*Lei 8616 de 14 de Julho de 2003

CONTÉM O CÓDIGO DE POSTURAS DO MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE.

*alterada pela lei 9064 de 17 de janeiro de 2005 SUMÁRIO TÍTULO I - Disposições preliminares - arts. 1º a 11 TÍTULO II - Das operações de construção, manutenção e conservação do logradouro público Capítulo I - Do passeio - arts. 12 a 20 Capítulo II - Da arborização - arts. 21 a 29 Capítulo III - Da limpeza - arts. 30 a 33 Capítulo IV - Da execução de obra ou serviço - arts. 34 a 45 TÍTULO III - Do uso do logradouro público Capítulo I - Disposições gerais - arts. 46 a 49 Capítulo II - Dos usos que independem de licenciamento Seção I - Do trânsito, estacionamento e operações de carga e descarga - arts. 50 a 57 Seção II - Da passeata e manifestação popular - art. 58 Capítulo III - Da instalação de mobiliário urbano Seção I - Disposições gerais - arts. 59 a 73 Seção II - Da mesa e cadeira - arts. 74 a 83 Seção III - Do toldo - arts. 84 a 87 Seção IV - Do sanitário público e da cabine sanitária - arts. 88 a 93 Seção V - Da banca - arts. 94 a 98 Seção VI - Do suporte para colocação de lixo - arts. 99 a 101 Seção VII - Da caçamba - arts. 102 a 111 Seção VIII - Da cadeira de engraxate - arts. 112 a 115 Capítulo IV - Do exercício de atividades Seção I - Disposições gerais - arts. 116 a 132 Seção II - Da atividade em banca - arts. 133 a 138 Seção III - Da atividade em veículo de tração humana e veículo automotor - arts. 139 a 153 Seção IV - Da atividade de engraxate - arts. 154 a 159

Seção V - Do evento - arts. 160 a 163 Seção VI - Da feira Subseção I - Disposições preliminares - arts. 164 a 166 Subseção II - Do documento de licenciamento - arts. 167 a 170 Subseção III - Dos deveres e vedações - arts. 171 a 174 Subseção IV - Das modalidades e especificidades da feira - arts. 175 a 181 Subseção V - Da coordenação das feiras arts. 182 a 185 Capítulo V - Da instalação de engenho de publicidade arts. 186 a 194 Capítulo VI - Do transporte coletivo - arts. 195 a 197 TÍTULO IV - Das operações de construção, conservação e manutenção da propriedade Capítulo I - Disposições gerais - arts. 198 a 200 Capítulo II - Do terreno ou lote vago - arts. 201 a 203 Capítulo III - Do lote edificado - arts. 204 a 206 TÍTULO V - Da obra na propriedade e de sua interferência em logradouro público Capítulo I - Disposições gerais - arts. 207 e 208 Capítulo II - Do tapume - arts. 209 a 212 Capítulo III - Do barracão de obra - arts. 213 a 215 Capítulo IV - Dos dispositivos de segurança - art. 216 Capítulo V - Da descarga de material de construção - arts. 217 e 218 Capítulo VI - Do movimento de terra e entulho - arts. 219 a 225 TÍTULO VI - Do uso da propriedade Capítulo I - Do exercício de atividades Seção I - Disposições gerais - artS. 226 a 232 Seção II - Da atividade em trailer - arts. 233 a 236 Seção III - Da atividade perigosa - arts. 237 a 241 Seção IV - Do estacionamento - arts. 242 a 245 Seção V - Da atividade de diversão pública - arts. 246 a 252 Seção VI - Da feira - arts. 253 a 258 Seção VII - Da defesa do consumidor - arts. 259 a 261

Capítulo II - Da instalação de engenho de publicidade Seção I - Das diretrizes - arts. 262 a 264 Seção II - Disposições gerais - arts. 265 a 272 Seção III - Dos locais de instalação Subseção I - Dos locais proibidos - art. 273 Subseção II - No terreno ou lote vago - arts. 274 a 276 Subseção III - No lote em obras - arts. 277 a 280 Subseção IV - No lote edificado - arts. 281 a 287 Seção IV - Do licenciamento - arts. 288 a 292 Seção V - Das condições para instalação - arts. 293 a 296 Seção VI - Do cadastro e da fiscalização - arts. 297 a 301 Seção VII - Do engenho de publicidade instalado arts. 302 e 303 Capítulo III - Da antena de telecomunicação - art. 304 TÍTULO VII - Da infração Capítulo I - Disposições gerais - arts. 305 e 306 Capítulo II - Das penalidades - arts. 307 a 319 Capítulo III - Da aplicação das penalidades - arts. 320 a 324 TÍTULO VIII - Disposições finais - arts. 325 a 333 TÍTULO IX - Disposições transitórias - arts. 1º a 8º
LEI Nº 8.616 DE 14 DE JULHO DE 2003 Contém o Código de Posturas do Município de Belo Horizonte. O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei: TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1°- Este Código contém as posturas destinadas a promover a harmonia e o equilíbrio no espaço urbano por meio do disciplinamento dos comportamentos, das condutas e dos procedimentos dos cidadãos no Município de Belo Horizonte. Art. 2° - As posturas de que trata o art. 1° regulam: I - as operações de construção, conservação e manutenção e o uso do logradouro público; II - as operações de construção, conservação e manutenção e o uso da propriedade pública ou particular, quando tais operações e uso afetarem o interesse público.

§ 1° - Para os fins deste Código, entende-se por logradouro público: I - o conjunto formado pelo passeio e pela via pública, no caso da avenida, rua e alameda; II - a passagem de uso exclusivo de pedestre e, excepcionalmente, de ciclista; III - a praça; IV - o quarteirão fechado. § 2° - Entende-se por via pública o conjunto formado pela pista de rolamento e pelo acostamento e, se existentes, pelas faixas de estacionamento, ilha e canteiro central. Art. 3° - (VETADO) Art. 4° - O uso do logradouro público é facultado a todos e o acesso a ele é livre, respeitadas as regras deste Código e de seu regulamento. Art. 5° - As operações de construção, conservação e manutenção e o uso da propriedade pública ou particular afetarão o interesse público quando interferirem em direito do consumidor ou em questão ambiental, sanitária, de segurança, de trânsito, estética ou cultural do Município. Art. 6° - Dependerá de prévio licenciamento a realização das operações e dos usos previstos nos incisos do caput do art. 2°, conforme exigência expressa que neste Código se fizer acerca de cada caso. Art. 7° - O regulamento deste Código disporá sobre o processo de licenciamento, sobre o documento que poderá dele resultar e sobre as regras para o cancelamento do documento expedido. § 1° - Dependendo da operação ou uso a ser licenciado, o processo de licenciamento será distinto, podendo, conforme o caso, exigir: I - pagamento de taxa de valor diferenciado; II - prévia licitação ou outro procedimento de seleção; III - elenco específico de documentos para a instrução do requerimento inicial; IV - cumprimento de ritual próprio de tramitação, com prazos específicos para cada uma de suas fases. § 2° - Dependendo do processo de licenciamento, o tipo do documento expedido será distinto, podendo ter, conforme cada caso: I - nome específico; II - prazo de vigência temporário determinado ou validade permanente; III - caráter precário. § 3° - Dependendo do tipo de documento de licenciamento expedido, o cancelamento terá ritual próprio e será feito por meio de um dos seguintes procedimentos: I - cassação, se descumpridas as normas reguladoras da operação ou uso licenciados; II - anulação, se expedido o documento sem observância das normas pertinentes; III - revogação, se manifestado interesse público superveniente. § 4º - Será considerada licenciada, para os fins deste Código, a pessoa natural ou jurídica a quem tenha sido conferido, ao final do processo, o documento de licenciamento respectivo. Art. 8º - O processo de licenciamento receberá decisão favorável sempre que: I - forem preenchidos os requisitos legais pertinentes; II - houver conveniência ou interesse públicos. § 1° - A decisão desfavorável baseada no previsto pelo inciso II deste artigo será acompanhada

de justificativa técnica. § 2° - O regulamento deste Código, considerando a operação ou uso a ser licenciado, definirá prazo máximo para deliberação sobre o licenciamento requerido. Art. 9°- Se dada decisão favorável ao processo de licenciamento, será expedido o documento comprobatório respectivo, o qual especificará, no mínimo, a operação ou uso a que se refere, o local ou área de abrangência respectiva e o seu prazo de vigência, além de outras condições previstas neste Código. Parágrafo único - Deverá o documento de licenciamento ser mantido no local onde se realiza a operação ou se usa o bem, devendo ser apresentado à fiscalização quando solicitado. Art. 10 - Dos atos do Executivo previstos neste Título e que se relacionem a casos omissos ou a interpretação dos dispositivos deste Código, caberá recurso ao Conselho Municipal de Política Urbana (COMPUR), conforme ritual a ser estabelecido em regulamento. Art. 11 - (VETADO) TÍTULO II DAS OPERAÇÕES DE CONSTRUÇÃO, MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DO LOGRADOURO PÚBLICO CAPÍTULO I DO PASSEIO Art. 12 - Cabe ao proprietário de imóvel lindeiro a logradouro público a construção do passeio em frente à testada respectiva, a sua manutenção e a sua conservação em perfeito estado. § 1° - Em se tratando de lote com mais de uma testada, a obrigação estabelecida no caput se estende a todas elas. § 2º - A obrigatoriedade de construir o passeio não se aplica aos casos em que a via pública não esteja pavimentada ou em que não tenha sido construído o meio-fio correspondente. § 3º - No caso de não cumprimento do disposto no caput deste artigo, poderá o Executivo realizar a obra, cujo custo será ressarcido pelo proprietário, acrescido da taxa de administração, sem prejuízo das sanções cabíveis. Art. 13 - No caso de realização de obra, o responsável por dano a passeio deverá restau rá-lo imediatamente após o término da obra, sem prejuízo da aplicação das sanções cabíveis. Art. 14 - O revestimento do passeio deverá ser de material antiderrapante, resistente e capaz de garantir a formação de uma superfície contínua, sem ressalto ou depressão. Parágrafo único - O Executivo poderá, respeitados os critérios estabelecidos no regulamento deste Código, definir um tipo padrão de revestimento do passeio para determinada área do Município. Art. 15 - O passeio não poderá ser usado como espaço de manobra, estacionamento ou parada de veículo, mas somente como acesso a imóvel. § 1º - É proibida a colocação de cunha de terra, concreto ou madeira ou de qualquer outro objeto na via pública para facilitar o acesso referido no caput, que terá de ser feito apenas pelo rebaixamento do meio-fio e pelo rampamento do passeio respectivo. § 2º - O rampamento do passeio terá apenas o comprimento suficiente para vencer a altura do meio-fio. Art. 16 - As águas pluviais serão canalizadas por baixo do passeio até a sarjeta lindeira à testada do imóvel respectivo, sendo proibido seu lançamento sobre o passeio. Art. 17 - É proibida a instalação precária ou permanente de obstáculo físico ou de equipamento de qualquer natureza no passeio ou projetado sobre ele, salv no caso de mobiliário urbano. o

bem como para a adoção das técnicas de plantio e conservação adequadas.o distanciamento entre as árvores plantadas e as esquinas. em regulamento.o espaçamento longitudinal a ser mantido entre as árvores plantadas.Art. conservação e manutenção do passeio. deverá o projeto arquitetônico prever.Deverão constar do projeto arquitetônico das edificações as seguintes indicações: I .o rebaixamento de meio-fio e o rampamento do passeio para acesso de veículo a imóvel e para acesso de pedestre respeitarão o percentual máximo fixado. Art. o aproveitamento da arborização existente. respeitada a faixa reservada ao trânsito de pedestre.Para a escolha das espécies e para a definição do espaçamento e do distanciamento a que se referem os incisos do caput.O regulamento deste Código definirá as dimensões. a qual será localizada junto ao meio-fio.Caso o passeio lindeiro ao terreno onde se pretende construir já seja arborizado. Art. III . postes de luz e similares.As regras referentes às operações de construção. com dimensões e critérios de locação determinados pelo órgão competente. nos termos deste Código. II .as espécies de árvores a serem plantadas e sua localização. caso em que prevalecem os termos da legislação de parcelamento. salvo nos casos em que. 21 . devendo. ser apresentado projeto específico. Art. que será avaliado e.Será prevista abertura para arborização pública no passeio.É obrigatório o plantio de árvores nos passeios públicos do Município. resguardará faixa contínua para circulação de pedestre.o rebaixamento do meio-fio e o rampamento do passeio serão obrigatórios na parte lindeira à faixa de pedestre. manutenção e conservação do passeio contidas neste Capítulo e nos demais a ele pertinentes neste Código aplicam-se também ao afastamento frontal configurado como extensão do passeio. ou delegar a terceiro.a construção de passeio observará o greide da rua. por tes tada. Art. V . deverão ser observadas as prescriçõe técnicas estipuladas pela s legislação específica. 22 . para tanto. quando ocorrer. as seguintes regras: I .A expedição da Certidão de Baixa de Construção e Habite-se à edificação construída fica condicionada à comprovação de que foram plantadas as árvores previstas no respectivo projeto arquitetônico. CAPÍTULO II DA ARBORIZAÇÃO Art. definindo-se condições próprias para tanto.a implantação de mobiliário urbano e de faixa ajardinada. 19 . 20 . IV . se for o caso. 24 .O plantio das mudas. respeitando. 18 .Somente o Executivo poderá executar. na inexistência de ordenamento técnico contrário. II .Para a construção de acesso de veículo poderão ser admitidos parâmetros diferentes dos definidos neste artigo ou no seu regulamento. Parágrafo único . ocupação e uso do solo.a acessibilidade e o trânsito da pessoa portadora de deficiência física e da pessoa com mobilidade reduzida serão garantidos. inclusive aquele destinado a recolher água pluvial. sendo vedada a construção de degrau. as operações de . exceto no q se ue refere a sua utilização para o estacionamento de veículos. dentre outras. o regulamento deste Código admitir ou determinar. Art. sendo vedada a colocação de qualquer mobiliário urbano no local. em razão da declividade do logradouro público. § 1° . as declividades e as características a serem observadas para a construção. III . Art. § 2° . 23 . 25 . na faixa destinada a mobiliário urbano. sua prévia obtenção e posterior conservação constituem responsabilidade do proprietário do terreno para o qual for aprovado projeto de construção de edificação. aprovado pelo órgão municipal responsável pelo trânsito.

Na hipótese do inciso I do § 1º deste artigo. Parágrafo único . .(VETADO) Art.No caso de não cumprimento do disposto no caput.É proibida a utilização da arborização pública para a colocação de cartazes e anúncios. 31 . Art.referente à instalação domiciliar de serviço público. Parágrafo único .A limpeza do logradouro público observará as disposições contidas no Regulamento de Limpeza Urbana do Município.transplantio. II . sendo o respectivo custo.A execução de obra ou serviço em logradouro público do Município. Parágrafo único .Qualquer árvore do Município poderá. para a afixação de cabos e fios ou para suporte ou apoio a instalações de qualquer natureza. poderá o Executivo realizar a limpeza dos locais pintados. CAPÍTULO IV DA EXECUÇÃO DE OBRA OU SERVIÇO Art. 33 . 27 . Art. a ser fechado e depositado em lixeira. § 2° . mesmo que este esteja sem guia ou coleira. o licenciamento prévio será substituído por comunicado escrito ao Executivo. Art. sem prejuízo das sanções cabíveis. CAPÍTULO III DA LIMPEZA Art. mediante ato do Conselho Municipal de Meio Ambiente (COMAM).É proibida a pintura ou a caiação de árvores em logradouro público.O Executivo exigirá que os muros e paredes pintados com propagand comercial ou a política sejam limpos imediatamente após o prazo previsto pela legislação específica ou pelo licenciamento concedido para a pintura. a ser feito no prazo de até 1 (um) dia útil após o início da execução da obra ou serviço. bem como outras que se fizerem necessárias para a conservação e a manutenção da arborização urbana. 26 . raridade ou antigüidade.É proibido o despejo de lixo e a distribuição de panfletos no logradouro público. acrescido da taxa de administração. Art. por motivo de sua localização. § 1º . ou de sua condição de portasementes.O condutor de animal é obrigado a recolher dejeto depositado em logradouro público pelo animal. o proprietário obriga-se a plantar novo espécime adequado na área indicada. Art.necessário para evitar colapso em serviço público ou risco à segurança. desde que da obra não resulte obstrução total ou parcial do logradouro público. depende de prévio licenciamento.Excetua-se da proibição prevista no caput: I . ficando sua proteção a cargo do Executivo. Art. não causarão danos ao logradouro público ou a mobiliário urbano.As operações de transplantio.O recolhimento do dejeto será feito pelo condutor do animal. científico ou paisagístico. de seu interesse histórico. 32 .No caso de supressão. deferido o requerimento e executada a operação. supressão e poda de árvores. 30 . 29 . ressarcido pelo proprietário do imóvel. que deverá ser feito dentro de 7 (sete) dias úteis após o referido comunicado. que o submeterá a exame de seu órgão competente. II . 28 .a decoração natalina de iniciativa do Executivo.O proprietário interessado em qualquer das operações previstas no caput apresentará requerimento próprio ao Executivo. 34 .Excetua-se do disposto no caput a execução de obra ou serviço: I . por particular ou pelo Poder Público. § 2º . que utilizará saco de lixo. § 1° . poda e supressão de árvores localizadas no logradouro público. ser declarada imune de corte. após orientação técnica do setor competente. e por requerimento de licenciamento posterior.

As regras deste Capítulo estendem-se à realização de serviço de manutenção ou reparo de qualquer natureza em instalação ou equipamento do serviço público. horários para execução da obra tendo em vista o logradouro em que ela será executada. caso o dano superveniente seja deles decorrente. conforme o caso. deverá o requerimento de licenciamento ser instruído ainda com projeto das providências que garantirão o trânsito seguro de pedestre e veículo. dentre outros. Art.O Executivo poderá.(VETADO) Art. a contar da data de protocolo do requerimento devidamente instruído com os planos e programas de trabalho e demais documentos exigidos. o responsável fará a devida comunicação ao órgão próprio do Executivo. 42 .do programa de trabalho. conforme o caso. eventuais alterações quanto aos prazos de desenvolvimento dos trabalhos. Art.Em se tratando de abertura de logradouro público ou outra hipótese prevista no regulamento. Parágrafo único . Art. do qual constarão. o responsável pela execução de obra ou serviço em logradouro público apresentará requerimento ao Executivo. 44 .Para o licenciamento previsto no art.O responsável pela execução de obra ou serviço deverá. 36 . 38 . 35 .O Executivo poderá estabelecer restrições quanto ao trabalho diurno nos dias úteis. instruído. 34 deste Código. determinar a alteração: I . TÍTULO III DO USO DO LOGRADOURO PÚBLICO . proteções. 39 . se constatada a ocorrência de transtornos em decorrência de poluição sonora.do horário ou do dia para a execução da obra ou serviço. 43 . devidamente sinalizado. a interferência da obra ou serviço na infra-estrutura ou mobiliário existentes na sua área de abrangência. dentre outros documentos. Art. com os planos e programas de trabalho previstos para o local. em favor do trânsito de veículo e da segurança de pedestre.Concluída a obra ou serviço. o responsável anexará à comunicação de que trata o caput o respectivo projeto de como foi implantado o serviço ou de como foi executada a obra. II .A obrigação prevista no caput se estende pelo prazo dos 24 (vinte e quatro) meses seguintes ao final da obra ou serviço. Parágrafo único . 45 .Atendidas as exigências de que trata o art. devendo as respectivas unidades administrativas adotar as medidas necessárias ao seu cumprimento. por particular ou pelo Poder Público.A execução de obra ou serviço em logradouro público. Art. 35 deste Código. III . a qualquer momento. 41 . conforme definido no regulamento. o Executivo expedirá o correspondente documento de licenciamento. Parágrafo único . sinalizações e demais exigências previstas neste Código e em seu regulamento. Art. ao seu final. 40 . Parágrafo único . somente poderá ser iniciada se tiverem sido atendidas as condições que o documento de licenciamento respectivo tiver estabelecido para a segurança do pedestre.Sempre que a execução da obra ou serviço implicar interdição de parte do logradouro público.Art.do horário ou do dia para a execução da obra ou serviço. do bem localizado em sua área de abrangência e do trânsito de veículo. o Executivo emitirá seu parecer dentro de 7 (sete) dias. 37 . Art. que realizará a competente vistoria.Se deferido o requerimento. Art. recompor o logradouro público na forma em que o tiver encontrado.(VETADO) Art. de forma a diminuir ou eliminar.As normas e exigências previstas neste Código e em seu regulamento aplicam-se também a obra ou serviço de responsabilidade do Município em logradouro público. lançamentos sobre fixação da data de início e término da obra.

CAPÍTULO II DOS USOS QUE INDEPENDEM DE LICENCIAMENTO Seção I Do Trânsito.Com exceção dos usos de que trata o Capítulo II deste Título.execução de obra ou serviço. 54.O Executivo somente expedirá o competente documento de licenciamento para uso do logradouro público se atendidas as exigências pertinentes. 53. no mínimo. a expedição do documento de licenciamento dependerá. IV .Em caso de praça. III . desde que: I . para despejo de entulho.trânsito de pedestre e de veículo. 58 . CAPÍTULO III DA INSTALAÇÃO DE MOBILIÁRIO URBANO Seção I Disposições Gerais Art.exercício de atividade.estacionamento de veículo.instalação de mobiliário urbano. 56 e 57. 51. VII . somente será utilizado para: I .em relação ao espaço que utilizará para sua instalação: a) superficial. o uso do logradouro público depende de prévio licenciamento. com.não haja outro evento previsto para o mesmo local. aquele que estiver suspenso sobre o solo.tenha sido feita comunicação oficial ao Executivo e ao Batalhão de Eventos da Polícia Militar de Minas Gerais.instalação de engenho de publicidade.O mobiliário urbano poderá ser: I . .operação de carga e descarga.CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. observado o previsto neste Código.passeata e manifestação popular. aquele que utilizar mais de uma das categorias anteriores.O logradouro público. 50.não ofereça risco à segurança pública.(VETADOS) Seção II Da Passeata e Manifestação Popular Art. VIII . III . 47 . 24 (vinte e quatro) horas de antecedência. V . Estacionamento e Operações de Carga e Descarga Arts. Parágrafo único . de parecer favorável do órgão responsável pela gestão ambiental.Mobiliário urbano é o equipamento de uso coletivo instalado em logradouro público com o fim de atender a uma utilidade ou a um conforto públicos. água servida ou similar ou para apoio a canteiro de obra em imóvel a ele lindeiro. Art. 49 .(VETADO) Art. 48 . aquele que estiver apoiado diretamente no solo. c) subterrâneo.A realização de passeata ou manifestação popular em logradouro público é livre. 52. d) misto. II . salvo quando este Código expressamente admitir algum destes atos. b) aéreo. Art. aquele que estiver instalado no subsolo. adicionalmente. Parágrafo único . 59 . 55.O logradouro público não poderá ser utilizado para depósito ou guarda d material ou e equipamento. local e natureza do evento. II . Parágrafo único . informando dia. VI . 46 .

IV .Em via pública. contados a partir do alinhamento dos lotes. ao parque e à área verde. a instalação de qualquer tipo de mobiliário urbano em área específica do Município. III . gambiarra ou similar. podendo acoplar dois ou mais tipos.posicionamento no logradouro público.tratar-se de mobiliário urbano destinado à utilização em feira ou evento regularmente licenciado. aquele que. depende exclusivamente de tração própria ou aquele não fixado ao solo e de fácil remoção diária. documentação complementar. quando se tratar de mobiliário urbano que prejudique a visibilidade de pedestres e de condutores de veículos.formato. Parágrafo único . nos termos do regulamento deste Código.deixará livre a faixa reservada a trânsito de pedestre.dimensão. dentre outras: I . IV .Em quarteirão fechado e em praça.O Executivo poderá adotar diferentes padrões para cada tipo de mobiliário urbano.A regra do caput aplica-se.respeitará os seguintes limites máximos: . § 1º . § 2º .horário de instalação.tempo de permanência. bem como poderá adotar padrões distintos para cada área do Município. especialmente em relação a outro mobiliário urbano. que observarão critérios técnicos e especificarão para cada tipo e para cada padrão as seguintes condições. II . VI . somente poderá ser autorizada a instalação de mobiliário urbano quando: I . b) móvel.A instalação de mobiliário urbano no passeio: I . para sua remoção. cultural e de trânsito. de ser carregado ou rebocado por outro equipamento ou veículo.Poderá ser vedada. Art. 64 . § 4º .A localização e o desenho do mobiliário urbano deverão ser definidos de forma a evitar danos ou conflitos com a arborização urbana. como escultura ou obelisco.respeitará as áreas de embarque e desembarque de transpore coletivo.em relação à sua instalação: a) fixo. II . podendo ser estabelecido ritual específico para a renovação do respectivo documento de licenciamento. Art. Art. V .A definição dos tipos e dos padrões será feita pelos órgãos responsáveis pela gestão urbana. 62 . arquibancada. palco. III . § 3º . VII . desde que destinados à utilização em evento licenciado e que não impeçam o trânsito de pedestre.cor.00 m (cinco metros) da esquina. por extensão. Parágrafo único . 61 .material. exceto aquele de caráter artístico.tratar-se de palanque. 63 . substituição ou remoção. será exigida. para ser removido. aquele que depende. t III . II . Art.O mobiliário urbano pertencerá a um elenco de tipos e obedecerá a padrões definidos pelo Executivo. em termos a serem definidos no mesmo regulamento. a instalação de mobiliário urbano será submetida à aprovação prévia dos órgãos competentes. ambiental.tecnicamente não for possível ou conveniente sua instalação em passeio.II .Em caso de mobiliário urbano considerado pelo regulamento deste Código como de risco para a segurança pública. Art. em processo a ser definido no regulamento deste Código. 60 .A instalação de mobiliário urbano em logradouro público depende de prévio licenciamento.manterá distância mínima de 5.

65 . desde que se respeitem a distância mínima de 10. os critérios definidos em regulamento.a) com relação à ocupação no sentido longitudinal do passeio: 30 % (trinta por cento) do comprimento da faixa de passeio destinada a este fim em cada testada da quadra respectiva. definindo-se no edital correspondente as condições de contraprestação.50 m (um metro e meio) ou. no caso de mobiliário móvel. § 2º . que prevalecerão pelo prazo de vigência do mesmo. Art. a instalação de mobiliário urbano de interesse público. salvo quanto à abertura respectiva.A instalação de mobiliário urbano subterrâneo.obstruir o estacionamento de veículo sobre o passeio. ainda. sem prejuízo das previstas nesta Seção. por qualquer hipótese. a ser definida pelo regulamento deste Código. II . excetuados deste limite os abrigos de ônibus.O mobiliário urbano que constituir engenho de publicidade e aquele em que for acrescida publicidade deverão respeitar as regras do Capítulo V do Título III deste Código.abrir portão eletrônico de garagem. 66 .A faixa reservada a trânsito de pedestre.É vedada a instalação de mobiliário urbano em local em que tal mobiliário prejudique a segurança ou o trânsito de veículo ou pedestre ou comprometa a estética da cidade.ao final da vigência do licenciamento.O Executivo poderá delegar a terceiros e conceder. ressalvadas as situações em que o mobiliário se incorpore ao patrimônio municipal. conservação e segurança. em perfeita condição de funcionamento.O mobiliário urbano deverá ser mantido. a 75 % (setenta e cinco por cento) da largura desse passeio. Art.Enquanto o órgão referido no § 1º deste artigo não definir a altura e a distância de cada mobiliário em relação a algum bem tombado. b) com relação à ocupação no sentido transversal do passeio: 40 % (quarenta por cento) da largura do passeio. respeitando.00 m (três metros). poderá ser expedido documento de licenciamen to para sua instalação. permitida apenas para serviço público. Art. Art. III . no caso de mobiliário fixo.O responsável pela instalação do mobiliário urbano deverá removê-lo: I .Os ônus com a remoção do mobiliário urbano são de quem tiver sido o responsável por sua instalação. 68 . no caso de passeio com medida inferior a 2. Parágrafo único . II . Art. 73 . III . 69 . que deverá ser instalada na faixa destinada a mobiliário urbano. Art. Art. deverá estar posicionada junto do alinhamento ou da faixa ajardinada e ter largura igual ou superior a 1. deverá dar-se sob a faixa destinada a pedestre. 67 . por quem o instalar.É vedada a instalação em logradouro público de mobiliário urbano destinado a: I . de forma a não comprometer sua visibilidade.O órgão responsável pela gestão cultural deverá estabelecer a altura e a distância que cada tipo de mobiliário urbano deverá ter em relação a cada bem tombado.O mobiliário urbano instalado em logradouro público estará sujeito ao pagamento de preço público. Art. § 1º . conforme dispuser regulamento.00 m (dez metros) e a altura máxima de 3. no que não conflitarem com aquelas. Art.proteger contra veículo.00 m (dois metros). 72 .É vedada a instalação de mobiliário urbano em posição em que tal mobiliário interfira na visibilidade de bem tombado.quando devidamente caracterizado o interesse público que justifique a remoção. . 70 . 71 .ao final do horário de funcionamento diário da atividade ou uso. § 1º . mediante licitação.

A área a ser destinada à colocação de mesa e cadeira é a do afastamento frontal da edificação. junto do alinhamento. sem prejuízo das sanções cabíveis.na área de afastamento frontal configurado como extensão do passeio .A critério do Executivo. o documento de licenciamento poderá fixar o horário permitido para a colocação de mesa e cadeira. II .00 m (três metros).É vedada a colocação de mesa e cadeira em via pública. Art. Art.No caso de não cumprimento do disposto no § 2° deste artigo. Art. 78 .A colocação de mesa e cadeira em passeio de logradouro público. reservada. III . acrescido da taxa de administração.A colocação de mesa e cadeira na área de afastamento frontal de que trata o caput deste artigo independe de licenciamento.Somente poderá colocar mesa e cadeira nos termos do art. Art. 77 . lanchonete. II .sejam observadas as regras aplicáveis da Seção I deste Capítulo.Nas hipóteses do art. restabelecendo no logradouro as mesmas condições em que ele se encontrava antes da instalação respectiva. poderá o Executivo realizar a obra. serão observadas.A área do quarteirão fechado a ser utilizada para a colocação de mesa e cadeira será aquela imediatamente em frente à edificação. Parágrafo único . sendo o custo respectivo ressarcido pelo proprietário.Com relação à largura do passeio. exceto se contar com a anuência do vizinho. . salvo em condições especiais.no espaço do quarteirão fechado. Parágrafo único . poderá ser exigido que a área destinada à colocação de mesa e cadeira seja demarcada graficamente na superfície do passeio.não será permitida. Parágrafo único . 75 . § 3º . faixa de pedestre com largura mínima de 1. Art. Art.Se a remoção do mobiliário urbano implicar dano ao logradouro público.§ 2º . entre outros documentos. respeitado que: I . em processo a ser definido no regulamento. as seguintes regras: I . em quarteirão fechado e em afastamento frontal configurado como extensão do passeio depende de prévio licenciamento. Seção II Da Mesa e Cadeira Art. 74 .no passeio do logradouro público. 75 desta Seção a edificação utilizada para o funcionamento de restaurante. café ou similares.a edificação tenha sido construída no alinhamento ou o passeio lindeiro tenha largura igual ou superior a 3. Parágrafo único . 80 .00 m (três metros) de largura. desde que tal afastamento não seja configurado como extensão do passeio e se respeitem os limites com o passeio. poderá ser solicitado ao interessado.Para a abertura do processo de que trata o caput.A área do passeio a ser utilizada para a colocação de mesa e cadeira será aquela imediatamente em frente à edificação. 76 . o responsável por sua instalação deverá fazer os devidos reparos. referentes à instalação de mobiliário urbano em passeio.Não dispondo a edificação de área de afastamento frontal não configurado como extensão do passeio. III . o layout da ocupação do espaço pretendido. a colocação de mesa e cadeira poderá ser feita: I . 81 . 79 . Art. em qualquer dos casos previstos nesta Seção. em função das condições locais de sossego ou de segurança pública e do trânsito de pedestre.o espaço utilizado não exceda a testada da edificação. exceto no caso de feira ou evento regularmente licenciados. 75 deste Código. bar. a colocação de mesa e cadeira em passeio com menos de 3.50 m (um metro e meio).

desde que o toldo tenha a função de cobrir mesas e cadeiras regularmente licenciadas.30 m (dois metros e trinta centímetros) do nível do piso do pavimento. 87 .em balanço.não prejudique as áreas mínimas de iluminação e ventilação da edificação. Art. Art. desde que este toldo: I .não prejudique as áreas mínimas de iluminação e ventilação da edificação. lanchonete e similares poderá ser coberta por toldo. III. sem que seja considerado elemento construtivo.A colocação de toldo depende de prévio licenciamento.nos passeios de até 4. podendo utilizar colunas de sustentação.não oculte placa de nomenclatura de logradouros e próprios públicos.O disposto no caput não se aplica ao exercício de atividades em feira ou evento regularmente licenciados. . aquele que se desenvolve no sentido perpendicular ou oblíquo à fachada.não tenha mais de 1. III .O toldo em balanço sobre fachada no alinhamento não terá mais de 2. limitando-se. IV . a ocupação não poderá ter dimensão superior à de sua metade. aquele apoiado apenas na fachada. instalado sobre porta.O toldo será de um dos seguintes tipos: I . Parágrafo único . 86 .00 m (quatro metros). como a lona ou o plástico. casa de recepção e congêneres e desde que utilize no máximo duas colunas de sustentação e não exceda a largura da entrada do estabelecimento. III . no máximo. mesmo que a atividade por ele exercida tenha natureza similar à dos estabelecimentos referidos nesta Seção.É admitida a instalação de toldo sobre o passeio. 84 .passarela.não prejudique as áreas mínimas de permeabilidade. 83 . restaurante.As mesas de que trata esta Seção poderão ter guarda-sol removível. desde que o espaço livre não fique reduzido a menos de 2. desde que este toldo: I . dispensando-se as exigências contidas nos incisos I e II deste artigo. bar. Art. II .00 m (dois metros).não desça nenhum de seus elementos a altura inferior a 2.não exceda a largura do passeio. Parágrafo único. exclusivamente para acesso à edificação. ou translúcido.nos passeios de dimensão superior a 4.O toldo do tipo passarela sobre o passeio é admitido apenas em fachada de hotel.00 m (quatro metros) de largura. passível de ser removido sem necessidade de obra de demolição. Art. II . com panejamento vertical. II . clube. como o vidro ou o policarbonato.não prejudique a arborização ou a iluminação públicas. Art. a ocupação poderá exceder o limite estabelecido no inciso II deste artigo. bar. 82 .30 m (dois metros e trinta centímetros) do nível do passeio em qualquer ponto. § 2° .20m (um metro e vinte centímetros) de projeção horizontal. limitando-se à metade do afastamento. janela ou vitrine e projetado sobre o afastamento existente ou sobre o passeio.II . Seção III Do Toldo Art.não utilize colunas de sustentação. com estrutura leve e cobertura em material flexível.A área de afastamento frontal lindeira a restaurante.Ao licenciado para o exercício de atividade em logradouro público é vedada a colocação de mesa e cadeira em passeio. V . à metade do passeio. III . café.00 m (dois metros) de projeção horizontal. ainda que parcial. quarteirão fechado ou via pública.Toldo é o mobiliário acrescido à fachada da edificação.Poderá ser instalado toldo sobre afastamento de edificação. IV . § 1° . 85 .cortina.não desça nenhum de seus elementos a altura inferior a 2. aquele instalado sob marquise ou laje. § 1° . V .

Art. Art.O local para a instalação de banca será indicado pelo Executivo.Não será permitida alteração no modelo externo original da banca. a parada e o estacionamento dos veículos a seu serviço.A área de afastamento frontal poderá ser coberta por toldo do tipo passarela. que o comprovará. que cuidará de resguardar as seguintes distâncias mínimas: I . a construção. 97 .§ 2° . bastando comunicar o fato ao órgão competente do Executivo.50 m (cinqüenta metros) com relação a lojas que comercializam o mesmo produto que a banca. sem autorização expressa do Executivo. desde que haja licenciamento especial do Executivo.Poderá ser instalada banca em desconformidade com os padrões estabelecidos pelo regulamento. 95 . Seção IV Do Sanitário Público e da Cabine Sanitária Art. adequados à proteção da mercadoria. nem mudança na sua localização. de modo a atender às particularidades do local de instalação e do produto a ser comercializado.O ponto final da linha de ônibus do serviço de transporte coletivo urbano será equipado com cabine sanitária para uso exclusivo dos empregados neste serviço.A mudança do ponto final de um local para outro no logradouro público obriga à realocação da cabine no novo local e à recuperação do espaço em que ela estava instalada. 90 . sendo que sua instalação depende de prévio licenciamento. Art. III .Poderá ser instalada no logradouro público banca destinada ao exercício da atividade prevista na Seção II do Capítulo IV do Título III deste Código. Art. 89 . em processo definido neste Código e em seu regulamento. conforme classificação da legislação de parcelamento. dispensando-se as exigências contidas nos incisos I e II deste artigo. 96 . Parágrafo único . 93 .(VETADO) Art.O Executivo poderá delegar a terceiros.Estando o ponto final a distância inferior ou igual a 100 m (cem metros) da garagem da empresa subconcessionária da respectiva linha. obedecido prazo previsto em regulamento. esta fica desobrigada de instalar a cabine sanitária. manutenção e exploração de sanitários públicos nos locais de maior trânsito de pedestres. Art. Seção V Da Banca Art.00 m (dez metros) com relação aos pontos de embarque e desembarque de coletivos. . mediante licitação.As distâncias previstas nos incisos deste artigo serão medidas ao longo do eixo do logradouro. II .A banca obedecerá a padrões definidos em regulamento. 91 .100 m (cem metros) com relação a outra banca na Zona Hipercentral (ZHIP) e Zona Central de Belo Horizonte (ZCBH) e 200 m (duzentos metros) nos demais locais. com a finalidade de adaptá la a projeto de urbanização e paisagismo. 92 . Art. 88 .10. Art.A banca destinada ao comércio de flores e plantas naturais será dotada de mecanismos físicos de aeração. de forma a não comprometer o viço e a resistência das flores e plantas.A cabine sanitária será instalada pela empresa subconcessionária do transporte coletivo e não acarretará ônus para os cofres públicos. desde que o toldo tenha a função de cobrir acesso a edificações destinadas a uso coletivo. ocupação e uso do solo. § 2º . Parágrafo único .Considera-se ponto final o ponto de apoio onde ocorrem o controle dos horários de partida da linha respectiva. 94 . que especificarão modelos e dimensões diferenciados. especialmente na Zona Central de Belo Horizonte (ZCBH). § 1º .

que providenciará a sua instalação. § 2° -O licenciamento previsto pelo § 1° deste artigo estará condicionado ao licenciamento do local de guarda das caçambas. a utilização e o transporte de caçamba em logradouro público sujeitam-se a prévio licenciamento. 104 . Art. 103 .inclinada em relação ao meio-fio. § 3° . a conservação e a manutenção do suporte para colocação de lixo são da responsabilidade do proprietário do terreno e deverão seguir as normas do órgão de limpeza urbana. obedecidos o prazo.50 m (um metro e cinqüenta centímetros) de largura. IV . II .no local sinalizado com placa que proíba parar e estacionar. Art. Parágrafo único . II . a permanência. quando ocupar espaço maior que 2. Seção VII Da Caçamba Art. 98 . faixa para circulação de pedestre de no mínimo 1.Art. 101 .Caçamba é o mobiliário destinado à coleta de terra e entulho provenientes de obra.cores vivas.junto ao hidrante e sobre registro de água ou tampa de poço de inspeção de galeria subterrânea. as condições e o local previamente estabelecidos. Art.70 m (dois metros e setenta centímetros) de largura. junto ao alinhamento. Art.A aprovação do projeto arquitetônico de edificação condiciona-se a que este tenha indicado o número e o tamanho dos suportes para colocação de lixo demandados.O suporte para colocação de lixo é equipamento da edificação e será instalado sobre base própria fixada no passeio lindeiro ao respectivo terreno.Não será permitida a colocação de caçamba: I . para assegurar a visibilidade noturna.identificação do nome do licenciado e do número do telefone da empresa nas faces laterais externas. construção. Seção VI Do Suporte para Colocação de Lixo Art.a via pública. em processo a ser definido no regulamento deste Código. reforma ou demolição de qualquer natureza. 105 .A caçamba obedecerá a modelo próprio. III . § 1° .A banca será de propriedade da pessoa a quem tiver sido conferido o documento de licenciamento.O local para a colocação de caçamba em logradouro público poderá ser: I . Parágrafo único . entre outras a serem definidas em regulamento: I . da excessiva quantidade de lixo que o coletor deverá suportar ou de outras especificidades locais.a menos de 5. preferencialmente combinando amarelo e azul ou alaranjado e vermelho. 99 . IV . bem como o local destinado a sua instalação. II .o passeio. Art.A colocação. 100 . desde que deixe livre.00 m (cinco metros) da esquina do alinhamento dos lotes.O Executivo poderá eximir o proprietário da instalação de suporte para colocação de lixo em função do intenso trânsito de pedestres no logradouro. que terá as seguintes características. 102 .É vedada a utilização de logradouro público para guarda de caçamba.tarja refletora com área mínima de 100cm² (cem centímetros quadrados) em cada extremidade.A instalação. . ao longo do alinhamento da guia do meio-fio. em sentido longitudinal. III .capacidade máxima de 7m³ (sete metros cúbicos).A unidade licenciada será o conjunto de 1 (um) caminhão e 15 (quinze) caçambas.

mesmo no local para o qual ela tenha sido liberada. II .A cadeira de engraxate é o mobiliário utilizado para a prestação do serviço a que se refere. Art. Art. 113 . por conveniência pública. estabelecimento bancário ou de ensino.das 14 (catorze) horas de sábado às 7 (sete) horas de segunda -feira.Na operação de colocação e na de retirada da caçamba.O exercício de atividades em logradouro público depende de licenciamento prévio junto ao Executivo. 114 .00 m (três metros). -se Art.O Executivo definirá o local adequado à instalação da cadeira de engraxate. 107 .O Executivo poderá. cinema e teatro. Parágrafo único . obedecendo ao modelo oficial. II .Poderão ser formados grupos de até 2 (duas) caçambas no logradouro público.na proximidade de ponto de coletivo.das 20 (vinte) às 7 (sete) horas nos dias úteis. Art. 111 . 112 . 118 . . 115 .(VETADO) Art. é de 3 (três) dias úteis. 110 . cuidando para que a mesma não seja instalada: I .sinalização com 3 (três) cones refletores.O licenciado para atividade em cadeira de engraxate poderá fazer a cadeira.O tempo de permanência máximo por caçamba em um mesmo local. 106 . Art. devendo. Seção VIII Da Cadeira de Engraxate Art. quando. devendo a transferência dar no prazo para tanto estabelecido. Parágrafo único . deverá ser observadaa legislação referente à limpeza urbana. para sua instalação. no caso de logradouro com de clividade. III . Art. de permanência e de retirada das caçambas é: I . 108 . 109 .em passeio de largura inferior a 3. 116 . ao meio ambiente e à segurança de veículo e pedestre. o horário de colocação.Fica proibido o exercício de atividade por camelôs e toreros em logradouro público. Art. II . 117 . por sua conta.livre nos feriados. saída de repartição pública.00 m (dez metros) entre os grupos. Art. cuidando-se para que sejam utilizados: I . obedecer a padronização estabelecida pelo órgão competente do Executivo.Art. a mesma venha a prejudicar o trânsito de veículo e pedestre.(VETADO) CAPÍTULO IV DO EXERCÍCIO DE ATIVIDADES Seção I Disposições Gerais Art.As penalidades previstas neste Código referentes a esta Seção serão aplicadas ao proprietário da caçamba. desde que obedecido o espaço mínimo de 10. 108 deste Código. mudar a localização da cadeira a qualquer tempo.calços nas rodas traseiras dos veículos. devido a alguma excepcionalidade. exceto o previsto no art.(VETADO) Art.O Executivo poderá determinar a retirada de caçamba.Na Zona Hipercentral (ZHIP).

de até 3 (três) meses ou até o encerramento do evento. a pessoa desistente não estará isenta de suas obrigações fiscais junto ao Poder Público.Em ambos os casos. podendo haver variação desse número em função da atividade. podendo ser: I .eventual. Art.o licenciado. desde que tal preposto não seja titular de documento de licenciamento da mesma natureza. inclusive. II . não iniciar o exercício da atividade no prazo determinado.O regulamento deste Código poderá: I . em ambos os casos. Art.estabelecer área do Município em que será proibido o exercício de atividade. conforme o caso.Art.constante.O licenciamento para exercício de atividade em logradouro público terá sempre caráter precário e será feito por meio de licitação. 121 . circunstância ou atividade. § 4° . mesmo que para atividades distintas. 119 . comercial ou de serviços.As vedações de que tratam os § § 1°. o licenciamento será repassado ao habilitado imediatamente classificado na respectiva licitação. Art. tendo iniciado o exercício da atividade. quando se tratar de atividade eventual.Somente poderá ser licenciada para exercício de atividade em logradouro público a pessoa natural e desde que não seja proprietária de estabelecimento industrial.No caso de a desistência ocorrer durante o primeiro ano. sendo. 122 . improrrogável. particularmente a classificada como eventual.definir locais específicos para a concentração do comércio exercido por ambulantes. sem motivo justificado. § 1º . Parágrafo único .o licenciado.(VETADO) III . § 3° .Não será liberado mais de um documento de licenciamento para a mesma pessoa natural. II . § 1° . conforme procedimento previsto no regulamento deste Código.No caso de a desistência ocorrer após a vigência do primeiro ano.O prazo de validade do documento de licenciamento variará conforme a classificação da atividade. quando se tratar de atividade constante.Será especificado no regulamento deste Código o número de prepostos a que se refere o § 3° deste artigo. ainda que de atividade distinta. . § 5° . § 3° . correlacionando ou não essa vedação a determinada época. II .O documento de licenciamento deverá explicitar o equipamento ou apetrecho de uso admitido no exercício da atividade respectiva no logradouro público e mencionar. 120 . 124 . aquela que se realiza periodicamente.O titular do documento de licenciamento poderá indicar preposto para auxiliá-lo no exercício da atividade. 2° e 3° deste artigo não se aplicam à possibilidade de acumular 1 (um) documento de licenciamento para atividade constante com 1 (um) documento de licenciamento para atividade eventual.O documento de licenciamento é pessoal e específico para a atividade e o local de instalação ou área de trânsito nele indicados.Ocorrerá desistência quando: I . 123 . a fim de que seja redistribuído por meio de nova licitação. § 2° . Art. sendo vedada a utilização de qualquer outro equipamento ou apetrecho nele não explicitado.de até 1 (um) ano. a possibilidade de utilização de aparelho sonoro. requerer ao Executivo a revogação do licenciamento. que poderá ser simplificado em relação a alguma atividade. prorrogável conforme dispuser o regulamento deste Código. II . será o licenciamento restituído ao Executivo. aquela que se realiza esporadicamente.A atividade exercida no logradouro público pode ser: I . Art. § 2° .

128 .banca de jornais e revistas. III .Cada um dos tipos de banca somente poderá explorar o comércio das mercadorias que para ele tiverem sido previstas nesta Seção. II . Art. 129 . o equipamento para exercício de atividade no logradouro público constitui modalidade de mobiliário urbano.Para os fins deste Código. em processo a ser definido no regulamento deste Código. 126 .entrar em licença médica por prazo superior a 60 (sessenta) dias.É proibida no logradouro público a realização de campanha para arrecadação de fundos. III . inclusive.O documento de licenciamento que tiver sido transferido passará a ter caráter precário e sua validade se estenderá apenas até que ocorra nova licitação para o exercício da atividade.Art.O Executivo capacitará o licenciado para o exercício de atividade no logradouro público.É expressamente proibida a instalação de trailer em logradouro público. 133 deste Código será dedicado à venda ao consumidor das mercadorias previstas nesta Seção para os seguintes tipos de banca: I .falecer. II . 131 . II . Seção II Da Atividade em Banca Art.filho. § 2º .jornal e revista. tenham obtido anuência do órgão competente do Executivo. Art. álbum de figurinha.O documento de licenciamento é intransferível. 125 .O horário de exercício de atividade no logradouro público será previsto no documento de licenciamento respectivo. a transferência obedecerá à seguinte ordem: I . § 1º . à exceção dos que. às taxas respectivas e à fiscalização das atividades.tornar-se portador de invalidez permanente. vir a utilizar o mobiliário onde a atividade é exercida como ponto de apoio e referência para a comunidade.cônjuge ou companheiro estável. emblema e adesivo.banca de flores e plantas naturais. 134 .Nos casos admitidos nos incisos deste artigo. não se destinando a atividade comercial.O Executivo regulamentará este Capítulo. Art.O comércio de que trata o art. Art. 127 . . Parágrafo único . Art.flâmula. podendo. 133 . exceto se o titular: I . III . Art. 135 . Art. 132 . 130 . que se sujeita a prévio licenciamento. especialmente no que se refere ao detalhamento dos critérios de licenciamento.Poderá ser exercida a atividade de comércio em banca fixa instalada em logradouro público. II .A banca de jornais e revistas destina-se à comercialização de: I . visando a engajá-lo nos programas de interesse público desenvolvidos no respectivo local. Art. Art.Somente é permitida a comercialização no logradouro público de mercadoria com origem legal comprovada.irmão.cartão postal e comemorativo.

a exposição do produto que comercializa somente será permitida no local próprio. VI .(VETADO) *XVII . 136 .cópias de chaves.ingresso para espetáculo público. segundo critérios a serem definidos pelo regulamento. também produto utilizado no cultivo domiciliar de pequeno porte. Art. barbeador.artesanatos. Art. proibição extensiva ao cônjuge. *XVI . bem como os utensílios e vasilhames utilizados no serviço.talão de estacionamento.(VETADO) *XX . 1º da lei 9007 de 29 de dezembro de 2004 § 1º .artigo para fumante. devendo tais veículos.serviço de revelação de filmes fotográficos. Seção III Da Atividade em Veículo de Tração Humana e Veículo Automotor Art.(VETADO) *XXI . folheto e similar de cunho promocional. *XXVI .impresso de utilidade pública. preservativo.A distribuição prevista no § 1° deste artigo não poderá descaracterizar a atividade própria da banca. XIV . adubo e semente. 138 .brindes diversos. CD encartado em publicação e filme fotográfico.cartão telefônico e recarga de cartão magnético do sistema de transporte coletivo. Art.A atividade de que trata esta Seção poderá ser exercida em sistema de rodízio estabelecido pela entidade representativa de cada segmento.É proibida a exploração de banca de jornais e revistas ao proprietário de empresa distribuidora de jornal e revista.bombonière.A banca de flores e plantas naturais poderá comercializar. *XXII .selo postal. .(VETADO) *XXIII . *XXIV .fita de áudio. 137 . XV .Em qualquer dos tipos de banca.(VETADO) *XVIII . 135 acrescentados pelo art. 139 . além de flores e plantas naturais.Poderão ser utilizados o veículo de tração humana e o automotor para a comercialização de alimento em logradouro público. previsto para esta finalidade.mapa e livro.periódico de qualquer natureza.Será facultado à banca de jornais e revistas fazer a distribuição de encarte. como terra vegetal. XI . ser vistoriados e aprovados pelo órgão municipal responsável pela vigilância sanitária.(VETADO) XIII . pilha. VIII . *XXIX .IV . em modelos padronizados aprovados pelo Poder Público.(VETADO) (NR) *incisos XVI a XXIX do art. § 2° .brinquedos.acessórios para aparelho telefônico celular. *XXVII .(VETADO) XII . VII . *XXV . X . Art.(VETADO) IX . inclusive audiovisual integrante do mesmo. 140 . *XXVIII .(VETADO) *XIX . V .

que deverá ser descascada na hora. água mineral.o preparo de bebida.carnes e derivados. VII .A mercadoria não poderá ficar exposta em caixote ou assemelhado colocado no passeio ou via pública. a pedido e à vista do consumidor. III .000 kg (mil quilogramas). exceto laranja. Art. vedada a exposição de mercadoria em suas partes externas.recipiente adequado à coleta de resíduos.Art. água-de-coco. essência ou outro produto corante ou aromático. V . em qualquer caso. picolé.acatar os dispositivos legais que lhe forem aplicáveis.usar uniforme limpo e de cor clara.O licenciado para o comércio em veículo automotor somente poderá comercializar lanche rápido. suco ou refresco industrializado. 144 . 147 . 149 .manter o veículo em perfeitas condições de conservação. quando em serviço: I . II .O licenciado para exercer atividade comercial em veículo de tração humana ou automotor deverá. doces. definido pelo Executivo para cada modalidade de comércio.atender às normas de segurança e de saúde pública. ou mistura de xarope. suco e refresco industrializado.refresco. IV . III .sorvete de fabricação instantânea. II . 141 . 146 . II . praliné. água mineral. II . sendo.estar devidamente adaptado. 143 .zelar para que as mercadorias não estejam deterioradas ou contaminadas e se apresentem em perfeitas condições higiênicas.portar o documento de licenciamento atualizado. Art. suco ou refresco industrializado e refrigerante. IV . água mineral. refrigerante.o preparo de alimentos não elencados no art.O veículo automotor a ser utilizado deverá: I . milho verde.fruta descascada ou partida.zelar pela limpeza do logradouro público.É vedado ao licenciado para atividade desenvolvida em veículo de tração humana: I . VI . higiene e limpeza. Art. 146 deste Código.café. . V . 142 . Art. III .manter rigoroso asseio pessoal.O veículo não poderá apresentar expansão ou acréscimo de qualquer espécie. dotado de: I . Art. amendoim torrado. proveniente de xaropes ou qualquer outro processo.ser utilitário de até 1.É proibido comercializar em veículo: I . II . VII . III . conforme definido em regulamento.a venda fracionada de refrigerante. pipoca. respeitando-se as normas aplicáveis do Código de Trânsito Brasileiro. 148 . IV. Parágrafo único .bebida alcoólica.Os produtos comercializados em veículos deverão atender ao disposto na legislação sanitária específica. no caso de utilização de substância inflamável no preparo dos produtos a serem comercializados.extintor de incêndio apropriado. Art. sorvete.estar devidamente emplacado pelo órgão competente.caldo de cana. churro e frutas. VI .O veículo será de tipo padronizado. Art. cachorro-quente.O licenciado para o comércio em veículo de tração humana somente poderá comercializar algodão-doce. Art. 145 .

que dependerá de licenciamento.O licenciado poderá explorar apenas 1 (uma) cadeira de engraxate e uma mesma cadeira de engraxate poderá ser explorada por até 2 (duas) pessoas. Parágrafo único . V .O Executivo poderá celebrar convênio com entidade voltada à garantia dos direitos da criança e do adolescente com vistas à seleção de menores candidatos à obtenção do licenciamento de que trata o art. em área específica.É proibida ao comércio em veículo automotor a utilização de: I . Art. 158 .É vedado ao licenciado: I . desde que comprovada e comunicada ao Executivo a sua incapacidade temporária ou definitiva. III . Art.Não será permitida a venda ambulante de alimento em cesto.permanecer inativo por mais de 5 (cinco) dias. Art. observado que: I .seja dada prioridade aos candidatos com maior grau de carência socioeconômica. II .manter a cadeira e acessórios em bom estado de conservação e aparência. 155 .ser aprovado em vistoria técnica anual pelo órgão municipal responsável pelo trânsito. se ela não for substituída na forma do parágrafo único do art.definirá a documentação necessária ao licenciamento para o exercício de atividade comercial em veículos de tração humana e automotor. salvo em caso de superveniência de incapacidade temporária.em afastamento frontal de edificação.som. Seção IV Da Atividade de Engraxate Art. tabuleiro ou qualquer outro recipiente similar. 154 . 157 deste Código.O regulamento deste Código: I . 157 .haja isenção do pagamento de taxa ou de qualquer outro tributo ou preço público.em local onde a legislação de trânsito não permita a parada ou o estacionamento de veículo. proibições adicionais relativas a horários e a locais para o exercício de atividade comercial em veículos.O comércio em veículo automotor não poderá ocorrer: I .A proibição prevista no caput não atinge o irmão ou o filho do licenciado.Não se admitirá o comércio em trailer ou reboque em logradouro público. Art.V . Art.usar em serviço material de boa qualidade. hospital.em frente a portaria de estabelecimento de ensino. II . 159 .A instalação de toldo e o uso de publicidade obedecerão ao disposto no regulamento. restaurante e similar. IV .observar a tabela de preços e afixá-la em local visível. bar. clube e templo religioso. baú.poderá estabelecer. 154 deste Código.portar o documento de licenciamento e apresentá-lo à fiscalização quando solicitado. Art. II. 153 . 152 . II . . 156 . VI . Art. IV . Art. mesa e cadeira. II .Cumpre ao licenciado: I .Poderá ser exercida em logradouro público a atividade de engraxate.O licenciado deverá exercer pessoalmente as atividades respectivas.manter limpa a área num raio de 5 m (cinco metros) da cadeira. III . Art. Parágrafo único . Parágrafo único . 151 . 150 .sombrinha. sendo-lhe proibido colocar preposto no serviço.a menos de 50 m (cinqüenta metros) de lanchonete.usar o uniforme estipulado pelo Executivo.

a garantia de acessibilidade aos imóveis lindeiros ao local de realização do evento. II . § 2º . com intervalo de pelo menos uma semana entre uma e outra realização e com variação do local de realização.O processo será submetido à análise dos órgãos responsáveis pela gestão ambiental. Parágrafo único . § 1º . § 5º . qualquer realização. no logradouro público. com intervalo de pelo menos uma semana entre uma e outra realização.Para fins de aplicação da regra do inciso III do caput. § 1º .O regulamento deste Código poderá definir outras informações que deverão constar do requerimento de licenciamento. IX . conforme definido no regulamento deste Código.a área a ser utilizada. III . pela segurança e pelo trânsito. .as medidas preventivas de segurança. religiosa ou esportiva. o Poder Público poderá indeferir a solicitação de licenciamento para realização do evento. podendo esses órgãos opinar pela não autorização do evento. sem caráter de permanência.esporádico.Considera-se evento. II . IV .a solução viária para desvio do trânsito.O requerimento de licenciamento para realização de evento em logradouro público deverá definir.O evento em logradouro público será: I .a solução da questão da limpeza urbana. entende-se como mesmo local aquele situado em raio de distância determinado em relação ao local licenciado. conforme o caso: I .os locais para estacionamento de veículo e para carga e descarga. objeto ou instalação diversa de sua atividade. não podendo ultrapassar o total de 10 (dez) realizações no ano no mesmo local.ocupar o logradouro público com mercadoria. aquele realizado periodicamente.as medidas de proteção do meio ambiente.comercializar qualquer espécie de produto.Com base na opinião dos órgãos mencionados no § 1º deste artigo.O requerente deverá firmar termo de responsabilidade relativo a danos ao patrimônio público ou a quaisquer outros decorrentes do evento. II . 162 . § 3º .O espetáculo pirotécnico é considerado evento e dependerá de licenciamento e comunicação prévia ao Corpo de Bombeiros. III .itinerante. bem como outros órgãos competentes para proceder à análise respectiva. Art. que informarão sobre os impactos do evento no ambiente urbano e sobre as medidas a serem adotadas para minorá-los. III . Seção V Do Evento Art. VII . 160 .os equipamentos que serão instalados.a garantia de acessibilidade para veículo utilizado em situações emergenciais.o número de eventos permitidos em cada local.Inclui-se na regra prevista no § 1º deste artigo o evento promovido pelo Poder Público no logradouro público. de atividade recreativa. sem periodicidade e intervalo determinados.O regulamento deste Código definirá: I . VI . inclusive consertos. devidamente demonstrado no processo de licenciamento respectivo. desde que atenda ao inter esse público.realizar qualquer serviço de sapataria. IV . V . observando-se a natureza dos eventos e as especificidades locais. para os fins deste Código. § 2º . § 4º . 163 .o processo de licenciamento específico para cada uma das modalidades de evento previstas no caput deste artigo.Poderá ser realizado evento em logradouro público. no mesmo local. 161 .II . VIII . aquele realizado periodicamente. aquele realizado em dia certo e específico. social.constante. cultural. Art. Art.

se for o caso. . ser renovado ao final do período por igual prazo.Para a renovação do documento de licenciamento deverá ser encaminhado ao órgão competente requerimento instruído com cópia do documento vigente e comprovação de pagamento da última taxa devida.O prazo máximo para substituição será de 60 (sessenta) dias. Art. devidamente cadastrada junto ao Executivo. Art.manter plaquetas contendo nome.As áreas destinadas a feira em logradouro público serão fechadas ao trânsito de veículos durante sua realização.trabalhar apenas na feira e com os materiais para os quais esteja licenciado.O documento de licenciamento será específico para cada feira ou. X .Parágrafo único . para que o substitua em caso de nec essidade devidamente comprovada. Parágrafo único .É vedada a realização de feira que fira o interesse público. Seção VI Da Feira Subseção I Disposições Preliminares Art. é vedado deter mais de um documento de licenciamento. a critério do Executivo. para cada dia.Cada feirante poderá indicar. Subseção III Dos Deveres e Vedações Art.O Executivo reservará vagas nas feiras. 166 . a qualquer título.respeitar o local demarcado para a instalação de sua banca. IV .colaborar com a fiscalização no que for necessário.A participação em feira depende de prévio licenciamento e da expedição do respectivo documento de licenciamento.respeitar e cumprir o horário de funcionamento da feira. II . Art. § 1° . Parágrafo único .O feirante é obrigado a: I . para entidades assistenciais ou filantrópicas ou para pessoas portadoras de deficiência. 182 deste Código. 171 . 165 . quando for o caso. 164 . 168 . VI . uma pessoa como seu preposto. Art. 31 da Lei Orgânica do Município de Belo Horizonte.respeitar o regulamento de limpeza pública e demais normas expedidas pelo órgão competente do Executivo. § 2° .O documento de licenciamento para participação em feira terá validade de 1 (um) ano. a critério do Executivo. V . Art.No caso de feira permanente. que ficarão isentas do pagamento das taxas devidas.O espetáculo pirotécnico respeitará as regras de segurança pública e de proteção ao meio ambiente. 167 . IX . por escrito. podendo.manter rigoroso asseio pessoal. preço e classificação do produto. nos termos prescritos no regulamento. 170 . nos termos do art. até o limite de 5% (cinco por cento).manter os equipamentos em bom estado de higiene e conservação. 169 . III . para uma mesma feira. prestando as informações solicitadas e apresentando os documentos pertinentes à atividade. VIII. VII. Subseção II Do Documento de Licenciamento Art. ficando os casos excepcionais sujeitos a avaliação pela comissão paritária de que trata o art.manter balança aferida e nivelada.adotar o modelo de equipamento definido pelo Executivo.A feira será criada pelo Executivo. podendo o regulamento proibir a sua realização na proximidade que definir em relação a local onde possa comprometer a segurança de pessoa ou de bem.

ovos.afixar cartazes e avisos de interesse público determinados pelo Executivo. VI . no local onde ela funcione. 137 deste Código.É vedada a comercialização. sem o sentido de continuidade. permanente ou temporariamente.(VETADO) Art. a que se destinar à venda.promocional. cartaz.Serão admitidas as seguintes modalidades de feira: I . V . 172 . IV . VIII .de artes plásticas e artesanato.ocupar espaço maior do que o que lhe foi licenciado. de espécimes coletados na natureza que possam representar risco de depredação da flora nativa. depósito ou estocagem de mercadoria ou vasilhame ou para colocação de apetrecho destinado à afixação de faixa e cartaz ou a suporte de toldo ou barraca. exclusivamente a varejo. 176 .fazer propaganda de caráter político ou religioso durante a realização da feira. de frutas.As feiras permanentes deverão ter espaço destinado a apresentação gratuita de grupos regionais. a que for realizada continuamente. gêneros alimentícios componentes da cesta básica. do mobiliário urbano público. total ou parcialmente. doces e laticínios. Subseção IV Das Modalidades e Especificidades da Feira Art. Parágrafo único .feira-livre. 95. X .vender. V . cereais. 173 . 175 . seu direito de participação na feira. pescados. da arborização pública.de comidas e bebidas típicas nacionais ou estrangeiras. legumes.A feira de arte e artesanato comercializará produtos resultantes da ação .A feira poderá ser: I . aves vivas e abatidas.eventual.XI . respeitando o disposto nos arts. verduras. óleos comestíveis.O feirante deverá utilizar banca para expor sua mercadoria. Art. detrito. na área da feira ou em seus arredores. Art. culturais e de diversão. artigos de higiene e limpeza.É proibido ao feirante: I . II. 177 . ainda que tenha caráter periódico. 96 e 97 deste Código. IX .fazer uso do passeio.A feira de plantas e flores naturais comercializará os produtos naturais previstos no art. alugar ou ceder a qualquer título. produtos comprovadamente artesanais e produtos da lavoura e indústria rural. da fachada ou de quaisquer outras áreas das edificações lindeiras para exposição. VII .vender produto diferente dos constantes em seu documento de licenciamento. III .permanente. Art. III . XII .de plantas e flores naturais.de livros usados e periódicos antigos. no que for compatível. Parágrafo único . 178 . a que for realizada esporadicamente.lançar. 174 . VII .de antigüidades. II . gordura e água servida ou lixo de qualquer natureza.faltar injustificadamente a 2 (dois) dias de feira consecutivos ou a mais de 4 (quatro) dias de feira por mês.utilizar letreiro. utilidades domésticas. Parágrafo único.(VETADO) Art. na feira de plantas e flores naturais. VI . IV .explorar a concessão exclusivamente por meio de preposto. faixa e outro processo de comunicação no local de realização da feira.tratar com urbanidade o público em geral e os clientes.apregoar mercadoria em voz alta. Art. II .

A feira promocional será destinada a divulgar atividade. Art. estado ou cidade. Parágrafo único .Serão excluídos da comissão paritária os membros. sejam de elaboração exclusivamente artesanal. que agreguem significado cultural. titulares ou suplentes.O mandato dos membros da comissão paritária será de 1 (um) ano.predominantemente manual.Na feira prevista no caput é vedada a venda a varejo.solicitar ao Poder Público a constituição de grupo técnico de avaliação. serviço. § 2° . § 2° . Art. por representantes do Executivo e dos feirantes.A feira de antigüidade comercializará objetos selecionados de acordo com a data de fabricação . a raridade. com o estilo de época. Art. § 1° . em igual número. composto por especialistas nas atividades desenvolvidas nas feiras e em urbanismo e que não sejam feirantes.A feira de comidas e bebidas típicas comercializará produtos que: I . patrimonial ou estético e que. II . mobiliário e outros que porventura venha a comercializar na feira.resultem de preparo e processo exclusivamente caseiro. com suplência.estejam ligados a origem cultural determinada. tecnologia. II . § 3° . Art. de ofício ou mediante solicitação da comissão paritária.Os representantes dos feirantes serão eleitos diretamente entre os licenciados nas feiras. § 6° .Os membros suplentes serão escolhidos da mesma forma que os membros titulares. na feira prevista no caput.O Poder Público.As feiras serão coordenadas por uma comissão paritária constituída. constituirá um grupo técnico de avaliação. nacional e internacional. a possibilidade de serem colecionados e as peculiaridades locais.O regulamento deste Código definirá as regras de funcionamento e de realização das reuniões da comissão paritária. artístico e cultural. 182 deste Código.Em virtude da dimensão de alguma feira em particular.organizar e orientar o funcionamento das feiras. 176 deste Código.A fim de se evitar a evasão do patrimônio histórico. a instalação de espaços destinados à prestação de serviço distinto da finalidade da feira. 182 . produto. Parágrafo único . 185 . em processo autônomo. constituindo tradição cultural das cozinhas mineira. obedecidas as regras do art. cada expositor deverá manter registro de procedência e destino das peças sacras. Subseção V Da Coordenação das Feiras Art.manifestar-se sobre os recursos impetrados por feirantes em caso de aplicação de penalidade. sendo que haverá uma comissão para cada uma das modalidades de feira previstas no art. considerando as prescrições desta Subseção. artístico. suco e refresco industrializado e água mineral. país.Compete ao grupo técnico de avaliação: . 180 . § 5° . renovável uma vez por igual período. refrigerante.Os membros da comissão paritária não farão jus a qualquer espécie de remuneração.É permitida. sempre que entender necessário.que é critério fundamental -. 184 . à exceção de cerveja. não sendo elaborados em nível final. 181 . que faltarem injustificadamente a mais de 4 (quatro) reuniões por ano. Art. 179 . utilitário. feitos com todos os materiais possíveis. III . exceto quando reciclados. desde que ocupando no máximo 10 % (dez por cento) de seu espaço total.À comissão paritária compete: I . § 4° . poderá ser criada uma comissão paritária específica para ela. Art. § 1° . 183 .

motorizado ou não. segundo critério que possibilite que o preço cobrado por engenho instalado em local de alta visibilidade financie a instalação de outro mobiliário naquele local ou de mobiliário em local que não seja objeto de interesse por parte dos anunciantes. nos seguintes pontos: a) no trevo e no trecho em curva. canal. elevado e similares. observado período de exposição máximo de 5 (cinco) dias. Art. com o fim exclusivo de divulgação de publicidade. passarela de pedestre. b) em distância inferior a 100. 189 . 188 . V . § 1º . desde que a entidade do Poder Público responsável pela campanha encaminhe ao órgão municipal competente a relação de endereços de instalação e dos respectivos prazos de exposição. 194 deste Código. ponte. manutenção. pontilhão.O Executivo estabelecerá sistema de cobrança diferenciada pelo uso do logradouro público.É permitida a veiculação da marca do patrocinador da divulgação das mensagens previstas no caput deste artigo. 190 .É permitida a instalação de faixa e estandarte no logradouro público quando transmitirem mensagem institucional veiculada por órgão e entidade do Poder Público. 186 .É permitida a instalação de engenho de publicidade em logradouro público durante a realização de evento.No caso de mobiliário urbano objeto de concessão estadual ou federal. III . entroncamento. desde que o local de sua instalação seja estritamente o do evento.nas árvores. II . substituição e padronização de mobiliário urbano. .Em qualquer hipótese. Art. passarela de acesso. ou ainda.I . a qualidade da produção e do material e as ferramentas utilizadas.em placa indicativa de trânsito. obedecidos os critérios estabelecidos no licenciamento do evento.É permitida a instalação de engenho de publicidade em mobiliário urbano com o objetivo de que o preço cobrado pelo uso do logradouro público financie a instalação. túnel. trincheira. § 1° . com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas da instalação.00 m (cinqüenta metros) de elevado e rótula. em que cause insegurança ao trânsito de veículo e pedestre. Art. armazenagem ou produção.em faixa de domínio de rodovias. somente é permitido utilizar engenho de publicidade quando houver interesse do Município em que a concessionária instale mobiliário além dos exigidos nos termos da respectiva concessão. CAPÍTULO V DA INSTALAÇÃO DE ENGENHO DE PUBLICIDADE Art. podendo fazê-lo nos locais de exposição. III . II . VI . de qualquer maneira. de seu regulamento e do documento de licenciamento respectivo.em local em que o engenho prejudique a identificação e preservação dos marcos referenciais urbanos.A faixa e o estandarte destinados à divulgação de campanha de interesse público poderão permanecer instalados por período máximo de 30 (trinta) dias. § 2º . especialmente em viaduto. é vedada a instalação de engenho de publicidade: I .apreciar a compatibilização do material a ser exposto e comercializado com as prescrições deste Código. salvo previsão do art. 187 . o engenho prejudique a sinalização de trânsito ou outra destinada à orientação pública. c) em distância inferior a 50. § 2° . observadas as permissões expressas constantes neste Capítulo e as normas gerais constantes no Capítulo II do Título VI deste Código.00 m (cem metros) da entrada e saída de túnel. Art.assessorar a comissão paritária sempre que solicitado. conforme critérios a serem estabelecidos pelo Executivo.Poderá ser instalado engenho de publicidade no logradouro público e no e spaço aéreo do Município. desde que para tanto se respeite o limite de 10 % (dez por cento) da área total da faixa ou estandarte. trevo.em veículo.em local em que.avaliar a natureza. IV .

196 e 197 . Art. 199 . aplicando se às infrações nelas elencadas as penalidades previstas neste Código. Art. de 23 de fevereiro de 1999. 193 .É permitida a instalação de engenho de publicidade no canteiro central da via pública e na praça para divulgação de entidade patrocinadora de programa de adoção de áreaverde. medida em relação ao passeio. para a promoção e a manutenção do controle sanitário nos terrenos e nas edificações. Art.Em logradouro público dotado de meio-fio.Art.874.80 m (um metro e oitenta centímetros) de altura. naquilo que lhes for aplicável. e nas que as modificarem ou sucederem. o proprietário de terreno ou lote vago deverá fechá-lo em sua divisa com o alinhamento. a instalação de engenho de publicidade no espaço aéreo sobre a área em que o evento esteja sendo realizado.sejam feitas a apresentação de Responsável Técnico e a de comprovação de contratação de seguro de responsabilidade civil. 198 . mediante normatização.647. respeitados os padrões previamente estabelecidos pelo Executivo para o local. com vedação de no mínimo 1. Parágrafo único . podendo este padronizar ou proibir determinado material em alguma área específica do Município. 201 . 202 . 194 . as disposições contidas no Código Sanitário Municipal e no Regulamento de Limpeza Urbana. observadas as disposições gerais deste Código e as disposições e determinações da legislação de trânsito.A instalação. durante a realização de evento em logradouro público.Entende-se por terreno ou lote vago aquele destituído de qualquer edificação permanente. II .a altura do dispositivo em relação ao terreno ou piso circundante.O fechamento de que trata este artigo poderá ser feito com qualquer material admitido no regulamento.Para a instalação de cerca elétrica ou de qualquer dispositivo de segurança que apresente risco de dano a terceiros exige-se que: I . táxi e mobiliário urbano relacionado àquele sistema. § 1º .a projeção ortogonal do dispositivo esteja contida nos limites do terreno. CAPÍTULO II DO TERRENO OU LOTE VAGO Art. 191 . III .O material a ser usado no fechamento deverá ser capaz de impedir o carreamento de material do lote ou terreno vago para o logradouro público.Entende-se por espaço aéreo aquele situado acima da altura máxima permitida para a instalação de engenho de publicidade no local. Art. seja no mínimo de 2. § 2º . CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO DA PROPRIEDADE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.É permitida. respeitados a legislação específica e o modelo padronizado pelo Executivo.50m (dois metros e cinqüenta centímetros). quando instalado nas divisas ou alinhamento. Art.É permitida a veiculação de publicidade de entidade patrocinadora da pista de Cooper e da ciclovia regularmente instaladas no logradouro público. 192 . 6. 195. CAPÍTULO VI DO TRANSPORTE COLETIVO Arts.(VETADOS) TÍTULO IV DAS OPERAÇÕES DE CONSTRUÇÃO. . de 14 de junho de 1995. 200 .Serão observadas. Art. e 7. o funcionamento e a manutenção de elevadores e aparelhos de transporte similares observarão o disposto nas Leis Municipais nos.A empresa concessionária do sistema de transporte público do Município poderá autorizar. a publicidade em ônibus.

TÍTULO V DA OBRA NA PROPRIEDADE E DE SUA INTERFERÊNCIA EM LOGRADOURO PÚBLICO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.em caso de obra em imóvel fechado com muro ou gradil. Parágrafo único . dispensando-se o fechamento em sua divisa com o alinhamento. o barracão de obra e o dispositivo de segurança instalados não poderão prejudicar a arborização pública. III . Parágrafo único . nem a visibilidade de placa de identificação de logradouro público ou de sinalização de trânsito. desde que autorizado pelo Executivo.em caso de obra interna à edificação.O tapume poderá avançar sobre o passeio correspondente à testada do imóvel em que será executada a obra.80 m (um metro e oitenta centímetros) de altura. Art. ao longo do alinhamento. Art.Nos casos em que. poderá ser tolerado avanço superior ao permitido neste artigo. 205 . 210 . reforma ou demolição deverá instalar.A instalação do tapume é dispensada: I . capinado e drenado.O tapume. que cause instabilidade ou dano de qualquer natureza a logradouro público ou a terreno vizinho. Art. Art.Entende-se por lote edificado aquele onde existe edificação concluída ou aquele onde é exercida uma atividade. com vedação de no mínimo 1.O proprietário manterá em bom estado de conservação o fechamento nas divisas e no alinhamento e as fachadas do imóvel. Parágrafo único . § 2º . desde que o avanço não ultrapasse a metade da largura do passeio e desde que deixe livre faixa contínua para passagem de pedestre de no mínimo 1. mediante o pagamento do preço público relativo à área excedente.O proprietário de terreno ou lote vago é obrigado a mantê-lo limpo.O proprietário fechará.Poderá ser dispensada a exigência de muro sobre as divisas laterais e de fundo mediante acordo expresso entre os proprietários dos imóveis lindeiros. Parágrafo único .Deverá ser previsto um acesso ao terreno ou lote vago. 203 . o mobiliário urbano instalado. 207 .É proibido o despejo de lixo no terreno ou lote vago. 208 . tapume de proteção.em obra cujo vulto ou posição não comprometam a segurança de pedestre ou de veículo.§ 3º . segundo a devida comprovação pelo interessado. 209 . 204 .O tapume terá altura mínima de 1. excetuando-se o trecho de logradouro de grande trânsito. 206 . CAPÍTULO II DO TAPUME Art. as condições técnicas da obra exigirem a ocupação de área maior no passeio.O responsável pela modificação das condições naturais do terreno. CAPÍTULO III DO LOTE EDIFICADO Art. § 1° . é obrigado a executar as obras necessárias a sanar o problema.80 m (um metro e oitenta centímetros) e poderá ser construído com qualquer material que cumpra finalidade de vedação e garanta a segurança do pedestre. Art. a juízo do órgão . independendo de licenciamento os respectivos atos.Não é motivo de isenção do cumprimento do disposto neste artigo a depredação por terceiro ou a ocorrência de acidente. II .O responsável pela execução de obra. todas as divisas do lote edificado.20 m (um metro e vinte centímetros) de largura.

remoção. Art.competente do Executivo. o responsável por ela. § 1º . quando a obra tiver concluída a construção de seu terceiro piso acima do nível do passeio. 219 . Parágrafo único . tolerando -se prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas.O documento de licenciamento para a instalação de tapume terá validade pelo prazo de duração da obra. contadas da finalização da descar para total ga.O responsável pela obra é obrigado a manter o passeio lindeiro ao imóvel em que está sendo executada a obra em bom estado de conservação e em condições de ser utilizado para trânsito de pedestre.A instalação de barracão de obra sujeita-se a processo prévio de licenciamento. 214 .A instalação de tapume sobre o passeio sujeita-se a processo prévio de licenciamento. o documento de licenciamento vigerá pelo prazo máximo e improrrogável de 1 (um) ano. 217 . Parágrafo único . CAPÍTULO IV DOS DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA Art. reforma ou demolição.e desde que não tenha sido concluído qualquer piso na obra. 212 . § 2º . CAPÍTULO V DA DESCARGA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO Art. 213 . 215 .No caso de paralisação da obra.O barracão de obra será instalado a pelo menos 2. Art. contados da paralsação i respectiva. CAPÍTULO VI DO MOVIMENTO DE TERRA E ENTULHO Art. deverá instalar dispositivos de segurança. devendo o respectivo requerimento ser instruído com: I . 218 . conforme . Parágrafo único .conforme classificação feita pelo órgão responsável pela gestão do trânsito .A descarga de material de construção será feita no canteiro da respectiva obra.O documento de licenciamento de que trata o caput ficará automaticamente cancelado. independentemente do prazo transcorrido. o tapume colocado sobre passeio deverá ser recuado para o alinhamento do terreno no prazo máximo de 2 (dois) dias úteis. 211 . 216 .No caso de ocupação de mais da metade da largura do passeio. mesmo que tal serviço não seja da natureza de obra de construção ou similar. sendo de 1 (um) ano o prazo máximo de vigência do documento de licenciamento respectivo.A regra deste artigo estende-se a qualquer serviço executado na fachada da edificação.50m (dois metros e cinqüenta centímetros) de altura em relação ao passeio. Art.O movimento de terra e entulho sujeita-se a processo prévio de licenciamento. Art. variando conforme a intensidade do trânsito de pedestre no local.A instalação de barracão de obra suspenso sobre o passeio será admitida quando se tratar de obra executada em imóvel localizado em logradouro público de intenso trânsito de pedestre . o responsável pela obra deverá iniciar imediatamente a remoção do material descarregado para o respectivo canteiro. nos termos do regulamento deste Código. admitida a colocação de pontalete de sustentação na faixa de mobiliário urbano.Na exceção admitida no caput.Durante a execução de obra. visando à proteção de pedestre ou de edificação vizinha. observadas as determinações contidas no Regulamento de Limpeza Urbana. admitindo-se excepcionalmente o uso do logradouro público para tal fim. Art. conforme critérios definidos na legislação específica sobre a segurança do trabalho.projeto de terraplenagem ou cópia do documento de licenciamento de demolição. CAPÍTULO III DO BARRACÃO DE OBRA Art.

desde que tal local seja de propriedade privada.O documento de licenciamento terá validade máxima de 5 (cinco) anos. Art. .O transporte de terra e entulho provenientes de execução de obra.cartaz com o número do telefone dos órgãos de defesa do consumidor e da ordem econômica. Art. Art. Parágrafo único . em local e posição de imediata visibilidade: I .É proibida a utilização de logradouro público.declaração de inexistência de material tóxico ou infecto-contagioso no local. que o proprietário respectivo apresente termo escrito de concordância e que a indicação seja aprovada pelo Executivo.A atividade a ser desenvolvida deverá estar em conformidade com os termos do documento de licenciamento. de margens de curso d'água e de área verde para bota-fora ou empréstimo. sem prejuízo das demais penalidades previstas neste Código. Art. à área ocupada e às restrições específicas. 223 . Art.O exercício de atividade em parque deverá atender às exigências contidas no Capítulo IV do Título III deste Código no que for compatível.O movimento de terra e entulho obedecerá às determinações contidas no Regulamento de Limpeza Urbana.planta do local. 229 . do levantamento plani-altimétrico correspondente e do perfil projetado para o terreno após a terraplenagem. § 2º . 220 .O exercício de atividade não-residencial depende de prévio licenciamento.o documento de licenciamento. TÍTULO VI DO USO DA PROPRIEDADE CAPÍTULO I DO EXERCÍCIO DE ATIVIDADES Seção I Disposições Gerais Art. § 2° .o caso. Art. 221 . Art. no horário de 7 (sete) às 19 (dezenove) horas. reforma ou demolição deverá ser feito em veículo cadastrado e licenciado pelo órgão competente do Executivo. deverão ser respeitados adicionalmente os critérios previstos na Seção VII do Capítulo III do Título III deste Código. 225 . 228 .A operação de remoção de terra e entulho será realizada de segunda -feira a sábado. 224 . II .Deverão ser afixados no estabelecimento onde se exerce a atividade.A terra e o entulho decorrentes de terraplenagem ou de demolição serão levados para local de bota-fora definido pelo Executivo. Art. ocupação e uso do solo no que diz respeito à localização de usos e ao exercício de atividades na propriedade pública e privada. bem como às exigências adicionais previstas nos regulamentos específicos de cada parque. III . 226 . § 1° . II . Art.A licença do veículo a que se refere o caput deverá ser renovada anualmente. dentre eles os referentes ao uso licenciado. 227 .Caberá ao infrator remover imediatamente o material depositado em local não autorizado. de parque.O licenciado poderá indicar outro local para o bota-fora. 222 . § 1º .No caso de utilização de caçamba.O disposto neste Capítulo complementa o previsto na legislação de parcelamento.

§ 3º . 232 . em que deverá ser observado o atendimento das exigências da legislação sobre parcelamento.III .O regulamento deste Código estabelecerá. obedecidos os limites estabelecidos na legislação vigente.O trailer não poderá possuir área superior a 30 m² (trinta metros quadrados). Parágrafo único . ocupação e uso do solo no que diz respeito à localização de atividades e ao afastamento frontal. mesmo quando se tratar de edificação construída sobre o alinhamento. banca ou similares e desde que a projeção horizontal máxima desses equipamentos não tenha mais de 0. aquela relacionada com a fabricação.É permitida a exposição de produto fora do estabelecimento. conforme o porte e características. sem prejuízo de sua imediata visibilidade. desde que se utilizem para tanto vitrine.A exposição de produto fora do estabelecimento não pode avançar sobre o passeio. a guarda. destinado à comercialização de comestíveis e bebidas. não se destinando a atividade comercial. Art. IV . sem afastamento frontal.A atividade perigosa será definida no regulamento deste Código. inflamável ou químico de . a utilização ou o transporte de produto explosivo. 230 . Parágrafo único . Parágrafo único . Seção II Da Atividade em Trailer Art. referente a equipamento de aferição de peso ou medida.a listagem das atividades. 231 . 231 deste Código obrigam-se a contratar seguro de responsabilidade civil em favor de terceiros.A utilização de instrumento de som e de mesa e cadeira no passeio pelo trailer sujeita-se a prévio processo de licenciamento. III . com a respectiva anotação de responsabilidade técnica junto ao Conselho Regional de Engenharia.25m (vinte e cinco centímetros) além dos limites da edificação. Art.As atividades mencionadas no art.O trailer fixo.O certificado de que trata o inciso IV deste artigo deverá ser mantido em local próximo ao equipamento. Art. 234 . Art. considerada a natureza da atividade. que se obrigam a elaborá-lo. II . para fins de fiscalização. serão arquivados no órgão competente do Executivo. em inteiro teor. 233 . nos afastamentos laterais. a comercialização.cartaz com o número do telefone do órgão de defesa da saúde pública.o prazo de validade. com as restrições deste Código. § 1º .O laudo técnico e suas respectivas renovações. § 2º . emitido pelo órgão competente.certificado de regularidade. Art. tenha obtido prévia anuência do órgão competente do Executivo. 237 .a relação e o nível de detalhamento mínimos dos itens de segurança que deverão constar na análise para cada tipo de atividade.O laudo previsto no caput deve ser de autoria de profissional competente.Poderá ser excepcionado da regra prevista no caput o trailer que. Seção III Da Atividade Perigosa Art. conforme exigência no regulamento. o armazenam ento.residencial que atraia um alto número de pessoas está sujeita à elaboração de laudo técnico descritivo de suas condições de segurança. Art. Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais (CREA/MG). no caso de a atividade exercida utilizar tal equipamento. Parágrafo único . a lanchonete e similares. nela se incluindo. 236 .A edificação destinada total ou parcialmente a atividade não. é considerado estabelecimento comercial. sujeito às normas que regem o bar.É proibida a instalação de trailer em logradouro público. com relação ao laudo técnico: I . frontal e de fundo da respectiva edificação. 235 . necessariamente.A instalação de trailer sujeita-se a prévio processo de licenciamento.

238 . para fins de cobrança.O licenciado deverá apresentar comprovação de renovação do seguro e do laud de o responsabilidade técnica de profissional habilitado. 241 . Art. o plástico. que ateste o atendimento das normas de segurança pertinentes. Art. 245 .O estabelecimento dedicado à atividade de estacionamento será responsável pela proteção dos veículos nele estacionados. a espuma e congêneres. a graxa.comprovação de contratação de seguro de responsabilidade civil em favor de terceiros. no valor mínimo apurado pelos critérios constantes do regulamento deste Código. § 2º . da instalação e do veículo. § 2º . 240 . 243 deste Código. 242 . por motivo de segurança. Art. roubo e colisões.laudo de responsabilidade técnica de profissional habilitado. Parágrafo único . 244 . fixando o prazo para sua implementação.O estabelecimento comercial que presta serviço por tempo decorrido terá de tomar como fração. nos primeiros 15 (quinze) minutos. necessariamente. § 1º .O exercício de atividade perigosa sujeita-se a processo prévio de licenciamento.Cartaz informativo. nos termos do regulamento. Parágrafo único.A responsabilidade do estabelecimento de estacionamento estende aos objetos que -se estiverem no interior dos veículos estacionados. Art. o armazenamento.O transporte de produto perigoso deverá atender às exigências da legislação específica. conforme o caso. Seção IV Do Estacionamento Art. devendo o requerimento inicial estar instruído com: I .Aplicam-se as regras deste artigo mesmo que a atividade perigosa não seja a única exercida no local. a guarda.A estocagem máxima de pólvora permitida no estabelecimento varejista que comercializa fogos de artifício é de 20 kg (vinte quilogramas).O valor cobrado na primeira fração. Parágrafo único .A atividade relacionada com a fabricação. ou seja. contendo a transcrição das responsabilidades de que trata o art. caso as chaves dos mesmos t nham sido e confiadas à sua guarda. § 1° . § 3º . . inflamável ou químico de fácil combustão contratará seguro contra incêndio em favor de terceiros.Na Zona Hipercentral (ZHIP) será exigida a instalação de alarme sonoro e visual na saída do imóvel em que a atividade vier a ser exercida. Art. respondendo pelos danos a eles causados.O laudo de responsabilidade técnica de profissional habilitado poderá determinar a adaptação do equipamento. será afixado pelo proprietário em local visível da área do estabelecimento dedicado à atividade de estacionamento. o óleo. devendo este cobrir obrigatoriamente os casos de furto. o querosene. Art. o verniz. § 1° .A apólice de seguro cobrirá qualquer dano material causado a terceiros instalados ou residentes no imóvel onde tenha ocorrido o incêndio. 239 .fácil combustão. enquanto estiverem sob sua guarda. II . Art. 243 . o tempo de 15 (quinze) minutos.A atividade de estacionamento sujeita-se a processo prévio de licenciamento. tem de ser o mesmo nas frações subseqüentes e. a comercialização.Entende-se por produto químico de fácil combustão a tinta.O estabelecimento a que se refere este artigo fica obrigado a contratar e manter atualizado seguro de responsabilidade civil em favor dos proprietários dos veículos que ali estacionarem. representar parcela aritmética proporcional ao custo da hora integral. ao final do prazo de validade respectiva. a utilização ou o transporte de produto explosivo.

247 alterado pelo art. salvo se no local houver espaço suficiente para este fim. Seção VI Da Feira Art. evento esportivo.O direito previsto no art.§ 2° . 248 deste Código não se realizar em próprio público municipal. 45 (quarenta e cinco) e 60 (sessenta) minutos. cineclube.O exercício de atividade de diversão pública sujeita-se a processo prévio de licenciamento. sendo um para cada sexo. Art. Art. do tipo móvel ou não. 248 e 250 deste Código deverá afixar. próximo à entrada do estabelecimento. 231 deste Código.A instalação de circo e de parque de diversões somente será feita após a expedição do documento de licenciamen to. e seu funcionamento somente terá início após a vistoria feita pelo órgão competente do Executivo. 252 .A região onde se pretende instalar o circo ou o parque de diversões deverá apresentar satisfatória fluidez de tráfego e área de estacionamento nas suas proximidades. Art. (NR) *art. nos termos da legislação ambiental.O regulamento deste Código definirá a relação entre o número mínimo de banheiros e o porte ou especificidade da atividade. 7º da lei 9064 de 17 de janeiro de 2005 § 1° .A feira promovida pelo Executivo na propriedade atenderá às seguintes exigências: . em qualquer dia e horário. *Art. parque de diversões e espetáculos circense e musical instalados em próprio público municipal. 246 .O responsável pelo circo e pelo parque de diversões deverá instalar pelo menos 2 (dois) banheiros para uso dos freqüentadores. 248 . II .No caso de o evento previsto no art. de segunda a sexta-feira. observando-se o cumprimento da legislação municipal e as normas de segurança.A maior de 60 (sessenta) anos será garantida a gratuidade do acesso a cinema. na bilheteria.A comprovação da idade do beneficiário será feita mediante apresentação de documento de identidade de validade nacional ou de carteira de idoso usuário de transporte público municipal.O benefício previsto no caput deste artigo incidirá somente sobre as apresentações realizadas de segunda a quinta-feira. III .O responsável pelo estabelecimento ou evento referidos nos arts. § 3° . teatro. com os valores devidos por permanência de 15 (quinze). Seção V Da Atividade de Diversão Pública Art. 247 .termo de responsabilidade técnica referente ao sistema de isolamento e condicionamento acústico instalado. § 2° . 249 . 248 deste Código será exercido nas seguintes condições: I .nos demais locais. cartaz contendo a transcrição ou o resumo e o número dos arts. conforme previsto pelo art.laudo técnico descritivo de suas condições de segurança.em cinema e cineclube. II . em percentual a ser definido no regulamento deste Código. a pessoa com mais de 60 (sessenta) anos terá direito de adquirir ingresso pela metade do preço cobrado normalmente ao público freqüentador. Art. 30 (trinta). Parágrafo único .termo de responsabilidade técnica referente ao equipamento de diversão pública. 251 . com entrada até 18 (dezoito) horas. exceto feriados.Deverá ser afixada placa. qua ndo este for utilizado. Art. devendo o requerimento inicial estar instruído com: I . 250 . 253 . 248 a 252 deste Código.

854.(VETADO) IX . da que a modificar ou suceder. VI e VII do art.O requerimento do documento de licenciamento deverá ser apresentado ao órgão competente da Administração Pública do Município com antecedência mínima de 30 (trinta) dias da data prevista para início da realização da feira. Parágrafo único . podendo fazê-lo. a seu critério. 255 . 257 . os documentos a que se referem os incisos V. no que for compatível.projeto de ocupação e distribuição de espaços para os expositores. venha a ferir o interesse público do Município.comprovação de contratação de seguro contra incêndio. seus licenciados serão exclusivamente pessoas naturais e será obedecido o regramento da Lei Municipal n° 6. VI . § 1º .projeto de localização e identificação de instalações sanitárias.caso a modalidade da feira não esteja entre as previstas no art.comprovação do recolhimento de taxas. b) à cobertura de danos pessoais que atinjam visitantes. II . Art. efetiva ou potencial. que variará de acordo com o porte do estabelecimento. Art. conforme vier a estabelecer o regulamento deste Código. nos termos da legislação em vigor sobre a matéria e devidas em razão do exercício do poder de polícia ou em razão da utilização. na ausência isolada ou em conjunto dos documentos a que se refere o art. durante todo o período de duração da feira. prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição. VIII . clientes da feira. freqüentadores.A feira promovida por particular na propriedade e que inclua venda a varejo sujeita-se a processo prévio de licenciamento e não poderá ter duração superior a 7 (sete) dias consecutivos.A aplicação da multa não prejudica o dever de encerramento imediato das atividades. Art.O expositor manterá à disposição da fiscalização do Município. de 19 de abril de 1995. aprovado pelo órgão municipal competente.A realização das feiras de que trata o art.projeto de segurança contra incêndio. bem como servidores públicos e trabalhadores em serviço.comprovante de comunicação da realização da feira às Secretarias da Fazenda do Estado e do Município.O requerimento para a concessão do documento de licenciamento para realização da feira de que trata o art. ainda. 255 desta Seção.O Executivo. 176 deste Código. quando essa realização. até que seja liberado o documento de licenciamento respectivo. III . V . bem como dos expositores devidamente registrados.caso a modalidade da feira seja uma das previstas no art. 255 desta Seção. 258 . X . 254 deste Código será instruído com: I . Art. 256 . para os órgãos das administrações fazendárias do Estado e do Município e para órgãos de defesa do consumidor e de segurança pública. 254 . de serviços públicos específicos e divisíveis. II . com atestado de prazo de validade. devidamente aprovado pelo órgão competente.certidão de regularidade fiscal municipal. bem como as notas fiscais dos produtos expostos.I . destinado: a) à cobertura de sinistros contra edificações e instalações em todo o espaço ocupado pela feira. do comprovante de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do organizador da feira e dos expositores. será obedecido o regramento estabelecido pela Seção VI do Capítulo IV do Título III deste Código.cópia. deixará de liberar o documento de licenciamento para a realização da feira. 254 desta Seção sem o respectivo documento de licenciamento ensejará a aplicação de multa. 176 deste Código. IV . VII .cópia do contrato social do organizador da feira. . Art. estadual e federal do organizador da feira e dos expositores.

Além do perigo. totem. Parágrafo único . empresas. IV .documentação exigida no processo de locação.A administradora de imóveis para locação deverá afixar em locais de seu estabelecimento. furto. o requerimento do documento de licenciamento.O estabelecimento vendedor de veículo deverá afixar placa. furtos.a fornecer cardápio em braile aos clientes portadores de deficiência visual. o bar e os similares obrigam-se: I . quem se obriga aos ônus. existem pesadas multas e você ainda poderá ficar sem a sua carteira de habilitação". estandarte. letreiro.engenho de publicidade: todo e qualquer dispositivo ou equipamento utilizado com o fim de veicular publicidade. será cobrada nova multa.locais de levantamento cadastral. a lanchonete.taxas e despesas de intermediação.É obrigatório. 262 . cópia autenticada do documento referido no caput. não dirija. que terá como valor o equivalente ao devido na última autuação acrescido do valor da multa inicial. as seguintes informações: I . placas contendo. pessoas. o restaurante.A cada notificação por funcionamento sem o documento de licenciamento. § 3º . 261 . contendo as seguintes inscrições: "O comprador tem direito à certidão de informações de nada consta de multas.endereço e telefone de um dos órgãos de defesa do consumidor. § 2º . Art. em arquivo próprio no estabelecimento. destacando seus valores monetários e espe cificando.Deverá ser mantida. Parágrafo único . entre as partes envolvidas no processo de locação. independentemente da denominação dada. em local visível e de fácil leitura. visíveis ao público. cartaz.Fica ressalvado do procedimento previsto no § 2° deste artigo o estabelecimento que já tenha protocolado.O regulamento definirá as dimensões mínimas do cartaz a que se refere o inciso II deste artigo. respeitado o prazo de 10 (dez) dias entre uma e outra.§ 2º .Este Código é aplicável a todo engenho de publicidade exposto na paisagem urbana e visível de qualquer ponto do espaço público. serviços. balão ou pipa. a qual será apresentada à fiscalização sempre que solicitado. 259 .publicidade: mensagem veiculada por qualquer meio. faixa. § 3º .Aplicam-se os dispositivos deste Código também a pintura ou a revestimento que . § 2º . cuja finalidade seja a de promover ou identificar produtos. II . roubos e impedimentos".O hotel. o fornecimento de certidão de informações de nada consta de multas. III . placa. roubos e impedimentos para comprador de veículo automotor usado. 260 . Art. poliedro. forma e material. § 1º . bandeira. especificando a quem cabe a iniciativa do cadastro.A certidão de que trata o caput será a expedida pela delegacia de trânsito competente. profissionais. não beba. II . Seção VII Da Defesa do Consumidor Art. painel. § 1º . coisas ou idéias de qualquer espécie. II .a afixar em local visível cartaz com os dizeres: "Se você for beber. ao estabelecimento vendedor de veículos. no mínimo.As placas deverão ser confeccionadas com caracteres legíveis e de fácil entendimento e em dimensões compatíveis com as informações delas constantes. bem como outros mecanismos que se enquadrem na definição contida neste inciso. tais como tabuleta. empreendimentos.Para os efeitos deste Código entende-se por: I . Se dirigir. CAPÍTULO II DA INSTALAÇÃO DE ENGENHO DE PUBLICIDADE Seção I Das Diretrizes Art. junto ao órgão competente.

caso possuam ou não. II . 264 .compatibilização técnica entre as modalidades de engenho e os locais aptos a receber cada uma delas. o engenho que transmite mensagem indicativa associada à mensagem de publicidade. Art. sua visibilidade destacada por qualquer dispositivo ou mecanismo luminoso. II .publicitário. tais como pintura de letreiros. mudança de cores.Para os efeitos deste Código. § 3º . preservação e recuperação do patrimônio cultural. .A altura máxima do engenho de publicidade é de 12.combate à poluição visual e à degradação ambiental. 263 . o engenho que comunica qualquer mensagem de propaganda. órgão ou entidade do Poder Público.do ponto médio do passeio no alinhamento. nos termos deste Código.priorização da sinalização pública. artístico e paisagístico.com relação ao movimento: animados ou inanimados. os engenhos de publicidade classificam -se em: I . 265 .00 m² (um metro quadrado). respectivamente. logomarcas e outros que se enquadrem na definição contida no inciso II do § 1º deste artigo.cooperativo.participação da população e de entidades no acompanhamento da adequada aplicação deste Código. a mensagem de publicidade é restrita a 30% (trinta por cento) da área total do engenho. pintura mural.No caso do inciso IV do § 2º deste artigo. IV .Os engenhos de publicidade complexos classificam-se em: I . Art. programação de múltipla mensagem através de movimento.institucional. respectivamente. III . IV .com relação à iluminação: luminosos ou não-luminosos.simples: os que não apresentam nenhum dos atributos referidos no inciso I deste artigo.Constituem diretrizes a serem observadas no disciplinamento da instalação do engenho de publicidade: I .00 m (doze metros) contados: I .00 m² (um metro quadrado). os engenhos de publicidade classificam-se em: I . b) dispositivo de iluminação ou animação. de modo a não confundir o motorista na condução de seu veículo e a garantir a livre e segura locomoção do pedestre. 266 .objetivem veicular publicidade ou imagem que alterem a paisagem urbana. II . § 1º . o anúncio que contém mensagem de cunho cívico ou de utlidade pública i veiculada por partido político. bem como do meio ambiente natural ou construído da cidade.Esta Seção trata das normas a que está sujeito todo engenho de publicidade. para corrigir distorções causadas pela poluição visual e seus efeitos. II . c) estrutura própria de sustentação. caso tenham ou não.garantia de livre acesso à infra-estrutura urbana. § 2º . excetuadas as condições específicas estabelecidas neste Código. III . o engenho que contém apenas a identificação da atividade exercida n móvel ou o imóvel em que está instalado ou a identificação da propriedade destes. jogo de luz ou qualquer dispositivo que permita a exposição intermitente de mensagem.Com relação à mensagem que transmitem. histórico. para os lotes em obras e edificados e também para os terrenos em declive em relação ao nível da rua. Seção II Disposições Gerais Art. V . VI . sendo a sua área igual ou inferior a 1. independentemente da denominação dada.indicativo. sem caráter indicativo. Art.proteção.complexos: os que apresentam pelo menos um dos seguintes atributos: a) área superior a 1.

§ 5° . 268 .00 m² (quinhentos metros quadrados) por engenho.Nos casos previstos no § 1º deste artigo. II . 269 . atendidas as demais disposições deste Código. III . b) (VETADO) c) tela protetora de edificação em construção.5 m² (meio metro quadrado) por metro linear de testada e restrita a engenho de caráter indicativo ou cooperativo.Não se obriga ao limite de que trata o caput o engenho afixado sobre: I .tela protetora de edificação em construção.do nível do terreno natural ou do piso pré-existente.70% (setenta por cento) da área total disponível em cada plano. em caso de divergência.1. a medida da divisa do terreno com o logradouro público limítrofe. Art.Prevalecem as medidas oficiais constantes do projeto de parcelamento dos lotes sobre as medidas existentes no local. para anúncios indicativos. para as demais situações.edificação que ocupe mais de um lote e que tenha tido o respectivo projeto arquitetônico aprovado pelo Município.00m² (quarenta metros quadrados). II . II . II . § 4º . 267 .fachada de edificação. III .tela protetora de edificação em construção. § 1º .A área máxima de exposição de cada face do engenho de publicidade é de 40.empena cega. a utilização simultânea de empena cega .Não se admite. § 3º .Para efeito de aplicação da regra prevista no caput. Parágrafo único . em uma mesma edificação. Parágrafo único . será permitida a concentração da área de exposição de engenho de publicidade em um único lote.0. a área máxima de exposição de engenho de publicidade fica limitada a 0.II .50 m² (um metro e meio quadrado) para cada 1. Art. limitada a 500. b) (VETADO) c) tela protetora de edificação em construção. para efeito da aplicação da regra do caput.No caso de terrenos não parcelados. no caso dos afixados sobre: a) empena cega.O limite de altura estabelecido neste artigo não se aplica ao engenho de publicidade instalado sobre: I .00 m (um metro) de testada medida sobre o alinhamento do lote correspondente. será utilizada.empena cega. § 2º . para anúncios publicitários e cooperativos na parte destinada a mensagem de publicidade. Art.50 m² (meio metro quadrado) para cada 1.A área máxima de exposição de engenho de publicidade instalado fora do logradouro público será o resultado da proporção de: I .00m (um metro) de testada medida sobre o alinhamento do lote correspondente. excetuados os afixados sob re: a) empena cega.Nos lotes lindeiros a vias locais.(VETADO) III .conjunto de lotes vagos adjacentes vinculado à anuência prévia dos respectivos proprietários. b) (VETADO) c) tela protetora de edificação em construção. excetuados os afixados sobre: a) empena cega. será permitido o agrupamento de lotes no caso de: I .

VIII . VI .o afastamento frontal. as III . b) contrária ao pluralismo filosófico. Art. ocupação e uso do solo vigente.Excetuam-se do disposto no caput o engenho indicativo e o cooperativo instalados até a altura máxima correspondente à laje de cobertura do segundo pavimento da edificação.em obras públicas de arte.em Zonas de Preservação Ambiental (ZPAM).O engenho de publicidade luminoso não poderá ser instalado em posição que permita a reflexão de luz nas fachadas laterais e de fundos dos imóveis contíguos ou que interfira na eficácia dos sinais luminosos de trânsito. Art. ventilação ou iluminação da edificação.Para os fins de aplicação deste Código. . desde que respeitada a área máxima estabelecida em regulamento. entende-se por terreno ou lote vago aquele destituído de qualquer edificação. Parágrafo único . Parágrafo único .É proibida a instalação e manutenção de engenho de publicidade: I . VII . saídas de emergência ou qualquer outra abertura e em posição que altere as condições de circulação. desde que não prejudiquem a visibilidade dos bens e atendam às normas para instalação de engenho estabelecidas na legislação específica. IX . 270 . lagos e congêneres.O engenho de publicidade instalado em terreno vago contíguo a faixa de domínio de rodovia deverá apresentar uma única face. IV . Subseção II No Terreno ou Lote Vago Art. tais como rios. durante o evento que nela se realize. hidrantes e caix d'água. 2 e 3 (ZP1. exceto aqueles des tinados à identificação do estabelecimento.Nos locais previstos nos incisos III. 271 . eo em caráter provisório. 273 . Art.em terrenos e lotes vagos localizados em Zonas de Proteção Ambiental 1. formando ângulo entre 30° e 90° (trinta graus e noventa graus) com a rodovia. salvo para identificação do autor.V e VI deste artigo fica permitida a instalação de engenho para divulgação de anúncio indicativo. que permanecerá voltada para o sentido de direção do trânsito. 274 . 275 .nos dutos de abastecimento de água. janelas.Entende-se por espaço aéreo da propriedade aquele situado acima da altura máxima permitida para a instalação de engenho de publicidade no local.em edificações tombadas e monumentos públicos. II . Parágrafo único . 272 . c) que promova a exclusão social ou discriminação de qualquer tipo. lagoas. nos termos da legislação de parcelamento.que veicule mensagem: a) de apologia à violência ou crime. ZP2 e ZP3). religioso ou político. II . IV. Art. Seção III Dos Locais de Instalação Subseção I Dos Locais Proibidos Art.sobre portas.em linhas de cumeada.É permitida a instalação de engenho de publicidade no espaço aér da propriedade. ideológico. V .e fachadas para instalação de engenho de publicidade.a distância das divisas laterais e de fundos igual a pelo menos metade da altura do engenho de publicidade.nos corpos d'água.É permitida a instalação de engenho de publicidade em terreno ou lote vago desde que sejam respeitados: I .

278 . . desde que: I . contados a partir do ponto médio do passeio no alinhamento. II . Art. 284 .00m² (dez metros quadrados). 286 . 279 . 277 . 282 . Subseção III No Lote em Obras Art.o engenho seja afixado na edificação ou no solo. V . Art.É permitida a instalação de engenho de publicidade na edificação em construção ou em modificação. III .o engenho seja afixado diretamente sobre a edificação em construção ou modificação. nos termos da legislação de parcelamento.sua projeção ortogonal não ultrapasse as dimensões da edificação em construção ou modificação. Art. II . 286 deste Código.seja respeitado o limite de 50% (cinqüenta por cento) da área total permitida nos termos deste Código.a edificação seja de uso não-residencial.Art. III . 283 .30 m (dois metros e trinta centímetros). desde que: I . respeitado o previsto no inciso III do art.sejam atendidos os dispositivos do art.É permitida a instalação de engenho de publicidade no muro frontal do lote edificado.É proibida a instalação de engenho de publicidade na área dos afastamentos laterais e de fundos de lote edificado. entende-se por lote em obras aquele onde esteja sendo construída ou modificada uma edificação. 268 deste Código.a altura máxima do engenho seja de 2.Para os fins de aplicação deste Código. Art. desde que sua altura máxima seja de 2.É permitida a instalação de engenho de publicidade na área de afastamento frontal do lote edificado. 285 . desde que: I .É vedada a instalação de engenho de publicidade na edificação de uso exclusivamente residencial e na parte residencial da edificação de uso misto. no caso de se utilizar o afastamento frontal.30 m (dois metros e trinta centímetros).a área máxima de exposição do engenho seja de 10.Entende-se por lote edificado aquele onde existe edificação concluída ou aquele onde é exercida uma atividade. ocupação e uso do solo. 280 .seja respeitado o limite de 50% (cinqüenta por cento) da área total permitida nos termos deste Código.o engenho seja afixado na edificação ou no solo e atenda ao previsto pelo art. IV .É permitida a instalação de engenho de publicidade no tapume ou no muro frontal sobre o alinhamento do lote em obras ou na sua área de afastamento frontal. contados a partir do ponto médio do passeio no alinhamento. III .O licenciamento de engenho de publicidade em terreno ou lote vago fica condicionado ao atendimento das disposições deste Código relativas à construção de passeio e ao fechamento de terreno ou lote vago. Art.É permitida a instalação de engenho de publicidade em edificação desde que: I .o lote seja lindeiro a via coletora. Art. 276 .a estrutura do engenho seja afixada dentro da área delimitada pelo tapume e diretamente sobre o solo. Subseção IV No Lote Edificado Art. II . 281 . 284 deste Código.É permitida a utilização das telas protetoras como engenho de publicidade em lote em obras até que o revestimento da fachada esteja concluído. Art. Art.

d) quando instalado sobre marquise ou corpo avançado. 2) manter sua projeção dentro dos limites da cobertura sobre a qual se apóia. § 1º .50 m (um metro e meio) além do plano da fachada. desde que a soma das áreas dos engenhos em um mesmo imóvel ou estabelecimento não exceda 1.30 m (dois metros e trinta centímetros) medidos entre o ponto mais baixo do engenho e o piso imediatamente abaixo dele. 273 deste Código. entende-se por: I . estadual ou federal. desde que respeitados os limites físicos da sobreloja. § 4º .empena cega. 288 . 287 . cada uma das faces da edificação. o engenho deverá manter sua projeção dentro dos limites da empena sobre a qual se apóia.II . Art.constituídos por placas de identificação em obras.marquise. Parágrafo único .classificados como simples. sendo vedado o avanço sobre o passeio. II .30 m (dois metros e trinta centímetros) do piso imediatamente abaixo dele.É permitida a instalação de engenho de publicidade sobre cobertura de edificação somente em terrenos edificados lindeiros às vias arteriais ou de ligação regional. 2) respeitar a altura máxima de 1. que obedecerá no processo respectivo às seguintes exigências: . o engenho deverá: 1) ficar limitado.50 m (um metro e meio).sejam atendidos os seguintes requisitos: a) quando instalado em paralelo à fachada. preservadas a sua ventilação e iluminação internas. II . sem prejuízo da regra prevista no art. a laje projetada sobre o passeio ou sobre o afastamento frontal situada no mesmo nível da cobertura do primeiro pavimento de uma edificação. e) quando instalado sobre a cobertura das edificações.A instalação de engenho de publicidade sujeita-se a processo prévio de licenciamento.Para os fins de aplicação deste Código. no máximo. f) quando instalado em empena cega de edificação. III . § 2º .Ficam dispensados da exigência de que trata o caput. os engenhos de publicidade: I . 3) respeitar altura máxima de 5. obrigatórias pela legislação municipal. c) quando instalado sobre fachada de edificação.fachada. incluídos os dispositivos para iluminação. a projeção ortogonal do engenho deve estar totalmente contida dentro dos limites da fachada. b) quando instalado em bandeira ou em posição perpendicular ou oblíqua à fachada. e deverá ter todos os seus pontos a altura acima de 2.A dispensa de licenciamento prevista no § 1º deste artigo não se aplica ao engenho de publicidade instalado em logradouro público. expedido a título precário. o engenho deverá: 1) possuir estrutura própria de sustentação. pelo Executivo. III . do qual resultará documento de licenciamento próprio. o engenho não poderá avançar mais de 0. podendo esta ser ampliada somente nos casos de existência de sobreloja. o engenho poderá avançar até 1.A dispensa de licenciamento prevista no § 1º deste artigo não desobriga o proprietário ou responsável pelo engenho do cumprimento das demais exigências deste Código. às dimensões da marquise ou corpo avançado.constituídos por placas de identificação de instituições públicas.00 m (cinco metros) contados a partir da laje sobre a qual se apóia. exceto a empena cega. quando instalados nos limites do imóvel. a face da edificação sem aberturas e construída nas divisas laterais ou de fundos do lote.50 m (meio metro) além do plano da fachada.O licenciamento para engenhos complexos deverá ser requerido ao órgão municipal competente. devendo ser respeitada a altura mínima de 2. Seção IV Do Licenciamento Art.0 m² (um metro quadrado). § 3º .

Parágrafo único .Para o engenho de publicidade instalado em cobertura de edificação será obrigatória a indicação das informações referidas no caput deste artigo no acesso principal da edificação. devendo seu proprietári ou responsável. se este . contados da data da ciência da autuação.Expedido o documento de licenciamento. II . § 1°. Art. II . Art.Ficam dispensados da apresentação de ART a pintura mural e o engenho desprovido de estrutura de sustentação e cuja área de exposição de publicidade seja inferior a 10. será necessário apenas atualizar o licenciamento com os dados do novo proprietário. que terá o prazo máximo de 3 (três) sessões ordinárias para emitir o parecer. a empresa proprietária do engenho de publicidade. Art.Qualquer alteração quanto ao local de instalação. será obrigatória. a contar da data da ocorrência. III . em caso de infração ao previsto neste Código ou em seu regulamento.proceder à baixa do engenho originário.30 (trinta) dias para a autoridade competente julgar o auto de infração.Nos conjuntos urbanos tombados.todo licenciamento concedido deverá estar disponível no endereço eletrônico do ó rgão público responsável. Art. o Executivo poderá autorizar a veiculação de publicidade. 293 . Parágrafo único .00 m² (dez metros quadrados).(VETADO) § 2°. em espaço do próprio engenho. a indicação do seu respectivo número e do nome do licenciado.Serão considerados co-responsáveis.(VETADO) § 3°. o no prazo máximo de 30 (trinta) dias. 289 .o licenciamento deverá ser concedido ou negado no prazo máximo de 30 (trinta) dias após o parecer do COMAM. Art. desde que atendidas as normas de tombamento e de preservação em vigor. cabendo assim a todos a aplicação da multa correspondente à infração. II . III . contados da data da sua lavratura. 292 . 290 .O documento de licenciamento deverá ser mantido à disposição da fiscalização municipal para apresentação imediata no local onde estiver instalado o engenho ou. tomar as seguintes providências: I . IV . 294 . a agência de publicidade. Parágrafo único .I .(VETADO) Seção V Das Condições para Instalação Art. 291 .O licenciamento para instalação de engenho de publicidade complexo fica condicionado à apresentação. objeto da alteração. à dimensão e à propriedade do engenho de publicidade implica novo licenciamento. da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do profissional devidamente registrado no Conselho Regional de Engenharia.O processo administrativo para apuração de infração observará os seguintes prazos máximos: I .Nos casos de transferência de propriedade do engenho publicitário sem alteração de sua dimensão ou do local de sua instalação.os novos licenciamentos deverão constar no Diário Oficial do Município e no endereço eletrônico do órgão público responsável. pelo requerente. Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais (CREA/MG). o anunciante e o proprietário ou possuidor do imóvel onde estiver instalado o engenho. apresentada ou não a defesa ou impugnação.20 (vinte) dias para o infrator oferecer defesa ou impugnação do auto de infração.os novos espaços para engenhos de publicidade serão submetidos à aprovação do Conselho Municipal de Meio Ambiente (COMAM).efetuar o licenciamento do engenho alterado.

no caso de ser condominial o imóvel. V .Não poderá ser mantido instalado o engenho de publicidade que: I . 301 . Seção VI Do Cadastro e da Fiscalização Art. 299 . táxis e mobiliário urbano vinculado àquele serviço. Art.São obrigados a prestar informações ao Executivo sobre a propriedade do engenho. 300 .o proprietário da empresa onde o engenho se encontra instalado.(VETADO) CAPÍTULO III DA ANTENA DE TELECOMUNICAÇÃO .o condomínio ou a empresa administradora de condomínio. no prazo máximo de 30 (trinta) dias. 296 .o proprietário do imóvel onde o engenho se encontra instalado. Art. Seção VII Do Engenho de Publicidade Instalado Art.o anunciante cuja publicidade estiver sendo veiculada no engenho no momento da diligência fiscal. fica o proprietário ou responsável obrigado a providenciar sua baixa junto aos órgãos municipais responsáveis pelo exercício do poder de polícia e pelos atos relativos à competência tributária. integrará cadastro munic ipal específico.O descumprimento do previsto no caput deste artigo sujeita o infrator à imediata apreensão do engenho ou à afixação de aviso de publicidade ilegal no engenho. III .estiver instalado em terreno ou lote vago.A área do engenho será arbitrada pelo agente de fiscalização do Executivo quando sua apuração for impedida ou dificultada.Ocorrendo a retirada do engenho. II . Art. cujos elementos darão suporte ao exercício do poder de polícia e aos atos relativos à competência tributária. em se tratando de publicidade em ônibus. 295 . II . 297 . atual ou iminente. Art. a contar da data da ocorrência. 298 .O engenho de publicidade. III . independentemente de prévia notificação.pela empresa concessionária do sistema de transporte público do Município de Belo Horizonte.mediante solicitação do proprietário do engenho.veicule mensagem fora do prazo autorizado. II .(VETADO) Art.aquele que confeccionar ou instalar o engenho.acarrete risco. onde o engenho se encontra instalado. licenciado ou não.de ofício. Parágrafo único . sempre que solicitados: I . à segurança dos ocupantes das edificações e à população em geral.esteja em mau estado de conservação nos aspectos visual e estrutural.O regulamento deverá prever critérios que assegurem a proporcionalidade entre a multa e a área de exposição do engenho. 302 . 303 . Art. no local indicado no requerimento original.A inscrição de um dado engenho no cadastro será feita: I .veicule mensagem relativa a estabelecimento desativado. Parágrafo único . IV . IV . III .(VETADO) Art. com base nas informações obtidas pelo Executivo. sem prejuízo da aplicação das demais penalidades cabíveis.

e das que as modificarem ou sucederem.na infração média. 311 . que se classifica em leve.(VETADO) § 2º .multa. § 1º .(VETADO) § 3º .O cometimento de infração implicará a aplicação das seguintes penalidades: I . ao patrimônio. ser-lheão aplicadas. de qualquer modo.na infração grave. VII . 310 . III . Art.na infração gravíssima.Responderá solidariamente com o infrator quem. Art. 306 . II . e 7. V .A aplicação da penalidade prevista no art. ao trânsito e ao interesse público. III . II .A classificação de que trata o caput conterá a especificação da infração e o dispositivo deste Código que a prevê.00 (mil e setecentos reais) a R$3. cumulativamente. de R$200.interdição da atividade. de R$1. Parágrafo único .00 (quatrocentos reais).700. à segurança. 308 .O regulamento definirá a classificação de cada infração prevista neste Código.00 (três mil e .cassação do documento de licenciamento.A notificação implica a obrigatoriedade de o infrator sanar a irregularidade dentro do prazo fixado em regulamento. ao meio ambiente. de 17 de dezembro de 1997.00 (quinhentos reais) a R$1. § 1º .A ação ou a omissão que resultem em inobservância às regras deste Código constituem infração. Art. 309 .201. 304 . TÍTULO VII DA INFRAÇÃO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.00 (mil e quinhentos reais). Art.00 (duzentos reais) a R$400.embargo de obra ou serviço. IV . de R$30. 307 deste Código não isenta o infrator da obrigação de reparar o dano resultante da infração. 305 . de R$500.(VETADO) Art. grave e gravíssima.A multa será aplicada quando o infrator não sanar a irregularidade dentro do prazo fixado na notificação.notificação.00 (cento e cinqüenta reais). considerando o grau de comprometimento à saúde.500. VI . § 1º .00 (trinta reais) a R$150. obedecendo à seguinte escala: I . à paisagem urbana. as penalidades pertinentes. concorrer para a prática da infração ou dela se beneficiar.(VETADO) CAPÍTULO II DAS PENALIDADES Art. média.Art.(VETADO) § 4º .Quando o infrator praticar. a instalação e a operação de antena de telecomunicação com estrutura em torre ou similar obedecerão às determinações contidas nas Leis Municipais nºs 8. IV .277.apreensão de produto ou equipamento. duas ou mais infrações.600.demolição.na infração leve.A localização. simultaneamente. § 2º . 307 .A multa será fixada em real. de 17 de setembro de 2001.

o infrator deverá interromper o exercício da atividade ou o uso do bem. variável conforme a natureza do bem. ao meio ambiente ou à segurança de pessoas ou bens. § 1° . III . nos casos que o regulamento previr. 316 . sem prejuízo da aplicação da multa cabível. para os fins deste Código. na data fixada na decisão administrativa correspondente. quando: I . o infrator comunicará por escrito o fato ao Executivo e. a multa será aplicada.tratar-se de atividade poluente. 313 . será vendido em hasta pública pelo Executivo ou doado ao órgão municipal de assistência social. Art. o termo final do curso diário da multa retroagirá à data da comunicação feita. contados do licenciamento respectivo ou da última autuação por prática ou persistência da mesma infração. dentro do prazo de 12 (doze) meses.constatar-se a impossibilidade de regularização da atividade. Parágrafo único . § 3º . uma vez constatada sua veracidade.No caso de aplicação da penalidade de cassação do documento de licenciamento. § 4º . Art. sem prejuízo da aplicação da multa cabível. conforme o caso.O prazo para pagamento da multa será fixado pelo regulamento deste Código.A penalidade de apreensão de produto ou equipamento será aplicada quando sua comercialização ou utilização. Art. acrescida do preço público de remoção. após o vencimento. definido em decreto. IV .A interdição do estabelecimento ou atividade dar-se-á. § 4º . 314 . assim definida pela legislação ambiental. estiver em desacordo com o licenciamento ou sem este.A interdição persistirá até que seja regularizada a situação que a provocou.houver cassação do documento de licenciamento. transporte e guarda do bem apreendido. 312 . sendo que.Poderá haver apreensão imediata de produto ou equipamento simultaneamente com a aplicação de notificação ou multa. § 2º .O regulamento deverá indicar os casos em que a multa será aplicada diariamente. § 1º . em dobro ou em triplo em relação aos valores previstos no § 1º deste artigo.Em caso de primeira e segunda reincidência. § 5º . Art. § 2º . respectivamente. de acordo com a conveniência do Executivo.Os valores de multa serão reajustados anualmente nos mesmos termos da legislação específica em vigor. Art.seiscentos reais). restituindo-se ao infrator o valor remanescente.O produto ou equipamento apreendido e não reclamado no prazo fixado pelo regulamento. II . 317 . será o valor respectivo inscrito em dívida ativa. e nem retirado no prazo fixado para liberação.houver risco à saúde.A penalidade de cassação do documento de licenciamento será aplicada na terceira reincidência após a aplicação das demais penalidades.Sanada a irregularidade.O produto ou equipamento apreendido será restituído mediante comprovação de depósito do valor correspondente à multa aplicada. desde que comprovada a origem regular do produto.A importância apurada na venda em hasta pública será aplicada no pagamento da multa e no ressarcimento das despesas de que trata o § 2º deste artigo. o que se der por último.Considera-se reincidência. . § 3º .O regulamento definirá situações em que a interdição dar-se-á de imediato. § 2º .A penalidade de embargo de obra ou serviço executado em logradouro público será aplicada quando a execução estiver em desacordo com o licenciamento ou quando a execução estiver sem licenciamento ou comunicação e persistirá até que seja regularizada a situação que a provocou. 315 . respectivamente. o cometimento da mesma infração pela qual foi aplicada penalidade anterior. Art.

O responsável pela infração será intimado a providenciar a necessária demolição e. será imposta quando se tratar de: I . a notificação será ratificada em diário oficial e se consumará no terceiro dia útil seguinte à publicação. Art. sem prejuízo das sanções cabíveis. Art. III .A interposição de recurso não suspende o curso da ação fiscal respectiva.Para efeito do cumprimento deste Código. com indicação do dispositivo legal correspondente.Se o infrator for notificado pessoalmente ou pelo correio e recusar-se a receber sua cópia do documento de autuação ou se a notificação se der por meio de preposto. Parágrafo único .Da decisão condenatória caberá recurso em segunda instância. total ou parcial. 322 . se for o caso.fechamento de logradouro público mediante construção de muro.a indicação da quantidade e a especificação do produto ou equipamento apreendido.No caso de não ser encontrado o infrator ou seu representante legal para receber a autuação. IV . II . podendo também ser feita pelo correio. desde que interposto no prazo de 15 (quinze) dias. IV . a recompor o logradouro público segundo as normas deste Código.As leis de que trata o caput não deverão conter prescrições sobre penalidades. TÍTULO VIII DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 324 . Área de Diretrizes Especiais (ADE). esta será feita mediante publicação em diário oficial.Art. o término ocorrerá no primeiro dia útil subseqüente.construção não licenciada em logradouro público. Art.estrutura de fixação.O documento de autuação deverá conter. II. § 1º . 323 . Art.a identificação do infrator.As regras e conceitos deste Código estendem-se às leis que vierem a ser editadas para sua complementação.A entrega de cópia do documento de autuação poderá ser feita pessoalmente ao infrator ou a seu representante legal. 318 . poderá o Executivo realizar a obra. Art. além de outros dados previstos no regulamento deste Código: I . as citações nele contidas referentes a zoneamento.passeio construído fora das normas estabelecidas neste Código. 321 . excluir-se-á o dia do começo e incluir-se-á o do vencimento e. Parágrafo único . CAPÍTULO III DA APLICAÇÃO DAS PENALIDADES Art.No caso de não cumprimento do disposto no caput.Os recursos serão julgados por juntas criadas para este fim. em diário oficial.a descrição da infração. Art. acrescido da taxa de administração.A demolição.O infrator poderá recorrer em primeira instância no prazo de 15 (quinze) dias. 325 . se este recair em dia sem expediente. 327 . daquela decisão. ressarcido pelo proprietário. cerca ou elemento construtivo de natureza similar. sustentação ou acréscimo de mobiliário urbano. quando for o caso. suspendendo apenas o prazo para pagamento da multa. consumando-se a autuação no prazo de 10 (dez) dias após a publicação. parâmetros urbanísticos e uso correspondem .o prazo fixado para que se sane a irregularidade. contados da publicação.Na contagem dos prazos estabelecidos neste Código ou em seu regulamento. aplicando-se a elas as regras do Título VII deste Código. § 2º . III .O infrator será notificado da lavratura da autuação por meio de entrega de cópia do documento de autuação ou por edital. 326 . sendo o custo respectivo. 319 . § 3º . contados da autuação respectiva. 320 . indicando o local onde ficará depositado. Parágrafo único . Art.

A Conferência Municipal de Política Urbana.O regulamento deste Código poderá acrescentar outros documentos a serem exigidos para a instrução de requerimentos de licenciamento.279. de 16 de janeiro de 1974.896. de 22 de dezembro de 1983.a Lei n° 2. de 1° de outubro de 1953. Art.695.a Lei n° 968. XXI . conforme o tipo de documento de licenciamento. 329 . XI . XXV .a Lei n° 4. IX . XV .113.479. Art.a Lei n° 777. instituída pela Lei Municipal nº 7.a Lei n° 1.032. Art. 326 e o art. V .a Lei n° 3. 297 e o art. sendo que os prazos que nele não tiverem sido previstos para adequação a seus dispositivos serão estabelecidos pelo regulamento.137. de 3 de setembro de 1984.108. VIII . de 20 de maio de 1959. XXXIII .a Lei n° 3. de 17 de maio de 1988. XVII . II . do art.Ficam revogadas as disposições em contrário. 300 do Decreto-Lei n° 84.847. XX .799. acréscimo ou decréscimo do regulamento deste Código. de 11 de outubro de 1977.465.a Lei n° 2. especialmente: I . o art. XVIII .a Lei n° 938.a Lei n° 5.a Lei n° 1. de 17 de setembro de 1962.451. Art. de 18 de dezembro de 1962. XVI . de 27 de março de 1978. XXII .679.181. . de 30 de outubro de 1973. de 8 de maio de 1986. 333.a Lei n° 2. XXIX . XXIV .213. de 26 de junho de 1980.841. VII . de 2 de dezembro de 1987.o art. XXVII . X . de 28 de dezembro de 1984.014. de 21 de dezembro de 1940. XXVIII .a Lei n° 2. de 27 de agosto de 1996.Aplicar-se-ão as regras previstas no art.A partir da publicação deste Código qualquer disciplinamento legal referente aos temas nele contidos deverá ser feito por meio de lei que o altere expressamente. 138.a Lei n° 4.a Lei n° 1. 328 .a Lei n° 3.678. XXXV . de 22 de dezembro de 1983. de 17 de agosto de 1984.895. III . de 20 de junho de 1988. de 26 de abril de 1968. de 5 de agosto de 1963.a Lei n° 3. XXXIV . VI . ocupação e uso do solo em vigor. de 22 de abril de 1987.377.072. de 4 de julho de 1967. o art.a Lei n° 3. Art.a Lei n° 3.a Lei n° 4. Art. do art.240.a Lei n° 3. XXXI . 331 . XXXII . XII . XXVI .a Lei n° 347. XXXVI .a Lei n° 5. XXIII . 7o das Disposições Transitórias deste Código entram em vigor na data da publicação deste Código. IV .687.115. 7° das Disposições Transitórias deste Código às propostas de modificação. de 15 de outubro de 1979.a Lei n° 4.165.805.a Lei n° 1. de 2 de agosto de 1972.a Lei n° 3. que contém o Plano Diretor do Município de Belo Horizonte.a Lei n° 3. de 14 de abril de 1970.a Lei n° 2.a Lei n° 3.a Lei n° 779. de 17 de setembro de 1964. 330 .(VETADO) XXX . de 16 de janeiro de 1984. XIV . de 18 de dezembro de 1978. de 19 de setembro de 1985.a Lei n° 1.185.a Lei n° 1.692. Parágrafo único .a Lei n° 2. de 3 de abril de 1968.a Lei n° 5. XIII . 269 ao 277.148.Este Código entra em vigor em até 180 (cento e oitenta) dias após a sua publicação.299.152 ao 155. de 19 de abril de 1988. de 9 de maio de 1973. XIX . 332 .Este artigo. deverá analisar e sugerir modificações a este Código de Posturas.ao previsto pela legislação relativa ao parcelamento. de 13 de maio de 1959. de 14 de janeiro de 1981.

LXXXV .a Lei n° 5.955.788. LXXX . de 6 de dezembro de 1995.007. de 1° de dezembro de 1999.a Lei n° 7. de 13 de dezembro de 1999.a Lei n° 8. de 20 de setembro de 1994. de 29 de maio de 1990.a Lei n° 7.a Lei n° 7.a Lei n° 6.a Lei n° 7.a Lei n° 7. LXXVI .a Lei n° 5. de 12 de janeiro de 1994. XXXVIII .a Lei n° 6.857.901.a Lei n° 5. LXXIX . LXIII .a Lei n° 6.976. de 28 de setembro de 1992. 20 da Lei n° 5.(VETADO) LXIX .a Lei n° 7.578. XCIII .596.a Lei n° 7.733.a Lei n° 7.XXXVII .733.(VETADO) XC . LXXXIV .a Lei n° 7. de 24 de fevereiro de 1994.a Lei n° 5.a Lei n° 6. de 25 de julho de 1996. de 24 de maio de 1999.a Lei n° 6. de 3 de agosto de 1995. de 21 de julho de 1995.os arts.999. de 7 de abril de 2000.a Lei n° 6. XLIX . XCII .590. de 11 de julho de 1995. de 13 de maio de 1998. de 24 de junho de 1996.162. de 8 de junho de 1998. LXXIII . XLI .a Lei n° 7. de 27 de março de 1992. de 12 de julho de 1988.912. de 12 de janeiro de 1994. LXXVII . de 24 de junho de 1996.a Lei n° 6.861.a Lei n° 6. XCV .975.154.882. de 8 de março de 2000. de 20 de dezembro de 1996.261. LXXIV .a Lei n° 7.a Lei n° 6.a Lei n° 6.a Lei n° 7. LXIV . LXV . de 27 de abril de 1992.193.a Lei n° 7. de 15 de janeiro de 1997.731. de 30 de outubro de 1998. de 22 de setembro de 1998.a Lei n° 6.a Lei n° 7. LIII .a Lei n° 6. de 6 de novembro de 1996.837. . XCVI . XCI .753. XLVII . de 3 de agosto de 1989.a Lei n° 6.a Lei n° 5.732. de 28 de agosto de 1998. de 24 de julho de 1990. LXVI . de 30 de junho de 1995.a Lei n° 6. LV .a Lei n° 7.592.a Lei n° 8. XL .a Lei n° 6.a Lei n° 7.1°.do art. LXX .845.a Lei n° 7. de 9 de junho de 1999. de 6 de janeiro de 1995. de 20 de setembro de 1994.035. de 6 de novembro de 1998.793.a Lei n° 7. de 27 de fevereiro de 1991. XLV . LIV . LXXXVII .908.413.532. de 4 de setembro de 2000. LXII . de 13 de dezembro de 1994. XLVI .a Lei n° 7. LXXXIII .(VETADO) LXXVIII . de 14 de março de 1991.a Lei n° 7. XLIII . de 7 de abril de 2000. 3° ao art.072.934. de 21 de agosto de 1996. de 2 de janeiro de 1996. LXXXI .a Lei n° 7. LXVIII .a Lei n° 7.a Lei n° 6. de 27 de abril de 1995. de 26 de agosto de 1991. LVII .732.927.059.155. LXXV .823.137.505.a Lei n° 7.a Lei n° 5.a Lei n° 6. LVI . XLVIII .567. LX . XCIV .a Lei n° 7. XXXIX .745. XLII . de 15 de outubro de 1996. L . LII . LXI . de 21 de fevereiro de 1995. de 12 de julho de 2000. 3° e 4° da Lei n° 6.a Lei n° 7. de 2 de setembro de 1998.a Lei n° 7.914. LXXI . LIX .954. LXXXVI . de 9 de março de 1995.558. LXVII . de 7 de fevereiro de 1996. LI . de 12 de setembro de 1989.226.872.a Lei n° 5. LXXII .171.132. LXXXVIII . de 27 de agosto de 1999.a Lei n° 5. de 22 de novembro de 1991.244. de 4 de dezembro de 1997.562.a Lei n° 6.131.204. de 20 de setembro de 1994. LVIII .598.505. LXXXIX .507. XLIV .a Lei n° 6.022. de 18 de julho de 1991. LXXXII .

Art. Art.O responsável por toldo já instalado e licenciado ou em processo de licenciamento terá prazo de 90 (noventa) dias a partir da entrada em vigor deste Código para adequá ao -lo disposto na Seção III do Capítulo III de seu Título III. § 1º . para apreciar as sugestões apresentadas e decidir sobre a forma final do regulamento a ser publicado. XCIX . § 4º .O responsável pelos equipamentos a que se referem os incisos do caput deste artigo terá o prazo de 60 (sessenta) dias a partir da entrada em vigor deste Código para o cumprimento do previsto no artigo.a Lei n° 8. de 24 de abril de 2002. o Executivo publicará o . 6º . § 2° . de 24 de setembro de 2001.O Executivo promoverá.a Lei n° 8.o equipamento destinado à obstrução de estacionamento de veículo sobre passeio. de 1° de fevereiro de 2002. 3º . na Zona Hipercentral (ZHIP) ou em área de grande circulação de pedestres.O Executivo elaborará. nos 90 (noventa) dias seguintes à publicação deste Código.a Lei n° 8.Os camelôs e toreros cadastrados pelo Executivo entre 1998 e novembro de 2002 e que estejam exercendo suas atividades poderão permanecer no local de exercício até que sejam criados os espaços de que trata o § 1º do art. II . 4º . § 1º . CIV . dentro do prazo de 6 (seis) meses a partir da vigência deste Código.a Lei n° 8.o art.As atividades obrigadas.347. fora do logradouro público.Caso os Conselhos não se manifestem nos prazos previstos. de 13 de dezembro de 2000. CI .403. abrindo-se prazo de 60 (sessenta) dias para apresentação de sugestões populares e dos Conselhos Municipais de Política Urbana (COMPUR). de 26 de setembro de 2000.O Executivo garantirá.088. CII . 7° . 2° .XCVII . por este Código. CIII . a desocupação de camelôs e toreros do logradouro público. locais específicos com viabilidade econômica destinados a abrigar as atividades exercidas por camelôs e toreros.a Lei n° 8. que os espaços desocupados dos logradouros públicos não venham a ser novamente ocupados para o exercício da atividade desenvolvida por camelôs e toreros.A proposta de que trata o caput será publicada no Diário Oficial do Município. na Zona Central de Belo Horizonte (ZCBH). de 16 de outubro de 2001. de 4 de dezembro de 2002. Art.o equipamento destinado à abertura de portão eletrônico de garagem. 1° . de Meio Ambiente (COMAM) e Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município. para os quais serão transferidos.136.459. 5º . de 3 de julho de 2002.Serão criados. C . XCVIII . 4º das Disposições Transitórias deste Código. CV .320. por meio de política de fiscalização específica. § 3° .210. a proposta de regulamento do mesmo.Fica obrigatório remover do logradouro público: I . ao final do prazo previsto no § 1° deste artigo.A utilização dos locais previstos no § 1º deste artigo será feita de forma não gratuita. TÍTULO IX DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art.234. a contratar seguro de responsabilidade civil terão prazo de 180 (cento e oitenta) dias a partir da entrada em vigor deste Código para regularizarem sua situação mediante apresentação de comprovante da apólice junto ao órgão municipal competente.a Lei n° 8. de forma negociada.(VETADO) § 3º . de 29 de abril de 2002.359.(VETADO) Art. Art. Art. § 2º .a Lei n° 8.O Executivo terá 30 (trinta) dias.a Lei n° 8. 3° da Lei n° 8. Parágrafo único .

que visa promover a harmonia e o equilíbrio no espaço urbano por meio do disciplinamento dos comportamentos. configura-se inócuo levando em conta o princípio inscrito no art. que já define a competência do Prefeito para a administração dos bens municipais. O Poder Público municipal vem trabalhando no sentido de dotar Belo Horizonte de um Código de Posturas desde 1983.A consideração de que trata o caput será provisória. dúvidas de interpretação. conservação e manutenção do logradouro público naqueles casos nele não previstos. Assim." O art. e as prementes necessidades de nosso ambiente urbano. Agora.regulamento. sem prejuízo das regras previstas neste artigo. 11 acarretaria. Tais propostas. é importante frisar o mérito da Proposição. Preliminarmente. para que o presente instrumento seja aplicado com eficácia. haja vista o descompasso entre a legislação atual. Parágrafo único .Entrando em vigor este Código sem que tenha havido a publicação de seu regulamento. de autoria do Vereador José Lincoln Magalhães) RAZÕES DO VETO PARCIAL Ao analisar a Proposição de Lei nº 560/03 que "Contém o Código de Posturas do Município de Belo Horizonte". as infrações nele previstas serão consideradas leves. caberão ao Executivo. conservação e manutenção do logradouro público cabem ao Executivo nos casos não tratados no Código. conforme passo a aduzir. ao prever que as operações de construção. passamos às razões que determinam o veto aos dispositivos abaixo arrolados.PGM. 14 de julho de 2003 Fernando Damata Pimentel Prefeito de Belo Horizonte (Originária do Projeto de Lei nº 144/01.O regulamento de que trata o caput poderá ser elaborado por partes. subsidiaram a Proposição em análise. da Secretaria Municipal da Coordenação de Planejamento. Em primeiro lugar. sou levado a opor-lhe veto parcial. serão submetidos à apreciação do COMPUR. Trata-se de iniciativa louvável de todo o Legislativo Municipal que dotará Belo Horizonte de seu primeiro Código desta espécie. sendo que cada documento elaborado constituía-se aperfeiçoamento do anterior. Neste sentido. § 4º . 8° . § 5º . 3° traz disposição desnecessária pois já compete ao Executivo a administração dos bens públicos municipais. O Código de Posturas é instrumento pelo qual a Cidade aguardava com ansiedade. o art. da Secretaria Municipal da Coordenação de Finanças . embora nunca tenham concluído sua tramitação legislativa. bem como os casos omissos.SCOPLAM e da Procuradoria Geral do Município .SMRU. 31 da Lei Orgânica do Município de Belo Horizonte . para o devido cumprimento da função social da Cidade e conseqüente melhoria das condições ambientais e de qualidade de vida da população. Belo Horizonte. Estamos certos que os dispositivos ora impugnados. contribuirão para o aperfeiçoamento desta Lei como instrumento de realização do interesse público. trazendo inúmeros benefícios para a organização do meio urbano.LOMBH. arrola a legislação a ser . deixando de aplicar-se com a publicação de decreto que promova a classificação das infrações previstas neste Código. várias minutas de Código foram elaboradas por diversas comissões designadas por diferentes Prefeitos. Orçamento e Informação .SCOMF. a PGM lembra que: "O art. Art. muito esparsa. em número reduzido se considerada a extensão do projeto. 3º encontra-se nas disposições preliminares do Código e ao estabelecer que as operações de construção.As propostas posteriores de modificação do regulamento. das condutas e dos procedimentos dos cidadãos no Município de Belo Horizonte. quando da municipalização do planejamento urbano e da criação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano. alguns de seus dispositivos devem ser vetados conforme recomendam os pareceres da Secretaria Municipal de Regulação Urbana . Neste período de vinte anos. se recebesse sanção.

que recomenda o veto ao dispositivo citado. fios e outros que poderiam prejudicá-las. Os arts. sob pena de se comprometer demais a segurança e a conservação das árvores da cidade. compete à BHTRANS a coordenação. afixação de cabos." Ainda a este respeito. não cabendo ao Legislativo imiscuir em esfera de competência atribuída por lei a Entidade da administração municipal.considerada face ao Código não contemplando exaustivamente todos os temas inerentes às posturas urbanísticas. a observância das disposições contidas no Regulamento de Limpeza Urbana do Município. a seu turno. 50 a 57 da Seção I. a instalação fora do logradouro público contraria a prática atual. Os arts. 114 e 115 tratam da instalação de cadeira de engraxate por empresa privada e da veiculação de publicidade em tais mobiliários. "que tal permissão poderia levar a uma super utilização das árvores para instalação de cartazes. do tráfego. estas atividades são gerenciadas pela BHTRANS . por se tratar de uma ação temporária. limitada a uma determinada época do ano e por demais já difundida na cidade. em Belo Horizonte. Ademais. a saber. a SMRU entende. tratada no inciso I.953/91 e Decreto n° 10." A PGM. que possibilitaria a utilização da arborização pública para decoração utilizada em evento promovido pelo Executivo ou por ele licenciado.666/93.953/91. do Capítulo II. a SCOPLAM opina pelo veto nos seguintes termos: "O disciplinamento já é regulado pelo art. a SCOPLAM assim se manifestou: "À exceção da proibição deveria se restringir à decoração natalina de iniciativa do Executivo. ao responsabilizar o agente executor pelos danos causados a terceiros. 92 dispõe que instalação do sanitário público e cabine sanitária em ponto final da linha de ônibus deverá ser feita fora do logradouro público. que é da competência legislativa da União. tanto pelas empresas quanto pela BHTRANS. 48. aliás. substituição e padronização do mobiliário. o que. abrindo exceção. utilizada por aquele órgão de trânsito. 190 do Código ("Da instalação de engenho de publicidade"). em nível nacional. logo a técnica adotada poderia trazer prejuízo à segurança jurídica da aplicação do Código. do Título III disciplinam questões relativas a trânsito." A PGM tem entendimento semelhante. 42. entende que cabe somente à BHTRANS operar tais alterações. Opinamos pelo veto ao inciso II do Parágrafo único do artigo 28. no caso de parecer prévio do Conselho Municipal de Política Urbana (COMPUR). dada a freqüência com que os pontos mudam de lugar. O art." . organização. pretende legislar sobre matéria de direito civil. e já tratada no Código Civil. trata de assunto que já se encontra contemplado no art. o art. a critério do Executivo. 193 da LOMBH. 28. 40 que atribui ao responsável pela obra ou serviço a competência para divulgação das alterações do trânsito. a Lei Municipal n° 5. estacionamento e operações de carga e descarga nos logradouros públicos. 'a instalação de engenho de publicidade em mobiliário urbano com o objetivo de que o preço cobrado pelo uso do logradouro público financie a instalação. seria impossível. e opina pelo veto conforme seu parecer: "Segundo o § 2º do art. a seu turno. E. tampouco do ponto de vista operacional.941/2002 (legislação disciplinadora da BHTRANS). no parágrafo único. manutenção. anúncios. pelo CONTRAN (Resolução n° 592/82) e. Quanto à instalação e exploração das cadeiras de engraxate por parte de empresa privada. ao examinar o art. Para a SCOPLAM "estas operações são reguladas. O parágrafo único do art. do trânsito e do sistema viário municipal. que permite. Outras exceções devem ser eliminadas.Lei n° 5." O art. a PGM entende haver conflito com a Lei Federal n° 8. 24 do CTB. No tocante ao inciso II do parágrafo único do art. Cada lei deve ser analisada em suas interrelações com todo o ordenamento jurídico. planejamento e execução do transporte coletivo e individual de passageiros. 30 da mesma Proposição. Tal medida não é desejável nem do ponto de vista prático. em relação à veiculação de publicidade.

por entender que: "a comercialização de produtos nestes mobiliários tem sido informalmente ampliada." A respeito do licenciamento de atividades em logradouros públicos. XI. que somente serão permitidas no logradouro público as atividades exercidas com a utilização de mobiliário urbano ou de veículo de tração humana ou automotor." O inciso II do art. ou seja. ensejará numerosas demandas que pressionarão e comprometerão o ordenamento desejado. extrapolando a finalidade da atividade. mesmo que de pequeno porte (serviço de cópia e fax). o exercício do Poder de Polícia que se insere nas ações de fiscalização. e XII do art. Estas dimensões amplas são incompatíveis com as reduzidas larguras de nossos passeios." A PGM corrobora tal opinião: "O art. Propomos o veto aos itens que permitem a comercialização de produtos que são regulados por legislação federal (bilhetes de loteria e carnês de sorteio) e que demandam a instalação de outros equipamentos. os arts. 71 e 190 e Capítulo V do Título III. XI e XII. 173 que institui a Taxa de Fiscalização de Feiras. ponderar que atribuir esta ampliação à conveniência do Executivo. 115 da LOMBH. uma vez que foram citadas todas as formas de se realizar atividades em logradouro público.Por sua vez. prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição'. de forma restrita. efetiva ou potencial de serviços públicos específicos e divisíveis. que por sua ação administrativa . neste caso. o que não ocorre com os demais tipos de mobiliário. entretanto. matéria presente nesta proposta de Código de Posturas. que entram no regimento geral que disciplina o assunto. este artigo é dispensável porque o art. na medida em que dita expressamente que a instituição de taxa dar-se-á 'em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização. Assim sugerimos suprimir os itens permitidos pelos incisos VIII. ao afirmar o que se segue: "Esta gama de produtos tem como conseqüência o aumento gradual das dimensões das bancas. ao analisar o art. Ou seja. a SMRU apresenta a seguinte objeção à sanção do art." A PGM." A SMRU completa tal entendimento. 119 faculta ao regulamento a ampliação dos produtos e serviços que poderão ser oferecidos em atividade licenciada para logradouro público. a SMRU ressalta que tais artigos "são dispensáveis por tratarem da utilização específica deste mobiliário para publicidade. com redação mais clara e que não compromete o entendimento e aplicação da regra. o art. 117 encontra-se nas Disposições Gerais sobre o exercício de atividades no logradouro público e prevê. Por isso recomendamos seu veto. manifesta-se no sentido de que: "A competência para instituir quaisquer taxas de fiscalização é do Executivo por força do disposto no inciso II do art. 122 já determina a mesma coisa de maneira clara e direta. 117: "Sua redação comprometeu seu entendimento. 135. Devemos. é atividade típica do Poder Executivo. remete ao documento de licenciamento a explicitação dos equipamentos e usos admitidos no exercício da atividade. Por outro lado. Com relação ao rol de produtos autorizados para bancas de revistas. 122 do próprio Código. a SCOPLAM sugeriu o veto dos incisos VIII. contrariamente ao que é atualmente permitido. que já não têm mais capacidade para suportar a demanda de inúmeros tipos de mobiliário urbano e de atividades comerciais que acabam por prejudicar a função primordial dos passeios que é a circulação de pedestres.

segundo informa a PGM. que permite ao Executivo a realização em conjunto de mais de uma modalidade de feira. a quem compete fixar o preço dos bens e serviços. 193 da LOMBH.953/91. Consideramos por demais permissiva a exceção aplicada às fachadas das edificações. organização. fachada de edificação e tela protetora de edificação em construção. como por exemplo base de cálculo. considerando que Decreto jamais poderá fixar válida e legitimamente valor de tributo." A SCOMF assim se pronuncia a respeito do mesmo artigo.882/95. 16 da Lei n° 6. não em sede de Lei. planejamento e execução do transporte coletivo e individual de passageiros. do Título VI ("Disposições Gerais") trata das normas a que está sujeito todo engenho de publicidade a ser instalado em propriedade particular ou pública. do art. 195 a 197. Assim. inciso II. nos termos do art. conforme se depreende da leitura do § 2º do art. embora existente hoje na legislação. 31 da LOMBH. aliado ao alto índice de irregularidade no setor. 166 do próprio Código. entendemos que o artigo em tela deva ser vetado por conter comando antijurídico e portanto inválido e ineficaz ao objetivo pretendido. restringindo e impondo condições àquele Poder no que se refere às modalidades e objetos de feiras a serem permitidos. do trânsito e do sistema viário municipal. mais apropriado será a disciplina da questão. 255 que institui preço público para funcionamento de feira adentra na competência privativa do Chefe do Executivo. Ora. Entretanto. item 2. o que. Ocorre porém que a taxa a ser instituída nos termos da Proposição está totalmente desprovida de estruturação. taxa. in casu. 173 propõe-se a instituição de 'Taxa de Fiscalização de Feira' cuja exação encontra-se prevista atualmente no art. desde que com finalidades compatíveis entre si. art." Com relação ao parágrafo único do art. encontram-se disposições sobre a afixação de placas com finalidade informativa nos veículos de transporte coletivo. inclusive de requisitos basilares. do Capítulo II. cuja fixação está sendo remetida para regulamento. a realização de feiras ensejará a cobrança desta e do preço público (situação que. mas de ato administrativo a ser veiculado pela BHTRANS.e. ao defender o seu veto: "Através do art. incluindo a iniciativa legislativa de criação de taxas de fiscalização. que seria revogada pela Proposição em referência. que ficariam liberados da limitação de altura e área. A regra do inciso VIII do art. tem contribuído para a poluição visual e degradação da paisagem urbana.organiza e define os parâmetros para tal atuação. 267 nos seguintes termos: "A Seção II. 176.Decreto n° 9. não aplica as duas exações). A SCOPLAM pronunciou-se pelo veto ao inciso II do parágrafo único do art. do tráfego.687/98. Esta Seção do Código regula a altura e a área máxima desses engenhos de publicidade. porque a liberação desses limites poderá prejudicar a arquitetura das edificações e contribuir . No entanto. A legislação atual em Belo Horizonte é por demais permissiva.2 ." Nos arts. excetuando da obrigatoriedade aqueles instalados em empena cega. valor.1 e 2. caso seja aprovada a instituição da taxa. pelo que sabemos. existe também em vigor a possibilidade da cobrança de preço público pelo uso do logradouro para a realização de feira . subitens 2. 24 do Código de Trânsito Brasileiro e da Lei Municipal n° 5. a PGM assim se manifestou: "A regra em questão viola a disposição contida no art. compete à BHTRANS a coordenação. a qual remete ao Executivo a competência ampla para a criação de feiras. 108 da LOMBH. conforme disposto no inciso XVI.

determina o dispositivo em tela. a saber: alínea 'b' do inciso I do art. cuja base de cálculo está legitimamente prevista na Tabela V anexa a esta Lei. 300 qualquer estruturação válida da nova taxa. o que é inadmissível juridicamente.já que consta ali referência textual à 'Taxa de Fiscalização de Engenho de Publicidade' (inexistente em nosso ordenamento jurídico). é imperativo o VETO ao art. Já os §§ 2º e 3º do mesmo art. obedecendo a uma análise técnica. 268. alínea 'b' do inciso III do art. não estabelece o art.mais ainda para a poluição visual da nossa cidade." Ademais. 311. mesmo nestes casos. no que se refere a este elemento legalmente indispensável. 'autoriza' a fixação dos valores por decreto. que a definição dos valores da nova taxa será efetuada por regulamento. não de obrigações relativas às posturas urbanas. e. não constando em contrapartida revogação dos dispositivos da Lei n° 5. segundo a PGM. 292 institui prazo de 5 dias para pagamento de multa nos casos de licenciamento da instalação de engenhos de publicidade. Pois bem. segundo entendimento da SMRU.641/89. a própria base de cálculo. 300 da Proposição em referência. como por exemplo.641/89 que regulam a TFA. pelas razões expostas a seguir: "De acordo com o art. a proibição de prestação de serviço ou venda de produto para o Município. 300 da Proposição em comento por conter vício de legalidade insanável conforme acima demonstramos." . temos em vigor em nosso Município a taxação da instalação e manutenção de engenho de divulgação de publicidade pela Taxa de Fiscalização de Anúncio . a regulação para instalação de engenhos em edificações é tratada também no art. devem ser suprimidos para correção do entendimento lógico da questão supra mencionada os itens que dizem respeito à fachada de edificação. o que nos leva a concluir que teremos então dois tributos para o mesmo fim. contrariam o art. devidamente instituída e estruturada com fundamento no poder de polícia municipal. 268. uma nova taxa com a mesma finalidade e fundamento fiscalização da instalação e manutenção de engenho de publicidade . Segundo a SCOMF. 286. passará a valer. Além disso. alínea 'b' do inciso II do art. bem como. a nosso ver. 268. Tais dispositivos. 97 do Código Tributário Nacional. o dispositivo deve ser vetado pois contradiz a sistemática prevista no § 5º do art. noutras palavras. a proibição deve decorrer de inidoneidade na prestação de obrigações contratuais para com a Administração. com total inexistência de elementos primários e basilares para a instituição de qualquer tributo. e. que remete a regulamento o prazo para o pagamento das multas estabelecidas no Código. de maneira indiscutivelmente imprópria. temos que 'somente lei pode estabelecer a fixação da alíquota do tributo e da sua base de cálculo'. Antes. Isto porque consigna tal dispositivo que a uma. E. 300 deve ser igualmente vetado. em caso de reincidência.666/93. a duas. Seriam tais penalidades a proibição de contratação com a Administração Pública. 292 instituem sanções administrativas para empresas infratoras. Todavia. 9° a 14 da Lei n° 5. guardando estrita consonância com este comando legal hierárquico. 267. concomitantemente com a TFA em vigor. pelos arts. Opinamos portanto pelo veto ao inciso II do art. O inciso III do § 1º do art. tendo em vista especificamente o disposto em seu inciso IV. contrariando frontalmente o comando legal estabelecido pelo CTN acima apontado. 87 da Lei n° 8. que estipula o período máximo de 2 anos de proibição para contratação com a Administração Pública. Estas breves considerações foram feitas apenas para fundamentar nossa oposição de maneira obstinada ao que prevê o art. Sendo assim. caso tal dispositivo prospere.TFA -. o art.

citada no inc. A questão refere à -se forma de aplicação do poder de polícia. mediante ação ora fiscalizadora. versa especificamente sobre tributos. mencionada no inc. além de causar imensa confusão para a aplicação da Lei. Segundo a SMRU. com fundamento em sua supremacia geral e na forma da lei. Portanto. Uma vez que a lógica que ora sancionamos é a de que toda a atividade que traga risco potencial aos cidadãos seja obrigada a contratar seguro. ora repressiva. matéria que deve continuar em vigor papa a manutenção da sistemática do Código. No Capítulo referente às Disposições Transitórias. Ademais. 333 devem ser poupados da revogação determinada pelo Código. impondo coercitivamente aos particulares um dever de abstenção (non facere) a fim de conformar-lhes os comportamentos aos interesses sociais consagrados no sistema normativo. a proposta nega vigência ao Código. a estabelecer um rol de hipóteses nas quais haverá dispensa da notificação . definindo-as como provisoriamente leves. presente no inc. com a motivação do ato estaríamos ainda valorizando os princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa. Por fim. 3º e 4º do art. em situação contraditória com as regras das Disposições Transitórias do próprio Código. Consiste o poder de polícia administrativa. a Lei n° 7. 82. desde que respeitada a altura máxima de 9. Como bem lembra a SMRU: . por exemplo. 8º das Disposições Transitórias do próprio Código. LXVIII do art. conforme expõe a seguir: "O art. 333.858/99. expressa em atos normativos ou concretos. motivadamente. modifica os arts. XXIX do art. conforme aponta o parecer da PGM. e a tabela de multas do Regulamento de Limpeza Urbana do Município de Belo Horizonte (Lei n° 2. Tratam da permanência de engenho de publicidade licenciado em data anterior à publicação do Código. 4° prevê a constituição de uma Comissão para acompanhar o processo de definição dos locais destinados a abrigar as atividades dos camelôs e toreros. 333. ora preventiva. A Lei n° 7. e não constitui assunto tratado pelo Código. presente no inc. a autoridade de decidir qual a melhor penalidade dentre aquelas p revistas em lei.968/78) que continuará em vigência com suas alterações. a liberdade e a propriedade dos indivíduos. será na interpretação de cada situação concreta em face da legislação que o agente público poderá avaliar e decidir qual a melhor solução dentre aquelas apresentadas pela lei. 306 assinalam prazo para que o Executivo promova a classificação de infrações previstas em legislação posterior ao Código. é indispensável manter a vigência da Lei em questão pois é nela que se encontra a disciplina do seguro para a instalação das torres ou postes. dispõe sobre a inscrição de nome de operário em placas de próprios públicos municipais.924/84. 333. LXVIII.rol este sempre incompleto pois impossível seria prever todas as possibilidades de infração ao Código mais apropriada se nos apresenta a alternativa de deixar a cargo de cada fiscal. Contudo tal regra é desnecessária. segundo Celso Antônio Bandeira de Mello: "na atividade da Administração Pública. 302 e 303 são igualmente passíveis de veto. 333. inócua. prerrogativa inerente à ação ordenadora da Administração Pública. ou seja. não mantendo relação com os assuntos tratados pelo Código de Posturas. Devemos nos alongar neste quesito para demonstrar que o veto a este dispositivo fortalecerá o Código de Posturas. A Lei n° 7.130/96. 90. face ao que já dispõe o art. A Lei n° 3. extrapola ao dispensá-los de seguir as regras do Código no que diz respeito a critérios de localização e tamanho do engenho. LXXVII e LXXXIX do art. o que tornaria a listagem de locais proibidos.276/97. dispõe sobre a obrigatoriedade de contratação de seguro por empresa de telecomu nicação. LXXVII do art." Ainda segundo o ilustre administrativista. segundo entendimento da PGM e da SCOMF. LXXXIX do art. 302 da proposta permite que os engenhos licenciados permaneçam instalados. no entanto. de condicionar.Os arts." Os §§ 2º. este poder de polícia é essencialmente discricionário. 310 dispõem sobre penalidades e estabelecem a dispensa da notificação para aplicação imediata de outra penalidade nos casos neles previstos. Os § 1º e § 2º do art. o § 2° do art. Os incisos XXIX.00m (nove metros). O § 2°. até que se edite o regulamento deste.

os § 1º e § 2º do art. sob pena de tornar-se inócua sua vigência. o art. em sintonia com o veto ao art. o art. o inciso II do art. 176. esta Comissão poderia ser um fator burocratizante que consumiria energia essencial para o cumprimento de tão árdua tarefa em prazo tão exíguo. 267. 302 e 303. 268. 92. os arts. LXVIII. 300. bem como o § 2° do art. 292. os §§ 2°. 114. veto o art. 268. 40. o parágrafo único do art. LXXVII e LXXXIX do art. 268. 306. os incisos VIII. o inciso II do parágrafo único do art. o inciso VIII do art. 117. Pelas razões expostas." O art. 310. 48. 5° das Disposições Transitórias. 4° e o art. o parágrafo único do art. 119. 3° e 4° do art. 255. o inciso III do § 1° e os §§ 2° e 3° do art. os arts. a alínea 'b' do inciso II do art. o art. 14 de julho de 2003 Fernando Damata Pimentel Prefeito de Belo Horizonte . 11. o art. 50 a 57. 302 ao qual se refere. o art."embora acreditemos que este processo certamente se dará de forma participativa. a alínea 'b' do inciso I do art. o inciso II do parágrafo único do art. Belo Horizonte. 195 a 197. 3°. os incisos XXIX. Na oportunidade devolvo tais dispositivos ao reexame da Egrégia Câmara Municipal. os arts. o art. o art. 115. 42. XI e XII do art. o art. 5° também deve ser vetado. o art. 333. 173. à qual reitero meus cumprimentos de estima e apreço. todos da Proposição de Lei nº 560/03. a alínea 'b' do inciso III do art. 135. 28.

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