Você está na página 1de 4
Nome Escola Secundária de Leal da Câmara Biologia e Geologia – nível 1 2º Teste

Nome

Escola Secundária de Leal da Câmara Biologia e Geologia – nível 1 2º Teste de Avaliação Sumativa – Novembro 2006

Turma

Leia com tenção as questões que se seguem, procurando responder de forma clara e sucinta apenas ao que é pedido. BOA SORTE!

1. Observe atentamente a figura 1 que representa 3 locais (A, B e C) diferentes.

Fig. 1

1 que representa 3 locais (A, B e C) diferentes. Fig. 1 1.1. Dos estratos representados

1.1. Dos estratos representados (1, 2, 3, 4, 5 e 6) indique qual é o mais antigo e o mais recente.

1.2. Refira o princípio de Estratigrafia aplicado na questão anterior.

1.3. Apresente uma explicação para o facto de não estarem representados os estratos 4 e 6 no local A.

1.4. “Os estratos representados pelos números 2, 3 e 5 nos três locais diferentes (A, B e C) têm a mesma idade”. Comente esta frase.

2. A figura 2 representa os principais acontecimentos na formação dos Himalaias.

Fig. 2
Fig. 2

2.1. Indique a ordem cronológica correcta dos acontecimentos A, B e C.

2.2. Faça a legenda dos números da figura 2.

2.3. Classifica o tipo de limite que levou à formação dos Himalaias.

2.4. Explique a presença de vulcanismo na Placa Euro-asiática.

3. Ordene de forma correcta os seguintes acontecimentos, que se pensa terem ocorrido no proces- so de formação do Sistema Solar.

1 – Nuvem de gases e poeiras difusa.

2 – Formação dos planetas.

3 – Movimento de rotação.

4 – Formação do proto-sol.

5 – Contracção gravítica da nébula solar.

6 – Impacto de planetesimais.

7 – Formação do protoplanetas.

8 – Formação de planetesimais.

4. A figura 3 ilustra as diferentes etapas de evolução do planeta Terra.

Fig. 3

as diferentes etapas de evolução do planeta Terra. Fig. 3 4.1. Ordene os esquemas, de modo

4.1. Ordene os esquemas, de modo a evidenciarem a sequência correcta da evolução do nosso planeta.

4.2. Indique as três fontes de calor que permitiram a diferenciação da Terra.

4.3. Transcreva a letra correspondente à opção que indica as zonas do planeta por ordem cres- cente de densidade.

A – crosta, manto, núcleo

B – núcleo. Manto, crosta

C – crosta, núcleo, manto D – núcleo, crosta, manto

5. As afirmações que se seguem referem-se a atributos dos planetas do Sistema Solar. A cada uma

delas faça corresponder um dos elementos da chave.

Chave

A – Planetas telúricos

B – Planetas gigantes

C – A + B D – Nenhuma das anteriores

Afirmações

1. Movimento de translação à volta do Sol.

2. Densidade elevada.

3. Núcleo metálico.

4. Atmosferas extensas de gases leves

5. Movimento de rotação.

6. Poucos ou nenhuns satélites.

7. Sistema de anéis.

8. Órbita muito excêntrica.

9. É possível observar na superfície crateras de impacto.

10. Estrutura em camadas concêntricas.

6. Explique a seguinte frase proferida pelo astrofísico Hubert Reeves sobre a formação dos planetas:

“As catedrais constroem-se com pedra talhada, os planetas com grãos de poeiras interestelares”.

7. Observe com atenção o quadro I, que lhe fornece alguns dados sobre os planetas principais do

Sistema Solar.

Planeta Caract.
Planeta
Caract.

A

B

C

D

E

F

G

H

Diâmetro

               

equatorial

6.794

12.756

50.800

49.100

4.878

12.104

142.800

120.000

(km)

Número de

               

satélites

2

1

17

8

0

0

16

18

conhecidos

Tempo

687 dias

365,25

84 anos

165 anos

88 dias

225

dias

11,9 anos

29,5 anos

de translação

dias

 

Tempo

               

de

24,6 h

23,94 h

16,3 h

16 h

58,6 dias

243

dias

9,8 h

10,2h

rotação

 

Quadro I

7.1. Seleccione as letras que correspondem aos planetas gigantes

7.2. Identifique os planetas B, C, D, F e G.

7.3. Indique o tempo que Júpiter demora a dar a volta ao Sol.

7.4. Formule uma hipótese para explicar o facto de Júpiter possuir muitos satélites.

8. Um estudo pormenorizado levado a cabo sobre o asteróide 433 Eros (asteróide incluído no conjunto designado NEAR – Near Earth Asterid Rendezvous) revelou uma superfície densamente coberta por crateras. O gráfico da figura 4 relaciona o tamanho das crateras com a frequência de impactos.

o tamanho das crateras com a frequência de impactos. Fig. 4 8.1. Um asteróide é: (Indique

Fig. 4

8.1. Um asteróide é: (Indique a opção correcta)

a) um corpo rochoso de órbita muito excêntrica relativamente ao Sol.

b) um corpo rochoso de forma irregular.

c) um corpo onde ocorreu desgaseificação.

d) uma estrutura rara no Sistema Solar, não existindo mais do que algumas dezenas.

8.2. Identifique a região do Sistema Solar onde se localiza a maioria dos asteróides.

8.3. Indique o fenómeno que está na origem das crateras observadas na figura.

8.4. Atendendo aos dados do gráfico, relacione a dimensão das crateras com a sua frequência.

9. O quadro II refere dois meteoritos caídos em Portugal.

Meteoritos

Local da queda

Composição

Observações

 

A Tasquinha

Olivina, hiperstena, Feldspato

Pobreza de elementos ferro- niquélicos Estruturas olivínicas globulares

   

Ferro – 89,8%

Peso – 25,25 kg Densidade – 7,82 Fortemente magnético

B S. Julião de Moreira

Níquel – 9,635 Cobre - 0.43% Fósforo – 1,0%

Quadro II

9.1.

Classifique os meteoritos A e B referidos no quadro II.

9.1.1.

Justifique a resposta.

9.2.

Indique duas proveniências possíveis dos meteoritos que atingem a Terra.

9.3.

Os meteoritos são geralmente classificados com base em: (Transcreva a letra correspondente

à opção certa)

A – Dimensões e locais da queda B – Textura e composição química

C – Textura e dimensões D – Composição química e local da queda

Questões

1.1

1.2

1.3

1.4

2.1

2.2

2.3

2.4

3.

4.1

4.2

4.3

5.

Pontos

4

6

8

8

8

10

6

12

10

8

6

6

16

6.

7.1

7.2

7.3

7.4

8.1

8.2

8.3

8.4

9.1

9.1.1

9.2

9.3

Total

10

10

10

 

8

10

 

4

 

4

4

4

8

8

6

6

200