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DENSITOMETRIA

Densitometria Óssea
 Exame não invasivo, que mede o conteúdo mineral ósseo,
estabelecendo sua densidade;
 Estima o risco de fratura a medida que a DMO diminui;
 Diagnóstico precoce – menos que 3%;
 Baixa dose de radiação.
Indicações

 Mulheres a partir de 65 anos;


 Fatores de risco* para fratura em mulheres abaixo de 65 anos;
 Mulheres na peri-menopausa com fatores de risco* para
fraturas;
 Homens acima dos 70 anos;
 Homens abaixo dos 70 anos com fatores de risco* para fratura;

 * baixo peso, fratura prévia ou uso de medicamentos de


alto risco.
Objetivo

 Prevenir fraturas
 Estabilizar ou aumentar a massa óssea
 Aliviar sintomas de fraturas e deformidade
esquelética
 Promover a saúde como um todo
Sequência do Exame

1. Dados pessoais do paciente.


2. . Escolha do protocolo.
3. Posicionamento do paciente:
Coluna Lombar AP.
Coluna Lombar Perfil.
Fêmur proximal AP.
Corpo Inteiro.
4. Aquisição.
5. Análise.
6. Liberação do paciente.
Laudo médico
Dose efetiva de radiação

 DXA: 1-5 Sv


 Ambiental: 5-8 Sv/dia
 Mamografia: 450 Sv
 RX do tórax: 50-150 Sv
 RX da coluna lombar: 700 Sv
Critérios de Diagnóstico da OMS

 NORMAL  > -1

 OSTEOPENIA  ENTRE -1 E -2.5

 OSTEOPOROSE  < -2,5

 OSTEOPOROSE  < -2,5 E FRATURA POR


GRAVE FRAGILIDADE
Escolha do Sítio
 Todos os pacientes:
 Coluna:
 L1 a L4.
 Quadril:
 Fêmur proximal;
 Colo femural.
 Alguns pacientes:
 Antebraço:
 Quando houver problemas na coluna e fêmur;
 Pacientes muito obesos;
 Hiperparatireoidismo.
 Corpo Total:
 Crianças e adolescentes;
 Avaliação de composição corporal.
Quando avaliar antebraço ?

•Presença de artefatos na coluna e fêmur


•Doença degenerativa severa ou artrite
•Escoliose severa
•Grande discordância entre coluna e fêmur
•Dor extrema
Hiperparatireoidismo
•Pacientes com deficiência física ou cadeiras
de rodas
•Obesidade mórbida
Contra-indicações

 Excesso de peso ( 145Kg).


 Impossibilidade de manter decúbito
dorsal.
TÉCNICAS PARA MEDIÇÃO DA MASSA ÓSSEA

SPA (Single Photon Absortiometry)- Densitometria de Fóton


Único

Equipamentos desenvolvidas no inicio da década de 1960, por


Cameron & Sorenson. O isótopo utilizado é o lodeto de Sódio 125
(I125), com um único nível energético, o que limita clinicamente a
técnica.
Apresenta precisão de 1 a 3% e dose de radiação de 10 a 20 mRem.
Medida de massa óssea limitada a avaliação de apenas uma parte
anatômica (antebraço)
• Fonte radioativa: Iodo125 (27 keV) ou Amerício 241 (60 keV)
DPA(Dual Photon Absorptiometry)- Densitometria de
Fóton Duplo

Utiliza fonte de Gadolíneo 153 (153 Gd), um


radioisótopo que emite fótons com duas energias
distintas: GAMA E GADOLINEO , permitindo a
análise de regiões do corpo com espessuras
variáveis.
Emitem 5mRem de radiação e precisão de 2 a 4%.
O tempo gasto na realização do exame é de 20 a 40
min, dificultando a técnica para o paciente e a
precisão do exame.
DEXA (Densitometria por raios-X de energia dupla)
Com o objetivo de superar as limitações da OPA, a fonte de 153
Gd foi substituída por uma fonte de raios que possui um aumento
substancial na intensidade de saída do fluxo de radiação, o que
possibilita um exame mais rápido(4 - 6 min), com menor erro de
precisão, menor dose de radiação e melhor resolução de imagens.
Esse exame pode ser repetido com frequência, permitindo um
acompanhamento do paciente, uma vez que tem alta
sensibilidade. A irradiação é mínima.
Densitometria por Ultra-som

É uma técnica onde são examinados e o calcâneo e o


antebraço e tem seu papel nos programas de "Screening"
populacional. Essa técnica baseia-se na atenuação que um
feixe US sofre ao atravessar uma estrutura óssea e na
mudança de sua velocidade de transmissão por meio dessa
estrutura. Na prática, analisa-se a densidade do calcâneo. O
US quantitativo, além de ser uma técnica de baixo custo,
mostra bem quando existe osteoporose e a resposta a
tratamento; os indivíduos identificados positivamente devem
ser obrigatoriamente examinados através da D.O. da coluna,
fêmur e punho, para o diagnóstico seguro da osteoporose e
estimativa do risco de fratura nesses locais.
Tomografia Computadorizada Quantitativa
(QCT)

É uma técnica que permite estudar separadamente osso


trabecular e cortkal ao nível da coluna vertebral.
Entretanto, existem fatores que tornam esta técnica
desaconselhável como primeira escolha no diagnóstico
e acompanhamento terapêutico na osteoporose; além
do alto custo, a dose de radiação é alta (100 a 1000
mRem), seu custo também é alto, a precisão é de 4 a
6%, os dados precisam ser repetidos pelo mesmo
laboratório é corresponder ao corpo vertebral; além
disto, o tecido gorduroso interfere com a medição da
massa óssea,
Biópsia Óssea Transilíaca:

Indicações:
osteoporose, pós-menopausa, osteomalácia,
raquitismo, hiperparatireoidismo, doenças óssea
associadas às doenças gastrointestinais.

Complicações: hematomas, neuropatias


femorais e dor.

Desvantagens: demora no procedimento (em


média, 01 mês desde a realização da biópsia até o
diagnóstico final.)
Análise de Ativação Neutrônica Corporal Total
É um instrumento de investigação que determina o
conteúdo cálcio total do corpo. O corpo é irradiado com
nêutrons de alta energia que convertem o isótopo
estável- o cálcio 48(que está dentro do organismo) em
um isótopo radioativo - o cálcio 49. Mede-se a
desintegração radioativa total do corpo quando o cálcio
49 se torna 48 de novo. Como 99% do cálcio do corpo
estão presente no esqueleto, a técnica proporciona uma
avaliação fidedigna de massa óssea total. Esse método,
entretanto, é caro, de difícil acesso e causa um grau
elevado de irradiação.
REALIZAÇÃO DE EXAME

Todo paciente deve ser submetido a uma anamnese


densitométrica direcionada para os fatores de risco que
possam interferir no exame;
Remover todo o material que possa interferir com o
feixe de radiação, tais como: jóias, relógios, zíperes,
colchetes, botões, fivelas, etc ...
Verificar peso e altura.
Observar se o paciente foi submetido a algum tipo de
exame radiológico contrastado;
Evitar a ingestão de comprimidos que contenham
cálcio, pelo menos 2 horas antes do exame.
O exame leva aproximadamente 15 minutos.
O paciente pode ficar deitado sobre a maca com as
pernas retas ou flexionada.
COMPOSIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE
DENSITOMETRIA ÓSSEA
1-Hardware
Mesa escaneadora : consiste de uma mesa e um braço
escaneador. A mesa contém : -suprimentos de força -circuitos
eletrônicos -mecanismos motorizados -fonte de raios-X O braço
escaneador consiste de um detector e um braço – suporte o qual
serve como um cabo condutor entre o detector e a mesa. O braço
escaneador inclui um painel de controle que é equipado com dois
interruptores de posicionamento , que permitem a movimentação do
braço examinador e detector. O interruptor BACK/FRONT ( para trás
/frente ) que permite a movimentação do detector no sentido
longitudinal da mesa. E o interruptor LEFT/RIGHT ( para
esquerda/direita ). Ë importante saber o significado de alguns
símbolos ; tais como : botão de parada de emergência , força ligada ,
atenção , laser ligado , obturador aberto, raios-X ligado , cuidado
laser.
Computador :
este armazena e analisa os dados. Tem também controles de
comunicações entre ele mesmo e a mesa , monitor e impressora.

Monitor :
o monitor tem uma apresentação visual das telas do Software
Lunar , das imagens escaneadas e dados escaneados.
Teclado :
o teclado permite a comunicação com o computador . Ele é
usado para digitar os comandos e realizar as funções do
computador.
Impressora : a impressora permite a criação de uma cópia no
papel da imagem escaneada e da análise dos resultados
-PRINCÍPIOS BÁSICOS DE UM DENSITOMÉTRICO

A densitometria mede a quantidade de radiação absorvida pelo


corpo ou segmento deseja- do calculando a diferença entre a
radiação emitida pela fonte de radiação e a que sensibiliza um
detector de fótons. O princípio de dupla emissão de raios-X
baseia-se no fato de que as características de atenuação
diferem no osso e nos tecidos moles em função da energia dos
feixes de raios –x. A diferença na atenuação entre o osso e o
tecido mole é maior no feixe de baixa energia . Um contorno de
atenuação é então formado , permitindo a quantificação do
mineral e da massa da massa de tecidos moles (massa magra
e massa gorda). O colimador pode apresentar um feixe único
ou leque de feixes ; no caso do feixe único ou PENCIL BEAM
os movimentos são lineares de um lado para outro. E no caso
do leque de feixes ou FAN BEAM o movimento é único de
varredura sobre o paciente , com menor tempo. Dose de
radiação do exame é de somente 1 a 3 MSV , dependendo do
local da aquisição.
FAM BEAM – LEQUE
-Cuidados com o densitômetro
1- Controle de temperatura igual a 18 a 25 graus para o
equipamento( sem oscilação maior que 2 graus durante as 24
hs ). 2- Umidade com 20 a 80 % , sem variação nas 24 hs.
3- Poeira , fumo , névoas podem ser prejudiciais ao aparelho
4- Corpos estranhos ( que eventualmente podem cair dentro
do aparelho )
5- Solventes ( devem ser evitados ) na limpeza
6- Disposição dos cabos com proteção
7- Corrente elétrica estável
8- Armazenamento de dados – backup
9- Controle de qualidade (importante para detectar alterações
precoces).
10- Não deixar cair líquido no computador
11- Não usar força para manusear o braço escaneador
12- Não comer na sala de exame
-Fatores de afetam a precisão

-Técnica do operador para posicionamento e análise do


exame -
- Calibração inadequada do equipamento
- Presença de outras fontes de radiação no ambiente
- Desconhecimento da história do paciente
- Presença de artefatos (botões,zíperes,etc)
- Endurecimento do feixe de raios-X, processo que ocorre
progressivamente com o tempo.
-Contraste oleoso (mielografia) pode permanecer depositado
no organismo por vários anos
-Calcificações na Aorta abdominal
- Cálculos Renais e Biliares - Contrastes baritado (deve-se
aguardar 5 dias para se fazer a densitometria
- Área de análise inadequadamente selecionada
- Variação de temperatura na sala
- Envelhecimento do detetor de cintilação
- Exames de Medicina Nuclear recentemente
- Uso recente de comprimido de cálcio
- Distorções da arquitetura esquelética: doença
degenerativa, Discal,espondilolistes,cifoescoliose,
fraturas vertebrais.
Coluna lombar

Verificamos, então, peso e altura e damos início ao exame da


coluna. Posicionamos a paciente à mesa de modo que a
paciente fique em decúbito dorsal(barriga para cima),
observando que a linha central da mesa deve estar no centro da
paciente. A cabeça deve estar abaixo da linha horizontal na
cabeceira da mesa, ou seja, do mesmo lado em que encontra-se
o braço escaneador. Os braços devem ser posicionados ao
longo do corpo com as mãos voltadas para baixo. Colocar as
pernas do paciente sobre o bloco, para retificar a coluna lombar
ajudando na separação das vértebras, de modo que esse bloco
fique no ângulo de 60 a 90 graus em relação à mesa. Inicia-se o
exame, observando a imagem na tela do computador se está
com uma boa aquisição. Se imagem ok prossegue-se o exame.
Se imagem não ok, interrompe-se o mesmo e ajusta-se a
imagem, por fim reinicia-se o procedimento. Terminada a coluna,
retira-se o bloco de apoio e prepara-se para iniciar o fêmur. É de
grande importância certificar-se o MODO de aquisição;
SLOW ou GORDO ( > 25 CM )
MEDIUM ou STANDARD-DM ( 15 – 25 cm)
FAST ou MAGRO ( < 15 cm)
Verificar também o parâmetro
MEDIÇÃO: Comprimento ( cm ) ------- e largura ---------
( cm).

IMPORTANTE: Itens a serem avaliados numa boa


aquisição de coluna:
1- Coluna deve estar centrada e retificada
. 2- As cristas ilíacas devem aparecer um pouco e
devem estar alinhadas.
3- Visualização do último par de costelas e parte de
T12.
4- Ausência de ar.
5- Ausência de artefatos: metais e / ou próteses de
silicone nas mamas e gluteos.
Importante saber que em relação à análise da coluna ; as
linhas intervertebrais devem se alterar o mínimo possível ,
movendo-se, portanto somente se necessário, pois desse
modo à chance de minimizar um erro é grande .
E a região a ser utilizada para estudo é L1-L4 , excluindo-
se aquela(s) vértebra(s) afetada(s) por artefato(s).
-Fêmur

Para realização do exame do fêmur, ainda com o paciente


deitado, ajustar o suporte triangular do seguinte modo: Com
as mãos deve-se fazer um movimento de rotação interna,
observando com uma das mãos do lado externo da coxa, o
grande trocanter, e prender o pé, cuja perna será analisada,
na parte inclinada do suporte imobilizando o membro.
O outro pé deve ficar reto / alinhado com o suporte do lado
contra lateral, ficando a perna reta longitudinalmente paralela
a linha central da mesa.
Posicionar a luz do laser aproximadamente 7,5 cm abaixo do
grande trocanter e no centro da perna.
Esse posicionamento propicia um espaço suficiente entre os
ossos ísquio-femural para uma análise correta.
Observar a imagem na tela do computador se está sendo feita
uma boa aquisição e proceder do mesmo modo conforme
citado ao exame de coluna. Terminado o exame, retira-se o
apoio dos pés e aguarda-se o retorno do braço escaneador
IMPORTANTE:
Itens a serem avaliados numa boa aquisição do fêmur:
1- Rotação da perna suficiente para análise adequada.
2- Preservação das janelas 25 – 35 linhas na parte inferior e
superior.
3 – Retificação do fêmur.
4 – Ausência de metal.
5 – Fêmur direito geralmente é escolhido. No caso deste não
ser adequado por dificuldade de posicionamento, por uso de
prótese e / ou qualquer outro motivo que dificulte ou
impossibilite a execução do mesmo, escolhe-se o fêmur
contra-lateral ( esquerdo ). Ainda se este também não
adequado para tal, realiza-se o exame do antebraço.
Antebraço

Coloca-se a paciente sentada ao lado da mesa de exame,


certificando que as costas do paciente estejam eretas e que o ombro
esteja alinhado com o centro vertical do posicionador, mede-se o
comprimento do antebraço, essa medida deve ser feita desde o
processo estilóide da ulna ( osso localizado no pulso na parte
externa ) até o olecrano (osso do cotovelo ).
O antebraço escolhido é o não dominante isto é, braço contrário à
mão que se escreve. A peça de apoio ( posicionador ) para tal deve
ser colocada sobre a mesa e deve-se posicionar o antebraço sobre o
mesmo, conforme figura abaixo, sendo importante recomendar ao
paciente que deixe o pulso relaxado e que feche às mãos de modo
que com este movimento haja uma retificação do mesmo, o que
colabora com o exame.
Posiciona-se o feixe do laser no centro do pulso, alinhado com o
processo do cúbito estilóide, a 1 cm abaixo do processo estilóide da
ulna, prende-se o mesmo com velcro, mantendo a posição e
finalmente inicia-se o exame
. Verifica-se na tela do computador se a imagem que está sendo
escaneada está adequada; observando se o membro está
centralizado, retificados e paralelos e com a presença de uma
pequena porção dos ossos da mão.
Se imagem ok prossegue-se o exame.
Caso imagem não adequada interrompe-se o procedimento,
reposiciona-se e inicia-se novamente.
Terminado o exame solta-se o braço do paciente e aguarda-se o
braço escaneador retornar à posição inicial
Exame de antebraço deve ser realizado quando o
exame de coluna e/ou exame do fêmur não puderem
ser interpretado (s) , tais como:
pacientes obesos ( acima dos limites especificados
para o equipamento DXA usado) ,
presença de próteses etc. A região do rádio 33% (às
vezes chamada de rádio 1/3) é a região de interesse,
pois outras regiões de interesse no antebraço não são
recomendadas.
IMPORTANTE:

lembrar que se o paciente tiver dimensões maiores que o


habitual, ultrapassando os limites pode-se usar como
recurso, colocar as mãos sob os quadris ( debaixo ) .
Verificar na tela do computador se imagem adequada, se
ok finalizar o exame e se não ok reiniciar o mesmo.
Terminado o exame, retirar os velcros e aguardar o braço
escaneador retornar à posição inicial .
Verifique se os cortes de Corpo Inteiro estão posicionados do
seguinte modo:

1- Cabeça: O corte Cabeça está localizado imediatamente abaixo do


queixo
2- Braço esquerdo e direito: Ambos os cortes de braços passam pelas
axilas e localizam-se o mais próximo possível do corpo. Os cortes
devem separar as mãos e braços do corpo.
3- Antebraço esquerdo e direito: Os cortes de ambos os antebraços são
tão próximos do corpo quanto possível, e separam os cotovelos e os
antebraços do corpo.
4- Coluna esquerda e direita: Ambos os cortes de coluna devem ficar o
mais próximo possível da coluna, sem incluírem a caixa torácica.
5- Pélvis esquerda e direito: Ambos os cortes da pélvis passam pelos
colos femorais e não tocam na pélvis.
6-Topo da pélvis: O corte Topo da Pélvis localiza-se imediatamente
acima do limite superior da pélvis
7- Perna esquerda e direita: Ambos os cortes de perna separam as
mãos e antebraços, das pernas.
8 Entre-pernas: O corte Entre-pernas separa a perna direita da
esquerda.
Corpo inteiro
Colocar a paciente sobre a mesa em decúbito dorsal (
deitada de barriga para cima ), posicionando a de modo que
ela fique no centro da mesa, isto é, deve-se verificar se a
linha central da mesma divide o paciente ao meio.
A cabeça deve estar do mesmo lado em que se localiza o
braço escaneador, logo abaixo da linha horizontal marcada
no colchão da mesa de exame ( distância de mais ou
menos 1,5 cm da cabeça linha )
Os braços devem ficar ao longo do corpo, estendidos com
as mãos voltadas para baixo repousando sobre a mesa.
Prendem-se os pés e pernas com auxílio dos velcros, de
modo que o velcro menor fique na altura dos pés e o maior
na altura dos joelhos, a fim de se evitar movimentos durante
o exame.
FIM