Você está na página 1de 124

Fatorial de um número:

n!=n.(n-1).(n-2)

3.2.1

Definições especiais:

0!=1 1!=1
0!=1
1!=1

Análise Combinatória

 

100! 101!

+

 

1) Calcule o valor da expressão

.

+

100! 101!

100.99! 101.100.99!

+

99!

 
 

=

=

100

+

101.100

=

100

+

10100

=

10200

99!

99!

2) Resolva a equação

(

x

+

1)!

(

x

1)!

= 56.

(

x

+

1)!

(

x

1)!

x

=

56

2

+

x

Resposta : x =

56

( x + 1)( x )( x 1)! = 56 ⇒ ( x 1)! 1
(
x
+
1)(
x
)(
x
1)!
=
56 ⇒
(
x
1)!
1
±
225
=
0
x
=

2

(

x

+

x

1)(

x

)

=

56

=

1

±

15

2

x

⇒  x

x

7, pois não existe fatorial de um número negativo.

2

+

x

= 7

=

-8

=

56

3) Quatro times de futebol (Grêmio, Santos, São Paulo e Flamengo) disputam o torneio dos

campeões do mundo. Quantas são as possibilidades para os três primeiros lugares?

R : Existem 4 possibilidades para o1º lugar, sobrando 3 possibilidades para o 2º lugar e 2

possibilidades para o 3º lugar

4.3.2

=

24 possibilidades.

Arranjo simples:

 

A n p

,

=

 

n !

 
 

(

n

p

)!

4) Calcule

A

6,2

+

A

4,3

A

5,2

A

6,2

+

A

4,3

A

9,2

8,1

+

A

A

A

5,2

9,2

=

+

A

8,1

.

 

6!

4!

5!

 

+

 

(6

2)!

(4

3)!

 

(5

2)!

 
 

9!

+

 

8!

 

(9

2)!

(8

1)!

=

30

+

24

 

20

=

34

=

17

 

72

+

8

80

40

5)

Quantos números de 3 algarismos distintos podemos formar com o algarismos do

sistema decimal (0,1,2,3,4,5,6,7,8,9) sem os repetir, de modo que :

a) COMECEM COM 1.

R : O número pode possuir três algarismos, sendo que para o primeiro existe apenas1

possibilidade (1) e para os outros dois ainda existem 9 números disponíveis :

1. A

9,2

=

9!

=

9!

=

9.8.7!

=

9.8

=

72 números.

 

(9

2)!

7!

7!

b) COMECEM COM 2 E TERMINEM COM 5.

R : Para o primeiro algarismo existe apenas1 possibilidade (2), e para o terceiro também

existe apenas1 possibilidade (5). Para o segundo ainda existem 8 possibilidades :

1.1. A

8,1

=

8!

=

8!

=

8.7!

= 8 números.

 

(8

1)!

7!

7!

c) SEJAM DIVISÍVEIS POR 5.

R : Para um número ser divisível 5, ele deve terminar com 0 ou com 5. Primeiramente

vamos calcular o número de divisíveis por 5 que terminam com 0 :

Para o terceiro algarismo existe apenas1 possibilidade (0), e para os dois primeiros ainda existem 9 números disponíveis. Portanto o número de divisíveis por 5 que terminam com 0 é :

9!

9!

= =

7!

9.8.7!

1.

A

9,2

=

(9

2)!

7!

=

9.8

=

72 números.

Agora calculamos quantos divisíveis por 5 terminam com 5 : para o terceiro algarismo

existe apenas uma possibilidade (5). Para o primeiro algarismo existem ainda 8 possibilidades, pois o número não pode começar com 0 (senão seria um número de 2 algarismos). E para o segundo algarismo também existem 8 possibilidades (o segundo algarismo pode ser 0).

=

 

8!

8!

=

8!

8!

=

8.7!

8.7!

 

.

.

.

(8

1)!

(8

1)!

7!

7!

7!

7!

 

+

64

1.

A

8,1

.

A

8,1

Resposta : O número de divisíveis por 5 é 72

=

8.8

=

64 números.

= 136 números.

6) Quantos são os números compreendidos entre 2000 e 3000 formados por algarismos

distintos escolhidos entre1,2,3,4,5,6,7,8 e 9? R : O número deve ter quatro algarismos (pois está entre 2000 e 3000). Para o primeiro

algarismo existe apenas uma possibilidade (2), e para os outros três ainda existem 8 números disponíveis, então :

1. A

8,3

=

8!

=

8!

=

8.7.6.5!

=

8.7.6

=

336 números.

 

(8

3)!

5!

5!

Permutação Simples: É um caso particular de arranjo simples. É o tipo de agrupamento ordenado onde entram todos os elementos.

P n =

n!

7) Quantos números de 5 algarismos distintos podem ser formados por 1,2,3,5 e 8?

P

5

=

5!

=

5.4.3.2.1

=

120 números.

8) Quantos anagramas da palavra EDITORA :

a) COMEÇAM POR A.

Para a primeira letra existe apenas uma possibilidade (A), e para as outras 6 letras

existem 6 possibilidades. Então o total é :

1.

P

6

=

1.6!

=

6.5.4.3.2.1

=

720 anagramas.

b) COMEÇAM POR A e terminam com E.

Para a primeira letra existe1 possibilidade (A), e para última também só existe1 (E),

e para as outras 5 letras existem 5 possibilidades. Então o total é :

1.1.

P

5

=

1.1.5!

=

5.4.3.2.1

=

120 anagramas.

8) Calcule de quantas maneiras podem ser dipostas 4 damas e 4 cavalheiros, numa fila, de

forma que não fiquem juntos dois cavalheiros e duas damas.

R :Existem duas maneiras de fazer isso :

ou Colocando um cavalheiro na primeira posição temos como número total de maneiras :

P

C - D - C - D - C - D - C - D

4

.

P

4

= =

4!.4!

24.24

=

D - C - D - C - D - C - D - C

576 maneiras.

Colocando uma dama na primeira posição temos também :

P

4

.

P

4

= =

4!.4!

24.24

=

576 maneiras.

Portanto o total é 576

+

576

=

1152 maneiras.

Combinação Simples: é o tipo de agrupamento em que um grupo difere do outro apenas pela natureza dos elementos componentes.

n ! = C n p , p !( n p )!
n !
=
C n p
,
p
!(
n
p
)!
9) Resolver a equação C C = 0. m ,3 m ,2 m ! m
9) Resolver a equação
C
C
=
0.
m
,3
m
,2
m !
m !
= 0
3!(
m
3)!
2!(
m
2)!
m
.(
m
1).(
m
2).(
m
3)!
m
.(
m
1).(
m
2)!
= 0
3!(
m
3)!
2!(
m
2)!
m
.(
m
1).(
m
2)
m
.(
m
1)
= 0
3!
2!
3
2
2
2
m
2
m
m
+
2
m
m
m
= 0
6
2
3
2
2
m
3
m
+
2
m
3
m
+
3
m
3
2
=
0
m
6
m
+
5
m
=
0
6
6
±
16
 m '
=
5
2
m
6
m
+
5
=
0
m
=
2
m ''
=
1
Resposta :
m
=
5.
obs :
m =
1 não é a resposta porque não pode haver C
.
1,3

10) Com10 espécies de frutas, quantos tipos de salada, contendo 6 espécies diferentes

podem ser feitas?

C 10,6

=

10!

 

=

10.9.8.7.6!

=

5040

=

5040

6!.(10

6)!

6!.4!

4!

24

= 210 tipos de saladas.

11) Numa reunião com 7 rapazes e 6 moças, quantas comissões podemos formar com 3

rapazes e 4 moças?

RAPAZES - C

MOÇAS - C

7,3

6,4

O resultado é o produto

C

7,3

.

C

6,4

.

7!

 

6!

 

7.6.5.4!

=

6.5.4!

=

210

30

=

35.15

=

525 comissões.

3!(7

3)!

.

4!(6

4)!

3!.4!

 

.

4!.2!

3!

.

2

TEORIA DOS CONJUNTOS

Símbolos

pertence: existe

pertence : existe

: existe

não pertence: não existe

: não existe

: não existe

está contidopara todo (ou qualquer que seja)

para todo (ou qualquer que seja)está contido

não está contidoconjunto vazio

conjunto vazionão está contido

contémN : conjunto dos números naturais

N: conjunto dos números naturais

não contémZ : conjunto dos números inteiros

Z : conjunto dos números inteiros

/ : tal que

Q: conjunto dos números racionais

implica queQ'= I : conjunto dos números irracionais

Q'= I: conjunto dos números irracionais

se, e somente seR : conjunto dos números reais

R: conjunto dos números reais

Veja também: Símbolos das operações - Conceitos sobre conjuntos

TABELA TRIGONOMÉTRICA

Ângulo

sen

cos

tg

Ângulo

sen

cos

tg

1

0,017452

0,999848

0,017455

 

46 0,71934

0,694658

1,03553

2

0,034899

0,999391

0,034921

 

47 0,731354

0,681998

1,072369

3

0,052336

0,99863

0,052408

 

48 0,743145

0,669131

1,110613

4

0,069756

0,997564

0,069927

 

49 0,75471

0,656059

1,150368

5

0,087156

0,996195

0,087489

 

50 0,766044

0,642788

1,191754

6

0,104528

0,994522

0,105104

 

51 0,777146

0,62932

1,234897

7

0,121869

0,992546

0,122785

 

52 0,788011

0,615661

1,279942

8

0,139173

0,990268

0,140541

 

53 0,798636

0,601815

1,327045

9

0,156434

0,987688

0,158384

 

54 0,809017

0,587785

1,376382

10

0,173648

0,984808

0,176327

 

55 0,819152

0,573576

1,428148

11

0,190809

0,981627

0,19438

 

56 0,829038

0,559193

1,482561

12

0,207912

0,978148

0,212557

 

57 0,838671

0,544639

1,539865

13

0,224951

0,97437

0,230868

 

58 0,848048

0,529919

1,600335

14

0,241922

0,970296

0,249328

 

59 0,857167

0,515038

1,664279

15

0,258819

0,965926

0,267949

 

60 0,866025

0,5

1,732051

16

0,275637

0,961262

0,286745

 

61 0,87462

0,48481

1,804048

17

0,292372

0,956305

0,305731

 

62 0,882948

0,469472

1,880726

18

0,309017

0,951057

0,32492

 

63 0,891007

0,45399

1,962611

19

0,325568

0,945519

0,344328

 

64 0,898794

0,438371

2,050304

20

0,34202

0,939693

0,36397

 

65 0,906308

0,422618

2,144507

21

0,358368

0,93358

0,383864

 

66 0,913545

0,406737

2,246037

22

0,374607

0,927184

0,404026

 

67 0,920505

0,390731

2,355852

23

0,390731

0,920505

0,424475

 

68 0,927184

0,374607

2,475087

24

0,406737

0,913545

0,445229

 

69 0,93358

0,358368

2,605089

25

0,422618

0,906308

0,466308

 

70 0,939693

0,34202

2,747477

26

0,438371

0,898794

0,487733

 

71 0,945519

0,325568

2,904211

27

0,45399

0,891007

0,509525

 

72 0,951057

0,309017

3,077684

28

0,469472

0,882948

0,531709

 

73 0,956305

0,292372

3,270853

29

0,48481

0,87462

0,554309

 

74 0,961262

0,275637

3,487414

30

0,5

0,866025

0,57735

 

75 0,965926

0,258819

3,732051

31

0,515038

0,857167

0,600861

 

76 0,970296

0,241922

4,010781

32

0,529919

0,848048

0,624869

 

77 0,97437

0,224951

4,331476

33

0,544639

0,838671

0,649408

 

78 0,978148

0,207912

4,70463

34

0,559193

0,829038

0,674509

 

79 0,981627

0,190809

5,144554

35

0,573576

0,819152

0,700208

 

80 0,984808

0,173648

5,671282

36

0,587785

0,809017

0,726543

 

81 0,987688

0,156434

6,313752

37

0,601815

0,798636

0,753554

 

82 0,990268

0,139173

7,11537

38

0,615661

0,788011

0,781286

 

83 0,992546

0,121869

8,144346

39

0,62932

0,777146

0,809784

 

84 0,994522

0,104528

9,514364

40 0,642788

0,766044

0,8391

85

0,996195

0,087156

11,43005

41 0,656059

0,75471

0,869287

86

0,997564

0,069756

14,30067

42 0,669131

0,743145

0,900404

87

0,99863

0,052336

19,08114

43 0,681998

0,731354

0,932515

88

0,999391

0,034899

28,63625

44 0,694658

0,71934

0,965689

89

0,999848

0,017452

57,28996

45 0,707107

0,707107

1

90

1

0

-

Vetores

Reta Orientada - Eixo

Uma reta r é orientada quando fixa nela um sentido de percurso, considerado positivo e indicado por uma seta.

de percurso, considerado positivo e indicado por uma seta. Segmento orientado Um segmento orientado é determinado

Segmento orientado

Um segmento orientado é determinado por um par ordenado de pontos, o primeiro chamado origem do segmento, o segundo chamado extremidade.

origem do segmento, o segundo chamado extremidade . Segmento Nulo Um segmento nulo é aquele cuja

Segmento Nulo

Um segmento nulo é aquele cuja extremidade coincide com a origem.

Segmentos Opostos

Se AB é um segmento orientado, o segmento orientado BA é oposto de AB.

Medida de um Segmento

Fixada uma unidade de comprimento, cada segmento orientado pode-se associar um número real, não negativo, que é a medida do segmento em relação aquela unidade. A medida do segmento orientado é o seu

comprimento ou seu módulo. O comprimento do segmento AB é indicado por

Assim, o comprimento do segmento AB representado na figura abaixo é de 5 unidades de comprimento:

.
.
na figura abaixo é de 5 unidades de comprimento: . = 5 u.c. Observações a .

= 5 u.c.

na figura abaixo é de 5 unidades de comprimento: . = 5 u.c. Observações a .

Observações

a.

b.

Os segmentos nulos têm comprimento igual a zero

= .
=
.

Vetores

Direção e Sentido

Dois segmentos orientados não nulos AB e CD têm a mesma direção se as retas suportes desses segmentos são paralelas:

se as retas suportes desses segmentos são paralelas: ou coincidentes Observações a . Só se pode
se as retas suportes desses segmentos são paralelas: ou coincidentes Observações a . Só se pode

ou coincidentes

suportes desses segmentos são paralelas: ou coincidentes Observações a . Só se pode comparar os sentidos

Observações

segmentos são paralelas: ou coincidentes Observações a . Só se pode comparar os sentidos de dois

a. Só se pode comparar os sentidos de dois segmentos orientados se eles têm mesma direção.

b. Dois Segmentos orientados opostos têm sentidos contrários.

Segmentos Equipolentes

Dois segmentos orientados AB e CD são equipolentes quando têm a mesma direção, o mesmo sentido e o mesmo comprimento.

Se os segmentos orientados AB e CD não pertencem à mesma reta. Na segunda figura abaixo, para que AB seja equipolente a CD é necessário que AB//CD e AC/BD, isto é, ABCD deve ser um paralelogramo.

que AB seja equipolente a CD é necessário que AB // CD e AC / BD
que AB seja equipolente a CD é necessário que AB // CD e AC / BD

Observações

a. Dois segmentos nulos são sempre equipolentes.

b. A equipolência dos segmentos AB e CD é representada por AB ~ CD.

Propriedades da Equipolência

I. AB ~ AB (reflexiva).

II. Se AB ~ CD, CD ~ AB (simétrica).

III. Se AB ~ CD e CD ~ EF, AB ~ EF (transitiva).

IV. Dado o segmento orientado AB e um ponto C, existe um único ponto D tal que AB ~ CD.

Vetor

Vetor determinado por um segmento orientado AB é o conjunto de todos os segmentos orientados equipolentes a AB.

de todos os segmentos orientados equipolentes a AB . Se indicarmos com este conjunto, simbolicamente poderemos

Se indicarmos com

segmentos orientados equipolentes a AB . Se indicarmos com este conjunto, simbolicamente poderemos escrever: = {

este conjunto, simbolicamente poderemos escrever:

com este conjunto, simbolicamente poderemos escrever: = { XY / XY ~ AB } onde XY

= {XY/XY ~ AB}

onde XY é um segmento qualquer do conjunto.

O vetor determinado por AB é indicado por

do conjunto. O vetor determinado por AB é indicado por ou B - A ou .

ou B - A ou

.
.
O vetor determinado por AB é indicado por ou B - A ou . é determinado

é determinado por uma infinidade de segmentos orientados, chamados representantes

desse vetor, e todos equipolentes entre si. Assim, um segmento determina um conjunto que é o vetor, e qualquer um destes representantes determina o mesmo vetor. Usando um pouco mais nossa capacidade de abstração, se considerarmos todos os infinitos segmentos orientados de origem comum, estaremos caracterizando, através de representantes, a totalidade dos vetores do espaço. Ora, cada um destes segmentos é um representante de um só vetor. Conseqüentemente, todos os vetores se acham representados naquele conjunto que imaginamos.

um mesmo vetor

As características de um vetor

são as mesmas de qualquer um de seus representantes, isto é: o módulo , módulo,

a direção e o sentido do vetor são o módulo, direção e o sentido de qualquer um de seus representantes.

O módulo de

sentido de qualquer um de seus representantes. O módulo de Vetores iguais se indica por |

Vetores iguais

se indica por |

representantes. O módulo de Vetores iguais se indica por | . Dois vetores e são iguais

.

Dois vetores

Dois vetores e são iguais se, e somente se, AB ~ CD .

e

Dois vetores e são iguais se, e somente se, AB ~ CD .

são iguais se, e somente se, AB ~ CD.

Vetor Nulo

Os segmentos nulos, por serem equipolentes entre si, determinam um único vetor, chamado vetor nulo ou

vetor zero, e que é indicado por

.
.

Vetores Opostos

Dado um vetor

Vetores Opostos Dado um vetor = , o vetor é o oposto de e se indica

=

Vetores Opostos Dado um vetor = , o vetor é o oposto de e se indica

, o vetor

Vetores Opostos Dado um vetor = , o vetor é o oposto de e se indica

é o oposto de

Vetores Opostos Dado um vetor = , o vetor é o oposto de e se indica

e se indica por

Dado um vetor = , o vetor é o oposto de e se indica por ou

ou por

.
.

Vetor Unitário

Um vetor

oposto de e se indica por ou por . Vetor Unitário Um vetor é unitário se

é unitário se |

por ou por . Vetor Unitário Um vetor é unitário se | | = 1. Versor

| = 1.

Versor

Versor de um vetor não nulo

unitário se | | = 1. Versor Versor de um vetor não nulo é o vetor

é o vetor unitário de mesma direção e mesmo sentido de

Por exemplo, tomemos um vetor

direção e mesmo sentido de Por exemplo, tomemos um vetor de módulo 3. . e da

de módulo 3.

.
.
sentido de Por exemplo, tomemos um vetor de módulo 3. . e da figura são vetores
sentido de Por exemplo, tomemos um vetor de módulo 3. . e da figura são vetores

e

da figura são vetores unitários, pois ambos têm módulo 1. No entanto, apenassentido de Por exemplo, tomemos um vetor de módulo 3. . e . Portanto, este é

unitários, pois ambos têm módulo 1. No entanto, apenas . Portanto, este é o versor de

. Portanto, este é o versor de

.
.

Os vetores

mesma direção e o mesmo sentido de

versor de . Os vetores mesma direção e o mesmo sentido de tem a Vetores Colineares

tem a

Vetores Colineares

Dois vetores

são colineares se tiverem a mesma direção. Em outras palavras: colineares se tiverem a mesma direção. Em outras palavras:

são colineares sese tiverem a mesma direção. Em outras palavras: tiverem representantes AB e CD pertencentes a uma

tiverem representantes AB e CD pertencentes a uma mesma reta ou a retas paralelas.

palavras: são colineares se tiverem representantes AB e CD pertencentes a uma mesma reta ou a
palavras: são colineares se tiverem representantes AB e CD pertencentes a uma mesma reta ou a

Vetores Coplanares

Se os vetores não nulos

, e
,
e

(não importa o número de vetores) possuem representantes AB, CD e EF

pertencentes a um mesmo plano , diz-se que eles são coplanares.

a um mesmo plano , diz-se que eles são coplanares. Dois vetores e quaisquer são são

Dois vetores

e
e

quaisquer são são sempre coplanares, pois podemos sempre tomar um ponto no

espaço e, com origem nele, imaginar os dois representantes de este ponto.

e
e

pertencendo a um plano p que passa por

Três vetores poderão ou não ser coplanares.

que passa por Três vetores poderão ou não ser coplanares. , e são coplanares , e
, e
,
e

são coplanares

poderão ou não ser coplanares. , e são coplanares , e não são coplanares Soma de
, e
,
e

não são coplanares

Soma de vetores

Se v=(a,b) e w=(c,d), definimos a soma de v e w, por:

v + w = (a+c,b+d)

Propriedades da soma de vetores

I) Comutativa: Para todos os vetores u e v de R 2 :

v + w = w + v

II) Associativa: Para todos os vetores u, v e w de R 2 :

u + (v + w) = (u + v) + w

III) Elemento neutro: Existe um vetor O=(0,0) em R 2 tal que para todo vetor u de R 2 , se tem:

O + u = u

IV)

Elemento oposto: Para cada vetor v de R 2 , existe um vetor -v em R 2 tal que:

v

+ (-v) = O

Diferença de vetores

Se v=(a,b) e w=(c,d), definimos a diferença entre v e w, por:

v - w = (a-c,b-d)

Produto de um escalar por um vetor

Se v=(a,b) é um vetor e c é um número real, definimos a multiplicação de c por v, como:

c.v = (ca,cb)

Propriedades do produto de escalar por vetor

Quaisquer que sejam k e c escalares, v e w vetores:

1 v = v

(k c) v = k (c v) = c (k v)

k v = c v

k (v+w) = k v + k w

(k + c)v = k v + c v

implica

k = c, se v for não nulo

Módulo de um vetor

O módulo ou comprimento do vetor v=(a,b) é um número real não negativo, definido por:

v=(a,b) é um número real não negativo, definido por: Vetor unitário Vetor unitário é o que

Vetor unitário

Vetor unitário é o que tem o módulo igual a 1.

Existem dois vetores unitários que formam a base canônica para o espaço R 2 , que são dados por:

i = (1,0)

j = (0,1)

Para construir um vetor unitário u que tenha a mesma direção e sentido que um outro vetor v, basta dividir o vetor v pelo seu módulo, isto é:

u que tenha a mesma direção e sentido que um outro vetor v, basta dividir o

Observação:

Para construir um vetor u paralelo a um vetor v, basta tomar u=cv onde c é um escalar não nulo. Nesse caso, u e v serão paralelos.

Se c = 0 então u será o vetor nulo. Se 0 < c < 1 então u terá comprimento menor do que v. Se c > 1 então u terá comprimento maior do que v. Se c < 0 então u terá sentido oposto ao de v.

Próximo tópico:

Produto escalar, Propriedades do produto escalar, Ângulos entre dois vetores, Vetores ortogonais

PROBABILIDADE

A história da teoria das probabilidades, teve início com os jogos de cartas, dados e de roleta. Esse é o motivo da grande existência de exemplos de jogos de azar no estudo da probabilidade. A teoria da probabilidade permite que se calcule a chance de ocorrência de um número em um experimento aleatório.

Experimento Aleatório

É aquele experimento que quando repetido em iguais condições, podem fornecer resultados diferentes, ou

seja, são resultados explicados ao acaso. Quando se fala de tempo e possibilidades de ganho na loteria, a abordagem envolve cálculo de experimento aleatório.

Espaço Amostral

É o conjunto de todos os resultados possíveis de um experimento aleatório. A letra que representa o espaço

amostral, é S.

Exemplo:

Lançando uma moeda e um dado, simultaneamente, sendo S o espaço amostral, constituído pelos 12 elementos:

S = {K1, K2, K3, K4, K5, K6, R1, R2, R3, R4, R5, R6}

1. Escreva explicitamente os seguintes eventos: A={caras e m número par aparece}, B={um número primo aparece}, C={coroas e um número ímpar aparecem}.

2. Idem, o evento em que:

a) A ou B ocorrem;

b) B e C ocorrem;

c) Somente B ocorre.

3. Quais dos eventos A,B e C são mutuamente exclusivos

Resolução:

1. Para obter A, escolhemos os elementos de S constituídos de um K e um número par: A={K2, K4, K6};

Para obter B, escolhemos os pontos de S constituídos de números primos: B={K2,K3,K5,R2,R3,R5}

Para obter C, escolhemos os pontos de S constituídos de um R e um número ímpar: C={R1,R3,R5}.

(a)

2. A ou B = AUB = {K2,K4,K6,K3,K5,R2,R3,R5}

 

(b)

B e C = B

C = {R3,R5}

 

(c)

Escolhemos os elementos de B que não estão em A ou C;

 

B

A c

C c

=

{K3,K5,R2}

A

3. e

C

são

mutuamente

exclusivos,

porque

A

C

=

Conceito de probabilidade

Se em um fenômeno aleatório as possibilidades são igualmente prováveis, então a probabilidade de ocorrer um evento A é:

então a probabilidade de ocorrer um evento A é: Por, exemplo, no lançamento de um dado,

Por, exemplo, no lançamento de um dado, um número par pode ocorrer de 3 maneiras diferentes dentre 6 igualmente prováveis, portanto, P = 3/6= 1/2 = 50%

Dizemos que um espaço amostral S (finito) é equiprovável quando seus eventos elementares têm probabilidades iguais de ocorrência.

Num espaço amostral equiprovável S (finito), a probabilidade de ocorrência de um evento A é sempre:

a probabilidade de ocorrência de um evento A é sempre: Propriedades Importantes: 1. Se A e

Propriedades Importantes:

1. Se A e A’ são eventos complementares, então:

P( A ) + P( A' ) = 1

2. A probabilidade de um evento é sempre um número entre (probabilidade de evento impossível) e 1 (probabilidade do evento certo).

de evento impossível) e 1 (probabilidade do evento certo). Probabilidade Condicional Antes da realização de um

Probabilidade Condicional

Antes da realização de um experimento, é necessário que já tenha alguma informação sobre o evento que se deseja observar. Nesse caso, o espaço amostral se modifica e o evento tem a sua probabilidade de ocorrência alterada.

Fórmula de Probabilidade Condicional

P(E 1 e E 2 e E 3 e

Onde P(E 2 /E 1 ) é a probabilidade de ocorrer E 2 , condicionada pelo fato de já ter ocorrido E 1 ;

e E n-1 e E n ) é igual a P(E 1 ).P(E 2 /E 1 ).P(E 3 /E 1 e E 2 )

P(E

n /E 1 e E 2 e

n -1).

E

P(E 3 /E 1 e E 2 ) é a probabilidade ocorrer E 3 , condicionada pelo fato de já terem ocorrido E 1 e E 2 ;

P(Pn/E 1 e E 2 e

Exemplo:

E

n -1) é a probabilidade de ocorrer E n , condicionada ao fato de já ter ocorrido E 1 e E 2

E n -1.

Uma urna tem 30 bolas, sendo 10 vermelhas e 20 azuis. Se ocorrer um sorteio de 2 bolas, uma de cada vez e sem reposição, qual será a probabilidade de a primeira ser vermelha e a segunda ser azul?

Resolução:

Seja o espaço amostral S=30 bolas, e considerarmos os seguintes eventos:

A: vermelha na primeira retirada e P(A) = 10/30

B: azul na segunda retirada e P(B) = 20/29

Assim:

P(A e B) = P(A).(B/A) = 10/30.20/29 = 20/87

Eventos independentes

Dizemos que E 1 e E 2 e

E n-1 , E n são eventos independentes quando a probabilidade de ocorrer um deles

não depende do fato de os outros terem ou não terem ocorrido.

Fórmula da probabilidade dos eventos independentes:

P(E 1 e E 2 e E 3 e

e

E n -1 e E n ) = P(E 1 ).P(E 2 ).p(E 3 )

P(E

Exemplo:

n )

Uma urna tem 30 bolas, sendo 10 vermelhas e 20 azuis. Se sortearmos 2 bolas, 1 de cada vez e repondo a sorteada na urna, qual será a probabilidade de a primeira ser vermelha e a segunda ser azul?

Resolução:

Como os eventos são independentes, a probabilidade de sair vermelha na primeira retirada e azul na segunda retirada é igual ao produto das probabilidades de cada condição, ou seja, P(A e B) = P(A).P(B). Ora, a probabilidade de sair vermelha na primeira retirada é 10/30 e a de sair azul na segunda retirada 20/30. Daí, usando a regra do produto, temos: 10/30.20/30=2/9.

Observe que na segunda retirada forma consideradas todas as bolas, pois houve reposição. Assim, P(B/A) =P(B), porque o fato de sair bola vermelha na primeira retirada não influenciou a segunda retirada, já que ela foi reposta na urna.

Probabilidade de ocorrer a união de eventos

Fórmula da probabilidade de ocorrer a união de eventos:

P(E 1 ou E 2 ) = P(E 1 ) + P(E 2 ) - P(E 1 e E 2 )

De fato, se existirem elementos comuns a E 1 e E 2 , estes eventos estarão computados no cálculo de P(E 1 ) e P(E 2 ). Para que sejam considerados uma vez só, subtraímos P(E 1 e E 2 ).

Fórmula de probabilidade de ocorrer a união de eventos mutuamente exclusivos:

+ P(E n )

P(E1 ou E 2 ou E 3 ou

ou E n ) = P(E 1 ) + P(E 2 ) +

Exemplo: Se dois dados, azul e branco, forem lançados, qual a probabilidade de sair 5 no azul e 3 no branco?

Considerando os eventos:

A: Tirar 5 no dado azul e P(A) = 1/6

B: Tirar 3 no dado branco e P(B) = 1/6

Sendo S o espaço amostral de todos os possíveis resultados, temos:

n(S) = 6.6 = 36 possibilidades. Daí, temos:P(A ou B) = 1/6 + 1/6 – 1/36 = 11/36

Exemplo: Se retirarmos aleatoriamente uma carta de baralho com 52 cartas, qual a probabilidade de ser um 8 ou um Rei?

Sendo S o espaço amostral de todos os resultados possíveis, temos: n(S) = 52 cartas. Considere os eventos:

A: sair 8 e P(A) = 4/52

B: sair um rei e P(B) = 4/52

Assim, P(A ou B) = 4/52 + 4/52 – 0 = 8/52 = 2/13. Note que P(A e B) = 0, pois uma carta não pode ser 8 e rei ao mesmo tempo. Quando isso ocorre dizemos que os eventos A e B são mutuamente exclusivos.

DEFINIÇÃO DE LOGARITMO

a

x =

b

x

= log

a b

Na igualdade x

=

log b obtemos :

a

sendo b>0 ,a>0 e aπ1

a= base do logaritmo b= logaritmando ou antilogaritmo x= logaritmo

Exemplos :

1) log 32

2) log

3) log

2

=

4

5

16

1

=

=

0

5 pois

2 pois

pois 5

2

5

4

2

0

=

=

=

1

32

16

Consequências da definição

Sendo b>0 ,a>0 e aπ1 e m um número real qualquer, temos a seguir algumas consequências da definição de logaritmo:

log

a 1 = 0

log

a

a = 1

   

log

a

a

m

=

m

 

log

a

b

= log

a

c

b

=

c

a

log

a b

= b

Propriedades operatórias dos logaritmos

1)

Logaritmo do produto:

 

log

a

(

.

x y

) = log

a

x

+ log

a

y

2) Logaritmo do quociente:

log

a

x

y

= log

a

x

log

a

y

 

3) Logaritmo da potência:

log

a

x

m

=

m

.log

a

x

 
 

m

 
n m x
n
m
x

= x

n

Caso particular: como , temos:

 
 

m

 
 
n m x
n
m
x
 

m

log

 

= log

 

x

n

n

.log

a

x

a

a

 

=

(a>0, aπ1, x>0 e y>0)

(a>0, aπ1, x>0 e y>0)

(a>0, aπ1, x>0 e m ¬

)

Cologaritmo

Chamamos de cologaritmo de um número positivo b numa base a (a>0, aπ1) e indicamos colog a b o logaritmo inverso desse número b na base a

Como log

a

1

b

= log

colog

a

b

= log

a

1

b

 

a

1

log

a

b

=

0

log

a

b

colog

a

b

= log

a

b

=

log

a

(a>0, aπ1 e b>0)

b

, podemos também escrever :

Mudança de base

Em algumas situações podemos encontrar no cálculo vários logaritmos em bases diferentes. Como as propriedades logarítmicas só valem para logaritmos numa mesma base, é necessário fazer, antes, a conversão dos logaritmos de bases diferentes para uma única base conveniente. Essa conversão chama-se mudança de base. Para fazer a mudança de uma base a para uma outra base b usa-se:

log

log

b

x

a

log

a

x =

b

MATRIZES E DETERMINANTES

1) Dadas as matrizes :

A

=

5

1

2

1

,

B

=

2

0

1

2

e

X

=

Primeiramente encontramos a matriz

a

c

X :

b

d

tais que 2

A

X

2

5

1

10

2

10

2

2

1

4

2

a

c

4

2

a

c

a

c

b

d

b


d

b


d

2

0

=

2

0

=

=

2

0

1

2

2


1

2


1

10

4

2

2

a

=

b

d

=

c

=

=

1

2

2

0

 

8

6

det X =

2

1

=

8.1

6.(

2)

=

8

+

12

=

20

 

2

1

2) Encontre a solução da equação

 

4

1

n

 

n

0

3

n

1

= 12.

d

a

=

8

b

c

=

6

=

=

1

=

2

B

, calcule o determinante de

X

=

8

2

6

1

X

.

Para achar o determinante de uma matriz 3x3 podemos utilizar a regra de Sarrus, que consiste em copiar as duas primeiras colunas à direita da matriz, e subtrair a soma dos produtos da primeira diagonal, pela soma dos produtos da segunda :

2 1 3 2 1 4 1 n 1 4 1 n 0 n n
2
1
3
2 1
4
1
n
1
4
1
n
0 n
n 0
2
(
2
n
+
n
n
)
n
=
12
4
±
16 41
-
.
.(-
12
)
n =
2
1
0 
3) Sendo
A =
2
3
0
4 
 

=

12

(

2

n

+

n n

(

1)

+

0)

n

=

0

 

4

±

8

n

=

 

2

calcule AB.

 

n

2

4

n

12

=

4 ± 64 2  5 3    1 2  
4
±
64
2
 5
3 
1
2

e B =

(

3

n

+

0

+

n = 6 ⇒ 

n =

4

2

n

)

=

12

Essa é uma questão de multiplicação de matrizes, onde estamos multiplicando uma matriz 3x2

por uma 2x2. O resultado será obtido pelo produto de cada linha da matriz A por cada coluna da matriz B. O resultado será uma matriz 3x2.

AB

=

(

1.5

+

2).5

0.5

+

0.1

+

3.1

4.1

(

1.(

3)

+

2)(

3)

3)

+

0(

0.2

+

3.2

4.2

AB

=

5

4

7

3

12

8

4) Sendo A

=

4

3

5

4

, determine a matriz inversa da matriz

A

.

Sabemos que uma matriz multiplicada pela sua inversa resulta na matriz identidade, ou seja :

A A

1

=

I

.

4

3

5   a

4

c

.

 

b

d

=

1

0

0

1

Portanto, a matriz inversa de

A

a

b

a

4

4

3

3

b

é

A

+

+

+

+

1

5

5

4

4

c

d

c

d

=

=

=

=

4

1

0

0

1

3

=

4

a

a

b

b

3

4

3

5

4

+

+

+

+

5

c

c

d

d

4

5

4

=

=

=

=

1

0

0

1

a = 4

c =

b =

3

5

d = 4

O CONJUNTO DOS NÚMEROS COMPLEXOS

De números complexos você deve saber : Conjugado de um número complexo : z =
De números complexos você deve saber :
Conjugado de um número complexo :
z
=
a
+
bi
z
=
a
bi
z
. z
1 z
1
2
Divisão de dois números complexos :
=
z
2 z
. z
2
2
2
2
Módulo de um número complexo :
z =
a
+
b
a
b
Argumento de um número complexo : cos( ) =
e
sen(
)
=
z
z
Forma trigonométrica ou polar :
Multiplicação na forma trigonométrica :
z
.
z
1
2
z 1 z
1
Divisão na forma trigonométrica :
=
.(cos(
)
+
i
.sen(
))
1
2
1
2
z
z
2 2
n
Potenciação na forma trigonométrica :
z

i

2

=

1

z =

z

.(cos( )

+ i

.sen( ))

=

z

1

z

2

.(cos(

1

+

.

= z 1 z 2 .(cos( 1 + . 2 ) + i .sen( 1 +
= z 1 z 2 .(cos( 1 + . 2 ) + i .sen( 1 +
= z 1 z 2 .(cos( 1 + . 2 ) + i .sen( 1 +
= z 1 z 2 .(cos( 1 + . 2 ) + i .sen( 1 +

2

)

+

i

.sen(

1

+

= z 1 z 2 .(cos( 1 + . 2 ) + i .sen( 1 +

2

))

=

z

n .(cos(

n

= z n .(cos( n ) + i .sen( n ))

)

+

i

.sen(

n

= z n .(cos( n ) + i .sen( n ))

))

Exercícios resolvidos

1) Calcule

2 + i

5

3 i

.

Multiplicam - se ambos os termos da fração pelo número complexo conjugado do

denominador :

(2

+ i

)

(5

+ 3 )

i

=

10

+

6

i

+

5

i

+

3

i

2

=

10

+

11

i

3

=

7

+

11

i

=

7

+

11

(5

i

3 )

.

(5

+ 3 )

i

2) Coloque na forma

25

a

+

bi

9 i

2

25

1

a expressão

 

i

(

+

9)

i

.

34

 

34

34

 

1

+ i

 

i

2

i

Em cada fração, multiplicamos seus termos pelo número complexo conjugado do

denominador :

(1

i

)

(1

i

)

+

i

(

2

i

)

 

.

.

(1

+ i

)

(1