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Perspectivas Das Interfaces Humano

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Perspectivas das Interfaces Humano-Computador - Aula 1

1. Perspectivas de Interação:

o Sistema: O usuário é visto como uma máquina, com interações rígidas e padronizadas
(ex.: terminais de comando).

o Parceiro de Discurso: O sistema se comporta como um humano (ex.: chatbots), porém


enfrenta desafios no processamento semântico.

o Ferramenta: O sistema é um instrumento para realizar tarefas (ex.: Word, Excel). O


sucesso depende do domínio do usuário sobre a ferramenta.

o Mídia: O sistema media a comunicação entre pessoas ou transmite informações dos


designers aos usuários (ex.: redes sociais, e-mails).

2. Reflexão e Inclusividade:

o Interfaces frequentemente refletem um viés cultural e social, sendo desenhadas para


usuários padrões (homens, classe média, sem deficiência).

o É essencial projetar pensando em diversidade, como idosos ou pessoas com deficiência,


para garantir maior inclusão.

3. Considerações:

o As perspectivas devem ser combinadas para atender diferentes públicos.

o Exemplos práticos e teóricos reforçam a importância de adaptar as interfaces ao contexto


e às necessidades.

Personas - Aula 2

1. Definição:

o Público-Alvo: Grupos gerais com características comuns.

o Persona: Um cliente fictício detalhado, criado a partir de dados reais para representar
usuários específicos.

2. Objetivos:

o Colocar o usuário no centro do processo de design.

o Ajudar equipes a entender as necessidades, comportamentos e metas dos usuários.

3. Benefícios:

o Auxilia no desenvolvimento de soluções mais específicas e eficazes.

o Promove uma visão estratégica e alinhada com os stakeholders.

4. Exemplo:

o Público-Alvo: Mulheres de 40 a 50 anos com renda acima de 8 salários mínimos.

o Persona: Joana, 50 anos, residente em São Paulo, usuária ativa do WhatsApp e Facebook,
busca transmitir seriedade e profissionalismo.

5. Tarefa Proposta:
o Criar ao menos 4 personas, incluindo uma não convencional (usuário marginalizado pelo
sistema atual).

Acessibilidade - Aula 3

1. Conceito:

o Acessibilidade é garantir acesso seguro e autônomo a serviços, produtos e informações


para todos, independentemente de limitações.

2. Importância:

o Inclusão Digital e Social: Ferramentas como computadores e internet ajudam pessoas


com deficiência a estudar, trabalhar e se conectar.

o Benefícios Universais: Sites acessíveis são mais fáceis de navegar, indexar e compatíveis
com diferentes tecnologias.

3. Modelo eMAG:

o Padrões para acessibilidade digital em portais governamentais brasileiros, alinhados às


diretrizes internacionais (WCAG).

4. Barreiras:

o Tecnológicas: Falta de compatibilidade com leitores de tela ou ampliadores.

o Comportamentais: Interfaces complexas ou mal projetadas dificultam o uso.

5. Tecnologia Assistiva:

o Exemplos: Teclados adaptados, leitores de tela, ampliadores de tela.

o Recursos são complementares ao design inclusivo; uma página acessível deve seguir
padrões como HTML semântico.

6. Processo de Criação de Sites Acessíveis:

o Seguir padrões web (W3C).

o Incorporar diretrizes de acessibilidade (WCAG e eMAG).

o Avaliação manual e automatizada de acessibilidade, utilizando ferramentas como ASES.

7. Legislação e Incentivos:

o A implementação da acessibilidade digital é uma questão legal e social, promovendo


inclusão e equidade.

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