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“PROVA DE CARGA ESTÁTICA INSTRUMENTADA EM ESTACA METÁLICA DE SEÇÃO DECRESCENTE COM A PROFUNDIDADE –

“PROVA DE CARGA ESTÁTICA INSTRUMENTADA EM ESTACA METÁLICA DE SEÇÃO DECRESCENTE COM A PROFUNDIDADE – ANÁLISE DE DESEMPENHO E CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO”

COM A PROFUNDIDADE – ANÁLISE DE DESEMPENHO E CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO” Frederico Falconi Wanderley Perez Jr.

Frederico Falconi Wanderley Perez Jr.

Histórico das Estacas Metálicas 2002 2005 Perfis metálicos laminados ou soldados e Trilhos
Histórico das Estacas Metálicas
2002
2005
Perfis metálicos laminados
ou soldados e Trilhos
2005 Perfis metálicos laminados ou soldados e Trilhos LAMINADOS         ESPECIFICAÇÃO

LAMINADOS

       

ESPECIFICAÇÃO

H 6" X 6"

H 8" X 4"

I10 X 4 5/8"

I12 X 5 1/4"

 

2

ÁREA DE AÇO (cm )

47,3

34,8

 

48,1

 

77,3

PESO (kg/m)

37,1

27,3

 

37,7

 

60,6

CARGA MÁXIMA (tf)

40,0

30,0

 

40,0

 

60,0

TRILHOS

         

ESPECIFICAÇÃO

TR 25

TR 32

 

TR 37

 

TR 45

TR 50

TR 57

2

ÁREA DE AÇO (cm )

31,4

40,9

 

47,3

 

56,8

64,2

72,0

PESO (kg/m)

24,7

32,0

 

37,1

 

44,7

50,4

57,0

CARGA MÁXIMA (tf)

25,0

35,0

 

40,0

 

45,0

55,0

60,0

fyk = 2500 kgf/cm²
fyk = 2500 kgf/cm²
Histórico das Estacas Metálicas SÉRIE 150 SÉRIE 200 2002 2005 Perfis metálicos SÉRIE 250 laminados
Histórico das Estacas Metálicas
SÉRIE 150
SÉRIE 200
2002
2005
Perfis
metálicos
SÉRIE 250
laminados e
Trilhos
Novos perfis
SÉRIE 310
• Ampla variedade de bitolas de 150 a 610mm;
• Perfis de abas paralelas que facilitam a solda de
SÉRIE 360
filete ;
SÉRIE 410
Perfis mais leves e mais resistentes:
fyk = 3450 kgf/cm²
SÉRIE 460
SÉRIE 530
SÉRIE 610

Estacas Metálicas a partir de 2002

Ampla variedade de bitolas para perfis de um mesmo grupo ( mesma altura interna e dimensões externas semelhante

EXEMPLO : SÉRIE 310 BITOLA HPHP 310310 XX 7979 HP 310 X 79 HP 310
EXEMPLO : SÉRIE 310
BITOLA
HPHP 310310 XX 7979
HP 310 X
79
HP 310 X 93
W 310 X 97
W 310 X 107
HP 310 X 110
HP 310 X 117
HP 310 X 125
2
ÁREA DE AÇO (cm )
100,0
119,2
123,6
136,4
141,0
149,9
159,0
MASSA (kg/m)
79,0
93,0
97,0
107,0
110,0
117,0
125,0
PERÍMETRO COLADO (cm)177,0
178,0
179,0
180,0
180,0
180,0
181,0
COLADO (cm)177,0 178,0 179,0 180,0 180,0 180,0 181,0 Area: 100 a 159 cm² => 60% massa:
COLADO (cm)177,0 178,0 179,0 180,0 180,0 180,0 181,0 Area: 100 a 159 cm² => 60% massa:

Area: 100 a 159 cm² => 60%

180,0 180,0 180,0 181,0 Area: 100 a 159 cm² => 60% massa: 79 a 125 kg/m

massa: 79 a 125 kg/m => 60%

Perímetro: 177 a 181 cm => 2,5%

Histórico das Estacas Metálicas

2002 2005 Nova gama de Perfis metálicos
2002
2005
Nova gama de
Perfis metálicos

Solução com estacas Metálicas com seção decrescente com a profundidade

2002 2005 Nova gama de Perfis metálicos Solução com estacas Metálicas com seção decrescente com a

Estacas Metálicas com seção decrescente com a profundidade

Definição: estacas constituídas por perfis metálicos com dimensões de aba e alma semelhantes, porém com espessuras menores ao longo da profundidade.

Exemplo

com espessuras menores ao longo da profundidade. Exemplo SEÇÃO TIPICA DA ESTACA COTA DE TOPO 3º
SEÇÃO TIPICA DA ESTACA COTA DE TOPO 3º ELEMENTO: W310X97 COMPRIMENTO = 12 m 2º
SEÇÃO TIPICA DA ESTACA
COTA DE TOPO
3º ELEMENTO:
W310X97
COMPRIMENTO =
12 m
2º ELEMENTO:
HP310X93
COMPRIMENTO =
12 m
1º ELEMENTO:
HP310X79
COMPRIMENTO =
24 m
COTA DE PONTA

Estacas Metálicas com seção decrescente com a profundidade

Critérios de dimensionamento:

a) Atender ao diagrama de transferência de cargas

DIAGRAMA DE TRANSFERÊNCIA DE CARGAS

ATUANTES Carga (tf) 0 6 12 18 24 30 36 42 PERFIL 48 SEÇÃO CARGA
ATUANTES
Carga (tf)
0
6
12
18
24
30
36
42
PERFIL
48
SEÇÃO
CARGA NA PONTA
CONSTANTE
PROFUNDIDADE (m)
0
50
80 tf
100
120 tf
150
150 tf
200
220 tf
250
ELEMENTO1º
ELEMENTO
ELEMENTO2º
4º ELEMENTO3º
AUMENTO DE MASSA
Critérios de dimensionamento: b) É indispensável que os perfis sejam do mesmo grupo de fabricação
Critérios de dimensionamento:
b) É indispensável que os perfis sejam do mesmo grupo de fabricação
(dimensões semelhantes) para que não comprometa o procedimento
e a qualidade das soldas.
10
10
10
10
50
50
50
50
ESCALA (mm)
ESCALA (mm)
ESCALA (mm)
ESCALA (mm)
HP 310 X 93
HP 310 X 93
HP 310 X 93

Estacas Metálicas com seção decrescente com

a profundidade

Detalhes da solda

DETALHE DA EMENDA DOS PERFIS PERSPECTIVA PLANTA VISTA FRONTAL CHAPA PROVENIENTE SOLDA DA ABA PERFIL
DETALHE DA EMENDA DOS PERFIS
PERSPECTIVA
PLANTA
VISTA FRONTAL
CHAPA PROVENIENTE
SOLDA
DA ABA
PERFIL METÁLICO
CHAPA PROVENIENTE
CHAPA PROVENIENTE
SOLDA
DA ALMA
DA ABA
CHAPA PROVENIENTE
SOLDA DE TOPO
DA ABA
PERFIL METÁLICO
ENCHIMENTO
COM SOLDA
CHAPA PROVENIENTE
CHAPA PROVENIENTE
DA ALMA
DA ALMA
ENCHIMENTO
COM SOLDA

Estacas Metálicas com seção decrescente com

a profundidade

Detalhes da solda

Estacas Metálicas com seção decrescente com a profundidade Detalhes da solda HP 310 X 93 HP

HP 310 X 93

HP 310 X 79

Estacas Metálicas com seção decrescente com a profundidade Critérios de dimensionamento: c) Carga Admissível à
Estacas Metálicas com seção decrescente com
a profundidade
Critérios de dimensionamento:
c) Carga Admissível à Compressão
Valor em
Nd = fyk x As*
(NBR6122/96)
discussão
2
As -> Área de aço já descontada a espessura de 1,5mm
devido a corrosão ( NBR-6122/96 - item 7.8.2.3.2)
Casos de obra
Jaboatão dos Guararapes-P.E., agosto-2005
Jaboatão dos Guararapes, 2005 Solução com estacas de seção variável = 1050 t de aço
Jaboatão dos Guararapes, 2005
Solução com estacas de seção variável = 1050 t de aço
Economia de
120 t (10%)
Solução com estacas de constante = 1170 t de aço
Jaboatão dos Guararapes, 2005
PERFIL GEOTÉCNICO
0,0
ATERRO
5,6
TURFA
10,0
ARGILA
MUITO MOLE
C/ MAT.
ORGÂNICA
18,0
AREIA
COMPACTA
24,0

Jaboatão dos Guararapes, 2005 Cravação em andamento

Jaboatão dos Guararapes, 2005 Cravação em andamento

Jaboatão dos Guararapes, 2005 Cravação

Jaboatão dos Guararapes, 2005 Cravação

Jaboatão dos Guararapes, 2005 Emenda dos perfis

Jaboatão dos Guararapes, 2005 Emenda dos perfis

Jaboatão dos Guararapes, 2005 Emenda dos perfis

Jaboatão dos Guararapes, 2005 Emenda dos perfis

Casos de obra Santos –S.P, 2005 a 2007

PROVAS DE CARGA INSTRUMENTADAS CANAL 5 CANAL 6 CANAL 4 CANAL 1 CANAL 2 CANAL
PROVAS DE CARGA
INSTRUMENTADAS
CANAL 5
CANAL 6
CANAL 4
CANAL 1
CANAL 2
CANAL 3

Santos, 2006

Características da obra “PRED”

•Localização: Canal 6 –Santos –S.P.;

•24 pavimentos;

•Cargas nos pilares:

corpo do prédio: 400 a 1500 tf periferia: de 50 a 150 tf

•Soluções de Fundações estudadas:

-Estacas escavadas de grande diâmetro -Estacas metálicas de seção constante -Estacas metálicas de seção decrescente

-Estacas metálicas de seção constante -Estacas metálicas de seção decrescente ECONOMIA EM PESO NO AÇO DE

ECONOMIA EM PESO NO AÇO DE

12%

Santos, 2006-

Obra: “PRED”

Projeto CARGA MÁXIMA DE TRABALHO 247 tf
Projeto
CARGA MÁXIMA
DE TRABALHO
247 tf

Santos, 2006

Obra “PRED”

PERFIL GEOTÉCNICO

LOCAL

RUA JOAQUIM MONTENEGRO - SANTOS -S.P.

PERFIL - SP03

PROF.(M)

SPT

 

DESCRICAÇÃO

 

0 -

 

1

15

 

2

14

 

3

6

 

4

5

5

6

AREIA FINA SILTOSA, POUCO A

6

15

MEDIANAMENTE COMPACTA, CINZA

7 17 SPTmedio 12

7

17

SPTmedio

12

8

19

9

13

 

10

1

11

1

12

1

13

1

14

1

15

1

16

1

310x 93 HP 310x110HP

17

1

18

1

ARGILA MARINHA SILTOSA, MUITO

19

2

MOLE, CINZA ESCURA

20

1

SPTmedio 1,6

21

2

22

2

ARGILAS SFL (MASSAD, 1990)

23

2

24

2

25

2

26

2

27

2

 

28

2

 

29

2

30

2

31

2

32

2

33

2

 

34

2

   

35 2

36 2

37 2 ARGILA MARINHA ARENOSA, MOLE

 

38 3 A MUITO MOLE, CINZA ESCURA

39 4

SPTmedio 3

40 4 ARGILAS SFL (MASSAD, 1990)

 

41 4

HP 310x 79

HP 310x 79
 

42 22

   

43 42

AREIA FINA SILTOSA, COM DETRITOS

44 29

VEGETAIS, COMPACTA, CINZA E MARROM

45 28

SPTmedio 30

 

46 5 ARGILA MARINHA SILTOSA, PCO

 

47 6 ARENOSA, MOLE Á MÉDIA, CINZA

SPTmedio

6

 

48 56

AREIA FINA SILTOSA, COM DETRITOS

 
 

49 6 ARGILA MARINHA SILTOSA, POUCO

 
 

50 7 COM DETRITOS VEGETAIS,MEDIA, CINZA

 
5 1 SPTmedio 7 7

51 SPTmedio 7

7

 

52 49

   
 

53 60

54 53

AREIA FINA SILTOSA COMPACTA A

55 43

MUITO COMPACTA, CINZA E MARROM

56 30

SPTmedio 44

57 30

58 8

AREIA FINA SILTOSA POUCO ARGLOSA

 

59 11

MEDIANAMENTE COMPACTA, CINZA

60 16

SPTmedio 12

Santos, 2006

Obra: “Pred”

Cravação em andamento

Santos, 2006 Obra: “Pred” Cravação em andamento

Santos, 2006

Obra: “Pred”

Instalação dos Strain Gages

CABOS STRAIN GAGES
CABOS
STRAIN GAGES
Santos, 2006 Obra: “Pred” Instalação dos Strain Gages PROTETOR P/ STRAIN TUBO DE AÇO GALVANIZADO
Santos, 2006
Obra: “Pred”
Instalação dos Strain Gages
PROTETOR
P/ STRAIN
TUBO DE AÇO
GALVANIZADO
PARA
PASSAGEM
DOS CABOS
GAGES
REDUTOR DE
ATRITO
PONTA DO
PERFIL

Santos, 2006-

Obra: “Pred”

VISTA DO REDUTOR DE ATRITO

Santos, 2006- Obra: “Pred” VISTA DO REDUTOR DE ATRITO REDUTOR DE ATRITO STRAIN GAGES PROTEGIDOS
Santos, 2006- Obra: “Pred” VISTA DO REDUTOR DE ATRITO REDUTOR DE ATRITO STRAIN GAGES PROTEGIDOS
Santos, 2006- Obra: “Pred” VISTA DO REDUTOR DE ATRITO REDUTOR DE ATRITO STRAIN GAGES PROTEGIDOS

REDUTOR

DE

ATRITO

STRAIN

GAGES

PROTEGIDOS

Santos, 2006-

Obra: “Pred”

Instalação dos Strain Gages

FIXAÇÃO DOS TUBOS NO PERFIL
FIXAÇÃO DOS
TUBOS NO
PERFIL

Santos, 2006

Obra: “Pred”

RESULTADOS

• OS TUBOS NÃO SUPORTARAM OS ESFORÇOS DE CRAVAÇÃO E ACABARAM DESPRENDENDO DO PERFIL;

•OS STRAIN GAGES FORAM PERDIDOS;

•A CRAVAÇÃO FOI EXTREMAMENTE DEMORADA, DIFICULTANDO TODO O PROCESSO E PERMITINDO A RECUPERAÇÃO (“SET-UP”);

•A CARGA DE RUPTURA FOI SATISFATÓRIA, OBTENDO-SE UM COEFICIENTE DE SEGURANÇA DE 1,65 .

Santos, 2006

Obra: “Pred”

SISTEMA DE REAÇÃO DA PROVA DE CARGA

Santos, 2006 Obra: “Pred” SISTEMA DE REAÇÃO DA PROVA DE CARGA

Santos, 2006

Obra: “Pred”

LEITURAS DE DESLOCAMENTO

Santos, 2006 Obra: “Pred” LEITURAS DE DESLOCAMENTO
Santos, 2006 Obra: “Pred” Curva - Carga x Recalque Carga ( tf ) 0 50
Santos, 2006
Obra: “Pred”
Curva - Carga x Recalque
Carga ( tf )
0
50
100
150
200
250
300
350
400
450
0
-10
-20
-30
-40
-50
Curva
-60
FS=1,65
Ajustada"
-70
-80
-90
Não foi
possível
-100
manter
a carga
-110
-120
-130
Recalque ( mm )

Santos, 2006

Obra: Conf

Características:

•Localização: entre Canais 2 e 3 –Santos –S.P.;

•23 Pavimentos;

•Cargas nos pilares: de 200 a 1500 tf

•Soluções de Fundações estudadas:

-Estacas escavadas de grande diâmetro -Estacas metálicas de seção constante -Estacas metálicas de seção decrescente

-Estacas metálicas de seção constante -Estacas metálicas de seção decrescente ECONOMIA EM PESO DO AÇO DE

ECONOMIA EM PESO DO AÇO DE

14%

Santos, 2006- Obra: “CONF” Características do Projeto Santos, 2006- Obra “CONF” – Perfil Geotécnico cota
Santos, 2006-
Obra: “CONF”
Características do Projeto
Santos, 2006-
Obra “CONF” – Perfil Geotécnico
cota sondagem100,45
COTA PROF.(M)
SPT
DESCRICAÇÃO
0
0
cotas
99,45
1
10
99,00
0,0 COTA DE CRAVAÇÃO =
99,00
98,45
2
9
(-1,45) SONDAGENS
97,45
3
26
96,45
4
32
95,45
5
19
94,45
6
19
AREIA FINA SILTOSA,
MEDIANAMENTE COMPACTA A COMPACTA, CINZA
123,6
93,45
7
13
92,45
8
10
W 310 X 97
Area Aço (cm²)=
Area circunscrita (cm²)=
Perimetro colado (cm)=
939,4
179
91,45
9
14
90,45
90,45
10
5
89,45
11
4
89,25
AREIA FINA SILTOSA, COM NÓDULOS DE
ARGILA, FOFA A PCO COMPACTA, CINZA
88,45
12
2
87,45
13
2
86,45
14
2
-13,0 (COTA 86,00)
85,45
15
2
ARGILA MARINHA , PCO ARENOSA
84,45
16
3
MUITO MOLE, CINZA ESCURA
83,45
17
2
HP 310 X 93
Area Aço (cm²)=
Area circunscrita (cm²)=
119,6
82,45
18
50
82,25
933,24
81,45
19
34
Perimetro colado (cm)=
178
80,45
20
58
AREIA FINA SILTOSA, MUITO COMPACTA A
COMPACTA, CINZA
'
79,45
21
44
78,45
22
17
78,05
1º nível de Strain Gages (-20,5m)
COTA 78,50
77,45
23
3
76,45
24
3
75,45
25
3
74,45
26
4
-25,0 (COTA 74,00)
73,45
27
3
72,45
28
3
ARGILA MARINHA PCO ARENOSA COM NÓDULOS
DE AREIA, MOLE, CINZA ESCURA
71,45
29
3
70,45
30
3
69,45
31
3
100
68,45
32
4
914,94
67,45
33
5
HP 310 X 79
Area Aço (cm²)=
Area circunscrita (cm²)=
Perimetro colado (cm)=
177,0
66,45
34
5
65,95
65,45
35
5
AREIA FINA SILTOSA, COM MICA, POUCO
64,45
36
6
64,15
COMPACTA, CINZA ESCURA
2º nível de Strain Gages (-34,0m),
Cota 65,00
63,45
37
5
62,45
38
5
-37,0 (COTA 62,00)
61,45
39
6
60,45
40
5
59,45
41
6
ARGILA MARINHA POUCO ARENOSA, MOLE
58,45
42
5
CINZA ESCURA
100
57,45
43
6
HP 310 X 79
Area Aço (cm²)=
Area circunscrita (cm²)=
Perimetro colado (cm)=
914,94
56,45
44
5
177,0
55,45
45
6
54,45
46
5
53,55
53,45
47
12
52,80
AREIA FINA SILTOSA, COM MICA, POUCO
52,45
48
16
51,45
49
19
3º nível de Strain Gages (-48,0m)
Cota 51,0
50,45
50
9
AREIA FINA E MÉDIA SILTOSA, COM MICA, POUCO
-49,0 (COTA 50,00)
49,45
51
15
48,45
52
16
ARGILOSA, C/ PEDREGULHOD FINOS, MEDIANAMENTE
COMPACTA, CINZA
47,45
53
29
46,96
4º ELEMENTO
ELEMENTO3º
ELEMENTO
1º ELEMENTO2º

Santos, 2006

Obra: “Conf”

Instalação dos Strain Gages

CHAPA DE CABOS PROTEÇÃO CHAPA DE PROTEÇÃO CABOS STRAIN GAGES CABOS STRAIN CHAPA DE GAGES
CHAPA DE
CABOS
PROTEÇÃO
CHAPA DE
PROTEÇÃO
CABOS
STRAIN
GAGES
CABOS
STRAIN
CHAPA DE
GAGES
PROTEÇÃO
Gages CHAPA DE CABOS PROTEÇÃO CHAPA DE PROTEÇÃO CABOS STRAIN GAGES CABOS STRAIN CHAPA DE GAGES

Santos, 2006

Obra: “Conf”

Detalhe da Cantoneira

Santos, 2006 Obra: “Conf” Detalhe da Cantoneira

Santos, 2006

Obra: “Conf”

Detalhe da Cantoneira

Santos, 2006 Obra: “Conf” Detalhe da Cantoneira

Santos, 2006

Obra: “Conf”

Problemas durante a solda

Santos, 2006 Obra: “Conf” Problemas durante a solda

Santos, 2006

Obra: “Conf”

Problemas durante a solda

Santos, 2006 Obra: “Conf” Problemas durante a solda

Santos, 2006

Obra: “Conf”

Instalação dos Strain Gages

Santos, 2006 Obra: “Conf” Instalação dos Strain Gages

Instalação dos Strain Gages

1
1
3
3
2
2
4
4

Instalação dos Strain Gages

5
5
6
6
7
7

Cravação

Cravação INICIO FINAL DO 1°ELEMENTO 1ª EMENDA

INICIO

Cravação INICIO FINAL DO 1°ELEMENTO 1ª EMENDA

FINAL DO 1°ELEMENTO

Cravação INICIO FINAL DO 1°ELEMENTO 1ª EMENDA

1ª EMENDA

Cravação - Execução das soldas

Cravação - Execução das soldas EXECUÇÃO DAS SOLDAS CABOS PROTEGIDOS CANTONEIRA VISTA DO PERFIL CRAVADO
Cravação - Execução das soldas EXECUÇÃO DAS SOLDAS CABOS PROTEGIDOS CANTONEIRA VISTA DO PERFIL CRAVADO

EXECUÇÃO DAS SOLDAS

Cravação - Execução das soldas EXECUÇÃO DAS SOLDAS CABOS PROTEGIDOS CANTONEIRA VISTA DO PERFIL CRAVADO

CABOS

PROTEGIDOS

CANTONEIRA

VISTA DO PERFIL CRAVADO

Cravação - Execução das soldas

2° 1°

SOLDA DAS CANTONEIRAS

Cravação - Execução das soldas 2° 1° SOLDA DAS CANTONEIRAS RESFRIAMENTO DURANTE A SOLDA

RESFRIAMENTO DURANTE A SOLDA

GRÁFICO DE CRAVAÇÃO Cravação - Resultados Nº DE GOLP ES 0 1 2 3 •
GRÁFICO DE CRAVAÇÃO
Cravação - Resultados
Nº DE GOLP ES
0
1
2
3
• A estaca atingiu o comprimento
previsto de 49,0m
4
5
6
7
• Nega ao final da cravação
= 69mm;
8
9
10
11
repique elástico = 18 mm
12
13
14
15
(peso do martelo = 5500 kg
16
e altura de queda de 60 cm)
17
18
19
20
• O gráfico de cravação apresentou coerência com a
21
22
23
sondagem mas próxima
24
25
26
27
28
29
• Os instrumentos
foram instalados com sucesso nas
30
31
profundidades previstas
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
Nº DE GOLPES
SPT
PR OF.(m)

Prova de carga

Executada 14 dias após a cravação

CORTE 1-1

VIGA METÁLICA

D A PERFIL DUPLO W 610 X 155 VIGA METÁLICA DUPLO W 610X174 C CALÇO
D
A
PERFIL DUPLO W 610 X 155
VIGA METÁLICA
DUPLO W 610X174
C
CALÇO
MACACO
MACACO
HIDRÁULICO
NÍVEL DO
1
EXTENSÔ-
VIGA DE
METRO
TERRENO
REFERÊNCIA
ESTACA
ENSAIADA
E
B
ESTACA
ESTACA DE
REAÇÃO
ESTACA DE
REAÇÃO

ENSAIADA

Prova de carga

Prova de carga • Vista do sistema de reação

Vista do sistema de reação

Prova de carga

Carregamento rápido com incrementos equivalentes a 10% da carga de trabalho (205 tf)

Leituras de deslocamentos no topo da estaca com 6 defletômetros mecânicos ( 4 para deslocamentos verticais e 2 para deslocamentos horizontais)

( 4 para deslocamentos verticais e 2 para deslocamentos horizontais) Deslocamentos horizontais Deslocamentos verticais

Deslocamentos

horizontais

Deslocamentos

verticais

Instrumentação

P CX SELETORA CABOS DEFORMAÇÃO ESPECIFICA PAINEL E , As DIGITAL σ , F STRAIN
P
CX SELETORA
CABOS
DEFORMAÇÃO
ESPECIFICA
PAINEL
E , As
DIGITAL
σ , F
STRAIN
GAGES

Prova de carga

Prova de carga PAINEL DIGITAL E CAIXA SELETORA

PAINEL DIGITAL E CAIXA SELETORA

Resultados Obtidos Prova de carga

Prova de Carga - Carregamento Rápido Local: - Santos - S.P. Data: 08/12/2006

CARGA (tf)

0 50 100 150 200 250 300 350 0 5 10 15 20 25 30
0
50
100
150
200
250
300
350
0
5
10
15
20
25
30
FS=1,7
35
40
45
50
55
60
RECALQUE (mm)

Dez/2006

Resultados Obtidos Prova de carga Prova de Carga - Tensões Calculadas no Aço Obra/Local: Santos
Resultados Obtidos
Prova de carga
Prova de Carga - Tensões Calculadas no Aço
Obra/Local: Santos - S.P.
Data: 08/12/2006
3
349; 2,82
2,8
328;328; 2,652,65
TOPO DA ESTACA
2,6
308;308; 2,492,49
2,4
287;287; 2,322,32
2,2
267;267; 2,162,16
2
246;246; 1,991,99
1,81
226;226; 1,831,83
1,71
1,8
1,82
20,5m
1,75
1,75
205;
205;
1,66
1,66
1,63
1,6
185;185; 1,501,50
1,48
1,4
1,25
164;164; 1,331,33
1,321,32
1,21
1,32
1,29
1,24
1,2
1,19
144;144; 1,171,17
1,11,1
1,07
1
123;123; 1,001,00
34,0m
0,940,94
0,930,93
0,9
103;103; 0,830,83
0,8
0,8
0,78
82;82; 0,660,66
0,680,69
0,67
0,6
0,56
62;62; 0,500,50
0,50,5
0,46
0,4
0,40,4
41; 0,33
41; 0,33
0,35
0,3
0,32
0,26
0,17
0,13
0,2
0,20,2
0,1
0,21
0,16
0,05
0,06 0,07
0,1
0,10,11
0,03
0,04
0,06
48,0m
0,03
0
0,00
0 0 0
00 0,010,01
00
0,010,01
0,01
0,020,02
0
50
100
150
200
250
300
350
49,0m
Carga ( tf )
48,0 m
34,0 m
20,5 m
Tensão Cabeça Estaca
Tensão ( tf/cm2 )

Prova de Carga Resultados Obtidos

DISTRIBUIÇÃO DE CARGAS x PROFUNDIDADE

0 50 100 150 200 250 300 350 0 82 164 267 349 -5 -10
0
50
100
150
200
250
300
350
0
82
164
267
349
-5
-10
-15
-20
36,5
98,3
181,3
219
CARGA
-25
DE
-30
7,6
43,2
111,2
152,3
-35
RUPTURA
-40
-45
0,3 7,4
2,1
19,1
-50
CARGA (tf)
82 tf
164 tf
267 tf
349 tf(ruptura)
Desc.
PROFUNDIDADE (m)

Resultados Obtidos

PROFUNDIDADE (m)

PROFUNDIDADE (m) ATRITO LATERAL ACUMULADO (tf) CARGA (tf) 0 100 200 300 400 500 600 266
ATRITO LATERAL ACUMULADO (tf) CARGA (tf) 0 100 200 300 400 500 600 266 245
ATRITO LATERAL ACUMULADO (tf)
CARGA (tf)
0
100
200
300
400
500
600
266
245
-20,5
342
130
291
301
-34,0
396
196,7
363
390
-48,0
508
329,9

Aoki

Aoki Decourt P.P. Veloso Prova de carga

Decourt

Aoki Decourt P.P. Veloso Prova de carga

P.P. Veloso

Prova de cargaAoki Decourt P.P. Veloso

-20,5 342 130 291 301 -34,0 396 196,7 363 390 -48,0 508 329,9 Aoki Decourt P.P.
Método proposto para cálculo de capacidade de carga •Baseado no diagrama de transferência de carga
Método proposto para cálculo de capacidade de carga
•Baseado no diagrama de transferência de carga obtido
Curva - Carga x Recalque
•Resultados de 5 outras provas de carga com
Carga ( tf )
características semelhantes
0
50
100
150
200
250
300
350
400
450
0
•No conhecimento
atual
da influência da
formação
-10
-20
geológica nas propriedades geotécnicas
das argilas da
-30
-40
Baixada
Santista (Massad e Teixeira, 1988, 1990 e
2003)
-50
-60
-70
-80
-90
Método de
cálculo
proposto para
-100
-110
estacas metálicas profundas
-120
na cidade de Santos
-130
-140
-150
Lau
PRED
CONF
EC
ESTR
BES
Recalque ( mm )

Método Proposto

a) Carga de Ruptura total (PR)

PR = PP + PL

PL = U × ∑ ( L × fs )
PL = U ×
(
L × fs
)

ARGILAS MARINHAS

SPT médio < 2 2 tf/m²

2

< SPT médio < 4 3 tf/m²

4

< SPT médio < 6 6 tf/m²

4 3 tf/m² 4 < SPT médio < 6 6 tf/m² U Perímetro colado da estaca

U Perímetro

colado da estaca [m]

L Espessura da camada [m] fs adesão [tf/m²]
L Espessura
da camada [m]
fs
adesão
[tf/m²]

AREIAS

fs = 0,21× N

[tf/m²]

média dos N SPT´s das camadas de areia

PR = PP + PL

PP = Acirc × k

Método Proposto

PR = PP + PL PP = Acirc × k Método Proposto Varia em função do

Varia em função do SPT do solo

10

< N < 30 200 < k < 400 tf/m²

40

< N < 60 1000 < k < 4000 tf/m²,

Onde N = média dos N SPTs na ponta e 1,0m abaixo

Prova de carga Resultados Obtidos

Desenvolvimento do atrito lateral x Profundidade

Desenvolvimento do atrito lateral x Profundidade

0 0 0 0 -5 -5 AREIA SPT MÉDIO = 15,1 -10 -10 ARGILA MARINHA
0
0
0 0
-5
-5
AREIA SPT MÉDIO = 15,1
-10
-10
ARGILA MARINHA
SPT MÉDIO =
2,0
-15
-15
AREIA SPT MÉDIO = 38,2
-20
-20
130
130
-25
-25
ARGILA MARINHA
SPT MÉDIO = 3,8
-30
-30
AREIA SPTM = 5,5
-35
-35
196,7
196,7
ARGILA MARINHA
-40
-40
SPT MÉDIO = 5,5
-45
-45
329,9
329,9
AREIA SPT MÉDIO = 15,7
-50
-50
PROFUNDIDADE (m)
PROFUNDIDADE (m)
0
0
50
50
100
100
150
150
200
200
250
250
300
300
350
350
400
400
450
450
500
500

Carga - Atrito lateral (kN)

Carga - Atrito lateral (kN)

200 250 250 300 300 350 350 400 400 450 450 500 500 Carga - Atrito

Cargas medidas (tf)

Cargas medidas (tf)

Cargas medidas (tf) Cargas medidas (tf) Aoki - Veloso Aoki - Veloso Decourt-Quaresma Decourt-Quaresma P.
Cargas medidas (tf) Cargas medidas (tf) Aoki - Veloso Aoki - Veloso Decourt-Quaresma Decourt-Quaresma P.

Aoki - Veloso

Aoki - Veloso

Decourt-Quaresma

Decourt-Quaresma

P. PauloVeloso

Aoki - Veloso Aoki - Veloso Decourt-Quaresma Decourt-Quaresma P. PauloVeloso Método proposto P. PauloVeloso

Método proposto

P. PauloVeloso

Rua Bahia - Canal 2 - Santos Curva - Carga x Recalque 0 50 100
Rua Bahia - Canal 2 - Santos
Curva - Carga x Recalque
0
50
100
150
200
250
300
350
400
450
0
-10
-20
-30
-40
-50
-60
-70
Março/2007
-80
Método proposto
Carga de trabalho = 232 tf
Carga de ruptura = 390 tf
PL=365 tf; PP=35 tf
PR = 400 tf
Recalque ( mm )
OBRIGADO!!!! Frederico Falconi fred@zaclisfalconi.com.br Wanderley Perez Jr. wanderley@zaclisfalconi.com.br

OBRIGADO!!!!

OBRIGADO!!!! Frederico Falconi fred@zaclisfalconi.com.br Wanderley Perez Jr. wanderley@zaclisfalconi.com.br

Frederico Falconi fred@zaclisfalconi.com.br

Wanderley Perez Jr. wanderley@zaclisfalconi.com.br