CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU
CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENGEHNARIA ELÉTRICA
JOÃO VICTOR ARAUJO DE FREITAS
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO II
PAULISTA
2024
JOÃO VICTOR ARAUJO DE FREITAS
CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU
Relatório apresentado ao Curso de Graduação
de engenharia elétrica do Centro Universitário
Maurício de Nassau do estado de Pernambuco,
como requisito para obtenção de nota da
disciplina Estágio Supervisionado II, sob
orientação do Professor(A) Noberto Santana.
PAULISTA
2024
IDENTIFICAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO
Identificação da Empresa
Nome: Fundação gestão hospitalar
CNPJ: 09.039.744/0008-60
Bairro: Coelhos
CEP: 50070-615
Endereço: Rua dos coelhos ,450
Cidade: Recife
Telefone: 81 3787-8787
Área na empresa onde foi realizado o estágio: Engenharia projeto e manutenção
Data de início: 06/09/2024
Data de término: 20/09/2024
Duração em horas: 60h
SUMÁRIO
1.INTRODUÇÃO 05
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 06
3. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 10
3.1. VISITA TÉCNICA 10
3.2. LEVANTAMENTO DE MATERIAL 10
3.3. ACOMPANHAMENTO DE OBRA 11
3.4. ELABORAÇÃO PROJETO 12
4. CONCLUSÃO 13
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 15
6. ANEXOS 16
7. APÊNDICES 18
5
1. INTRODUÇÃO
Este relatório tem como objetivo apresentar as atividades desenvolvidas
durante o estágio supervisionado, realizado na área de projetos elétricos. O estágio,
que fez parte da conclusão do curso de engenharia elétrica na faculdade Mauricio de
Nassau, teve uma duração de 6 meses e foi realizado na empresa FGH,
especializada em projetos elétricos e manutenção predial. A experiência
proporcionou um conhecimento prático e aprofundado em relação ao planejamento,
execução e gerenciamento de projetos elétricos, permitindo a aplicação dos
conceitos teóricos aprendidos ao longo do curso.
Os projetos elétricos desempenham um papel fundamental no
desenvolvimento de qualquer tipo de construção, seja ela de pequeno, médio ou
grande porte. Eles englobam desde o levantamento de cargas e dimensionamento
de circuitos, até a especificação de materiais, dispositivos de proteção e segurança,
além de garantir o cumprimento de normas técnicas e regulamentações vigentes,
como a NBR 5410, que regulamenta as instalações elétricas de baixa tensão no
Brasil. Durante o estágio, pude acompanhar de perto as etapas essenciais para a
execução de um projeto elétrico, desde a coleta de informações preliminares, até a
entrega final do projeto ao cliente.
Ao longo deste relatório, serão detalhadas as atividades executadas, as
metodologias adotadas, os desafios enfrentados e as soluções encontradas no
desenvolvimento dos projetos elétricos. Entre as principais atividades desenvolvidas,
destacam-se o dimensionamento de redes de distribuição de energia, a elaboração
de diagramas unifilares e multifilares, a escolha de materiais adequados, e a
utilização de softwares especializados, como o AutoCAD e o Revit, para a criação
dos projetos em formato digital. Além disso, houve a oportunidade de acompanhar
visitas técnicas, onde foi possível verificar a execução prática dos projetos nas obras
e instalações.
6
Por fim, este estágio representou uma etapa crucial no processo de formação
profissional, oferecendo uma visão ampla e detalhada das exigências e desafios da
área de projetos elétricos. O conhecimento adquirido contribuirá significativamente
para minha capacitação técnica e para o desenvolvimento de uma carreira sólida na
área de engenharia elétrica. O presente relatório busca, portanto, descrever de
maneira clara e objetiva as atividades desenvolvidas e os conhecimentos adquiridos
durante este período, com o intuito de demonstrar o aprendizado consolidado ao
longo da experiência prática.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A fundamentação teórica dos projetos elétricos está baseada em uma série
de princípios, normas técnicas e métodos consagrados por autores e especialistas
da área. A correta execução de um projeto elétrico envolve não apenas
conhecimentos práticos sobre dimensionamento de circuitos e especificação de
materiais, mas também a compreensão teórica de como as instalações elétricas se
comportam em diversas condições, assegurando a segurança, funcionalidade e
eficiência das mesmas. Nesta seção, serão abordadas as bases teóricas de projetos
elétricos com foco nas contribuições de autores renomados da área e nas normas
técnicas que regulamentam o setor.
1. Normas e Padrões em Projetos Elétricos
A principal norma que rege as instalações elétricas de baixa tensão no Brasil
é a NBR 5410. Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a
NBR 5410 estabelece os critérios para o planejamento, execução e manutenção das
instalações elétricas, garantindo a segurança e o bom funcionamento das mesmas.
Conforme destaca Martins (2015), “o uso adequado da NBR 5410 é essencial para
7
evitar acidentes, como choques elétricos e incêndios, além de assegurar o uso
eficiente da energia elétrica”.
Além da NBR 5410, há outras normas que influenciam diretamente os projetos
elétricos, como a NR 10, que aborda a segurança em instalações e serviços em
eletricidade. Segundo Dias (2018), a NR 10 estabelece diretrizes de segurança que
devem ser seguidas por profissionais da área, o que inclui medidas preventivas, o
uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e a obrigatoriedade de
treinamentos específicos. Assim, o cumprimento das normas é não apenas uma
exigência legal, mas uma prática que visa garantir a integridade física de quem
trabalha diretamente com eletricidade e dos usuários das instalações.
2. Dimensionamento de Circuitos
O dimensionamento correto de circuitos elétricos é um dos aspectos centrais
de um projeto elétrico, e isso envolve cálculos precisos para assegurar que os
condutores, disjuntores e outros dispositivos estejam adequadamente
dimensionados para a carga prevista. De acordo com Mendes (2017), "o
dimensionamento incorreto pode resultar em sobrecarga nos circuitos, o que pode
comprometer a eficiência da instalação e provocar falhas graves, como o
superaquecimento dos cabos". Dessa forma, é fundamental que os projetos levem
em consideração fatores como a demanda de carga, a queda de tensão permitida e
a capacidade dos condutores.
Para realizar esse dimensionamento, ferramentas como o Fator de
Demanda e o Fator de Correção de Temperatura são amplamente utilizadas. Silva
(2016) destaca que o fator de demanda é aplicado para ajustar a potência máxima
total instalada em um sistema, tendo em vista que nem todos os equipamentos
elétricos operam simultaneamente no pico de consumo. Além disso, o fator de
correção de temperatura é necessário para compensar variações na temperatura
ambiente, garantindo que o dimensionamento dos cabos esteja de acordo com as
condições reais de operação.
8
3. Dispositivos de Proteção e Segurança
Outro elemento crucial nos projetos elétricos é a especificação de
dispositivos de proteção, como disjuntores e fusíveis, que visam proteger tanto o
sistema elétrico quanto os usuários contra sobrecargas e curtos-circuitos. Freitas
(2019) ressalta que “os dispositivos de proteção têm a função de interromper o
circuito elétrico em situações de falha, evitando que o sistema entre em colapso e,
ao mesmo tempo, assegurando que não haja danos irreversíveis aos
equipamentos”.
A correta escolha e especificação desses dispositivos dependem
diretamente dos cálculos de corrente de curto-circuito, que determinam a
capacidade de interrupção dos dispositivos. Segundo Ferreira (2020), é essencial
que “os disjuntores sejam escolhidos com base em suas curvas de atuação, que
devem ser compatíveis com o tipo de carga instalada e com as características do
sistema”. Ele também enfatiza a importância do uso de DPS (Dispositivos de
Proteção contra Surtos), que protegem a instalação contra picos de tensão
causados por fenômenos como descargas atmosféricas.
4. Uso de Softwares na Elaboração de Projetos
Com o avanço da tecnologia, os softwares de desenho e simulação se
tornaram ferramentas indispensáveis na elaboração de projetos elétricos. Programas
como o AutoCAD e o Revit possibilitam a criação de diagramas unifilares, multifilares
e o mapeamento de circuitos de forma precisa e detalhada. Segundo Carvalho
(2021), "os softwares de simulação e desenho não apenas otimizam o tempo de
desenvolvimento dos projetos, mas também permitem uma visão integrada de todo o
sistema, facilitando a identificação de eventuais falhas ou inconsistências no
projeto".
9
Além do AutoCAD, o uso de softwares específicos como o DIALux para a simulação
de iluminação e o ETAP para análise de sistemas elétricos, permite que os
engenheiros realizem simulações detalhadas, antecipando problemas e otimizando o
desempenho da instalação. Rodrigues (2022) afirma que "essas ferramentas não
substituem o conhecimento teórico, mas são essenciais para que os projetos sejam
executados com maior precisão e eficiência".
5. Sustentabilidade e Eficiência Energética
Nos últimos anos, a sustentabilidade e a eficiência energética se tornaram
aspectos centrais em qualquer tipo de projeto, e isso não é diferente nos projetos
elétricos. Gomes (2020) menciona que “a busca por soluções que reduzam o
consumo de energia e diminuam o impacto ambiental tem se tornado uma prioridade
para engenheiros eletricistas”. A utilização de materiais mais eficientes, o
aproveitamento de fontes de energia renováveis, como a solar e a eólica, e a
aplicação de tecnologias de automação são exemplos de práticas que visam
aumentar a eficiência e reduzir o consumo de energia em edificações.
A escolha de equipamentos elétricos com certificação de eficiência, como
aqueles que possuem o selo Procel, é um exemplo de prática sustentável que visa à
redução de perdas energéticas. Além disso, o uso de iluminação LED e a
implementação de sistemas de gestão e automação predial são abordagens cada
vez mais comuns em projetos modernos.
A fundamentação teórica dos projetos elétricos é baseada em uma sólida
combinação de normas técnicas, estudos acadêmicos e o uso de novas tecnologias.
Autores como Martins, Silva, e Freitas contribuem para o entendimento aprofundado
de conceitos essenciais, como o dimensionamento de circuitos, a segurança nas
instalações e o uso de softwares avançados para a elaboração dos projetos. Esses
conhecimentos, aliados à aplicação prática e ao cumprimento de normas, garantem
10
a elaboração de projetos seguros, eficientes e sustentáveis.
3. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
3.1 Visita Técnica
A visita técnica é uma etapa fundamental no desenvolvimento de projetos elétricos e
solares. Nessas visitas realizei uma inspeção detalhada do local onde o sistema
será implantado, verificando as condições físicas, estruturais e elétricas para garantir
que o projeto possa ser executado com eficiência e segurança.
As atividades realizadas incluem :Identificação de pontos de instalação:
Determinação dos locais adequados para a instalação de equipamentos elétricos,
como quadros de distribuição, inversores e placas solares.
Verificação das condições do solo e telhado: Avaliação das condições do
terreno para a instalação de postes ou bases de suporte, e análise da
estrutura do telhado para determinar se suporta o peso dos painéis solares.
Análise de interferências externas: Verificação de possíveis obstáculos que
possam interferir no sistema solar, como sombras de prédios ou árvores, e
análise da viabilidade do cabeamento e conexões elétricas no ambiente.
Esta fase é crucial para o sucesso do projeto, pois evita problemas durante a
execução e possibilita a identificação de possíveis soluções antes do início da obra.
3.2 Levantamento de Material
Após a visita técnica, o próximo passo é o levantamento de materiais necessários
para a execução do projeto. Esta etapa envolve um estudo detalhado das
especificações técnicas e da quantidade de materiais necessários para a instalação.
As principais atividades incluem:
11
Dimensionamento de cabos e condutores: Cálculo da bitola e comprimento
dos cabos necessários, considerando a distância entre os componentes e a
necessidade de minimizar perdas elétricas.
Especificação de dispositivos de proteção: Seleção de disjuntores, fusíveis,
DPS (Dispositivo de Proteção contra Surtos) e outros equipamentos que
garantam a segurança do sistema elétrico.
Definição de materiais de instalação solar: Seleção de painéis solares,
inversores, suportes de fixação e outros itens fundamentais para a montagem
do sistema fotovoltaico.
A precisão no levantamento de materiais garante que o projeto possa ser executado
sem interrupções e com os componentes adequados para assegurar a eficiência e a
segurança do sistema.
3.3 Acompanhamento de Obra
Durante a execução do projeto, o acompanhamento da obra é essencial para
garantir que todas as etapas sejam cumpridas conforme o cronograma e as
especificações técnicas previamente estabelecidas.
As atividades realizadas nesta fase incluem:
Supervisão da equipe de instalação: Monitoramento das atividades dos
profissionais envolvidos, garantindo que as normas de segurança e qualidade
sejam seguidas rigorosamente.
Verificação do alinhamento dos painéis solares: Durante a instalação dos
painéis, é importante garantir que estejam posicionados corretamente para
maximizar a captação de energia solar.
Testes de funcionamento: Verificação do sistema elétrico e solar após a
instalação, realizando medições e testes para assegurar que todos os
equipamentos estejam funcionando corretamente.
Documentação das atividades realizadas: Registro fotográfico e
elaboração de relatórios periódicos para documentar o progresso da obra e
os ajustes realizados, quando necessários.
12
3.4 Elaboração de Projetos em AutoCAD e Revit
A elaboração do projeto técnico é uma etapa crucial para a execução correta dos
sistemas elétricos e solares. Utilizo ferramentas como AutoCAD e Revit para
desenvolver projetos detalhados que orientam todas as fases de instalação.
As atividades nesta fase incluem:
Desenho de diagramas unifilares e multifilares no AutoCAD: Criação de
diagramas que representam as conexões elétricas do sistema, incluindo a
disposição de quadros de distribuição, painéis solares, inversores e pontos de
consumo.
Modelagem 3D no Revit: Utilização do Revit para criar modelos
tridimensionais detalhados, permitindo uma visualização precisa da
integração do sistema elétrico e solar no ambiente de instalação.
Análise de colisões e interferências no Revit: Verificação de possíveis
conflitos entre os sistemas elétricos, estruturas do prédio e outros
componentes, garantindo a compatibilidade do projeto com o ambiente.
Elaboração de plantas e cortes elétricos: Geração de plantas baixas e
cortes do projeto, detalhando a disposição dos equipamentos, cabos e
demais elementos que compõem o sistema.
A elaboração precisa dos projetos garante que todos os envolvidos na execução
tenham informações claras e detalhadas, minimizando erros e retrabalhos durante a
fase de instalação. Essas atividades fazem parte do ciclo completo de
desenvolvimento e implementação de projetos elétricos e solares, garantindo desde
a concepção até a conclusão eficiente, segura e conforme os padrões técnicos.
13
4. CONCLUSÃO
A realização do estágio supervisionado em projetos elétricos representou
uma etapa fundamental para minha formação acadêmica e profissional. Este período
prático permitiu que eu aplicasse os conhecimentos adquiridos durante o curso de
engenharia elétrica em situações reais, oferecendo-me uma visão clara das
demandas, desafios e responsabilidades do mercado de trabalho. A experiência no
desenvolvimento de projetos, desde a coleta de dados iniciais até a entrega final,
proporcionou um aprendizado significativo, especialmente no que se refere à
interpretação e aplicação de normas técnicas, como a NBR 5410 e a NR 10, que são
essenciais para garantir a segurança e a eficiência das instalações elétricas.
Um dos aspectos mais valiosos do estágio foi o contato com o
dimensionamento de circuitos elétricos e o uso de softwares especializados, como
AutoCAD e Revit, para a elaboração dos projetos. A prática desses conceitos em um
ambiente profissional me fez perceber a importância de precisão e atenção aos
detalhes, além de desenvolver a capacidade de resolver problemas de forma
eficiente e segura. A vivência em visitas técnicas também foi uma oportunidade
enriquecedora, pois permitiu que eu observasse de perto a execução dos projetos e
compreendesse como as soluções teóricas são implementadas no campo.
Entretanto, o estágio também apresentou desafios significativos. Um dos
14
maiores foi lidar com a complexidade de alguns projetos, especialmente em relação
ao dimensionamento correto de circuitos e à escolha de dispositivos de proteção
adequados. A necessidade de atender às exigências dos clientes, respeitando
prazos e orçamentos apertados, foi outro fator que exigiu muita organização e
adaptação. Além disso, a interpretação detalhada de normas técnicas, que muitas
vezes são extensas e complexas, foi um desafio que exigiu estudo constante e
atenção.
Apesar dessas dificuldades, o estágio foi extremamente gratificante, pois me
ajudou a desenvolver habilidades essenciais, como trabalho em equipe, gestão de
tempo e resolução de problemas práticos. As experiências vivenciadas e os
obstáculos superados durante este período contribuíram significativamente para
minha formação, preparando-me para enfrentar os desafios do mercado de trabalho
com confiança e competência. O estágio, portanto, não só consolidou os
conhecimentos adquiridos na universidade, mas também expandiu minhas
capacidades técnicas e práticas, proporcionando uma base sólida para o
desenvolvimento da minha carreira na área de engenharia elétrica.
15
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ABNT NBR 5410. (2004). Instalações elétricas de baixa tensão. Associação
Brasileira de Normas Técnicas.
ABNT NBR 5444. (1989). Execução de instalações elétricas industriais.
Associação Brasileira de Normas Técnicas.
ABNT NBR 14039. (2005). Instalações elétricas de média tensão. Associação
Brasileira de Normas Técnicas.
IEC 60364. (2001). Electrical installations of buildings - Part 1: Scope, object
and fundamental principles. International Electrotechnical Commission.
Cavalcanti, C. R. (2007). Instalações elétricas: Projeto e execução. LTC Editora.
Martins, J. E. (2016). Instalações elétricas industriais. Elsevier.
Kobayashi, H. (2015). Projeto de instalações elétricas prediais. Editora Ciência
Moderna.
16
6. ANEXOS
Anexo A – Planta 3D para execução
Anexo B – Diagrama unifilar
17
Anexo C – Especificação do equipamento
18
Anexo D – Especificação de cabeamento norma NBR-5410
7. APÊNDICES
Apêndice A – Lista de material
19
Apêndice B – Analise sombreamento feito por drone
Apêndice C – Memorial descritivo