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Disciplina: Biologia

Atividade: Extração de DNA


em células vegetais

Professor: Francisco Castro


 ngela Varino Nº2 11ºB/C

Outubro/2018-2019
Índice
Introdução----------------------------------------------------------------------------1

Material e Métodos----------------------------------------------------------------2

Resultados----------------------------------------------------------------------------4

Discussão dos resultados---------------------------------------------------------5

Conclusão-----------------------------------------------------------------------------7

Bibliografia---------------------------------------------------------------------------8
Introduçã o
A extraçã o de DNA pode ser realizado a partir de diferentes
tipos de células eucarió ticas e consta, fundamentalmente, de duas
etapas:

- rotura das células para a libertaçã o dos nú cleos;

- separaçã o dos componentes bá sicos dos cromossomas: DNA e


proteínas.

Toda a informaçã o necessá rias para criar um organismo


encontra-se no DNA. Esta molécula é usada durante o período de
vida de um organismo para fornecer instruçõ es para milhõ es de
processos celulares que ocorrem constantemente. Para estudar o
modo como essas informaçõ es sã o comunicadas à célula os
cientistas isolaram o DNA.

Para isolar o DNA é necessá rio separá -lo dos outros


componentes celulares; as membranas celulares e os invó lucros
nucleares sã o fragmentados e o DNA é separado das membranas
das células e dos organitos.

Utilizando procedimentos e instrumentos muito simples é


possível extrair o DNA e visualizá -lo sob a forma de filamentos
brancos.

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Material e Métodos:
 Material:
- Kiwi, banana, ervilha, fígado

- Bisturi

- Almofariz

- Proveta

- Balã o de Erlenmeyer

- Tubos de ensaio

- Papel de filtro

- Funil

- Algodã o hidró filo

- Vareta

- Á gua

- Á lcool a 95%

- Sal de cozinha (uma colher de chá )

- Detergente da louça (uma colher de sopa)

- Reagente de Schiff (fucsina descorada)

 Métodos/Procedimento experimental:
1. Corte o material em pequenos fragmentos e coloque-os no
almofariz
2. Num balã o de Erlenmeyer com á gua até cerca de metade da
altura, coloque o sal e o detergente. Agite suavemente a
mistura durante cerca de cinco minutos
3. Coloque cerca de metade da mistura obtida em 2 no
almofariz e triture

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4. Filtre a mistura do almofariz para o Erlenmeyer. Utilize o
filtro de papel
5. Filtre novamente o material contido no Erlenmeyer para a
proveta, utilizando algodã o hidró filo
6. Cuidadosamente, faça escorrer lentamente um pouco de
á lcool pelas paredes da proveta e procure observar a
formaçã o de duas fases: uma superior alcoó lica e outra
inferior aquosa
7. Introduza uma vareta na proveta e, com movimentos
circulares, procure misturar as duas fases. O DNA insolú vel
no á lcool precipita e forma uma massa filamentosa
esbranquiçada que contém também proteínas e outros
materiais

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Resultados:

Fase alcoólica

Filamento de DNA

Fase aquosa

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Discussã o dos resultados:
1. Onde se encontrou o DNA nas células?
O DNA das células localiza-se no nú cleo das células.

2. Com que finalidade se procedeu à trituração do


material utilizado nesta atividade?
A trituraçã o do material nesta atividade tem com finalidade
quebrar as membranas (membrana celular e a membrana
nuclear) para se puder observar o DNA.

3. Refira por que razão teve de proceder a duas


filtrações durante a atividade experimental?
Durante esta atividade experimental procedemos de dois modos
diferentes de filtrar o material (com filtro de papel e com algodã o
hidró filo), a filtraçã o permite a separaçã o das paredes celulares e
as membranas citoplasmá ticas do restante conteú do celular,
nomeadamente do nú cleos.

4. Qual a função de cada reagente usado na extração


simplificada do DNA explanada nesta aula prática?
4.1. Do sal?
A adiçã o de sal no inicio da experiência proporcionou ao DNA um
ambiente favorá vel, o sal contribui com iõ es positivos que
neutralizam a carga elétrica do DNA, estabilizando-o. Quer isto
dizer, que o sal tem como principal funçã o quebrar a acidez do
grupo fosfato (á cido fosfá tico).

4.2. Do detergente?
O detergente penetra na estrutura das membranas e separa as
grandes moléculas de fosfolipidos, provacando a quebra das
menbranas. Consequentemente, o conteudo nuclear (DNA e as
proteinas) dispersam-se na soluçã o.

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4.3. Do álcool?
O á lcool, tem como principal funçã o unir as células do DNA.
Desidrataçã o das moléculas de DNA que se aglutinam tornando-se
visiveis. Meio apolar menos denso do que a á gua.

5. Em que fase se encontra o DNA no tubo de ensaio, na


aquosa ou na alcoólica? Porquê?
O DNA não se dissolve no á lcool etilico à concentraçã o e
temperatura utilizadas n experiência. Como resultado o DNA
precipitou e, consequentemente, separou-se da soluçã o tornando
possivel a sua visualizaçã o e recolha. O á lcool, como é menos
denso do que a á gua, flutua numa camada acima desta. A maior
parte das células é muito densa, permanecendo na soluçã o aquosa
no fundo do tubo de ensaio. O DNA é menos denso do que a á gua e,
portanto, flutua na superficie do á lcool.

6. Por que motivo não se pode ver a dupla hélice que


constitui a molécula de DNA?
Apesar d eo DNA ser a maior molécula da célula, a sua estrutura
nã o se pode observar a olho nu, devido ao seu tamanho
microscó pico. Tal como não podemos observar a maior parte da
células a olho nu mas podemos observar um organismo
constituido por milhõ es de células, também não podemos
observar uma molécula de DNA mas podemos obsevar como
verificamos na experiência, milhõ es de cadeis de DNA
aglomeradas.

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Conclusã o:
Esta atividade laboratorial proporcionou aos alunos a
observaçã o ao vivo do material genético e um conhecimento mais
aprofundado da estrutura DNA. Pretendeu-se, igualmente, que os
alunos compreendam a razã o de ser das diferentes etapas da
extraçã o do DNA. Nã o se tratou, assim, de uma investigaçã o
direcionada para a formulaçã o de hipó tese ou a resoluçã o de
problemas, mas antes para a descoberta de que para se extrair e
isolar uma dada substâ ncia é necessá rio possuir um conhecimento
rigoroso da constituiçã o das células.

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Bibliografia:
- Ficha do Protocolo Experimental
- Apontamentos feitos em aula