A Educação Especial e a Educação Inclusiva no cenário brasileiro: contextualização do problema

Cristina Maria Carvalho Delou
Discutir as questões da Educação Especial e da Educação Inclusiva no cenário brasileiro atual é tarefa complexa, mas necessária, tendo em vista as inúmeras vertentes que a temática vem assumindo nos diferentes contextos em que o problema é tratado e até mesmo nos contextos em que não é tratado. Em primeiro lugar, vamos conceituar a Educação Especial como sendo a “modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais” (LDB 9.394/96, V, art. 58). Por que optar por conceituar a Educação Especial conforme trata a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)? Porque considero a nova LDB, que completou nove anos em 2005, no que tange à Educação Especial, uma legislação de vanguarda e contraditória porque, ao mesmo tempo em que ela assegura direitos pleiteados aos alunos com necessidades educacionais especiais, em tempos de defesa das práticas inclusivas, cria a possibilidade da inclusão desses alunos, preferencialmente na rede regular de ensino; ela mantém a possibilidade do atendimento segregacionista se o processo pedagógico assim o recomendar. Antes que qualquer sentimento de oposição ou resistência se cristalize em relação à postura da legislação educacional brasileira, é necessário compreender o contexto em que vivemos e sua diversidade.

Conceito de Educação Especial
Vamos analisar o conceito de Educação Especial, abordando três aspectos, a saber.  É uma modalidade de educação escolar.

pois é necessário que o professor faça ajustamentos curriculares. São alunos que se diferenciam por seus ritmos de aprendizagem.  aquelas relacionadas a condições. Então. sejam mais lentos ou mais acelerados.Educação Inclusiva  É oferecida. 5. limitações ou deficiências. que nenhum médico. art. lesões neurológicas por falta de oxigenação pré. 2001). Enfim. 16 . Tendo em vista a complexidade da questão. sem os quais eles não conseguirão realizar as aprendizagens ao nível de suas capacidades e potencialidades. Quem são os alunos com necessidades educacionais especiais? O Parecer 17/2001 do Conselho Nacional de Educação (BRASIL. preferencialmente. já que não poderão compartilhar os resultados de suas aprendizagens. psicólogo ou fonoaudiólogo conseguiu identificar qualquer causa orgânica ou relacionada às características orgânicas como as síndromes. são pessoas que em situação de aprendizagem escolar necessitam de adaptações nas condições materiais de ensino.  dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos alunos. disfunções. começaremos a análise pelo item três – educandos com necessidades educacionais especiais. na rede regular de ensino. peri ou pós-natal. instituiu as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica e definiu como alunos com necessidades educativas especiais aqueles que apresentam.  altas habilidades/superdotação.  É oferecida para educandos portadores de necessidades especiais. procedimentos e atitudes. (CNE/CEB/ MEC. São alunos que necessitam de sinais e códigos apropriados para se comunicar (linguagem de sinais) ou para ler e escrever (Braille). demandando a utilização de linguagens e códigos aplicáveis. Apresentam dificuldades de aprendizagem.º). considera-se alunos com necessidades educacionais especiais aqueles que manifestem comportamentos particulares que impeçam os encaminhamentos rotineiros das práticas pedagógicas em sala de aula. grande facilidade de aprendizagem dominando rapidamente conceitos. durante o processo ensino-aprendizagem:  dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares. compreendidas em dois grupos:  aquelas não vinculadas a uma causa orgânica específica. Resolução 2/2001. pois sem elas a permanência na escola não terá qualquer significado.

Deficiência Auditiva (D. os quadros de dificuldade de aprendizagem como a dislexia. do ponto de vista teórico. a disgrafia. Deficiência Visual (D. Deficiência Física (D. à riqueza de sua subjetividade. Com a nova denominação “necessidades educacionais especiais”. acabando por se tornar um excluído social por se diferenciar dos demais membros da sociedade. Este é um problema teórico-prático que reflete a formação fragmentada dos professores de Educação Especial. de sua individualidade. 26). que elas caíram em desuso ou que sejam preconceituosas.). que. Deficiências Múltiplas (D. na subjetividade da sociedade. O indivíduo passa a se ver e a ser visto a partir de um rótulo.). Superdotação (S. retrata a exclusão e a fragmentação da for17 .). e. há que se tomar cuidado para que não se continue a reproduzir o que se passa agora. talvez não houvesse maiores dificuldades. Outro motivo pelo qual aquelas denominações não foram utilizadas refere-se ao fato delas não serem suficientes para expressar toda a amplitude do alunado da Educação Especial. tem servido para marcar espaços teóricos. Isso não significa dizer que elas estão desatualizadas. A utilização de denominações particulares do alunado da Educação Especial. aqui.A. mas ao mesmo tempo de exclusão. de seus valores. como o das deficiências.M. regra geral. O problema é que a classificação traz junto a si o impacto da rotulação na subjetividade do indivíduo e. pretende-se abarcar um grupo maior de características comportamentais. Se fosse possível definir ou classificar comportamentos humanos com caráter exclusivamente diagnóstico e/ou didático-pedagógico sem prejuízo para o indivíduo.). anteriormente: Deficiência Mental (D. p. os diferentes quadros neuróticos-psicóticos. consequentemente. 1995.A Educação Especial e a Educação Inclusiva no cenário brasileiro: contextualização do problema Até agora. Dessa maneira.V. como o transtorno do déficit de atenção por hiperatividade e/ou impulsividade. que formam grandes grupos de fracasso escolar. não foram utilizadas qualquer uma das denominações utilizadas pela literatura especializada em Educação Especial. a discalculia. que é a produção de conhecimento com uma pretensa intenção generalista. antes já consideradas como necessidades educacionais especiais. perdendo-se de vista tudo o que se relacione ao seu referencial sociocultural. por trás. Fonseca (1995) afirmou que. principalmente.). “a ideia fundamental da definição e da classificação em Educação Especial deve ter em consideração que se classificam comportamentos e não crianças” (FONSECA.). pois sistematicamente os autores da área têm limitado o conceito de necessidades educacionais especiais a um de seus grupos.F. de sua particularidade. como os diferentes tipos de autismo.D.M.

quase sempre. Esta afirmação parece óbvia. garantindo o atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades especiais. a não terminalidade e a não certificação escolar. regra geral. art. mas o seu destino era sempre o abandono e a descrença em suas capacidades de aprendizagem. na rede regular de ensino. Os alunos cegos e surdos. não estavam na escola. não tinham muita necessidade de estimulação.394/96. atualizando-o aos termos da década de 1990. Os seus professores eram. que ficavam ali “distraindo” alunos que. o que havia de aprendizado escolar para alunos com necessidades educacionais especiais era muito particular. Desde a Constituição de 1988. nenhum constrangimento social era criado se por acaso alguma família procurasse uma escola regular de ensino para matricular seu filho cego e/ou surdo e fosse orientada a procurar uma escola especializada. 8. que é muito mais ampla. O mesmo acontecia com os alunos com deficiência mental. por atribuir significado de deficiência à expressão necessidades educacionais especiais.º. 4. Outra situação comum era a de serem matriculados em“Apaes”e“Pestallozzis”para atendimentos clínicos. III). art. constatou-se que o legislador aperfeiçoou este artigo. Durante muitos anos. a não escolarização.º. na rede regular de ensino (CF. A diferença é que a escolaridade. ficou estabelecido que o Estado tinha dever com a Educação mediante a garantia de sete itens. eram encaminhados para escolas especializadas em alunos com este tipo de deficiência. mas em Educação Especial não era assim que acontecia. preferencialmente. III). entre estes ficou estabelecido que o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência deveria ser.Educação Inclusiva mação. os já próximos de se aposentarem. por retratar a diversidade do alunado da Educação Especial. que até poderiam ser matriculados em classe especial de uma escola pública. preferencialmente. Quando da promulgação da Lei 9. preferencialmente na rede regular de ensino (Lei 9. Educação Especial na escola Outro aspecto a ser abordado é que a Educação Especial é oferecida. o que acarretou. confirmando o dever do Estado com relação à oferta da educação pública. “pois não eram capazes de aprender”. nestas instituições.394/96. aparentemente. em oficinas e na escolaridade. Os autistas são crianças que não se relacionam e. em sua maioria. também era tratada de modo secundário. título III. estavam internados em hospitais psiquiátricos ou em escolas especiais 18 .

Os deficientes físicos. a evidência da fragilidade de nossa formação. Estudos realizados com deficientes mentais por Ferreira (1992). Os superdotados sempre estiveram matriculados em escolas regulares e recebiam apelidos de “CDF”. e outros.394/96 é que instituições como a Apae se preocuparam em transformar seus regulamentos e práticas institucionais. 19 . Com a introdução do Construtivismo de Emília Ferrero no Brasil. mesmo tendo a Constituição Brasileira (1988) estabelecido que o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência deveria ser preferencialmente na rede regular de ensino. isso não estava assegurado. 2003). O que se pode concluir desse aspecto é que a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional trouxe a nós. públicas ou particulares. “nerds”. A Federação Nacional das Apaes criou o projeto Apae Educadora1. Somente após a promulgação da Lei 9.br/apeduc.apaemc. assim como estudos com surdos foram realizados por Couto (1985). entre no site <www. pois as instituições especializadas não tinham uma organização que se assemelhasse à estrutura organizacional das escolas regulares. excepcionalmente. muitas experiências escolares foram desenvolvidas em alunos com deficiência mental e surdos. Até a promulgação da Lei 9. um processo escolar que se inicia no período da Educação Infantil. a partir da década de 1980.A Educação Especial e a Educação Inclusiva no cenário brasileiro: contextualização do problema em total isolamento social. entre outros. A escola nunca atuou para diminuir os efeitos destes estereótipos.org. pois temos tido algumas dificuldades em aceitar. Moussatché (1997). a escola deve ser o ambiente em que esses alunos devem ser escolarizados. eram matriculados em escolas regulares desde que houvesse acesso físico para o seu deslocamento. por diferentes motivos. a matrícula e a permanência destes alunos em nossas escolas comuns. e deram um grande impulso na produção de conhecimentos. assim como foram responsáveis pelo rompimento de barreiras teóricas importantes para a aprendizagem destes e sobre estes sujeitos. contínua e planejada de alunos com necessidades educacionais especiais. que estimula o desenvolvimento humano desde os primeiros meses de vida. a fim de se adequarem à nova legislação. priorizando. que tem como proposta a sistematização de ações pedagógicas e estratégicas que possibilitem o desenvolvimento integral e facilitem a inclusão gradativa. regra geral os que mais demonstravam dificuldades em ler e escrever corretamente a língua portuguesa. Mantoan (1988. assim. ou seja.394/96. educadores. 1 Caso você tenha possibilidade. Fernandes (1990). foram largamente divulgados nos anos 1980 e 1990. entre outros.htm>.

métodos. I). desde a educação infantil ao ensino superior” (BRASIL/SEESP/MEC. técnicas e recursos desenvolvidos com a finalidade de favorecer o acesso ao conhecimento. recursos educativos e organizações específicas para atender às suas necessidades” (LDB 9. Uma sociedade em que a passagem pela escola torna-se uma das marcas de todo e qualquer indivíduo. mas a todos os alunos que se sentirem favorecidos por “currículos. 59.394/96. é considerada como um conjunto de recursos educacionais e de estratégias de apoio que estejam à disposição de todos os alunos. mas ao exercício de manter relações de reciprocidade com as outras instituições sociais. reafirma-se que lugar de aprender é na escola. tem e transmite cultura e ocupa lugar central nas sociedades modernas. Educação Especial como modalidade de educação escolar Educação Especial como modalidade de educação escolar significa um tipo de educação que se dá na escola. A escola tem se mostrado uma instituição social ímpar no projeto de modernidade. Embora não sendo única. Um homem novo para uma sociedade moderna. Educação Especial. A partir de uma cultura que é muito própria de cada unidade escolar. 1996). Isso significa que tanto os alunos da Educação Infantil como os alunos universitários têm direito ao que assegura a legislação 20 . assim como métodos. Este lugar privilegiado da sociedade que conta com profissionais formados para ensinar. Pode parecer banal falar isso. art. a escola tem sido responsável por contribuir para a criação de outro tipo de homem. Com esta afirmação. 1996).394/96 não existia este tipo de atendimento. Este conjunto pode facilitar não só aos alunos identificados com necessidades educacionais especiais. acabando por tornar-se parte constituinte de sua identidade. como “modalidade de educação escolar. oferecendo diferentes alternativas de atendimento” (BRASIL/SEESP/MEC. mas é preciso relembrar que antes da Lei 9. A Educação Especial como “modalidade de educação escolar perpassa transversalmente todos os níveis de ensino. participando da formação dos novos valores da sociedade. assumindo uma centralidade que a tem levado. não ao exercício de funções subordinadas em relação a outras instituições. ela tem ocupado posição central na sociedade.Educação Inclusiva No que tange ao conceito de Educação Especial. afirmando ser este tipo de educação uma modalidade de educação escolar.

A Educação Especial e a Educação Inclusiva no cenário brasileiro: contextualização do problema atual. tomando-se aqui o conceito mais amplo. de 1975. crianças que vivem nas ruas e que trabalham. intelectuais. passam a ter direito ao uso de computador pessoal para fins de trabalho e avaliação escolar. teve sua origem nos Estados Unidos. permitir o uso de computadores pessoais do tipo laptop seria a forma de garantir a integração escolar e social do aluno com necessidades educacionais especiais no meio universitário. favorecendo a igualdade de direitos. para a construção da cidadania e muito menos voltado para a competição que tanto marca a sociedade da exclusão. que é o da Declaração de Salamanca (BRASIL. O princípio fundamental desta Linha de Ação é de que as escolas devem acolher todas as crianças. Um trabalho de inclusão levado às últimas consequências não deixaria apenas os alunos com necessidades educacionais especiais fazerem uso de seus computadores pessoais. 17-18). crianças de populações distantes ou nômades. Se por um lado esta possibilidade pode soar estranha. se uma criança da Educação Infantil tem direito aos currículos adaptados a fim de que ela acesse as aprendizagens ao nível de seu desenvolvimento. com histórico de dislexia ou com paralisia cerebral. crianças de minorias linguísticas. este seria um ensino voltado para o sucesso. que quer dizer superdotados. étnicas ou culturais e crianças de outros grupos ou zonas desfavorecidas ou marginalizados. pode-se constatar dois movimentos nascidos historicamente de maneiras distintas. quando da Lei Pública 94. emocionais. sociais. pois os outros alunos não teriam esta possibilidade. mas possibilitaria que todos os alunos tivessem a mesma oportunidade. A Educação Inclusiva se caracteriza como uma política de justiça social que alcança alunos com necessidades educacionais especiais.142. emprega a expressão sobredotados. sem o qual não conseguirão superar as barreiras da língua escrita na academia. 2 Observa-se que o texto original. que vem sendo divulgada por meio da Educação Especial. STAINBACK. certamente. independentemente de suas condições físicas. linguísticas ou outras. Devem acolher crianças com deficiência e crianças bem dotadas2. 1999). p. A Educação Inclusiva. 1994a. em espanhol. alunos universitários com dificuldades na escrita. prejudicado pela defasagem incomum identificada. resultado dos movimentos sociais de pais de alunos com deficiência que reivindicavam acesso de seus filhos com necessidades educacionais especiais às escolas de qualidade (STAINBACK. 21 . Com certeza. Os movimentos de Educação Inclusiva No conjunto das ações desenvolvidas e que têm como consequência a Educação Inclusiva. Por exemplo.

2000. É um novo paradigma que desafia o cotidiano escolar brasileiro. existem muitas controvérsias quanto à lógica de implantação da Educação Inclusiva nas escolas de ensino público e particular. Nascia um movimento de inclusão mundial.Educação Inclusiva Enquanto este movimento crescia na América do Norte. (BRASIL. fatores escolares. 1994a. serviços externos de apoio. 15). nomeadamente. Uma diversidade social contraditória que tem evidenciado desinformação. 1994a. na Tailândia. p. A Educação Inclusiva é uma prática inovadora que está enfatizando a qualidade de ensino para todos os alunos. foi natural que profissionais se mobilizassem a fim de promover o objetivo da educação para todos. que tinha como propósito “a erradicação do analfabetismo e a universalização do ensino fundamental tornarem-se objetivos e compromissos oficiais do poder público. agora com a oferta de escolarização. recursos necessários. exigindo que a escola se modernize e que os professores aperfeiçoem suas práticas pedagógicas. 2). áreas prioritárias. recrutamento e treino do pessoal docente. examinando as mudanças fundamentais de política necessárias para desenvolver a abordagem da Educação Inclusiva. contando com a presença de 92 representantes governamentais e 25 de organizações internacionais. Espanha. realizou-se em 1994. No Brasil. na área das necessidades educativas especiais que definiram novas concepções de necessidades educacionais especiais. ao mesmo tempo. a Conferência Mundial sobre Necessidades Educativas Especiais: acesso e qualidade. sobretudo as que têm necessidades educativas especiais (BRASIL. São barreiras a serem superadas por 22 . Suas conclusões foram registradas na Declaração de Salamanca e Enquadramento da Ação. Desse compromisso. p. o “Congresso de Educação para Todos”. conforme suas necessidades e desejo. o movimento que reconhecia a diversidade e o multiculturalismo como essências humanas começou a tomar forma e ganhar força na Europa em decorrência das mudanças geopolíticas ocorridas nos últimos 40 anos do século XX. e as diretrizes para a ação a nível nacional: política e organização. Uma das consequências deste último movimento foi em 1990. 5). capacitando as escolas para atender todas as crianças. perspectivas comunitárias. dando margem para que os sujeitos com necessidades educacionais especiais possam escolher entre serem encaminhados à escola regular ou às instituições especializadas. em Jontiem. na cidade de Barcelona. preconceitos e a produção de novos tipos de exclusão. o que a nova legislação brasileira propõe é uma Educação Especial com ênfase na inclusão. p. Na verdade. perante a comunidade internacional”. Então. e as diretrizes de ação a nível regional e internacional (BRASIL.

de imaginações? Cada vida é uma enciclopédia. 1993) Quem somos nós. de leituras. 23 . Uma amostragem de estilos. comunidade. quem é cada um de nós. onde tudo Pode ser continuamente remexido E reordenado de todas as maneiras possíveis. pais e alunos. De informações. Texto complementar Quem somos nós? (CALVINO. Precisamos aprender mais sobre a diversidade humana. Atividades 1. Existe em sua cidade a discussão sobre a inclusão no ensino regular de crianças portadoras de necessidades especiais de aprendizagem? Comente com seus colegas e depois registre as conclusões. Senão uma combinatória de experiências. sentir. a fim de compreender os modos diferenciados de cada ser humano ser.A Educação Especial e a Educação Inclusiva no cenário brasileiro: contextualização do problema todos: profissionais da educação. agir e pensar.

é utilizado como referencial na maioria dos trabalhos apresentados nesta aula e deve ser lido e estudado.mec. Esse documento define os objetivos da educação inclusiva.Educação Inclusiva 2.pdf> e conheça mais sobre a Declaração de Salamanca. Dica de estudo Acesse o site <http://portal.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.gov. Anote os questionamentos que esta aula lhe trouxe e converse com seus colegas sobre eles. 24 .

A Educação Especial e a Educação Inclusiva no cenário brasileiro: contextualização do problema 25 .

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