Você está na página 1de 388

Renault CLIO

Manual do utilizador
Castrol, parceiro exclusivo da Renault

Desfrute das tecnologias de ponta provenientes da competição para garantir o desempenho e a longevidade
do seu veículo Renault graças à gama de lubrificantes para motores especialmente desenvolvidos pela
Renault e pela Castrol.

renault.com
A Renault recomenda
Bem-vindo a bordo do seu veículo
Este Manual do Utilizador coloca ao seu dispor as informações que lhe permitirão:
– conhecer bem o seu veículo para melhor o utilizar e tirar pleno benefício, e nas melhores condições de utilização, de todas as
funcionalidades e aperfeiçoamentos técnicos de que é dotado;
– manter o melhor estado de funcionamento através da simples - mas rigorosa - observação dos conselhos de manutenção;
– fazer face, sem excessiva perda de tempo, a pequenos incidentes que não necessitem da intervenção de um especialista.
O tempo que consagrar à leitura deste livro será largamente compensado pelos ensinamentos adquiridos e pelas funcionalidades
e novidades técnicas que nele descobrirá. Se alguns pontos permanecerem eventualmente obscuros, os técnicos da nossa Rede
dar-lhe-ão com todo o prazer os esclarecimentos complementares que deseje obter.
Poderá encontrar os seguintes símbolos como auxílio:

  e  ão apresentados no veículo e indicam que deverá consultar o manual para encontrar informações detalhadas
S
e/ou limites de funcionamento no que diz respeito aos equipamentos do veículo.
➥ em qualquer ponto do Manual indica uma transferência para uma página.

em qualquer ponto do manual indica um risco, um perigo ou uma recomendação de segurança.

Este manual foi concebido a partir das características técnicas conhecidas à data da sua elaboração. Inclui todos os equipa-
mentos (de série ou opcionais) disponíveis para o modelo. A sua presença depende da versão, das opções escolhidas
e do país de comercialização.
Alguns equipamentos a introduzir futuramente no veículo podem aparecer já descritos neste documento.
Os esquemas no Manual do Utilizador são fornecidos a título de exemplo.

Boa viagem ao volante do seu veículo.

Traduzido do francês. Reprodução ou tradução, mesmo parciais, interditas sem autorização escrita do fabricante do veículo.

0.1
Exterior

Retrovisores ➥ 1.95

Elevador de vidros ➥ 3.18


Limpa-vidros dianteiro ➥  1.105 e
➥ 1.110
Desembaciamento ➥ 3.6 e ➥ 3.10

Chave/telecomando ➥ 1.2
Mapa ➥ 1.6
Trancamento e destranca-
mento das portas ➥ 1.13

Luzes: funcionamento ➥ 1.97 Manutenção da carroçaria ➥ 4.14


Luzes: substituição ➥ 5.14

Os pneus ➥ 5.11

L
➥ 1.112
Reabastecimento de combustível

0.2
Habitáculo

Regulação da posição de Arrumações no habitáculo ➥ 3.24


condução ➥ 1.23

Banco traseiro ➥ 3.31


Apoios de cabeça traseiros
➥ 3.30

Lugares dianteiros ➥ 1.21


Apoios-de-cabeça dianteiros
➥ 1.20

Segurança de crianças: Arrumações no porta-baga-


➥ 1.37 gens ➥ 3.34

0.3
Posto de condução

Comandos do computador de
Quadro de instrumentos bordo ➥ 1.77
➥ 1.64

Iluminação exterior ➥ 1.97


Painel frontal multimédia
➥ 3.16

Regulador ➥ 2.90 Ba nco (s) aqu eci do(s)


➥ 1.21
Regulador de velocidade adap-
tativo Stop and Go ➥ 2.95
Limitador de velocidade ➥ 2.86 Sistema de aquecimento/ar
condicionado ➥ 3.6

Zona de carga de telefone


Destrancamento do capô ➥ 3.24
➥ 4.2
Alavanca de velocidades
➥ 2.16

Regulação do volante
Travão-de-mão ➥ 2.17
➥ 1.93

Contactor de ignição de Botão start/stop do motor ➥ 2.5


chave. ➥ 2.3

0.4
Ajuda à condução

ABS (sistema antiblocagem de rodas) Limitador de velocidade ➥ 2.86


ESC (controlo eletrónico de estabilidade)
Assistência à travagem Deteção de sinais rodoviários
➥ 2.82
Ajuda ao arranque em subida ➥ 2.38

Regulador ➥ 2.90

Alerta de saída de via ➥ 2.43 Regulador de velocidade adapta-


tivo Stop and Go ➥ 2.95

Alerta de saída involuntária de via


➥ 2.48 Auxílio ao estacionamento

Travagem ativa de urgência


Câmara de marcha-atrás ➥ 2.113
➥ 2.74

Alerta de ângulo morto ➥ 2.54 câmara de 360° ➥ 2.65

Estacionamento automático
Alerta de distâncias de segurança
➥ 2.115
➥ 2.61

Paragem e arranque ➥ 2.8 Avisador de perda da pressão


dos pneus ➥ 2.32

0.5
Segurança a bordo

Airbags frontais ➥ 1.28


Neutralização do airbag do «Airbags» de cortina ➥ 1.35
passageiro dianteiro ➥ 1.57

«Airbags» laterais ➥ 1.35

Cintos de segurança ➥ 1.23

0.6
Identificar um veículo - Etiquetas

Consulta de um número de identifi-


cação do veículo ➥ 6.2

Placa de identificação ➥ 6.2

Placa de identificação do
motor ➥ 6.3

Etiquetas de pressão dos pneus


➥ 2.32 ➥ 4.10

0.7
O compartimento do motor (manutenção corrente)

líquido de travões ➥ 4.7

Líquido de refrigeração do
motor ➥ 4.7

Tampa de enchimento de Bateria: ➥ 4.12


óleo do motor ➥ 4.5
Vareta de medição do nível
de óleo do motor ➥ 4.4

Líquido lava-vidros dianteiro


➥ 4.7 Abertura do capô ➥ 4.2

0.8
desempanagem

Substituir a(s) escova(s) Furo:


do limpa-vidros dianteiro As ferramentas ➥ 5.7
➥ 5.33
Roda sobressalente
➥ 5.2
Substituir lâmpadas Substituição de rodas
de faróis ➥ 5.14 ➥ 5.9

Ponto de reboque
dianteiro ➥ 5.35

Substituição da escova
de limpa-vidros traseiro
➥ 5.33

Fusíveis ➥ 5.29
Substituir lâmpadas
de luzes traseiras
➥ 5.15

Ponto de reboque traseiro


➥ 5.35

0.9
0.10
S U M ÁR I O
Capítulos

Conheça o seu automóvel  .................................... 1

Condução  .............................................................. 2

Conforto  . ............................................................... 3

Manutenção  ........................................................... 4

Conselhos práticos  . ............................................. 5

Características técnicas  ....................................... 6

Índice alfabético  .................................................... 7

0.11
0.12
Capítulo 1: Conheça o seu automóvel
Chave, telecomando por radiofrequência: generalidades, utilização, supertrancamento. . . . . . . . . 1.2
Cartão: generalidades, utilização, supertrancamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.6
Trancamento, destrancamento das portas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.13
Abertura e fecho das portas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.17
Trancamento automático dos abríveis com o veículo em andamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.19
Apoios de cabeça — Bancos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.20
Cintos de segurança. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.23
Dispositivo de retenção complementar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.28
aos cintos de segurança dianteiros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.28
aos cintos de segurança traseiros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.34
lateral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.35
Segurança de crianças: generalidades. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.37
escolha da fixação da cadeira para criança. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.40
instalação da cadeira para criança, generalidades. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.43
Cadeira para criança: fixação pelo cinto de segurança ou pelo sistema Isofix. . . . . . . . . . . . . . . . . 1.45
desativação, ativação do airbag do passageiro dianteiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.57
Posto de condução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.60
Quadro de instrumentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.64
Visores e indicadores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.70
computador de bordo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.77
menu de personalização das regulações do veículo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.88
Relógio e temperatura exterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.91
Volante de direção, direção assistida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.93
Retrovisores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.95
Iluminação e sinalização exteriores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.97
Sinalização sonora e luminosa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.103
Regulação de faróis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.104
Limpa-vidros, lava-vidros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.105
Depósito de combustível (reabastecimento). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.112
Reservatório de reagente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.115
1.1
CHAVE, TELECOMANDO POR RADIOFREQUÊNCIA: generalidades (1/2)

2 3
1 Responsabilidade do
2 condutor durante o
1 estacionamento ou
4 paragem do veículo
5 Ao abandonar o veículo, nunca
deixe crianças, um adulto não au-
5 tónomo ou animais lá dentro, ainda
que seja por pouco tempo.
Com efeito, poderiam pôr-se em
1 Trancamento de todos os abríveis. perigo a si próprias e a outras pes-
2 Destrancamento de todos os abrí- soas, accionando, por exemplo, o
veis. motor ou os equipamentos (como
3 Chave do contactor de ignição/motor é o caso dos elevadores de vidros)
de arranque e da porta do condutor. ou ainda o sistema de trancamento
das portas...
5 Destrancar apenas o porta-baga- Conselho
gens. Além disso, com tempo quente e/ou
Não aproxime o telecomando de com sol, a temperatura no interior
Telecomando com parte metálica re- uma fonte de calor ou de frio e pro- do habitáculo aumenta muito rapi-
tráctil: teja-o da humidade. damente.
4 Trancamento/destrancamento com
utilização da parte metálica da PERIGO DE MORTE OU
chave. Para que a parte metálica FERIMENTOS GRAVES.
saia do seu alojamento, prima o
botão 4; a parte metálica sai. Prima A chave não deve ser utilizada para
o botão 4 e acompanhe a parte me- uma função diferente das que são
tálica para a reinserir no seu lugar. descritas neste manual (tirar a cáp-
sula de uma garrafa…).

1.2
CHAVE, TELECOMANDO POR RADIOFREQUÊNCIA: generalidades (2/2)
Alcance do telecomando por
radiofrequência
Varia consoante o meio ambiente: aten-
ção à manipulação do telecomando
(poderá ocorrer um trancamento ou
um destrancamento das portas, devido
a pressões involuntárias sobre os
botões).
Nota: se uma porta ou o porta-baga- Substituição ou necessidade
gens estiverem abertos ou mal fecha- de uma chave ou de um teleco-
dos, o trancamento não será realizado. mando suplementar
É emitido um sinal sonoro e o sinal de Dirija-se exclusivamente a um re-
perigo e os pisca-piscas laterais não presentante da marca:
piscam.
– em caso de substituição de uma
Interferências chave, é necessário que se dirija
O accionamento do telecomando nas a um representante da marca
proximidades de instalações exteriores com o veículo e todas as chaves,
ou de aparelhos que utilizem a mesma para os poder inicializar;
frequência pode provocar interferên- – consoante a versão do veículo, é
cias na sua utilização. possível utilizar até quatro teleco-
mandos.

Avaria do telecomando
Verifique se a pilha está em bom
estado, se é do tipo adequado e se
está correctamente encaixada no
respectivo alojamento. A duração
de vida da pilha é de cerca de dois
anos.
Como mudar a pilha ➥ 5.20.

1.3
TELECOMANDO POR RADIOFREQUÊNCIA: utilização
O telecomando  A assegura o tranca- Destrancamento das portas
mento e o destrancamento das portas. A
Uma pressão no botão 2 permite des-
É alimentado por uma pilha que pode trancar as portas.
ser substituída. ➥ 5.20. O destrancamento é indicado por
uma intermitência do sinal de perigo
2 e dos pisca-piscas laterais.
Trancamento das portas
1 Nota: com a ignição ligada e o motor a
Prima o botão de trancamento 1. 2 trabalhar ➥  2.3, os botões no teleco-
Os pisca-piscas laterais e o sinal de
perigo piscam duas vezes para indicar 1 mando não são ativados.
que as portas foram trancadas. 3
Premir o botão 1 duas vezes tranca o Destrancamento apenas do
veículo e permite o fecho dos vidros 3 porta-bagagens
dianteiros e traseiros (consoante o veí- Prima longamente o botão  3. A aber-
culo). tura do porta-bagagens é diminuta.
Nota: se uma porta ou o porta-baga-
gens estiverem abertos ou mal fecha-
dos, o trancamento não será realizado.
É emitido um sinal sonoro e o sinal de
perigo e os pisca-piscas laterais não
piscam.
Responsabilidade do condutor durante o estacionamento ou
paragem do veículo
Ao abandonar o veículo, nunca deixe crianças, um adulto não autónomo
ou animais lá dentro, ainda que seja por pouco tempo.
Com efeito, poderiam pôr-se em perigo a si próprias e a outras pessoas, accio-
nando, por exemplo, o motor ou os equipamentos (como é o caso dos elevadores
de vidros) ou ainda o sistema de trancamento das portas...
Além disso, com tempo quente e/ou com sol, a temperatura no interior do habitá-
Consoante o veículo, os retroviso- culo aumenta muito rapidamente.
res exteriores são rebatidos/abertos PERIGO DE MORTE OU FERIMENTOS GRAVES.
automaticamente quando o veículo
é trancado/destrancado ➥ 1.95.

1.4
Telecomando por radiofrequência: supertrancamento
Se o veículo estiver equipado com su-
pertrancamento, este sistema permite
trancar os abríveis e tornar impossível
a abertura das portas através dos ma-
nípulos interiores (no caso, por exem-
plo, de um vidro partido seguido de
tentativa de abertura da porta pelo in-
1 terior).
Para tal, prima duas vezes seguidas o
1 botão 1.
O trancamento é indicado por duas in-
termitências lentas e três intermitên-
cias rápidas do sinal de perigo e dos
pisca-piscas laterais.
Consoante o veículo, os retrovisores
exteriores são rebatidos automatica-
mente quando o veículo é trancado
➥ 1.95.

Nunca utilize o supertran-


camento das portas se es-
tiver alguém dentro do veí-
culo.

1.5
Cartão: generalidades (1/2)
O cartão é utilizado para: Alcance do cartão
– o trancamento/destrancamento das Varia consoante o ambiente: tenha cui-
1 portas, da tampa de porta-bagagens dado para não trancar ou destrancar
e da portinhola do depósito de com- acidentalmente o veículo ao premir
4 bustível (consulte as páginas se- inadvertidamente os botões do cartão.
guintes); Nota: se uma porta ou o porta-baga-
2 – acendimento à distância das luzes gens estiverem abertos ou mal fecha-
do veículo (consulte as páginas se- dos, o trancamento não será realizado.
3 guintes); É emitido um sinal sonoro e o sinal de
– fecho automático dos vidros elétri- perigo e os pisca-piscas laterais não
cos à distância ➥ 3.18; piscam.
– arranque do motor ➥ 2.5.

Interferências
Autonomia
A interferência causada por fatores nas
Verifique se a pilha está em bom imediações (instalações exteriores ou
1 Destrancamento de todos os abrí-
estado, se é do tipo adequado e se utilização de equipamentos na mesma
veis.
está corretamente encaixada no res- frequência do cartão) poderá perturbar
2 Trancamento de todos os abríveis. petivo alojamento. A sua vida útil é de o respetivo funcionamento.
3 Destrancar apenas o porta-baga- aproximadamente dois anos: deverá
gens. ser substituída quando a mensagem
«Bateria do cartão fraca» for apresen-
4 Acendimento da iluminação à distâ- tada no quadro de instrumentos
ncia. ➥ 5.22.

Ainda que a pilha do cartão esteja


descarregada, continua a ser pos-
sível trancar/destrancar o veículo
e pôr o motor a trabalhar. ➥  1.13
➥ 2.5.

1.6
Cartão: generalidades (2/2)

Conselho
Não aproxime o cartão de uma
4 fonte de calor, de frio e proteja-o da
humidade.
Não guarde o cartão num local onde
possa ser deformado, ou mesmo Responsabilidade do
danificado, ainda que involuntaria- condutor durante o
mente (por exemplo, num bolso do estacionamento ou
vestuário que ficará pressionado paragem do veículo
quando se sentar).
Nunca abandone o veículo com
crianças, adultos não autónomos
ou animais lá dentro, ainda que seja
por pouco tempo.
Função «iluminação à
Ao fazê-lo, poderá colocar-se em
distância» perigo a si ou a outras pessoas, por
Substituição: necessidade de um
Premir o botão 4 acende os médios e cartão adicional exemplo, se for ligado o motor ou
a iluminação exterior durante aproxi- equipamentos (como é o caso dos
madamente 20 segundos. Isto permite, Se o seu cartão se extraviar ou pre- elevadores de vidros) ou ainda o
por exemplo, identificar ao longe o ve- tender outro cartão, poderá obtê- sistema de bloqueio das portas.
ículo num parque de estacionamento. lo junto de um representante da
marca. Além disso, com tempo quente e/ou
Efetuar uma pressão longa no botão 4 com sol, a temperatura no interior
durante aproximadamente dois segun- Se um cartão for substituído, será do habitáculo aumenta muito rapi-
dos ativa a iluminação exterior e é emi- necessário levar o veículo e todos damente.
tido um som. os respetivos cartões a um repre-
sentante da marca para inicializar o PERIGO DE MORTE OU
Nota: um novo impulso no botão  4 sistema. FERIMENTOS GRAVES.
apaga as luzes.
É possível utilizar até quatro car-
tões por veículo.

1.7
Cartão “mãos livres”: utilização (1/4)
Ativar/desativar o modo
«mãos livres»
Consoante o veículo, é possível ativar/
1 desativar:
– o destrancamento ao aproximar-se e
o trancamento ao afastar-se do veí-
culo;
– o trancamento e o destrancamento
premindo os botões do puxador da
porta. Responsabilidade do
É igualmente possível ativar/desa- condutor durante o esta-
2 cionamento ou paragem
tivar o sinal sonoro emitido após o
trancamento ao afastar-se do veículo do veículo
➥ 1.88. Nunca abandone o veículo com
crianças, adultos não autónomos
ou animais lá dentro, ainda que seja
Existem três formas de trancar/des- por pouco tempo.
trancar o veículo: Ao fazê-lo, poderá colocar-se em
– «mãos livres», ao aproximar-se e perigo a si ou a outras pessoas, por
afastar-se do veículo; exemplo, se for ligado o motor ou
– «mãos livres», utilizando o botão 2 no equipamentos (como é o caso dos
puxador 1 de uma das portas dian- elevadores de vidros) ou ainda o
teiras; sistema de bloqueio das portas.
– utilizando o cartão no modo de tele- Além disso, com tempo quente e/ou
comando. com sol, a temperatura no interior
do habitáculo aumenta muito rapi-
damente.
PERIGO DE MORTE OU
Não guarde o cartão num local FERIMENTOS GRAVES.
onde possa entrar em contacto com
outros equipamentos eletrónicos
(computador, telefone, etc.), dado
que tal poderá perturbar o respetivo
funcionamento.

1.8
Cartão “mãos livres”: utilização (2/4)

3
4

Destrancamento “mãos Trancamento “mãos livres” Se o cartão permanecer na zona de


livres” ao aproximar-se do ao afastar-se do veículo deteção  3 durante aproximadamente
15 minutos, o trancamento à distân-
veículo; Com o cartão na sua posse e as portas cia será desativado. Para trancar o ve-
Com o cartão na zona de acesso 3, o e o porta-bagagens fechados, afaste- ículo, prima o botão 2 no puxador 1 ou
veículo será destrancado. O destran- se do veículo: este será automatica- o botão 5 no cartão.
camento é indicado por uma intermi- mente trancado assim que sair da zona
de acesso 3. O veículo não poderá ser trancado à
tência do sinal de perigo e dos pisca-
distância sem que o cartão se encontre
piscas. Nota: a distância a que ocorre o tran- na zona 4.
camento do veículo depende das con-
dições do meio ambiente.
O trancamento do veículo é identificado
por duas intermitências do sinal de
perigo seguidas do seu acendimento
Consoante o veículo, os retroviso- durante aproximadamente quatro se-
res exteriores são rebatidos/abertos gundos, sendo confirmado por um sinal
automaticamente quando o veículo sonoro.
é trancado/destrancado ➥ 1.95.

1.9
Cartão “mãos livres”: utilização (3/4)
O trancamento do veículo é identificado
por duas intermitências do sinal de
perigo seguida do seu acendimento
durante aproximadamente quatro se-
gundos.
1
Particularidades do sistema
de destrancamento
Ao fim de oito dias de não utilização, o
destrancamento por aproximação é de- 4
2 sativado.
Prima o botão 2 (puxador de porta dian-
teira ou do porta-bagagens) ou utilize o
cartão de telecomando (consulte as pá-
ginas que se seguem) para destrancar
Trancamento/destrancamento o veículo e reativar o modo.
Nota: se uma porta ou o porta-baga-
«mãos livres» com o botão 2 gens estiverem abertos ou mal fecha-
dos, o trancamento não será realizado.
Com o cartão na zona  3 e o veículo Particularidades relacionadas É emitido um sinal sonoro e o sinal de
trancado, prima o botão 2 no puxador 1 perigo e os pisca-piscas laterais não
de uma das duas portas dianteiras: o com o trancamento «mãos
piscam.
veículo será destrancado. Uma pres- livres»
são no botão 2 destranca também todo Após o trancamento no modo «mãos
o veículo. livres», é necessário aguardar apro-
O destrancamento é indicado por uma ximadamente três segundos para
intermitência do sinal de perigo e dos poder destrancar novamente o veículo.
pisca-piscas. Durante estes três segundos, é possí-
vel assegurar-se que o trancamento foi
Uma pressão no botão 2 tranca nova- devidamente efetuado acionando os
mente o veículo. puxadores das portas.

1.10
Cartão “mãos livres”: utilização (4/4)
Trancar com o cartão
5 Com as portas e o porta-bagagens fe-
7 chados, prima o botão  5: o veículo é
trancado.
O trancamento do veículo é identificado
por duas intermitências do sinal de
perigo seguida do seu acendimento
durante aproximadamente quatro se-
6 gundos.
4
Premir o botão 5 duas vezes tranca o
veículo e permite o fecho dos vidros
dianteiros e traseiros (consoante o ve-
ículo).
Observação:
Utilização do cartão em – a distância máxima a que ocorre o Com o motor desligado e se, depois
telecomando trancamento do veículo depende de ter aberto e fechado uma porta, o
das condições do meio ambiente; cartão já não estiver na zona 4, a men-
Destrancamento com auxílio do – se uma porta ou o porta-bagagens sagem «Cartão não detectado» alerta
cartão estiverem abertos ou mal fechados, o condutor de que o cartão já não se
o trancamento não será realizado. É encontra no veículo. Isto permite evitar,
Prima o botão 7.
emitido um sinal sonoro e o sinal de por exemplo, que o veículo se deslo-
O destrancamento é indicado por uma
perigo e os pisca-piscas laterais não que depois de um passageiro sair com
intermitência do sinal de perigo e dos
piscam. o cartão.
pisca-piscas.
Todos os sinais de alerta desaparecem
logo que o cartão é novamente detec-
tado.

Destrancamento apenas do
porta-bagagens
Com o motor a trabalhar, os botões Prima longamente o botão 6. O porta-
do cartão estão inactivos. bagagens abre-se ligeiramente.

1.11
Cartão “mãos livres”: supertrancamento
Se o veículo estiver equipado com su-
pertrancamento, este sistema permite
1 trancar os abríveis e tornar impossível
a abertura das portas através dos ma-
nípulos interiores (no caso, por exem-
plo, de um vidro partido seguido de
tentativa de abertura da porta pelo in-
terior).
Para tal, prima duas vezes seguidas o
botão 1.
O trancamento é confirmado por duas
intermitências lentas e três intermi-
tências rápidas do sinal de perigo e
dos pisca-piscas laterais.
Consoante o veículo, os retrovisores
exteriores são rebatidos automatica-
mente quando o veículo é trancado
➥ 1.95.

Nunca utilize o supertran-


camento das portas se es-
tiver alguém dentro do veí-
culo.

1.12
Trancamento, destrancamento das portas (1/4)
Se o telecomando ou,
consoante o veículo, o cartão 2
1
não funcionarem
Em alguns casos, o telecomando por
radiofrequência ou o cartão poderão A
não funcionar:
– pilha do telecomando por radiofre-
quência/cartão fraca ou gasta, bate-
ria do veículo descarregada, etc.
– se o veículo estiver nas proximida-
des de instalações ou de aparelhos
que utilizem a mesma frequência do
cartão (telemóvel...);
– o veículo encontra-se numa zona de
fortes radiações electromagnéticas.
Se isto acontecer, pode: Chave integrada no cartão
– utilizar o telecomando por radiofre- A chave integrada 2 pode ser utilizada
quência ou a chave de emergência para trancar ou destrancar a porta do
integrada no cartão (consoante o condutor quando o cartão não funcio-
veículo) para destrancar a porta do nar.
condutor;
– utilizar o interruptor de trancamento/ Acesso à chave 2
destrancamento das portas pelo in-
Faça deslizar a cobertura traseira  1
terior (consulte as páginas seguin-
para baixo exercendo pressão sobre a
tes).
zona A.

1.13
Trancamento, destrancamento das portas (2/4)

B B

3 3
2
4

Utilizar a chave integrada no Veículos com chave,


cartão telecomando
– Insira a ponta da chave  2 no enta- Utilização da chave
lhe 3 na parte inferior da cobertura B
da porta do condutor; – Insira a ponta da chave  4 no enta-
– Faça um movimento para cima para lhe 3 na parte inferior da cobertura B
extrair a tampa B; da porta do condutor;
– insira a chave  2 na fechadura da – Faça um movimento para cima para
porta do condutor e tranque e des- extrair a tampa B;
tranque. – insira a chave  4 na fechadura da
porta do condutor e tranque e des-
Depois de entrar no veículo, coloque tranque.
novamente a chave no respetivo aloja-
mento, no cartão.

1.14
Trancamento, destrancamento das portas (3/4)

Trancamento manual das Comando de trancamento/


portas destrancamento pelo interior
Abra a porta e rode o parafuso 5 (com O interruptor  6 comanda simultanea-
auxílio da chave). Volte a fechar a mente as portas, o porta-bagagens e a
porta. tampa do depósito de combustível.
A partir de agora, a porta está trancada Se alguma porta, ou a tampa de porta-
pelo exterior. -bagagens, estiver aberta ou mal fe-
A porta só poderá ser aberta pelo inte- chada, ocorrerá um trancamento se-
rior do veículo ou utilizando a chave da guido de um destrancamento rápido
porta do condutor. das portas.
Ao transportar um objeto com o porta-
bagagens aberto, continua a ser pos-
sível trancar as portas: com o motor
parado, efetue uma pressão longa no
interruptor 6 para trancar as restantes
portas.

1.15
Trancamento, destrancamento das portas (4/4)
Testemunho de estado dos Trancar os abríveis sem
abríveis cartão ou sem chave
Com a ignição ligada, o testemunho Por exemplo, no caso de uma pilha
do interruptor 6 indica o estado de tran- gasta ou da inoperacionalidade do
camento dos abríveis: cartão ou da chave, etc.
– se estiverem trancados, o testemu- Com o motor parado e uma porta ou
nho está aceso; o porta-bagagens abertos, prima e
– se estiverem abertos ou mal fecha- mantenha premido o interruptor  6 du-
dos, o testemunho está apagado. rante mais de cinco segundos.

Ao trancar as portas, o testemunho Todos os abríveis serão trancados


permanece aceso e depois apaga-se. quando fechar a porta.
Nota: O destrancamento do veículo a
partir do exterior apenas será possível
se o cartão estiver dentro do perímetro
de deteção do veículo ou utilizando a
chave.

Responsabilidade do
condutor
Se decidir circular com as
portas trancadas, lembrese
de que essa medida poderá dificul- Nunca abandone o veículo
tar o acesso dos socorristas ao ha- com a chave ou o cartão no
bitáculo, em caso de necessidade. interior.

1.16
ABERTURA E FECHO DAS PORTAS (1/2)

1 2

Abertura pelo exterior Portas traseiras Abertura pelo interior


Com as portas destrancadas, puxe a Puxe o manípulo 3.
Portas dianteiras pega 2.
Com as portas destrancadas ou o
cartão na sua posse, segure na pega 1
e puxe-a na sua direção.

Por razões de segurança,


as manobras de abertura/
fecho da porta só devem
ser efectuadas com o veí-
culo parado.

1.17
ABERTURA E FECHO DAS PORTAS (2/2)
Alarme de esquecimento de
luzes acesas
Ao abrir uma das portas com a ignição
desligada e as luzes acesas, dispara-
se um sinal sonoro para o avisar do
perigo de descarga da bateria.

Alarme de abrível aberto ou Responsabilidade do


condutor durante o
mal fechado 4 estacionamento ou
Com o veículo imobilizado, o testemu- paragem do veículo
nho 2 acende-se no quadro de instru-
mentos acompanhado de um testemu-
Ao abandonar o veículo, nunca
deixe crianças, um adulto não au-
tónomo ou animais lá dentro, ainda
nho que indica que abríveis (porta[s], que seja por pouco tempo.
porta-bagagens) estão abertos ou mal Segurança de crianças Com efeito, poderiam pôr-se em
fechados. perigo a si próprias e a outras pes-
Para impossibilitar a abertura, pelo in- soas, accionando, por exemplo, o
Assim que o veículo atingir uma velo- terior, das portas traseiras, desloque
cidade de aproximadamente 10 km/h, motor ou os equipamentos (como
a alavanca 4 de cada uma das portas é o caso dos elevadores de vidros)
um testemunho indica se a(s) porta(s) e verifique, pelo interior, se as portas
ou o porta bagagens está(ão) aberto(s) ou ainda o sistema de trancamento
estão bem trancadas. das portas...
ou mal fechado(s), juntamente com a
mensagem «Porta-bagagens aberto» Além disso, com tempo quente e/ou
ou «Porta aberta» e é emitido um sinal com sol, a temperatura no interior
sonoro durante cerca de 40 segundos do habitáculo aumenta muito rapi-
ou até a porta/porta-bagagens ser fe- damente.
chado. PERIGO DE MORTE OU
FERIMENTOS GRAVES.

1.18
TRANCAMENTO AUTOMÁTICO DOS ABRÍVEIS COM O VEÍCULO EM ANDAMENTO
Nota: se abrir e fechar uma porta, esta Anomalia de funcionamento
voltará a trancar-se automaticamente
logo que o veículo atinja a velocidade Se constatar uma anomalia de funcio-
namento (inoperacionalidade do tran-
1 de, aproximadamente, 10 km/h.
camento automático, o testemunho do
interruptor  1 não se acende aquando
Activação/Desactivação da do trancamento das portas e do porta-
função bagagens, etc.), certifique-se de que o
trancamento automático não foi desa-
Para ativar: com o veículo parado e o tivado inadvertidamente e verifique se
motor a trabalhar, prima o interruptor 1 as portas e o porta-bagagens estão
até ouvir um sinal sonoro. bem fechados. Se assim for, dirija-se a
Para desativar: com o veículo parado um representante da marca.
e o motor a trabalhar, prima o interrup-
tor 1 até ouvir dois sinais sonoros.
A função pode ser igualmente ativada e
Princípio de funcionamento desativada através do ecrã multimédia
(consoante o veículo). ➥ 1.88.
Logo que o veículo atinja a velocidade
de cerca de 10 km/h, o sistema tranca
automaticamente os abríveis.
Para destrancar:
– premindo o interruptor de destranca-
mento central das portas 1;
– com o veículo parado, quando abrir
uma porta dianteira a partir do inte-
rior.
Responsabilidade do
condutor
Se decidir circular com as
portas trancadas, lembrese
de que essa medida poderá dificul-
tar o acesso dos socorristas ao ha-
bitáculo, em caso de necessidade.

1.19
APOIOS-DE-CABEÇA DIANTEIROS
Para retirar o apoio-decabeça
Faça-o subir, até à posição mais alta
(incline o encosto para trás, se neces-
A sário). Com o apoio-de-cabeça na sua
3 posição mais elevada, prima o botão 2
e levante-o até se soltar.
1
Para repor o apoio-de-cabeça
Verifique se as hastes do apoio-de-ca-
2 beça 3 estão limpas.
Introduza as hastes do apoio-de-ca-
beça nos orifícios do encosto 1 (incline
o encosto para trás, se necessário).
Carregue no apoio-de-cabeça até que
Para subir o apoio-de-cabeça bloqueie e prima depois o botão 2 para
regular de acordo com a altura preten-
Puxe o apoio-de-cabeça para cima até
dida. Verifique o travamento correto de
à altura desejada. Assegure-se do seu
cada haste 3 no encosto do banco.
correcto travamento.

Para baixar o apoio-de-


cabeça
Prima o botão  2 e baixe o apoio O apoio-de-cabeça é
de cabeça até à altura desejada. um elemento de segu-
Assegure-se do seu correto trava- rança. Utilize-o em todas
mento. as deslocações e na po-
sição correcta: a parte superior do
apoio-de-cabeça deve ficar o mais
próxima possível da parte supe-
rior da cabeça e a distância entre a
cabeça e a parte A do apoio deve
ser mínima.

1.20
BANCOS DIANTEIROS (1/2)
Para regular a inclinação do
encosto
Levante a pega 2 ou 4 e incline o en-
costo do banco até à posição preten- 5
dida. Quando se encontrar na posição
pretendida, solte a pega e verifique se
4 o banco está bem travado.
3
1 2

Para avançar ou recuar o Por razões de segurança,


Apoio-de-braço central 5
banco efetue estas regulações
(consoante o veículo)
Levante e segure a alavanca  1 para com o veículo parado. Para regular a posição do apoio de
destravar o banco. Quando se encon- braço, faça-o deslizar para a frente ou
Para não pôr em causa a
trar na posição pretendida, largue a para trás até atingir o batente.
eficácia dos cintos de segurança,
alavanca e verifique se o banco está aconselhamo-lo a não inclinar de-
bem travado. masiado os encostos dos bancos.
Não coloque nenhum objecto sobre
Para levantar ou baixar o o piso (no lugar do condutor) porque,
assento do banco em caso de travagem brusca, pode-
ria deslizar para debaixo dos pedais
Desloque a alavanca  3 para cima ou
e obstar à sua utilização.
para baixo tantas vezes quanto as ne-
cessárias até atingir a posição preten-
dida.

1.21
Bancos dianteiros (2/2)
Anomalia de funcionamento
Quando é detetada uma anomalia de
funcionamento, os testemunhos no in-
terruptor 6 do banco em questão apa-
gam-se ao fim de aproximadamente
cinco segundos.
Dirija-se a um representante da marca.

Aquecimento dos bancos


Com a ignição ligada:
– Premir o interruptor 6 no banco pre-
tendido pela primeira vez ativa o sis-
tema de aquecimento na posição
elevada. Ambos os indicadores lu-
minosos integrados no interruptor se
acendem;
– premir o interrutor pela segunda vez
altera o aquecimento para a posição
baixa. Um testemunho integrado
acende-se;
– premir pela terceira vez desliga o
aquecimento.

1.22
CINTOS DE SEGURANÇA (1/5)
Para sua segurança, utilize o cinto de Regulação da posição de
segurança em todas as deslocações. condução
Além disso, não se esqueça da legis-
lação em vigor no país em que circula. – Sente-se correctamente no fundo
do banco (depois de ter despido o
Antes de arrancar, proceda à regu- sobretudo, o blusão…). É essencial
lação da posição de condução e, em para um bom posicionamento das
seguida, para todos os ocupantes, costas;
ao ajustamento correcto do cinto de – regule o assento em função dos
segurança, para obter a melhor pro- pedais. O seu banco deve estar na
tecção. posição mais recuada que lhe per- Certifique-se de que o banco tra-
mita premir a fundo o pedal da em- seiro é corretamente bloqueado na
braiagem. A regulação do encosto devida posição, de modo a que os
deve ser feita de modo a deixar os cintos de segurança traseiros fun-
braços ligeiramente flectidos; cionem corretamente. ➥ 3.31.
– regule a posição do seu apoio-
de-cabeça. Para um máximo de
segurança, a distância entre a sua
cabeça e o respetivo apoio deve ser Cintos de segurança mal
mínima; ajustados ou torcidos
– regule a altura do assento. Esta podem provocar ferimentos
regulação permite selecionar a po- em caso de acidente.
sição do banco que proporciona a
melhor vista possível  Nunca um só cinto deve ser utili-
– regule a posição do volante. zado por mais de uma pessoa ao
mesmo tempo, quer se trate de uma
criança ou de um adulto.
Mesmo as mulheres grávidas
devem utilizar sempre o cinto de se-
gurança. Neste caso, o cinto deve
ser colocado de modo a que não
seja exercida grande pressão sobre
a parte inferior do ventre, embora
sem excessiva folga.

1.23
CINTOS DE SEGURANÇA (2/5)
Para os utilizar
Puxe o cinto lentamente e sem es-
ticões, até engatar a lingueta 3 na
caixa 5 (para verificar o travamento,
puxe pela lingueta 3).
Se o cinto se bloquear ao desenrolálo,
deixe que recue um pouco e puxe no-
1
vamente.
Se o cinto ficar totalmente bloqueado,
puxe-o, lenta mas fortemente, até con-
3 seguir deslocá-lo cerca de 3 cm. Deixe
4 que recue um pouco e puxe nova-
5 5 mente.
2
Dirija-se a um representante da marca,
Regulação dos cintos de se o problema subsistir.
segurança
Mantenha-se bem apoiado no encosto Para o soltar
de banco. Prima o botão 4: o cinto é recuperado
O segmento torácico 1 do cinto deve pelo enrolador. Acompanhe o cinto en-
ficar o mais próximo possível do pes- quanto se enrola.
coço, mas sem lhe tocar.
O segmento 2 deve assentar bem nas
coxas e na bacia.
O cinto de segurança deve adaptar-
se bem ao corpo. Ex.: evite vestuário
muito espesso, objectos intercalados…

1.24
CINTOS DE SEGURANÇA (3/5)

ß Testemunho de alerta de
não-utilização do cinto de
segurança do condutor e, nalgumas
Em qualquer caso, confirme que os
passageiros traseiros utilizam os res-
petivos cintos e que o número de cintos
versões, do cinto do passageiro mostrados como utilizados corres-
dianteiro ponde ao número de lugares ocupados
Será apresentado no visor central ao no banco traseiro.
ligar o motor se o cinto de segurança Nota: Um objeto colocado no assento
do condutor ou do passageiro dian- de um dos bancos dianteiros poderá,
teiro (desde que o banco do passa- em alguns casos, acionar o testemu-
geiro esteja ocupado) não estiver a ser nho.
utilizado. Se um destes cintos de se-
gurança não estiver encaixado com o
veículo a circular a uma velocidade su-
6
perior a 20 km/h, o testemunho piscará
e será emitido um aviso sonoro durante
120 segundos.
Nota: um objeto colocado no assento reprodução do gráfico 6 :
do passageiro pode, nalgumas situa- – indicador verde: cinto colocado;
ções, acionar o testemunho de alerta. – indicador vermelho: cinto não colo-
Alerta de não-utilização de cinto de cado;
segurança traseiro (nalgumas ver- – indicador cinzento: banco não ocu-
sões) pado.
O testemunho ß acende-se no
visor central quando o motor é ligado.
Se um cinto de segurança traseiro esti-
ver ou for desencaixado com o veículo
Consoante o veículo, poderá ser acom- a circular a uma velocidade superior a
panhado pelo gráfico 6, indicando se o 20 km/h, o testemunho piscará e será
cinto de segurança de cada um dos lu- emitido um aviso sonoro durante 30 ou
gares traseiros está ou não encaixado 120 segundos (consoante o veículo).
nos seguintes casos:
– arranque do veículo;
– abrir uma porta;
– ao encaixar ou desencaixar um cinto
de segurança traseiro.
1.25
CINTOS DE SEGURANÇA (4/5)

8
8

Regulação em altura Cintos de segurança


dos cintos de segurança traseiros 8
dianteiros A aplicação e o posicionamento efec-
Desloque o botão  7 para regular a tuam-se de modo idêntico ao dos cintos
altura do cinto, de forma a que o seg- dianteiros.
mento torácico fique como indicado an-
teriormente. Prima o botão  7 e suba
ou desça o cinto. Depois de concluída
a regulação, assegure-se do seu cor-
recto travamento.

Depois de cada manipula-


ção do banco traseiro, veri-
fique se os cintos de segu-
rança traseiros estão bem
posicionados e se funcionam cor-
rectamente.

1.26
CINTOS DE SEGURANÇA (5/5)
As informações que se seguem dizem respeito aos cintos dianteiros e traseiros.

– Não deve proceder a qualquer modificação dos elementos do sistema de retenção montados de origem: cintos de
segurança, bancos e respectivas fixações. Para casos particulares (ex: instalação de uma cadeira para criança),
consulte um representante da marca.
– Não utilize dispositivos que possam provocar folgas nos cintos (molas, pinças, etc.), porque um cinto lasso pode
provocar ferimentos em caso de acidente.
– Nunca faça passar o cinto por baixo do seu braço, nem por trás das costas.
– Não utilize o mesmo cinto para mais de uma pessoa (não envolva com o cinto uma criança que tenha ao colo).
– O cinto não deve estar torcido.
– Depois de um acidente grave, mande verificar e, se necessário, substituir os cintos de segurança. Da mesma forma, subs-
titua os cintos que apresentem qualquer deformação ou degradação.
– Ao repor o banco traseiro, certifique-se do correto posicionamento dos cintos de segurança e das caixas de travamento, de
modo a que possam ser devidamente utilizados.
– Verifique se introduziu a lingueta do cinto de segurança na respectiva caixa de travamento.
– Tenha o cuidado de não colocar, na zona da caixa de travamento do cinto, qualquer objecto susceptível de perturbar o seu
correcto funcionamento.
– Assegure-se do bom posicionamento da caixa de travamento (não deve estar escondida, encravada, bloqueada... por pes-
soas ou objectos).

1.27
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES DOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (1/6)
Nalgumas versões do veículo, são
constituídos por: – Depois de um acidente,
mande verificar o con-
– pré-tensores dos enroladores dos junto do sistema de reten-
cintos de segurança; ção.
– pré-tensores de cinto ventral; – Qualquer intervenção no sistema
– limitadores de esforço sobre o completo (pré-tensores, airbags,
tórax; caixas eletrónicas, cablagens) ou
reutilização num outro veículo,
– airbags condutor e passageiro ainda que semelhante, é rigoro-
dianteiro. samente interdita.
Estes sistemas estão previstos para – Apenas os técnicos qualificados
funcionar separados ou em conjunto, 2 da Rede da marca estão habili-
em caso de choque frontal. tados a intervir nos airbags; caso
1
Em função da violência do embate, contrário, o sistema poderá dis-
podem apresentar-se quatro situações: parar inadvertidamente e provo-
Pré-tensores car ferimentos.
– o cinto de segurança bloqueia-se;
Os pré-tensores servem para ajustar o – A verificação das características
– pré-tensor do enrolador de cinto de cinto ao corpo, manter o passageiro no eléctricas do detonador deve ser
segurança (que dispara para supri- respectivo banco e aumentar assim a efectuada por especialistas e
mir a folga do cinto); sua eficácia. com ferramentas apropriadas.
– pré-tensores dos cintos ventrais Com a ignição ligada, aquando de uma – Se o seu veículo tiver de ser aba-
para reter o ocupante no respetivo colisão frontal grave e consoante a vio- tido, dirija-se a um representante
banco; lência do embate, o sistema pode ac- da marca para eliminar o gera-
– o airbag dianteiro. tivar: dor de gás dos pré-tensores e do
– o pré-tensor do enrolador de cinto de airbags.
segurança 1 que puxa instantanea-
mente o cinto de segurança;
– o pré-tensor do enrolador do cinto
ventral 2 nos bancos dianteiros.

1.28
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES DOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (2/6)
Limitador de esforço Airbags do condutor e
A partir de uma dada violência de passageiro dianteiro
choque, este sistema entra em funcio- Equipam os dois lugares dianteiros: do
namento para limitar, a um nível supor- condutor e do passageiro.
tável, os efeitos do embate do corpo no
cinto de segurança. Um símbolo na parte inferior do para-
brisas indica se este equipamento está
presente (consoante o veículo).
Cada sistema de airbag é composto
por:
– um airbag e o respetivo gerador de
gás montados no volante para o
condutor e no painel de bordo para
o passageiro;
– uma caixa eletrónica para a monito-
rização do sistema que comanda o
acionamento elétrico do gerador de
gás;
– sensores deslocados;

– testemunho de controlo å
comum no quadro de instrumentos.
O sistema airbag utiliza um
princípio pirotécnico. Isto
explica por que motivo,
quando um airbag é acio-
nado, é produzido calor, é libertado
fumo (o que não é sinal de início
de incêndio) e é gerado um ruído
de detonação. O acionamento do
airbag, que deve ser instantâneo,
pode provocar ferimentos na super-
fície da pele e outros efeitos desa-
gradáveis.

1.29
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES DOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (3/6)
Anomalias de funcionamento
å Este testemunho acende-se
quando se acciona o motor e apaga-se
ao fim de, aproximadamente, três se-
gundos.
Se, ao ligar a ignição, não se acender
ou se permanecer apagado, tal indica
uma avaria no sistema.
Consulte um representante da marca,
logo que possível.
Qualquer atraso nesta consulta pode
significar uma perda de eficácia da pro-
tecção.
Funcionamento
O sistema só fica operacional depois
de ligada a ignição.
Aquando de um choque frontal violento,
os airbags enchem-se rapidamente,
amortecendo o impacto da cabeça e
do tórax do condutor contra o volante e
do passageiro dianteiro contra o painel
de bordo. Em seguida, após o choque,
esvaziam-se imediatamente por si sós,
a fim de evitar qualquer entrave à eva-
cuação dos ocupantes.

1.30
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES DOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (4/6)

Os casos que se seguem fazem dis- Em caso de choque frontal com outro Em caso de choque lateral com outro
parar os pré-tensores ou os airbags. veículo de categoria equivalente ou su- veículo de categoria equivalente ou su-
Em caso de choque frontal contra perior, com uma área de impacto igual perior, a uma velocidade de impacto
uma superfície rígida (não-deformável) ou superior a 40 %, em que a veloci- igual ou superior a 50 km/h.
a uma velocidade de impacto igual ou dade de ambos os veículos seja igual
superior a 25 km/h. ou superior a 40 km/h.

1.31
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES DOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (5/6)

Nos exemplos que se seguem, os Nos exemplos que se seguem, existe o – impacto lateral com a dianteira ou
pré-tensores ou os airbags poderão risco de os pré-tensores ou osairbags traseira do veículo;
ser acionados: não serem acionados: – choque frontal, sob a traseira de um
– pancadas sob o veículo, tais como – choque traseiro, independente- camião de plataforma;
na subida ou descida de um pas- mente do grau de gravidade; – choque frontal contra um obstáculo
seio; – o capotamento do veículo; a um ângulo agudo;
– buracos; – ... – ...
– queda ou aterragem brusca;
– pedras;
– ...

1.32
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES DOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (6/6)
Todos os avisos que se seguem são indicados de modo a que nada impeça o enchimento do airbag e igualmente de
modo a evitar ferimentos graves provocados pelo eventual deslocamento de objetos causado pelo respetivo enchi-
mento.
Avisos respeitantes ao airbag do condutor
– Nunca modifique o volante, nem a sua almofada.
– Nunca cubra a almofada do volante.
– Nunca fixe qualquer objecto (mola, emblema, relógio, suporte de telemóvel...) sobre a almofada.
– A desmontagem do volante é interdita (excepto quando efectuada por técnicos qualificados da rede da marca).
– Não conduza numa posição demasiado próxima do volante: adote uma posição de condução com os braços ligeiramente
fletidos (consulte «Regular a posição de condução» ➥ 1.23). Nesta posição, assegurará um espaço suficiente para um
correto enchimento do airbag.

Avisos respeitantes ao airbag do passageiro


– Não cole nem fixe objetos (molas, emblema, relógio, suporte de telemóvel...) no painel de bordo, na zona do airbag.
– Não coloque nada entre o painel de bordo e o passageiro (animal, chapéu de chuva, cana de pesca, embrulhos…).
– Não coloque os pés no painel de bordo nem no banco, porque essas posições podem provocar ferimentos graves. De uma
maneira geral, deve manter-se afastada do painel de bordo qualquer parte do corpo (joelhos, mãos, cabeça).
– Logo que retire a cadeira para criança do lugar do passageiro dianteiro, volte a activar os «airbags» para que o passageiro
dianteiro possa beneficiar da protecção deste dispositivo, em caso de choque.
É INTERDITO INSTALAR UMA CADEIRA PARA CRIANÇA DE COSTAS PARA A DIANTEIRA DO VEÍCULO NO
BANCO DO PASSAGEIRO DIANTEIRO, A MENOS QUE OS SISTEMAS DE RETENÇÃO COMPLEMENTARES
DO CINTO DE SEGURANÇA DO PASSAGEIRO DIANTEIRO ESTEJAM DESATIVADOS ➥ 1.57.

1.33
Dispositivos complementares aos cintos de segurança traseiros
Nalgumas versões do veículo, são
constituídos por: – Depois de um acidente,
mande verificar o con-
– pré-tensores dos enroladores dos junto do sistema de reten-
cintos de segurança laterais; ção.
– limitadores de esforço sobre o – Qualquer intervenção no sistema
tórax. completo (pré-tensores, airbags,
Estes sistemas estão previstos para caixas eletrónicas, cablagens) ou
funcionar separados ou em conjunto, reutilização num outro veículo,
em caso de choque frontal. ainda que semelhante, é rigoro-
samente interdita.
Em função da violência do embate,
podem apresentar-se quatro situações: 1 – Apenas os técnicos qualificados
da Rede da marca estão habili-
– o cinto de segurança bloqueia-se; tados a intervir nos airbags; caso
– o pré-tensor de enrolador de cinto de contrário, o sistema poderá dis-
segurança (que dispara para corrigir parar inadvertidamente e provo-
a folga do cinto de segurança). Pré-tensores dos cintos de car ferimentos.
segurança laterais
– A verificação das características
Limitador de esforço Os pré-tensores servem para ajustar o eléctricas do detonador deve ser
cinto ao corpo, manter o passageiro no efectuada por especialistas e
A partir de uma dada violência de respectivo banco e aumentar assim a com ferramentas apropriadas.
choque, este sistema entra em funcio- sua eficácia.
namento para limitar, a um nível supor- – Se o seu veículo tiver de ser aba-
tável, os efeitos do embate do corpo no Com a ignição ligada, quando ocorre tido, dirija-se a um representante
cinto de segurança. um choque frontal grave e consoante da marca para eliminar o gera-
a violência do embate, o sistema pode dor de gás dos pré-tensores e do
ativar o pré-tensor do enrolador do airbags.
cinto de segurança 1 que puxa instan-
taneamente o cinto.

1.34
DISPOSITIVOS DE PROTECÇÃO LATERAL
Airbag lateral
Trata-se de um «airbag» que equipa
cada banco dianteiro e se distende
pela parte lateral do banco (do lado da
porta), para proteger o ocupante em
caso de embate lateral violento.

Airbag de cortina
Este airbag está instalado (consoante
o veículo) ao longo das partes supe-
riores laterais do veículo e é insuflado
ao longo dos vidros laterais das portas
dianteiras e traseiras, de modo a prote-
ger os ocupantes em caso de embate
Conselhos respeitantes ao «airbag» lateral
lateral violento.
– Colocar capas dos bancos: os bancos equipados com um airbag
exigem capas especificamente concebidas para o veículo. Consulte um
representante da marca para saber se este tipo de capas está dispo-
nível. A utilização de quaisquer outras capas (ou de capas específicas para
outros veículos) pode afetar o bom funcionamento destes airbag e prejudicar
a sua segurança.
– Nunca monte acessórios ou coloque objectos, ou mesmo um animal, entre o
encosto, a porta e as guarnições interiores. Nunca cubra o encosto do banco
com objectos como, por exemplo, vestuário ou acessórios, porque poderão
impedir o bom funcionamento do «airbag» ou provocar ferimentos, em caso
de disparo.
– É interdita qualquer desmontagem ou modificação do banco e das guarnições
interiores, excepto se forem realizadas por técnicos qualificados da Rede da
marca.
– As fendas visíveis nos encostos dos bancos dianteiros (do lado da porta) cor-
respondem à zona de abertura do «airbag»: é interdito introduzir objectos
nesses locais.

1.35
DISPOSITIVOS DE RETENÇÃO COMPLEMENTARES
As indicações que se seguem devem ser respeitadas para que nada impeça o enchimento da almofada insuflável e para
evitar ferimentos graves directos aquando do disparo do «airbag».

O airbag foi concebido para complementar a ação do cinto de segurança. O airbag e o cinto de segurança são parte
integrante do mesmo sistema de proteção. Assim, é imperativa a utilização permanente do cinto de segurança. A não-
utilização do cinto de segurança expõe os ocupantes do veículo a ferimentos graves em caso de acidente. Além disso,
pode também agravar os riscos de ferimentos ligeiros superficiais em caso de acionamento do airbag, embora estes
ferimentos ligeiros possam ser sempre provocados por airbags.
O disparo dos pré-tensores ou dos «airbags», em caso de capotagem ou de colisão traseira mesmo violenta, não é sistemá-
tico. Pancadas sob o veículo do tipo descida ou subida de passeios, circulação em estrada com mau piso ou pedras... podem
provocar a activação destes sistemas.
– Qualquer intervenção ou modificação no sistema completo dos «airbag»(«airbags» pré-tensores, caixa electrónica, cabla-
gem...), é rigorosamente interdita (excepto se for realizada por técnicos qualificados da Rede da marca).
– Só os técnicos qualificados da Rede da marca estão habilitados a intervir no sistema «airbag», para preservar o bom fun-
cionamento e evitar que o sistema dispare intempestivamente.
– Por segurança, mande verificar o sistema «airbag» se o veículo tiver sido acidentado, roubado ou assaltado.
– Quando emprestar ou vender o veículo, informe o utilizador ou o novo proprietário destas condições e entregue-lhe este
manual.
– Se o veículo tiver de ser abatido, dirija-se ao seu representante da marca, para eliminação dos geradores de gás.

1.36
segurança de crianças: generalidades (1/2)
Transporte de criança
Respeite a legislação local do país
onde se encontra.
A criança, tal como o adulto, deve viajar
correctamente sentada e presa com
um cinto, em todos os trajectos. O con-
dutor é responsável pelas crianças que
transporta. Responsabilidade do
A criança não é um adulto em minia- condutor durante o esta-
tura. Está exposta a riscos de ferimen- cionamento ou paragem
tos específicos porque as suas estrutu- do veículo
ras muscular e óssea estão em pleno Ao abandonar o veículo, nunca
crescimento. Só o cinto de segurança deixe crianças, um adulto não au-
não é adequado ao seu transporte. tónomo ou animais lá dentro, ainda
Utilize a cadeira para criança apro- que seja por pouco tempo.
priada e correctamente.
Com efeito, poderiam pôr-se em
Um choque a 50 km/h re- perigo a si próprios e a outras pes-
presenta uma queda da soas, accionando, por exemplo, o
altura de 10 metros. Ou motor ou os equipamentos (como
seja, não prender uma é o caso dos elevadores de vidros)
criança ao banco equivale a deixála ou ainda o sistema de trancamento
brincar na varanda de um terceiro das portas.
andar sem parapeito! Além disso, com tempo quente e/ou
Nunca permite que uma criança com sol, a temperatura no interior
seja transportada ao colo. Em caso do habitáculo aumenta muito rapi-
de acidente, será impossível se- damente.
gurá-la ainda que o passageiro que
a transporta esteja a utilizar o cinto. PERIGO DE MORTE OU
Para evitar a abertura das FERIMENTOS GRAVES.
portas, utilize a funciona- Se o seu veículo tiver estado envol-
lidade «Trancamento de vido num acidente, substitua a ca-
segurança para crianças». deira para criança e mande verificar
➥ 1.17. os cintos e as fixações ISOFIX.

1.37
segurança de crianças: generalidades (2/2)
Utilização de uma cadeira
para criança Exemplifique como se utiliza o cinto
O nível de protecção oferecido pela ca- de segurança e ensine a criança:
deira para criança é função da sua ca- – a utilizar correctamente o cinto,
pacidade para reter a criança e da sua – a entrar e a sair do veículo pelo
instalação. Uma má instalação compro- lado oposto ao da via de circula-
mete a protecção da criança, em caso ção.
de travagem violenta ou de choque. Não utilize uma cadeira para criança
Antes de adquirir uma cadeira para usada ou que não tenha manual de
criança, verifique se está conforme à utilizador.
regulamentação do país em que se en- Verifique se nenhum objecto, na ca-
contra e se pode ser montada no seu deira ou perto dela, impede a sua
veículo. Consulte um representante da correcta instalação.
marca, para saber as cadeiras reco-
mendadas para o seu veículo.
Antes de montar uma cadeira para Nunca deixe uma criança
criança, leia e respeite as instruções dentro do veículo sem que
que a acompanham. Em caso de difi- seja vigiada por um adulto.
culdade na instalação, contacte o fabri- Assegure-se de que a
cante do equipamento. Guarde as ins- criança está fixa pelo cinto e que
truções junto da cadeira. este está correctamente regulado
e ajustado. Evite vestuário dema-
siado espesso, que provoca folgas
de aperto dos cintos.
Nunca deixe que a criança ponha a
cabeça ou os braços fora da janela.
Durante o percurso, verifique se a
criança permanece em postura cor-
recta, nomeadamente, enquanto
dorme.

1.38
Segurança de crianças: escolha da cadeira para criança

Cadeiras para criança instalada de Cadeiras para criança instalada de Bancos de criança
costas para a dianteira do veículo frente para a dianteira do veículo A partir de 15 kg ou 4 anos, a criança
A cabeça do bebé é, proporcional- A cabeça e o abdómen das crianças pode viajar instalada num banco de
mente, mais pesada que a do adulto e o são zonas a proteger prioritariamente. criança, que permite adaptar o cinto de
seu pescoço é muito frágil. Transporte Uma cadeira para criança de frente segurança à sua morfologia. O assento
a criança nesta posição o mais tempo para a dianteira do veículo bem fixa ao do banco de criança deve estar equi-
possível (no mínimo, até aos 2 anos). veículo reduz os riscos de impacto da pado com guias, que obriguem o cinto
Esta posição é a mais adequada para a cabeça. Transporte a criança numa ca- a passar sobre as coxas da criança e
retenção da cabeça e do pescoço. deira instalada de frente para a dian- não sobre o ventre. De preferência, o
Escolha uma cadeira envolvente, para teira com cinto desde que a sua morfo- encosto deve ser regulável em altura
uma melhor protecção lateral, e substi- logia o permita. e equipado com passador de cinto,
tua logo que a cabeça da criança ultra- Escolha uma cadeira envolvente, para de modo a que este passe pelo centro
passe a estrutura da cadeira. uma melhor protecção lateral. do ombro. O cinto nunca deve passar
sobre o pescoço ou sobre o braço.
Escolha uma cadeira envolvente, para
uma melhor protecção lateral.

1.39
Segurança de crianças: escolha da fixação da cadeira para crianças (1/3)
Há dois sistemas de fixação de cadei- Fixação pelo cinto de segurança
ras para criança: pelo cinto de segu- O cinto de segurança deve ser ajustado
rança ou pelo sistema ISOFIX. para assegurar a sua função, em caso
de travagem violenta ou de choque.
Respeite as trajectórias do cinto indi-
cadas pelo fabricante da cadeira para
criança.
Verifique sempre se o cinto de segu-
rança está bem fixo. Para isso, puxe-o
e estique-o ao máximo, apoiando-se na
cadeira para criança.
Verifique se a cadeira está bem fixa
apoiada, fazendo-a oscilar da es-
querda para a direita e de frente para
trás: a cadeira deve manter-se solida-
mente fixa.
Verifique se a cadeira para criança está O cinto de segurança nunca
alinhada com o banco e se não está deve estar lasso nem tor-
encostada ao vidro. cido. Nunca faça passar o
cinto por baixo do braço,
nem por trás das costas.
Verifique se o cinto não está dete-
riorado.
Se o cinto de segurança não fun-
cionar normalmente, também não
Não utilize uma cadeira
poderá proteger a criança. Consulte
para criança se houver
um representante da marca. Não
perigo do cinto que a
utilize um banco cujo cinto não
prende se soltar: a base da
esteja em bom estado de funciona-
cadeira não deve assentar sobre a
mento.
lingueta e/ou a caixa de travamento
do cinto de segurança.

1.40
Segurança de crianças: escolha da fixação da cadeira para crianças (2/3)
Fixação pelo sistema ISOFIX Prenda a cadeira para criança com os
As cadeiras para crianças ISOFIX apro- fechos ISOFIX, se existirem no veículo.
vadas são homologadas de acordo O sistema ISOFIX assegura uma mon-
com os regulamentos atuais, no caso tagem fácil, rápida e segura.
de se aplicar um dos quatro casos se- O sistema ISOFIX é constituído por
guintes: 2 anéis e, nalguns casos, por um ter-
– universal ISOFIX 3 pontos, de frente ceiro anel.
para a dianteira do veículo;
– semi-universal ISOFIX 2 pontos;
– específica;
– i-Size com: 1
– um cinto que se liga ao terceiro
anel da cadeira correspondente;
– ou um suporte assente sobre o As fixações ISOFIX foram
piso do veículo, compatível com a estudadas exclusivamente
cadeira i-Size aprovada, cujo ob- para serem utilizadas por
jetivo é evitar que a cadeira para cadeiras para criança com Os dois anéis 1 estão situados entre o
crianças se desloque em caso de sistema ISOFIX. Nunca fixe nestes encosto e o assento de banco e estão
colisão.
Nestes últimos três casos, verifique se
pontos qualquer outro tipo de ca-
deira para criança, cinto ou outros identificados por um símbolo  .
objectos.
a cadeira para crianças pode ser insta- Assegure-se de que nada impede a
lada ao consultar a lista dos veículos instalação da cadeira ao nível dos
compatíveis. pontos de fixação.
Se o veículo tiver estado envolvido
num acidente, mande verificar as
fixações ISOFIX e substitua a ca-
deira para criança.

Os elementos de fixa-
ção montados de origem Antes de instalar uma cadeira para criança ISOFIX que tenha adquirido
não devem ser modifica- para um outro veículo, assegure--se de que a sua aplicação está auto-
dos: cintos de segurança, rizada. Consulte a lista dos veículos onde a cadeira pode ser instalada
ISOFIX, bancos e respectivas fixa- fornecida pelo fabricante do equipamento.
ções.

1.41
Segurança de crianças: escolha da fixação da cadeira para crianças (3/3)

2
2 As fixações ISOFIX foram
3 estudadas exclusivamente
para serem utilizadas por
cadeiras para criança com
3 sistema ISOFIX. Nunca fixe nestes
4 pontos qualquer outro tipo de ca-
deira para criança, cinto ou outros
4 objectos.
Assegure-se de que nada impede a
instalação da cadeira ao nível dos
pontos de fixação.
Fixação com o sistema ISOFIX Lugar do passageiro dianteiro Se o veículo tiver estado envolvido
(cont.) Fixe o gancho 3 do cinto superior 2 ao num acidente, mande verificar as
O terceiro anel 4 é utilizado para pren- anel 4 indicado pelo símbolo . fixações ISOFIX e substitua a ca-
der o cinto superior 2 de algumas ca- deira para criança.
deiras para criança. Todos os lugares
Puxe o cinto superior 2 de modo a que
Bancos traseiros
o encosto da cadeira para criança fique
O cinto superior 2 deverá ser posicio- em contacto com o encosto do banco
nado entre o encosto do banco e a pra- do veículo. Assegure-se de que o en-
teleira traseira. Para tal, remova a pra- costo da cadeira para
teleira traseira ➥ 3.33. criança, na posição de
Fixe o gancho 3 num dos anéis 4 indi- frente para a dianteira do
cados pelo símbolo . veículo, está em contacto com o
encosto do banco. Neste caso, por
vezes, a cadeira para criança não
está totalmente assente no banco
do veículo.

1.42
segurança de crianças: instalação da cadeira para criança, generalidades (1/2)
Não é permitida a instalação de ca- Os tipos de cadeira para criança indi- Depois da instalação da cadeira para
deiras para criança nalguns lugares cados podem não estar disponíveis. criança, quando tal for possível, é pos-
do veículo. O esquema apresenta na Antes de utilizar uma outra cadeira para sível avançar o banco do veículo, se
página seguinte dá-lhe a conhecer os criança, verifique junto do fabricante a necessário (para deixar espaço sufi-
lugares onde a instalação é autorizada. exequibilidade da sua montagem. ciente nos bancos traseiros para os
passageiros ou para outras cadeiras
À frente para criança). Para que uma cadeira
A legislação relativa ao transporte de de criança virada de costas para a
crianças no lugar do passageiro dian- dianteira não entre em contacto com o
teiro é específica a cada país. Consulte painel de bordo ou na posição máxima
De preferência, instale a
a legislação em vigor e siga as indica- avançada.
cadeira para criança num
dos lugares traseiros. ções do esquema da página seguinte. Não modifique as outras regulações
Antes de instalar uma cadeira para depois da instalação da cadeira para
Certifique-se de que a ca-
criança neste lugar (se a instalação for criança.
deira para criança ou os pés da
criança não impedem o correto tra- autorizada):
vamento do banco dianteiro. – baixe totalmente o cinto de segu-
➥ 1.21. rança;
Assegure-se de que não há perigo – faça recuar totalmente o banco;
da cadeira se deslocar da sua base.
– incline ligeiramente o encosto (cerca
Se tiver de retirar o apoio-de--ca- de 25°);
beça, assegure-se de que o arruma
– nos veículos em que tal é possível,
em local seguro; em caso de trava-
faça subir totalmente o assento de
gem violenta ou de choque, pode
banco.
tornar-se um projéctil agressor para
os ocupantes do veículo. Eleve sempre por completo o apoio de
cabeça do banco de modo a que não PERIGO DE MORTE
Fixe sempre a cadeira para criança
interfira com a cadeira para criança OU DE FERIMENTOS
ao veículo, ainda que não esteja a
➥ 1.20. GRAVES: antes de montar
ser utilizada; em caso de travagem
uma cadeira para criança
violenta ou de choque, pode tor-
de costas para a dianteira do veí-
narse um projéctil agressor para os
culo no lugar do passageiro dian-
ocupantes do veículo.
teiro, certifique-se de que o airbag
frontal foi desativado. ➥ 1.57.

1.43
segurança de crianças: instalação da cadeira para criança, generalidades (2/2)
Nos lugares traseiros laterais Remova sempre o apoio de cabeça Lugar traseiro central
Uma cadeirinha deve ser instalada no do banco traseiro onde a cadeira para Verifique se o cinto está adequado à
sentido transversal do banco e ocupa, criança está posicionada. ➥  3.30. Se fixação da sua cadeira para criança.
no mínimo, dois lugares. Posicione a necessário, coloque o banco traseiro Consulte um representante da marca.
cadeira de modo a que a cabeça da na posição mais recuada. Estas ações
criança fique do lado oposto ao da devem ser efetuadas antes de colocar
porta do veículo. a cadeira para criança. Verifique se a
cadeira para criança está apoiada no
Avance totalmente o banco dianteiro encosto do banco traseiro.
do veículo para instalar uma cadeira
para criança de costas para a dianteira.
Faça recuar depois o banco situado
em frente da cadeira para criança sem
entrar em contacto com a mesma.
Para a segurança da criança na posi-
ção voltada para a frente:
– Recue o respetivo banco tanto É interdito montar uma ca-
quanto possível; deira para criança com
– Avance o banco à frente da criança pernas de força no lugar
e regule a posição do encosto do traseiro central.
banco de modo a evitar o con-
PERIGO DE MORTE OU
tacto entre o banco e as pernas da
FERIMENTOS GRAVES.
criança.

Aquando da instalação de De preferência, instale a


uma cadeira para criança cadeira para criança num
(banco para o escalão 2 ou dos lugares traseiros.
Certifique-se de que a ca- 3), verifique se o cinto fun-
deira para criança ou os Para instalar um banco
ciona corretamente (enrolamento): ISOFIX neste lugar, afaste o cinto
pés da criança não impe- ➥ 1.23. Se necessário, adapte a po-
dem o correto travamento de segurança central com a mão
sição do banco do veículo. antes de encaixar os fechos.
do banco dianteiro. ➥  1.21 ou
➥ 3.31.

1.44
Cadeiras para crianças: fixação pelo cinto de segurança (1/6)
Esquema de instalação na versão de cinco portas
³ Verifique o estado do
«airbag», antes de ocupar o banco
(passageiro ou cadeira para criança).

² Lugar interdito à instalação de


uma cadeira para criança.
Cadeira para criança fixa pelo cinto

¬ Lugar que permite a fixação,


pelo cinto, de uma cadeira homologada
como «Universal».

PERIGO DE MORTE A utilização de um sistema


OU DE FERIMENTOS de segurança de crianças
GRAVES: antes de montar inadequado a este veículo
uma cadeira para criança não protegerá correcta-
de costas para a dian- mente o bebé ou a criança. Corre
teira do veículo no lugar do pas- perigo de ser grave ou mortalmente
sageiro dianteiro, certifique-se de ferido.
que o airbag frontal foi desativado.
➥ 1.57.

1.45
Cadeiras para crianças: fixação pelo cinto de segurança (2/6)
O quadro seguinte apresenta as mesmas informações que o esquema da página anterior. Respeite a legislação em vigor.

Versão de cinco lugares

Lugar do passageiro dianteiro


Lugares No lugar
Tipo de cadeira
Peso da criança traseiros traseiro
para criança Sem airbag ou com Com airbag laterais central
airbag desativado ativado

Cadeirinha transver-
sal < 10 kg X X U (2) X
Escalão 0
Cadeira de costas
para a dianteira do
< 10 kg e < 13 kg U (1) (5) X U (3) U (3) (6)
veículo
Grupos 0 ou 0 +
Banco/cadeira de
costas para a dian-
< 13 kg e 9 a 18 kg U (1) (5) X U (3) U (3) (6)
teira do veículo
Grupos 0 + e 1
Cadeira de frente
para a dianteira do
9 a 18 kg X U (5) U (4) U (4) (6)
veículo
Escalão 1

Banco
15 a 25 kg e 22 a 36 kg X U (5) U (4) U (4)
Escalões 2 e 3

(1) PERIGO DE MORTE OU DE FERIMENTOS GRAVES: antes de montar uma cadeira para criança de costas para
a dianteira do veículo no lugar do passageiro dianteiro, certifique-se de que o airbag frontal foi desativado. ➥ 1.57.

1.46
Cadeiras para crianças: fixação pelo cinto de segurança (3/6)
X = L
 ugar não autorizado para a instalação de uma cadeira deste tipo para criança.
U = L
 ugar que permite a instalação de uma cadeira para criança fixa pelo cinto de segurança e homologada como «Universal»;
verifique se pode ser montada.
(2) Uma cadeirinha deve ser instalada no sentido transversal do banco e ocupa, no mínimo, dois lugares. Posicione a cadeira de
modo a que a cabeça da criança fique virada para o interior do veículo.
(3) Se necessário, coloque o banco do veículo na posição mais recuada. Para instalar uma cadeira para criança de costas para
a dianteira, avance totalmente o banco dianteiro do veículo e, em seguida, recue o banco situado em frente da cadeira para
criança sem entrar em contacto com a mesma.
(4) Em qualquer caso, retire o apoio de cabeça do banco traseiro onde a cadeira para criança está posicionada. Estas ações
devem ser efetuadas antes de colocar a cadeira para criança. ➥ 3.30. Avance o banco à frente da criança e endireite o encosto
para evitar o contacto entre o banco e as pernas da criança.
(5) Coloque o banco do veículo na posição o mais recuada e mais alta possível e incline ligeiramente o encosto (cerca de 25º).

(6) PERIGO DE MORTE OU DE FERIMENTOS GRAVES: é interdito montar uma cadeira para criança com uma
perna de força.

1.47
Cadeiras para crianças: fixação pelo cinto de segurança (4/6)
O quadro seguinte apresenta as mesmas informações que o esquema da página anterior. Respeite a legislação em vigor.

Versões société

Lugar do passageiro dianteiro

Tipo de cadeira para criança Peso da criança


Sem airbag ou com
Com airbag ativado
airbag desativado

Cadeirinha transversal
< 10 kg X X
Escalão 0

Cadeira de costas para a dian-


teira do veículo < 10 kg e < 13 kg U (1) (5) X
Grupos 0 ou 0 +

Banco/cadeira de costas para a


dianteira do veículo < 13 kg e 9 a 18 kg U (1) (5) X
Grupos 0 + e 1

Cadeira de frente para a dianteira


do veículo 9 a 18 kg X U (5)
Escalão 1

Banco
15 a 25 kg e 22 a 36 kg X U (5)
Escalões 2 e 3

(1) PERIGO DE MORTE OU DE FERIMENTOS GRAVES: antes de montar uma cadeira para criança de costas para
a dianteira do veículo no lugar do passageiro dianteiro, certifique-se de que o airbag frontal foi desativado. ➥ 1.57.

1.48
Cadeiras para crianças: fixação pelo cinto de segurança (5/6)
X = L
 ugar não autorizado para a instalação de uma cadeira deste tipo para criança.
U = L
 ugar que permite a instalação de uma cadeira para criança fixa pelo cinto de segurança e homologada como «Universal»;
verifique se pode ser montada.
(5) Coloque o banco do veículo na posição o mais recuada e mais alta possível e incline ligeiramente o encosto (cerca de 25º).

1.49
Cadeiras para crianças: fixação pelo cinto de segurança (6/6)
Esquema de instalação da versão societé
³ Verifique o estado do
«airbag», antes de ocupar o banco
(passageiro ou cadeira para criança).

² Lugar interdito à instalação de


uma cadeira para criança.
Cadeira para criança fixa pelo cinto

¬ Lugar que permite a fixação,


pelo cinto, de uma cadeira homologada
como «Universal».

A utilização de um sistema
PERIGO DE MORTE OU DE de segurança de crianças
FERIMENTOS GRAVES: antes de inadequado a este veículo
montar uma cadeira para criança de não protegerá correcta-
costas para a dianteira do veículo mente o bebé ou a criança. Corre
no lugar do passageiro dianteiro, perigo de ser grave ou mortalmente
certifique-se de que o airbag frontal ferido.
foi desativado. ➥ 1.57.

1.50
Cadeiras para criança: equipadas com o sistemaisofix (1/6)
Esquema de instalação na versão de cinco portas Cadeira para criança fixa pelo sis-
tema ISOFIX
 Lugar que permite a fixação de
uma cadeira para criança ISOFIX.

± Os lugares traseiros estão equi-


pados com um dispositivo que per-
mite fixar uma cadeira para criança
de frente para a dianteira do veículo
ISOFIX homologada como Universal.
Os dispositivos de fixação estão situ-
ados no encosto do banco do passa-
geiro, no caso do lugar dianteiro, e no
encosto do banco traseiro, no caso dos
lugares traseiros.

² Lugar interdito à instalação de


uma cadeira para criança
deste tipo.

A utilização de um sistema PERIGO DE MORTE De preferência, instale a


de segurança de crianças OU DE FERIMENTOS cadeira para criança num
inadequado a este veículo GRAVES: dos lugares traseiros.
não protegerá correcta- antes de montar uma ca- Para instalar um banco
mente o bebé ou a criança. Corre deira para criança de costas para ISOFIX neste lugar, afaste o cinto
perigo de ser grave ou mortalmente a dianteira do veículo no banco do de segurança central com a mão
ferido. passageiro dianteiro, verifique se o antes de encaixar os fechos.
airbag foi desativado ➥ 1.57.

1.51
Cadeiras para criança: equipadas com o sistemaisofix (2/6)
O quadro seguinte apresenta as mesmas informações que o esquema das páginas anteriores, para respeitar a legisla-
ção em vigor.

Lugar do passageiro dianteiro


Dimensão Lugares
Tipo de cadeira Peso da Lugar traseiro
da cadeira Sem airbag traseiros
para criança criança Com airbag central
ISOFIX ou com airbag laterais
ativado
desativado

Cadeirinha transver-
sal < 10 kg F, G X X X X
Escalão 0
Cadeira de costas
para a dianteira do
< 10 kg e < 13 kg E IL (1) (4) X IL (2) X
veículo
Grupos 0 ou 0 +
Banco/cadeira de
costas para a dian- < 13 kg e 9 a
C, D IL (1) (4) X IL (2) X
teira do veículo 18 kg
Grupos 0 + e 1
Cadeira de frente
para a dianteira do
9 a 18 kg A, B, B1 X IUF - IL (1) IUF - IL (2) (3) X
veículo
Escalão 1

Banco 15 a 25 kg e 22 a
X IUF - IL (1) IUF - IL (2) (3) X
Escalões 2 e 3 36 kg

Banco i-Size i-U (1) (4) i-UF i-U X

1.52
Cadeiras para criança: equipadas com o sistemaisofix (3/6)
X = L
 ugar não autorizado para a instalação de uma cadeira deste tipo para criança.
IUF/IL = Lugar que permite a instalação de uma cadeira para criança fixa pelo sistema ISOFIX nos veículos que dispõem deste
equipamento, e homologada como «Universal/semi-universal ou específica para um veículo»; verifique se pode ser
montada.
i-U = Adequado para os dispositivos de retenção i-Size da categoria «universal» de frente para a dianteira e para a traseira do
veículo.
i-UF = Adequado apenas para os dispositivos de retenção i-Size da categoria «universal» de frente para a dianteira e para a tra-
seira do veículo.
(1) Coloque o banco do veículo na posição o mais recuada e mais alta possível e incline ligeiramente o encosto (cerca de 25º).
(2) Se necessário, coloque o banco do veículo na posição mais recuada. Para instalar uma cadeira para criança de costas para
a dianteira, avance totalmente o banco dianteiro do veículo e, em seguida, recue o banco situado em frente da cadeira para
criança sem entrar em contacto com a mesma.
(3) Em qualquer caso, retire o apoio de cabeça do banco traseiro onde a cadeira para criança está posicionada. Estas ações
devem ser efetuadas antes de colocar a cadeira para criança. ➥ 3.30. Avance o banco à frente da criança e endireite o encosto
para evitar o contacto entre o banco e as pernas da criança.
A dimensão da cadeira para criança ISOFIX está identificada por um ou mais caracteres:
– A, B e B1: cadeiras a instalar de frente para a dianteira do veículo do escalão 1 (9 a 18 kg);
– C e D: estruturas ou cadeiras de costas para a dianteira do veículo do grupo 0+ (inferior a 13 kg) ou do grupo 1 (de 9 a 18 kg);
– E: estruturas de costas para a dianteira do veículo do grupo 0 (inferior a 10 kg) ou 0+ (inferior a 13 kg);
– F e G: alcofas do escalão 0 (até 10 kg).

(4) PERIGO DE MORTE OU DE FERIMENTOS GRAVES: antes de montar uma cadeira para criança de costas para
a dianteira do veículo no lugar do passageiro dianteiro, certifique-se de que o airbag frontal foi desativado. ➥ 1.57.

1.53
Cadeiras para criança: equipadas com o sistemaisofix (4/6)
O quadro abaixo apresenta as mesmas informações que o esquema das páginas seguintes. Respeite a legislação em
vigor.

Versões société

Lugar do passageiro dianteiro


Tipo de cadeira Dimensão da
Peso da criança
para criança cadeira ISOFIX Sem airbag ou com
Com airbag ativado
airbag desativado

Cadeirinha transversal
< 10 kg F, G X X
Escalão 0

Cadeira de costas
para a dianteira do
< 10 kg e < 13 kg E IL (1) (4) X
veículo
Grupos 0 ou 0 +
Banco/cadeira de C X X
costas para a dianteira
< 13 kg e 9 a 18 kg
do veículo
Grupos 0 + e 1 D IL (1) (4) X

Cadeira de frente para a


dianteira do veículo 9 a 18 kg A, B, B1 X IUF - IL (1)
Escalão 1

Banco 15 a 25 kg e 22 a 36
X IUF - IL (1)
Escalões 2 e 3 kg

Banco i-Size i-U (1) (4) i-UF

1.54
Cadeiras para criança: equipadas com o sistemaisofix (5/6)
X = L
 ugar não autorizado para a instalação de uma cadeira deste tipo para criança.
IUF/IL = Lugar que permite a instalação de uma cadeira para criança fixa pelo sistema ISOFIX nos veículos que dispõem deste
equipamento, e homologada como «Universal/semi-universal ou específica para um veículo»; verifique se pode ser
montada.
i-U = Adequado para os dispositivos de retenção i-Size da categoria «universal» de frente para a dianteira e para a traseira do
veículo.
i-UF = Adequado apenas para os dispositivos de retenção i-Size da categoria «universal» de frente para a dianteira e para a tra-
seira do veículo.
(1) Recue o banco do veículo tanto quanto possível e incline ligeiramente o encosto (25°, aproximadamente).
A dimensão da cadeira para criança ISOFIX está identificada por um ou mais caracteres:
– A, B e B1: cadeiras a instalar de frente para a dianteira do veículo do escalão 1 (9 a 18 kg);
– C e D: estruturas ou cadeiras de costas para a dianteira do veículo do grupo 0+ (inferior a 13 kg) ou do grupo 1 (de 9 a 18 kg);
– E: estruturas de costas para a dianteira do veículo do grupo 0 (inferior a 10 kg) ou 0+ (inferior a 13 kg);
– F e G: alcofas do escalão 0 (até 10 kg).

(4) PERIGO DE MORTE OU DE FERIMENTOS GRAVES: antes de montar uma cadeira para criança de costas para
a dianteira do veículo no lugar do passageiro dianteiro, certifique-se de que o airbag frontal foi desativado. ➥ 1.57.

1.55
Cadeiras para criança: equipadas com o sistemaisofix (6/6)
Esquema de instalação da versão societé Cadeira para criança fixa pelo sis-
tema ISOFIX
 Lugar que permite a fixação de
uma cadeira para criança ISOFIX.

± Os lugares traseiros estão equi-


pados com um dispositivo que per-
mite fixar uma cadeira para criança
de frente para a dianteira do veículo
ISOFIX homologada como Universal.
Os dispositivos de fixação estão situ-
ados no encosto do banco do passa-
geiro, no caso do lugar dianteiro, e no
encosto do banco traseiro, no caso dos
lugares traseiros.

² Lugar interdito à instalação de


uma cadeira para criança
deste tipo.

A utilização de um sistema PERIGO DE MORTE


de segurança de crianças OU DE FERIMENTOS
inadequado a este veículo GRAVES:
não protegerá correcta- antes de montar uma ca-
mente o bebé ou a criança. Corre deira para criança de costas para
perigo de ser grave ou mortalmente a dianteira do veículo no banco do
ferido. passageiro dianteiro, verifique se o
airbag foi desativado ➥ 1.57

1.56
SEGURANÇA DE CRIANÇAS: ativação e desativação do airbag do passageiro dianteiro (1/3)

O airbag do passageiro
apenas pode ser ativado ou
desativado quando o veí-
1 culo está imobilizado com
2
a ignição desligada.
Se estas manipulações forem feitas
com o veículo em andamento, os
testemunhos
dem-se.
å e © acen-

Para ajustar o estado do «airbag» à


posição do interruptor, desligue e
Desativação dos «airbag» do Para desativar o airbag: com o veí- volte a ligar a ignição.
passageiro dianteiro culo parado e a ignição desligada,
empurre e rode o interruptor 1 para a
Antes de montar uma cadeira para posição OFF.
criança no banco do passageiro dian-
teiro: Com a ignição ligada, é imperativo ve- PERIGO
– verifique se a cadeira para criança
pode ser montada neste lugar;
rificar se o indicador
no visor 2.
¹ está aceso Devido à incompatibilidade
entre o acionamento do
– é imperativo desativar o airbagpara Este testemunho mantém-se aceso airbag do passageiro dian-
uma cadeira para criança voltada para o informar de que pode instalar teiro e o posicionamento de uma
para trás. uma cadeira para criança no lugar cadeira para criança de costas para
do passageiro dianteiro. a dianteira do veículo, NUNCA ins-
tale um sistema de retenção para
crianças de costas para a dianteira
do veículo num banco protegido
por um airbag dianteiro ATIVADO.
Isto pode provocar a MORTE
da CRIANÇA ou FERIMENTOS
GRAVES.

1.57
SEGURANÇA DE CRIANÇAS: ativação e desativação do airbag do passageiro dianteiro (2/3)

A
3

Encontra estas indicações nos autoco-


lantes A do painel de bordo e nas eti-
quetas situadas de cada lado da pala
de sol do passageiro 3 (por exemplo, a
etiqueta acima indicada ilustrada) para
PERIGO recordar estas instruções.
Devido à incompatibilidade
entre o acionamento do
airbag do passageiro dian-
teiro e o posicionamento de uma
cadeira para criança de costas para
a dianteira do veículo, NUNCA ins-
tale um sistema de retenção para
crianças de costas para a dianteira
do veículo num banco protegido
por um airbag dianteiro ATIVADO.
Isto pode provocar a MORTE
da CRIANÇA ou FERIMENTOS
GRAVES.

1.58
SEGURANÇA DE CRIANÇAS: ativação e desativação do airbag do passageiro dianteiro (3/3)
Anomalias de funcionamento
Em caso de anomalia do sistema de
ativação/desativação dos «airbag» do
passageiro dianteiro, é interdito instalar
uma cadeira para criança nesse lugar.
Não é aconselhado o transporte de
qualquer passageiro nesse lugar.
1 2 Consulte, logo que possível, um repre-
sentante da marca.

Ativação do airbag do Para reativar o airbag: com o veí-


passageiro dianteiro culo paradoe a ignição desligada,
empurre e rode o interruptor 1 para a
Logo que retire a cadeira para criança posição ON.
do lugar do passageiro dianteiro, volte O airbag do passageiro
Com a ignição ligada, verifique im- apenas deve ser ativado ou
a ativar os «airbag» para que o passa-
geiro dianteiro possa beneficiar da pro- perativamente se o indicador ¹ desativado quando o veí-
teção deste dispositivo, em caso de
choque. está apagado e se o indicador 
acende no visor 2 durante cerca de 1
culo está parado com a
ignição desligada.
Se estas manipulações forem feitas
minuto depois de cada arranque. com o veículo em andamento, os
O «airbag» do passageiro dianteiro
está ativado. testemunhos
dem-se.
å e © acen-

Para ajustar o estado do «airbag»


à posição do interruptor, desligue e
volte a ligar a ignição.

1.59
POSTO DE CONDUÇÃO COM VOLANTE À ESQUERDA (1/2)

1 2 3 4 5 6 7 8 7 9 10 11 1

23 22 21 20 19 18 14 13 12

17 15

16

1.60
POSTO DE CONDUÇÃO COM VOLANTE À ESQUERDA (2/2)
A presença dos equipamentos abaixo indicados DEPENDE DA VERSÃO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE COMERCIALIZAÇÃO.

1 Arejador lateral. 9 Comandos: 16 Travão de mão.


– aquecimento dos bancos aque-
2 Haste de: cidos; 17 Arrumação do cartão «mãos
– pisca-piscas; – ativação/desativação da função livres».
– iluminação exterior; Stop and Start;
– luzes de nevoeiro dianteiras; – ativação/desativação do modo 18 Tomada de acessórios.
– luzes de nevoeiro traseiras. ECO ou MULTI-SENSE , con-
soante o veículo; 19 Botão de start/stop do motor.
3 Quadro de instrumentos. – sinal de perigo;
– trancamento elétrico das portas; 20 Comando de regulação do volante
4 Local airbag do condutor, buzina. – ativação/desativação do auxílio em altura e em profundidade.
ao estacionamento;
5 Comandos: – ativar/desativar a câmara de 21 Interruptor e comandos principal
– de emissão das informações 360º; do regulador/limitador de veloci-
do computador de bordo e do – ... dade e do regulador de velocidade
menu de personalização das adaptativo Stop and Go.
regulações do veículo; 10 Comandos de aquecimento ou de
– telecomando do rádio, sistema ar condicionado. 22 Comando de destrancamento do
de navegação. 11 Local airbag do passageiro. capô.

6 Haste de limpa-vidros/lava-vidros 12 Porta-luvas. 23 Comandos:


do para-brisas e do óculo traseiro. – reóstato de iluminação dos apa-
13 Zona de carga/arrumação do tele- relhos de controlo;
7 Arejadores centrais. fone. – regulação elétrica da altura dos
faróis dianteiros;
8 Ecrã multimédia. 14 Alavanca de velocidades. – ativação/desativação do aque-
cimento do volante;
15 Comandos: – ativação/desativação do assis-
– ativar/desativar o travão de es- tente de manutenção de via e
tacionamento eletrónico; do alerta de saída involuntária
– ativação/desativação da função de via.
AUTOHOLD.

1.61
POSTO DE CONDUÇÃO COM VOLANTE À DIREITA (1/2)

1 2 3 4 5 4 6 7 8 9 10 11 12 1

23 22 21 20 16 15 14 13

17
19

18

1.62
POSTO DE CONDUÇÃO COM VOLANTE À DIREITA (2/2)
A presença dos equipamentos abaixo indicados DEPENDE DA VERSÃO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE COMERCIALIZAÇÃO.

1 Arejador lateral. 8 Interruptor e comandos principal 14 Comando de regulação do volante


do regulador/limitador de veloci- em altura e em profundidade.
2 Local airbag do passageiro. dade e do regulador de velocidade
adaptativo Stop and Go. 15 Botão de start/stop do motor.
3 Comandos de aquecimento ou de
ar condicionado. 9 Quadro de instrumentos. 16 Alavanca de velocidades.

4 Arejadores centrais. 10 Local airbag do condutor, buzina. 17 Comandos:


– ativar/desativar o travão de es-
5 Ecrã multimédia. 11 Comandos: tacionamento eletrónico;
– de emissão das informações – ativação/desativação da função
6 Comandos: do computador de bordo e do AUTOHOLD.
– aquecimento dos bancos aque- menu de personalização das
cidos; regulações do veículo; 18 Arrumação do cartão «mãos
– ativação/desativação da função – telecomando do rádio, sistema livres».
Stop and Start; de navegação.
– ativação/desativação do modo 19 Travão de mão.
ECO ou MULTI-SENSE , con- 12 Haste de limpa-vidros/lava-vidros
soante o veículo; do para-brisas e do óculo traseiro. 20 Zona de carga/arrumação do tele-
– sinal de perigo; fone.
– trancamento elétrico das portas; 13 Comandos:
– ativação/desativação do auxílio – reóstato de iluminação dos apa- 21 Tomada de acessórios.
ao estacionamento; relhos de controlo;
– ativar/desativar a câmara de – regulação elétrica da altura dos 22 Porta-luvas.
360º; faróis dianteiros;
– ... – ativação/desativação do aque- 23 Comando de destrancamento do
cimento do volante; capô.
7 Haste de: – ativação/desativação do assis-
– pisca-piscas; tente de manutenção de via e
– iluminação exterior; do alerta de saída involuntária
– luzes de nevoeiro dianteiras; de via.
– luzes de nevoeiro traseiras.

1.63
indicadores luminosos (1/6)
A afixação das informações a seguir apresentadas DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

C
A B A
B

1 1 1

Quadro de instrumentos A, B ou C: Em alguns casos, a apresentação de


acende-se quando a ignição é ligada. um testemunho é acompanhada de
Prima ou eleve o interruptor 1 as vezes uma mensagem no quadro de instru-
necessárias para regular a intensidade. mentos.
A ausência de retorno
Para sua segurança, se visual ou sonoro indica uma
deficiência do quadro de
o testemunho ® se
instrumentos, o que obriga
acender, pare de imediato.
O testemunho © impõe uma Não se esqueça, contudo,
a uma paragem imediata (de forma
paragem logo que possível num re- compatível com as condições de
das condições de circulação. Pare
presentante da marca, conduzindo circulação). Assegure-se de que o
o motor e não tente voltar a ac-
com moderação. O desrespeito veículo está correctamente imobili-
cioná-lo. Chame um representante
por esta recomendação pode impli- zado e chame um representante da
da marca.
car o risco de danificar o veículo. marca.

1.64
indicadores luminosos (2/6)
A afixação das informações a seguir apresentadas DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

š Indicador de mínimos
å Pisca-piscaairbag
Acende-se ao ligar a ignição
D Testemunho de incidente no
circuito de travagem

á Testemunho de máximos ou no arranque do motor e apaga-se


alguns segundos depois.
Acende-se ao ligar a ignição ou no ar-
ranque do motor e apaga-se alguns se-
gundos depois.
k Testemunho de médios Se não se acender ao ligar a ignição ou
se se acender com o motor a trabalhar, Se se acender ao travar, ao mesmo
tal indica uma avaria no sistema. tempo que o testemunho ® se
g Testemunho das luzes de
nevoeiro dianteiras Consulte, logo que possível, um repre-
sentante da marca.
acende e é emitido um sinal, tal indica
uma baixa de nível nos circuitos ou um
 Indicador das luzes de ne-
voeiro traseiras Testemunho de paragem im-
® perativa
incidente no sistema de travagem.
Pare em local seguro e chame um re-
 Testemunho de máximos au-
tomáticos ➥ 1.97 Acende-se ao ligar a ignição ou no ar-
presentante da marca.

– Testemunho dos pisca-pis-


cas esquerdos
ranque do motor e apaga-se quando o
motor começa a trabalhar. Acende-se
Ú Testemunho de carga da ba-
teria
em simultâneo com outros indicado- Acende-se ao ligar a ignição ou no ar-
˜ Testemunho dos pisca-pis-
cas direitos
res e/ ou a afixação de mensagens e a
emissão de um sinal sonoro.
ranque do motor e apaga-se alguns se-
gundos depois.
Para sua segurança, se o testemunho Se acender em andamento acompan-
se acender, pare de imediato. Não se hado pelo interruptor ® e por um
esqueça, contudo, das condições de sinal sonoro, indica sobrecarga ou des-
circulação. Pare o motor e não tente carga do circuito eléctrico.
voltar a accioná-lo.
Pare e chame um representante da
Chame um representante da marca. marca.

1.65
indicadores luminosos (3/6)
A afixação das informações a seguir apresentadas DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

À Testemunho de pressão do
óleo
Acende-se ao ligar a ignição ou no ar-
©
Testemunho de alerta
Acende-se ao ligar a ignição
} Indicador de ativação do
travão de mão manual ou do
travão de mão automático ➥  2.16
ou no arranque do motor e apaga-se
ranque do motor e apaga-se alguns se- quando o motor começa a trabalhar. ➥ 2.17
gundos depois.
Se acender em andamento acompan-
Pode acender-se em simultâneo com
outros indicadores e/ou mensagens  Indicadores de variação
de velocidade
hado pelo indicador ® e por um no quadro de instrumentos. Tal signi- Acende-se para o aconselhar a mudar
sinal sonoro, pare imperativamente e fica que deverá conduzir de forma ex- para uma relação superior (seta para
desligue a ignição. tremamente cuidadosa e dirigir-se a cima) ou inferior (seta para baixo)
um representante da marca assim que ➥ 2.22.
Verifique o nível do óleo. Se o nível es-
possível. O desrespeito por esta reco-
tiver normal, o testemunho estará rela-
cionado com outra situação.
mendação pode implicar o risco de da-
nificar o veículo.
 Testemunho do controlo de
estabilidade dinâmica (ESC)
e sistema antipatinagem
Chame um representante da marca.

U Testemunho de direcção de
assistência variável
 Testemunho de alerta
Se se acender a vermelho
em andamento e for acompanhado do
Acende-se ao ligar a ignição ou no ar-
ranque do motor e apaga-se alguns se-
gundos depois.
Acende-se ao ligar a ignição ou no ar- testemunho ® , deverá parar de
imediato assim que as condições de Existem diversos motivos para a apre-
ranque do motor e apaga-se alguns se-
circulação o permitirem, para sua segu- sentação do testemunho: ➥ 2.38.
gundos depois.
Se acender em andamento acompa-
nhado do indicador ®, tal indica
rança. Pare o motor e não tente voltar
a acioná-lo. Chame um representante
da marca. Se se acender a amarelo em
 Testemunho de indisponibi-
lidade do controlo eletró-
nico de estabilidade (ESC) e sistema
uma falha do sistema. andamento e for acompanhado do tes- antipatinagem
Chame um representante da marca. temunho ©, dirija-se a um repre-
 Alerta de sistema
«AUTOHOLD» ➥ 2.21
sentante da marca assim que possível.
Entretanto, conduza com cuidado.
2 Testemunho
aberta(s)
de porta(s)

O desrespeito por esta recomendação


pode implicar o risco de danificar o ve-
ículo.

1.66
indicadores luminosos (4/6)
A afixação das informações a seguir apresentadas DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

x Testemunho de antibloca-
gem de rodas É Indicador de pré-aqueci-
mento (versão diesel) L Testemunho de alerta de
nível mínimo de combustível
Acende-se ao ligar a ignição ou no ar- Deve acender-se ao ligar a ignição. Acende-se a cor de laranja quando liga
ranque do motor e apaga-se alguns se- Indica que as velas de pré-aqueci- a ignição ou no arranque do motor e,
gundos depois. mento estão alimentadas. em seguida, apaga-se alguns segun-
Se se acender em andamento, isso as- Apaga-se quando o pré-aquecimento dos depois.
sinala uma avaria no sistema de anti- termina. O motor pode ser accionado. Se a luz ficar laranja em andamento e
blocagem de rodas. for emitido um sinal sonoro, reabasteça
A travagem passa a ser assegurada
pelo sistema clássico, ou seja, como se
Ä Testemunho de controlo do
sistema antipoluição assim que possível. A sua autonomia é
agora de cerca de 50 km.
Em veículos com esse equipamento,
se tratasse de um veículo sem sistema
ABS. Consulte rapidamente um repre-
sentante da marca.
este testemunho acende-se quando o
motor é ligado e, consoante o veículo,
 Indicador de modo ECO
Acende-se quando o modo
quando a ignição é desligada enquanto ECO está ativo ➥ 2.22.

➥ 2.14
Testemunho do sistema do
filtro de partículas ➥  2.12
o motor se encontra na fase de suspen-
são ➥ 2.8 e, em seguida, apaga-se.
– Se se acender fixamente, consulte
Ô Indicador de temperatura do
líquido de refrigeração
Esta luz acende-se a azul ao ligar a ig-
o mais rapidamente possível um re-
 Testemunho de alerta do
nível de reagente e avarias
no sistema de redução de gases de
presentante da marca;
– Se piscar, desacelere até o teste-
nição ou o motor.
Se ficar vermelho, pare e deixe o motor
a trabalhar ao ralenti durante um ou
escape ➥ 1.115 munho se apagar. Contacte o seu dois minutos.
representante da marca assim que A temperatura deve baixar e o indica-
 Avisador de perda da pres-
são dos pneus ➥ 2.32
possível ➥ 2.30. dor deve passar de novo para azul. Se
não baixar, pare o motor. Deixe o motor
arrefecer, antes de verificar o líquido de
refrigeração.
Chame um representante da marca.

1.67
indicadores luminosos (5/6)
A afixação das informações a seguir apresentadas DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

 Testemunho do limitador de
velocidade ➥ 2.86  Indicador de estaciona-
mento automático ➥ 2.115

Ï Testemunho do regulador de
velocidade ➥ 2.90  Indicador de excesso de ve-
locidade ➥ 1.70

 Testemunho do regulador de
velocidade adaptativo Stop
and Go ➥ 2.95
 Testemunho do sistema de
alerta de saída de via ➥ 2.43

 Testemunho de suspensão
do motor ➥ 2.8
 Testemunho do sistema do
Assistente de manutenção
de via ➥ 2.48

 Testemunho de da suspen-
são do motor indisponível  (Consoante o veículo)
Indicador de avaria ou
➥ 2.8 indisponibilidade da travagem de
emergência ativa ➥ 2.74
Ó Indicador de acionamento
do pedal de travão
Acende-se quando é necessário carre-  Testemunho para indicar a
deteção da presença de
gar no pedal de travão ➥ 2.120. mãos no volante ➥ 2.48

1.68
indicadores luminosos (6/6)
A afixação das informações a seguir apresentadas DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

ß Testemunho de alerta de
não-utilização dos cintos de
segurança dianteiros e traseiros
D (consoante o veículo) ➥ 1.23

No visor D

 Airbag do passageiro ON
➥ 1.57

¹ Airbag do passageiro OFF


➥ 1.57

1.69
VISORES E INDICADORES (1/7)
Quadro de instrumentos em
milhas
(possibilidade de passar a km/h)
Veículos não equipados com ecrã
multimédia
– Com a ignição desligada, prima o
interruptor  2 as vezes necessárias
para aceder ao separador Veículo 5;
– prima repetidamente  3 ou  4 para
2 3 aceder a «Ajustes» e, em seguida,
prima 1 «OK»; 5
– repita o mesmo procedimento para
aceder a «QUAD.INSTRUM.» e, em
1 4 seguida, «Unidades».

Alerta de nível mínimo do Veículos equipados com ecrã multi-


óleo do motor média.
Quando o motor é ligado, o visor do Consulte as instruções do sistema mul-
quadro de instrumentos alertá-lo-á se o timédia para mais informações sobre
nível do óleo estiver no mínimo. ➥ 4.4. como selecionar a unidade.
O primeiro alerta de nível mínimo pode Nota: em ambos os casos, se a bateria
ser apagado premindo o interruptor  1 for desligada, o computador de bordo
«OK». voltará a afixar as suas informações
nas unidades de medida originais.
Os alertas seguintes desaparecerão
automaticamente ao fim de 30 segun- Para voltar à unidade anterior, efetue a
dos, aproximadamente. mesma operação.
Para mais informações, consulte as
instruções do sistema multimédia.

1.70
VISORES E INDICADORES (2/7)

7
6

12

11 10 9
Quadro de instrumentos A Conta-rotações 7 Conta-quilómetros total 9 ➥ 1.81
Acende-se quando a ignição é ligada. (graduação x 1000) Computador de bordo 10 ➥ 1.77
Em simultâneo com o acendimento É apresentado de forma diferente conso- Autonomia estimada com
de alguns indicadores, é afixada uma ante a personalização efetuada no quadro o combustível existente no
mensagem. de instrumentos. Consoante o estilo sele- depósito 11
Consoante o veículo, pode personali- cionado, poderá não ser apresentado.
Este valor só é afixado depois de per-
zar o seu quadro de instrumentos com Alarme sonoro de excesso de correr 400 m. ➥ 1.81.
um conteúdo e cores diferentes, à sua velocidade
escolha. Informações multimédia 12
Consoante o veículo e o país, o testemu-
Consoante o veículo, é possível visu-
No caso de veículos equipados com
ecrã multimédia, consulte as instruções
do equipamento.
nho  é apresentado no quadro de
instrumentos e é emitido um sinal sonoro.
alizar informações do ecrã multimédia
(bússola, telefone, navegação, etc.).
Para veículos não equipados com ecrã O sinal sonoro será emitido assim que Para mais informações, consulte as
multimédia ➥ 1.88. o veículo circular a mais de 120 km/h. instruções do sistema multimédia.
Este testemunho permanecerá aceso en-
Velocímetro 6 quanto o veículo circular a mais de 120
A visualização varia consoante o estilo km/h.
selecionado.
Indicador do estilo de condução 8
➥ 2.22
1.71
VISORES E INDICADORES (3/7)

14

15 13
Indicador de temperatura do líquido Indicador do nível de
de refrigeração 14 combustível 15
Em condições de utilização normal, Se o nível estiver na reserva, a imagem
o ponteiro 14 deve situar-se antes da
zona 13. Pode, no entanto, atingir esta M integrada no indicador é apresen-
tada em cor de laranja ao mesmo
zona em caso de utilização mais «in-
tensiva». Só é caso para alerta se o tempo que é emitido um sinal sonoro.
indicador luminoso ® se acender Reabasteça logo que possível.
enquanto surge uma mensagem no
quadro de instrumentos e é emitido um
sinal sonoro.

1.72
VISORES E INDICADORES (4/7)

17 18
1 19 2
16 3
B

20
6

5 4

Quadro de instrumentos B Indicador de temperatura do líquido Alarme sonoro de excesso de


Acende-se quando a ignição é ligada. de refrigeração 16 velocidade
Em simultâneo com o acendimento Em condições de utilização normal, Consoante o veículo e o país, o teste-
de alguns indicadores, é afixada uma
mensagem.
o ponteiro 16 deve situar-se antes da
zona 17. Pode, no entanto, atingir esta munho  é apresentado no quadro
de instrumentos e é emitido um sinal
Consoante o veículo, pode personali- zona em caso de utilização mais "in-
tensiva". Só é caso para alerta se o sonoro. Este sinal sonoro será emitido
zar o seu quadro de instrumentos com
um conteúdo e cores diferentes, à sua indicador luminoso ® se acender assim que o veículo exceder 120 km/h.
enquanto surge uma mensagem no O testemunho permanecerá aceso en-
escolha. quanto a velocidade do veículo for su-
No caso de veículos equipados com quadro de instrumentos e é emitido um
sinal sonoro. perior a 120 km/h.
ecrã multimédia, consulte as instruções
do equipamento. Velocímetro 18 Conta-rotações 19
Para veículos não equipados com ecrã A visualização varia consoante o estilo (graduação x 1000)
multimédia ➥ 1.88. selecionado. É apresentado de forma diferente conso-
ante a personalização efetuada no quadro
de instrumentos. Consoante o estilo sele-
cionado, poderá não ser apresentado.
Indicador do estilo de condução 20
➥ 2.22.

1.73
VISORES E INDICADORES (5/7)

21
25

24

23 22
Informações multimédia 21 Indicador do nível de
Consoante o veículo, é possível visu- combustível 25
alizar informações do ecrã multimédia Se o nível estiver na reserva, a imagem
(bússola, telefone, navegação, etc.).
Para mais informações, consulte as M integrada no indicador é apresen-
tada em cor de laranja ao mesmo
instruções do sistema multimédia.
tempo que é emitido um sinal sonoro.
Autonomia estimada com Reabasteça logo que possível.
o combustível existente no
depósito 22
Este valor só é afixado depois de per-
correr 400 m. ➥ 1.81.
Conta-quilómetros total 23 ➥ 1.81
Computador de bordo 24 ➥ 1.77

1.74
VISORES E INDICADORES (6/7)

26

29

28

27 31 30

Quadro de instrumentos C Conta-rotações 26 Computador de bordo 29


Acende-se quando a ignição é ligada. (graduação x 1000) ➥ 1.77
Em simultâneo com o acendimento Indicador de temperatura do líquido Autonomia estimada com
de alguns indicadores, é afixada uma de refrigeração 28 o combustível existente no
mensagem. Em condições de utilização normal, o depósito 30
Consoante o veículo, é possível perso- ponteiro 28 deverá situar-se antes da Este valor só é afixado depois de per-
nalizar o quadro de instrumentos com zona vermelha  27. Pode, no entanto, correr 400 m.
cores à sua escolha. atingir esta zona em caso de utiliza- ➥ 1.81
No caso de veículos equipados com ção mais "intensiva". Só é caso para Conta-quilómetros total 31
ecrã multimédia, consulte as instruções alerta se o indicador luminoso ®
do equipamento. ➥ 1.81
se acender enquanto surge uma men-
Para veículos não equipados com ecrã sagem no quadro de instrumentos e é
multimédia ➥ 1.88. emitido um sinal sonoro.

1.75
VISORES E INDICADORES (7/7)
Indicador do nível de
32 33 combustível 34
Se o nível estiver na reserva, a imagem
M integrada no indicador é apresen-
tada em cor de laranja ao mesmo
tempo que é emitido um sinal sonoro.
Reabasteça logo que possível.

34

Indicador do estilo de condução 32 Velocímetro 33


➥ 2.22 Alarme sonoro de excesso de
velocidade
Consoante o veículo e o país, o teste-
munho  é apresentado no quadro
de instrumentos e é emitido um sinal
sonoro. Este sinal sonoro será emitido
assim que o veículo exceder 120 km/h.
O testemunho permanecerá aceso en-
quanto a velocidade do veículo for su-
perior a 120 km/h.

1.76
COMPUTADOR DE BORDO: generalidades (1/4)

A B C

1 2
1 1 2
2

3 4 4 3
4 3
Computador de bordo A, B
ou C
Nalgumas versões, apresenta as se-
guintes funções:
– distância percorrida;
– parâmetros de viagem;
– mensagens de informação;
– mensagens de anomalia de funcio-
namento (associadas ao indicador
©);
– mensagens de alerta (associadas ao
testemunho ®);
– menu de personalização das regula-
ções do veículo ➥ 1.88.
Todas estas funções estão descritas
nas páginas seguintes.

1.77
COMPUTADOR DE BORDO: generalidades (2/4)
A

5
A

1 2

8 7 6 4 3
Veículo equipado com computador
de bordo A
As funções estão distribuídas nas
zonas  5,  6,  7 e  8. A localização das
zonas difere em função do estilo sele-
cionado.
Prima o interruptor  1 para navegar
entre os menus e selecione funções
premindo repetidamente o interruptor 2
ou 3 e, em seguida, se necessário, uti-
lize o interruptor 4 para confirmar “OK ".

1.78
COMPUTADOR DE BORDO: generalidades (3/4)

1
5
B C

6
1 1 2
2

8 4 4 3
7 3
Veículo equipado com computador Veículo equipado com computador
de bordo B de bordo C
As funções serão distribuídas pelas Prima o interruptor  1 as vezes ne-
zonas 5, 6, 7 e 8. cessárias para aceder ao separador
Prima o interruptor  1 para navegar “Veículo”.
entre os menus e selecione funções Prima repetidamente utilizando o co-
premindo repetidamente o interruptor 2 mando 2 ou 3 e, em seguida, se neces-
ou 3 e, em seguida, se necessário, uti- sário, utilize o interruptor 4 para confir-
lize o interruptor 4 para confirmar “OK ". mar “OK ".

1.79
COMPUTADOR DE BORDO: generalidades (4/4)
Seleções Interpretação de alguns
(a visualização depende do equipa- valores afixados após um
mento do veículo e do país) «ponto zero»
a) Diário de bordo, passagem de men- Os valores de consumo médio, autono-
sagens de informação e anomalias mia e velocidade média são cada vez
de funcionamento; mais significativos e estáveis à medida
b) consumo atual de combustível e que aumenta a distância percorrida
consumo médio de combustível; desde o último «ponto zero».
c) conta-quilómetros parcial e veloci- Nos primeiros quilómetros após o
dade média; «ponto zero», pode constatar que a au-
tonomia aumenta em andamento. Esta
d) r einicialização da pressão dos autonomia tem em conta o consumo
pneus; médio realizado desde o último “ponto
e) acerto das horas;
4 zero”. No entanto, o consumo médio
pode diminuir quando:
f) autonomia de revisão: Reinicializar o conta-
– o veículo sai de uma fase de acele-
– Autonomia de revisão; quilómetros parcial e ração;
– Autonomia de mudança de óleo. parâmetros de trajeto (botão
– o motor atinge a temperatura de fun-
g) Autonomia prevista com o reagente
de reinicialização) cionamento (ponto zero: motor frio);
restante. Com um dos parâmetros de trajeto se-
– passa de uma circulação urbana
lecionado como afixação, efetue uma
para uma circulação em estrada.
pressão longa no interruptor  4 «OK»
até a afixação ser reposta a zero.

«Ponto Zero» automático dos


parâmetros de viagem
A reposição a zero faz-se automatica-
mente, logo que seja ultrapassada a
capacidade máxima de um dos parâ-
metros.

1.80
COMPUTADOR DE BORDO: parâmetros de viagem (1/4)
A afixação das informações a seguir apresentadas DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

Exemplos de selecção Interpretação da afixação seleccionada

a) Diário de bordo.
Sem mensagem Afixação sucessiva:
na memória – mensagens de informação (airbag do passageiro OFF , etc.);
– mensagens de anomalia de funcionamento (Mandar verificar a injecção, etc.).

b) Consumo instantâneo.
7.4 L/100 Valor afixado depois de ter atingido a velocidade de 30 km/h.

Consumo médio desde o último «ponto zero».


O valor é afixado após ter percorrido pelo menos 400 metros, depois do último
5.8 L/100 «ponto zero».

c) Conta-quilómetros parcial: distância percorrida desde a última reposição a


112,4 km zero.

Velocidade média desde o último «ponto zero».


123.4 km/h Este valor só é afixado depois de percorrer 400 m.

1.81
COMPUTADOR DE BORDO: parâmetros de viagem (2/4)
A afixação das informações a seguir apresentadas DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

Exemplos de selecção Interpretação da afixação seleccionada

Pressão pneus d) reinicialização da pressão dos pneus.


inic. pres.longa ➥ 2.32

e) Acerto das horas.


16:30
➥ 1.91

1.82
COMPUTADOR DE BORDO: parâmetros de viagem (3/4)
A afixação das informações a seguir apresentadas DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

Exemplos de selecção
Computador de bordo com a mensagem Interpretação da afixação seleccionada
de autonomia de revisão
f) Autonomia de revisão ou de mudança de óleo.

Revisão dentro de Autonomia de manutenção


Com a ignição ligada e o motor parado, aceda às informações sobre
30 000 km / 12 meses “Autonomia de manutenção”. Quando a autonomia estiver próxima do
seu termo, podem ser apresentados vários casos:
– Se a autonomia for inferior a 1500 km ou um mês: a mensagem
“Prever revisão” será apresentada em conjunto com o termo mais
Prever revisão próximo (distância ou tempo);
300 km / 24dias – autonomia igual a 0 km ou data de revisão atingida: é apresen-
tada a mensagem “Efetuar revisão” em conjunto com o testemunho
©.
Neste caso, o veículo necessita de uma revisão o mais depressa pos-
sível.
Fazer revisão

Reposição: para repor a autonomia de revisão, efetue uma pressão longa no botão OK durante aproximadamente 10 segun-
dos até o visor apresentar de forma permanente a autonomia de revisão.
Nota: Se for efetuada uma revisão sem mudança de óleo do motor, apenas será necessário repor a autonomia de revisão. No
caso de mudança de óleo do motor, é necessário reinicializar a autonomia de revisão e de mudança de óleo.

1.83
COMPUTADOR DE BORDO: parâmetros de viagem (4/4)
A afixação das informações a seguir apresentadas DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

Exemplos de selecção
Computador de bordo com a mensagem Interpretação da afixação seleccionada
de autonomia de revisão (continuação)
f) Autonomia de revisão ou de mudança de óleo.
Mudança de óleo dentro de Autonomia de mudança de óleo
Com a ignição ligada e o motor parado, aceda às informações sobre
30 000 km / 24 meses quilometragem para visualizar a autonomia até à mudança de óleo se-
guinte.

Consoante o veículo, a autonomia de mudança de óleo adapta-se do estilo de condução (circulação frequente a baixa veloci-
dade, percursos porta-a-porta, circulação prolongada ao ralenti, tração de reboque...). Consequentemente, a distância a per-
correr até à próxima mudança de óleo pode, nalguns casos, diminuir mais rapidamente do que a distância realmente percorrida.
Repor a zero: para repor a zero a autonomia de manutenção, efetue uma pressão longa no botão OK durante aproximada-
mente 10 segundos até o visor apresentar de forma permanente a autonomia de mudança de óleo.
Nota: Se for efetuada uma revisão sem mudança de óleo do motor, apenas será necessário repor a autonomia de revisão. No
caso de mudança de óleo do motor, é necessário reinicializar a autonomia de revisão e de mudança de óleo.

Prever AdBlue antes de 2400 km g) Autonomia prevista com o reagente restante.

1.84
COMPUTADOR DE BORDO: mensagens de informação
Estas mensagens podem servir para o ajudar na fase do arranque do veículo ou para informar o utilizador de uma opção ou de
um estado de condução.
Em seguida, são dados alguns exemplos de mensagens de informação.

Exemplos de mensagens Interpretação da afixação seleccionada

«Travão imobili- zação


Indica que o travão-de-mão automático está accionado.
accionado»

Rode ligeiramente o volante, ao mesmo tempo que prime o botão de arranque do motor,
«Rodar volante + START»
para desbloquear a coluna de direcção.

«Teste de funções em curso» Afixa-se, ao ligar a ignição, quando os sistemas do veículo estão em autocontrolo.

1.85
COMPUTADOR DE BORDO: mensagens de anomalia de funcionamento

Estas mensagens aparecem em simultâneo com o testemunho © e impõem uma paragem logo que possível num
representante da marca, conduzindo com moderação. O desrespeito por esta recomendação pode implicar o risco
de danificar o veículo.
Desaparecem se premir uma vez a tecla de selecção da afixação ou ao fim de alguns segundos. Ficam memorizadas no diário
de bordo. O testemunho © mantém-se aceso. Em seguida, são dados alguns exemplos de mensagens de anomalias de
funcionamento.

Exemplos de mensagens Interpretação da afixação seleccionada

«Purgar o filtro de gasóleo» Indica a presença de água no filtro de gasóleo; consulte um representante da
marca logo que possível.

«Mandar verificar o veículo» Indica uma deficiência num dos sensores dos pedais, no sistema de gestão da
bateria ou num sensor de nível de óleo.

«Mandar verificar airbag» Indica uma deficiência nos sistemas de retenção complementares aos cintos
de segurança. Em caso de acidente, há risco de não funcionarem.

«Mandar verificar antipoluição» – Indica uma avaria no sistema do filtro de partículas do veículo.
– Indica uma avaria no sistema de redução de emissões quando é acompa-
nhado do testemunho  . ➥ 1.115.

1.86
COMPUTADOR DE BORDO: mensagens de alerta

Estas mensagens aparecem em simultâneo com o testemunho ® e, para sua segurança, impõem uma paragem
imediata, embora compatível com as condições de circulação. Pare o motor e não tente voltar a accioná-lo. Chame
um representante da marca.
Em seguida, são dados alguns exemplos de mensagens de alerta. Nota: as mensagens podem aparecer no visor isolada ou
alternadamente, se houver várias mensagens a afixar. Podem afixar-se em simultâneo com um testemunho e/ou a emissão
de um sinal sonoro.

Exemplos de mensagens Interpretação da afixação seleccionada

«Perigo gripagem motor» Indica uma deficiência do sistema de injecção, um sobreaquecimento do motor
ou um problema grave ao nível deste órgão.

«Avaria sistema de travagem» Indica um problema no sistema de travagem.

«Avaria elétrica PERIGO» Indica um problema no circuito de carga da bateria do veículo (alternador...).

«Furo» Indica que, pelo menos, uma das rodas está furada ou muito vazia.

1.87
MENU DE PERSONALIZAÇÃO DAS REGULAÇÕES DO VEÍCULO (1/3)
Regulação dos parâmetros d) “Bem-vindo”:
1 – Iluminação exterior de boas-vin-
Selecione um menu e, em seguida, a
função a modificar (a visualização de- das;
pende do equipamento do veículo e do – Abertura automática dos retrovi-
país): sores;
– Iluminação de boas-vindas inte-
a) “Condução”: riores;
– Volume dos pisca-piscas; – Modo automático das luzes de
b) “Acesso”: cortesia.
– Destrancamento da porta do con- Consoante a função, selecione:
dutor; – “ON" ou "OFF" para ativar ou desati-
– Trancar as portas em andamento; var,
– Abrir/fechar no modo mãos livres; ou
– Trancamento por afastamento/ – uma duração para regular o tempo
destrancamento por aproxima- de acendimento das luzes (por
ção; exemplo, para a função “Iluminação
Consoante o equipamento do veículo, – Som de trancamento por afasta- exterior de acompanhamento”).
esta função permite ativar/desativar e mento;
regular algumas funções do veículo. – Modo silencioso; Para mais informações, consulte o
– Trancamento automático; manual do sistema multimédia.

Veículos equipados com ecrã c) “Luz e limpador”:


multimédia 1 – Iluminação exterior de acompa-
nhamento;
Acesso ao menu de regulação – Limpeza dos vidros em marcha-
Consulte as instruções do sistema mul- atrás;
timédia para mais informações sobre o – Limpeza automática dos vidros
acesso às diversas regulações. dianteiros;
– Limpeza após lavagem;

Por razões de segurança,


efetue estas regulações
com o veículo parado.

1.88
MENU DE PERSONALIZAÇÃO DAS REGULAÇÕES DO VEÍCULO (2/3)
2 Selecção das regulações d) “AJUDA À CONDUÇÃO”:
Navegue com o comando 4 ou 5 para – Volume do som do alerta de saída
selecionar a função a modificar e involuntária de via;
prima 6 «OK» para confirmar (a visuali- – Sensibilidade do alerta de saída
zação poderá variar consoante o equi- involuntária de via;
pamento do veículo e o país): – Vibração do alerta de saída invo-
luntária de via;
a) “QUAD.INSTRUM.”: – Sensibilidade do alerta de saída
– Idioma; involuntária de via;
– Unidade; – Aviso de ângulo morto;
3 4 – Estilo; – Travagem ativa;
– Cor; – Aviso de excesso de velocidade;
b) “VEÍCULO”: – Aviso de distância;
– Limpeza do vidro traseiro em e) “Iluminação”:
6 5 marcha-atrás; – Modo automático das luzes de
– Limpeza automática do vidro cortesia;
Veículos não equipados com dianteiro; – Iluminação exterior automática de
ecrã multimédia – Função de limpeza de gotas do acompanhamento;
vidro dianteiro/traseiro; – Iluminação exterior de acompa-
Acesso ao menu de regulação no – correspondente ao lado pelo qual nhamento: XX segundos;
visor 2 pretende;
f) “Acesso”:
Com o veículo imobilizado, prima o in- c) “AJUDA ESTACION.”: – Trancar as portas em andamento;
terruptor 3 as vezes necessárias para – Volume do sinal sonoro; – Abrir/fechar no modo mãos livres;
aceder ao separador «Veículo». Prima – Destrancamento da porta do con-
repetidamente o interruptor 4 ou 5 para dutor;
aceder ao menu «Ajustes» e, em se- – Retrancamento automático;
guida, confirme premindo 6 «OK». – Trancamento silencioso;
– Abertura/fecho automáticos;
– Abertura automática dos retrovi-
sores;
g) “Reinicialização”.

= função activada
< função desactivada
1.89
MENU DE PERSONALIZAÇÃO DAS REGULAÇÕES DO VEÍCULO (3/3)
Para sair do menu, prima 4 ou 5 para
aceder a «VOLTAR» e confirme pre-
mindo  6 «OK». Pode ser necessário
efetuar esta operação várias vezes.

3 4

6 5
Depois de selecionar uma linha,
prima 6 “OK" para regular a função.
Se selecionar “AJUDA ESTACION.” e,
em seguida, “VOLUME” ou “QUAD.
INSTRUM.” e, em seguida, “LÍNGUA”,
será necessário realizar uma seleção
adicional (volume sonoro do sistema
de ajuda ao estacionamento ou idioma
do quadro de instrumentos). Neste
caso, faça a sua escolha e confirme-a
premindo “6 OK". O valor selecionado é
assinalado pelo símbolo
da linha.
= à frente O ecrã de funções personalizáveis
do veículo não pode ser utilizado
em andamento. A uma velocidade
superior a 20 km/h, o visor do painel
de instrumentos volta automatica-
mente ao modo do computador de
bordo e sistema de avisos.

1.90
Relógio e temperatura exterior (1/2)
1

2 3

5 4

Veículos equipados com ecrã multi- Veículos não equipados com ecrã Acerte a hora com o comando 3 ou 4 e,
média. multimédia em seguida, prima o interruptor 5 «OK»
A afixação das horas e da temperatura Prima o interruptor  2 as vezes ne- para confirmar.
exterior localiza-se no ecrã multimé- cessárias para aceder ao separador Acerte os minutos com o comando  3
dia 1. «Veículo». ou 4 e, em seguida, prima o interrup-
Consulte as instruções do sistema mul- Prima repetidamente o comando 3 ou 4 tor 5 «OK» para confirmar.
timédia. para acertar o relógio 6.
Efetue uma pressão longa no interrup-
tor 5 «OK» até o visor do relógio piscar.

1.91
Relógio e temperatura exterior (2/2)
Indicador de temperatura
Consoante o veículo, se a alimen-
exterior
tação elétrica for interrompida (ba- Particularidade:
teria desligada, fio de alimentação
cortado, etc.), o relógio reporá as Quando a temperatura exterior esti-
horas automaticamente alguns mi- ver compreendida entre -3 °C e +3 °C,
nutos depois, assim que o sistema os carateres °C piscarão (indicando o
for capaz de receber as informa- risco de presença de gelo).
ções GPS.

Indicador de temperatura
exterior
Esta informação não pode
ser utilizada como detec-
tora de gelo na estrada. Com efeito,
a formação de gelo depende de
outros factores, para além da tem-
peratura, como a exposição e a hi-
grometria locais, pelo que não se
podem tirar conclusões a partir da
simples indicação de um valor de
temperatura instantânea.

1.92
VOLANTE DE DIREÇÃO, direção assistida (1/2)
Ativação da função
Com a ignição ligada, prima o inter-
ruptor  3: o testemunho do interruptor
acende-se.
2
Desativação da função
- Automaticamente:
A função desliga-se automaticamente
cerca de 30 minutos depois da fase de
regulação. O testemunho do interrup-
3 tor 3 permanece aceso.
1
Nota: se a função tiver sido desligada
automaticamente, prima o interruptor 3
duas vezes para reativá-la.
Regulação do volante em Aquecimento do volante Se o interruptor  3 não for novamente
premido, a função será reativada da
altura e em profundidade (consoante o veículo)
próxima vez que a ignição for ligada.
Baixe a alavanca 1 e coloque o volante Esta função aquece o volante de dire-
ção 2. – Manualmente:
na posição desejada.
Para desativar a função durante a fase
Em seguida, levante completamente a Princípio de funcionamento de regulação, prima o interruptor 3. O
alavanca para além do ponto duro, de testemunho do interruptor 3 apaga-se.
modo a bloquear o volante. Quando a temperatura for atingida, a
função regula a temperatura das zonas
Certifique-se do correcto travamento aquecidas durante cerca de 30 minutos
da coluna de direcção. e, em seguida, desliga-se automatica-
mente.

Por segurança, efectue


esta regulação com o veí-
culo parado.

1.93
VOLANTE DE DIREÇÃO, direção assistida (2/2)
Direcção assistida Nota: A direção assistida depende do
modo de condução selecionado no
Nunca circule com uma bateria fraca.
menu “MULTI-SENSE" (➥ 3.2).
Direcção de assistência variável
A direcção de assistência variável está
dotada de um sistema de gestão elec-
trónica que adapta o nível de assistên-
cia à velocidade do veículo.
A assistência é maior em manobras
de estacionamento, o que proporciona
mais comodidade. À medida que a ve-
locidade aumenta, a assistência dimi-
nui, proporcionando uma maior segu-
rança a grande velocidade.

Particularidade de Stop and Start


Ao suspender o motor, a assistência
de direção deixa de estar operacio-
nal. Neste caso, regressa ao respetivo
estado original após um novo arranque
do motor ou assim que a velocidade ex-
ceder 1 km/h (declive, inclinação, etc.).

Não mantenha o volante totalmente


rodado para qualquer dos lados, até Nunca rode o volante quando a ba-
ao batente, com o veículo parado. teria do veículo estiver desligada

Nunca desligue o motor


Com o motor parado ou em caso de numa descida, nem, de
avaria do sistema, é sempre pos- modo geral, em andamento
sível manobrar o volante. A força a (supressão da assistência).
exercer será, todavia, maior.

1.94
RETROVISORES (1/2)
Retrovisores exteriores rebatíveis Caso particular
Os retrovisores serão automaticamente Se o retrovisor tiver sido aberto ou re-
abertos quando o veículo for destran- batido manualmente, será possível
cado. Os retrovisores exteriores são repô-lo numa posição de utilização.
rebatidos quando o veículo é trancado. Para tal, prima o interruptor 3. É pos-
Em qualquer caso, pode forçar o reba- sível escutar um ruído mecânico tipo
timento ou a abertura dos retrovisores batida proveniente do retrovisor exte-
1 exteriores premindo o interruptor 3. rior.
Nota: É possível ativar/desativar o re- Se não for possível escutar um ruído
batimento automático dos retrovisores tipo batida, prima novamente o in-
2 exteriores ➥ 1.88. terruptor  3 até ser possível escutar o
ruído tipo batida proveniente do retro-
visor exterior.
3
Retrovisores
regulações
Quando selecionar o retrovisor exterior
através do interruptor 2, será apresen- Por segurança, efectue
tado o testemunho integrado no inter- estas regulações com o
ruptor. Em seguida, utilize o botão  1 veículo parado.
para regulá-lo para a posição preten-
dida.
Os objetos observados no
Desembaciamento dos retrovisores vidro do retrovisor estão re-
O degelo dos retrovisores é assegu- almente mais próximos do
rado em conjunto com o do óculo tra- que parecem. Para sua se-
seiro. ➥ 3.6 ➥ 3.10. gurança, tenha isso em considera-
ção para avaliar corretamente a dis-
tância antes de qualquer manobra.

1.95
RETROVISORES (2/2)

Retrovisor interior
É orientável.

Retrovisor com patilha 4


Em condução noturna, para não ser en- Por segurança, efectue
candeado pelos faróis do veículo que o estas regulações com o
segue, manobre a pequena alavanca 4 veículo parado.
situada por trás do retrovisor.

Retrovisor sem patilha 4 Os objetos observados no


O retrovisor escurece-se automatica- vidro do retrovisor estão re-
mente para não ser encandeado pelos almente mais próximos do
máximos de um veículo que o siga ou que parecem. Para sua se-
em caso de forte luminosidade. gurança, tenha isso em considera-
ção para avaliar corretamente a dis-
tância antes de qualquer manobra.

1.96
ILUMINAÇÃO E SINALIZAÇÃO EXTERIORES (1/6)
Consoante o veículo, os médios acen-
1 2 dem-se automaticamente após várias
passagens das escovas dos limpa-vi-
1 dros dianteiros.

Mínimos Médios
š Rode o anel 2, até que o sím- k Funcionamento manual
bolo fique na direção da marca 3. Rode o anel 2, até que o símbolo fique
Este testemunho acende-se no quadro na direção da marca 3. Este testemu-
de instrumentos. nho acende-se no quadro de instru-
mentos. À noite, antes de iniciar
Função acendimento dos uma viagem, verifique o
Funcionamento automático estado do equipamento
faróis diurnos (consoante o veículo) elétrico e regule os faróis
No arranque do motor, as luzes diur- Rode o anel 2 até que o símbolo AUTO (se não for circular nas condições
nas acendem-se automaticamente fique na direção da marca  3: com o de carga habituais).➥ 1.104. De uma
sem acionar a haste  1 e desligam-se motor a trabalhar, as luzes de médios maneira geral, verifique se os faróis
quando o motor para. acendem-se ou apagam-se automati- não estão «tapados» (sujidade,
camente (em função da luminosidade lama, neve, transporte de objetos
exterior), sem necessidade de mano- que os possam tapar...).
brar a haste 1.

1.97
ILUMINAÇÃO E SINALIZAÇÃO EXTERIORES (2/6)
Durante a desativação dos máximos, Os máximos acendem-se automatica-
1 2 os médios regressam à respetiva posi- mente se:
ção original. – a luminosidade exterior for fraca;
– não for detetado nenhum outro veí-
culo ou iluminação;
 Máximos
Consoante o veículo, este
– a velocidade do veículo é superior a
cerca de 40 km/h.
sistema acende e apaga automatica- Se uma das condições acima não
mente os máximos. Esta função utiliza for satisfeita, o sistema passa para
uma câmara situada atrás do retrovisor médios.
3 interior para detetar veículos que circu-
lam mais à frente e os veículos em sen- Nota: certifique-se de que o para-bri-
tido contrário. sas não está tapado (sujidade, lama,
neve, condensação, etc.).

Para ativar os máximos


automáticos:
Máximos
á Com o motor ligado e os
rode o anel 2 até que o símbolo AUTO
fique na direção da marca 3. O teste-
médios acesos, empurre a haste  1.
Este testemunho acende-se no quadro
de instrumentos. O sistema pode ser perturbado em
munho 
instrumentos.
acende-se no quadro de
Para obter de novo os médios, volte a determinadas condições, nomea-
puxar a haste 1 na sua direção. damente:
– condições climatéricas extremas
(chuva, neve, nevoeiro...);
Função «Elevar luzes em – pára-brisas ou câmara obstruí-
andamento» dos;
Quando os máximos estão ativos, a – quando um veículo atrás ou de
função “Elevar luzes em andamento” frente possui uma iluminação
melhora a visibilidade do condutor ele- pouco visível ou coberta;
vando automaticamente os médios e – má regulação das luzes diantei-
máximos. ras;
– sistemas reflectores;
– ...

1.98
ILUMINAÇÃO E SINALIZAÇÃO EXTERIORES (3/6)
Anomalia de funcionamento
1 2 Quando a mensagem «Verificar faróis
automáticos» é apresentada no quadro
de instrumentos, o sistema está desa-
tivado.
Consulte um representante da marca.

A utilização, de noite, de um
sistema de navegação por-
tátil na zona do pára-brisas
 Máximos automáticos
(continuação)
sob a câmara pode pertur-
bar o funcionamento do sistema
«máximos automáticos» (risco de
Para desativar os máximos reflexos no pára-brisas).
automáticos:
– rode o anel 2 para uma posição dife-
rente de AUTO;
ou
– puxe a haste 1.
O sistema «máximos au-
O testemunho 
quadro de instrumentos.
apaga-se no tomáticos» não pode, em
nenhum caso, substituir
a vigilância e a responsa-
Nota: os máximos serão ativados após bilidade do condutor em relação
a desativação da função de máximos à iluminação do veículo e da sua
automáticos. adaptação às condições de lumino-
sidade, de visibilidade e de circula-
ção.

1.99
ILUMINAÇÃO E SINALIZAÇÃO EXTERIORES (4/6)
Alarme de esquecimento de Função de início e de fim
2 luzes acesas (consoante o veículo)
Se as luzes permanecerem ligadas Assim que a função estiver ativa,
depois de desligar a ignição, será emi- as luzes de dia e os mínimos trasei-
tido um aviso sonoro ao abrir a porta ros acender-se-ão automaticamente
do condutor para prevenir que as luzes aquando da deteção do cartão ou do
ainda estão acesas (no sentido de destrancamento do veículo.
evitar a descarga da bateria ou outros Estas apagam-se automaticamente:
problemas).
– cerca de um minuto depois de se
acenderem;
Anomalia de funcionamento – ao ligar o motor em função da posi-
Se a mensagem «Verificar iluminação» ção da haste de iluminação;
for apresentada com o testemunho
ou

Extinção das luzes


© e o testemunho k piscar
no quadro de instrumentos, tal apon-
– quando o veículo for trancado.

As luzes apagar-se-ão automatica- tará para uma avaria na iluminação.


mente quando o motor for desligado, a Ativação/Desativação da
Consulte um representante da marca.
porta do condutor for aberta ou o veí- função
culo for trancado. Neste caso, da pró- Para ativar ou desativar a função de ilu-
xima vez que o motor for acionado, minação exterior de boas-vindas, con-
acender-se-ão as luzes corresponden- sulte as instruções do sistema multimé-
tes à posição do anel 2. dia.
Nota: se as luzes de nevoeiro estive- Selecione ON ou OFF .
rem acesas, as luzes não serão desli-
gadas automaticamente.

1.100
ILUMINAÇÃO E SINALIZAÇÃO EXTERIORES (5/6)
Com o motor e as luzes desligadas,
2 o anel 2 na posição AUTO, puxe a ala-
1 vanca 1 na sua direção: os mínimos e
os médios acender-se-ão durante apro-
ximadamente 30 segundos juntamente
com os testemunhos šk
quadro de instrumentos.
e no

Para prolongar este tempo, puxe a


haste até quatro vezes (tempo total li-
mitado a aproximadamente dois minu-
tos).
No quadro de instrumentos, será apre-
sentada como confirmação a mensa-
gem «iluminação acesa _ _ _» seguida
do tempo restante. Em seguida, pode
Função «iluminação exterior trancar o veículo.
de acompanhamento» Para apagar as luzes antes de termi-
Esta função permite acender tempora- nada a temporização automática, rode
riamente os mínimos e os médios (por o anel 2 para uma posição qualquer e,
exemplo, para iluminar aquando da em seguida, recoloque-o na posição
abertura de um portão). AUTO.

1.101
ILUMINAÇÃO E SINALIZAÇÃO EXTERIORES (6/6)
Luz de nevoeiro Faróis direcionais
1 2
3
 traseira (consoante o veículo)
4 Rode o anel central 4 da haste, até que Numa relação de marcha para a
o símbolo fique na direção da marca 3, frente, com a velocidade do veículo
e depois largue-o. inferior a aproximadamente 40 km/h,
com os médios acesos: em determina-
As luzes de nevoeiro acendem-se, ou das condições (velocidade, volante a
não, em função da iluminação exterior determinado ângulo, pisca-piscas acio-
seleccionada. Um testemunho acen- nados, etc.), ao curvar, uma das luzes
der-se-á no quadro de instrumentos. de nevoeiro dianteiras acende-se para
Não se esqueça de desligar estas luzes iluminar o interior da curva.
logo que não necessite delas, para não Com a marcha-atrás engrenada e os
incomodar os outros automobilistas. médios acesos, as duas luzes de ne-
voeiro dianteiras acendem-se automa-
Extinção das luzes ticamente.
g Faróis de nevoeiro
dianteiros
Rode novamente o anel central 4 para
colocar a marca 3 na direção do sím-
Nota: ao passar de marcha-atrás para
uma relação de marcha à frente (por
Rode o anel central 4 da haste 1, até bolo correspondente às luzes de ne- exemplo, durante uma manobra de
que o símbolo fique na direção da voeiro que pretende apagar. O teste- estacionamento), as duas luzes de
marca 3, e depois largue-o. munho correspondente apaga-se no nevoeiro permanecerão ativas até a
quadro de instrumentos. velocidade do veículo exceder aproxi-
As luzes de nevoeiro acendem-se, ou madamente 10 km/h.
não, em função da iluminação exterior Ao desligar a iluminação exterior, des-
seleccionada. Um testemunho acen- liga também as luzes de nevoeiro dian-
der-se-á no quadro de instrumentos. teiras e traseiras.

Com tempo de nevoeiro, neve ou se transportar um objecto que ultrapasse a dimensão do tecto, o acendimento automático
das luzes não é sistemático.
O acendimento das luzes de nevoeiro é feita pelo condutor: os testemunhos no quadro de instrumentos informam-no do seu
estado (testemunho aceso, se estiverem ligadas; testemunho apagado, se o não estiverem).

1.102
SINALIZAÇÃO SONORA E LUMINOSA
Pisca-piscas
Desloque a haste 1 no mesmo sentido
em que pretende mover o volante de
direção. 2
Modo impulsional
1
Na condução, a rotação do volante
A pode ser insuficiente para repor auto-
maticamente a haste na posição inicial.
Neste caso, desloque a alavanca 1 até
meio e solte-a: a haste regressa ao seu
ponto inicial e o pisca-pisca acende 2
três vezes.

Buzina
Carregue na almofada do volante  A
é Sinal de perigo
Prima o interruptor 2.
para acionar a buzina. Este dispositivo acciona simultanea-
mente todos os pisca-piscas. Este
sinal só deve ser utilizado em caso de
Sinal de luzes perigo, para avisar os outros automo-
Puxe a haste  1 na sua direção e, em bilistas de que se viu obrigado a parar
seguida, solte-a para fazer um sinal de num local inadequado, ou mesmo inter-
luzes. dito, ou que está em condições de con-
dução particulares.
Nalgumas versões, em caso de forte
desaceleração, o sinal de perigo pode
acender-se automaticamente. Para o
desligar, prima uma vez o interruptor 2.

1.103
REGULAÇÃO DOS FARÓIS

Exemplos de posição de
regulação
do comando A em
função da carga
A
Apenas condutor ou com o passageiro
0
dianteiro

Todos os bancos ocupados 2

O interruptor A é utilizado para regular Condutor com passageiros e porta-


a altura do feixe dos faróis em função bagagens carregado ou carga máxima 3
da carga. autorizada
Com os médios acesos, prima ou eleve
o interruptor  A as vezes necessárias
para selecionar a posição pretendida Condutor sem passageiros e porta-
no quadro de instrumentos. A posição bagagens carregado ou carga máxima 4
selecionada é apresentada no quadro autorizada
de instrumentos durante aproximada-
mente 30 segundos.
Nota: consoante o veículo, em cada
arranque do motor, a posição sele-
cionada poderá ser apresentada no O quadro apresentado mais abaixo fornece alguns exemplos. Em todos os
quadro de instrumentos durante apro- casos, ajuste o comando A de acordo com a carga do veículo, de modo a per-
ximadamente 30 segundos. mitir ver a estrada e que os restantes condutores não sejam encandeados.

1.104
Limpa-vidros, lava-vidros dianteiro (1/5)

2
A 1
1
B

C
D
E

Veículo equipado com limpa-- Particularidade


vidros dianteiro intermitente Em andamento, a desaceleração do
veículo provoca a passagem para a
A varrimento único velocidade de varrimento imediata-
Um impulso breve provoca um mente inferior: do varrimento contínuo
movimento de vaivém dos limpa- rápido passa para o varrimento contí-
vidros. nuo lento. Quando o veículo retoma o
B parado andamento, o varrimento passa para o
C varrimento intermitente movimento inicialmente seleccionado.
Entre dois varrimentos, as esco-
vas param durante alguns segun- Qualquer acção na haste 1 é prioritária
dos. O tempo entre dois varrimen- e anula, consequentemente, o modo
tos pode ser modificado; para isso, automático.
rode o anel 2.
D varrimento contínuo lento
E varrimento contínuo rápido

1.105
Limpa-vidros, lava-vidros dianteiro (2/5)
Um movimento de vaivém é efetu-
ado no momento da ativação dos
limpa-vidros automático ou no au-
A mento da sensibilidade.
1 1 F
2 Observação:
B
– o sensor de chuva tem apenas uma
função de assistência. Em caso de
C visibilidade reduzida, o condutor
D deve activar manualmente os limpa-
vidros. Em caso de nevoeiro ou de
E G queda de neve, o funcionamento au-
tomático do limpa-vidros não é sis-
temático e a sua activação continua
a depender do condutor;
– em caso de temperaturas negativas,
Veículo equipado de limpa- C função «limpa-vidros automá-
o limpa-vidros automático não está
vidros dianteiro com sensor tico»
Com esta posição selecionada, o ativo no arranque do veículo. Este
de chuva sistema deteta a presença de água é automaticamente ativado assim
O sensor de chuva está localizado no no para-brisas e aciona o limpa-vi- que o veículo ultrapassar uma velo-
pára-brisas, em frente do retrovisor in- dros na velocidade de varrimento cidade definida (cerca de 8 km/h);
terior. adequada. É possível modificar – não ative o limpa-vidros automático
o limiar de ativação e o intervalo com tempo seco;
A varrimento único entre dois varrimentos; para isso, – remova totalmente o gelo do para-
Um impulso breve provoca um rode o anel 2: brisas antes de ativar o limpa-vidros
movimento de vaivém dos limpa- – F: sensibilidade mínima automático.
vidros. – G: sensibilidade máxima
B parado Quanto mais elevada for a sen-
sibilidade, mais rapidamente
reagem os limpa-vidros e au-
menta a frequência de varri-
mento.

1.106
Limpa-vidros, lava-vidros dianteiro (3/5)
Anomalia de funcionamento Particularidade
Em caso de não funcionamento do Em andamento, a desaceleração do
varrimento automático, o limpa-vidros G veículo provoca a passagem para a
funciona no varrimento intermitente. A velocidade de varrimento imediata-
Chame um representante da marca. 1 mente inferior: do varrimento contínuo
O funcionamento do sensor de chuva B rápido passa para o varrimento contí-
pode ser perturbado em caso de: nuo lento. Quando o veículo retoma o
– limpa-vidros dianteiro danifica- C andamento, o varrimento passa para o
dos; uma película de água ou movimento inicialmente seleccionado.
Qualquer acção na haste 1 é prioritária
marcas deixadas por uma escova D
na zona de deteção do sensor e anula, consequentemente, o modo
E automático.
podem aumentar o tempo de
reação do limpa-vidros auto- Precauções
mático ou a frequência do varri-
mento; – Em caso de existência de gelo, veri-
– um para-brisas estalado ou fis- D varrimento contínuo lento fique se as escovas não estão cola-
surado ao nível do sensor ou um das, antes da primeira activação do
para-brisas sujo devido a pó, su- E varrimento contínuo rápido limpa-vidros. Se accionar o limpa-vi-
jidades, insetos, gelo, à utilização dros enquanto as escovas estiverem
de ceras de lavagem e de pro- imobilizadas pelo gelo, corre o risco
dutos hidrófobos; o limpa-vidros de danificar a escova bem como o
dianteiro será menos sensível ou motor do limpa-vidros.
poderá até mesmo não reagir. – Não ative os limpa-vidros num vidro
seco. Isso provoca o desgaste pre-
maturo ou danos nas escovas.

1.107
Limpa-vidros, lava-vidros dianteiro (4/5)
Posição particular do limpa-
vidros dianteiro (posição
serviço) G
A
Esta posição permite levantar as es- 1
covas para as poder afastar do pára-
brisas. B
Pode ser útil para:
– limpar as escovas;
C
– libertar as escovas do pára-brisas D
com tempo invernal;
– substituir as escovas ➥ 5.33. E
Com a ignição ligada e o motor a traba-
lhar, eleve a haste 1 duas vezes para a
posição A (passagem única). As esco-
vas pararão a uma certa distância do
capô.
Para repor as escovas na posição mais
baixa, com a ignição ligada, certifique-
se de que os limpa-vidros foram cor-
retamente rebatidos na direção do Em caso de presença de obstácu-
para-brisas e, em seguida, desloque a los no para-brisas (sujidades, neve,
haste  1 para a posição  A (passagem gelo, etc.), limpe o para-brisas (in-
única). cluindo a zona central situada por
Antes de ligar a ignição, coloque os trás do retrovisor interior) antes de
limpa-vidros no lava-vidros. Caso con- Antes de realizar qualquer acionar os limpa-vidros (risco de so-
trário, poderá existir risco de danos no ação no para-brisas (lava- breaquecimento do motor).
capô ou nos limpa-vidros quando forem gem do veículo, degelo, Se um obstáculo impedir o movi-
ligados. limpeza do para-brisas, mento de uma escova, esta pode
etc.), coloque novamente a haste 1 parar. Retire o obstáculo e volte a
na posição B (parado). activar o limpa-vidros com a haste
Risco de ferimentos e/ou de de- de limpa-vidros.
terioração.

1.108
Limpa-vidros, lava-vidros dianteiro (5/5)
Observação:
1 Com temperaturas negativas, o líquido
G do lava-vidros corre o risco de congelar
no pára-brisas e reduzir a visibilidade.
Aqueça o pára-brisas com a ajuda do
comando de desembaciamento dian- Eficiência de uma escova
teiro antes de o limpar. de limpa-vidros
Vigie o estado das escovas de
limpa-vidros. A sua duração de-
pende de si:
– deve manter-se limpa: limpe re-
gularmente a escova e o vidro
com água com sabão;
– não a utilize quando o vidro esti-
ver seco;
Lava-vidros – separe a escova do vidro se não
Com a ignição ligada, puxe a haste 1 for utilizada durante muito tempo.
e depois largue-a. Em qualquer dos casos, substitua a
Uma ação mais longa provocará, além mesma assim que a sua eficácia co-
do lava-vidros dianteiro, duas passa- meçar a diminuir: aproximadamente
gens dos limpa-vidros seguidas de uma vez por ano. ➥ 5.33.
uma terceira passagem, alguns segun-
dos mais tarde. Precaução de utilização
Em veículos equipados com ecrã mul- dos limpa-vidros
timédia, é possível optar por ativar ou – Em condições meteorológicas
desativar a terceira passagem das es- com gelo ou neve, limpe o vidro
Aquando de interven-
covas. ➥ 1.88. antes de ligar os limpa-vidros
ções no compartimento do
motor, assegure-se de que (risco de sobreaquecimento do
a haste de limpa-vidros motor);
está na posição B (parado). – verifique se nenhum objeto obs-
trui o curso da escova.
Risco de ferimentos.

1.109
LIMPA-VIDROS, LAVA-VIDROS TRASEIRO (1/2)
Para parar o funcionamento, rode no-
vamente o anel 3.
2 3 Nota
1 No momento de lavagem num pór-
tico de lavagem, coloque o anel  3 da
haste 1 na posição de paragem com o Eficiência de uma escova
objectivo de desactivar o limpa-vidros de limpa-vidros
automático. Vigie o estado das escovas de
Respeite as recomendações de utiliza- limpa-vidros. A sua duração de-
ção. pende de si:
– deve manter-se limpa: limpe re-
gularmente a escova e o vidro
com água com sabão;
– não a utilize quando o vidro esti-
ver seco;
Limpa-vidros traseiro
Y Com a ignição ligada, rode o
– separe a escova do vidro se não
for utilizada durante muito tempo.
anel 3 na alavanca 1 até o símbolo ficar Em qualquer dos casos, substitua a
em frente ao ponto de referência 2. mesma assim que a sua eficácia co-
– parar meçar a diminuir: aproximadamente
Não utilize o braço de limpa-vidros uma vez por ano. ➥ 5.33.
– varrimento intermitente para abrir ou fechar a tampa de
Entre dois varrimentos, as esco- porta-bagagens.
vas param durante alguns segun- Precaução de utilização
dos. A frequência de varrimentos dos limpa-vidros
varia em função da velocidade do Antes de qualquer acção no – Em condições meteorológicas
veículo; vidro traseiro (lavagem do com gelo ou neve, limpe o vidro
– varrimento contínuo lento veículo, degelo, limpeza…), antes de ligar os limpa-vidros
coloque a haste 1 na posi- (risco de sobreaquecimento do
ção de parado. motor);
Risco de ferimentos e/ou de de- – verifique se nenhum objeto obs-
terioração. trui o curso da escova.

1.110
LIMPA-VIDROS, LAVA-VIDROS TRASEIRO (2/2)
Activação/desactivação do limpa-- Na presença de obstáculos no vidro
vidros traseiro traseiro (sujidades, neve...), o limpa-vi-
A passagem para a marcha-atrás dros tenta varrer todos os obstáculos.
aciona o limpa-vidros traseiro em varri- Se um obstáculo impedir o movimento
mento intermitente (se os limpa-vidros da escova, esta pode parar. Remova o 1
dianteiros estiverem a funcionar). Se o obstáculo, aguarde cerca de 30 segun-
veículo estiver equipado com um menu dos e volte a ativar o limpa-vidros com
de personalização de regulações do a haste de limpa-vidros.
veículo, pode optar por ativar ou desa- Precauções
tivar esta função. ➥ 1.88.
– Em caso de existência de gelo, ve-
Nos veículos não equipados com um rifique se as escovas estão coladas
menu de personalização das regula- ao para-brisas antes de acionar os
ções, desactive a função junto de um limpa-vidros. Se acionar o limpa-
representante da marca. vidros enquanto a escova estiver
bloqueada com gelo, corre o risco
Limpa-vidros, lava--
de danificar a escova e o motor de
limpa-vidros. p vidros traseiro
– Não acione os limpa-vidros num Com a ignição ligada, empurre a
vidro seco. Tal provocará o desgaste haste 1 de modo prolongado e largue-
prematuro ou danos nas escovas. a.
Acionar a haste durante mais tempo
ativará (além do lava-vidros) duas pas-
sagens dos limpa-vidros seguidos de
uma terceira passagem (função de
limpeza de gotas), alguns segundos
depois.
Quando soltar a haste, esta volta à po-
sição de limpa-vidros traseiro.

1.111
DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEL (1/3)
Qualidade de combustível
Utilize um combustível boa quali-
dade que respeite as normas em vigor
em cada país e imperativamente em
1 conformidade com as indicações da
1
etiqueta situada na tampa 1. ➥ 6.5.

A 3
2

Capacidade útil do depósito:


– Aproximadamente 42 litros para as
versões a gasolina;
– Aproximadamente 39 litros para as O tampão do depósito de
versões a gasóleo. combustível é específico.
Com o veículo destrancado, pressione Após o reabastecimento, verifique o
a tampa 1 na zona A para a abrir e, em Se tiver de o substituir, cer- fecho do tampão e da tampa.
seguida, solte-a. A tampa 1 entreabre- tifique-se de que o faz por
se. outro do mesmo tipo. Dirija-se a um
Durante o abastecimento, utilize o su- representante da marca. Nunca misturar gasolina
porte  2 na tampa  1 para colocar o Nunca manobre o tampão na proxi- (sem chumbo ou E85) no
tampão 3. midade de uma chama ou de uma gasóleo, ainda que em
Para mais informações sobre o reabas- fonte de calor. pouca quantidade.
tecimento do depósito de combustível, Nunca lave o bocal de enchimento Nunca utilizar combustível com
consulte o capítulo «Reabastecimento com um dispositivo de alta pressão. etanol, se o veículo não estiver
de combustível». adaptado para tal.
Para fechar, empurre a portinhola, com Não acrescente nada ao combustí-
a mão, até ao batente. vel (aditivo, reagente, etc.) de modo
a evitar o risco de danificar o motor.

1.112
DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEL (2/3)
Reabastecimento de Se não for possível acrescentar, pelo
combustível menos, 5 litros de combustível devido
ao nível de combustível no depó-
Com a ignição desligada, introduza a sito, conduza o veículo até existir um
pistola em batente antes de iniciar o volume suficiente no depósito.
1 reabastecimento (risco de projecção
de salpicos de combustível). Versões a gasolina
Mantenha-a nesta posição durante A utilização de gasolina com chumbo
toda a operação de abastecimento. provocaria avarias nos dispositivos
Depois da primeira paragem automá- de despoluição e poderia levar a uma
tica da pistola de abastecimento, pró- perda da garantia.
ximo do fim da operação, é possível Para impedir a utilização de gasolina
continuar, até provocar, no máximo, com chumbo, o bocal de enchimento
mais dois disparos automáticos, a fim do depósito de combustível tem um es-
de preservar um volume de expansão. trangulamento equipado com um sis-
Durante o reabastecimento de combus- tema de segurança que apenas per-
Versões diesel tível, tenha cuidado para que não entre mite a entrada de uma pistola de
água. A tampa 1 e a respetiva zona pe- gasolina sem chumbo (na bomba).
Utilize imperativamente gasóleo em
conformidade com as indicações da riférica devem permanecer limpas.
etiqueta situada no interior da tampa 1.
Caso particular
Versões a gasolina Se o veículo estiver parado durante
Utilize imperativamente gasolina sem aproximadamente três meses, será
chumbo. O índice de octanas (RON) necessário acrescentar combustível
deve estar em conformidade com as de modo a evitar danos na bomba de
indicações da etiqueta situada na combustível.
tampa 1. ➥ 6.5. Para tal, com a ignição desligada,
acrescente, pelo menos, 5 litros e, em
seguida, ligue o motor para acionar a
bomba e renovar o combustível no cir- Tipos de combustível em confor-
cuito. midade com as normas europeias
com que os motores de veículos
vendidos na Europa são compatí-
veis: consulte o quadro ➥ 6.5.

1.113
depósito de combustível (3/3)
Avaria por falta de É rigorosamente interdita
combustível nas versões qualquer intervenção ou
4
diesel modificação do sistema de
alimentação em combustí-
Veículos com chave/telecomando vel (caixas electrónicas, cablagens,
– Coloque a chave da ignição na posi- circuito de combustível, injector,
ção «On» M ➥ 2.3 e aguarde alguns tampas de protecção...), devido aos
minutos antes de ligar, de modo a riscos que tal pode representar para
permitir a ferragem do circuito de a sua segurança (excepto quando
combustível; efectuada por técnicos qualificados
da rede da marca).
– rode a chave para a posição D. Se
o motor não pegar, repita o procedi-
mento;
– se o motor não pegar após várias
tentativas, contacte um represen-
tante da marca. Odor persistente a
combustível
Veículos com cartão
Veículo equipado com a função No caso de sentir um per-
Com o cartão no habitáculo, prima o sistente odor a combustível:
Stop and Start
botão de arranque  4 sem acionar os
Para um abastecimento de com- – pare o veículo (de acordo com as
pedais. Aguarde alguns minutos antes
bustível, o motor deve estar desli- condições de circulação) e desli-
de arrancar.
gado (e não colocado no modo sus- gue a ignição;
pensão): desligue o motor premindo Isto permite a ferragem do circuito de
o botão de paragem do motor  4 combustível. Se o motor não trabalhar, – active o sinal de perigo e peça
➥ 2.4 ➥ 2.5. repita o procedimento. aos ocupantes que saiam do veí-
culo e se mantenham afastados
Se o motor não pegar após várias ten- da zona de circulação;
tativas, chame um representante da
marca. – chame um representante da
marca.

1.114
DEPÓSITO DE REAGENTE (1/4)
Respeite a legislação local do país
onde se encontra. É importante notar
que o desrespeito das normas em vigor
poderá expô-lo à atuação punitiva das
autoridades.
1 Veículo equipado com a função
A Stop and Start
Princípio de funcionamento Para o abastecimento de reagente,
O reagente destina-se a motores o motor deve estar parado (e não
Diesel equipados com o sistema SCR colocado no modo de suspen-
(redução catalítica seletiva). são): é IMPERATIVO parar o motor
A utilização de um reagente reduz a ➥ 2.4 ➥ 2.5.
quantidade de óxidos de azoto nos
gases de escape.
O consumo de reagente em tempo real Se a mensagem “XXX km
depende das condições de utilização para o bloqueio, abastecer
do veículo, dos equipamentos monta- com AdBlue" for apresen-
dos e do estilo de condução. Enchimento tada, encha o depósito de
Volume útil do depósito: aproxima- reagente e consulte as instruções
damente 11,6 litros. de abastecimento.
Qualidade do reagente Risco de imobilização do veículo.
Utilize apenas reagentes em confor- Com a ignição desligada, abra a
midade com a norma ISO 22241 e de tampa  A e, em seguida, desaperte o
acordo com a marca no tampão do de- tampão 1.
pósito de combustível. Nota: Poderá ser libertado vapor de O tampão do depósito de
hidróxido de amónio pela abertura do combustível é específico.
tampão quando a temperatura do de-
pósito é elevada. Se tiver de o substituir, cer-
tifique-se de que o faz por
outro do mesmo tipo. Dirija-se a
um representante da marca. Nunca
lave o bocal de enchimento com um
dispositivo de alta pressão.
O reagente não pode entrar em contacto com os olhos ou com a pele.
Se isso acontecer, lave a zona atingida com água abundante. Se neces-
sário, consulte um médico.

1.115
DEPÓSITO DE REAGENTE (2/4)
Reabastecimento (cont.) Se o reagente transbordar ou conta-
minar qualquer parte da pintura, limpe
É possível encher o depósito na
rapidamente a área afetada com água
bomba. Com a ignição desligada, in-
fria abundante e um pano macio.
troduza a pistola por completo antes
de a ativar para reabastecer o depósito Nota: se o reagente cristalizar, utilize
de combustível (risco de projeção de uma esponja macia. Após abastecer o depósito de re-
salpicos). Mantenha-a nesta posição Em condições climatéricas de frio agente, verifique se o tampão e
durante toda a operação de abasteci- extremo a tampa estão fechados, ligue o
mento. motor e AGUARDE 10 segundos
Com temperaturas muito baixas, o
Depois da primeira paragem automá- depósito de reagente deverá ser re- com o veículo parado e o motor
tica da pistola de abastecimento, pró- abastecido quando o testemunho a funcionar antes de arrancar no-
ximo do fim da operação, é possível
continuar até provocar, no máximo,
mais dois disparos automáticos, a fim
 e a mensagem “Atestar AdBlue
antes de 1200 km” forem apresentados
vamente.
Se esta operação não for realizada,
o abastecimento do reservatório só
de preservar um volume de expansão. no quadro de instrumentos. será considerado automaticamente
após várias dúzias de minutos de
Noutros casos de abastecimento, é im- Casos particulares
condução.
perativo ler as informações apresen- O fluido reagente congela a temperatu- A mensagem “--- abastecer com
tadas no recipiente do reagente (por ras inferiores a cerca de -10 °C. AdBlue" e/ou os testemunhos conti-
exemplo, a lata ou o frasco).
Nestas condições, não tente proceder nuarão a ser apresentados até que
ao abastecimento quando o fluido está o abastecimento seja registado pelo
Precauções de utilização congelado. Caso seja necessário repor sistema.
Durante o abastecimento: o reagente ao nível ou encher o depó-
– manuseie o reagente com cui-
dado. Os aditivos podem danificar
sito com reagente ( ligado), esta-
cione o veículo num local mais quente,
vestuário, calçado, elementos de se possível, de modo a que o reagente Não é permitido realizar
carroçaria, etc.; liquidifique novamente. Caso contrário, qualquer tipo de interven-
solicite a um profissional qualificado ção em qualquer parte do
– certifique-se de que não entra água sistema. No sentido de
no depósito de combustível. que reponha o fluido reagente ao nível
ou que abasteça com fluido reagente. evitar danos, apenas técnicos quali-
ficados da nossa rede poderão rea-
lizar intervenções no sistema.

1.116
DEPÓSITO DE REAGENTE (3/4)
Manutenção/autonomia
As informações apresentadas no quadro de instrumentos poderão ser acompanhadas de um sinal sonoro.
Testemunhos Mensagem O que fazer?

– “Nível correto AdBlue” –

Quando a mensagem é apresentada com a ignição ligada, a


autonomia é inferior a 2400 km.
– “Prever AdBlue antes de 2400 km” Abasteça ou solicite a um representante da marca o abaste-
cimento ou reposição do depósito de reagente ao nível”
no depósito.

Quando a mensagem é apresentada com a ignição ligada, a


autonomia está compreendida entre 1200 km e 800 km.

se.
acende- “Atestar AdBlue antes de 1200 km” Abasteça ou solicite a um representante da marca o abaste-
cimento ou reposição do depósito de reagente ao nível”
no depósito.

A mensagem é apresentada com a ignição ligada e é repetida:


– A aproximadamente cada 100 km, a autonomia está com-
preendida entre 800 km e 200 km;

se.
acende- “XXX KM bloqueio atestar AdBlue”
– A aproximadamente cada 50 km, a autonomia é inferior a
200 km.
Em qualquer caso, abasteça ou solicite a um representante
da marca o abastecimento do depósito de reagente assim
que possível.

O motor não pega.


 pisca.
“0 KM bloqueio atestar AdBlue”
Para reiniciar, deve abastecer o depósito de reagente.

1.117
DEPÓSITO DE REAGENTE (4/4)
Avarias no sistema
Quando os testemunhos se acendem, poderão ser acompanhados de um sinal sonoro.

Testemunhos Mensagem Valores


se.
e © acendem- “Mandar verificar antipoluição”
Indica uma avaria no sistema. Consulte um represen-
tante da marca logo que possível.

Indica uma avaria no sistema e que , em menos de


800 km, tornar-se-á impossível ligar novamente
o veículo.
Estes avisos são repetidos:

se.
e © acendem- “XXX KM bloqueio antipoluição”
– A cada 100 km até restarem 200 km até ser im-
possível ligar novamente o veículo;
– A cada 50 km quando restarem menos de 200 km
até ser impossível ligar novamente o veículo.
Consulte um representante da marca logo que pos-
sível.

Indica que o motor não será novamente acionado



se.
e © acendem- “0 KM bloqueio antipoluição” após a ignição ser desligada. Chame um represen-
tante da marca.

1.118
Capítulo 2: Condução
Rodagem. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.2
Contactor de arranque. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.3
Ligar, desligar o motor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.4
Função de paragem e arranque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.8
Particularidades das versões a gasolina, filtro de partículas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.12
Particularidades das versões diesel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.14
Alavanca de velocidades, travão de mão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.16
Travão de estacionamento assistido. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.17
Função «AUTOHOLD». . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.21
Condução Eco. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.22
Conselhos de manutenção e antipoluição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.30
Meio ambiente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.31
Avisador de perda da pressão dos pneus. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.32
Dispositivos de correção e de ajuda à condução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.38
Alerta de transposição involuntária de via. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.43
Sistema de assistência na transposição involuntária de via. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.48
Alerta de ângulo morto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.54
Alerta de distância de segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.61
Câmara de 360° . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.65
Travagem de emergência ativa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.74
Reconhecimento dos sinais de trânsito. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.82
Limitador de velocidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.86
Regulador de velocidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.90
Regulador de velocidade adaptativo Stop and Go . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.95
Ajuda ao estacionamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.108
Câmara de marcha-atrás. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.113
Estacionamento mãos livres. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.115
Caixa de velocidades automática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.120
Chamada de emergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.124
2.1
RODAGEM
Versões a gasolina Versões diesel
Até aos 1 000 km, não ultrapasse os Até aos 1.500 km não ultrapasse os
130 km/h na relação de caixa mais ele- 130 km/h na relação de caixa mais ele-
vada, ou as 3 000 a 3 500 rpm. vada ou 2. 500 rpm. Após esta quilome-
No entanto, só depois dos 3 000 km, tragem, poderá rolar mais depressa,
aproximadamente, poderá tirar todo embora só depois dos 6 000 km, apro-
o benefício das potencialidades do seu ximadamente, possa obter todas as
veículo. «performances» do veículo.

Periodicidade das revisões: consulte Durante o período de rodagem, não


o documento de manutenção do seu faça grandes acelerações com o motor
veículo. frio, nem submeta o motor a altas ro-
tações.
Periodicidade das revisões: consulte
o documento de manutenção do seu
veículo.

2.2
INTERRUPTOR DE ARRANQUE: veículo com chave
Posição «Marcha» ON 2
A ignição está ligada: é possível utilizar
eventuais acessórios (rádio, etc.).

Posição «Arranque» START 3


Se o motor não pegar, terá que voltar
com a chave para trás, antes de ac-
cionar de novo o motor de arranque.
Largue a chave logo que o motor
pegue.
Nota: na versão diesel, podem decor-
rer alguns segundos entre a acção na
chave e o arranque do motor para per-
mitir o pré-aquecimento do motor.

Interruptor de arranque
Posição «Stop e trancamento de
direção» LOCK 0
Para trancar o volante, retire a chave e
rode-o até sentir a direcção presa.
Para o destrancar, manobre ligeira-
mente a chave e o volante.

2.3
ARRANQUE, paragem do motor: veículo com chave
Versões a gasolina Nota: Em veículos equipados com
– Accione o motor de arranque sem caixa de velocidades de comando
acelerar; manual, em caso de paragem in-
– largue a chave logo que o motor voluntária do motor, a mensagem
comece a funcionar. «Desengatar» será apresentada no
quadro de instrumentos. Carregue no
É Versões diesel
pedal da embraiagem a fundo para
voltar a ligar o motor.
– Rode a chave da ignição para a po-
sição «ON» 2 e mantenha esta posi-
ção até a luz de pré-aquecimento do Responsabilidade do
motor apagar; condutor durante o esta-
– rode a chave para a posição de ar- cionamento ou paragem
ranque «START» 3 sem premir o do veículo
acelerador;
– largue a chave logo que o motor Nunca abandone o veículo com
Arranque do motor comece a trabalhar. crianças, adultos não autónomos
Particularidade: em caso de arranque ou animais lá dentro, ainda que seja
Para arrancar: do motor devido a temperatura exterior por pouco tempo.
Em veículos equipados com caixa de muito baixa (inferior a -10 ºC): mante-
velocidades automática, coloque a ala- Ao fazê-lo, poderá colocar-se em
nha o pedal da embraiagem accionado perigo a si ou a outras pessoas, por
vanca na posição P. até que o motor comece a trabalhar. exemplo, se for ligado o motor ou
equipamentos (como é o caso dos
Nunca desligue a ignição Paragem do motor elevadores de vidros) ou ainda o
antes de o veículo estar Com o motor ao ralenti, rode a chave sistema de bloqueio das portas.
completamente parado. A para a posição «LOCK» 0.
Além disso, com tempo quente e/ou
paragem do motor provoca
com sol, a temperatura no interior
a supressão dos sistemas de assis-
do habitáculo aumenta muito rapi-
tência. Após a paragem do motor, o
Nunca ponha seu veículo damente.
servofreio, a direção assistida, ... e
os dispositivos de segurança pas- em roda livre em piso in- PERIGO DE MORTE OU
siva como, por exemplo, os airbags clinado. Risco de paragem FERIMENTOS GRAVES.
e os pré-tensores, deixarão de fun- de assistência de direção.
cionar. Risco de acidente.

2.4
ARRANQUE e paragem do motor: veículo com cartão (1/3)
Nota: Em veículos equipados com
caixa de velocidades de comando
manual, em caso de paragem in-
voluntária do motor, a mensagem
2 «Desengatar» será apresentada no
quadro de instrumentos. Carregue no
pedal da embraiagem a fundo para
voltar a ligar o motor.

Responsabilidade do
condutor durante o esta-
cionamento ou paragem
do veículo
O cartão deve estar na zona de dete- Particularidades
ção 1. Nunca abandone o veículo com
– Se alguma das condições de ar- crianças, adultos não autónomos
Para arrancar: ranque não estiver reunida, a men- ou animais lá dentro, ainda que seja
– nos veículos com caixa de veloci- sagem «Carregar travão + START», por pouco tempo.
dades automática, posicione a ala- «Desengatar + START» ou «Coloc.
cx.veloc. em P» será apresentada no Ao fazê-lo, poderá colocar-se em
vanca na posição P, carregue no perigo a si ou a outras pessoas, por
pedal de travão e no botão 2; quadro de instrumentos;
exemplo, se for ligado o motor ou
– nos veículos com caixa de velocida- – em alguns casos, será necessá- equipamentos (como é o caso dos
des de comando manual, carregue rio manobrar o volante premindo o elevadores de vidros) ou ainda o
no pedal de travão ou na embraia- botão de arranque 2 para auxiliar o sistema de bloqueio das portas.
gem e prima o botão 2. Com uma ve- desbloqueamento da coluna de dire-
ção; a mensagem «Rodar volante + Além disso, com tempo quente e/ou
locidade engrenada, terá de premir com sol, a temperatura no interior
o pedal de embraiagem para poder START» avisa o condutor neste sen-
tido. do habitáculo aumenta muito rapi-
accionar o motor. damente.
PERIGO DE MORTE OU
FERIMENTOS GRAVES.

2.5
ARRANQUE e paragem do motor: veículo com cartão (2/3)

3 4

3
Arranque «mãos-livres» com Anomalia de funcionamento A mensagem «Plasează card pe zonă
o porta-bagagens aberto + start» é apresentada no quadro de
Em algumas situações, o cartão mãos instrumentos.
Neste caso, o cartão não deve estar livres poderá não funcionar:
no porta-bagagens, de modo a evitar o Carregue no pedal do travão ou da
– quando a pilha do cartão está des- embraiagem e, em seguida, coloque o
risco de perda. carregada; cartão 4 (lado do botão) na zona de co-
– se o veículo estiver nas proximida- locação 3. Prima o botão 2 para ligar o
Função «acessórios» des de instalações ou de aparelhos veículo. A mensagem apaga-se.
(ignição ligada) que utilizem a mesma frequência do
Logo que o veículo é destrancado, cartão (telemóvel, jogos de vídeo…);
ficam disponíveis algumas funcionali- – o veículo encontra-se numa zona de
dades (rádio, sistema de navegação, fortes radiações electromagnéticas.
limpa-vidros...).
Para utilizar as restantes funcionalida-
des, com o cartão no habitáculo, prima
o botão 2 sem carregar nos pedais.

2.6
ARRANQUE e paragem do motor: veículo com cartão (3/3)
Se o cartão já não estiver no habitáculo
quando a paragem do motor for soli- Ao sair do veículo, sobre-
citada, a mensagem «Cartão ausente tudo se tiver o cartão con-
press.long.START» será apresentada sigo, verifique se o motor
2 no quadro de instrumentos: prima o está realmente desligado.
botão  2 durante mais de dois segun-
dos. Se o cartão já não estiver no ha-
bitáculo, certifique-se de que o conse-
gue recuperar antes de proceder a uma Responsabilidade do
pressão longa do botão: sem o cartão, condutor durante o esta-
não será possível ligar o veículo. cionamento ou paragem
Com o motor parado, os acessórios do veículo
(rádio...) que nesse momento estejam Nunca abandone o veículo com
a ser utilizados continuam a funcionar crianças, adultos não autónomos
durante cerca de 10 minutos. ou animais lá dentro, ainda que seja
Ao abrir a porta do condutor, os aces- por pouco tempo.
Condições de paragem do
sórios deixam de funcionar. Ao fazê-lo, poderá colocar-se em
motor perigo a si ou a outras pessoas, por
Nos veículos com caixa de velocida- exemplo, se for ligado o motor ou
des automática, o veículo deve estar equipamentos (como é o caso dos
parado e a alavanca na posição P. elevadores de vidros) ou ainda o
Com o cartão no veículo, prima o sistema de bloqueio das portas.
botão 2: o motor imobiliza-se. A aber- Nunca desligue a ignição Além disso, com tempo quente e/ou
tura de uma porta ou o trancamento do antes de o veículo estar com sol, a temperatura no interior
veículo provocam o bloqueio da coluna completamente parado. A do habitáculo aumenta muito rapi-
de direção. paragem do motor provoca damente.
a supressão dos sistemas de assis- PERIGO DE MORTE OU
tência. Após a paragem do motor, o FERIMENTOS GRAVES.
servofreio, a direção assistida, ... e
os dispositivos de segurança pas-
siva como, por exemplo, os airbags
e os pré-tensores, deixarão de fun-
cionar.

2.7
Função Stop and start (1/4)
Este sistema permite diminuir o con- e Os equipamentos do veículo permane-
sumo de combustível e a emissão dos – o pedal de aceleração não está a ser cem em funcionamento durante a para-
gases de efeito de estufa. Assim que premido; gem do motor.
o veículo arranca, o sistema é ativado e Quando o motor entra no modo de
automaticamente. Em andamento, o – a velocidade é nula durante aproxi- suspensão, a assistência da direção
sistema para o motor (suspensão da madamente 1 segundo. poderá deixar de estar operacional.
função) quando ocorre uma paragem A suspensão do motor acontece se a
do veículo (fila de trânsito, paragem Neste caso, voltará a ficar operacional
posição P estiver engrenada ou se a assim que o motor deixar de estar no
num semáforo...). posição N estiver engrenada com o modo de suspensão ou a velocidade
travão de estacionamento acionado e for superior a aproximadamente 1 km/h
Condições de suspensão o pedal de travão libertado. (descida, declive, etc.).
O veículo circulou depois da sua última Para veículos com caixa de veloci-
paragem. dades de comando manual: No caso de suspensão da
– a caixa de velocidade estiver na po- função do motor, o travão-
Para veículos com caixa de veloci-
sição neutra (ponto morto); de-mão automático (conso-
dades automática:
– a caixa de velocidades está na posi-
ção D, L (consoante o veículo) ouN;
Se o testemunho  piscar e
a mensagem «Pôr alavanca em
ante o veículo) não é acti-
vado automaticamente.
e ponto-morto» for apresentada no
– o pedal de travão está premido (com quadro de instrumentos, tal indi-
força suficiente); cará que é necessário colocar a Não permita que o veí-
Se o testemunho  piscar e a alavanca de velocidades em ponto-
morto;
culo se desloque quando o
motor estiver suspenso (o
mensagem «Carregue no pedal de
travão» for apresentada no quadro
de instrumentos, tal indicará que não
e
– o pedal de embraiagem for liber-
indicador  acende-se
no quadro de instrumentos).
está a carregar no pedal do travão tado;
com força suficiente; e
– a velocidade do veículo é inferior a
aproximadamente 5 km/h.
Antes de sair do veículo,
Para todos os veículos:
o motor DEVE estar des-
o indicador  acende-se de forma
permanente no quadro de instrumentos
ligado (e não colocado
no modo de suspensão).
➥ 2.4 ➥ 2.5.
para o alertar da suspensão do motor.

2.8
Função Stop and start (2/4)
Impeça a suspensão do Saída da suspensão do
motor motor
Em determinadas situações, como ao Para veículos com caixa de veloci-
entrar num cruzamento, é possível dades automática:
manter o motor em funcionamento, – quando a porta do condutor é aberta;
com o sistema activado, para se poder ou
efectuar um arranque rápido. – quando o cinto de segurança do
Para veículos com caixa de veloci- condutor não é utilizado;
dades automática: ou
Mantenha o veículo imobilizado com – o pedal de travão está em repouso,
um pouco de esforço no pedal de posição D ou L (consoante o veí-
travão. culo) engrenada;
ou
Para veículos com caixa de veloci- – O pedal de travão está libertado, po-
dades de comando manual: sição N engrenada e travão de esta-
Mantenha o pedal de embraiagem cionamento libertado ;
acionado. ou
– O travão de estacionamento é acio-
nado novamente, é engrenada a po-
sição P ou é engrenada a posição
N com o travão de estacionamento
acionado ;
ou
– É engrenada a posição R ;
ou
– o pedal do acelerador é premido; Função «AUTOHOLD» ativada
ou ➥  2.21, o pedal do travão poderá
– no modo manual (M), as patilhas de estar em repouso e o modo de sus-
Para o abastecimento de combus- pensão do motor poderá ser man-
mudança de velocidades são ativa-
tível, o motor deve estar parado tido.
das ➥ 2.120.
(e não colocado no modo de sus- Para sair do modo de suspensão do
pensão): é NECESSÁRIO parar o motor, com o pedal de travão pre-
motor ➥ 2.4 ➥ 2.5. mido, carregue no pedal do acele-
rador.

2.9
Função Stop and start (3/4)
Para veículos com caixa de veloci- Condições de não suspensão – o gradiente é demasiado íngreme
dades de comando manual: do motor para veículos equipados com caixa
– ao abrir a porta do condutor, sem de velocidades automática;
Determinadas condições não permitem
qualquer relação engrenada e o a activação do sistema de suspensão – a função «Clear view» (desembacia-
pedal da embraiagem em repouso; do motor, nomeadamente: mento rápido) está ativa ➥ 3.10;
ou – a porta do condutor não está fe- – a temperatura do motor é insufi-
– ao desapertar o cinto de segurança chada; ciente;
do condutor, sem qualquer relação – o sistema de despoluição está em
engrenada e o pedal da embraiagem – o cinto de segurança do condutor
não está a ser utilizado; curso de regeneração;
em repouso;
– a marcha-atrás está engrenada; – ...
ou
– a caixa de velocidades está em
ponto-morto e o pedal de embraia-
– o capô não está trancado;
– a temperatura exterior é demasiado
O indicador  aparece no quadro
de instrumentos e avisa-o sobre a in-
gem é ligeiramente premido; baixa ou demasiado elevada; disponibilidade da suspensão da
ou função do motor.
– a bateria não está suficientemente
– velocidade engrenada e pedal da
embraiagem completamente pre-
carregada;
– a diferença entre a temperatura inte-
O testemunho  poderá ser apre-
sentado juntamente com uma mensa-
mido. gem no quadro de instrumentos:
rior do veículo e a de referência do
Particularidade: consoante o veículo, ar condicionado automático é muito – «Otimização recarga bateria» para
se desligar a ignição quando o veículo elevada; dar prioridade à carga da bateria;
está em modo suspenso, o indicador – «Priorizando conforto térmico» para
– o sistema de auxílio ao estaciona-
Ä é apresentado durante alguns
segundos no quadro de instrumentos.
mento está em funcionamento;
– a altitude é excessiva;
dar prioridade ao ar condicionado;
– «Prioridade motor em funciona-
mento» para dar prioridade ao fun-
cionamento do motor.

No caso de veículos com caixa de


velocidades de comando manual:
o rearranque poderá ser interrom-
pido se o pedal da embraiagem for Desativar a função Stop
libertado demasiado rapidamente and Start em todas as inter-
com uma relação engrenada. venções no compartimento
do motor.

2.10
Função Stop and start (4/4)
Particularidade de reactivação Desactivação, activação da
automática do motor função
Em determinadas condições, o motor
pode ser reactivado sem intervenção Prima o interruptor 1 para desativar a
para garantir a sua segurança e o seu função. A mensagem “Stop & Start de-
conforto. sactivado” é apresentada no quadro de
Isto pode ocorrer sobretudo quando: instrumentos e o testemunho do inter-
ruptor 1 acende-se.
– a temperatura exterior é demasiado Uma nova pressão reativa o sistema.
baixa ou demasiado elevada; A mensagem “Stop & Start activado” é
– a função «Clear view» (desembacia- apresentada no quadro de instrumen-
mento rápido) está ativa ➥ 3.10; 1 tos e o testemunho do interruptor  1
– a bateria não está suficientemente apaga-se.
carregada; O sistema é reativado automatica-
– a velocidade do veículo é superior a mente sempre que o veículo é ligado
5 km/h (em descida...); através do botão de arranque. ➥  2.4
➥ 2.5.
– apoios repetidos no pedal do travão
ou necessidade do sistema de trava-
gem;
O testemunho  poderá ser apre-
sentado juntamente com uma mensa- Anomalias de funcionamento
– ... gem no quadro de instrumentos: Se a mensagem “Mandar verificar Stop
O testemunho  é apresentado no
quadro de instrumentos para indicar o
– «Otimização recarga bateria» para
dar prioridade à carga da bateria;
– «Priorizando conforto térmico» para
& Start” for apresentada no quadro de
instrumentos e o testemunho do inter-
ruptor 1 se acender, tal indicará que o
novo arranque automático do motor. dar prioridade ao ar condicionado; sistema está desativado.
– «Prioridade motor em funciona- Consulte um representante da marca.
mento» para dar prioridade ao fun-
cionamento do motor.

Antes de sair do veículo,


o motor DEVE estar des-
ligado (e não colocado Particularidade: com o motor no
no modo de suspensão). modo de suspensão, prima o inter-
➥ 2.4 ➥ 2.5. ruptor 1 para voltar a ligar automati-
camente o motor.

2.11
Particularidades das versões a gasolina, filtro de partículas (1/2)
Condições de funcionamento do seu Se constatar as anomalias de funcio-
automóvel, tais como: namento atrás descritas, dirija-se, logo
– rolar muito tempo com o testemunho que possível, a um representante da
de combustível na reserva aceso; marca, para mandar efectuar as repa-
rações necessárias.
– utilizar gasolina com chumbo;
Se apresentar regularmente o seu veí-
– utilizar lubrificante ou aditivos de culo a um representante da marca, de
combustível que não estejam apro- acordo com a periodicidade de manu-
vados. tenção prescrita no documento de ma-
ou anomalias de funcionamento, tais nutenção, poderá evitar este e outros
como: tipos de incidentes.
– sistema de ignição defeituoso, falta
de combustível ou vela desligada, Problemas de arranque
provocando falhas de ignição ou es- Para evitar provocar danos no cata-
ticões durante a condução; lisador do seu veículo, não insista
– perda de potência. com tentativas de arranque (utilizando
o motor de arranque, empurrando ou
provocam um aquecimento excessivo
puxando o veículo) sem identificar e
do catalisador e, por isso, diminuem a
corrigir a causa do problema.
sua eficácia e podem mesmo provo-
car a sua destruição ou danos térmi- Caso não consiga, não insista e chame
cos no veículo. um representante da marca.

Não estacione, nem ligue o


motor em locais onde subs-
tâncias ou matérias com-
bustíveis, tais como ervas
ou folhas secas, possam entrar em
contacto com o sistema de escape
quente.

2.12
Particularidades das versões a gasolina, filtro de partículas (2/2)
Filtro de partículas Nota: O testemunho poderá apagar-se Se o filtro ficar saturado, o testemunho
O filtro de partículas é utilizado no tra-
ao fim de 20 minutos se as condições © e, consoante o veículo, o teste-
tamento de gases de escape de moto-
res a gasolina.
de condução necessárias para a lim-
peza do filtro não estiverem totalmente
reunidas.
munho  serão apresentados no
quadro de instrumentos, acompanha-
Consoante o veículo, o testemunho dos da mensagem «Mandar verificar
 apresentado no quadro de ins-
trumentos indica que o filtro está a ficar
Se o veículo parar antes de o testemu-
nho se apagar, pode ser necessário re-
começar a operação.
a injecção». Neste caso, consulte um
Representante da marca.
obstruído e necessita de uma limpeza. Se o testemunho ® e, consoante
Para o limpar, quando o testemunho
 surgir, e na medida em que as
o veículo, o testemunho  forem
apresentados, acompanhados da men-
condições de circulação e os limites sagem «Perigo gripagem motor», pare
de velocidade o permitirem, circule a o veículo, desligue o motor e contacte
uma velocidade compreendida entre um Representante da marca.
50 km/h e 110 km/h até o testemunho
se apagar.
Ao fim de aproximadamente 5 a 20 mi-
nutos, o testemunho deverá apagar-se.

Para sua segurança, se


o testemunho ® se
acender, pare de imediato.
Não se esqueça, contudo,
das condições de circulação. Pare
o motor e não tente voltar a ac-
cioná-lo. Chame um representante
da marca.

2.13
Particularidade das versões Diesel, filtro de partículas (1/2)
Regime de motor diesel Precauções invernais
Os motores diesel possuem um equi- Para evitar incidentes com tempo de
pamento de injeção que nunca per-
A gelo:
mite que o regime máximo do motor – tenha cuidado para que a bateria
seja ultrapassado, em aceleração, esteja sempre bem carregada;
qualquer que seja a velocidade engre-
nada. 1 – nunca deixe baixar muito o nível de
gasóleo no depósito, para evitar que
Se a mensagem «Verificar sist. anti- a condensação de vapor de água se
poluição» for apresentada juntamente acumule no fundo.
com os testemunhos Ä e ©,
consulte imediatamente um represen-
tante da marca.
Em andamento, consoante a qualidade
de combustível utilizada, o escape
pode emitir fumo branco. Etiqueta de opacidade de fumo do
Isto resulta da regeneração automática motor
do filtro de partículas e não influencia o Encontrará informações sobre 1 na eti-
comportamento do veículo. queta A afixada no interior do comparti-
mento do motor.
Falta de combustível 1 Emissão de gases de escape Diesel.
Após um reabastecimento do depósito
depois de um esgotamento completo
de combustível, é necessário ferrar Não estacione, nem ligue o
novamente o circuito de combustível: motor em locais onde subs-
➥ 1.112 antes de ligar o motor. tâncias ou matérias com-
bustíveis, tais como ervas
ou folhas secas, possam entrar em
contacto com o sistema de escape
quente.

2.14
Particularidade das versões Diesel: filtro de partículas (2/2)
Filtro de partículas Nota: o testemunho poderá surgir no- Se o filtro ficar saturado, o testemunho
O filtro de partículas é utilizado no tra-
vamente se as condições de circulação © e, consoante o veículo, o teste-
tamento de gases de escape de moto-
res Diesel.
não estiverem reunidas na totalidade
no que diz respeito à limpeza do filtro.
Se o veículo parar ou se o regime do
munho  serão apresentados no
quadro de instrumentos, acompanha-
Consoante o veículo, o testemunho dos da mensagem «Mandar verificara
motor for inferior a 2000 rpm antes de o
 apresentado no quadro de ins-
trumentos indica que o filtro está a ficar
testemunho se apagar, poderá ser ne-
cessário repetir a operação.
injecção». Neste caso, consulte um
Representante da marca.
obstruído e necessita de uma limpeza. Se o testemunho ® e, consoante
Para tal, quando o testemunho 
for apresentado, continue a conduzir
o veículo, o testemunho  forem
apresentados, acompanhados da men-
de acordo com as condições de circu- sagem «Risco de falha do motor», pare
lação e respeite o limite de velocidade o veículo, desligue o motor e contacte
até o testemunho se apagar. Se possí- um Representante da marca.
vel, não deixe que o regime do motor
desça abaixo das 2000 rpm.
O testemunho deverá apagar-se ao fim
de 10 a 20 minutos. ➥ 1.70.
A apresentação de  no quadro de
instrumentos poderá ser acompanhada
de um aumento do regime do motor e
do funcionamento do sistema de refri-
geração para limpar o filtro de partícu-
las. Para sua segurança, se
o testemunho ® se
acender, pare de imediato.
Não se esqueça, contudo,
das condições de circulação. Pare
No sentido de facilitar a regene- o motor e não tente voltar a ac-
ração do filtro de partículas, rea- cioná-lo. Chame um representante
lize uma fase de condução longa da marca.
(20 minutos, pelo menos) em estra-
das principais a cada 200 km.

2.15
ALAVANCA DE VELOCIDADES, travão de mão
Travão-de-mão
Para destravar
Puxe ligeiramente a alavanca  3 para
cima, prima o botão  2 e desça a ala-
vanca até ao piso.
1
O testemunho }
quadro de instrumentos.
apaga-se no
Com o veículo imobilizado
e consoante o grau de incli-
nação do piso e/ou a carga
2 Se circular com a alavanca mal des- do veículo, poderá ser ne-
cida, o respectivo indicador luminoso cessário puxar a alavanca, pelo
3 vermelho permanecerá aceso no menos, mais dois dentes e engre-
quadro de instrumentos. nar uma velocidade (1.a ou marcha-
atrás) em veículos com caixa de ve-
Para travar
locidades de comando manual ou
Puxe a alavanca 3 para cima. Assegure- engrenar a posição P em veículos
Alavanca de velocidades -se de que o veículo está bem imobili- com transmissão automática.
Veículos com caixa de velocidades
de comando manual: respeite o dese-
zado. O indicador}
quadro de instrumentos.
acende-se no
nho gravado no punho 1.
Veículos com caixa de velocidades Durante uma manobra, a
automática: ➥ 2.120. eventual colisão de um ob-
jecto (por exemplo, con-
Engrenamento da marcha-atrás tacto com um pilarete, um
As luzes de marcha-atrás acendem- passeio mais elevado ou qualquer
-se logo que esta relação é engrenada outro objecto no solo) na parte infe-
(com a ignição ligada). rior do veículo, pode danificá-lo (por
Nota: consoante o veículo, se os Em andamento, o travão- exemplo, deformação de um eixo).
médios estiverem acesos, as luzes de-mão deverá estar com- Para evitar o risco de acidente,
de nevoeiro dianteiras acender-se-ão pletamente desactivado mande verificar o seu veículo num
simultaneamente quando a marcha- (indicador vermelho apa- representante da marca.
atrás for selecionada. gado); caso contrário, existe risco
de sobreaquecimento ou mesmo de
deterioração.

2.16
TRAVÃO DE MÃO AUTOMÁTICO (1/4)
Em qualquer outra situação, como, por
exemplo, se o motor tiver ido abaixo
ou estiver no modo de suspen-
1 são devido à função Stop and Start
➥ 2.8, o travão de estacionamento au-
tomático não é acionado automatica-
3 mente. Neste caso, deve ser utilizado
o modo manual.
Nalguns países, a função de ativação
assistida está desativada. Consulte as
informações sobre o “Funcionamento
manual”.
2 No sentido de confirmar a ativação do
travão de estacionamento automático,
4 é apresentada a mensagem “Travão
imobili- zação accionado” e o testemu-
Função assistida ou

Ativação do travão de mão


– para veículos equipados com caixa
de velocidades automática, quando
nho } no quadro de instrumentos
e o testemunho 3 no interruptor 4.
automático a posição P está engrenada.
Depois de parar o motor, o indicador 3
Com o veículo parado, o travão de es- apaga alguns minutos depois da ativa-
tacionamento automático pode ser utili- ção do travão de mão automático e o
zado para imobilizar o veículo:
– premindo o botão start/stop do
motor 1 ou rodando a chave da ig-
indicador
o veículo.
} apaga quando tranca

nição 2 (para a posição «ON» 2);


ou
– quando o cinto de segurança do Antes de abandonar o veículo, verifique se o travão de estacionamento
condutor não é utilizado; automático está efetivamente acionado. O testemunho 3 no interruptor 4
ou
– quando a porta do condutor é
aberta;
e o testemunho } no quadro de instrumentos acendem-se para in-
dicar que o travão de estacionamento foi acionado, mas apagam-se quando as
portas são trancadas.

2.17
TRAVÃO DE MÃO AUTOMÁTICO (2/4)
Funcionamento assistido
(continuação)
Nota: Em determinadas situações 1
(avaria do travão de estacionamento
automático, desativação manual do
travão de estacionamento, etc.), é emi-
tido um sinal sonoro e é apresentada
3
a mensagem “Accionar travão imobili-
zação” no quadro de instrumentos para
avisar o condutor de que o travão de
estacionamento automático foi desati-
vado.
– com o motor a trabalhar: ao abrir a
2
porta do condutor;
– com o motor desligado (por exemplo,
4
quando o motor vai abaixo): quando Funcionamento manual Desativar manualmente o travão de
uma porta dianteira é aberta. É possível acionar manualmente o estacionamento automático
Neste caso, puxe e largue o interrup- travão de mão automático. Prima o interruptor  1 sem carregar
tor 4 para acionar o travão de mão au- nos pedais nem rodar a chave 2 para
tomático. Acionar manualmente o travão de a posição «ON» 2 para ligar a ignição.
estacionamento automático Carregue no pedal do travão e, em se-
Desativação assistida do travão de Puxe o contactor 4. Os indicadores 3 e guida, prima o interruptor 4: o testemu-
mão
O travão desativar-se-á quando acele- } acendem-se no quadro de ins-
trumentos.
nho  3 no interruptor e o testemunho
} apresentado no quadro de ins-
rar, para pôr o veículo em andamento.
trumentos apagam-se.

Antes de abandonar o veículo, verifique se o travão de estacionamento automático está efetivamente acionado. O
testemunho 3 no interruptor 4 e o testemunho } no quadro de instrumentos acendem-se para indicar que o
travão de estacionamento foi acionado, mas apagam-se quando as portas são trancadas.

2.18
TRAVÃO DE MÃO AUTOMÁTICO (3/4)

2
4
Paragem pontual Para estacionar com o travão de mão
automático desativado (para evitar o
Para acionar manualmente o travão de risco de congelamento, por exemplo):
estacionamento mão automático (para-
gem num sinal vermelho ou paragem – desligue o motor premindo o botão
com o motor a trabalhar, etc.): puxe e start/stop do motor 1 ou rodando a
solte o interruptor  4. O travão desa- chave da ignição 2;
tivar-se-á automaticamente quando – engrene qualquer mudança ou a
acelerar, para pôr o veículo em anda- posição P: as rodas motrizes serão
mento. travadas mecanicamente pela trans-
missão;
Casos particulares – desative manualmente o travão de
Para estacionar em plano inclinado ou estacionamento assistido.
se estiver a rebocar uma caravana (por
exemplo), puxe o interruptor 4 durante
alguns segundos para obter a trava-
gem máxima.

2.19
TRAVÃO DE MÃO AUTOMÁTICO (4/4)
Versões com caixa de Anomalia de funcionamento
velocidades automática – Em caso de anomalia, o indicador
Por razões de segurança, se a porta do © acende no quadro de instru-
condutor estiver aberta ou mal fechada mentos acompanhado pela mensa-
e o motor a trabalhar, a desativação gem “Mandar verificar travão imo-
Se a mensagem “Avaria elé- automática é inibida (para evitar que biliz.” e, nalguns casos, o indicador
trica PERIGO” ou “Verificar
bateria” for apresentada,
o veículo se desloque sozinho, sem o
condutor). A mensagem “Destrave ma- } também acende.
Consulte rapidamente um represen-
ative manualmente o travão nualmente” aparece no quadro de ins-
trumentos quando o condutor prime o tante da marca.
de mão automático puxando o inter-
ruptor 4 (ou colocando a alavanca pedal de acelerador. – Em caso de falha do travão de esta-
de velocidades na posição P para cionamento automático, o indicador
as caixas de velocidades automáti- ® acende acompanhado pela
cas) antes de parar o motor. mensagem “Avaria sistema de tra-
Risco de perda de imobilização vagem”, por um sinal sonoro e, nal-
do veículo.
Chame um representante da marca.
guns casos, pelo indicador } .
Se isto acontecer, tal implica uma
paragem imediata, de forma com-
patível com as condições de circu-
lação.

A ausência de sinais visu- Nunca saia do veículo sem


ais ou sonoros indica uma colocar a alavanca seletora
Como tal, é essencial imo-
deficiência do quadro de na posição P e desligar o
bilizar o veículo engre-
instrumentos. o que obriga motor. De facto, se acelerar
nando a primeira relação
a uma paragem imediata (de forma com uma velocidade engrenada, o
(caixa de velocidades de
compatível com as condições de veículo começará a rolar.
comando manual) ou a posição P
circulação). Assegure-se de que o Risco de acidente. (caixa de velocidades automática).
veículo está corretamente imobili-
Se o grau de inclinação do piso o
zado e chame um representante da
justificar, é conveniente «calçar» o
marca.
veículo.

2.20
Função “AUTOHOLD"
Veículo parado (por exemplo, num Condições de interrupção da força
sinal vermelho, cruzamento, engarra- de travagem
famento, etc.), a função assegura uma As condições que se seguem devem
força de travagem mesmo quando o estar reunidas:
condutor solta o pedal do travão. – o condutor acelera o suficiente com
A força de travagem é libertada assim uma relação engrenada;
que o condutor acelera o suficiente ou
com uma relação engrenada. 1 – o condutor desativa a função.

Ativação
Prima o interruptor 3.
O testemunho 
quadro de instrumentos.
apaga-se no

O testemunho do interruptor 3 acende- 2


se para confirmar a ativação da função.

3
Desativação
Carregue no pedal do travão e no inter- Condições de manutenção da força
ruptor 3 em simultâneo. de travagem
O testemunho do interruptor 3 apaga- As condições que se seguem devem
se para confirmar a desativação da estar reunidas: Depois de cada arranque, a função
função. – o cinto de segurança do condutor retoma o modo em curso no mo-
Se a força de travagem se mantiver, o está encaixado; mento da última paragem do motor.
travão de estacionamento será acio- e
nado automaticamente quando: – o travão de estacionamento eletró- Antes de abandonar o veí-
– o condutor sair do veículo; nico está em repouso; culo, verifique se o travão
ou e de estacionamento auto-
– o veículo estiver imobilizado durante – o veículo não está imobilizado num mático está efetivamente
mais de aproximadamente três mi- declive muito acentuado. acionado. O testemunho 1 no inter-
nutos.
A força de travagem mantida é con-
firmada pelo testemunho  no
ruptor 2 e o testemunho }
quadro de instrumentos acendem-
no

quadro de instrumentos. se para indicar que o travão de es-


tacionamento foi acionado, mas
apagam-se quando as portas são
trancadas.

2.21
Conselhos de condução, condução eco (1/8)
O consumo de combustível está ho- Consoante o veículo, dispõe de várias
mologado em conformidade com funções que o podem ajudar a reduzir
um método padrão e regulamentar. o consumo de combustível:
Comum a todos os fabricantes, permite – o conta-rotações;
a comparação de veículos entre si. O
consumo em utilização real depende – indicador de mudança de veloci-
das condições de utilização do veículo, dade;
dos equipamentos e estilo de condu- – o indicador do estilo de condução;
ção. Para optimizar o consumo, con-
sulte os conselhos seguintes. – o balanço do trajeto e os conselhos
eco através do ecrã multifunções;
– Testemunho de aceleração Eco;
– modo ECO;
– a função Stop and Start ➥ 2.8.
Quando o veículo estiver equipado, o
sistema de navegação completa estas
informações.

2.22
Conselhos de condução, condução eco (2/8)

A B C

1 1
1
No quadro de O indicador de mudança de
instrumentos A, B ou C velocidade 1
Consoante o veículo, a apresentação Consoante o veículo, para otimizar o
das informações pode ser organizada consumo, um testemunho no quadro
e personalizada em função do estilo de instrumentos informa sobre o melhor
de personalização do quadro de instru- momento para engrenar a relação su-
mentos, selecionado através do ecrã perior ou a relação inferior:
multifunções.  engrene a relação superior;
 engrene a relação inferior.
Se seguir regularmente este indicador,
poderá baixar o consumo de combustí-
vel do veículo.

2.23
Conselhos de condução, condução eco (3/8)

A 2 B 2 C 2

Indicador do estilo de condução 2


Indica em tempo real o estilo de con-
dução adotado. O condutor é avisado
pelo indicador 2.
Quanto maior for o número de folhas
em 2, mais flexível e económica será a
sua condução.
Se seguir regularmente este indicador,
poderá baixar o consumo de combustí-
vel do veículo.
Para mais informações, consulte o
manual do sistema multimédia.

2.24
Conselhos de condução, condução eco (4/8)

3 3 3

Testemunho de aceleração Eco 3


Este testemunho informa-o em tempo
real se está a acelerar de forma mode-
rada ou rápida.
Esta situação é indicada pelo testemu-
nho 3:
– verde: a aceleração é moderada e
correta;
– branco: a aceleração é demasiado
elevada;
– cinzento: a aceleração é elevada.
Nota: Não é possível visualizar simul-
taneamente o testemunho do estilo de
condução 2 e o testemunho de acele-
ração Eco 3.

2.25
Conselhos de condução, condução eco (5/8)
4 É exibida uma nota global de 0 a 100
que lhe permite avaliar o seu desempe-
nho de eco-condutor. Quanto maior a
nota, mais baixo é o consumo de com-
bustível.
Os eco-conselhos são-lhe disponibili-
zados a fim de otimizar o seu desem-
penho.
A memorização dos seus percursos
preferidos permitir-lhe-á comparar os
seus desempenhos, entre eles, e com
os dos outros utilizadores do veículo.
Para mais informações, consulte o
manual do sistema multimédia.

No ecrã multimédia
Balanço do trajecto
Quando o motor é desligado, é apre-
sentado um «Balanço do trajeto» no
ecrã multimédia 4 que permite consul-
tar informações relacionadas com o
último trajeto.
Indica:
– a pontuação geral;
– evolução da pontuação;
– distância sem consumo de combus-
tível.

2.26
Conselhos de condução, condução eco (6/8)
Modo ECO
O modo ECO é uma função que opti-
miza o consumo de combustível. Este
O indicador  é afixado no quadro
de instrumentos para confirmar a ativa-
modo atua sobre determinadas ações ção.
de condução (aceleração, mudança de Em condução, é possível abandonar
relação, regulador de velocidade, de- temporariamente o modo ECO para re-
saceleração, etc.). cuperar o desempenho do motor.
O limite de aceleração permite uma 6 Para isso, prima com força e a fundo o
condução urbana e periurbana de 5 pedal do acelerador.
baixo consumo.
O modo ECO é reativado quando alivia
a pressão no pedal do acelerador.
Desactivação da função
Consoante o veículo, a função pode
Activação da função ser desativada através de uma das se-
guintes opções:
Consoante o veículo, a função pode
ser ativada através de uma das seguin- – premindo o interruptor 5. ➥ 3.2 ;
tes opções: – premindo o interruptor 6.
– premindo o interruptor 5. ➥ 3.2 ;
– premindo o interruptor 6;
O indicador  apaga no quadro de
instrumentos para confirmar a desati-
– a partir do ecrã multimédia (consulte vação.
as instruções do sistema multimé-
dia).

2.27
Conselhos de condução, condução eco (7/8)
– Não aumente excessivamente o
regime do motor nas relações in-
termédias. Utilize sempre a relação
mais elevada possível.
– Evite acelerações brutais.
– Trave o menos possível. Avaliando
correctamente a distância que o
separa de um obstáculo ou curva,
muitas vezes bastará aliviar atempa-
damente o acelerador.
– Numa subida, em vez de tentar
manter a velocidade, não acelere
mais que em terreno plano; de prefe-
rência, mantenha a mesma posição
do pé no acelerador.
Conselhos de condução e – Dupla desembraiagem e aceleração
condução ECO antes de parar o motor são inúteis
nos automóveis modernos.
Comportamento
– Intempéries, estradas inundadas:
– Em lugar de aquecer o motor com o
veículo parado, conduza sem pres- Não circule em estra-
sas até que atinja a temperatura das inundadas, se a
normal de funcionamento. altura da água ultrapas- Perturbações da condu-
– A velocidade custa caro. sar o bordo inferior das ção
jantes. Do lado do condutor, utilize
– A condução dinâmica com acelera- imperativamente apenas
ções e desacelerações considerá- tapetes adaptados ao veículo fixa-
veis e frequentes são mais dispen- dos aos elementos pré-instalados
diosas em combustível relativamente e verifique regularmente a sua fixa-
ao ganho de tempo. ção. Não sobrepor vários tapetes.
Risco de bloqueio dos pedais.

2.28
Conselhos de condução, condução eco (8/8)
– Nos veículos com ar condicio-
nado, é normal que, com o sistema
em funcionamento, constate um au-
mento no consumo de combustível
(sobretudo em circuito urbano). Nos
veículos equipados com ar condicio-
nado sem modo automático, pare o
sistema logo que não necessite dele.
Conselhos para reduzir o con-
sumo e, consequentemente, pre-
servar o ambiente:
Se o veículo tiver estado estacio-
nado ao sol, mantenha os vidros
abertos durante alguns minutos para
deixar sair o ar quente, antes de ar-
Pneus Conselhos de utilização rancar.
– Não use um porta-bagagens de teja-
– Uma pressão insuficiente aumenta o – Privilegie o modo ECO. dilho vazio.
consumo de combustível. – A electricidade é «petróleo». – Para transportar objectos volumo-
– No sentido de otimizar o consumo de Portanto, desligue qualquer apa- sos, utilize de preferência um rebo-
combustível, estabeleça a pressão relho eléctrico que não seja verda- que.
dos pneus para a velocidade mais deiramente necessário. Mas (segu- – Quando rebocar uma caravana, use
elevada ou a pressão preconizada rança acima de tudo) conserve as um deflector homologado e não se
indicada no rebordo da porta do con- luzes acesas sempre que a visibili- esqueça de o regular.
dutor. ➥ 4.10. dade o exija (ver e ser visto). – Evite a utilização «porta-a-porta»
– A utilização de pneus não-preconiza- – De preferência, utilize os arejadores. (trajectos curtos com paragens pro-
dos pode aumentar o consumo. Circular com os vidros abertos, im- longadas), porque o motor nunca
plica, a 100 km/h, mais 4% de con- chega a atingir uma boa temperatura
sumo de combustível. de funcionamento.
– Evite atestar totalmente o depósito
de combustível, para evitar o trans-
bordo.

2.29
Conselhos de manutenção e antipoluição
O seu veículo cumpre os critérios de Além disso, a substituição de peças do – Filtro de ar, filtro de combustível:
reciclagem e recuperação de veículos motor ou do sistema de alimentação e um filtro sujo diminui o rendimento. É
em fim de vida que entraram em vigor de escape, por outras não preconiza- necessário substituí-lo.
em 2015. das pelo construtor, pode pôr em causa
a conformidade do seu automóvel face
Algumas peças do seu veículo foram,
às normas antipoluição. Controlo dos gases de
por isso, concebidas tendo em vista a escape
sua posterior reciclagem. Mande efectuar, num representante da
marca, as afinações e os controlos do O sistema de controlo dos gases de
Estas peças são facilmente desmontá- escape permite detectar anomalias de
veis, para serem recuperadas e trata- seu veículo, de acordo com as instru-
ções do programa de manutenção: ali funcionamento no dispositivo de des-
das nos organismos de reciclagem. poluição do veículo.
disporá de todos os meios materiais
Além disso, pela sua concepção, pelas que permitem garantir as afinações de Estas anomalias podem provocar a li-
afinações de origem e pelo consumo origem do seu veículo. bertação de substâncias nocivas ou
moderado, o seu veículo está con- avarias mecânicas.
forme às normas antipoluição vigen-
tes. Participa activamente na redução
de emissão de gases poluentes e na
Afinações do motor
– Velas: As condições ótimas de con-
Ä Este testemunho no quadro de
instrumentos indica eventuais
falhas do sistema:
economia de energia. No entanto, os sumo, de rendimento e de desem- Acende-se ao ligar a ignição e apaga-
níveis de emissão de gases poluentes penho obrigam ao respeito rigoroso se quando o motor começa a trabalhar.
e de consumo do veículo dependem pelas especificações estabelecidas – Se se acender fixamente, consulte
também de si. Assegure a correcta ma- pelos nossos Gabinetes de Estudos. um representante da marca logo que
nutenção e utilização do seu veículo. Em caso de substituição de velas, possível;
utilize as marcas, tipos e afas- – se piscar, desacelere até que o in-
Manutenção tamento dos elétrodos específi- dicador se apague. Consulte, logo
cos para o motor do veículo. Para que possível, um representante da
É importante notar que o não respeito isso, consulte um representante da marca.
das normas antipoluição poder expô-lo marca.
à atuação punitiva das autoridades.
– Arranque e ralenti: não necessitam
nenhuma regulação.
 ➥ 1.115

2.30
Meio ambiente
O seu veículo foi concebido para res- Emissões – Em fim de vida, o veículo deve ser
peitar o meio ambiente durante toda entregue em centros homologados,
a sua vida: aquando da fabricação, Na fase de utilização, o seu veículo de forma a assegurar a sua recicla-
durante a utilização e até mesmo foi concebido de modo a emitir menos gem.
quando termina a sua vida útil. gases com efeito de estufa (CO2) e,
consequentemente, também a consu- – Em qualquer caso, respeite a legis-
mir menos (ex.: 140 g/km equivale a lação local.
Fabricação 5,3 l/100 km, no caso de um veículo
Diesel).
O seu veículo é produzido em instala- Reciclagem
ções industriais que aplicam avançadas Além disso, os veículos estão equipa-
O seu veículo é reciclável em 85% e
tecnologias para redução dos impactos dos com um sistema antipoluição que
valorizável em 95%.
ambientais relativamente à população inclui o catalisador, a sonda lambda
residente e à natureza (redução dos e o filtro de carvão activo (este último Para alcançar estes objectivos, nume-
consumos de água e de energia, polui- impede a saída para a atmosfera dos rosas peças do veículo foram conce-
ção sonora e visual, emissões atmos- vapores de gasolina provenientes do bidas de forma a permitir a respectiva
féricas e aquosas, separação seletiva depósito)… reciclagem. As arquitecturas e os ma-
e valorização de resíduos) teriais foram especialmente estudados
Nalgumas versões diesel, este sistema
para facilitar a desmontagem destes
é completado com um filtro de partícu-
componentes e o respectivo tratamento
las, que reduz a emissão de partículas
por empresas especializadas.
poluentes.
Com o objectivo de preservar os recur-
sos naturais em termos de matérias-
Contribua também para um primas, este veículo integra particular-
melhor ambiente mente numerosas peças em matérias
– As peças gastas e substituídas no plásticas recicladas ou matérias re-
veículo, aquando das operações de nováveis (vegetais ou animais, como
manutenção corrente (bateria, filtro sejam o algodão ou a lã, respectiva-
de óleo, filtro de ar, pilhas...), e as mente).
embalagens de óleo (vazias ou com
óleo queimado...) devem ser entre-
gues a organismos especializados
no tratamento destes materiais.

2.31
Avisador de perda da pressão dos pneus (1/6)

Quando o veículo está equipado com Princípio de funcionamento


este sistema, o mesmo avisa sobre a
perda de pressão de um ou de vários Este sistema deteta uma perda de
pneus. pressão num dos pneus medindo a ve-
locidade das rodas durante a condu-
O sistema pode ser identificado através ção.
da etiqueta 1 no veículo.
O testemunho    2 acende-se no
painel de bordo para alertar o condutor
em caso de pressão insuficiente (pneu
vazio, furado, etc.).

2.32
Avisador de perda da pressão dos pneus (2/6)
Condições de funcionamento – alteração significativa da carga ou Reinicialização do valor de
distribuição da carga de um dos referência da pressão dos
O sistema deve ser reinicializado com lados do veículo;
uma pressão de enchimento dos pneus – condução desportiva com forte ace-
pneus
igual à apresentada na etiqueta de leração; Deve ser efectuada:
pressões de enchimento dos pneus. – circulação em estrada coberta de
➥  4.10. Caso contrário, o sistema – após cada reenchimento ou reinicia-
neve ou escorregadia; lização da pressão dos pneus;
poderá não apresentar um aviso cor- – circulação com correntes de neve;
reto em caso de perda significativa de – montagem de um pneu novo apenas; – depois da mudança de uma roda;
pressão de enchimento dos pneus. – utilização de pneus não homologa- – depois de uma troca de rodas.
A reinicialização deve ser sempre re- dos pela rede da marca.
alizada depois da verificação a frio As pressões de enchimento devem
das pressões de enchimento dos corresponder à utilização atual do ve-
quatro pneus. ículo (vazio, carregado, condução em
autoestrada...).
Nas situações seguintes, o sistema
corre o risco de intervir tardiamente ou
de não funcionar de forma correta:
– sistema não reinicializado após um
reenchimento ou qualquer operação
nas rodas;
– sistema incorretamente reiniciali-
zado: pressões de enchimento dos Esta função constitui uma
pneus diferentes das pressões reco- ajuda suplementar à con-
mendadas; dução.
A função não intervém em
lugar do condutor. Por isso, em
caso algum o sistema poderá subs-
tituir a vigilância e a responsabili-
dade do condutor. Verifique a pres-
A perda súbita de pressão de um são dos pneus (incluindo a da roda
pneu (rebentamento de um pneu...) sobressalente) uma vez por mês.
pode não ser detetada pelo sis-
tema.

2.33
Avisador de perda da pressão dos pneus (3/6)
Efetue uma pressão longa no interrup-
tor 5 até a mensagem «Operação ter-
minada» ser apresentada. Em seguida,
será possível conduzir.

6 3

5 4
Procedimento de
reinicialização
Ignição ligada, veículo parado:
– toque repetidamente no interruptor 6
as vezes necessárias para aceder
ao separador «veículo»  ;
– efetue uma pressão breve no inter-
ruptor 3 ou 4 para aceder à página
«Pressão pneus inic. pres.longa»;
– efetue uma pressão longa no inter-
ruptor 5 OK para efetuar a reiniciali-
zação. Se o veículo estiver equipado com
um sistema de navegação, o proce-
dimento de reinicialização poderá
ser igualmente realizado através do
ecrã multimédia: consulte as instru-
ções do equipamento.

2.34
Avisador de perda da pressão dos pneus (4/6)
O quadro mais abaixo apresenta as possíveis mensagens relacionadas com o procedimento de reinicialização das pres-
sões dos pneus.

Etapa Mensagem Interpretação

– Pressão pneus inic. parado A mensagem é apresentada em andamento. Se pretender reinicializar a pres-
são dos quatro pneus, pare o veículo.

1 Pressão pneus inic. pres.longa Para reinicializar a pressão dos quatro pneus, com o veículo parado, efetue
uma pressão longa no interruptor 5 OK para iniciar a reinicialização até a men-
sagem «Se pressões OK [manter premido]» ser apresentada.

2 Se pressões OK A mensagem pisca de modo a indicar que o sistema registou o procedimento de


[manter premido] reinicialização. Se a pressão dos quatro pneus tiver sido corretamente definida
de modo a corresponder aos valores recomendados na etiqueta de pressões
dos pneus ➥ 4.10, efetue uma pressão longa no interruptor 5 OK até a mensa-
gem «Operação terminada» ser apresentada.

3 Operação terminada O procedimento de reinicialização terá sido concluído com êxito. Em seguida,
será possível conduzir.

2.35
Avisador de perda da pressão dos pneus (5/6)
Reajustamento da pressão Após cada mudança de roda/pneu, re-
dos pneus ajuste a pressão dos pneus e inicie a 7
reinicialização do valor de referência
A pressão dos quatro pneus deve da pressão dos pneus.
ser ajustada a frio (consulte a etiqueta
situada no enquadramento da porta do
condutor). Roda sobressalente
Caso a verificação da pressão não Quando o veículo estiver equipado
puder ser efetuada com os pneus frios, com a roda e esta estiver montada, re-
é necessário acrescentar às pressões ajuste a pressão dos pneus e inicie a
indicadas entre 0,2 e 0,3 bar (3 PSI). reinicialização do valor de referência
Nunca tire pressão a um pneu da pressão dos pneus.
quente.
Após cada reenchimento ou reajusta-
mento da pressão dos pneus, inicie a
Aerossóis tapa-furos e kit de
reinicialização do valor de referência enchimento de pneus
da pressão dos pneus. Utilize apenas equipamentos aprova- Anomalias relacionadas com
dos pela rede da marca. Caso contrá- a pressão dos pneus
rio, o sistema poderá entrar em ação
Substituição de rodas/pneus tardiamente ou não funcionar correta-
O quadro presente na página que se
segue enumera as mensagens de
Utilize apenas equipamentos aprova- mente. ➥ 5.4. Após a utilização do kit
aviso apresentadas no quadro de ins-
dos pela rede da marca. Caso contrá- de enchimento dos pneus, reajuste a
trumentos  7 quando o sistema deteta
rio, o sistema poderá entrar em ação pressão dos pneus e inicie a reinicia-
uma anomalia relacionada com a pres-
tardiamente ou não funcionar correta- lização do valor de referência da pres-
são dos pneus.
mente. ➥ 5.11. são dos pneus.

2.36
Avisador de perda da pressão dos pneus (6/6)
As informações no quadro de instrumentos assinalam potenciais anomalias relacionadas com a pressão dos pneus (por
exemplo, pneu vazio ou furado).

Testemunhos Mensagem Interpretação

Indica que foi detetado um pneu furado ou com pressão insuficiente.


 Encher pneus e inicializar Verifique e ajuste a pressão dos quatro pneus a frio e reinicialize o sis-
tema.

Indica que a reinicialização não foi concluída com êxito. Verifique e re-
 Ajustar pressão pneus e inic. ajuste a pressão dos pneus antes de voltar a iniciar o procedimento de
reinicialização.

Indica que a última reinicialização do sistema foi realizada há mais de 6


Ajustar pressão pneus e inic. meses ou aproximadamente 10 000 km. Verifique e reajuste a pressão
dos pneus antes de voltar a iniciar outro procedimento de reinicialização.

 +©
Verificar TPW Indica uma avaria no sistema. Dirija-se a um representante da marca.

Indica que foi montada no veículo uma roda sobressalente de tamanho


diferente das restantes quatro rodas. O sistema permanecerá indispo-
 TPW indisponível
nível até ser montada uma roda de tamanho idêntico às restantes e ser
realizado o procedimento de reinicialização.

2.37
DISPOSITIVOS DE CORREÇÃO E AJUDA À CONDUÇÃO (1/5)
Nalgumas versões, são constituídos Anti-bloqueio de rodas (ABS)
por:
Aquando de uma travagem intensiva,
– de anti-bloqueio de rodas (ABS); o ABS permite evitar a blocagem das
– controlo eletrónico de estabili- rodas e assim controlar a distância de
dade (ESC) com controlo de sub- paragem e manter o controlo do veí-
viragem e sistema antipatinagem; culo.
– ajuda à travagem de emergência; Nestas condições, manobras um
– do auxílio ao arranque em subida. pouco bruscas para evitar um obstá-
Outros sistemas de ajuda à condução culo, com ação no travão, são agora
são descritos nas páginas seguintes. admissíveis. Além disso, este sistema
permite otimizar as distâncias de para-
gem, ainda que a aderência de uma ou
de várias rodas seja precária (piso mo-
Estas funções constituem lhado, etc.).
um auxílio perante situ- A entrada em ação do dispositivo mani-
ações criticas. Permitem festa-se por uma vibração do pedal de
adaptar o comportamento travão. O ABS não permite, em caso
do veículo às condições de condu- algum, aumentar os desempenhos fisi-
ção. camente ligados às condições de ade-
rência dos pneus ao solo. As regras
Estas funções não intervêm em de prudência devem ser imperativa-
lugar do condutor. Estas não au- mente respeitadas (distância entre veí-
mentam as potencialidades do culos, etc.).
veículo e não devem ser tomadas
como um convite à condução a
uma velocidade mais elevada.
Como tal, em caso algum poderão
substituir a vigilância e a respon-
sabilidade do condutor (este deve Em caso de emergência, o pedal de
manter-se atento a situações im- travão deve ser acionado a fundo,
previstas e delicadas que possam forte e continuamente. Não é ne-
surgir durante a condução). cessário fazê-lo por pressões su-
cessivas. O ABS modulará a força
aplicada no sistema de travagem.

2.38
DISPOSITIVOS DE CORREÇÃO E AJUDA À CONDUÇÃO (2/5)
Anomalias de funcionamento:

– ©e x acesos no quadro
de instrumentos e acompanhados
das mensagens «Mandar verificar
o ABS», «Mandar verificar os tra-
vões» e «Mandar verificar ESC»:
isto indica que o ABS, o ESC e o sis-
tema de assistência à travagem de
urgência estão desativados. A tra-
vagem continua assegurada;

– xD , , © e ®
acesos no quadro de instrumen-
tos, acompanhados da mensagem
«Avaria sistema de travagem»: tal
indica uma avaria no sistema de
travagem.
Nos dois casos, consulte um represen-
tante da marca.

A travagem é parcialmente
assegurada. No entanto, é
perigoso travar brusca-
mente e é imperativo parar
imediatamente assim que as con-
dições de circulação o permitirem.
Chame um representante da marca.

2.39
DISPOSITIVOS DE CORREÇÃO E AJUDA À CONDUÇÃO (3/5)
Controlo de estabilidade Controlo de subviragem Nalgumas situações (condução em
dinâmica (ESC) com controlo Este sistema otimiza a ação do ESC piso pouco aderente: neve, lama... ou
condução com pneus com correntes),
de subviragem e sistema em caso de subviragem acentuada
o sistema pode reduzir a potência do
antipatinagem (perda de aderência do trem dianteiro).
motor para limitar a patinagem.
Controlo de estabilidade dinâmica Sistema antipatinagem
Anomalia de funcionamento
ESC Este sistema destina-se a limitar a pati-
nagem das rodas motrizes e a conser- Quando o sistema deteta uma ano-
Este sistema ajuda a manter a esta- malia de funcionamento, a mensagem
bilidade do veículo em situações «crí- var a trajetória do veículo em situações
de arranque, de aceleração ou de de- «Mandar verificar ESC» e os testemu-
ticas» de condução (contorno de um
obstáculo, perda de aderência em
curva, etc.).
saceleração.
Princípio de funcionamento
nhos © e  são apresenta-
dos no quadro de instrumentos. Neste
caso, o ESC e o sistema antipatinagem
Princípio de funcionamento Através dos sensores de rodas, o sis- são desativados.
tema mede e compara, constante-
O volante possui um sensor que per- mente, a velocidade das rodas motrizes Dirija-se a um representante da marca.
mite ao sistema reconhecer o tipo de e deteta uma eventual falta de aderên-
condução escolhido pelo condutor. cia. Quando uma roda tem tendência
Há outros sensores, distribuídos pelo para patinar, o sistema trava-a até que
veículo, que permitem avaliar a sua tra- a sua motricidade se torne compatível
jetória real. com o nível de aderência ao piso.
O sistema compara as manobras do O sistema também atua no regime do
condutor com a trajetória real do veí- motor, em função da aderência pos-
culo e corrige esta última, se necessá- sível ao piso, independentemente da
rio, provocando a travagem de algu- pressão exercida no pedal do acelera-
mas rodas e/ou recorrendo à potência dor.
do motor. Caso o sistema seja ativado,
o testemunho 
de instrumentos.
piscará no quadro

2.40
DISPOSITIVOS DE CORREÇÃO E AJUDA À CONDUÇÃO (4/5)
Ajuda à travagem de Antecipação da travagem
emergência Consoante a versão do veículo, quando
Trata-se de um sistema complementar o condutor retira rapidamente o pé do
ao ABS que ajuda a reduzir as distân- pedal de acelerador, o sistema ante-
cias de paragem do veículo. cipa a travagem para reduzir as distân-
cias de paragem.
Princípio de funcionamento
Casos particulares
O sistema identifica uma situação de
travagem de emergência. Neste caso, Durante a utilização do regulador de
o sistema de travagem desenvolve velocidade:
imediatamente a sua máxima potência – se utilizar o pedal de acelerador, ao
e poderá ativar a regulação do ABS. aliviar a pressão no pedal o sistema
pode ativar-se;
A travagem ABS mantém-se enquanto – se não utilizar o acelerador, o sis- Estas funções constituem
o pedal de travão estiver acionado. tema não será ativado. um auxílio perante situ-
ações criticas. Permitem
Acendimento das luzes de travagem Anomalia de funcionamento adaptar o comportamento
Consoante a versão do veículo, estas do veículo às condições de condu-
luzes poderão acender-se em caso de Quando o sistema deteta uma ano-
malia de funcionamento, a mensagem ção.
forte desaceleração.
«Mandar verificar os travões» é apre- Estas funções não intervêm em
sentada no quadro de instrumentos lugar do condutor. Estas não au-
juntamente com o testemunho ©. mentam as potencialidades do
Dirija-se a um representante da marca. veículo e não devem ser tomadas
como um convite à condução a
uma velocidade mais elevada.
Como tal, em caso algum poderão
substituir a vigilância e a respon-
sabilidade do condutor (este deve
manter-se atento a situações im-
previstas e delicadas que possam
surgir durante a condução).

2.41
DISPOSITIVOS DE CORREÇÃO E AJUDA À CONDUÇÃO (5/5)
Auxílio ao arranque em O sistema de auxílio ao ar-
subida ranque em inclinações não
Consoante o grau de inclinação, este pode impedir totalmente o
sistema ajuda o condutor a arrancar veículo de recuar ou avan-
em piso inclinado. Impede que o veí- çar em todas as situações (inclina-
culo recue ou avance, intervindo na tra- ções extremamente elevadas, etc.).
vagem automática dos travões, quando O condutor pode, em qualquer
o condutor levanta o pé do pedal de caso, acionar o pedal de travão e,
travão para acionar o acelerador. desta forma, impedir que o veículo
recue.
Funcionamento do sistema
O sistema de auxílio ao arranque
O sistema apenas funcionará se a ala-
em subida não deverá ser utilizado
vanca de velocidades não estiver em
para paragens prolongadas: utilize
ponto-morto (posição diferente de N
o pedal de travão.
ou P nas transmissões automáticas)
e se o veículo estiver completamente Esta função não foi concebida para
parado (pedal de travão premido). imobilizar o veículo de forma per-
manente.
O sistema retém o veículo durante
aproximadamente 2 segundos. Em Se necessário, utilize o pedal de
seguida, a força de travagem é aliviada travão para parar o veículo.
progressivamente (o veículo desliza O condutor deve manter-se parti-
em função da inclinação do piso). cularmente vigilante ao circular em
pisos escorregadios ou pouco ade-
rentes.
Perigo de ferimentos graves.

2.42
ALERTA DE SAÍDA INVOLUNTÁRIA DE VIA (1/5)
Localização da câmara 1
1 Certifique-se de que o para-brisas não
está tapado (sujidade, lama, neve, con-
densação, etc.).

Utilizando informações da câmara  1,


a função avisa o condutor quando um
traço contínuo ou tracejado é cruzado
ou ao aproximar-se da berma da es-
trada (divisória, barreira, passeio, es-
carpa, etc.) sem ativação dos pisca-
piscas. Esta função constitui uma
ajuda suplementar à con-
dução. Esta função não
substitui, de forma alguma,
a vigilância e a responsabilidade
do condutor, o qual deve assegurar
sempre o controlo do veículo.
A função de alerta de saída de
via não corrige a trajetória do veí-
culo.

2.43
ALERTA DE SAÍDA INVOLUNTÁRIA DE VIA (2/5)
Para desativar a função, prima o in-
terruptor 2 as vezes necessárias para
selecionar “Alerta saída de via desacti-
vada” (ou, consoante o veículo, “Alerta
saída via desactivado”) no quadro de
instrumentos. O testemunho 
apaga-se no quadro de instrumentos.
2 3
Funcionamento
Quando a função é ativada, o testemu-
nho  e os traços esquerdo e di-
reito 3 são apresentados a cinzento no
quadro de instrumentos.
A função está pronta para avisar se:
Activação/desactivação – a velocidade está compreendida A função alerta o condutor:
entre aproximadamente 70 km/h e – através de uma vibração no volante;
Para ativar a função, prima o interrup- e
tor 2 as vezes necessárias para sele- 180 km/h;
cionar “Alerta de saída involuntária de e – o testemunho  e 3 o indicador
via” no quadro de instrumentos. A men-
sagem “Alerta saída de via activada” e – o testemunho  e os indicado-
res de traço esquerdo/direito 3 são
de traço cruzado ficam vermelhos.

o testemunho “  ” são apresenta-


dos no quadro de instrumentos.
de cor branca.
A função de aviso será ativada se
o veículo cruzar um traço ou se apro-
ximar da berma da estrada (divisória,
barreira, passeio, escarpa, etc.) sem
ativação dos pisca-piscas.

Sempre que o veículo é ligado, a


função continua no modo guar-
dado aquando da última paragem
do motor.

2.44
ALERTA DE SAÍDA INVOLUNTÁRIA DE VIA (3/5)
Temporariamente Condições de não ativação 4
indisponível do sistema
– Ultrapassagem muito rápida do O sistema não pode ser ativado
traço; quando:
– circulação contínua sobre um traço; – a marcha-atrás está engrenada;
– quatro segundos, aproximada- – o campo de visão da câmara está
mente, após mudar de via; obstruído;
– curvas apertadas;
– visibilidade reduzida;
– o testemunho û é apresentado.

– ativação de um dos pisca-piscas; O testemunho  e os indicadores


de traço esquerdo/direito são apre-
– forte aceleração;
sentados a cinzento no quadro de
– ... instrumentos.
Quando a função não está disponível, – “Alerta”: regule o nível de sensibili-
o testemunho  e os indicadores
de traço esquerdo/direito são apresen-
regulações dade da deteção dos traços. Para
tal, selecione:
tados a cinzento no quadro de instru- Veículos equipados com ecrã – “Late”: traço detetado ao cruzar;
mentos. multimédia.
– “Standard”: traço detetado na
Para aceder às regulações da função a aproximação;
partir do menu multimédia 4, consulte
– “Early”: deteção de traço nas ime-
as instruções do sistema multimédia:
diações.
– “Intensi. vibração”: regular o nível da
vibração do volante;

2.45
ALERTA DE SAÍDA INVOLUNTÁRIA DE VIA (4/5)
– prima repetidamente o comando  6 Anomalia de funcionamento
ou 7 para aceder ao menu «AJUDA
À CONDUÇÃO». Prima o interrup- Em caso de anomalia, os indicadores
tor 8 OK; de traço esquerdo e direito (e, conso-
ante o estilo de visualização, o teste-
– prima repetidamente o comando  6
ou  7 para aceder ao menu «Saída
de via volume« ou «Saída de via
munho  ) desaparecem ou per-
manecem a cinzento no quadro de
sensibilidade». Prima o interruptor 8 instrumentos.
OK; Em alguns casos, são acompanha-
5 6
– percorra repetidamente premindo o dos da mensagem “Verificar câmara
comando 6 ou 7 para configurar a re- dianteira” ou do testemunho de alerta
gulação. Prima o botão 8 OK. © no quadro de instrumentos.
Dirija-se a um representante da marca.
8 7
Regulações (cont.)
Veículos não equipados com ecrã
multimédia
– Com o veículo parado, prima o inter-
ruptor 5 as vezes necessárias para
aceder ao separador “Veículo”;
– prima repetidamente o comando  6
ou 7 para aceder ao menu «Ajustes».
Prima o interruptor 8 OK;

2.46
ALERTA DE SAÍDA INVOLUNTÁRIA DE VIA (5/5)

Esta função constitui uma ajuda suplementar à condução. Esta função não substitui, de forma alguma, a vigilância e
a responsabilidade do condutor, o qual deve assegurar sempre o controlo do veículo.

Intervenções/reparações do sistema
– Em caso de embate, o alinhamento da câmara poderá ser modificado e o respetivo funcionamento poderá ser afetado.
Consulte um representante da marca para desativar a função.
– Qualquer intervenção na zona da câmara (reparações, substituições, modificações no para-brisas, etc.) deve ser realizada
por um profissional qualificado.
Apenas um representante da marca está habilitado a intervir no sistema.

Casos de perturbação do sistema


Determinadas condições podem perturbar ou degradar o funcionamento do sistema, tais como:
– para-brisas tapado (por sujidade, gelo, neve, condensação, etc.);
– um meio ambiente complexo (túnel, etc.);
– más condições atmosféricas (neve, chuva, granizo, fina camada de gelo, etc.);
– má visibilidade (noite, nevoeiro, etc.);
– as marcações da estrada são irregulares ou difíceis de distinguir (por exemplo, parcialmente apagadas, espaçamento ex-
cessivo, piso deformado);
– encandeamento (sol intenso, luzes de veículos em sentido contrário, etc.);
– a estrada é estreita, sinuosa ou ondulante (curvas apertadas, etc.);
– atrás de um veículo próximo na mesma via.
Risco de falsos alarmes ou ausência de avisos

2.47
Assistente de manutenção de via (1/6)
Localização da câmara 1
1 Certifique-se de que o para-brisas não
está tapado (sujidade, lama, neve, con-
densação, etc.).

Utilizando informações da câmara  1,


a função ativa uma ação corretiva ao
nível do sistema da direção do veículo
quando um traço contínuo ou trace-
jado é cruzado ou ao aproximar-se da
berma da estrada (divisória, barreira,
passeio, escarpa, etc.) sem ativação
dos pisca-piscas.

Esta função constitui uma


ajuda suplementar à condu-
ção. Esta função não subs-
titui, de forma alguma, a vi-
gilância e a responsabilidade do
condutor, o qual deve assegurar
sempre o controlo do veículo.
É possível retomar o controlo
do veículo em qualquer momento
acionando o volante.

2.48
Assistente de manutenção de via (2/6)
Para desativar a função, prima o inter-
ruptor 2 as vezes necessárias para se-
lecionar “Alerta saída via desactivado”
no quadro de instrumentos.

O testemunho 
quadro de instrumentos.
apaga-se no

2 Nota: A desativação da função


“Assistente de manutenção de via” pro-
voca a desativação da função “Alerta
de saída involuntária de via”.

Activação/desactivação
Para ativar a função, prima o interrup-
tor 2 as vezes necessárias para sele-
cionar “Assistente de manutenção de
via” no quadro de instrumentos.
A mensagem “Alerta saída via activado”
e o testemunho “  ” são apresen-
tados no quadro de instrumentos.
Quando o assistente de manutenção
de via é ativado, a função “Alerta de
saída involuntária de via” é automatica-
mente ativada. ➥ 2.43.

Sempre que o veículo é ligado, a


função continua no modo guar-
dado aquando da última paragem
do motor.

2.49
Assistente de manutenção de via (3/6)
Nestes casos: Casos particulares
– a função inicia uma ação no sistema Ao utilizar a função:
de direção do veículo de modo a cor- – Se o sistema deixar de poder dete-
rigir a trajetória do veículo; tar qualquer ação do condutor no
– o indicador  3 no lado do traço cru-
zado fica amarelo no quadro de ins- volante, o testemunho 
apresentado a laranja no quadro
será
trumentos.
3 de instrumentos, acompanhado da
Nota: nas curvas, a função permite mensagem “Mantenha as mãos no
cortar ligeiramente a trajetória. volante” e de um aviso sonoro.
Se a ação corretiva no sistema da di- O aviso sonoro é emitido juntamente
reção não for suficiente, o testemunho com o testemunho e a mensagem
 e o indicador 3 no lado do traço
cruzado ficarão vermelhos no quadro
até o condutor assumir o controlo;
– se o sistema estiver ativo durante
de instrumentos, acompanhados de demasiado tempo, será emitido um
Funcionamento uma vibração no volante. aviso sonoro e o pisca-pisca  3 no
Quando a função é ativada, o testemu- lado do traço em questão piscará até
nho  e os traços esquerdo e di-
reito 3 são apresentados a cinzento no
o condutor assumir o controlo.

quadro de instrumentos.
A função destina-se a funcionar
quando a velocidade do veículo está
compreendida entre aproximadamente
70 km/h e 180 km/h e se o testemunho
 e os indicadores de traço dos
lados esquerdo e direito 3 forem apre-
sentados a branco.
A função será ativada se o veículo
cruzar um traço ou se aproximar da
berma da estrada (divisória, barreira, Pode interromper a correção da tra-
passeio, escarpa, etc.) sem ativação jetória em qualquer momento mo-
dos pisca-piscas. vendo o volante.

2.50
Assistente de manutenção de via (4/6)
Temporariamente Condições de não ativação 4
indisponível do sistema
– Ultrapassagem muito rápida do O sistema não pode ser ativado
traço; quando:
– circulação contínua sobre um traço; – a marcha-atrás está engrenada;
– quatro segundos, aproximada- – o campo de visão da câmara está
mente, após mudar de via; obstruído;
– curvas apertadas;
– visibilidade reduzida; – o testemunhoû é apresentado.
– ativação de um dos pisca-piscas;
– forte aceleração;
O testemunho  e os testemunhos
de traço esquerdo/direito são apresen-
– travagem de emergência; tados a cinzento no quadro de instru-
– ... mentos.
Se a função estiver indisponível, o tes-
temunho  e os testemunhos de
correção dos lados esquerdo/direito 3
regulações – “Alerta”: regule o nível de sensibili-
dade da deteção dos traços. Para
serão apresentados no quadro de ins- Veículos equipados com ecrã tal, selecione:
trumentos. multimédia.
– “Late”: traço detetado ao cruzar;
Para aceder às regulações da função a
partir do menu multimédia 4, consulte – “Standard”: traço detetado na
as instruções do sistema multimédia: aproximação;
– “Intensi. vibração”: regular o nível da – “Early”: deteção de traço nas ime-
vibração do volante; diações.

2.51
Assistente de manutenção de via (5/6)
– prima repetidamente o comando  6 Anomalia de funcionamento
ou 7 para aceder ao menu «AJUDA
À CONDUÇÃO». Prima o interrup- Quando o sistema deteta uma anoma-
tor 8 OK; lia de funcionamento, o testemunho
© é apresentado no quadro de
– prima repetidamente o comando  6 instrumentos juntamente com a men-
ou  7 para aceder ao menu «Alerta sagem “Verificar câmara dianteira”.
saída via sensibilidade». Prima o
interruptor 8 OK; Dirija-se a um representante da marca.

6 – percorra repetidamente premindo o


5 comando 6 ou 7 para configurar a re-
gulação. Prima o botão 8 OK.

8 7
Regulações (cont.)
Veículos não equipados com ecrã
multimédia
– Com o veículo parado, prima o inter-
ruptor 5 as vezes necessárias para
aceder ao separador “Veículo”;
– prima repetidamente o comando  6
ou 7 para aceder ao menu «Ajustes».
Prima o interruptor 8 OK;

2.52
Assistente de manutenção de via (6/6)

Esta função constitui uma ajuda suplementar à condução. Esta função não substitui, de forma alguma, a vigilância e
a responsabilidade do condutor, o qual deve assegurar sempre o controlo do veículo.

Intervenções/reparações do sistema
– Em caso de embate, o alinhamento da câmara poderá ser modificado e o respetivo funcionamento poderá ser afetado.
Desative a função e consulte um representante da marca.
– Qualquer intervenção na zona da câmara (reparações, substituições, modificações no para-brisas, etc.) deve ser realizada
por um profissional qualificado.
Apenas um representante da marca está habilitado a intervir no sistema.

Casos de perturbação do sistema


Determinadas condições podem perturbar ou degradar o funcionamento do sistema, tais como:
– para-brisas tapado (por sujidade, gelo, neve, condensação, etc.);
– um meio ambiente complexo (túnel, etc.);
– más condições atmosféricas (neve, chuva, granizo, fina camada de gelo, etc.);
– má visibilidade (noite, nevoeiro, etc.);
– as marcações da estrada são irregulares ou difíceis de distinguir (por exemplo, parcialmente apagadas, espaçamento ex-
cessivo, piso deformado);
– encandeamento (sol intenso, luzes de veículos em sentido contrário, etc.);
– a estrada é estreita, sinuosa ou ondulante (curvas apertadas, etc.);
– atrás de um veículo próximo na mesma via.
Neste caso, o sistema «Alerta de saída involuntária de via» poderá reagir incorretamente ou não reagir de todo.
Risco de correção involuntária ou incorreta ou ausência de correção da trajetória.
Desativação da função
Será necessário desativar a função se:
– a zona da câmara tiver sido danificada (no lado do para-brisas ou no lado do retrovisor interior);
– a estrada estiver escorregadia (neve, fina camada de gelo, aquaplanagem, gravilha, etc.);
– má visibilidade (noite, nevoeiro, etc.);
– o para-brisas estiver fissurado ou distorcido (não realize reparações do para-brisas nesta zona; solicite a respetiva substi-
tuição junto de um representante da marca);
– o veículo rebocar um atrelado ou uma caravana;
– o veículo estiver a entrar numa zona com diversas marcações na superfície (uma zona com trabalhos na via, etc.).

2.53
AVISADOR DE ÂNGULO MORTO (1/7)

C
A B

A B

Utilizando informações provenientes Particularidade


dos sensores montados em cada um
Certifique-se de que a área do radar C
dos lados do para-choques traseiro
não está tapada (por autocolantes,
(zona C), a função avisa o condutor:
lama, neve, etc.).
– quando outro veículo surge na zona
Se algum dos radares estiver obs-
de deteção A;
truído, a mensagem “Sensores later.
e/ou sem visibilidade” será apresentada no
– quando existe um risco de colisão quadro de instrumentos. Limpe a zona
com um veículo presente na zona B Esta função constitui uma em que os sensores se encontram.
a circular mais depressa do que o ajuda suplementar à con-
seu veículo. dução. Esta função não
substitui, de forma alguma,
A função avisa quando o veículo circula a vigilância e a responsabilidade
a uma velocidade superior a aproxima- do condutor, o qual deve assegurar
damente 15 km/h. sempre o controlo do veículo.

2.54
AVISADOR DE ÂNGULO MORTO (2/7)
– prima novamente o interruptor 5 OK
1 para ativar ou desativar a função:

= função activada

< função desactivada

2 3

5 4
Activação/desactivação – prima repetidamente o comando  3
ou 4 para aceder ao menu «Ajustes».
Veículos equipados com ecrã Prima o interruptor 5 OK;
multimédia 1
– prima repetidamente o comando  3
Para ativar ou desativar a função, con- ou 4 para aceder ao menu «AJUDA À
sulte as instruções do sistema multimé- CONDUÇÃO». Prima o interruptor 5
dia. Selecione «ON» ou «OFF». OK;
Veículos não equipados com ecrã – prima repetidamente o comando  3
multimédia ou 4 para aceder ao menu «Avisador
de ângulo morto» e prima o interrup-
– Com o veículo parado, prima o inter- tor 5 OK;
ruptor 2 as vezes necessárias para A capacidade de deteção do sis-
aceder ao separador “Veículo”; tema segue uma largura de via stan-
dard. Ao conduzir numa via estreita,
a função poderá avisar quando é
detetado um veículo mais afastado
do que a via mais próxima da sua.

2.55
AVISADOR DE ÂNGULO MORTO (3/7)

A B
7

A B

Indicador 6 Funcionamento
Existe um testemunho  6 situado em A função avisa o condutor quando a ve-
cada um dos retrovisores 7. locidade do veículo é superior a aproxi-
Nota: Limpe regularmente os retroviso- madamente 15 km/h e:
res 7 de modo a permitir a visualização – quando um veículo se encontra na
dos testemunhos 6. zona do ângulo morto A e circula no
mesmo sentido que o seu veículo;
– quando um veículo se aproxima ra-
pidamente por trás, numa via adja-
cente, dentro do raio da zona de de-
teção B.
Se ultrapassar outro veículo, o teste-
munho 6 apenas se acenderá se esse
veículo permanecer no ângulo morto
do veículo A durante um período sufi-
cientemente longo. A função não notifica o condutor
caso os restantes veículos não es-
tejam em movimento.

2.56
AVISADOR DE ÂNGULO MORTO (4/7)
Visor E Condições de não
6 funcionamento
Pisca-pisca acionado, o testemu-
nho  6 pisca quando a função deteta – Ao circular numa estrada com curvas
um veículo na zona de aviso de ângulo apertadas;
D morto e/ou quando um veículo se apro-
xima rapidamente por trás ou pelo lado – em marcha-atrás.
para o qual pretende rodar o volante. Se o veículo estiver equipado com um
Se desativar o pisca-pisca, passa para reboque reconhecido pelo sistema, a
o primeiro aviso (apresentação D). mensagem «Reboque: alerta ângulo
morto off» apresentada no quadro de
E instrumentos informa-o que a função
não está operacional. Para escolher o
equipamento adaptado ao seu veículo,
aconselhamo--lo a consultar o seu re-
presentante da marca.
Visor D
Primeiro aviso: pisca-pisca não acio-
nado, o testemunho 6 indica que é de-
tetado um veículo na zona de ângulo
morto e/ou que um veículo se aproxima
rapidamente por trás, numa via adja-
cente.

Ao ligar o motor, o sistema adota o


último estado guardado antes de a
ignição ter sido desligada (consulte
as páginas anteriores).

2.57
AVISADOR DE ÂNGULO MORTO (5/7)
Anomalia de funcionamento
Se o sistema detetar uma anomalia,
a mensagem “Verificar sensores lat.”
será apresentada no quadro de instru-
mentos. Dirija-se a um representante
da marca.

– A capacidade de deteção
do sistema segue uma lar-
gura de via standard. Se
conduzir numa via larga, o
sistema pode não detetar um veí-
culo no ângulo morto.
– Em caso de exposição a fortes
níveis de ondas eletromagné-
ticas (como, por exemplo, sob
cabos de alta tensão) ou condi-
ções meteorológicas muito ad-
versas (chuva forte, neve, etc.),
o sistema pode ser afetado mo-
Devido à presença de sensores por mentaneamente. Mantenha-se
trás do para-choques, é aconselhá- atento às condições de circula-
vel solicitar a realização de qual- ção.
quer intervenção no para-choques Risco de acidente.
(reparação, substituição, pintura,
etc.) a um profissional qualificado.

2.58
AVISADOR DE ÂNGULO MORTO (6/7)

Esta função constitui uma ajuda suplementar à condução. Esta função não substitui, de forma alguma, a vigilância e
a responsabilidade do condutor, o qual deve assegurar sempre o controlo do veículo.
O condutor deve adaptar sempre a sua velocidade às condições de circulação independentemente das indicações
do sistema.
O sistema não deve, em caso algum, ser considerado um detector de obstáculos ou um sistema anti-colisão.

Intervenções/reparações do sistema
– Em caso de impacto, o alinhamento do radar poderá ser modificado e o respetivo funcionamento será afetado. Desative a
função e consulte um representante da marca.
– Qualquer intervenção na zona dos radares (reparações, substituições, etc.) deve ser realizada por um profissional qualifi-
cado.
Apenas um representante da marca está habilitado a intervir no sistema.

Em caso de perturbação do sistema


Determinadas condições podem perturbar ou degradar o funcionamento do sistema, tais como:
– meio envolvente complexo (pontes metálicas, túneis, estradas com barreiras na berma, etc.);
– más condições climatéricas (neve, granizo, gelo..).
Risco de falsos alarmes ou ausência de avisos
Em caso de comportamento anormal do sistema, desative-o e consulte um representante da marca.

2.59
AVISADOR DE ÂNGULO MORTO (7/7)

Limitação do funcionamento do sistema


– A zona do radar deve permanecer limpa e isenta de modificações de modo a garantir o correto funcionamento do
sistema.
– Os objetos de pequenas dimensões que se desloquem perto do veículo (motos, bicicletas, peões, etc.) poderão não ser
reconhecidos pelo sistema.
– Ao entrar numa curva, os radares poderão deixar temporariamente de detetar veículos em faixas adjacentes.
– A função poderá avisar de forma tardia se dois outros veículos se aproximarem por trás, circulando lado a lado nas faixas
adjacentes (ou seja, ao circular numa estrada com 3 faixas) e a uma velocidade muito superior à do seu veículo.
– O sistema poderá não emitir qualquer aviso quando os outros veículos circulam a uma velocidade significativamente dife-
rente.
– Se o veículo for ultrapassado por um veículo longo (por exemplo, ultrapassagem de um veículo pesado de mercadorias a
uma velocidade semelhante à do veículo), o sistema poderá interromper o aviso antes do final da manobra.
– O veículo circula numa estrada sinuosa.

Desactivação da função
Será necessário desativar a função se:
– a zona do radar foi danificada (para-choques traseiro);
– o veículo está equipado com um reboque não reconhecido pelo sistema.

2.60
Alerta de distâncias de segurança (1/4)
A função é ativada quando o veículo
circula a uma velocidade compreen-
1 dida entre aproximadamente 30 km/h
e 200 km/h.

Localização da câmara 1
Certifique-se de que o para-brisas não
está obstruído (por sujidade, lama,
neve, condensação, etc.).

2
Localização do radar 2
Certifique-se que a zona do radar não
está obstruída (por sujidade, lama,
neve, uma placa de matrícula dianteira
Utilizando as informações do radar  2 incorretamente colocada), sujeita a im-
e da câmara 1, esta função informa o pactos, modificada (incluindo através
condutor sobre o intervalo de tempo de uma pintura) ou ocultada por qual-
que o separa do veículo que segue à quer acessório colocado ao nível da
sua frente, de modo a que seja possí- parte dianteira do veículo (na grelha ou
vel manter uma distância de travagem logótipo, etc.).
segura entre os dois veículos.

Esta função constitui uma


ajuda suplementar à con-
dução. Esta função não
substitui, de forma alguma,
a vigilância e a responsabilidade
do condutor, o qual deve assegurar
sempre o controlo do veículo.

2.61
Alerta de distâncias de segurança (2/4)
3 – prima repetidamente o comando  5
ou 6 para aceder ao menu “distância
veíc.”. Prima o interruptor 7 OK;
– Prima novamente o interruptor 7 OK
para ativar ou desativar a função:

= função ativada

4
< função desativada
5

7 6

Ativação/Desativação da Veículos não equipados com ecrã


função multimédia
– Com o veículo parado, prima o inter-
Veículos equipados com ecrã ruptor 4 as vezes necessárias para
multimédia 3 aceder ao separador “Veículo”;
Para ativar ou desativar a função, con- – prima repetidamente o comando  5
sulte as instruções do sistema multimé- ou 6 para aceder ao menu “Ajustes”.
dia. Prima o interruptor 7 OK;
Selecione «ON» ou «OFF». – prima repetidamente o comando  5
ou 6 para aceder ao menu “AJUDA À
CONDUÇÃO”. Prima o interruptor 7
OK;

Sempre que o veículo é ligado, a


função continua no modo guar-
dado aquando da última paragem
do motor.

2.62
Alerta de distâncias de segurança (3/4)
– C (laranja): o intervalo de tempo si-
8 tua-se entre 1 e 2 segundos (distân-
A cia insuficiente entre os dois veícu-
los);
– D (vermelho): o intervalo de tempo
B é inferior ou igual a cerca de 1 se-
gundo (distância muito insuficiente A medição é apresentada
entre os dois veículos). para fins informativos: o sis-
Se o intervalo entre os dois veículos for tema não realiza qualquer
C inferior a aproximadamente 0,5 segun- ação sobre o veículo.
dos, o testemunho 8 e a visualização D A função não foi concebida para
piscarão a vermelho no quadro de ins- ser utilizada em condições urbanas
D trumentos juntamente com “-.- s”. nem no âmbito de uma condução
Em determinadas condições, o inter- dinâmica (curvas, acelerações, tra-
valo de tempo pode não ser afixado: vagens bruscas…), mas quando as
Funcionamento – numa curva;
condições de circulação estão está-
veis.
Com a função ativa, o testemunho 8 é – ao mudar de via;
apresentado no quadro de instrumen- A função de limitador de velocidade
tos e informa o condutor sobre a distân- – quando o veículo da frente está su- não atua no sistema de travagem.
cia entre o seu veículo e o veículo que ficientemente longe ou fora do al- As zonas do radar e da câmara
segue à frente. cance do radar ou da câmara. devem permanecer limpas e isen-
– A (cinzento): função inoperacional; tas de alterações para assegurar o
devido funcionamento do sistema.
– A (verde): nenhum veículo detec-
tado; Qualquer intervenção realizada na
zona do radar ou da câmara (repa-
– B (verde): o intervalo de tempo é su-
rações, substituições, modificações
perior ou igual a cerca de 2 segun-
no para-brisas e/ou no para-cho-
dos (distância entre os dois veículos
ques, etc.) deve ser realizada por
adaptada à sua velocidade);
um profissional qualificado.

2.63
Alerta de distâncias de segurança (4/4)

Esta função constitui uma ajuda suplementar à condução. Esta função não substitui, de forma alguma, a vigilância e
a responsabilidade do condutor, o qual deve assegurar sempre o controlo do veículo.

Intervenções/reparações do sistema
– Em caso de impacto, o alinhamento do radar e/ou da câmara poderá ser modificado e o respetivo funcionamento poderá
ser afetado. Desative a função e consulte um representante da marca.
– Qualquer intervenção realizada na zona do radar e/ou da câmara (substituições, reparações, modificações no para-brisas
e/ou nos para-choques, etc.) deve ser realizada por um profissional qualificado.
Apenas um representante da marca está habilitado a intervir no sistema.

Em caso de perturbação do sistema da zona do radar


– obstrução do para-brisas ou da zona do radar (por sujidade, gelo, neve, condensação, etc.);
– um meio ambiente complexo (ponte metálica, túnel, etc.);
– más condições atmosféricas (neve, granizo, gelo, etc.);
– má visibilidade (noite, nevoeiro, etc.);
– mau contraste entre o veículo que o precede e a zona envolvente (por exemplo, veículo branco numa zona com neve, etc.);
– encandeamento (sol intenso, luzes de veículos em sentido contrário, etc.);
– a estrada é estreita, sinuosa ou ondulante (curvas apertadas, etc.).
Risco de falsos alarmes.

2.64
Câmara de 360° (1/9)
1
5
4
2 2

3
Utilizando as informações das câma- Funcionamento – vista frontal lateral (consoante o veí-
ras 1, 2 e 3 situadas no para-choques culo): através da câmara 2 (lado do
As câmaras transmitem quatro vistas
dianteiro, nos retrovisores exteriores passageiro).
separadas no ecrã multimédia 5.
e no porta-bagagens, assim como de- Os sensores ultrassónicos detetam
Estas câmaras permitem visualizar a
tetores ultrassónicos  4 situados nos obstáculos à frente, atrás e (consoante
zona envolvente do veículo:
para-choques do veículo, a funciona- o veículo) ao lado do veículo.
– vista frontal: através da câmara 1;
lidade facilita manobras difíceis (por
– vista traseira: através da câmara 3; Nota: Certifique-se de que as câma-
exemplo, estacionamento) apresen-
– vista de pássaro: através das câma- ras não estão obstruídas (por sujidade,
tando a zona envolvente do veículo.
ras 1, 2 e 3; lama, neve, etc.).

Esta função constitui uma ajuda suplementar. Por isso, em caso algum o sistema poderá substituir a vigilância e a
responsabilidade do condutor.
O condutor deve estar sempre preparado para imprevistos que possam surgir durante a condução: certifique-se
sempre de que não existem obstáculos móveis de dimensões pequenas e estreitas (como, por exemplo, uma criança,
um animal, um carrinho de criança, uma bicicleta, uma pedra, um poste, etc.) no ângulo morto durante a manobra.

2.65
Câmara de 360° (2/9)

Vista frontal 1 Vista traseira 3


A vista da câmara dianteira é apresen- A vista da câmara traseira é apresen-
tada no ecrã multifunções 5. tada no ecrã multifunções 5.

Na vista frontal ou traseira:


ao realizar manobras num
declive, os objetos apre-
sentados no ecrã multimé-
dia poderão estar mais próximos ou
distantes do que aparentam.
O 5 ecrã multimédia apresenta uma Tenha esta situação em conside-
imagem invertida da vista traseira 3, ração no sentido de avaliar cor-
à semelhança do que acontece num retamente a distância antes de
retrovisor. qualquer manobra.

2.66
Câmara de 360° (3/9)

5
As guias frontais, traseiras e late-
6 rais são uma representação proje-
7 tada em solo plano; esta informa-
C ção deve ser ignorada quando se
sobrepõe a um objeto vertical ou
B assente no solo.
Os objetos apresentados no bordo
A do ecrã multimédia poderão surgir
deformados.
Em caso de excessiva luminosi-
dade (neve, veículo ao sol…), a
imagem captada pela câmara pode
ser perturbada.
Zona fixa 6 A zona fixa é constituída por marcas de
A vista “frontal” ou “traseira” transmitida cores A, B e C que indicam a distância
ao ecrã multimédia  5 é apresentada atrás do veículo:
com uma ou duas guias 6 e 7. – A (vermelha) a cerca de 30 centíme-
tros do veículo;
Este sistema é utilizado com a ajuda de – B (amarela) a cerca de 70 centíme-
uma ou de várias guias (móvel para a tros do veículo; Na representação combi-
trajetória, fixa para a distância). – C (verde) a cerca de 150 centíme- nada das câmaras:
tros do veículo.
– os objetos elevados (pas-
Guia móvel 7 (consoante o veículo) seio, veículo, etc.) poderão
É apresentada a azul no ecrã multi- surgir deformados na vista de
média 5. Indica a trajetória do veículo pássaro;
em função da posição do volante nas – os objetos por cima do veículo
vistas frontal e traseira. não são apresentados.

2.67
Câmara de 360° (4/9)

9 8 9
2

Vista de pássaro Vista frontal lateral no lado


A vista de pássaro é uma representa- do passageiro 2
ção combinada das câmaras 1, 2 e 3. (consoante o veículo)
Apresenta uma vista da parte superior A câmara, montada no retrovisor exte-
do veículo e da respetiva zona envol- rior, transmite uma vista lateral ao ecrã
vente. multimédia 5.
Esta vista pode ser utilizada para con- Consoante o veículo, é possível utili-
firmar uma vista da posição do veículo zar o ecrã multimédia para passar da
relativamente à sua zona envolvente vista de pássaro para a vista frontal la-
imediata (à frente, atrás e de lado). teral. Para mais informações, consulte
No modo de «vista de pássaro», os o manual do sistema multimédia.
A vista 8 indica a posição do veículo. As objetos apresentados no ecrã mul-
zonas 9 não abrangidas pelas câmaras timédia estão na verdade mais dis-
são indicadas a preto. tantes do que aparentam.
Tenha esta situação em conside-
ração no sentido de avaliar cor-
retamente a distância antes de
qualquer manobra.

2.68
Câmara de 360° (5/9)
Além do alerta sonoro, estas linhas in-
10 dicadoras apresentam a proximidade
11 de obstáculos através de diferentes
cores:
13 – Verde: obstáculo a uma distância
compreendida entre aproximada-
mente 50 e 70 cm;
– Amarelo: obstáculo a uma distância
compreendida entre aproximada-
mente 30 e 50 cm;
12 – Vermelho: obstáculo a uma distância
inferior a aproximadamente 30 cm.
Estas linhas indicadoras apresentam
igualmente a localização da deteção
A “Vista frontal lateral no lado do pas- Consoante o veículo, é possível utili- dos obstáculos, conforme indicado
sageiro” é transmitida ao ecrã multimé- zar o ecrã multimédia para passar da pelas respetivas posições relativa-
dia com guias fixas de modo a medir as vista de pássaro para a vista frontal la- mente ao símbolo do «veículo».
distâncias. teral. Para mais informações, consulte Para mais informações ➥ 2.108.
o manual do sistema multimédia.
Guias fixas 10, 11 e 12
A guia fixa 10 apresenta a parte dian- Deteção de obstáculos
teira do veículo.
A guia fixa  12 apresenta a largura do Com o sistema ativado, se a função
veículo, incluindo os retrovisores exte- «Sistema de ajuda ao estaciona-
riores. mento» detetar um ou vários obstácu-
As guias fixas 11 são apresentadas a los em torno do veículo, as linhas indi-
vermelho e tracejadas. Existem exten- cadoras 13 serão apresentadas:
sões das guias fixas 10 e 12. – na vista de pássaro;
– na vista frontal lateral no lado do
passageiro (consoante o veículo).

2.69
Câmara de 360° (6/9)
O modo automático é desativado:
5 – quando a alavanca de velocidades
se encontra em ponto-morto (caixa
de velocidades manual) ou nas po-
sições N ou P (caixa de velocidades
automática) durante aproximada-
mente três segundos;
– quando a velocidade do veículo em
marcha para a frente excede
10 km/h.

14 Modo Manual
Para ativar o modo manual, com o
veículo parado e o motor a trabalhar,
prima o interruptor 14 para que a vista
frontal e a vista de pássaro sejam apre-
Ativação/desativação sentadas no ecrã multimédia.
Modo automático O modo manual é desativado:
Com a ignição ligada, o modo automá- – quando a velocidade do veículo em
tico é ativado quando a marcha-atrás marcha para a frente atinge 10 km/h;
é engrenada. A vista traseira e a vista – se a alavanca de velocidades não for
de pássaro são apresentadas no ecrã utilizada durante aproximadamente
multimédia 5. três minutos;
Ao passar rapidamente de marcha- – ao premir o botão 14.
– Não utilize esta função
atrás para uma relação de marcha com os retrovisores exterio-
para a frente, a vista traseira e a vista res na posição recolhida.
de pássaro são substituídas pela vista – Certifique-se de que a
frontal e pela vista de pássaro no ecrã tampa do porta-bagagens está
multimédia 5. devidamente fechada antes de
utilizar a função.
– Não coloque objetos sobre as câ-
maras ou à frente das mesmas.

2.70
Câmara de 360° (7/9)
H
F
G
K J
D E H J K
15 D E 15 F G

Diferença entre a distância Conduzir para a frente ou para Conduzir para a frente ou para trás
estimada e a distância real trás em direção a uma descida em direção a um objeto saliente
acentuada A posição  H parece mais distante do
Conduzir para a frente ou para trás As distâncias apresentadas nas guias que a posição  J no ecrã. Contudo, a
em direção a uma subida acentuada fixas 15 são maiores do que as distân- posição H encontra-se a uma distância
As distâncias apresentadas nas guias cias reais. idêntica à da posição K.
fixas 15 são menores do que as distân- Como tal, os objetos apresentados no A trajetória indicada pelas guias fixas
cias reais. ecrã estão na verdade mais próximos e móveis não toma em consideração
Os objetos apresentados no ecrã estão no declive. a altura do objeto. Como tal, existe o
na verdade mais distantes no declive. Por exemplo, se o ecrã apresentar um risco de o veículo colidir com o objeto
objeto a  G, a distância real do objeto ao recuar em direção à posição K.
Por exemplo, se o ecrã apresentar um
objeto a  D, a distância real do objeto será de F.
será de E.

2.71
Câmara de 360° (8/9)

L L

14

M
Limitações de funcionamento do Regulação da afixação
sistema
Com a ignição ligada, prima o interrup-
O sistema não é capaz de apresen- tor 14 ou desloque a alavanca de sele-
tar objetos situados em determinadas ção para a posição R (numa caixa de
zonas. velocidades automática) ou engrene a
No modo de vista frontal ou traseira, o marcha-atrás (numa caixa de velocida-
sistema não pode ser utilizado para vi- des manual) para utilizar a funcionali-
sualizar um objeto na zona L. dade.
No modo de vista de pássaro, o sis- A função apresenta diferentes vistas no
tema não pode ser utilizado para vi- ecrã consoante a posição da alavanca
sualizar um objeto de grandes dimen- de velocidades.
sões na zona  M (junto à extremidade Consoante o veículo, é possível sele-
da zona apresentada). cionar a «vista de pássaro» ou a «vista
frontal lateral no lado do passageiro». Por razões de segurança,
efetue estas regulações
com o veículo parado.

2.72
Câmara de 360° (9/9)
Se a alavanca de velocidades se en- Ao passar de marcha-atrás para a posi- Configurar as regulações das
contrar na posição R (numa caixa de ção D (numa caixa de velocidades au- câmaras
velocidades automática) ou em mar- tomática) ou para uma relação (numa
cha-atrás (numa caixa de velocidades caixa de velocidades manual), estarão Pode modificar os seguintes parâme-
manual), estarão disponíveis as se- disponíveis as seguintes vistas: tros:
guintes vistas: – ecrã partilhado entre a vista frontal e – a luminosidade;
– ecrã partilhado entre a vista traseira a vista de pássaro; – cores;
e a vista de pássaro; ou – o contraste.
ou – ecrã partilhado entre a vista frontal Para mais informações, consulte o
– ecrã partilhado entre a vista traseira e a vista frontal lateral (consoante o manual do sistema multimédia.
e a vista frontal lateral (consoante o veículo).
Nota: por motivos de segurança, as
veículo).
vistas não são apresentadas no menu
Ao passar de marcha-atrás para a posi- “Ajustes” com o veículo em movimento.
ção P (numa caixa de velocidades au-
tomática) ou para ponto-morto (numa
caixa de velocidades manual), estarão
disponíveis as seguintes vistas:
– ecrã partilhado entre a vista traseira
e a vista de pássaro;
ou
– ecrã partilhado entre a vista traseira
e a vista frontal lateral (consoante o
veículo).

2.73
Travagem de emergência ativa (1/8)
Consoante a capacidade de resposta
do condutor, o sistema pode facilitar a
1 travagem de modo a limitar os danos
ou evitar uma colisão.
Nota: Certifique-se de que o para-bri-
sas e o para-choques dianteiro não
estão obstruídos (por sujidade, lama,
neve, condensação, placa de matrí-
cula, etc.).

Localização da câmara 1
Certifique-se de que o para-brisas não Este sistema pode aplicar a trava-
está obstruído (por sujidade, lama, gem máxima ao veículo até uma
2 paragem completa, se necessário.
neve, condensação, etc.).
Com base em informações provenien- Por motivos de segurança, utilize
tes do radar 2 e da câmara 1, o sistema Localização do radar 2 sempre o cinto de segurança nas
calcula a distância que o separa do suas viagens e certifique-se de que
Certifique-se que a zona do radar não o veículo está carregado de modo a
veículo que segue mais à frente e de está obstruída (por sujidade, lama,
peões e ciclistas eventualmente exis- que nenhum objeto possa ser proje-
neve, uma placa de matrícula dianteira tado e atingir os ocupantes.
tentes nas imediações. incorretamente colocada), sujeita a im-
O sistema informará o condutor caso pactos, modificada (incluindo através
exista um risco de colisão frontal, de de uma pintura) ou ocultada por qual-
modo a permitir as devidas manobras quer acessório colocado ao nível da
de emergência (carregando no pedal parte dianteira do veículo (na grelha ou Esta função constitui uma
do travão e/ou rodando o volante). logótipo, etc.). ajuda suplementar à condu-
ção. Esta função não subs-
titui, de forma alguma, a vi-
gilância e a responsabilidade do
condutor, o qual deve assegurar
sempre o controlo do veículo.

2.74
Travagem de emergência ativa (2/8)
Funcionamento Particularidades dos avisos
Consoante a velocidade, o aviso e a
Deteção de veículos
travagem poderão ser ativados simul-
Em andamento, em caso de risco de taneamente.
colisão com o veículo que circular mais
à frente, o sistema: 3 Particularidades dos veículos
imobilizados
– avisará o condutor sobre o risco
de colisão: quando a velocidade do Os veículos imobilizados são detetados
veículo estiver compreendida entre quando o veículo circula a uma veloci-
7 km/h e 170 km/h, a mensagem dade compreendida entre aproximada-
«Trave!» será apresentada a ver- mente 7 e 80 km/h. O sistema não é
melho no quadro de instrumentos 3 ativado e não emite qualquer aviso re-
acompanhada de um aviso sonoro. lativo a veículos imobilizados quando
a velocidade é superior a aproximada-
Se o condutor carregar no pedal de
mente 80 km/h.
travão e o sistema continuar a dete-
tar risco de colisão, a força de trava- Se o veículo tiver parado como resul-
gem é amplificada. tado da travagem de emergência ativa,
o condutor deverá manter o veículo
– a travagem poderá ser ativada:
imobilizado carregando no pedal do
com o veículo a circular a uma ve-
travão.
locidade inferior a aproximadamente
85 km/h, se o condutor não reagir Nota: Se o condutor utilizar os contro-
após um aviso e a colisão for imi- los do veículo (volante, pedais, etc.), o
nente. sistema poderá retardar ou não ativar
determinadas operações.

No caso de uma manobra de emer-


gência, pode interromper a trava-
gem em qualquer momento:
– carregando rapidamente no
pedal de acelerador;
ou
– rodando o volante como mano-
bra para evitar uma colisão.

2.75
Travagem de emergência ativa (3/8)
Deteção de peões e ciclistas Particularidades dos avisos
(consoante o veículo) Consoante a velocidade, o aviso e a
Se houver um risco de colisão com um travagem poderão ser ativados simul-
ciclista ou peão com o veículo em mo- taneamente.
vimento, o sistema:
– avisará o condutor sobre o risco
3
de colisão: quando a velocidade do
veículo estiver compreendida entre
7 km/h e 170 km/h, a mensagem
«Trave!» será apresentada a ver-
melho no quadro de instrumentos 3
acompanhada de um aviso sonoro.
Se o condutor carregar no pedal de
travão e o sistema continuar a dete-
tar risco de colisão, a força de trava-
gem é amplificada. Se o veículo tiver parado como resul-
tado da travagem de emergência ativa,
– a travagem poderá ser ativada: se o condutor deverá manter o veículo
o condutor não reagir após um aviso imobilizado carregando no pedal do
e a colisão for iminente. travão.
Nota: Se o condutor utilizar os contro-
los do veículo (volante, pedais, etc.), o
sistema poderá retardar ou não ativar
determinadas operações.

No caso de uma manobra de emer-


gência, pode interromper a trava-
gem em qualquer momento:
– carregando rapidamente no
pedal de acelerador;
ou
– rodando o volante como mano-
bra para evitar uma colisão.

2.76
Travagem de emergência ativa (4/8)
– prima repetidamente o comando  6
4 ou  7 para aceder ao menu
«Travagem activa» e prima o inter-
ruptor 8 OK.
Prima novamente o interruptor  8 OK
para ativar ou desativar a função:
= função activada

5 6
< função desactivada
Após a desativação do sistema, acen-
der-se-á o testemunho  ou, con-

8 7 soante o veículo, o testemunho


no quadro de instrumentos.

Ativação, desativação do Para veículos não equipados com
sistema ecrã multimédia
– Com o veículo parado, prima o inter-
Veículos equipados com ecrã ruptor 5 as vezes necessárias para
multimédia 4 aceder ao separador «Veículo»;
Para ativar ou desativar a função, con- – prima repetidamente o comando  6
sulte as instruções do sistema multimé- ou 7 para aceder ao menu «Ajustes».
dia. Prima o interruptor 8 OK;
– prima repetidamente o comando  6
Selecione «ON» ou «OFF».
ou 7 para aceder ao menu «AJUDA À
CONDUÇÃO». Prima o interruptor 8
OK;

O sistema reativa-se sempre que


ligar a ignição do veículo.

2.77
Travagem de emergência ativa (5/8)
Temporariamente Anomalia de funcionamento
indisponível
Se o sistema detetar uma avaria tem-
Os testemunhos ©e  ou,
porária, acender-se-á o testemu- 
consoante o veículo, acesos no
nho  ou, consoante o veículo,
quadro de instrumentos indicam que o
sistema detetou uma anomalia de fun-
acender-se-á o testemunho
quadro de instrumentos.
 no cionamento. Dirija-se a um represen-
tante da marca.
As causas possíveis são as seguintes:
– o sistema está temporariamente
obstruído (encandeado pelo sol,
médios, condições atmosféricas ad-
versas, etc.). O sistema ficará nova-
mente operacional quando as condi-
ções de visibilidade melhorarem;
– o sistema será temporariamente in-
terrompido (por exemplo, se o para-
brisas ou o para-choques dianteiro
ou traseiro estiverem obstruídos por
sujidade, lama, neve, condensação,
etc.). Neste caso, estacione o veí-
culo e desligue o motor. Limpe o
para-brisas e o para-choques dian-
teiro. Da próxima vez que o motor
for ligado, o testemunho de alerta e
a mensagem apagar-se-ão.
Se assim não for, esta situação poderá
dever-se a outra causa; contacte um
representante da marca.

2.78
Travagem de emergência ativa (6/8)

Travagem activa de urgência


Esta função constitui uma ajuda suplementar à condução. Esta função não substitui, de forma alguma, a vigilância e
a responsabilidade do condutor, o qual deve assegurar sempre o controlo do veículo. A ativação desta função poderá
ser retardada ou impedida quando o sistema deteta indícios claros de controlo do veículo por parte do condutor (ação
no volante, pedais, etc.).
O sistema não pode ser activado:
– quando a alavanca da caixa de velocidades estiver em ponto-morto ou se o pedal da embraiagem for premido durante apro-
ximadamente dez segundos;
– quando o travão-de-mão está activado;
– quando o controlo eletrónico de estabilidade (ESC) tiver sido iniciado.

Intervenções/reparações do sistema
– Em caso de impacto, o alinhamento do radar e/ou da câmara poderá ser modificado e o respetivo funcionamento poderá
ser afetado. Desative a função e consulte um representante da marca.
– Qualquer intervenção na zona do radar e/ou da câmara (reparações, substituições, modificações no para-brisas, etc.) deve
ser realizada por um profissional qualificado.
Apenas um representante da marca está habilitado a intervir no sistema.

2.79
Travagem de emergência ativa (7/8)

Em caso de perturbação do sistema


Determinadas condições podem perturbar ou degradar o funcionamento do sistema, tais como:
– um meio ambiente complexo (ponte metálica, túnel, etc.);
– más condições atmosféricas (neve, granizo, gelo, etc.);
– má visibilidade (noite, nevoeiro, etc.);
– mau contraste entre o objeto (veículo, peão, etc.) e a zona envolvente (por exemplo, peão vestido de branco numa zona
com neve, etc.);
– encandeamento (sol intenso, luzes de veículos em sentido contrário, etc.);
– obstrução do para-brisas ou da zona do radar (por sujidade, gelo, neve, condensação, etc.);
– ...
Nestas condições, o sistema poderá não reagir ou poderá travar inadvertidamente.

Limitação do funcionamento do sistema


– Sempre que o veículo é ligado, o sistema realiza uma calibração de acordo com o meio envolvente do veículo e poderá
permanecer inativo durante um período de tempo compreendido entre dois e cinco minutos, aproximadamente;
– Um veículo que circule em sentido inverso não aciona qualquer alerta nem afeta o funcionamento do sistema;
– As zonas do radar e da câmara devem permanecer limpas e isentas de alterações de modo a assegurar o devido funcio-
namento do sistema;
– o sistema poderá não reagir a veículos de pequenas dimensões (como, por exemplo, motos) de forma tão eficaz como re-
lativamente a outros veículos;
– o sistema poderá não funcionar corretamente quando o piso da estrada é escorregadio (chuva, neve, fina camada de gelo,
etc.);
– no sentido de garantir um correto funcionamento, o sistema necessita de distinguir o contorno completo do peão. Como tal,
o sistema não é capaz de detetar:
– peões na escuridão ou em más condições de iluminação;
– peões parcialmente visíveis:
– peões com menos de 80 cm de altura, aproximadamente;
– peões que transportem objetos de grandes dimensões;
– ...
Nestas condições, o sistema poderá não reagir ou poderá travar inadvertidamente.

2.80
Travagem de emergência ativa (8/8)

Desactivação da função
Será necessário desativar a função se:
– se as luzes de stop não funcionarem;
– se a zona da câmara tiver sido danificada (por exemplo, no interior ou no exterior do para-brisas);
– a frente do veículo tiver sido danificada (impacto, risco no radar, etc.);
– o veículo foi rebocado (desempanagem);
– o para-brisas estiver fissurado ou deformado (não realize reparações do para-brisas nesta zona; solicite a respetiva subs-
tituição junto de um representante da marca);
– não circular numa estrada pavimentada.
Em caso de comportamento anormal do sistema, desative-o e consulte um representante da marca.

Interrupção da função
Pode interromper a função de travagem de emergência ativa em qualquer altura carregando rapidamente no pedal de acele-
rador ou rodando o volante numa manobra de desvio.

2.81
DETEÇÃO DE SINAIS RODOVIÁRIOS (1/4)
Nota: certifique-se de que o para-bri- Para veículos equipados com um sis-
1 sas não está tapado (sujidade, lama, tema de navegação e se o veículo cir-
neve, condensação, etc.). cular num país onde as unidades de
Para veículos equipados com esta velocidade são diferentes das do veí-
função, o sistema também utiliza infor- culo, o sistema apresenta o painel de
mações do sistema de navegação. limite de velocidade na unidade do país
e a conversão da velocidade limitada
Quando o limitador de velocidade está na unidade do quadro de instrumentos
ativ, é possível adaptar a referência de do veículo.
limite da velocidade afixada pelo sis-
tema. Para veículos equipados com um sis-
tema de navegação, em países que
Se o limite de velocidade for excedido, reduzem a velocidade limitada, com
o painel de visualização será modifi- tempo de chuva, em determinados
cado de modo a avisar o condutor. tipos de estrada, o sistema pode mo-
dificar a velocidade limitada alguns se-
gundos depois do varrimento do para-
O sistema deteta os sinais de limite de brisas.
velocidade à beira da estrada e apre-
senta o limite de velocidade no quadro Situações particulares
de instrumentos.
O sistema não considera os limites ex-
Utiliza principalmente informações pro- cecionais como, por exemplo, os dias
venientes da câmara 1, fixada no para- de nível de poluição elevado.
brisas por trás do retrovisor.

2.82
DETEÇÃO DE SINAIS RODOVIÁRIOS (2/4)
– prima repetidamente o comando  4
2 ou 5 para aceder ao menu “Ajustes”
e prima 6 OK;
– prima repetidamente o comando  4
ou 5 para aceder ao menu “AJUDA
À CONDUÇÃO” e prima 6 OK;
– prima repetidamente o comando  4
ou 5 para aceder ao menu “Alerta de
velocidade” e prima 6 OK;
– prima o interruptor 6 OK para ativar
3 4 ou desativar a função:

= função ativada

6 5 < função desativada

Ativação/desativação do Com a função ativada, consoante a


sistema legislação local, pode ativar a opção
“Indicador de área de risco”. O sistema
Veículos equipados com ecrã irá alertá-lo da distância que o separa
multimédia 2 desta zona e durante o tempo que se
mantiver a circular nesta zona.
Para ativar ou desativar a função, con-
sulte as instruções do sistema multimé- Veículos não equipados com ecrã
dia. multimédia
Selecione «ON» ou «OFF». – Com o veículo parado, prima o inter-
ruptor 3 as vezes necessárias para
aceder ao separador “Veículo”;

2.83
DETEÇÃO DE SINAIS RODOVIÁRIOS (3/4)
Se o limite de velocidade for excedido,
7 8 o círculo à volta do painel piscará (tes-
temunho  7) juntamente com um sinal
sonoro para avisar o condutor.

10
Funcionamento Variação da velocidade
limitada
Indicadores
Se a notificação de limite de velocidade
A função apresenta os seguintes teste- for diferente do valor da velocidade de-
munhos: tetada, efetue uma pressão longa nos
7 Sinais rodoviários de limite de veloci- seguintes interruptores:
dade – 9 (RES/+) para aumentar a veloci-
8 Sinais rodoviários adicionais (início dade de notificação até à velocidade
ou fim de zona de “Ultrapassagem detetada;
proibida”, limite de velocidade em – 10 (SET/-) para diminuir a veloci-
estrada escorregadia, velocidade dade de notificação até à velocidade
em caso de engarrafamento, limite detetada.
de velocidade com duração da apli-
cação, etc.)

2.84
DETEÇÃO DE SINAIS RODOVIÁRIOS (4/4)
Anomalia de funcionamento
O sistema pode não detetar o limite de
velocidade se:
– o pára-brisas não estiver limpo;
– a câmara estiver encandeada devido
ao sol;
– a visibilidade for insuficiente (noite,
nevoeiro etc.);
– os painéis estiveram ilegíveis
(neve...) ou tapados (por outro veí-
culo ou pelas árvores);
– as informações provenientes do sis-
tema de navegação não estiverem
atualizadas.
Esta função constitui uma ajuda suplementar à condução. Esta função
não substitui, de forma alguma, a vigilância e a responsabilidade do con-
dutor, o qual deve assegurar sempre o controlo do veículo.
O condutor deve adaptar sempre a sua velocidade às condições de cir-
culação independentemente das indicações do sistema.
O sistema permite detetar os sinais de limite de velocidade máxima e não deteta
outros sinais.
No entanto, o condutor não deve ignorar os painéis que não forem detetados
pelo sistema e deve respeitar prioritariamente os painéis de circulação e o código
da estrada.
Em caso de má visibilidade (nevoeiro, neve, gelo...), o sistema poderá não indi-
car ao condutor o limite adequado.
O condutor deve adaptar sempre a sua velocidade às condições de circulação
independentemente das indicações do sistema.

2.85
LIMITADOR DE VELOCIDADE (1/4)

5
4 1
6

3 2

O limitador de velocidade é uma função Comandos


que lhe permite decidir a que veloci-
1 Interruptor para ligar/desligar o limi-
dade máxima, designada por veloci-
tador de velocidade.
dade limitada, pretende circular.
2 Interruptor para ligar/desligar o regu-
Consoante o veículo, o limitador de
lador de velocidade.
velocidade está associado à função
«Controlo de descida», a qual utiliza o 3 Ativação do limitador de velocidade
sistema de travagem para otimizar a li- e redução da velocidade (SET/-).
mitação de velocidade em descida. 4 Ativação do limitador de velocidade
A presença da função «Controlo de e aumento da velocidade ou recupe-
descida» pode ser identificada através ração do limite de velocidade memo-
da presença do botão 6. rizado (RES/+).
5 Suspensão da função (com memori-
zação da velocidade limitada) (0).
É possível associar o limitador de
velocidade à função «Deteção de
sinais rodoviários». ➥ 2.82.

2.86
LIMITADOR DE VELOCIDADE (2/4)

7
7

4 1

Condução Funcionamento Para memorizar a velocidade atual,


prima o interruptor 4 (RES/+) ou o in-
Se um limite de velocidade tiver sido Prima o interruptor 1. O testemunho 7
terruptor  3 (SET/-): o limite de veloci-
definido, mas não atingido, a condução é apresentado a cinzento. A mensagem
dade substitui os traços e, consoante o
será semelhante a conduzir um veículo «Limitador de velocidade ON» é apre-
veículo, o testemunho 7 é apresentado
sem a função de limitador de veloci- sentada no quadro de instrumentos,
a branco.
dade. acompanhada de traços, para indicar
A velocidade mínima registada será de
Logo que o veículo atinja a velocidade que a função do limitador de velocidade
30 km/h.
seleccionada, qualquer acção no pedal está em funcionamento, aguardando a
de aceleração não terá qualquer efeito. memorização de um limite de veloci-
Só poderá ultrapassar esse valor em dade.
caso de emergência (consulte «ultra-
passagem da velocidade limitada»).

2.87
LIMITADOR DE VELOCIDADE (3/4)
Ultrapassagem da velocidade Impossibilidade de respeitar a
limitada velocidade limitada
É possível exceder a velocidade li- Ao descer um declive acentuado, o
mitada em qualquer momento. Para sistema poderá não conseguir manter
tal, carregue no pedal do acelerador o limite de velocidade: o limite de ve-
com firmeza e a fundo (para além do locidade pisca a vermelho no quadro
«ponto duro»). de instrumentos e é emitido um sinal
Durante o tempo de ultrapassagem, sonoro em intervalos regulares para o
a velocidade limitada pisca no quadro informar dessa situação.
4 de instrumentos. Em seguida, largue o
pedal do acelerador: a função do limi-
tador de velocidade será recuperada
assim que o veículo atingir uma veloci-
3 dade inferior à velocidade memorizada.

Variação da velocidade Regulador/limitador de


limitada velocidade com controlo
A velocidade limitada pode ser alte- de descida:
rada; para isso, prima várias vezes ou a função poderá atuar
pressione continuamente: sobre o sistema de travagem.
– o interruptor 4 (RES/+) para aumen- Regulador/limitador de veloci-
tar a velocidade; dade sem controlo de descida:
– o interruptor 3 (SET/-) para diminuir A função nunca interage com o sis-
a velocidade. tema de travagem.
Tenha em atenção que é neces-
sário manter sempre os pés perto
dos pedais, de modo a reagir em
Se o limitador de veloci- caso de emergência.
dade não estiver disponível
(após várias tentativas de
ativação), contacte um re-
presentante da marca.

2.88
LIMITADOR DE VELOCIDADE (4/4)

7
7

5
4 1

3 2

Interrupção da função Paragem da função


A função de limitador de velocidade A função do limitador de velocidade
pode ser suspensa premindo o inter- será interrompida:
ruptor  5 (0). O limite de velocidade é – ao premir novamente o interruptor 1.
memorizado e apresentado a cinzento Neste caso, a velocidade deixa de
no quadro de instrumentos. estar memorizada;
– ao premir novamente o interruptor 2.
Chamada da velocidade Neste caso, o regulador de velo-
limitada cidade é selecionado e não existe
Se uma velocidade tiver sido memori- qualquer velocidade memorizada.
Se o limitador de velocidade esti-
zada, poderá ser recuperada premindo ver no modo de suspensão, uma O testemunho 7 desaparece do quadro
o interruptor 4. pressão no interruptor  3 reativará de instrumentos para confirmar que a
a função sem que seja tomada em função não está ativa.
consideração a velocidade memo-
rizada: será tomada em considera-
ção a velocidade a que o veículo
circula nesse momento.

2.89
REGULADOR DE VELOCIDADE (1/5)
4 Suspensão da função (com memo-
rização da velocidade de regulação)
(0).
5 Interruptor para ligar/desligar o limi-
tador de velocidade.
6

4
3 5
Esta função constitui uma
ajuda suplementar à condu-
ção. A função não intervém
2 1 em lugar do condutor.
Por isso, em caso algum, o sistema
A função do regulador de velocidade A presença da função «Controlo de poderá substituir o respeito pelas li-
ajuda-o a manter a velocidade de circu- descida» pode ser identificada através mitações de velocidade, nem a vi-
lação, definida por si, denominada ve- da presença do botão 6. gilância (esteja sempre pronto a
locidade de referência. travar em todas as circunstâncias),
Esta velocidade de referência pode ser Comandos nem a responsabilidade do condu-
definida como qualquer velocidade su- tor.
perior a 30 km/h. 1 Interruptor para ligar/desligar o regu-
lador de velocidade. O regulador de velocidade não
Consoante o veículo, o regulador de deve ser utilizado quando as con-
velocidade está associado à função 2 Interruptor para ativar e diminuir a dições de circulação o não permi-
«Controlo de descida», a qual utiliza o velocidade de referência (SET/-). tirem (tráfego denso, estrada com
sistema de travagem para otimizar o 3 Interruptor para ativar e aumentar a gelo, gravilha, etc.) e as condições
regulador de velocidade em descida. velocidade de referência ou para re- meteorológicas forem adversas (ne-
cuperar a velocidade de referência voeiro, chuva, vento lateral…).
memorizada (RES/+). Risco de acidente.

2.90
REGULADOR DE VELOCIDADE (2/5)

7
7

2 1

Funcionamento Regulação da velocidade Condução


Prima o interruptor 1. Quando o veículo circular a uma velo- Assim que for registada uma veloci-
O testemunho 7 é apresentado a cin- cidade constante superior a aproxima- dade de referência e a função do re-
zento. damente 30 km/h, prima o interruptor 2 gulador de velocidade estiver ativa, o
(SET/-) ou o interruptor 3 (RES/+) : a condutor poderá retirar o pé do pedal
A mensagem «Regulador de veloci- função será ativada e será tomada em do acelerador.
dade ON» é apresentada no quadro de consideração a velocidade atual.
instrumentos, acompanhada de traços, A velocidade de referência substitui os
de modo a indicar que a função do re- traços. O regulador de velocidade será
gulador de velocidade está em funcio- confirmado quando a velocidade me-
namento, aguardando a memorização morizada e o testemunho forem apre-
de uma velocidade de referência. sentados a verde 7.
Se tentar ativar a função a uma veloci- Tenha em atenção que é
dade inferior a 30 km/h, a mensagem necessário manter os pés
«Veloc. invalida» será apresentada e a perto dos pedais, de modo
função permanecerá inativa. a reagir em caso de emer-
gência.

2.91
REGULADOR DE VELOCIDADE (3/5)
Ultrapassagem da velocidade
de regulação
A velocidade de regulação pode ser
ultrapassada em qualquer altura; para
isso, prima o pedal do acelerador.
Enquanto for excedida, a velocidade
de referência piscará a vermelho no
quadro de instrumentos.

3 Em seguida, retire o pé do pedal do


acelerador; alguns segundos depois,
o seu veículo volta automaticamente à
velocidade de regulação inicial.
2 Impossibilidade de respeitar a
velocidade regulada
Variação da velocidade de Em caso de descida com forte inclina- Regulador/limitador de
regulação ção, o sistema poderá não conseguir velocidade com controlo
A velocidade de regulação pode ser al- manter a velocidade de referência: a de descida:
terada. Prima várias vezes: velocidade memorizada piscará a ver- a função poderá atuar
melho no quadro de instrumentos e sobre o sistema de travagem.
– o interruptor 2 (SET/-) para reduzir a será emitido um sinal sonoro em inter-
velocidade; Regulador/limitador de veloci-
valos regulares para o informar dessa
– o interruptor 3 (RES/+) para aumen- dade sem controlo de descida:
situação.
tar a velocidade. A função nunca interage com o sis-
tema de travagem.
Nota: Efetue uma pressão longa num
dos interruptores para modificar a velo- Tenha em atenção que é neces-
cidade em intervalos sucessivos. sário manter sempre os pés perto
dos pedais, de modo a reagir em
Se o regulador de veloci- caso de emergência.
dade deixar de estar dispo-
nível (após várias tentativas
de ativação), contacte um
representante da marca.

2.92
REGULADOR DE VELOCIDADE (4/5)

7
7

4
3

Interrupção da função Chamada da velocidade de Nota: se a velocidade anteriormente


regulação memorizada for muito superior à velo-
A função é suspensa se premir: cidade actual do veículo, o sistema pro-
Antes de chamar uma velocidade me-
– o interruptor 4 (0); morizada, assegure-se de que as vocará uma forte aceleração, até atin-
– o pedal do travão; condições de circulação o permitem gir a velocidade definida.

– o pedal da embraiagem ou a passa- (estado do trânsito e do piso, condi- Se o regulador de velocidade esti-
gem para ponto--morto em veículos ções meteorológicas, etc.). Prima o in- ver suspenso, premir o interruptor  2
com caixa de velocidades automá- terruptor 3 (RES/+) se a velocidade do (SET/-) reativará a função do regulador
tica. veículo for superior a 30 km/h. de velocidade sem tomar em conside-
Quando a velocidade for memorizada, ração a velocidade memorizada: será
A velocidade de referência é memo- tomada em consideração a velocidade
rizada e apresentada a cinzento no a ativação do regulador de velocidade
será confirmada através da apresen- a que o veículo circula.
quadro de instrumentos.
tação da velocidade de referência a
verde e, consoante o veículo, do tes-
temunho 7.

2.93
REGULADOR DE VELOCIDADE (5/5)

7
7

Paragem da função O testemunho 7 desaparece do quadro


de instrumentos para confirmar que a
A função do regulador de velocidade função não está ativa.
será interrompida:
– ao premir novamente o interruptor 1.
Neste caso, a velocidade deixa de
estar memorizada;
– ao premir novamente o interrup-
tor 5. Neste caso, o limitador de ve-
locidade é selecionado e não existe
qualquer velocidade memorizada.
A interrupção ou a paragem
da função «regulador de
velocidade» não provoca a
diminuição rápida da velo-
cidade; para isso, é necessário que
trave, premindo o pedal de travão.

2.94
regulador de velocidade adaptativo stop and go (1/13)
Com base nas informações de um Nota:
radar ou câmara, a função do regulador Esta função constitui uma
– o condutor deve considerar o limite ajuda suplementar à condu-
de velocidade adaptativo Stop and Go de velocidade máximo e as distân-
dá-lhe a opção de manter uma veloci- ção. A função não intervém
cias de segurança no país em que em lugar do condutor.
dade selecionada, denominada veloci- circula;
dade de regulação, mantendo simulta- Por isso, em caso algum, o sistema
neamente uma distância de segurança – o regulador de velocidade adaptativo poderá substituir o respeito pelas
relativamente ao veículo que circula à pode travar o veículo até um terço da limitações de velocidade e distân-
sua frente na mesma via. capacidade de travagem. Consoante cias de segurança, nem a vigilância
a situação, o condutor pode ter que (esteja sempre pronto a travar em
Se o veículo à sua frente parar, o re- travar com mais força.
gulador de velocidade adaptativo Stop todas as circunstâncias), nem a res-
and Go poderá travar o seu veículo até ponsabilidade do condutor.
à respetiva imobilização antes de voltar O condutor deve manter sempre
a recuperar a velocidade. o controlo do veículo. O condu-
tor deve adaptar sempre a veloci-
O sistema controla a aceleração e de- dade às condições de trânsito e à
saceleração do seu veículo utilizando o zona envolvente. O regulador de
motor e o sistema de travagem. velocidade adaptativo Stop and Go
O alcance máximo do sistema é de apenas pode ser utilizado em au-
aproximadamente 150 m. Este alcance toestrada (ou numa via com várias
pode variar consoante as condições de faixas separadas por uma divisó-
circulação (declive, condições atmosfé- ria). O regulador de velocidade não
ricas, etc.). pode ser utilizado com tráfego in-
tenso, em estradas sinuosas ou es-
A função de regulador de velocidade
corregadias (fina camada de gelo,
adaptativo Stop and Go pode ser ati-
aquaplanagem, gravilha, etc.) nem
vada entre 0 e 170 km/h, consoante as
quando as condições atmosféricas
condições de circulação (trânsito, con-
forem adversas (nevoeiro, chuva,
dições atmosféricas, etc.).
vento lateral, etc.). Risco de aci-
É representado pelo símbolo . dente.
O regulador de velocidade adapta-
tivo Stop and Go não aciona uma
paragem de emergência e a respe-
tiva capacidade de travagem é limi-
tada.

2.95
Regulador de velocidade adaptativo stop and go (2/13)

11
3 9
4 10
7
2 6 5

Localização da câmara 1 Comandos 6 Interruptor de ativação, memoriza-


ção e diminuição da velocidade de
Certifique-se de que o para-brisas não 3 Regulações da distância de segu-
regulação (SET/-).
está obstruído (por sujidade, lama, rança
neve, condensação, etc.). 7 Interruptor para ativar e aumentar a
4 Suspensão da função (com memo-
velocidade de referência ou para re-
rização da velocidade de regulação)
cuperar a velocidade de referência
Localização do radar 2 (0).
memorizada (RES/+).
Certifique-se que a zona do radar não 5 Interruptor geral de funcionamento/
é obstruída (sujidade, lama, neve, uma paragem do regulador de velocidade
placa de matrícula dianteira incorreta- adaptativo .
mente colocada), sujeita a impactos,
modificada (incluindo através de uma As zonas do radar e da
pintura) ou ocultada por qualquer aces- câmara devem permane-
sório colocado ao nível da parte dian- cer limpas e isentas de al-
teira do veículo (na grelha ou logótipo, terações para assegurar o
etc.). devido funcionamento do sistema.

2.96
Regulador de velocidade adaptativo stop and go (3/13)
8 Funcionamento Regulação da velocidade
Acione o interruptor 5. Quando o veículo estiver parado ou a
O testemunho  acende-se a cin- deslocar-se a uma velocidade cons-
11 tante, pressione os interruptores  6
zento e a mensagem “Regul. Adaptat.
9 ON”, seguida de traços, aparece no (SET/-) ou  7 (RES/+) para ativar a
10 função e memorizar a velocidade atual.
quadro de instrumentos, para indicar
que a função de regulador de veloci- A velocidade de regulação mínima é de
dade está ativa e a aguardar indicação 30 km/h.
de uma velocidade de regulação. A velocidade de regulação 11 substitui
Esta função não pode ser ativada os traços e o regulador de velocidade
quando: é confirmado através da apresentação
da velocidade de regulação a verde e
– o travão de estacionamento é acio- do testemunho .
nado; Se tentar ativar a função a uma velo-
– a função do sistema de ajuda ao cidade superior a 170 km/h, a mensa-
Afixações estacionamento já estiver ativada gem “Veloc. inválida” é apresentada e a
➥ 2.115. função fica inativa.
8 Testemunho do regulador de ve-
locidade adaptativo Stop and Go. A mensagem “Regul. Adaptat. indispo- Com uma velocidade de regulação me-
nível” é apresentada no quadro de ins- morizada e a função «regulador» ativa,
9 Veículo da frente. trumentos. o condutor pode retirar o pé do pedal
10 Distância de segurança memori- do acelerador.
zada Nota: se a velocidade do seu veículo
11 Velocidade de regulação memori- for inferior a cerca de 30 km/h, a função
zada. utilizará uma velocidade regulada pre-
definida de 30 km/h. O veículo acele-
rará até atingir a velocidade de regula-
ção memorizada.
Importante: mantenha
sempre os pés próximos
dos pedais para que esteja
preparado para qualquer si-
tuação.

2.97
Regulador de velocidade adaptativo stop and go (4/13)
Ativação do controlo de
distância de segurança
Assim que o regulador de velocidade é
ativado, a distância de segurança pre-
definida 10 é apresentada a verde no
quadro de instrumentos. A distância de
segurança predefinida corresponde a A
aproximadamente dois segundos (con-
3 B
sulte as seguintes páginas).
Se o sistema detetar um veículo na sua
C
via, a silhueta de um veículo 9 é apre- 7 D
sentada acima da guia de distância 10
no quadro de instrumentos. 6
O seu veículo adapta a velocidade à
do veículo da frente e, se necessário,
aciona os travões (as luzes de trava- Configurar a velocidade Regulação da distância de
gem acendem-se) de forma a manter regulada seguimento
a distância apresentada no quadro de Pode alterar a velocidade pressio- A distância de segurança do veículo da
instrumentos. nando repetidamente (para uma pe- frente pode ser alterada em qualquer
Nota: o tamanho da 9 silhueta varia de quena variação) ou pressionando con- altura; para isso, prima várias vezes o
acordo com a distância que o separa tinuamente (para uma variação maior) interruptor 3.
do veículo da frente. Quanto maior for o interruptor 6 ou 7: A guia de distância horizontal no quadro
a silhueta, mais perto está do veículo – utilize o interruptor “SET/-" 6 para re- de instrumentos indica as várias distân-
da frente. duzir a velocidade; cias de segurança disponíveis:
– utilize o interruptor “RES/+"  7 para – guia de distância A: distância longa
aumentar a velocidade. (correspondente a aproximada-
mente 2,4 segundos);

2.98
Regulador de velocidade adaptativo stop and go (5/13)
Regulação da distância de
segurança (cont.)
– guia de distância B: distância inter- 11
média 2 (correspondente a aproxi-
madamente 2 segundos);
– guia para a distância C: distância in-
termédia 1 (correspondente a apro-
ximadamente 1,6 segundos); 11
– guia de distância D: distância curta
(correspondente a aproximada-
mente 1,2 segundos).
A guia de distância selecionada é apre-
sentada a verde no quadro de instru-
mentos. As outras guias permanecem
a cinzento. Ultrapassagem da velocidade Em seguida, solte o pedal do acelera-
Nota: a distância deve ser definida de de regulação dor: o regulador de velocidade e o con-
acordo com o fluxo de trânsito, regula- trolo de distância de segurança irão re-
A velocidade de regulação pode ser tomar automaticamente a velocidade e
mentação local e condições climáticas. ultrapassada em qualquer altura; para as instruções de segurança e distância
isso, prima o pedal do acelerador. selecionadas previamente.
Se for excedida, a velocidade de regu-
lação 11 é apresentada a vermelho.
Manobra de ultrapassagem
A guia de distância pisca se a distância
Se pretender ultrapassar o veículo da
entre o seu veículo e o veículo da frente
frente, ao ativar os pisca-piscas irá
for inferior à distância de segurança se-
cancelar temporariamente o controlo
lecionada: a função de Controlo de dis-
da distância de segurança e poderá
tância de segurança deixará de estar
acelerar o suficiente para realizar a ul-
ativa.
trapassagem.

A distância de segurança é regu-


lada por predefinição no guia de
distância B.

2.99
Regulador de velocidade adaptativo stop and go (6/13)
Paragem e arranque do Interrupção da função
veículo Pode definir a função para suspensão
Se o veículo mais à frente abrandar, quando:
o sistema adaptará a respetiva veloci- – premir o interruptor 4 (0);
dade para imobilizar o veículo por com- – carregar no pedal de travão quando
pleto, se necessário (por exemplo, em o veículo está em andamento.
caso de trânsito intenso). O veículo
imobiliza-se a alguns metros do veículo A função é desativada pelo sistema se:
da frente. A função Stop and Start pode – coloca a caixa de velocidades na po-
colocar o motor em suspensão ➥ 2.8. sição P, R ou N; 4
– soltar o cinto de segurança do con- 7
Quando o veículo da frente arranca no- dutor;
vamente: – abrir um dos abríveis;
– se a paragem não exceder cerca de – pressionar o botão de Start/Stop do
três segundos, o veículo arranca au- motor;
tomaticamente sem qualquer ação – o grau de inclinação for demasiado
elevado; Em todas as circunstâncias, a suspen-
por parte do condutor;
– a velocidade do veículo for superior são é confirmada quando o testemu-
– se a paragem exceder cerca de três
a 180 km/h; nho surge a cinzento e a mensagem
segundos, deve pressionar o pedal
– alguns dispositivos de correção e “Regul. adaptat. desligado” é apresen-
do acelerador ou o botão 7 (RES/+)
de ajuda à condução são acionados tada no quadro de instrumentos.
para colocar o veículo novamente
em movimento. A mensagem (travagem ativa de emergência,ABS,
«Prima RES/+ ou acelere» é apre- ESC, etc.)
sentada no quadro de instrumentos,
para confirmar.
Colocar o regulador de ve-
Se a paragem exceder cerca de três locidade adaptativo Stop
minutos, o travão de estacionamento and Go em suspensão ou
eletrónico será acionado automatica- desligá-lo não provoca uma
mente e o regulador de velocidade rápida redução de velocidade: para
adaptativo Stop and Go será desa- travar, será necessário carregar no
tivado. O testemunho  apaga-se pedal de travão, caso as condições
para confirmar que a função está de- assim o exijam.
sativada.

2.100
Regulador de velocidade adaptativo stop and go (7/13)
Sair da suspensão Dependendo da situação, o sistema
emite um sinal sonoro associado ao:
Com base na velocidade regulada
– alerta laranja E se a situação neces-
memorizada
sitar da atenção do condutor;
Antes de chamar uma velocidade me-
E
ou
morizada, assegure-se de que as
condições de circulação o permitem – aviso vermelho F acompanhado da
(estado do trânsito e do piso, condi- mensagem «Trave!», se a situação
ções meteorológicas, etc.). Pressione necessitar da atenção imediata do
o interruptor 7 (RES/+) no intervalo de condutor.
velocidades confirmadas. Em todas as situações, reaja em
Quando a velocidade memorizada é F conformidade e execute as mano-
chamada, a ativação do regulador de bras adequadas.
velocidade é confirmada através da
apresentação da velocidade de regula-
ção a verde.
Avisos «Assuma o controlo
Nota: se a velocidade memorizada for
superior à velocidade atual, o veículo do veículo»
irá acelerar para atingir aquela veloci- Em algumas situações (p. ex. aproxi-
dade. mação de um veículo que circula muito
mais lentamente, veículo da frente que
Com base na velocidade atual muda rapidamente de via, etc.), o sis-
Se o regulador de velocidade esti- tema pode não ter tempo de reagir.
ver suspenso, premir o interruptor  6
(SET/-) reativará a função do regulador
de velocidade sem tomar em conside-
ração a velocidade memorizada: será
tomada em consideração a velocidade
a que o veículo circula.

2.101
Regulador de velocidade adaptativo stop and go (8/13)
Se a zona de deteção do radar es- Anomalia de funcionamento
tiver obstruída ou se o sinal do radar
Se for detetada uma avaria operacio-
for interrompido, a mensagem “Sensor
nal da função do regulador de veloci-
diant. sem visibilidade” será apresen-
dade adaptativo Stop and Go, a men-
tada no quadro de instrumentos e o re-
sagem “Mandar verificar o regulador”
gulador de velocidade adaptativo Stop
será apresentada no quadro de instru-
and Go será interrompido. O testemu-
mentos e a função do regulador de ve-
nho verde  apaga-se para confir-
locidade adaptativo Stop and Go será
mar que a função foi automaticamente
desativada.
desativada.
Certifique-se que a zona do radar não Se for detetada uma avaria operacional
8 é obstruída (sujidade, lama, neve, uma em um ou vários componentes do sis-
6 placa de matrícula dianteira incorreta- tema, o regulador de velocidade adap-
7 mente colocada), sujeita a impactos, tativo Stop and Go será desativado.
modificada (incluindo através de uma O testemunho © surge no quadro
pintura) ou ocultada por qualquer aces- de instrumentos juntamente com, de-
Paragem da função sório colocado ao nível da parte dian- pendendo da avaria, uma das seguin-
teira do veículo (na grelha ou logótipo, tes mensagens:
A função do regulador de velocidade etc.).
adaptativo Stop and Go é desativada As condições em certas zonas geográ- – “Verificar câmara dianteira”;
ao premir o interruptor 6. ficas podem perturbar a função como, – “Verificar sensor dianteiro”;
O testemunho  desaparece do por exemplo:
quadro de instrumentos para confirmar – zonas áridas, túneis, pontes com- – “Verificar câmara/sensor”;
que a função não está ativa. pridas ou estradas pouco utilizadas – “Mandar verificar o veículo”.
sem linhas de marcação, sem sina- Dirija-se a um representante da marca.
lização ou com árvores nas proximi-
Indisponibilidade temporária dades;
O radar é capaz de detetar o veículo – zona militar ou aeroporto.
que circula à sua frente. O sistema Deve abandonar essas zonas para que
pode não funcionar corretamente se a função atue normalmente.
a zona de deteção do radar estiver
tapada ou se o sinal for interrompido. Em todos os casos, se a mensagem
não for apagada após o rearranque do
motor, contacte um representante da
marca.

2.102
Regulador de velocidade adaptativo stop and go (9/13)

G H J
Limitações de funcionamento O sistema não é capaz de detetar: Deteção ao curvar
do sistema – veículos a chegar a cruzamentos: Ao entrar numa curva, o radar e/ou a
estradas escorregadias (por exem- câmara podem, momentaneamente,
Deteção de veículo plo, H); não detetar o veículo em frente (p.
O sistema apenas deteta veículos – veículos que circulem em contramão ex., J).
(carros, camiões, motos) que se deslo- ou em marcha-atrás na sua direção. O sistema pode acionar uma acele-
cam na mesma direção do seu veículo. ração.
Um veículo que vire para a mesma via Ao sair de uma curva, a deteção do sis-
(p. ex., G) será tido em conta pelo sis- tema do veículo da frente pode ser in-
tema assim que entre nas zonas de de- terrompida ou retardada.
teção da câmara e do radar.
O sistema pode acionar uma trava-
O sistema pode acionar uma trava- gem abrupta ou retardada.
gem abrupta ou retardada.
O regulador de velocidade adapta-
tivo Stop and Go apenas pode ser
utilizado em autoestrada (ou numa
via com várias faixas com uma divi-
sória central).

2.103
Regulador de velocidade adaptativo stop and go (10/13)

K L M
Deteção de veículos em vias Veículos ocultos devido a variações – veículos que transportam objetos
adjacentes no nível do solo longos que excedam a via;
O sistema pode apenas detetar veí- O sistema não irá detetar veículos ocul- – o comprimento real de veículos altos
culos que circulam num via adjacente tos devido a variações do nível do solo (p. ex., L) fora da zona de deteção
quando: ou os veículos situados fora das zonas do radar (máquinas de construção,
– entrar numa curva (p. ex., K); de deteção da câmara ou do radar ao veículos de reboque de equipa-
circular em subida ou descida. mento agrícola, etc.);
– circular numa estrada com vias es-
treitas; Veículos fora das zonas de deteção – veículos insuficientemente centra-
da câmara ou do radar. dos na via;
– a velocidade do veículo na via adja-
cente é mais lenta e se um destes O sistema não reagirá ou reagirá – veículos estreitos que estão bas-
veículos se encontrar demasiado tarde se os veículos detetados esti- tante próximos (p. e.x, M).
perto da via do outro. verem fora das zonas de deteção da
O sistema pode acionar incorreta- câmara e do radar, particularmente nos
mente o abrandamento ou a trava- seguintes casos:
gem do veículo.

2.104
Regulador de velocidade adaptativo stop and go (11/13)

12

N P 13 Q
Veículos parados e em marcha lenta – veículos na frente12 que mudam de Não deteção de obstáculos fixos e
Quando conduzir acima de aproxi- via, deixando a descoberto um veí- objetos de pequenas dimensões
madamente 50 km/h, o sistema não culo parado 13 (p. ex., P). O sistema não é capaz de detetar:
deteta: – peões, bicicletas, motos, etc.;
– veículos parados (p. ex., N); – animais;
– veículos em marcha muito lenta. – obstáculos fixos (portagens, pare-
Quando conduzir abaixo de aproxima- des, etc.) (p. ex., Q).
damente 50 km/h, o sistema pode não Esteja sempre preparado para as-
sumir o controlo do seu veículo Estes não são tidos em conta pelo sis-
reagir ou reagir tardiamente a: tema. Estes não acionam qualquer
quando se cruzar com veículos
– veículos parados (p. ex., N); parados ou que se desloquem alerta ou reação do sistema.
– veículos em marcha muito lenta; muito lentamente (p. ex. N).
O regulador de velocidade adapta-
tivo Stop and Go não aciona uma
paragem de emergência e a respe-
tiva capacidade de travagem é limi-
tada.

2.105
Regulador de velocidade adaptativo stop and go (12/13)

Esta função constitui uma ajuda suplementar à condução. Em caso algum, o sistema poderá substituir o respeito
pelas limitações de velocidade, distâncias de segurança e a vigilância do condutor.
O condutor deve manter sempre o controlo do veículo.
O condutor deve adaptar sempre a velocidade às condições de circulação e zona envolvente, independentemente
das indicações do sistema. Com a exceção dos traços que delimitam as faixas de rodagem, os indicadores de trânsito
(semáforos, sinais, passadeiras, etc.) não são reconhecidos pelo sistema. Estes indicadores não acionam qualquer
alerta ou reação do sistema.
O sistema não deve, em caso algum, ser considerado um detetor de obstáculos ou um sistema anti-colisão.
O regulador de velocidade adaptativo Stop and Go apenas pode ser utilizado em autoestrada (ou numa via com várias
faixas com uma divisória central).
Intervenções/reparações do sistema
– Em caso de impacto, o alinhamento do radar e/ou da câmara poderá ser modificado e o respetivo funcionamento poderá
ser afetado. Desative o sistema e consulte um representante da marca.
– Qualquer intervenção perto do radar e/ou da câmara (substituições, reparações, modificações no para-brisas, pintura, etc.)
deve ser realizada por um profissional qualificado.
Apenas um representante da marca está habilitado a intervir no sistema.
Desativação da função
Será necessário desativar a função se:
– o veículo circular em estradas sinuosas;
– o veículo foi rebocado (desempanagem);
– o veículo rebocar um atrelado ou uma caravana;
– o veículo está a circular num túnel ou próximo de uma estrutura metálica;
– o veículo chega a uma portagem, uma zona de trabalhos na estrada ou uma via estreita;
– o veículo está a circular num declive muito acentuado;
– a visibilidade é insuficiente (sol intenso, nevoeiro, etc.);
– o veículo está a circular sobre piso escorregadio (chuva, neve, gravilha, etc.);
– as condições climáticas são más (chuva, neve, ventos laterais, etc.);
– a zona do radar foi danificada (impactos, etc.);
– a zona da câmara está danificada (por exemplo, zona interior ou exterior do para-brisas); o para-brisas está fissurado ou
deformado.
Em caso de comportamento anormal do sistema, desative-o e consulte um representante da marca.

2.106
Regulador de velocidade adaptativo stop and go (13/13)

Casos de perturbação do sistema


Determinadas condições podem perturbar ou degradar o funcionamento do sistema, tais como:
– se o para-brisas ou a zona do radar estiverem obstruídos (por sujidade, gelo, neve, condensação, placa de matrí-
cula, etc.);
– um meio ambiente complexo (túnel, etc.);
– más condições atmosféricas (neve, chuva intensa, granizo, gelo, etc.);
– má visibilidade (noite, nevoeiro, etc.);
– mau contraste entre o veículo que o precede e a zona envolvente (por exemplo, veículo branco numa zona com neve, etc.);
– encandeamento (sol intenso, luzes de veículos em sentido contrário, etc.);
– estrada estreita, sinuosa ou ondulante (curvas apertadas, etc.);
– um veículo mais lento com uma diferença de velocidade significativa;
– utilização de tapetes não adaptados para o veículo. Do lado do condutor, utilize imperativamente apenas tapetes adapta-
dos ao veículo fixados aos elementos pré-instalados e verifique regularmente a sua fixação. Não sobrepor vários tapetes.
Risco de bloqueio dos pedais.
Nestes casos, o sistema pode intervir erradamente.
Risco de travagem ou aceleração involuntárias.
Diversas situações inesperadas podem afetar o funcionamento do sistema. Certos objetos ou veículos que podem surgir na
zona de deteção do radar ou da câmara podem ser interpretados incorretamente pelo sistema, levando a uma possível ace-
leração ou travagem inadequadas.
Deve sempre manter-se atento para situações imprevistas que possam ocorrer durante a condução. Mantenha
sempre o seu veículo sob controlo e os pés sempre próximos dos pedais, para que esteja preparado para agir em
qualquer situação.

2.107
SISTEMA DE AUXÍLIO AO ESTACIONAMENTO (1/5)
Consoante o veículo, o sistema deteta Particularidades
obstáculos à frente, atrás e nas laterais
do veículo. Certifique-se que os sensores ultras-
sónicos indicados pelas setas  1 não
O sistema de ajuda ao estacionamento estão obstruídos (por sujidade, lama,
1 só está ativo enquanto o veículo se neve, uma placa de matrícula incorre-
deslocar a uma velocidade inferior a tamente colocada/fixada), sujeita a im-
cerca de 10 km/h. pactos, modificada (incluindo pintura)
O sistema de ajuda ao estacionamento ou tapada por qualquer acessório co-
não toma em consideração os sistemas locado na dianteira ou na traseira do
de reboque e transporte de carga, etc. veículo.
Esta deteção é traduzida por sinais
sonoros, cuja frequência aumenta à
medida que se aproxima do obstáculo,
até se tornar num som contínuo quando
o obstáculo se encontra a cerca de 20
Princípio de funcionamento ou 30 centímetros do veículo.
Os sensores ultrassónicos, indicados
pelas setas  1, estão montados nos
para-choques para medir a distância
entre o veículo e um obstáculo.

Esta função é um dispositivo complementar de segurança que, através


de sinais sonoros, lhe indica a distância a que o veículo se encontra de
um obstáculo, quando tem a mudança de marcha-atrás engrenada.
Todavia, em caso algum pode substituir o condutor nos cuidados e na
responsabilidade que este deve ter durante as manobras.
O condutor deve estar sempre preparado para imprevistos que possam surgir
durante a condução: certifique-se sempre de que não existem obstáculos
móveis de dimensões pequenas e estreitas (como, por exemplo, uma criança,
um animal, um carrinho de criança, uma bicicleta, uma pedra, um poste, etc.) no
ângulo morto durante a manobra.

2.108
SISTEMA DE AUXÍLIO AO ESTACIONAMENTO (2/5)
Nota: No caso de veículos equipa-
2 dos com a função “Câmara de 360°” C
➥ 2.65, a análise da zona envolvente
do veículo (zonas A e B) não é apre-
sentada no modo “Vista de pássaro” ou
“Vista lateral”.

A B
Nota: a afixação  2 apresenta a zona Funcionamento
envolvente do veículo e emite sinais
sonoros. A maioria dos objetos que se encontra
na proximidade da parte dianteira, tra-
É necessário percorrer alguns metros seira e nas laterais do veículo é dete-
antes que a deteção lateral esteja ativa. Em caso de colisão na tada.
Quando todas as zonas tiverem um parte inferior do veículo du- Consoante a distância para o obstá-
fundo cinzento, o conjunto do períme- rante uma manobra (por culo, a frequência do sinal sonoro vai
tro do veículo é vigiado: exemplo, contacto com aumentando à medida que essa dis-
um pilarete, um passeio mais ele- tância diminui, tornando-se um som
– A: análise da zona envolvente do ve-
vado ou qualquer outro mobiliário contínuo quando o veículo estiver a
ículo em curso;
urbano) poderá danificar o veículo aproximadamente 20 cm dos obstácu-
– B: análise da zona envolvente do ve- (por exemplo, deformação de um los situados nas laterais e a aproxima-
ículo realizada. eixo). damente 30 cm dos obstáculos situa-
Para evitar o risco de acidente, dos à frente ou atrás. As zonas verde,
mande verificar o seu veículo num laranja (ou amarela, consoante o veí-
representante da marca. culo) e vermelha serão apresentadas
no visor C.

2.109
SISTEMA DE AUXÍLIO AO ESTACIONAMENTO (3/5)
Quando é detetado um obstáculo loca-
lizado na lateral: 4
D
– se existir o risco de colisão, os sinais
sonoros são emitidos com uma fre-
quência cada vez mais alta durante
a aproximação do obstáculo, até se
tornar contínua. As zonas verdes,
cor de laranja e vermelhas são afi-
xadas no visor D;
– se não existir qualquer perigo de
colisão, não será emitido qualquer
3 sinal durante a aproximação do obs-
táculo. As zonas verdes, cor de la-
ranja e vermelhas são afixadas a
sombreado no visor D.
Detecção de obstáculos na lateral Nota: em caso de mudança de trajetó- Ativação/desativação
Consoante o orientação das rodas, o ria durante uma manobra, poderá ser
sistema determina a trajetória do veí- assinalado tardiamente um risco de co- Veículos equipados com ecrã
culo e avisa-o do risco ou não de coli- lisão com um obstáculo. multimédia 4
são com um obstáculo 3 localizado na Para ativar ou desativar as diversas
lateral do veículo. zonas cobertas pelos detetores ultras-
sónicos no ecrã multimédia, consulte
as instruções do sistema multimédia.
Selecione «ON» ou «OFF».

Em caso de colisão na parte inferior do veículo durante uma manobra (por exemplo, contacto com um pilarete, um
passeio mais elevado ou qualquer outro mobiliário urbano) poderá danificar o veículo (por exemplo, deformação de
um eixo).
Para evitar o risco de acidente, mande verificar o seu veículo num representante da marca.

2.110
SISTEMA DE AUXÍLIO AO ESTACIONAMENTO (4/5)
Veículos não equipados com ecrã
multimédia
Com o veículo parado, prima o inter-
ruptor  6 para desativar o sistema de
ajuda ao estacionamento. O testemu-
nho do interruptor acende-se. Prima
novamente o interruptor 6 para ativar a
função. O testemunho do interruptor 5
apaga-se. 5

regulações 6
Veículos equipados com ecrã
multimédia 4
Consoante o veículo, com o motor a
funcionar, é possível ajustar algumas Som do sistema
regulações no ecrã multimédia 4. Para Permite escolher o som do sistema.
mais informações, consulte o manual
Desativação do som do sistema
do sistema multimédia.
Ative ou desative o som do sistema de
Volume sonoro do sistema de ajuda ao estacionamento.
auxílio ao estacionamento Nota: se desativar o som, deixará de
Regule o volume do sistema de ajuda ser notificado através de sinais sono-
ao estacionamento premindo «+» ou ros durante a aproximação de um obs-
«-». táculo.

Quando o veículo circular a uma ve-


locidade inferior a cerca de 10 km/h,
alguns ruídos (moto, camião, mar-
telo pneumático, etc.) poderão pro-
vocar a emissão de sinais sonoros
do sistema de ajuda ao estaciona-
mento.

2.111
SISTEMA DE AUXÍLIO AO ESTACIONAMENTO (5/5)
– selecione “VOLUME BIP” para regu- Anomalia de funcionamento
lar o volume do Sistema de auxílio
ao estacionamento utilizando o co- Quando o sistema deteta uma ano-
mando 8 ou 9. malia de funcionamento, é emitido um
sinal sonoro em cada engrenagem da
marcha-atrás durante aproximada-
Desativar manualmente mente três segundos, em conjunto com
o sistema de ajuda ao a mensagem “Verificar ajuda ao esta-
estacionamento cionamento” apresentada no quadro de
instrumentos. Dirija-se a um represen-
7 Se estiverem presentes equipamentos tante da marca.
8 de reboque, transporte ou atrelado à
frente dos detetores ultrassónicos, será
necessário desativar o sistema.
10 9
Desativação automática
Veículos não equipados com ecrã do sistema de ajuda ao
multimédia estacionamento
– Com o veículo parado, prima o inter- O sistema desactiva-se:
ruptor 7 as vezes necessárias para
aceder ao separador “Veículo”; – quando a velocidade do veículo é
Em caso de colisão na
superior a cerca de 10 km/h;
– prima repetidamente o comando  8 parte inferior do veículo du-
ou 9 para aceder ao menu “Ajustes”. – consoante o veículo, quando este rante uma manobra (por
Prima o interruptor 10 OK ; está parado há mais de aproximada- exemplo, contacto com
mente cinco segundos e é detetado um pilarete, um passeio mais ele-
– prima repetidamente o comando  8 um obstáculo (caso, por exemplo, de vado ou qualquer outro mobiliário
ou 9 para aceder ao menu “AJUDA um engarrafamento…); urbano) poderá danificar o veículo
ESTACION.”. Prima o interruptor 10
– quando a alavanca de velocidades (por exemplo, deformação de um
OK ;
está em ponto-morto, nos veículos eixo).
com caixa de velocidades manual, Para evitar o risco de acidente,
ou nas posições N ou P nos veículos mande verificar o seu veículo num
com caixa de velocidades automá- representante da marca.
tica.

2.112
Câmara de marcha atrás (1/2)

2
1
3
4
C
B
A

Funcionamento Zona fixa 3 Guia móvel 4


Quando o veículo está em marcha- A zona fixa é constituída por marcas de É apresentada a azul no ecrã multimé-
atrás, a câmara 1 situada na tampa do cor  A,  B e  C que indicam a distância dia 2. Indica a trajetória do veículo em
porta-bagagens transmite uma visão atrás do veículo: função da posição do volante.
da área circundante atrás do veículo no – A(vermelha) a cerca de 30 centíme-
visor multimédia  2, em conjunto com
duas guias 3 e 4 (móvel e fixa).
tros do veículo; Particularidade
– B(amarela) a cerca de 70 centíme-
tros do veículo; Certifique-se de que a câmara não está
Este sistema utiliza diversas guias para
– C(verde) a cerca de 150 centímetros tapada (por sujidade, lama, neve, con-
o respetivo funcionamento (móveis
do veículo. densação, etc.).
para a trajetória, fixas para a distância).
Quando a zona vermelha é atingida, Esta zona mantém-se fixa e indica a
consulte a representação do para-cho- trajetória do veículo, em função do ali-
ques para parar com precisão. nhamento das rodas.

2.113
Câmara de marcha atrás (2/2)

O ecrã apresenta uma imagem in-


vertida semelhante à de um retro-
visor.
Regulações Esta função é um auxílio
As zonas são uma representação
Com o veículo imobilizado e o motor a projetada numa superfície plana. complementar. Por isso,
trabalhar, no ecrã multimédia 2, é pos- Esta informação deve ser ignorada em caso algum o sistema
sível adicionar ou remover as guias e quando se sobrepõe a um objeto poderá substituir a vigilân-
configurar as regulações de imagem vertical ou assente no solo. cia e a responsabilidade do condu-
da câmara (luminosidade, contraste, tor.
etc.). Para mais informações, consulte Os objetos que se afixam no bordo O condutor deve estar sempre
o manual do sistema multimédia. do ecrã podem surgir deformados. preparado para imprevistos que
Em caso de excessiva luminosi- possam surgir durante a condu-
dade (neve, veículo ao sol, etc.), a ção: certifique-se sempre de que
imagem captada pela câmara pode não existem obstáculos móveis de
ser perturbada. dimensões pequenas e estreitas
(como, por exemplo, uma criança,
Se o porta-bagagens estiver aberto um animal, um carrinho de criança,
ou mal fechado, a mensagem uma bicicleta, uma pedra, um poste,
“Porta-bagagens aberto” será apre- etc.) no ângulo morto durante a ma-
sentada e a imagem da câmara de- nobra.
saparecerá.

2.114
Estacionamento automático (1/5)

3
A

Utilizando detetores ultrassónicos con- Funcionamento Particularidades


forme indicado pelas setas  3 coloca-
Com o veículo parado ou em anda- Certifique-se que os sensores ultras-
das nos para-choques do veículo, esta
mento a menos de aproximadamente sónicos indicados pelas setas  3 não
função ajuda a encontrar lugares de
30 km/h: estão obstruídos (por sujidade, lama,
estacionamento acessíveis e facilita a
– prima o interruptor 2. O testemunho neve, uma placa de matrícula incorre-
manobra de estacionamento.
no interruptor 2 acende-se e é apre- tamente colocada/fixada), sujeita a im-
Remova as mãos do volante; apenas pactos, modificada (incluindo pintura)
sentada a imagem A no ecrã multi-
será possível controlar: ou tapada por qualquer acessório co-
média 1.
– o pedal de acelerador; locado na dianteira ou na traseira do
– acione os pisca-piscas correspon- veículo.
– o pedal do travão; dentes ao lado do veículo em que
– a alavanca de velocidades. pretende estacionar.
Pode retomar o controlo em qualquer
momento utilizando o volante.

2.115
Estacionamento automático (2/5)
Nota: ao ligar o veículo, ou após um Funcionamento
1 estacionamento em paralelo realizado
com êxito com a ajuda do sistema, a Paragem do veículo
manobra predefinida proposta pelo sis- Enquanto a velocidade do veículo for
tema é a ajuda para sair de um lugar de inferior a 30 km/h, o sistema procurará
estacionamento em paralelo. Noutros os lugares de estacionamento disponí-
casos, a manobra predefinida pode ser veis no lado do veículo escolhido pelo
definida a partir do ecrã multimédia 1. condutor.
Para mais informações, consulte o
manual do sistema multimédia. Nota: se existirem lugares de estacio-
namento disponíveis no outro lado do
veículo, acione os pisca-piscas corres-
pondentes ao outro lado para permitir
que o sistema procure lugares de esta-
cionamento.
Após encontrar um lugar, este é apre-
Escolha da manobra sentado no ecrã multimédia, indicado
O sistema pode efetuar quatro tipos de por uma letra «P» minúscula. Circule
manobra: lentamente, com os pisca-piscas ati-
– estacionamento do veículo entre vados no lado em que o lugar de es-
dois carros; tacionamento está disponível, até à
– estacionamento do veículo em para- apresentação da mensagem «Stop»
lelo; acompanhada de um sinal sonoro.
– estacionamento do veículo em espi-
nha;
– saída de estacionamento do veículo
entre dois carros. O arranque do sistema é acom-
No ecrã multimédia 1, selecione a ma- panhado da ativação do sistema
nobra a realizar. de ajuda ao estacionamento e,
nos veículos assim equipados,
da câmara de marcha-atrás ou da
câmara de 360°, de modo a ajudar
o condutor a visualizar a manobra.
➥ 2.108, ➥ 2.113 e ➥ 2.65.

2.116
Estacionamento automático (3/5)
Em seguida, o lugar de estacionamento – Largue o volante;
é indicado no ecrã multimédia por uma 1
– realize manobras à frente e atrás se-
letra «P» maiúscula. guindo as instruções apresentadas
– Pare o veículo; no ecrã multimédia 1 e utilizando os
– engrene a marcha-atrás. alertas do sistema de ajuda ao esta-
cionamento.
O indicador  acende-se no
quadro de instrumentos acompanhado
A velocidade não deve ultrapassar os
7 km/h, aproximadamente.
de um sinal sonoro. Assim que o veículo estiver em posição
– Largue o volante; de sair do lugar de estacionamento,
– siga as instruções apresentadas no
ecrã multifunção 1.
2 o testemunho  desaparece do
quadro de instrumentos e é emitido um
A velocidade não deve ultrapassar os sinal sonoro e apresentada uma men-
7 km/h, aproximadamente. sagem no ecrã multimédia 1 para con-
Saída de um estacionamento entre firmar que a manobra foi concluída.
A extinção do indicador  no
quadro de instrumentos, acompanhado
dois carros
– Efetue uma pressão breve no inter-
por um sinal sonoro, avisa-o sobre o ruptor 2;
fim da manobra. – selecione o modo “Sair de lugar de
estacionamento em paralelo”;
– ative os pisca-piscas referentes ao
lado para o qual pretende retirar o
veículo;
Esta função constitui uma – efetue uma pressão longa no inter-
ajuda suplementar à con- ruptor 2 (aproximadamente 2 segun-
dução. dos).
Ao manobrar, o volante
Como tal, o sistema não
pode substituir em qualquer cir-
cunstância a vigilância e a respon-
O indicador  acende-se no
quadro de instrumentos acompanhado
poderá virar rapidamente:
no coloque as mãos na
parte interior e certifique-se
sabilidade do condutor durante as de um sinal sonoro. de que nada fica preso na parte
manobras (o condutor tem de estar interior.
sempre pronto a travar).

2.117
Estacionamento automático (4/5)
O testemunho no interruptor 2 apaga- Anulação da manobra
1
se, o testemunho  desaparece
do quadro de instrumentos e um sinal
A manobra é cancelada nos seguintes
casos:
sonoro confirma que a manobra foi – a velocidade do veículo ultrapassou
suspensa. O motivo da suspensão da os 7 km/h;
manobra será apresentado no ecrã
multimédia 1. – premindo o interruptor 2;
Certifique-se de que: – efetuou mais de dez movimentos
para frente/para trás durante uma
– não está a segurar o volante; manobra;
e – os sensores do sistema de auxílio ao
2 – todas as portas e o porta-bagagens estacionamento estão sujos ou obs-
estão fechados; truídos;
e – se as rodas do veículo patinarem;
– nenhum obstáculo está na trajetória;
Suspender/retomar a e
– se a manobra estiver suspensa du-
manobra rante demasiado tempo.
– o motor está ligado.
A manobra é suspensa nos seguintes O testemunho do interruptor 2 apaga-
casos:
– se segurar no volante;
Se o testemunho no interruptor  2
piscar, tal indicará que o sistema está
novamente disponível para retomar a
se, o testemunho  desaparece
do quadro de instrumentos e um sinal
manobra. sonoro confirma que a manobra foi
– se o veículo estiver imobilizado du-
cancelada. O motivo do cancelamento
rante demasiado tempo; Para retomar a manobra, efetue uma
da manobra será apresentado no ecrã
pressão longa no interruptor 2. O tes-
– se um obstáculo na trajetória impedir multimédia 1.
temunho do interruptor 2 acende-se e
o fim da manobra;
– se o motor parar; é apresentado o testemunho
quadro de instrumentos.
 no
– se uma porta ou o porta-bagagens
forem abertos. Siga as instruções apresentadas no
ecrã multimédia 1.

2.118
Estacionamento automático (5/5)

Esta função constitui uma ajuda suplementar à condução. Esta função não substitui, de forma alguma, a vigilância e
a responsabilidade do condutor, o qual deve assegurar sempre o controlo do veículo. Certifique-se de que a manobra
segue as regras de circulação em vigor nas vias utilizadas.
O condutor deve estar sempre preparado para imprevistos que possam surgir durante a condução: certifique-se
sempre de que não existem obstáculos móveis estreitos e de pequenas dimensões (como, por exemplo, uma criança, um
animal, um carrinho de criança, uma bicicleta, uma pedra, um poste, equipamento de reboque, etc.) no ângulo morto du-
rante a manobra.

Intervenções/reparações do sistema
– Em caso de impacto, o alinhamento dos sensores poderá ser modificado e o respetivo funcionamento poderá ser afetado.
Desative a função e consulte um representante da marca.
– Qualquer intervenção na zona dos sensores (reparações, substituições, modificações dos equipamentos exteriores, etc.)
deve ser realizada por um profissional qualificado.
Apenas um representante da marca está habilitado a intervir no sistema.

Casos de perturbação do sistema


Determinadas condições poderão perturbar ou impedir o funcionamento do sistema, como, por exemplo, condições climáticas
adversas (neve, granizo, gelo, etc.).
Em caso de comportamento anormal do sistema, desative-o e consulte um representante da marca.
Risco de falsos alarmes.

Limitações do funcionamento do sistema


– O sistema pode não detectar objectos nos ângulos mortos dos sensores
– Efectue sempre um controlo visual para verificar se o lugar de estacionamento apresentado pelo sistema continua disponí-
vel e livre de obstáculos.
– O sistema não deverá ser utilizado ao rebocar um atrelado ou se existir um sistema de reboque ou de transporte de carga
no veículo ou em veículos circundantes.

2.119
CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA (1/4)

5 6
1
3

2 4

Alavanca de selecção 1 Arranque do motor Patilhas de mudança de


P: estacionamento Com a alavanca de velocidades  1 na velocidade 5 e 6
R: marcha atrás posição P, ligue o motor. Consoante o veículo, é possível utilizar
N: ponto-morto Para sair da posição P, é imperativo as patilhas 5 e 6 para mudar de relação
D: andamento para a frente automático que carregue no pedal de travão antes quando a alavanca se encontrar na po-
(modo automático) de premir o botão de destravamento 2. sição D.
L: modo "Low" (consoante o veículo) 5: mudar para uma relação inferior.
Prima o pedal de travão (o indicador 3 6: mudar para uma relação superior.
O visor  4 no quadro de instrumentos no visor apaga-se) e retire a alavanca
informa-o sobre a posição da alavanca Não é possível aceder às posições P,
da posição P. N, L e R através das patilhas.
de velocidades engrenada 1.
A engrenagem da alavanca na posi-
Nota: prima o botão 2 para: ção D ou R só deve ser feita com o
– sair da posição P; veículo parado, o pé no travão e o
– passar da posição D; L ou N para R pedal do acelerador levantado.
ou P;
– passar da posição D para L.

2.120
CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA (2/4)
Condução em modo Condução em modo manual
automático Ao conduzir na posição D, é possí-
Engrene a alavanca 1 na posição D. vel passar para o modo de condução
manual utilizando as patilhas 5 e 6 no
Na maioria das condições de circula- volante. Consoante o veículo, estão
ção, não terá que tocar mais na ala- disponíveis dois modos de condução
vanca: as mudanças de relação ocor- manual:
rerão sozinhas, na devida altura e no
regime conveniente do motor, porque o – um modo manual “temporário”, o 7
«automatismo» tem em conta a carga qual pode ser utilizado para forçar
do veículo, o perfil da estrada e o estilo uma mudança de relação através de
de condução escolhido. uma breve pressão numa das pa-
tilhas. O modo de condução D e a
Condução económica relação engrenada serão apresenta-
Em estrada, deixe sempre a alavanca dos no quadro de instrumentos.
na posição D porque, desta forma, se Nota: a caixa de velocidades regres-
mantiver o pedal do acelerador pouco sará ao modo D automaticamente se Nota: para regressar ao modo auto-
premido, as mudanças de relação ocor- a relação engrenada não for a ideal mático, efetue uma pressão longa na
rerão automaticamente num regime de ou se as patilhas não forem utiliza- patilha direita. O modo automático D
motor mais baixo. das durante um determinado pe- é apresentado no quadro de instru-
ríodo de tempo. mentos.
Acelerações e ultrapassagens Em todos os casos:
– um modo manual permanente ati-
Prima a fundo o pedal do acelerador vado efetuando uma pressão longa – para passar a mudanças inferiores,
(até ultrapassar o ponto duro do pedal). em qualquer uma das patilhas. O prima a patilha esquerda;
modo de condução M e a relação – para passar a mudanças superiores,
Isso provocará, na medida das pos-
engrenada serão apresentados no prima a patilha direita.
sibilidades do motor, uma redução
para a relação de caixa mais ade- visor 7 no quadro de instrumentos. Nota: Consoante o visor, os testemu-
quada às circunstâncias.
nhos + e - ou e sugerirão
o engrenamento de uma relação supe-
rior ou inferior.

2.121
CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA (3/4)
Casos particulares Situações excepcionais Nota: no modo «Low», as variações
do regime do motor são contínuas e
Em determinadas condições de con- Se o tipo de piso ou as condições at-
as acelerações são mais lineares.
dução (originando, por exemplo, a pro- mosféricas (subidas acentuadas, des-
teção do motor, o funcionamento do cidas acentuadas súbitas, neve, areia No sentido de evitar a paragem do
sistema de Controlo de estabilidade di- ou lama profundas) dificultarem a per- motor a temperaturas muito baixas,
nâmica: ESC, etc.), o sistema automa- manência no modo automático, conso- aguarde alguns segundos antes de de-
tizado poderá mudar automaticamente ante o veículo, será aconselhável: sengrenar a posição P ou N e de en-
de relação. grenar a alavanca na posição D, R ou
– em veículos equipados com patilhas
L.
Da mesma forma, para evitar «mano- no volante:
bras erradas», a passagem a determi- – mudar para o modo manual atra-
nada relação pode ser recusada pelo vés das patilhas. Esta ação permite
«automatismo»; neste caso, a afixação evitar as frequentes mudanças de
pisca durante alguns segundos para o velocidade impostas pelo “automa-
avisar desse facto. tismo” e obter uma boa travagem-
motor em caso de descida acen-
tuada.
– em veículos não equipados com pa-
tilhas no volante:
Na subida, para permanecer – utilizar a ativação do modo «Low»,
parado, não deixe o pé no acelera- a uma velocidade inferior a 50 km/h,
dor. ao circular em pisos com fraca ade-
Risco de sobreaquecimento da rência (neve, lama, etc.), ao subir
caixa de velocidades automática. um declive ou ao travar com motor
numa descida. Para tal, coloque a
alavanca na posição L.
Verifique se o testemunho
P no quadro de instrumen-
tos está ativado antes de
sair do veículo.
Risco de perda de imobilização
do veículo.

2.122
CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA (4/4)
Paragem do veículo Periodicidade de manutenção
Quando o veículo estiver imobilizado, Consulte o documento de manutenção
mantenha o pé no pedal de travão e co- do seu veículo ou consulte um repre-
loque a alavanca na posição P: a caixa sentante da marca para verificar se a 8
de velocidades fica em ponto-morto e caixa de velocidades automática ne-
as rodas motrizes são travadas meca- cessita de uma manutenção periódica.
nicamente pela transmissão. Se não necessitar de manutenção, não
Certifique-se de que o travão de mão será necessário repor o óleo ao nível. 9
automático é acionado.
Anomalia de funcionamento
– em andamento, se a mensagem
«Mandar verificar cx. velocidades»
Por segurança, nunca des- for apresentada no quadro de instru-
ligue a ignição antes do veí- mentos, indicará uma avaria.
culo estar completamente Consulte um representante da
parado. Ao arrancar, se a alavanca estiver blo-
marca, logo que possível; queada em P ao carregar no pedal do
– em andamento, se a mensa- travão (por exemplo, no caso de uma
gem «Sobreaquecimento cx. avaria na bateria), será possível libertar
velocidades»for apresentada no a alavanca para desbloquear as rodas
Em caso de colisão na quadro de instrumentos, pare assim motrizes. Para tal, desencaixe a base
parte inferior do veículo du- que possível para deixar a caixa de do fole e prima o botão 9 premindo si-
rante uma manobra (por velocidades arrefecer até ao desa- multaneamente o botão 8 na alavanca
exemplo, contacto com parecimento da mensagem; para a desbloquear e coloque a trans-
um pilarete, um passeio mais ele- missão na posição N.
vado ou qualquer outro mobiliário – resolução de problemas num veí-
urbano) poderá danificar o veículo culo com caixa de velocidades au- Consulte, logo que possível, um repre-
(por exemplo, deformação de um tomática ➥ 5.35. sentante da marca.
eixo).
Para evitar o risco de acidente,
mande verificar o seu veículo num
representante da marca.

2.123
Chamada de emergência (1/3)
Se o veículo assim estiver equipado,
o sistema de chamada de emergência
permitirá ligar de forma automática ou
manual para os serviços de emergên-
cia em caso de acidente ou doença, de
modo a reduzir o tempo de resposta
dos serviços de emergência. 3
Se utilizar a função de chamada de
emergência para reportar um acidente 2
que tenha testemunhado, tal implicará
parar, se as condições de circulação
o permitirem, de modo a permitir que
os serviços de emergência localizem o 1
seu veículo e, como tal, a localização
5
4
do acidente reportado.
Respeite a legislação local. 1 Testemunho de funcionamento do Uma chamada é realizada da seguinte
sistema: forma:
– verde: operacional – a chamada para os serviços de
Utilize a chamada de emergência (rede disponível); emergência é estabelecida;
apenas em caso de emergência – apagado: inoperacional
se estiver envolvido ou testemu- (rede indisponível); – enviar dados relacionados com o in-
nhar um acidente ou caso se sinta – vermelho: anomalia cidente matrícula do veículo, hora
doente. de funcionamento; local da chamada, últimas posições,
– verde intermitente: chamada em direção do veículo, etc.;
curso. – comunicação de voz com os servi-
Em caso de acidente, se a 2 Luz avisadora de modo automático; ços de emergência;
localização e as condições 3 Botão SOS;
4 Microfone; – se necessário, é realizada uma cha-
de circulação o permitirem, mada para a assistência de emer-
permaneça perto do veí- 5 Altifalante.
gência.
culo, de modo a poder responder
rapidamente à central de atendi- A chamada de emergência dispõe de
mento, se necessário. dois modos:
– modo automático;
– modo manual.
2.124
Chamada de emergência (2/3)
Modo automático No caso de um acionamento inadver-
Se o testemunho do modo automá- tido, é possível cancelar a chamada
tico 2 for apresentado a verde, tal con- premindo o botão  3 durante aproxi-
firmará que o sistema automático está madamente 2 segundos antes da rea-
ativo. lização da chamada para a central de
atendimento.
A chamada de emergência é automa-
ticamente iniciada no caso de um aci- 3 Após o estabelecimento de uma cha-
dente que tenha solicitado a ativação mada, apenas a central de atendi-
do equipamento de proteção (pré-ten- 2 mento pode realizar a chamada.
sores dos cintos de segurança, airbag, Modo de teste
etc.). (consoante a legislação local)
1 O modo de teste está exclusivamente
reservado a representantes da marca
de modo a verificar se a funcionalidade
Modo Manual de chamada de emergência funciona
corretamente.
A chamada de emergência é realizada
da seguinte forma: Para ativar o modo de teste:

– efetuando uma pressão longa no – efetue uma pressão breve no botão 3


botão  3 durante, pelo menos, três por três vezes;
segundos; – aguarde aproximadamente 15 se-
ou gundos;

– premindo o botão 3 cinco vezes no – efetue uma pressão breve no botão 3


espaço de dez segundos. por três vezes.
A saída do modo de teste é automática.

2.125
Chamada de emergência (3/3)

O sistema funciona com uma bate-


ria dedicada. A vida útil da bateria
é de aproximadamente quatro anos
(o testemunho  1 acende-se a ver- Sem a funcionalidade de chamada
melho para o informar quando a ba- de emergência, o sistema não será
teria se aproximar do fim da respe- rastreável e não estará sob cons-
tiva vida útil). tante vigilância. Os dados são apa-
Consulte um representante da gados automática e constante-
marca. mente e o sistema apenas memo-
rizará as últimas três posições do
veículo.
No sentido de garantir a De acordo com a legislação parti-
1 sua segurança e o correto cular do país em questão, os dados
funcionamento do sistema, apenas são enviados no caso de
todas as intervenções reali- uma chamada de emergência. Os
Anomalia de funcionamento zadas na bateria (remoção, desliga- dados enviados para a central de
Em alguns casos, a chamada de emer- mento, etc.) devem ser realizadas atendimento são tratados de acordo
gência poderá não funcionar (por por um profissional qualificado. com a legislação de proteção de
exemplo, bateria com pouca carga). Risco de queimaduras por cho- dados em vigor no país em que
Se o sistema detetar uma anomalia de ques elétricos. o veículo se encontra. O sistema
funcionamento, o testemunho 1 acen- apenas memoriza dados do histó-
Respeite imperativamente a perio- rico de atividade durante 13 horas.
der-se-á a vermelho durante mais de cidade de substituição mencionada
30 minutos. Consulte um representante no documento de manutenção sem O proprietário do veículo tem o di-
da marca, logo que possível; a ultrapassar. reito de aceder aos seus dados.
O proprietário pode solicitar a cor-
O tipo da bateria é específico. reção, eliminação ou bloqueio dos
Certifique-se de que a bateria é dados.
substituída por um tipo idêntico.
Chame um representante da marca.

2.126
Capítulo 3: Conforto

MULTI-SENSE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.2
Arejadores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.4
Aquecimento, ar condicionado manual. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.6
Ar condicionado automático . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.10
Ar condicionado: informações e conselhos de utilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.14
Equipamentos multimédia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.16
Elevador elétrico de vidros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.18
Palas de sol. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.20
Iluminação interior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.21
Arrumações no habitáculo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.24
Tomada de acessórios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.29
Apoios de cabeça traseiros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.30
Banco traseiro: funções. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.31
Porta-bagagens. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.32
Prateleira traseira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.33
Arrumações no porta-bagagens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.34
Transporte de objetos no porta-bagagens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.35
Transporte de objetos: reboque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.36
Barras de tejadilho, defletor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.37
3.1
Multi-sense (1/2)
O sistema «MULTI-SENSE» permite Modo «Eco»
optar entre três modos de condução MULTI-SENSE O modo «Eco» concentra-se na pou-
que podem ser utilizados para controlar pança de energia. A direção é suave
a condução, a iluminação ambiente, o e a gestão do motor e da caixa de ve-
conforto e o som do motor (consoante locidades permite reduzir o consumo.
o veículo): ➥ 2.22.
– os modos «Eco» e «Sport» estão
pré-configurados e podem ser par-
cialmente personalizados (ilumina-
ção ambiente, etc.);
– o modo «My Sense» é personalizá-
vel.
Os modos de condução actuam no(a):
– assistência de direcção; Modo de Config.

– controlo eletrónico de estabilidade;


– a capacidade de resposta do motor e
da caixa de velocidades.
Os modos actuam também no(a):
– na iluminação do habitáculo e do
quadro de instrumentos;
– as informações apresentadas no
ecrã multimédia e, consoante o
modo selecionado, no painel de ins-
trumentos;
– consoante o veículo, o som do motor.

Em todos os modos, é possível al-


terar a cor da luz ambiente e repor
as predefinições. O estilo do quadro
de instrumentos apenas pode ser
As definições do motor são espe- modificado através da utilização do
cíficas de cada um dos modos de modo «My Sense».
condução e não podem ser perso-
nalizadas.

3.2
Multi-sense (2/2)
Modo «Sport»
Este modo permite uma capacidade 1
de resposta aumentada do motor e da
caixa de velocidades. A coluna de dire-
ção é mais firme.

Modo «My Sense»


Utilizando os parâmetros predefinidos
do veículo, este modo pode ser utili-
zado para configurar manualmente a 2
condução, a iluminação ambiente, o
conforto e o som do motor (consoante
o motor).

Acesso ao menu
É possível aceder ao «MULTI-SENSE»
(consoante o veículo):
– no ecrã multimédia 1;
– utilizando o interruptor 2.
Para mais informações, consulte o
manual do sistema multimédia.

Após desligar o motor, o veículo


será sempre novamente ligado no
modo «My Sense».

3.3
arejadores, entradas de ar (1/2)
3 4 5 6

2
1

1 Arejador esquerdo 9 6 Arejador lateral direito


2 Arejador de desembaciamento 7 Saídas de ar quente para os pés
do vidro lateral esquerdo do passageiro
3 Arejadores de desembaciamento 8 Bloco de comandos
do para-brisas 9 Saídas de ar quente para os pés
4 Arejadores centrais dos passageiros traseiros (con-
5 Entrada de ar para desembacia- soante o veículo)
mento do vidro lateral direito

3.4
arejadores, entradas de ar (2/2)
10 10
6

4 9

Arejadores centrais 4 e Lugares traseiros


laterais 1 e 6 (consoante a versão do veículo)
Entradas de ar quente/frio para os pés
Caudal dos ocupantes 9.
Para fechar: manobre o cursor  10 na
direção do exterior do veículo para
além do ponto de resistência.
Para abrir: manobre o cursor 10 na di-
reção do interior do veículo.

Orientação
Não introduza nada no cir-
Manobre o cursor  10 para a posição
cuito de ventilação do veí-
pretendida.
culo (por exemplo, para eli-
Não fixe qualquer objeto nos areja- minar um mau odor...).
dores (como, por exemplo, um su-
Risco de degradação ou de in-
porte de telemóvel).
cêndio.
Riscos de degradação.

3.5
Aquecimento, ventilação e ar condicionado manual (1/4)
A utilização do ar condicionado
permite:
2 3 4 5
1 6 – baixar a temperatura no interior do
habitáculo;
– desembaciar rapidamente os vidros.

Comandos Activação ou paragem do ar


(nalgumas versões do veículo) condicionado
1 Repartição do ar no habitáculo. A tecla  6 permite ativar (indicador
2 Degelo/desembaciamento do óculo aceso) ou desativar (indicador apa-
traseiro e, consoante o veículo, dos gado) o funcionamento do ar condicio-
retrovisores. nado.
3 Regulação da velocidade de ventila- A ativação não será possível se o co-
ção. mando 3 estiver na posição «0».
4 Reciclagem de ar.
5 Regulação da temperatura do ar.
6 Ar condicionado.

3.6
Aquecimento, ventilação e ar condicionado manual (2/4)
Repartição do ar no
habitáculo 1 4 6
Há cinco possibilidades de repartição
do ar. Rode o comando 1 para escolher
a sua repartição.

W O fluxo de ar é dirigido, então,


para os desembaciadores do
pára-brisas e dos vidros laterais dian-
teiros.

 O fluxo de ar é repartido entre


os desembaciadores dos
vidros laterais dianteiros, as saídas de
desembaciamento do para-brisas e os
pés dos ocupantes.

 O fluxo de ar é dirigido sobre-


tudo para os pés de todos os
ocupantes.
Activação da reciclagem do
ar
A reciclagem do ar permite:
– isolar-se do exterior (circulação em
Prima o botão  4: o testemunho inte- zonas poluídas…);

 O fluxo de ar é dirigido para os


arejadores do painel de bordo,
para os pés dos passageiros dianteiros
grado acende-se. Nestas condições,
o ar é recolhido no habitáculo e reci-
– para diminuir mais rapidamente a
temperatura do habitáculo quando o
clado, sem admissão de ar exterior. ar condicionado está ativo.
e, nalgumas versões, dos ocupantes
da segunda fila de bancos.

J O fluxo de ar é dirigido princi-


palmente para os arejadores
do painel de bordo.
Se o ar condicionado não for ativado (testemunho «A/C» no interruptor 6 des-
ligado), a utilização prolongada de ar recirculado poderá provocar o embacia-
mento dos vidros laterais e do para-brisas, assim como outros problemas devido
à presença de ar não-recirculado no habitáculo. Para evitar esta situação, a re-
circulação de ar é desativada automaticamente ao fim de um determinado perí-
odo de tempo.

3.7
Aquecimento, ventilação e ar condicionado manual (3/4)
Regulação da temperatura do
1 3 5 ar
Rode o comando 5 em função da tem-
peratura desejada. Quanto mais o
cursor estiver dentro da zona verme-
lha, mais elevada será a temperatura
do ar insuflado no habitáculo.
A utilização prolongada do ar condi-
cionado pode provocar uma sensação
de frio. Para aumentar a temperatura,
rode o comando 5 para a direita.

Regulação da velocidade de O sistema está parado: a velocidade de


ventilação ventilação do ar no habitáculo é nula,
com o veículo parado. Em andamento,
Manobre o comando  3. Quanto mais poderá sentir um fraco caudal de ar
para a direita estiver o comando, maior devido à deslocação do veículo.
será o caudal de ar insuflado no habitá-
culo. Se pretender interromper o fluxo
de ar, coloque o comando  3 na posi-
ção «0».

A utilização da posição W
comando 1 desativará a função de
no

recirculação de ar, de modo a evitar


o embaciamento do para-brisas.

3.8
Aquecimento, ventilação e ar condicionado manual (4/4)

2 3 4 5

Degelo/desembaciamento do Desembaciamento rápido


óculo traseiro Rode os comandos 1, 3 e 5 para:
Com o motor a trabalhar, prima a
tecla 2. O indicador de funcionamento
acende-se.
– desembaciamento W ;
– a velocidade da ventoinha na posi-
Esta função permite um degelo e um ção 3 ou 4;
desembaciamento rápidos do óculo – temperatura máxima.
traseiro e dos retrovisores com desem-
baciamento eléctrico (se o veículo esti- Prima o botão 4 para desativar a recir-
ver equipado com esta função). culação de ar (testemunho desligado).
Para sair desta função, prima nova-
mente a tecla 2. O testemunho apaga-
se.
Se o não fizer, o desembaciamento
parará automaticamente.

3.9
AR CONDICIONADO AUTOMÁTICO (1/4)
1 2 3 4 5 6 Regulação da velocidade de
ventilação
No modo automático, o sistema calcula
a melhor velocidade de ventilação para
atingir e manter a temperatura.
Pode ajustar sempre a velocidade de
ventilação rodando o comando 1 para
aumentar ou diminuir a velocidade de
ventilação.

Regulação da temperatura do
ar
8 7 Rode o comando 3 em função da tem-
peratura desejada.
Comandos Andamento para a frente
Quanto mais para a direita estiver
(consoante o veículo) automático virado o comando, mais elevada é a
1 Regulação da velocidade de ventila- O ar condicionado automático é um sis- temperatura.
ção. tema que garante (excepto em casos
de utilização extremos) o máximo con-
2 Função «Clear View» (desembacia- forto no habitáculo e assegura um bom
mento rápido). nível de visibilidade, com o melhor con-
3 Regulação da temperatura do ar. sumo. O sistema actua na velocidade
de ventilação, na repartição do ar, na
4 Ativação do modo automático.
reciclagem de ar e na temperatura do
5 Comando do ar condicionado. ar, para além de activar e desactivar o
6 Repartição do ar no habitáculo. ar condicionado.
7 Reciclagem de ar. AUTO: permite obter o melhor nível
de conforto de acordo com a condições
8 Degelo/desembaciamento do óculo exteriores. Prima o botão 4.
traseiro e, consoante o veículo, dos Qualquer ação realizada num botão
retrovisores. que não o botão AUTO provocará
a desativação do modo automático.

3.10
AR CONDICIONADO AUTOMÁTICO (2/4)
Função «voir clair» 2 4 6
(desembaciamento rápido)
Prima o botão  2: o testemunho inte-
grado acende-se.
Esta função permite um degelo e um
desembaciamento rápidos do pára-
brisas, do óculo traseiro, dos vidros
laterais dianteiros e dos retrovisores
exteriores (consoante o veículo). Esta
função activa automaticamente o ar
condicionado e o degelo do óculo tra-
seiro.
Prima a tecla 8 para desligar o funcio-
namento do degelo do óculo traseiro; o 8
indicador integrado apaga-se.
Para sair desta função, prima a
Modificação da repartição do
ar no habitáculo
 O fluxo de ar é dirigido para os
arejadores do painel de bordo,
para os pés dos passageiros dianteiros
tecla 2 ou 4.
Rode o comando  6. O indicador inte- e, nalgumas versões, dos ocupantes
grado na tecla selecionada acende. da segunda fila de bancos.

W O fluxo de ar é dirigido para os


desembaciadores do para-bri-
sas e dos vidros laterais dianteiros.
 O fluxo de ar é dirigido princi-
palmente para os arejadores
do painel de bordo.

 O fluxo de ar é repartido entre


os desembaciadores dos
vidros laterais dianteiros, as saídas de
 O fluxo de ar é dirigido sobre-
tudo para os pés de todos os
ocupantes.
desembaciamento do para-brisas e os
pés dos ocupantes.

3.11
AR CONDICIONADO AUTOMÁTICO (3/4)

8
Degelo/desembaciamento do Activação ou paragem do ar
óculo traseiro condicionado
Prima o botão  8: o testemunho inte- Em modo automático, o sistema co-
grado acende-se. Esta função per- manda a activação e a desactivação do
mite um rápido desembaciamento ou ar condicionado, em função das condi-
degelo do óculo traseiro e um degelo ções climatéricas.
dos retrovisores (em veículos equipa- Prima o botão  5 para desativar o ar
dos). condicionado. O testemunho integrado
Para sair desta função, prima nova- apaga-se.
mente a tecla 8. Se o não fizer, o de-
sembaciamento parará automatica-
mente.

3.12
AR CONDICIONADO AUTOMÁTICO (4/4)
Paragem do sistema
1 4
Rode o comando  1 para a posição
«OFF» para parar o sistema. Para o
ligar, rode de novo o comando 1 para
ajustar a velocidade de ventilação ou
prima a tecla 4.

7
Ativação da reciclagem Utilização manual
do ar (com isolamento do Prima o botão  7: o testemunho inte-
habitáculo) grado acende-se.
Esta função é gerida automaticamente, A utilização prolongada desta função
mas pode ser ativada manualmente. pode provocar odores, devidos ao ar
Neste caso, a ativação é confirmada não-renovado, e/ou embaciamento dos
pelo acendimento do indicador inte- vidros.
grado na tecla 7. Para evitar esta situação, a recircula-
ção de ar é desativada automatica-
mente ao fim de um determinado pe-
ríodo de tempo.

O funcionamento do ar condicio-
A utilização da função de desemba- nado provoca um aumento do con-
ciamento/degelo desativará a recir- sumo de combustível (desligue-o
culação de ar. quando já não for necessário).

3.13
Ar condicionado: informações e instruções de utilização (1/2)
Conselhos de utilização Consumo Anomalias de funcionamento
Nalgumas situações (ar condicionado Com o ar condicionado em funciona- De um modo geral, em caso de ano-
desligado, reciclagem de ar ativa, ve- mento, é normal que constate um au- malia de funcionamento, consulte um
locidade de ventilação nula ou fraca, mento no consumo de combustível (so- representante da marca.
etc.), é possível constatar o embacia- bretudo em circuitos urbanos). – Perda de eficácia do degelo, do
mento dos vidros do veículo. Nos veículos equipados com ar condi- desembaciamento ou do ar condi-
No caso de condensação, utilize a cionado sem modo automático, desac- cionado.
função «Clear View» ou a função de tive o sistema quando já não for neces- Isso pode ser devido ao filtro de ha-
desembaciamento rápido para a remo- sário. bitáculo entupido.
ver. Conselhos para reduzir o consumo – Falta de produção de ar frio.
e, consequentemente, preservar o Verifique a posição correcta dos co-
ambiente mandos e o estado dos fusíveis. Se
Circule com os arejadores abertos e estiverem correctos, desligue o sis-
os vidros fechados. Se o veículo tiver tema.
estado estacionado ao sol, mantenha
os vidros abertos durante alguns minu- Presença de água sob o
tos para deixar sair o ar quente, antes veículo
de arrancar.
Após utilização prolongada do ar con-
dicionado, é normal o aparecimento de
Manutenção água debaixo do veículo proveniente
Consulte o documento de manutenção da condensação.
do seu veículo, para conhecer a perio-
dicidade de verificação.

Não introduza nada no cir-


cuito de ventilação do veí- Não abra o circuito de
culo (por exemplo, para eli- Utilize regularmente o sistema de ar
fluido criogénico, porque
minar um mau odor...). condicionado, mesmo com tempo
é perigoso para os olhos e
Risco de degradação ou de in- frio, acionando-o, pelo menos, uma
para a pele.
cêndio. vez por mês durante aproximada-
mente 5 minutos.

3.14
Ar condicionado: informações e instruções de utilização (2/2)

A A A Ñ Tipo de fluido criogénico

 Tipo de óleo no circuito do


ar condicionado

 Produto inflamável

 Consulte o manual de utili-


zação

 Manutenção

Quantidade de fluido
x,xxx kg criogénico existente
O circuito do fluido criogénico poderá no veículo.
conter gases fluorados com efeito de
estufa. Potencial de aqueci-
Dependendo do veículo, encontrará as GWP xxxxx mento global (equiva-
Não abra o circuito de
seguintes informações na etiqueta  A lente em CO2).
fluido criogénico. O fluido
afixada o interior do compartimento do
poderá ferir os olhos ou a
motor. Quantidade em peso
pele. CO2 eq
A presença e a localização das infor- e em equivalente de
x,xx t
mações na etiqueta  A dependem do CO2.
veículo.

Antes de realizar qualquer


ação no compartimento do
motor, é imperativo desligar
a ignição. ➥ 2.4 ou ➥ 2.5.

3.15
equipamento multimédia (1/2)

A B 1 5
1 C

4 4 4

2 2

3 3
3

Sistemas multimédia A, B ou Tomadas multimédia 2 As tomadas USB podem ser igual-


rádio C mente utilizadas para recarregar aces-
Pode utilizar as tomadas USB para sórios homologados pelos nossos
A localização e o funcionamento dos aceder ao conteúdo multimédia dos Serviços Técnicos, cuja potência não
equipamentos poderão variar conso- seus acessórios e atualizar o sistema. exceda 12 watts (5 volts) por tomada.
ante o veículo. As várias fontes podem ser seleciona- A tomada JACK permite ouvir sistemas
1 Ecrã multimédia. das através do ecrã multimédia ou do áudio com o auxílio de um cabo auxi-
2 Tomadas multimédia. rádio e dos comandos sob o volante. liar.
3 Comandos sob o volante.
4 Comandos no volante.
5 Rádio.

Ligue apenas acessórios


cuja potência máxima seja
de 12 Watts.
Para mais informações, consulte o Risco de incêndio.
manual do sistema multimédia.

3.16
equipamento multimédia (2/2)

8
4

6 9

7
Comandos sob o volante 4 Microfone 8 Carregador sem fios 9
Pode utilizar os comandos de telemó- ➥ 3.24
vel mãos livres  6 e reconhecimento
vocal 7 em veículos equipados com os
mesmos.

Utilização do telemóvel
Relembramos-lhe que deve
respeitar a legislação em
vigor no país em que circula
relativamente à utilização deste tipo
de aparelhos.

3.17
elevador de vidros (1/2)
Estes sistemas funcionam com a ig-
nição ligada ou com a ignição desli-
gada até que uma porta dianteira seja
aberta (durante um período limitado a
3 minutos).

1
5 6
Responsabilidade do 2
condutor
Nunca saia do veículo com 4 3
o cartão ou a chave no inte-
rior, com uma criança, adulto não-
autónomo ou animal no interior,
ainda que seja por pouco tempo. Elevadores elétricos de
Com efeito, poderiam pôr-se em vidros impulsionais
perigo a si próprias e a outras pes- Efetue uma breve pressão ou puxe um Evite apoiar objetos num vidro en-
soas, acionando o motor ou os interruptor de vidro tanto quanto possí- treaberto: risco de danificar o eleva-
equipamentos (como, por exemplo, vel: o vidro abrirá ou fechará por com- dor de vidros.
os elevadores de vidros), ou ainda pleto. Uma ação no contactor inter-
trancar as portas. rompe o movimento do vidro.
Em caso de entalamento, prima Nota: os vidros traseiros não se abrem Segurança dos passagei-
imediatamente o contactor corres- por completo. ros
pondente para inverter o sentido de No banco do condutor, utilize o inter- O condutor pode impedir o
movimento do vidro. ruptor: funcionamento dos eleva-
Perigo de ferimentos graves. 1 para o vidro do lado do condutor; dores de vidros premindo o inter-
2 para o vidro do lado do passageiro ruptor 4. É afixada uma mensagem
dianteiro; de confirmação no quadro de instru-
3 e 5 para os passageiros traseiros. mentos;
Nos lugares dos passageiros, atue no
interruptor 6.

3.18
elevador de vidros (2/2)
Vidros elétricos impulsionais Anomalias de funcionamento
(continuação) No caso de alguma anomalia durante
Nota: se o vidro detetar uma resistên- o fecho de um vidro, o sistema passa
cia ao fechar (por exemplo, um ramo para o modo normal: puxe o interrup-
de árvore, etc.), o vidro parará e recu- tor correspondente as vezes necessá-
ará alguns centímetros. rias para fechar o vidro por completo
(o vidro subirá gradualmente), mante- 7
nha o interruptor acionado (sempre no
Fecho dos vidros à distância sentido do fecho) e, em seguida, abra
Quando as portas são trancadas a e feche o vidro por completo para reini-
partir do exterior, se premir duas cializar o sistema.
vezes o botão de trancamento na Caso seja necessário, dirija-se ao seu
porta do condutor no modo mãos representante da marca.
livres, no cartão ou, consoante o veí-
culo, na chave, todos os vidros equi-
pados com um elevador elétrico impul- Elevadores manuais de
sional se fecharão automaticamente.
vidros
Recomenda-se que o sistema só seja
Rode a manivela 7.
accionado se o utilizador estiver a ver
claramente o veículo e sem ninguém
no interior.

Ao fechar os vidros, certifique-se de que nenhuma parte do corpo


(braços, mãos, etc.) está fora do veículo.
Perigo de ferimentos graves.

3.19
pala de sol

2 1 3

Pala-de-sol dianteira
Baixa a pala de sol 1.

Espelhos de cortesia
(consoante o veículo)
Levante a tampa  2. A iluminação  3 é
automática.

Em andamento, tenha o
cuidado de fechar a tampa
do espelho de cortesia.
Risco de ferimentos.

3.20
ILUMINAÇÃO INTERIOR (1/3)

1 2 3
A
B

Luz de teto A Luz de teto B


Se manobrar a tampa  1, obterá uma Prima o interruptor  2 para o condutor
destas situações: e prima 3 para o passageiro dianteiro
– uma iluminação contínua; para ativar:

– uma iluminação comandada pelo – uma iluminação contínua;


destrancamento do veículo ou pela – uma iluminação comandada pelo
abertura de uma das portas. Esta luz destrancamento do veículo ou pela
apaga-se quando as portas estive- abertura de uma das portas. Esta luz
rem correctamente fechadas e após apaga-se quando as portas estive-
uma dada temporização; rem correctamente fechadas e após
– uma extinção imediata. uma dada temporização;
– uma extinção imediata.

3.21
ILUMINAÇÃO INTERIOR (2/3)
6
4

Luz de leitura Nota: em veículos equipados com um


(consoante o veículo) ecrã multimédia, é possível utilizar o
ecrã multimédia para ativar/desativar
Prima o interruptor 4, 5 ou 6 para ativar:
as luzes de leitura que se acendem
– uma iluminação contínua; com a abertura das portas ou do porta-
– uma extinção imediata. bagagens. ➥ 1.88.

3.22
ILUMINAÇÃO INTERIOR (3/3)

7
8

Luz do porta-luvas Luz de porta-bagagens


Consoante o veículo, a luz 7 acende-se A luz  8 acende-se quando se abre o
quando a tampa é aberta. porta-bagagens.

O destrancamento e a abertura das


portas ou do porta-bagagens pro-
voca o acendimento temporizado
das luzes interiores do veículo.

3.23
ARRUMAÇÕES NO HABITÁCULO (1/5)

Porta-objectos de portas Compartimento de arrumação Porta-objetos de painel de


dianteiras 1 aberto 2 bordo 3
Pode transportar uma garrafa de Abrir e afastar a tampa para aceder ao
1,5 litros. compartimento de arrumação

Não coloque objectos


Não coloque nenhum ob- duros, pesados ou pon-
jecto sobre o piso (sob o tiagudos que ultrapassem
banco do condutor) porque, o espaço disponível ou
em caso de travagem fiquem em má posição, nos espa-
brusca, poderia deslizar para de- ços de arrumação «abertos», sob
baixo dos pedais e obstar à sua uti- pena de serem projectados sobre
lização. os ocupantes, em caso de curva ou
de travagem brusca.

3.24
ARRUMAÇÕES NO HABITÁCULO (2/5)

Arrumação na pala de sol 4 Compartimento de arrumação


Este local pode ser utilizado para pren- da consola central/zona de
der os talões da autoestrada, mapas... carga por indução 5
Para mais informações sobre a zona
de carga por indução, consulte as ins-
truções do sistema multimédia.

Não coloque objectos


duros, pesados ou pon-
tiagudos que ultrapassem
o espaço disponível ou
fiquem em má posição, nos espa-
ços de arrumação «abertos», sob
pena de serem projectados sobre
os ocupantes, em caso de curva ou
de travagem brusca.

3.25
ARRUMAÇÕES NO HABITÁCULO (3/5)

6
7

Compartimento de arrumação
do apoio de braço central 7
Levantar a tampa do apoio de braço
deslizante 6.

3.26
ARRUMAÇÕES NO HABITÁCULO (4/5)

9 10 11

Porta-bebidas 9 Porta-bebidas 10 Porta-luvas do lado do


Faça deslizar 8 para aceder ao porta- Este equipamento pode ser utilizado passageiro
bebidas. para guardar um cinzeiro portátil, lata Para abrir, puxe a pega 11.
O porta-bebidas está equipado com de bebida, etc.
Neste porta-luvas, podem ser guarda-
ganchos de retenção para manter as dos documentos com formato A4, uma
bebidas na devida posição. garrafa de água, etc.

Quando curvar, acelerar ou Não coloque objectos


travar, verifique se o reci- duros, pesados ou pon-
piente instalado no porta-- tiagudos que ultrapassem
bebidas não transborda. o espaço disponível ou
Risco de ferimentos, se o líquido fiquem em má posição, nos espa-
estiver quente, ou de verter. ços de arrumação «abertos», sob
pena de serem projectados sobre
os ocupantes, em caso de curva ou
de travagem brusca.

3.27
ARRUMAÇÕES NO HABITÁCULO (5/5)

14
13

12

Porta-objetos de porta Bolsas porta-objetos dos Pega de cortesia 14


traseira 12 bancos traseiros 13 Serve para se segurar durante a
viagem.
Não a utilize para se apoiar ao subir ou
ao descer do veículo.

Não coloque objectos


duros, pesados ou pon-
tiagudos que ultrapassem
o espaço disponível ou
fiquem em má posição, nos espa-
ços de arrumação «abertos», sob
pena de serem projectados sobre
os ocupantes, em caso de curva ou
de travagem brusca.

3.28
Tomada de acessórios

Tomada de acessórios 1
Pode utilizar a tomada 1. Esta tomada
destina-se a ligar acessórios homolo-
gados pelos nossos serviços técnicos.

Ligue apenas acessórios


cuja potência máxima seja
de 120 Watts (12 V).
Quando são utilizadas
várias tomadas de acessórios ao
mesmo tempo, a potência total dos
acessórios ligados não deverá ex-
ceder os 180 watts.
Risco de incêndio.

3.29
APOIOS-DE-CABEÇA TRASEIROS

Posição de utilização Para repor o apoio de cabeça A posição totalmente em baixo


apenas serve para a arrumação. Só
Faça subir totalmente o apoio-de-ca- Coloque as hastes no respetivo aloja- deve ser utilizada se o banco não esti-
beça, para o utilizar na posição mais mento e pressione o apoio de cabeça ver ocupado.
alta possível. Assegure-se do seu cor- para baixo até bloquear para colocá-lo
recto travamento. na posição mais elevada. Assegure-se
do seu correto travamento.
Para retirar o apoio-de-
cabeça Posições de rebatimento 2 do
Faça subir completamente o apoio de apoio de cabeça
cabeça, prima depois o botão 1 e retire Prima o botão 1 e baixe completamente O apoio-de-cabeça é
o apoio de cabeça. o apoio-de-cabeça. um elemento de segu-
rança. Utilize-o em todas
as deslocações e na po-
sição correcta. A parte superior do
apoio-de-cabeça deve ficar o mais
próxima possível da parte superior
da cabeça.

3.30
BANCO TRASEIRO: funcionalidades
Para voltar a colocar o encosto, pro-
ceda no sentido inverso.
Coloque o encosto e encaixe-o contra
o suporte.
B

Aquando da reposição do
encosto, assegure-se do
seu correcto travamento.
A 1 Em caso de utilização de
capas de bancos, assegure-se de
que estas não impedem o trava-
mento correcto do encosto.
Verifique a posição correcta dos
Para rebater o encosto cintos de segurança.
Volte a aplicar os apoios-de--ca-
Verifique se os bancos dianteiros estão
beça.
suficientemente avançados.
Baixe totalmente os apoios-de-cabeça.
Posicione os cintos de segurança nos
respectivos passadores A.
Por segurança, efectue
Prima o botão 1 e baixe o encosto B. estas regulações com o
veículo parado.

Durante as manipulações
dos bancos traseiros, ve-
rifique se nada impede o
Antes de qualquer manipulação do funcionamento das fixa-
encosto, coloque o cinto na guia de ções (parte do corpo, animal, areia,
cinto A para evitar que se deteriore. pano, brinquedo...).

3.31
Porta-bagagens
2

3
1

Para abrir Abertura manual das portas


Prima o botão 1 para abrir a tampa do pelo interior
porta-bagagens alguns centímetros. Se a tampa de porta-bagagens não se
Levante a tampa do porta-bagagens. destrancar, pode fazê-lo manualmente
pelo interior:

Para fechar – baixe o(s) encosto(s) do banco tra-


seiro para aceder ao porta-baga-
Baixe a tampa do porta-bagagens utili- gens;
zando, num primeiro tempo, a pega in- É interdita a fixação de
terior 2. – insira uma esferográfica ou um ob- qualquer dispositivo de
jecto semelhante na cavidade  3 e transporte (porta-bicicle-
faça deslizar o conjunto conforme tas, caixa bagageira, etc.)
indicado no desenho; apoiado sobre a tampa do porta-ba-
– empurre a tampa de porta-baga- gagens. Para montar um dispositivo
gens, para a abrir. de transporte no seu veículo, con-
tacte um Representante da marca.

3.32
Prateleira traseira

A
2

Para retirar Versões société


– Desencaixe os dois cordões  1 na Solte as fixações  3 de cada lado da
tampa do porta-bagagens; mesa e retire-a depois pela porta tra-
– levante a prateleira 2 para a desen- seira.
caixar (movimento A); Para o repor, proceda no sentido in-
– puxe a mesa na sua direcção. verso ao da extração

Para a colocar de novo, proceda no


sentido inverso.

Não coloque objetos pesa-


dos ou duros sobre a pra-
teleira. Em caso de trava-
gem brusca ou de acidente,
esses objetos poderão constituir
um perigo para os ocupantes do ve-
ículo.

3.33
ARRUMAÇÕES NO PORTA-BAGAGENS

1
1 2
2
3

Piso móvel 1 Posição intermédia Posição de arrumação


Com a posição bloqueada, permite Permite aumentar o volume de arruma-
Posição piso plano aceder às ferramentas que se encon- ção no porta-bagagens.
Permite nivelar o piso rebatendo o en- tram sob o tapete do porta-bagagens. – Extraia o piso móvel 1;
costo do banco traseiro e comparti- – Extraia o piso móvel 1;
mentar o porta-bagagens em dois es- – coloque-o no porta-bagagens sob a
paços distintos. – coloque-o no porta-bagagens, fa- calha 2.
zendo-o deslizar por trás da calha 2.
O piso móvel está posicionado sobre a Gancho porta-sacos 3
calha 2.
Peso máximo por gancho: 5 kg.

Carga admitida no piso móvel: 100


kg, uniformemente repartidos.

3.34
TRANSPORTE DE OBJECTOS NO PORTA-BAGAGENS
Coloque sempre os objectos de modo a
que os maiores fiquem apoiados:

– o encosto do banco traseiro, para


cargas normais (exemplo A); A
1 1

– os encostos dos bancos dianteiros


com os encostos traseiros rebatidos, B
como no caso de cargas máximas
(exemplo B).

Coloque sempre os objec-


Se desejar transportar objectos sobre o tos mais pesados direc-
encosto rebatido, antes de o rebater, é tamente sobre o piso do
imperativo que retire o apoio-de-cabeça compartimento de carga.
para que o encosto possa encostar-se o Utilize, se o veículo estiver equi-
mais possível ao assento. pado, os pontos de retenção  1 si-
tuados no piso do porta-bagagens.
A colocação dos objectos a trans-
portar deve ser feita de modo a que
nenhum possa ser projectado sobre
os ocupantes, em caso de travagem
brusca. Aplique os cintos de segu-
rança dos lugares traseiros, mesmo
que não estejam a ser utilizados.

3.35
TRANSPORTE DE OBJECTOS: atrelagem

Carga admitida na lança de rebo-


que, massa máxima de reboque
Dimensão máxima A: 762 mm.
com e sem travões: ➥ 6.8.
escolha e colocação de atrela-
gem
Peso máximo do equipamento de
reboque:
– 10 kg num veículo com pré-equi-
pamento de reboque;
– 28 kg num veículo sem pré-equi-
pamento de reboque.
Para a montagem e conhecer as
condições de utilização, consulte as Se a lança de reboque tapar a
instruções de montagem do equipa- placa de matrícula ou a luz de ne-
mento. voeiro atrás do veículo, deve retirá-
la quando não reboca.
Guarde este manual junto dos
outros documentos do veículo. Em qualquer situação, respeite a le-
gislação local.

3.36
BARRAS DE TEJADILHO, DEFLETOR
Precauções de utilização
1
Manipulação da tampa de porta-ba-
gagens A
Antes de manipular a tampa de porta-
-bagagens, verifique se os objectos
e/ou os acessórios (porta-bicicletas,
porta--bagagens de tejadilho...) monta-
dos sobre as barras de tejadilho estão
correctamente montados e fixos; o
espaço por eles ocupado não deve in-
terferir com o bom funcionamento da
tampa de porta-bagagens.

Acesso aos pontos de Deflector A


fixação
Abra as portas, para aceder aos encai-
xes de fixação 1. Para escolher o equipamento adap-
tado ao seu veículo, aconselhamo-
-lo a consultar um representante da
marca.
Para a montagem das barras e para
saber quais as condições de utiliza- É interdita a fixação de
Se as barras de tejadilho ção, consulte as instruções de mon- qualquer dispositivo de
de origem, e homologa- tagem do fabricante. transporte (porta-bicicle-
das pelos nossos serviços tas, caixa bagageira, etc.)
Guarde este manual junto dos apoiado sobre o defletor. Para
técnicos, forem fornecidas outros documentos do veículo.
com parafusos, utilize-os exclusiva- montar um dispositivo de trans-
mente para a fixação das barras de Carga admitida no porta-baga- porte no seu veículo, contacte um
tejadilho neste veículo. gens de tejadilho ➥ 6.8. Representante da marca.

3.37
3.38
Capítulo 4: Manutenção

Capô . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.2
Nível do óleo de motor: generalidades. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.4
Nível do óleo do motor: reposição ao nível, enchimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.5
Mudança do óleo do motor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.6
Níveis:. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.7
líquido de refrigeração do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.7
líquido de travões. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.8
reservatório lava-vidros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.9
Filtros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.9
Pressão dos pneus. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.10
Bateria. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.12
Manutenção da carroçaria. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.14
Manutenção das guarnições interiores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.17
4.1
CAPÔ (1/2)

3
1
2

Para abrir o capô, abra uma porta e Destrancamento de Abertura do capô


puxe a alavanca 1, situada no lado es- segurança do capô Levante o capô e liberte a vareta 5 do
querdo do painel de bordo.
Para desbloquear, empurre a patilha 2 respetivo suporte 6 utilizando a pega 4.
e levante simultaneamente o capô. Para sua segurança, é extremamente
importante fixar a vareta na peça de
retenção 3 do capô.
Antes de realizar qualquer
ação no compartimento do Aquando de intervenções
motor, é imperativo desligar perto do motor, proceder
a ignição. ➥ 2.4 ➥ 2.5. com cuidado porque pode
estar quente. Além disso,
o motoventilador pode entrar em Aquando de intervenções
funcionamento a qualquer instante. no compartimento do motor,

Evite apoiar-se no capô: O testemunho  no comparti-


mento do motor informa-o desta si-
assegure-se de que a haste
de limpa-vidros está na po-
risco de fecho involuntário sição parado.
do capô. tuação.
Risco de ferimentos. Risco de ferimentos.

4.2
CAPÔ (2/2)

Certifique-se do correcto
trancamento do capô.
Assegure-se de que nada
impede o trancamento
(areia, pano…).

Fecho do capô
Depois de qualquer inter-
Antes de fechar o capô, verifique se
venção no compartimento
não ficou nada esquecido dentro do
do motor, assegure-se que
compartimento do motor.
não se esquece de nada
Ao fechar o capô, volte a colocar a (pano, ferramentas...).
vareta suporte  5 na sua fixação  6. Estes podem danificar o motor ou
Segure o capô pela parte central dian- provocar um incêndio.
teira e acompanhe-o até 30 cm da po-
sição de fecho. Largue-o. Fechar-se-á
por ação do seu próprio peso.

Em caso de choque, ainda


que ligeiro, contra a grelha
frontal ou o capô, mande
verificar, logo que possível,
o sistema de trancamento do capô
num representante da marca.

4.3
NÍVEL DE ÓLEO DE MOTOR: generalidades
Um motor consome óleo para lubrifica-
ção e refrigeração das peças móveis,
B Reabastecimento
e é normal fazer ligeiros acréscimos A óleo do motor
entre duas mudanças de óleo.
Utilize um funil ou proteja a
No entanto, se após o período de roda-
zona do bocal de enchimento para
gem os acréscimos de óleo forem su- B
evitar o derrame de óleo do motor
periores a 0,5 litros por cada 1 000 km,
A numa parte quente do comparti-
consulte um representante da marca.
mento do motor ou numa zona sen-
Periodicidade: verifique regular- B C sível (por exemplo, componentes
mente o nível do óleo e, sobre- elétricos).
tudo, sempre que inicie uma grande A Risco de incêndio.
viagem, para não correr o risco de
danificar o motor.

Leitura do nível do óleo Ultrapassagem do nível


A leitura, para ser válida, deve ser feita – Retire a vareta e limpe-a com um máximo do óleo do motor
com o veículo em piso horizontal e pano limpo e sem pelos; O nível máximo de enchi-
após paragem prolongada do motor. – introduza-a ao máximo (para os veí- mento B nunca deverá ser
Para saber exatamente o nível do culos equipados com o «bujão de ultrapassado em qualquer circuns-
óleo e assegurar-se de que o nível nível»  C, aperte completamente o tância: tal poderia danificar o motor
máximo não foi ultrapassado (perigo bujão); e o sistema antipoluição. Se o nível
de danificar o motor), é imperativo – retire novamente a vareta; máximo for ultrapassado, não
utilizar a vareta. – verifique o nível: nunca deve estar acione o motor do seu veículo e
O alerta no quadro de instrumentos abaixo de «mín.» A, nem acima de chame um representante da marca.
afixa-se apenas quando o óleo atinge «máx.» B.
o nível mínimo. Depois de ler o nível, insira a vareta até
ao batente ou aperte totalmente o bu-
jão-vareta.
Antes de realizar qualquer
ação no compartimento do
motor, é imperativo desligar
a ignição. ➥ 2.4 ou ➥ 2.5.

4.4
NÍVEL DO ÓLEO DO MOTOR: mudança de óleo, abastecimento, esvaziamento (1/2)

2
1
1 2 1
2

Mudança do óleo/acréscimos – desaperte o bujão 1;


O veículo deve estar em piso hori- – reponha o nível (a título de informa-
zontal, com o motor parado e frio (por ção, a capacidade entre as marcas
exemplo, antes do primeiro arranque «mini» e «maxi» da vareta 2 é de 0,9
do dia). a 2 litros, consoante o motor);
– aguarde cerca de 20 minutos para Reabastecimento
permitir o escoamento do óleo;
Antes de realizar qualquer óleo do motor
ação no compartimento do – verifique o nível com a vareta 2 (tal
como foi indicado anteriormente). Utilize um funil ou proteja a
motor, é imperativo desligar
zona do bocal de enchimento para
a ignição. ➥ 2.4 ou ➥ 2.5. Depois de ler o nível, insira a vareta até evitar o derrame de óleo do motor
ao batente ou aperte totalmente o bu- numa parte quente do comparti-
jão-vareta. mento do motor ou numa zona sen-
sível (por exemplo, componentes
elétricos).
Nunca ultrapasse o nível «máx.» e
não se esqueça de repor o bujão 1 Risco de incêndio.
e a vareta 2.

4.5
NÍVEL DO ÓLEO DO MOTOR: mudança de óleo, abastecimento, esvaziamento (2/2)

Enchimento: aquando de Em caso de descida anormal ou re-


acréscimos, tenha cuidado petida do nível do óleo, consulte um
para não derramar óleo representante da marca.
2 sobre as peças do motor
(risco de incêndio). Não se esqueça
de fechar correctamente o bujão; Ultrapassagem do nível
caso contrário, poderá haver risco máximo do óleo do motor
1 de incêndio provocado por projec-
ção de óleo sobre as peças quentes O nível máximo de enchi-
do motor. mento nunca deve ser ultra-
passado: risco de danificar o motor
e o catalisador.
Se o nível máximo for ultrapassado,
Aquando de intervenções não acione o motor do seu veí-
no compartimento do motor, culo e chame um representante da
Mudança do óleo do motor assegure-se de que a haste marca.
Periodicidade: consulte o documento de limpa-vidros está na po-
de manutenção do seu veículo. sição parado.
Risco de ferimentos.
Capacidade de mudança de óleo
Consulte o documento de manutenção Não deixe o motor a tra-
do seu veículo ou contacte um repre- balhar num local fechado,
sentante da marca. Verifique sempre o Aquando de intervenções porque os gases de escape
nível de óleo de motor com auxílio da perto do motor, proceder são tóxicos.
vareta, como explicado anteriormente com cuidado porque pode
(nunca deverá estar abaixo do mínimo, estar quente. Além disso,
ou acima do máximo da vareta). o motoventilador pode entrar em
funcionamento a qualquer instante.
Qualidade do óleo do motor
Consulte o documento de manutenção
O testemunho  no comparti-
mento do motor informa-o desta si-
Mudança de óleo do
motor: se tiver de efectuar
esta operação com o motor
do seu veículo. tuação. quente, tenha cuidado para
Risco de ferimentos. não se queimar com o óleo.

4.6
NÍVEIS, FILTROS (1/3)
Periodicidade da verificação do nível Periodicidade de substituição
Verifique regularmente o nível do Consulte o documento de manutenção
líquido de refrigeração (a falta de lí- do seu veículo.
quido de refrigeração poderá provocar
graves danos no motor).
Se for necessário acrescentar óleo,
1 utilize apenas produtos homologados
pelos nossos serviços técnicos que ga-
rantem:
– uma protecção anticongelante; Aquando de intervenções
no compartimento do motor,
– protecção anticorrosão do circuito assegure-se de que a haste
de refrigeração. de limpa-vidros está na po-
sição parado.
Risco de ferimentos.

 Líquido de refrigeração
Com o motor parado e em piso horizon-
tal, o nível a frio deve estar compreen-
dido entre as marcas «MINI» e «MAXI»
no reservatório de líquido de refrigera- Em caso de descida anormal ou re-
ção 1. petida do nível do óleo, consulte um
Complete o nível a frio, antes que representante da marca.
atinja a marca «MINI».

Quando o motor estiver


Antes de realizar qualquer quente, não faça interven-
ação no compartimento do ções no circuito de refrige-
motor, é imperativo desligar ração.
a ignição. ➥ 2.4 ou ➥ 2.5. Risco de queimaduras.

4.7
NÍVEIS, FILTROS (2/3)
Nível 2
Normalmente, o nível baixa à medida
que as pastilhas de travões se vão
desgastando, mas nunca deve estar
abaixo da cota de alerta «MINI».
Se pretender verificar pessoalmente o
estado de desgaste dos discos e dos
tambores, consulte o documento expli-
cativo do método de verificação dispo-
nível na Rede ou no sítio Web do cons-
2 trutor.

Enchimento
Sempre que se proceda a intervenções
no circuito hidráulico, o líquido deve ser
substituído por um especialista.
 Líquido de travões Utilize imperativamente produtos ho-
mologados pelos nossos serviços téc-
Deve ser verificado com frequência e
sempre que sinta uma diferença, ainda nicos (em embalagem virgem).
que ligeira, na eficácia do sistema de
travagem. Periodicidade de substituição

A verificação do nível efectua-se com o Consulte o documento de manutenção


do seu veículo. Aquando de intervenções
motor parado e em piso horizontal. perto do motor, proceder
com cuidado porque pode
estar quente. Além disso,
o motoventilador pode entrar em
funcionamento a qualquer instante.

Em caso de descida anormal ou re-


O testemunho  no comparti-
mento do motor informa-o desta si-
petida do nível do óleo, consulte um tuação.
representante da marca. Risco de ferimentos.

4.8
NÍVEIS, FILTROS (3/3)
Líquido Filtros
Produto limpa-vidros. No Inverno, uti- A substituição dos vários filtros (filtro
lize um produto anticongelante. Utilize de ar, filtro de partículas, filtro de gasó-
produtos recomendados por um repre- leo...) está prevista nas operações de
sentante da marca. manutenção do seu veículo.
Nota: não utilize água potável (risco de Periodicidade de substituição dos
danos na bomba de ferragem, depósi- filtros: consulte o documento de ma-
tos de calcário na bomba e nos jatos). nutenção do seu veículo.
3 Jatos
Para regular a altura dos jatos do lava-
vidros do para-brisas, dirija-se a um re-
presentante da marca.
Aquando de intervenções
no compartimento do motor,

 Reservatório de lava-
vidros dianteiro
assegure-se de que a haste
de limpa-vidros está na po-
sição parado.
Risco de ferimentos.
Enchimento
Com o motor parado, abra a tampa 3.
introduza o líquido, até o ver, e volte a
colocar a tampa Aquando de intervenções
perto do motor, proceder
Nota: verifique o nível do reservatório com cuidado porque pode
com regularidade e reponha o líquido estar quente. Além disso,
ao nível antes de realizar uma viagem. o motoventilador pode entrar em
funcionamento a qualquer instante.
Antes de realizar qualquer
ação no compartimento do
motor, é imperativo desligar
O testemunho  no comparti-
mento do motor informa-o desta si-
a ignição. ➥ 2.4 ou ➥ 2.5. tuação.
Risco de ferimentos.

4.9
Pressões de enchimento dos pneus (1/2)
Veículo equipado com um avisador
de perda da pressão dos pneus
Se a pressão for insuficiente (furo, pres- A
são insuficiente, etc.), o testemunho
 será apresentado no quadro de
instrumentos. ➥ 2.32. B

C D E
C D E
A
F

Etiqueta A B: dimensão dos pneus que equipam


o veículo.
Para a ler, abra a porta do condutor.
C: velocidade de circulação prevista.
As pressões de enchimento devem ser
verificadas com os pneus frios. D: pressão de enchimento dos pneus
dianteiros.
Caso a verificação das pressões não
possa ser efectuada com os pneus E: pressão de enchimento dos pneus
frios, é necessário acrescentar às traseiros.
pressões indicadas entre 0,2 e 0,3 bars F: pressão de enchimento da roda so-
(ou 3 PSI). Nunca tire pressão a um bressalente.
pneu quente.

4.10
Pressões de enchimento dos pneus (2/2)
Segurança dos pneus e montagem
Veículos utilizados em de correntes: para mais informações
plena carga (Massa sobre as condições de manutenção e,
Máxima Autorizada em consoante a versão do veículo, a utili-
Carga) e com reboque zação de correntes. ➥ 5.11.
A velocidade máxima deve ser limi- Para a sua segurança e o
tada a 100 km/h e a pressão dos respeito da legislação em
pneus deve ser aumentada em vigor.
3 psi ➥ 6.8.
Quando houver necessi-
Risco de rebentamento de pneus. dade de substituição, recomenda-
se que monte no seu veículo pneus
da mesma marca, do mesmo tipo,
da mesma dimensão e da mesma
estrutura.
Devem: ter uma capacidade de
carga e uma capacidade de ve-
locidade, pelo menos, igual aos
pneus de origem, ou correspon-
der às recomendações de um re-
presentante da marca.
O incumprimento destas instruções
pode colocar a sua segurança em
causa e invalidar a conformidade do
seu veículo.
Risco de perda de controlo do
veículo.

4.11
BATERIA (1/2)
Nalgumas versões, um sistema veri-
fica continuamente o estado de carga
da bateria. Se esta diminuir, a mensa-
gem «Modo salvaguarda bateria» será
apresentada no quadro de instrumen-
1 tos seguida de «Bateria fraca ligar o
motor». Neste caso, ponha o motor a
trabalhar e a mensagem no quadro de
instrumentos desaparece.
Nota: a mensagem «Modo salvaguarda
bateria» poderá ser apresentada ao fim
de 5 a 30 minutos de utilização do ve-
ículo com o motor parado de modo a
avisar o utilizador que as funções que
consumam energia (iluminação interior,
rádio, navegação, ventilação, alimenta-
A bateria 1 não necessita de manuten- ção de acessórios, etc.) poderão ser Antes de realizar qualquer
ção. Não deverá abri-la ou acrescen- desativadas automaticamente. ação no compartimento do
tar qualquer fluido. motor, é imperativo desligar
A carga da sua bateria pode diminuir a ignição. ➥ 2.4 ➥ 2.5.
sobretudo se utilizar o seu veículo:
Manobre a bateria com – em pequenos trajectos;
precaução, porque contém – em circulação urbana;
ácido sulfúrico que não – quando a temperatura baixa;
deve entrar em contacto – após utilização prolongada de ele- Aquando de intervenções
com os olhos ou a pele. Se isso mentos consumidores (rádio…) com perto do motor, proceder
acontecer, lave a zona atingida com o motor parado. com cuidado porque pode
água abundante. Se necessário, estar quente. Além disso,
consulte um médico. o motoventilador pode entrar em
funcionamento a qualquer instante.
Mantenha todos os elementos da
bateria longe de chamas ou de qual-
quer ponto incandescente: risco de
O testemunho  no comparti-
mento do motor informa-o desta si-
explosão. tuação.
Risco de ferimentos.

4.12
BATERIA (2/2)

2 3 4 Substituição da bateria
A
Dado a complexidade desta operação,
aconselhamo-lo a que mande efectuála
num representante da marca.

2
7 6 5
Etiqueta A
Respeite as indicações apresentadas
na bateria:
– 2 chama viva interdita e proibido
fumar;
– 3 protecção obrigatória dos olhos;
– 4 manter as crianças afastadas;
– 5 matérias explosivas;
– 6 consultar o manual;
– 7 matérias corrosivas.
A bateria é específica, de-
vendo, por isso, substituí-la
por uma com as mesmas
características. Consulte
um representante da marca.

4.13
Manutenção da carroçaria (1/3)
Um veículo bem cuidado permite ser O que deve fazer Respeitar as leis locais sobre lavagem
conservado durante mais tempo. É de veículo (por ex.: não lavar o veículo
assim aconselhável cuidar regular- Lavar frequentemente o veículo, com na via pública).
mente do exterior do veículo. o motor parado, utilizando os cham-
pôs seleccionados pelos nossos servi- Manter uma certa distância dos outros
O seu veículo beneficia de técnicas ços (nunca produtos abrasivos). Lave veículos no caso de estrada com gravi-
de anticorrosão avançadas. Não está, prévia e abundantemente com o jacto: lha, para evitar danificar a pintura.
contudo, menos sujeito à acção de – produtos resinosos caídos das árvo- Fazer ou mandar fazer rapidamente os
vários parâmetros. res ou poluições industriais; retoques na pintura, para evitar a pro-
– a lama nas cavas-de-rodas e na pagação da corrosão.
Agentes atmosféricos corrosivos parte inferior da carroçaria, onde
– poluição atmosférica (cidades e forma pastas húmidas; Não deixe de fazer visitas periódicas,
zonas industriais), – excrementos de aves que produ- porque o seu veículo beneficia de uma
– salinidade da atmosfera (zonas zem uma reacção química na pin- garantia anticorrosão. Consulte o docu-
marítimas, sobretudo em tempo tura, levando a uma acção desco- mento de manutenção do veículo.
quente), lorante rápida, podendo mesmo Onde for necessário limpar os elemen-
– condições climatéricas sazonais e provocar a decapagem da pintura; tos mecânicos, dobradiças... É impera-
higrométricas (sal espalhado pelas É imperativo lavar imediatamente tivo protegê-los de novo com uma pul-
ruas no Inverno, água de lavagem o veículo para remover estas man- verização de produtos homologados
de ruas, etc.). chas, pois será impossível fazê-las pelos nossos Serviços Técnicos.
desaparecer por simples polimento;
Incidentes de circulação – o sal, sobretudo nas cavas-de-rodas
Agressões abrasivas e na superfície inferior da carroçaria,
Poeiras atmosféricas, areia, lama, gra- depois de andar em regiões onde
vilha projectada pelos outros veículos... foram espalhados produtos ou resí-
duos químicos.
Impõe-se um mínimo de precauções
para se proteger contra estes riscos. Retire regularmente os resíduos vege-
tais (resina, folhas, etc.) do veículo.

Seleccionámos produtos de manu-


tenção que poderá encontrar nas
boutiques da marca.

4.14
Manutenção da carroçaria (2/3)
O que não deve fazer
Lavar o veículo ao sol ou com tempera- Desengordurar ou limpar
turas negativas. com aparelhos de lim-
peza de alta pressão ou
Raspar lamas ou sais sem humidifica- pulverização de produtos
ção prévia. não-homologados pelos
Deixar acumular sujidades exteriores. nossos serviços técni-
Deixar aumentar a ferrugem a partir de cos:
pequenas esfoladelas acidentais. – componentes mecânicos (por exem-
plo: compartimento do motor);
Tirar manchas com solventes não se- – parte inferior da carroçaria;
leccionados pelos nossos serviços téc- – peças com dobradiças (por exem-
nicos, que podem atacar a pintura. plo: dentro das portas);
Circular na neve e lama sem lavar o – plásticos exteriores pintados (por
veículo, particularmente nas cavas-de- exemplo: para-choques).
rodas e na parte inferior da carroçaria. Essa utilização pode provocar oxida-
ções ou maus funcionamentos.

4.15
Manutenção da carroçaria (3/3)
Particularidade dos veículos Passagem sob um pórtico de Limpar os faróis, sensores e
com pintura mate lavagem câmaras
Este tipo de pintura necessita de deter- Reponha a haste de limpa-vidros na Utilize um pano macio ou algodão. Se
minadas precauções. posição de repouso. ➥ 1.105. Verifique isso não bastar, utilize um pano macio
a fixação dos acessórios exteriores, (ou algodão) ligeiramente embebido
O que deve fazer luzes adicionais e retrovisores e certifi- em água com sabão e, em seguida,
Lavar manualmente o veículo com que-se de que fixa com fita adesiva as limpe com um pano macio ou algodão.
muita água e com um pano macio ou escovas de limpa-vidros. Seque delicadamente com um pano
uma esponja macia... Se o veículo estiver equipado com chi- macio.
cote de antena do rádio, retire-o. Não utilizar produtos de limpeza com
O que não deve fazer álcool nem utensílios (por exemplo:
Não se esqueça de retirar a fita-ade-
Utilizar produtos à base de cera (poli- siva e de repor o chicote da antena, um raspador).
mento). depois de terminar a lavagem.
Esfregar de demasiado intenso.
Passar o veículo sob um pórtico de la-
vagem.
Colar autocolantes na pintura (risco de
marcas).

Lavar o veículo com


um dispositivo de lim-
peza de alta pressão.

4.16
MANUTENÇÃO DAS GUARNIÇÕES INTERIORES (1/2)
Um veículo bem cuidado permite con- Vidros do painel de bordo Têxteis (bancos, guarnição
servá-lo durante mais tempo. É assim (por exemplo, quadro de instrumentos, de portas...)
aconselhável cuidar regularmente do relógio, visor da temperatura exterior,
interior do veículo. etc.) Aspire regularmente os têxteis.
Uma nódoa deve ser sempre tratada Utilize um pano macio ou algodão. Nódoa líquida
rapidamente. Se isso não bastar, utilize um pano
Utilize uma solução de água e sabão.
Qualquer que seja a origem da nódoa, macio (ou algodão) ligeiramente em-
utilize uma solução de água fria com bebido em água com sabão e, em se- Absorva ou enxugue ligeiramente
sabão natural (eventualmente tépida). guida, limpe com outro pano macio ou (nunca esfregar) com a ajuda de um
algodão húmidos. pano macio, lave e absorva o exce-
O emprego de detergentes (deter- Seque delicadamente com um pano dente.
gentes para loiça, produtos em pó, macio.
produtos à base de álcool...) é total- Nódoa sólida ou pastosa
mente interdito. Não utilize produtos com álcool e/ou
fluidos de vaporização na área. Retire imediatamente e com cuidado
Utilize um pano macio. o excedente de matéria sólida ou pas-
Lave e absorva o excesso de produto. tosa com uma espátula (do rebordo
Cintos de segurança para o centro, para evitar espalhar a
Devem conservar-se sempre limpos. nódoa).
Painel frontal multimédia Utilize os produtos selecionados pelos Limpe como é indicado para uma
A manutenção do ecrã poderá depen- nossos Serviços Técnicos (Boutique da nódoa líquida.
der do tipo de equipamento multimé- marca) ou água tépida com sabão apli-
cada com uma esponja. Em seguida, Particularidade de bombons,
dia. Para mais informações, consulte o pastilha elástica
manual do sistema multimédia. seque com um pano.
Nunca limpe os cintos de segurança Coloque um cubo de gelo sobre a
com lixívia ou produtos químicos. nódoa para a cristalizar e proceda de
seguida como é indicado para uma
nódoa sólida.

Para ver todos os conselhos de ma-


nutenção interior e/ou em caso de
resultado insatisfatório, consulte o
representante da marca.

4.17
MANUTENÇÃO DAS GUARNIÇÕES INTERIORES (2/2)
Desmontar/montar os O que não deve fazer
equipamentos amovíveis Posicionar objetos como, por exem-
montados de origem no plo, ambientadores, perfumes, etc. nos
veículo arejadores, dado que poderão danifi-
car a guarnição do painel de bordo.
Se tiver de retirar os equipamentos
amovíveis para limpar o habitáculo
(por exemplo, os tapetes), verifique se
os recoloca sempre correctamente e
Utilizar equipamentos
do lado certo (os tapetes do condutor
de limpeza de alta pres-
devem ser colocados no lado do con-
são ou sprays no inte-
dutor...) e se os fixa utilizando os ele-
rior do habitáculo:
mentos fornecidos com o equipamento
(por exemplo, os tapetes do condutor sem cuidados de utilização, esses
devem ser fixados sempre com a ajuda aparelhos poderiam, entre outras si-
dos elementos de fixação pré-instala- tuações, prejudicar o bom funciona-
dos). mento dos componentes elétricos e
Com o veículo parado, verifique sempre eletrónicos presentes no veículo.
se nada impede a condução (obstáculo
no curso dos pedais, calcanhar preso
no tapete, etc.).

4.18
Capítulo 5: Conselhos práticos

Furo, roda sobressalente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.2


Kit de enchimento dos pneus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.4
Ferramentas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.7
Tampão de roda, roda. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.8
Substituição de rodas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.9
Pneus (segurança dos pneus, rodas, utilização invernal). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.11
Faróis dianteiros (substituição das lâmpadas) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.14
Luzes traseiras e mínimos (substituir lâmpadas) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.15
Pisca-piscas laterais (substituição de lâmpadas). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.17
Iluminação interior: substituição de lâmpadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.18
Chave de telecomando: pilha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.20
Cartão: pilha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.22
Bateria. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.24
Pré-equipamento rádio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.27
Acessórios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.28
Fusíveis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.29
Escovas de limpa-vidros: substituição. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.33
Reboque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.35
Anomalias de funcionamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.37
5.1
FURO, RODA SOBRESSALENTE (1/2)
Em caso de furo Se a roda sobressalente for sempre a mesma durante muitos anos,
Consoante a versão do veículo, pode mande-a verificar por um técnico para que esteja sempre em condições
dispor de um kit de enchimento de e não apresente perigo de utilização.
pneus ou de uma roda sobressalente
Veículo equipado com uma roda sobressalente diferente das outras
(consulte as páginas seguintes).
quatro rodas:
Veículo equipado com um avisador
– Nunca monte mais de uma roda sobressalente no mesmo veículo.
de perda da pressão dos pneus
– Substitua logo que possível a roda sobressalente por uma roda idêntica à de
Se a pressão for insuficiente (furo, pres-
origem.
são insuficiente, etc.), o testemunho
 será apresentado no quadro de
instrumentos. ➥ 2.32.
– Durante a utilização (que deve ser temporária) da roda sobressalente, a velo-
cidade do veículo não deve ultrapassar o valor indicado na etiqueta colada na
roda.
– A montagem da roda sobressalente pode modificar o comportamento habitual
do veículo. Evite acelerações e desacelerações brutais e reduza a velocidade
ao curvar.
– Se tiver de utilizar correntes de neve, monte a roda sobressalente no eixo tra-
seiro e verifique as pressões dos pneus.

Em caso de estacionamento na berma da estrada, deve avisar os outros


utentes da estrada da presença do seu veículo com um triângulo de pré-
sinalização ou com outros dispositivos exigidos pela legislação local do
país em que se encontra.

5.2
FURO, RODA SOBRESSALENTE (2/2)

1 1 1 1
2
B
A 3
D
4
C

Roda sobressalente – extraia o bloco de ferramentas 4;


Para o retirar: – remova a roda sobressalente (A
– abra o porta-bagagens; ou B, consoante o veículo).
– consoante o veículo, levante o piso
móvel e o tapete do porta-baga-
gens 1;
– remova a tampa 2 do bloco de ferra-
mentas 4, fazendo-a deslizar (movi-
mento C ou D);
– desaperte a fixação central  3 (si- Em veículos equipados com roda
tuada, consoante o veículo, por sobressalente  B, a roda com o
baixo do macaco) no sentido contrá- pneu furado não pode ser guardada
rio ao dos ponteiros do relógio; no local da roda sobressalente  B.
O bloco de ferramentas 4 deve ser
retido com a fixação central  3 e o
pneu furado deve ser colocado no
porta-bagagens.

5.3
KIT DE ENCHIMENTO DE PNEUS (1/3)

Não utilize o kit de enchi- O kit está homologado para


B mento, se o pneu estiver encher apenas pneus de
deteriorado depois de ter veículos que disponham,
rolado com um furo. de origem, deste equipa-
Por conseguinte, examine cuidado- mento.
A samente os flancos do pneu antes Nunca deverá servir para encher
de utilizar o kit. pneus de qualquer outro veículo ou
Não se esqueça que rolar com objectos insufláveis (bóia, barco,
pneus pouco cheios, ou mesmo etc.).
vazios (ou com furo) prejudica a sua Evite derrames sobre a pele ao ma-
segurança e pode tornar o pneu ir- nusear o produto de reparação. No
reparável. entanto, se isto acontecer, lave a
Esta reparação é provisória. zona atingida com água abundante.

Um pneu que tenha tido um furo Nunca deixe o kit de reparação ao


deve ser sempre examinado (e re- alcance de crianças.
O kit foi concebido para
reparar bandas de rola- parado, se tal for possível) por um Não abandone a garrafa vazia,
mento  A de pneus danifi- especialista, no mais curto espaço nem a junte ao lixo doméstico.
cadas por objectos com di- de tempo. Entregue--a a um representante da
mensão inferior a 4 milímetros. Não Quando mandar substituir um pneu marca ou a um organismo habili-
repara todos os tipos de furos, como que tenha sido reparado com este tado na sua reciclagem.
sejam cortes com mais de 4 milíme- kit, deve informar o reparador desse A garrafa tem uma duração de
tros e golpes no flanco B do pneu… facto. vida limitada inscrita no seu rótulo.
Assegure-se também de que a jante Em andamento, é possível que Verifique a data de validade.
está em bom estado. sinta uma ligeira vibração originada Dirija-se a um representante da
Não retire o objecto causador do pela presença do produto injectado marca para substituir o tubo de en-
furo, se ainda estiver no pneu. no pneu. chimento e a garrafa de produto de
reparação.

5.4
KIT DE ENCHIMENTO DE PNEUS (2/3)
Com o motor a trabalhar e o travão Se, após 15 minutos, não for pos-
de estacionamento accionado, sível obter uma pressão mínima de
– Desligue eventuais acessórios pre- 1,8 bar, isso significa que a repara-
viamente ligados às tomadas de ção do pneu não é viável. Não pros-
acessórios do veículo; siga viagem e chame um represen-
– consulte as informações sobre o tante da marca.
compressor do kit de enchimento
situado no porta-bagagens do veí-
culo e siga as instruções;
– encher o pneu com a pressão preco-
nizada ➥ 4.10;
1 – no máximo 15 minutos depois, pare
2 o enchimento para ler a pressão (no Antes de utilizar o kit, imo-
manómetro 2); bilize o veículo em local su-
Nota: durante o esvaziamento da ficientemente afastado da
garrafa (aproximadamente 30 se- zona de circulação, active
Consoante o veículo, em caso de furo, gundos), o manómetro  2 indicará o sinal de perigo e active o travão-
utilize o kit situado no porta-bagagens brevemente uma pressão de 6 bar -de-mão. Peça aos ocupantes que
ou sob o tapete do porta-bagagens. e, em seguida, a pressão diminuirá; saiam do veículo e se mantenham
Veículo equipado com um avisador afastados da via de circulação.
– ajuste a pressão: para aumentar,
de perda da pressão dos pneus continue o enchimento com o kit.
Se a pressão for insuficiente (furo, pres- Para reduzir, prima o botão 1.
são insuficiente, etc.), o testemunho
 será apresentado no quadro de
instrumentos. ➥ 2.32.
Em caso de estaciona-
mento na berma da es-
trada, deve avisar os outros
utentes da estrada da pre-
sença do seu veículo com um tri-
ângulo de pré-sinalização ou com
outros dispositivos exigidos pela
legislação local do país em que se
encontra.

5.5
KIT DE ENCHIMENTO DE PNEUS (3/3)
– Arranque imediatamente e circule a
uma velocidade compreendida entre
20 e 60 km/h de modo a distribuir
3 uniformemente o produto pelo pneu;
depois de percorrer uma distância
de 3 km, pare e verifique a pressão.
– Se a pressão for superior a 1,3 bar, Atenção: um pipo de vál-
mas inferior à pressão recomendada vula em falta ou mal aper-
(consulte a etiqueta afixada na ex- tado pode prejudicar a es-
tremidade da porta do condutor), tanqueidade do pneu e
ajuste-a. Caso contrário, contacte ocasionar perdas de pressão.
um concessionário aprovado: o pneu Adquira pipos de válvulas idênticos
não pode ser reparado. aos de origem que, quando utiliza-
dos, devem ser bem apertados.
Precauções de utilização do
Quando o pneu estiver devidamente kit de enchimento de pneus:
cheio, remova o conjunto: desaperte O kit não deve funcionar mais de 15 mi-
lentamente o adaptador de enchimento nutos consecutivos. Se circular com uma roda
do recipiente 3, de modo a evitar a pro- A garrafa deve ser substituída após a reparada com o kit de en-
jeção de produto, e armazene o reci- primeira utilização, mesmo que ainda chimento, é imperativo
piente numa embalagem de plástico tenha líquido no seu interior. que não percorra mais de
para evitar fugas de produto. 200  km. Além disso, reduza a sua
– Cole a etiqueta de aviso (localizada velocidade e, em qualquer caso,
sob a garrafa) num local bem visível não ultrapasse os 80 km/h. A eti-
para o condutor, no painel de bordo. queta colada no painel de bordo
– Guarde o kit. contém esta recomendação.
em caso de travagem
– No fim da primeira operação de en- Consoante o país ou a legislação
brusca, estes objetos
chimento, o pneu continua a esva- local, um pneu reparado com o kit
podem deslizar para baixo
ziar, pelo que é imperativo circular de enchimento de pneus deve ser
dos pedais e impedir à sua
para colmatar o furo. substituído.
utilização.

5.6
FERRAMENTAS
Macaco 2
2 Contraia completamente o macaco
antes de o colocar no respectivo aloja-
mento (tenha o cuidado de posicionar
A bem a manivela).
B
Chave de tampão 3
D Permite retirar os tampões de roda.
1
3
C Guia de parafuso de roda 4
Para concluir a acção de desaperto ou
4 iniciar o aperto dos parafusos de roda.
5
Anel de reboque 5
A presença das ferramentas no bloco Chave de rodas 1 ➥ 5.35
de ferramentas depende do veículo. Permite bloquear ou desbloquear os
O bloco de ferramentas A está situado parafusos da roda e o anel de rebo-
no compartimento, sob o tapete de que 5.
porta-bagagens.
Remova a tampa B do bloco de ferra-
mentas  A, fazendo-a deslizar (movi-
mento  C ou  D). Depois de utilizar as
ferramentas, certifique-se de que são
corretamente arrumadas. Nunca deixe ferramentas soltas no veículo: podem ser projetadas du-
rante uma travagem. Depois de as utilizar, guarde as ferramentas no
Assegure o correto posicionamento respetivo suporte e arrume-o corretamente no seu lugar: risco de feri-
e bloqueio (movimento  C ou  D) da mentos.
tampa B.
Se a roda sobressalente for fornecida com parafusos, deverá utilizá-los exclusi-
vamente para a roda sobressalente.
O macaco destina-se à mudança de rodas. Em caso algum deverá ser utilizado
para proceder a um reparação ou para aceder à parte inferior do veículo.

5.7
TAMPÃO DE RODA, RODA

A
1
2
C
B
D
Extraia-o com a chave de tampão 1 (si-
tuada no bloco de ferramentas) introdu-
zindo o gancho no orifício previsto na
proximidade da válvula 2.
Para o repor, oriente-o em relação à
válvula  2. Pressione os ganchos de
fixação começando pelo lado da vál-
vula A, depois B e C, e termine no lado
oposto ao da válvula D.
Nunca deixe ferramentas
soltas no veículo, porque
podem ser projectadas
aquando de uma travagem.
Depois de as utilizar, guarde as fer-
ramentas no respectivo suporte e
arrume-o no seu lugar, para evitar o
risco de ferimentos.

5.8
MUDANÇA DE RODA (1/2)
Veículos equipados com Comece por apertar manualmente o
macaco e chave de rodas macaco, posicionando a placa de apoio
do macaco  4 na ranhura ligeiramente
Se tiver tampão, retire-o. vincada sob o veículo, situada entre os
Desaperte os parafusos da roda com a dois entalhes 5 no sentido da seta 3.
4 5 1 chave de rodas 1. Coloque-a de modo Continue a apertar para assentar corre-
a que o esforço seja exercido de cima tamente a base (ligeiramente reentrada
para baixo. sob o veículo e alinhada verticalmente
3 Coloque o macaco 2 horizontalmente. com a cabeça do macaco).
A cabeça do macaco deve ficar ali- Dê algumas voltas para levantar a roda
nhada com a embaladeira mais pró- do solo.
xima da roda em questão e indicada
2 pela seta 3.

Active o sinal de perigo. Se o veículo não estiver equipado


Imobilize o veículo afastado com macaco nem chave de rodas...,
da via de circulação, em pode adquiri-los num representante
solo plano e consistente. da marca.
Active o travão-de-mão e engrene
uma mudança (primeira ou mar-
chaatrás), ou coloque a alavanca Em caso de estaciona-
na posição P (para os veículos com mento na berma da es-
caixa de velocidades automática). trada, deve avisar os outros
Peça aos ocupantes que saiam do utentes da estrada da pre-
veículo e se mantenham afastados sença do seu veículo com um tri-
da zona de circulação. ângulo de pré-sinalização ou com
outros dispositivos exigidos pela
legislação local do país em que se
encontra.

5.9
MUDANÇA DE RODA (2/2)
Desaperte os parafusos e retire a roda. Veículo equipado com um avisador
Coloque a roda sobressalente no cubo de perda da pressão dos pneus
central e rode-a para fazer coincidir os Se a pressão for insuficiente (furo, pres-
furos de fixação da roda e do cubo. são insuficiente, etc.), o testemunho
Aperte os parafusos assegurando que
a roda está bem encostada ao cubo.
 será apresentado no quadro de
instrumentos. ➥ 2.32.
Baixe o macaco.
Com as rodas no solo, aperte forte-
mente os parafusos e, logo que pos-
sível, mande verificar o aperto dos pa-
rafusos e a pressão de enchimento da
roda sobressalente. Nunca deixe ferramentas
soltas no veículo, porque
podem ser projectadas
aquando de uma travagem.
Depois de as utilizar, guarde as fer-
ramentas no respectivo suporte e
arrume-o no seu lugar, para evitar o
risco de ferimentos.
Se a roda sobressalente for forne-
cida com parafusos, deverá utilizá-
los exclusivamente para a roda so-
bressalente.
O macaco destina-se à mudança de
Em caso de furo, substitua rodas. Em caso algum deverá ser
a roda o mais rapidamente utilizado para proceder a qualquer
possível. intervenção sob o veículo.
Um pneu que tenha tido um
furo deve ser sempre examinado (e
reparado, se necessário) por um es-
pecialista.

5.10
PNEUS (1/3)
Segurança pneus – rodas Logo que o relevo do piso se des-
Os pneus, sendo o único meio de liga- gaste até ao nível das bossas-testemu-
ção entre o veículo e a estrada, devem nhos, estas tornam-se visíveis 2: é,
ser mantidos em bom estado. então, necessário substituir os pneus,
2 dado que a profundidade dos sulcos
Deve respeitar, imperativamente, as é apenas de cerca de 1,6 mm, no
normas previstas no código da estrada. máximo, o que significa má aderên-
cia em estradas molhadas e estar no
limite da legalidade.
1 Um veículo sobrecarregado, longos
percursos em auto-estrada, particular-
mente com muito calor, e condução fre-
quente em maus caminhos concorrem
para a deterioração mais rápida dos
pneus e influem na segurança.
Manutenção dos pneus
Os pneus devem estar em bom estado
e os sulcos devem apresentar-se com
profundidade suficiente; os pneus ho-
mologados pelos nossos Serviços
Técnicos incluem avisadores de des-
gaste 1 que são constituídos por bos-
sas-testemunhos incorporadas nos
sulcos do piso.
Os incidentes de condução,
tais como «toques no pas-
seio», podem causar danos
nos pneus e nas jantes,
para além de desafinações no trem
dianteiro ou no trem traseiro. Neste
caso, mande verificar o seu estado
num representante da marca.

5.11
PNEUS (2/3)
Pressões de enchimento As pressões devem ser verificadas a Veículo equipado com um avisador
frio: não tenha em conta pressões altas de perda da pressão dos pneus
É importante que respeite as pressões
que possa atingir com temperatura ele- Se a pressão for insuficiente (furo, pres-
dos pneus (incluindo a da roda so-
vada ou após percurso efectuado a alta são insuficiente, etc.), o testemunho
bressalente). Devem ser verificadas,
velocidade. é necessário acrescentar
em média, uma vez por mês e antes
de cada grande viagem (consulte a
às pressões indicadas entre  será apresentado no quadro de
instrumentos. ➥ 2.32.
etiqueta colada no enquadramento da Caso a verificação das pressões não
porta do condutor). possa ser efectuada com os pneus
frios, é necessário acrescentar às Roda sobressalente
pressões indicadas de 0,2 a 0,3 bars
(ou 3 PSI). ➥ 5.2, ➥ 5.9.
Nunca tire pressão a um pneu
quente. Troca de rodas
Pressões insuficientes Esta prática não é aconselhada.
provocam um desgaste
prematuro e um aqueci-
mento anormal dos pneus,
com todas as consequências que
daí possam advir no plano da segu-
rança:
– aderência deficiente;
– perigo de rebentamento ou de
desvulcanização. Atenção: um pipo de vál-
A pressão dos pneus depende da vula em falta ou mal aper-
carga e da velocidade de utiliza- tado pode prejudicar a es-
ção do veículo. As pressões devem tanquicidade do pneu e
ser ajustadas em função das con- provocar perdas de pressão.
dições de utilização (consulte a eti- Adquira sempre pipos de válvulas
queta colada no enquadramento da idênticos aos de origem e aperte-os
porta). correctamente.

5.12
PNEUS (3/3)
Substituição dos pneus Precauções invernais Pneus de «neve» ou de «borracha
térmica»
Correntes
Aconselhamo-lo a equipar as quatro
Por razões de segurança, é formal- rodas do veículo com a mesma quali-
mente interdito montar correntes no dade de pneus, para preservar o mais
eixo traseiro. possível a sua capacidade de aderên-
A montagem de pneus de dimensões cia.
superiores às de origem impossibilita Atenção: chamamos a atenção para o
a utilização de correntes. facto destes pneus terem, por vezes,
Para a sua segurança e o um sentido de rodagem e um índice de
respeito da legislação em Pneus unidirecionais velocidade máxima que pode ser infe-
vigor. rior à velocidade máxima que o seu ve-
Um pneu unidirecional apenas pode
Quando houver necessi- ser montado num sentido. É necessá- ículo pode atingir.
dade de substituir, recomenda-se rio respeitar esse sentido. Pneus com pregos
que monte no seu veículo pneus da
Se for necessário montar um pneu uni- Este tipo de pneus só pode ser utili-
mesma marca, do mesmo tipo, da
direcional no sentido oposto ao da rota- zado durante um período limitado e de-
mesma dimensão e da mesma es-
ção na sequência de um furo, conduza finido pela legislação local. É necessá-
trutura.
com cuidado, particularmente em piso rio respeitar a velocidade imposta pela
Estes devem ter um índice de ca- molhado, dado que as especificações legislação em vigor.
pacidade de carga e de veloci- do pneu não serão as adequadas.
dade idêntico ao dos pneus ori- Estes pneus devem equipar, no
ginais, pelo menos, ou ser os mínimo, as duas rodas dianteiras.
índices recomendados por um
representante da marca.
O incumprimento destas instruções
pode colocar a sua segurança em
causa e invalidar a conformidade do
seu veículo.
A montagem de correntes Em qualquer dos casos, consulte
Risco de perda de controlo do no veículo só é possível um representante da marca, que
veículo. em pneus de dimensões saberá aconselhar a escolha dos
idênticas às de origem. equipamentos que melhor se adap-
tam ao seu veículo.

5.13
FARÓIS: substituir as lâmpadas
Luzes de nevoeiro dianteiras/
luzes direcionais LED 3
(consoante o veículo)
2 Consulte um representante da marca.
1
Faróis adicionais
Se pretende equipar o seu veículo com
faróis «de nevoeiro», consulte um re-
presentante da marca.
3

Pisca-piscas/médios/
máximos LED 1
Consulte um representante da marca.

Luzes de dia/mínimos LED 2


(consoante o veículo) Qualquer intervenção (ou
modificação) no circuito
Consulte um representante da marca. eléctrico deve ser reali-
zada num representante
da marca, porque uma ligação in-
correcta poderia provocar a de-
terioração da instalação eléctrica
(cablagem, órgãos, em particular o
alternador) e porque, além disso,
dispõe das peças necessárias às
adaptações.

5.14
LUZES TRASEIRAS E LATERAIS: substituição das lâmpadas (1/3)

1 2
3

Mínimo/luz de stop LED 1 – pelo exterior, desencaixe o bloco de Para montar


farolins puxando para trás; Para efetuar a reposição, proceda cui-
Consulte um representante da marca.
– remova o casquilho 4 desapertando- dadosamente no sentido inverso para
o um quarto de volta e, em seguida, não danificar a cablagem.
Pisca-piscas 5 substitua a lâmpada.
– Abra o porta-bagagens; Tipo de lâmpada: WY16W.
– extraia a guarnição 2;
– desaperte a porca 3;

As lâmpadas estão sob


De acordo com a legislação local
pressão e podem estalar
ou por precaução, obtenha num re-
durante a extracção.
presentante da marca uma caixa de
Risco de ferimentos. emergência com um conjunto de
lâmpadas e outro de fusíveis.

5.15
LUZES TRASEIRAS E LATERAIS: substituição das lâmpadas (2/3)

7
6 9
8

Luzes de nevoeiro e luzes de Farolim superior de stop 7 Luzes da placa de matrícula 8


marcha-atrás 6 Consulte um representante da marca. – Desencaixe a luz premindo a lin-
Consulte um representante da marca. gueta 9;
– retire a tampa da luz para aceder à
lâmpada.
Tipo de lâmpada: W5W.

As lâmpadas estão sob


pressão e podem estalar
durante a extracção.
Risco de ferimentos.

5.16
LUZES TRASEIRAS E LATERAIS: substituição das lâmpadas (3/3)

11

10

Luzes LED da placa de Pisca-piscas laterais LED 11


matrícula 10 (consoante o veículo)
(consoante o veículo) Consulte um representante da marca.
Consulte um representante da marca.

As lâmpadas estão sob


pressão e podem estalar
durante a extracção.
Risco de ferimentos.

5.17
ILUMINAÇÃO INTERIOR: substituição de lâmpadas (1/2)

1 2
1

Luz de tecto Luzes de leitura 2


Luz de teto equipada com Consulte um representante da marca.
difusores 1
Desencaixe a tampa, com uma chave
de fendas.
Retire a lâmpada.
Tipo de lâmpada: W5W.

As lâmpadas estão sob


pressão e podem estalar
durante a extracção.
Risco de ferimentos.

5.18
ILUMINAÇÃO INTERIOR: substituição de lâmpadas (2/2)

4
3

Luz de porta-bagagens Luz do porta-luvas Luzes dos espelhos de


Desencaixe (com o auxílio de uma Desencaixe (com o auxílio de uma cortesia 5
chave de fendas) a luz  3 premindo a chave de fendas) a luz  4 premindo a Consulte um representante da marca.
lingueta do lado esquerdo da luz. lingueta do lado esquerdo da luz.
Retire a lâmpada em causa. Retire a lâmpada em causa. Iluminação ambiente
Tipo de lâmpada: W5W. Tipo de lâmpada: W5W. Consulte um representante da marca.

5.19
Chave de telecomando: pilha: pilha (1/2)

2
1

Substituição da pilha Nota: aquando da substituição da


pilha, não toque no circuito electrónico
Abra a caixa pela ranhura 1 com uma gravado na tampa da chave.
chave de fendas ou uma ferramenta
semelhante e substitua a pilha 2, res- Aquando da reposição, assegure-se de
peitando o tipo e a polaridade gravados que a tampa está bem encaixada e o
no fundo da tampa. parafuso corretamente apertado.

Quando for necessário pro-


ceder à respetiva substitui- As pilhas estão disponíveis num re-
ção, certifique-se de que presentante da marca e a sua du-
utiliza um tipo de pilha idên- ração de vida é de, aproximada-
tico ou equivalente (consulte um re- mente, dois anos.
presentante da marca). Observar se não há sinais de tinta
na pilha: risco de mau contacto
eléctrico.

5.20
Chave de telecomando: pilha: pilha (2/2)
Anomalia de funcionamento
Se a pilha estiver demasiado fraca para
assegurar o funcionamento correto,
continuará a ser possível ligar o motor
e trancar/destrancar o veículo ➥ 1.13.

Não junte as pilhas gastas ao lixo Precauções referentes às


doméstico; entregue-as a um orga- pilhas:
nismo habilitado a efectuar a reci- – m antenha as pilhas
clagem de pilhas. (novas ou usadas) fora
do alcance das crianças;
– não ingira pilhas;
Aquando da substituição: Risco de queimaduras quími-
– certifique-se de que as cas que poderão revelar-se
pilhas são corretamente fatais.
inseridas. – em caso de ingestão ou inserção
Risco de explosão. em qualquer zona do corpo, con-
sulte um médico assim que pos-
– se a tampa não fechar correta- sível.
mente, não utilize o equipamento
e mantenha-o fora do alcance
das crianças.

5.21
Cartão: pilha (1/2)

A
As pilhas estão disponíveis num re-
presentante da marca e a sua du-
ração de vida é de, aproximada-
mente, dois anos. Observar se não
há sinais de tinta na pilha: risco de
mau contacto eléctrico.
2

Quando for necessário pro-


Substituição da pilha Ao montar novamente o conjunto, pro- ceder à respetiva substitui-
ceda no sentido inverso. Em seguida, ção, certifique-se de que
Quando a mensagem «Pilha do cartão
perto do veículo, prima quatro vezes utiliza um tipo de pilha idên-
fraca» for apresentada no quadro de
um dos botões do cartão: no próximo tico ou equivalente (consulte um re-
instrumentos, substitua a pilha do
arranque, a mensagem já não apare- presentante da marca).
cartão:
cerá.
– deslize a cobertura traseira  1 para
baixo exercendo pressão sobre a Assegure-se de que a tampa está bem
zona A; encaixada.
– retire a tampa 2 da pilha; Nota: não toque no circuito eletrónico Aquando da substituição:
– retire a pilha, premindo de um lado e nem nos contactos do cartão aquando
levantando do outro; da substituição da pilha. – certifique-se de que as
– substitua-a de acordo com a direção pilhas são corretamente
e modelo apresentados no interior inseridas.
da cobertura. Risco de explosão.
– se a tampa não fechar correta-
mente, não utilize o equipamento
e mantenha-o fora do alcance
das crianças.

5.22
Cartão: pilha (2/2)
Anomalia de funcionamento
Se a pilha estiver demasiado fraca para
assegurar o funcionamento correto,
continuará a ser possível ligar o motor
e trancar/destrancar o veículo ➥ 1.13.

Precauções referentes às
pilhas:
– m antenha as pilhas
(novas ou usadas) fora
do alcance das crianças;
– não ingira pilhas;
Risco de queimaduras quími-
cas que poderão revelar-se
fatais.
– em caso de ingestão ou inserção
em qualquer zona do corpo, con-
Não junte as pilhas gastas ao lixo sulte um médico assim que pos-
doméstico; entregue-as a um orga- sível.
nismo habilitado a efectuar a reci-
clagem de pilhas.

5.23
BATERIA: desempanagem (1/3)
Para evitar qualquer risco de Ligação de um carregador
faísca O carregador deve ser compatível
– Certifique-se de que todos os consu- com uma bateria de tensão nominal
midores de energia (luzes de corte- de 12 V.
sia, etc.) estão desligados antes de Não desligue a bateria com o motor a
desligar ou ligar novamente uma ba- trabalhar. Siga as instruções dadas
teria; pelo fornecedor do carregador da
– durante a carga, desligue o carrega- bateria que utiliza.
dor antes de ligar ou desligar a bate-
ria; Manobre a bateria com
– não coloque objetos metálicos sobre precaução, porque contém
a bateria, dado que tal poderá provo- ácido sulfúrico que não
car um curto-circuito entre os termi- deve entrar em contacto
nais; com os olhos ou a pele. Se isso
– depois de desligar o motor, aguarde acontecer, lave a zona atingida com
sempre, pelo menos, cinco minutos água abundante. Se necessário,
antes de desligar a bateria; consulte um médico.
– certifique-se de que liga novamente Mantenha todos os componentes
os terminais da bateria após a repo- da bateria afastados de chamas,
sição. objetos incandescentes e faíscas,
Algumas baterias podem dado que existe um risco de explo-
ter especificidades de são.
carga. Aconselhe-se no seu
Aquando de intervenções perto
representante da marca.
do motor, proceder com cuidado
Evite qualquer risco de faísca, pois porque pode estar quente. Além
poderá provocar uma explosão ime- disso, o motoventilador pode entrar
diata. Carregue a bateria num local em funcionamento a qualquer ins-

Antes de realizar qualquer


bem arejado.
Perigo de ferimentos graves.
tante. O testemunho  no
compartimento do motor informa-o
ação no compartimento do
motor, é imperativo desligar desta situação.
a ignição. ➥ 2.4 ➥ 2.5. Risco de ferimentos.

5.24
BATERIA: desempanagem (2/3)
Arranque do motor com a
bateria de outro automóvel
Se, para pôr o motor a trabalhar, tirar
energia de outra bateria, adquira cabos
eléctricos apropriados (de grande 2
secção) num representante da marca
ou, se já tiver os tiver, assegure-se de
que estão em bom estado. A
As duas baterias devem ter uma
tensão nominal semelhante: 12 V.
A bateria que fornece a corrente deve
ter uma capacidade (ampere-hora, Ah)
pelo menos idêntica à da bateria des-
carregada. 1
Assegure-se de que não há qualquer Bateria no compartimento do motor
contacto entre os dois veículos (risco
de curto-circuito, aquando da ligação Não é possível aceder diretamente à
dos pólos positivos) e de que a ba- bateria.
teria descarregada está bem ligada. Utilize o terminal 1 ( + ) e o terminal 2
Desligue a ignição do seu veículo. ( – ) no compartimento do motor.
O motor do veículo que fornece a cor- Levante a tampa A do terminal 1 ( + ).
rente deve estar a trabalhar a um
regime médio.
Com o motor a trabalhar, a mensagem
«Bateria a carregar» é apresentada no
quadro de instrumentos durante aproxi-
madamente cinco minutos.

5.25
BATERIA: desempanagem (3/3)

2
1

4
3

Ligue o cabo positivo A ao terminal 1


(+) e, em seguida, ao terminal 4 (+) da
bateria que fornece a corrente.
Ligue o cabo negativo B ao terminal 3
( – ) da bateria que fornece a corrente
e, em seguida, ao terminal 2 ( – ).
Acione o motor de arranque. Logo que
pegue, desligue os cabos  A e  B pela Certifique-se de que não há
ordem inversa ( 2 - 3 - 4 - 1). qualquer contacto entre os
cabos A e B e que o cabo
positivo A não está em con-
tacto com nenhum elemento metá-
lico do veículo que fornece energia.
Risco de ferimentos e/ou de pro-
vocar danos no veículo.

5.26
PRÉ-EQUIPAMENTO RÁDIO

– Em qualquer dos casos, é impor-


tante que siga as instruções de
2 montagem do fabricante do equi-
pamento.
– As características dos suportes
Localização do rádio 1 Altifalantes das portas e das cablagens (disponíveis
Desencaixe o obturador. As ligações: dianteiras 2 na rede da marca) variam em
antena, alimentação + e – e os fios dos Para instalar um equipamento, con- função do nível de equipamento
altifalantes encontram-se por trás. sulte um representante da marca. do seu automóvel e do tipo de
rádio.
Para saber a referência, consulte
um representante da marca.
– Qualquer intervenção no circuito
eléctrico do veículo só pode ser
executada num representante da
marca, porque uma ligação in-
correcta poderia provocar a de-
terioração da instalação eléctrica
e/ou dos órgãos que lhe estão li-
gados.

5.27
ACESSÓRIOS

Acessórios elétricos e eletrónicos


Antes de instalar este tipo de acessório (particularmente emissores/receptores: banda de frequências, nível de po-
tência, posição da antena...), assegure-se que é compatível com o seu veículo. Aconselhe-se num representante da
marca.
Ligue apenas acessórios cuja potência máxima seja de 120 Watts. Risco de incêndio. Quando são utilizadas várias tomadas
de acessórios ao mesmo tempo, a potência total dos acessórios ligados não deverá exceder os 180 Watts.
Qualquer intervenção no circuito eléctrico do veículo só pode ser executada num representante da marca, porque uma ligação
incorrecta poderia provocar a deterioração da instalação eléctrica e/ou dos órgãos que lhe estão ligados.
Em caso de montagem pós-venda de equipamento eléctrico, certifique-se de que a instalação está bem protegida por um fu-
sível. Informe-se da intensidade e da localização deste fusível.

Utilizar a tomada de diagnóstico


A utilização de acessórios eletrónicos na tomada de diagnóstico pode provocar perturbações graves dos sistemas eletrónicos
do veículo. Para sua segurança, recomendamos a utilização apenas de acessórios eletrónicos aprovados pelo fabricante, de-
vendo contactar um representante da marca. Risco de acidente grave.

Utilização de aparelhos emissores/recetores (telemóveis, aparelhos CB).


Os telemóveis e aparelhos CB equipados com antena integrada podem provocar interferências nos sistemas electrónicos que
equipam o veículo de origem. Recomenda--se apenas a utilização de aparelhos com antenas exteriores. Além disso, lem-
bramos que deve respeitar a legislação em vigor no país em que circula relativamente à utilização destes aparelhos.

Montagem pós-venda de acessórios


Se deseja instalar acessórios no veículo: consulte um representante da marca. Além disso, para garantir o bom funciona-
mento do seu veículo e evitar quaisquer riscos que ponham em causa a sua segurança, aconselhamo-lo a utilizar acessórios
homologados, porque são adaptados ao seu veículo e os únicos reconhecidos pelo construtor.
Se desejar utilizar uma barra anti-roubo, fixe-a exclusivamente no pedal de travão.
Perturbações da condução
Do lado do condutor, utilize imperativamente apenas tapetes adaptados ao veículo fixados aos elementos pré-instalados e
verifique regularmente a sua fixação. Não sobrepor vários tapetes. Risco de bloqueio dos pedais.

5.28
FUSÍVEIS (1/4)

1 2

A B

3 C

Caixas de fusíveis Fusíveis no habitáculo B Fusíveis situados no habitáculo por


Desencaixe a tampa 2. trás de uma tampa no porta-luvas C
Se algum dos aparelhos elétricos
não funcionar, comece por verificar o Abra e incline a tampa 2 por completo Desencaixe a tampa 3.
estado dos fusíveis. e, em seguida, puxe-a para baixo para
afastá-la de modo a aceder aos fusí-
Fusíveis no habitáculo A veis.
Desencaixe a tampa 1.

Verifique o fusível em causa e, se necessário, substitua-o por outro da


mesma intensidade do de origem.
De acordo com a legislação local
Um fusível de uma intensidade demasiado alta pode, em caso de con-
ou por precaução, obtenha num re-
sumo anormal de um dos equipamentos, provocar o aquecimento exces-
presentante da marca uma caixa de
sivo do circuito eléctrico (risco de incêndio).
emergência com um conjunto de
lâmpadas e outro de fusíveis.

5.29
FUSÍVEIS (2/4)

De acordo com a legislação local


Pinça 4 ou por precaução, obtenha num re-
presentante da marca uma caixa de
Remova o fusível com a pinça 4 situ-
emergência com um conjunto de
ada na face posterior da tampa.
lâmpadas e outro de fusíveis.
Para o extrair da pinça, faça-o deslizar
lateralmente.
Não utilize os espaços livres para fu- Verifique o fusível em causa
síveis. e, se necessário, substi-
tua-o por outro da mesma
intensidade do de origem.
Um fusível de uma intensidade de-
masiado alta pode, em caso de
consumo anormal de um dos equi-
pamentos, provocar o aquecimento
excessivo do circuito eléctrico (risco
de incêndio).

5.30
FUSÍVEIS (3/4)
Afectação dos fusíveis
(a presença dos fusíveis depende do nível de equipamento do veículo)

Símbolo Afectação

H Lava-vidros dianteiro

Tomada de acessórios multimédia, ecrã multi-


î média
Tomada de acessórios dianteira e traseira da
Æ segunda fila

Ì Buzina

Ý Tomada do reboque

 Retrovisores com desembaciador

Utilize a etiqueta de afetação de fu-


× Luzes de stop, unidade central do habitáculo síveis situada no espaço de arru-
mação para identificar os fusíveis.
Unidade central do habitáculo, limpa-vidros tra-
 seiro, luzes de nevoeiro traseiras
Alguns fusíveis apenas deverão
ser substituídos por um profissio-
nal qualificado. Estes fusíveis não
Pisca-piscas, sinal de perigo, terceiras luzes de estão enumerados na etiqueta.
D stop Intervenha apenas nos fusíveis re-
presentados na etiqueta.

5.31
FUSÍVEIS (4/4)

Aquando de intervenções
perto do motor, proceder
Fusíveis no compartimento do com cuidado porque pode
motor D estar quente. Além disso,
o motoventilador pode entrar em
Algumas funções estão protegidas por funcionamento a qualquer instante.
fusíveis situados no compartimento do
motor, dentro da caixa D. O testemunho  no comparti-
mento do motor informa-o desta si-
Devido à acessibilidade reduzida,
tuação.
aconselhamo-lo a mandar substituir
estes fusíveis num representante da Risco de ferimentos.
marca.

Antes de realizar qualquer


ação no compartimento do
motor, é imperativo desligar
a ignição. ➥ 2.4 ou ➥ 2.5.

5.32
ESCOVAS de limpa-vidros: substituição (1/2)

A B
1

3
4

Substituir as escovas de Para montar


limpa-vidros dianteiro 2 Para repor a escova do limpa-vidros 2,
Para substituir os limpa-vidros, colo- insira-a no respetivo alojamento no
que-os primeiro na posição de servi- braço  3 e, em seguida, encaixe-a até
çoB. escutar um clique. Certifique-se do cor-
Com motor a trabalhar ou a ignição reto travamento da escova.
Vigie o estado das escovas de
ligada: Para recolocar as escovas na posi- limpa-vidros. A sua duração também
– coloque a haste 1 na posição A duas ção rebaixada, certifique-se de que depende de si:
vezes consecutivas (passagem as escovas estão dobradas na dire- – limpe regularmente as escovas,
única): as escovas de limpa-vidros ção do para-brisas e, em seguida, co- o pára-brisas e o óculo traseiro
pararão numa posição  B afastada loque a haste 1 na posição A (passa- com água com sabão;
do capô; gem única): as escovas do limpa-vidros – não accione os limpa-vidros se
– levante o braço do limpa-vidros 3; dianteiro serão dobradas na direção do o pára-brisas ou o óculo traseiro
– baixe a patilha  4 e, em seguida, capô quando a ignição for ligada. estiver seco;
remova a escova 2. – “descole-as” do pára-brisas e/ou
do óculo traseiro, se não as utili-
zar há muito tempo.

5.33
ESCOVAS de limpa-vidros: substituição (2/2)
Para montar
Proceda no sentido inverso ao da des-
montagem e certifique-se do correcto
travamento da escova Certifique-se do
5 correcto travamento da escova.

B
– Com tempo muito frio,
6 verifique se as escovas de
limpa-vidros não estão imo-
bilizadas pelo gelo (risco de
sobreaquecimento do motor).
– Vigie o estado das escovas de
limpa-vidros. Devem ser substi-
Substituição da escova de tuídas assim que a sua eficácia
limpa-vidros traseiro 5 diminui: cerca de todos os anos.
A haste na posição de paragem (de- Durante a substituição da escova,
sactivada): proceda cuidadosamente para que
– levante o braço do limpa-vidros 6; Vigie o estado das escovas de a escova não caia sobre o vidro:
– rode a escova na horizontal 5 (movi- limpa-vidros. risco de quebrar o vidro.
mento B) até desencaixar; – limpe regularmente as escovas,
– extraia a escova puxando pela o pára-brisas e o óculo traseiro
mesma. com água com sabão;
– não accione os limpa-vidros se
o pára-brisas ou o óculo traseiro
Antes de substituir a
estiver seco;
escova de limpa-vidros tra-
– “descole-as” do pára-brisas e/ou seiro, certifique-se de que
do óculo traseiro, se não as utili- a haste está na posição de
zar há muito tempo. paragem (desativada).
Risco de ferimentos.

5.34
REBOQUE: desempanagem (1/2)
Antes de realizar um reboque, coloque É imperativo respeitar a legislação em
a caixa de velocidades em ponto-morto vigor relativamente ao reboque. Caso
(posição N em veículos equipados com conduza o veículo rebocador, não ul-
caixa de velocidades automática), des- trapasse o peso rebocável permitido do
bloqueie a coluna da direção e, em se- veículo. ➥ 6.8.
1
guida, desative o travão de estaciona-
mento.
Reboque de um veículo
Desbloqueamento da coluna de com caixa de velocidades
direcção automática 2
Insira a chave na ignição, coloque-a Transporte o veículo assente num es-
na posição ON 2 ou, consoante o veí- trado ou reboque-o com as rodas dian-
culo, com o cartão no interior do habi- teiras levantadas.
táculo, prima o botão de arranque do
motor durante aproximadamente dois Em circunstâncias excecionais,
segundos. o veículo poderá ser rebocado com
as quatro rodas no solo, apenas em Ao pôr o motor a trabalhar, se a ala-
Volte a colocar a alavanca em ponto- marcha para a frente, com a alavanca vanca ficar bloqueada na posição P,
morto (posição N nos veículos equipa- em ponto-morto N ao longo de um per- apesar de ter o pé no pedal de travão,
dos com caixa de velocidades automá- curso máximo de 80 km e a uma velo- será possível desbloqueá-la manu-
tica). cidade máxima de 25 km/h. almente de modo a desbloquear as
A coluna da direção desbloqueia, as rodas motrizes.
funções acessórias são ativadas: pode Para tal, desencaixe a base do fole e
utilizar as luzes do veículo (indicadores prima o botão 2 premindo simultanea-
de direção, luzes dos travões, etc.). À mente o botão  1 na alavanca para a
noite, o veículo deve estar iluminado. desbloquear e coloque a transmissão
Consoante o veículo, depois de ter- na posição N.
minar o reboque, prima duas vezes o Consulte, logo que possível, um repre-
botão de arranque do motor (risco de sentante da marca.
descarga da bateria). Deixe o cartão no interior
do veículo durante o rebo-
que.
Risco de bloqueio da
coluna da direção.

5.35
REBOQUE: desempanagem (2/2)
Aperte o anel de reboque 5 por com-
pleto: primeiro, manualmente até parar
e, em seguida, bloqueá-lo com a chave
de rodas ou, consoante o veículo, com
A 6 a alavanca.
4 C
Utilize apenas o anel de reboque  5 e
B a chave de rodas ou a alavanca forne-
D
cidos com o conjunto de ferramentas.
➥ 5.7.
3 7

– Utilize uma barra de re-


boque rígida. Em caso de
5 utilização de uma corda ou
5
de um cabo (se a legisla-
Utilize exclusivamente os pontos Acesso aos pontos de ção o permitir), o veículo rebo-
de reboque dianteiro  3 e tra- reboque cado deve ter capacidade de tra-
seiro  7 (nunca os veios de transmis- vagem.
são ou qualquer outra parte do veí- Ponto de reboque dianteiro – Não deve rebocar um veículo
culo). Estes pontos de reboque apenas que não esteja em boas condi-
podem ser utilizados para puxar. Em Pressione e mantenha pressionada a ções de o ser.
caso algum devem servir para levantar zona  A ao mesmo tempo que puxa a – Evite os esticões de aceleração
direta ou indiretamente o veículo. zona B para abrir a tampa 4. e de travagem que podem danifi-
car o veículo.
Ponto de reboque traseiro – Em todos os casos, é aconselhá-
Pressione e mantenha pressionada a vel não ultrapassar os 25 km/h.
zona  C ao mesmo tempo que puxa a
zona D para abrir a tampa 6.

Com o motor parado, os Nunca deixe ferramentas


sistemas de assistência de soltas no veículo, porque
direcção e de travagem não podem ser projectadas
estão operacionais. aquando de uma travagem.

5.36
Anomalias de funcionamento (1/7)

Utilizar o cartão CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER


O cartão não tranca nem destranca Pilha do cartão gasta. Substitua a pilha. Continuará a ser possí-
as portas. vel trancar/destrancar o veículo e ligar o
motor. ➥ 1.13 e ➥ 2.4 ou ➥ 2.5.

Utilização de aparelhos que funcio- Não utilize estes aparelhos ou utilize a


nam na mesma frequência do cartão chave fornecida para o efeito. ➥ 1.13.
(telemóvel…).

O veículo encontra-se numa zona de Utilizar a chave integrada no cartão


fortes radiações electromagnéticas. ➥ 1.13.
Bateria do veículo descarregada.

A mensagem «Coloq. cartão na zone Coloque o cartão na zona devida ➥ 2.5 e,


+ START» é apresentada no quadro em seguida, prima o botão START.
de instrumentos.

O veículo está ligado. Com o motor a trabalhar, a função trancar/


destrancar do cartão está inibida. Desligue
a ignição.

5.37
Anomalias de funcionamento (2/7)
Os conselhos que se seguem permitir-lhe-ão desempaná-lo rápida e provisoriamente; por segurança, dirija-se, logo que
possível, a um representante da marca.

Utilização do telecomando CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER

O telecomando não destranca nem Pilha do telecomando gasta. Utilize a chave.


tranca as portas.

Utilização de aparelhos que funcionam na Não ligue estes aparelhos ou utilize a


mesma frequência do telecomando (tele- chave.
móvel…).
O veículo encontra-se numa zona de fortes Substitua a pilha. Continuará a ser possí-
radiações electromagnéticas. vel trancar/destrancar o veículo e ligar o
Bateria descarregada. motor. ➥ 1.13 e ➥ 2.4 ou ➥ 2.5.

O veículo está ligado. Com o motor a trabalhar, a função tran-


car/destrancar com o cartão está inibida.
Desligue a ignição.

5.38
Anomalias de funcionamento (3/7)
Ao acionar o motor de arranque. CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER
As lâmpadas-testemunhos do quadro Terminais da bateria mal aper- Reaperte-os, ligue-os ou limpe-os, se estiverem oxi-
de instrumentos enfraquecem ou não tados, desligados ou oxidados. dados.
se acendem e o motor de arranque não
roda.
Bateria descarregada ou ava- Ligue a bateria a uma outra carregada. ➥  5.24 ou
riada. substitua a bateria, se necessário.
Não empurre o veículo, se a coluna de direcção esti-
ver bloqueada.
Circuito defeituoso. Consulte um representante da marca.
O motor não pega. As condições de arranque não ➥ 2.4 ou ➥ 2.5.
estão reunidas.
O cartão «mãos livres» não Coloque o cartão na concavidade prevista para o
funciona. efeito na consola central.
➥ 2.4 ou ➥ 2.5.
Com o veículo parado e o motor frio, o Na versão a gasolina, não se O regime do motor ao ralenti deverá diminuir ao fim
regime do motor ao ralenti é elevado. trata necessariamente de uma de aproximadamente um minuto. Caso contrário, esta
avaria. Esta situação poderá situação poderá ser causada por outra avaria. Chame
dever-se à subida da tempera- um representante da marca.
tura do motor.
O motor não pára. Cartão não-detectado. Coloque o cartão na concavidade prevista para o
efeito na consola central.
Faça uma pressão longa no botão de arranque.

Problema electrónico. Prima rapidamente o botão de arranque por 3 vezes


ou efetue uma pressão longa.
A direcção continua travada. Volante bloqueado. Manobrar o volante e premir o botão de arranque do
motor (ou, consoante o veículo, rodando a chave da
ignição) ➥ 2.4.

Circuito elétrico defeituoso. Consulte um representante da marca.

5.39
Anomalias de funcionamento (4/7)
Em estrada CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER
Vibrações. Pneus com pressão incorrecta, mal Verifique a pressão dos pneus. Se não for
calibrados ou danificados. essa a causa, mande verificá-los num re-
presentante da marca.

Fumo branco no escape. Na versão diesel, isto não indica ne- ➥ 2.14.
cessariamente uma anomalia; o fumo
pode ter origem na regeneração do
filtro de partículas.

Na versão a gasolina, não se trata Reduza o regime do motor e evite acele-


necessariamente de uma avaria. rações bruscas de modo a fazer com que
Consoante as condições climáticas o fumo desapareça gradualmente. Caso
(frio, humidade, etc.), poderá ser emi- contrário, esta situação poderá ser cau-
tido fumo no caso de uma aceleração sada por outra avaria. Dirija-se a um repre-
vigorosa do veículo. sentante da marca.

Fumo sob o capô. Curto-circuito ou fuga do circuito de Pare, desligue a ignição e afaste-se do veí-
refrigeração. culo. Chame um representante da marca.

O testemunho de pressão de óleo


acende-se:
ao curvar ou ao travar, Nível demasiado baixo. Repor o nível do óleo do motor ➥ 4.5.

tarda a apagar-se ou permanece Falta de pressão do óleo. Pare e chame um representante da marca.
aceso em aceleração.

5.40
Anomalias de funcionamento (5/7)
Em estrada CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER
A direcção torna-se dura. Sobreaquecimento da assistência. Conduza cuidadosamente a baixa veloci-
dade e preste atenção ao nível de força
sobre o volante necessário para virar as
rodas.
Avaria no motor de assistência elé- Consulte um representante da marca.
trica.
Avaria no sistema de assistência

O motor aquece. O indicador de tem- Avaria do motoventilador. Pare o veículo e desligue o motor. Chame
peratura do líquido de refrigeração um representante da marca.
situa-se na zona vermelha e o teste-
munho ® acende-se.

Fugas de líquido de refrigeração. Verifique o reservatório de líquido de refri-


geração: deve conter líquido. Se não tiver
líquido, consulte o seu representante da
marca logo que possível.

Borbulhar no reservatório do líquido Avaria mecânica: junta da cabeça Pare o motor.


de refrigeração. queimada. Chame um representante da marca.

Radiador: no caso de falta de líquido de refrigeração significativa, não se esqueça que nunca deve acrescentar lí-
quido de refrigeração frio se o motor estiver muito quente. Após qualquer intervenção no veículo que tenha implicado
o esvaziamento, mesmo parcial, do circuito de refrigeração, este deve ser cheio com mistura nova convenientemente
doseada. Recordamos-lhe que é imperativo utilizar apenas produtos seleccionados pelos nossos serviços técnicos.

5.41
Anomalias de funcionamento (6/7)
Aparelhagem eléctrica CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER
O limpa-vidros não funciona. Escovas de limpa-vidros coladas. Descole as escovas antes de utilizar o
limpa-vidros.
Circuito eléctrico defeituoso. Consulte um representante da marca.

Fusível queimado. Substituir o fusível ou solicitar a substitui-


ção do mesmo ➥ 5.29.

O limpa-vidros não pára. Comandos eléctricos defeituosos. Consulte um representante da marca.

Frequência mais rápida de acendi- Lâmpada traseira fundida. ➥ 5.15


mento dos pisca-piscas.

Os pisca-piscas não funcionam. Circuito eléctrico ou comando defei- Consulte um representante da marca.
tuoso.
Fusível queimado. Substituir o fusível ou solicitar a substitui-
ção do mesmo ➥ 5.29.

Os faróis não se acendem ou não se Circuito eléctrico ou comando defei- Consulte um representante da marca.
apagam. tuoso.

Fusível queimado. Substituir o fusível ou solicitar a substitui-


ção do mesmo ➥ 5.29.

5.42
Anomalias de funcionamento (7/7)
Aparelhagem eléctrica CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER
Vestígios de condensação nos faróis A presença de vestígios de conden-
ou nas luzes traseiras. sação pode ser um fenómeno natural
causado por variações de tempera-
tura e humidade.
Se for o caso, os traços desaparecem
progressivamente durante a utiliza-
ção das luzes.

O acendimento do indicador de não Um objecto intercalado entre o piso Retire todos os objectos colocados sob os
utilização dos cintos de segurança e o banco perturba o funcionamento bancos dianteiros.
dianteiros é incoerente com o estado do sensor.
de utilização dos cintos.

5.43
5.44
Capítulo 6: Características técnicas

Placa de identificação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.2


Placa de identificação do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.3
Dimensões. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.4
Características do motor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.5
Massas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.8
Cargas rebocáveis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.8
Peças sobressalentes e reparações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.9
Comprovativos de manutenção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.10
Controlo anti corrosão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.16
6.1
Placas de identificação do veículo

A
1
2
3
4
5
10 6
A 9 7
8

As indicações que figuram na placa 4 MMAC (Massa Máxima Autorizada


do construtor devem ser referidas em Carga).
em todas as suas cartas ou enco- 5 MTR (Massa Total Rolante: veí-
mendas. culo em carga com reboque).
A presença e a localização das infor- 6 MTMA (Massa Total Máxima
mações dependem do veículo. Autorizada) no eixo dianteiro.
7 MMTA no eixo traseiro.
Placa do construtor A 8 Reservado para inscrições de par-
1 Nome do fabricante. cerias ou complementares.
2 Número de concepção comunitá- 9 Não utilizado.
ria ou número de homologação. 10 Referência da pintura (código de
B 3 Número de identificação. cor).
Nalgumas versões, esta infor-
mação é dada também na eti-
queta B.

6.2
PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO do motor

1 2

A
A

As indicações que figuram na placa


do motor ou na etiqueta A devem ser
referidas em todas as suas cartas ou
encomendas.
(localização consoante a motorização)
1 Tipo do motor.
2 Índice do motor.
3 Número do motor.

A
A

6.3
dimensões (em metros)

0,831 2,583 0,633 1 ,518

4,047

1,440*

1,506
1,988

* Em vazio
6.4
ESPECIFICAÇÕES DO MOTOR (1/3)

Versões 1.0 SCe 1.0 TCe 1.3 TCe 1.5 dCi

Tipo do motor
B4D H4D Turbo H5H Turbo K9K Turbo
(indicado na placa do motor)

Cilindrada (cm3) 999 999 1 333 1461

Tipo de combustível Gasolina Gasóleo


Índice de octano É necessário utilizar combustível sem Os combustíveis autorizados estão indicados na
chumbo com o índice de octanas indicado na etiqueta situada na tampa do depósito de com-
etiqueta situada no interior da tampa do de- bustível.
pósito de combustível. ➥ 1.112.

6.5
ESPECIFICAÇÕES DO MOTOR (2/3)

Versões 1.0 SCe 1.0 TCe 1.3 TCe 1.5 dCi

Tipo do motor
B4D H4D Turbo H5H Turbo K9K Turbo
(indicado na placa do motor)

Cilindrada (cm3) 999 999 1 333 1461

Os tipos de combustível
em conformidade com as A gasolina sem chumbo em O gasóleo em conformidade com
normas europeias são com- conformidade com a norma EN a norma EN 590 contém até 7
patíveis com os motores dos 228 contém até 5 % de etanol % de éster metílico de ácidos
veículos vendidos na Europa em volume. gordos em volume.
(caso contrário, contate um re-
presentante da marca).

A gasolina sem chumbo em O gasóleo em conformidade com


conformidade com a norma EN a norma EN 16734 contém até
228 contém até 10 % de etanol 10 % de éster metílico de ácidos
em volume. gordos em volume.

O gasóleo em conformidade com


a norma EN 15940 contém até 7
% de éster metílico de ácidos em
volume.

6.6
ESPECIFICAÇÕES DO MOTOR (3/3)

Versões 1.0 SCe 1.0 TCe 1.3 TCe 1.5 dCi

Tipo do motor
(indicado na placa B4D H4D Turbo H5H Turbo K9K Turbo
do motor)

Cilindrada (cm3) 999 999 1 333 1461

Velas Utilize apenas velas especificadas para o motor do


seu veículo.
O seu tipo deve estar indicado numa etiqueta colada
no compartimento do motor; caso contrário, consulte
um representante da marca.
A montagem de velas não-especificadas pode pro-
vocar a deterioração do motor. –

6.7
MASSAS (em kg)
As massas indicadas referem-se a um veículo de base e sem opção: podem ser diferentes, consoante o equipamento
do seu veículo. Consulte um representante da marca.

Massa Máxima Autorizada em Carga (MMAC)


Massa Máxima Total Autorizada (MMTA) Massas indicadas na placa do construtor ➥ 6.2
Massa Total Rolante (MTR)

Massa Máxima de Reboque com Travões* são obtidas pelo cálculo: MTR - MMAC
Massa Máxima de Reboque sem Travões* 555 kg

Carga admitida na lança de reboque* 63 kg

Carga admitida no tejadilho 80 kg (incluindo porta-bagagens de tejadilho)


* Carga rebocável (reboque de caravana, barco, etc.)
O reboque está interdito quando o cálculo de MTR - MMAC é igual a zero ou quando o MTR é igual a zero (ou não está indi-
cado) na placa do fabricante.
– É muito importante que respeite as condições de reboque impostas pela legislação local, nomeadamente as que estão defi-
nidas no código da estrada. Para qualquer adaptação de atrelagem, dirija-se ao seu representante da marca.
– No caso de um veículo com reboque, a massa total rolante (veículo + reboque) nunca deve ser ultrapassada. Todavia, é
tolerada:
– ultrapassar em 15 % o valor da MMTA no eixo traseiro,
– ultrapassar em 10 % o valor da MMAC ou 100 kg (o que primeiro ocorrer).
Nos dois casos, a velocidade máxima do conjunto rolante deve ser limitada a 100 km/h e a pressão dos pneus deve ser au-
mentada 0,2 bars (3 PSI).
– O rendimento e a potência do motor em subida diminuem com a altitude; preconizamos a redução da carga máxima de 10%
aos 1 000 metros e depois mais 10% por cada 1 000 metros.

6.8
Peças sobressalentes e reparações
As peças sobressalentes de origem, concebidas com base num caderno de encargos muito rigoroso, são objecto de testes es-
pecíficos. Com efeito, o seu nível de qualidade é equivalente ao das peças utilizadas nos veículos novos.
A utilização sistemática de peças sobressalentes de origem assegura a preservação das performances do seu veículo. Além
disso, as reparações efectuadas na Rede da marca com peças de origem beneficiam das condições de garantia indicadas no
verso da ordem de reparação.

6.9
comprovativos de manutenção (1/6)

VIN: ..................................................................................

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

6.10
comprovativos de manutenção (2/6)

VIN: ..................................................................................

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

6.11
comprovativos de manutenção (3/6)

VIN: ..................................................................................

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

6.12
comprovativos de manutenção (4/6)

VIN: ..................................................................................

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

6.13
comprovativos de manutenção (5/6)

VIN: ..................................................................................

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

6.14
comprovativos de manutenção (6/6)

VIN: ..................................................................................

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:                           Km:                                               N° de factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão                                □
....................................... □
Verificação anticorrosão:
OK □              Não OK* □
*Consulte a página específica

6.15
Controlo anticorrosão (1/5)
Se a validade da garantia depender de uma reparação, esta deve ser indicada abaixo.

VIN: ..........................................................

Reparação devido a corrosão a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

6.16
Controlo anticorrosão (2/5)
Se a validade da garantia depender de uma reparação, esta deve ser indicada abaixo.

VIN: ..........................................................

Reparação devido a corrosão a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

6.17
Controlo anticorrosão (3/5)
Se a validade da garantia depender de uma reparação, esta deve ser indicada abaixo.

VIN: ..........................................................

Reparação devido a corrosão a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

6.18
Controlo anticorrosão (4/5)
Se a validade da garantia depender de uma reparação, esta deve ser indicada abaixo.

VIN: ..........................................................

Reparação devido a corrosão a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

6.19
Controlo anticorrosão (5/5)
Se a validade da garantia depender de uma reparação, esta deve ser indicada abaixo.

VIN: ..........................................................

Reparação devido a corrosão a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

6.20
Índice alfabético (1/7)
A anomalias de funcionamento............ 1.3, 1.6, 1.19, 1.22, 1.30,
abertura das portas................................................1.13 → 1.19 1.59, 1.64 → 1.69, 1.77, 1.79, 1.86 – 1.87, 1.99 – 1.100, 1.107,
abertura/fecho 1.117 – 1.118, 2.6, 2.11 → 2.15, 2.20, 2.39 → 2.42, 2.46, 2.52,
portas.............................................................................. 1.4 2.58, 2.78, 2.85, 2.102, 2.112, 2.123, 2.126, 3.14, 3.19, 5.20,
abertura/fecho 5.22, 5.37 → 5.43
abríveis.............................................................1.13 → 1.18 antipatinagem................................................1.66, 2.38 → 2.42
abríveis .............................................................1.4, 1.8 → 1.11 antipoluição
ABS...............................................................1.67, 2.38 → 2.42 conselhos...................................................................... 2.30
acesso aparelhos de controlo... 1.64 → 1.69, 1.73 → 1.80, 1.91 – 1.92
veículo................................... 0.2, 1.4 → 1.11, 1.13 → 1.18 apoio-de-braço
acessórios................................................................... 2.6, 5.28 dianteiro............................................................... 1.21, 3.26
AdBlue................................................................ 1.115 → 1.118 apoios-de-cabeça...................................................... 1.20, 3.30
«airbag» aquecimento.............................................................3.6 → 3.13
activação dos «airbags» do passageiro dianteiro........ 1.45, aquecimento dos bancos................................................... 1.22
1.52, 1.57 → 1.59 ar condicionado........................................................3.4 → 3.15
desactivação do «airbag» do passageiro dianteiro..... 1.53, arejadores................................................................... 3.4 – 3.5
1.57 → 1.59 arranque.................................................................. 1.85, 2.120
«airbag»...... 0.6, 1.28 → 1.36, 1.43, 1.45 → 1.50, 1.52 – 1.53, arranque do motor....................................................2.3 → 2.11
1.57 → 1.59, 1.64 – 1.65, 1.69, 1.86 arrumação/organização........................................................ 0.3
ajuda à condução arrumações............................................................3.24 → 3.28
regulador de velocidade adaptativo................2.95 → 2.107 assistência à condução.......................0.5, 2.38, 2.43 → 2.119,
alarme de esquecimento de luzes acesas.............. 1.18, 1.100 2.124 → 2.126, 3.2
alarme sonoro de excesso de velocidade................. 1.73, 1.76 Assistência à manutenção da via...........................2.48 → 2.53
alavanca de selecção de caixa automática........2.120 → 2.123 assistência de direcção...................................................... 1.94
alavanca de velocidades......................................... 2.16, 2.120 Autohold............................................................................. 2.21
alerta das distâncias de segurança........................2.61 → 2.64 autonomia de manutenção............................. 1.79, 1.83 – 1.84
alerta de excesso de velocidade..........1.68, 1.71, 2.82 → 2.85 autonomia do veículos..................................................... 1.117
altifalantes auxiliar de estacionamento: estacionamento assistido.............
local.............................................................................. 5.27 2.108 → 2.119
ambiente............................................................................. 2.31 auxílio à travagem de urgência.....................1.68, 2.38 → 2.42
anéis de reboque.............................................. 5.7, 5.35 – 5.36 auxílio ao arranque em piso inclinado....................2.38 → 2.42
anéis de retenção da carga..................................... 3.34 – 3.35 auxílio ao estacionamento..............1.89 – 1.90, 2.108 → 2.114
auxílios à condução...........0.5, 1.68, 1.89 – 1.90, 2.43 → 2.94,
2.108 → 2.119, 2.124 → 2.126, 3.2
aviso de perda de pressão nos pneus............2.32 → 2.37, 5.5
aviso de saída de via.....................................1.68, 2.43 → 2.53
7.1
Índice alfabético (2/7)
B cargas rebocáveis................................................................ 6.8
banco traseiro................................................... 1.42, 1.44, 3.31 carregador sem fios............................................................ 3.17
bancos.................................................................................. 0.3 Cartão . .............................................. 1.6 → 1.11, 1.13 → 1.18
bancos dianteiros cartão «mãos livres»: utilização...............................1.8 → 1.11
regulação..........................................................1.20 → 1.23 cartão: pilha............................................................. 5.22 – 5.23
bancos traseiros cartão: utilização......................................................1.6 → 1.11
funcionalidades............................................................. 3.31 catalisador..............................................................2.12 → 2.15
bancos traseiros................................................................. 1.26 chamada de emergência....................................2.124 → 2.126
barras de tejadilho.............................................................. 3.37 chave de emergência.................................................. 1.6 – 1.7
bateria chave de rodas.............................................................. 5.7, 5.9
desempanagem................................................5.24 → 5.26 chave de tampão de roda............................................ 5.7 – 5.8
bateria................................0.8, 1.65, 4.12 – 4.13, 5.24 → 5.26 chave/telecomando
bem-vindo a bordo do seu veículo supertrancamento........................................................... 1.5
introdução geral ............................................................. 0.1 chave/telecomando por radiofrequência
bem-vindo a bordo do seu veículo ...................................... 0.1 pilha.............................................................................. 5.20
bip....................................................................................... 1.87 utilização...............................................................1.2 → 1.4
bloco de ferramentas..................................................... 5.3, 5.7 chaves
botão de arranque/paragem do motor........................2.5 → 2.7 substituição da pilha............................................ 5.20, 5.22
buzina............................................................................... 1.103 chaves........................................................................1.2 → 1.5
buzina e sinais luminosos................................................ 1.103 cintos de segurança........ 0.6, 1.23 → 1.33, 1.36, 1.40 → 1.42,
1.45 → 1.50, 1.52 → 1.56, 1.69, 4.17
C cinzeiro............................................................................... 3.29
cadeiras de crianças.... 1.37 – 1.38, 1.40 → 1.50, 1.52 → 1.56 comando integrado de telemóvel mãos-livres......... 3.16 – 3.17
caixa de velocidades automática (utilização)........... 2.16, 2.20, comando sob o volante........................................... 3.16 – 3.17
2.120 → 2.123 comandos
câmara de marcha-atrás......................................2.113 – 2.114 portas/abríveis....................................................1.8 → 1.11
câmara multivista...................................................2.65 → 2.73 volante de direção............................................. 3.16 – 3.17
capacidade do depósito adicional............................. 1.79, 1.84 comandos......................................0.4, 1.60