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ANSYS 9.0 ANÁLISES ESTRUTURAIS PET ENGENHARIA CIVIL – UFPR 2010

ANSYS 9.0

ANÁLISES ESTRUTURAIS

ANSYS 9.0 ANÁLISES ESTRUTURAIS PET ENGENHARIA CIVIL – UFPR 2010

PET ENGENHARIA CIVIL – UFPR

2010

Temporada de Cursos PET Engenharia Civil

ANSYS® ED 9.0

GRUPO PET CIVIL 2010

Alexandre Beê Amaral

Gabriel Grando Barbosa

Hugo Beguetto Netto

Jairo Henrique Melara de Camargo

Marcos Antonio Costantin Filho

Maria Angélica Castelli Martinez

Paola Dutra

Paulo Afonso Nunes

Ralph Magalhães Machado Chrestenzen

Ricardo Pieralisi

Taiane Dalmagro

Thamires da Silva Matos

Vanessa Cristina Kramer

 

Sumário

i

 

Sumário

1. Iniciando o ANSYS ®

 

1

1.1. Executando o programa ANSYS ®

1

1.2. Conhecendo os componentes da tela do ANSYS ®

1

1.3. Utilizando o mouse

 

2

1.4. Utilizando os botões do mouse

4

2. Utilizando o programa

5

2.1. Definições de pré-processo, solução e pós-processo

5

2.2. Operação padrão

 

5

3. Utilizando o Help

7

4. Operação padrão – Passo a Passo

9

4.1. Introdução do título do problema

9

4.2. Alterando o nome dos arquivos

9

4.3. Início da análise

9

4.4. Elementos

10

4.4.1. Definição

do elemento

18

4.4.2. Definição das constantes geométricas

19

4.4.3. Definição das propriedades do material

20

4.5.

Geometrias

20

4.5.1. Geometria com nós e elementos

20

4.5.2. Geometria

 

25

4.6.

Condições de contorno

31

4.6.1. Aplicando apoio em nós

 

31

4.6.2. Aplicando forças em nós

31

4.6.3. Aplicando peso próprio

32

4.6.4. Aplicando carga distribuída sobre uma área

32

4.6.5. Aplicando a força simetricamente na área

32

4.7. Geração de malhas

 

33

4.8. Solução

33

4.9. Análise dos resultados

34

4.9.1.

Gerando resultados do carregamento

34

ii| ANSYS® ED 9.0

 

4.9.2. Visualizando a deformação da estrutura

34

4.9.3. Gerando resultados do elemento

35

4.9.4. Gerando resultados dos deslocamentos dos nós

35

4.9.5. Gerando Resultados das reações nodais

35

5.

Exemplos de utilização do ANSYS ®

37

Introdução ao ANSYS ®

iii

Introdução ao ANSYS ®

O ANSYS® é um software existe há quarenta anos e foi o pioneiro na aplicação de métodos de elementos finitos. O programa está dividido em três ferramentas principais chamadas: pré-processador (Preprocessor), solução (Solution) e pós-processador (Postprocessor).

O programa também é destinado à solução de problemas mecânicos incluindo: análise de estruturas dinâmicas e estáticas, análise de transferência de calor e fluidodinâmica, análise de problemas acústicos e também de eletromagnetismo.

Maiores detalhes sobre o funcionamento e utilização do software serão apresentados no decorrer da apostila.

1. Iniciando o AN SYS ®

1.1. Executando o prog rama ANSYS ®

Capítulo 1 – In iciando o ANSYS®

1

As opções de entrad a no ANSYS são definidas no Menu Iniciar – Pro gramas - ANSYS® ED 9.0 – ANSYS.

no Menu Iniciar – Pro gramas - ANSYS® ED 9.0 – ANSYS. Figura 1: Executando o

Figura 1: Executando o ANSYS®

1.2. Conhecendo os com ponentes da tela do ANSYS ®

A interface gráfica d o programa com o usuário é composta por um a janela principal, conforme a figura abaixo, on de:

do ANSYS, como

operações com arqu ivos, seleções e controles gráficos. Para encerr ar a execução do

programa também se

A. Utility Menu – co ntém funções disponíveis durante toda a seção

utiliza este Menu;

B. Main Menu - co ntém as funções básicas do ANSYS, organiza das na forma de

processadores (Prepr ocessor, Solution, General postprocessor, etc.);

C. Toolbar – contém atalhos para os comandos mais utilizados. Pode -se adicionar seus

próprios atalhos defi nindo abreviações para os comandos;

2| ANSYS® ED 9.0

D. Input Window – e xibe as mensagens do programa e permite a di gitação direta dos comandos, sem util izar os menus. Todos os comandos digitad os anteriormente aparecem numa lista para facilidade de consulta ou reutilização;

E. Graphics Window – a janela onde os gráficos são exibidos;

F. Output Window – recebe as saídas em forma de texto do program a.

Pode-se alterar o tam anho e mover qualquer uma dessas janelas, be m como fechá-las, com exceção do Output Wind ow, que não pode ser fechada.

com exceção do Output Wind ow, que não pode ser fechada. Figura 2: Tela Inicial ANSYS®

Figura 2: Tela Inicial ANSYS®

1.3. Utilizando o mouse

A B C D E F Figura 3: Utilizando o mouse
A
B
C
D
E
F
Figura 3: Utilizando o mouse

Capítulo 1 – Iniciando o ANSYS®

3

Diversas funções do ANSYS requerem a utilização do mouse para identificar entidades do modelo e definir localização de coordenadas, ou ainda, para especificar pontos onde se deseja obter resultados da solução. Sempre que se utiliza o mouse, é apresentado um menu (picking menu ou picker) com opções relativas às ações que serão realizadas. A seguir temos dois exemplos desses menus.

A. Function Title – identifica a função que está sendo realizada;

B. Pick Mode – permite selecionar (marcar) ou remover da seleção (desmarcar) uma entidade.

Pode-se utilizar tanto essas opções no menu como o botão esquerdo do mouse para alternar entre os dois modos. Para o modo marcar, o ponteiro do mouse é uma seta para cima e para o modo desmarcar, uma seta para baixo. Quando a ação se aplica à escolha de entidades dentro

de um conjunto, existe outro grupo de opções:

o

Single – cada clique do mouse seleciona uma entidade;

o

Box, polygon, circle – pressione e arraste o mouse para abranger um conjunto de entidades em um retângulo, polígono ou círculo, respectivamente.

C. Pick Status – mostra o número de itens selecionados (Count) e os números mínimo e

máximo de itens para a função;

D. Picked Data – exibe informações sobre o item que está sendo escolhido. Na definição de

localização, as coordenadas cartesianas globais e do plano de trabalho (Working Plane) são mostradas. Na seleção de entidades, aparece o número da entidade. Essas informações podem ser vistas pressionando-se o mouse e arrastando o cursor sobre a janela gráfica. Assim,

podem-se verificar as informações antes de soltar o botão do mouse e marcar o item;

E. Keyboard Entry Options – em alguns casos, pode ser necessário entrar com os dados

através do teclado no Input Window. Por exemplo, para definir uma coordenada, pode ser mais prático digitar os valores do que marcar com o mouse. Neste caso, pose-se escolher entre as coordenadas do plano de trabalho ou coordenadas cartesianas globais. Também pode ser mais rápido utilizar uma lista de valores (List of Items) ou um intervalo de valores (Min, Max,

Inc);

F. Action Buttons – botões que provocam as ações sobre as entidades marcadas:

o

OK – utiliza os itens marcados para executar a função e fechar o menu;

o

Apply – utiliza os itens marcados para executar a função, sem fechar o menu. Permite, assim, continuar utilizando a função para outra entidade ou grupo de entidades. Equivale a pressionar o botão do meio do mouse na janela gráfica;

o

Reset – desmarca todas as entidades e retorna o menu e a janela gráfica ao estado em que se encontrava na última vez que pressionou Apply;

o

Cancel – cancela a função e fecha o menu;

o

Pick All – marca todas as entidades;

o

Help – carrega o sistema de ajuda com informações sobre a função que está sendo executada.

4| ANSYS® ED 9.0

1.4. Utilizando os botõ es do mouse

As operações com os botões do mouse estão resumidas abaixo:

mais próxima ao

ponteiro do mouse. P ressionar o botão e arrastar o mouse permite v erificar o item que

seria marcado antes de confirmar (soltando o botão).

utiliza os itens marcados para executar a fu nção. Equivale ao

botão Apply do Pickin g menu.

Botão direito - altern a entre os modos marcar e desmarcar. Equivale aos botões Pick e Unpick do Picking me nu.

Botão esquerdo - m arca ou desmarca a entidade ou localização

Botão de rolagem -

1.5. Hot Spots

ou localização ∑ Botão de rolagem - 1.5. Hot Spots Figura 4: Caixa de diálogo Multiple

Figura 4: Caixa de diálogo Multiple Entities

Hot spots são locali zações que permitem selecionar entidades p ara realizar uma função. Por exemplo, quand o há dois elementos adjacentes, o elemento ma rcado será aquele que tem o Hot Spot mais pró ximo ao ponteiro do mouse. Para áreas, volum es e elementos, o Hot Spot é a localização do c entróide. Linhas possuem três Hot Spots: o mei o e o próximo aos dois extremos. Se os Hot Spo ts de duas ou mais entidades são coincidentes e essa localização for marcada, o programa apr esentará o diálogo Multiple Entities. Pressionan do os botões Next e Previous, podem-se verifica r as entidades e confirmar qual delas através do botão “OK”.

2. Utilizando o pr ograma

Capítulo 2 – Utiliz ando o programa

5

2.1. Definições de pré-p rocesso, solução e pós-processo

Durante o pré-proce sso do modelo, constrói-se a geometria do p roblema, criando

suas

linhas, áreas ou volumes.

constantes, e a possível geraç ão de uma malha.

Também

são

definidos os materiais a sere

m

usados

e

de equilíbrio para a estrutura, aplicam-se as ca rgas e momentos

que agirão sobre a estrut ura e obtém-se a solução. Durante o pós-p rocesso ocorre a visualização dos resultados, c alculados pelo programa.

Aplicam-se condições

2.2. Operação padrão

programa. Aplicam-se condições 2.2. Operação padrão Figura 5: Fluxograma de Análise Numérica Programa de

Figura 5: Fluxograma de Análise Numérica

3. Utilizando o Help

Capítulo 3 – Utilizando o Help

7

O ANSYS possui um sistema de ajuda que contém todos os seus manuais de usuário. Podem-se obter informações sobre praticamente quaisquer componentes da interface gráfica e comando ou conceitos do ANSYS. O sistema de ajuda é acessado a partir do tópico Help no Utility Menu ou pressionando-se o botão Help nas janelas de diálogo. Pode-se utilizar a pasta Conteúdo, Índice, Pesquisar e Favoritos.

Capítulo 4 – Operação padrã o – Passo a Passo

9

4. Operação padr ão – Passo a Passo

4.1. Introdução do títu lo do problema

a. No ANSYS Utility Menu, clicar em file e acessar a opção “Change

b. Na nova janela q ue aparecer, digitar novo título “NOME DO PR OBLEMA” e clicar

Title

”;

em “OK”.

“NOME DO PR OBLEMA” e clicar Title ”; em “ OK ”. Figura 6: Introduzindo o

Figura 6: Introduzindo o título do problema

4.2. Alterando o nome

dos arquivos

a. No ANSYS Utility Menu, clicar em file e acessar a opção “Change J obname ”;

b. Na nova janela q ue aparecer, digitar novo nome do arquivo “no me do arquivo”, e clicar em “OK”.

do arquivo “no me do arquivo”, e clicar em “ OK ”. Figura 7: Alterando o

Figura 7: Alterando o nome de arquivos

4.3. Início da análise

Pretende-se escolhe r o tipo de análise a ser executada, visando fi ltrar comandos a

de entrada. O programa oferece análise estru tural (Structural),

são mutuamente

serem apresentados na telas

térmica (Thermal), de fluid os (ANSYS Fluid) e de estruturas que não

exclusivas (FLOTRAN CFD).

a. No ANSYS Main

b. Na nova janela q ue aparecer em “Discipline for filterind GUI To pics” selecionar a

Menu clicar em “Preferences”;

opção desejada,

e clicar em “OK”.

10| ANSYS® ED 9.0

Opções de an álise
Opções de an álise

Figura 8: Definindo o tipo de análise

4.4. Elementos

O programa possui di versos tipos de elementos, os utilizados durante o curso serão:

LINK 1

LINK é um elemento

que pode ser utilizado na solução de uma gra nde variedade de

problemas de engenharia. D ependendo da aplicação, o elemento poderá barra de treliça, um eleme nto de ligação (link), uma mola etc. LINK 1

atuar como uma é um elemento

bidimensional que pode ser s ubmetido à tração e compressão na direção de

seu eixo, com dois

graus de liberdade por nó: tr anslações na direção dos eixos coordenados x e

y.

tr anslações na direção dos eixos coordenados x e y. Figura 9 - Elemento LINK 1

Figura 9 - Elemento LINK 1

Características do elemento LINK 1:

Capítulo 4 – Operação padrão – Passo a Passo

11

Nome na biblioteca do ANSYS ED 9.0: LINK 1;

Graus de liberdade: 2 DOF – UX e UY, duas translações segundo os eixos x e

Nós: 2 (i - j);

y,respectivamente; Constantes geométricas:

A1 = Área da seção transversal;

A2 = ISTRN,deformação inicial dada por d/L, onde d é a diferença entre o comprimento do elemento L (como definido pelas localizações dos nós I e J) e o elemento não deformado. Propriedades dos materiais: comando MP, label, NSET, valor, onde label é:

EX = Módulo de Elasticidade Longitudinal ou de Young: Exx;

ALPX = Coeficiente de Dilatação Térmica;

DENS = Massa específica;

DAMP = Coeficiente de amortecimento.

Restrições:

Este elemento assume uma barra reta, carregada axialmente em seus extremos, de propriedades uniformes em todo seu comprimento; O comprimento do elemento deve ser positivo, portanto os nós I e J não

podem ser coincidentes; O elemento é plano e deve estar no plano Oxy;

A área da seção transversal não deve ser negativa;

A temperatura é assumida com variação linear ao longo do comprimento da

barra; A tensão é uniforme na barra, decorrente da função de interpolação dos deslocamentos; A deformação inicial é também utilizada no cálculo da matriz associada a stress stiffness, para a primeira iteração cumulativa.

LINK 8

LINK 8 é um elemento que pode ser bastante utilizado na solução de vários problemas da área de engenharia. Dependendo da aplicação, o elemento poderá atuar em modelagens de treliças, tração de cabos, links, etc. O LINK 8 é um elemento tridimensional que pode ser submetido à tração e compressão de forma uniaxial, com três graus de liberdade por nó:

translações nas direções x,y e z.

de liberdade por nó: translações nas direções x,y e z. Figura 10: Elemento LINK 8 Programa

Figura 10: Elemento LINK 8

12| ANSYS® ED 9.0

Características do elemento LINK 8:

Nome na biblioteca do ANSYS ED 9.0: LINK 8;

Nós: 2 (i - j);

Graus de liberdade: 3 DOF – UX, UY e UZ, três translações segundo os eixos x y e z,respectivamente;

Constantes geométricas:

A1 = Área da seção transversal;

A2 = ISTRN,deformação inicial dada por d/L, onde d é a diferença entre o comprimento do elemento L (como definido pelas localizações dos nós I e J) e o elemento não deformado. Propriedades dos materiais: comando MP, label, NSET, valor, onde label é:

EX = Módulo de Elasticidade Longitudinal ou de Young: Exx;

ALPX = Coeficiente de Dilatação Térmica;

DENS = Massa específica;

DAMP = Coeficiente de amortecimento.

Restrições:

Este elemento assume uma barra reta, carregada axialmente em seus extremos, de propriedades uniformes em todo seu comprimento; O comprimento do elemento deve ser positivo, portanto os nós I e J não

podem ser coincidentes; A área da seção transversal não deve ser negativa;

A temperatura é assumida com variação linear ao longo do comprimento da

barra; A tensão é uniforme na barra, decorrente da função de interpolação dos deslocamentos; A deformação inicial é também utilizada no cálculo da matriz associada a stress stiffness, para a primeira iteração cumulativa.

LINK 10

LINK 10 é um elemento tridimensional, não linear, com a possibilidade de atuar apenas na tração ou apenas na compressão. Com a opção de atuar apenas na tração, a rigidez é removida se o elemento é comprimido (simulando um cabo solto). A flexão não está incluída.

(simulando um cabo solto). A flexão não está incluída. Figura 11 - Elemento LINK 10 Programa

Figura 11 - Elemento LINK 10

Capítulo 4 – Operação padrão – Passo a Passo

Características do elemento LINK 10:

Nome na biblioteca do ANSYS 9.0: LINK 10;

Nós: 2 (i – j)

13

Graus de liberdade: 3 DOF - UX, UY e UZ, três translações segundo os eixos x, y e z,respectivamente;

KEYOPT (2) =

0

1

Sem rigidez associada ao cabo solto;

Pequena

rigidez

associada

ao

cabo

solto

para

movimentos

longitudinais; 2 Pequena rigidez associada ao cabo solto para movimentos longitudinais e perpendiculares (aplicáveis apenas com stress stiffening). KEYOPT (3) =

0

1

Opção de atuar com o cabo apenas na tração;

Opção de atuar como cabo apenas na compressão (folga). Constantes geométricas:

R1 = área da seção transversal;

R2 = ISTRN deformação inicial. Se ISTRN for KEYOPT (3) = 0, o cabo é inicialmente solto. Se ISTRN for positivo e LEYOPT (3) = 1, o cabo possui inicialmente uma folga. Propriedades dos materiais: Comando MP, label, NSET, valor onde label é:

EX= Módulo de Elasticidade;

ALPX = Coeficiente de Dilatação Térmica;

DENS = Densidade.

Restrições:

Comprimento do elemento deve ser positivo; Área da seção transversal não deve ser negativa; Se ISTRN = 0.0, a rigidez do elemento é incluída no primeiro substep; O Procedimento de solução é o seguinte: a condição do elemento no início do primeiro subsetp é determinada pelo dado de entrada da deformação inicial. Se este valor é negativo, para a opção de cabo em tração ou positivo para a opção de folga da compressão, então a rigidez do elemento é adotada como nula para este substep. Se no final do substep STAT=2, é descartada a rigidez do elemento para o próximo passo. Se STAT=1, a rigidez do elemento é incluída no próximo passo. Se nenhum outro efeito está presente, a convergência ocorre caso o status não mude entre dois substeps consecutivos; O Elemento é não linear e requer uma solução iterativa. Substeps que não convergem não estão em equilíbrio; A deformação inicial é utilizada no cálculo da matriz associada a stress stiffness, para a primeira iteração cumulativa. Stress stiffening deve sempre ser usado na solução de problemas envolvendo cabos em suspensão visando à

estabilidade numérica.

14| ANSYS® ED 9.0

BEAM 3

BEAM 3 é um elemento uniaxial, bidimensional, linear com capacidades de atuar na tração, compressão e flexão. O elemento tem três graus de liberdade por nó, sendo elas, duas translações segundo os eixos x e y, e uma rotação em torno do eixo z.

segundo os eixos x e y, e uma rotação em torno do eixo z. Figura 12:

Figura 12: Elemento BEAM 3

Características do elemento BEAM 3:

Nome na biblioteca do ANSYS 9.0: BEAM 3; Nós: 2 (i – j) Graus de liberdade: 3 DOF- UX, UY e UZ, duas translações segundo os eixos x, y e uma rotação ao redor do eixo z;

KEYOPT (6) =

0 Não mostra como resultado a atuação das forças e momentos sobre o elemento; 1 Mostra a atuação de forças e momentos no sistema de coordenadas do elemento; KEYOPT (9) = N Usado para informar o número N de pontos intermediários entre os nós i e j que se solicitam os resultados (cabo); Constantes geométricas:

R1 = Área da seção transversal A; R2 = Momento de Inércia Iz; R3 = Espessura na direção y;

Propriedades dos materiais: Comando MP, label, NSET, valor onde label é:

EX= Módulo de Elasticidade Longitudinal ou de Young: Exx; ALPX = Coeficiente de Dilatação Térmica; DENS = Densidade; G = Módulo de Elasticidade Transversal; Restrições:

Comprimento do elemento deve ser positivo;

Área da seção transversal não deve ser negativa.

BEAM 4

Capítulo 4 – Operação padrão – Passo a Passo

15

BEAM 4 é um elemento uniaxial, bidimensional, linear com capacidades de atuar na tração, compressão, torção e flexão. O elemento tem seis graus de liberdade por nó, sendo elas, três translações segundo os eixos x, y e z e três rotações em torno de tais eixos.

os eixos x, y e z e três rotações em torno de tais eixos. Figura 13

Figura 13 - Elemento BEAM 4

Características do elemento BEAM 4:

Nome na biblioteca do ANSYS 9.0: BEAM 4;

Graus de liberdade: 6 DOF - UX, UY, UZ, ROTX, ROTY e ROTZ, três translações segundo

Nós: 3 (i – j - k), sendo o nó k opcional;

os eixos x, y e z, e três rotações ao redor dos eixos x,y e z,respectivamente; Constantes geométricas:

R1 = Área da seção transversal A; R2 = Momento de Inércia Iz; R3 = Momento de Inércia Iy; R4 = Espessura na direção z; R5 = Espessura na direção y; R6 = ângulo de orientação.

= Espessura na direção y; R6 = ângulo de orientação. Figura 14: Seção Transversal Programa de

Figura 14: Seção Transversal

16| ANSYS® ED 9.0

Propriedades dos materiais: Comando MP, label, NSET, valor onde label é:

EX= Módulo de Elasticidade Longitudinal ou de Young: Exx;

Comprimento do elemento deve ser positivo;

ALPX = Coeficiente de Dilatação Térmica;

DENS = Densidade;

G = Módulo de Elasticidade Transversal.

Restrições:

Área da seção transversal não deve ser negativa.

BEAM 44

BEAM 44 é um elemento uniaxial, tridimensional, linear com capacidades de atuar na tração, compressão, torção e flexão. Este elemento permite uma seção não necessariamente simétrica, diferentes na seção inicial e final do elemento, permitindo ainda que o nó final tenha um trecho onde pode ser aplicado offset. Se estes efeitos não são necessários, o elemento BEAM 4 deve ser utilizado. Está incluída a capacidade de resolver problemas com stress stiffening. Deformações devido ao cisalhamento e fundação elástica são efeitos também disponíveis neste elemento.

elástica são efeitos também disponíveis neste elemento. Figura 15 - Elemento BEAM 44 Características do elemento

Figura 15 - Elemento BEAM 44

Características do elemento BEAM 44:

Nome na biblioteca do ANSYS 9.0: BEAM 44;

Graus de liberdade: 6 DOF - UX, UY, UZ, ROTX, ROTY e ROTZ, três translações segundo

1

Nós: 3 (i – j - k),sendo o nó k opcional;

os eixos x, y e z e três rotações ao redor dos eixos x,y e z,respectivamente; KEYOPT (7) =

 

10

Libera rotação em torno de z para o nó I; Libera rotação em torno de y para o nó I;

100

Libera rotação em torno de x para o nó I;

1000

Libera translação na direção de z para o nó I;

10000

Libera translação na direção de y para o nó I;

Capítulo 4 – Operação padrão – Passo a Passo

17

100000 Libera a translação na direção de x para o nó I. KEYOPT (8) =

Idem ao anterior, para o nó J;

KEYOPT (9) =

N Usado para informar o número N de pontos intermediários entre os nós i e j que se solicitam os resultados; Propriedades dos materiais: Comando MP, label, NSET, valor onde label é:

 

EX= Módulo de Elasticidade Longitudinal ou de Young: Exx;

ALPX = Coeficiente de Dilatação Térmica;

DENS = Densidade;

G = Módulo de Elasticidade Transversal.

Restrições:

 

O elemento não deve ter comprimento, área ou momento de inércia nulo.

SHELL 63 ( Shell Eslastic 4node 63 )

O elemento tem seis graus de liberdade por nó, sendo elas, três translações segundo os eixos x, y e z e três rotações em torno de tais eixos.

os eixos x, y e z e três rotações em torno de tais eixos. Figura 16:

Figura 16: Elemento SHELL 63

Características do elemento Shell 63:

Nome na biblioteca do ANSYS 9.0: SHELL 63;

Nós: 4 (i – j – k – l)

Graus de liberdade: 6 DOF- UX, UY, UZ, ROTX, ROTY e ROTZ.

Propriedades dos materiais: Comando MP, label, NSET, valor onde label é:

EX= Módulo de Elasticidade;

ALPX = Coeficiente de Dilatação Térmica;

DENS = Densidade;

G = Módulo de Elasticidade Transversal.

Restrições:

Não são permitidos elementos de área nula.

18| ANSYS® ED 9.0

SHELL 93

O elemento tem seis graus de liberdade por nó, sendo elas, três tra nslações segundo os eixos x, y e z e três rotaçõe s em torno de tais eixos.

eixos x, y e z e três rotaçõe s em torno de tais eixos. Figura 17:

Figura 17: Elemento SHELL 93

Características do ele mento Shell 93:

Nome na biblioteca d o ANSYS 9.0: SHELL 63;

Nós: 8 (i – j – k – l – m

– n – o – p )

Graus de liberdade: 6

DOF- UX, UY, UZ, ROTX, ROTY e ROTZ.

Propriedades dos ma teriais: Comando MP, label, NSET, valor onde la bel é:

EX= Módulo

de Elasticidade;

ALPX = Coefi ciente de Dilatação Térmica;

DENS = Dens idade;

G = Módulo d e Elasticidade Transversal. Restrições:

Não são perm

itidos elementos de área nula.

A variação té rmica transversal é dada como linear tanto atr avés do elemento

quanto em s ua superfície.

4.4.1. Definição do elem

ento

Para escolher o elem ento a ser utilizado na análise segue-se os seguin tes passos:

a. Dentro do “P reprocessor”, selecionar “Element Type”;

b. Dentro do “E lement Type”, selecionar “Add/Edit/Delete”;

c. Na nova jane la que abrir, clicar em “Add” para selecionar um novo elemento.

d. Outra janela

se abrirá então no “Library of Element Typ es” selecionar o

elemento de sejado, e clicar em “OK”. Por exemplo, no caso da utilização do elemento Link 2D spar 1:

Capítulo 4 – Operação padrã o – Passo a Passo

19

Capítulo 4 – Operação padrã o – Passo a Passo 19 Figura 1 8: Exemplo de

Figura 1 8: Exemplo de utilização do elemento Link 2D spar 1

4.4.2. Definição das co nstantes geométricas

Neste item informa- se ao programa as constantes geométricas com o a espessura do elemento, área da seção tran sversal, entre outros. Para isso segue-se os segu intes passos:

a.

Dentro do “P reprocessor”, selecionar “Real Constants”;

b.

c.

Dentro do “R eal Constants”, selecionar “Add/Edit/Delete”; ”

Na nova jane la que abrir, clicar em “Add

para adicionar no vas constantes;

d.

Uma nova ja nela que se abrirá então deve-se selecionar o

tipo de elemento

em “Choose

element type”, por exemplo o elemento LINK 1 e clicar em “OK”;

e.

A janela “Rea l Constants Set Number 1, for LINK 1” irá aparec er. Deve-se inserir as constante s que se pede, no exemplo do elemento LINK 1:

i. Real Constant Set N.o = 1

ii. Cross -sectional Area = 0.05

f.

Clicar em “Ap ply”;

g.

Estes passos

devem ser seguidos para quantos elementos ti ver, para finalizar

clicar em “OK ”.

elementos ti ver, para finalizar clicar em “ OK ”. Figura 19: Exempl o de definição

Figura 19: Exempl o de definição das constantes geométricas do elemento LI NK 1

20| ANSYS® ED 9.0

4.4.3. Definição das pr opriedades do material

Neste item informa- se ao programa propriedades específicas do

material utilizado,

como o módulo de elasticida de, o coeficiente de Poisson, a densidade, entre outros.

a. Dentro do “P reprocessor”, selecionar “Material Props”;

b. Dentro do “M aterial Propos”, selecionar “Material Models”;

c. Na nova jan ela que abrir, para o “Material Model Numb er 1”, no quadro

de acordo com o

Por exemplo, no caso do elemento LINK 1, s eria selecionado:

EX” (Módulo de

do material) e o “PRXY” (coeficiente de Poisson) , clicar em “OK” e

Material M odels Available” preencher as propriedades

necessário.

Structural>L inear>Elastic>Isotropic”, e então preenchido o

Elasticidade

fechar a jane la “Define Material Model Behavior”.

fechar a jane la “ Define Material Model Behavior ”. Figura 20: Exemplo de definição das

Figura 20: Exemplo de definição das propriedades do material do elemento L INK 1

4.5. Geometrias

Há varias maneiras d e se criar a geometria do problema a ser estudad o. Pode-se dividir em problemas com nós e ele mentos, e problemas com geometrias.

4.5.1. Geometria com n ós e elementos

Numerando nós e el ementos

No ANSYS Utility Men u clicar em “PlotCtrls” e acessar a opção “Numb ering”.

a. Na nova jane la que aparecer, selecionar:

NODE ->

b. Clicar em “O K”.

Node Numbers - ON Elem/Attrib numbering - Element Numbers

Capítulo 4 – Operação padrã o – Passo a Passo

21

Capítulo 4 – Operação padrã o – Passo a Passo 21 Figura 21: Numerando nós e

Figura 21: Numerando nós e elementos

Criando nós por coor denadas

Pode-se desenhar a g eometria do problema fornecendo as coordena das dos nós.

a. Dentro de “P reprocessor” selecionar “Modeling”, “Create”, “ Nodes”, “In Active CS”;

b. Na nova jan ela que abrir, inserir um número para o nó qu e será criado em

se estar

e as coordenadas X, Y

NODE Node

Number

e

Z

(no

caso

de

trabalhando

c. Por exemplo:

com um modelo 2D, utiliza-se apenas as coorden as X e Y);

i.

NODE Node Number:

1

i i.

X, Y e Z Locations in active CS:

X = 0

Y = 0

d. Clicar em “Ap ply”;

e. Após aplicar todos os nós clicar em ”OK”.

”; e. Após aplicar todos os nós clicar em ” OK ”. Figura 22: Criando nós

Figura 22: Criando nós por coordenadas

22| ANSYS® ED 9.0

Criando nós entre nó s pré existentes

Com esta ferramenta podemos criar nós entre nós que já existiam.

a. Dentro de

Preprocessor” selecionar “Modeling”, “Criate ”, “Nodes”, “Fill

Between Nod es”;

b. Na nova jane la que abrir, apontar os nós extremos, anterio rmente criados, e clicar em “OK ”;

c. Uma nova ja nela se abrirá. Então determinar, NFILL (Númer o de nós a serem criados entre os nós selecionados), clicar em “OK” e os nós se rão criados.

clicar em “ OK ” e os nós se rão criados. F igura 23: Criando nós

F igura 23: Criando nós entre nós pré existentes

Criando nós pelo co

mando de geração

Há a possibilidade se de criar nós copiando-os de um pré existente.

a. Dentro de “P reprocessor” selecionar “Modeling”, “Copy”, ”No des”, “Copy”;

b. Na nova jane la, clicar em “PICK ALL”;

c. Na nova jane la “Copy nodes” [NGEN], determinar:

i. ITIM E = X (Número total de cópias, incluindo o model o);

ii. DZ = X (Incremento na coordenadas Z);

iii. NINC = X (Incremento no número do nó);

Capítulo 4 – Operação padrã o – Passo a Passo

23

Capítulo 4 – Operação padrã o – Passo a Passo 23 Fi gura 24: Criando nós

Fi gura 24: Criando nós pelo comando de geração

Selecionando propri edades a serem atribuídas ao elemento

Quando se está trab alhando com dois ou mais tipos de elementos, na malha devemos seleciona r quais das propriedades e das geometrias já

ser inseridas nos elementos a

serem criados.

antes de inseri-los fornecidas devem

a. Dentro de

Preprocessor” selecionar “Modeling”, “Crea te”, “Elements”,

Elements At tributes”;

b. Na nova jane la que abrir preencher.

At tributes ”; b. Na nova jane la que abrir preencher. Figura 25: Se lecionando propriedades

Figura 25: Se lecionando propriedades a serem atribuídas a elementos

24| ANSYS® ED 9.0

Criando elemento en tre nós

a. Dentro do “P reprocessor” selecionar “Modeling”, “Create”,

Numbered”,

Thru Nodes”;

Elements”, “Auto

b. Na nova jane la que abrir, apontar os nós que se deseja apl icar o elemento e clicar em “Ap ply”.

criar os elementos com as propriedades sel ecionadas. Ao se

desejar cria r outros elementos com propriedades dife rentes daquelas selecionadas , basta retornar e fazer as modificações nec essárias. E então, seguir criand o os demais elementos necessários a estrutura.

c. Continuar a

os demais elementos necessários a estrutura. c. Continuar a Figura 26: Criando elemento entre nós ∑

Figura 26: Criando elemento entre nós

Criando elementos p elo comando de geração

Há a possibilidade se de criar elementos copiando-os de um pré exist ente.

a. Dentro de “ Preprocessor” selecionar “Modeling”, “Copy”, “ Elements”, “Auto Numbered”;

b. Na nova jan ela, clicar em “Pick All” (que seleciona tod os os elementos preexistentes );

c. Na nova jane la [EGEN], que copia os elementos, numerando- os:

i. ITIM E = X (Número total de cópias, incluindo o model o);

ii. NINC = X (Incremento no número do nó).

Capítulo 4 – Operação padrã o – Passo a Passo

25

Capítulo 4 – Operação padrã o – Passo a Passo 25 4.5.2. Geometria Figura 27: Criando

4.5.2. Geometria

Figura

27: Criando elementos pelo comando de geração

Numerando áreas, li nhas e keypoints

a. No ANSYS Ut ility Menu clicar em “PlotCtsls” e acessar a opção

b. Na nova jane la que aparecer, selecionar:

i. Keyp oints - ON

ii. Lines - ON

iii. Area - ON

c. Clicar em “O K”.

Numbering” ;

Area - ON c. Clicar em “ O K ”. “ Numbering ” ; Fi gura

Fi gura 28: Numerando áreas, linhas e keypoints

26| ANSYS® ED 9.0

Criando keypoints po r coordenadas

Com esta opção pod emos criar uma geometria sólida, primeirame nte definimos os

keypoints na malha, ligamo-l os por linhas e ativamos a ferramenta que gera a área solida.

a. Dentro do “ Preprocessor” selecionar “Modeling”, “Create” , “Keypoints”, “In Active CS”;

b. Na nova jane la que abrir, inserir um número para o keypoin t que será criado em “NPT” e a s coordenadas X e Y;

c. Clicar em “Ap ply” e ao finalizar todos os keypoints, clicar em “ OK”.

Criando linhas entre keypoints

Depois de se criar os keypoints na mala, devemos ligá-los entre linhas .

a. Dentro do “ Preprocessor” selecionar “Modeling”, “Create” , “Lines”, “Lines”, “Straight Line ”;

b. Na nova jan ela que abrir, para criar as linhas, apontar p ara os keypoints desejados e c licar em “Apply”, ao finalizar clicar em “OK”.

Criando áreas

Nesta

ferramenta

pode-se criar uma área arbitrariamente (A rbitrary), ligando

círculos (Circle) e

keypoints, linhas, entre out ros. Ou pode-se criar retângulos (Rectangle), outros polígonos (Polygon) a penas fornecendo suas dimensões.

o Criando áreas ligan do keypoints

a. Dentro do “Pre processor” selecionar “Modeling”, “Create”, “A rea”, “Arbitrary”, “Through KPs”;

que abrir, apontar para todos os keypoints, co meçando pelo de e retornando a ele, por exemplo, 1,2,3,4,5,1, e cl icar em “OK”.

b. Na nova janela menor número

e cl icar em “ OK ”. b. Na nova janela menor número Figura 29: Criando

Figura 29: Criando áreas ligando keypoints

Capítulo 4 – Operação padrã o – Passo a Passo

o Criando um retângul o por suas dimensões

27

Dentro do “Preproce ssor” selecionar “Modeling”, “Create”, “Area” , “Rectangle”, há três opções:

By 2 Corners

” , “ Rectangle ”, há três opções: By 2 Corners Figur a 30: Criando retângulo

Figur a 30: Criando retângulo com a opção By 2 Corners

Sendo:

WP X – coord enada X do vértice inferior esquerdo; WP Y – coord enada Y do vértice inferior esquerdo; Width – dime nsão da base da figura (eixo x); Height – dim ensão da altura da figura (eixo y).

By Centr & Corne r

ensão da altura da figura (eixo y). By Centr & Corne r Figura 31: Criando retângulo

Figura 31: Criando retângulo com a opção Centr & Corner

28| ANSYS® ED 9.0

Sendo:

WP X – coord enada X do centro da figura; WP Y – coord enada Y do centro da figura; Width – dime nsão da base da figura (eixo x); Height – dim ensão da altura da figura (eixo y).

By Dimensions

– dim ensão da altura da figura (eixo y). By Dimensions Figura 32: Criando retângulo com

Figura 32: Criando retângulo com a opção By Dimensions

Nesta opção é neces sário fornecer as coordenadas dos pontos de u ma das diagonais do retângulo.

o Criando um círculo p or suas dimensões

Dentro do “Preproce ssor” selecionar “Modeling”, “Create”, “Area”,

opções:

Circle”, há cinco

Solid Circle Permite a criação de centro e o raio.

um círculo sólido, ao serem fornecidas as co ordenadas do seu

círculo sólido, ao serem fornecidas as co ordenadas do seu Fig ura 33: Criando círculo com

Fig ura 33: Criando círculo com a opção Solid Circle

Annulus Permite a criação de raios (maior e menor).

Capítulo 4 – Operação padrã o – Passo a Passo

um anel ao serem fornecidas as coordenadas d o seu centro e os

anel ao serem fornecidas as coordenadas d o seu centro e os 29 Fi gura 34:

29

Fi gura 34: Criando círculo com a opção Annular

Partial Annulus

Permite a criação de

parte de um anel ao serem fornecidas as coord enadas do centro

do anel, os raios (maior e me nor) e as dimensões do cortes.

anel, os raios (maior e me nor) e as dimensões do cortes. Figur a 35: Criando

Figur a 35: Criando círculo com a opção Partial Annulus

30| ANSYS® ED 9.0

By End Points

Permite a criação de um círculo sólido ao serem fornecidas quatro co ordenadas.

um círculo sólido ao serem fornecidas quatro co ordenadas. Figu ra 36: Criando círculo com a

Figu ra 36: Criando círculo com a opção By End Points

By Dimensions

Permite a criação d e um setor circular ou de um pedaço de u m anel ao serem

raio maior e menor (se existir, caso contrario co loca-se zero), e o

fornecidas as dimensões do valor da angulação.

zero), e o fornecidas as dimensões do valor da angulação. Figur a 37: Criando círculo com

Figur a 37: Criando círculo com a opção By Dimensions

o Subtraindo áreas

a. Dentro do

Preprocessor” selecionar “Modeling”, “Oper ate”, “Booleans”,

Subtract”, “ Areas”;

b. No caso de

querer subtrair a área 2 da área 1 por exempl o, na nova janela

apontar a áre a 1 e clicar em “Apply”, apontar área 2 e clicar

em “OK”.

Capítulo 4 – Operação padrã o – Passo a Passo

o Criando volumes

Para a criação de vo lumes também há a possibilidade de criar ar bitrariamente um

para se obter um

bloco, um cilindro, um prism cilindro, como exemplo.

a, entre outros. Segue detalhado o processo

a. Dentro

do

Preprocessor

selecionar

Modeling”,

Cre ate”,

Volumes”,

Cilynder”, “S olid Cilynder”;

b. Na nova jane la que abrir, inserir:

i.

WPX

- coordenada X do centro da base;

ii.

WPY

- coordenada Y do centro da base;

iii.

Radi us - raio da base;

iv.

Dept h - altura do cilindro.

4.6. Condições de conto rno

4.6.1. Aplicando apoio

em nós

31

a. Dentro do “Preproc essor” selecionar “Loads”, “Define Loads”, Ap ply”, “Sructural”,

Displacement”, “On Nodes”;

b. Na nova janela que a brir apontar o nó que se deseja fixar o apoio e cl icar em “Apply”;

c. Outra janela ira apar ecer então deve-se selecionar no campo “DOFs t o be constrained” a opção desejada de ntre as listadas abaixo e clicar em “Apply”:

restringir o movimento do nó em to das as direções

UX – rest ringir o movimento do nó na direçã o do eixo x

ALL

DOF

UY – restringi r o movimento do nó na direção do eixo y

d. Clicar em “OK” após

4.6.2. Aplicando forças

finalizar a aplicação de todos os apoios.

em nós

a. Dentro do “Preproce ssor” selecionar “Loads”, “Define Loads” , “Ap ply”, “Structural”, “Force/Moment”, “O n Nodes”;

b. Apontar o nó que se

c. Na nova janela inseri r:

deseja aplicar a força e clicar em “Apply”;

i. Direction of for ca/mom - direção em que a força está atuando ( FX / FY / FZ)

ii. VALUE Force / moment value – valor da força, indicando o sin al de positivo ou negativo.

d. Clicar em “OK”.

o sin al de positivo ou negativo. d. Clicar em “ OK ”. Figura 38: Aplicando

Figura 38: Aplicando uma força em um nó

32| ANSYS® ED 9.0

e. Dentro do “Preproce ssor” selecionar “Loads”, “Load Step Opts”, “W rite LS File” para gravar o primeiro STE P de cargas;

f. Na janela inserir:

i. LSNUN Load step file number n – número para o primeiro STE P de carga

g. Clicar em “OK”;

para o primeiro STE P de carga g. Clicar em “ OK ”; Figura 39: Gravando

Figura 39: Gravando Step de cargas

h. Dentro do “Preproc essor” selecionar “Loads”, “Define Loads”, “D elete”, “All Load Data”, “All Forces” , “ On All Nodes”;

i. Clicar em “OK”.

4.6.3. Aplicando peso p róprio

a. Dentro do “Preproce ssor” selecionar “Loads”, “Define Loads”, “Ap ply”, “Structural”, “Inertia”, “Gravity”, “ Global”;

b. Na nova janela [ACEL ] inserir:

i.

ACELY

- valo r do peso.

Observação: para apl icar o peso próprio agindo no sentindo contrári o ao eixo y, usa-se sinal positivo.

4.6.4. Aplicando carga

distribuída sobre uma área

a. Dentro do “Preproce ssor” selecionar “Loads”, “Define Loads”, “Ap ply”, “Structural”, “Pressure”, “On Area s”;

b. Apontar a área e clica r em “OK”;

c. Na nova janela inseri r o valor da carga a ser distribuída na área:

i. VALUE - valo r

ii. LKEY

d. Clicar em “OK”.

4.6.5. Aplicando a forç a simetricamente na área

a. Dentro do “Preproce ssor” selecionar “Loads”, “Define Loads”, “Ap ply”, “Structural”, “Displacement”, “Sym metry B.C.”, “On lines”;

b. Na nova janela que a brir apontar as linhas extremas da área e clicar e m “OK”.

4.7. Geração de malhas

Capítulo 4 – Operação padrão – Passo a Passo

33

Antes de gerar uma malha em um modelo, até mesmo antes da criação do modelo, é importante pensar qual é a malha apropriada, a malha livre (free) ou mapeada (maped). A malha livre não tem nenhuma restrição em termos de forma do elemento e não tem nenhum padrão de geração de malha. A malha mapeada tem restrições tanto na forma do elemento quanto ao padrão de geração de malha.

forma do elemento quanto ao padrão de geração de malha. Figura 40: Geração de malhas Quando

Figura 40: Geração de malhas

Quando é gerada uma malha mapeada em uma área pode-se usar tanto elementos quadrangulares quanto triangulares, enquanto um volume com o mesmo tipo de malha pode usar somente elementos hexagonais. Uma malha mapeada tem sua distribuição de malhas normalmente regular e em linhas retas. Se você quiser utilizar esse tipo de malha deve conceber um modelo que respeite todos os critérios.

Gerar malha por área

a. Dentro do “Preprocessor” selecionar “Meshing”, Mesh”, “Area”, “Free +”;

b. Na nova janela apontar a área desejada ;

c. Clicar em “OK”.

Refinando a malha por keypoints

a. Dentro do “Preprocessor”, “Meshing”, “Modify Mesh”, “Refine Mesh”, “at Keypoints”;

b. Apontar o keypoint desejado;

c. Na nova janela selecionar “LEVEL of refinement”, fornecer o nível desejado e

4.8. Solução

clicar em “OK”.

Primeira opção

a. No ANSYS Main Menu dentro do “Solution” clicar em “Solve”, “From LS Files” para resolver lendo os dados dos arquivos LS;

b. Na nova janela “Solve Load Step Files” inserir:

i.

LSMIN

1

ii. LSMAX

2

iii.

LSINC

1

c. Clicar em “OK”.

34| ANSYS® ED 9.0

Segunda opção

a. No ANSYS M ain Menu dentro do “Solution” clicar em “Solve”, “Current LS”;

b. Na janela “In formation: Solution is done” clicar em “Close”.

4.9. Análise dos resulta dos

Uma das ferramenta s do software é o pós-processo, no qual são ger ados gráficos que apresentam os resultados do problema proposto ao programa.

4.9.1. Gerando resultad os do carregamento

Quando é feito o us o de mais de um Step de carga faremos a gera ção de resultados

separadamente.

a. No ANSYS M ain Menu dentro do “General Postproc”, clicar e m “Read Results”, no caso do p rimeiro Step clicar em “First Set”;

b. Então, ainda

dentro do “General Postproc” clicar em “Eleme nt Table”. “Define

Table”, “Add ”;

c. Na nova jane la, definir:

i.

ii.

LAB

Item, co mp

- FX

By sequence number

SMISC

SMISC, 1

d. Clicar em “O K” (Define itens adicionais para a tabela de result ados);

e. Após, verifica r a listagem da tabela e clicar em “Close”.

verifica r a listagem da tabela e clicar em “ Close ”. Fi gura 41: Gerando

Fi gura 41: Gerando resultados do carregamento

4.9.2. Visualizando a d eformação da estrutura

a. No ANSYS Main Menu d entro do “General Postproc” clicar em “Plot Re sults”, “Deformed Shape” para visualizar a c onfiguração deformada da estrutura;

b. Na janela “Plot Deformed Shape”, selecionar a opção “Def+undeformed

e clicar em “OK”.

4.9.3. Gerando resultad os do elemento

Capítulo 4 – Operação padrã o – Passo a Passo

35

a. No ANSYS Main Menu d entro do “General Postproc” clicar em “Plot R esults”, “Contour Plot”, “Line Elem Res” pa ra plotar os resultados do elemento;

b. Na janela “Plot Line - Ele ment Results”, selecionar:

i. LABI - FX

ii. LABJ - FX

c. Clicar em “OK”. Os result ados aparecerão em uma escala de cores.

OK ”. Os result ados aparecerão em uma escala de cores. Figur a 42: Caixa de

Figur a 42: Caixa de diálogo Plot Line - Element Results

4.9.4. Gerando resultad os dos deslocamentos dos nós

a. No ANSYS Main Menu de ntro do “General Postproc” clicar em “List Result s”, “Nodal Solution” ;

b. Inserir na janela que abri r:

i. Item, comp - DOF

solution - All U’s UCOMP

c. Clicar em “OK”;

d. No ANSYS Main Menu de ntro do “General Postproc” clicar em “List Result s”, “Reaction Solution” para listar as re ações nodais;

e. Inserir na janela que abri r:

i. Lab - All Struc Fo rc F

f. Clicar em “OK”.

4.9.5. Gerando Resulta dos das reações nodais

a. No ANSYS Main Menu de ntro do “General Postproc” clicar em “List Result s”, “Reaction Solution” ;

b. Inserir na janela que abri r:

i. Lab - All Struc F orc F

c. Clicar em “OK”.

Capítulo 5 – Exemplos de utilização do ANSYS®

5. Exemplos de utilização do ANSYS ®

Exemplo 1

37

O exemplo apresentado a seguir visa demonstrar os procedimentos necessários quando introduzimos a hipótese de mais de uma condição de carregamento atuando na estrutura. Trata-se de uma treliça plana composta por 7 nós e 11 barras, submetida a 3 diferentes condições de carregamento. A figura 43 mostra a geometria da treliça. Suas condições de carregamento estão na figura 44. Já a figura 45 contém o modelo de elementos finitos.

44. Já a figura 45 contém o modelo de elementos finitos. Figura 43 – Exemplo 1

Figura 43 – Exemplo 1 - Geometria da treliça a ser analisada

43 – Exemplo 1 - Geometria da treliça a ser analisada Figura 44 – Exemplo 1

Figura 44 – Exemplo 1 - Diversas condições de carregamento

44 – Exemplo 1 - Diversas condições de carregamento Figura 45 – Exemplo 1 - Malha

Figura 45 – Exemplo 1 - Malha de elementos finitos utilizada

Propriedades Geométricas:

Área da seção transversal das barras que compõem o banzo inferior e o banzo superior: 0.006 m²; Área da seção transversal dos montantes: 0.003 m². Propriedades dos Materiais:

Módulo de elasticidade do material das barras: 2.1E10 Kgf/m². Análise do tipo estrutural; Utilização do elemento “Link”, “2D spar 1”;

38| ANSYS® ED 9.0

No nó 1 há restrição de movimentos em todas as direções “ALL DOF”;

No nó 4 há restrição do movimento na direção do eixo Y;

No nó 2 há aplicação de uma carga negativa na direção do eixo Y no valor de -200;

No nó 7 há uma carga na direção do eixo X no valor de 100.

Exemplo 2 Pretende-se, neste exemplo, analisar a treliça da cobertura de um galpão.Segundo o projeto, a cobertura deveria ser composta por 2 vãos cujas dimensões estão esquematizadas na figura 46. Algumas barras apresentam o fenômeno de flambagem. Houve erro de dimensionamento e execução, o que ocasionou no rompimento da estrutura.

e execução, o que ocasionou no rompimento da estrutura. Figura 46 - Exemplo 2 – Esquema

Figura 46 - Exemplo 2 – Esquema da cobertura a ser analisada

No presente exemplo, analisaremos duas situações, visando tentar compreender o erro de dimensionamento pelo projetista. Inicialmente vamos supor que a cobertura é composta por um único vão, conforme esquematizado na figura 47.

por um único vão, conforme esquematizado na figura 47. Figura 47 - Exemplo 2 – Situação

Figura 47 - Exemplo 2 – Situação 1 – Cobertura com um único vão

Em seguida, analisaremos a situação com dois vãos, como mostrado na figura 46. Levando-se em conta a simetria, substituiremos a estrutura simétrica pelo apoio adequado, conforme mostra a figura 48. Além disso, a carga e a área da seção de simetria serão devidamente consideradas.

Capítulo 5 – Exemplos de util ização do ANSYS®

39

Capítulo 5 – Exemplos de util ização do ANSYS® 39 Figura 48 - E xemplo 2

Figura 48 - E xemplo 2 - Situação 2 - Estrutura simétrica com dois vãos

A seguir, mostra-se n as figuras 49, 50 e 51, o esquema de carregam ento e a malha de elementos finitos, com a num eração dos nós e elementos.

elementos finitos, com a num eração dos nós e elementos. Figura 49 - Exemplo 2 -

Figura 49 - Exemplo 2 - Esquema de carregamento. P = -108,66 Kgf

49 - Exemplo 2 - Esquema de carregamento. P = -108,66 Kgf Figura 50 - Exemplo

Figura 50 - Exemplo 2 - Numeração dos nós

= -108,66 Kgf Figura 50 - Exemplo 2 - Numeração dos nós Fig ura 51 -

Fig ura 51 - Exemplo 2 - Numeração dos elementos

40| ANSYS® ED 9.0

Propriedades Geométricas:

Área da seção transversal das barras que compõem o banzo inferior e o banzo superior: 6.78 cm² = 0.000678 m²; Área da seção transversal das barras inclinadas (montantes): 3.42 cm² = 0.000342 m². Propriedades dos materiais:

Módulo de elasticidade do material das barras: 2.1E6 Kgf/ cm² = 2.1E10 Kgf/ m².

Carga:

Carga aplicada P: 108,66 Kgf.

Análise do tipo estrutural;

Utilização do elemento “Link”, “2D spar 1”;

No nó 1 há restrição do movimento na direção do eixo Y;

No nó 21 há restrição de movimentos em todas as direções “ALL DOF”;

Nos nós 2 e 22 há aplicação de uma carga negativa na direção do eixo Y no valor de -

108.66;

Nos nós 6, 10, 14, 16, 18 e 20 há uma carga negativa na direção do eixo Y no valor de -

217.32;

No nó 22 há restrição do movimento na direção do eixo X.

Exemplo 3

Pretende-se, exemplificar o uso do elemento de treliça espacial. Para tal, utilizaremos um módulo apenas de uma torre de telecomunicações, esquematizado na figura abaixo, considerando-se tal módulo submetido à força de arrasto provocado pelo vento.

módulo submetido à força de arrasto provocado pelo vento. Figura 52 - Exemplo 3 – Esquema

Figura 52 - Exemplo 3 – Esquema de um módulo de torre a ser analisado

Capítulo 5 – Exemplos de util ização do ANSYS®

41

Capítulo 5 – Exemplos de util ização do ANSYS® 41 Figura 53 - Exemplo 3 -

Figura 53 - Exemplo 3 - Malha de elementos finitos. Numeração dos nós e elem entos.

Propriedades Geomé tricas:

Tubos de diâ metro igual 0.01 m e espessura e = 0.002 m; res ultando para área; da seção tran sversal S = 5.02654E-5. Propriedades dos ma teriais:

Módulo de e lasticidade do material das barras: 2.07E11 Pa (a ço ASTM A36). Análise do tipo estrut ural; Utilização do elemen to “Link” “3D spar 8”; Nos nós 1, 2 e 3 há re strição de movimentos em todas as direções “A LL DOF”;

Nos nós 4 e 5 há ap licação de uma carga positiva na direção do e ixo Y no valor de

10.3762.

Exemplo 4 A estrutura do prese nte exemplo é composta por barras submetidas à flexão e por um

cabo. Pedem-se as tensões n o cabo e as reações nos apoios.

Já que se trata de u ma estrutura composta por vigas e cabos que tração, utilizaremos os elem entos BEAM 4, BEAM 44 e STIF 10 em sua

solução iterativa fixando em elementos finitos utilizada.

só trabalharão a análise, com uma

3 o número de substeps. A figura a seguir m ostra a malha de

42| ANSYS® ED 9.0

42| ANSYS® ED 9.0 Figura 54 - Exem plo 4 - Malha de elementos finitos utilizada

Figura 54 - Exem plo 4 - Malha de elementos finitos utilizada para a estrut ura

Propriedades Geomé tricas

Vigas:

 
 

o

AREA

=

0.562500E-2 m²;

o

IZZ = 0.263672E-5 m 4 ;

o

IYY = 0.263672E-5 m 4 ;

 

Cabos:

 

o

AREA

=

0.1E-2 m²;

o

ISTR = 0.1E-8.

Propriedades dos ma teriais Módulo de e lasticidade dos materiais: 0.21E12 Pa.

Cargas

Nó 7

Fy = - 500 N;

 

Nó 8

Fy = - 1500 N.

Análise do tipo estrut ural;

Utilização do elemen to “BEAM” “3D ELASTIC BEAM” , “Structural Link ” ”3D bilinear 10

e “BEAM” “3D tapare d 44”; No nó 1 há restrição de movimentos nas direções Y X e Z;

No nó 6 há restrição de movimentos em todas as direções “ALL DOF” .

Exemplo 5 Neste exemplo, trab alharemos com elementos de barras bidimensio nais. Pretende-se

demonstrar como determina r os esforços a que está submetida uma viga

figura abaixo, quando subm etida inicialmente apenas à ação do peso próp rio, e em seguida

limparemos a memória, par a após a recuperação dos dados gravados ante riormente aplicar uma carga distribuída ao long o da viga.

esquematizada na

Propriedades Geomé tricas:

Vão = L = 100 in;

Seção transv ersal retangular:

Capítulo 5 – Exemplos de utilização do ANSYS®

o

b = 2 in;

o

h = 2 in;

Área da seção transversal = 4 in²;

IZ = Inércia = 1.3333 in 4 ;

Aceleração da gravidade = g: 386.4 in/sec².

Propriedades dos materiais:

43

Módulo de elasticidade do material = E: 30E6 psi;

Massa específica = ρ: 0.00073 lb-sec²/in 4 ;

OBS: No comando DENS deve ser fornecida a massa específica.

No comando DENS deve ser fornecida a massa específica. Figura 55 - Exemplo 5 - Esquema

Figura 55 - Exemplo 5 - Esquema da viga a ser analisada

Figura 55 - Exemplo 5 - Esquema da viga a ser analisada Figura 56 - Exemplo

Figura 56 - Exemplo 5 - Malha de elementos finitos. Numeração dos nós.

5 - Malha de elementos finitos. Numeração dos nós. Figura 57 - Exemplo 5 - Malha

Figura 57 - Exemplo 5 - Malha de elementos finitos. Numeração dos elementos.

Análise do tipo estrutural;

Utilização do elemento “Structural Beam” “2D elastic 3”;

No nó 3 há restrição de todos os movimentos “ALL DOF”;

No nó 1 há restrição de movimento na direção do eixo Y.

Exemplo 6 No caso da placa esquematizada na figura 58, ou seja, uma placa fina quadrada e de

espessura constante, submetida a um carregamento uniforme em um dos bordos, porém sem considerar a fissura na região central, a solução é um regime uniforme de tensões.

σx = 1000 Pa;

σy = 0;

τxy = 0;

44| ANSYS® ED 9.0

Propriedades dos materiais: Módulo de elasticidade do material = E: 3E10 Pa; Coeficiente de Poisson
Propriedades dos materiais:
Módulo de elasticidade do material = E: 3E10 Pa;
Coeficiente de Poisson = v: 0.3;
Análise do tipo estrutural;
Utilização do elemento “Structural SOLID” “Triangle 6node 2”.
Figura 58 - Exemplo 6 - Esquema da placa
Exemplo 7

O objetivo do exemplo é a determinação do regime de tensões a que está submetida uma placa fina com orifício circular.

a que está submetida uma placa fina com orifício circular. Figura 59 - Exemplo 7 -

Figura 59 - Exemplo 7 - Esquema da placa

Capítulo 5 – Exemplos de util ização do ANSYS®

45

Propriedades Geomé tricas:

 

Modelo bidi

mensional utilizando-se estado plano de tensões;

Pode-se cons iderar a espessura unitária, obtendo-se para r esultados tensões

 

por unidade

de espessura;

Propriedades dos ma teriais:

 

EX = Módulo de Elasticidade Longitudinal ou de Young : Exx = 3E10 Pa; NUXY = Coefi ciente de Poisson: NUXY = 0.3 Carga:

Pressão p = - 1000 N/m Análise do tipo estrut ural;

 

Utilização do elemen to “Structural SOLID” “Triangle 6node 2”.

Exemplo 8 Pretende-se com ess e exemplo determinar os esforços no interior

de uma barragem

solicitada pela gravidade e a

pressão da água.

barragem solicitada pela gravidade e a pressão da água. F igura 60 - Exemplo 8 -

F igura 60 - Exemplo 8 - Esquema da barragem

Análise do tipo estrut ural;

Utilização do elemen to “Solid 8node 82”;

Mudar k3 para “Plan e strain”;

Propriedades do mat erial:

Massa Especi fica: 2628 kg/m3;

Módulo de El asticidade: 6GPa;

Coeficiente d e Poisson: 0,2.

KeyPoints a serem cri ados: (IMPORTANTE: Respeitar a ordem)

0,0

0,18

0,19

4.5,19

46| ANSYS® ED 9.0

 

4.5,12

13.5,0

Criar Lines: (IMPORTANTE: Respeitar a ordem)

1-2

 

2-3

3-4

4-5

5-6

6-1

Características da malha:

 

Size = 3;

Mesh =Quad/ Free.

Condições de contorno:

 

Line 6>Displacement All DOF;

Line 1> Pressure;

 

o

Constant Value;

o

Value Load Pres value: 18000;

o

Value: 0.

Exemplo 9

Neste exemplo vamos analisar uma laje, com dimensões 4m x 6m, feita de concreto armado submetida a um carregamento distribuído p = 0.6 tf/m², com espessura de 0.12 m, com viga de bordo de seção transversal 0.10 m x 0.50 m. Inicialmente faremos uma comparação do comportamento da laje engastada e simplesmente apoiada para, a seguir, considerar a influência da viga de bordo. Fazendo uso da simetria podemos trabalhar com apenas ¼ da laje.

Propriedades dos materiais:

EX = 1.5E6 tf/m²;

NUXY = 0.2;

Carga:

Carregamento nos lances: P1 = 0.6 tf/m²; Análise do tipo estrutural;

Utilização do elemento “Structural Shell” “Elastic 4node63” e “Structural Beam” “tapered 44”.

Capítulo 5 – Exemplos de util ização do ANSYS®

47

Capítulo 5 – Exemplos de util ização do ANSYS® 47 Figura 61 - Exemplo 9 -

Figura

61 - Exemplo 9 - Esquema da laje com viga de bordo

Exemplo 10 Pretende-se com ess e exemplo determinar o campo de velocidades de uma barragem

como mostrada na figura aba ixo onde o solo é poroso (K=15m/dia).

na figura aba ixo onde o solo é poroso (K=15m/dia). Figura 62 - Exemplo 10 -

Figura 62

- Exemplo 10 - Esquema da barragem a ser utilizada

48| ANSYS® ED 9.0

Análise do tipo térmica;

Utilização do elemento “Quad 8node 77”;

Propriedades do material:

(Thermal>Conductivity>isotropic);

KXX=15.

Criar retângulos:

H=5 e L=16 com wpx=0 e wpy=0;

H=1 e l=4 com wpx=5 e wpy=4;

Booleans>Subtract>Areas.

Características da malha:

Size = 3;

Mesh =Quad/ Free.

Condições de contorno:

Thermal- Temperature>On nodes (Clicar em Box e deixar dentro da caixa os

nós acima à esquerda, entrada da água)

o

D;

o

Value 10.

Thermal- Temperature>On nodes (Clicar em Box e deixar dentro da caixa os nós acima à direita, saída da água)

o

D;

o

Value 0.5.

Exemplo 11

O exemplo apresentado é um reservatório cilíndrico de fundo plano, conforme mostra a esquema da figura 63. Diferentemente dos reservatórios que contém líquidos, a pressão horizontal nas paredes não aumenta linearmente com a profundidade do silo devido à presença do atrito dos grãos com as paredes do silo. A pressão do atrito é distribuída na superfície interna das paredes e equilibra parte do peso do produto, resultando em esforços de compressão na parede do silo. Duas situações de carga devem ser estudadas: a que considera o material em repouso e a que considera o estado de carregamento ou descarregamento, que conterão as chamadas de pressões ativas.

que conterão as chamadas de pressões ativas. Figura 63 - Exemplo 11 - Esquema mostrando reservatório

Figura 63 - Exemplo 11 - Esquema mostrando reservatório cilíndrico de fundo plano

Capítulo 5 – Exemplos de utilização do ANSYS®

49

Utilizando-se a hipótese de que o material está em repouso, além do peso próprio do reservatório, é importante a consideração das cargas referentes à pressão lateral e na placa de fundo devido aos grãos ensilados e da força de atrito. Igualmente importantes são as ações do vento que não serão consideradas neste exemplo.

ações do vento que não serão consideradas neste exemplo. Tabela 1 - Exemplo 11 - Características

Tabela 1 - Exemplo 11 - Características da estrutura

Análise do tipo estrutural;

Utilização do elemento “Structural Shell” “Elastic 8node93”.