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Umberto Eco assina novo trabalho em parceria com o roteirista francês JeanClaude Carrière.

„Eletrônicos duram 10 anos; livros, 5 séculos‟, diz Umberto Eco Ensaísta e escritor italiano fala em entrevista exclusiva de seu novo trabalho, „Não Contem com o Fim do Livro‟ MILÃO – O bom humor parece ser a principal característica do semiólogo, ensaísta e escritor italiano Umberto Eco. Se não, é a mais evidente. Ao pasmado visitante, boquiaberto diante de sua coleção de 30 mil volumes guardados em seu escritório/residência em Milão, ele tem duas respostas prontas quando é indagado se leu toda aquela vastidão de papel. “Não. Esses livros são apenas os que devo ler na semana que vem. Os que já li estão na universidade” – é a sua preferida. “Não li nenhum”, começa a segunda. “Se não, por que os guardaria?” Na verdade, a coleção é maior, beira os 50 mil volumes, pois os demais estão em outra casa, no interior da Itália. E é justamente tal paixão pela obra em papel que convenceu Eco a aceitar o convite de um colega francês, JeanPhillippe de Tonac, para, ao lado de outro incorrigível bibliófilo, o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, discutir a perenidade do livro tradicional. Foram esses encontros (“muito informais, à beira da piscina e regados com bons uísques”, informa Umberto Eco) que resultaram em Não Contem Com o Fim do Livro, que a editora Record lança na segunda quinzena de abril.

A conclusão é óbvia: tal qual a roda, o livro é uma invenção consolidada, a ponto de as revoluções tecnológicas, anunciadas ou temidas, não terem como detê-lo. Qualquer dúvida é sanada ao se visitar o recanto milanês de Eco, como fez o Estado na última quarta-feira. Localizado diante do Castelo Sforzesco, o apartamento – naquele dia soprado por temperaturas baixíssimas, a neve pesada insistindo em embranquecer a formidável paisagem que se avista de sua sacada – encontra-se em um andar onde antes fora um pequeno hotel. “Se eram pouco funcionais para os hóspedes, os longos corredores são ótimos para mim pois estendo aí minhas estantes”, comenta o escritor, com indisfarçável prazer, ao apontar uma linha reta de prateleiras repletas que não parecem ter fim. Os antigos quartos? Transformaram-se em escritórios, dormitórios, sala de jantar, etc. O mais desejado, no entanto, é fechado a chave, climatizado e com uma janela que veda a luz solar: lá estão as raridades, obras produzidas há séculos, verdadeiros tesouros. Isso mesmo: tesouros de papel. Conhecido tanto pela obra acadêmica (é professor aposentado de semiótica, mas ainda permanece na ativa na Faculdade de Bolonha) como pelos romances (O Nome da Rosa, publicado em 1980, tornou-se um best-seller mundial), Eco é um colecionador nato; além de livros, gosta também de selos, cartões-postais, rolhas de champanhe. Na sala de seu apartamento, estantes de vidro expõem tantos os livros raros – que, no momento, lideram sua preferência – como conchas, pedras, pedaços de madeira. As paredes expõem quadros que Eco arrematou nas visitas que fez a vários países ou que simplesmente ganhou de amigos – caso de Mário Schenberg (1914-1990), físico, político e crítico de arte brasileiro, de quem o escritor guarda as melhores recordações. Aos 78 anos, Eco – que tem relançado no País Arte e Beleza na Estética Medieval (Record, 368 págs., R$ 47,90, tradução de Mario Sabino) – exibe uma impressionante vitalidade. Diverte-se com todo tipo de cinema (ao lado de seu aparelho de DVD repousa uma cópia da animação Ratatouille), mantém contato com seus alunos em Bolonha, escreve artigos para jornais e revistas e aceita convites para organizar exposições, como a que o transformou, no ano passado, em curador, no Museu do Louvre, em Paris. Lá, o autor teve o privilégio de passear sozinho pelos corredores do antigo palácio real francês nos dias em que o museu está fechado. E, como um moleque levado, aproveitou para alisar o bumbum da Vênus de Milo. Foi com esse mesmo espírito bem-humorado que Eco – envergando um elegante terno azulmarinho, que uma revolta gravata da mesma cor tratava de desalinhar; o rosto sem a característica barba grisalha (raspada religiosamente a cada 20 anos e, da última vez, em 2009, também porque o resistente bigode preto o fazia parecer Gengis Khan nas fotos) – conversou com a reportagem do Sabático.

O livro não está condenado, como apregoam os adoradores das novas tecnologias? O desaparecimento do livro é uma obsessão de jornalistas, que me perguntam isso há 15 anos. Mesmo eu tendo escrito um artigo sobre o tema, continua o questionamento. O livro, para mim, é como uma colher, um machado, uma tesoura, esse tipo de objeto que, uma vez inventado, não muda jamais. Continua o mesmo e é difícil de ser substituído. O livro ainda é o meio mais fácil de transportar informação. Os eletrônicos chegaram, mas percebemos que sua vida útil não passa de dez anos. Afinal, ciência significa fazer novas experiências. Assim, quem poderia afirmar, anos atrás, que não teríamos hoje computadores capazes de ler os antigos disquetes? E que, ao contrário, temos livros que sobrevivem há mais de cinco séculos? Conversei recentemente com o diretor da Biblioteca Nacional de Paris, que me disse ter escaneado praticamente todo o seu acervo, mas manteve o original em papel, como medida de segurança. Qual a diferença entre o conteúdo disponível na internet e o de uma enorme biblioteca? A diferença básica é que uma biblioteca é como a memória humana, cuja função não é apenas a de conservar, mas também a de filtrar – muito embora Jorge Luis Borges, em seu livro Ficções, tenha criado um personagem, Funes, cuja capacidade de memória era infinita. Já a internet é como esse personagem do escritor argentino, incapaz de selecionar o que interessa – é possível encontrar lá tanto a Bíblia como Mein Kampf, de Hitler. Esse é o problema básico da internet: depende da capacidade de quem a consulta. Sou capaz de distinguir os sites confiáveis de filosofia, mas não os de física. Imagine então um estudante fazendo uma pesquisa sobre a 2.ª Guerra Mundial: será ele capaz de escolher o site correto? É trágico, um problema para o futuro, pois não existe ainda uma ciência para resolver isso. Depende apenas da vivência pessoal. Esse será o problema crucial da educação nos próximos anos. Não é possível prever o futuro da internet? Não para mim. Quando comecei a usá-la, nos anos 1980, eu era obrigado a colocar disquetes, rodar programas. Hoje, basta apertar um botão. Eu não imaginava isso naquela época. Talvez, no futuro, o homem não precise escrever no computador, apenas falar e seu comando de voz será reconhecido. Ou seja, trocará o teclado pela voz. Mas realmente não sei. Como a crescente velocidade de processar dados de um computador poderá influenciar a forma como absorvemos informação?

para os computadores que exigem leitura em alta velocidade. em vez de representar uma salvação. a evolução põe em risco outra. Mas. Lembro que. Em um determinado trecho de „Não Contem Com o Fim do Livro‟. Lembro-me de uma maravilhosa história de ficção científica escrita por Isaac Asimov. Não é maravilhoso? No livro. É sobre uma civilização do futuro em que as máquinas fazem tudo. Minha geração sabia tudo sobre o passado. Assim. por exemplo – sem sentir o desconforto do jet lag. ele se torna uma arma poderosa e é disputado por todos os governos – até ser capturado pelo Pentágono por causa do perigo que representa (risos). .O cérebro humano é adaptável às necessidades. De repente. A cultura alfabética cedeu espaço para as fontes visuais. como a memória. acontece um tremendo blecaute e nenhuma máquina funciona mais. ele certamente não saberá nada sobre como era o país duas décadas antes de seu nascimento. Eu posso detalhar sobre o que se passava na Itália 20 anos antes do meu nascimento. Mas quem sabe meu neto não poderá fazer esse trajeto no futuro em meia hora e se sentir bem? É possível existir contracultura na internet? Sim. Até porque uma evolução física também é necessária. Se você perguntar hoje para um aluno. mas hoje reconheço sua importância. na China é a única forma de se manter contato com o restante do mundo. Eu me sinto bem em um carro em alta velocidade. inclusive as mais simples contas de multiplicar. o senhor e Jean-Claude Carrière discutem a função e preservação da memória – que. com certeza. onde a internet é um meio pelo qual é possível se manifestar e reagir contra a censura política. eu achava uma inutilidade. como se fosse um músculo. o senhor e Carrière comentam sobre como a falta de leitura de alguns líderes influenciou suas errôneas decisões. mas meu avô ficava apavorado. poucos conseguem viajar longas distâncias – de Paris a Nova York. ao mesmo tempo que aprimora uma habilidade. Já meu neto consegue informações com mais facilidade no computador do que eu. Naquele tempo. é importantíssimo esse tipo de exercício. Instala-se o caos até que se descobre um homem do Tennessee que ainda sabe fazer contas de cabeça. eu era obrigado a decorar dez versos por dia. o mundo entra em guerra. precisa ser exercitada para não atrofiar. Veja o que acontece na China. De fato. Não podemos prever até que ponto nosso cérebro terá capacidade para entender e absorver novas informações. Enquanto aqui as pessoas gastam horas batendo papo. Atualmente. pois estamos perdendo a memória histórica. pois basta dar um clique no computador para obter essa informação. e ela pode se manifestar tanto de forma revolucionária como conservadora. nos anos 1950. na escola.

Depois. Da mesma forma que Hitler devia desconhecer os relatos de Napoleão sobre a impossibilidade de se viajar para Moscou por terra. esse livro ajudou os americanos a evitar erros imperdoáveis de conduta com os japoneses. Deixou de ser uma guerra travada por soldados e passou para as mãos dos agentes secretos. o também presidente americano Roosevelt. é verdade que ela conta com 50 mil volumes? Sim. havia um confronto direto: a imprensa estava lá e presenciava os combates. Veja um exemplo: se você ler a história sobre as guerras da Rússia contra o Afeganistão no século 19. Na primeira guerra americana contra o Iraque. antes da chegada do inverno. que podia se personificar em uma nação ou mesmo nos vizinhos do apartamento ao lado. se percebeu que a guerra perdera a essência de confronto humano direto – o inimigo transformara-se no terrorismo. as perdas humanas. a guerra globalizou-se. onde tenho outra casa. O Crisântemo e a Espada. o que é absolutamente estúpido. Ao mesmo tempo. Por outro lado. Diversos historiadores apontam os ataques terroristas contra os americanos em 11 de setembro de 2001 como definidores de um novo curso para a humanidade. o presidente George Bush. que escreveu um brilhante livro de antropologia cultural. todos podem acompanhá-la pela televisão. pois a obra de um historiador francês vai estar . as conquistas de território. provavelmente não leu nenhuma obra dessa natureza antes de iniciar a guerra nos anos 1990. como disse antes. Bem. em setembro de 2001. vindo da Europa Ocidental. algo que vem marcando a atual cultura americana que parece questionar a validade de se conhecer o passado. o pai. de uma forma geral. antes e depois da guerra.Sim. De uma certa forma.ª Guerra. O senhor pensa da mesma forma? Foi algo realmente modificador. estão apenas 30 mil – o restante está no interior da Itália. encomendou um detalhado estudo sobre o comportamento dos japoneses para Ruth Benedict. Falando agora sobre sua biblioteca. Mas sempre me desfaço de algumas centenas. Nesse apartamento em Milão. é preciso fazer uma filtragem. pela internet. Conhecer o passado é importante para traçar o futuro. durante a 2. vai descobrir que já era difícil combater uma civilização que conhece todos os segredos de se esconder nas montanhas. sob o governo de Bush pai. Por que o senhor impediu sua secretária de catalogá-los? Porque a forma como você organiza seus livros depende da sua necessidade atual. Há discussões generalizadas sobre o assunto. Tenho um amigo que mantém os seus em ordem alfabética de autores. escrevi muito sobre informação cultural. pois.

o que foi muito bem-feito. Um estudioso que também é seu amigo. É melhor comprar outro exemplar (risos). Mesmo assim. depende do motivo da minha pesquisa. e de outro Eco. transformei todo o material em um curso sobre ciência oculta. eu criei você (risos). Fomos apresentados neste ano em uma première do Teatro Scala e ele assim se apresentou: “O senhor não me admira. enquanto são os meus personagens que levam a sério esse ocultismo barato. Meu método facilita. Assim. comenta-se que o senhor antecipou em muito tempo O Código de Da Vinci. é o Diabo quem tem mais senso de humor (risos). mas eu gosto de seus livros. Mas. às vezes. E se ainda a vida é como uma história contada por um idiota. . e não uma secretária. Dan Brown é quem leva isso a sério e tenta convencer os leitores de que realmente é um assunto a ser considerado. E. reorganizo minha biblioteca segundo meus critérios e somente eu.” Respondi: Não é que eu não goste de você – afinal. Mas. Então. mas. pode fazer isso. eu tenho boa memória. há um momento em que se discute se Jesus chegou a sorrir. fez uma bela maquiagem. Lembro de que. O Nome da Rosa. como Shakespeare apregoa em Macbeth. é preciso ainda mais senso de humor para entender a trajetória da humanidade. escreveu certa vez que existe de um lado Umberto. procuro não pensar em minhas pesquisas acadêmicas – por isso. com um acervo desse tamanho. Marshall Blonsky. fiz diversas pesquisas sobre ciência oculta até que. se algum idiota da família retira alguma obra de um lugar e a coloca em outro. um determinado livro pode tanto ser considerado por mim como filosófico ou de estética da arte. Por falar em „O Pêndulo de Foucault‟. não é fácil saber onde está cada livro. Em seu mais conhecido romance. leitores e críticos traçam diversas conexões. E ambos sou eu (risos). É possível pensar em senso de humor quando se trata de Deus? De acordo com Baudelaire. tiro férias. professor de semiótica. quando escrevia O Pêndulo de Foucault. esse livro está perdido para sempre. cheia de som e fúria. é possível entender por que certos homens poderosos agem de determinada maneira.em uma estante e a de outro em um lugar diferente. Quando escrevo romances. em um determinado momento. o que não discuto. Claro que. Eu tenho aqui literatura contemporânea separada por ordem alfabética de países. Já a não contemporânea está dividida por séculos e pelo tipo de arte. o famoso romancista. Quem leu meu livro sabe que é verdade. Ou seja. se Deus realmente é bem-humorado. elas atingiram tal envergadura que temi uma teorização exagerada no romance. de Dan Brown.

me convidaram e eu respondi que queria fazer algo sobre listas. normalmente se pensa em literatura. A primeira. o que não pude atender. perguntaram. O senhor esteve duas vezes no Brasil. Foi maravilhoso. decidi elaborar uma lista visual e musical.br/informacao-e-cultura/papocabeca/papo-cabeca-eletronicos-duram-10-anos-livros-5seculos%e2%80%99-umberto-eco/#ixzz1cZHCEoWP . Assim. em São Paulo. o museu reserva um mês para um convidado (Toni Morrison foi escolhida certa vez) organizar o que bem entender. “Por quê?”. quando se fala em listas na cultura. onde dei algumas aulas na Faculdade de Arquitetura (da USP). Já na segunda fui acompanhado da família e viajamos de Manaus a Curitiba. como se trata de um museu. da qual o senhor foi curador. sempre usei muitas listas em meus romances – até pensei em escrever um ensaio sobre esse hábito. que originaram o livro A Estrutura Ausente. quando está fechado.com. Que recordações guarda dessas visitas? Muitas. Bem. Mas. essa sugerida pela direção do Louvre. em Paris. em 1966 e 1979. tive o privilégio (que não foi oferecido a Dan Brown) de visitar o museu vazio. como a da moça que cai em transe em um terreiro (para o qual fui levado por Mario Schenberg) e que reproduzo em O Pêndulo de Foucault. às terças-feiras. no ano passado? Há quatro anos. Ora. E pude tocar a bunda da Vênus de Milo (risos) e admirar a Mona Lisa a apenas 20 centímetros de distância. E também me recordo de imagens fortes. Lembro-me de meu editor na época pedindo para eu ficar para o carnaval e assistir ao desfile das escolas de samba de camarote. Então.Como foi a exposição no Museu do Louvre. Leia mais em: http://ebooksgratis.

em São Pauio. E o que os preocupa é um concorrente que vem desafiando o reinado do livro impresso. Pra que você entenda o que está acontecendo. coletivo e revolucionário. Ele tomou um banho de tecnologia e ganhou superpoderes. consultor. desde a Bíblia de Gutenberg: o livro digital. O comandante desse ataque à literatura de papel tem um nome: Kindle. empresário. na página 34. O pessoal que se reúne lá é formado. vamos às explicações. diz Henrique Farinha. É o leitor eletrônico de livros lançado pela loja virtual americana Amazon. E nós. ainda estamos presos ao papel”. Digamos que você está lendo esta SUPER enquanto descansa numa paradisíaca praia do Nordeste. O prédio de Pinheiros é a sede da Câmara Brasileira do Livro. Sua velha versão ainda resiste – mas por quanto tempo? Todos os meses cerca de 20 pessoas comparecem a um encontro marcado em um prédio na região de Pinheiros. por representantes de editoras e distribuidoras de livros. “A tecnologia está avançando rapidamente. executivo. coordenador do grupo e diretor da Editora Gente. Ali tem advogado. uma tela digital capaz de reproduzir as páginas de qualquer livro. mantido há 6 séculos. e . Tem enormes vantagens na disputa com o papel. É um grupo heterogêneo. Eles se reúnem porque possuem algo em comum – sabem que o futuro de todos ali está ameaçado. Papo Cabeça Reportagem extraída da Revista Superinteressante de Setembro/2009. Você se interessou pela entrevista com Dan Ariely.O Futuro (e o fim?) do Livro Postado por: PDL / Categoria: Informação e Cultura. ainda que com algumas limitações. Ficou ágil. na maioria. produtores de livros.

ele acabou de ganhar uma turbinada. Bem mais barato que o livro impresso. Aliás. Conclusão 1: para os nossos amigos lá na Câmara Brasileira do Livro: o livro digital já pegou. navegar com ele pelo site da Amazon e fazer a compra na hora. segundo JeffBezos. com o humorista David Sedaris. vai nocautear o livro impresso. Em março. Para piorar. Os outros e-readers no mercado estão se sofisticando. Sem contar que daria para ler ali. a Sony dispo¬nibilizou para os donos de seu e-reader mais de 1 milhão de livros clássicos – de graça. nada disso vale ainda. Mas já tem gente apostando que a Apple vem aí com uma idéia jobsiana para transformar o iPhone em um e-reader sofisticado. são textos que estão dispo níveis para a leitura também na internet. É o mesmo que carregar por aí uma biblioteca formada durante toda a vida. No Brasil. uns RS 19 reais. você terá o livro inteiro disponível no aparelho. é tecnologia – uma função wireless parecida com a de alguns celulares. Sem contar que dá para ler um livro até pelo celular. por enquanto os únicos a aproveitar suas funcionalidades (a rede wireless usada para venda dos livros ainda não funciona em outros países). O pagamento seria feito com o cartão de crédito. no lançamento de seu livro Engolido pelas Labaredas. De cada 4 exemplares vendidos de uma obra.resolveu comprar o livro Previsivelmente Irracional de autoria dele. Por enquanto. Basta tirar o Kindle da mochila. que custaria o equivalente a RS 31 na mesma loja. Caso do Reader Digital Book. Tem até gente pedindo autógrafo pra escritor no e-reader. previsto para outubro . um livro que tenha uma versão digital para o Kindle vende 35% mais cópias. com o pé pra cima. Basta entrar no Google Books – há outros 6 milhões de livros lá. A praticidade é a sacada revolucionária que fez do Kindle um hit entre os americanos. a coisa funciona graças ao Kindle – você baixa um aplicativo da Amazon pelo iPhone e manda ver na leitura. da Sony. Segundo a Amazon. Conclusão 2: se ficar ainda melhor. O preço: USS 9. qualquer outro livro que você já tivesse comprado pelo Kindle. Não é feitiçaria. A tela já mostra texto e imagens. Comor Uma parceria com o Google. no ano passado.) E olha que o Kindle ainda vive a sua infância. (Aconteceu de verdade em Nova York. Lançado em 2006. Cores? Só daqui a alguns anos.99. o presidente da Amazon. O bichinho armazena mais de 1 500 obras. O primeiro a chegar deve ser criação tupiniquim mesmo: o Braview. um já é digital. tão ansiosa para vencer a batalha quanto seu líder. mas em branco e preto. que vem digitalizando obras por meio de acordos com editoras. uma legião de soldados vem na retaguarda do Kindle. Em coisa de um minuto.

5 quilos nas costas. 4. O problema é que um modelo como o Kindle permite que você tenha um livro no momento em que quiser – nem sobra tempo para pensar duas vezes. Chega de ver criancinhas com mochilas de 3. tudo caberia em menos de 300 gramas. não dá para emprestar as obras digitais para os parentes ou amigos. os e-books custam menos do que o livro impresso. a escola City Academy vai adotar e-books em formato PDF para ensinar seus alunos. E quem é mão de vaca não vai ter moleza pra pegar livro dos outros. vai dar para ler seu conteúdo e deixar . Veja este caso: na cidade inglesa de Hacknev. não é que você vai reunir a galera pra contar historinha. Hoje. que deixa você repassar um arquivo para até 4 pessoas. Mas a dor no bolso pode aumentar. É só a influência da web 2. da fabricante britânica ínteread. E daír Daí que a transição vai mexer diretamente com a sua vida. A exceção é o Cool-er. a escola está trabalhando com editoras de livros que compõem o currículo escolar.E eu com isso? Beleza. uma criançada de 11 a 16 anos. É a oportunidade perfeita para as compras por impulso. O mesmo que você teria de carregar se saísse de férias e levasse 5 livros pra ler na viagem. A dor na coluna vai diminuir.0. Não. No caso do Kindle. Nada mais de livros convencionais. Sabe aquelas anotações que a gente faz no canto da página? Com o livro em bibliotecas como a do Google. Para viabilizar a digitalização. O livro digital também pode transformar a leitura em um ato coletivo. o livro digital é mais prático e barato do que o impresso. É verdade.

Isso aumentaria a participação nos lucros. o modelo tradicional não vai desaparecer da noite para o dia – as vendas de livros eletrônicos não passam de 2″ o do mercado livreiro. a Amazon cravou um preço para a venda da maioria de seus livros. As pessoas assumem como verdade qualquer informação achada na Wikipedia”.99 – enquanto um título em capa dura custa em média entre US$ 25 e USS 35. seja digitalizando o catálogo. o livro eletrônico chegou botando banca. agradável de usar . Elas têm. “O bibliotecário precisará indicar o caminho para as fontes mais relevantes e fidedignas. Mas o fato é que ele ainda não chegou de verdade.” Pois é. Ou não: talvez qualquer um possa escrever um livro e colocar na internet. De qualquer jeito. Há muito a ser aprimorado até que os aparelhos e bibliotecas online caiam nos braços do povo. Só que a própria Amazon paga entre USS 12 e USS 13 pra comprar obras das editoras. Teríamos acesso aos pensamentos e referências que outra pessoa.. Até as bibliotecas terão de aprender a viver nessa nova ordem. É uma aposta para o futuro: o preço baixo ajuda a atrair clientes a rodo. Poderiam cortar os intermediários e negociar direto com as lojas.USS 9. ofereceu 50% do dinheiro das vendas para os escritores que coloquem seus livros à venda no site do e-reader. isso pode pressionar as editoras a baixar os preços para competir. São questões ainda sem resposta. o Coolerbooks. E talvez as levando à falência. Autores best sellers não precisam de tanta orientação ou promoção pra vender livros. E a morte delas pode ser a morte de grande parte da boa literatura. no entanto.anotações para o próximo leitor. não é? Mas as mudanças podem não ser tão positivas para o pessoal da indústria do livro. No exterior. uma dor de cabeça maior pela frente. tem prejuízo. diz Nêmora Rodrigues. Querem ser profissionais preparados para ajudar estudantes e interessados a filtrar informações encontradas em sites. Uma editora tradicional costuma pagar até 10%. tinta e distribuição pra fazer e vender livros…pra que servirão as editoras e distribuidoras? Aí é que o bicho pega. como aquele grupo do começo da reportagem. Só a Amazon se daria bem. presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia. deixou ali. Mesmo assim.com. seja criando negócios no mundo virtual. que nem conhecemos. “Tem muito lixo na internet. os bibliotecários estão se especializando em pesquisas online. O movimento já começou: a Interead. “O livro impresso terá seu espaço até aparecer um leitor eletrônico que seja acessível. porque teria a clientela formada e conseguiria colocar o negócio no azul. Mas e os autores menos famosos? Eles ainda precisam das editoras. aquela do Cool-er. Ou seja. e isso nos países em que o e-reader já é realidade. Pense aqui com a gente: se não vamos precisar de papel. Bacana. editoras e lojas estão se mexendo. No empenho para consolidar seu leitor eletrônico. sacrificando os lucros.

o ringue está pronto.e tenha um formato atraente. PONTOS FRACOS: A Amazon tem controle sobre sua coleção. com suas capas coloridas. PONTOS FORTES: Acesso gratuito a mais de 1 milhão de Livros do acervo do Google. E é mais barato do que o Kindle. Antes que o novato vire um produto a que nem o leitor mais conservador consiga resistir. Pode deletar qualquer Livro.E não está disponível no Brasil READER DIGITAL BOOK/SONY PREÇO: Duas versões. por U5$ 489. por uma questão de direitos autorais. diz Henrique Farinha. PONTOS FORTES: Nos EUA. dá para comprar mais de 275 mil livros em qualquer hora e lugar. deve ser o único no país por um tempo. De qualquer forma. Uma por US$ 279 e outra. E o livro impresso. pocket. PONTOS FRACOS: O downLoad para o e-reader não é automático. Os Rivais Conheça os grandes concorrentes do livro impresso – eles poderão engolir a sua biblioteca em breve KINDLE/AMAZON PREÇO: Duas versões. maior. sem wi-fi ou tela sensível ao toque. BR-100-NTX/ BRAVIEW PREÇO: O equivalente a US$ 200. como fez em julho com 1984.br/informacao-e-cultura/papocabeca/papo-cabeca-o-futuro-e-o-fim-do-livro/#ixzz1cZHtihlN . por US$ 199. o cheiro de tinta e uma experiência de tato ainda inigualável. pelo próprio e-reader. É preciso conectar o aparelho ao computador para baixar os livros. Ainda não divulgou quais e quantas serão as obras disponíveis para Leitura no e-reader. PONTOS FORTES: É coisa nossa! Previsto para ser lançado por aqui em outubro. A questão é quando vai surgir”. PONTOS FRACOS: Será mais simples que seus amigos estrangeiros. Não está disponível no Brasil. terá de barrar o ímpeto de seu oponente – mais jovem e cheio de novidades. Uma por US$ 299 e outra. Leia mais em: http://ebooksgratis.com.

Carta pela Inovação. ativistas. colaboram. consumidores. cientistas. centenas de milhares de cidadãos. advogados. Cidadãos. Nós convidamos todos os governos. compartilhar o conteúdo e praticar o que aqui propomos. nas mais diversas esferas. membros do movimento da cultura livre. organizações. Introdução Nós estamos no meio de uma revolução dos modos de criação. professores. pesquisadores. Papo Cabeça Nós. 1. acesso e transformação de conhecimento e cultura. usuários. multinacionais e instituições a ouvirem urgentemente o que aqui dizemos – e que compreendam e executem nossa proposta. desempregados. Ela desfez inúmeras barreiras geográficas e . artistas e consumidores não se encontram mais impotentes e isolados perante os conteúdos fornecidos pelas indústrias: agora as pessoas. hackers. Criatividade e Acesso ao Conhecimento Postado por: PDL / Categoria: Informação e Cultura. trabalhadores. criativos… nós convidamos todos os cidadãos para divulgar esta Carta. estudantes. uma ampla aliança formada por 20 países. economistas. A tecnologia digital é a ponte que permite que idéias e conhecimentos se espalhem. participam e decidem. artistas. empresários.

Cultura livre abre espaço para novas possibilidade de engajamento dos cidadãos na produção de bens e serviços públicos.tecnológicas que impediam que idéias fossem compartilhadas. alarga . muitos serviços de comunicação. para além do mercado privado. Reconhecemos o espaço comum como uma forma distinta e desejável de governar. inviolabilidade das comunicações e privacidade. Trata-se. liberdade de expressão. Elas proporcionaram e proporcionam novas ferramentas educacionais e estimulam possibilidades de novas formas de organização social econômica e política. Ela permite que se realize o potencial democrático das novas tecnologias. cultura. Essa revolução se assemelha às inúmeras mudanças alcançadas a partir do surgimento da imprensa. logo quando se clamam por formas mais potentes de democracia. e a sustentabilidade em longo prazo. E nós precisaremos dar conta dessas mudanças. a igualdade de acesso. A nova reflexão sobre os „bens comuns‟ (‟Commons‟). na medida em que reduz o isolamento. A governança do dos bens comuns honra a participação. a transparência. Instituições. modificarão seus métodos e os tornarão mais refinados em resposta às novas realidades. Outras. da administração e do acesso aos recursos compartilhados. Cultura livre é pré-condição para liberdade de expressão. exatamente como a Inquisição fez quando buscou reagir ao nascimento e desenvolvimento da imprensa. governos e organismos internacionais ainda baseiam a fonte de suas vantagens e lucros no controle do conteúdo e das ferramentas e na gestão por parte de poucos. Apesar dessas transformações. Ele não está necessariamente ligado ao Estado ou outras instituições políticas convencionais e demonstra que a sociedade civil é hoje uma força potente. indústrias. do fortalecimento da democracia em um tempo de crise. Isso se baseia em uma perspectiva dos “bens comuns” (“commons”). Reconhecemos que essa nova economia social. liberdade essa que é pré-requisito fundamental para a democracia. Isso leva a restrições nos direitos dos cidadãos à educação. não à gratuidade) aumenta dramaticamente os espaços de engajamento cívico. a inclusão. revitalizada pela tecnologia digital (entre outros fatores). Implicações políticas e econômicas da cultura livre Cultura livre (referimo-nos aqui à liberdade. Eles colocam a proteção de interesses privados acima dos interesses públicos. é uma importante fonte de valor. portanto. ciência e tecnologia. a indústria de entretenimento. no entanto. ao acesso a informação. estruturas ou convenções de hoje não sobreviverão futuramente a não ser que se adaptem a essas mudanças. buscando impedir o desenvolvimento da sociedade em geral. Ela expande a faixa de pessoas e grupos capazes de contribuir com debates públicos. “Administração ou governança dos bens comuns” se refere à negociação de regras e limites para a gestão da produção coletiva.

Projetos e iniciativas com base nos princípios da cultura livre utilizam uma variedade de maneiras de alcançar a sustentabilidade para além da economia voluntária. onde o autor-produtor não perde o controle do processo produtivo e não necessita da mediação dos grandes monopólios. por exemplo. As consequências sociais e econômicas devastadoras do colapso financeiro também demonstram que os mercados descontrolados. uma herança dos movimentos pela livre circulação originados no software livre e aberto. Na produção cultural. A filosofia da Cultura Livre. Declaramos nossa preocupação com o bem-estar dos artistas. e que os monopólios não são necessários para a produção de bens culturais e de conhecimento. autores e produtores criativos. Estes movimentos criaram uma nova e viável forma de produção. Banco P2P. com base em ofícios ou profissões. do tipo de “produto” (os custos de um filme. O software livre e aberto. A princípio generalizado é o de combinar várias fontes de financiamento. Este abordagem tem a vantagem de garantir a independência. Modelos de economia social comunitários já estão oferecendo um número de opções cada vez mais viável para manter a produção cultural. permutas). Nesta Carta. cooperativas de produtores. representam uma ameaça à civilização. financiamento direto (ex: subscrições e doações). é urgente que seja dado à economia dos bens comuns o mesmo apoio extensivo que é oferecido ao mercado privado. moeda . Estes incluem:    doações não-monetárias e escambo (ex. em trocas configuradas de acordo com as habilidades e oportunidades de cada pessoa. pesquisadores.o espaço que constitui „a economia‟. na democratização do conhecimento. A atual crise financeira demonstrou os limites estritos do fundamentalismo de mercado.: gift-economy. guiados apenas pela competição e pelo interesse individual. o que é sustentável depende. da educação e dos meios de produção. e muitos outros exemplos mostram que o modelo de cultura livre pode sustentar a inovação. Algumas destas formas são consolidadas. capital compartilhado (ex: fundos de contrapartida. a Wikipedia. são diferentes daqueles de uma enciclopédia colaborativa on-line). interfinanciamento / economia social. é a prova empírica de que um novo tipo de ética e uma nova maneira de fazer negócios são possíveis. propomos uma série de possibilidades para a remuneração coletiva da criação e da inovação. Algumas estão ainda em fase experimental. governos dão apoio considerável à economia de mercado privado. e em uma distribuição justa dos ganhos de acordo com o trabalho realizado. Neste momento da história. Esta forma de produção se baseia na iniciativa autônoma em solidariedade com outros. em grande medida. Tudo o que esta nova perspectiva precisa para prosperar é uma economia com regras equilibradas para todos os modelos.

a promoção de infraestrutura e de ferramentas digitais deve ser baseada em procedimentos transparentes. de modo a impedir a violação de qualquer direito fundamental. crowd financing. . Nesse contexto. incluindo informações acerca de quem são as autoridades encarregadas da aplicação das leis e quais os procedimentos obrigatórios. então. bolsas. Propomos. A era digital traz a promessa histórica de aumento de justiça. ações. As deficiências atuais nas regulamentações e nos tratados são prejudiciais ao interesse público e para uma indústria cultural moderna e democrática. Esse é o objetivo das propostas que se seguem: Primeiro de tudo. financiamento privado (ex: investimento de risco. capital aberto. que podem ser aproveitadas das mais variadas formas. A combinação dessas opções é cada vez mais viável. nas regulamentações nacionais e nos tratados internacionais. Por todas essas razões. contratos públicos e comissões). Acreditamos também que não deveria ser permitido que conglomerados tivessem a oportunidade de dominar uma parte substancial de qualquer setor do mercado. 2. o que será gratificante para todos. Não apoiamos a maneira como as empresas comerciais têm explorado o trabalho voluntário como estratégia para obter lucros a partir do valor gerado coletiva e voluntariamente.     virtual. Demandas legais Temos identificado. lacunas referentes à disseminação de cultura e conhecimento – no aspecto privado. serve-se melhor ao interesse público quando a criação de obras intelectuais de significativo valor social é apoiada e assegurada. transparência: é fundamental que haja transparência na execução das atividades (de lobby). financiamento público (ex: renda básica. em relações contratuais e nas políticas públicas internacionais. atividades comerciais (incluindo bens e serviços) e combinações entre distribuição P2P e transmissão (streaming) de baixo custo. cooperativas de investimento de base comunitária. patrocínio privado. reformas que consideramos necessárias para superar essas falhas. também. a todos os cidadãos um acesso irrestrito a essas obras. tanto para os criadores independentes como para a indústria. fundações garantindo infra-estrutura para os projetos. prémios. e cooperativas de consumidores). Deve-se assegurar. As ferramentas digitais em si têm o potencial promover mais transparência e abertura política. subsídios. associações empresariais de infra-estrutura e investimento).

Os cidadãos devem ter o direito a uma conexão de Internet que seja livre de qualquer discriminação (seja bloqueando. criativos ou de qualquer outra ordem. Estimulando criatividade e inovação Declaramos nossa preocupação com o bem-estar de artistas e autores.A. C. CÓPIA PRIVADA: quando a reprodução é feita para usos privados ou de compartilhamento e quando nenhum lucro direto ou indireto é obtido devido à cópia/reprodução. A.2. B. Defendendo acesso a infraestruturas intelectuais e neutralidade na internet. Propomos várias maneiras de gratificação coletiva à criação coletiva e à inovação: . serviço ou conteúdo ou que seja baseada no endereço do destinatário ou remetente.3 USO JUSTO (FAIR USE): o direito ao acesso e ao uso de obras autorais. limitando ou priorizando) quanto ao tipo de aplicação. A. conectem o hardware e usem o software que lhes interesse e que não prejudiquem a rede.3. D.1.1. Conhecimentos comuns e o Domínio Público A.2. C. pesquisa científica ou informação. por motivos educacionais ou científicos ou por propósitos puramente informativos. Deve-se garantir que obras de domínio público sejam acessíveis para o público em geral. Os cidadãos devem ter o direito a uma conexão de Internet que permita que mandem e recebam os conteúdos que desejarem. ensino.3.1. B. Nenhuma limitação (ou filtragem) no conteúdo da internet deve ser feita sem uma decisão judicial prévia. Pesquisas financiadas publicamente e trabalhos intelectuais e culturais devem estar disponíveis gratuitamente para o público em geral. para fins de educação. sem a autorização dos titulares de direito. desde se faça referência ao autor e que todos os direitos morais sejam respeitados. que usem serviços e que executem arquivos de sua escolha. Direitos do cidadão no contexto digital C. A expansão do domínio público e do tempo de contrato de direitos autorais (menos de 50 anos). C. O DIREITO DE CITAÇÃO.2. satírico ou complementar ao objeto criativo principal. B. B.

3. Deve ser permitido aos autores/criadores que revoguem o mandato de ENTIDADES DE GESTÃO dos direitos do autor.7.5.1. 3. Essas diferenças devem ser sanadas. baseadas nos princípios desta carta. Devem ser abolidas todas as “imposições digitais” injustas. experiências e das diversas nuances culturais. Quando há exploração comercial de um trabalho.2. D.6. D. Royalyties não substituem um salário justo. E. Acesso de pessoas com dificuldade de leitura Devem ser disponíveis formatos de texto acessíveis para pessoas com dificuldade de leitura.4. de modo algum. Os sistemas legais de todo o mundo devem facilitar a conversão de trabalhos em formatos acessíveis para pessoas com dificuldades de leitura. D. criminosas. Diretrizes para Educação e Acesso ao conhecimento Aprender é um processo de construção social que acontece mediante a troca de conhecimentos. D. Nossa visão de educação consiste na cultura de troca de informações e conhecimentos e em inovações eficientes e sustentáveis. A cultura se desenvolve na medida em que o conhecimento se espalha pela sociedade. e não apenas as formas tidas como “oficiais”. bem como o download e o upload dos mesmos. Entendemos educação como processo social que envolve uma ampla gama de tecnologias. entidades e atividades educacionais. que sancionam a todos indiscriminadamente em nome da “compensação para os artistas” e que se propõem a penalizar atividades que não são. D. regras que garantam direitos econômicos devem priorizar a proteção de interesses econômicos de comunidades criativas. Software livre . Não se deve permitir o monopólio de entidades de gestão nem que as mesmas impeçam artistas e autores de usarem licenças livres. Diferenças no poder de barganha produzem diferenças injustas entre as pessoas criam e as entidades comerciais. atores. D. Devem ser ilegais – e jamais podem ser concedidas – patentes que monopolizem qualquer tipo de software ou de atividade de desenvolvimento intelectual.D.

assegura competição e inovação. ao mesmo tempo em que maximiza a reutilização e a eficiência. 4. Privacidade Cidadãos têm o direito a: . portanto. promovido e implementado em instituições educacionais e em outros espaços em que se realizam trabalhos funções educativas. Além disso. O software livre deve. Compartilhamento de recursos educacionais Recursos educacionais são uma ferramenta educacional básica. reutilização. adaptação. hoje e no futuro.O software livre permite que as pessoas estudem e aprendam conceitos. Estrutura requerida para uma sociedade inclusiva de conhecimento 1. promovendo diversidade cultural. Eles aumentam as possibilidades de aprendizado e propiciam que diversos pesquisadores descubram façam uso dos resultados uns dos outros. apostilas e outros tipos de materiais devem ser. Acesso livre O acesso livre assegura o acesso a resultados de pesquisas científicas tanto para cientistas quando para o público em geral. então. possibilitam a transparência no processamento das informações. Universidades e centros de pesquisa devem aderir ao modelo do acesso livre. publicando os resultados de suas pesquisas. A. proporcionam independência em relação a interesse de coorporações e aumenta a autonomia dos cidadãos. As patentes cujos titulares estejam ligados a instituições públicas devem ser irrevogavelmente liberadas. cópia. Padrões abertos O uso de padrões e formatos abertos é essencial para assegurar o compartilhamento e a inter-operabilidade técnica. A publicação aberta em um domínio público estimula o desenvolvimento dos recursos e a participação de todos. publicados como recursos abertos – assegurando o direito de uso. ser usado. proporcionando um acesso sem obstáculos à informação digital e a garantia da disponibilidade do conhecimento e da memória social. tradução e redistribuição. Devem ser desencorajadas as patentes nos resultados de pesquisas financiadas com dinheiro público. todo software produzido em ambientes educacionais deve ser convertido em software livre. Livros-textos.

. .Neutralidade: A neutralidade na internet deve ser garantida (para uma definição precisa. 1. Não devem ser impostas condições aos cidadãos para tal. leia o Glossário de termos e demandas legais – DEMANDAS LEGALES – o link se encontra no texto original) -Simetria.Decidir a qualquer hora mover. . deveriam usar sempre o software livre e os padrões abertos. Administração Pública . Poder proteger suas comunicações com senhas. só deve ser paga o serviço que seja explicitamente demandado pelo usuário..Diversidade: Devem ser evitados monopólios em infraestruturas de telecomunicações.Quando uma solução por software livre ou por padrão aberto não existe. 1. modificar ou remover sua inscrição de usuário de qualquer serviço online . criação e conexão .Não ter sua comunicação interceptada. . a não ser a partir de ordem judicial prévia. em contratos pré-pagos. Os provedores devem garantir aos cidadãos a opção de tarifa plana. C. Direito no que diz respeito a redes (networks): liberdade de uso. Deve haver acesso a banda larga a preços acessíveis a todos os cidadãos. B. D. projetos fundados com verba pública e aqueles que impliquem os cidadãos por lei ou de alguma forma que afete seus direitos fundamentais. provedores de acesso à internet devem garantir conexões simétricas ou uma proporção razoável de download/upload.Utilizar a internet e acessar conteúdos anonimamente.Sociedade civil e administrações públicas devem ter o direito a prover e implementar serviços de rede. 1. Nenhuma companhia de comunicação deve controlar mais de 25% de qualquer serviço no mercado.Setor público. o governo ou autoridade pública correspondente deve promover o desenvolvimento do software necessário. incluindo aqueles oferecidos gratuitamente. Os cidadãos têm o direito ao acesso a mais de um provedor (público ou particular) e a oferta deste serviço de banda larga não deve estar vinculada à aquisição de outros produtos ou serviços.Os provedores de telecomunicações devem satisfazer as velocidades de acesso decididas contratualmente. . Infraestrutura e regulação de mercado: .

br/informacao-e-cultura/papocabeca/papo-cabeca-carta-pela-inovacao-criatividade-e-acesso-aoconhecimento/#ixzz1cZIvTYly .. Os recursos e ferramentas digitais podem garantir mais transparência e credibilidade aos processos políticos. . de modo a evitar a violação de qualquer direito fundamental.A compra pública de software deve avaliar o custo total do uso – incluindo os custos de finalizar o uso do software e de migrar para outro. Transparência É fundamental que haja transparência nos processos de regulamentação e nas atividades de lobby. Você pode acessar a versão completa aqui (em inglês ou espanhol). Propomos um sistema de três avisos aos que violem o direito do cidadão à transparência nas informações. 1. independentemente de seu local de residência.Governos devem garantir acesso à Internet gratuito a todos os cidadãos.A contabilidade pública deve fazer uma separação clara entre os custos de licença e manutenção do software e o custo do hardware. Ajude a distribuí-la e divulgá-la! . E. ______________________________________________________________ ___________ .com. Leia mais em: http://ebooksgratis.Essa carta foi gentilmente traduzida para o português por colaboradores do PDL.Esta é uma versão resumida da carta. A existência e acesso às infra-estruturas e às ferramentas digitais devem se fundamentar em processos transparentes. .0. e está sendo distribuída livremente sob licença creative commons 3. Como deveria proceder a administração pública no que se refere a compra e avaliação de softwares. incluindo informações sobre quem são as autoridades responsáveis pela aplicação da lei e os procedimentos obrigatórios que devem ser colocados em prática. 5.

De Boston.O hábito faz o leitor – Um papo sobre e-books. Isso porque a tela remete à ideia de que é preciso vencer etapas a cada instante. como o e-book. Por quê? A observação sistemática mostra que. Maryanne falou à repórter de Veja Renata Betti. leitura e neurociência Postado por: PDL / Categoria: Informação e Cultura. antes que a . as pessoas tendem a acelerar o ritmo de leitura e a absorver menos conteúdo. Hoje. Papo Cabeça A americana Maryanne Wolf é uma das maiores especialistas na área da neurociência que estuda os efeitos da leitura no cérebro. tema sobre o qual já escreveu mais de uma dezena de livros. ela se dedica a entender. Suas pesquisas indicam que ler um livro digital não é o mesmo que no papel. onde comanda um centro de pesquisas na Universidade Tufts. como as pessoas assimilam conhecimento por meio de novas tecnologias. cientificamente. com o e-book.

Funciona como no esporte: quanto mais se pratica. Elas têm ajudado. como o e-book. Esse mesmo roteiro pode levar até 100 vezes mais tempo. Feita a ponderação. com nitidez. Veja. nesse caso. É naturalmente difícil manter a concentração e fazer uma leitura de padrão mais elevado. melhor é o resultado. no entanto. Não existe no cérebro nada como uma estrutura previamente concebida para a leitura – é preciso construí-la e aprimorá-la. Como alcançar um avançado estágio de leitura por meio das novas tecnologias? É preciso enfatizar à atual geração multitarefas que leitura demanda altíssima atenção e não é conciliável com nenhuma outra atividade. Enquanto você lê Shakespeare. em questão de milésimos de segundo. Como. caso a pessoa não tenha o hábito de ler. de 18 de Novembro de 2009 . Seu cérebro fica tomado com a tarefa básica de decodificar o texto – e não consegue ir muito além disso. Por que isso acontece? A internet provê um excesso de estímulos que acabam atrapalhando. exatamente? Simples: lendo todo dia. Edição 2139. que o circuito formado entre as áreas do cérebro envolvidas na leitura não chega. As fotos mostram. segundo revelam as imagens dos neurônios quando alguém está diante do computador. A habilidade para ler deve ser treinada. três áreas distintas: a da visão. Como a neurociência explica a formação de tal estrutura no cérebro? A repetição da leitura faz o cérebro desenvolver um circuito que passa a conectar. novas tecnologias. como as que já existem sobre a internet. são mais do que bem-vindas. que abra espaço para um alto grau de processamento de ideias. Ainda faltam. afinal. àquela região em que ela seria processada de maneira mais analítica. evidências baseadas na neurociência. não param de aparecer na tela pop-ups e e-mails.bateria termine ou que se perca a conexão. a da linguagem e uma que se encarrega de dar significado às palavras. O que já se sabe sobre a leitura na rede? Ela é mais superficial. a despertar o interesse pelos livros num momento em que isso nunca foi tão difícil.

E na internet? E as fotos não-reveladas que economizam papel fotográfico? A Era Digital está aí para economizar papel… e sola de carteiro. e sim um conjunto delas. e papel e caneta pra escrever as insanidades que viessem a mente.com. Pense então quantos livros estão no seu PC. começa a diminuir de circulação. mas não enlouqueceria se tivesse bons livros e revistas a mão. o papel e a caneta. Hoje o papel. Pra mim foram três: a linguagem escrita (alfabeto e formação de palavras). goste você ou não Postado por: PDL / Categoria: Informação e Cultura. poderia ser um prisioneiro encarcerado numa solitária muitíssimo apertada.Leia mais em: http://ebooksgratis. embora ainda absurdamente utilizado (principalmente em órgãos públicos). Basta dizer que num mísero pen drive de 512 MB cabem uns 400 livros de umas duzentas páginas cada. .br/informacao-e-cultura/papocabeca/papo-cabeca-o-habito-faz-o-leitor-um-papo-sobre-e-books-leitura-eneurociencia/#ixzz1cZPl6RZx Os livros do futuro já estão aí. Sério. Papo Cabeça Eu sempre digo que não existe “A” melhor invenção da história.

que teimam em não serem substituídos. em fevereiro desse ano melhorou um pouco as coisas. diz respeito a aceitação de formato PDF (o que garante ler qualquer coisa. Mas. Os primeiros passos na direção da substituição dos livros por versões digitais já estão sendo dados com os e-books reader. assim como os cadernos de faculdade. ou algo do gênero). um puro engano. em junho para ser mais exato. foram rapidamente para o computador. menos de 1cm de espessura. ao invés das 6‟ do anterior). chegou a terceira versão do livro do futuro. planilhas e essas coisas com durabilidade baixa. É um belo aparelho. a chegada do Kindle 2. presente no primeiro Kindle. O primeiro a pintar no mercado foi o Kindle. sendo o 2. A tela de e-ink (agora com 10 polegadas. não gasta bateria enquanto se lê. documentos. Há poucos meses. Mas também temos uma expansão da memória nativa para 4GB (o anterior possuía 1GB). Na verdade. da Amazon. já que é o Kindle DX que é o substituto formal do primeiro Kindle.Bom. apenas para passar páginas. E apesar da multidão de promessas que a Amazon fez. o que já adiciona uma infinidade de livros a sua e-biblioteca. com uma tela melhor. e um layout um pouco mais moderno. livros e quadrinhos ainda estão no papel. o maior obstáculo é fazer um gadget com tamanho parecido com o de um livro. Na verdade não tão a terceira. . que foi contra tudo que a internet ensinou sobre NÃO usar formato proprietário. o que ele suporta fazer umas 10 mil vezes com uma carga de bateria. já que não é nada difícil transformar um documento em PDF). As melhorias foram várias. já praticamente um padrão em e-books. na minha opinião. assim como uma tela confortável para a leitura de centenas de páginas seguidas (quadrinhos vão ficar em papel por várias décadas ainda… a não ser que inventem um reader versão Absolute. inclinômetro no melhor estilo iPhone e uma boa distribuição dos botões. embora eu daria mais prioridade a compra de um Tablet PC. mais robusto e com mais recursos. A melhor. Como ponto negativo se destaca o sumiço da entrada de cartões SD. circulando em e-mails ao invés de carrinhos (se bem que no Judiciário a coisa é feia…). e isso não vai mudar tão cedo.

custando US$ 280. e o processo é irreversível. Ele possui também 512 MB de memória e uma autonomia de bateria de 4320 viradas de página. no Nerds Somos Nozes Poderá também gostar de: . não tenho certeza nessa parte).E outras empresas já estão de olho no filão de mercado dos e-books. Fica muito atrás do Kindle. O Google já afirmou que pretendo entrar. Fora isso possui apenas 9mm de espessura e 200 gramas. trazendo acordos com editores e (possivelmente) aumentando os preços de US$ 9. as opções estão aí (tem até brazuca na jogada). mas tem a vantagem de possuir um melhor preço (seu modelo mais caro custa US$ 299. Mais cedo ou mais eu e você teremos os nossos e as livrarias deixarão de existir (OK. A Samsung também lançou seu próprio reader. Por “Voz do Além”. enquanto o Kindle mais barato custa isso) e uma tela touchscreen. diga-se de passagem). no negócio de venda de livros digitais. que de bom só carrega a marca (que já perdeu muito do seu poder. com tela de 5‟ também touchscreen. ainda esse ano. embora ainda goste muito dos meus livros e HQs de papel. Um desses concorrentes é o Reader da Sony. mas ainda restrito ao mercado sul coreano. Bem.00. chamado SNE-50K.99 praticados pela Amazon na venda de seus livros para o Kindle.

[Papo Cabeça] O hábito faz o leitor – Um papo sobre . anoto. Não substitui o livro de papel. Tatiana Disse: agosto 6th. broba Disse: agosto 6th. LinkWithin   Facebook Tags: Cultura Digital. [Notícias] Livro digital em cores [Papo Cabeça] Porque os “direitos de autor” devem voltar à . 5 séculos’ .. Katia Disse: agosto 6th. 3. independente de qual seja a melhor. aceita as duas formas: impressa ou eletrônica.. rabisco. 2009 at 19:34 Eu já li muito em…mp4…>__<””‟ telinha minuscula…mas a paixão por ler era maior. livros.. Kindle.. goste você ou não” 1. 2009 at 21:39 Quem ama leitura. [Papo Cabeça] Eletrônicos duram 10 anos. Mas não tem coisa mais gostosa do que pegar um livro. e se tornam meus 2. pois os livros que leio e gosto. cheirar…a sensação do toque não vai ser substituída nunca. mas me habituei numa boa. Livro Digital 12 comentários to “[Papo Cabeça] Os livros do futuro já estão aí. e-books readers.. 2009 at 17:57 tenho um palm top e leio nele… confesso que estranhei no começo.. folhear. depois eu compro de papel. o importante é se deliciar na leitura! .

me afeta. como a cara colega Tatiana mencionou. mas esses ebookreaders são convenientes. mas prefiro o tequilacat). só vejo vantagens nisso.jad. Ana Pimentinha Disse: agosto 7th. isso que é vontade ahsausas É dificil substituir o livro (é tão bonita uma estante completa e organizada). tanto que tenho um mp4 (que já li toda a série Twilight e livros de Marian Keyes nele) e agora comprei um Nokia genérico da China que tem uma tela bem maior (3 polegadas).Leio os dois “formatos” sem problema algum. como eu. de ser assaltado). enfim.jar . melhor do que carregar um livro gigante de medicina espero que isso não significa que um dia não publicarão livros de papel e que ebooks gratis não serão mais disponíveis. sou a favor da democratização da leitura através dos e-books e não acredito que eles possam acabar com o livro impresso. Como vocês conseguem ler em mp4?? demora tanto para carregar e ainda tem uma tela de 2″. 4. No entanto. 2009 at 13:54 Vocês estão esquendo-se da vantagem maior: poder carregar a todo lugar uma infinidade de livros digitais. 2009 at 16:41 . 6. embora ache que não faria melhor trabalho do que esses tradutores. Eu já estou tão acostumada a ler os livros no meu pc que chego até a estranhar quando tenho que desfolhar um livro (e olha que nem o cheirinho. Poder ler em qualquer (correndo o risco. doc. até porque. diversão enorme para quem ama ler. me interessei por vários livros que fiz questão de ter a versão impressa. também tem o mjbookmaker. eu os considero como um complemento. imagino só o trabalho para passar para a nova ortografia). é claro. nunca como substituto. 2009 at 14:09 Coloco no celular (320×240 pixels) e leio na boa (uso o programa TequilaCat português para convertê-los de pdf. o unico problema é que vários ebooks trauzidos tem erros gramaticais notórios (os revisados são ótimos. txt para java . Através dos e-books. a sensação de desfolhar. Luis Disse: agosto 9th. 5. Sem contar a quantidade de árvores que poderiam ser salvas caso o livro digital se tornasse uma realidade. anonimo Disse: agosto 7th.

e adorava. Abraços 11. mas q infelizmente vão ficando para trás. 2010 at 9:25 Eu tenho o kindle Dx e digo que foi o melhor presente que eu me deu neste ano que passou. 2010 at 21:55 . 2009 at 14:24 Com certeza. o unico se nao e o preço que e alto ate para os padroes americanos. e agradeço a todos os amantes de ebooks q dedicaram tanto do seu tempo scanneando pra nós…E compartilhando! Abraços! 10.como fazia no smartfone… Mas agora mudei-me para um netbook cor de rosa (!!!) da philco. Ana Kelly Disse: agosto 10th. imagine o nosso. É preciso haver o desapego pelas coisas que gostamos. super facil super pratico. A reciclagem de papel em comparaçao com o reaproveitamento desse material novo é algo que ninguem ainda pensou. sempre gostei muito de ler e agora estou lendo bem + uma vez que baixo os livros em doc. Paulo Henrique Passos Disse: janeiro 6th. Eu já estou juntando as minhas moedinhas pra comprar um pra mim xD Ainda assim. q alem de continuar prático pra ler.o q vale mesmo é o gosto pela leitura. e conerto para o kindle. 9. Amo livros.pois é levinho. 2009 at 16:06 Eu antigamente lia no palm tungsten. mas não podemos fechar os olhos para novas formas de lê-los. Lídia Serpa Disse: dezembro 22nd.posso levar pra faculdade e fazer meus trabalhos… Adoro ler. 8. sem ter q rolar tela direita-esquerda. mas não duvido nada de que dentro de uns 5 anos isso já seja um artigo comum. Davidson Disse: janeiro 2nd. 7. e a letra de bom tamanho. 2009 at 12:58 Isso ainda vai gerar muita polêmica na próxima década. em casa eu sempre vou gostar dos meus livros físicos. como disse o comentário acima.só estamos gerando mais lixo tecnologico. Marilda Ortega Disse: novembro 28th.

humanos. Apesar disso. uma intimidade mesmo com o livro. acredito que.br/informacao-e-cultura/papocabeca/papo-cabeca-os-livros-do-futuro-ja-estao-ai-goste-voce-ounao/#ixzz1cZQKH4xZ Livro digital em cores Postado por: PDL / Categoria: Informação e Cultura. 2010 at 1:49 Acredito que estamos em uma época de transição. assim como os lp´s de vinil e os disquetes de 1. mas progressivamente ampliamos a nossa leitura em dispositivos eletrônicos. inclusive algo tão frio como o “ereader”. Vejo um futuro irreversivelmente digital para o conteúdo dos livros de papel. O papel é um amigo conhecido de longa data e nos sentimos confortáveis com ele.4 Mb. existirmos. A literatura exige uma aproximação bem maior. que serão lentamente esquecidos. 12. a coisa fica um pouco mais complicada. diferente de textos informativos. Notícias . enquanto nós. Leia mais em: http://ebooksgratis. tudo será suscetível de sensibilização.com. Kleber Disse: janeiro 17th.Se formos falar de ler literatura nos “e-books”.

a tecnologia não estava pronta para ser adotada. as pessoas que têm comprado aparelhos para ler livros digitais (e-readers) são obrigadas a escolher entre ter uma tela colorida luminosa e com muito reflexo ou uma tela cinza boa para ler mesmo em ambientes externos. . como o iPad da Apple. as cores são mais suaves e a tecnologia não pode ser usada para ver vídeos. a Amazon não havia respondido aos pedidos nesta terça. Até o momento. A empresa tem afirmado que. Mesmo com telas em cores. A nova tecnologia. Por outro. O primeiro e-reader com tela colorida será produzido pelo fabricante chinês Hanvon. 9. Como nos outros aparelhos com a tecnologia atual.7 polegadas. e acessará a internet por Wi-Fi ou 3G. embora não tenha descartado o uso de tinta eletrônica colorida. Por um lado. O leitor de livro digital terá uma tela de 9. as pessoas também poderão ler livros com essa nova tecnologia colorida sem forçar a vista. Agora a empresa que produz as telas em branco e preto do Kindle da Amazon. a EInk Corp. sobre os planos da tela colorida para o Kindle. Ele deve custar por volta de US$ 440 na China. como nos tablets. e-readers com papel eletrônico têm uma duração da bateria muito maior do que aqueles que usam telas de LCD. a tinta eletrônica continua a ter desvantagens. disse que vai começar a vender displays de papel eletrônico ou tinta eletrônica (como é chamada a tecnologia da tela do Kindle) que também exibem cores.Até agora. exibe 16 tonalidades de cinza e milhares de cores. chamada de E-Ink Triton.

Abraços . disse que o aparelho pode ser vendido também nos Estados Unidos.. Fonte: Blog do Link Poderá também gostar de: [Papo Cabeça] Os livros do futuro já estão aí.com. 2010 at 20:46 Beeem .A Hanvon. Sim .. novo leitor de ebooks terá tela . Ipad. Leia mais em: http://ebooksgratis. que eu vi ele de cabo a rabo .. Exceleeente blog . [Papo Cabeça] O Futuro (e o fim?) do Livro [Notícias] Google lança livraria digital com mais de 3 . e-ink. Yago Disse: novembro 11th. eu só queria falar que eu achei tãaao interessante este blog ..br/informacao-e-cultura/noticiaslivro-digital-em-cores/#ixzz1cZQwroIc . e-books readers. livros digitais. Continuem assim . Kindle.. fora as outras revistas que já baixei . estou lendo ” A vida na porta da geladeira . llivro digital Um comentário to “[Notícias] Livro digital em cores” 1. que vende outros produtos como tablets em lojas nos Estados Unidos. [Notícias] Skilf Reader.. passei algumas horas lendo entrevistas e sinopses de livros aqui . LinkWithin   Facebook Tags: Amazon. goste você . Vi todos os já postados .

É pouco provável que seus editores imaginassem que. não exige o pagamento de direitos autorais. em uma entrada do blog do Google Books.[Papo Cabeça] Livros gratuitos na internet exigem revisão das leis de direitos autorais no mundo Postado por: PDL / Categoria: Informação e Cultura. isto é. O documento eletrônico não economiza em detalhes. O entusiasmo de seus criadores os levou a comparar o projeto à antiga biblioteca de Alexandria ou a . qualquer leitor. lugar onde permaneceu durante todos esses anos e a primeira biblioteca não anglo-saxã que a fechar um acordo com o Google para digitalizar seu acervo.com. cofundadores do Google: “que as pessoas de todo o mundo possam buscar qualquer livro entre todos os livros do mundo”. poderia ter uma cópia dele. A obra é uma dentre milhões que estão disponíveis no portal. Papo Cabeça Verónica Calderón.google. Trata-se de uma edição de luxo de “El Ingenioso Hidalgo Don Quijote de la Mancha”. as 30 gravuras que ilustram a obra. Basta ter acesso ao portal Google Livros (http://books. salvá-lo no computador e imprimir suas 566 páginas. que Brin e Page “nunca teriam imaginado que um dia iniciariam um projeto que possibilitasse isso”. quase 150 anos depois.br). em qualquer parte do mundo. O site de buscas indica. do El País A primeira página indica que o livro foi impresso em 1865. o brasão da edição original de 1605 e até o selo da Biblioteca da Universidade Complutense de Madri. E ilustra “a grande ideia” de Sergey Brin e Larry Page. Sua antiguidade a transforma em domínio público. Inclui as capas.

que funcionará como uma organização sem fins lucrativos e que distribuirá 63% dos ganhos entre os autores e editores dos livros de edição esgotada. aponta o reitor da universidade madrilenha. uma busca sobre “O Grande Gatsby” só trará cópias com “visão restrita”: isto é. O Google Books seria a única janela para obtê-lo. no blog do Google Books. ainda não foi detalhada. A coleção que o Google compilou entre as 20 bibliotecas que aderiram ao projeto até o momento (duas delas espanholas: além da Complutense. Nesses casos. Além disso. Scott Fitzgerald. apontam que a empresa obteria . mas não está disponível nas bibliotecas. publicado por uma editora que não existe mais. As oportunidades educacionais são excelentes e estamos encantados em colaborar com o Google neste projeto”. Os livros publicados depois dessa data estão disponíveis para o usuário. O livro é protegido por direitos autorais. A maneira como se distribuirá o dinheiro. “Digamos que você faz uma pesquisa e navega pelo Google Box. existem os chamados “livros obscuros”. mas não é possível ver o livro inteiro. Os críticos. Foi exatamente no caso desse tipo de livros que as associações de editores e autores dos EUA iniciaram o protesto. Mas a polêmica causada pela ideia é menos romântica. As bibliotecas não são as únicas proprietárias dos títulos. O acordo também não prevê o caso de autores que desejem que suas obras sejam gratuitas. e os direitos sobre as obras que não são de domínio público e estão protegidas por leis de direitos autorais – diferentes em cada país do mundo – se transformaram no centro da polêmica. o leitor verá apenas algumas páginas e não poderá dispor de uma cópia completa. entretanto. além disso. Se o Google oferece acesso livre aos usuários e os editores e autores obtêm ganhos.biblioteca de Babel sonhada pelo escritor Jorge Luis Borges. se os autores desconhecerem que suas obras estão disponíveis na rede ou não desejarem se inscrever no registro. está disponível o catálogo da Biblioteca da Catalunha) inclui um amplo número de edições publicadas antes de 1923. Um acordo de € 90 milhões. como os define o jornalista e escritor Farhad Manjoo. pôs fim a uma disputa aberta em um tribunal americano contra o gigante da web. Carlos Berzosa. fechado em outubro de 2008. O centro da polêmica se resume em uma palavra: “copyright”. mas que é o mais adequado ao que você estava procurando. encontra no catálogo da Universidade de Michigan um livro sobre um autor do qual nunca ouviu falar. qual é o problema? Além dos livros de domínio público e dos protegidos pelas leis de direitos autorais. Por exemplo.” E onde iriam parar esses ganhos? O Google previu a criação de um registro de livros (Book Right Registry em inglês). o Google recomenda diversas livrarias online para se obter um exemplar da obra de F. “Estamos literalmente abrindo nossa biblioteca para o mundo. Não são livros como “Dom Quixote” que concentram o problema. automaticamente estarão fora de qualquer ganho.

afirma. É uma potência de busca nunca vista”. Mas algumas pessoas duvidam da boa-fé do projeto. “Apoia a divulgação. O fato é que o Google. no dia em que Joseph Ratzinger se transformou no papa Bento 16. O site www. se defende com o argumento de que o grande beneficiário é o autor. de forma que se um internauta desejar encontrar uma frase em qualquer livro do mundo possa fazê-lo em poucos segundos. É verdade que o debate remonta aos primeiros tempos da Internet. explica Collado.mp3. Sua meta inicial era que só os que pudessem provar que tinham comprado o disco poderiam baixá-las. explica que a capacidade do mecanismo de busca oferece uma oportunidade “inédita” ao usuário para explorar os livros. Eric Schmidt. “Se o conteúdo inteiro de qualquer site está disponível através de seus mecanismos de busca – sem pagar um centavo pelo uso dessa informação -. “O leitor pode encontrar uma frase entre centenas de páginas. pois nem todos os escritores somos Dan Brown.o controle da indústria dos conteúdos digitalizados. comenta.com transformou dezenas de milhares de músicas em formato digital sem pedir permissão a ninguém. Luis Collado. Não está claro nem como serão distribuídos. em seu afã para . “Na Europa só foram digitalizados livros que estão em domínio público de acordo com a legislação”. cofundador do Google. nem entre quem. ele relata que. O governo alemão acredita que o acordo feito nos EUA não é suficiente para seus escritores e editores. Em uma coluna publicada em 2005 no “Wall Street Journal”. O escritor Mauricio Montiel explica que a ferramenta lhe causa “emoções contraditórias”. Os ganhos são exatamente o miolo do assunto. mas há necessidade de um acordo para que os escritores obtenham um benefício por seu trabalho”. acrescentando que a intenção da empresa é “fomentar o debate” para chegar a uma solução. “milhões de pessoas que procuraram seu nome” descobriram que no Google Books estava disponível seu livro “In the Beginning” [No Princípio]. responsável pela máquina de buscas de livros do Google na Espanha e em Portugal. Torna mais acessível nosso trabalho para os leitores. “Milhares deles folhearam uma ou duas páginas do livro e muitos clicaram para comprá-lo. explica Manjoo. Quantos autores de livros com edições esgotadas serão beneficiados?” O projeto inclui até o momento cerca de 10 milhões de obras. por que não fazer o mesmo com os livros?”. A revolução causada na indústria musical poderá servir de precedente para as editoras e os escritores. O Google alega que seu objetivo é tornar mais acessível a informação para o usuário. afirma Collado.

administrar o conhecimento do mundo. como galinhas que acabam de ser decapitadas”. “Qualquer pessoa que queira fazer uma pesquisa agradecerá que o conteúdo das bibliotecas esteja disponível. A empresa crê firmemente que sua ideologia de abertura é a correta”. explica o escritor e professor Tim Wu. O usuário pode dispor da informação que desejar de forma gratuita e os criadores de conteúdo estão desorientados. Mas sua maior força é a convicção de que está do lado da história. “No mundo analógico. A informação nos tempos da rede busca (e geralmente encontra) um caminho. Mas o objetivo do Google. como no uso que o Google Notícias fazia da informação. da Universidade Columbia. mas adverte que a empresa não garante a privacidade do leitor. se transformou no centro de pelejas semelhantes diante dos meios de comunicação. afirma Manjoo. ao que parece. “A internet segundo o Google é democracia para alguns e anarquia para outros. um leitor conta com toda a privacidade para escolher os livros que desejar. guarda uma boa recompensa para o leitor. que originou diversos processos da Associated Press e France Presse. descreve o jornalista. as páginas que ele lê. porém. comenta. Poderá também gostar de: . “Quando fiz uma pesquisa utilizei tanto o Google Books como o Google Scholar [uma ferramenta de busca de textos acadêmicos]. e teria pago com gosto pela ajuda oferecida”. funcionários inteligentes e aliados. “O Google tem muito dinheiro. A “street view” do Google Mapas levantou mais de uma sobrancelha ao redor do mundo. Seu mecanismo de busca permite revisar centenas de páginas em um segundo e a navegação é fácil e simples”. explica. o Google dispõe de sistemas que monitoram os livros digitais que um usuário procura. A ONG americana Electronic Frontier Foundation reconhece que a criação da biblioteca virtual do Google “aumentará drasticamente o acesso público aos livros”. E o Google é o mais disposto e. No campo digital. não há um argumento firme que contradiga a meta final do projeto do Google Books. Collado responde que a principal preocupação do Google é o usuário. e acrescenta que só será utilizada para “melhorar a experiência de utilização da ferramenta”. o tempo que passa lendo e até as linhas que decidiu selecionar”. ou com os conteúdos audiovisuais – o portal YouTube alcançou acordos com redes de televisão americanas para divulgar seus conteúdos – e inclusive com as ruas das cidades. pois alguns críticos apontam que invade a privacidade dos cidadãos. “Temos uma política de privacidade muito clara: a informação de cada usuário não pode sair do ambiente do Google”. o mais capacitado a oferecê-lo. Mas não há só boas notícias para o usuário. Em todo caso. afirma a organização em um comunicado.

2009 at 16:50 o problema é que muitas pessoas visam mais o lucro que a cultura da população… só espero que as idéias sejam botadas em prática. [Papo Cabeça] Copyright: a batalha LinkWithin   Facebook Tags: Biblioteca Virtual. mas a questão é como sobreviver (na atualidade) um escritor que só dependa do livro. de uma forma que facilite a vida de todo mundo 2.. direitos autorais. ebooks. talita Disse: setembro 13th. 3... Livro Virtual 3 comentários to “[Papo Cabeça] Livros gratuitos na internet exigem revisão das leis de direitos autorais no mundo” 1. meio que socialista. Cultura Livre.[Notícias] França condena o Google por violar direitos . Uma idéia seria a disponibilização de um E-book pago e bem mais barato que os impressos. copyright. 2009 at 16:49 . SENAM Disse: setembro 15th... Livro Digital. [Dicas] Editora distribui e-books grátis de seus livros . [Notícias] Google lança livraria digital com mais de 3 . o que salvaria muitas árvores e criaria uma outra polêmica com as Editoras. google books.. Teotonio Simões Disse: dezembro 22nd. 2009 at 3:16 A idéia é boa. Mas isso é outro papo.

Eles já estão entre nós há um bom tempo. Pouca gente ainda duvida que dá para ganhar dinheiro lançando versões digitais de livros esgotados. Só para refletir: se os fabricantes de réguas de cálculo tivessem o poder de pressão dos editores e livreiros. Papo Cabeça A reforma da lei de direitos autorais tem como objetivo melhorar algumas deficiências de nossa legislação. gratuitamente. Se os autores abrirem mão de seus direitos quando se forem. já perderam.Tudo isso será superado. Morrem antes. para que a obra permaneça… Muitos “se”… porém… há 10 anos atrás apenas algumas vozes falavam no deserto. Leia mais em: http://ebooksgratis. se continuarmos semeando os livros. onde estaríamos? Mas os fabricantes de ábacos perderam… Não nos assustemos. Notícias. ficamos reféns da disponibilidade em sebos e bibliotecas. e não é raro que um livro importante simplesmente desapareça sem que se possa fazer nada a respeito. Por isso foi com .com. Nesses casos. Informação e Cultura. mas só recentemente as empresas despertaram para as possibilidades desse negócio.br/informacao-e-cultura/papocabeca/papo-cabeca-livros-gratuitos-na-internet-exigem-revisao-das-leis-dedireitos-autorais-no-mundo/#ixzz1cZS6SXvR [Dicas] Editora distribui e-books grátis de seus livros esgotados Postado por: PDL / Categoria: Dicas de Leitura. Uma das mais graves é o que acontece nos casos em que uma obra se esgota. e por algum motivo a editora já não tem mais interesse de reeditá-la. como dizia um grande amigo que já se foi: os que querem deter o tempo. Uma solução para esse problema são os livros digitais.

e que a iniciativa seja imitada por outras empresas.Daisy Turrer . São obras de interesse acadêmico. Visite o site da editora e confira Obras já disponíveis: Cartografias dos estudos culturais – Uma versão latino-americana – Ana Carolina D. de Guimarães Rosa .) Currículo e políticas públicas – Luiz Alberto Oliveira Gonçalves O Livro e ausência de livro em Tutaméia.agradável surpresa que encontramos no site da Editora Autêntica uma boa quantidade de livros esgotados de seu acervo sendo distribuídos gratuitamente. é bom ver atitudes que devolvam um pouco mais à sociedade. que ainda podem ajudar muita gente. e que tem no governo um de seus principais clientes. mas que estavam inacessíveis até agora. Em um setor que recebe tantos incentivos fiscais. Escosteguy Corpo. Vamos torcer para que o acervo disponível aumente. identidade e bom-mocismo – Cotidiano de uma adolescência bemcomportada – Alex Branco Fraga Os Deuses e os monstros – Euclídes Guimarães (Orgs.

[Notícias] Projeto do Google Books gera polêmica [Dicas de Leitura] 204 livros para ler dos 2 aos 18 anos [Papo Cabeça] O hábito faz o leitor – Um papo sobre .Tomaz Tadeu Poderá também gostar de: [Papo Cabeça] Livros gratuitos na internet exigem revisão . Jeffrey Jerome Cohen Psicanálise e psiquiatria com crianças – Desenvolvimento ou estrutura – Oscar Cirino Psicossociologia – Análise social e intervenção – Marília Novais da Mata Machado .Tomaz Tadeu (Org. e-books. Dicas.) Palavra inquieta.. Eliana de Moura Castro .. Ian Hunter ..) Pedagogia dos monstros – Os prazeres e os perigos da confusão de fronteiras – José Gil . direitos autorais.. A – Homenagem a Octávio Paz – Maria Esther Maciel (Orgs. Sonia Roedel Raízes da modernidade em Minas Gerais – João Antonio de Paula Os Sete pecados capitais – Euclídes Guimarães (Orgs. livros digitais .) Teoria cultural e educação – Um vocabulário crítico .Nunca fomos humanos – Nos rastros do sujeito . LinkWithin   Facebook Tags: Biblioteca Virtual. José Newton Garcia Araújo .

2010 at 17:28 valeu 3. Liz Disse: agosto 1st.ppg. gpr. 2010 at 14:26 Gostei muito desta dica. PDL Disse: julho 27th.mas como fazê-lo 7.. Rodrigo Disse: julho 30th.gostaria de segui-lo. 2010 at 9:41 Amei a iniciativa da editora e espero que outras sigam o bonito exemplo.br Disse: agosto 12th. 2010 at 15:36 A iniciativa é maravilhosa.] Blog E-Books Grátis Share and [. Luziane Costa Disse: julho 28th. 6.. Abraços!! 2. Meu blog será reformulado.] 4.7 comentários to “[Dicas] Editora distribui e-books grátis de seus livros esgotados” 1. Vou inserir o banner de vocês nele. De livro esgotado a ebook gratuito « eBook Portugal Disse: julho 28th. . 2010 at 22:28 sabe indicar algum leitor de pdf tipo E-reader que seje bom e barato? vi alguns no mercado livre mas é dificil escolher. Parabéns! 5. não a Moderna. 2010 at 10:52 Adorei conhecer est blog. 2010 at 7:42 [.. Mas a Editora é a Autêntica.. com um conteúdo mais voltado para a arte em geral. Pena Disse: julho 27th.

Leia mais em: http://ebooksgratis. da editora Globo Livros.br/informacao-e-cultura/papocabeca/dicas-editora-distribui-e-books-gratis-de-seus-livrosesgotados/#ixzz1cZSMpaCJ [Notícias] Livro de Monteiro Lobato é a primeira publicação interativa do iPad no Brasil Postado por: PDL / Categoria: Informação e Cultura. Lançado 90 anos após a .com. Notícias O livro “A menina do narizinho arrebitado”. é a primeira publicação interativa brasileira para o iPad.

. Em uma das passagens. ilumina as áreas onde está o texto”. “Esta é a primeira obra brasileira no iPad que permite a interatividade. a editora optou por manter os mesmos traços da publicação original.Primeira Versão . e uma paga.. Mauro Palermo. e ao arrastar o personagem.primeira edição. que deverá chegar à AppStore até o final do ano. Fonte: G1 Poderá também gostar de: [Juvenil] O Poço do Visconde – Geologia para as crianças – . o leitor clica com a ponta dos dedos na tela do tablet.. Livro Virtual. [Notícias] Livro digital em cores [Infantil] LP Sítio do Picapau Amarelo . Embora a interatividade seja nova. o livro permite que o leitor interaja com elementos na tela e terá uma versão gratuita.. em cima do desenho de um vagalume. que será disponibilizada nas próximas semanas... [Notícia] Apple já vendeu mais de 5 milhões de livros . explica o diretor da Globo Livros.. trazendo recursos gráficos e participação do leitor. durante a noite. Monteiro Lobato 5 comentários to “[Notícias] Livro de Monteiro Lobato é a primeira publicação interativa do iPad no Brasil” . A Globo Livros apresenta na 21º Bienal Internacional de São Paulo 12 títulos eletrônicos que estarão disponíveis na AppStore do iPad e nas livrarias virtuais Saraiva e Gato Sabido. LinkWithin   Facebook Tags: Ipad.

um veradeiro filho da patria. mara Disse: novembro 14th.. 5. 2011 at 22:08 ola gostaria se possivel de receber esta coleção deMonteiro Lobato no meu email obrigada Leia mais em: http://ebooksgratis. 3. fabiano carneiro da silva Disse: agosto 29th. 2010 at 17:53 gostaria de receber esta coleção de livros em pdf pelo meu e-mail grato pela mostragem de livros 2.br/informacao-e-cultura/noticiaslivro-de-monteiro-lobato-e-a-primeira-publicacao-interativa-do-ipad-nobrasil/#ixzz1cZTu52sN [Infantil] LP Sítio do Picapau Amarelo – Primeira Versão – TV Tupi. 2010 at 23:59 Gostaria de receber este livro por email 4.com.1. 2010 at 16:15 Digna homenagem ao maior escritor infantojuvenil do nosso país. neiry santios Disse: março 28th. ps: eu disse “patria“ rsrsrsrs. 1952 Postado por: PDL / Categoria: Audiobooks e arquivos de áudio . Wagner Martins Disse: setembro 1st. 2010 at 8:32 bom livro…. na minha mediocre opinião o melhor escritor que o Brasil já teve. ricardo Disse: novembro 22nd.

S.E.P.M.Luiz Arruda Paes 02.S. O Casamento da Emilia (Tatiana Belinky)adaptação do original de Monteiro Lobato com Lúcia Lambertini (”Emilia”) e elenco do T.P. A Pílula Falante (Tatiana Belinky) adaptação do original de Monteiro Lobato com Lúcia Lambertini (”Emilia”) e elenco do T.Luiz Arruda Paes Sítio do Picapau Amarelo – Primeira Versão – LP de 1952 Sítio do Picapau Amarelo (Tupi) – 1952 LDS – Odeon 3.por Tatiana Belinky baseado no original de Monteiro Lobato Lúcia Lambertini e elenco do T.E.P. Narração e Direção de Julio Gouveia Música do Mto.S.P.E. narração de Julio Gouveia 01. inquebrável – BR-LD-015 DOWNLOAD – Parte 1 DOWNLOAD – Parte 2 Retirado do blog Cantos e Encantos . Narração e Direção de Julio Gouveia Música do Mto.006 – Microssulco – 331/3 R.

. Pablo Disse: junho 28th. Sítio do Picapau Amarelo 8 comentários to “[Infantil] LP Sítio do Picapau Amarelo – Primeira Versão – TV Tupi. Infantil. 2010 at 20:32 Simplesmente a magia em explendor… Como é encantador! Ainda nos dias de hoje!! O que é bom de verdade não perde sua beleza e poder… Parabéns Tatiana! 4.Poderá também gostar de: [Notícias] Livro de Monteiro Lobato é a primeira .. [Audiobook] O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec [Audiobook] O caso dos Dez Negrinhos – Agatha Christie [Audiobook] Vovó Dragão – Thaís Linhares (Infantil) LinkWithin   Facebook Tags: Audiobooks. 2009 at 15:48 Amei o post! Achei d+!!! 2. Emerson Disse: março 15th. 2009 at 9:21 esse sítio foi d + 3. Monteiro Lobato. 2010 at 19:38 . ana vitoria dos santos lira Disse: julho 13th. wdel Disse: outubro 7th. 1952” 1.

Abração! 6.oi eu sou ana sou de arapiraca-al eu gosto muito do sitio principalmente a cozinha kkkkk tchau 5.do dr. Leia mais em: http://ebooksgratis. caramujo.beijos e abraços assinado pedro henrique.da narizinho.do visconde.da.da cuca. este disco foi relançado em LP de dez polegadas nos anos 1970. 2010 at 10:44 Muito obrigado por colocar essa preciosidade lobatiana à disposição de todos!!! Sou pesquisador da obra de Monteiro Lobato e o site me ajudou bastante.br/livros-ebooks-gratis/audiobooks-earquivos-de-audio/infantil-lp-sitio-do-picapau-amarelo-primeira-versao-tvtupi-1952/#ixzz1cZUOXISr .do sapo major. especialmente nos 90 anos da turma do Picapau Amarelo e de Tatiana Belinky. Só para complementar. Ayrton Mugnaini Jr. 2010 at 15:30 gosto da emilia. Disse: abril 18th.dona benta. não 1952. com capa e título diferentes (Duas Histórias de Monteiro Lobato). 7. 8. 2010 at 19:12 amo o sitio do picapau amarelo beijos e abraços assinado pedro henrique. pedro henrique Disse: julho 14th.com.da tia nastacia. 2011 at 15:31 Boa lembrança.do tio barnabe. autora desta adaptação para LP (e um dos primeiros LPs brasileiros).do pedrinho.do pricipe escamado. e o disco de dez polegadas foi lançado em 1954.da dona arranha. João Luís Ceccantini Disse: julho 14th. pedro henrique Disse: agosto 11th.

[Papo Cabeça] Brasileiro não gosta de ler brasileiro
Postado por: PDL / Categoria: Informação e Cultura, Papo Cabeça

Brasileiro não gosta de ler escritor brasileiro. Basta conferir nas listas “dos mais vendidos” que saem nos cadernos culturais e nas revistas semanais. Pegue as listas da Veja, por exemplo. Se for obra de ficção o cara só vai encontrar “best-seller” de escritor estrangeiro, norte-americano de preferência. Na da Veja desta semana dos dez livros de ficção mais vendidos, 8 são de autores norte-americanos, 1 canadense e 1 (viva!) brasileiro. Só que o patrício, de nome Augusto Cury, psiquiatra, joga mais no time de escritores tipo autoajuda e não entendi como chegou à categoria de ficção. A campeoníssima é a escritora Stephanie Meyer, dos Estados Unidos. Está no placar com quatro livros, sendo que um deles, “Crepúsculo”, tem lugar cativo na lista há 85 semanas. Outra norte-americana, L.S. Smith, comparece com dois livros. Os outros gringos são Dan Brown e Rick Riordan, americanos, e William Young, canadense, que fala muito do amor de Deus em sua literatura. Europa toda de fora; escritor latino-americano nem pensar. Africano faz muito tempo que não é citado e olhe, cara, que tem muita gente boa, alguns com o Nobel brilhando no peito, isso sem falar em Mia Couto, Pepetela, Manoel Lopes, José Craverinha, Helder Macedo, José Eduardo Agualusa, Ondjaki, Agostinho Neto, Gonçalo M. Tavares, africanos que falam e escrevem em língua portuguesa. Entre os leitores natalenses, claro, acontece o mesmo “fenômeno”. Confiro na lista da Siciliano, que sai colada à coluna de Carlos Souza, “Toque – Livros & Cultura”, todas as quartas-feiras nesta brava Tribuna do Norte, às vésperas (será em março) de comemorar 60 anos. Um detalhe: no placar dos livros de ficção mais vendidos na Siciliano de Natal não há nenhum autor brasileiro. Só

a danada da americana Stephanie Meyer ocupa a metade da lista dos “10 mais”. Se for livro de Poesia, aí, então, é uma verdadeira catástrofe. Em lista nenhuma encontra-se um livro de poema, um só. Nem de poeta de além mar, nem de nativo das praias de cá. Nem um Fernando Pessoa, nem um Carlos Drummond de Andrade. Nem na Veja nem na Siciliano. Bom, na lista da Siciliano, abre-se, aqui e acolá uma exceção, mormente dias após o lançamento para livro de poeta desta aldeia de Poti mais esquecida. Olhe lá.

Nem os premiados Nem entre os autores brasileiros premiados, em cujos céus flutua a nata de nossa literatura, são encontrados nas listas dos “10 mais lidos”. Brasileiro também não gosta de ler escritor premiado. Estou aqui com a relação dos premiados nos três mais importantes prêmios literários do país, ano passado, e não vejo nenhum deles em lista nenhuma. Os prêmios são o Jabuti – o mais antigo dos três -, o Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa e o Prêmio São Paulo de Literatura, este pagando uma nota de 200 mil reais ao vencedor. O Jabuti de 2009, categoria Romance, foi para o escritor gaúcho Moacyr Scliar, com Manual da Paixão Solitária. O segundo lugar ficou com o amazonense Milton Hatoum, Órfãos do Eldorado. Na categoria Poesia, venceu

Alice Ruiz S. com Dois em um. Ela é paranaense e tem mais de vinte livros publicados. Os três estão ausentes. O vencedor do Prêmio Telecom foi o escritor e artista plástico paulista Nuno Ramos, com o romance Ó, que eu não vi ainda em nenhuma lista. Nem daqui e nem de fora. O cara enfrentou feras, entre eles um verdadeiro escrete de escritores portugueses começando por José Saramago (A viagem do elefante), António Lobo Antunes (Ontem não te vi em Babilônia), Inês Pedrosa (A eternidade e o desejo), Gonçalo M. Tavares (Aprender a rezar na era da técnica) e Miguel de Souza Tavares (Rio das Flores). O romance de Nuno Ramos foi um dos livros que mais me encantou em minhas leituras do ano passado. O poeta Alex Nascimento, que o leu numa noitada só, anda dizendo loas para o livro. Também não está na lista da Siciliano, mas foi lá onde eu peguei.

Nem Galiléia O prêmio literário brasileiro de maior valor em dinheiro, o São Paulo de Literatura de 2009, coube a um escritor nordestino: Ronaldo Correia de Brito. Excelente contista, estreava no romance com Galiléia, escolhido como o “Livro do Ano de 2008”. Não me lembro de ter visto Galiléia nas listas dos 10 livros mais vendidos no Recife, onde vive o escritor, nem na lista dos jornais do Ceará, onde ele nasceu. Na revista Veja, nem pensar. Mas ler Ronaldo Correia de Brito, que andou por aqui ano passado na Festa Literária de Pipa, é uma delícia. Conversar com ele, também. O gancho que me levou a essas notas partiu de uma leitura de revistas e jornais que o Marechal Porpa (Luiz Antônio Porpino) me trouxe de Portugal, por onde andou recentemente depois de escorregar nas neves da Alemanha e Holanda. Conferi em “NS”, revista semanal que sai na edição de sábado do

Margarida Rebelo Pinto. Gonçalo M.Diário de Notícias. as novidades literárias de Portugal. nascido em Moçambique e que também integra o time dos mais importantes jornalistas de Portugal. É o mesmo autor de “O Código da Vinci” e que agora reina nos bestselers com “Símbolo Perdido”. Margarida Rebelo Pinto (O dia em que te esquecerei).. Fonte: Tribuna do Norte.. José Tolentino Mendonça. Nuno Júdice. José Luís Peixoto. Fernando Pessoa Na secção de Livros do Jornal de Negócios tem o registro do lançamento do livro de Fernando Pessoa. Rita Ferro e Vasco Graça Moura sobre fotos de alguns dos principais fatos ocorridos no mundo. Tem uns versos que eu destaco: O comboio abranda. Quatro são portugueses e um norte-americano. Irene Pimentel.. Lá são cinco.. edição de 2 a 8 de janeiro. que aparece nas listas brasileiras (Veja). Faz resenhas também dos últimos livros de Saramago (Caim) e Antônio Lobo Antunes (Que cavalos são aqueles que fazem sobra no mar). de Lisboa. Tavares. A revista do DN. Lá e cá. O gringo é o Dan Brown. é o Cais de Sodré. Ficção. [Papo Cabeça] A Pirataria Venceu [Papo Cabeça] O Futuro (e o fim?) do Livro . Livro de Viagem. afirmando que é “sempre agradável viajar à boleia de seus poemas”. Os portugueses são: José Rodrigues dos Santos (Fúria Divina). de Natal Poderá também gostar de: [Papo Cabeça] O hábito faz o leitor – Um papo sobre . mas não a uma conclusão. Lídia Jorge. [Notícias] Inscrições abertas para o 51º Prêmio Jabuti de . apontando-o como “candidato ao melhor romance do ano”. José Saramago (Caim) e Ricardo Araújo Pereira (Novas Crônicas da Boca do Inferno). / Cheguei a Lisboa. abre ainda espaços para Garcia Lorca e Albert Camus O número de 26 de dezembro de 2009 a 1 de janeiro traz textos de Inês Pedrosa. Fui à lista dos “mais vendidos”.

Simone Tavares Disse: fevereiro 10th. pois considero toda forma de leitura interessante. Um grande abraço. 4. e coma Simone . o qual. Não q não seja bom. desde que seja leitura. é o que mais tem. 2010 at 14:51 . pois assim como muitos.com a nota escrita . 2. Já escritores estrageiros dificilmente encontro. Prêmio Jabuti. acabei de ler o mais novo livro do americano Dan Brown. pois td o que nela está escrito é a mais pura verdade e confesso. mas não se compara com um “Riacho Doce” de José Lins do Rego. Papo Cabeça. Prêmio Nobel de Literatura 17 comentários to “[Papo Cabeça] Brasileiro não gosta de ler brasileiro” 1. Adorei os dois livros de Algusto Cury O vendedor de sonhos . 3. mais reconheço que leio muito pouco literatura nacional.Nessas listas encontram só os mais vendidos.G. senti vergonha de mim mesma. Heitor Disse: fevereiro 10th. eu peguei para ler. 2010 at 9:58 Concordo em genero e gral . Dirceu J. . 2010 at 8:34 Olá à tds. Ainda bem que td dia podemos fazer escolhas diferentes em nossa vida. Junior Disse: fevereiro 10th. pois naventa por cento do que li em 2009 foi estrangeiro. ao ler essa nota não pude me conter. para me redimir.LinkWithin   Facebook Tags: hábitos de leitura. Essa nota só fez confirmar aquilo que muitas vezes eu teimo em dispensar achando q o que é de fora sempre é melhor. Félix Disse: fevereiro 10th. Estou em estado de graça com tamanho brilhantismo. 2010 at 11:24 Mas se eu quiser ler livros de escritores brasileiros procuro uma biblioteca pública.

podemos assimilar a cultura desses tapados. acho que nao dou muito valor a cultura nacional pois livros e filmes nacionais evito sempre… 6.Mais que de acordo. snto vergonha desse fato tambem mais sou uma das que le apenas livros estrangeiros. vc dificilmente vai encontrar numa biblioteca pública… 5. consumimos muita coisa boa e ruim deles. desde filmes e seriados a quadrinhos e literatura. 2010 at 15:10 é verdade. aryel Disse: maio 12th.totalmente norte americanizado. winky Disse: fevereiro 10th. Brasileiro não prestigia a própria cultura. ótima matéria! 8. patricia Disse: março 6th. quando criança achávamos bonito ter uma bandeira americana no nosso quarto – como nos filmes que nós vemos no cinema! Não precisamos ser xenófobos.que me da nojo. rebelk72 Disse: fevereiro 27th.vamos valorizar nosssas raizes. 2010 at 16:50 Essas listas de mais vistos e mais vendidos sempre tiveram muitas bombas aHhuahua! Vishhh! 7.tome uma coca cola e deixe os norte americanos mais ricos averdade doi… 9. Abraços a todos. 2010 at 18:33 é uma vergonha ok se passa em nosso pais. Falta mais orgulho de nós mesmos (mas estamos melhorando). Fomos (e aida somos) doutrinados pelos irmãos do norte. 2010 at 12:54 Temos uma cultura há muito tempo alinhada com os ideais norteamericanos. TailsApnea Disse: fevereiro 13th. E eu já tinha criado até um tópico no fórum. Tá aí a prova.eu que vivi na espanha vejo tanta diferença agora que estou aqui .nosso pais . 2010 at 10:57 . mas o que muita gente fez foi dar desculpas ou dizer que essa aversão não existia. mas precisamos valorizar a nossa. Félix – Se vc for ler os escritores que ela citou aí (são novos).

como o próprio Ariano Suassuna.muito convenientemente divulgado. sinceramente.então. Eduardo Manzano Disse: junho 14th. escrito por Euclides da Cunha – “Os Sertões”. Outro bom autor é Monteiro Lobato. como é o caso destas horrorosas e boçais séries sobre vampirinhos. um abraço. Prova o fato da guerra do Paraguay. Sobretudo os adolescentes são os maiores exemplos do estilo ” maria vai com as outras ” a maioria lê porque não quer estar fora das rodinhas de conversas – é o motivo mais ridículo do mundo para se ler um livro!!! Não é a toa que a maioria hoje cursando faculdade saiba escrever pouco mais que seu próprio nome. 2010 at 11:53 É triste constatar que além de ler pouco. ser contada como fato heróico dos soldados e aponta o Duque de Caxias como símbolo a ser seguido. porcarias descartáveis da moda. mas têm que melhorar muito pra ficarem mais verossímeis. como deixar uma pessoa desta me influenciar? os outros “clássicos” da literatura brasileira são uma leitura pesada. 10. indigesta e enfadonha. acontece que não temos bons autores na categoria ficção atualmente. Quanto aos novos autores. como herói? É a total falta de cultura que assola nosso país! . perdi meu tempo lendo quase toda sua coleção plagiada do escritor Carlos Castañeda. que na verdade foi um massacre. quer saber a verdade? leia um livro Inglês que conte a mesma história sob outro prisma. mas que não foi adotada por contar a história por tras da história. tentei. 99% são analfabetos funcionais e que ainda querem ter suas opiniões respeitadas! É uma comédia! Resultado com certeza também da doutrinação analfabeta-esquerdista de nossas faculdades. Outros autores ditos de auto-ajuda foram parar no psicólogo tentando o suicídio. a verdade sobre o assentamento de canudos e de Antonio Conselheiro: “O Rei dos Jagunços” – de Manoel Benício. o brasileiro lê em sua maioria. Paulo Coelho é uma fraude. Infelizmente o Brasil tem uma política de contar a história apenas do ponto de vista do governo. tem um livro que conta a história oficial. me perdoem. a exemplo que futuro tem um país que considera Che Guevara um semi nazista assassino. com seu jeito singular de ensinar História de forma divertida. Temos outros nomes. Outro caso foi a guerra de canudos. O autor brasileiro que mais li – e recomendo – foi Érico Veríssimo. e outra publicada quatro anos antes.

nao tenho dados do autor. Leandro Disse: fevereiro 10th. Ultimamente leio André Vianco. mas valorizo muito a nova literatura. . se sabe o e mail do autor. eles vendem utopia e nos empurram. o estilo é diferente. 14. Veronica Disse: janeiro 27th. 2011 at 11:45 O capitalismo americano sempre foi influente. e parece-me que existe impresso… talvez por isso nao esteja entre os DEZ… desculpe! é bricadeira 16. 2010 at 15:30 Adorei encontrar este blog. karol Disse: novembro 7th. É questão de gosto literário. Hevelane Disse: agosto 5th. a sua maneira de ver o mundo. Indico: “A Casa. 2011 at 1:09 Eu gosto mais de literatura estrangeira e não tenho vergonha de admitir isso.11. 2011 at 9:40 Obrigado. Criativo e interessante. renato. 2010 at 20:56 pois vc estar emganada pois eu sou brasieleira. 2010 at 19:03 gostei dos papos supramencionados… gostaria de saber se alguem ja leu “sao tome das letras e o pacifista”. 15. que li “sao tome das letras e o pacifista”. ou telefone etc. obrigado. 13. Mas temos muito coisa interessante para ser vista nos autores nacionais. leando Disse: dezembro 22nd. Ideia genial e muito bem aplicada. as vezes. para o Leandro.eu tenho coleção de livros de escritores brasileiros. Gostaria de registrado. renato Disse: fevereiro 7th.” 12. Considero verdade suas palavras apesar de não estar enquadrada. Minhas leituras são nacionais e recentes. Não aprecio livros dos escritores mais antigos. trata-se um e-Book.em caso positivo. goela abaixo.

jorge Disse: abril 16th. Hoje o assunto . Notícias. desta vez os responsáveis pela divulgação de conteúdos culturais na internet são mostrados apenas como pessoas comuns. suas características e peculiaridades. isso tambem. bem como todas as manifestações artísticas são resultantes da criação humana. Assinada pelo jornalista Pedro Alexandre Sanches. 17.br/informacao-e-cultura/papocabeca/papo-cabeca-brasileiro-nao-gosta-de-ler-brasileiro/#ixzz1cZVtSqye [Notícias] PDL é citado por reportagem da Carta Capital Postado por: PDL / Categoria: Informação e Cultura. a literatura. num mundo de todos. Papo Cabeça A Revista Carta Capital publica este mês uma matéria sobre distribuição de conteúdos culturais na internet brasileira. É interessante observar a evolução desta discussão na mídia. sem qualquer ideologia revolucionária ou intensão de parecerem mais inteligentes do que realmente são. e ao contrário daquela ocasião. O assunto já havia sido tratado pelo mesmo veículo quatro anos atrás. 2011 at 12:37 A meu ver. a reportagem aborda o fenômeno de forma consciente e imparcial. com relaçao a musica e filmes nacionais. o homem só será tranquilo e talvez mais feliz.Na livraria Curitiba obtve uma pista do que estou procurando. Evoluiu a internet. Nesse mundo de todos não haverá museu de armas porque todas foram fundidas e transformadas em máquinas agrícolas Leia mais em: http://ebooksgratis. Mudou a mídia ou mudaram as pessoas? Nenhum dos dois. (a criação) não conhece fronteiras… Ainda.com. quando não houver nenhuma fronteira… em qualquer lugar em que estiver estará sempre pisando num solo fraterno. dessa forma. graças aos céus. estou com voce quanto a influencia que sofremos por sermos terceirosmundistas. na minha simples maneira de ver.

pois o compartilhamento de arquivos tornou-se tão comum que dificilmente encontraremos alguém que possa dizer que nunca baixou um mp3 não autorizado. crime. . Ou era pirataria. a equipe coordenadora da comunidade Discografias. toneladas virtuais de música compartilhadas pelos participantes de modo gratuito. e dirigida por um ex-delegado. produtores. do site de relacionamentos Orkut. O conteúdo era música. editoras e gravadoras. jogou a toalha.não pode mais ser tratado como coisa de piratas anarquistas. criada há um ano pelas indústrias fonográfica e cinematográfica. de acordo com o argumento usado por corporações musicais que pressionavam a população da Discografias a parar de infringir direitos autorais de compositores. Finalmente podemos discutir fora do gueto. Um aviso ficou no lugar do maior fórum brasileiro de troca de música: “Informamos a todos os membros da comunidade Discografias e relacionadas que encerramos as atividades. decretou o fechamento de suas portas virtuais e apagou por conta própria todo o conteúdo acumulado em quase quatro anos por 920 mil integrantes. Confira a matéria na íntegra logo abaixo. Caiu na Rede é Peixe por Alexandre Sanches Na noite do domingo 15. ilegalidade. devido às ameaças que estamos sofrendo da APCM e outros órgãos de defesa dos direitos autorais”. músicos. APCM é a sigla para Associação Antipirataria Cinema e Música.

a maioria deles anônima.” E acrescentou considerar um “avanço positivo” a exclusão da Discografias. são cidadãos comuns (médicos. ignorando todos os canais legais de divulgação e uma cadeia produtiva de compositores. são em geral colecionadores de discos. cantores. De cinco blogueiros ouvidos por CartaCapital.Em comunicado oficial. tanto quanto um inferno para os produtores da cultura antes vendida no formato de CDs e DVDs. que hoje trabalha em . DVDs e livros que descobriram nos blogs a chave para participar do processo cultural. desacostumados aos holofotes da mídia e distantes. É sacanagem”. filmes e livros. e às vezes critica o que considera “errado” no comportamento do vizinho. Tudo está disponível ali para ser compartilhado em qualquer lugar do planeta. reage o diretor-executivo da APCM. dos bastidores do mercado cultural. Por baixo da pequena multidão reunida numa comunidade do Orkut. o Portal Detonando desenvolve o chamado Projeto Democratização da Leitura – Biblioteca Virtual Gratuita. O episódio é apenas a ponta visível de um fenômeno mundial de enormes proporções. que transformou a internet num admirável mundo novo para usuários. de downloads de livros. produtores fonográficos. técnicos de informática. Em grande medida. a APCM confirmou que havia meses acompanhava e solicitava a retirada de links. estudantes). fotógrafos. afirma Mauro Caldas. compartilhando seus acervos privados com o resto do mundo. nesses casos. de 44 anos. mas não em seu próprio. Cada blogueiro demonstra construir uma ética própria. hoje não é uma máfia ou o crime organizado que desrespeitam os cânones do direito autoral. inclusive geograficamente. do recente filme Gomorra a Louco por Você. não aceitam o termo “pirata” nem se consideram como tal. Mas. há proliferação vertiginosa de blogs e outros recursos de internet dedicados majoritariamente a ofertar download instantâneo e gratuito de discos. dizem investir dinheiro na atividade). é o equivalente a disponibilizar. autores. Conteúdo protegido por direito autoral só pode ser disponibilizado por seus titulares”. “Compartilhar. “Acho estranho jogar na rede o trabalho de alguém que ficou dez anos sem gravar e agora fez um disco. No campo editorial. à diferença do que aconteceu na fase da pirataria física. “Já estava claro que a comunidade se dedicava a disponibilizar músicas de forma ilegal. Portanto. que por sua vez é uma forma de distribuição. um disco cuja reedição é vetada há 48 anos por Roberto Carlos. integrante de banda punk no Rio de Janeiro dos anos 80. etc. Os blogueiros. Antonio Borges Filho. todos garantiram não ganhar nenhum centavo (ao contrário.

mas não é verdade. diz Schmidt. Outro blogueiro. nebulosa é a posição dos artistas e criadores. “A indústria alega a defesa do direito dos autores. Chiquinha Gonzaga e Zequinha de Abreu eram demonstradores de lojas. O produtor Marco Mazzola. Ao contrário: “Gente da indústria vem até mim. Schmidt discorda: “A lei não se encontra com a realidade digital. Ronaldo Bastos. Gravadora tocava música de graça no rádio por quê? Para vender música”. marketing. É a defesa de um modelo de negócio. pergunta se tenho determinado disco. capa. Você fica três meses dentro de um estúdio criando com o artista um CD.” . prendendo os que praticam. tem argumento semelhante: “A indústria sempre deitou e rolou com o vazamento do novo disco do Roberto Carlos ou do Michael Jackson. e antes de o produto estar no mercado já está na rede”. autoapelidado Eterno Contestador e especializado em compartilhar CDs que ainda não chegaram às lojas. um dos mais atuantes e abrangentes blogs musicais do Brasil. como jogada de marketing. Diz que não distribui nada de maneira ilegal ou pirata. A diferença é que antes os vazamentos podiam ser controlados e se dirigiam a uns poucos “formadores de opinião”.informática e é o único dos blogueiros entrevistados a abrir publicamente sua identidade. Escrito em inglês. defende sua atitude. Ele usa o codinome Zeca Louro no Loronix. segundo Caldas. diz. recebe em média 3. defende a estratégia punitiva: “Medidas radicais devem ser tomadas. “Loronix só publica o que é antigo. ex-executivo de gravadoras e atual diretor do Auditório Ibirapuera. punindo. dono da gravadora MZA. sem nenhuma possibilidade comercial. basta uma cópia cair na rede e pronto. como Fernando Brant. Por causa de 22 pessoas. pede a capa se vai relançar. 50 milhões se transformaram em criminosos? Não é mais fácil refazer a legislação?” Se as gravadoras se desesperam com a perda de valor do material plástico que as sustentava. Hoje. O produtor musical Pena Schmidt. é só discurso. a não ser que seja diretor de sociedade arrecadadora. gasta em músicos. sempre deu para poder vender. para justificar o fato de nunca ter sido incomodado ou ameaçado. “Autor não fala sobre o assunto. E insinua que esses são vazados por integrantes da própria indústria.2 mil visitas por dia e já foi acessado em 191 países. Eu colaboro”. apenas copia links existentes na rede. a obra é de todo mundo e não é mais de ninguém. Na época do piano de rolo. Essa distinção a indústria sabe fazer muito bem”. Não sabem fazer de outra maneira e querem que o resto do mundo todo pare”. estúdios. Walter Franco. tocavam para chamar a atenção das pessoas.

O blogueiro diz receber também e-mails de gravadoras. uma parte do que é publicado é fornecida por eles próprios. Sou um criminoso? Os caras estão brigando com quem os sustentou a vida inteira.CartaCapital procurou ouvir os três citados. afirma. Muitos são avessos à tecnologia. Miranda antevê soluções futuras para o conflito: “Ninguém mais vai precisar guardar nada. não pode fazer nada que impeça a circulação. pode até ser generosidade. porque estão vendendo a mesma música várias vezes. o artista teme a indisposição com a gravadora. Afirma atendê-los prontamente. Deviam contratar os blogueiros para serem executivos deles”. poucos admitem praticar pirataria virtual. recebe 14 mil visitas diárias. muito mesmo.” Em guerra retórica com a indústria. e você vai ter acesso a todas as músicas do mundo. em vinil. mas num dos casos o próprio artista reclamou. senão ele é criminoso também”. Sou usuário. à busca de divulgação”. preciso pagar quantas vezes? Quando vão parar de me roubar? Se o artista se acha importante para a cultura. crime: “Deveriam tomar vergonha na cara. pergunta se tenho alguma coisa contra ele. depois em CD. “Sou fã dos blogs de música. entre outros. segundo ele. Fulano é mantenedor do Um Que Tenha. Uma possível razão para o silêncio é dada indiretamente pelos blogueiros. pediu para contornar. Seja repressor ou legitimador. seria legal você não ter mais o disco aí‟. Eu me sinto tão bem publicando o UQT que isso passou a ser um ato de puro egoísmo. Tem artista que reclama de não ter nada no blog. Imediatamente tirei. Já paguei. produtores e artistas que solicitam a retirada de conteúdo. Pelo meu. eu ajudo”. Diz um deles. por isso o sigilo”. poucos compram tanto como eu. e o problema vai acabar”. identificado como Fulano Sicrano: “Meu blog adquiriu notoriedade entre artistas e produtores e. o contato direto com músicos e outros fãs parece ser uma das recompensas pelas dez ou doze horas semanais dedicadas a blogar discos. . como paga água e luz. “Embora deseje que seu trabalho tenha o máximo de divulgação possível. mas não obteve respostas.” Zeca Louro também cita a notoriedade adquirida no meio musical: “O máximo que me aconteceu foi um ou dois casos de alguém comercialmente ligado a um artista dizer „poxa. depois em MP3. Que se pague uma mensalidade. mas há quem o propague aos quatro ventos. Nos bastidores. roubo. caso de Carlos Eduardo Miranda. produtor de grupos de rock e jurado dos programas de tevê Ídolos e Astros. E desafia: “Compro 40 CDs por mês. devolve aos acusadores as acusações de pirataria. não. atualmente. e. que põe na rede novidades musicais. Vai ligar o botão como se fosse rádio e escolher. “Pelo seu ângulo.

muito menos na área policial”. o Toque Musical protagonizou comoção ao publicar a gravação caseira de uma sessão feita por João Gilberto em 1958.. com média diária de mil visitantes.A APCM confirma a pressão sobre os piratas. Link Original Poderá também gostar de: [Papo Cabeça] Eletrônicos duram 10 anos. diz Felix Ximenes.. “Não estamos no campo da repressão. diretor de comunicação local do Google. e o Toque Musical. Até hoje João Gilberto não reclamou. 5 séculos’ . só tínhamos apagado links que levavam a produtos de copyright. imediatamente antes da fama. verificar e tirar do ar se for o caso. dono do Orkut e do gerador de blogs Blogger. “Nosso compromisso é com o usuário. “Fazemos a solicitação ao provedor. como acontece com todo o relicário musical pertencente às multinacionais do disco. livros. pelas ameaças da APCM. A fita fora vendida para japoneses e já não era propriedade brasileira.. “Antes.” “Nunca recebi nenhum e-mail de censura. à minha postura de não levar para o blog coisas que se encontram em catálogo nem fazer negócio. . Mas isso ocorreu. do Toque Musical.” O Google baseia-se na política de receber denúncias. mas nega fazer “ameaças”.. para a retirada de conteúdo ou links. devido a seu próprio temor de alguma reação negativa do cantor.” “Não aceitamos pressão da indústria fonográfica”. no caso o Google. Caiu na rede mundial. acredito. que a desarticulou sob protesto. comércio ou propaganda.” No início do ano. segundo o blogueiro. com quem buscamos compartilhar responsabilidades. O fechamento da Discografias foi um ato do próprio coordenador. “Isso se deve. diz Borges Filho. eles preferem ir onde há volume. atesta Augusto TM. [Papo Cabeça] A grande peleja autoral [Papo Cabeça] O hábito faz o leitor – Um papo sobre . foi fechado por algumas semanas. ameaças ou coisa parecida”. outro dos blogs recheados de raridades. O Orkut é mais visível.

br/informacao-e-cultura/papocabeca/noticias-pdl-e-citado-por-reportagem-da-cartacapital/#ixzz1cZaTcaV0 .. Livro Virtual 3 comentários to “[Notícias] PDL é citado por reportagem da Carta Capital” 1. já deveria começar a debater o assunto de forma mais atuante e ela o fez. devido a seu projeto de Lei repressor que tipificará (torna-se-á crime. no âmbito penal) o compartilhamento cultural de tais conteúdo na web.deixar o povo mais ignorante do que já está. eGGon Disse: março 25th. 2009 at 13:06 Mas é exatamente isto que o senador Eduardo Azeredo(não só ele como quase todos políticos do Brasil) querem. que é uma revista de crítica de alta qualidade. protestem e digam não a esse cérebro que tem o mesmo tamanho de uma noz… 2. Não posso deixar passar a oportunidade de dar uma salva de vaias ao senador Eduardo Azeredo. natis Disse: março 26th.[Papo Cabeça] Porque os “direitos de autor” devem voltar à .com. 3. 2009 at 14:44 Magnífica postagem! Alguém ou algum meio de mídia. Democratização da Leitura. Critiquem.pois assim eles conseguem roubar mais dinheiro desse povo não pensante.. Lucy Amberson Disse: março 26th. como a CartaCapital. 2009 at 21:26 PDL tá ownando por aí hein… Leia mais em: http://ebooksgratis. LinkWithin   Facebook Tags: Cultura Digital.