte de menores de 10 anos e a utilização do dispositivo de Em vigor
retenção para o transporte de crianças em veículos.
Dispõe sobre a padronização dos procedimentos administrativos na
lavratura de auto de infração, na expedição de notificação de autuação e
de notificação de penalidades por infrações de responsabilidade de Em vigor
390
pessoas físicas ou jurídicas, sem a utilização de veículos, expressamente
mencionadas no Código de Trânsito Brasileiro – CTB, e dá outras
providências.
Referenda a deliberação nº 112 de 28 de junho de 2011, do Presidente
do Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, publicada no Diário
Oficial da União de 29 de Junho de 2011, que altera o prazo estipulado
389 no art. 3º da Resolução nº 371, de 10 de dezembro de 2010, que aprova Em vigor
o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito – Volume I – Infrações de
competência municipal, incluindo as concorrentes dos órgãos e entidades
estaduais de trânsito e rodoviários.
Dá nova redação aos artigos 1º e 2º da Resolução CONTRAN nº 341, de
25 de fevereiro de 2010, que cria Autorização Específica (AE) para os
388 veículos e/ou combinações de veículos equipados com tanques que Em vigor
apresentem excesso de até 5% (cinco por cento) nos limites de peso
bruto total ou peso bruto total combinado.
Referendar a Deliberação nº 110, de 12 de abril de 2011, que dá nova
Efeito suspenso pela Deliberação
387 redação aos artigos 1º e 4º da Resolução CONTRAN n.º 370/2010, que Contran 116/11
dispõe sobre o Dispositivo Auxiliar de Identificação Veicular.
Dá nova redação aos artigos 4º e 5º da Resolução CONTRAN n.º
254/2007, que estabelece requisitos para os vidros de segurança e
386 critérios para aplicação de inscrições, pictogramas e películas nas áreas Em vigor
envidraçadas dos veículos automotores, de acordo com o inciso III, do
artigo 111 do Código de Trânsito Brasileiro – CTB.
Referenda a Deliberação nº 109, de 11 de abril de 2011, que revoga o
artigo 3° e altera o artigo 4°, ambos da Resolução CONTRAN n° 253, de
385 Em vigor
26 de outubro de 2007, que dispõe sobre o uso de medidores de
transmitância luminosa.
Altera a Resolução nº 292, de 29 de agosto de 2008, do CONTRAN, que
384 dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts. 98 e 106 da Lei Em vigor
nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito

86
APOSTILA ELABORADA PELA EMPRESA DIGITAÇÕES & CONCURSOS

Brasileiro e dá outras providências.


Altera a Resolução nº 227, de 09 de fevereiro de 2007, do CONTRAN,
383 que estabelece requisitos referentes aos sistemas de iluminação e Em vigor
sinalização de veículos.
Dispõe sobre notificação e cobrança de multa por infração de trânsito
382 praticada com veículo licenciado no exterior em trânsito no território Em vigor
nacional.
Referendar a Deliberação nº 108, de 23 de março de 2011, que altera o
art. 7º da Resolução CONTRAN nº 211, de 13 de novembro de 2006, que
381 tratam dos requisitos necessários à circulação de Combinações de Em vigor
Veículos de Carga – CVC, a que se referem os arts. 97, 99 e 314 do
Código de Trânsito Brasileiro – CTB.
Dispõe sobre a obrigatoriedade do uso do sistema antitravamento das
380 Com a alteração da Resolução 395/11
rodas – ABS.
Referendar a Deliberação n.º 107, de 28 de janeiro 2011, que alterou o
artigo 3º da Resolução CONTRAN nº 359/2010, que dispõe sobre a
379 atribuição de competência para a realização da inspeção técnica nos Em vigor
veículos utilizados no transporte rodoviário internacional de cargas e
passageiros e da outras providências.
Dá nova redação ao § 2º do artigo 3º da Resolução CONTRAN nº
356/2010, que estabelece requisitos mínimos de segurança para o Em vigor
378
transporte remunerado de passageiros (mototaxi) e de cargas (motofrete)
em motocicleta e motoneta.
Referenda a Deliberação nº 106, de 27 de dezembro de 2010 que dá
nova redação ao Art. 1º da Resolução nº 323, de 17 de julho de 2010, do
377 Em vigor
CONTRAN, que estabelece os requisitos técnicos de fabricação e
instalação de protetor lateral para veículos de carga.
Revoga a Deliberação nº 63, de 24 de abril de 2008, do CONTRAN que
suspendeu a vigência da Resolução nº 158, de 22 de abril de 2004, do
376 CONTRAN, que proíbe o uso de pneus reformados em ciclomotores, Em vigor
motonetas, motocicletas e triciclos, bem como rodas que apresentem
quebras, trincas e deformações.
Acrescenta os §§ 2º e 3º ao Artigo 1º da Resolução CONTRAN nº
315/2009, que estabelece a equiparação dos veículos ciclo-elétricos aos
375 Em vigor
ciclomotores e os equipamentos obrigatórios para a condução nas vias
públicas abertas à circulação.
Referendar a Deliberação n.º 102, de 21 de dezembro de 2010, que
alterou o art. 2º da Resolução CONTRAN nº 341, de 25 de fevereiro de Em vigor
374
2010, para fixar o termo final para a solicitação de Autorização Especifica
(AE) em 30 de junho de 2011.
Referenda a Deliberação nº 105, de 21 de dezembro de 2010 do
Presidente do Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN, que altera o
373 Em vigor
artigo 11 da Resolução nº 210, de 13 de novembro de 2006, do
CONTRAN, alterado pela Resolução nº 326, de 17 de julho de 2009.
Altera a Resolução CONTRAN nº 231/2007, que estabelece o sistema de
372 Em vigor
placas de identificação de veículos
Aprova o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito, Volume I – Com a alteração da Deliberação
Contran nº 120/11
371 Infrações de competência municipal, incluindo as concorrentes dos Manual Brasileiro de Fiscalização
órgãos e entidades estaduais de trânsito e rodoviários. de Trânsito - Volume I
Efeito suspenso pela Deliberação
Contran 116/11
370 Dispõe sobre o Dispositivo Auxiliar de Identificação Veicular Alterada pela Deliberação Contran
110/11
Altera a Resolução CONTRAN No. 291, de 29 de agosto de 2008, que
369 dispõe sobre a concessão de código de marca/modelo/versão para Em vigor
veículos e dá outras providências.

87
APOSTILA ELABORADA PELA EMPRESA DIGITAÇÕES & CONCURSOS

Altera o anexo IV da Resolução nº 305, de 6 de março de 2009, do


CONTRAN que estabelece requisitos de segurança necessários à Em vigor
368
circulação de Combinações para Transporte de Veículos – CTV e
Combinações de Transporte de Veículos e Cargas Paletizadas – CTVP.
Altera a Resolução 311, de 03 de abril de 2009, que dispõe sobre a
obrigatoriedade do uso do equipamento suplementar de segurança Revogada pela Resolução Contran
367
passiva – “Air Bag”, na parte frontal dos veículos novos saídos de fábrica, 394/11
nacionais e importados.
Altera dispositivo do Anexo das Resoluções nºs 128/2001 e 132/2002, do
366 Conselho Nacional de Trânsito CONTRAN, que tratam do uso obrigatório Em vigor
de película refletiva.
Altera o prazo previsto no artigo 17 da Resolução CONTRAN nº
258/2007, que regulamenta os artigos 231, X e 323 do Código de Em vigor
365
Trânsito Brasileiro, fixa metodologia de aferição de peso de veículos,
estabelece percentuais de tolerância e dá outras providências.
Altera a Resolução nº 245, de 27 de julho 2007, que dispõe sobre a
instalação de equipamento obrigatório, denominado antifurto, nos
veículos novos saídos de fábrica, nacionais e estrangeiros e a Resolução
364 Em vigor
n° 330, de 14 de agosto de 2009, que estabelece o cronograma para a
instalação do equipamento obrigatório definido na Resolução nº
245/2007.
Dispõe sobre padronização dos procedimentos administrativos na
lavratura de auto de infração, na expedição de notificação de autuação e
Revogada pela Resolução Contran nº
363 de notificação de penalidade de multa e de advertência, por infração de 404/12
responsabilidade de proprietário e de condutor de veículo e da
identificação de condutor infrator, e dá outras providências.
Estabelece a classificação de danos em veículos decorrentes de
362 acidentes e os procedimentos para a regularização ou baixa dos veículos Em vigor
envolvidos e dá outras providências.
Altera a Resolução nº 287/2008 - CONTRAN, que dispõe sobre a
regulamentação do procedimento de coleta e armazenamento de Em vigor
361
impressão digital nos processos de habilitação, mudança ou adição de
categoria e renovação da Carteira Nacional de Habilitação - CNH.
Dispõe sobre a habilitação do candidato ou condutor estrangeiro para Em vigor
360
direção de veículos em território nacional.
Dispõe sobre a atribuição de competência para a realização da inspeção
Com a alteração da Resolução
359 técnica nos veículos utilizados no transporte rodoviário internacional de Contran 379/11
cargas e passageiros e dá outras providencias.
Regulamenta o credenciamento de instituições ou entidades públicas ou
privadas para o processo de capacitação, qualificação e atualização de Com as alterações das Resoluções
358
profissionais, e de formação, qualificação, atualização e reciclagem de Contran 411/12 e 415/12
candidatos e condutores e dá outras providências.
Estabelece diretrizes para a elaboração do Regimento Interno das Juntas
357 Em vigor
Administrativas de Recursos de Infrações – JARI.
Estabelece requisitos mínimos de segurança para o transporte
Com a alteração da Resolução
356 remunerado de passageiros (mototáxi) e de cargas (motofrete) em Contran 378/11
motocicleta e motoneta, e dá outras providências.
Define a cor predominante das unidades da combinação de veículos de Revogada pela Deliberação
355 Contran 119/11
carga.
Estabelece requisitos de segurança para o transporte de blocos e chapas Em vigor
354
serradas de rochas ornamentais.
Altera o prazo previsto no artigo 17 da Resolução CONTRAN nº
258/2007, que regulamenta os artigos 231, X e 323 do Código de Revogada pela Resolução 365/10
353
Trânsito Brasileiro, fixa metodologia de aferição de peso de veículos,
estabelece percentuais de tolerância e dá outras providências

88
APOSTILA ELABORADA PELA EMPRESA DIGITAÇÕES & CONCURSOS

Dá nova redação ao inciso III do art.7.º da Resolução n.º 277, de 28 de Em vigor


352
maio de 2008, do CONTRAN.
Estabelece procedimentos para veiculação de mensagens educativas de
trânsito em toda peça publicitária destinada à divulgação ou promoção, Em vigor
351
nos meios de comunicação social, de produtos oriundos da indústria
automobilística ou afins.
Institui curso especializado obrigatório destinado a profissionais em
transporte de passageiros (mototaxista) e em entrega de mercadorias Revogada pela Resolução 410/12
350
(motofretista) que exerçam atividades remuneradas na condução de
motocicletas e motonetas.
Dispõe sobre o transporte eventual de cargas ou de bicicletas nos
349 veículos classificados nas espécies automóvel, caminhonete, camioneta Em vigor
e utilitário.
Estabelece o procedimento e os requisitos para apreciação dos
348 equipamentos de trânsito e de sinalização não previstos no Código de Em vigor
Trânsito Brasileiro – CTB.
Altera a Resolução nº 168, de 14 de dezembro de 2004, do Conselho
Nacional de Trânsito – CONTRAN, que estabelece Normas e
Procedimentos para a formação de condutores de veículos automotores e
347 Em vigor
elétricos, a realização dos exames, a expedição de documentos de
habilitação, os cursos de formação, especializados, de reciclagem e dá
outras providências.
346 Regulamenta o tipo de carroçaria intercambiável (Camper) Em vigor

Altera a Resolução nº 193/2006-CONTRAN, que dispõe sobre a Revogada pela Resolução Contran
345 360/10
regulamentação do Candidato ou Condutor Estrangeiro.
Altera o prazo previsto no art 11 da Resolução nº 281 CONTRAN que
estabelece critérios para o registro de tratores destinados a puxar ou Suspensa pela Deliberação Contran
344
arrastar maquinaria de qualquer natureza ou a executar trabalhos nº 93/2010
agrícolas e de construção ou de pavimentação
Altera a Resolução nº 330, de 14 de agosto de 2009, que estabelece o
cronograma para a instalação do equipamento obrigatório definido na Em vigor
343
Resolução nº 245/2007, denominado antifurto, nos veículos novos,
nacionais e importados
Altera o prazo previsto no artigo 6º da Resolução nº 286, do Conselho
342 Em vigor
Nacional de Trânsito – CONTRAN.
Cria Autorização Específica (AE) para os veículos e/ou combinações de
veículos equipados com tanques que apresentem excesso de até 5% Com as alterações das Deliberações
341 (cinco por cento) nos limites de peso bruto total ou peso bruto total Contran nº 98/10, 102/10 e da
combinado, devido à incorporação da tolerância, com base em Resolução Resolução Contran 388/11 e 399/12
do CONTRAN.
Referenda a Deliberação 86 que altera a Resolução CONTRAN nº
Revogada pela Resolução Contran
340 146/03, estabelecendo critérios para informação complementar à placa R- 396/11
19
Permite a anotação dos contratos de comodato e de aluguel ou
339 arrendamento não vinculado ao financiamento do veículo, junto ao Em vigor
Registro Nacional de Veículos Automotores.
Dá nova redação aos artigos da Resolução nº 212/2006- CONTRAN, que
Revogada pela Resolução Contran
338 dispõe sobre a implantação do Sistema Nacional de Identificação 412/12
Automática de Veículos (SINIAV) em todo o território nacional
Altera o prazo previsto no artigo 17 da Resolução CONTRAN nº
258/2007, que regulamenta os artigos 231, X e 323 do Código de Revogada pela Resolução Contran
337
Trânsito Brasileiro, fixa metodologia de aferição de peso de veículos, 353/10
estabelece percentuais de tolerância e dá outras providências.
Altera a Resolução nº 39, de 21 de maio de 1998, do Conselho Nacional Em vigor
336
de Trânsito – CONTRAN, para proibir a utilização de tachas e tachões,

89
APOSTILA ELABORADA PELA EMPRESA DIGITAÇÕES & CONCURSOS

aplicados transversalmente à via pública, como sonorizadores ou


dispositivos redutores de velocidade.
Estabelece os requisitos necessários à coordenação do sistema de
arrecadação de multas de trânsito e a implantação do sistema Em vigor
335
informatizado de controle da arrecadação dos recursos do Fundo
Nacional de Segurança e Educação de Trânsito – FUNSET.
Isenta os veículos blindados do cumprimento do disposto no artigo 1º da
Resolução CONTRAN nº. 254/2007, que estabelece requisitos para os
veículos de segurança e critérios para aplicação de inscrição,
334 Em vigor
pictogramas e películas nas áreas envidraçadas dos veículos
automotores, de acordo com inciso III do Código de Trânsito Brasileiro –
CTB.
Restabelece a vigência da Resolução n.º 157, de 22 de abril de 2004,
dando nova redação ao artigo 8º, que fixa especificações para os
333 extintores de incêndio sendo equipamentos de uso obrigatório nos Em vigor
veículos automotores, elétricos, reboque e semi-reboque, de acordo com
o artigo 105 do Código de Trânsito Brasileiro e dá outras providências.
Dispõe sobre identificações de veículos importados por detentores de
332 Em vigor
privilégios e imunidades em todo o território nacional.
Dispõe sobre uniformização do procedimento para realização de hasta
pública dos veículos retidos, removidos e apreendidos, a qualquer título, Em vigor
331
por Órgãos e Entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito,
conforme o disposto no artigo 328 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB)
Estabelece o cronograma para a instalação do equipamento obrigatório Com as alterações da Resolução
Contran nº 343/10, e das
330 definido na Resolução nº 245/2007, denominado antifurto, nos veículos Deliberações Contran 96/10, 111/11 e
novos, nacionais e importados. 121/11
Altera dispositivo da Resolução nº 245, de 27 de julho de 2007, do
CONTRAN, que dispõe sobre a instalação de equipamento obrigatório, Em vigor
329
denominado antifurto, nos veículos novos saídos de fábrica, nacionais e
estrangeiros.
Altera o prazo previsto no artigo 17 da Resolução CONTRAN nº
258/2007, que regulamenta os artigos 231, X e 323 do Código de Revogada pela Resolução Contra
328
Trânsito Brasileiro, fixa metodologia de aferição de peso de veículos, nº 337/09
estabelece percentuais de tolerância e dá outras providências
Altera a Resolução nº 267/2008-CONTRAN, que dispõe sobre o exame
de aptidão física e mental, a avaliação psicológica e o credenciamento Revogada pela Resolução
327
das entidades públicas e privadas de que tratam o art. 147, I e §§ 1º a 4º CONTRAN nº 425/2012
e o art. 148 do Código de Trânsito Brasileiro
Altera os artigos 11 e 12 da Resolução nº 210, de 13 de novembro de
2006, do Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN, que estabelece os Revogada pela Resolução Contran
326
limites de peso e dimensões para veículos que transitem por vias 373/11
terrestres dá outras providências.
Altera o prazo previsto no parágrafo 7º do artigo 1º da Resolução
CONTRAN nº 282/2008, que estabelece critérios para a regularização de
325 Em vigor
numeração de motores dos veículos registrados ou a serem registrados
no país.
Dispõe sobre a expedição de Certificado Provisório de Registro e Em vigor
324
Licenciamento de Veículos.
Estabelece os requisitos técnicos de fabricação e instalação de protetor Com a alteração da Resolução
323 Contran nº 377/11
lateral para veículos de carga.
Altera a redação do artigo 12 da Resolução nº 297/08, que estabelece o
322 relatório de avarias para a classificação dos danos decorrentes de Em vigor
acidentes e os procedimentos para a regularização ou baixa de veículos.
Institui exame obrigatório para avaliação de instrutores e examinadores Em vigor
321
de trânsito no exercício da função em todo o território nacional.

90
APOSTILA ELABORADA PELA EMPRESA DIGITAÇÕES & CONCURSOS

Estabelece procedimentos para o registro de contratos de financiamento


de veículos com cláusula de alienação fiduciária, arrendamento mercantil,
reserva de domínio ou penhor, nos órgãos ou entidades executivos de
320 Em vigor
trânsito dos Estados e do Distrito Federal e para lançamento do gravame
correspondente no Certificado de Registro de Veículos – CRV, e dá
outras providências.
Altera os artigos 8º, 9º e o anexo da Resolução CONTRAN nº 292/2008,
319 que dispõe sobre modificações de veículos previstas nos artigos 98 e Em vigor
106, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997.
Estabelece limites de pesos e dimensões para circulação de veículos de
318 transporte de carga e de transporte coletivo de passageiros em viagem Em vigor
internacional pelo território nacional.
Estabelece o uso de dispositivos retrorrefletivos de segurança nos
317 veículos de transporte de cargas e de transporte coletivo de passageiros Em vigor
em trânsito internacional no território nacional.
Estabelece os requisitos de segurança para veículos de transporte
316 coletivo de passageiros M2 e M3 (tipos microônibus e ônibus) de Em vigor
fabricação nacional e estrangeira.
Estabelece a equiparação dos veículos ciclo-elétricos, aos ciclomotores e
Com a alteração da Resolução nº
315 os equipamentos obrigatórios para condução nas vias públicas abertas à 375/11
circulação.
Estabelece procedimentos para a execução das campanhas educativas
314 de trânsito a serem promovidas pelos órgãos e entidades do Sistema Em vigor
Nacional de Trânsito.
313 Altera o Regimento Interno das Câmaras Temáticas do CONTRAN. Em vigor

Dispõe sobre a obrigatoriedade do uso do sistema antitravamento das


Revogada pela Resolução Contran
312 rodas – ABS nos veículos novos saídos de fábrica, nacionais e 380/11
importados.
Dispõe sobre a obrigatoriedade do uso do equipamento suplementar de
Com a alteração da Resolução nº
311 segurança passiva - Air Bag, na parte frontal dos veículos novos saídos 394/11
de fábrica, nacionais e importados.
Altera os modelos e especificações dos Certificados de Registro de Em vigor
310
Veículos– CRV e de Licenciamento de Veículos – CRLV.
Dá nova redação ao item 1 do anexo a Resolução CONTRAN nº 231, de
309 15 de março de 2007, que estabelece o sistema de placas de Em vigor
identificação de veículos
Altera o prazo previsto no parágrafo 7º do artigo 1º da Resolução Revogada pela Resolução Contran
308 nº 325
CONTRAN nº 282/2008
Altera a Resolução nº 285, de 29 de julho de 2008, do Conselho Nacional
de Trânsito – CONTRAN em seu Artigo 2º e Parágrafo Único,
307 assegurando aos alunos matriculados em cursos regulamentados pela Em vigor
Resolução nº 168/04, na vigência do seu Anexo II, as condições nele
estabelecidas, e dá outras providências.
Cria o código numérico de segurança para o Certificado de Registro e
306 Licenciamento de Veículo – CRLV e estabelece a sua configuração e Em vigor
utilização.
Estabelece requisitos de segurança necessários à circulação de
Com a alteração da Resolução
305 Combinações para Transporte de Veículos – CTV e Combinações de Contran 368/10
Transporte de Veículos e Cargas Paletizadas – CTVP.
Dispõe sobre as vagas de estacionamento destinadas exclusivamente a
304 veículos que transportem pessoas portadoras de deficiência e com Em vigor
dificuldade de locomoção.
Dispõe sobre as vagas de estacionamento de veículos destinadas Em vigor
303
exclusivamente às pessoas idosas.

91
APOSTILA ELABORADA PELA EMPRESA DIGITAÇÕES & CONCURSOS

Define e regulamenta as áreas de segurança e de estacionamentos Em vigor


302
específicos de veículos.
Dispõe sobre a tolerância máxima de 7,5% (sete e meio por cento) de
Revogada pela Resolução Contran
301 peso bruto, transferidos por eixo ao pavimento das vias publicas para nº 328/09
efeitos da aplicação da Resolução CONTRAN nº 258/2007.
Estabelece procedimento administrativo para submissão do condutor a
novos exames para que possa voltar a dirigir quando condenado por
300 Em vigor
crime de trânsito, ou quando envolvido em acidente grave,
regulamentando o art. nº 160 do Código de Trânsito Brasileiro.
Dispõe sobre a padronização dos procedimentos para apresentação de
299 defesa de autuação e recurso, em 1ª e 2ª instâncias, contra a imposição Em vigor
de penalidade de multa de trânsito.
Revoga as Resoluções que declaram derrogadas, ou insubsistentes, ou
298 sem eficácia em face de dispositivo legal ou regulamentar posterior, que Em vigor
dispôs de forma contrária.
Estabelece o relatório de avarias para a classificação dos danos
Revogada pela Resolução Contran
297 decorrentes de acidentes e os procedimentos para a regularização ou 362/10
baixa dos veículos e dá outras providências.
Dispõe sobre a integração dos órgãos e entidades executivos de trânsito Em vigor
296
e rodoviários municipais ao Sistema Nacional de Trânsito.
Estabelece cronograma para a instalação de equipamento obrigatório Revogada pela Deliberação
295 definido na Resolução 245/2007, denominado antifurto, nos veículos Contran nº 83/09 e Resolução
novos, nacionais e importados. Contran nº 330/09

Altera a Resolução nº 227/2007, de 09 de fevereiro, do CONTRAN, que


294 estabelece requisitos referentes aos sistemas de iluminação e sinalização Em vigor
de veículos.
Fixa requisitos de segurança para circulação de veículos que transportem
293 Em vigor
produtos siderúrgicos e dá outras providências.
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts. 98 e 106 da Com as alterações da Deliberação
Contran nº 75/08 e 129/2012, das
292 Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Resoluções Contran nº 319, 384, 397,
Trânsito Brasileiro e dá outras providências. 418 e da Portaria Denatran nº 25/10

Dispõe sobre a concessão de código de marca/modelo/versão para Com as aletrações da Portaria


291 Denatran 279/10 e da Resolução
veículos e dá outras providências. Contran 369/10
Disciplina a inscrição de pesos e capacidades em veículos de tração, de
290 carga e de transporte coletivo de passageiros, de acordo com os artigos Em vigor
117, 230-XXI, 231-V e X, do Código de Trânsito Brasileiro.
Dispõe sobre normas de atuação a serem adotadas pelo Departamento
Nacional de Infra-Estrutura de Transportes - DNIT e o Departamento de
289 Em vigor
Polícia Rodoviária Federal - DPRF na fiscalização do trânsito nas
rodovias federais.
Dá nova redação ao item 1 do anexo da Resolução 231, de 15 de março Revogada pela Resolução Contran
288 nº 309/09
de 2007.
Regulamenta o procedimento de coleta e armazenamento de impressão Com a alteração da Resolução
287 digital nos processos de habilitação, mudança ou adição de categoria e Contran 361/10
renovação da Carteira Nacional de Habilitação - CNH.
Estabelece placa de identificação e define procedimentos para o registro,
emplacamento e licenciamento, pelos órgãos de trânsito em
conformidade com o Registro Nacional de Veículos Automotores –
RENAVAM, de veículos automotores pertencentes às Missões
Diplomáticas e às Delegações Especiais, aos agentes diplomáticos, às Com a alteração da Resolução
286
Repartições Consulares de Carreira, aos agentes consulares de carreira, Contran nº 342/10
aos Organismos Internacionais e seus funcionários, aos Funcionários
Estrangeiros Administrativos e Técnicos das Missões Diplomáticas, de
Delegações Especiais e de Repartições Consulares de Carreira e aos
Peritos Estrangeiros de Cooperação Internacional.

92
APOSTILA ELABORADA PELA EMPRESA DIGITAÇÕES & CONCURSOS

Com as alterações da Resolução


Alterar e complementar o Anexo II da Resolução nº 168, de 14 de Contran nº 307/09 e da Deliberação
285 dezembro de 2004 do CONTRAN, que trata dos cursos para habilitação Contran nº 72/08
de condutores de veículos automotores e dá outras providências. Retificação 1
Retificação 2
Acresce § 3º ao art. 9º da Resolução nº 210/2006, do CONTRAN, para
284 liberar da exigência de eixo auto-direcional os semi-reboques com Em vigor
apenas dois eixos distanciados.
Altera a Resolução nº 267, de 15 de fevereiro de 2008, do CONTRAN,
que dispõe sobre o exame de aptidão física e mental, a avaliação
Revogada pela Resolução
283 psicológica e o credenciamento das entidades públicas e privadas de que CONTRAN nº 425/2012
tratam o art. 147, I e §§ 1º e 4º e o art. 148 do Código de Trânsito
Brasileiro - CTB.
Com as alterações das Resoluções
Estabelece critérios para a regularização da numeração de motores dos Contran nº 308/09 e 325/09 e das
282 Deliberações Contran nº 73/08 e
veículos registrados ou a serem registrados no País.
80/09
Estabelece critérios para o registro de tratores destinados a puxar ou
Suspensa pela Deliberação Contran
281 arrastar maquinaria de qualquer natureza ou a executar trabalhos nº 93/10
agrícolas e de construção ou de pavimentação.
Dispõe sobre a inspeção periódica do Sistema de Gás Natural instalado
280 Em vigor
originalmente de fábrica, em veículo automotor
Altera o inciso IV, do artigo 2º, da Resolução nº 14, de 6 de fevereiro de
279 1998-CONTRAN, que trata dos equipamentos obrigatórios, para Em vigor
dispensar de cinto de segurança os veículos de uso bélico
Proíbe a utilização de dispositivos que travem, afrouxem ou modifiquem o
278 Em vigor
funcionamento dos cintos de segurança.
Dispõe sobre o transporte de menores de 10 anos e a utilização do Com as alterações da Resolução
277 Contran 352/10 e da Deliberação
dispositivo de retenção para o transporte de crianças em veículos. Contran 100/10
Estabelece procedimentos necessários ao recadastramento dos registros
de prontuários de condutores, anteriores ao Registro Nacional de Suspensa pela Deliberação Contran
276 nº 71
Condutores Habilitados – RENACH, a serem incluídos na Base de Índice Retificação
Nacional de Condutores – BINCO, e dá outras providências.
Estabelece modelo de placa para veículos de representação de acordo
275 Em vigor
com o art. 115, § 3° do Código de Trânsito Brasileiro.
Estabelece requisitos de segurança necessários à circulação de Revogada pela Resolução Contran
274 nº 305/09
Combinações para Transporte de Veículos - CTV.
Regulamenta a utilização de semi-reboques por motocicletas e
273 motonetas, define características, estabelece critérios e dá outras Em vigor
providências.
Altera a redação do art. 9º da Resolução nº 157, de 22 de abril de 2004,
272 do CONTRAN, que fixa especificações para os extintores de incêndio, Em vigor
como equipamento obrigatório.
Dispõe sobre normas de atuação a serem adotadas pelo Departamento
Nacional de Infra-Estrutura de Transportes - DNIT e o Departamento de Revogada pela Resolução Contran
271
Polícia Rodoviária Federal - DPRF na fiscalização do trânsito nas nº 289
rodovias federais.
270 Dá nova redação ao art. 2º da Resolução nº 203/2006, do CONTRAN Em vigor

Dá nova redação ao inciso I do art. 4º da Resolução nº 4/98, do


269 CONTRAN, que dispõe sobre o trânsito de veículos novos, nacionais ou Em vigor
importados, antes do registro e licenciamento.
Dispõe sobre o uso de luzes intermitentes ou rotativas em veículos, e dá Em vigor
268
outras providências.
Dispõe sobre o exame de aptidão física e mental, a avaliação psicológica
Revogada pela Resolução
267 e o credenciamento das entidades públicas e privadas de que tratam o CONTRAN nº 425/2012
art. 147, I e §§ 1º a 4º e o art. 148 do Código de Trânsito Brasileiro

93
APOSTILA ELABORADA PELA EMPRESA DIGITAÇÕES & CONCURSOS

Dá nova redação ao inciso IV do art. 15 da Resolução nº 232/2007 – Em vigor


266
CONTRAN.
Dispõe sobre a formação teórico-técnica do processo de habilitação de
condutores de veículos automotores elétricos como atividade Em vigor
265
extracurricular no ensino médio e define os procedimentos para Retificação
implementação nas escolas interessadas.
Estabelece requisitos de segurança para o transporte de blocos de Revogada pela Resolução Contran
264 354/10
rochas ornamentais.
Estabelece requisitos necessários à coordenação do sistema de
arrecadação de multas de trânsito e a implantação do sistema Revogada pela Resolução Contran
263
informatizado de controle da arrecadação dos recursos do Fundo nº 335/09
Nacional de Segurança e Educação de Trânsito – FUNSET.
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts. 98 e 106 do Revogada pela Resolução Contran
262 nº 292
Código de Trânsito Brasileiro e dá outras providências.
Dispõe sobre a concessão de código de marca/modelo/versão para Revogada pela Resolução Contran
261 nº 291
veículos e dá outras providências.
Altera o art. 9º da Resolução nº 249, de 27 de agosto de 2007, do Extinta pelo cumprimento de seu
260 prazo
CONTRAN.
Altera a Resolução nº 14, de 06 de fevereiro de 1998 e dá outras Em vigor
259
providências.
Regulamenta os artigos 231, X e 323 do Código Trânsito Brasileiro, fixa Com as alterações das Resoluções
Contran nº 301/08, 328/09, 337/09,
258 metodologia de aferição de peso de veículos, estabelece percentuais de 353/10, 365/10 e da Deliberação
tolerância e dá outras providências. 117/11
Altera o art. 4º da Resolução nº 203/2006, que disciplina o uso de
257 capacete para condutor e passageiro de motocicleta, motoneta, Em vigor
ciclomotor, triciclo e quadriciclo motorizados, e dá outras providências.
Altera o § 2º, do art. 2º da Resolução nº 211, de 13 de novembro de Em vigor
256
2006, do CONTRAN.
255 Altera o caput do art. 1º da Resolução nº 221/2007, do CONTRAN. Em vigor

Estabelece requisitos para os vidros de segurança e critérios para


aplicação de inscrições, pictogramas e películas nas áreas envidraçadas Com a alteração da Resolução
254
dos veículos automotores, de acordo com o inciso III, do artigo 111 do Contran n° 386/11
Código de Trânsito Brasileiro – CTB.
Com a alteração da Deliberação
253 Dispõe sobre o uso de medidores de transmitância luminosa. Contran n° 109
Prorroga o prazo de entrada em vigor das Resoluções nºs 200/2006 e
252 Em vigor
201/2006, de 28 de agosto de 2006, do CONTRAN
Dá nova redação ao § 3º do art. 3º, art. 14, item “c” do Anexo II e Anexo
251 Em vigor
III, da Resolução nº 219, de 11 de janeiro de 2007, do CONTRAN
Estabelece critérios para a regularização da numeração de motores dos Revogada pela Resolução Contran
250 nº 282
veículos registrados ou a serem registrados no País.
Regulamenta o procedimento de coleta e armazenamento de impressão Revogada pela Deliberação
249 digital nos processos de habilitação ou renovação da Carteira Nacional Contran 68/08 e Resolução Contran
de Habilitação - CNH nº 287

Dispõe sobre a atuação, notificação e aplicação de penalidade nos casos


de infrações cometidas por pessoas físicas ou jurídicas sem a utilização
Revogada pela Resolução Contran
248 de veículos, expressamente mencionados no Código de Trânsito 390/11
Brasileiro - CTB, e estabelece as informações mínimas que deverão
constar do Auto de Infração específico.
Dispõe sobre a extensão do prazo de vigência do Certificado de Inspeção Em vigor
247
Técnica Veicular quando expirado no país de trânsito ou de destino.
Altera a Resolução nº 196, de 25 de julho de 2006, do CONTRAN, que
246 fixa requisitos técnicos de segurança para o transporte de toras de Em vigor
madeira bruta por veículo rodoviário de carga.

94
APOSTILA ELABORADA PELA EMPRESA DIGITAÇÕES & CONCURSOS

Dispõe sobre a instalação de equipamento obrigatório, denominado Com as alterações das


245 Deliberações Contran nº 82/09, 99/10
antifurto, nos veículos novos saídos de fábrica, nacionais e estrangeiros. e Resolução Contran nº 329/09
Estabelece diretrizes para a elaboração do Regimento Interno dos
244 Conselhos Estaduais de Trânsito – CETRAN e do Conselho de Trânsito Em vigor
do Distrito Federal – CONTRANDIFE.
Aprova o Volume II - Sinalização Vertical de Advertência, do Manual Em vigor
243
Brasileiro de Sinalização de Trânsito. Download do Anexo
Dispõe sobre a instalação e utilização de equipamentos Geradores de
242 Em vigor
imagens nos veículos automotores.
Dá nova redação aos incisos I e II do art. 6º, ao art. 11 e ao Anexo da
241 Em vigor
Resolução nº 231/2007 – CONTRAN.
Estabelece os temas e cronograma de execução das campanhas de Extinta pelo cumprimento de seu
240 prazo
educação para o trânsito de âmbito nacional em 2007.
Estabelece os documentos necessários para o proprietário ou o infrator
Revogada a partir de 30.06.09 pela
239 apresentar defesa da autuação por infração de trânsito e para interpor Resolução Contran nº 299/08
recurso da penalidade aplicada de multa de trânsito.
Dispõe sobre o porte obrigatório do Certificado de Apólice Única do
Seguro de Responsabilidade Civil do proprietário e/ou condutor de Em vigor
238
automóvel particular ou de aluguel, não registrado no país de ingresso,
em viagem internacional.
237 Acresce parágrafo único ao artigo 16 da Resolução nº 232 – CONTRAN. Em vigor

Aprova o Volume IV - Sinalização Horizontal, do Manual Brasileiro de


236 Sinalização de Trânsito. Em vigor.
Download do anexo
Altera o art. 3º da Resolução nº 205, de 20 de outubro de 2006, do Em vigor
235
CONTRAN, que dispõe sobre os documentos de porte obrigatório.
234 Dá nova redação ao artigo 6º da Resolução 197, de 25 de julho de 2006. Em vigor
Estabelece diretrizes para a elaboração do Regimento Interno das Juntas Revogada pela Resolução Contran
233 357/10
Administrativas de Recursos de Infrações (JARI).
Estabelece procedimentos para a prestação de serviços por Instituição
Técnica Licenciada (ITL) e Entidade Técnica Pública ou Paraestatal Com as alterações das Resoluções
232
(ETP), para emissão do Certificado de Segurança Veicular (CSV), de que Contran nº 237 e 266
trata o art. 106 do Código de Trânsito Brasileiro.
Com as alterações das Resoluções
Contran nº 241, 288, 309, 372 e das
231 Estabelece o Sistema de Placas de Identificação de Veículos. Deliberações Contran nº 74/08 e
122/11
Prorrogar até 06 de agosto de 2007 o prazo de entrada em vigor da Extinta pelo cumprimento de seu
230 prazo
Resolução nº. 203/2006, do CONTRAN.
Prorrogar até 31 de agosto de 2007 o prazo de entrada em vigor das Revogada pela Resolução Contran
229 nº 252
Resoluções nºs. 200/2006 e 201/2006, do CONTRAN.
Dar nova redação ao item “10” do inciso IV do art. 1º da Resolução n° 14, Em vigor
228
de 6 de fevereiro de 1998, do CONTRAN.
Estabelece requisitos referentes aos sistemas de iluminação e Com as alterações das Resoluções
227 Contran nº 294/08 e 383/11
sinalização de veículos.
Estabelece requisitos para o desempenho e a fixação de espelhos Em vigor.
226
retrovisores.
Estabelece requisitos de localização, identificação e iluminação dos Em vigor.
225
controles, indicadores e lâmpadas piloto.
Estabelece requisitos de desempenho dos sistemas limpador e lavador Em vigor.
224
do pára-brisa para fins de homologação de veículos automotores.
Altera a Resolução n.º 157/2004, de 22 de abril, do CONTRAN, que fixa Em vigor.
223
as especificações para os extintores de incêndio.

95
APOSTILA ELABORADA PELA EMPRESA DIGITAÇÕES & CONCURSOS

Acrescenta § 5º ao art. 33 da Resolução nº 168, de 14 de dezembro de Em vigor.


222
2004, do CONTRAN.
Estabelece requisitos de proteção aos ocupantes e integridade do Com a alteração da Eesolução
221 Contran nº 255
sistema de combustível decorrente de impacto nos veículos.
Estabelece requisitos para ensaios de resistência e ancoragem dos Em vigor.
220
bancos e apoios de cabeça nos veículos.
Estabelece requisitos de segurança para transporte remunerado de Revogada pela Resolução 356/10
219
cargas por motocicleta e motoneta.
Com a alteração da Resolução
218 Aprova o Regimento Interno das Câmaras Temáticas do CONTRAN. Contran nº 313
Delega competência ao órgão máximo executivo de trânsito da União
217 para estabelecer os campos de preenchimento das informações que Em vigor
devem constar do Auto de Infração.
Fixa exigências sobre condições de segurança e visibilidade dos
216 condutores em pára-brisas em veículos automotores, para fins de Em vigor
circulação nas vias públicas.
Regulamenta a fabricação, instalação e uso de dispositivo denominado
215 “quebra-mato” em veículos automotores com peso bruto total de até Em vigor
3.500 kg.
Altera o art. 3º e o Anexo I, acrescenta o art. 5ºA e o Anexo IV na Revogada pela Resolução Contran
214 396/11.
Resolução CONTRAN nº 146/03 e dá outras providências.
Fixa requisitos para a circulação de veículos transportadores de Em vigor
213
contêineres.
Dispõe sobre a implantação do Sistema de Identificação Automática de Revogada pela Resolução Contran
212 412/12.
Veículos (SINIAV) em todo o território nacional.
Requisitos necessários à circulação de Combinações de Veículos de Com as alterações da Resolução
211 Carga (CVC), a que se referem os arts. 97, 99 e 314 do Código de Contran nº 256, 381/11 e da
Trânsito Brasileiro. Deliberação Contran 108

Estabelece os limites de peso e dimensões para veículos que transitem Com as alterações das Resoluções
210 Contran nº 284, 326 e Deliberação
por vias terrestres e dá outras providências. Contran 105/10.
Cria o código numérico de segurança para o Certificado de Registro de Em vigor
209
Veículo (CRV), e estabelece a sua configuração e utilização.
Estabelece as bases para a organização e o funcionamento do Registro
208 Nacional de Acidentes e Estatísticas de Trânsito (RENAEST) e dá outras Em vigor
providências.
Em vigor
Estabelece critérios de padronização para funcionamento das Escolas
207 Revogadas as disposições em
Públicas de Trânsito.
contrário.
Dispõe sobre os requisitos necessários para constatar o consumo de Em vigor
álcool, substância entorpecente, tóxica ou de efeito análogo no
206 Revogadas as disposições em
organismo humano, estabelecendo os procedimentos a serem adotados contrário, em especial a Resolução
pelas autoridades de trânsito e seus agentes. Contran nº 81/98.
Dispõe sobre os documentos de porte obrigatório e dá outras Com a alteração da Resolução
205 Contran nº 235.
providências.
Regulamenta o volume e a freqüência dos sons produzidos por
equipamentos utilizados em veículos e estabelece metodologia para
204 Em vigor
medição a ser adotada pelas autoridades de trânsito ou seus agentes, a
que se refere o art. 228 do Código de Trânsito Brasileiro - CTB.
Disciplina o uso de capacete para condutor e passageiro de motocicleta, Com as alterações das Deliberações
203 motoneta, ciclomotor, triciclo motorizados e quadriciclo motorizado, e dá Contran nº 59 e nº 62 e Resoluções
outras providências. Contran nº 230, 257 e 270.

Regulamenta a Lei nº 11.334 de 25 de julho de 2006, que alterou o artigo Com as alterações da Resolução n°
202 369/11
218 da 9.503/97, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro.

96
APOSTILA ELABORADA PELA EMPRESA DIGITAÇÕES & CONCURSOS

Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts. 98 e 106 do Revogada pela Resolução Contran
201 nº 262
Código de Trânsito Brasileiro e dá outras providências.
Dispõe sobre a concessão de código de marca/modelo/versão para Revogada pela Resolução Contran
200 nº 261
veículos e dá outras providências.
Estabelece critérios para registro ou a regularização da numeração dos Revogada pela Resolução Contran
199 nº 250
motores dos veículos registrados ou a serem registrados no País.
Altera a Resolução nº 74/98 e revoga a
Revogada pela Resolução Contran
198 Resolução 89/99, que regulamentam o credenciamento dos 358/10
serviços de formação de condutores de veículos automotores.
197 Retificação. ---

Regulamenta o dispositivo de acoplamento mecânico para reboque


Com a alteração da Resolução nº
197 (engate) utilizado em veículos com PBT de até 3.500kg e dá outras 234/07
providências.
Fixa requisitos técnicos de segurança para o transporte de toras e de Com a alteração da Resolução
196 Contran nº 246.
madeira bruta por veículo rodoviário de carga.
Prorroga os prazos previstos no art. 2º da Resolução nº 160, de 22 de
Extinta pelo cumprimento de seu
195 abril de 2004, e o art. 3ª da Resolução 180, de 26 de agosto de 2005, do prazo
CONTRAN.
Dá nova redação ao art. 6º , da Resolução 181, do Conselho Nacional do
194 Em vigor
Trânsito, de 1º de setembro de 2005.
Revogada pela Resolução Contran
193 Dispõe sobre a Regulamentação do Candidato ou Condutor Estrangeiro. 360/10
Regulamenta a expedição do documento único da Carteira Nacional de
192 Em vigor
Habilitação, com novo leiaute e requisitos de segurança.
Dispõe sobre aplicação da receita arrecadada com a cobrança das
191 Em vigor
multas de trânsito, conforme art.320 do Código de Trânsito Brasileiro.
Proíbe o uso de equipamento capaz de gerar imagens para fins de Revogada pela Resolução Contran
190 nº.242
entretenimento, e dá outras providências.
Acresce alínea “c” ao inciso I do art. 2º da Resolução nº 68/98, alterado Revogada pela Resolução nº 211
189
pela Resolução 184, de 21 de outubro de 2005.
Fixa requisitos técnicos de segurança para o transporte de toras de Revogada pela resolução nº. 196/06
188
madeira por veículo rodoviário de carga.
Altera os Anexos I e III da Resolução nº 16, de 06 de fevereiro de 1998,
187 que especifica o modelo dos Certificados de Registro de Veículos CRV e Em vigor
Certificados de Registro e Licenciamento de Veículos CRLV.
Suspender vigência da Resolução 183, de 2005, que aprova o Regimento Revogada pela Resolução nº 218
186
Interno das Câmaras Temáticas, e da outras providências.
Estabelece os procedimentos para a prestação de serviços por Instituição
Revogada pela Resolução nº 232
185 Técnica Licenciada (ITL) e emissão do Certificado de Segurança Veicular Contran
(CSV), de que trata o Art.106 do Código de Trânsito Brasileiro.
Altera as Resoluções 12/98 e 68/98 do CONTRAN e revoga a Resolução Revogada pela Resolução nº 211
184
76/98 do CONTRAN.
183 Aprova o Regimento Interno das Câmaras Temáticas. Revogada pela Resolução nº 218

Dispõe sobre uniformização do procedimento administrativo para


Em vigor
182 imposição das penalidades de suspensão do direito de dirigir e de Retificação
cassação da Carteira Nacional de Habilitação.
Disciplina a instalação de múltiplos tanques, tanque suplementar e a
alteração da capacidade do tanque original de combustível líquido em Com a alteração da Resolução Nº 194
181
veículos, dedicados à sua propulsão ou operação de seus equipamentos
especializados e dá outras providências.
180 2º Retificação. Em vigor

180 Retificação. Em vigor

97
APOSTILA ELABORADA PELA EMPRESA DIGITAÇÕES & CONCURSOS

Aprova o Volume I - Sinalização Vertical de Regulamentação, do Manual Em vigor


180
Brasileiro de Sinalização de Trânsito.
Estabelece a revisão de procedimentos para a baixa de registro de
179 veículos conforme o disposto no artigo 126 do Código de Trânsito Em vigor
Brasileiro – CTB e na Resolução CONTRAN nº 11/98.
Dispõe sobre uniformização do procedimento para realização de hasta
pública dos veículos removidos, recolhidos e apreendidos, a qualquer Revogada pela Reolução Contran
178
título, por Órgãos e Entidades componentes do Sistema Nacional de nº 331/09
Trânsito, conforme o disposto no artigo 328 do CTB.
Altera a Resolução n.º 137, de 28 de agosto de 2002, para incluir a
atribuição de competência para a realização da inspeção técnica nos Revogada pela Resolução Contran
177
veículos utilizados no transporte rodoviário internacional de passageiros e 359/10
dá outras providências.
Regulamenta a expedição da Carteira Nacional de Trânsito (CNH), Revogada pela Resolução nº 192/06
176
Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC) e Permissão para Dirigir.
Altera as diretrizes para a elaboração do Regimento Interno das Juntas
175 Administrativas de Recursos de Infrações (JARI), aprovado pela Revogada pela Resolução nº 233
Resolução CONTRAN nº 147, de 19 de setembro de 2003.
Altera e esclarece dispositivos da Resolução CONTRAN nº 165/04, que Em vigor
trata da regulamentação da utilização de sistemas automáticos não Altera a Resolução Contra nº 165/04
174 Revoga a Resolução Contran nº
metrológicos de fiscalização, nos termos do § 2º do Artigo 280, do Código
171/05
de Trânsito Brasileiro.
Suspende a proibição de uso de pneus reformados em ciclomotores,
Extinta pelo cumprimento de seu
173 motonetas, motocicleta e triciclo de que trata a Resolução nº 158, de 22 prazo
de abril de 2004.
Altera o Regimento Interno das Câmaras Temáticas aprovado pela Revogada pelas Resoluções nº 183
172 e nº 218
Resolução Contran No 144, de 21 de Agosto de 2003.
Dispõe sobre a utilização de sistemas automáticos não metrológicos de
171 fiscalização, nos termos do § 2º do artigo 280 do Código de Trânsito Revogada pela Resolução nº 174/05
Brasileiro.
Suspende a proibição de uso de pneus reformados em ciclomotores,
Extinta pelo cumprimento de seu
170 motonetas, motocicleta e triciclo de que trata a Resolução nº 158, de 22 prazo
de abril de 2004.
Altera a Resolução nº 168/04, de 14 de dezembro de 2004, publicada no
169 Diário Oficial da União nº 245, Secção I, Página 73, de 22 de dezembro Em vigor
de 2004.
Estabelece Normas e Procedimentos para a formação de condutores de
veículos automotores e elétricos, a realização dos exames, a expedição Com as alterações das Resoluções
168 169/05, 222/07, 285/08, 347/10,
de documentos de habilitação, os cursos de formação, especializados, de 409/2012 e 413/2012
reciclagem e dá outras providências.
Suspende a proibição de uso de pneus reformados em ciclomotores,
Extinta pelo cumprimento de seu
167 motonetas, motocicleta e triciclo de que trata a Resolução nº 158, de 22 prazo
de abril de 2004.
166 Aprova as diretrizes da Política Nacional de Trânsito. Em vigor

Regulamenta a utilização de sistemas automáticos não metrológicos de


Com as alterações da Resolução
165 fiscalização, nos termos do § 2º do artigo 280 do Código de Trânsito Contran nº 174/05
Brasileiro.
164 Acresce parágrafo único ao art. 1º da Resolução CONTRAN n° 68/98 Revogada pela Resolução nº 211

Acresce alínea ao inciso III do artigo 1º da Resolução nº 12/098 – Revogada pela Resolução nº 210/06
163
CONTRAN.
Dispõe sobre a alteração do prazo estabelecido no art 8º da Resolução Extinta pelo cumprimento de seu
162 prazo
do CONTRAN nº 151, publicada no DOU de 16 de dezembro de 2003.
161 Acresce parágrafos ao art. 30 da Resolução nº 50/98 - CONTRAN. Revogada pela Resolução nº 168/04

98
APOSTILA ELABORADA PELA EMPRESA DIGITAÇÕES & CONCURSOS

Prazo prorrogado pela resolução


160 Aprova o Anexo II do Código de Trânsito Brasileiro. Contran nº 195/06
Estabelece procedimentos para o registro de contrato com cláusula de
159 garantia real e anotação no Certificado de Registro de Veículos CRV e dá Revogada pela Resolução nº 320/09
outras providências.
Proíbe o uso de pneus reformados em ciclomotores, motonetas,
158 motocicletas e triciclos, bem como rodas que apresentem quebras, Em vigor
trincas e deformações.
Fixa especificações para os extintores de incêndio, equipamento de uso
Com as alterações das Resoluções nº
157 obrigatório nos veículos automotores, elétricos, reboque e semi-reboque, 223, 272 e 333
de acordo com o Artigo 105 do Código de Trânsito Brasileiro.
Dispõe sobre a alteração do prazo estabelecido no art. 14 da Resolução
Extinta pelo cumprimento de seu
156 do CONTRAN nº 149 de 19 de setembro de 2003, publicada no DOU de prazo
16 de outubro de 2003.
Estabelece as bases para a organização e o funcionamento do Registro
155 Nacional de Infrações de Trânsito (RENAINF) e determina outras Em vigor
providências.
Dispõe sobre a alteração do prazo estabelecido no art. 6º da Resolução
154 Em vigor
do CONTRAN nº 145 de 21 de agosto de 2003.
Estabelece proibição de uso de equipamento eletrônico, para Revogada pela Resolução nº.
153 190/06
cumprimento das normas de segurança de trânsito.
Estabelece os requisitos técnicos de fabricação e instalação de pára-
152 Em vigor
choque traseiro para veículos de carga.
Dispõe sobre a unificação de procedimentos para imposição de
Com a alteração da Resolução nº
151 penalidade de multa a pessoa jurídica proprietária de veículos por não 393/11
identificação de condutor infrator.
Estabelece diretrizes para a elaboração do Regimento Interno dos
Revogada pela Resolução Contran
150 Conselhos Estaduais de Trânsito – CETRAN e do Conselho de Trânsito nº. 244
do Distrito Federal – CONTRANDIFE.
Dispõe sobre uniformização do procedimento administrativo da lavratura
do auto de infração, da expedição da Notificação da Autuação e da
Revogada pela Resolução Contran
149 Notificação da Penalidade de multa e de advertência por infrações de 363/10
responsabilidade do proprietário e do condutor do veiculo e da
identificação do condutor infrator.
148 Declara revogadas as Resoluções n.º 472/74, 568/80, 812/96 e 829/97. Em vigor

Estabelece diretrizes para a elaboração do Regimento Interno das Juntas Revogada pela Resolução nº 233
147
Administrativas de Recursos de Infrações (JARI).
Dispõe sobre requisitos técnicos mínimos para a fiscalização da
Revogada pela Resolução Contran
146 velocidade de veículos automotores, reboques e semi-reboques, 396/11
conforme o Código de Trânsito Brasileiro.
Dispõe sobre o intercâmbio de informações, entre órgãos e entidades
executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal e os demais
Com a alteração da Resolução nº
145 órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários da 154/03
União, dos Estados, Distrito Federal e dos Municípios que compõem o
Sistema Nacional de Trânsito e dá outras providências.
144 Aprova o Regimento Interno das Câmaras Temáticas. Revogada pela Resolução nº 218/06

Dispõe sobre a utilização dos recursos do Seguro Obrigatório de Danos


Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres
143 Em vigor
(DPVAT), destinados ao órgão Coordenador do Sistema Nacional de
Trânsito e dá outras providências.
Dispõe sobre o funcionamento do Sistema Nacional de Trânsito (SNT), a
142 participação dos órgãos e entidades de trânsito nas reuniões do sistema Em vigor
e as suas modalidades.
141 Dispõe sobre o uso, a localização, a instalação e a operação de aparelho, Revogada pela Resolução Contran

99
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de equipamento ou de qualquer outro meio tecnológico para auxiliar na n° 146/03


gestão do trânsito e dá outras providências.
Declara a nulidade da Resolução nº 131, de 2 de abril de 2002 e da
140 Deliberação nº 034, de 9 de maio de 2002, publicadas, respectivamente, Em vigor
no Diário Oficial da União de 9 e 10 de maio do corrente.
Dá nova redação ao item 4.1 das diretrizes para estabelecimento do
139 regimento interno das Juntas Administrativas de Recursos de Infrações Revogada pela Resolução nº 147/03
(JARIS) e ao art.1º da Resolução 96/99.
138 Aprova o Regimento Interno das Câmaras Temáticas. Revogada pela Resolução nº 144/03

Dispõe sobre a atribuição de competência para a realização da inspeção


Revogada pela Resolução Contran
137 técnica nos veículos utilizados no transporte rodoviário internacional de 359/10
cargas e dá outras providências.
136 Dispõe sobre os valores das multas de infração de trânsito. Em vigor

135 Aprova o Regimento das Câmaras Temáticas. Revogada pela Resolução nº 138/02

Revoga a Resolução nº 782, de 29 de junho de 1994, do CONTRAN,


134 que institui o Documento Provisório, que substitui a título precário, o Em vigor
Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV).
Revoga a Resolução CONTRAN nº122, de 14 de fevereiro de 2001, que
133 acrescenta parágrafo ao art. 3º da Resolução nº 765/93 CONTRAN, Em vigor
estabelecendo faixa dourada na Carteira Nacional de Habilitação.
Estabelece a obrigatoriedade de utilização de película refletiva para
Com a alteração da Resolução
132 prover melhores condições de visibilidade diurna e noturna em veículos Contran 366/10
de transporte de carga em circulação.
Declarada nula pela Resolução nº
131 Revogada pela Deliberação 34 140/03
Dispõe sobre a competência do Denatran para propor programas e
projetos destinados a atribuir maior segurança e confiabilidade ao
130 Em vigor
Certificado de Registro de Veículo (CRV) e ao Certificado de Registro e
Licenciamento de Veículos (CRLV).
Estabelece os requisitos de segurança e dispensa a obrigatoriedade do
129 uso de capacete para o condutor e passageiros do triciclo automotor com Em vigor
cabine fechada, quando em circulação somente em vias urbanas.
Estabelece a obrigatoriedade de utilização de dispositivo de segurança
Com a alteração da Resolução
128 para prover melhores condições de visibilidade diurna e noturna em Contran 366/10
veículos de transporte de carga.
o o
Altera o inciso I do artigo 1 da Resolução Contran n 56, de 21 de maio
127 Em vigor
de 1998, e substitui o seu anexo.
Altera as cores predominantes do Certificado de Registro de Veículo - Revogada pela Resolução 130/02
126
CRV e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV).
º o
Prorroga o prazo estabelecido no art. 3 da Resolução n 79/98 – Revogada
125
CONTRAN.
Estabelece normas relativas à alienação fiduciária de veículos Revogada pela Resolução 159/04
124
automotores e dá outras providências.
o
Prorroga o prazo estabelecido no Parágrafo único do art. 5 da Resolução Revogada pela Resolução 141/02
123
CONTRAN nº 820/96.
122 Faixa dourada - publicada em 06/04/2001. Revogada pela Resolução 133/02.
o
Altera o Anexo da Resolução CONTRAN n 66/98 , que institui tabela de
121 Em vigor
distribuição de competência dos órgãos executivos de trânsito.
Dispõe sobre o Projeto Educação e Segurança no Trânsito - publicada Revogada pela Resolução Contran
120 nº 265
em 18/04/2001
o Revogada pela Resolução Contran
119 Suspende a vigência da Resolução n 105/99 – CONTRAN. nº 128

100
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o o
Prorroga o prazo estabelecido no art. 3 da Resolução n 79/98 – Revogada
118
CONTRAN.
o
Prorroga o prazo estabelecido no Parágrafo único do art. 5 da Resolução Revogada pela Resolução Contran
117
820/96 – CONTRAN nº 141

116 Revoga a Resolução CONTRAN 506/76. Em vigor

Proíbe a utilização de chassi de ônibus para transformação em veículos


115 Em vigor
de carga.
o o
Acrescentar Parágrafo único ao art. 4 da Resolução n 104/99- Revogada pela Resolução Contran
114 nº 258
CONTRAN
o o o
113 Acrescentar Parágrafo 4 ao art. 1 da Resolução n 11/98-CONTRAN. Em vigor
o o
Prorroga o prazo estabelecido no art. 4 da Resolução n 105/99, e dá Revogada
112
outras providências.
o o Extinta pelo cumprimento de seu
111 Prorroga o prazo estabelecido no art. 3 da Resolução n 79/98. prazo
Fixa o calendário para renovação do Licenciamento Anual de Veículos e Em vigor
110 o
revoga a Resolução CONTRAN n 95/99.
Trata da homologação dos equipamentos, aparelhos ou dispositivos para Em vigor
109
exames de alcoolemia (etilômetros, etilotestes ou bafômetros).
108 Dispõe sobre a responsabilidade pelo pagamento de multas. Em vigor
o
107 Suspende a vigência da Resolução n 84/98. Em vigor

Dispõe sobre a integração dos órgãos e entidades executivos municipais Revogada pela Resolução Contran
106 nº 296/08
rodoviários e de trânsito ao Sistema Nacional de Trânsito.
Estabelece a obrigatoriedade de utilização de dispositivos de segurança
Revogada pela Resolução Contran
105 para prover melhores condições de visibilidade diurna e noturna em nº 128
veículos de transporte de carga.
Revogada pela Resolução Contran
104 Dispõe sobre tolerância máxima de peso bruto de veículos. nº 258
o
Prorroga o prazo para a entrada em vigor do disposto no art. 1 da
o o Extinta pelo cumprimento de seu
103 Resolução n 87, de 04 de maio de 1999, que alterou a Resolução n prazo
14/98-CONTRAN.
Revogada pela Resolução Contran
102 Dispõe sobre a tolerância máxima de peso bruto de veículos. nº 258
o
Suspensão da vigência da Resolução n 84/98-CONTRAN que
Extinta pelo cumprimento de seu
101 estabelece forma e periodicidade referente a Inspeção Técnica de prazo
Veículos (ITV).
o o o
Prorroga os prazos estabelecidos nos arts. 3 da Resolução n 79/98 e 6 Extinta pelo cumprimento de seu
100 o
da Resolução n 81/98 – CONTRAN. prazo

Prorroga o prazo de substituição das placas de identificação dos veículos Extinta pelo cumprimento de seu
99 prazo
estabelecido na Resolução Contran nº 45.
o
Acresce parágrafos aos arts. 10 e 30 da Resolução n 50/98 – Revogada pela Resolução Contran
98 nº 168
CONTRAN.
Dispõe sobre a utilização do percentual dos recursos do Seguro
Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de
Revogada pela Resolução Contran
97 Vias Terrestres (DPVAT), destinados ao órgão Coordenador do Sistema nº 143.
Nacional de Trânsito pelo parágrafo único do art. 78 do Código de
Trânsito Brasileiro.
Altera os itens 4.1 das Diretrizes para estabelecimento do Regimento
Interno das Juntas Administrativas de Recursos de Infrações (JARIs) e 7
Revogada pela Resolução Contran
96 das Diretrizes para estabelecimento do Regimento Interno dos Conselhos nº 147
Estaduais de Trânsito (CETRAN) e do Conselho de Trânsito do Distrito
Federal (CONTRANDIFE).
Fixa o Calendário de Licenciamento anual de veículos para todo território Revogada pela Resolução Contran
95 nº 110.
nacional.

101
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Revogada pela Resolução Contran


94 Estabelece modelo de placa para veículos de representação. nº 275
o
Altera o art. 10 e revoga os arts. 11 e 13, todos da Resolução n 50/98-
Revogada pela Resolução Contran
93 CONTRAN, que trata sobre processo de habilitação de condutores de nº 168
veículos.
Dispõe sobre requisitos técnicos mínimos do registrador instantâneo e
92 inalterável de velocidade e tempo, conforme o Código de Trânsito Em vigor
Brasileiro.
Dispõe sobre os Cursos de Treinamento Específico e Complementar para
91 Condutores de Veículos Rodoviários Transportadores de Produtos Revogada pela Resolução nº 168/04
Perigosos.
90 Prorroga o prazo para expedição da Carteira Nacional de Habilitação. Revogada pela Resolução nº 168/04
o
Altera a Resolução n 74/98, que regulamenta o credenciamento dos
89 serviços de formação e processo de habilitação de condutores de Revogada pela Resolução nº 198/06
veículos.
Estabelece modelo de placa para veículos de representação e dá outras Em vigor
88
providências.
Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de veículos em Com a alteração da Resolução 103/99
87
circulação e dá outras providências.
Trata da utilização do radar portátil avaliador de velocidade pela Revogada pela Resolução 141/02
86
fiscalização de trânsito.
Dispensa os tripulantes de aeronaves do exame de aptidão física e
85 mental necessário à obtenção ou à renovação periódica da Carteira Revogada pela Resolução 168/04
Nacional de Habilitação (CNH).
84 Estabelece normas referentes a Inspeção Técnica de Veículos (ITV). Suspensa pela Resolução 107/99

Reconhece o Departamento Nacional de Estradas de Rodagem – Revogada pela Lei nº 10.233/01


83 Revogada pela Resolução Contran
DNER como o Órgão Executivo Rodoviário da União. nº 298/08
Dispõe sobre a autorização, a título precário, para o transporte de
82 Em vigor
passageiros em veículos de carga.
Disciplina o uso de medidores da alcoolemia e a pesquisa de substâncias
81 entorpecentes no organismo humano, estabelecendo os procedimentos a Revogada pela Resolução nº 206/06
serem adotados pelas autoridades de trânsito e seus agentes.
Dispõe sobre os exames de aptidão física e mental e os exames de Revogada pela Resolução Contran
80 267
avaliação psicológica.
79 Estabelece a sinalização indicativa de fiscalização. Revogada pela Resolução nº 141/02

Trata das normas e requisitos de segurança para a fabricação, montagem


78 Em vigor
e transformação de veículos.
Estabelece os procedimentos para o cadastramento de veículos no
77 RENAVAM, a emissão do Certificado de Segurança Veicular-CSV e a Revogada pela Resolução nº 200/06
comprovação de atendimento dos requisitos de segurança veicular.
º o o
Altera a redação do art. 2 , § 2 da Resolução n 68/98-CONTRAN e Revogada pela Resolução 184/05
76
substitui o seu Anexo III.
Estabelece os requisitos de segurança necessários a circulação de Revogada pela Resolução Contran
75 nº 274
Combinações para Transporte de Veículos (CTV).
Revogada pela Resolução Contran
Regulamenta o credenciamento dos serviços de formação e processo de 358/10
74 habilitação de condutores de veículos. Alterada pelas Resoluções nºs
Revogada 89/99(revogada); 168/04(alt. pela
169/04) e 198/06

Estabelece critérios para aposição de inscrições, painéis decorativos e Revogada pela Resolução Contran
73 nº 254
películas não refletivas nas áreas envidraçadas dos veículos.
o
Altera o Anexo da Resolução n 17/98, que estabelece procedimentos de Revogada pela Resolução 149/03
72
informação sobre o condutor do veículo, no momento da infração.

102
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o o o
Altera o § 1 do art. 3 e os Anexos I, II e III da Resolução n 765/93- Revogada pela Resolução 176/05
71
CONTRAN, e dá outras providências.
Dispõe sobre curso de treinamento específico para condutores de Revogada pela Resolução 91/99
70
veículos rodoviários transportadores de produtos perigosos.
o
Revoga a Resolução n 47, de 21 de maio de 1998, que define as
69 características e estabelece critérios para o reboque de carretas por Em vigor
motocicletas.
Requisitos de segurança necessários à circulação de Combinações de Revogada pela Resolução nº 211
68
Veículos de Carga (CVC).
Concede prazo para regularização da habilitação dos condutores de
67 veículos a que se refere o art. 144, do Código de Trânsito Brasileiro Revogada pela Resolução 168/04
(CTB).
Institui tabela de distribuição de competência dos órgãos executivos de Alterada pela Resolução nº 121/01
66
trânsito.
Dispõe sobre a integração dos órgãos e entidades executivos dos Revogada pela Resolução 106/99
65
municípios ao Sistema Nacional de Trânsito.
Altera a composição dos Conselhos Estaduais de Trânsito
(CETRANs), do Conselho de Trânsito do Distrito Federal Revogada pela Resolução 147/03
64
(CONTRANDIFE) e das Juntas Administrativas de Recursos de Infrações
(JARIs).
63 Disciplina o registro e licenciamento de veículos de fabricação artesanal. Em vigor

62 Estabelece o uso de pneus extralargos e define seus limites de peso. Em vigor

Esclarece os artigos 131 e 133 do Código de Trânsito Brasileiro que trata


61 Em vigor
do Certificado de Licenciamento Anual.
Dispõe sobre a permissão de utilização de controle eletrônico para o
60 registro do movimento de entrada e saída e de uso de placas de Em vigor
experiência pelos estabelecimentos.
Dispõe sobre a notificação de infrações de trânsito dos veículos Revogada pela Resolução 149/03.
59
pertencentes a sociedades de arrendamento mercantil.
Estabelece normas gerais do curso de reciclagem para infratores do Revogada pela Resolução 168/04
58
Código de Trânsito Brasileiro.
Estabelece normas gerais para curso de capacitação de condutores de Revogada pela Resolução 168/04
57
veículos de transporte coletivo de passageiros.
Com a alteração da Resolução nº
56 Disciplina a identificação e emplacamento dos veículos de coleção. 127/01
Acresce a disciplina de Meio Ambiente e Cidadania na modalidade de
55 ensino a distância do curso de formação de condutores de veículos de Revogada pela Resolução 168/04
transportes escolares.
Revogada pela Resolução Contran
54 Dispõe sobre a penalidade de suspensão do direito de dirigir. nº 182/05
Estabelece critérios em caso de apreensão de veículos e
53 Em vigor
recolhimento aos depósitos.
Disciplina o uso de medidores da alcoolemia e a pesquisa de substâncias Revogada pela Resolução 81/98.
52
entorpecentes no organismo humano e dá outras providências.
Dispõe sobre os exames de aptidão física e mental e os exames de Revogada pela Resolução Contran
51 267
avaliação psicológica .
Estabelece os procedimentos necessários para o processo de
50 habilitação, normas relativas à aprendizagem, autorização para conduzir Revogada pela Resolução 168/04
ciclomotores e os exames de habilitação.
Disciplina a inscrição de dados técnicos em veículos de carga e de Revogada pela Resolução Contran
49 nº 290.
transporte coletivo de passageiros.

103
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Estabelece requisitos de instalação e procedimentos para ensaios de Em vigor


48
cintos de segurança.
Define as características e estabelece critérios para o reboque de Revogada pela Resolução 69/98.
47
carretas por motocicleta.
Estabelece os equipamentos de segurança obrigatórios para as Em vigor
46
bicicletas.
Revogada pela Resolução Contran
45 Estabelece o Sistema de Placas de Identificação de Veículos. nº 231

44 Dispõe sobre os requisitos técnicos para o encosto de cabeça. Em vigor

Complementa a Resolução nº 14/98, que dispõe sobre equipamentos de Em vigor


43
uso obrigatório nos veículos automotores.
Dispõe sobre os equipamentos e materiais de primeiros socorros de porte Revogada pela Lei 9.792/99.
42
obrigatório nos veículos.
Estabelece os procedimentos para o cadastramento de veículos no Revogada pela Resolução 77/98
41
RENAVAM e emissão do Certificado de Segurança.
Estabelece os critérios para aposição de inscrições, películas, painéis Revogada pela Resolução 73/98
40
decorativos ou pinturas.
Estabelece os padrões e critérios para a instalação de ondulações Alterada pela Resolução nº 336/09
39
transversais e sonorizadores nas vias públicas.
Regulamenta o art. 86 do Código de Trânsito Brasileiro, que dispõe sobre
a identificação das entradas e saídas de postos de gasolina e de
38 Em vigor
abastecimento de combustíveis, oficinas, estacionamentos e/ou garagens
de uso coletivo.
Fixa normas de utilização de alarmes sonoros e outros acessórios de Em vigor
37
segurança contra furto ou roubo para os veículos automotores.
Estabelece a forma de sinalização de advertência para os veículos que, Em vigor
36
em situação de emergência, estiverem imobilizados no leito viário.
Estabelece método de ensaio para medição de pressão sonora por Em vigor
35
buzina ou equipamento similar.
Complementa a Resolução nº 14/98 do CONTRAN, que dispõe sobre
34 Em vigor
equipamentos obrigatórios para os veículos automotores.
Regulamenta os serviços dos organismos de qualificação de trânsito e
33 critérios de credenciamento e funcionamento dos Centros de Formação Revogada pela Resolução 74/98
de Condutores.
32 Estabelece modelos de placas para veículos de representação. Em vigor

Dispõe sobre a sinalização de identificação para hidrantes, registros de Em vigor


31
água, tampas de poços de visita de galerias subterrâneas.
30 Dispõe sobre campanhas permanentes de segurança no trânsito . Em vigor

Dispõe sobre a integração dos órgãos e entidades executivas de trânsito Revogada pela Resolução 65/98.
29
dos municípios ao Sistema Nacional de Trânsito.
Dispõe sobre a circulação de veículos nas rodovias nos trajetos entre o
28 fabricante de chassi/plataforma, montadora, encarroçadora ou Em vigor
implementador final até o município de destino.
27 Dispõe sobre a inspeção de segurança veicular. Revogada pela Resolução 107/99

Disciplina o transporte de carga em veículos destinados ao transporte de Em vigor


26
passageiros.
Revogada pela Resolução Contran
25 Dispõe sobre modificações de veículos e dá outras providências. 362/10

24 Estabelece o critério de identificação de veículos. Em vigor

104
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Define e estabelece os requisitos mínimos necessários para autorização


23 e instalação de instrumentos eletrônicos de medição de velocidade de Revogada pela Resolução 141/02
operação autônoma.
Estabelece, para efeito da fiscalização, forma para comprovação do Em vigor
22
exame de inspeção veicular.
Dispõe sobre o controle, guarda e fiscalização dos formulários destinados Em vigor
21
à documentação de condutores e de veículos.
Disciplina o uso de capacete de segurança pelo condutor e passageiros
Revogada pela Resolução Contran
20 de motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos e quadriciclos nº 269
motorizados, e dá outras providências.
Estabelece as competências para nomeação e homologação dos Em vigor
19
coordenadores do RENAVAM e do RENACH.
Recomenda o uso, nas rodovias, de farol baixo aceso durante o dia, e dá
18 Em vigor
outras providências.
Estabelece os procedimentos de informação sobre o condutor do veículo, Revogada pela Resolução 149/03
17
no momento da infração.
Altera os modelos e especificações dos Certificados de Registro (CRV) e Com as alterações da Resolução nº
16 187/06
de Licenciamento de Veículos (CRVL).
Dispõe sobre o transporte de menores de dez anos e dá outras Revogada pela Resolução Contran
15 nº 277/08
providências.
Em vigor
Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de veículos em Com as alterações das Resoluções nº
14 87/99, nº 228/07, nº 259/07 e nº
circulação e dá outras providências.
279/08
Revogada pela Resolução Contran
13 Dispõe sobre documentos de porte obrigatório e dá outras providências. nº 205/06
Estabelece os limites de peso e dimensões para veículos que transitem Revogada pela Resolução nº 210/06
12
por vias terrestres.
Em vigor.
Estabelece critérios para a baixa de registro de veículos a que se refere
11 Com as alterações das Resoluções n°
bem como os prazos para efetivação.
113/00 e 179/05
Estabelece requisitos necessários à coordenação do Sistema de Revogada pela Resolução Contran
10 263/07
arrecadação de multas.
Estabelece sinalização indicativa de fiscalização mecânica, elétrica, Revogada pela Resolução Contran
09 nº 45
eletrônica ou fotográfica dos veículos em circulação.
Estabelece sinalização indicativa de fiscalização mecânica, elétrica, Revogada pela Resolução Contran
08 nº 79
eletrônica ou fotográfica dos veículos em circulação.
Modifica dispositivos das Resoluções 734/89, 765/93 e 828/97, que
Revogada pela Resolução Contran
07 tratam da formação de condutores e dos procedimentos para a nº 168
habilitação.
06 Revoga as .Resoluções 809 e 821 do CONTRAN Em vigor

05 Dispõe sobre a vistoria de veículos e dá outras providências. Em vigor

Dispõe sobre o trânsito de veículos novos nacionais ou importados, antes Em vigor


04 Com a alteração da Resolução nº
do registro e licenciamento. 269/08

03 Revoga a Resolução 825/96. Em vigor

Dispõe sobre os equipamentos obrigatórios dos veículos e fixa prazo de Revogada pela Resolução Contran
02 nº 14
entrada em vigor do art. 105 do Código de Trânsito Brasileiro.
Estabelece as informações mínimas que deverão constar do Auto de Revogada pela Resolução Contran
01 nº 217/06
Infração de trânsito cometida em vias terrestres (urbanas e rurais).

105