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CASOS CLÍNICOS ENDOCRINOLOGIA

CURSO ESSENCIAL
João Sérgio Neves
(joaosergioneves@gmail.com)
CASO CLÍNICO 1
Uma mulher de 34 anos, recorre ao médico assistente por perda de peso acentuada (cerca de 10
kg), palpitações, aumento do número de dejeções por dia e tremores. Não apresenta
antecedentes relevantes. Ao exame físico apresenta TA 145/60 mmHg, FC 110 bpm, exoftalmia
bilateral simétrica, auscultação cardíaca com sopro sistólico de ejeção sem outras alterações
relevantes. Qual dos seguintes mecanismos fisiopatológicos melhor explica o presente quadro
clínico?
(A) Estimulação excessiva dos recetores da TSH
(B) Inflamação tiroideia
(C) Ingestão de hormonas tiroideias
(D) Produção autónoma de hormonas tiroideias
(E) Produção excessiva de TSH

Curso Essencial Casos Endocrinologia


CASO CLÍNICO 1
Uma mulher de 34 anos, recorre ao médico assistente por perda de peso acentuada (cerca de 10
kg), palpitações, aumento do número de dejeções por dia e tremores. Não apresenta
antecedentes relevantes. Ao exame físico apresenta TA 145/60 mmHg, FC 110 bpm, exoftalmia
bilateral simétrica, auscultação cardíaca com sopro sistólico de ejeção sem outras alterações
relevantes. Qual dos seguintes mecanismos fisiopatológicos melhor explica o presente quadro
clínico?
(A) Estimulação excessiva dos recetores da TSH
(B) Inflamação tiroideia
(C) Ingestão de hormonas tiroideias
(D) Produção autónoma de hormonas tiroideias
(E) Produção excessiva de TSH

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CASO CLÍNICO 2
Uma mulher de 28 anos, recorre ao médico assistente por história de fadiga, ganho de peso
(cerca de 5 kg), pele seca e obstipação desde há cerca de 3 meses. Refere que nos 3 meses
prévios tinha apresentado palpitações, tremores e hipersuodorese que resolveram antes do
aparecimento dos novos sintomas. De antecedentes relevantes apresenta asma e alergia à
penicilina. Teve duas gestações e dois partos eutócicos sem intercorrências (há 3 anos e há 7
meses). Qual dos seguintes lhe parece o diagnóstico mais provável?
(A) Crises de ansiedade
(B) Feocromocitoma
(C) Tiroidite pós-parto
(D) Tiroidite subaguda
(E) Carcinoma medular da tiroide

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CASO CLÍNICO 2
Uma mulher de 28 anos, recorre ao médico assistente por história de fadiga, ganho de peso
(cerca de 5 kg), pele seca e obstipação desde há cerca de 3 meses. Refere que nos 3 meses
prévios tinha apresentado palpitações, tremores e hipersuodorese que resolveram antes do
aparecimento dos novos sintomas. De antecedentes relevantes apresenta asma e alergia à
penicilina. Teve duas gestações e dois partos eutócicos sem intercorrências (há 3 anos e há 7
meses). Qual dos seguintes lhe parece o diagnóstico mais provável?
(A) Crises de ansiedade
(B) Feocromocitoma
(C) Tiroidite pós-parto
(D) Tiroidite subaguda
(E) Carcinoma medular da tiroide

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CASO CLÍNICO 3
Um homem de 28 anos recorre ao serviço de urgência por fadiga, náuseas, vómitos, tonturas e
diarreia. Recentemente foi diagnosticado um tumor hipofisário de 20 x 12 mm, detetado em TC
cerebral realizada devido a cefaleias frequentes. Encontra-se a aguardar consulta hospitalar de
endocrinologia. Não apresenta outros antecedentes relevantes nem faz medicação crónica. Ao
exame físico apresenta um aspeto pálido e mucosas ligeiramente desidratadas. Está consciente,
colaborante e orientado. Apresenta TA 100/60 mmHg e FC 86 bpm. O exame cardiopulmonar
não apresenta alterações e apresenta ligeiro desconforto à palpação abdominal.
Os resultados laboratoriais são os seguintes:
Hemoglobina 13,8 mg/dL Na+ 136 mEq/L
Leucócitos 6500/mm3 K+ 4,0 mEq/L
Plaquetas 157 000/mm3 Cl− 106 mEq/L
Ureia 40 mg/dL Cortisol 2 μg/dL (N = 5-18)
Creatinina 1,0 mg/dL ACTH 5 pg/mL (N = 7-50)
Glicose 72 mg/dL

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CASO CLÍNICO 3
Um homem de 28 anos recorre ao serviço de urgência por fadiga, náuseas, vómitos, tonturas e diarreia. Recentemente foi
diagnosticado um tumor hipofisário de 20 x 12 mm, detetado em TC cerebral realizada devido a cefaleias frequentes. Encontra-se a
aguardar consulta hospitalar de endocrinologia. Não apresenta outros antecedentes relevantes nem faz medicação crónica. Ao
exame físico apresenta umaspeto pálido e mucosas ligeiramente desidratadas. Está consciente, colaborante e orientado. Apresenta
TA 100/60 mmHg e FC 86 bpm. O exame cardiopulmonar não apresenta alterações e apresenta ligeiro desconforto à palpação
abdominal.

Os resultados laboratoriais são os seguintes:

Hemoglobina 13,8 mg/dL Leucócitos 6500/mm3 Plaquetas 157 000/mm3 Ureia 40 mg/dL Creat 1,0 mg/dL Glic 72 mg/dL

Na+ 136 mEq/L K+4,0 mEq/L Cl− 106 mEq/L Cortisol 2 μg/dL (N = 5-18) ACTH 5 pg/mL (N = 7-50)

Qual das seguintes terapêuticas deve ser instituída após a alta do serviço de urgência?
(A) Hidrocortisona
(B) Fludrocortisona
(C) Espirinolactona
(D) Hidrocortisona e fludrocortisona
(E) Hidrocortisona e espirinolactona

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CASO CLÍNICO 3
Um homem de 28 anos recorre ao serviço de urgência por fadiga, náuseas, vómitos, tonturas e diarreia. Recentemente foi
diagnosticado um tumor hipofisário de 20 x 12 mm, detetado em TC cerebral realizada devido a cefaleias frequentes. Encontra-se a
aguardar consulta hospitalar de endocrinologia. Não apresenta outros antecedentes relevantes nem faz medicação crónica. Ao
exame físico apresenta umaspeto pálido e mucosas ligeiramente desidratadas. Está consciente, colaborante e orientado. Apresenta
TA 100/60 mmHg e FC 86 bpm. O exame cardiopulmonar não apresenta alterações e apresenta ligeiro desconforto à palpação
abdominal.

Os resultados laboratoriais são os seguintes:

Hemoglobina 13,8 mg/dL Leucócitos 6500/mm3 Plaquetas 157 000/mm3 Ureia 40 mg/dL Creat 1,0 mg/dL Glic 72 mg/dL

Na+ 136 mEq/L K+4,0 mEq/L Cl− 106 mEq/L Cortisol 2 μg/dL (N = 5-18) ACTH 5 pg/mL (N = 7-50)

Qual das seguintes terapêuticas deve ser instituída após a alta do serviço de urgência?
(A) Hidrocortisona
(B) Fludrocortisona
(C) Espirinolactona
(D) Hidrocortisona e fludrocortisona
(E) Hidrocortisona e espirinolactona

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CASO CLÍNICO 4
Homem de 52 anos recorre ao médico assistente por dificuldade marcada em perder peso.
Refere dificuldade em realizar exercício físico por dores musculares nas coxas e dificuldade em
reduzir o aporte alimentar por apetite voraz. Refere também insónia inicial, sem outras queixas.
Ao exame objetivo apresenta peso de 112 kg, altura de 1,54 m (IMC 47,3), deposição de gordura
de predomínio abdominal e supraclavicular, estrias abdominais violáceas e edema ligeiro dos
membros inferiores.
Qual o passo mais apropriado na abordagem ao doente?
(A) Realização de bypass gástrico
(B) Tratamento com liraglutide
(C) Doseamento de TSH
(D) Doseamento de ACTH
(E) Doseamento de cortisol urinário de 24h

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CASO CLÍNICO 4
Homem de 52 anos recorre ao médico assistente por dificuldade marcada em perder peso.
Refere dificuldade em realizar exercício físico por dores musculares nas coxas e dificuldade em
reduzir o aporte alimentar por apetite voraz. Refere também insónia inicial, sem outras queixas.
Ao exame objetivo apresenta peso de 112 kg, altura de 1,54 m (IMC 47,3), deposição de gordura
de predomínio abdominal e supraclavicular, estrias abdominais violáceas e edema ligeiro dos
membros inferiores.
Qual o passo mais apropriado na abordagem ao doente?
(A) Realização de bypass gástrico
(B) Tratamento com liraglutide
(C) Doseamento de TSH
(D) Doseamento de ACTH
(E) Doseamento de cortisol urinário de 24h

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CASO CLÍNICO 5
Um jovem de 21 anos com diagnóstico de diabetes tipo 1 aos 12 anos, recorreu ao médico de
família para consulta de rotina. Não apresenta complicações crónicas de diabetes conhecidas. Na
data da consulta prévia estava medicado com insulina levemir 20 unidades de manhã e 20
unidades à noite e insulina glulisina 10 unidades ao pequeno-almoço, almoço e jantar.
Apresentava na consulta prévia HbA1c 7.2%. Por ter iniciado um novo emprego, não tem tido
tempo para administrar a insulina glulisina, pelo que decidiu aumentar a insulina levemir para 35
unidades de manhã e à noite.
Qual das seguintes alterações pode esperar no perfil glicémico do doente?
(A) Hipoglicemias de madrugada
(B) Hipoglicemia pós-prandial
(C) Hiperglicemia de jejum
(D) Hiperglicemia durante exercício físico
(E) Perfil glicémico normal

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CASO CLÍNICO 5
Um jovem de 21 anos com diagnóstico de diabetes tipo 1 aos 12 anos, recorreu ao médico de
família para consulta de rotina. Não apresenta complicações crónicas de diabetes conhecidas. Na
data da consulta prévia estava medicado com insulina levemir 20 unidades de manhã e 20
unidades à noite e insulina glulisina 10 unidades ao pequeno-almoço, almoço e jantar.
Apresentava na consulta prévia HbA1c 7.2%. Por ter iniciado um novo emprego, não tem tido
tempo para administrar a insulina glulisina, pelo que decidiu aumentar a insulina levemir para 35
unidades de manhã e à noite.
Qual das seguintes alterações pode esperar no perfil glicémico do doente?
(A) Hipoglicemias de madrugada
(B) Hipoglicemia pós-prandial
(C) Hiperglicemia de jejum
(D) Hiperglicemia durante exercício físico
(E) Perfil glicémico normal

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CASO CLÍNICO 6
Um homem de 65 anos com diabetes tipo 2 com 20 anos de evolução, medicado com
metformina, sitagliptina, insulina glargina, atorvastatina, amlodipina e aspirina, recorre ao
médico de família para avaliação de rotina. Apresenta polineuropatia simétrica distal e
retinopatia já submetida a fotocoagulação laser. No exame objetivo apresenta IMC 28,9 kg/m2,
tensão arterial 125/70 mmHg, auscultação cardiopulmonar e exame abdominal normais, e perda
da sensibilidade ao monofilamento nos pés bilateralmente. No estudo analítico apresenta HbA1c
6,7%, creatinina 1,3 mg/dL e excreção urinária de albumina 90 mg/g creatinina.
Qual das seguintes intervenções será mais eficaz na prevenção da progressão de nefropatia?
(A) Redução do consumo proteico
(B) Intensificação de controlo glicémico
(C) Perda de peso
(D) Tratamento com lisinopril
(E) Tratamento com pioglitazona

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CASO CLÍNICO 6
Um homem de 65 anos com diabetes tipo 2 com 20 anos de evolução, medicado com
metformina, sitagliptina, insulina glargina, atorvastatina, amlodipina e aspirina, recorre ao
médico de família para avaliação de rotina. Apresenta polineuropatia simétrica distal e
retinopatia já submetida a fotocoagulação laser. No exame objetivo apresenta IMC 28,9 kg/m2,
tensão arterial 125/70 mmHg, auscultação cardiopulmonar e exame abdominal normais, e perda
da sensibilidade ao monofilamento nos pés bilateralmente. No estudo analítico apresenta HbA1c
6,7%, creatinina 1,3 mg/dL e excreção urinária de albumina 90 mg/g creatinina.
Qual das seguintes intervenções será mais eficaz na prevenção da progressão de nefropatia?
(A) Redução do consumo proteico
(B) Intensificação de controlo glicémico
(C) Perda de peso
(D) Tratamento com lisinopril
(E) Tratamento com pioglitazona

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CASO CLÍNICO 7
Uma mulher de 58 anos com diagnostico de diabetes tipo 2 desde há 3 meses foi trazida ao
serviço de urgência por intoxicação medicamentosa. Após discussão com marido terá ingerido
todos os comprimidos de uma caixa de metformina (28 comprimidos).
Qual das seguintes alterações é mais provável observar?
(A) Insuficiência renal aguda
(B) Acidose lática
(C) Hipoglicemia
(D) Aumento do pCO2
(E) Hipocalémia

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CASO CLÍNICO 7
Uma mulher de 58 anos com diagnostico de diabetes tipo 2 desde há 3 meses foi trazida ao
serviço de urgência por intoxicação medicamentosa. Após discussão com marido terá ingerido
todos os comprimidos de uma caixa de metformina (28 comprimidos).
Qual das seguintes alterações é mais provável observar?
(A) Insuficiência renal aguda
(B) Acidose lática
(C) Hipoglicemia
(D) Aumento do pCO2
(E) Hipocalémia

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CASO CLÍNICO 8
Uma mulher de 55 anos de idade recorre ao consultório médico para uma consulta de rotina.
Refere sentir-se globalmente saudável, exceto apresentar obstipação crónica. Há dois anos teve
um episódio de litíase renal. Ela tem 155 cm de altura e pesa 68 kg; IMC 28 kg/m2. Os sinais vitais
são temperatura 37,0°C, frequência cardíaca 82/min, frequência respiratória 18/min e pressão
arterial 144/92 mmHg. O exame físico revela hiporreflexia simétrica bilateralmente. Uma
mamografia de rastreio não revela alterações. A densitometria óssea revela osteoporose ligeira.
O eletrocardiograma revela encurtamento do segmento QT.
Qual dos seguintes é o mecanismo mais provável responsável pela doença?
(A) Aumento da produção de PTH
(B) Diminuição da produção de T4 e T3
(C) Ativação ectópica da vitamina D
(D) Consumo excessivo de fosfato.
(E) Consumo excessivo de cálcio.

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CASO CLÍNICO 8
Uma mulher de 55 anos de idade recorre ao consultório médico para uma consulta de rotina.
Refere sentir-se globalmente saudável, exceto apresentar obstipação crónica. Há dois anos teve
um episódio de litíase renal. Ela tem 155 cm de altura e pesa 68 kg; IMC 28 kg/m2. Os sinais vitais
são temperatura 37,0°C, frequência cardíaca 82/min, frequência respiratória 18/min e pressão
arterial 144/92 mmHg. O exame físico revela hiporreflexia simétrica bilateralmente. Uma
mamografia de rastreio não revela alterações. A densitometria óssea revela osteoporose ligeira.
O eletrocardiograma revela encurtamento do segmento QT.
Qual dos seguintes é o mecanismo mais provável responsável pela doença?
(A) Aumento da produção de PTH
(B) Diminuição da produção de T4 e T3
(C) Ativação ectópica da vitamina D
(D) Consumo excessivo de fosfato.
(E) Consumo excessivo de cálcio.

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CASO CLÍNICO 9
Uma mulher de 32 anos foi submetida a tiroidectomia total por bócio multinodular. Um mês
após a cirurgia iniciou quadro de parestesias periorais e parestesias dos dedos dos pés. Realizou
estudo analítico que demonstrou cálcio baixo, fósforo elevado e PTH baixa.
Qual dos seguintes é o tratamento mais adequado?
(A) Suplementação de PTH
(B) Suplementação de cálcio
(C) Suplementação de cálcio e vitamina D
(D) Suplementação de cálcio e 1,25-OH-vitamina D
(E) Suplementação de 1,25-OH-vitamina D

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CASO CLÍNICO 9
Uma mulher de 32 anos foi submetida a tiroidectomia total por bócio multinodular. Um mês
após a cirurgia iniciou quadro de parestesias periorais e parestesias dos dedos dos pés. Realizou
estudo analítico que demonstrou cálcio baixo, fósforo elevado e PTH baixa.
Qual dos seguintes é o tratamento mais adequado?
(A) Suplementação de PTH
(B) Suplementação de cálcio
(C) Suplementação de cálcio e vitamina D
(D) Suplementação de cálcio e 1,25-OH-vitamina D
(E) Suplementação de 1,25-OH-vitamina D

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CASO CLÍNICO 10
Uma mulher de 62 anos de idade recorre ao consultório médico para consulta de seguimento de
diabetes mellitus diagnosticada há cinco anos. Ela refere que tem ganho peso e que tem tido
aumento da glicemia. Ela não consegue especificar a causa do aumento de peso. Refere que
reduziu o consumo de gorduras tanto quanto possível. Ela tem pouca atividade física e tem uma
ocupação sedentária. Toma metformina duas vezes por dia, amlodipina uma vez por dia e
indapamida uma vez por dia. Não tem alergias. Os sinais vitais são temperatura 37,0°C,
frequência cardíaca 84/min, frequência respiratória 14/min e pressão arterial 130/78 mm Hg. O
exame dos pulmões e coração não revela alterações. O exame neurológico não revela qualquer
perda de sensibilidade. A fundoscopia revela vasos com estenose ligeira.
Os resultados laboratoriais são os seguintes:
Ureia 40 mg/dL Colesterol total 172 mg/dL
Creatinina 1,0 mg/dL Colesterol HDL 51 mg/dL
Glicose 102 mg/dL Colesterol LDL 90 mg/dL
HbA1c 6,9 % Triglicerídeos 152 mg/dL
Albumina urin. 10 mg/g creat.

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CASO CLÍNICO 10
Uma mulher de 62 anos de idade recorre ao consultório médico para consulta de seguimento de diabetes mellitus diagnosticada há
cinco anos. Ela refere que tem ganho peso e que tem tido aumento da glicemia. Ela não consegue especificar a causa do aumento
de peso. Refere que reduziu o consumo de gorduras tanto quanto possível. Ela tem pouca atividade física e tem uma ocupação
sedentária. Toma metformina duas vezes por dia, amlodipina uma vez por dia e indapamida uma vez por dia. Não tem alergias. Os
sinais vitais são temperatura 37,0°C, frequência cardíaca 84/min, frequência respiratória 14/min e pressão arterial 130/78 mm Hg.
O exame dos pulmões e coração não revela alterações. O exame neurológico não revela qualquer perda de sensibilidade. A
fundoscopia revela vasos com estenose ligeira. Os resultados laboratoriais são os seguintes:
Ureia 40 mg/dL Creatinina 1,0 mg/dL Glicose 102 mg/dL HbA1c 6,9 % Albumina urin. 10 mg/g creat.
Colesterol total 172 mg/dL Colesterol HDL 51 mg/dL Colesterol LDL 90 mg/dL Triglicerídeos 152 mg/dL

Qual das seguintes é a abordagem mais adequada?


(A) Iniciar insulina glargina
(B) Iniciar lisinopril
(C) Iniciar rosuvastatina
(D) Iniciar bisoprolol
(E) Manter terapêutica atual

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CASO CLÍNICO 10
Uma mulher de 62 anos de idade recorre ao consultório médico para consulta de seguimento de diabetes mellitus diagnosticada há
cinco anos. Ela refere que tem ganho peso e que tem tido aumento da glicemia. Ela não consegue especificar a causa do aumento
de peso. Refere que reduziu o consumo de gorduras tanto quanto possível. Ela tem pouca atividade física e tem uma ocupação
sedentária. Toma metformina duas vezes por dia, amlodipina uma vez por dia e indapamida uma vez por dia. Não tem alergias. Os
sinais vitais são temperatura 37,0°C, frequência cardíaca 84/min, frequência respiratória 14/min e pressão arterial 130/78 mm Hg.
O exame dos pulmões e coração não revela alterações. O exame neurológico não revela qualquer perda de sensibilidade. A
fundoscopia revela vasos com estenose ligeira. Os resultados laboratoriais são os seguintes:
Ureia 40 mg/dL Creatinina 1,0 mg/dL Glicose 102 mg/dL HbA1c 6,9 % Albumina urin. 10 mg/g creat.
Colesterol total 172 mg/dL Colesterol HDL 51 mg/dL Colesterol LDL 90 mg/dL Triglicerídeos 152 mg/dL

Qual das seguintes é a abordagem mais adequada?


(A) Iniciar insulina glargina
(B) Iniciar lisinopril
(C) Iniciar rosuvastatina
(D) Iniciar bisoprolol
(E) Manter terapêutica atual

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CASO CLÍNICO 11
Uma mulher de 45 anos recorre a consulta médica de rotina. Realizou estudo analítico recente
que demonstra colesterol total 400 mg/dL, colesterol HDL 50 mg/dL, triglicerídeos 155 mg/dL e
colesterol LDL 319. O pai faleceu de enfarte agudo do miocárdio aos 48 anos de idade. Não
apresenta outros antecedentes relevantes. Ao exame físico apresenta IMC 24,5 kg/m2, tensão
arterial 126/80 mmHg e xantelasmas bilateralmente.
Qual dos seguintes é o mecanismo fisiopatológico mais provável?
(A) Elevação da lipoproteína (a)
(B) Mutação da lípase de lipoproteínas
(C) Mutação da apoproteína C2
(D) Mutação do recetor LDL
(E) Síntese excessiva de VLDL

Curso Essencial Casos Endocrinologia


CASO CLÍNICO 11
Uma mulher de 45 anos recorre a consulta médica de rotina. Realizou estudo analítico recente
que demonstra colesterol total 400 mg/dL, colesterol HDL 50 mg/dL, triglicerídeos 155 mg/dL e
colesterol LDL 319. O pai faleceu de enfarte agudo do miocárdio aos 48 anos de idade. Não
apresenta outros antecedentes relevantes. Ao exame físico apresenta IMC 24,5 kg/m2, tensão
arterial 126/80 mmHg e xantelasmas bilateralmente.
Qual dos seguintes é o mecanismo fisiopatológico mais provável?
(A) Elevação da lipoproteína (a)
(B) Mutação da lípase de lipoproteínas
(C) Mutação da apoproteína C2
(D) Mutação do recetor LDL
(E) Síntese excessiva de VLDL

Curso Essencial Casos Endocrinologia


CASO CLÍNICO 12
Uma mulher de 32 anos recorre ao médico assistente por astenia e esquecimentos frequentes.
Não apresenta antecedentes relevantes. Pratica exercício físico regular e faz uma alimentação
vegan. Os sinais vitais são temperatura 36,8°C, frequência cardíaca 74/min, frequência
respiratória 12/min e pressão arterial 120/62 mm Hg. O exame dos pulmões e coração não
revela alterações. O exame neurológico demonstra neuropatia sensitiva dos membros inferiores.
Os resultados laboratoriais são os seguintes:
Hemoglobina 8,1 g/dL Glicose 72 mg/dL
Volume corpuscular médio 108 μm3 HbA1c 4,9 %
Leucócitos 3900/mm3 Colesterol total 170 mg/dL
Plaquetas 130000/mm3 Colesterol HDL 80 mg/dL
Ureia 40 mg/dL Colesterol LDL 62 mg/dL
Creatinina 0,7 mg/dL Triglicerídeos 140 mg/dL

Curso Essencial Casos Endocrinologia


CASO CLÍNICO 12
Uma mulher de 32 anos recorre ao médico assistente por astenia e esquecimentos frequentes. Não apresenta antecedentes
relevantes. Pratica exercício físico regular e faz uma alimentação vegan. Os sinais vitais são temperatura 36,8°C, frequência cardíaca
74/min, frequência respiratória 12/min e pressão arterial 120/62 mm Hg. O exame dos pulmões e coração não revela alterações. O
exame neurológico demonstra neuropatia sensitiva dos membros inferiores.

Os resultados laboratoriais são os seguintes:


Hemoglobina 8,1 g/dL Volume corpuscular médio 108 μm3 Leucócitos 3900/mm3 Plaquetas 130000/mm3 Ureia 40 mg/dL
Creatinina 0,7 mg/dL Glicose 72 mg/dL HbA1c 4,9 % Colesterol total 170 mg/dL Colesterol HDL 80 mg/dL
Colesterol LDL 62 mg/dL Triglicerídeos 140 mg/dL
Qual dos seguintes défices nutricionais é mais provável?
(A) Deficiência proteico-calórica
(B) Deficiência de tiamina
(C) Deficiência de folatos
(D) Deficiência de ferro
(E) Deficiência de vitamina B12

Curso Essencial Casos Endocrinologia


CASO CLÍNICO 12
Uma mulher de 32 anos recorre ao médico assistente por astenia e esquecimentos frequentes. Não apresenta antecedentes
relevantes. Pratica exercício físico regular e faz uma alimentação vegan. Os sinais vitais são temperatura 36,8°C, frequência cardíaca
74/min, frequência respiratória 12/min e pressão arterial 120/62 mm Hg. O exame dos pulmões e coração não revela alterações. O
exame neurológico demonstra neuropatia sensitiva dos membros inferiores.

Os resultados laboratoriais são os seguintes:


Hemoglobina 8,1 g/dL Volume corpuscular médio 108 μm3 Leucócitos 3900/mm3 Plaquetas 130000/mm3 Ureia 40 mg/dL
Creatinina 0,7 mg/dL Glicose 72 mg/dL HbA1c 4,9 % Colesterol total 170 mg/dL Colesterol HDL 80 mg/dL
Colesterol LDL 62 mg/dL Triglicerídeos 140 mg/dL
Qual dos seguintes défices nutricionais é mais provável?
(A) Deficiência proteico-calórica
(B) Deficiência de tiamina
(C) Deficiência de folatos
(D) Deficiência de ferro
(E) Deficiência de vitamina B12

Curso Essencial Casos Endocrinologia


CASO CLÍNICO 13
Uma mulher de 40 recorre ao médico de família por dificuldade em perder peso. Refere já ter
tentado várias dietas diferentes e vários planos de exercício físico sempre sem sucesso.
Apresenta excesso de peso desde a infância, tenho apresentado maior ganho de peso após o
nascimento do seu filho. Não tem diabetes, hipertensão, dislipidemia ou outras comorbilidades.
Os pais e os dois irmãos apresentam obesidade. O filho de 15 anos apresenta excesso de peso.
Não faz medicação diariamente. Ao exame objetivo apresenta peso 96 kg, altura 1,60 m, IMC
37,5 kg/m2. Não apresenta fácies em lua cheia, gordura dorso-cervical ou supraclavicular, não
apresenta estrias ou equimoses. Não apresenta edema dos membros inferiores ou outras
alterações relevantes. Qual dos seguintes é o mecanismo mais provável para a obesidade?
(A) Hiperprodução de cortisol pela suprarrenal
(B) Diminuição dos efeitos das hormonas tiroideias
(C) Interação de polimorfismos genéticos com fatores ambientais
(D) Mutação do gene da leptina
(E) Perda de porções do braço longo do cromossoma 15

Curso Essencial Casos Endocrinologia


CASO CLÍNICO 13
Uma mulher de 40 recorre ao médico de família por dificuldade em perder peso. Refere já ter
tentado várias dietas diferentes e vários planos de exercício físico sempre sem sucesso.
Apresenta excesso de peso desde a infância, tenho apresentado maior ganho de peso após o
nascimento do seu filho. Não tem diabetes, hipertensão, dislipidemia ou outras comorbilidades.
Os pais e os dois irmãos apresentam obesidade. O filho de 15 anos apresenta excesso de peso.
Não faz medicação diariamente. Ao exame objetivo apresenta peso 96 kg, altura 1,60 m, IMC
37,5 kg/m2. Não apresenta fácies em lua cheia, gordura dorso-cervical ou supraclavicular, não
apresenta estrias ou equimoses. Não apresenta edema dos membros inferiores ou outras
alterações relevantes. Qual dos seguintes é o mecanismo mais provável para a obesidade?
(A) Hiperprodução de cortisol pela suprarrenal
(B) Diminuição dos efeitos das hormonas tiroideias
(C) Interação de polimorfismos genéticos com fatores ambientais
(D) Mutação do gene da leptina
(E) Perda de porções do braço longo do cromossoma 15

Curso Essencial Casos Endocrinologia


CASO CLÍNICO 14
Um homem de 55 anos recorre a consulta médica de rotina. O doente nega qualquer
sintomatologia. Apresenta um estilo de vida sedentário e tem uma dieta à base de fritos e
estufados, sem consumo habitual de legumes ou fruta. Não tem outros antecedentes relevantes.
Ao exame objetivo apresenta peso 130 kg, altura 1,72 m, IMC 43,9. Exame cardiopulmonar sem
alterações. Inspeção e palpação abdominal sem alterações.
Qual o próximo passo neste doente?
(A) Medidas de estilo de vida
(B) Metformina
(C) Liraglutido
(D) Orlistat
(E) Cirurgia bariátrica

Curso Essencial Casos Endocrinologia


CASO CLÍNICO 14
Um homem de 55 anos recorre a consulta médica de rotina. O doente nega qualquer
sintomatologia. Apresenta um estilo de vida sedentário e tem uma dieta à base de fritos e
estufados, sem consumo habitual de legumes ou fruta. Não tem outros antecedentes relevantes.
Ao exame objetivo apresenta peso 130 kg, altura 1,72 m, IMC 43,9. Exame cardiopulmonar sem
alterações. Inspeção e palpação abdominal sem alterações.
Qual o próximo passo neste doente?
(A) Medidas de estilo de vida
(B) Metformina
(C) Liraglutido
(D) Orlistat
(E) Cirurgia bariátrica

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CASO CLÍNICO 15
Mulher de 38 anos, recorre ao médico assistente por amenorreia com 4 meses de evolução e
escorrência mamária de líquido bilateralmente. Refere sensação de tensão mamária ocasional e
cefaleias de intensidade moderada frequentes. Realizou estudo analítico que demonstrou
elevação da prolactina (1020 ng/dL, N = 5-40) sem outras alterações relevantes. Em estudo de
campos visuais apresenta perda de campos visuais periféricos bilateralmente. Realizou uma
ressonância magnética com a seguinte imagem:

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CASO CLÍNICO 15
Mulher de 38 anos, recorre ao médico assistente por amenorreia com 4
meses de evolução e escorrência mamária de líquido bilateralmente. Refere
sensação de tensão mamária ocasional e cefaleias de intensidade moderada
frequentes. Realizou estudo analítico que demonstrou elevação da
prolactina (1020 ng/dL, N = 5-40) sem outras alterações relevantes. Em
estudo de campos visuais apresenta perda de campos visuais periféricos
bilateralmente. Realizou uma ressonância magnética com a seguinte
imagem:

Qual dos seguintes é tratamento mais adequado?


(A) Cirurgia transfenoidal
(B) Cirurgia transcraniana
(C) Radioterapia hipofisária
(D) Cabergolina
(E) Octreótido

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CASO CLÍNICO 15
Mulher de 38 anos, recorre ao médico assistente por amenorreia com 4
meses de evolução e escorrência mamária de líquido bilateralmente. Refere
sensação de tensão mamária ocasional e cefaleias de intensidade moderada
frequentes. Realizou estudo analítico que demonstrou elevação da
prolactina (1020 ng/dL, N = 5-40) sem outras alterações relevantes. Em
estudo de campos visuais apresenta perda de campos visuais periféricos
bilateralmente. Realizou uma ressonância magnética com a seguinte
imagem:

Qual dos seguintes é tratamento mais adequado?


(A) Cirurgia transfenoidal
(B) Cirurgia transcraniana
(C) Radioterapia hipofisária
(D) Cabergolina
(E) Octreótido

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CASO CLÍNICO 16
Homem de 50 anos com história de tumor hipofisário não-funcionante submetido a cirurgia
hipofisária há 1 ano, recorre a consulta médica por aumento de peso, fadiga, intolerância ao frio
e obstipação. Está medicado com hidrocortisona 10 mg de manhã e 5 mg à tarde. No exame
objetivo apresenta peso de 70 kg, altura de 1,65 m, TA 130/90 mmHg, FC 62bpm, auscultação
cardiopulmonar sem alterações. Edema simétrico não depressível dos membros inferiores.
No estudo analítico apresenta T4 livre 0,60 (N = 0,70 – 1,48), TSH 1,25 (N = 0,35 – 4,95),
Cortisol 4 μg/dL (N = 5-18), ACTH 6 pg/mL (N = 7-50)
Qual dos seguintes diagnósticos é mais apropriado?
(A) Hipotiroidismo primário
(B) Hipotiroidismo secundário
(C) Síndrome da doença não-tiroideia
(D) Hipertiroidismo primário
(E) Hipertiroidismo secundário

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CASO CLÍNICO 16
Homem de 50 anos com história de tumor hipofisário não-funcionante submetido a cirurgia
hipofisária há 1 ano, recorre a consulta médica por aumento de peso, fadiga, intolerância ao frio
e obstipação. Está medicado com hidrocortisona 10 mg de manhã e 5 mg à tarde. No exame
objetivo apresenta peso de 70 kg, altura de 1,65 m, TA 130/90 mmHg, FC 62bpm, auscultação
cardiopulmonar sem alterações. Edema simétrico não depressível dos membros inferiores.
No estudo analítico apresenta T4 livre 0,60 (N = 0,70 – 1,48), TSH 1,25 (N = 0,35 – 4,95),
Cortisol 4 μg/dL (N = 5-18), ACTH 6 pg/mL (N = 7-50)
Qual dos seguintes diagnósticos é mais apropriado?
(A) Hipotiroidismo primário
(B) Hipotiroidismo secundário
(C) Síndrome da doença não-tiroideia
(D) Hipertiroidismo primário
(E) Hipertiroidismo secundário

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CASO CLÍNICO 17
Um homem de 28 anos, recorreu a consulta médica por poliúria e polidipsia. Bebia diariamente
mais de 5L de água e levantava-se múltiplas vezes durante a noite para beber água. Realizou
estudo analítico que demonstrou sódio plasmático de 150 mEq/L, osmolaridade plasmática de
310 mOsm/L com osmolaridade urinária simultânea de 150 mOsm/L. Após administração de
vasopressina endovenosa apresentou redução de osmolaridade plasmática para 295 mOsm/L e
aumento da osmolaridade urinária para 800 mOsm/L.
Qual dos seguintes diagnósticos é mais apropriado?
(A) Síndrome da secreção inapropriada de ADH
(B) Diabetes insípida central
(C) Diabetes insípida nefrogénica
(D) Diabetes mellitus
(E) Pan-hipopituitarismo

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CASO CLÍNICO 17
Um homem de 28 anos, recorreu a consulta médica por poliúria e polidipsia. Bebia diariamente
mais de 5L de água e levantava-se múltiplas vezes durante a noite para beber água. Realizou
estudo analítico que demonstrou sódio plasmático de 150 mEq/L, osmolaridade plasmática de
310 mOsm/L com osmolaridade urinária simultânea de 150 mOsm/L. Após administração de
vasopressina endovenosa apresentou redução de osmolaridade plasmática para 295 mOsm/L e
aumento da osmolaridade urinária para 800 mOsm/L.
Qual dos seguintes diagnósticos é mais apropriado?
(A) Síndrome da secreção inapropriada de ADH
(B) Diabetes insípida central
(C) Diabetes insípida nefrogénica
(D) Diabetes mellitus
(E) Pan-hipopituitarismo

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CASO CLÍNICO 18
Um homem de 34 anos, recorreu a consulta médica por disfunção erétil. Refere dificuldade em
iniciar ou manter uma ereção. Apresenta ereções noturnas raras. Refere associadamente
diminuição da líbido, diminuição da energia e diminuição da massa muscular e força muscular.
Sem antecedentes pessoais relevantes conhecidos. Sem medicação habitual.
Qual dos seguintes é o diagnóstico mais provável?
(A) Disfunção erétil psicogénica
(B) Disfunção erétil iatrogénica
(C) Disfunção erétil por hipogonadismo
(D) Disfunção erétil vasculogénica
(E) Disfunção erétil neurogénica

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CASO CLÍNICO 18
Um homem de 34 anos, recorreu a consulta médica por disfunção erétil. Refere dificuldade em
iniciar ou manter uma ereção. Apresenta ereções noturnas raras. Refere associadamente
diminuição da líbido, diminuição da energia e diminuição da massa muscular e força muscular.
Sem antecedentes pessoais relevantes conhecidos. Sem medicação habitual.
Qual dos seguintes é o diagnóstico mais provável?
(A) Disfunção erétil psicogénica
(B) Disfunção erétil iatrogénica
(C) Disfunção erétil por hipogonadismo
(D) Disfunção erétil vasculogénica
(E) Disfunção erétil neurogénica

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CASO CLÍNICO 19
Homem de 64 anos recorre a consulta médica para avaliação de rotina. Doente refere manter
dores ósseas nas pernas que apresenta há cerca de 4 anos, sem outras queixas. O doente não
apresenta outros antecedentes relevantes, nem medicação crónica. Não consome bebidas
alcoólicas nem fuma. No exame objetivo apresenta peso 75 kg, altura 1,68 m, exame
cardiopulmonar e abdominal normais. Apresenta arqueamento ligeiro bilateral das pernas, sem
outras alterações relevantes.
Os resultados laboratoriais são os seguintes:
Hemoglobina 13,1 g/dL ALT 25 U/L
Leucócitos 6000/mm3 AST 32 U/L
Plaquetas 230000/mm3 Bilirrubina total 0,7 mg/dL
Ureia 35 mg/dL Fosfatase alcalina 1220 U/L
Creatinina 0,7 mg/dL Gama GT 25 U/L
Tempo de protrombina 11 seg

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CASO CLÍNICO 19
Homem de 64 anos recorre a consulta médica para avaliação de rotina. Doente refere manter dores ósseas nas pernas que
apresenta há cerca de 4 anos, sem outras queixas. O doente não apresenta outros antecedentes relevantes, nem medicação
crónica. Não consome bebidas alcoólicas nem fuma. No exame objetivo apresenta peso 75 kg, altura 1,68 m, exame
cardiopulmonar e abdominal normais. Apresenta arqueamento ligeiro bilateral das pernas, sem outras alterações relevantes.

Os resultados laboratoriais são os seguintes: Hemoglobina 13,1 g/dL Leucócitos 6000/mm3 Plaquetas 230000/mm3
Ureia 35 mg/dL Creatinina 0,7 mg/dL Tempo de protrombina 11 seg ALT 25 U/L AST 32 U/L Bilirrubina total 0,7 mg/dL

Fosfatase alcalina 1220 U/L Gama GT 25 U/L

Qual dos seguintes é o diagnóstico mais provável?


(A) Colangite esclerosante
(B) Doença de Paget
(C) Esteato-hepatite não alcoólica
(D) Colangite bilar primária
(E) Sarcoidose hepática

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CASO CLÍNICO 19
Homem de 64 anos recorre a consulta médica para avaliação de rotina. Doente refere manter dores ósseas nas pernas que
apresenta há cerca de 4 anos, sem outras queixas. O doente não apresenta outros antecedentes relevantes, nem medicação
crónica. Não consome bebidas alcoólicas nem fuma. No exame objetivo apresenta peso 75 kg, altura 1,68 m, exame
cardiopulmonar e abdominal normais. Apresenta arqueamento ligeiro bilateral das pernas, sem outras alterações relevantes.

Os resultados laboratoriais são os seguintes: Hemoglobina 13,1 g/dL Leucócitos 6000/mm3 Plaquetas 230000/mm3
Ureia 35 mg/dL Creatinina 0,7 mg/dL Tempo de protrombina 11 seg ALT 25 U/L AST 32 U/L Bilirrubina total 0,7 mg/dL

Fosfatase alcalina 1220 U/L Gama GT 25 U/L

Qual dos seguintes é o diagnóstico mais provável?


(A) Colangite esclerosante
(B) Doença de Paget
(C) Esteato-hepatite não alcoólica
(D) Colangite bilar primária
(E) Sarcoidose hepática

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CASO CLÍNICO 20
Um homem de 63 anos, recorreu a consulta médica para avaliação de rotina. Apresenta diabetes
tipo 2 diagnosticada há 6 meses. Associadamente apresenta hipertensão e dislipidemia. Não tem
sintomas de novo. Não tem outros antecedentes pessoais ou familiares relevantes. Está
medicado com metformina, sinvastatina e indapamida. Ao exame objetivo apresenta peso 90 kg,
altura 1,62 m, IMC 34,3 kg/m2, TA 125/80 mmHg, exame cardiopulmonar sem alterações. O
exame neurológico não revela qualquer perda de sensibilidade.
Qual dos seguintes procedimentos está indicado?
(A) Ecocardiograma
(B) Avaliação oftalmológica
(C) Doppler carotídeo
(D) Prova de esforço
(E) Ecografia tiroideia

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CASO CLÍNICO 20
Um homem de 63 anos, recorreu a consulta médica para avaliação de rotina. Apresenta diabetes
tipo 2 diagnosticada há 6 meses. Associadamente apresenta hipertensão e dislipidemia. Não tem
sintomas de novo. Não tem outros antecedentes pessoais ou familiares relevantes. Está
medicado com metformina, sinvastatina e indapamida. Ao exame objetivo apresenta peso 90 kg,
altura 1,62 m, IMC 34,3 kg/m2, TA 125/80 mmHg, exame cardiopulmonar sem alterações. O
exame neurológico não revela qualquer perda de sensibilidade.
Qual dos seguintes procedimentos está indicado?
(A) Ecocardiograma
(B) Avaliação oftalmológica
(C) Doppler carotídeo
(D) Prova de esforço
(E) Ecografia tiroideia

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CASO CLÍNICO 21
Mulher, 19 anos, sem antecedentes conhecidos é levada ao serviço de urgência por alteração do
estado de consciência. Desde há cerca de 4 meses que apresenta quadro de poliúria, polidipsia,
polifagia e perda de peso. No serviço de urgência a tensão arterial era de 90/54 mmHg, a
frequência cardíaca de 124 bpm, a temperatura 37.4ºC e a frequência respiratória de 30 cpm.
Apresentava glicemia capilar de 434 mg/dl, pH 7,20, HCO3- 12 mEq/L e K+ 2.9 mEq/L.
Qual das seguintes terapêuticas é mais apropriada neste momento?
(A) Insulina IV e fluidoterapia
(B) Potássio IV e fluidoterapia
(C) Insulina IV e potássio IV
(D) Insulina IV, potássio IV e fluidoterapia
(E) Fluidoterapia

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CASO CLÍNICO 21
Mulher, 19 anos, sem antecedentes conhecidos é levada ao serviço de urgência por alteração do
estado de consciência. Desde há cerca de 4 meses que apresenta quadro de poliúria, polidipsia,
polifagia e perda de peso. No serviço de urgência a tensão arterial era de 90/54 mmHg, a
frequência cardíaca de 124 bpm, a temperatura 37.4ºC e a frequência respiratória de 30 cpm.
Apresentava glicemia capilar de 434 mg/dl, pH 7,20, HCO3- 12 mEq/L e K+ 2.9 mEq/L.
Qual das seguintes terapêuticas é mais apropriada neste momento?
(A) Insulina IV e fluidoterapia
(B) Potássio IV e fluidoterapia
(C) Insulina IV e potássio IV
(D) Insulina IV, potássio IV e fluidoterapia
(E) Fluidoterapia

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CASO CLÍNICO 22
Um homem de 24 anos de idade recorre ao consultório médico devido a uma história
progressiva de fadiga e tonturas. Apresenta ainda náuseas ligeiras sem vómitos nem
irritabilidade associados. Tem história de tiroidite de Hashimoto desde há 12 anos sem outros
antecedentes relevantes. Está medicado com levotiroxina. Não bebe bebidas alcoólicas nem
fuma. Os sinais vitais são temperatura 37,1°C, frequência cardíaca 110/min sentado e 132/min
em pé, frequência respiratória 22/min e pressão arterial 108/80 mm Hg sentado e 88/70 mm Hg
em pé. Ao exame físico apresenta hiperpigmentação e manchas de vitiligo nos antebraços. No
estudo laboratorial apresenta sódio 132 mEq/L e potássio 5,6 mEq/L.
Qual das seguintes alterações laboratoriais é mais provável?
(A) Cortisol aumentado, ACTH aumentado, renina aumentada, aldosterona aumentada
(B) Cortisol aumentado, ACTH aumentado, renina diminuída, aldosterona diminuída
(C) Cortisol diminuído, ACTH aumentado, renina aumentada, aldosterona diminuída
(D) Cortisol diminuído, ACTH diminuído, renina diminuída, aldosterona diminuída
(E) Cortisol diminuído, ACTH aumentado, renina diminuída, aldosterona aumentada

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CASO CLÍNICO 22
Um homem de 24 anos de idade recorre ao consultório médico devido a uma história
progressiva de fadiga e tonturas. Apresenta ainda náuseas ligeiras sem vómitos nem
irritabilidade associados. Tem história de tiroidite de Hashimoto desde há 12 anos sem outros
antecedentes relevantes. Está medicado com levotiroxina. Não bebe bebidas alcoólicas nem
fuma. Os sinais vitais são temperatura 37,1°C, frequência cardíaca 110/min sentado e 132/min
em pé, frequência respiratória 22/min e pressão arterial 108/80 mm Hg sentado e 88/70 mm Hg
em pé. Ao exame físico apresenta hiperpigmentação e manchas de vitiligo nos antebraços. No
estudo laboratorial apresenta sódio 132 mEq/L e potássio 5,6 mEq/L.
Qual das seguintes alterações laboratoriais é mais provável?
(A) Cortisol aumentado, ACTH aumentado, renina aumentada, aldosterona aumentada
(B) Cortisol aumentado, ACTH aumentado, renina diminuída, aldosterona diminuída
(C) Cortisol diminuído, ACTH aumentado, renina aumentada, aldosterona diminuída
(D) Cortisol diminuído, ACTH diminuído, renina diminuída, aldosterona diminuída
(E) Cortisol diminuído, ACTH aumentado, renina diminuída, aldosterona aumentada

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CASO CLÍNICO 23
Uma mulher de 46 anos recorreu ao médico de família para consulta de rotina. Sente-se bem,
referindo apenas cansaço ocasional nos dias de maior esforço no trabalho. Não fuma nem
consome bebidas alcoólicas. Está medicada com alprazolam em SOS em caso de ansiedade. Os
sinais vitais são temperatura 36,6°C, frequência cardíaca 62/min, pressão arterial 130/70 mm Hg.
A auscultação pulmonar é normal. O exame cardíaco revela frequência cardíaca regular e rítmica.
O exame neurológico não demonstra alterações.
O estudo laboratorial releva o seguinte:
Plasma Urina 24h
Cálcio 11,5 mg/dL (N = 8,4 – 10,2) Cálcio 20 mg/24 (N = 100 – 300)
Fósforo 3,5 mg/dL Osmolalidade 400 (N = 50 – 1400)
Creatinina 0,8 mg/dL Creatinina 1300 (N = 600 – 1700)
Ureia 10 mg/d

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CASO CLÍNICO 23
Uma mulher de 46 anos recorreu ao médico de família para consulta de rotina. Sente-se bem, referindo apenas cansaço ocasional
nos dias de maior esforço no trabalho. Não fuma nem consome bebidas alcoólicas. Está medicada com alprazolam em SOS em caso
de ansiedade. Os sinais vitais são temperatura 36,6°C, frequência cardíaca 62/min, pressão arterial 130/70 mm Hg. A auscultação
pulmonar é normal. O exame cardíaco revela frequência cardíaca regular e rítmica. Oexame neurológico não demonstra alterações.
O estudo laboratorial releva o seguinte:
Plasma - Cálcio 11,5 mg/dL (N = 8,4 – 10,2) Fósforo3,5 mg/dL Creatinina 0,8 mg/dL Ureia 10 mg/d;
Urina - Cálcio 20 mg/24 (N = 100 – 300) Osmolalidade 400 (N = 50 – 1400) Creatinina 1300 (N = 600 – 1700)

Qual dos seguintes é o diagnóstico mais provável?


(A) Hiperparatiroidismo primário
(B) Hiperparatiroidismo secundário
(C) Hipercalcemia familiar benigna
(D) Síndrome leite alcalino
(E) Hipoparatiroidismo primário

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CASO CLÍNICO 23
Uma mulher de 46 anos recorreu ao médico de família para consulta de rotina. Sente-se bem, referindo apenas cansaço ocasional
nos dias de maior esforço no trabalho. Não fuma nem consome bebidas alcoólicas. Está medicada com alprazolam em SOS em caso
de ansiedade. Os sinais vitais são temperatura 36,6°C, frequência cardíaca 62/min, pressão arterial 130/70 mm Hg. A auscultação
pulmonar é normal. O exame cardíaco revela frequência cardíaca regular e rítmica. Oexame neurológico não demonstra alterações.
O estudo laboratorial releva o seguinte:
Plasma - Cálcio 11,5 mg/dL (N = 8,4 – 10,2) Fósforo3,5 mg/dL Creatinina 0,8 mg/dL Ureia 10 mg/d;
Urina - Cálcio 20 mg/24 (N = 100 – 300) Osmolalidade 400 (N = 50 – 1400) Creatinina 1300 (N = 600 – 1700)

Qual dos seguintes é o diagnóstico mais provável?


(A) Hiperparatiroidismo primário
(B) Hiperparatiroidismo secundário
(C) Hipercalcemia familiar benigna
(D) Síndrome leite alcalino
(E) Hipoparatiroidismo primário

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CASO CLÍNICO 24
Homem de 56 anos com diabetes mellitus tipo 2, é avaliado em consulta de rotina. Encontra-se
assintomático. Apresenta de antecedentes dislipidemia, hipertensão e doença coronária
(submetido a cateterização com colocação de stent há 3 anos). Está medicado com metformina,
lisinopril, carvedilol, aspirina e atorvastatina 40 mg/dia. Ele mede 170 cm de altura e pesa 86,5
kg; IMC 29,9 kg/m2. Os sinais vitais são temperatura 36,5°C, frequência cardíaca 65/min,
frequência respiratória 14/min e pressão arterial 120/75 mm Hg. As auscultações cardíaca e
pulmonar não revelam alterações. O exame neurológico não releva alterações.
Os resultados laboratoriais são os seguintes:
Ureia 40 mg/dL Colesterol total 162 mg/dL
Creatinina 1,0 mg/dL Colesterol HDL 49 mg/dL
Glicose 102 mg/dL Colesterol LDL 77 mg/dL
HbA1c 6,5 % Triglicerídeos 180 mg/dL

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CASO CLÍNICO 24
Homem de 56 anos com diabetes mellitus tipo 2, é avaliado em consulta de rotina. Encontra-se assintomático. Apresenta de
antecedentes dislipidemia, hipertensão e doença coronária (submetido a cateterização com colocação de stent há 3 anos). Está
medicado com metformina, lisinopril, carvedilol, aspirina e atorvastatina 40 mg/dia. Ele mede 170 cm de altura e pesa 86,5 kg; IMC
29,9 kg/m2. Os sinais vitais são temperatura 36,5°C, frequência cardíaca 65/min, frequência respiratória 14/min e pressão arterial
120/75 mm Hg. As auscultações cardíaca e pulmonar não revelam alterações. O exame neurológico não releva alterações.
Os resultados laboratoriais são os seguintes:
Ureia 40 mg/dL Creatinina 1,0 mg/dL Glicose 102 mg/dL HbA1c 6,5 %
Colesterol total 162 mg/dL Colesterol HDL 49 mg/dL Colesterol LDL 77 mg/dL Triglicerídeos 180 mg/dL

Qual das seguintes atitudes é a mais adequada para o tratamento da doente?


(A) Prescrever fenofibrato
(B) Prescrever ezetimibe
(C) Prescrever clopidogrel
(D) Prescrever insulina glargina
(E) Manter terapêutica atual

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CASO CLÍNICO 24
Homem de 56 anos com diabetes mellitus tipo 2, é avaliado em consulta de rotina. Encontra-se assintomático. Apresenta de
antecedentes dislipidemia, hipertensão e doença coronária (submetido a cateterização com colocação de stent há 3 anos). Está
medicado com metformina, lisinopril, carvedilol, aspirina e atorvastatina 40 mg/dia. Ele mede 170 cm de altura e pesa 86,5 kg; IMC
29,9 kg/m2. Os sinais vitais são temperatura 36,5°C, frequência cardíaca 65/min, frequência respiratória 14/min e pressão arterial
120/75 mm Hg. As auscultações cardíaca e pulmonar não revelam alterações. O exame neurológico não releva alterações.
Os resultados laboratoriais são os seguintes:
Ureia 40 mg/dL Creatinina 1,0 mg/dL Glicose 102 mg/dL HbA1c 6,5 %
Colesterol total 162 mg/dL Colesterol HDL 49 mg/dL Colesterol LDL 77 mg/dL Triglicerídeos 180 mg/dL

Qual das seguintes atitudes é a mais adequada para o tratamento da doente?


(A) Prescrever fenofibrato
(B) Prescrever ezetimibe
(C) Prescrever clopidogrel
(D) Prescrever insulina glargina
(E) Manter terapêutica atual

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CASO CLÍNICO 25
Homem de 72 anos encontra-se internado em Serviço de Medicina interna por fibrilhação
auricular com resposta ventricular rápida. Apresenta história de dislipidemia e hipertensão. Tem
mantido o peso e apetite estáveis nos últimos meses, não tem queixas gastrointestinais ou outra
sintomatologia adicional. Está medicado com bisoprolol, digoxina, atorvastatina e lisinopril. No
segundo dia de internamento apresenta temperatura 36°C, frequência cardíaca 72/min,
frequência respiratória 12/min e pressão arterial 120/82 mm Hg. A glândula tiroideia não é
palpável, nem se ouvem sopros. Observa-se ligeiro edema dos pés. O restante exame físico não
revela alterações. O estudo de função tiroideia realizado nesta data revela:
TSH 7,2 mU/L (N = 0,5 – 5,0)
T4 5 µg/L (N = 5 – 12)
T3 90 ng/dL (N = 115 – 190)
Anticorpos anti-TPO e anti-Tg negativos

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CASO CLÍNICO 25
Homem de 72 anos encontra-se internado em Serviço de Medicina interna por fibrilhação auricular com resposta ventricular rápida.
Apresenta história de dislipidemia e hipertensão. Tem mantido o peso e apetite estáveis nos últimos meses, não tem queixas
gastrointestinais ou outra sintomatologia adicional. Está medicado com bisoprolol, digoxina, atorvastatina e lisinopril. No segundo
dia de internamento apresenta temperatura 36°C, frequência cardíaca 72/min, frequência respiratória 12/min e pressão arterial
120/82 mm Hg. A glândula tiroideia não é palpável, nem se ouvem sopros. Observa-se ligeiro edema dos pés. O restante exame
físico não revela alterações. O estudo de função tiroideia realizado nesta data revela:
TSH 7,2 mU/L (N = 0,5 – 5,0) T4 5 µg/L (N = 5 – 12) T3 90 ng/dL (N = 115 – 190) Anticorpos anti-TPO e anti-Tg negativos

Qual dos seguintes é o diagnóstico mais provável?


(A) Hipotiroidismo subclínico
(B) Hipotiroidismo clínico
(C) Doença de Quervain
(D) Doença de Graves
(E) Síndrome do doente eutiroideu

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CASO CLÍNICO 25
Homem de 72 anos encontra-se internado em Serviço de Medicina interna por fibrilhação auricular com resposta ventricular rápida.
Apresenta história de dislipidemia e hipertensão. Tem mantido o peso e apetite estáveis nos últimos meses, não tem queixas
gastrointestinais ou outra sintomatologia adicional. Está medicado com bisoprolol, digoxina, atorvastatina e lisinopril. No segundo
dia de internamento apresenta temperatura 36°C, frequência cardíaca 72/min, frequência respiratória 12/min e pressão arterial
120/82 mm Hg. A glândula tiroideia não é palpável, nem se ouvem sopros. Observa-se ligeiro edema dos pés. O restante exame
físico não revela alterações. O estudo de função tiroideia realizado nesta data revela:
TSH 7,2 mU/L (N = 0,5 – 5,0) T4 5 µg/L (N = 5 – 12) T3 90 ng/dL (N = 115 – 190) Anticorpos anti-TPO e anti-Tg negativos

Qual dos seguintes é o diagnóstico mais provável?


(A) Hipotiroidismo subclínico
(B) Hipotiroidismo clínico
(C) Doença de Quervain
(D) Doença de Graves
(E) Síndrome do doente eutiroideu

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CASO CLÍNICO 26
Homem de 50 anos sem seguimento médico regular, recorre a consulta médica para “saber se
está tudo bem”. Refere sentir-se saudável e sem qualquer sintomatologia. Refere fumar 20
cigarros por dia desde os 30 anos. Não consome bebidas alcoólicas. Não faz medicação crónica.
Desconhece antecedentes patológicos relevantes. Ele mede 160 cm de altura e pesa 87 kg; IMC
34,0 kg/m2. Os sinais vitais são temperatura 36,5°C, frequência cardíaca 70/min, frequência
respiratória 12/min e pressão arterial 130/82 mm Hg. As auscultações cardíaca e pulmonar não
revelam alterações. Sem edemas dos membros inferiores.
Qual dos seguintes testes diagnósticos está indicado?
(A) Densitometria óssea
(B) Monitorização ambulatória contínua da tensão arterial
(C) Eletrocardiograma
(D) Hemoglobina glicada
(E) Sedimento urinário

Curso Essencial Casos Endocrinologia


CASO CLÍNICO 26
Homem de 50 anos sem seguimento médico regular, recorre a consulta médica para “saber se
está tudo bem”. Refere sentir-se saudável e sem qualquer sintomatologia. Refere fumar 20
cigarros por dia desde os 30 anos. Não consome bebidas alcoólicas. Não faz medicação crónica.
Desconhece antecedentes patológicos relevantes. Ele mede 160 cm de altura e pesa 87 kg; IMC
34,0 kg/m2. Os sinais vitais são temperatura 36,5°C, frequência cardíaca 70/min, frequência
respiratória 12/min e pressão arterial 130/82 mm Hg. As auscultações cardíaca e pulmonar não
revelam alterações. Sem edemas dos membros inferiores.
Qual dos seguintes testes diagnósticos está indicado?
(A) Densitometria óssea
(B) Monitorização ambulatória contínua da tensão arterial
(C) Eletrocardiograma
(D) Hemoglobina glicada
(E) Sedimento urinário

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CASO CLÍNICO 27
Mulher de 29 anos recorre a consulta médica para avaliação de rotina. Trabalha como secretária
e tem 2 filhos. Está medicada apenas com estroprogestativo oral. Não tem alergias. Os sinais
vitais são temperatura 37,1°C, frequência cardíaca 84/min, frequência respiratória 12/min e
pressão arterial 149/91 mm Hg. O exame dos pulmões e coração não revela alterações. Não
apresenta edema dos membros inferiores.
O estudo laboratorial demonstra os seguintes resultados:
Hemoglobina 13,1 mg/dL Na+ 141 mEq/L
Leucócitos 7500/mm3 K+ 3,3 mEq/L
Plaquetas 257 000/mm3 Cl- 106 mEq/L

Ureia 42 mg/dL Ca2+ 10,0 mg/dL

Creatinina 0,9 mg/dL Fósforo 3,5 mg/dL

Glicose 82 mg/dL

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CASO CLÍNICO 27
Mulher de 29 anos recorre a consulta médica para avaliação de rotina. Trabalha como secretária e tem 2 filhos. Está medicada
apenas com estroprogestativo oral. Não tem alergias. Os sinais vitais são temperatura 37,1°C, frequência cardíaca 84/min,
frequência respiratória 12/min e pressão arterial 149/91 mm Hg. O exame dos pulmões e coração não revela alterações. Não
apresenta edema dos membros inferiores.
O estudo laboratorial demonstra os seguintes resultados:
Hemoglobina 13,1 mg/dL Leucócitos 7500/mm3 Plaquetas 257 000/mm3 Ureia 42 mg/dL Creatinina 0,9 mg/dL
Glicose 82 mg/dL Na+ 141 mEq/L K+ 3,3 mEq/L Cl- 106 mEq/L Ca2+ 10,0 mg/dL Fósforo 3,5 mg/dL

Qual dos seguintes é o passo mais apropriado na abordagem desta doente neste momento?
(A) Iniciar lisinopril
(B) Iniciar bisoprolol
(C) Dosear renina e aldosterona
(D) Dosear metanefrinas urinárias
(E) TC abdominal

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CASO CLÍNICO 27
Mulher de 29 anos recorre a consulta médica para avaliação de rotina. Trabalha como secretária e tem 2 filhos. Está medicada
apenas com estroprogestativo oral. Não tem alergias. Os sinais vitais são temperatura 37,1°C, frequência cardíaca 84/min,
frequência respiratória 12/min e pressão arterial 149/91 mm Hg. O exame dos pulmões e coração não revela alterações. Não
apresenta edema dos membros inferiores.
O estudo laboratorial demonstra os seguintes resultados:
Hemoglobina 13,1 mg/dL Leucócitos 7500/mm3 Plaquetas 257 000/mm3 Ureia 42 mg/dL Creatinina 0,9 mg/dL
Glicose 82 mg/dL Na+ 141 mEq/L K+ 3,3 mEq/L Cl- 106 mEq/L Ca2+ 10,0 mg/dL Fósforo 3,5 mg/dL

Qual dos seguintes é o passo mais apropriado na abordagem desta doente neste momento?
(A) Iniciar lisinopril
(B) Iniciar bisoprolol
(C) Dosear renina e aldosterona
(D) Dosear metanefrinas urinárias
(E) TC abdominal

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CASOS CLÍNICOS ENDOCRINOLOGIA
CURSO ESSENCIAL
João Sérgio Neves
(joaosergioneves@gmail.com)