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Centro Universitário Toledo Centro Universitário Toledo

Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa


MANUAL DE APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS MANUAL DE APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS
ACADÊMICOS ACADÊMICOS
Araçatuba Araçatuba
2006 2006
APRESENTAÇÃO SUMÁRIO

I- ASPECTOS NORMATIVOS E TIPOGRÁFICOS........................2


Temos a honra de entregar à comunidade desta Instituição o Manual de Apresentação de I.1 Formato................................................................................2
Trabalhos Acadêmicos constituído das normas e padrões a serem seguidos pelos alunos dos cursos de
I.2 Margens................................................................................2
I.3 Paginação..............................................................................2
graduação e pós-graduação.
I.4 Parágrafos e Espacejamento.................................................3
A sistematização do manual é resultado de diversas discussões mantidas pela Pró-Reitoria
I.5 Fontes...................................................................................3
de Pós-Graduação e Pesquisa e tem por objetivo uniformizar os trabalhos acadêmicos, melhorando a
I.6 Títulos...................................................................................3
qualidade da produção e da comunicação escritas. I.7 Subtítulos e divisões.............................................................3
Com esta publicação, o Centro Universitário Toledo evidencia sua intenção na busca da I.8 Encadernação........................................................................4
qualidade, reafirmando mais uma vez o seu compromisso com a implementação e a divulgação do II- ELEMENTOS DE APRESENTAÇÃO GRÁFICA DO
conhecimento científico. TRABALHO ACADÊMICO.....................................................5
II.1 Estrutura do trabalho acadêmico0.......................................5
II.2 Capa5
II.3 Folha de rosto......................................................................5
Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa II.4 Errata...................................................................................6
II.5 Folha de Aprovação............................................................6
II.6 Dedicatória(s)......................................................................6
II.7 Agradecimento(s)................................................................6
II.8 Epígrafe...............................................................................6
II.9 Resumo................................................................................6
II.10 Lista de Ilustrações............................................................7
II.11 Lista de Tabelas................................................................7
II.12 Lista de abreviaturas e siglas............................................7
II.13 Lista de símbolos..............................................................7
II.14 Sumário 7
II.15 Elementos textuais 8
II.16 Referências 9
II.17 Glossário 9
II.18 Apêndices 9
II.19 Anexos 10
REFERÊNCIAS 11
ANEXOS 11
1. Referências 12
2. Citações 23
3. Notas 24
1. Notas de rodapé 24
Indicações, observações ou aditamentos ao texto feitos pelo
autor, tradutor ou editor do texto. 24
Deve-se usar o sistema autor-data para as citações no texto e o
numérico para as notas explicativa. 24
2. Notas de referência 24
3. Notas explicativas 25
Anexo 4: Exemplos de citação 25
4 5

INTRODUÇÃO I- ASPECTOS NORMATIVOS E TIPOGRÁFICOS1

Os trabalhos acadêmicos constituem-se em momentos de formação de uma consciência I.1 Formato

crítica e de iniciação à pesquisa como um espaço privilegiado para o crescimento intelectual do


Papel branco, formato A4 (210 X 297 mm), digitados na cor preta, com exceção das
graduando (Pádua, 1989, p. 150). ilustrações no anverso das folhas.

Nesse aspecto, as atividades de pesquisa solicitadas no decorrer e na fase conclusiva dos

cursos de graduação e pós-graduação são resultados do estudo científico de um tema, caso ou questão I.2 Margens

específicos sobre determinado assunto, segundo as exigências/experiências dos cursos freqüentados e as


As folhas devem apresentar margem esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm2.
orientações teórico-metodológicas pertinentes a cada um deles.

Entre os trabalhos acadêmicos destacam-se as Propostas de Intervenção, Relatórios de


Sugestão de medidas de
Experiência de Estágio, Artigos, Resenhas, Projetos e Relatórios de Pesquisa, Estudos Diagnósticos e de margens

Viabilidade, Estudos de Caso, Trabalhos de Conclusão de Curso, Monografias1, Dissertações e Teses,

entre outros.

A estrutura e apresentação formais desse tipo de trabalho exige a adoção de normas que

permitam sua eficiente comunicação e compreensão. Assim, busca-se com esta publicação oferecer à

comunidade acadêmica do Centro Universitário Toledo um referencial para construção do trabalho

acadêmico-científico, favorecendo uma apresentação racional e uniforme que possibilite maior

qualidade em termos de comunicação escrita.

I.3 Paginação

O trabalho deve possuir no mínimo 50 e no máximo 100 páginas de elementos textuais. As


páginas são contadas seqüencialmente a partir da folha de rosto, sendo que a numeração, em
algarismos arábicos, só aparece a partir da primeira folha da parte textual3. O número de página é
colocado no canto superior direito da folha4. Havendo apêndices e anexos, as suas folhas devem ser
numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.
1
Geralmente solicitada nos últimos anos dos cursos de graduação, a monografia configura-se como uma atividade de 1
Conforme NBR 14724, ago. 2002
pesquisa científica sobre um tema ou problema relacionado com o curso da formação, cuja finalidade é a conclusão do
2
mesmo. Visa a propiciar ao aluno a demonstração do grau de habilitação adquirida, o aprofundamento temático, o Para determinar o espaço das margens, utilize a opção “Arquivo  Configurar página” e especifique as dimensões
estímulo à produção científica e à consulta de bibliografia especializada, e o aprimoramento da capacidade de das respectivas margens.
interpretação e de reflexão crítica. 3
Cf. NBR-14724, ago. 2002.
6 7

I.4 Parágrafos e Espacejamento


2 espaços
I. Xxxxxx xxx
duplos
Todo o texto deve ser digitado com espaço duplo. Os parágrafos iniciam-se a 3 cm de distância
da margem esquerda5. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxx
As citações com mais de três linhas, as notas, as referências, as legendas das ilustrações e xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
tabelas, a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição a que é submetida e a área de xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxx
concentração devem ser digitados em espaços simples. As referências, ao final do trabalho, devem ser xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
separadas entre si por espaço duplo. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
I.5 Fontes
xxxxxxxxxxxxxxxx.

• Texto: fonte Times New Roman, tamanho 12.


• Títulos: fonte Times New Roman, negrito, tamanho 14.
• Citações com mais de 3 linhas, notas, legendas de ilustrações e tabelas: fonte Times New
Roman, tamanho 10.

I.7 Subtítulos e divisões


I.6 Títulos

Os subtítulos e divisões do texto são escritos de forma a ficarem realçados no texto (negrito);
Os capítulos devem ser sempre iniciados numa nova página, situando-se os títulos a 3,0 cm da devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por 2 espaços duplos; são numerados
extremidade superior da folha6 e a 2 espaços duplos do início do texto 7 com alinhamento centralizado, conforme a técnica dos números pontuados: 2.1, 2.1.1, etc.8
sendo numerados em algarismos romanos. O indicativo numérico de uma seção precede seu título, alinhado à esquerda, separado por
Os títulos sem indicativo numérico – errata, agradecimentos, lista de ilustrações, lista de um espaço de caractere.
abreviaturas e siglas, lista de símbolos, resumos, sumário, referências, anexo(s) – devem ser
centralizados

4
Utiliza-se a opção “Inserir  Números de páginas”.
5
Para tal, vá até a régua horizontal e arraste o recuo de primeira linha até a medida indicada.
8
6 Para que a numeração seja feita de forma ordenada, utilize a opção “Formatar  Marcadores e numeração 
Este espacejamento é determinado na configuração da página
Vários níveis” e selecione a opção de numeração com títulos; no texto, utilize no início do parágrafo a tecla Tab e as
7
Utilize “Formatar  Parágrafo” e escreva como “Espaçamento  Depois” a medida “2 cm”. teclas Shift+Tab para respectivamente ir e voltar de um subtítulo.
50 51

I- Xxxxxx xxx

1.1 xxxx
2 espaços
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxx.

2 espaços 1.1.1 xxx


duplos xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxx.

I.8 Encadernação

• 3 vias em brochura ou espiral nos cursos de graduação ; 9

• 2 vias em brochura ou espiral nos cursos de pós-graduação lato-senso.


• Após a defesa oral, uma via encadernada para a biblioteca na cor do curso:
- Economia: verde, letras douradas
- Educação Física: azul, letras prateadas
- Direito: vermelho, letras douradas
- Jornalismo: preto, letras douradas
- Administração de Empresas: azul marinho, letras prateadas
- Ciências Contábeis: vinho, letras douradas
- Sistemas de Informação: azul marinho, letras prateadas

9
Caso tenha um co-orientador, deverão ser entregues 4 vias.
50 51

II.2 Capa
II- ELEMENTOS DE APRESENTAÇÃO GRÁFICA
DO TRABALHO ACADÊMICO • nome do autor centralizado, no início da página (fonte Times New Roman, 14, negrito);
• título do trabalho no centro da página (fonte Times New Roman, 16, negrito). O título
deve ser claro e preciso, identificando o seu conteúdo;
• subtítulo, abaixo do título (fonte Times New Roman, 14, negrito), se houver. Deve ser
evidenciada a sua subordinação ao título principal, precedido de dois pontos;
II.1 Estrutura do trabalho acadêmico 10

• instituição, cidade e ano de apresentação no final da página (fonte Times New Roman, 14,
Elementos negrito).
pós-textuais Anexos **
Apêndices *
Glossário *
Antonio Joaquim Arruda Santos Vieira
Referências
Elementos
textuais Conclusão

Desenvolvimento
Introdução
SISTEMA CARCERÁRIO NACIONAL
SITUAÇÃO
SUA ATUAL
SITUAÇÃOATUAL
Sumário
Lista de símbolos**
Lista de abreviaturas
e/ou siglas**
Elementos Lista de tabelas**
pré-textuais Lista de ilustrações **
Centro Universitário Toledo
Resumo Araçatuba
2006
Epígrafe *
Agradecimentos*
Dedicatória*
Folha de aprovação II.3 Folha de rosto
Errata *
Possui os mesmos elementos da capa com o acréscimo de uma explanação referente à
Folha de rosto
Capa
natureza do trabalho (trabalho de conclusão de curso, monografia, relatório, projeto de pesquisa, etc),
seu objetivo acadêmico (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros), nome da instituição a
que é submetido, nome do orientador e, se houver, co-orientador. Essa explanação fica entre o título
(centro da página) e os elementos do final da página (instituição, cidade e ano), sempre à direita 11,
* Opcional.
fonte Times New Roman 10, espaço entre linhas simples.
** Elemento condicionado à
necessidade.
11
Para isto, insira uma caixa de texto (“Inserir  Caixa de texto”) e digite o texto nela (Fonte “Times New Roman”,
10, espaços simples). Clique nela e utilize a opção “Formatar  Caixa de texto”. Clique na guia “Tamanho” e
coloque para “Altura” e “Largura”, respectivamente, 3,3 cm e 7,5 cm. Clique na guia “Posição na página” e coloque
para “Horizontal” e “Vertical”, respectivamente, 7,5 cm e 14,72 cm. Clique na guia “Disposição” e em “Superior e
10
Cf. Muller e Cornelsen, 2003, p. 48. inferior”.
50 51

II.5 Folha de Aprovação


Antonio Joaquim Arruda Santos Vieira

Trabalho de Conclusão de Curso (natureza do


Constituída pelo nome, titulação e assinatura dos componentes da banca examinadora. A
trabalho) apresentado como requisito parcial
data de aprovação e assinaturas dos membros componentes da banca examinadora são
para obtenção do grau de bacharel em (curso) à
colocadas após a aprovação do trabalho.
Banca Examinadora do Ce ntro Universitário
Toledo sob a orientação do Prof. (título e nome).

SISTEMA CARCERÁRIO NACIONAL:


SUASITUAÇÃO
SITUAÇÃOATUAL
ATUAL

Trabalho de Conclusão de Curso


(natureza do trabalho) apresentado
como requisito parcial para
obtenção do grau de bacharel em
(curso) à Banca Examinadora d o
Centro Universitário Toledo sob a
orientação do Prof. (título e nome).

Centro Universitário Toledo


Araçatuba Banca Examinadora
2006

__________________
Prof. Ms. João da Silva

__________________
Prof. Ms. João da Silva

II.4 Errata __________________


Prof. Ms. João da Silva

Elemento opcional que deve ser inserido logo após a folha de rosto, constituído pela referência
Araçatuba, ___de_______ de ____
do trabalho e pelo texto da errata e disposto da seguinte maneira:

Errata II.6 Dedicatória(s)

Folha Linha Onde se lê Leia-se


43 4 apovado aprovado Elemento opcional, colocado após a folha de aprovação.

II.7 Agradecimento(s)

Elemento opcional, colocado após a dedicatória.

II.8 Epígrafe
13

Elemento opcional, colocado após os agradecimentos.

II.9 Resumo

Resumo é a condensação de texto que delineia e/ou enfatiza os pontos mais relevantes de um
trabalho. Deve fornecer e ressaltar de forma concisa, clara e inteligível, os principais elementos e/ou
partes de maior interesse e importância do conteúdo tratado, tais como objetivos, metodologia,
resultados e conclusões. Não deve ultrapassar 500 palavras, seguido, logo abaixo, das palavras
representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou descritores, conforme a NBR
6028.
50 51

II.11 Lista de Tabelas


Resumo
Elemento opcional, elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada item
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da página.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx II.12 Lista de abreviaturas e siglas
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Elemento opcional, que consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx II.13 Lista de símbolos
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxx.
Elemento opcional, que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto,
com o devido significado.
Palavras-chave: ____, _____, ______,
_____, _______.
II.14 Sumário

Esquematiza as principais divisões do trabalho: partes, seções, capítulos, etc., indicando a


página em que cada divisão se inicia.
II.10 Lista de Ilustrações

Elemento opcional, que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, em
cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da página.
Sumário
Quando necessário, recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração
(desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas,
Introdução ............................... xx
quadros, retratos e outros). I- xxxx ........................................ xx
1.1. xxx ................................... xx
II- xxxx ........................................ xx
III- xxxxxx ..................................... xx
IV- xxxxxxxxx ............................... xx
Lista de Ilustrações Conclusão ................................ xx
Referências .............................. xx
Ilustração1- xxxxxxxx ........................... xx Anexos ..................................... xx
Ilustração2- xxx ..................................... xx 1. xxxxxxxx ............................. xx
Ilustração3- xxxxxx ............................... xx
Ilustração4- xxxxxxxxx ......................... xx
Ilustração5- xxxxxxx ............................. xx
Ilustração6- xxxx ................................... xx
Ilustração7- xxxxx ................................. xx
Ilustração8- xxxxxxx ............................. xx
Ilustração9- xxxxxxxx ........................... xx
Ilustração10- xxxxx ................................. xx
50 51

II.15 Elementos textuais É desejável que os títulos das partes, capítulos, itens, etc. sejam temáticos e expressivos, isto é,
devem dar a idéia mais exata possível do conteúdo do setor que encabeçam. Não devemos,
portanto, colocar títulos sem um claro nexo, ou “ao ar”.
Constituído de três partes fundamentais: introdução, desenvolvimento e conclusão.
Nesse esforço de arrumação, de encadeamento das idéias, poderemos:

• Introdução - explicar – tentar evidenciar o que está implícito, obscuro ou complexo. Seria descrever,

Na introdução devem aparecer claros os objetivos: “o que” se pretende, “por que”, para que e definir, classificar, etc.;

“como” tenciona-se chegar até lá. De forma simples, rápida e sucinta, clara e objetiva, devem ser - discutir – comparar as várias posições que se entrechocam dialeticamente;
anunciados: assunto-tema, problema e hipótese. - demonstrar – aplicar a argumentação apropriada à natureza do que seria evidenciado.
Uma introdução é sintética: nela devem ser evitadas explicações desnecessárias ou que aparecerão Argumentar é partir de posições ou certezas mais ou menos evidentes, garantidas as
no corpo do trabalho; deve visar ao trabalho no seu todo. premissas para a elucidação de novas posições, para a busca de novas verdades.

Introdução I. História do Sistema Carcerário

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxx.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxx.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxx.

• Conclusão
É o ponto de chegada, o fecho do trabalho. É o momento de tomarmos uma posição, que poderá
ser a reafirmação sintética do ponto de vista explicado, discutido ou demonstrado, a abertura de
• Desenvolvimento
uma nova problemática ou o encaminhamento de possível solução ao problema levantado.
É aqui no corpo do trabalho que o tema-problema anunciado é discutido com fundamentação
Enfim, na conclusão o autor relembra sua proposta inicial, recapitula brevemente os resultados
objetiva e encadeamento lógico das idéias. Trata-se, portanto, de arrumar, ordenar as partes,
colhidos ao longo do trabalho e manifesta a sua opinião sobre os resultados obtidos e seu
distribuir os capítulos, tópicos, itens e subitens de acordo com o plano de trabalho, de tal forma
possível alcance. Em síntese, retomamos o nosso ponto de partida, as propostas iniciais
que, ao final, o ponto de vista ou tese esteja claro, o problema elucidado, a hipótese explicitada. Os
(conteúdo da introdução), verificamos sua evolução (desenvolvimento) e mostramos aonde
critérios de arrumação são a clareza, a seqüência lógica das idéias, a decorrência do raciocínio.
chegamos (conclusão).
50 51

II.17 Glossário

Conclusão
Elemento opcional, elaborado em ordem alfabética que apresenta a relação de palavras ou
expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanhadas
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx das respectivas definições.
xxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Glossário
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxx. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxx.

II.16 Referências

Relação padronizada dos elementos que descrevem os documentos consultados para a


realização do trabalho e que permite sua identificação individual. Deve ser elaborado conforme
a NBR 6023:2002 (vide anexo 1)

II.18 Apêndices

Referências
Elemento opcional que apresenta texto(s) ou documento(s) elaborados pelo autor do
trabalho, a fim de complementar sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx trabalho. O(s) apêndice(s) são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e
xxxxxxxxxxxxxx pelos respectivos títulos. Excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas, na
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx identificação dos apêndices, quando esgotadas as 23 letras do alfabeto.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxx.
50 51

Anexos
Apêndices
ANEXO A – Ação Direta de Inconstitucionalidade nº
4-7, Distrito Federal. Taxa de juros reais
APÊNDICE A – Avaliação numérica das células até doze por cento ao ano (parágrafo 3º
inflamatórias totais aos quatro dias de do art. 192 da Constituição Federal).
evolução

Xxxxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx


xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx
xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx.
Xxxxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx
xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx
xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx. Xxxxxxxx xxx xxxxx
xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx
xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx.
Xxxxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx
xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx
xxx xxxxx xxxxx xxxxxx.
Xxxxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx
xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx
xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxx. Xxxxxxxx xxx xxxxx
xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx
xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx.
Xxxxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx
xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx
xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxxxxxxxx.

II.19 Anexos

Elemento opcional, os anexos são documentos não elaborados pelo autor do trabalho, que
servem de complemento, fundamentação, comprovação e ilustração. Os anexos, são
devidamente ordenados e identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos
respectivos títulos. Excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas, na identificação
dos anexos, quando esgotadas as 23 letras do alfabeto.

Anexos

ANEXO A – Representação gráfica de contegem de


células inflamatórias presentes nas
caudas em regeneração – Grupo de
controle I

Xxxxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx


xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx
xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx.
Xxxxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx
xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx
xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx. Xxxxxxxx xxx xxxxx
xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx
xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx.
Xxxxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx
xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx
xxx xxxxx xxxxx xxxxxx.
Xxxxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx
xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx
xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxx. Xxxxxxxx xxx xxxxx
xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx
xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx.
Xxxxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx
xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxx xxx xxxxx xxxxx
xxxxxx xxx xxxxx xxxxx xxxxxxxxxxxx.
50 51

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023. Informação e documentação -


referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724. Informação e documentação -


trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520. Informação e documentação –


citações em documentos:apresentação. Rio de Janeiro, 2002.

GANDRA, L. M. M. A leitura nos cursos superiores de formação profissional: um estudo sobre as


condições de produção. 1998. 246 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Faculdade de Educação,
Unicamp, Campinas.

MÜLLER, Mary Stela; CORNELSEN, Julce Mary. Normas e padrões para teses, dissertações e ANEXOS
monografias. 5. ed., at. Londrina/PR: Eduel, 2003.

PÁDUA, Elisabeth M. M. de. O trabalho monográfico como iniciação à pesquisa científica. In:
CARVALHO, Maria Cecília M. de (org.). Construindo o saber: técnicas de metodologia científica. 2ª
ed. Campinas: Papirus, 1989. p. 149-180.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22a ed., rev., amp. São Paulo:
Cortez, 2001.
16

50 51

1. Referências1 1.2 Livro de dois/três autores

a) nome do 1o autor;
A referenciação visa apresentar ao leitor a documentação citada ou consultada e que se relaciona
com o tema discutido, oferecendo-lhe um guia para um eventual aprofundamento do tema ou para uma b) nome do 2o autor precedido de ponto e vírgula;
revisão do trabalho. c) nome do 3o autor precedido de ponto e vírgula.

SODRÉ, Muniz; FERRARI, Maria Helena. Técnica de redação: o texto nos meios de informação.
APRESENTAÇÃO DOS DADOS São Paulo: Francisco Alves, 1980. 256 p.

1. OBRAS NO TODO

Inclui livro, folheto, trabalho acadêmico (monografias, teses, dissertações, entre outros), manual, 1.3 Livro de diversos autores (mais de três)
guia, catálogo, enciclopédia, dicionário etc.
a) nome do 1o autor seguido pelo termo “et al”.
Elementos essenciais:
JAGUARIBE, Hélio et al. A dependência político-econômica da América Latina. São Paulo: Cortez
• autor(es); & Moraes, 1976. 145 p.
• título em itálico;
• subtítulo (se houver);
• número da edição; 1.4 Livro com organizador, editor, coordenador etc
• local; nome do responsável, seguida da abreviação, no singular e entre parênteses, do tipo de participação:
• editora;
• data de publicação; Organizador – (Org.)
Editor – (Ed.)
Elementos complementares: Coordenador – (Coord.)
Compilador – (Comp.)
• ilustrador, tradutor, revisor, adaptador, compilador, etc.;
• volume;
MORAIS, João Francisco Regis de (Org.). Sala de aula: que espaço é esse? Campinas: Papirus, 1991.
• número total de páginas; 123 p.
• coleção.

SALVADOR, Ângelo D. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica: elaboração e relatório de


estudos científicos. 2. ed. Porto Alegre: Sulina, 1971. 236 p. 1.5 Dicionário

HOUAISS, A. (Ed). Novo dicionário Folha Webster’s: inglês/português, português/inglês. São Paulo:
1.1 Livro de um só autor Folha da Manhã, 1996. Edição exclusiva para o assinante da Folha de S.Paulo.

a) autor;
b) título em itálico; 1.6 Almanaque
c) subtítulo (se houver);
d) número da edição; TORELLY, M. Almanaque para 1949: primeiro semestre ou Almanaque d’A Manhã. Ed. fac-sim.
e) local; São Paulo: Studioama: Arquivo do Estado, 1991 (Coleção Almanaques do Barão de Itararé). Contém
f) editora; iconografia e depoimentos sobre o autor.
g) data de publicação;

MARX, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos e outros textos escolhidos. 2. ed. São Paulo: Abril
1.7 Monografias, Dissertações e Teses
Cultural, 1978. 208p. (Os pensadores, 6).
a) autor do trabalho;
b) título do trabalho;
c) subtítulo (se houver);
1
Conforme NBR 6023, ago. 2002.
50 51

d) data (ano); 2. PARTES DE UMA OBRA


e) número de folhas;
Inclui escritos inseridos em publicações mais amplas (capítulo, fragmento, volume e outras partes de
f) nota especial (a palavra monografia, tese ou dissertação, conforme o caso, seguida do nível do
uma obra), com autor(es) e/ou títulos próprios.
curso entre parênteses e o nome da instituição na qual foi apresentada a tese, dissertação ou
a) autor(es) da parte referenciada;
monografia)
b) título da parte referenciada;
g) local.
c) subtítulo da parte referenciada (se houver);
GANDRA, L. M. M. A leitura nos cursos superiores de formação profissional: um estudo sobre as d) referência completa da publicação precedido de “In:”;
condições de produção. 1998. 246 f. Dissertação (Mestrado em Educação), Faculdade de Educação, e) no final da referência número do capítulo e/ou paginação da parte referenciada.
UNICAMP, Campinas, SP.
GOLDMANN, Lucien. Expressão e Forma. In: _________. Ciências humanas e filosofia. 2. ed. São
MORGADO, M. L. Reimplante dentário. 1990. 51 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação),
Faculdade de Odontologia, UNESP, Araçatuba, SP, 1990. Paulo, Difel, 1970, cap. 3, p. 104-110.

ROMANO, Giovanni. Imagens da juventude na era moderna. In: LEVI, G.; SCHIMIDT, J. (Coord.).
1.8 Obras publicadas por entidades coletivas História dos jovens 2: a época contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras, 1996, p. 7-16.

a) As obras de responsabilidade de entidade (órgãos governamentais, empresas, associações, 3. OBRAS EM MEIO ELETRÔNICO
congressos, seminários etc.) têm entrada pelo seu próprio nome, por extenso.
b) Quando a entidade tem uma denominação genérica, seu nome é precedido pelo nome do órgão Elementos essenciais (obras no todo ou partes de obras, obtidas em meio legível por computador):
superior, ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence.
c) Quando a entidade, vinculada a um órgão maior, tem uma denominação específica que a identifica, a) autor(es);
b) título/subtítulo (da parte e/ou da obra como um todo);
a entrada é feita diretamente pelo seu nome. Em caso de duplicidade de nomes, deve-se acrescentar
c) número da edição;
no final a unidade geográfica que identifica a jurisdição, entre parênteses. d) local, editor e data (nos mesmos padrões recomendados para os modelos apresentados
anteriormente);
1.8.1 Folheto e) por fim, acrescentar as informações relativas à descrição física do meio ou suporte (disquetes,
CD-ROM, etc);
IBICT. Manual de normas de editoração do IBICT. 2. ed. Brasília, DF, 1993. 41 p. f) Quando se tratar de obras consultadas online, são essenciais as informações sobre o endereço
eletrônico, apresentado entre os sinais < >, precedido da expressão “Disponível em:” e a data de
acesso ao documento, precedida da expressão “Acesso em:”.
1.8.2 Guia
Obs.: Não se recomenda referenciar material eletrônico de curta duração nas redes.

BRASIL: roteiros turísticos. São Paulo: Folha da Manhã, 1995. 319 p., il. (Roteiros turísticos Fiat).
Inclui Mapa rodoviário.
3.1 Enciclopédia

1.8.3 Manual KOOGAN, A.; HOUAISS, A. (Ed.) Enciclopédia e dicionário digital 98. Direção geral de André
Koogan Breikmam. São Paulo: Delta: Estadão, 1998. 5 CD-Rom, Produzido por Videolar Multimídia.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Coordenadoria de Planejamento Ambiental.
Estudo de impacto ambiental – EIA, Relatório de impacto ambiental – RIMA: manual de orientação. São
Paulo, 1989. 48 p. (Serie Manuais). 3.2 Verbete de dicionário

1.8.4 Catálogo POLÍTICA. In: DICIONÁRIO da língua portuguesa. Lisboa: Priberam Informática, 1998. Disponível
em: <http://www.priberam.pt/dlDLPO>. Acesso em: 8 mar. 1999.
MUSEU DA IMIGRAÇÃO (São Paulo, SP). Museu da Imigração – S. Paulo: catálogo. São Paulo,
1997. 16 p.

INSTITUTO MOREIRA SALLES. São Paulo de Vincenzo Pastore: fotografias: de 26 de abril a 3 de


agosto de 1997, Casa de Cultura de Poços de Caldas, Poços de Caldas, MG. [S.l], 1997. 1 folder. Apoio
Ministério da Cultura: Lei Federal de Incentivo à Cultura.
50 51

3.3 Parte da uma obra 4.2.3 Fascículo de Revista

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Tratados e organizações ambientais em matéria DINHEIRO: revista semanal de negócios. São Paulo: Ed. Três, n. 148, 28 jun. 2000, 98 p.
de meio ambiente. In: __________. Entendendo o meio ambiente. São Paulo, 1999. v. 1. Disponível em:
<http://www.bdt.org.br/sma/entendendo/atual.htm>. Acesso em: 8 mar. 1999.
4.3 Artigo e/ou matéria de periódico
4. PUBLICAÇÃO PERIÓDICA

Inclui a coleção como um todo, fascículo ou número de revista, número de jornal, caderno etc. na Inclui partes de publicações periódicas (volumes, fascículos, números especiais e suplementos,
íntegra, e a matéria existente em um número, volume ou fascículo de periódico (artigos científicos de com título próprio), comunicações, editorial, entrevistas, recensões, reportagens, resenhas e
revistas, editoriais, matérias jornalísticas, seções, reportagens, etc.). outros.

a) nome do(s) autor(es) (se houver);


4.1 Publicação periódica como um todo b) título da parte, do artigo ou matéria;
c) subtítulo (se houver);
a) título em letra maiúscula; d) título do periódico em itálico;
b) local da publicação; e) local de publicação;
c) editora; f) númeração correpondente ao volume e/ou ano;
d) data de início da coleção; g) fascículo ou número;
e) data de encerramento da coleção (se houver). h) páginas, inicial e final, da parte referenciada;
REFLEXÃO. Campinas: Instituto de Filosofia e Teologia/PUC, 1970-. i) data (mês e ano) da publicação;
j) particularidades que identificam a obra (se houver).
BOLETIM GEOGRÁFICO. Rio de Janeiro: IBGE, 1943-1978. Trimestral.
4.3.1 Artigo de periódico com autor

4.2 Partes de uma publicação periódica (volume, fascículo, números especiais e suplementos, JAPIASSU, Hilton. O mito do Porto Seguro. Reflexão, Campinas, v. 7, no 22, p. 42-43, jan-abr. 1982.
entre outros, sem título próprio)
TOURINHO NETO, F. C. Dano ambiental. Consulex, Brasília, DF, ano 1, n. 1, p. 18-23, fev. 1997.
a) título da publicação;
b) título da parte (se houver);
c) local de publicação; 4.3.2 Artigo de periódico sem autor
d) editora;
e) numeração do ano e/ou volume;
f) numeração do fascículo; Um começo modesto. Isto é, São Paulo, ano 9, no 321, p.42-43, fev. 1983.
g) informações de períodos e datas de sua publicação e as particularidades que identificam a parte;
h) quando necessário, ao final da referência, acrescentam-se notas relativas a outros dados As 500 maiores empresas do Brasil. Conjuntura Econômica, Rio de Janeiro, v. 38, n. 9, set. 1984.
necessários para identificar a publicação. Edição especial

4.2.1 Número Especial de Revista


4.4 Artigo e/ou matéria de jornal
CONJUNTURA ECONÔMICA. As 500 maiores empresas do Brasil. Rio de Janeiro: FGV, v. 38, n. 9,
set. 1984, 135 p. Edição especial.
Inclui comunicações, editorial, entrevistas, recensões, reportagens, resenhas e outros.
4.2.2 Suplemento Especial de Revista
a) nome do(s) autor(es), se houver;
b) título do artigo;
PESQUISA NACIONAL POR AMOSTRA DE DOMICÍLIOS. Mão-de-obra e previdência. Rio de c) subtítulo (se houver);
Janeiro: IBGE, v. 7, 1983. Suplemento.
d) título do jornal em itálico;
e) local de publicação;
50 51

f) data de publicação (dia, mês e ano); 4.5.4 Artigo de jornal sem autor
g) seção, caderno ou parte do jornal;
h) página correspondente; ARRANJO tributário. Diário do Nordeste Online, Fortaleza, 27 nov. 1998. Disponível em:
<http://www.diariodonordeste.com.br>. Acesso em: 28 nov. 1998.
Obs.: quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo ou matéria precede a data.

4.5.5 Artigo de Jornal Científico


4.4.1 Artigo de jornal com autor

KELLY, R. Electronic publishing at APS: its not just online journalism. APS News Online, Los
CAMPOS, Haroldo. Análise do discurso de Maiakovscki. Folha de São Paulo, São Paulo, 08 fev. 1975, Angeles, Nov. 1996. Disponível em: <http://www.aps.org/apsnew/11965.html >. Acesso em: 25 nov.
caderno 2, p. 7. 1998

LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999. SALGADO, Gustavo Vaz. Limitação constitucional de juros, sim! O Neófito – Informativo Jurídico.
Disponível em: <http://www.neofito.com.br/artigos/const52.htm>. Acesso em: 10 abr. 2000.
4.4.2 Artigo de jornal sem autor
5. DOCUMENTO DE EVENTO
Violência e liberdade de pensamento. Jornal da Tarde, p. 4, 16 jan. 1982.
Inclui o conjunto dos documentos, reunidos num produto final do próprio evento (anais, resultados,
resumos entre outras denominações).
4.5 Artigo, matéria, reportagem publicados em periódicos, jornais e outros, em meio eletrônico

As referências devem obedecer aos padrões indicados para artigo e/ou martéria de jornal, de acordo com 5.1 Evento como um todo
4.3 e 4.4, acrescentando-se as informações pertinentes à descrição física do meio eletrônio (disquetes,
CD-ROM, etc). quando se tratar de obras consultadas online, proceder-se-á conforme recomendado na a) nome do evento;
letra “f” do item 3. b) numeração (se houver);
c) ano e local de realização;
Obs.: Pode ser necessário substituir as informações relativas à divisão do periódico (volume, fascículo, d) título do documento;
período de tempo abrangido pelo fascículo ou outras partes) por outra forma de divisão, característica do e) subtítulo (anais, atas, tópico temático etc), (se houver);
meio eletrônico. f) local de publicação;
g) editora;
4.5.1 Artigo de Revista com autor h) data de publicação.

SILVA, M.M.L. Crimes da era digital. Net, Rio de Janeiro, nov. 1998. Seção Ponto de Vista. Disponível 5.1.1 Anais de Congresso
em:<http://www.brasilnet.com.br/contexts/brasilrevistas.htm>. Acesso em: 28 nov. 1998.
SIMPÓSIO BRASILEIRO DE REDES DE COMPUTADORES, 13., 1995, Belo Horizonte, Anais...
RIBEIRO, P. S. G. Adoção à brasileira: uma análise sócio-jurídica. Dataveni@, São Paulo, ano 3, n. 18, Belo Horizonte: UFMG, 1995.
ago. 1998. Disponível em: <http://www.datavenia.inf.br/frameartig.html>. Acesso em: 10 set. 1998.

5.1.2 Resumos de Encontro


4.5.2 Artigo de Revista sem autor
REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA, 20., 1997, Poços de Caldas.
WINDOWS 98: o melhor caminho para atualização. PC World, São Paulo, n. 75, set. 1998. Disponível Química: academia, indústria, sociedade: livro de resumos. São Paulo: Sociedade Brasileira de
em: < http://www.idg.com.br/abre.htm>. Acesso em: 10 set. 1998. Química, 1997.

4.5.3 Artigo de Jornal com autor


5.2 Trabalhos apresentados em evento

SILVA, Ives Gandra da. Pena de morte para o nascituro. O Estado de São Paulo, São Paulo, 19 set. a) autor(es);
1998. Disponível em: <http://www.providafamilia.org/pena_morte_nascituro.htm>. Acesso em: 19 set. b) título do trabalho apresentado;
1998. c) subtítulo (se houver), seguido da expressão “In: ”;
50 51

d) título do evento; 6. DOCUMENTO JURÍDICO


e) numeração do evento (se houver);
f) ano e local de realização; Inclui legislação, jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina (interpretação dos textos legais).
g) título do documento (anais, atas, tópico temático, etc.);
h) local de publicação;
i) editora; 6.1 Legislação
j) data de publicação;
k) página inicial e final da parte referenciada. Compreende a Constituição, as emendas constitucionais e os textos legais infraconstitucionais (lei
complementar e ordinária, medida provisória, decreto em todas as suas formas, resolução do Senado
5.2.1 Resumo de Trabalho de Congresso Federal) e normas emanadas das entidades públicas e privadas (ato normativo, portaria, resolução,
ordem de serviço, instrução normativa, comunicado, aviso, circular, decisão administrativa, entre
outros).
MARTIN NETO, L.; BAYER, C.; MELNICZUK, J. Alterações qualitativas da matéria orgânica e os
fatores determinantes da sua estabilidade num solo podzólico vermelho-escuro em diferentes sistemas
Os elementos essenciais:
de manejo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 26., 1997, Rio de Janeiro.
Resumos. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 1997. p. 443, ref. 6-141. a) jurisdição (ou cabeçalho da entidade no caso de se tratar de normas);
b) título;
c) numeração e data;
5.2.2 Trabalho Publicado em Anais de Congresso d) dados da publicação;
e) No caso de constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título, acrescenta-se a
BRAYNER, A. R. A.; MEDEIROS, C. B. Incorporação do tempo em SGBD orientado a objetos. In: palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses;
SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS, 9., 1994, São Paulo. Anais. São Paulo: USP, f) Quando necessário acescentam-se elementos complementares à referência para melhor
1994. p. 3-4. identificar o documento (ver exemplo 6.1.3 e 6.1.5)

6.1.1 Constituição Federal


5.3 Evento em meio eletrônico
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado,
1988.
Após a indicação dos dados essenciais conforme 5.1 e 5.2 acrescentar as informações sobre o tipo de
suporte eletrônico, o endereço eletrônico e a data de acesso ao documento conforme recomendado na
letra “f” do item 3. 6.1.2 Emenda Constitucional

5.3.1 Congresso Científico BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex:
legislação federal e marginália. São Paulo, v. 59, p. 1966, out/dez. 1995.
CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife, Anais eletrônicos... Recife:
UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais.htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. 6.1.3 Medida Provisória

5.3.2 Trabalho de Congresso BRASIL. Medida provisória nº 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Estabelece multa em operações
de importação, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder
Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514.
SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total na educação. In:
CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife:
UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/educ/ce04.htm>. Acesso em: 21 6.1.4 Decreto
jan. 1997.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e
5.3.3 Trabalho de Seminário jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998.

GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE


BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD.
50 51

6.1.5 Resolução do Senado 6.2.3 Súmula

BRASIL. Congresso. Senado. Resolução nº 17, de 1991. Coleção de leis da República Federativa do BRASIL, Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ________. Súmulas. São Paulo: Associação
Brasil, Brasília, DF, v. 183, p. 1156-1157, maio/jun. 1991. dos Advogados do Brasil, 1994, p. 16.

Ou (com elementos complementares acrescidos à referência para melhor identificar o documento) Ou (com elementos complementares acrescidos à referência para melhor identificar o documento)

BRASIL. Congresso. Senado. Resolução nº 17, de 1991. Autoriza o desbloqueio de Letras Financeiras BRASIL, Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível por ato administrativo
do Tesouro do Estado do Rio Grande do Sul, através de revogação do parágrafo 2º, do artigo 1º da restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. In: ________. Súmulas. São
Resolução nº 72, de 1990. Coleção de leis da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, v. 183, p. Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994, p. 16.
1156-1157, maio/jun. 1991.

6.1.6 Consolidação de Leis 6.3 Doutrina

BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho. Decreto-lei nº 5.452, de 1 de maio de 1943.. Lex- Inclui toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais (monografias, artigos de periódicos,
Coletânea de Legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento. papers etc.), referenciada conforme o tipo de publicação

6.1.7 Código 6.3.1 Doutrina (em forma de artigo periódico)

BRASIL. Código civil. Organização dos textos, notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. 46. ed. BARROS, R. G. de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista
São Paulo: Saraiva, 1995. Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

6.2 Jurisprudência (decisões judiciais) 6.4 Documento jurídico em meio eletrônico

Compreende súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças, e demais decisões judiciais. As referências devem obedecer aos padrões indicados para documento jurídico, de acordo com 6.1 a
6.3, acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM,
online etc.). Quando se tratar de obras consultadas online é essencial, após indicar os elementos
Elementos essenciais: conforme 6.1 a 6.3, acrescentar o endereço eletrônico e data de acesso, conforme letra “f” do item 3.
a) jurisdição e órgão judiciário competente;
b) título (natureza da decisão ou ementa) e número;
c) partes envolvidas (se houver); 6.4.1 Legislação
d) relator;
e) local, data e dados da publicação; BRASIL. Lei no 9.887, de 7 de dezembro de 1999. Altera a legislação tributária federal. Diário
f) Quando necessário acescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 8 dez. 1999. Disponível em:
o documento <http://www.in.gov.br/mp-leis/leis_texto.asp?Id=LEI%209887>. Acesso em: 22 dez. 1999.

6.2.1 Apelação Cível BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: SISLEX: Sistema de Legislação,
Jurisprudência e Pareceres da previdência e Assistência Social. [S.I.]: DATAPREV, 1999. 1 CD-
BRASIL. Tribunal Regional Federal. (5. Região). Apelação cível nº 42.441-PE (94.05.01629-6). ROM.
Apelante: Edilemos Mamede dos Santos e outros. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco.
Relator: Juiz Nereu Santos. Recife, 4 de março de 1997. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais
Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 558-562, mar. 1998. 6.4.2 Súmula em Homepage

6.2.2 Habeas-corpus
BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo,
restringir, em razão de idade, inscrição em curso para cargo público. Disponível em:
BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Habeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal <http://www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF.html>. Acesso em 29 nov. 1998.
de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF, 6 de Dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do STJ e
Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar. 1998.
50 51

6.4.3 Súmula em Revista Eletrônica 7.1.6 Programa (Software)

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, MICROSOFT Project for Windows 95. Version 4.1 [S.I.]: Microsoft Corporation, 1995. 1 CD-ROM.
em razão da idade, inscrição em concurso para cargo público. Revista Experimental de Direito e
Telemática. Disponível em:< http://www.prodau-sc.com.br/ciberjur/stf.html>. Acesso em: 29 nov. 1998.
7.1.7 Software Educativo CD-ROM

7. DOCUMENTO DE ACESSO EXCLUSIVO EM MEIO ELETRÔNICO


PAU no gato! Por quê? Windows 3.1. Rio de Janeiro: Sony Music Book Case Multimidia
Educational, [1990]. 1 CD-ROM.
Inclui bases de dados, lista de discussão, BBS (site), arquivos em disco rígido, programas e conjuntos de
programas, mensagens eletrônicas entre outros.
7.1.8 E-Mail
Elementos essenciais
ACCIOLY, F. Fichas para MARC [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por
a) Autor (es);
<mtmendes@uol.com.br> em 12 jan. 2002.
b) título do serviço ou produto e subtítulo (se houver);
c) descrição física do meio eletrônico
Obs.: As mensagens que circulam por intermédio do correio eletrônico devem ser referenciadas
d) quando se tratar de obras consultadas online, endereço eletrônico e data de acesso, conforme somente quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o assunto em discussão.
recomendado na letra “f” do item 3. Mensagens trocadas por e-mail têm caráter informal, interpessoal e efêmero e desaparecem
Obs.: No caso de arquivos eletrônicos, acrescentar a respectiva extensão à denominação atribuída ao rapidamente, não sendo recomendável seu uso como fonte científica ou técnica de pesquisa.
arquivo.

7.1.1 Banco de Dados

AVES do Amapá: banco de dados. Disponível em: <http://www.bdt.org/bdt/avifauna/aves>. Acesso em:


30 maio 2002.

7.1.2 Lista de Discussão

BIOLINE Discussion List. List maintained by the Bases de Dados Tropical, BDT in Brasil. Disponível
em:<lisserv@bdt.org.br>. Acesso em: 25 nov. 1998.

7.1.3 Homepage Institucional

CIVITAS. Coordenação de Simão Pedro P. Marinho. Desenvolvido pela Pontifícia Universidade


Católica de Minas Gerais, 1995-1998. Apresenta textos sobre urbanismo e desenvolvimento de cidades.
Disponível em: <http://www.gcsnet.com.br/oamis/civitas>. Acesso em: 27 nov. 1998.

7.1.4 Arquivo em disquete

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas.doc: normas para


apresentação de trabalhos. Curitiba, 1998. 5 disquetes, 3 ½ pol. Word for Windows 7.0.

7.1.5 Base de Dados

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca de Ciência e Tecnologia. Mapas. Curitiba,


1997. Base de Dados em Microlsis, versão 3.7.
50 51

8. IMAGEM EM MOVIMENTO KOBAYASHI, K. Doença dos xavantes. 1980. 1 fotografia.

Inclui filmes, videocassetes, DVD, entre outros FRAIPONT, E. Amilcar II. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 30 nov. 1988. Caderno 2 Visuais.
P. D2. 1 fotografia, p&b. Foto apresentada no Projeto ABRA/Coca-cola.
Elementos essenciais:
9.2 Transparências
• título;
• diretor;
O que acreditar em relação à maconha. São Paulo: CERAVI, 1985. 22 transparências, color., 25
• produtor; cm x 20 com.
• local;
• produtora;
9.3 Diapositivos
• data;
• especificação do suporte em unidades físicas;
O DESCOBRIMENTO do Brasil. Fotografia de Carmem Souza. Gravação de Marcos
• quando necessários, acescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar Lourenço. São Paulo: CERAVI, 1985.31 diapositivos, color. + 1 cassete sonoro (15 min.),
o documento. mono.

8.1 Videocassete 9.4 Gravuras

OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. São Paulo: CERAVI, MATTOS, M. D. Paisagem Quatro Barras. 1987. 1 original de arte, óleo sobre tela, 40 cm x 50
1983. 1 videocassete. cm. Coleção particular.

8.1.1 Videocassete com elementos complementares 9.5 Desenho técnico

OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. Coordenação de Maria DATUM CONSULTORIA E PROJETOS. Hotel Porto do Sol São Paulo: ar condicionado e
Izabel Azevedo. São Paulo: CERAVI, 1983. 1 videocassete (30 min.), VHS, son.., color. ventilação mecânica: fluxograma hidráulico, central de água gelada. 15 jul. 1996. Projeto final.
Desenhista: Pedro. N. da obra: 1744/96/Folha 10.
8.2 Filme
9.6 Documento iconográfico em meio eletrônico
CENTRAL do Brasil. Direção: Walter Salles Júnior. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e
Arthur Cohn. Intérpretes: Fernanda Montenegro; Marília Pera; Vinicius de Oliveira; Sonia Lira; As referências devem obedecer aos padrões indicados para documento iconográfico, de acordo
Othon Bastos; matheus Nachtergaele e outros. Roteiro: Marcos Bernstein, João Emanuel Carneiro com 9, acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes,
e Walter Salles Júnior. [S.I.]: Le Studio Canal; Riofilme; MACT Productions, 1998. 1 bobina CR-ROM, online etc). Quando se tratar de obras consultadas online, proceder-se-á conforme
cinematográfica (106 min), son., color., 35 mm. item 3, letra ‘f’.

9. DOCUMENTO ICONOGRÁFICO 9.6.1 Material em CD-ROM

Inclui pintura, gravura, ilustração, fotografia, desenho técnico, diapositivo, diafilme, material ESTAÇÃO da Cia. Paulista com locomotiva elétrica e linhas de bitola larga. 1 fotografia, p&b.
estereográfico, transparência, cartaz entre outros. IN: LOPES, Eduardo Luiz Veiga. Memória fotográfica de Araraquara. Araraquara: Prefeitura
do Município de Araraquara, 1999. 1 CD-ROM.
Elementos essenciais:
9.6.2 Material em disquete
• autor;
• título (quando não existir, deve-se atribuir uma denominação e ou a indicação sem título, entre
GEDDES, Anne. Geddes 135.jpg. 2000. Altura:432 pixels. Largura: 375 pixels. 51 kb. Formato
colchetes);
JPEG. 1 disquete, 5 1/4 pol.
• data;
• especificação de suporte;
• quando necessário, acescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o 9.2.1 Material online
documento.
STOCKDALE, René. When´s recess? [2002?]. 1 fotografia. color. Disponível em:
http://www.webshots.com/g/d2002/1-nw/20255.html. Acesso em: 13 jan. 2001.
9.1 Fotografia
50 51

10. DOCUMENTO CARTOGRÁFICO SILVA, Luiz Inácio Lula da. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. 1991].
Entrevistadores: V. Tremel e M. Garcia. São Paulo: SENAI-SP, 1991, 2 cassetes sonoros.
Inclui atlas, mapa, globo, fotografia aérea entre outros. As referências devem obedecer aos padrões Entrevista concedida ao Projeto Memória do SENAI-SP.
indicados para outros tipos de documentos, quando necessário.
9.1 Documento sonoro em parte
Elementos essenciais:
Inclui partes e faixas de documentos sonoros
• Autor(es);
• Título;
Elementos essenciais:
• Local;
• Editora; • Compositor(es)
• Data de publicação; • Intérprete (s) da parte (ou faixa de gravação)
• Designação específica e escala. • Título, seguidos da expressão In:, e da referência do documento sonoro no todo. No final da
referência, deve-se informar a faixa ou outra forma de individualizar a parte referenciada.
ATLAS, Mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. 1981. 1 atlas.
Escalas variam.
GINO, A. Toque macio. Intérprte: Alcione. In: ALCIONE. Ouro e cobre. São Paulo: RCA
Victor, p 1988. 1 disco sonoro. Lado A, faixa 1.
INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo, SP). Regiões do governo do
Estado de São Paulo. São Paulo, 1994. 1 atlas. Escala 1:2.000.
10. REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO
BRASIL e parte da América do Sul. São Paulo: Michalany, 1981.1 mapa. Escala 1. 600.000.
Os padrões indicados para apresentação dos elementos que compõem as referências aplicam-se a
10.1 Documento cartográfico em meio eletrônico todos os tipos de documentos. As referências são alinhadas somente à margem esquerda e de forma a
se identificar individualmente cada documento10, em espaço simples e separadas entre si por espaço
as referências devem obedecer aos padrões indicados para material cartográfico, acrescidas das duplo.
informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.).
quando se tratar de obras consultadas online, proceder-seá conforme item 3, letra ‘f” 10.1 Autoria

• Indicam-se o(os) autor(es) pelo último sobrenome, em maiúsculas, seguindo do(s) prenome(s) e
PERCENTAGEM de imigrantes em São Paulo, 1920. 1 mapa, color. Escala indeterminável. Neo
outros sobrenomes, abreviado(s) ou não. No caso de mais de um autor os nomes devem ser
Interativa, Rio de Janeiro, n. 2, inverno 1994. 1 CD-ROM.
separados por ponto-e-vírgula, seguido de espaço. Quando existirem mais de três autores,
indica-se o primeiro seguido da expressão et al.
MAPA de Ubicación: vista ampliada. Buenos Aires: Dirección de Salud y Acción Social de la • Em caso de autoria desconhecida, a entrada é feita pelo título. O termo anônimo não deve ser
Armada, c2001. 1 mapa, color. Escala indeterminável. Disponível em usado em substituição ao nome do autor desconhecido.
<http://www.diba.org/turismo/hoteles/ushuaia/ubicacion2.htm>. Acesso em: 13 jan. 2002. • O nome do autor de várias obras referenciadas sucessivamente deve ser substituído, nas
referências seguintes à primeira, por um traço e ponto (equivalente a seis espaços).
11. DOCUMENTO SONORO
10.2 Título e subtítulo
Inclui disco, CD (compact disc), cassete, rolo entre outros.
• O título e o subtítulo devem ser reproduzidos tal como figuram no documento, separados por
Elementos essenciais: dois pontos.
• Utiliza-se o recurso tipográfico itálico para destacar o elemento título. O subtítulo deve ser
• Compositor(es)
reproduzido sem destaque
• Intérprete(s)
• Quando se referenciam periódicos no todo (toda a coleção), ou quando se referencia
• Título integralmente um número ou fascículo, o título deve ser sempre o primeiro elemento da
• Local referência, devendo figurar em letras maiúsculas.
• Gravadora (ou equivalente) • Além do nome do autor, o título de várias edições de um documento referenciado
• Data e especificação do suporte. sucessivamente também pode ser substituído por um traço nas referências seguintes à primeira

10
ALCIONE. Ouro e cobre. São Paulo:RCA victor, p1988. 1 disco. Para isto, utilize a opção “Formatar  Parágrafo” e especifique em “Espaçamento  depois” a medida de 12
pontos.
50 51

10.3 Edição 10.7 Indicação das páginas e/ou volumes

• Faz-se a indicação da edição só quando esta aparece na obra. Deve ser transcrita de forma
• No total de páginas de uma obra - 350 p.
abreviada. Ex.: 2. ed. rev. amp. at. (segunda edição, revista, ampliada, atualizada).
• No de páginas de um texto - p. 25-30.
• Quando o documento for publicado em mais de uma unidade física, ou seja, mais de um
10.4 Local volume, deve-se indicar a quantidade de volumes, seguida de abreviatura “v” – 3 v.
• Se o número de volumes bibliográficos diferir do número de volumes físicos, deve-se indicar
• O nome do local (cidade) de publicação deve ser indicado tal como figura no documento. primeiro o número de volumes bibliográficos, seguido do número de volumes físicos – 5 v. em
• Quando houver mais de um local para uma só editora, indica-se o primeiro ou o mais destacado. 3.
• Quando a cidade não aparece no documento, mas pode ser identificada, indica-se entre colchetes.
• Não sendo possível determinar o local, utiliza-se a expressão Sine loco, abreviada, entre colchetes 11. ORDENAÇÃO DAS REFERÊNCIAS
[S.l.].
• Utilize colchetes quando a indicação dos elementos essenciais ou complementares for adquirida
por outros meios de informação, que não o próprio documento. Ex.: [1971]; [São Paulo]. As referências dos documentos citados em um trabalho devem ser ordenadas de acordo com o sistema
utilizado para citação no texto (conforme NBR 10520). Os mais utilizados em trabalhos técnicos e
científicos são: numérico (ordem de citação no texto) e alfabético (ordem alfabética de entrada).
10.5 Editora Algumas obras, de cunho histórico ou geográfico podem apresentar a ordenação das referências por
datas (cronológico) ou por locais (geográfico).
• O nome da editora deve ser indicado tal como figura no documento, abreviando-se os prenomes e O sistema adotado pelo Centro Universitário Toledo é o alfabético. Sendo assim, as referências
suprimindo-se palavras que designam a natureza jurídica ou comercial, desde que sejam devem ser reunidas no final do trabalho, em uma única ordem alfabética. As chamadas no texto
dispensáveis para identificação. Ex.: Atlas e não Editora Atlas devem obedecer o sistema autor-data11.
• Quando houver mais de uma editora, indica-se a que aparece com maior destaque na página de
rosto. Se os nomes das editoras estiverem com igual destaque, indica-se a primeira. As demais
podem ser também registradas com os respectivos lugares. No texto, as chamadas das referências são indicadas como segue:
• Quando a editora não é identificada, deve-se indicar a expressão sine nomine, abreviada, entre
colchetes [s.n]. ... de acordo, com as novas tendências de jurisprudência brasileira (CRETELLA JÚNIOR, 1992, p.
• Quando o local e o editor não puderem ser identificados na publicação, utilizam-se ambas as 107), é facultado ao magistrado decidir sobre a matéria...
expressões, abreviadas e entre colchetes[S.l.: s.n.].
• Quando a editora é a mesma instituição responsável pela autoria e já tiver sido mencionada, não é ... todos os índices coletados para a região escolhida foram analisados minuciosamente. (BOLETIM
indicada. ESTATÍSTICO, 1965. p. 20)...

10.6 Data Nas Referências

• A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos. BOLETIM ESTATÍSTICO [da] Rede Ferroviária Federal. Rio de Janeiro, 1965. p. 20.
• Se nenhuma data de publicação, distribuição, copirraite, impressão etc. puder ser determinada,
registra-se uma data aproximada entre colchetes, conforme indicado: CRETELLA JÚNIOR, J. O impeachment no direito brasileiro. [São Paulo]: R. dos Tribunais, 1992,
[1971 ou 1972] ............................................................ um ano ou outro p. 107.
[1969?] ............................................................................. data provável
[1973] .................................................. data certa não indicada no item
[entre 1906 e 1912] ................... use em intervalos menores de 20 anos
[ca. 1960] .................................................................... data aproximada
[197-] .............................................................................. década incerta
[197-?] ......................................................................... década provável
[18--] .................................................................................. século certo
[18--?] ........................................................................... século provável
• Nas referências de vários volumes de um documento, produzidos em um período, indicam-se as
datas inicial e final da publicação.
• Em listas e catálogos, para as coleções de periódicos em curso de publicação, indica-se apenas a
data inicial seguida de hífen e um espaço.
• Em caso de publicação periódica, indica-se a data inicial e final do período de edição, quando se
tratar de publicação encerrada.
• Usam-se as três primeiras letras da palavra na abreviação para indicação dos meses do ano.
Exceção para as palavras de quatro ou menos letras. Ex.: jan.; mar. 11
Ver anexo 2 e 3: Citações e Notas.
50 51
50 51

2. Citações2 Ou

“[...] A universidade tem a responsabilidade de criar, desenvolver, transformar e transmitir o


a) Conceito: saber1 que o homem adquire de si mesmo e colocá-lo a seu serviço”.
1
Informações extraídas de fontes de pesquisa tais como livros, jornais, revistas etc. grifo nosso

b) Tipos: • Os números de chamada aparecem em ordem crescente por capítulo.

• Citação direta - transcrição literal de frases ou trechos do autor consultado. Devem vir entre
aspas duplas, no texto, quando tiver até três linhas. Quando a citação tiver mais de 3 linhas
deve vir separada do corpo do texto, com recuo de 4 cm da margem esquerda, sem aspas,
com fonte 10 e espaço entre linhas simples.
• Citação indireta – texto baseado na obra do autor consultado (síntese das idéias do autor).
Devem traduzir fielmente o sentido do texto original.
• Citação de citação – citação direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao
original.

c) Sistema autor-data (citações no corpo do trabalho)

Indica-se a fonte pelo sobrenome de cada autor ou pelo nome de cada entidade responsável,
seguido(s) da data de publicação do documento e da página(s) da citação, no caso de citação direta,
separados por vírgula e entre parênteses

No texto:

Embora a metodologia não deva ser supervalorizada, por ser apenas uma disciplina instrumental,
desempenha papel decisivo na formação do cientista, à medida em que o faz consciente de seus
limites e de suas potencialidades. (DEMO, 1981, p. 13).

Na lista de Referências:

DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. São Paulo: Atlas, 1981.

d) Observações:

• Quando há omissão de trechos inclusos na passagem citada, usam-se reticências (vide


exemplos 3, 4 e 5).

“[...] na casa onde morava aquele pensador, [...] faltavam as condições necessárias para que
realizasse a sua missão [...]”

• Quando se quer enfatizar algum trecho de uma citação literal, costuma-se grifá-la. A
alteração deve ser feita com a expressão “grifo nosso” entre parênteses no próprio texto ou
em nota de rodapé com o no de chamada logo após a passagem grifada.

“[...] A universidade tem a responsabilidade de criar, desenvolver, transformar e transmitir o


saber que o homem adquire de si mesmo e colocá-lo a seu serviço”. (SILVA, 1982, p. 46, grifo
nosso).

2
Conforme NBR 10520, ago. 2002.
50 51

1
3. Notas3 GOLDMAN, Lucien. Ciências humanas e filosofia. São Paulo: Cortez, 1994. p. 40.
Id., O socialismo selvagem. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. p. 300.

2.1.3 Utilize “op. cit.” (na obra citada) quando a citação for extraída de outra página de uma obra
anteriormente citada, mas houve intercalação de referências de outras obras.
1. Notas de rodapé
1
GOLDMAN, Lucien. Ciências humanas e filosofia. São Paulo: Cortez, 1994. p. 40.
2
BUBER, Martin. Eu e tu. São Paulo: Ática, 2001. p. 15.
Indicações, observações ou aditamentos ao texto feitos pelo autor, tradutor ou editor do texto. 3
GOLDMAN, op. cit., p. 60.
Deve-se usar o sistema autor-data para as citações no texto e o numérico para as notas explicativa.

2.1.4 Quando a chamada no texto é feita junto ao nome do autor, este não precisa ser retomado na
1
Para maiores esclarecimentos sobre a questão, consulte o estudo de Freire (1977). nota de referência.

Ex.: Para Buber1, as linhas das relações, se prolongadas, entrecruzam-se no Tu eterno.

1
2. Notas de referência Eu e tu, p. 87.

2.1.5 Quando se quer fazer referências a várias passagens do texto nas quais um elemento é
indicam a fonte de onde é retirada a citação ou remetem a outras partes da obra onde o assunto foi abordado, utiliza-se a expressão latina passim - "em diversas passagens".
abordado. A numeração das notas é feita por algarismos arábicos, devendo ter numeração única e
consecutiva para cada capítulo ou parte. 1
Martin BUBER, Eu e tu, passim.

2.1 Notas de citação bibliográfica:


2.2 Notas de citação de periódicos:
• Sobrenome, nome do autor - GOLDMAN, Luicen.
• Sobrenome, nome do autor – RODRIGUES, Neidson
• Título da obra em itálico - Ciências humanas e filosofia. • Título do artigo – Estado e Educação no Brasil
• Cidade de publicação: São Paulo • Nome da publicação em itálico – Educação e Sociedade
• Editora: Cortez • Número e página – nº 10, p. 41
• Ano: 1994
• Número da página - p. 40. 1
RODRIGUES Neidson, Estado e educação no Brasil, Educação e Sociedade, no 10, p. 41.

GOLDMAN, Lucien. Ciências humanas e filosofia. São Paulo: Cortez, 1994. p. 40.
2.3 Citação de citação:

Quando se quer citar uma passagem a partir de outra fonte, utiliza-se a fonte segunda precedida
2.1.1 Utilize “Ibidem” ou “Ibid.” para se referir a uma mesma obra de um mesmo autor, de apud (citado por, conforme, segundo), podendo também ser usada no texto.
variando apenas a página.
No rodapé:
1
GOLDMAN, Lucien. Ciências humanas e filosofia. São Paulo: Cortez, 1994. p. 40.
1
2
Ibid., p. 16. FREIRE, 1977 apud DEMO, 1992, p. 25.

2.1.2 Utilize "Idem" ou "Id." para se referir só ao autor citado na nota imediatamente anterior,
No texto:
mas em outra obra.

Segundo Freire (1977 apud DEMO, 1992, p. 25) diz ser [...]
3
Conforme NBR 10520, ago. 2002.
50 51

O mundo não é. O mundo está sendo. (FREIRE, 1977, p 179 apud DEMO, 1992, p. 25).
Anexo 4: Exemplos de citação
3. Notas explicativas

Inserem no trabalho, considerações complementares que onerariam o desenvolvimento do texto. Exemplo 1:

Em geral, é neste nível de ensino, que o processo de ensino e


Até o século X o que predominava era a leitura pública e em voz alta.
de aprendizagem, calcado quase exclusivamente na aula expositiva, enfatiza a
__________
1
Tanto era assim que as línguas primordiais da Bíblia - aramaico e hebreu - não faziam diferenciação transmissão/recepção do conhecimento e invariavelmente está centrado no discurso
entre o ato de ler e o de falar, dando a ambos o mesmo nome. A esse respeito consultar Manguel (1997,
p. 62). do professor. No que diz respeito à leitura, esta não é encarada como lugar de
produção (apreensão/compreensão de significados e reflexão), mas simplesmente
como reconhecimento dos sentidos que, em sua maioria, são os sentidos únicos
veiculados pela fala do professor e que são encarados pelo aluno como verdades
absolutas. Não é à toa que, quando solicitados a ler, os alunos buscam respostas
prontas e acabadas “como se os significados pudessem saltar do texto para dentro de
sua consciência, sem exigir esforço e trabalho”. (SILVA, 1988, p. 87-88).

Exemplo 2:

A meu ver, esse espaço se cria na e pela leitura e no


tratamento que se puder conceder a ela para torná-la produtiva. Esse tratamento
deve ancorar-se numa nova compreensão do ensino da leitura que pode ser
ilustrada pela fala de Aragão (1998, p. 3), quando diz que,

[...] o conhecimento do aluno ou da aluna vai ser mais ou menos amplo e


significativo, em função das inter-relações que lhes forem propiciadas, isto é,
das inter-relações que tiverem sido estabelecidas entre ele ou ela, o conteúdo
ou o conhecimento e o seu professor ou sua professora. A ênfase nas inter-
relações, e não somente em cada um dos elementos em separado, surge,
então, como um dos traços distintivos e fundamentais para o processo de
construção da subjetividade do aluno e da aluna.

Para isso, segundo a autora (1998, p. 4)

[...] há necessidade de o professor e a professora definirem e compreenderem


o seu papel como orientador(a) das atividades de ensino, enquanto
mediador(a) de processos de significação no curso da aprendizagem. Esta
orientação da qual o professor ou a professora se incumbe de concretizar em
ajudas pedagógicas que ele ou ela precisa fornecer aos seus alunos e às suas
50 51

alunas. Compreendo ser preciso, também, que essas ajudas se diferenciem e utilizados na graduação, ainda que necessários, não suprem as necessidades de
sejam ajustadas aos diferentes momentos, no curso da aprendizagem, pelos quais
os alunos e as alunas passam. Os constantes tipos de ajuda pedagógica se tornam formação global do leitor!
desafiantes posto que, contrariamente aos procedimentos usuais, sempre
estereotipados, monocórdicos e únicos, ora se trabalha com informações que se
apresentam organizadas e seqüenciadas, ora com temas, problemas e/ou Exemplo 5:
atividades interativas, orientadas à reflexão, quer como ponto de partida quer de
chegada.
Vale, para compreender melhor tais proposições, invocar o
Paulo Freire (1997, p. 41) também contribui nesse sentido que diz Montenegro (1997, p. 17):
afirmando que
o dogma da idéia única, da verdade única, do projeto único estaria, em
princípio, excluído da biblioteca que possibilitando o acesso ao múltiplo1
Pensar certo implica a existência de sujeitos que pensam mediados por objeto ou permite, em princípio, a constituição do senso crítico que se afirma e
objetos sobre que incide o próprio pensar dos sujeitos. Pensar certo não é que- materializa nas suspeitas, nas proposições de caminhos divergentes, na
fazer de quem se isola, de quem se “aconchega” a si mesmo na solidão, mas um abertura de sentidos.
ato comunicante. Não há por isso mesmo pensar sem entendimento e o
Segundo a autora (1997, p. 20),
entendimento, do ponto de vista do pensar certo, não é transferido mas co-
participado.
as bibliotecas não podem se restringir a meros espaços físicos onde se
guardam livros, sem que projetos de leitura sejam por elas desenvolvidos. [...]
Exemplo 4: Mesmo entre aquelas com maior acervo, um acervo “guardado” é um acervo
emudecido.

O terceiro aspecto diz respeito a importância da leitura no 1


Grifo nosso.
desenvolvimento do racicíonio lógico. A esse respeito Vigotsky (1995, p. 44) afirma
que “o crescimento intelectual [...] depende do domínio dos meios sociais do
Exemplo 6:
pensamento, isto é da linguagem”. Villardi (1997, p.8) corrobora com ele e
acrescenta, Vale finalmente lembrar que
uma vez que o desenvolvimento da linguagem se traduz como elemento
essencial ao crescimento intelectual [...], a leitura acaba por constituir-se num Se quisermos exercer alguma influência no rumo empreendido pela ciência
fator que interfere de forma substantiva no pensamento, tornando-se contemporânea é preciso que tomemos consciência da necessidade de uma
conseqüentemente, um fator determinante do bom desempenho durante e após o dupla ação: uma ação direta, tentando “dominar” os conhecimentos
período de escolarização. científicos e detectar suas ilusões: uma ação indireta, convertendo-nos em
“pedagogos” capazes de formar aqueles que mudarão o mundo. Para tanto,
temos que nos transformar por dentro e, ao mesmo tempo, criar as condições
exteriores, tornando possível uma transformação do mundo do saber.
(Japiassu apud Fazenda, 1992, p. 18).
Assim, se queremos estimular o aluno a ler devemos oferecer a
ele, além dos textos acadêmicos informativos, textos que o instiguem e mostrem a ele É nessa perspectiva que a leitura se põe como formação, posto
a “possibilidade de fazer ver o novo, proporcionando o prazer da descoberta e da que, como diz Aragão (1998) em comunicação oral reiterada: Na Universidade,
elaboração de múltiplos sentidos” (VILLARDI, 1997, p. 8). Esses atributos são, jamais se formará um profissional diferenciado em qualidade e competência, sem
conforme a autora, necessariamente intrínsecos ao texto literário e embora possam se que se tenha, concomitantemente formado um LEITOR.
evidenciar em outros tipos de textos, fica claro que apenas a leitura dos textos técnicos,
50 51

Organização

Lia Mara Malinski Gandra

Composição gráfica

Adriana Márcia Segura Teixeira


Rafael Guimarães Colato

Capa e diagramação

Adriana Márcia Segura Teixeira