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Texto: João 6.

38-40

Tema: Deus – o equilíbrio de tudo

Introdução

Jesus foi o homem mais feliz da história! Ele se fundamentava em apenas um princípio: Fazer a
vontade de Deus acima de tudo!

Para isso ele precisou encarar algumas coisas:

1º DEIXAR CLARO PARA OS HOMENS A SUA ORIGEM (V.38)

- quem não entende a sua origem é uma pessoa confusa, instável e incerta. Não sabe o que faz da vida,
o que quer da vida. Hoje quer algo, amanhã não. Troca de cônjuge como troca de roupa. Troca de
sentimentos. Troca de conceitos com facilidade.

- uma pessoa assim, não sabe o que vai acontecer quando ela morrer, não sabe nada da eternidade e
nem vive preocupada com a eternidade, como todos nós deveríamos viver.

- é preciso entender que fomos criados por Deus. Se Ele nos criou, criou com um propósito e o propósito
é fazer a sua vontade! Não basta crer da boca para fora, é preciso estar convicto disso.

- Precisamos dizer: “Deus me criou”, se criou, criou com um propósito. Eu quero obedecer ao propósito
de Deus. Era esse o entendimento de Jesus!

2º CONHECER E FAZER VONTADE DE DEUS (v.39)

- Jesus tinha convicção da vontade de Deus e a vivia.

- Quem sabe a vontade de Deus e não vive, é comparado ao homem que constrói sua casa na areia.

Tais pessoas também não ficarão sem punição:

Luk 12:47 Aquele servo, porém, que conheceu a vontade de seu senhor e não se
aprontou, nem fez segundo a sua vontade será punido com muitos açoites.

- é preciso buscar a vontade de Deus. Buscar a Bíblia onde se encontra a vontade de Deus. É preciso
meditar nela de dia e de noite. Não podemos esperar pelo outro. O homem deve ser sempre o primeiro
a puxar a ponta. Não impede de uma mulher buscar a Deus se o marido não busca.

- quem não se importa com a vontade de Deus, anda buscando suas próprias vontades. Crianças e
pessoas entregues a si mesmas serão envergonhadas. Trarão vergonha a todos os que a conhecem.

3º VIVER PARA O PRÓXIMO – AMAR O PRÓXIMO (V.40)

- sabemos que Jesus fez tudo o que fez para agradar a Deus. E a vontade de Deus é que Ele desse sua
vida pela humanidade, a fim de todo o que nele crer tenha a vida eterna.

Joh 15:13 Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor
dos seus amigos.

Joh 15:14 Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando.
Jesus amou o próximo, pois esta era a vontade de Deus. Porém, existem algumas coisas
importantes a serem ressaltadas aqui:

a) Devemos amar ao próximo sem perder de vista que o amor a Deus vem em primeiro lugar:

Amar a Deus em primeiro lugar, não é incompatível com o amar o próximo. Porém, quem diz as regras
do amor ao próximo, não é o próximo, mas Deus! Amar o próximo implica em dizer coisas que ele não
quer ouvir.

b) Deus é o ponto de equilíbrio do amor ao próximo:

Ninguém vai manter um suposto amor ao próximo perdendo sua paz com Deus. Ninguém pode manter
casamento a custa da Palavra de Deus. Ninguém pode amar ao próximo negociando a Palavra de Deus.
Deus é o ponto de equilíbrio de tudo! Quando se perde a paz com Deus, tudo irá desmoronar, basta
esperar...

c) Quem ama o próximo está pronto a perder sua amizade temporariamente

Nos versos 66-69, depois de Jesus falar as Palavras de Deus, que as pessoas que Ele amava não queriam
ouvir, Ele acabou perdendo temporariamente a comunhão com aqueles a quem amava, mas não
negociou nem por um segundo a Palavra de Deus, pois senão a comunhão com Deus estaria
comprometida. Entre a vontade de Deus e a dos homens, a vontade de Deus deve vir em primeiro lugar.

Mais tarde, seus discípulos não amariam apenas a Jesus, mas aprenderiam a amar a Deus acima
de todas as coisas. Amar o próximo é estar disposto a falar a verdade de Deus para eles. É jamais
negociar os princípios de Deus para agradá-los.

Dessa forma estaremos lhes ensinando como se ama a Deus. Amar não é dar o que querem, mas
o que precisam. Devemos estar prontos a sermos afrontados por amor a Deus e ao próximo. (v.41)

Conclusão

Podemos perder tudo nessa vida, menos a comunhão com Deus e com sua Palavra. Ele deve estar em
primeiro lugar. A partir do momento que vocês perderem a comunhão com Deus, tudo irá desmoronar,
basta aguardar o próximo vendaval ou o próximo terremoto. (exemplo dos judeus e a mesquita em
Jerusalém)