0% acharam este documento útil (0 voto)
11 visualizações80 páginas

Casa Palete: Arquitetura Sustentável Flexível

Enviado por

Samuel Piva
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
11 visualizações80 páginas

Casa Palete: Arquitetura Sustentável Flexível

Enviado por

Samuel Piva
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

CASA PALETE

PROJETO RESIDENCIAL FLEXÍVEL COM


SISTEMA CONSTRUTIVO ALTERNATIVO

DISCENTE:
MAXWELL OSVALDO
ORIENTADOR:
MARCELO TINÔCO
PARTE
REFERENCIAL TEÓRICO
IMPACTO AMBIENTAL E CONSTRUÇÃO CIVIL

No Brasil, estima-se um montante de 68,5


milhões de resíduos de construção civil
produzidos por ano. (FREITAS, 2009). Em
Natal, segundo dados do Sindicato da
Indústria da Construção Civil do Estado
(Sinduscon RN) são produzidos 1 mil metros
cúbicos de resíduos diariamente.

Fonte: [Link]
IMPACTO AMBIENTAL E CONSTRUÇÃO CIVIL

O resíduo da construção é o mais


heterogêneo dentre os resíduos industriais.
Ele é constituído de restos de praticamente
todos os materiais de construção (argamassa,
areia, cerâmicas, concretos, madeira, metais,
papéis, plásticos, pedras, tijolos, tintas, etc.)

Fonte: [Link]
IMPACTO AMBIENTAL E CONSTRUÇÃO CIVIL

PERDAS DE MATERIAIS EM UMA OBRA

Materiais Perdas (%)


Areia 39
Cimento 33
Concreto 01
Aço 26
Tijolos/Blocos 27
Argamassas 91

Fonte: Pinto, 1995.


IMPACTO AMBIENTAL E CONSTRUÇÃO CIVIL

Em alguns municípios brasileiros, mais de 75%


dos resíduos de construção civil são
provenientes de construções informais (obras
não licenciadas), enquanto 15% a 30% são
oriundas de obras formais (licenciadas pelo
poder público) (PINTO, 2005).

Fonte: [Link]
IMPACTO AMBIENTAL E CONSTRUÇÃO CIVIL

A deposição irregular de resíduos da


construção civil causam a degradação da
paisagem urbana, assoreamento de
córregos, comprometimento de vias
públicas, proliferação de vetores, queimadas,
entre outros.

Fonte: [Link]
IMPACTO AMBIENTAL E CONSTRUÇÃO CIVIL
USO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS
CONTAINER

Diversos projetos feitos com materiais


alternativos são encontrados pelo mundo, isso
comprova que é possível ter uma arquitetura de
qualidade utilizando materiais não
convencionais.

Fonte: [Link]
USO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS
CONTAINER

Fonte: [Link]
USO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS
PAPELÃO

Com tubos de papelão reciclado o arquiteto


Shigeru Ban projetou uma casa de três andares,
no alto de uma montanha.

Fonte: [Link]
USO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS
PAPELÃO

Fonte: [Link]
USO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS
BAMBU

O bambu é encontrado em abundância e sua


reprodução no ambiente é extremamente veloz.
Além disso, é um material muito resistente e
flexível que proporciona grande versatilidade ao
construtor. Pode ficar até 50% mais barato do que
uma construção convencional.

Fonte: [Link]
USO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS
BAMBU

No Brasil, mais especificamente no Acre,


encontra-se a maior área de bambu nativo do
mundo, superando até mesmo a China.

Fonte: [Link]
USO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS
TAIPA DE PILÃO

Fonte: [Link]
USO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS
TAIPA DE PILÃO

A taipa de pilão funciona como


isolante térmico e acústico,
sendo uma barreira natural
contra ventos e mantendo um
conforto térmico dentro do
ambiente. O material possui
longa durabilidade, é de 100%
reutilizável, e de baixo consumo
de energia.

Fonte: [Link]
PALETE COMO MATERIAL ALTERNATIVO

Os paletes são componentes utilizados na


movimentação e armazenagem de carga
com função na dinamização da produção
industrial, nos depósitos, no processo de
carregamento e descarregamento.

Fonte: [Link]
PALETE COMO MATERIAL ALTERNATIVO

Segundo um levantamento feito pela Associação Brasileira


de Supermercados (ABRAS) e Grupo Palete de Distribuição
(GPD) foram encontrados inúmeros modelos diferentes de
paletes. O que prejudicava a logística de movimentação e
armazenamento de produtos pelos supermercados.

Fonte: [Link].b
PALETE COMO MATERIAL ALTERNATIVO

O palete PBR tem medidas padronizadas de 1000 mm x 1200 mm,


possui número de peças (tábuas superiores, tábuas
intermediárias, tocos e tábuas inferiores) com quantidades e
medidas padrão. É produzido em madeiras de reflorestamento
(Pinus e Eucalipto).

Fonte: [Link]
PALETE COMO MATERIAL ALTERNATIVO
MOBILIÁRIO

Arquitetos e designers vêm


reaproveitando paletes descartados
e desenvolvendo novas funções .

Fonte: [Link]
PALETE COMO MATERIAL ALTERNATIVO
MOBILIÁRIO

Fonte: [Link]
PALETE COMO MATERIAL ALTERNATIVO
PAVILHÃO

Fonte: [Link]
PALETE COMO MATERIAL ALTERNATIVO
ESCADA

Fonte: [Link]
PALETE COMO MATERIAL ALTERNATIVO
FACHADA

Fonte: [Link]
MODULAÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE PROJETO

A modulação contribui para a racionalização do processo


construtivo, pois, garante flexibilidade de combinação de
elementos, além de contribuir para uma precisão maior na
definição e alcance de medidas. Também contribui para o
aumento da repetição de componentes e para a produção em
série, já que, ao fixar uma medida básica da qual as demais devem
ser múltiplo ou mesmo submúltiplo, limita as variações
dimensionais para um mesmo elemento construtivo, eliminando
assim o desperdício de material.

Fonte: [Link]
MODULAÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE PROJETO

Nos aspectos econômicos a utilização da coordenação


modular gera redução de custos em várias etapas do
processo construtivo. Essa redução de custos ocorre seja
por otimização do uso da matéria-prima, seja pela
agilidade no processo de decisão de projeto ou compra
dos componentes, seja por aumento da produtividade,
seja por diminuição de perdas. (GREVEN & BALDAUF,
2007)

Fonte: [Link]
ARQUITETURA FLEXÍVEL

A arquitetura flexível está relacionada com a


transformação dos hábitos e preferências individuais da
sociedade vigente, que acabam por influenciar o ambiente
doméstico . O tema é um desafio à necessidade constante
de transformação desse espaço e adequação às novas
formas de viver, proporcionando maior autonomia,
satisfação e conforto ao morador, além de ampliar a vida
útil do edifício (JORGE, 2012)

O diferencial do edifício flexível é definido por qualidades


físicas que permitam uma variação da sua configuração
espacial (lay-out) ou por diversas maneiras de se apropriar
de um ambiente. Estas características podem ser
elementos tais quais divisórias móveis, portas de correr,
paredes leves, detalhes como hierarquia e geometria dos
espaços, localização das aberturas e posicionamento do
lote. (DIGIACOMO, 2004)

1989/91, Fukuoka, Japão

Fonte: [Link]
ARQUITETURA FLEXÍVEL

O projeto do arquiteto Helmut Wimmar, em Viena, a flexibilidade é aplicada


através da associação de operadores ativos de divisão do ambiente interno,
a organização central das áreas molhadas, dos acessos e a ausência de
componentes estruturais.

A habitação é caracterizada por quatro


ambientes iguais de 16 m², agrupados entorno
de um núcleo fixo que contém o acesso a
habitação e a área de serviço. A configuração
espacial da unidade vai depender das
necessidades dos usuários. Com o auxílio de
páineis deslizantes a flexibilidade é permanente,
de forma rápida e econômica a habitação de
adequa as mudanças surgidas. (JORGE, 2012)

Fonte:[Link]
PARTE
ESTUDO DE REFERÊNCIAS
PALLETHAUS
SCHNETZER ANDREAS CLAUS + PILS GREGOR

Foram utilizados 800 paletes do tipo Euro-


pallet (80 cm x 120 cm).O tempo de
construção foi de apenas três dias e com
poucas [Link] as paredes duplas
passariam os apoios estruturais, isolamento
térmico e acústico, sistema hidráulico e
elétrico.

[Link]
PALLETHAUS
SCHNETZER ANDREAS CLAUS + PILS GREGOR

[Link]
PALLETHAUS
SCHNETZER ANDREAS CLAUS + PILS GREGOR

[Link]
PALLETHAUS
SCHNETZER ANDREAS CLAUS + PILS GREGOR

[Link]
PENINSULA HOUSE
SEAN GODSELL

Sua estrutura em sucessivos


pórticos de aço configura um
exoesqueleto de 30 x 7,2 m no
qual ripas de madeira
justapostas conformam uma
pele que ao longo do dia
permite um constante
movimento de luz e sombra
nos interiores.

[Link]
PENINSULA HOUSE
SEAN GODSELL

[Link]
PENINSULA HOUSE
SEAN GODSELL

[Link]
PENINSULA HOUSE
SEAN GODSELL

[Link]
CASA NUA
SHIGERU BAN

Fonte: [Link]
CASA NUA
SHIGERU BAN

Os quartos são "caixotes" de


madeira sobre trilhos com
dimensões que variam de
5m² e 7m².

Fonte: [Link]
CASA NUA
SHIGERU BAN

Os cômodos fixos, como


banheiros e cozinha, são
protegidos por cortinas ou
portas leves, de correr.

Fonte: [Link]
CASA NUA
SHIGERU BAN

Fonte: [Link]
PARTE
O PROJETO
O PALETE COMO ELEMENTO PRINCIPAL DA MODULAÇÃO
E DEFINIDOR DOS ELEMENTOS DE VEDAÇÃO
ESTUDOS GRÁFICOS DA PROPOSTA ARQUITETÔNICA

1 PROPOSTA 2 PROPOSTA

Esboço da perspectiva e fachada Esboço da perspectiva e fachada

Fonte: Arquivo pessoal


O PALETE COMO ELEMENTO PRINCIPAL DA MODULAÇÃO
E DEFINIDOR DOS ELEMENTOS DE VEDAÇÃO
ESTUDOS GRÁFICOS DA PROPOSTA ARQUITETÔNICA

3 PROPOSTA

Esboço da perspectiva e fachada Estudos de flexibilidade

Fonte: Arquivo pessoal


O PALETE COMO ELEMENTO PRINCIPAL DA MODULAÇÃO
E DEFINIDOR DOS ELEMENTOS DE VEDAÇÃO
ESTUDOS GRÁFICOS DA PROPOSTA ARQUITETÔNICA

3 PROPOSTA

Volumetria final Planta Baixa

Fonte: Arquivo pessoal


O PALETE COMO ELEMENTO PRINCIPAL DA MODULAÇÃO
E DEFINIDOR DOS ELEMENTOS DE VEDAÇÃO
ESTUDOS GRÁFICOS DA PROPOSTA ARQUITETÔNICA

4 PROPOSTA

Volumetria Planta Baixa

Fonte: Arquivo pessoal


O PALETE COMO ELEMENTO PRINCIPAL DA MODULAÇÃO
E DEFINIDOR DOS ELEMENTOS DE VEDAÇÃO
ESTUDOS GRÁFICOS DA PROPOSTA ARQUITETÔNICA

5 PROPOSTA

Esboço da Planta Baixa

Fonte: Arquivo pessoal


O PALETE COMO ELEMENTO PRINCIPAL DA MODULAÇÃO
E DEFINIDOR DOS ELEMENTOS DE VEDAÇÃO
ESTUDOS GRÁFICOS DA PROPOSTA ARQUITETÔNICA

6 PROPOSTA

Esboço da Planta Baixa

Fonte: Arquivo pessoal


O PALETE COMO ELEMENTO PRINCIPAL DA MODULAÇÃO
E DEFINIDOR DOS ELEMENTOS DE VEDAÇÃO
MAQUETE FÍSICA – MÓDULO

A maquete física foi utilizada como


ferramenta facilitadora no âmbito da
representação e materialização das
ideias.

Fonte: Arquivo pessoal


CONCEITO – FLEXIBILIDADE
EXPANSIBILIDADE DO EDIFÍCIO

O conceito de flexibilidade é identificado neste projeto nos


seguintes pontos: expansão do edifício no lote, a modulação do
sistema construtivo e na adaptabilidade.

3,6m 3,6m
2,4m

3,6m

Área molhada Área multiuso

Fonte: Arquivo pessoal


CONCEITO – FLEXIBILIDADE
MODULAÇÃO DO SISTEMA CONSTRUTIVO

Fonte: Arquivo pessoal


CONCEITO – FLEXIBILIDADE
ADAPTABILIDADE

Fonte: Arquivo pessoal


SISTEMA CONSTRUTIVO E MATERIAIS UTILIZADOS
ESTRUTURAS - FUNDAÇÃO

A h a b i ta ç ã o e sta rá
suspensa para evitar
contato direto da
madeira e da estrutura
metálica com a umidade
do solo.

Fonte: Arquivo pessoal


SISTEMA CONSTRUTIVO E MATERIAIS UTILIZADOS
ESTRUTURAS - PISO

Para o piso optou-se pelo Painel Wall


da Eternit. O produto é composto de
miolo de madeira laminada ou
sarrafeada, contraplacando em
ambas as faces por lâminas de
madeira e externamente por placas
cimentícias em CRFS (Cimento
Reforçado com Fio Sintético)
prensadas.
A p l a c a u t i l i za d a te m c o m o
dimensões 40 mm de espessura, 1,20
m de largura e 2,50 m de
comprimento.

Fonte: Arquivo pessoal


SISTEMA CONSTRUTIVO E MATERIAIS UTILIZADOS
ESTRUTURAS - PILARES E VIGAS

Segundo Sant'anna, Villari e Costa (2004), o PILARES METÁLICOS


uso da estrutura metálica gera inúmeras
vantagens: redução de prazo,
racionalização de material e mão-de-obra,
confecção em trabalhos em paralelo, obra
limpa e organizada, flexibilidade de
reformas, maior área útil e distância entre
vãos, maiores precisão em detalhes do
projeto e redução de carga, com
ESQUINA ENTRE 2 PALETES ENTRE 4 PALETES
consequente alívio na fundação, além da
possibilidade de reutilização do material
empregado.
VIGAS METÁLICAS

Fonte: Arquivo pessoal


SISTEMA CONSTRUTIVO E MATERIAIS UTILIZADOS
VEDAÇÕES – PAINEL DE PALETE
PROCESSO DE MONTAGEM

FIXAÇÃO

Fonte: Arquivo pessoal


SISTEMA CONSTRUTIVO E MATERIAIS UTILIZADOS
VEDAÇÕES – PAINEL DE PALETE

PAINEL FIXO

Os painéis fixos tem a função de


fechamento, não possuem tirantes
internamente , sendo apenas parafusados
nos perfis “T” pela parte interna da
habitação.

Fonte: Arquivo pessoal


SISTEMA CONSTRUTIVO E MATERIAIS UTILIZADOS
VEDAÇÕES – PAINEL DE PALETE
PAINÉIS MÓVEIS – PAINEL JANELA

Fonte: Arquivo pessoal


SISTEMA CONSTRUTIVO E MATERIAIS UTILIZADOS
VEDAÇÕES – PAINEL DE PALETE
PAINÉIS MÓVEIS – PAINEL PIVOTANTE
CENTRAL

Pino pivotante com


capacidade de 150kg.

Tirantes

Fonte: Arquivo pessoal


SISTEMA CONSTRUTIVO E MATERIAIS UTILIZADOS
VEDAÇÕES – PAINEL DE PALETE
PAINÉIS MÓVEIS – PAINEL PORTA

Detalhe da dobradiça

Fonte: Arquivo pessoal


SISTEMA CONSTRUTIVO E MATERIAIS UTILIZADOS
VEDAÇÕES – PAINEL DE PALETE
TRATAMENTO DOS PAINÉIS
PLACAS DE OSB (LP BRASIL)

OSB

O material apresenta nas camadas externas, resinas


fenólicas e, nas internas, MDI, que garantem alta
adesão interna das tiras e uma resistência adequada
para aplicações em ambientes externos.
As bordas são seladas nas cores laranja e amarela o que
garante resistência à umidade. Além disso, recebe
aditivos a base de ciflutrina, inofensivo para o ser
humano, e que protege contra o ataque de cupins.

Dimensões:
Formato:
1,20 x 3,00m
Espessuras:
9,5 mm/ 11,1mm
Fonte: Arquivo pessoal
SISTEMA CONSTRUTIVO E MATERIAIS UTILIZADOS
VEDAÇÕES – PAINEL DE PALETE
TRATAMENTO DOS PAINÉIS
PLACAS CIMENTÍCIAS ETERPLAC

PLACA
CIMENTÍCIA

Produzida com a tecnologia CRFS - Cimento Reforçado


com Fio Sintético, apresenta como principais
características: durabilidade, estabilidade, praticidade
no manuseio, facilidade do corte, resistência à
umidade, impermeável, não apodrece.
Pode ser usada como: paredes internas (áreas secas e
úmidas), paredes externas, divisórias sanitárias, forros,
entre outros.

Dimensões:
Formato:
1,20 x 3,00m
Espessuras:
8mm/ 10mm/12
Fonte: Arquivo pessoal
SISTEMA CONSTRUTIVO E MATERIAIS UTILIZADOS
VEDAÇÕES – PAINEL DE PALETE
TRATAMENTO DOS PAINÉIS
LÃ DE PET ISOSOFT

LÃ DE PET

No isolamento acústico foi utilizado a Lã de PET


ISOSOFT. De acordo com as especificações técnicas a lã
pode ficar em contato com a umidade sem mofar, sem
deteriorar e sem perder suas propriedades. Disponível
em placa e manta. Desenvolvida como tratamento
térmico e acústico em sistemas drywall de paredes com FORMATO
placas de gesso/ cimentícia e construções a seco em
steel frame e wood frame.

Fonte: Arquivo pessoal


SISTEMA CONSTRUTIVO E MATERIAIS UTILIZADOS
VEDAÇÕES – PAINEL DE PALETE
TRATAMENTO DOS PAINÉIS
STAIN

APLICAÇÃO DO STAIN

Fonte: Arquivo pessoal


SISTEMA CONSTRUTIVO E MATERIAIS UTILIZADOS
COBERTURA
TELHA SANDUÍCHE

A casa possui cobertura do tipo borboleta


em dois trechos e nos outros trechos
apresentam uma água. Será utilizada a
telha termoacústica ETERNIT tipo
“sanduíche”, que é composta de duas placas
de aço galvanizado de perfil trapezoidal e
miolo de EPS (poliestireno expandido).

Fonte: Arquivo pessoal


PROGRAMA
ANÁLISE DO TERRENO
N

RN NATAL REGIÃO TIROL


ADMINISTRATIVA
LESTE

R. C O terreno escolhido está localizado no


el. J
uve
ntin bairro de Tirol, na Região
oC
abr Administrativa Leste da cidade de
al
Natal/RN, e tem como limites o bairro

ira
de Petrópolis ao norte, o bairro de

ilve
Lagoa Nova ao Sul, ao leste o Parque

da S
Av.
Berna
rdo das Dunas e o bairro de Cidade Alta ao
Viei vier
ra Oeste.
Xa
Av.

Fonte: Arquivo pessoal


PROGRAMA
ANÁLISE DO TERRENO

12
m

m
N
30

Av.
Bern
ard
oV
ieir
a

O terreno possui 360 m² de área, sendo


12 metros de largura e 30 metros de
comprimento. O lote tem como limites
a sul a Av. Bernardo Vieira, a leste a Av.
Xavier da Silveira e a norte a R. Cel.
Juventino Cabral.

Fonte: Arquivo pessoal


PROGRAMA
CONDICIONANTES LEGAIS

O Plano Diretor de Natal define que os


recuos mínimos para o lote sejam de
3,00 para o recuo frontal e para lateral e
fundos não são obrigatórios. O bairro de
Tirol se insere na Zona Adensável.
Segundo o PDN, o bairro corresponde a
uma área sujeita a Operação Urbana. De
acordo com o Anexo I – Quadro 2, o
bairro de Tirol está inserido dentro da
Área de Controle de Gabarito no
entorno do Parque das Dunas. As
construções devem proteger o valor
cênico e paisagístico, assegurar as
condições de bem estar e garantir a
qualidade de vida e o equilíbrio
climático da cidade.

Fonte: SEMURB
PROGRAMA
PROGRAMA DE NECESSIDADES/PRÉ-DIMENSIONAMENTO

AMBIENTE ÁREA (m²)


Hall de entrada 04,32 A habitação teria dois quartos,
Escritório 12,96 escritório com acesso independente,
Sala de estar/jantar 25,92
Cozinha/ área de serviço 08,64 sala de estar/jantar, BWC, cozinha/área
Banheiro 08,64
de serviço. A residência foi zoneada em
Quarto 01 08,64
Quarto 02 08,64 três áreas distintas: serviço, social e
Circulação 08,64
86,40
íntima.
TOTAL

Fonte: Código de obras de Natal/RN


PROGRAMA
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Área íntima
Área social
Área de serviço
Circulação

Sobre a incidência da ventilação


natural sobre a edificação, pode se
observar que as áreas sociais e íntimas
recebe diretamente o fluxo de vento
predominante vindo do sudeste, o
partido adotado promove a ventilação
cruzada nos ambientes.

Fonte: Código de obras de Natal/RN


PLANTA BAIXA

Fonte: Arquivo pessoal


PERSPECTIVAS

Fonte: Arquivo pessoal


PERSPECTIVAS

Fonte: Arquivo pessoal


PERSPECTIVAS

Fonte: Arquivo pessoal


PERSPECTIVAS

Fonte: Arquivo pessoal


PERSPECTIVAS

Fonte: Arquivo pessoal


PERSPECTIVAS

Fonte: Arquivo pessoal


PERSPECTIVAS

Fonte: Arquivo pessoal


PERSPECTIVAS

Fonte: Arquivo pessoal


PERSPECTIVAS

Fonte: Arquivo pessoal

Você também pode gostar