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Fichamento - Capítulo - Que Negro É Esse - Da Diáspora, Stuart Hall

O documento discute a cultura negra e sua representação na cultura popular. Aponta que embora marginalizada, a cultura negra vem ganhando espaço de forma produtiva, resultado de políticas culturais da diferença e novas identidades. Também destaca que a cultura popular negra traz elementos diferentes que representam outras formas de vida e tradições. Conclui enfatizando a necessidade de se direcionar a atenção para a diversidade da experiência negra, dada a pluralidade de antagonismos dentro da política negra.

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O documento discute a cultura negra e sua representação na cultura popular. Aponta que embora marginalizada, a cultura negra vem ganhando espaço de forma produtiva, resultado de políticas culturais da diferença e novas identidades. Também destaca que a cultura popular negra traz elementos diferentes que representam outras formas de vida e tradições. Conclui enfatizando a necessidade de se direcionar a atenção para a diversidade da experiência negra, dada a pluralidade de antagonismos dentro da política negra.

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Fichamento - Capítulo "Que negro é esse?

Na Cultura Negra” Da Diáspora, Stuart Hall

Pg. 372 até 388

HALL, Stuart. Da Diáspora: Identidades e mediações culturais. [Link]. - Belo Horizonte:


Editora UFMG, 2013. Disponível em:
[Link]

P. 376. “Dentro da cultura, a marginalidade, embora permaneça periférica em relação ao


mainstream, nunca foi um espaço tão produtivo quanto é agora, e isso não é simplesmente
uma abertura, dentro dos espaços dominantes, à ocupação dos de fora. É também o
resultado de políticas culturais da diferença, de lutas em torno da diferença, da produção de
novas identidades e do aparecimento de novos sujeitos no cenário político e cultural.”

P. 379. “ O papel do “popular” na cultura popular é o de fixar a autenticidade das formas


populares, enraizando-as nas experiências das comunidades populares das quais elas
retiram o seu vigor.

P. 380. “A cultura popular negra tem permitido trazer à tona, até nas modalidades mistas e
contraditórias da cultura popular mainstream, elementos de um discurso que é diferente -
outras formas de vida, outras tradições de representação.”

P. 382. “ Essa marca da diferença dentro das formas de cultura popular - que são, por
definição, contraditórias e, portanto, aparecem como impuras e ameaçadas pela cooptação
ou exclusão - é carregada pelo significante “negro” na expressão “ cultura popular negra ".

P. 384. “ Somos tentados a usar “negro” como algo suficiente em si mesmo, para garantir o
caráter progressista da política pela qual lutamos sob essa bandeira - como se não
tivessemos nenhuma outra política para discutir, exceto a de que algo é negro ou não é.”

P. 384- 385. “É para a diversidade e não para a homogeneidade da experiência negra que
devemos dirigir integralmente a nossa atenção criativa agora.”

P. 386. “De fato não é nada surpreendente a pluralidade de antagonismos e diferenças que
hoje procuram destruir a unidade da política negra, dadas as complexidades das estruturas
de subordinação que moldaram a forma como nós fomos inseridos na diáspora negra.”

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