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ÍNDICE

Canções Pág

Canções de Artilharia ................................


Canções de PQD .......................................
Canções de Guerra na Selva ....................
Canções de Montanha ..............................
Canções de Caatinga ................................
Canções FE/Comandos .............................
Canções de Intendência
Com e Mat Bel ............................................
Poemas de Artilharia ..................................
CANÇÕES DE ARTILHARIA
Canção da Artilharia
Letra: Gen. Jorge Pinheiro.
Música: Christian Zann.

Eu sou a poderosa Artilharia


Que na luta se impõe pela metralha,
A missão das outras armas auxilia
E prepara o campo de batalha
Com seus tiros de tempo e percussão
As fileiras inimigas levo a morte e a confusão.

Se montada, sou par da Infantaria,


Nos combates, nas marchas, na vitória!
A cavalo acompanho a Cavalaria,
Nos contatos, nas cargas e na glória
Com rajadas de fogo surpreender
As vanguardas inimigas e depois retroceder.

Quer de costa, antiaérea ou de campanha,


Eu domino no mar, no ar, na terra,
Quer no forte, no campo ou na montanha,
Vibra mais no canhão a voz da guerra,
Da batalha sinistra a melodia
É mais alta na garganta da Pesada Artilharia.

Se é mister um esforço derradeiro


E fazer do seu corpo uma trincheira,
Abraçado ao canhão morre o artilheiro
Em defesa da pátria e da Bandeira.
O mais alto valor de uma nação
Vibra n’alma do soldado, ruge n’alma do canhão.
Hurra!... Hurra!... Hurra!...
Oração do Artilheiro

Senhor, Tu ordenaste ao combatente Artilheiro


Sobrepujai todos os vossos oponentes
Dai-nos hoje no combate
A sobriedade para decidir
A inteligência para calcular
A astúcia para dissimular
E a fé para resistir e vencer
E dai-nos também, Senhor
A esperança e a certeza do retorno,
Mas, se defendendo esta Brasileira Nação
Tivermos de perecer ó Deus
Que o façamos com dignidade
E mereçamos a vitória
Mallet! Brasil!

Canção da Artilharia Antiaérea

Somos nós a potência antiaérea


Que domina a amplidão dos espaços
Contra as hostes da altura sidérea
Retalhamos o céu de estilhaços
Muito acima das altas montanhas
A impedir que o inimigo desponte
Vedaremos a que asas estranhas
Tragam sombras ao nosso horizonte

Tributários de sangue e de vida


Nós seremos nos graves momentos
Sentinelas dos ares atentos
Em defesa da pátria querida
Nós herdeiros de velhas bravuras
Cultivando ambições as mais sãs
Conduzimos o fogo as alturas
Em auxílio das asas irmãs
Destemidos afeitos a guerra
Lutaremos com alma viril
Defendendo a bandeira que encerra
Toda glória imortal do Brasil

Tributários de sangue e de vida


Nós seremos nos graves momentos
Artilheiros dos ares atentos
Em Defesa da pátria querida.

Oração do Artilheiro Antiaéreo

Senhor! Vejo nos céus granadas a explodir,


Na terra, trincheiras a serem rasgadas,
E no infinito do mar, colunas d’água serem levantadas.

Compreendo então o poder da tormenta...


Dos raios e trovões!
Os quais ceifam o ar, terra e mar!

Compreendo que somente o Senhor e nós


Detemos o conhecimento dos processos
Que guiam nossos mísseis e granadas!
Deus! Antes que eu vá bater em tua porta
Peço-te, ao guarnecer meu canhão.
A inteligência e máxima presteza na hora da ação,
E ante o perigo, cheio de inquietude,
A coragem, força e precisão de um verdadeiro titã...
Dai-me isso meu Deus definitivamente,
Dai-me a certeza de que esta será a minha parte,
Na luta e na tormenta.
Só assim terei certeza de que poderei ir em paz...
E aos meus inimigos, meu Deus!
Que provem das bocas de fogo inflamadas... chuva de
aço
Mortal.
Que provem a fúria de Zeus no ar... e de Poseidon no
mar!

Que eles saibam... Somos nós os primeiros a lutar!


Que eles ouçam nossas granadas sibilar
Pois juro meu Deus! Até a morte nunca recuar.

Canção da Artilharia de Costa

Letra: Luiz Lobo.


Música: Hermínio P. de Souza.

Pela Costa dos mares profundos


Ou dos rios às margens floridas
Afrontando tufões iracundos
Impassíveis às águas subidas,
Sentinelas da pátria querida
Nossa vida é guardar sua vida!

Refrão: Não tememos a fúria do mar


Nem canhão, nem aéreo torpedo
Quem defende o Brasil não tem medo,
E só têm um dever, é lutar
E na Costa, a lutar os primeiros,
Somos nós, somos seus artilheiros!

O telêmetro pronto, a luneta,


Em constante visada para o mar
E a alça estreita a cruzeta
Vigilante, pregado o olhar,
Ao sinal de corneta ou de mão
Preparando para a luta o canhão!
Refrão: Se o clarão do holofote investiga
Do setor todo o campo a bater,
E descobre uma nau inimiga,
Nos comanda uma voz: GUARNECER!
E das bocas de fogo inflamadas,
Sibilando se vão as granadas!
Refrão: Atraindo para nós os combates
Que provocam as naus estrangeiras,
Sejam sobre a cidade os ataques,
Ou ataquem as naus brasileiras,
Em cerrado e feroz canhoneiro
Evitamos o audaz bombardeio.

Refrão: Se, porém, nossos tiros os alcançam


Sem que dano mortal se demarque,
E o inimigo à aventura se lança
De tentar conseguir desembarque
Corpo a corpo à espada, a fuzil
Defendemos ainda o Brasil.

Canção da Artilharia Expedicionária

No Brasil ou no além-mar
Nós havemos de lutar
Pela honra da nossa nação

Na planície ou na montanha
Com poeira, chuva ou lama
Cumpriremos a nossa missão

Com seus fogos poderosos


A nossa Artilharia
Leva apoio a Infantaria, hurra!

Dias e noites
Granadas aos milhões
Vão lançando os nossos canhões.
(Bis)

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