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Direcção Regional de Educação do Centro

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DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO

PRÉ – ESCOLAR

ROTEIRO DE REALIZAÇÕES

Língua Portuguesa, Matemática e Ciências

ANO LECIVO 2009/2010


(Versão do 2º Ano de implementação)

Agrupamento de Escolas de Castro Daire


O que é o nosso Roteiro de Realizações?

É um conjunto de conteúdos, apresentados e objectivados em actividades determinadas e


intencionais, direccionados para duas áreas fundamentais que, segundo orientações tutelares,
merecem atenção particular: Língua portuguesa, Matemática e Ciências.
Estas actividades centradas em conteúdos específicos, foram definidas tendo como referentes
as “Orientações Curriculares Para a Educação Pré – Escolar” e as Brochuras emitidas através de
oficinas de formação dinamizadas pelo Ministério da Educação e às quais apenas tiveram acesso um
número limitado de educadores de infância. Os conteúdos do respectivo programa do 1º ano do 1º
ciclo foram igualmente tidos em conta.
O conjunto de actividades proposto neste Roteiro encontra-se também interligado com as
metas/objectivos do Projecto Educativo de Escola no sentido de contribuir para a melhoria de
resultados em problemas aí identificados.
Neste Roteiro são descritos, enumerados e articulados alguns conteúdos e actividades tidos
como essenciais no desenvolvimento de aprendizagens significativas. De forma global, podemos
entendê-lo como sendo um currículo nuclear de carácter vinculativo, à volta do qual serão
enquadradas uma parte significativa das actividades que decorrem no jardim-de-infância. Os
conteúdos, conceitos e actividades nele inscritos constituem-se como promotores de experiências de
aprendizagem comuns a todas as crianças que frequentam os jardins-de-infância deste
Agrupamento.
Considerando os elementos e condicionalismos em presença – a proposta, os resultados
escolares, a urgência da mudança, a nossa própria experiência, a aplicação em tempo útil – esta foi a
orientação que conseguimos construir. Este não é de forma alguma um documento estático; foi
actualizado no presente ano lectivo em função de novas necessidades, numa dinâmica própria da
vida escolar e da acção educativa.
Devemos ainda, por imperativo profissional, salvaguardar um aspecto importantíssimo:
enquanto a educação pré - escolar se mantiver organizada e enquadrada pela legislação em vigor e
pelas orientações pedagógicas oficialmente emanadas, teremos de nos manter atentos não
permitindo que a educação de infância se torne alvo de obsessões, condicionadoras e escolarizadas,
daquilo que é básico e realmente importante para uma criança; socializar, comunicar, interagir e
aprender brincando, bastante.
Como surgiu?

Decorrente da avaliação externa realizada anteriormente, no âmbito do programa “Resultados


Escolares e Estratégias de Melhoria no Ensino Básico”, levada a cabo pela equipa de inspecção,
foram realizados diversos contactos e reuniões. Numa destas reuniões, a equipa de inspecção propôs
esta tarefa, em forma de desafio, aos profissionais da educação Pré - Escolar deste Agrupamento de
Escolas. A tarefa foi aceite e este trabalho começou a ser idealizado quase no final do ano lectivo
07/08. Nessa altura ainda não eram conhecidas as Brochuras atrás referidas. O plano de intenções
era por isso bastante criativo e flexível, orientado pela experiência e conhecimento técnico das
educadoras. Entretanto essas mesmas Brochuras foram distribuídas às educadoras que participaram
na oficina de formação, o que veio a dar um contributo precioso na elaboração deste documento que
se tornou, desta forma, mais conciso, objectivo e fundamentado.
De igual forma, as metas e objectivos estabelecidos no projecto Educativo de Escola
constituíram uma referência substancial para a produção este documento.
Assim, para concretizar este trabalho foram constituídos grupos de educadoras nas reuniões de
Departamento, nos dois últimos anos lectivos.
Neste ano lectivo 2009/2010 foi feita a actualização deste Roteiro através da inserção de
conteúdos e actividades respeitantes à área de Ciências, baseadas na brochura “Despertar para a
Ciência”.

Para que serve?


Este documento deverá assumir-se como uma referência de base, imprescindível nos diversos
níveis de planificação (no Plano Anual de Actividades, inserido no Projecto Curricular de Grupo e
na Planificação Mensal) e concretização de actividades relevantes. Em face das recomendações
feitas, algumas das actividades relevantes neste momento, são aquelas que visam colmatar
dificuldades nas áreas de aprendizagem que registam maior debilidade: Língua Portuguesa,
Matemática e Ciências.
Essencialmente, este Roteiro tem em vista a uniformização de experiências de aprendizagem
específicas, o reforço de estruturas subjacentes à promoção e desenvolvimento de competências de
comunicação e abordagem à leitura e à escrita e ainda prevenir dificuldades na área da matemática
bem como o despertar para a ciência. É dirigido às crianças que frequentam a educação pré escolar
na abrangência deste Agrupamento de escolas.
Objectivos:
• Prevenir o insucesso na área da Matemática
• Promover competências de comunicação e de abordagem à leitura e à escrita
• Despertar para a Ciência
• Uniformizar experiências de aprendizagem essenciais específicas

Como se implementa na prática?

Cada educadora tem como referência comum, além das indispensáveis “Orientações
Curriculares”, o Roteiro de Realizações que funciona interligado com o Projecto Curricular de
Grupo. Neste são referidas as actividades do Roteiro a desenvolver ao longo do ano em cada área:
Língua Portuguesa, Matemática e Ciências. Na planificação mensal, feita na reunião de
Departamento, definem-se as actividades comuns a desenvolver em todos os jardins-de-infância,
num determinado mês. Na planificação mensal do Departamento ficam portanto registadas, para
aplicação comum, uma média de três ou quatro actividades por cada área, o que pode corresponder
sensivelmente a duas ou mais actividades específicas por semana, dependendo das variantes que
possam ser propostas ao grupo de crianças por cada educadora. As educadoras assumem e
implementam os restantes conteúdos e actividades de acordo com os Projectos em curso e as
necessidades, o nível etário e os interesses do grupo de crianças. Desta forma, a planificação mensal
só fica completa quando cada educadora nela regista também outras actividades além das
seleccionadas na reunião de Departamento. Sempre que as educadoras, elementos deste
Departamento, o aprovem, serão registadas na planificação mensal outras actividades comuns,
normalmente decorrentes de momentos de partilha e troca de experiências (este procedimento foi
adoptado durante quase todo o ano lectivo anterior). Cada educadora faz a gestão dos recursos
materiais disponíveis da forma que entender como mais adequada. A educadora definirá igualmente
o(s) momento(s) mais oportuno(s) para aplicar as várias actividades. Assim, os conteúdos e
conceitos a explorar serão sempre respeitados enquanto é garantida a flexibilidade necessária para
fazer a devida adequação ao grupo de crianças, espaço e tempo.
Exemplo de actividade na área da matemática:

Elementos fixos:
Objectivo: estabelecer relações entre elementos de um conjunto
Conceito/conteúdo: relação entre objectos/elementos de um conjunto
Aprendizagem: classificar, seriar e ordenar
Elementos flexíveis:
Materiais: diversos, os possíveis, recolhidos e/ou intencionalmente preparados
Tempo: inserido em jogo de movimento, jogos didácticos, expressão plástica,
actividades diversas em grupo
Espaço: interior ou exterior da sala

A quem se aplica?
Estas actividades orientadas constituirão experiências de aprendizagem comuns a todas as
crianças de 5 anos (último ano de frequência) que frequentam os jardins-de-infância que integram
este Agrupamento.
Dependendo das características e da evolução do grupo, cada educadora entenderá se estas
actividades poderão ser vividas por crianças mais novas, eventualmente adequando materiais e
adoptando estruturas mais simplificadas.

Responsável directo:
Educadora de infância.
DESENVOLVIMENTO LÓGICO E REPRESENTAÇÃO MATEMÁTICA
CO.TEÚDOS OBJECTIVOS GERAIS
• Identificação das • Utilizar as possibilidades da
propriedades dos forma de representação
objectos. matemática para descrever
• Formação e alguns objectos, suas
representação de características e propriedades,
conjuntos. e algumas acções que, sobre
• Relações entre eles, se possam realizar.
elementos de um • Desenvolver as relações de
Conjuntos: conjunto: classificação, seriação e ordem
propriedades e classificação, entre os elementos de um
relações dos seriação e ordem. conjunto.
objectos • Relação entre os • Desenvolver a capacidade de
elementos de dois estabelecer correspondências
conjuntos: entre os conjuntos.
correspondências e • Iniciar as operações de união
operações. e intersecção entre os
• Operações com elementos de dois conjuntos.
objectos e conjuntos:
união e intersecção.
• A quantidade. • Iniciar a aquisição da noção
ARITMÉTICA

Quantificadores de número e reconhecer os


intensivos. seus símbolos gráficos.
Desenvolvimento • O número: de 1 a 10 • Desenvolver os processos
do conceito de eo0 cognitivos de abstracção,
número • As operações: comparação e associação.
iniciação à soma e à • Compreender a noção e os
subtracção mecanismos das operações
matemáticas básicas: adição e
subtracção, dando atenção ao
processo e aos resultados
obtidos.
• Desenvolver o raciocínio
lógico, através da resolução de
problemas simples.
• Medida de • Estabelecer comparações entre
grandezas, mediante processos
comprimento
de percepção ou utilizando um
Iniciação à • Medida de superfície padrão de referência arbitrário.
medida • Realizar medições com
• Medida de padrões de referência
capacidade convencionais e utilizando
instrumentos.
• Medida de peso
• Expressar o resultado da
• Medida de tempo medida em termos
comparativos ou mediante uma
(duração) expressão numérica.
• Tomar consciência da
importância social da medida.
• Topologia • Reconhecer e distinguir
• Noções espaciais diferentes tipos de espaços e
Iniciação à básicas seus limites.
Geometria • Linhas • Estabelecer a representação
• Formas geométricas mental das diferentes relações
GEOMETRIA

básicas espaciais entre os objectos e o


• Sólidos geométricos próprio corpo, em relação a
básicos um ou a vários pontos de
referência.
• Iniciar os conceitos de posição,
direcção e orientação dos
objectos no espaço e de
algumas acções que sobre eles
se podem realizar.
• Reconhecer a linha e as formas
geométricas básicas no plano e
no espaço.
CO.JU.TOS: PROPRIEDADES E RELAÇÕES DOS OBJECTOS

CONTEÚDOS
CONCEITOS PROCEDIMENTOS ATITUDES
• Propriedades dos • Comparação de objectos e • Gosto por explorar
objectos: forma, cor, agrupamento em colecções, objectos e
tamanho, material, atendendo às suas descobrir
textura, uso, localização. semelhanças e diferenças características dos
• Semelhanças e diferenças • Verbalização do critério de mesmos
• Formação de conjuntos: pertença a um conjunto ou • Interesse por
relações de pertença, colecção comparar objectos
subconjunto, conjunto • Seriação e ordenação de • Interesse por
vazio objectos atendendo ao grau actividades que
• Relações entre objectos: de presença de uma impliquem por em
classificação, seriação, qualidade prática
ordem • Utilização dos conhecimentos
• Correspondência e quantificadores adequados, sobre as relações
operações com objectos e para se referir ao grau de entre objectos
conjuntos presença de uma
determinada qualidade em
objectos e colecções

OBJECTIVOS

1. Identificar e nomear propriedades físicas das pessoas e


dos objectos
2. Reconhecer, formar e representar conjuntos
3. Estabelecer relações entre os elementos de um conjunto:
classificação, seriação e ordem
4. Estabelecer relações entre os elementos de dois
conjuntos: correspondências
5. Realizar operações com objectos e conjuntos: união e
intersecção

NÚCLEOS DE APRENDIZAGEM

Identificação de Formação e Classificação,


propriedades representação de seriação e ordenação
conjuntos

Correspondência União e intersecção


DESE.VOLVIME.TO DO CO.CEITO DE .ÚMERO

CONTEÚDOS
CONCEITOS PROCEDIMENTOS ATITUDES
• Quantificadores intensivos • Uso de quantificadores para • Interesse por
básicos: muito, pouco, se referir à presença de contar objectos
nenhum, algum, tudo, objectos em colecções • Apreciação da
nada… (cálculo de quantidades) utilidade dos
• Comparações • Comparação de colecções de números
quantitativas objectos (igual a, menos • Interesse e
• O número: que…) curiosidade por
• Aspectos cardinais e • Aplicação do ordinal em resolver simples
ordinais colecções ordenadas problemas que se
• A série numérica • Construção da série apresentam na
• Os primeiros dez números numérica, mediante a adição vida diária e nos
• O número zero da unidade jogos, e que têm
• Iniciação às operações • Utilização da série numérica relação com as
aritméticas básicas: para contar elementos operações
• Composição e • Representação gráfica da aritméticas
decomposição de números quantificação de colecções básicas (soma e
de objectos subtracção)
• Soma
• Subtracção • Resolução de problemas,
• Problemas aplicando operações simples

OBJECTIVOS

1. Fazer cálculos e comparações entre quantidades,


exprimindo os resultados com a ajuda de quantificadores
2. Utilizar a série numérica (1 a 9 e 0) em situações
quotidianas que impliquem contar elementos
3. Representar os dez primeiros números naturais e o zero
4. Realizar operações elementares com os dez primeiros
números naturais

NÚCLEOS DE APRENDIZAGEM

Quantificadores e Operações Números de 1 a 10 e


comparação de o número 0
quantidades
I.ICIAÇÃO À MEDIDA

CONTEÚDOS
CONCEITOS PROCEDIMENTOS ATITUDES
• Situações em que se • Comparação de objectos pelo seu • Curiosidade por
torna necessário comprimento, superfície e descobrir a medida
medir. Comparação capacidade de alguns objectos
de grandezas. • Utilização de unidades de • Curiosidade por
Estimativas medidas naturais (passo, pé e conhecer e
• Unidades de palmo…) e arbitrárias (corda, descobrir a
medida naturais e tabela, recipiente…) referidas a manipulação dos
arbitrárias: comprimento, superfície e instrumentos que se
• - De comprimento capacidade utilizam
• - De superfície • Comparação de objectos pelo seu convencionalmente
• - De capacidade peso. Iniciação ao uso da balança para medir
• Medida de peso • Estimativa da duração de certas (balança, relógio…)
• Medida do tempo rotinas ou actividades • Interesse na
quotidianas relacionadas com o medição do tempo
tempo (manhã, tarde…)
• Iniciação ao uso do relógio

OBJECTIVOS

1. Medir comprimentos e exprimir os resultados em termos


quantitativos
2. Medir superfícies e exprimir os resultados em termos
quantitativos
3. Medir a capacidade de um objecto e exprimir os resultados
em termos comparativos
4. Medir o peso de um corpo e exprimir os resultados em
termos comparativos
5. Realizar estimativas temporais e iniciar-se na medida do
tempo

NÚCLEOS DE APRENDIZAGEM

Comprimento Superfície Capacidade

Peso Tempo
I.ICIAÇÃO À GEOMETRIA

CONTEÚDOS
CONCEITOS PROCEDIMENTOS ATITUDES
• Formas e corpos no • Situação e deslocação de • Interesse por
espaço. Noções espaciais objectos: explorar e
básicas: próximo - • Em relação a um idêntico descobrir o
distante; em cima -em • Em relação a outro espaço imediato
baixo; à frente - atrás; a • De um idêntico relacionado • Interesse por
um lado - a outro lado; com os outros explorar e
dentro - fora, à volta • Uso das noções espaciais deslocar objectos
• Linhas: rectas - curvas; básicas para explicar a • Interesse por
abertas - fechadas inclinação própria dos melhorar e
• Formas geométricas objectos, com respeito a um precisar a
planas: círculo, quadrado, ou a vários pontos de descrição de
triângulo, rectângulo referência situações,
• Sólidos geométricos: • Exploração sistemática de orientações e
esfera, cubo figuras ou sólidos relações
geométricos, para descobrir
as suas propriedades e
estabelecer relações.

OBJECTIVOS

1. Reconhecer e explorar o espaço topológico


2. Reconhecer e nomear as noções espaciais básicas: próximo
- distante; em cima - em baixo; em cima de - em baixo de; à
frente - atrás…
3. Distinguir e traçar diferentes tipos de linhas: rectas -curvas;
abertas - fechadas
4. Identificar algumas das principais formas geométricas
básicas: círculo, quadrado, triângulo, rectângulo
5. Identificar alguns dos sólidos geométricos básicos: esfera e
o cubo

NÚCLEOS DE APRENDIZAGEM

Espaços topológicos Linhas Formas geométricas

Noções espaciais básicas Corpos geométricos


LINGUAGEM ORAL E ABORDAGEM À ESCRITA
CO.TEÚDOS COMPETÊ.CIAS
• O silêncio • Compreender as
Sensibilização ao som • Semelhanças e diferenças entre sons mensagens e as
e desenvolvimento da • Sons usuais da natureza, de animais, de intenções
percepção auditiva objectos, de factos e fenómenos humanos comunicadas por
e da vida diária outras crianças e
• Intensidade dos sons adultos, valorizando a
• Palavras dentro de uma frase linguagem oral como
meio de relação com
Discriminação • As sílabas que compõem uma palavra
• As letras: isoladas ou integradas em os outros.
fonética
palavras
• Associação de fonemas, grupos silábicos • Compreender,
ou palavras, a determinados gestos ou reproduzir e recriar
grafismos alguns textos de
tradição cultural,
• O vocabulário básico adequado a este mostrando atitudes de
nível avaliação,
• Compreensão e execução de ordens dadas aproveitando o
oralmente, tarefas simples, instruções interesse para com
verbais, etc. eles.
• Compreensão de textos orais descritivos e
Compreensão oral expositivos, de carácter simples
LI.GUAGEM ORAL

• Compreensão do significado de enigmas e


adivinhas
• Compreensão de breves relatos ou textos
narrativos, transmitidos oralmente
• Compreensão das relações semânticas
entre as palavras
• A mobilidade e agilidade dos órgãos  Exprimir sentimentos
bocais e faciais que intervêm na e ideias, mediante a
articulação linguagem oral,
• Respiração correcta e agilidade e ritmo ajustando-se
Fonética e
adequados para uma boa expressão progressivamente aos
articulação fonética diferentes contextos e
• A pronúncia correcta e a fluidez dos sons situações habituais de
da fala, quer sejam fonemas isolados, comunicação e a
palavras ou frases diferentes
interlocutores
• Domínio do tom de voz e modelação do
Ritmo e entoação mesmo em função da intencionalidade,
conteúdo e modalidade afectiva da
mensagem
• Controlo do ritmo da expressão oral
• Recitação de poemas e interpretação de
canções com o ritmo e entoação
adequados.
• Utilização correcta na expressão oral do
Expressão oral vocabulário básico adequado a diferentes
temas e situações
• Expressão oral de factos, ideias,
sentimentos e vivências básicas, mediante
descrições ou narrações
• Participação em diálogos e conversas de
grupo
• Desenvolvimento das estruturas morfo-
sintácticas, aplicando-as à expressão oral
CO.TEÚDOS COMPETÊ.CIAS
• A discriminação visual de • Interessar-se pela
Discriminação formas, tamanhos e cores linguagem
visual e • A constância perceptiva visual escrita e
organização
ABORDAGEM À ESCRITA

• A orientação espacial valorizá-la como


espaço-temporal • A organização temporal meio de
informação e
comunicação de
• A coordenação e controlo motor desejos e
genérico – de braços, mãos e emoções
dedos – que permitem a
Grafomotricidade produção de mensagens gráficas • Ler, interpretar e
• A coordenação e controle motor produzir imagens
específico – de mãos e dedos – como uma forma
que permitem o progressivo de comunicação,
domínio do traço e dos signos identificando os
gráficos elementos básicos
da sua linguagem
SE.SIBILIZAÇÃO AO SOM E DESE.VOLVIME.TO DA PERCEPÇÃO
AUDITIVA

CONTEÚDOS
CONCEITOS PROCEDIMENTOS ATITUDES
• Os sons: semelhanças e • Uso das normas que • Atitudes de escuta
diferenças regem o intercâmbio e de abertura para
• Associação de sons e linguístico (prestar com as mensagens
situações que se produzem atenção, escutar, esperar a recebidas
• Relação entre significante sua vez…) • Respeito pelas
(som) e significado, uma normas e
mensagem convenções sociais
que regulam o
intercâmbio
linguístico

COMPETÊNCIAS

1. Ser capaz de guardar silêncio atentamente.


2. Perceber semelhanças e diferenças entre sons usuais.
3. Identificar sons usuais da natureza, animais, objectos, factos
e fenómenos humanos e da vida diária.
4. Discriminar sons, atendendo ao critério da intensidade.

NÚCLEOS DE APRENDIZAGEM

Aprender a dar Sensibilização aos Discriminação e


atenção e a escutar sons associação de sons
DISCRIMI.AÇÃO FO.ÉTICA

CONTEÚDOS
CONCEITOS PROCEDIMENTOS ATITUDES
• Percepção de • Uso das normas que regem o • Atitudes de
semelhanças e diferenças intercâmbio linguístico escuta e de
entre significantes (plano (prestar atenção, escutar, curiosidade sobre
fonológico) esperar a sua vez…) as mensagens
• Relação entre • Análise e segmentação das recebidas
significante e significado unidades da fala (uso das
(códigos simbólicos) habilidades metalinguísticas).
• Memória auditiva • Reprodução de esquemas
rítmicos, palavras, …

COMPETÊNCIAS

1. Distinguir e separar palavras dentro de uma frase


2. Identificar as sílabas que compõem uma palavra
3. Identificar letras, isoladas ou integradas em palavras
4. Associar fonemas, grupos silábicos ou palavras a
determinados gestos ou grafismos

NÚCLEOS DE APRENDIZAGEM

Discriminação auditiva Associação de fonemas a


determinados gestos ou grafismos

De palavras De sílabas De fonemas

Vocálicos Consonânticos
COMPREE.SÃO ORAL

CONTEÚDOS
CONCEITOS PROCEDIMENTOS ATITUDES
• Situações e • Compreensão da intenção • Reconhecimento e
necessidades comunicativa do avaliação da linguagem
comunicativas mais interlocutor (adulto ou não) oral, como instrumento
habituais em situações da vida para comunicar
• Variações que a quotidiana sentimentos, ideias e
comunicação • Atenção e compreensão de interesses próprios e para
experimenta e os narrações, contos e outras conhecer os dos outros
recursos expressivos mensagens emitidas ou • Interesse pelas
nela utilizados lidas pelo adulto explicações dos outros
• Semelhanças e • Interpretação dos diversos (adultos ou crianças)
diferenças entre significados e matrizes de • Gosto e prazer em ouvir
significados e uma palavra em função do um conto que o adulto lê
estabelecimento de contexto a uma criança ou a um
relações semânticas grupo de crianças

COMPETÊNCIAS

1. Adquirir o vocabulário básico adequado a este nível.


2. Compreender e realizar ordens dadas oralmente, tarefas
simples, instruções verbais, etc.
3. Seguir com compreensão textos orais descritivos e
expositivos, de carácter simples.
4. Compreender o significado de enigmas e adivinhas
5. Compreender breves relatos ou textos narrativos
transmitidos oralmente.
6. Compreender as relações semânticas entre palavras.

NÚCLEOS DE APRENDIZAGEM

Enriquecimento do Compreensão de Relações semânticas:


vocabulário: mensagens orais:
 Famílias de palavras
 Denominação de:  Ordens,  Sinónimos, antónimos
- Seres, Fenómenos tarefas  Aumentativos, diminutivos
(Nomes)  Instruções  Palavras polissémicas
- Acções (Verbos)  Descrições
- Qualidades (Adjectivos)  Narrações
FO.ÉTICA E ARTICULAÇÃO

CONTEÚDOS
CONCEITOS PROCEDIMENTOS ATITUDES
• Percepção de • Produção correcta do fluxo da • Interesse e
semelhanças e diferenças fala (pronunciação, respiração esforço por
entre significantes (plano correcta e ritmo harmonioso) melhorar as
fonológico) • Reprodução correcta de próprias
• Memorização de textos alguns textos da tradição oral produções
orais extraídos da (rimas, séries de palavras, linguísticas
tradição popular palavras de pronúncia difícil, • Atenção e
(canções, quadras, …) interesse para
poesias, etc.) • Produção de textos orais com os textos da
simples, segundo a estrutura tradição cultural
formal de rimas, versos
emparelhados, canções, …)

COMPETÊNCIAS

1. Desenvolver a mobilidade e agilidade dos órgãos bocais e


faciais que intervêm na articulação
2. Respirar correctamente com a agilidade e o ritmo
adequados para uma boa expressão fonética
3. Pronunciar correctamente e com fluidez os sons da fala,
quer sejam fonemas isolados, palavras ou frases

NÚCLEOS DE APRENDIZAGEM

Motricidade Respiração: Pronunciação Fluidez


bucofacial: correcta de articulatória:
 Expiração fonemas:
 Órgãos passivos: - bucal  Séries de
- maxilares - nasal  Séries de palavras
- véu palatino  Inspiração nasal palavras  Rimas
- faces  Inspiração e  Rimas  Palavras difíceis
 Órgãos activos: expiração  Palavras difíceis
- língua alternadas
- lábios
RITMO E E.TOAÇÃO

CONTEÚDOS
CONCEITOS PROCEDIMENTOS ATITUDES
• Variações que a • Produção correcta do fluxo • Interesse e esforço por melhorar
comunicação oral e da fala (pronúncia clara, as próprias produções
os recursos adequada posição dos linguísticas
expressivos utilizados órgãos de articulação da • Iniciativas e interesse por
experimentam, em fala, respiração correcta e participar em situações de
função da intenção do ritmo harmonioso) comunicação oral de diversos
emissor (pessoa que • Reprodução correcta de tipos (colectivas, recitações,
fala), do seu textos de tradição oral jogos, …)
interlocutor, do (poesias, canções, …),
conteúdo da individual e colectivamente
mensagem, etc.) • Utilização adequada de
• Memorização de frases simples com
textos orais, extraídos intencionalidade diferente e
da tradição popular modalidade afectiva
(poesias, contos, mediante a entoação
canções, …)

COMPETÊNCIAS

1. Dominar o tom de voz e modelá-lo em função da


intencionalidade, conteúdo e modalidade afectiva da
mensagem
2. Controlar o ritmo da expressão oral
3. Recitar poemas e interpretar canções com o ritmo e
entoação adequados, adaptando-se ao grupo

NÚCLEOS DE APRENDIZAGEM

Modulação da voz: Ritmo e expressão Poesias e canções:


oral:
 Intensidade da voz  Recitação de poesias e
 Tom e intenção da  Adaptação a ritmos interpretação de canções
mensagem: diferentes
- enumerativo
- interrogativo
- exclamativo
EXPRESSÃO ORAL

CONTEÚDOS
CONCEITOS PROCEDIMENTOS ATITUDES
• Situações • Uso de normas que regem • Reconhecimento e
comunicativas mais o intercâmbio linguístico valorização da
habituais e • Produção de mensagens linguagem oral como
vocabulário a elas orais, reportadas à instrumento para
correspondente transmissão de emoções, comunicar sentimentos,
• Reconhecimento de desejos, necessidades, ideias e interesses
recursos expressivos informações, etc. próprios e conhecer os
adequados a situações • Evocação e relato de dos outros
comunicativas factos, contos e • Iniciativa e interesse por
• Variações de situação acontecimentos da vida participar em situações
comunicativa para quotidiana de comunicação oral de
entabular uma • Utilização do diálogo e diversos tipos
conversação participação em conversas (colectivas, diálogos,
colectivas narrações, explicações,
…)
• Atitude de escuta e
respeito para com os
outros, em diálogos e
conversações colectivas

COMPETÊNCIAS

1. Utilizar correctamente na expressão oral o vocabulário


básico adequado a diferentes temas e situações
2. Exprimir oralmente factos, ideias, sentimentos e vivências
básicas, mediante descrições, narrações ou expressões
3. Participar em diálogos e conversações em grupo
4. Desenvolver e ampliar as estruturas morfo-sintácticas,
aplicando-as à expressão oral (sensibilização às regras
gramaticais)

NÚCLEOS DE APRENDIZAGEM

Utilização do Descrição e Diálogo: Estrutura


vocabulário narração oral:  Saudações e morfo-sintáctica:
básico:  Expressão despedidas  Concordância
 Denominação de  Conversação de número e
 Palavras sentimentos grupal género
derivadas e vivências  Concordância
 Antónimos e de tempo e
sinónimos pessoa
 Famílias de
palavras
DISCRIMI.AÇÃO VISUAL E ORGA.IZAÇÃO ESPÁCIO-TEMPORAL

CONTEÚDOS
CONCEITOS PROCEDIMENTOS ATITUDES
• Formas de comunicação • Interpretação de imagens, • Valorização da
gráfica: a imagem, a gravuras, fotografias, … utilidade da
letra escrita • Percepção de diferenças e linguagem gráfica e
• Os elementos da semelhanças face a dos textos escritos
imagem gráfica: forma, imagens ou palavras como meio de
cor, tamanho, relação escritas comunicação e
figura - fundo • Identificação de palavras informação
• A língua escrita como escritas muito • Gosto por ver e
meio de comunicação e significativas, que façam ouvir um adulto a
informação referência ao meio contar um conto
• Os instrumentos da habitual e quotidiano da • Cuidado com os
língua escrita: livros, criança (por exemplo: o livros e outros
revistas, etiquetas ou nome) instrumentos da
rótulos, … • Compreensão e produção língua escrita,
• A organização espacial de imagens em sequências como objectos
e temporal das (ordenação cronológica de valiosos de grande
mensagens gráficas histórias gráficas, fotos, interesse em si
(normas convencionais etc.) mesmos
do sistema de língua • Interesse em
escrita) manejar e desfrutar
dos livros
autonomamente

COMPETÊNCIAS

1. Desenvolver a discriminação visual de formas, tamanhos e


cores
2. Desenvolver a constância perceptivo - visual
3. Desenvolver a percepção figura - fundo
4. Desenvolver a orientação espacial (a percepção de posições
e relações espaciais e a orientação no espaço gráfico)
5. Desenvolver a organização temporal (noções básicas de
duração, ritmo, velocidade)

NÚCLEOS DE APRENDIZAGEM

Percepção visual Constância Percepção


perceptiva Figura - fundo

Organização Organização temporal


espacial
GRAFOMOTRICIDADE

CONTEÚDOS
CONCEITOS PROCEDIMENTOS ATITUDES
• A língua escrita como • Produção e utilização de • Avaliação da utilidade
meio de comunicação e sistemas de símbolos da linguagem gráfica e
informação simples para transmitir dos textos escritos
• Normas convencionais de mensagens como meio de
sistema e da língua • Utilização de alguns comunicação e
escrita (linearidade, conhecimentos informação
orientação, posição e convencionais do • Gosto por transmitir
organização do papel, …) sistema da língua escrita mensagens através de
• Meios e materiais para a • Utilização dos meios e produções gráficas
escrita materiais próprios da próprias
escrita com correcta • Interesse e esforço por
posição de braços, mãos melhorar e enriquecer
e dedos as próprias produções
• Reprodução de gestos e gráficas
signos gráficos (técnicas
de controlo e destreza
digital)

COMPETÊNCIAS

1. Adquirir uma coordenação e controlo motor genérico – de


braços, mãos e dedos que permitam a produção de
mensagens gráficas
2. Adquirir uma coordenação e controlo motor específico – de
mãos e dedos que permitam o progressivo domínio do traço
e dos signos gráficos

NÚCLEOS DE APRENDIZAGEM

Controlo motor global: Controlo motor:


 Controlo tónico segmentar  Controlo dos movimentos
 Independência segmentar oculares
 Inibição motora  Destrezas manuais e digitais
 Coordenação visomanual básicas
global  Preensão e pressão
 Coordenação visomanual
específica
 Traços e grafismos
contínuos
DESPERTAR PARA A CIÊNCIA
EXPLORAR E CO.HECER MATERIAIS I.ERTES - Objectos e Materiais

CONTEÚDOS OBJECTIVOS/COMPETÊNCIAS PROCEDIMENTOS

- Características: diferentes - Estimular a curiosidade - Explorar algumas


propriedades dos objectos e características da matéria inerte
materiais existentes na sala e - Desenvolver a capacidade de observação relativamente aos seres vivos
no espaço exterior; (não nasce, cresce, não come,
- Desenvolver o gosto pela não morre, …)
- Combinação/mistura de experimentação
materiais diversos; - Observar/ manipular/
- Tomar consciência / explorar as diferentes
- Desenvolvimento sensorial conhecer as diferenças entre matéria propriedades dos objectos e
explorando a vertente inerte e seres vivos materiais existentes na sala
cientifica; ou espaço exterior
- Promover aprendizagens no (magnetismo, gravidade,
- Materiais do meio natural conhecimento das propriedades e desmontar objectos,
envolvente (pedras, rochas, potencialidades dos objectos misturar materiais…);
areia, tipo de solo…)
- Observar / descobrir reacções e - Promover actividades que
… interacções de modo a permitir à estimulem a capacidade de
criança o estabelecimento de relações observação e captação de
e a construção do conhecimento em sensações: auditivas,
rede olfacto… (na natureza, nos
materiais…);
- Desenvolvimento das suas
competências sensoriais para uma - Actividades de
melhor compreensão do mundo desenvolvimento sensorial
envolvente explorando a vertente
cientifica (duro/mole /liso
… /rugoso… pesagem de
diferentes materiais
algodão, pedras, …);


EXPLORAR E CO.HECER SERES VIVOS - Animais

CONTEÚDOS OBJECTIVOS/COMPETÊNCIAS PROCEDIMENTOS

- Espécies de vida animal - Estimular a pesquisa com as crianças


(terrestres e/ou aquáticas, - Promover o espírito científico e sobre as fontes de informação disponíveis
aves, domésticos, desenvolver aprendizagens no (observação directa, livros, filmes,
selvagens …) conhecimento da vida animal; Internet, pessoas especializadas …);

- Habitat natural da - Tomar consciência do conceito de “ciclo -Observar/explorar/pesquisar diferentes


espécie; de vida” dos animais (nascer, viver, espécies de vida animal
reproduzir-se e morrer…)
- Tipo de alimentação - Observar/explorar/classificar
própria da espécie - Reconhecer a importância para o ser características próprias de cada espécie;
(herbívoros, carnívoros, humano e para o ambiente: (cadeia
omnívoros, granívoros); alimentar/equilíbrio ecológico …) - Observar/interagir com animais (visita à
quinta, ao jardim zoológico, ao
- Ciclo de Vida - Observar / descobrir reacções e oceanário, ao aquário …);
(Pesquisar/conhecer o interacções de modo a permitir o
conceito); estabelecimento de relações e a - Observar /explorar/classificar o tipo de
construção do conhecimento em rede alimentação dos peixinhos, do periquito,
do gato, do cão, da vaca…
- Importância para o ser …
humano e para o ambiente: - Dialogar sobre o ciclo de vida dos
(cadeia alimentar/equilíbrio animais: nascer, crescer, reproduzir-se e
ecológico …); morrer;

… - Saídas para o exterior para descobrir e


interagir com o meio natural e recolher
materiais para as experimentações.


EXPLORAR E CO.HECER SERES VIVOS - Plantas

CONTEÚDOS OBJECTIVOS/COMPETÊNCIAS PROCEDIMENTOS

- Conhecer a - Desenvolver a curiosidade e o espírito - Actividades de pesquisa: observação directa,


vegetação do meio crítico livros, filmes, Internet, consulta de
circundante; especialistas…);
- Desenvolver a capacidade de
- Características das observação - Saídas para observar a vegetação do meio
plantas ; circundante, potenciando / estimulando situações
- Desenvolver o gosto pela de descoberta do meio natural
- Ciclo de vida das experimentação para uma maior
plantas/ árvores; compreensão do mundo que a rodeia - Observar/classificar as características constantes
em todas as plantas - raiz, caule/tronco, folhas;
- Transformações da - Tomar consciência do conceito de
natureza – estações “ciclo de vida” das plantas (nascer, - Dialogar/pesquisar sobre o ciclo de vida
do ano; desenvolver-se e morrer… para (longevidade) das plantas/ árvores;
voltar a renascer)
- Observar a - Observar e experimentar, nas estações do ano,
mudança de cor nas - Descobrir e interagir com o meio as diversas vertentes das transformações que se
folhas das árvores…; natural operam na natureza;

- Sementeiras; - Tomar consciência das relações de - Porque é que caem as folhas de umas árvores
interdependência entre vida vegetal, e de outras não?
- Colheitas; animal e humana
- Observar/pesquisar/descobrir porque é que
- Importância e - Através da experimentação, umas árvores deixam cair as suas folhas e
utilidade das plantas compreender a complexidade e a outras não; observar a mudança de cor nas
(oxigénio, beleza da natureza que nos rodeia folhas das árvores…;
alimentação,
medicina, - Promover o espírito científico e - Promover actividades de exploração das
ornamentação…) desenvolver aprendizagens neste cores - Como fazer novas cores?
domínio
- Frutos e - Experiências com plantações/ sementeiras;
Legumes;
- Estimular a aquisição de atitudes de - Colheitas;
- Alimentação - respeito e cuidado ecológico
fonte de energia dos … -Actividades de observação/ /classificação
seres vivos; entre frutos e legumes;

… …
EXPLORAR E CO.HECER - A Água

CONTEÚDOS OBJECTIVOS/COMPETÊNCIAS PROCEDIMENTOS

- Ciclo da água - Promover a compreensão do ciclo da - Promover experiências diversas


água com água - alguns exemplos:
- Características da água
(incolor, inodora…) - Valorizar atitudes de respeito, - Experimentar os estados da água
cuidado e usos adequados dos recursos
- Mudança de estado naturais - O papel absorve a água ou não?
(sólido, líquido, gasoso)
- Iniciar a compreensão racional e - Existem outros materiais que
- Utilidade para a vida científica dos fenómenos naturais absorvam a água?
animal e vegetal
- Conhecer a utilidade e importância - Misturar com água
- Experiências diversas da água para a Vida do Planeta Terra
com água - Separar misturas
(impermeabilidade, - Fomentar atitudes de cuidado e
absorção, flutuação; conservação da água potável (não - Flutua /não flutua
poluição de ar, água, preservação dos
- Água potável e não solos…) - Permeável/impermeável
potável - despoluição e
tratamento da água; … - Mais, menos ou a mesma água?

… - Experiências sobre despoluição e


tratamento da água;

- Como podemos “lavar” a água?

- Processo de decantação da água;


EXPLORAR E CO.HECER – Fontes de Energia

CONTEÚDOS OBJECTIVOS/COMPETÊNCIAS PROCEDIMENTOS

- Conhecer a energia do nosso corpo - O que é a energia? - Pesquisar o significado


- A energia do e a forma de a manter da palavra/conceito “energia” (no dicionário,
nosso corpo;
Internet, …)
- Fontes de energia: - Tomar conhecimento da - Experimentar exercícios que envolvam mais
renováveis e não existência de técnicas de activamente a energia e a força corporal;
renováveis reanimação
- Experimentar exercícios respiratórios (tomar
- O Sol
consciência da necessidade que temos do ar)
- Tomar consciência da existência do
- O Vento “Ar em ar, e da necessidade que temos de - Observação directa, ou através de pesquisa:
Movimento” respirar ar puro moinhos de água, moinhos de vento, parque
eólico, painéis solares…)
- O Ar e os seres
vivos; - Conhecer o conceito de «energia» e - Experimentar actividades que envolvam
- Propriedades do identificar as suas fontes fundamentais energia: força motriz da água, do vento, do
Ar;
calor…)
- Ar puro/Ar - Compreender a utilidade da energia
poluído; no dia a dia da vida humana - Porque é que o azeite não afunda?
- A Água; - Desenvolver comportamentos de uso - Explorar actividades: barcos construídos
correcto de energia pelas crianças, ventoinhas de papel, secagem
- Combustíveis Favorecer atitudes de poupança de de material ao vento ou ao sol …)
fósseis energia
(petróleo, gás … - Explorar actividades que envolvam forças e
natural, carvão…)
movimento:
- Forças
- Como equilibrar o balancé?
e
Movimento
- Qual o melhor escorrega?

- Onde escorregar para mais longe chegar?


- A Luz
- Experiências com luz (espelhos,
… transparências, opacidade, focos de luz,
sombras, criar um arco-íris, …) (com
espelhos, regar o jardim, …);

EXPLORAR E CO.HECER - tempo cronológico / tempo atmosférico

CONTEÚDOS OBJECTIVOS/COMPETÊNCIAS PROCEDIMENTOS

- Tempo cronológico: o - Tomar consciência do ciclo de - Explorar o conceito de ciclo de


passar do tempo; vida do ser humano vida do ser humano: ficar grávida,
nascer, crescer, ser pai/mãe, ser
- Ritmos e sequências - Reconhecer o passar do tempo como avô, ser muito velhinho, morrer;
temporais (dia/noite, um fenómeno natural
semana, mês, estações do - Explorar actividades relacionadas
ano…) - Identificar as suas principais com sequências temporais
manifestações na natureza e nos (Dia/noite, semana, mês, estações
- Instrumentos de contagem hábitos de vida do ano…)
do tempo (relógio,
calendário…) - Associar as rotinas diárias à - Explorar formas (com ou/e sem
passagem das horas e dos dias relógio) de medir o tempo: quanto
tempo preciso para ir daqui até …
- Fenómenos atmosféricos / - Progredir no conhecimento / mais/menos tempo do que…;
meteorológicos compreensão de alguns dos
- Chuva fenómenos atmosféricos mais - Explorar rotinas diárias/semanais
- Granizo comuns para relacionar a passagem das
- Orvalho horas e dos dias para uma maior
- Nevoeiro - Tomar consciência da compreensão do fenómeno da
- Geada possibilidade da ocorrência de passagem do tempo;
-Neve fenómenos atmosféricos naturais
-Trovoada que provocam catástrofes; Como se forma a chuva? O
- Arco-íris granizo? …);
- Progredir na compreensão das suas
-Tempestades consequências sobre o meio onde Para onde vai a água da chuva?
acontecem (associar solos permeáveis e
- Catástrofes naturais impermeáveis…)
- Ter consciência de que existem
procedimentos de segurança na - Observação directa e pesquisa das
- Procedimentos de
ocorrência de alguns destes consequências destes fenómenos;
segurança
fenómenos quando provocam …

catástrofes naturais – inundações,
tornados, furacões, sismos…

Actualizado em Outubro de 2009

Os Educadoras de Infância do Departamento da Educação Pré – Escolar