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SP1 – UC11

1. Definições
1.1. Idoso
1.2. Envelhecimento
1.3. Autonomia x independência
1.4. Senescência x senilidade
1.5. Geriatria x gerontologia
2. Interdisciplinaridade x multidisciplinaridade no cuidado com o idoso
3. Cuidados para o bom envelhecimento
3.1. Princípios do cuidado com o idoso
4. Escalas de independência do idoso
4.1. Escala de Katz
4.2. Escala de Lawton
4.3. Escala de Barthel
5. Transição demográfica
6. Transição epidemiológica e padrões de doença do idoso
7. Reforma previdenciária
8. Políticas de saúde voltadas ao idoso

1. DEFINIÇÕES

 IDOSO

 Idade biológica/cronológica
o OMS
 Países em desenvolvimento: 65 anos
o Constituição Brasileira
 65 anos
o Estatuto do idoso
 60 anos

 Idade funcional biológica


o Grau de conservação do nível de capacidade adaptativa em comparação com a idade biológica.
o Em países precários, em desenvolvimento, a idade funcional precede a cronológica.
o É a idade do sistema do seu corpo

 Idade cronológica e psicológica


o Relação existente entre a idade cronológica e as capacidades, tais como percepção,
aprendizagem e memória, as quais prenunciam o potencial de funcionamento futuro do
individuo.
o A idade psicológica também pode ser definida como cada pessoa avalia a presença de
marcadores biológicos, sociais e psicológicos do envelhecimento, comparando-se com outros
indivíduos da mesma idade.

 Idade cronológica e social


o Avaliação da capacidade de adequação de um individuo ao desemprenho de papeis e
comportamentos esperados para a pessoa de sua idade, em um dado momento da historia de
cada sociedade.
o ENVELHECIMENTO –
 Processo progressivo, no qual há modificações morfológicas, funcionais, bioquímicas e
psicológicas, que resultam na perda da capacidade de adaptação do indivíduo ao meio
ambiente, ocasionando maior vulnerabilidade e maior incidência de doenças que
terminam por leva-lo a morte.
 Redução da capacidade de adaptação homeostásica perante situações de sobrecarga
funcional do organismo.>> diminui sua capacidade de manter a homeostase durante
certa situação
 Comum
 ...
 Normativo
o Primário – interno.. oq vou passar
o Secundário – externo.. oq plantei
o VELHICE – fase da vida
 Última fase do ciclo da vida
 Com características próprias, as quais podem aparecer antes ou depois da idade
cronológica.

 AUTONOMIA
o Capacidade de decisão, de comando sobre tudo que envolve a sua vida;
o Ex. uma senhora que, por acidente, necessitou de cadeira de rodas ficou dependente, mas ainda
assim, manteve sua autonomia.
 INDEPENDENCIA
o Capacidade de realizar algo com seus próprios meios, sem ajuda de pessoas ou equipamentos
para realização de atividades diárias;
o Uma relação social de um individuo em relação ao outros;
O que se procura manter é a manutenção da autonomia e o máximo de independência possível > por meio de uma
avaliação gerontológica.

1. SENESCENCIA X SENILIDADE

 Ambos são ligados ao envelhecimento, no entanto, são quadros com impactos muito diferentes sobre a
saúde.
 “A senescência abrange todas as alterações produzidas no organismo de um ser vivo – seja do reino
animal ou vegetal – e que são diretamente relacionadas a sua evolução no tempo, sem nenhum
mecanismo de doença reconhecido”
o São, portanto, as alterações pelas quais o corpo passa e que são decorrentes de processos
fisiológicos, que não caracterizam doenças e são comuns a todos os elementos da mesma
espécie, com variações biológicas.
o São exemplos de senescência a queda ou o embranquecimento dos cabelos, a perda de
flexibilidade da pele e o aparecimento de rugas. “São fatores que podem incomodar algumas
pessoas, mas nenhum deles provoca encurtamento da vida ou alteração funcional;
o Normal e comum a todos da mesma idade;
 Já a senilidade é um complemento da senescência no fenômeno do envelhecimento. O geriatra define
como “condições que acometem o indivíduo no decorrer da vida baseadas em mecanismos
fisiopatológicos”.
o São, dessa forma, doenças que comprometem a qualidade de vida das pessoas, mas não são
comuns a todas elas em uma mesma faixa etária. “Assim são a perda hormonal no homem que
impede a fertilidade, a osteoartrose, a depressão e o diabetes, entre outros comprometimentos;
o Todas essas circunstâncias não são normais da idade e nem comuns a todos os idosos, por isso
são caracterizadas como quadro de senilidade.
o Nem sempre é ta o fácil diferenciar... “A alteração de memória, quando se esquece dos fatos
mais recentes e lembra-se bem dos antigos, por exemplo, é frequente com o avançar da idade
para todos os idosos, por isso é parte da senescência”, afirma. “No entanto, há alterações de
memória que caracterizam doenças, como o Alzheimer, por exemplo”. Nesse caso, seria um
quadro de senilidade.
o É difícil uma pessoa apresentar apenas senescência.
o O que se observa mais é um quadro prevalecer sobre o outro. “Se tudo o que um idoso tem
como características são cabelos brancos, rugas, mas vitalidade, autonomia e independência, a
senescência está prevalecendo”. Ao contrário, se um indivíduo de 60 anos tem um evento como
um AVC (acidente vascular cerebral) com sequelas e já não se move sozinho, apesar da idade
pouco avançada, há um predomínio da senilidade.
 Ambos relacionados ao ENVELHECIMENTO!!! Ex. AVC = não esta necessariamente ligado
ao envelhecimento, pode acontecer num jovem e tal...

2. Geriatria x Gerontologia

 GERIATRIA:
o É a especialidade médica (parte biológica da gerontologia) que se integra na área da
Gerontologia com o instrumental específico para atender aos objetivos da promoção da saúde,
da prevenção e do tratamento das doenças, da reabilitação funcional e dos cuidados paliativos.
o Abrange desde a promoção de um envelhecer saudável até o tratamento e a reabilitação do
idoso.
o Geriatra é o médico que se especializou no cuidado de pessoas idosas. Ele se torna especialista
após ter feito residência médica credenciada pela Comissão Nacional de Residência Médica e/ou
ter sido aprovado no concurso para obtenção do Título de Especialista em Geriatria da
SBGG/AMB.

 COMO ATUA O GERIATRA?


o O geriatra é um médico que utiliza uma abordagem ampla para a avaliação clínica, incluindo
aspectos psicossociais, escalas e testes; por isso, a consulta geriátrica é, em geral, mais
demorada.
o Além de lidar com doenças como as demências, a hipertensão arterial, o diabetes e a
osteoporose, o geriatra também trata de problemas com múltiplas causas, como tonturas,
incontinência urinária e tendência a quedas. Ele também fornece cuidados paliativos aos
pacientes portadores de doenças sem possibilidade de cura.

 GERONTOLOGIA:
o É o estudo do envelhecimento nos aspectos – biológicos, psicológicos, sociais e outros. Os
profissionais da Gerontologia têm formação diversificada, interagem entre si e com os geriatras.
o É, por esta natureza, multi e interdisciplinar. Na área profissional, visa a prevenção e a
intervenção para garantir a melhor qualidade de vida possível dos idosos até o momento final da
sua vida.
o Dividi-se em: básica, social, geriatria, geriatria preventiva, clinica e paliativa
 Básica: a nível celular e do metabolismo celular, para saber pq e como envelhecemos;
 Social: estuda as mudanças que correm a nível psicilogico, sociológico e
psicossociologico
 Geriatria: saúde do idoso por prevenção, clinica, terapêutica, de reabilitação e de
vigilância continua;
 Geriatria preventiva: inicio nos primórdios do desenvolvimento do ser humano,
inclusive no período de vida uterina e se prolonga por toda existência; tenta
retardar o processo de envelhecimento..
 Geriatria clinica: diagnostico, tratamento e reabilitação das doenças das dos
idosos
 Paliativa: cuidados com os pacientes crônicos e terminais.

 ESPECIALISTA EM GERONTOLOGIA
o É o profissional com formação de nível superior nas diversas áreas do conhecimento (Psicologia,
Serviço Social, Nutrição, Terapia Ocupacional, Direito etc
o A SBGG confere, através de concurso, o Título de Especialista em Gerontologia.

 COMO ATUA O ESPECIALISTA EM GERONTOLOGIA:


o Na prevenção: propõe intervenções que se antecipem aos problemas mais comuns que afetam
os idosos e orienta a criação de condições adequadas para um envelhecimento com qualidade.
o Na ambientação: orienta a criação de condições ambientais para uma vida com qualidade na
velhice, focando os mais variados espaços por onde circulam ou vivem pessoas idosas.
o Na reabilitação: propõe intervenções quando ocorreram perdas que são resgatáveis e, quando
irreversíveis, orienta a criação de condições individuais e ambientais para uma vida digna.
o Nos cuidados paliativos: propõe intervenções quando ocorrem doenças progressivas e
irreversíveis, abrangendo aspectos físicos, psíquicos, sociais e espirituais, com atenção estendida
aos familiares, visando o maior bem-estar possível e a dignidade do idoso até a sua morte.

 Os profissionais da Gerontologia tem uma ampla área de atuação, podendo abranger, entre outras, as
seguintes:
• Ensino
• Pesquisa
• Educação comunitária
• Promoção de saúde
• Controle e tratamento de doenças
• Reabilitação
• Apoio psicológico
• Manutenção e promoção da autonomia e independência
• Adaptação ambiental
• Reinserção no contexto social
• Atividades corporais e comportamentais
• Segurança e defesa de direitos
• Antropologia
• Educação
3. Multidisciplinaridade e interdisciplinaridade
 MULTIDISIPLINARIDADE:
o Processo diagnóstico multidisciplinar planejado para abordagem de problemas médicos,
psicossociais e funcionais da pessoa idosa, com objetivo de desenvolver um plano amplo de
tratamento e acompanhamento a longo prazo.
o Atua de maneira independente, e tem suas atuação somadas, como camadas no
tratamento/acompanhamento do pcte.
 INTERDISCIPLINARIDADE:
o Diálogo entre diferentes disciplinas antes de tomar alguma decisão de tratamento ou
acompanhamento.

 Mutidiscilinar: elaborar uma terapia em interdisciplinaridade

4. CUIDADOS PARA ENVELHECER BEM


 Defnições de envelhecimento bem-sucedido
o Apesar de haver diferentes defnições operacionais enfatizando a capacidade funcional, as
seguintes características foram também consideradas: satisfação com a vida, longevidade,
ausência de incapacidade, domínio/crescimento, participação social ativa, alta capacidade
funcional/ independência1 e adaptação positiva.
o Pra definir o que é envelhecimento bm sucedido, o médico tem q entender o que isso significa
para o seu paciente! Isso vai favorecer o estabelecimento de metas de promoção de saúde daquele
individuo!
o as doenças e limitações não impossibilitam a experiência pessoal de velhice bem-sucedida. muitos
idosos relatam estar envelhecendo bem, embora os resultados de testes clinicamente objetivos
demonstrem uma condição desfavorável de saúde.

 Como envelhecer com saúde?


o 1. Manter o peso em níveis normais, evitando a obesidade. – evitar comer além das necessidades
do organismo;
o Evitar excesso de sal, açúcar e gorduras;
o Não fumar e não beber em excesso
o Fazer exercício físico
o Evitar estresse
o Ter projetos em mente
o Durmir bem
o Se precisar de medicamentos, seguir as instruções do medico, evitando auto-prescriçoes
o Fazer exames médicos periódicos, visando o diagnostico de doenças que evoluam de forma
silenciosa como a HAS e os tumores malignos.
 Após os 40 anos o check-up deverá ser feito a cada 2 anos e, após os 50, anualmente.
o Caracteristicas das pessoas que querem viver muitos anos:
 Ser magro, comer puco, não ser fumante, praticar esportes regularmente e livre de
estresse.

5. Grau de Dependência do Idoso - ANVISA


a) Grau de Dependência I – idosos independentes, mesmo que requeiram uso de equipamentos de auto
ajuda;
b) Grau de Dependência II – idosos com dependência em até três atividades de autocuidado para a vida
diária tais como: alimentação, mobilidade, higiene; sem comprometimento cognitivo ou com alteração
cognitiva controlada;
c) Grau de Dependência III – idosos com dependência que requeiram assistência em todas as atividades
de autocuidado para a vida diária e ou com comprometimento cognitivo.

 ESCALA DE KATZ
 ESCALA DA LAWTON- ve a independencia
 Equilibrio e mobilidade
 Redução da amplitude de movimentos
 Alteração da marcha
Passos mais curtos e lentos, arrastar pé, brasços próximos ao corpo
Alteração do centro da gravidade
 Testes
 POMA
 TIME GET UP AND GO

 Saúde mental
Identificar as principais alterações da saúde mental do idoso
 Quadros de demência
Mini exame do estado mental
 Quadro depressivo
Escala de depressão geriátrica = escala abreviada de Yesavage

 Mini mental

 Avaliação Nutricional
- Desnutrição
- Obesidade
 Medidas antropométricas, informações sobre perda de peso, estilo de vida
 IMC
Normal 22-27
Sobrepeso 27 29,9
Obesidade  =>30
- Avaliação da massa muscular e sarcopenia
- Perda da massa muscular
- Normalmente multifatorial
- Associada a maior mortalidade

 Fatores sócios ambientais


- Recursos
- Expectativa de vida
- Anseios do paciente
- Conduras onerosas
- adaptação ambiente
- Estresse do cuidador
 ESCALA DE BARTHEL
5. Transição Demográfica
o 1950 – 1970 – mais elevadas taxas de crescimento
o 2° metade 1960 - redução na taxa de fecundidade
o Resultado: queda na taxa de crescimento da população
o 1940 – população idosa representava 4,1%, em 2010 passou para 11%, diminuindo a população
jovem.
o Partir de 2030 o único grupo populacional que devera crescer sera o de 45 anos ou mais.
o Baby boomers (geração de crianças sobreviventes) se transformando em elderly boomers

 POPULAÇAO IDOSA BRASILEIRA


o Esperança de vida aos 60 anos aumentou aproximadamente 5 anos entre 1980 e 2013, passando
de 16,7 para 21,1 anos.
o Fase da velhice é mais longa que a fase da infância somada à juventude!
o Crescimento da população muito idosa (a partir de 80 anos): de 170,7 mil pessoas em 1940,
passou para 2,9 milhoes em 2010.> espera-se em 2010 um total de 13,3 milhoes. (em 2010 era
14,3% da população idosa e 1,5% da pop total/ 20150 sera 19,6% da pop idosa e 6,5% da pop
total)
 FEMINIZAÇÃO DA VELHICE
o Em 2010, 55,5% da população idoso era feminina
o Fenômeno urbano.
o Apesar de continuarem sendo as tradicionais cuidadoras (mesmo com sua maior inserção no
mercado de trabalho), é o gênero que mutias vezes apresenta situação socioeconômica
desvantajosa e passam por um período maior de debilitação física antes da morte.>> o que as
torna mais dependentes de cuidado.
o Elas tem uma mehor adaptação a saída do mercado de trabalho.. viajam.. e td mais..
 MORTALIDADE
o Brasil, 1980: de cada 100 crianças do sexo feminino nascidas vivas, 31 podiam chegar aos 80
anos, em 2013 passaram ara 55.
o Vida media: 77 anos
o Redução da mortalidade infantil + maior queda nas taxas de mortalidade da população idosa
(aumentando a população muito idosa > 80 anos)
 NÍVEIS DE MORTALIDADE
o Aumento na esperança de vida ao nascer + adiamento na idade média ao morrer.

6. TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA E PADROES DE DOENÇA – IDOSOS


 Causa básica = relacionado diretamente a morte – ex. adenocarcinoma de intestino
 Razão = que resulta numa causa – ex. falta de rastreamento adequado para esse jovem do adenocarc.
o Razão da redução da mortalidade infantil entre 40 e 70 = controle de doenças infecciosas,
incorporação de novs tecnologias de saúde (antibióticos, terapia de reidratação oral) às politicas
publicas.
 MORTALIDADE DO IDOSO NO BRASIL
o Continuam contribuindo para a o aumento da proporção de idosos no Brasil e para a
feminização do envelhecimento:
 Queda da mortalidade de crianças
 Sobremortalidade masculina
o Em 2013, 3/3 dos óbitos registrados no Brasil ocorreram após os 60 anos.?
 MORTALIDADE PROPORCIONAL POR CAUSAS
o 2013, 1/3 de todas as mortes de idosos foram por doenças do sist. Circulatório e quase ¼ por
neoplasias.
o 3° principal causa de morte: doenças do sist. Respiratório (10% do total)
o SSAAECL – mortes por causa indefinida –“ Sintomas Sinais e Achados anormais de exames
clínicos e de laboratório não classificados em outra parte” – 5%.
o Octagenários:
 Doença respiratório: 2° principal causa (quase 1/5 de todos os óbitos)
o Idosos jovens
 Neoplasia – 50%
o 97-2013 – morte por doenças de causas circulateiros caiu em 10% - No mesmo período, as sem
causa definida caíram 65%.. expansão e melhora da assistência de saúde
o A diminuição da morte por causas inefinidades levou ao aumento em outras causas.
 Relatório de morte melhorou
o As neoplasias se devem ao aumento da obesidade – fator de risco para vários canceres!
 letal
o Letalidade da pneumonia é maior nos octagearios – aumentando aproporção de mortes por
doenças respiratórias nos octagenariios.
o Gênero: neoplasia para os dois
o Homem: cerebrovasc e cardiaca
o Mulher:cardíaca e cerebrovascular
 TAXAS DE MORTALIDADE ESPECÍFICAS POR CAUSAS
o Taxa: para cada 100 habitantes!
 MORTALIDADE DE IDOSOS JOVENS
o 60-69 anos – Brasil, 2013
o Doenças isquêmicas do coração e doenças cerebrovasculares – a maioria registrada como
“acidente vascular encefálico” e “sequelas”.
o Na sequencia: doenças cardíacas= insuf cardíaca, cardiomiopatias e doença cardíaca
hipertensiva; hipertensão arterial, embolia pulmonar e arritmias (como fibriçaão atrial),
somadas provocaram mais de 15,4mil óbitos.
o 3° posição = diabetes melito (3° em mulheres e 5° em homens nesse grupo!)
o Neoplasias do trato respiratório e DPOC – relacionadas ao tabagismo causaram 18 mil óbitos
neste grupo
o Na sequencia:
 Causas não definidas
 Desnutrição
 Neoplasias de esôfago e estomago
 Pneumonia
 Mama e órgãos fenitais femininos
 Acidentes de transporte
 Outras neoplasias
 Uso abusivo do álcool
 Doenças que provocam/manifestam quadros de abdome agudo
 MORTALIDADE DE IDOSOS MAIS VELHOS (80 ou mais)
o As doenças circulatorioas também são a principal causa de morte, porem as doenças
cerebrovasculares superam as doenças isquêmicas do coração.
o A insuficiencia cardíaca aqui, supera.
 ANALISE DAS CAUSAS E RAZOES DAS MORTES DE IDOSOS
o
Pq afetam mais os octagenarios: comorbidades (como a redução da reserva renal), a
polifarmacia e a iatrogenia e manifestações clinicas atípicas modificam o quadro clinico e
retaardadam o diagnóstico.
 DOENÇAS CIRCULATERIOS E DIABETES
o Obs: aterosclerose = formação de placas de gordura na parede dos vasos arterias
o Circulatórias (isquêmica do coração, insuficiencia cardíaca, cerebrovascular e aneurisma) na
maioria das vees são compicaçoes de processos de ateroesclerose com formação de placas de
ateroma e trombose arterial.
o A disfunção endotelial é provocada por hipercolesterolemia, hipertensão, tabagismo e diabetes.
o A dislipidemia tem um papel critico na aterogenese, o diabetes acelera todo o processo de
aterosclerose.
o A hipertensão arterial contribui para patogênese de cmplicaçoes tardias, como a formação de
aneurismas cerebrais e da aorta e a hipertrofia ventricular; esta reduz reserva coronariana,
aumenta o consumo de oxigênio do miocárdio e o risco de infarto agudo e insuficiencia cardíaca.
o Do mesmo modo, o tabagismo constribui não so para a aterosclerose, mas exerce ação pró-
trombotica (favorecendo processos de isquemia cerebra e coronariana) e eleva a pós-carga via
estimulação adrenérgica, elevando a frequência cardíaca e a pressão arterial (e novamente o
consumo de oxigênio do miocárdio).
 NEOPLASIAS PARA AS QUAIS HÁ INDICAÇÃO OU POSSIBILIDADE DE RASTREAMENTO
o O adenocarcinoma colorretal resulta da malignização de adenomas da mucosa intestinal e
fatores de risco bem estabelecidos são obesidade, diabetes, tabagismo, consumo de carne
proessada, alcoolismo e dieta pobre em frutas e vegetais.
o O rastrwamento é efetivo pois o tempo necessário para evolução de adenoma para carcinoma é
grande – 10 anos em media.
o Ca de próstata é o mais incidente em homens
 A idade é o principal fator de risco
 2013 80% dos 13 mil idosos falecidos por neoplasia da próstata tinham mais de 70 anos.
o Neoplasia da mama é o câncer mais comum em mulheres (exceto o melanoma)
 Idade tamb é um dos principais fatores de risco
 Rastreamento SUS: mamografia bianual somente ate os 69 anos. BUT! 30% dos óbitos
por neoplasias da mama ocorreram em idosas com mais de 70%.

 REFORMA DA PREVIDENCIA

o A mudança na legislação só afeta quem se aposentar depois que a reforma entrar em vigor – e
quem, até a data de promulgação da reforma, não tiver preenchido os requisitos de
aposentadoria pelas regras atuais.
 Como é?
Três modalidades:

1. 1) Aposentadoria por idade: Aos 60 anos (mulheres) e 65 anos (homens), com mínimo de 15 anos de contribuição.
Valor do benefício: 70% da aposentadoria integral mais 1% por ano de contribuição. Com isso, 30 anos de serviço
dão direito à aposentadoria integral

2. 2) Por tempo de contribuição: 30 anos (mulheres) e 35 anos (homens). Valor do benefício: O valor da aposentadoria
integral é multiplicado pelo fator previdenciário, que varia conforme a idade e o tempo de contribuição do segurado.
Nessa modalidade, um trabalhador de 61 anos consegue aosentadoria integral se somar 40 anos de contribuição, por
exemplo
3. 3) Regra 85/95: Soma-se idade e anos de contribuição. No caso da mulher, se o resultado for 85 ela receberá
aposentadoria integral. Para o homem, a soma tem de ser de 95. Esses requisitos serão elevados a cada dois anos a
partir do fim de 2018, chegando a 90/100 do fim de 2026 em diante

Como fica
Modalidade única:
Aposentadoria aos 65 anos para homens e 62 para mulheres, com mínimo de 15 anos de contribuição.
Valor do benefício: 60% da média salarial para quem contribuiu por 25 anos , mais:

1) 1% a cada ano que superar 15 anos, até 25 anos. Assim, q uem contribuir por 20 anos terá 65% da média

2) 1,5% a cada ano que superar 25 anos, até 30 anos. Assim, quem contribuir por 30 anos terá 77,5% da
média

3) 2% para o que superar 30 anos, até 35 anos. Quem contribuir por 35 anos terá 87,5% da média

4) 2,5% para o que superar 35. Com isso, 40 anos de contribuição dão direito à aposentadoria integral
(100% da média) eu terei que trabalhar ate 71 anos para ter minha aposentadoria integral .... na modalidade
antiga eu terei a posentadoria integral com 60 anos!

Regra de transição
O trabalhador terá de contribuir por um tempo adicional de 30% em relação ao que falta para completar 30
anos (mulheres) ou 35 anos (homens) de contribuição. A idade mínima será a vigente no ano em que a
pessoa terminar de cumprir esse pedágio, partindo de um mínimo de 53 anos para mulheres e 55 para
homens. A partir de 2020, a idade mínima subirá um ano a cada dois anos, conforme tabela, até chegar a
62 anos para mulheres em 2036 e 65 para homens em 2038.
 PORTARIA Nº 2.528 DE 19 DE OUTUBRO DE 2006

Concomitante à regulamentação do SUS, o Brasil organiza-se para responder às crescentes demandas de sua
população que envelhece. A Política Nacional do Idoso, promulgada em 1994 e regulamentada em 1996, assegura
direitos sociais à pessoa idosa, criando condições para promover sua autonomia, integração e participação efetiva na
sociedade e reafirmando o direito à saúde nos diversos níveis de atendimento do SUS (Lei nº 8.842/94 e Decreto nº
1.948/96).

Em fevereiro de 2006, foi publicado, por meio da Portaria nº 399/GM, o documento das Diretrizes do Pacto pela
Saúde que contempla o Pacto pela Vida. Neste documento, a saúde do idoso aparece como uma das seis
prioridades pactuadas entre as três esferas de governo sendo apresentada uma série de ações que visam, em última
instância, à implementação de algumas das diretrizes da Política Nacional de Atenção à Saúde do Idoso.

O Grande Desafio: o Envelhecimento Populacional em Condição de Desigualdade Social e de Gênero

A heterogeneidade do grupo de idosos, seja em termos etários, de local de moradia ou socioeconômicos, acarreta
demandas diferenciadas, o que tem rebatimento na formulação de políticas públicas para o segmento .
REFERENCIAS
 http://sbgg.org.br/espaco-cuidador/o-que-e-geriatria-e-gerontologia/ - SITE da Soc. Brasil. De Geriatria e
Gerontologia
 http://www.sbgg-sp.com.br/pub/senescencia-e-senilidade-qual-a-diferenca/
 http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/estatuto_idoso_2ed.pdf
 http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2006/prt2528_19_10_2006.html Biblioteca Virtual da
Saúde - MS
 Como envelhecer com saúde – Luiz Bodachne – editora de Curitiba – PUC?
 Tratado de geriatria e gerontologia –Elizabete Freitas e Ligia Py – 4° ed.
 IBGE
 ANVISA
 PORTARIA Nº 2.528 DE 19 DE OUTUBRO DE 2006