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DEPRESSÃO

Tudo que VOCÊ precisa saber


sobre o mal do século!
Afinal, o que é depressão?

É um transtorno de humor comum, porém grave. Trata-se de uma doença


comum e séria que afeta negativamente como o modo como você age.
Felizmente, também é tratável.

Os sintomas de depressão afetam a maneira como você se sente, pensa e


lida com atividades diárias, como dormir, comer ou trabalhar.

Os sintomas devem estar presentes por pelo menos duas semanas para que
um indivíduo seja diagnosticado com depressão.
Tipos de depressão:

Distimia ou Transtorno depressivo persistente - Popularmente conhecida


como doença do mau humor. A distimia é um transtorno mental que se
manifesta por meio de uma tristeza que ocorre por pelo menos dois anos,
juntamente com pelo menos dois outros sintomas da depressão como perda
de interesse em atividades normais, falta de esperança, baixa autoestima,
falta de apetite, baixa energia, alterações no sono e falta de concentração.

A pessoa com distimia tende a enxergar apenas o lado negativo do mundo e


apresenta dificuldade em sentir prazer nas coisas. Uma pessoa diagnosticada
com transtorno depressivo persistente pode ter episódios de depressão
maior, juntamente com períodos de sintomas menos graves, mas os
sintomas devem durar dois anos para ser considerado transtorno depressivo
persistente. 30% mais chances de desenvolver quadros depressivos graves.
Depressão perinatal ou pós-parto - A depressão pós-parto é um transtorno
de humor que pode afetar as mulheres após o parto. Não tem uma causa
única, mas provavelmente resulta de uma combinação de fatores físicos e
emocionais.

Em mães com depressão pós-parto os sentimentos de tristeza, ansiedade e


exaustão podem ser extremos e podem interferir na capacidade de uma
mulher cuidar de si mesma ou do filho. 70 a 80% das novas mães
aproximadamente são afetadas. 1 em cada 4 brasileiras pela Baby Blues ou
tristeza materna, como também sofrem com a depressão que é conhecida
por pós-parto.

Quadro que pode durar muito mais do que algumas semanas e apresentar
emoções muito mais intensas.
Depressão psicótica - Depressão psicótica ou psicose depressiva é um
subtipo de depressão maior, na qual ocorrem manifestações de psicoses,
como ter falsas crenças fixas perturbadoras (delírios), ouvir ou ver coisas
que outras pessoas não conseguem ouvir ou ver (alucinações).

Em suas alucinações, podem ouvir vozes que depreciam o paciente,


dizendo-lhe que ele é desprezível ou inútil ou experimentar intensos
sentimentos de inutilidade, fracasso, culpa ou ideias de ter cometido uma
falta irreparável.

Trata-se de uma categoria atípica de depressão maior, onde as pessoas


demonstram sintomas psicóticos e comportamento depressivo geral ao
mesmo tempo. Os sintomas psicóticos normalmente têm um “tema”
depressivo, como delírios de culpa, pobreza ou doença.
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Transtorno afetivo sazonal - É caracterizado pelo início de um quadro de
tristeza prolongada durante os meses de inverno, quando há menos luz
solar natural.

A depressão de inverno, como costuma ser conhecida, é uma


forma de depressão que provoca alterações do sono, apetite, energia e
humor ligadas às estações do ano ou à luminosidade do dia.

A depressão sazonal não ocorre apenas no inverno. Pode ocorrer em


pessoas que passam os dias em ambientes sem muita claridade e em
pessoas fechadas em casa devido a doenças e limitações físicas.
Distúrbio Disfórico Menstrual - Também conhecida como super TPM, é
uma variação turbinada da TPM, e pode estar associada a uma má
resposta das células nervosas em relação a serotonina, neurotransmissor
responsável pelo humor e regulação do sono.

É caracterizada por sintomas que podem estar presentes na síndrome pré-


menstrual, como a depressão, irritabilidade, ansiedade, dificuldade de
concentração, distúrbios do sono e do apetite, retenção de líquidos e dor
no seio, porém com maior intensidade e que resultam na piora do
desempenho social e profissional além da piora da qualidade de vida.

2 a 10% Das mulheres são atingidas!


Distúrbios disruptivos de humor - Caracterizado por explosões de raiva
frequentes e graves manifestadas por violência verbal e/ou física a
indivíduos ou propriedades, desproporcionais em intensidade ou duração
à situação ou provocação.

As explosões de raiva acontecem várias vezes por semana. O humor é


irritável ou zangado na maior parte do dia. É verificado pelo menos em três
situações: casamento, família, escola, trabalho, entre amigos e são graves
em pelo menos um deles.
Conheça os sintomas mais comuns causados pela depressão

• Tristeza ou humor deprimido;


• Sentimentos de desesperança ou pessimismo
• Perda de interesse ou prazer em atividades antes apreciadas;
• Alterações no apetite, perda de peso ou ganho;
• Problemas para dormir (insônia) ou dormir demais;
• Perda de energia ou aumento da fadiga;
• Baixa autoestima e presença de sentimentos de culpa;
• Dificuldade para pensar, se concentrar ou tomar decisões;
• Pensamentos de morte ou suicídio.

Nem todo mundo que está deprimido experimenta cada sintoma. Algumas
pessoas experimentam apenas alguns, outras podem experimentar muitos.
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Vários sintomas persistentes, além do humor baixo são necessários para
um diagnóstico de depressão maior. Pessoas com apenas alguns sintomas
angustiantes, mas que não cumprem os critérios para o diagnóstico de
depressão maior, também podem se beneficiar da psicoterapia.

A gravidade, a frequência dos sintomas e quanto tempo eles duram variam


dependendo do indivíduo e sua doença particular. Os sintomas também
podem variar.

12 milhões de brasileiros têm depressão, mas somente 16% dessas pessoas


procuram ajuda. 05% dos homens e 10% das mulheres experimentarão
Transtorno Depressivo Maior em algum momento de sua vida.

A depressão pode ser tratada com sucesso por meio psicoterapia e


medicação.
Improdutividade - A depressão é uma das doenças que mais afasta pessoas
do mercado de trabalho.

75,3 mil Trabalhadores brasileiros foram afastados de suas atividades por


causa da depressão, em 2016, com direito a recebimento de auxílio-doença
em casos episódicos ou recorrentes.

37,8% - Taxa que representa o todas as licenças, em 2016, motivadas por


transtornos mentais e comportamentais.

Este índice inclui não só a depressão, mas também o estresse, ansiedade,


transtorno bipolar, esquizofrenia e transtornos mentais relacionados ao
consumo de álcool e cocaína.
Fatores de Risco - A depressão é um dos transtornos mentais mais comuns
do mundo. 5,8% da população brasileira é afetada, segundo a OMS.

Depressão pode acontecer em qualquer idade, mas muitas vezes começa


na idade adulta. A depressão também pode ser observada em crianças
e adolescentes. Embora, às vezes, nota-se que a irritabilidade é mais
presente que o humor deprimido. Muitos transtornos crônicos de humor e
ansiedade em adultos começam com níveis elevados de ansiedade em
crianças.

A adolescência em especial, é uma fase de mudanças importantes. A baixa


autoestima, conflitos familiares, o fracasso escolar, as perdas afetivas são
sintomas que, associados às condições de estresse emocional, podem
colocar os jovens em grupo de risco para o suicídio. Por isso, é muito
importante que os pais fiquem atentos.
A depressão pode afetar qualquer pessoa, até mesmo uma pessoa que
parece viver em circunstâncias relativamente ideais. Vários fatores podem
desempenhar um papel na depressão:

Bioquímica: Diferenças em certas substâncias químicas no cérebro podem


contribuir para sintomas de depressão.
Genética: Depressão pode ocorrer em famílias. Por exemplo, se um gêmeo
idêntico tem depressão, o outro tem 70% de chance de ter a doença.
Personalidade: Pessoas com baixa autoestima, que são facilmente
oprimidas pelo estresse, ou que são geralmente pessimistas, parecem mais
propensas a sofrer.
Fatores ambientais: A exposição contínua à violência, negligência, abuso ou
pobreza pode tornar algumas pessoas mais vulneráveis à depressão.
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O que mais pode causar depressão

• Transtornos psiquiátricos correlatos;


• Estresse e ansiedade crônicos;
• Disfunções hormonais, problemas na tireóide;
• Excesso de peso, sedentarismo e dieta desregrada;
• Vícios (cigarro, álcool e drogas ilícitas);
• Hiperconexão e excesso de estímulos, como o uso excessivo de internet
• e redes sociais;
• Traumas físicos ou psicológicos, experiências de violência
• doméstica ou abuso;
• Separação conjugal, perda de emprego, desemprego por tempo
prolongado ou a perda de uma pessoa muito querida;
• Fibromialgia e dores crônicas;
Como tratar - A depressão é um dos transtornos mentais mais tratáveis.
80% a 90% Das pessoas reagem bem ao tratamento.

O tratamento da depressão geralmente inclui o uso de medicamentos e a


realização de psicoterapia concomitantemente.

As pesquisas têm demonstrado que esta combinação tende a beneficiar as


pessoas que sofrem deste transtorno. No entanto, a realização de uma
avaliação completa com psicólogo e psiquiatra é fundamental para que o
tratamento seja bem-sucedido.

A avaliação é para identificar sintomas específicos, histórico médico e


familiar, fatores culturais e fatores ambientais para chegar a um
diagnóstico e planejar um curso de ação.
Medicação - A química do cérebro pode contribuir para a depressão de um
indivíduo e pode influenciar seu tratamento.

Por esse motivo, a utilização de remédios específicos pode ocorrer, com o


objetivo de, em conjunto com a psicoterapia, normalizar as alterações
cerebrais associadas à depressão.

Talvez seja necessário testar alguns medicamentos diferentes antes de


encontrar o que melhor se adapte ao organismo, que promova melhora
dos sintomas e que apresente efeitos colaterais gerenciáveis.
Tempo de ação - Os antidepressivos levam tempo. Sintomas como sono,
apetite e problemas de concentração melhoram primeiro do que o humor
deprimido. Por isso é importante dar uma chance e tempo para a
medicação, antes de chegar a uma conclusão sobre a sua eficácia.

Se você iniciar um tratamento com medicamentos, não pare de tomá-los


sem a recomendação de um médico. Às vezes, as pessoas que tomam
antidepressivos se sentem melhor e, em seguida, param de tomar a
medicação por conta própria. Nesse momento a depressão pode retorna.

Quando você e seu psiquiatra decidirem que é hora de parar a medicação,


geralmente após um período de 6 a 12 meses, o médico irá ajudá-lo lenta e
seguramente a diminuir sua dose. Pará-los abruptamente pode causar
sintomas adversos.
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Atenção - Todo tratamento medicamentoso deve ser acompanhado pelo
médico para que a sua saúde seja resguardada e os riscos sejam minimizados.
Não tome medicamentos sem orientação médica.

Psicoterapia - Psicoterapia às vezes é usada sozinha para o tratamento da


depressão leve; para depressão moderada a grave a psicoterapia é
frequentemente usada junto a medicamentos antidepressivos.
Terapia cognitivo comportamental - (TCC) é uma das abordagens terapêuticas
apontadas como eficaz no tratamento da depressão. A Terapia Cognitivo
Comportamental é uma forma de terapia focada no presente e na resolução
de problemas. A TCC ajuda a pessoa a reconhecer o pensamento distorcido e
depois a mudar comportamentos e pensamentos. A psicoterapia pode
envolver apenas o indivíduo, mas pode incluir outros. Por exemplo, a terapia
familiar ou de casais pode ajudar a resolver problemas dentro desses
relacionamentos íntimos.
Terapia de grupo envolve pessoas com doenças semelhantes. Dependendo
da gravidade da depressão, o tratamento pode levar algumas semanas ou
muito mais tempo. Em muitos casos, melhorias significativas podem ser
feitas em 10 a 15 sessões.

Terapias de Estímulo Cerebral - Se os medicamentos não reduzem os


sintomas de depressão, terapia eletro convulsiva pode ser uma opção a ser
explorada. Com base nas últimas pesquisas: ECT pode fornecer alívio para
pessoas com depressão grave que não foram capazes de se sentir melhor
com outros tratamentos. A terapia eletroconvulsiva pode ser um tratamento
eficaz para a depressão. Em alguns casos graves, onde uma resposta rápida é
necessária ou medicamentos não podem ser usados com segurança, ECT
pode até ser uma intervenção de primeira linha. Uma vez estritamente em
um procedimento de internação, hoje ECT é muitas vezes realizada em
regime ambulatorial.
O tratamento consiste em uma série de sessões, tipicamente três vezes por
semana, durante duas a quatro semanas. A ECT pode causar alguns efeitos
colaterais, incluindo confusão, desorientação e perda de memória.
Normalmente, esses efeitos colaterais são de curto prazo. No entanto, às
vezes problemas de memória podem demorar, especialmente para os
meses em torno do tempo do curso de tratamento.
Auto-ajuda e enfrentamento - Há várias coisas que as pessoas podem fazer
para ajudar a reduzir os sintomas da depressão. Para muitas pessoas, o
exercício regular ajuda a criar sentimentos positivos e melhorar o humor.

Obter um sono de qualidade regularmente, manter uma dieta saudável e


evitar o álcool (que atua com depressor no cérebro) também pode ajudar a
reduzir os sintomas da depressão.

A depressão é uma doença real e a ajuda está disponível. Com diagnóstico


e tratamento adequados, a grande maioria das pessoas com depressão a
superará. Se você estiver com sintomas de depressão, o primeiro passo
é consultar um médico de confiança ou o psiquiatra. Fale sobre suas
preocupações e solicite uma avaliação completa.

Este é um começo para abordar as necessidades de saúde mental.


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Prevenção - Recuperar-se da depressão é uma jornada longa e difícil. 50%
das pessoas que têm um episódio de depressão irão ter recaídas, e a
probabilidade aumenta se você teve mais de um episódio.

O risco de recaída pode variar, dependendo da gravidade dos sintomas e do


histórico familiar. A boa notícia é que existem alguns passos que podem
ajudá-lo a evitar as recaídas da depressão.

• Tente ser ativo e praticar exercício físico;


• Definir metas realistas para si mesmo;
• Tente passar tempo com outras pessoas e converse com um amigo ou
parente de confiança;
• Tente não se isolar e deixe que os outros o ajudem;
• Adiar decisões importantes, como se casar ou se divorciar, ou mudar de
emprego até que você se sinta melhor;
Atenção ao trabalho - É recomendado manter a mente ocupada com
atividades agradáveis. No entanto, manter uma rotina com atividades
demais, pode se tornar um problema.

Sentir-se oprimido cria estresse, e o estresse é um fator de risco para a


depressão. Além disso, experiências estressantes podem tornar os sintomas
de ansiedade e depressão ainda mais graves.

É muito importante conhecer os próprios limites e tentar manter uma vida


equilibrada.
Exercite-se regularmente - Sabe qual é uma das melhores maneiras de
prevenir a depressão? A prática de exercícios físicos.

O exercício parece ser um antidepressivo por si só e pode agir como um


antídoto para o estresse. Exercício físico ameniza a depressão, bem como a
terapia cognitivo-comportamental (TCC) ou antidepressivos.

Uma combinação de resistência e aeróbica parece ser melhor do que


exercícios aeróbicos sozinhos. Exercícios com foco meditativo como
mindfulness, tai chi e yoga, também contribuem para uma melhora dos
sintomas.
Seja voluntário - O trabalho voluntário e a compaixão podem melhorar sua
saúde mental e ajudá-lo a viver. Voluntariado significa sair do sofá e sair de
casa, então nos torna mais fortes e mais aptos fisicamente. Pessoas mais
ajustadas fisicamente tendem a lidar melhor com o estresse, o que pode
ajudá-las a ter uma vida mais longa e livre da depressão.

Conexões sociais podem ser boas para nós. Quando nos conectamos com
outras pessoas, abrimos espaço para doar e ajudar o próximo e isso inclui
muito contato visual e sorrisos. Tais interações liberam um hormônio
chamado oxitocina, que nos ajuda a ficar mais atentos e cuidar dos outros, e
também nos ajuda a lidar melhor com o estresse. O voluntariado é uma
boa maneira de conhecer outras pessoas, fazer amizades e unir-se a crenças
e objetivos comuns. Pode nos dar uma sensação profunda de felicidade, que
também está associada a vidas mais longas e saudáveis.
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Evite drogas e álcool - Fique longe de álcool e drogas especialmente ilegais,
que podem interferir com medicamentos para depressão e alterar o seu
humor – e não de um jeito bom.

O álcool é um depressor, e muitas drogas empobrecem a serotonina e a


dopamina, que são importantes neurotransmissores em relação ao humor.

Recomenda-se fortemente que pessoas em tratamento contra depressão


se abstenham de álcool, mesmo socialmente.
Cultive a gratidão - A gratidão é uma atitude e um estilo de vida que
demonstraram ter muitos benefícios em termos de saúde, felicidade,
satisfação com a vida e a forma como nos relacionamos com os outros. Ela
anda de mãos dadas com a atenção plena em seu foco no presente e a
apreciação pelo que temos agora, em vez de querer mais e mais.

Sentir e expressar gratidão transforma nosso foco mental em positivo, o


que compensa a tendência natural do nosso cérebro de se concentrar em
ameaças, preocupações e aspectos negativos da vida.

Como tal, a gratidão cria emoções positivas, como alegria, amor e


contentamento, que colaboram para minimizar sensações negativas, como
a ansiedade. Promover a gratidão também pode ampliar seu modo de
pensar e criar ciclos positivos de pensamento e comportamento de
maneira saudável.
Seja gentil com você - Reserve tempo para cuidar de você! Reserve
momentos diários para fazer atividades que lhe tragam alegria. É possível ler
um livro, escrever, desenhar, ouvir sua banda favorita ou tocar um
instrumento musical.

Teve um dia difícil? Reuniões pesadas ou uma discussão inesperada?


Permita-se desligar. Relaxe, mentalize pensamentos positivos, faço algo que
lhe agrade.

Se cometeu alguma falha, perdoe-se! Absorva o aprendizado e tente não


ficar remoendo o que passou.
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