Diagnóstico da Transmissão 6F35 Fusion
Diagnóstico da Transmissão 6F35 Fusion
SEÇÃO 307-01B
Transmissão Automática — 6F35
Índice
Assunto Página
ESPECIFICAÇÕES
Material 307-01B-8
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
Desaceleração 307-01B-28
Diferencial 307-01B-37
Lubrificação 307-01B-54
307-01B-
Ignição Eletrônica (EI)
101
307-01B-
Posição do Pedal do Acelerador (APP)
101
307-01B-
Sensor de Posição da Válvula de Aceleração (TP)
102
307-01B-
PCM
102
307-01B-
Conjunto do Sensor de Posição da Transmissão (TR)
102
307-01B-
Interruptor de Posição do Pedal do Freio (PPF)
102
307-01B-
Sensor de Rotação da Árvore da Turbina (TSS)
102
307-01B-
Sensor de Rotação da Árvore de Saída (OSS)
103
307-01B-
Corpo do Solenóide
103
307-01B-6 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-6
307-01B-
Solenóide de Controle de Pressão da Linha (LPC)
103
307-01B-
Solenóide da Embreagem do Conversor de Torque (TCC)
104
307-01B-
Solenóide de Mudanças E (SSE)
109
307-01B-
Operação da Transmissão
110
307-01B-
Visão Geral da Operação da Transmissão
110
307-01B-
Posição Estacionamento (Park)
112
307-01B-
Posição Ré
118
307-01B-
Posição Neutro
124
307-01B-
1a Marcha Acima de 6 km/h
129
307-01B-7 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-7
307-01B-
2a Marcha
135
307-01B-
3a Marcha
141
307-01B-
4a Marcha
146
307-01B-
5a Marcha
152
307-01B-
5a Marcha, Proteção Contra Falhas
170
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
307-01B-
Estratégia de Diagnóstico
175
307-01B-
Inspeção Preliminar
175
307-01B-
Diagnósticos
175
307-01B-
Fluxograma do Diagnóstico
176
307-01B-
Inspeção Preliminar
179
307-01B-
Conheça e Entenda a Falha
179
307-01B-
Verificação da Condição
179
307-01B-
Verificação do Nível de Fluido da Transmissão
180
307-01B-8 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-8
307-01B-
Água no Fluido da Transmissão
182
307-01B-
Testando o Veículo na Estrada
183
307-01B-
Estratégia do Corpo do Solenóide
184
307-01B-
Procedimento de Identificação do Corpo do Solenóide
184
307-01B-
Download dos Dados da Estratégia do Corpo do Solenóide
186
307-01B-
Ciclo de Acionamento da Estratégia do Corpo do Solenóide
188
307-01B-
Ponto de Mudança no Teste de Estrada
189
307-01B-
Diagnóstico do Conversor de Torque
191
307-01B-
Inspeção Visual
192
307-01B-
Verificação da Articulação da Alavanca Seletora
192
307-01B-9 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-9
307-01B-
Verificação dos TSBs
192
307-01B-
Diagnósticos
193
307-01B-
Modo de Controle do Estado da Saída (OSC)
194
307-01B-
Descrição
194
307-01B-
Procedimento
194
307-01B-
Box de Serviço — Estado do Veículo N° 1
194
307-01B-
Box de Serviço — Estado do Veículo N° 2
195
307-01B-
Teste de Condução
197
307-01B-
Tabela de Identificação dos Parâmetros de Diagnóstico (PID)
201
204
307-01B-
Após os Diagnósticos Internos
205
307-01B-
Antes dos Testes Ponto a Ponto
205
307-01B-
Tabelas de Códigos de Diagnósticos de Falhas (DTC) – Parte 1
206
307-01B-
Tabelas de Códigos de Diagnósticos de Falhas (DTC) – Parte 2
255
307-01B-
Descrição dos Conectores da Transmissão
284
307-01B-
Testes Ponto a Ponto — Veículo Equipado com OSC
291
307-01B-
Diagnóstico Inicial do Solenóide de Mudança
291
307-01B-
Testes Ponto a Ponto
294
307-01B-
Teste A: Solenóides de Controle da Transmissão
295
307-01B-
Teste B: Sensor de Temperatura da Transmissão (TFT)
307
307-01B-11 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-11
307-01B-
Teste C: Sensor de Velocidade da Árvore de Saída (OSS)
313
307-01B-
Teste D: Sensor de Posição da Transmissão (TR)
321
307-01B-
Procedimentos de Testes Especiais
342
307-01B-
Verificação da Rotação da Marcha Lenta do Motor
342
307-01B-
Teste de Pressão da Linha
343
307-01B-
Teste de Rotação de Estol
346
307-01B-
Inspeção de Vazamento
348
307-01B-
Vazamento de Fluido na Área do Conversor de Torque
349
307-01B-
Teste de Verificação de Vazamento
350
307-01B-
Teste de Verificação de Vazamento com Luz Reveladora
351
307-01B-
Radiador do Fluido da Transmissão
352
307-01B-
Teste do Fluxo de Fluido da Transmissão
353
307-01B-
Diagnóstico por Sintoma – Parte 1
355
307-01B-
Diagnóstico pelas Diretivas do Índice de Sintomas
355
307-01B-12 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-12
307-01B-
Diagnóstico com o Índice de Sintomas
356
307-01B-
Rotinas de Diagnóstico
359
307-01B-
Diagnóstico por Sintoma – Parte 2
404
307-01B-
Rotinas de Diagnóstico
404
307-01B-
Diagnóstico por Sintoma – Parte 3
452
307-01B-
Rotinas de Diagnóstico
452
PROCEDIMENTOS GERAIS
307-01B-
Lavagem e Limpeza do Radiador de Fluido da Transmissão
483
307-01B-
Drenagem e Abastecimento do Fluido da Transmissão
486
307-01B-
Conversor de Torque
487
307-01B-
Inspeção de Contaminação do Conversor de Torque
488
307-01B-13 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-13
REPAROS NO VEÍCULO
307-01B-
Tubo de Abastecimento da Transmissão
489
307-01B-
Tampa do Controle Principal
492
307-01B-
Vedador da Árvore da Alavanca de Controle Manual
497
307-01B-
Sensor de Posição da Transmissão Digital (TR)
505
307-01B-
Estrutura Guia do Corpo do Solenóide
513
307-01B-
Solenóides
520
307-01B-
Corpo de Válvulas de Controle Principal
529
307-01B-
Sensor de Rotação da Árvore de Saída (OSS)
538
307-01B-
Conjunto do Corpo do Solenóide
546
307-01B-
Sensor de Rotação da Árvore da Turbina (TSS)
556
307-01B-
Vedador da Semi-árvore — LD, Tração Integral (AWD)
558
307-01B-
Vedador da Semi-árvore — LD, Tração Dianteira (FWD)
561
307-01B-
Vedador da Semi-árvore — LE
564
307-01B-
Isolador do Suporte da Transmissão — 3.0L
566
307-01B-
Isolador do Suporte da Transmissão — 2.5L
572
307-01B-14 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-14
307-01B-
Coxim da Transmissão — Barra Estabilizadora
577
REMOÇÃO
307-01B-
Transmissão — 2.5L
578
307-01B-
Transmissão — 3.0L
585
INSTALAÇÃO
307-01B-
Transmissão — 2.5L
594
307-01B-
Transmissão — 3.0L
601
307-01B-15 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-15
ESPECIFICAÇÕES
Material
Capacidade de
Item Especificação
Abastecimento
Especificações Gerais
Item Especificação
Peso da transmissão 86 kg
Off On Off On On
— — (Desligado) (Ligado) (Desligado) (Ligado) (Ligado)
—
On Off On On Off
N N On (Ligado)
(Ligado) (Desligado) (Ligado) (Ligado) (Desligado)
307-01B-16 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-16
On On On Off Off
D 1 On (Ligado)
(Ligado) (Ligado) (Ligado) (Desligado) (Desligado)
SSD (VFS)
SSA (VFS) SSC (VFS) SSE
SSB (VFS) NH (CB Off
L L NL (CB NL (CB (Lig/Desl)
NH (3,5,R) L,R/C (Desligado)
1,2,3,4) 2,6) NC
4,5,6)
a
O solenóide mudará de estado se o veículo estiver avançando com a alavanca seletora na
posição NEUTRO.
CB = Freio da embreagem
NC = Normalmente fechado
NH = Normalmente alta
NL = Normalmente baixa
1ª X Xª X
2ª X X O/R
307-01B-17 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-17
Marcha à Primeira/
Sobremarcha Intermediária
Marcha Direta (C 3,5,R) Frente Marcha à Unidirecional
(C 4,5,6) (CB 2,6)
(CB 1,2,3,4) Ré (CB L,R)
3ª X X O/R
4ª X X O/R
5ª X X O/R
6ª X X O/R
Reverse
(marcha X X
à ré)
a
Desliga acima de 6 km/h (4 mph).
CB = Freio da embreagem
2ª 2,964:1
3ª 1,912:1
4ª 1,446:1
5ª 1:1
6ª 0,746:1
Especificações de Torque
Descrição N.m lbf.pé [Link].
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
Descrição da Transmissão
Esta é uma transmissão automática de 6 marchas com
controle eletrônico de mudanças. Foi concebida para
operação em um sistema de tração transversal para
veículos com tração dianteira (FWD) e com tração integral
(AWD).
Esta transmissão possui um conversor de torque de 4
elementos, o qual inclui uma embreagem do conversor de
torque (TCC) e um trem de engrenagens com 3 conjuntos
planetários.
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
Etiquetas de Identificação
Localização da Etiqueta de Identificação
Item Descrição
Item Descrição
2 Código de barras 1
6 Código de barras 2
Item Descrição
Item Descrição
Sempre que um corpo do solenóide novo é instalado, um novo arquivo de estratégia do corpo do
solenóide é baixado no PCM utilizando a ferramenta de diagnóstico. Uma etiqueta do corpo do
solenóide de reposição é fornecida no novo componente, contendo a identificação de 13 dígitos da
estratégia do corpo do solenóide e de 7 dígitos do corpo do solenóide. A nova etiqueta é colocada
sobre a etiqueta original no corpo do solenóide.
307-01B-26 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-26
Item Descrição
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
Componentes Principais
Esta transmissão possui os seguintes componentes principais:
— Embreagem de direta.
— Embreagem da primeira/ré.
— Embreagem intermediária.
— Dianteiro.
— Central.
— Traseira.
• Controle principal:
Item Descrição
1 Corpo do solenóide
2 Corpo da válvula
15 Conjunto da bomba
16 Conversor de torque
18 Corrente de acionamento
19 Engrenagem de estacionamento
20 Garra de estacionamento
307-01B-31 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-31
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
Relações de Engrenamento
Esta transmissão tem 6 marchas à frente e ré.
Marcha Relação
1ª/baixa 4,584:1
2ª 2,964:1
3ª 1,912:1
4ª 1,446:1
5ª 1:1
6ª 0,746:1
Marcha à ré 2,94:1
307-01B-32 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-32
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
Conversor de Torque
O conversor de torque transmite e multiplica o torque. O conversor de torque é um dispositivo de 4
elementos:
• Turbina.
• Reator.
A turbina é acionada pelo fluido da transmissão proveniente do impulsor e transmite potência para a
árvore de entrada.
O reator redireciona o fluxo do fluido da transmissão da turbina para o impulsor de forma que esta
gire na mesma direção que o impulsor. Esta ação auxilia na multiplicação do torque.
O reator possui uma embreagem unidirecional (OWC) para mantê-lo estacionário durante a
multiplicação do torque e permite o seu giro em velocidades mais altas do veículo.
307-01B-33 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-33
Item Descrição
2 Reator
3 Turbina
6 Movimentação do fluido
8 Árvore de entrada
9 Rotação do motor
O PCM controla a operação da TCC por meio do solenóide da TCC no corpo do solenóide. A
operação do solenóide da TCC provê a modulação da pressão hidráulica para alterar a posição da
válvula de controle da TCC e a válvula de aplicação do regulador da TCC que altera a pressão e a
direção do fluido da transmissão no conversor de torque.
Item Descrição
3 Turbina
4 Reator
6 Rolamentos de encosto
307-01B-35 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-35
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
Padrões de Mudança
Mudanças Ascendentes
A mudança ascendente é controlada pelo PCM. O PCM recebe informações de vários sensores do
motor ou do veículo e as demandas do motorista para controlar a programação das mudanças, a
sensação da mudança e a operação da embreagem do conversor de torque (TCC).
Mudanças Descendentes
Em determinadas condições, a transmissão reduzirá automaticamente para uma marcha mais baixa
(sem mover a alavanca seletora). Há 3 categorias de reduções de marcha automáticas: redução de
velocidade, demanda de torque e mudanças ou reduções forçadas.
Desaceleração
Demanda de Torque
Redução de Velocidade
Para aceleração máxima, o motorista pode forçar uma mudança descendente pressionando o pedal
do acelerador até o fundo. Uma mudança forçada para uma marcha inferior é possível abaixo das
velocidades calibradas. As especificações das velocidades de redução de marcha estão sujeitas a
variações devido aos requisitos de tamanho dos pneus e de calibração da transmissão.
307-01B-36 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-36
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
Esta transmissão possui 3 conjuntos planetários para operação em 6 marchas à frente e ré.
• Planetário central.
A engrenagem solar do planetário central é entalhada na árvore de saída e é utilizada como entrada
para os conjuntos planetários em 1ª, 2ª, 3ª e 4ª marchas.
Item Descrição
Árvore de Entrada
Item Descrição
2 Árvore de entrada
Item Descrição
• Corrente de acionamento.
Item Descrição
2 Corrente de acionamento
5 Conjunto do diferencial
Diferencial
Ao conduzir em linha reta, as duas rodas dianteiras giram relativamente na mesma velocidade. Isso
significa que as duas engrenagens satélites também giram na mesma velocidade, enquanto os dois
pinhões se movimentam (mas não giram) com as engrenagens satélites. Ao fazer curvas, a roda no
lado externo da curva é forçada a girar mais rapidamente do que a roda no lado interno da curva.
Como as engrenagens satélites agora devem girar em velocidades diferentes, os pinhões giram no
eixo permitindo a rotação dos eixos motrizes em velocidades diferentes enquanto transmite o torque
de saída.
Item Descrição
1 Caixa do diferencial
2 Eixo do pinhão
3 Pinhões
4 Engrenagens satélites
307-01B-46 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-46
A embreagem de direta é uma embreagem motriz que transfere potência do conjunto do cubo da
embreagem de direta/sobremarcha ao conjunto da engrenagem solar do planetário e casquilho. A
embreagem de direta é aplicada em 3ª e 5ª marchas e ré.
Item Descrição
7 Árvore de entrada
Item Descrição
3 Árvore de entrada
Item Descrição
1 Caixa da transmissão
2 Suporte central
Embreagem da Primeira/Ré
Item Descrição
1 Caixa da transmissão
5 Embreagem da primeira/ré
10 Suporte central
307-01B-54 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-54
Item Descrição
1 Caixa da transmissão
9 Embreagem unidirecional/primeira
Item Descrição
1 Caixa da transmissão
Vedação Externa
A carcaça do conversor de torque possui um vedador do tipo lábio que veda o cubo do conversor de
torque. O conjunto da bomba é vedado à carcaça do conversor de torque com um vedador de
borracha. A alavanca de controle manual e as semi-árvores também utilizam vedadores tipo lábio.
Os veículos com tração integral (AWD) não utilizam um vedador da semi-árvore (LD), a transmissão
é selada pela unidade de transferência de potência (TDP) no lado direito.
Item Descrição
1 Conversor de torque
4 Conjunto da bomba
Item Descrição
9 Caixa da transmissão
15 Bujão de drenagem
Item Descrição
1 Rolamento de encosto nº 1
2 Rolamento de encosto nº 2
3 Rolamento de encosto nº 3
4 Rolamento de encosto nº 5
5 Rolamento de encosto nº 6
6 Rolamento de encosto nº 7
7 Rolamento de encosto nº 8
307-01B-61 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-61
Item Descrição
8 Rolamento de encosto nº 10
9 Rolamento de encosto nº 11
10 Rolamento de encosto nº 12
11 Arruela de encosto nº 13
12 Rolamento de encosto nº 15
Lubrificação
O fluido da transmissão entra nos circuitos de lubrificação após passar através do radiador de fluido
da transmissão. O radiador de fluido da transmissão está instalado na frente do veículo. Quando o
fluido da transmissão não está na temperatura de operação, uma válvula térmica de passagem
interna permite que o fluido seja desviado do radiador de fluido da transmissão. Quando o fluido da
transmissão circula através do radiador de fluido, ele retorna para a transmissão pelos tubos do
radiador de fluido através do tubo de retorno do radiador de fluido da transmissão.
O fluido da transmissão no circuito da árvore de entrada circula a partir da parte posterior da árvore
de entrada em direção à parte dianteira da árvore de entrada, passando pelos orifícios na árvore de
entrada a fim de lubrificar o trem de engrenagens planetárias, embreagens, conjunto da redução final
e outros componentes da transmissão.
307-01B-62 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-62
Item Descrição
Passagens de Lubrificação
Park (Estacionamento)
• O sensor de posição da transmissão (TR) gira a placa, a qual empurra a haste atuadora em
direção à garra de estacionamento.
Item Descrição
7 Alavanca manual
10 Garra de estacionamento
13 Caixa da transmissão
14 Engrenagem de estacionamento
17 Arruela de encosto nº 13
18 Rolamento de encosto nº 12
24 Corrente de acionamento
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
Sistema Hidráulico
Filtro do Fluido da Transmissão
O fluido da transmissão na área do coletor na parte inferior da caixa de transferência passa através
de um filtro de fluido para o conjunto da bomba. A bomba é parafusada na carcaça do conversor de
torque e acionada pelo cubo do conversor de torque.
Item Descrição
1 Conversor de torque
4 Conjunto da bomba
6 Caixa da transmissão
307-01B-67 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-67
O indicador de nível do fluido da transmissão faz parte do tubo de abastecimento de fluido localizado
na parte posterior da carcaça do conversor de torque.
O nível correto do fluido da transmissão é entre as marcas mínima e máxima no indicador de nível.
Item Descrição
Controle Principal
Item Descrição
2 Conjunto da bomba
3 Caixa da transmissão
5 Corpo da válvula
6 Esferas de retenção
Item Descrição
1 Válvula manual
11 Corpo de válvulas
307-01B-71 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-71
Corpo do Solenóide
307-01B-72 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-72
Item Descrição
2 Corpo do solenóide
10 Solenóide LIGA/DESLIGA
Conjunto da Bomba
Item Descrição
1 Conjunto da bomba
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
Circuitos Hidráulicos
Identificação e Função dos Circuitos Hidráulicos
Nome do
Descrição
Circuito
C1234 FDBK Pressão de C1234 proveniente da válvula de engate 1234 fornecida à válvula
reguladora 1234 para opor-se ao movimento da válvula de pressão C1234 do
VBS durante a aplicação da embreagem de marcha à frente (1, 2, 3, 4).
Nome do Descrição
Circuito
C35R FDBK Pressão de C35R proveniente da válvula de engate 35R fornecida à válvula
reguladora 35R para opor-se ao movimento da válvula da pressão C35R do
VBS durante a aplicação da embreagem de direta (3, 5, R).
Nome do Descrição
Circuito
DRIVE 2/C35R Pressão da posição “D” 2 ou C35R FD fornecida para a válvula reguladora 35R
FD a partir da válvula corrediça FD da posição “D” 2/C35R durante a aplicação da
embreagem de direta (3, 5, R).
REG APPLY Pressão regularizada de DRIVE 2 fornecida à válvula de controle da TCC pelo
regulador de controle de pressão para aplicação da TCC.
TCC APPLY Pressão fornecida ao conversor de torque pela válvula de controle da TCC para
aplicar a embreagem. TCC APPLY (aplicação da TCC) também é um circuito de
retorno para o circuito TCC RELEASE (liberação da TCC).
TCC RELEASE Pressão fornecida ao conversor de torque pela válvula de controle da TCC para
liberar a embreagem. TCC RELEASE (liberação da TCC) também é um circuito
de retorno para o circuito TCC APPLY (aplicação da TCC).
VBS C1234 Pressão variável de SOL FD fornecida à válvula reguladora 1234 e à válvula de
engate 1234 pelo solenóide de mudanças A (SSA) para posicionar as válvulas
para a aplicação da embreagem de marcha à frente (1, 2, 3, 4).
307-01B-77 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-77
Nome do Descrição
Circuito
VBS C35R Pressão variável SOL FD fornecida à válvula reguladora 35R e à válvula de
engate 35R pelo solenóide de mudanças B (SSB) para posicionar as válvulas
para a aplicação da embreagem de direta (3, 5, R).
VBS LINE Pressão variável SOL FD fornecida para a válvula reguladora de pressão
principal pelo solenóide LPC para controlar a linha de pressão.
VBS TCC Pressão variável SOL FD fornecida à válvula reguladora da TCC e à válvula de
controle da TCC para posicionar as válvulas pelo solenóide TCC para a
aplicação da TCC.
307-01B-78 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-78
307-01B-79 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-79
307-01B-80 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-80
307-01B-81 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-81
307-01B-82 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-82
307-01B-83 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-83
A pressão da linha é controlada pelo solenóide de controle de pressão da linha (LPC), o qual é
controlado pelo PCM. Isso efetua a sensação da mudança e aplica a operação do componente.
Quando o motor está em funcionamento, a bomba fornece pressão para a válvula reguladora de
pressão principal, a qual é controlada pelo solenóide LPC. A válvula reguladora de pressão principal
controla a pressão da linha ao circuito LINE, que alimenta a válvula reguladora do solenóide da
válvula manual e a válvula reguladora de controle de pressão.
307-01B-84 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-84
Quando a válvula manual está na posição de MARCHA À RÉ, ela fornece pressão da linha à válvula
de passagem de controle da embreagem para posicioná-la a fim de fornecer pressão à válvula
reguladora de direta (3, 5, R) e pressão de linha regularizada à embreagem da primeira/ré para
aplicar a embreagem.
Quando está nas posições LIGADO (D) ou BAIXA (L), a válvula manual direciona pressão da linha
proveniente do circuito LINE ao circuito DRIVE a fim de fornecer pressão da linha para:
A pressão para liberação da TCC é fornecida pela válvula reguladora de pressão principal à válvula
de controle da TCC através do circuito CONV FD. O circuito CONV FD também fornece lubrificação
para o diferencial. Quando a TCC é liberada, a válvula de controle da TCC é posicionada pelo
solenóide da TCC de forma a direcionar pressão CONV FD para o circuito TCC RELEASE (liberação
da TCC) para liberar a TCC. A pressão TCC RELEASE retorna para a válvula de controle da TCC
através do circuito TCC APPLY (aplicação da TCC). A posição da válvula de controle da TCC abre o
circuito TCC APPLY para o circuito COOLER FD, o qual permite a circulação do fluido da
transmissão retornado do conversor de torque através do circuito da válvula térmica de passagem
quando a temperatura do fluido da transmissão (TFT) está abaixo de 80°C-93°C ou do radiador de
fluido da transmissão quando a temperatura está acima de 80°C-93°C.
O fluido da transmissão retornado pela válvula térmica de passagem ou pelo radiador de fluido
fornece a lubrificação da transmissão através do circuito LUBE que passa através da árvore de
entrada.
Quando a embreagem da TCC é aplicada, o solenóide TCC aplica pressão às válvulas reguladoras e
de controle da TCC de forma a posicioná-las para aplicar a embreagem da TCC. Pressão
regularizada da linha é fornecida à válvula de controle da TCC através do circuito REG APPLY pela
válvula reguladora da TCC. A válvula de controle da TCC direciona a pressão regularizada da linha
do circuito REG APPLY ao circuito TCC APPLY para aplicar a TCC. A válvula de controle da TCC
bloqueia o circuito TCC RELEASE a fim de manter a pressão no circuito TCC APPLY. A válvula de
controle da TCC direciona o circuito CONV FD ao circuito COOLER FD a fim de permitir a circulação
do fluido da transmissão através da válvula térmica de passagem ou do radiador de fluido da
transmissão ao circuito LUBE para lubrificar a transmissão.
O solenóide LPC aplica pressão variável para a válvula reguladora de pressão principal a fim de
controlar a pressão da linha.
307-01B-87 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-87
Na posição R (MARCHA À RÉ), o SSD aplica pressão variável às válvulas de engate e reguladora
da primeira-ré/456 através do circuito hidráulico VBS CBR1/456 a fim de posicionar as válvulas para
aplicar a embreagem da primeira/ré. O solenóide SSE ON/OFF direciona pressão à válvula de
passagem de controle da embreagem de forma a posicionar a válvula para direcionar a pressão
regularizada da linha da válvula reguladora da primeira-ré/456 para a embreagem da primeira-ré. A
válvula de passagem de controle da embreagem também direciona pressão da linha do circuito
REVERSE para a válvula reguladora 35R através dos circuitos C35R FD e DRIVE 2/C35R FD. O
solenóide de mudanças B (SSB) direciona pressão variável às válvulas de engate e reguladora 35R
através do circuito hidráulico VBS C35R para aplicar a embreagem de direta (3, 5, R).
307-01B-88 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-88
Quando a velocidade do veículo está abaixo de 6 km/h, ou a alavanca seletora está na posição da
primeira manual, o SSD aplica pressão variável às válvulas de engate e reguladora da primeira-
ré/456 através do circuito hidráulico VBS CBR1/456 a fim de posicionar as válvulas para aplicar a
embreagem da primeira/ré. O solenóide SSE ON/OFF direciona pressão à válvula de passagem de
controle da embreagem de forma a posicionar a válvula para direcionar a pressão regularizada da
linha da válvula reguladora da primeira-ré/456 para a embreagem da primeira-ré. À medida que a
velocidade do veículo aumenta acima de 6 km/h em 1ª marcha, o SSD remove pressão das válvulas
de engate e reguladora da primeira-ré/456 e o SSE remove pressão da válvula de passagem de
controle da embreagem para liberar a embreagem da primeira/ré.
307-01B-89 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-89
307-01B-90 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-90
A TCC pode ser aplicada em 4ª, 5ª ou 6ª marcha. Para aplicar a TCC, o solenóide da TCC aplica
pressão à válvula reguladora da TCC e à válvula de controle da TCC a fim de posicionar as válvulas
para aplicar a embreagem.
Durante uma falha mecânica, hidráulica ou elétrica com a alavanca manual na posição “D”, a
transmissão assume como padrão a 5a marcha. Quando a transmissão está no modo de proteção
contra falhas na 5ª marcha, o PCM não controla os solenóides de mudanças e, por padrão, eles
assumem seus estados normais (PRESSÃO MÁXIMA, PRESSÃO MÍNIMA, LIGADO OU
DESLIGADO). O solenóide LPC assume como padrão a pressão máxima, o SSA assume como
padrão a pressão mínima, o SSB assume como padrão a pressão máxima, o SSC assume como
padrão a pressão mínima, o SSD assume como padrão a pressão máxima e o solenóide TCC
assume como padrão a pressão mínima.
Com o SSB aplicando pressão máxima às válvulas de engate e reguladora da embreagem de direta
(3, 5, R), a embreagem de direta é aplicada (3, 5, R). Com o SSD aplicando pressão máxima às
válvulas de engate e reguladora da primeira-ré/456 com o SSE na posição OFF (DESLIGADO), a
embreagem de sobremarcha (4, 5, 6) é aplicada, fornecendo a 5ª marcha.
307-01B-95 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-95
Pressão da linha é fornecida à válvula reguladora 1234 pela válvula manual nas posições LIGADO
(D) e BAIXA (L). Para aplicar a embreagem de marcha à frente (1, 2, 3, 4), o SSA fornece pressão
variável do solenóide as válvulas de engate e reguladora de 1234. Conforme se movimenta, a
válvula reguladora fornece pressão regularizada da linha para a embreagem de marcha à frente (1,
2, 3, 4) e para a válvula de engate 1234 através do circuito C1234. A válvula de engate 1234
direciona a pressão regularizada da linha ao lado oposto da válvula reguladora 1234 através do
circuito C1234 FDBK para acoplamento gradual da embreagem de direta (1, 2, 3, 4). A embreagem
de marcha à frente (1, 2, 3, 4) é aplicada na 1ª, 2ª, 3ª e 4ª marchas e na posição BAIXA (L).
307-01B-96 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-96
Quando a embreagem de direta (3, 5, R) é aplicada na posição “R”, pressão da linha proveniente da
válvula manual é direcionada para a válvula de passagem de controle da embreagem através do
circuito REVERSE. A pressão da linha no circuito REVERSE posiciona a válvula de passagem de
controle da embreagem e fornece pressão da linha para aplicar a embreagem de direta (3, 5, R).
Pressão da linha proveniente da válvula de passagem de controle da embreagem é fornecida para a
válvula reguladora 35R através do circuito C35R FD, esfera de retenção de DRIVE 2/C35R FD e
circuito DRIVE 2/C35R FD.
Para aplicar a embreagem de direta (3, 5, R), o SSB aplica pressão variável do solenóide às válvulas
de engate e reguladora 35R. Conforme se movimenta, a válvula reguladora fornece pressão
regularizada da linha para a embreagem de direta (3, 5, R) e a válvula de engate 35R através do
circuito C35R. A válvula de engate 35R direciona a pressão regularizada da linha para o lado oposto
da válvula reguladora 35R através do circuito C35R FDBK para aplicação gradual da embreagem de
direta (3, 5, R).
307-01B-98 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-98
Para aplicar a embreagem de direta (3, 5, R), o SSB aplica pressão variável do solenóide às válvulas
de engate e reguladora 35R. Conforme se movimenta, a válvula reguladora 35R fornece pressão
regularizada da linha para a embreagem de direta (3, 5, R) e a válvula de engate 35R através do
circuito C35R. A válvula de engate 35R direciona a pressão regularizada da linha para o lado oposto
da válvula reguladora através do circuito C35R FDBK para aplicação gradual da embreagem de
direta (3, 5, R).
307-01B-99 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-99
Quando a embreagem de direta (3, 5, R) é liberada, a pressão do solenóide do SSB é removida das
válvulas de engate e reguladora 35R, o que posiciona as válvulas para bloquear a pressão da linha e
liberar a embreagem de direta (3, 5, R). Quando a embreagem de direta (3, 5, R) é liberada na
posição ESTACIONAMENTO (P) ou NEUTRO (N), pressão da linha não é fornecida à válvula
reguladora 35R.
Pressão da linha é fornecida à válvula reguladora 26 pela válvula manual nas posições LIGADO (D)
e BAIXA (L). Para aplicar a embreagem intermediária (2, 6), o SSC fornece pressão variável do
solenóide para as válvulas de engate e reguladora 26. Conforme se movimenta, a válvula reguladora
26 fornece pressão regularizada da linha para embreagem intermediária (2, 6) e a válvula de engate
através do circuito CB26. A válvula de engate 26 direciona a pressão regularizada da linha para o
lado oposto da válvula reguladora 26 através do circuito CB26 FDBK para o acoplamento gradual da
embreagem intermediária (2, 6). A embreagem intermediária (2, 6) é aplicada em 2ª e 6ª marchas.
307-01B-101 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-101
Quando a embreagem intermediária (2, 6) é liberada na 1ª, 3ª, 4ª e 5ª marchas e na posição BAIXA
(L) manual, a pressão do solenóide SSC é removida das válvulas de engate e reguladora 26, o que
posiciona as válvulas para bloquear a pressão da linha e liberar a embreagem intermediária (2, 6).
Quando a embreagem intermediária (2, 6) é liberada na posição ESTACIONAMENTO (P), MARCHA
À RÉ (R) ou NEUTRO (N), a pressão da linha não é fornecida para a válvula reguladora 26.
Pressão da linha é fornecida para a válvula reguladora da primeira-ré/456 pela bomba a cada
velocidade e posição da alavanca manual. Para aplicar a embreagem da primeira/ré, o SSD fornece
pressão variável do solenóide para as válvulas de engate e reguladora da primeira-ré/456. Conforme
se movimenta, a válvula reguladora da primeira-ré/456 fornece pressão regularizada da linha para a
válvula de passagem de controle da embreagem e a válvula de engate da primeira-ré/456 através do
circuito CBR1/C456. A válvula de engate da primeira-ré/456 direciona a pressão regularizada da
linha para o lado oposto da válvula reguladora 456 através do circuito CBR1/C456 FDBK para o
acoplamento gradual da embreagem da primeira-ré/456. A embreagem da primeira/ré é aplicada nas
posições ESTACIONAMENTO (P), MARCHA À RÉ (R), NEUTRO (N), 1ª MARCHA ABAIXO DE 6
KM/H e BAIXA (L) MANUAL.
Quando a embreagem da primeira/ré é liberada em 4ª, 5ª, e 6ª, marchas, a válvula reguladora da
primeira-ré/456 fornece pressão regularizada para a válvula de passagem de controle da
embreagem através do circuito CBR1/C456. Com o ON/OFF SSE na posição DESLIGADO, a
pressão regularizada é direcionada para a embreagem de sobremarcha (4, 5, 6).
307-01B-105 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-105
Pressão da linha é fornecida para a válvula reguladora da primeira-ré/456 pela bomba a cada
velocidade e posição da alavanca manual. Para aplicar a embreagem da primeira/ré, o SSD fornece
pressão variável do solenóide para as válvulas de engate e reguladora da primeira-ré/456. Conforme
se movimenta, a válvula reguladora fornece pressão regularizada da linha para a válvula de controle
de passagem da embreagem e a válvula de engate da primeira-ré/456 através do circuito
CBR1/C456. A válvula de engate da primeira-ré/456 direciona pressão regularizada da linha para o
lado oposto da válvula reguladora da primeira-ré/456 através do circuito CBR1/C456 FDBK para o
acoplamento gradual da embreagem de sobremarcha (4, 5, 6).
307-01B-106 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-106
Para aplicar a embreagem de sobremarcha (4, 5, 6), a posição da válvula de passagem de controle
da embreagem permite que a pressão regularizada da linha no circuito CBR1/C456 alimente o
circuito C456, aplicando a embreagem de sobremarcha (4, 5, 6). A pressão de engate da válvula de
passagem de controle da embreagem é fornecida pelo circuito C456. A embreagem de sobremarcha
(4, 5, 6) é aplicada em 4ª, 5ª e 6ª marchas.
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
• Ponto de mudança.
Além disso, o PCM recebe sinais de entrada de determinados sensores e interruptores relacionados
à transmissão. O PCM também utiliza estes sinais ao determinar a estratégia de operação da
transmissão.
Utilizando todos esses sinais de entrada, o PCM pode determinar quando é o momento certo e
existem condições para uma mudança, ou quando aplicar ou liberar a embreagem do conversor de
torque. Determinará também a melhor pressão da linha necessária para otimizar a sensação do
engrenamento. Para tanto, o PCM utiliza os solenóides de saída para controlar o funcionamento da
transmissão.
A seguir está uma descrição sucinta de cada um dos sensores e atuadores utilizados para controlar
o funcionamento da transmissão.
O sistema de ignição eletrônica (EI) consiste do PCM, do sensor de posição da árvore de manivelas
(CKP) e das bobinas de ignição. O sensor CKP envia um sinal de posição da árvore de manivelas
para o PCM. O PCM então envia o sinal de ignição apropriado para as bobinas. O PCM também
utiliza esse sinal, bem como o controle de mudanças com a válvula de aceleração totalmente aberta
(WOT), o controle do TCC e o controle eletrônico de pressão.
O sensor de posição do pedal do acelerador (APP) está instalado no pedal do acelerador. O APP
detecta a posição do pedal do acelerador e envia esta informação na forma de uma tensão ao PCM.
O PCM utiliza a informação do sensor APP para ajudar na determinação da pressão da linha,
programação das mudanças e funcionamento da TCC. A falha desse sensor causará o
funcionamento da transmissão com pressão de linha mais alta para evitar danos à mesma. Essa
pressão de linha mais alta causa mudanças ascendentes duras e acoplamentos difíceis.
307-01B-109 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-109
O PCM utiliza o nível de tensão monitorado do sensor TP para o controle da pressão da linha (LPC),
funcionamento da embreagem do conversor de torque (TCC) e a programação das mudanças.
Na ocorrência de falha no circuito do sensor TRP, o processador reconhecerá que o sinal do sensor
TP está fora de especificação. O processador então funcionará a transmissão num modo de alta
capacidade para evitar danos à mesma.
PCM
O conjunto do sensor de posição da transmissão (TR) é um sensor montado internamente que inclui
o suporte de retenção e está situado acima do conjunto do controle principal. Os componentes do
sensor TR são ajustados na fábrica e instalados como um conjunto calibrado. O sensor TR contém
circuitos eletrônicos que fornecem ao PCM um ciclo de trabalho de freqüência fixa para cada uma
das várias posições da alavanca manual (ESTACIONAMENTO (P), RÉ (R), NEUTRO (N), LIGADO
(D) e BAIXA (L) ao PCM). O PCM utiliza o sinal do sensor de posição da transmissão para partida
do motor, operação das luzes de ré, LPC, programação das mudanças e o conversor de torque.
O interruptor de posição do pedal do freio (BPP) informa ao PCM quando os freios são aplicados. O
interruptor BPP fecha quando os freios são aplicados e abre quando os freios são liberados. O sinal
do BPP é utilizado para atuação do bloqueio de mudanças.
O sensor de rotação da árvore da turbina (TSS) é um captador de efeito Hall que envia um sinal ao
PCM indicando a velocidade de entrada da árvore de turbina da transmissão. O sensor TSS fornece
informação de velocidade da turbina do conversor para a estratégia da embreagem do conversor de
torque. É utilizado também na determinação das configurações da pressão estática da LPC.
307-01B-110 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-110
Corpo do Solenóide
O corpo do solenóide possui um arquivo de dados de estratégia exclusivo que deve ser carregado no
PCM. Cada corpo do solenóide possui uma identificação de 7 dígitos e uma estratégia de 13 dígitos
do corpo do solenóide. Sempre que um novo corpo do solenóide é instalado ou uma nova
transmissão é instalada, deve-se usar a ferramenta de diagnóstico para obter o arquivo de dados de
estratégia do corpo do solenóide e baixá-lo para o PCM.
O solenóide LPC é um solenóide de força variável (VFS) que varia a pressão hidráulica mediante a
atuação da válvula hidráulica.
O PCM aplica corrente variável ao solenóide LPC que varia a pressão no circuito hidráulico VBS
LINE para a válvula reguladora de pressão principal. Para mais informações, CONSULTE o item
“Circuitos Hidráulicos”, nesta seção.
Com pressão zero, o solenóide LPC abre completamente a válvula hidráulica que aplica a
quantidade máxima de pressão hidráulica à válvula reguladora de pressão principal através do
circuito hidráulico, e aplica pressão máxima da linha no circuito hidráulico LINE. Com corrente
máxima fornecida ao solenóide, a válvula hidráulica fecha completamente o orifício de saída da
pressão mínima ao circuito hidráulico VBS LINE para abaixar a pressão da linha no circuito hidráulico
LINE.
307-01B-111 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-111
A embreagem do conversor de torque (TCC) é um VFS que varia a pressão hidráulica mediante a
atuação de uma válvula hidráulica.
O PCM aplica corrente variável ao solenóide TCC, que varia a pressão no circuito hidráulico VBS
TCC para a válvula reguladora da TCC e a válvula de controle da TCC. Para mais informações,
CONSULTE o item “Circuitos Hidráulicos”, nesta seção.
O solenóide TCC utiliza operação proporcional. Conforme a corrente proveniente do PCM diminui, a
pressão proveniente do solenóide diminui. Conforme a corrente proveniente do PCM aumenta, a
pressão proveniente do solenóide aumenta. O solenóide LPC recebe pressão hidráulica do circuito
SOL FD.
307-01B-112 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-112
Com corrente zero, o solenóide TCC fecha completamente a válvula hidráulica, que aplica a
quantidade mínima de pressão hidráulica à válvula reguladora da embreagem do conversor de
torque através do circuito hidráulico VBS TCC e libera a TCC. Com corrente máxima ao solenóide, a
válvula hidráulica abre completamente o orifício de saída da pressão máxima ao circuito hidráulico
VBS TCC para aplicar a TCC.
Os solenóides de mudanças A-D são solenóides do tipo força variável que variam a pressão
hidráulica mediante a atuação de uma válvula hidráulica.
O PCM aplica corrente variável aos solenóides de mudanças que variam a pressão no circuito
hidráulico às válvulas de engate e reguladora da embreagem que os controla. Para mais
informações, CONSULTE o item “Circuitos Hidráulicos”, nesta seção.
Os solenóides SSA e SSC utilizam operação proporcional. Conforme a corrente proveniente do PCM
diminui, a pressão proveniente do solenóide diminui. Conforme a corrente proveniente do PCM
aumenta, a pressão proveniente do solenóide aumenta. Os solenóides SSA e SSC recebem pressão
hidráulica do circuito SOL FD.
Com corrente zero, SSA e SSC fecham completamente as válvulas hidráulicas, o que aplica pressão
hidráulica zero às válvulas de engate e reguladora da embreagem controlada pelo mesmo e libera a
embreagem. Com corrente máxima aos solenóides, as válvulas hidráulicas são completamente
fechadas para pressão máxima às válvulas de engate e reguladora da embreagem para aplicar a
embreagem.
307-01B-114 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-114
Item Descrição
SSB e SSD utilizam operação inversamente proporcional. Conforme a corrente proveniente do PCM
diminui, a pressão proveniente do solenóide aumenta. Conforme a corrente proveniente do PCM
aumenta, a pressão proveniente do solenóide diminui. Os solenóides SSB e SSD recebem pressão
hidráulica do circuito SOL FD.
307-01B-115 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-115
Com corrente zero, SSB e SSD abrem completamente as válvulas hidráulicas, o que aplica pressão
hidráulica máxima às válvulas de engate e reguladora da embreagem para aplicar a embreagem
controlada pelo mesmo. Com corrente máxima aos solenóides, a válvula hidráulica é completamente
fechada para aplicar pressão hidráulica zero às válvulas de engate e reguladora da embreagem
controlada pelo mesmo e libera a embreagem.
Item Descrição
O SSE recebe pressão hidráulica do circuito SOL FD. Quando o SSE está DESLIGADO, o
fornecimento do solenóide é bloqueado e o orifício de saída (circuito ON/OFF SIG) é conectado ao
orifício de descarga. Quando o SSE está LIGADO, o orifício de descarga é bloqueado e o
fornecimento do solenóide é conectado ao orifício de saída (circuito ON/OFF SIG), fornecendo
pressão para a válvula de passagem de controle da embreagem.
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
Operação da Transmissão
Visão Geral da Operação da Transmissão
Conversor de Torque
• Impulsor.
• Turbina.
• Reator.
Conjunto Planetário
• Dianteiro.
• Central.
• Traseira.
Embreagens de Aplicação
• Embreagem da primeira/ré.
Sistema Hidráulico
Para mais informações sobre os componentes, CONSULTE o item “Sistema Hidráulico”, nesta
seção.
Funcionamento Eletrônico
• Solenóide TCC.
Funcionamento Mecânico
APLIQUE os componentes:
• Embreagem da primeira/ré.
• Nenhum.
• Engrenagem solar.
• Nenhum.
• Suporte do planetário.
Engrenagem
/ Posição da Direta Sobremarcha À Frente Primeira/Ré Intermediária
Unidirecional
Alavanca (3, 5, R) (4, 5, 6) (1, 2, 3, 4) (L, R) (2, 6)
Manual
PARK X
Funcionamento Hidráulico
• A posição da válvula reguladora de pressão principal é controlada pela pressão variável fornecida
pelo solenóide LPC através do circuito VBS LINE.
307-01B-122 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-122
• Quando a TCC é liberada, a pressão CONV FD é direcionada para o circuito TCC RELEASE pela
válvula de controle da TCC. A pressão proveniente do circuito TCC RELEASE libera a TCC.
• O fluido proveniente de TCC RELEASE retorna para a válvula de controle da TCC através do
circuito TCC APPLY.
• A válvula de controle da TCC direciona o fluido proveniente do circuito TCC APPLY (circuito de
retorno do conversor de torque quando a TCC é liberada) ao circuito COOLER FD.
• O solenóide LPC aplica pressão variável à válvula reguladora de pressão principal através do
circuito hidráulico VBS LINE. O solenóide LPC regulariza a pressão da linha mediante o controle
da posição da válvula reguladora de pressão principal.
Funcionamento Elétrico
Solenóide de Mudanças
Posição
Engrenagem
Básica da TCC (VFS)
Controlada SSA (VFS) SSB SSC (VFS) SSD (VFS) SSE
Alavanca NL
pelo PCM NL (1, 2, 3, (VFS) NH NL (2, 6) NH (L, R/4, (Lig/Desl)
Seletora
4) (3, 5, R) 5, 6) NC
NC = Normalmente fechado.
NH = Normalmente alta.
NL = Normalmente baixa.
307-01B-124 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-124
307-01B-125 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-125
Posição Ré
Funcionamento Mecânico
APLIQUE os componentes:
• Embreagem da primeira/ré.
• Suporte do planetário.
• Engrenagem solar.
• Nenhum.
• Suporte do planetário.
Engrenagem
/ Posição da Direta Sobremarcha À Frente Primeira/Ré Intermediária
Unidirecional
Alavanca (3, 5, R) (4, 5, 6) (1, 2, 3, 4) (L, R) (2, 6)
Manual
Reverse
(marcha à X X
ré)
Funcionamento Hidráulico
• A posição da válvula reguladora de pressão principal é controlada pela pressão variável fornecida
pelo solenóide LPC através do circuito VBS LINE.
• Quando a TCC é liberada, a pressão CONV FD é direcionada para o circuito TCC RELEASE pela
válvula de controle da TCC. A pressão proveniente do circuito TCC RELEASE libera a TCC.
• O fluido proveniente de TCC RELEASE retorna para a válvula de controle da TCC através do
circuito TCC APPLY.
307-01B-128 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-128
• A válvula de controle da TCC direciona o fluido proveniente do circuito TCC APPLY (circuito de
retorno do conversor de torque quando a TCC é liberada) ao circuito COOLER FD.
• O solenóide LPC aplica pressão variável à válvula reguladora de pressão principal através do
circuito hidráulico VBS LINE. O solenóide LPC regulariza a pressão da linha mediante o controle
da posição da válvula reguladora de pressão principal.
• O solenóide SSB aplica pressão às válvulas de engate e reguladora 35R para aplicar a
embreagem de direta (3, 5, R).
• A pressão da linha fornecida para a válvula manual é direcionada para a válvula de passagem de
controle da embreagem através do circuito REVERSE.
Funcionamento Elétrico
Solenóide de Mudanças
Posição
Engrenagem
Básica da TCC (VFS)
Controlada SSA (VFS) SSB (VFS) SSC (VFS) SSD (VFS) SSE
Alavanca NL
pelo PCM NL (1, 2, 3, NH (3, 5, R) NL (2, 6) NH (L, R/4, (Lig/Desl)
Seletora
4) 5, 6) NC
NC = Normalmente fechado.
NH = Normalmente alta.
NL = Normalmente baixa.
307-01B-130 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-130
307-01B-131 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-131
Posição Neutro
Funcionamento Mecânico
APLIQUE os componentes:
• Embreagem da primeira/ré.
• Nenhum.
• Engrenagem solar.
• Nenhum.
307-01B-132 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-132
• Nenhum.
• Coroa.
• Suporte do planetário.
Marcha/Posição
Direta Sobre À Frente Primeira/ Intermediária
da Alavanca Unidirecional
(3, 5, R) (4, 5, 6) (1,2, 3, 4) Ré (L, R) (2, 6)
Manual
NEUTRO X
Fluxo de Potência
307-01B-133 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-133
Funcionamento Hidráulico
• A posição da válvula reguladora de pressão principal é controlada pela pressão variável fornecida
pelo solenóide LPC através do circuito VBS LINE.
• Quando a TCC é liberada, a pressão CONV FD é direcionada para o circuito TCC RELEASE pela
válvula de controle da TCC. A pressão proveniente do circuito TCC RELEASE libera a TCC.
• O fluido proveniente de TCC RELEASE retorna para a válvula de controle da TCC através do
circuito TCC APPLY.
• A válvula de controle da TCC direciona o fluido proveniente do circuito TCC APPLY (circuito de
retorno do conversor de torque quando a TCC é liberada) ao circuito COOLER FD.
• O solenóide LPC aplica pressão variável à válvula reguladora de pressão principal através do
circuito hidráulico VBS LINE. O solenóide LPC regulariza a pressão da linha mediante o controle
da posição da válvula reguladora de pressão principal.
Funcionamento Elétrico
Solenóide de Mudanças
Posição
Marcha
Básica da TCC (VFS)
Controlada SSA (VFS) SSB (VFS) SSC (VFS) SSD (VFS) SSE
Alavanca NL
pelo PCM NL NH (3, 5, NL (2, 6) NH (L, R/4, (Lig/Desl)
Seletora
(1, 2, 3, 4) R) 5, 6) NC
NC = Normalmente fechado.
NH = Normalmente alta.
NL = Normalmente baixa.
307-01B-135 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-135
307-01B-136 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-136
Funcionamento Mecânico
APLIQUE os componentes:
• OWC.
• Coroa.
• Suporte do planetário.
• Engrenagem solar.
• Suporte do planetário.
• Coroa.
• Engrenagem solar.
• Coroa.
1ª marcha X X
Fluxo de Potência
Funcionamento Hidráulico
• A posição da válvula reguladora de pressão principal é controlada pela pressão variável fornecida
pelo solenóide LPC através do circuito VBS LINE.
• Quando a TCC é liberada, a pressão CONV FD é direcionada para o circuito TCC RELEASE pela
válvula de controle da TCC. A pressão proveniente do circuito TCC RELEASE libera a TCC.
• O fluido proveniente de TCC RELEASE retorna para a válvula de controle da TCC através do
circuito TCC APPLY.
307-01B-139 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-139
• A válvula de controle da TCC direciona o fluido proveniente do circuito TCC APPLY (circuito de
retorno do conversor de torque quando a TCC é liberada) ao circuito COOLER FD.
• O solenóide LPC aplica pressão variável à válvula reguladora de pressão principal através do
circuito hidráulico VBS LINE. O solenóide LPC regulariza a pressão da linha mediante o controle
da posição da válvula reguladora de pressão principal.
• O SSA libera pressão às válvulas de engate e reguladora 1234 para aplicar a embreagem de
marcha à frente (1, 2, 3, 4).
• O SSD libera pressão para as válvulas de engate e reguladora da primeira-ré/456 para liberar a
embreagem da primeira/ré.
• O SSE libera pressão para a válvula de passagem de controle da embreagem para posicioná-la
de forma que a pressão regularizada da linha fornecida no circuito CBR1/C456 para a 4ª, 5ª e 6ª
marchas aplique a embreagem de sobremarcha (4, 5, 6).
• O SSD remove pressão das válvulas de engate e reguladora da primeira-ré/456, o que posiciona
as válvulas de forma a bloquear a pressão da linha e liberar a embreagem da primeira/ré. A
pressão do solenóide proveniente de SSE é removida da válvula de passagem de controle da
embreagem a fim de posicioná-la para aplicar a embreagem de sobremarcha (4, 5, 6).
• Pressão da linha é fornecida à válvula reguladora 1234 pela válvula manual nas posições
LIGADO (D) e BAIXA (L). Para aplicar a embreagem de marcha à frente (1, 2, 3, 4), o SSA
fornece pressão variável do solenóide as válvulas de engate e reguladora de 1234. Conforme se
movimenta, a válvula reguladora 1234 fornece pressão regularizada da linha para a embreagem
de marcha à frente (1, 2, 3, 4) e para a válvula de engate 1234 através do circuito C1234.
A válvula de engate 1234 direciona a pressão regularizada da linha ao lado oposto da válvula
reguladora 1234 através do circuito C1234 FDBK para acoplamento gradual da embreagem de
marcha à frente (1, 2, 3, 4).
307-01B-140 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-140
Funcionamento Elétrico
Solenóide de Mudanças
Posição
Marcha
Básica da TCC (VFS)
Controlada SSA (VFS) SSB (VFS) SSC (VFS) SSD (VFS) SSE
Alavanca NL
pelo PCM NL NH (3, 5, NL (2, 6) NH (L, R/4, (Lig/Desl)
Seletora
(1, 2, 3, 4) R) 5, 6) NC
NC = Normalmente fechado.
NH = Normalmente alta.
NL = Normalmente baixa.
307-01B-141 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-141
307-01B-142 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-142
2ª Marcha
Funcionamento Mecânico
APLIQUE os componentes:
• Suporte do planetário.
• Coroa.
• Engrenagem solar.
• Suporte do planetário.
• Coroa.
• Suporte do planetário.
• Coroa.
• Engrenagem solar.
• Nenhum.
• Engrenagem solar.
2ª marcha X X
Fluxo de Potência
Funcionamento Hidráulico
• A posição da válvula reguladora de pressão principal é controlada pela pressão variável fornecida
pelo solenóide LPC através do circuito VBS LINE.
• Quando a TCC é liberada, a pressão CONV FD é direcionada para o circuito TCC RELEASE pela
válvula de controle da TCC. A pressão proveniente do circuito TCC RELEASE libera a TCC.
• O fluido proveniente de TCC RELEASE retorna para a válvula de controle da TCC através do
circuito TCC APPLY.
307-01B-145 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-145
• A válvula de controle da TCC direciona o fluido proveniente do circuito TCC APPLY (circuito de
retorno do conversor de torque quando a TCC é liberada) ao circuito COOLER FD.
• O solenóide LPC aplica pressão variável à válvula reguladora de pressão principal através do
circuito hidráulico VBS LINE. O solenóide LPC regulariza a pressão da linha mediante o controle
da posição da válvula reguladora de pressão principal.
• O SSA libera pressão às válvulas de engate e reguladora 1234 para aplicar a embreagem de
marcha à frente (1, 2, 3, 4).
• Pressão da linha é fornecida à válvula reguladora 1234 pela válvula manual nas posições
LIGADO (D) e BAIXA (L). Para aplicar a embreagem de marcha à frente (1, 2, 3, 4), o SSA
fornece pressão variável do solenóide as válvulas de engate e reguladora de 1234. Conforme se
movimenta, a válvula reguladora fornece pressão regularizada da linha para a embreagem de
marcha à frente (1, 2, 3, 4) e para a válvula de engate 1234 através do circuito C1234.
A válvula de engate 1234 direciona a pressão regularizada da linha ao lado oposto da válvula
reguladora 1234 através do circuito C1234 FDBK para acoplamento gradual da embreagem de
marcha à frente (1, 2, 3, 4).
• Pressão da linha é fornecida à válvula reguladora 26 pela válvula manual nas posições LIGADO
(D) e BAIXA (L). Para aplicar a embreagem intermediária (2, 6), o SSC fornece pressão variável
do solenóide para as válvulas de engate e reguladora 26. Conforme se movimenta, a válvula
reguladora 26 fornece pressão regularizada da linha para embreagem intermediária (2, 6) e a
válvula de engate através do circuito CB26. A válvula de engate 26 direciona a pressão
regularizada da linha para o lado oposto da válvula reguladora 26 através do circuito CB26 FDBK
para o acoplamento gradual da embreagem intermediária (2, 6).
Funcionamento Elétrico
Solenóide de Mudanças
Posição
Marcha
Básica da TCC (VFS)
Controlada SSA (VFS) SSB (VFS) SSC (VFS) SSD (VFS) SSE
Alavanca NL
pelo PCM NL NH (3, 5, NL (2, 6) NH (L, R/4, (Lig/Desl)
Seletora
(1, 2, 3, 4) R) 5, 6) NC
On On On On Off Off
D 2
(Ligado) (Ligado) (Ligado) (Ligado) (Desligado) (Desligado)
NC = Normalmente fechado.
NH = Normalmente alta.
NL = Normalmente baixa.
307-01B-147 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-147
307-01B-148 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-148
3ª Marcha
Funcionamento Mecânico
APLIQUE os componentes:
• Suporte do planetário.
• Coroa.
• Engrenagem solar.
• Suporte do planetário.
• Coroa.
• Engrenagem solar.
• Suporte do planetário.
• Coroa.
• Engrenagem solar.
• Nenhum.
• Nenhum.
3ª marcha X X
307-01B-149 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-149
Fluxo de Potência
Funcionamento Hidráulico
• A posição da válvula reguladora de pressão principal é controlada pela pressão variável fornecida
pelo solenóide LPC através do circuito VBS LINE.
• Quando a TCC é liberada, a pressão CONV FD é direcionada para o circuito TCC RELEASE pela
válvula de controle da TCC. A pressão proveniente do circuito TCC RELEASE libera a TCC.
• O fluido proveniente de TCC RELEASE retorna para a válvula de controle da TCC através do
circuito TCC APPLY.
• A válvula de controle da TCC direciona o fluido proveniente do circuito TCC APPLY (circuito de
retorno do conversor de torque quando a TCC é liberada) ao circuito COOLER FD.
• O solenóide LPC aplica pressão variável à válvula reguladora de pressão principal através do
circuito hidráulico VBS LINE. O solenóide LPC regulariza a pressão da linha mediante o controle
da posição da válvula reguladora de pressão principal.
• O SSA libera pressão às válvulas de engate e reguladora 1234 para aplicar a embreagem de
marcha à frente (1, 2, 3, 4).
• O SSC libera pressão para as válvulas de engate e reguladora 26 para liberar a embreagem
intermediária (2, 6).
• O solenóide SSB aplica pressão às válvulas de engate e reguladora 35R para aplicar a
embreagem de direta (3, 5, R).
• Pressão da linha é fornecida à válvula reguladora 1234 pela válvula manual nas posições
LIGADO (D) e BAIXA (L). Para aplicar a embreagem de marcha à frente (1, 2, 3, 4), o SSA
fornece pressão variável do solenóide as válvulas de engate e reguladora de 1234. Conforme se
movimenta, a válvula reguladora fornece pressão regularizada da linha para a embreagem de
marcha à frente (1, 2, 3, 4) e para a válvula de engate através do circuito C1234. A válvula de
engate 1234 direciona a pressão regularizada da linha ao lado oposto da válvula reguladora 1234
através do circuito C1234 FDBK para acoplamento gradual da embreagem de direta (1, 2, 3, 4).
• A pressão do solenóide proveniente de SSC é removida das válvulas de engate e reguladora 26,
o que posiciona as válvulas de forma a bloquear a pressão da linha e liberar a embreagem
intermediária (2, 6).
307-01B-151 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-151
Funcionamento Elétrico
Solenóide de Mudanças
Posição
Marcha
Básica da TCC (VFS)
Controlada SSA SSB (VFS) SSC (VFS) SSD (VFS) SSE
Alavanca NL
pelo PCM (VFS) NL NH (3, 5, NL (2, 6) NH (L, R/4, (Lig/Desl)
Seletora
(1, 2, 3, 4) R) 5, 6) NC
NC = Normalmente fechado.
NH = Normalmente alta.
NL = Normalmente baixa.
307-01B-152 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-152
307-01B-153 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-153
4ª Marcha
Funcionamento Mecânico
APLIQUE os componentes:
• Suporte do planetário.
• Coroa.
• Engrenagem solar.
• Suporte do planetário.
• Coroa.
• Suporte do planetário.
• Engrenagem solar.
• Nenhum.
• Nenhum.
4ª marcha X X
Fluxo de Potência
Funcionamento Hidráulico
• A posição da válvula reguladora de pressão principal é controlada pela pressão variável fornecida
pelo solenóide LPC através do circuito VBS LINE.
• Quando a TCC é liberada, a pressão CONV FD é direcionada para o circuito TCC RELEASE pela
válvula de controle da TCC. A pressão proveniente do circuito TCC RELEASE libera a TCC.
307-01B-156 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-156
• O fluido proveniente do circuito TCC RELEASE retorna para a válvula de controle da TCC através
do circuito TCC APPLY.
• A válvula de controle da TCC direciona o fluido proveniente do circuito TCC APPLY (circuito de
retorno do conversor de torque quando a TCC é liberada) ao circuito COOLER FD.
• O solenóide LPC aplica pressão variável à válvula reguladora de pressão principal através do
circuito hidráulico VBS LINE. O solenóide LPC regulariza a pressão da linha mediante o controle
da posição da válvula reguladora de pressão principal.
• O SSA libera pressão às válvulas de engate e reguladora 1234 para aplicar a embreagem de
marcha à frente (1, 2, 3, 4).
• O solenóide SSB libera pressão para as válvulas de engate e reguladora 35R para liberar a
embreagem de direta (3, 5, R).
• Pressão da linha é fornecida à válvula reguladora 1234 pela válvula manual nas posições
LIGADO (D) e BAIXA (L). Para aplicar a embreagem de marcha à frente (1, 2, 3, 4), o SSA
fornece pressão variável do solenóide as válvulas de engate e reguladora de 1234. Conforme se
movimenta, a válvula reguladora fornece pressão regularizada da linha para a embreagem de
marcha à frente (1, 2, 3, 4) e para a válvula de engate 1234 através do circuito C1234. A válvula
de engate 1234 direciona a pressão regularizada da linha ao lado oposto da válvula reguladora
1234 através do circuito C1234 FDBK para acoplamento gradual da embreagem de direta (1, 2,
3, 4).
• A pressão regularizada da linha em C456 também fornece a pressão de engate para a válvula de
passagem de controle da embreagem.
Funcionamento Elétrico
Solenóide de Mudanças
Posição
Marcha
Básica da TCC (VFS)
Controlada SSA (VFS) SSB (VFS) SSC (VFS) SSD (VFS) SSE
Alavanca NL
pelo PCM NL NH NL (2, 6) NH (L, R/4, (Lig/Desl)
Seletora
(1, 2, 3, 4) (3, 5, R) 5, 6) NC
NC = Normalmente fechado.
NH = Normalmente alta.
NL = Normalmente baixa.
307-01B-158 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-158
307-01B-159 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-159
5ª Marcha
Funcionamento Mecânico
APLIQUE os componentes:
• Suporte do planetário.
• Engrenagem solar.
• Suporte do planetário.
• Nenhum.
• Nenhum.
• Nenhum.
5ª marcha X X
Fluxo de Potência
Funcionamento Hidráulico
• A posição da válvula reguladora de pressão principal é controlada pela pressão variável fornecida
pelo solenóide LPC através do circuito VBS LINE.
• Quando a TCC é liberada, a pressão CONV FD é direcionada para o circuito TCC RELEASE pela
válvula de controle da TCC. A pressão proveniente do circuito TCC RELEASE libera a TCC.
307-01B-162 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-162
• O fluido proveniente de TCC RELEASE retorna para a válvula de controle da TCC através do
circuito TCC APPLY.
• A válvula de controle da TCC direciona o fluido proveniente do circuito TCC APPLY (circuito de
retorno do conversor de torque quando a TCC é liberada) ao circuito COOLER FD.
• O solenóide LPC aplica pressão variável à válvula reguladora de pressão principal através do
circuito hidráulico VBS LINE. O solenóide LPC regulariza a pressão da linha mediante o controle
da posição da válvula reguladora de pressão principal.
• O SSA libera pressão às válvulas de engate e reguladora 1234 para liberar a embreagem de
marcha à frente (1, 2, 3, 4).
• O solenóide SSB aplica pressão às válvulas de engate e reguladora 35R para aplicar a
embreagem de direta (3, 5, R). Circuitos hidráulicos das embreagens:
• A pressão regularizada da linha em C456 também fornece a pressão de engate para a válvula de
passagem de controle da embreagem.
Funcionamento Elétrico
Solenóide de Mudanças
Posição
Marcha
Básica da
Controlada SSA (VFS) SSB (VFS) SSC VFS) SSD (VFS) SSE
Alavanca
pelo PCM NL NH (3, 5, R) NL (2, 6) NH (L, R/4, (Lig/Desl)
Seletora
(1, 2, 3, 4) 5, 6) NC
NC = Normalmente fechado.
NH = Normalmente alta.
NL = Normalmente baixa.
307-01B-164 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-164
307-01B-165 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-165
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
Operação da Transmissão
6ª Marcha, Embreagem do Conversor de Torque (TCC) Aplicada
307-01B-166 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-166
Funcionamento Mecânico
APLIQUE os componentes:
• TCC.
• Suporte do planetário.
• Suporte do planetário.
• Coroa.
• Nenhum.
• Nenhum.
• Engrenagem solar.
6ª marcha X X X
Fluxo de Potência
Funcionamento Hidráulico
• A posição da válvula reguladora de pressão principal é controlada pela pressão variável fornecida
pelo solenóide LPC através do circuito VBS LINE.
• Conforme se movimenta, a válvula reguladora da TCC fornece pressão regularizada da linha para
a válvula de controle da TCC através do circuito REG APPLY. A válvula de controle da TCC
direciona o circuito REG APPLY para o circuito TCC APPLY para aplicar a embreagem do
conversor de torque.
307-01B-168 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-168
• A pressão do conversor de torque retorna para a válvula de controle da TCC através do circuito
TCC RELEASE.
• O solenóide LPC aplica pressão variável à válvula reguladora de pressão principal através do
circuito hidráulico VBS LINE. O solenóide LPC regulariza a pressão da linha mediante o controle
da posição da válvula reguladora de pressão principal.
• O solenóide SSB libera pressão para as válvulas de engate e reguladora 35R para liberar a
embreagem de direta (3, 5, R).
• O SSC aplica pressão às válvulas de engate e reguladora 26 para aplicar a embreagem de direta
(2, 6).
• O solenóide da TCC aplica pressão à válvula de controle da TCC e à válvula reguladora da TCC
para aplicar a embreagem do conversor de torque.
• A pressão regularizada da linha em C456 também fornece a pressão de engate para a válvula de
passagem de controle da embreagem.
• Pressão da linha é fornecida à válvula reguladora 26 pela válvula manual nas posições LIGADO
(D) e BAIXA (L). Para aplicar a embreagem intermediária (2, 6), o SSC fornece pressão variável
do solenóide para as válvulas de engate e reguladora 26. Conforme se movimenta, a válvula
reguladora fornece pressão regularizada da linha para embreagem intermediária (2, 6) e para a
válvula de engate 26 através do circuito CB26. A válvula de engate 26 direciona a pressão
regularizada da linha para o lado oposto da válvula reguladora através do circuito CB26 FDBK
para o acoplamento gradual da embreagem intermediária (2, 6).
Funcionamento Elétrico
NC = Normalmente fechado.
NH = Normalmente alta.
NL = Normalmente baixa.
307-01B-170 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-170
307-01B-171 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-171
Funcionamento Mecânico
APLIQUE os componentes:
• Embreagem da primeira/ré.
• Coroa.
• Suporte do planetário.
• Engrenagem solar.
• Suporte do planetário.
• Nenhum.
• Engrenagem solar.
• Coroa.
1ª marcha X X X
Fluxo de Potência
Funcionamento Hidráulico
• A posição da válvula reguladora de pressão principal é controlada pela pressão variável fornecida
pelo solenóide LPC através do circuito VBS LINE.
• Quando a TCC é liberada, a pressão CONV FD é direcionada para o circuito TCC RELEASE pela
válvula de controle da TCC. A pressão proveniente do circuito TCC RELEASE libera a TCC.
• O fluido proveniente de TCC RELEASE retorna para a válvula de controle da TCC através do
circuito TCC APPLY.
307-01B-174 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-174
• A válvula de controle da TCC direciona o fluido proveniente do circuito TCC APPLY (circuito de
retorno do conversor de torque quando a TCC é liberada) ao circuito COOLER FD.
• O solenóide LPC aplica pressão variável à válvula reguladora de pressão principal através do
circuito hidráulico VBS LINE. O solenóide LPC regulariza a pressão da linha mediante o controle
da posição da válvula reguladora de pressão principal.
• O SSA libera pressão às válvulas de engate e reguladora 1234 para aplicar a embreagem de
marcha à frente (1, 2, 3, 4).
• Pressão da linha é fornecida à válvula reguladora 1234 pela válvula manual nas posições
LIGADO (D) e BAIXA (L). Para aplicar a embreagem de marcha à frente (1, 2, 3, 4), o SSA
fornece pressão variável do solenóide as válvulas de engate e reguladora de 1234. Conforme se
movimenta, a válvula reguladora 1234 fornece pressão regularizada da linha para a embreagem
de marcha à frente (1, 2, 3, 4) e para a válvula de engate 1234 através do circuito C1234. A
válvula de engate direciona a pressão regularizada da linha ao lado oposto da válvula reguladora
através do circuito C1234 FDBK para acoplamento gradual da embreagem de marcha à frente (1,
2, 3, 4).
Funcionamento Elétrico
NC = Normalmente fechado.
NH = Normalmente alta.
NL = Normalmente baixa.
307-01B-176 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-176
307-01B-177 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-177
• Suporte do planetário.
• Engrenagem solar.
• Suporte do planetário.
• Nenhum.
• Nenhum.
• Nenhum.
5ª marcha X X
Fluxo de Potência
Funcionamento Hidráulico
• A posição da válvula reguladora de pressão principal é controlada pela pressão variável fornecida
pelo solenóide LPC através do circuito VBS LINE. Em 5ª marcha, proteção contra falhas, pressão
total do solenóide é fornecida pelo solenóide LPC à válvula reguladora de pressão principal para
máxima pressão da linha.
• Quando a TCC é liberada, a pressão CONV FD é direcionada para o circuito TCC RELEASE pela
válvula de controle da TCC. A pressão proveniente do circuito TCC RELEASE libera a TCC.
• O fluido proveniente do circuito TCC RELEASE retorna para a válvula de controle da TCC através
do circuito TCC APPLY.
• A válvula de controle da TCC direciona o fluido proveniente do circuito TCC APPLY (circuito de
retorno do conversor de torque quando a TCC é liberada) ao circuito COOLER FD.
• O solenóide LPC aplica pressão máxima de saída do solenóide à válvula reguladora de pressão
principal através do circuito hidráulico VBS LINE. O solenóide LPC assume como padrão a saída
máxima para fornecer máxima pressão da linha.
• O solenóide SSB aplica pressão máxima do solenóide às válvulas de engate e reguladora 35R
para aplicar a embreagem de direta (3, 5, R).
Funcionamento Elétrico
NC = Normalmente fechado.
NH = Normalmente alta.
NL = Normalmente baixa.
307-01B-182 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-182
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
Estratégia de Diagnóstico
A detecção de falhas de uma caixa de transmissão automática controlada eletronicamente é
simplificada através da utilização do método comprovado de diagnóstico. Um dos pontos mais
importantes a se lembrar é o fato de existir um procedimento exato a ser seguido.
NOTA: Não abrevie uma verificação ou suponha que ajustes importantes já tenham sido
feitos.
SIGA o procedimento conforme escrito para não esquecer componentes ou etapas críticas.
Para diagnosticar corretamente uma reclamação tenha as seguintes publicações disponíveis:
• Manual de referência da transmissão.
• Manual de emissões e controle do trem de força (PC/ED).
• TSBs.
• Manual de diagramas elétricos.
Essas publicações fornecem a informação necessária quando do diagnóstico de problemas da
transmissão.
UTILIZE a tabela de fluxo de diagnóstico como um guia e SIGA as operações como indicado.
Inspeção Preliminar
• TOME conhecimento e compreenda o problema apresentado pelo Cliente.
• VERIFIQUE a reclamação do Cliente dirigindo o veículo.
• VERIFIQUE o nível e a condição dos fluidos.
• VERIFIQUE se existem acessórios que não são originais.
• VERIFIQUE as articulações da alavanca seletora quanto ao ajuste correto.
• VERIFIQUE as mensagens de TSB relacionadas ao problema.
Diagnósticos
• EXECUTE os procedimentos de diagnóstico interno com a chave LIGADA e o motor
DESLIGADO (KOEO) e com a chave LIGADA e o motor FUNCIONANDO (KOER).
• REGISTRE todos os DTCs.
• REPARE primeiro todos os códigos que não estão relacionados à transmissão.
• REPARE em seguida todos os códigos relacionados à transmissão.
• APAGUE todos os códigos contínuos e TENTE repeti-los.
• REPARE todos os códigos contínuos.
• Caso sejam obtidos apenas códigos aprovados, CONSULTE o item “Diagnóstico por
Sintoma”, nesta seção, para mais informações e diagnósticos.
SIGA a seqüência de diagnóstico para diagnosticar e reparar o problema na primeira tentativa.
307-01B-183 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-183
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
Fluxograma do Diagnóstico
Equipamento(s) Geral(ais)
• VERIFIQUE se existem acessórios que não são originais e se estão instalados corretamente.
• EXECUTE o autoteste com a chave LIGADA e o motor DESLIGADO (KOEO) e com a chave
LIGADA e o motor FUNCIONANDO (KOER).
Fluxograma do Diagnóstico
5.
307-01B-185 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-185
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
Inspeção Preliminar
Material
Item Especificação
Fluido para transmissão automática Motorcraft® MERCON® LV XT-10-QLV MERCON® LV
Poderá ser necessário falar com o Cliente para poder começar a confirmar o problema.
Compreender as condições quando o problema ocorreu. Por exemplo:
• Veículo carregado/descarregado.
Depois de perceber quando e em que circunstância o problema ocorre, PASSE para a confirmação
do mesmo.
Verificação da Condição
Esta seção fornece informações que devem ser utilizadas para determinar a verdadeira causa do
problema apresentado pelo Cliente e para realizar os procedimentos adequados.
Os seguintes procedimentos devem ser utilizados quando verificar o problema apresentado pelo
Cliente relativo à transmissão.
• Tipo de terreno.
• Veículo carregado/descarregado.
• Dirigir na cidade/rodovia.
• Mudanças ascendentes.
• Mudanças descendentes.
• Retração.
• Engrenamento.
A leitura do nível de fluido da transmissão no indicador será diferente, dependendo das temperaturas
de operação e ambiente.
4. COLOQUE novamente o indicador de nível de fluido no tubo indicador de fluido até que fique
completamente encaixado, e REMOVA o indicador. O nível de fluido da transmissão deve estar
dentro da faixa de operação normal.
Item Descrição
Se o nível estiver muito alto, poderá causar aeração do fluido devido à exumação resultante do
contado com peças internas em rotação.
Isso causará pressão de controle irregular, formação de espuma, perda de fluido pelo tubo de respiro
e possível dano e/ou falha da transmissão. Se uma leitura excessiva for indicada, CONSULTE o item
“Drenagem e Reabastecimento do Fluido da Transmissão”, nesta seção.
O nível baixo pode resultar em acoplamento deficiente, patinação ou dano e/ou falha. Pode indicar
também um vazamento em um dos vedadores ou juntas da transmissão.
CUIDADO: O uso de outro tipo de fluido da transmissão não especificado pode resultar
em falha e/ou dano da transmissão.
2. PRESTE atenção à cor e ao cheiro. Em circunstâncias normais a cor deve ser vermelho escuro,
não marrom ou preto ou ter um odor de queimado.
307-01B-190 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-190
3. SEGURE o indicador de nível de fluido sobre um lenço de papel branco, DEIXE o fluido pingar no
papel e EXAMINE a mancha.
4. Se encontrar vestígios de matérias sólidas, REMOVA o cárter da transmissão para fazer outras
inspeções.
5. Uma coloração rosa espumosa da mancha pode indicar a presença de líquido de arrefecimento
ou água na transmissão. O sistema de arrefecimento do motor também deve ser inspecionado
desta vez.
6. Se uma contaminação do fluido ou falha da transmissão for conformada pelo sedimento presente
no fluido, a transmissão deve ser desmontada e completamente limpa. Isso inclui o conversor de
torque, a válvula de passagem do radiador de fluido, os radiadores e os tubos do radiador.
Para o reparo correto da transmissão automática na qual água ou líquido de arrefecimento tenha
penetrado no sistema, DESABILITE completamente, LIMPE e SUBSTITUA as seguintes peças:
• Conversor de torque.
• Todos os solenóides.
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
Item Descrição
Item Descrição
Item Descrição
Se o arquivo estiver, VÁ para o Passo 8. Se o arquivo não estiver presente, CONTINUE com este
procedimento.
307-01B-195 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-195
5. SIGA as instruções na rede para fazer o download do arquivo de estratégia para a ferramenta de
diagnóstico.
Durante o download do arquivo de estratégia para a ferramenta de diagnóstico a tela exibirá uma
barra de progresso e uma mensagem se o download for bem sucedido.
6. Se não for possível conectar a ferramenta de diagnóstico ao servidor PTS, faça o download do
arquivo de [Link].
Item Descrição
10. CUIDADO: Se um ciclo de acionamento não for concluído, o Cliente poderá perceber
mudanças irregulares e problemas de dirigibilidade.
REALIZE o teste de estrada do veículo. Para mais informações, CONSULTE o item “Ciclo de
Acionamento da Estratégia do Corpo do Solenóide”, neste procedimento.
307-01B-196 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-196
2. Com o motor em funcionamento e o freio aplicado, MOVA a alavanca seletora através das
marchas na seguinte ordem, fazendo uma pausa de 4 segundos em cada marcha: N, R, N, D, R,
D, N. REPITA este padrão 2 vezes. Se qualquer das mudanças estiver macia ou dura, REPITA
este procedimento.
5. Com o motor em funcionamento e o freio aplicado, MOVA a alavanca seletora através das
marchas na seguinte ordem, fazendo uma pausa de 4 segundos em cada marcha: N, R, N, D, R,
D, N. REPITA este padrão 2 vezes.
6. A partir de uma parada, ACELERE para 25 mph e LIBERE o pedal do acelerador. Mantendo a
válvula de aceleração fechada, PUXE a alavanca seletora para a posição ‘‘L’’ e REDUZA para 10
mph. REPITA este padrão 2 vezes.
307-01B-197 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-197
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
Ponto de Mudança no Teste de Estrada
O teste de estrada verifica se o sistema de controle das mudanças está funcionando corretamente.
APLIQUE aceleração mínima e OBSERVE as velocidades nas quais ocorrem as mudanças para
uma marcha mais alta e o conversor de torque se acopla, utilizando a tabela de velocidades de
mudanças.
Posição da
Válvula de Posição Mudança Km/h Mph
Aceleração
4. Com a velocidade do veículo acima de 43 km/h, PRESSIONE o pedal do acelerador até o fundo,
válvula de aceleração totalmente aberta (WOT). A transmissão deve mudar de 4ª para 3ª, ou de
4ª para 2ª, dependendo da velocidade do veículo. A embreagem do conversor de torque (TCC)
deve desengatar.
5. Com a velocidade do veículo acima de 56 km/h, MOVA a alavanca seletora da posição “D” para a
posição “L” e TIRE o pé do pedal do acelerador.
A transmissão deve passar imediatamente para a 2ª marcha. Quando a velocidade do veículo for
inferior a 32 km/h, a transmissão deverá passar para a 4ª marcha.
6. No caso de falha da transmissão em mudanças para uma marcha mais alta ou mais baixa, ou da
aplicação e liberação da TCC, CONSULTE o item “Diagnóstico por Sintoma” quanto às causas
possíveis.
307-01B-199 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-199
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
Diagnóstico do Conversor de Torque
Todos os procedimentos de diagnóstico devem ser seguidos antes da instalação do conversor de
torque. Isso tem como objetivo evitar a instalação desnecessária de conversores de torque novos ou
retificados. A decisão de instalar um conversor de torque novo ou recondicionado somente deve ser
tomada após uma avaliação de diagnóstico completa.
COMECE pelos procedimentos de diagnóstico normais, como a seguir:
1. Inspeção preliminar.
2. TOME conhecimento e COMPREENDA o problema apresentado pelo Cliente.
3. VERIFIQUE o problema — EXECUTE o teste de funcionamento da embreagem do conversor de
torque (TCC).
4. EXECUTE os procedimentos de diagnóstico.
• EXECUTE os diagnósticos internos. Para mais informações, CONSULTE o item
“Diagnósticos”, nesta seção.
— REPARE primeiro todos os DTCs não relacionados à transmissão.
— REPARE todos os DTCs da transmissão.
— EXECUTE novamente o diagnóstico interno (OBD) para verificar o reparo.
— FAÇA o teste de pressão da linha. Para mais informações, CONSULTE o item
“Procedimentos de Teste Especiais”, nesta seção.
— FAÇA o teste de velocidade de estol. Para mais informações, CONSULTE o item
“Procedimentos de Teste Especiais”, nesta seção.
— EXECUTE as rotinas de diagnóstico. Para mais informações, CONSULTE o item
“Diagnóstico por Sintoma”, nesta seção.
— USE o índice para localizar a rotina que melhor descreve os sintomas. A rotina
apresentará uma lista de todos os componentes que podem causar ou contribuir para o
sintoma. VERIFIQUE cada componente listado, EFETUE o diagnóstico e REPARE
conforme necessário, antes de instalar um novo conversor de torque.
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
Inspeção Visual
Esta inspeção identificará algo que tenha sido modificado ou adicionado ao sistema operacional do
veículo e que possa afetar o diagnóstico. INSPECIONE se existem no veículo dispositivos que não
fazem parte do equipamento genuíno, tais como:
• Acessórios eletrônicos que não são originais:
— A/C;
— alternador (alternadores);
— turbo;
— telefone celular;
— controle de velocidade de cruzeiro;
— rádio CB;
— amplificadores lineares;
— sinal de alarme auxiliar;
— computador.
• Modificações no veículo:
• A instalação incorreta desses itens afetará o funcionamento do PCM ou da transmissão. DÊ
especial atenção às emendas de fios de acessórios no chicote do PCM ou no chicote da
transmissão, tamanho anormal dos pneus ou alterações na relação de transmissão.
• Vazamentos, CONSULTE o item “Inspeção de Vazamentos”, nesta seção.
• CORRIJA os ajustes da articulação. Para mais informações, CONSULTE a Seção 307-05A.
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
Diagnósticos
Diagnóstico Interno (OBD) com a Ferramenta de Diagnóstico
Estes autotestes devem ser utilizados para diagnosticar o PCM e devem ser executados em ordem.
Para mais informações sobre outros recursos de teste de diagnóstico com a ferramenta de
diagnóstico, CONSULTE o “Manual de Diagnóstico de Emissões e Controle do Trem de Força
(PC/ED)”. Outros métodos de diagnóstico incluem:
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
Modo de Controle do Estado da Saída (OSC)
Equipamento(s) Geral(ais)
Módulo de Comunicação com o Veículo (VCM) e Software do Sistema de
Diagnóstico (IDS) com equipamento apropriado, ou ferramenta de diagnóstico
equivalente
Descrição
O controle do estado da saída (OSC) possibilita um controle direto da ferramenta de diagnóstico dos
diagnósticos externos dos componentes ou das funções da transmissão. O controle de saída de
estado permite que o técnico possa controlar as principais funções ou componentes da transmissão
para um diagnóstico mais rápido e mais fácil da transmissão. Por exemplo, o controle de saída de
estado pode ser utilizado para mudanças de marchas ou para permanecer numa marcha específica.
O controle da saída de estado pode ser utilizado para controlar o funcionamento da embreagem do
conversor de torque (TCC) para acoplar ou desacoplar, ou impedir o acoplamento da embreagem do
conversor de torque. O controle de saída de estado também pode ser utilizado para ajudar na
execução dos testes ponto a ponto elétricos do solenóide, ligando ou desligando o solenóide
mediante o controle da corrente fornecida ao solenóide de força variável (VFS).
Procedimento
NOTA: RECUPERE os códigos contínuos e EXECUTE um autoteste sob demanda com a chave
LIGADA, motor DESLIGADO (KOEO) e chave LIGADA, motor FUNCIONANDO (KOER),
antes de usar qualquer controle de saída de estado. Todos os DTCs relacionados ao
sensor de posição da transmissão (TR), sensor de velocidade da árvore de saída (OSS)
ou sensor de velocidade da árvore da turbina (TSS) devem ser corrigidos ou o PCM
não permitirá o funcionamento do controle de saída de estado.
O controle da saída de estado é utilizado para testar vários componentes e funções da transmissão
quando o veículo está no box de serviço ou sendo conduzido na estrada.
Condições específicas do veículo são necessárias para que o controle de saída de estado possa
controlar cada função ou componente específico. A seguir está uma descrição das funções e
componentes da transmissão que podem ser controlados pelo controle da saída de estado e as
condições específicas do veículo necessárias para sua operação.
Os requisitos do veículo devem ser satisfeitos ao enviar um valor de controle de estado da saída
para controlar cada componente específico como os solenóides mencionados acima. Se os
requerimentos do veículo não forem satisfeitos ao enviar o valor de controle do estado da saída, uma
mensagem de erro será apresentada. Quando a mensagem de erro é apresentada, o controle de
estado da saída é cancelado e deve ser reiniciado.
Após enviar o valor de controle da saída de estado, se os requerimentos dos veículos deixarem de
ser satisfeitos, a mensagem de erro não será exibida, mas o valor de controle será cancelado pelo
PCM. USE a ferramenta de diagnóstico para monitorar o PID correspondente a cada função ou
componente do controle da saída de estado da saída para determinar se o PCM está usando o valor
de controle da saída de estado ou o controle normal.
O controle da saída de estado pode ser cancelado em qualquer momento, utilizando a ferramenta de
diagnóstico, a fim de retornar o PCM ao controle normal para uma função ou componente específico
de controle da saída de estado. CONSULTE as instruções quanto à ferramenta de diagnóstico
específica.
Os valores de controle da saída de estado para SSA_AMP, SSB_AMP, SSC_AMP, SSD_AMP, PCA
AMP e TCC AMP para controlar a corrente nos solenóides VFS situam-se entre zero (0) e um (1)
ampère.
Estes são exemplos:
• 0 — Comanda o PCM a fim de controlar a corrente para zero ampère.
• 0,25 — Comanda o PCM a fim de controlar a corrente para 1/4 de ampères ou 250 miliampères.
• 0,50 — Comanda o PCM a fim de controlar a corrente para 1/2 de ampères ou 500 miliampères.
• 0,75 — Comanda o PCM a fim de controlar a corrente para 3/4 de ampères ou 750 miliampères.
• 1 — Comanda o PCM a fim de controlar a corrente para 1 ampère ou 1.000 miliampères.
O controle da saída de estado auxilia nos testes das funções eletrônicas do PCM, do solenóide VFS
e circuitos associados. O controle da saída de estado permite ao técnico controlar a corrente
comandada pelo PCM dos solenóides VFS e o estado comandado do solenóide
LIGADO/DESLIGADO. Isso permite ao técnico testar os circuitos eletrônicos com precisão
comparando a corrente comandada com a corrente real ou o estado LIGADO/DESLIGADO com a
tensão real. A mudança da transmissão através das várias marchas testa a operação mecânica dos
solenóides VFS. Ao usar o controle da saída de estado para controlar a corrente VFS, o técnico pode
medir a corrente do circuito utilizando um captador indutivo ou medir a queda de tensão no circuito
para ajudar a verificar o funcionamento elétrico correto de cada solenóide VFS.
Os valores de controle da saída de estado para que LINEDSD possa comandar uma pressão de
linha desejada situam-se entre 414 kPa (60 psi) e 1.931 kPa (280 psi). Estes são exemplos.
• 60 psi — Comanda o PCM a fim de controlar a pressão da linha a 414 kPa (60 psi).
• 100 psi — Comanda o PCM a fim de controlar a pressão da linha a 689 kPa (100 psi).
• 150 psi — Comanda o PCM a fim de controlar a pressão da linha a 965 kPa (150 psi).
307-01B-205 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-205
• 200 psi — Comanda o PCM a fim de controlar a pressão da linha a 1,517 kPa (200 psi).
CUIDADO: Não comande uma pressão de linha menor que 414 kPa (60 psi) ou maior que
1.931 kPa (280 psi); caso contrário, poderá ocorrer dano à transmissão.
O controle da saída de estado permite ao técnico controlar a pressão da linha comandada pelo PCM.
Isso permite que o técnico possa testar com precisão o sistema de controle eletrônico de pressão
comparando a pressão de linha comandada pelo controle da saída de estado com a pressão real da
linha indicada no manômetro. O manômetro deve ser conectado na entrada da linha de pressão na
transmissão. O PID correspondente à pressão da linha comandada deve ser monitorado para
assegurar que o PCM está usando o valor de controle da saída de estado para a pressão
comandada da linha. Esse teste ajudará a verificar o funcionamento correto do conjunto da bomba
de transmissão, a válvula reguladora da bomba e o funcionamento do solenóide LPC.
Teste de Condução
Os requerimentos do veículo devem ser satisfeitos ao enviar um valor de controle da saída de estado
para controlar as funções específicas mencionadas acima. Se os requerimentos do veículo não
forem satisfeitos ao enviar o valor de controle do estado da saída, uma mensagem de erro será
apresentada. Quando a mensagem de erro é apresentada, o controle da saída de estado é
cancelado e deve ser reiniciado.
Após enviar o valor de controle da saída de estado, se os requerimentos do veículo deixarem de ser
satisfeitos, a mensagem de erro não será exibida, mas o valor de controle será cancelado pelo PCM.
USE a ferramenta de diagnóstico para monitorar o PID correspondente a cada função ou
componente do controle da saída de estado da saída para determinar se o PCM está usando o valor
de controle da saída de estado ou o controle normal.
O controle da saída de estado pode ser cancelado em qualquer momento, utilizando a ferramenta de
diagnóstico, a fim de retornar o PCM ao controle normal para uma função ou componente específico
de controle da saída de estado. CONSULTE as instruções quanto à ferramenta de diagnóstico
específica.
307-01B-206 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-206
O controle das mudanças de marchas auxilia o técnico nos testes das várias embreagens e cintas e
se a transmissão estiver patinando em qualquer marcha específica. O controle da saída de estado
comandará o PCM para mudança para uma marcha alta ou baixa, dependendo do valor da marcha
do controle da saída de estado selecionado pelo técnico.
A transmissão permanecerá na marcha do controle da saída de estado seleciona até que outro valor
de controle seja enviado ou o controle da saída de estado seja cancelado e/ou as condições do
veículo para uso do controle da saída de estado deixarem de ser satisfeitas.
Ao ENVIAR um valor GEAR_OSC o motor deve estar funcionando com a alavanca seletora na
posição de condução (D), e a velocidade do veículo deve ser superior a 5 km/h.
• A velocidade do veículo deve ser superior a 32 km/h ao comandar uma mudança ascendente
para a 5ª ou 6ª velocidade
Condições adicionais do veículo requeridas para mudanças para uma marcha baixa:
• A velocidade do veículo deve ser inferior a 32 km/h ao comandar uma redução para a 1ª marcha.
• A velocidade do veículo deve ser inferior a 64 km/h ao comandar uma redução para a 2ª marcha.
• A velocidade do veículo deve ser inferior a 97 km/h ao comandar uma redução para a 3ª marcha.
• A velocidade do veículo deve ser inferior a 129 km/h ao comandar uma redução para a 4ª
marcha.
• A velocidade do veículo deve ser inferior a 161 km/h ao comandar uma redução para a 5ª
marcha.
Os valores de controle da saída de estado para que HRSH_SHFT possa comandar um aumento leve
ou moderado da pressão hidráulica para teste de engrenamentos e mudanças ascendentes firmes
são:
Ajustar HRSH_SFT para 1 ou LIGADO permite que o técnico possa aumentar moderadamente a
pressão ao executar os engrenamentos tais como P-R, P-D, N-R, N-D, R-D e ao executar mudanças
ascendentes automáticas. Isso pode fornecer informações adicionais de diagnóstico para ajudar o
técnico a determinar se o sistema de controle eletrônico de pressão está fornecendo no mínimo
controle limitado (uma mudança normal se tornaria firme). O uso do controle da saída de estado para
controlar HRSH_SHFT deve efetuar um engrenamento mais suave ou mudança mais normal e uma
mudança já normal ou engrenamento mais firme mediante um leve aumento da pressão. Este teste
deve ser utilizado apenas para fornecer informações adicionais de diagnóstico e não deve ser a
única ferramenta de diagnóstico ou teste para determinar um componente eletrônico ou hidráulico
defeituoso.
Para confirmar que o valor do controle da saída de estado foi enviado pela ferramenta de diagnóstico
e que o PCM aceitou o comando de controle da saída de estado, um PID correspondente deve ser
monitorado para cada parâmetro de controle. Após enviar o valor de controle da saída de estado, o
valor do PID correspondente deve ser igual ao valor de controle que foi enviado.
Estão listados PIDs adicionais que podem ser monitorados para ajudar o técnico no diagnóstico
preciso da transmissão.
Uma lista dos parâmetros de controle da saída de estado e seus PIDs correspondentes é fornecida a
seguir:
Parâmetro de Controle da
PID Correspondente PIDs Adicionais
Saída de Estado
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
Após realizar o autoteste, UTILIZE o teste do ciclo de condução da transmissão para verificar os
códigos contínuos.
4. Com a transmissão na posição de condução (D), ACELERE moderadamente até 80 km/h. Isso
permite que a caixa de transmissão passe para a 6ª marcha. MANTENHA a velocidade e
abertura da válvula de aceleração estáveis no mínimo por 15 segundos.
COMECE pelos DTCs não relacionados à transmissão e, a seguir, REPARE todos os DTCs
relacionados à transmissão. CONSULTE as “Tabelas de Códigos de Diagnóstico de Falhas (DTC)”
para mais informações sobre condição e sintomas. Essa tabela será útil para consultar os manuais
corretos e para ajudar no diagnóstico de problemas internos da caixa de transmissão e dos sinais de
entrada externos não relacionados à transmissão. Os testes ponto a ponto são utilizados no
diagnóstico de problemas elétricos da transmissão. CERTIFIQUE-SE de que o chicote do veículo e o
PCM são também diagnosticados. CONSULTE o “Manual de Diagnóstico de Emissões e Controle do
Trem de Força (PC/ED)” para o diagnóstico dos componentes eletrônicos não relacionados à
transmissão. As tabelas das rotinas de diagnósticos hidráulicos/mecânicos ajudarão no diagnóstico
de problemas internos da caixa de transmissão e entradas externas não relacionadas à transmissão.
NOTA: Antes de iniciar os testes ponto a ponto, VERIFIQUE quanto a conexões corretas do
chicote do PCM, pinos tortos ou quebrados, corrosão, fios soltos, trajeto correto,
vedadores corretos e suas condições. VERIFIQUE o PCM, os sensores e atuadores
quanto a dano. Para mais informações, CONSULTE o “Manual de Diagnóstico de
Emissões e Controle do Trem de Força (PC/ED)”.
Se algum DTC aparecer durante a execução dos diagnósticos internos, CONSULTE as “Tabelas de
Códigos de Diagnóstico de Falhas (DTC)”, nesta seção quanto ao procedimento de reparo
apropriado. Antes de iniciar os testes ponto a ponto, CONSULTE todos os TSBs quanto a problemas
relacionados à transmissão.
307-01B-214 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-214
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
Tabela de DTCs
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
P072F • Embrea-
gem da
primeira/
marcha à ré,
válvula
reguladora
da
embreagem
de
sobremarcha
emperrada
na posição
de
compressão
da mola.
307-01B-228 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-228
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
P073A • Embreagem
de
sobremarcha
emperrada
acoplada
devido a uma
falha
mecânica.
• Embreagem
da primeira/
marcha à ré,
válvula
reguladora da
embreagem
de
sobremarcha
emperrada na
posição de
compressão
da mola.
307-01B-234 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-234
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
P0741 P0741, Falhas no Falha da Emperramento P0741 e P1744 têm o mesmo CONSULTE
P1744 sistema de TCC. mecânico da significado, falha não-elétrica o item
embreagem TCC. que causou falha na “ Diagnóstico
do conversor aplicação da TCC. Este por
de torque código é gravado para: Sintoma”,
(inclui TCC, nesta seção.
• Não elétrica, solenóide da
corpo das
TCC emperrado.
válvulas do
controle • Falha mecânica da TCC.
principal e
falhas não- • Válvula de aplicação do
elétricas do regulador da TCC
solenóide) emperrada na posição de
TCC liberada.
• Válvula de controle da
TCC emperrada na
posição de TCC liberada.
• Código da MIL de falha
funcional da TCC.
• Falha na aplicação da
TCC (erro de patinação a
menos que 80 rpm com
duração mínima de 3
segundos quando a TCC
recebe o comando para
aplicação) 3 vezes
consecutivas.
• Acenderá a MIL.
307-01B-238 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-238
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
P0768 P0765, Falhas Curto ao terra Curto ao terra no • O efeito da ação do VÁ para
P0982 elétricas do no circuito solenóide ou na modo de o Teste
solenóide SSD. fiação. gerenciamento de Ponto a
SSD falhas interrompe o Ponto
controle de potência A.
do solenóide da
transmissão,
removendo a
alimentação de todos
os solenóides
(ESTACIONA-
MENTO (P),
RÉ (R), NEUTRO
e 5ª MARCHA são
as únicas marchas à
frente obtidas com a
TCC interrompida).
• Acoplamentos difíceis.
• Desempenho
insuficiente da
ativação (devido ao
alcance distante da 5ª
marcha).
• Nenhuma aplicação da
TCC.
• Sem mudanças.
• Acenderá a luz da
ferramenta de reparo.
307-01B-259 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-259
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
P0770 • Acoplamentos
difíceis em marcha à
ré, já que a
embreagem da
primeira/marcha à ré
não é aplicada em
NEUTRO ou
CONDUÇÃO neste
modo de falha. Para
falha do SSE
ATIVADO (pressão):
• O lado de alta é
DESLIGADO.
• Desempenho
insuficiente da
ativação (devido ao
alcance distante da
5ª marcha).
• Acoplamentos
difíceis.
• Nenhuma aplicação
da TCC.
• Acenderá a MIL.
307-01B-261 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-261
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
DTC de cinco
Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
P0773 • Acoplamentos
difíceis em
marcha à ré, já
que a
embreagem da
primeira/ marcha
à ré não é
aplicada em
NEUTRO ou
condução neste
modo de falha.
Para falha do
SSE ATIVADO
(pressão):
• O lado de alta é
DESLIGADO.
• Desempenho
insuficiente da
ativação (devido
ao alcance
distante da 5ª
marcha).
• Acoplamentos
difíceis.
• Nenhuma
aplicação da
TCC.
• Acenderá a luz
da ferramenta de
reparo.
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
P0962 P0962, Falhas Curto ao terra Curto ao terra • Não alcançou a VÁ para
P0748 elétricas do no circuito no solenóide ou pressão mínima da o Teste
solenóide LPC. na fiação. linha. Ponto a
LPC Ponto A.
• O efeito da ação do
modo de
gerenciamento de
falhas interrompe o
controle de potência
do solenóide da
transmissão,
removendo a
alimentação de todos
os solenóides
(ESTACIONA-
MENTO (P),
RÉ (R), NEUTRO
e 5ª são as únicas
marchas à frente
obtidas com a TCC
interrompida).
• Acoplamentos difíceis.
• Desempenho
insuficiente da
ativação (devido ao
alcance distante da 5ª
marcha).
• Nenhuma aplicação
da TCC.
• Sem mudanças.
• Acenderá a MIL.
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
P0973 P0973, Falhas Curto ao terra Curto ao terra • O efeito da ação do VÁ para
P0753 elétricas do no circuito no solenóide ou modo de o Teste
solenóide SSA. na fiação. gerenciamento de Ponto a
SSA falhas interrompe o Ponto A.
controle de potência
do solenóide da
transmissão,
removendo a
alimentação de todos
os solenóides
(ESTACIONA-
MENTO (P),
RÉ (R), NEUTRO
e 5ª MARCHA
são as únicas
marchas à frente
obtidas com a TCC
interrompida).
• Acoplamentos difíceis.
• Desempenho
insuficiente da
ativação (devido ao
alcance distante da 5ª
marcha).
• Nenhuma aplicação
da TCC.
• Sem mudanças.
• Acenderá a MIL.
P0974 P0974, Falhas O SSA está Curto à tensão • Falha da embreagem VÁ para
P0753 elétricas do em curto à na fiação ou no de direta — a 5ª e a 6ª o Teste
solenóide tensão. solenóide. marchas são as Ponto a
SSA únicas marchas à Ponto A.
frente disponíveis.
• Condição de
afastamento ou neutro
quando ocorre a falha.
• Acionamento
insuficiente devido ao
afastamento da 5ª
marcha.
• Acenderá a MIL.
307-01B-273 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-273
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
P0976 P0976, Falhas Curto ao terra Curto ao terra • O efeito da ação do VÁ para
P0758 elétricas do no circuito no solenóide ou modo de o Teste
solenóide SSB. na fiação. gerenciamento de Ponto a
SSB falhas interrompe o Ponto A.
controle de potência
do solenóide da
transmissão,
removendo a
alimentação de todos
os solenóides
(ESTACIONA-
MENTO (P), RÉ (R),
NEUTRO e 5ª
MARCHA são as
únicas marchas à
frente obtidas com a
TCC interrompida).
• Acoplamentos difíceis.
• Desempenho
insuficiente da
ativação (devido ao
alcance distante da 5ª
marcha).
• Nenhuma aplicação
da TCC.
• Sem mudanças.
• Acenderá a MIL.
P0977 P0977, Falhas O SSB está Curto à tensão • Falha da embreagem VÁ para
P0758 elétricas do em curto à na fiação ou no de direta na posição o Teste
solenóide tensão. solenóide. acoplada — apenas a Ponto a
SSB 3ª e a 5ª marchas Ponto A.
estão disponíveis.
• Acoplamentos difíceis.
• Acionamento
insuficiente devido ao
afastamento da 3ª
marcha.
• Acenderá a MIL.
307-01B-274 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-274
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
P0979 P0979, Falhas Curto ao terra Curto ao terra • O efeito da ação do VÁ para
P0763 elétricas do no circuito no solenóide modo de o Teste
solenóide SSC. ou na fiação. gerenciamento de Ponto a
SSC falhas interrompe o Ponto A.
controle de potência
do solenóide da
transmissão,
removendo a
alimentação de todos
os solenóides
(ESTACIONA-
MENTO (P), RÉ (R),
NEUTRO e 5ª
MARCHA são as
únicas marchas à
frente obtidas com a
TCC interrompida).
• Acoplamentos difíceis.
• Desempenho
insuficiente da
ativação (devido ao
afastamento da 5ª).
• Nenhuma aplicação
da TCC.
• Sem mudanças.
• Acenderá a MIL.
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
P0982 P0982, Falhas Curto ao terra Curto ao terra • O efeito da ação do VÁ para
P0768 elétricas do no circuito no solenóide modo de o Teste
solenóide SSD. ou na fiação. gerenciamento de Ponto a
SSD falhas interrompe o Ponto A.
controle de potência
do solenóide da
transmissão,
removendo a
alimentação de todos
os solenóides
(ESTACIONA-
MENTO (P), RÉ (R),
NEUTRO e 5ª
MARCHA são as
únicas marchas à
frente obtidas com a
TCC interrompida),
mudanças ásperas.
• Desempenho
insuficiente da
ativação (devido ao
alcance distante da 5ª
marcha).
• Nenhuma aplicação
da TCC.
• Sem mudanças.
• Acenderá a MIL.
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
P1636 • O acionador do
solenóide
é um chip
interno do PCM
que controla os
solenóides. O
microchip
principal
comunica-se
com o
acionador do
solenóide
sobre a
interface serial,
enviando o
estado
desejado do
solenóide e
recebendo de
volta um
estado de falha
do circuito.
• No caso de
perda de
comunicação
com o
acionador do
solenóide, os
estados do
solenóide se
tornam des-
conhecidos, de
forma que o
sistema de
controle força a
desativação do
controle de
potência da
transmissão.
307-01B-278 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-278
DTC de
cinco Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC
de
Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
cinco
dígitos
P163F — Bloco do Bloco do • Dados do TRÊS • Ação do CONSULTE
TRÊS (dados TRÊS não progra- efeito do modo o item
de corrompido, mados. de geren- “Estratégia
caracterização não • Dados da es- ciamento de do Corpo do
do solenóide programado. tratégia do falhas limita a Solenóide”,
programados solenóide e da função para a 1ª nesta
no FIM) embreagem sem freio motor seção.
indisponíveis. e a 3ª poderia
• O efeito do modo causar
de gerencia- reclamações de
mento de falhas altas rotações
aumentará a (RPM) do motor
pressão ou falta de
permitindo mudanças.
apenas • Nenhuma
ESTACIO- aplicação da
NAMENTO (P), TSE.
RÉ (R), NEUTRO
(N), 1ª SEM • Acenderá a MIL.
FREIO MOTOR e
3ª.
P1702 — Falhas Falha P1702 — • Possivelmen- VÁ para o
elétricas do intermitente CONSULTE os te motor não Teste Ponto
sensor de no circuito códigos P0706, gira, ESTA- a Ponto D.
posição da do sensor P0707 e P0708. CIONAMENTO
transmissão TR. (P), RÉ (R),
(TR) NEUTRO (N) e
5ª são as únicas
velocidades
disponíveis,
engrenamentos
difíceis.
• Engrenamen-
tos extrema-
mente atrasados
(até a gravação
de um DAC).
• Após um DAC
ser gravado e o
lado de alta
aberto —
acoplamentos
difíceis, desem-
penho insufi-
ciente (devido ao
afastamento da
5ª marcha), sem
mudanças.
• Acenderá a luz
da ferramenta de
reparo.
307-01B-280 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-280
DTC
de
Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
cinco
dígitos
DTC
de
Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
cinco
dígitos
DTC
de
Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
cinco
dígitos
DTC
de
Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
cinco
dígitos
DTC
de
Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
cinco
dígitos
DTC
de
Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
cinco
dígitos
DTC
de
Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
cinco
dígitos
DTC
de
Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
cinco
dígitos
DTC de cinco
Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
dígitos
DTC
de
Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
cinco
dígitos
DTC
de
Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
cinco
dígitos
DTC
de
Grupo Componente Descrição Condições Sintomas Ações
cinco
dígitos
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
Número do
Função do circuito
pino
39 Sinal do sensor TR
Número do
Função do circuito
pino
Número do Pino
do Conector
Principal da Número do Pino Função do
Estrutura Guia do Sensor TR circuito
do Corpo do
Solenóide
18 1 Alimentação do
sensor de
posição da
transmissão (TR)
17 2 Sinal do sensor
TR
20 3 Terra do sensor
TR
2 Sinal do sensor TR
3 Terra do sensor TR
307-01B-295 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-295
Número do Pino
Número do Pino
do Conector
do Sensor de
Principal da Função do
Rotação da
Estrutura Guia circuito
Árvore de Saída
do Corpo do
(OSS)
Solenóide
20 1 Circuito terra do
sensor de
posição da
transmissão
(TR)/velocidade
da árvore de
saída (OSS)
19 3 Sinal do sensor
OSS
18 4 Alimentação do
sensor TR/OSS
307-01B-296 Transmissão Automática — 6F35 (Fusion, 03/2009) 307-01B-296
Número do
Função do circuito
pino
Número do
Função do circuito
pino
Número do
Função do circuito
pino
Número do Pino
do Conector
Principal da
Função do circuito
Estrutura Guia
do Corpo do
Solenóide
DIAGNÓSTICO E VERIFICAÇÕES
Solenóide de Mudanças
Posição
Engrenagem
Básica da TSE (VFS)
Controlada SSA (VFS) SSB (VFS) SSC (VFS) SSD (VFS) SSE
Alavanca NL
pelo FIM NL (CB NH (3,5,R) NL (CB 2,6) NH (CB (Lig/Desl)
Seletora
1,2,3,4) L,R/C 4,5,6) NC
Solenóide de Mudanças
Posição
Engrenagem
Básica da TSE (VFS)
Controlada SSA (VFS) SSB (VFS) SSC (VFS) SSD (VFS) SSE
Alavanca NL
pelo FIM NL (CB NH (3,5,R) NL (CB 2,6) NH (CB (Lig/Desl)
Seletora
1,2,3,4) L,R/C 4,5,6) NC
D 1 On On Off On On Off
(Ligado) (Ligado) (Desligado) (Ligado) (Ligado) (Desligado)
2 On On On On Off Off
(Ligado) (Ligado) (Ligado) (Ligado) (Desligado) (Desligado)
CB = Freio da embreagem.
NC = Normalmente fechado.
NH = Normalmente alta.
NL = Normalmente baixa.
Falhou LIGADO/DESLIGADO devido a problemas do FIM e/ou do chicote do veículo e/ou solenóide
emperrado LIGADO/DESLIGADO por causas elétricas, mecânicas ou hidráulicas.