REPÚBLICA DE ANGOLA
GOVERNO DA PROVÍNCIA DE LUANDA
GABINETE PROVINCIAL DA EDUCAÇÃO / SAÚDE
INSTITUTO TÉCNICO PRIVADO DE SAÚDE ANA ESTRELA
PROJECTO TECNOLÓGICO
PRÉ-PROJECTO DO CURSO MÉDIO DE ENFERMAGEM
HIV/SIDA
CONHECIMENTO DOS MORADORES DO MUNICÍPIO DE CACUACO
DO BAIRRO BELO – MONTE, SOBRE A HIV/SIDA NO PERÍODO DE
JANEIRO À MAIO DE 2025.
LUANDA 2025
Conhecimento dos moradores do município de Cacuaco do bairro Belo – Monte, sobre a SIDA
no período de Janeiro à Maio de 2025.
Pré-Projecto do curso médio de enfermagem
que será apresentedo no Instituto Técnico
Privado de Saúde Ana Estrela como um dos
requisitos para obtenção do título de Técnico
Médio de Enfermagem
Integrantes do nº
1. António José
2. Eduvida Canga
3. Emília Eduardo
4. Elisa Dias
5. Juliana Zau
6. Marquinha O.G.de Castro
7. Winy Esmeralda Coxi
Orientador
___________________________
Simão Pedro Manuel
" Bachareo em Fisioterapia"
ÍNDICE
1. INTRODUÇÃO .................................................................................................................... 5
. Breves dados históricos ................................................................................................... 5
1.1 Dados Epidemiologicos ........................................................................................................ 5
1.2 Formulação do Problema ...................................................................................................... 6
1.3 Justificativa ........................................................................................................................... 6
1.4 OBJECTIVOS .................................................................................................................... 7
1.4.1 O. Geral ............................................................................................................................. 7
1.4.2 O. Específicos .................................................................................................................... 7
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ....................................................................................... 8
2.1 Definição de Termos e Conceitos ......................................................................................... 8
2.2 Características do Vírus ........................................................................................................ 8
2.3 Fisiologia .............................................................................................................................. 8
2.4 Sintomatologia ...................................................................................................................... 9
2.5 Factores de Risco .................................................................................................................. 9
2.6 Formas de Transmissão ........................................................................................................ 9
2.6.1 Sexual…………………………………………………………………………………….9
2.6.2 Sanguínea…. ................................................................................................................... 10
2.6.3 Vertical……. ................................................................................................................... 10
2.6.4 Ocupacional… ................................................................................................................. 10
2.7 Testes Diagnósticos ............................................................................................................ 10
2.8 Prevenção e Controle .......................................................................................................... 11
2.8.1 Preservativos .................................................................................................................... 11
3. METODOLOGIA............................................................................................................... 12
3.1 Tipo de estudo .................................................................................................................... 12
3.2 Local de Estudo .................................................................................................................. 12
3.3 População em estudo .......................................................................................................... 12
3.3.1 Amostra…… ................................................................................................................... 12
3.4 Critério de Inclusão ............................................................................................................ 12
3.5 Critérios de exclusão .......................................................................................................... 12
3.6 Procedimento de recolha de dados ..................................................................................... 12
3.7 Processamento de dados ..................................................................................................... 12
3.8 Procedimentos Éticos ......................................................................................................... 12
3.9 Variáveis em estudo............................................................................................................ 12
3.9.1 Variáveis quantitativas (sociodemográficos)................................................................... 12
3.9.2 Variáveis de Estudo ......................................................................................................... 13
4. REFERÊNCIA .................................................................................................................... 14
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1.INTRODUÇÃO
O vírus da imunodeficiência humana adquirida, denominado na língua inglesa Human
Imunodeficiency Virus (HIV), tipo 1 (HIV-1) e tipo 2 (HIV-2), agente etiológico da síndrome
da imunodeficiência adquirida (aids) (BARRÉ) é o responsável por mais de 40 milhões de casos
da doença em todo o mundo (FIOCRUZ, entre 2011 e 2020; UNAIDS, 2012).
O HIV foi isolado primeiramente em 1983, na França, pelo grupo liderado por Luc
Montagnier e recebeu a denominação de LAV (Vírus Associado a Linfadenopatia) por ter sido
obtido de paciente com quadro de linfadenopatia crônica (BARRÉ-SINOUSSI et al.; 2014).
Ayres et al. (2013) diz que alguns fatores podem contribuir para a diminuição do período
de incubação e consequentemente, o desenvolvimento precoce da doença . São eles : aumento
da carga viral , pela reexposição do HIV , que pode ocorrer por práticas sexuais sem o uso de
preservativos e pelo compartilhamento de seringas contaminadas no uso de drogas injetadas
Breves dados históricos
A AIDS foi observada clinicamente pela primeira vez em 1981, nos Estados Unidos. Os
casos iniciais ocorreram em um grupo de usuários de drogas injetáveis e de homens
homossexuais que estavam com a imunidade comprometida sem motivo aparente. Eles
apresentavam sintomas de pneumonia pelo fungo Pneumocystis carinii (PCP), uma infecção
oportunista incomum até então, conhecida por ocorrer em pessoas com o sistema imunológico
muito debilitado.
Acredita-se que os vírus HIV-1 e HIV-2 tenham se originado em primatas no centro-
oeste africano e foram transferidos para os seres humanos no início do século XX. O HIV-1
parece ter se originado no sul de Camarões através da evolução do SIV (cpz), o vírus da
imunodeficiência símia (SIV), que infecta os chimpanzés selvagens (BRASIL,2014;
FIOCRUZ, 2013).
1.1 Dados Epidemiologicos
Embora a infeção pelo VIH e a SIDA se encontrem em qualquer parte do mundo,
algumas áreas são mais afetadas que outras. A região mais afetada, com cerca de 68% dos casos,
é a África Subsariana, onde, em alguns países, mais do que um em cada cinco adultos estão
infetados pelo VIH. A epidemia está a espalhar-se muito rapidamente na Europa Oriental e na
Ásia Central onde o número de pessoas que vivem com a infeção mais que triplicou entre 2000
e 2010, devido a políticas de droga punitivas, discriminação e acesso insuficiente a
medicamentos e tratamento. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que a
região registou 170.000 novas infeções de VIH no ano de 2010. As novas infeções na região
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sofreram um aumento de 22% desde 2005 e não mostram quaisquer sinais de abrandar. O uso
de drogas injetáveis é responsável por 70% dos novos casos.
1.2 Formulação do Problema
A sida é uma doença do sistema imunológico humano que afecta as células responsáveis
pela defesa do organismo, sendo bescoberta em 1983, e actualmente têm apresentando um
indice elevado de moralidade no mundo por ser transmitido de várias formas, considerado uma
doença incurável tornando-se um problema de saúde, levou-nos a formular a seguinte questão:
Que conhecimento os moradores do bairro Belo-Monte, do município de Cacuaco têm
sobre HIV/SIDA no período de Janeiro à Abril de 2025?
1.3 Justificativa
Incentivou-nos abordar sobre este tema com a necessidade de adquirimos
compentências e conhecimentos cientificos sobre esta doença muito falada a nível mundial,
dada à importância do tema, pensamos em fazer o estudo para compreender o conhecimento
dos moradores do Município de Cacuaco bairro Belo-Monte, visto que a Sida é uma doença
muito lectal responsável pela destruição das células de defesa do organismo. Desta forma
ajuaremos a reduzir o indece de transmissão desta doença na sociedade, com isso esperamos
que este trabalho sirva de fonte para a realização de pesquisas bibliográficas desta sociedade e
da geração vindoura.
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1.4 OBJECTIVOS
1.4.1 O. Geral
Compreender os conhecimentos dos moradores do município de Cacuaco do bairro
Belo-Monte, sobre HIV/SIDA no período de Janeiro à Abril de 2025.
1.4.2 O. Específicos
Caracterizar os moradores de acordo o perfil sociodemográfico: (Idade, Sexo, Estado
Civil, Nivil académico);
Identificar amostra segundo ao: Conceito; Causas; Sinais e Sintomas; Factores de
risco; Prevenção.
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2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
2.1 Definição de Termos e Conceitos
SIDA: Síndrome da imunodeficiência adquirida, (SIDA em inglês: acquired
immunodeficiency syndrome, AIDS) é uma doença do sistema imunológico humano causada
pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH; em inglês: human immunodeficiency virus,
HIV). Durante a infecção inicial, uma pessoa pode passar por um breve período doente, com
sintomas semelhantes aos da gripe (BRASIL, 2014).
Atualmente organizações de saúde do mundo todo reconhecem a necessidade de frear a
disseminação do vírus causador da Aids. Para isso, vários paises do mundo vêm investindo
anualmente em políticas públicas de combate à propagação do vírus e tratamento dos doentes,
uma vez que não existe cura para tal infecção (UNAIDS, 2012).
2.2 Características do Vírus
O HIV é um lentivírus pertencente à família Retroviridae. Os retrovírus têm a capaci-
dade de infectar primeiramente células do sistema mononuclear fagocitário (macrófagos), lin-
fócitos T e de comprometer preferencialmente os sistemas imunológico e nervoso (FAUCI &
LANE, 2006).
Bastante lábeis no meio externo, estes vírus são inativados por uma variedade de agentes
físicos (calor), e químicos (hipoclorito de sódio e glutaraldeído). Estima-se que ele possa viver
em torno de uma hora fora do organismo humano (CDC, 2010; MS,2010).
2.3 Fisiologia
Depois que o vírus entra no organismo, há um período de rápida replicação viral,
levando a uma grande quantidade de vírus no sangue periférico. Durante a infecção primária, o
nível de HIV pode chegar a vários milhões de partículas de vírus por microlitro de sangue.[109]
Esta resposta é acompanhada por uma diminuição acentuada do número de células T CD4+
circulantes. A viremia aguda é quase invariavelmente associada com a ativação das células T
CD8+, que matam células infectadas com HIV e, subsequentemente, com a produção de
anticorpos ou de seroconversão.
A resposta de células T CD8+ é considerada importante no controle dos níveis de vírus,
que chega a um pico e depois entra em declínio, conforme as contagens de células T CD4+ se
recuperarem. Uma boa resposta das células T CD8+ tem sido associada a uma progressão mais
lenta da doença e a um prognóstico melhor, apesar de não eliminar o vírus Em suma, o HIV
causa a AIDS ao esgotar as células T CD4+. Isto enfraquece o sistema imunológico e permite
infecções oportunistas. As células T são essenciais para a resposta imunológica e, sem elas, o
organismo não consegue combater infecções ou matar células cancerígenas (BRASIL, 2019).
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2.4 Sintomatologia
Pedrosa et al (2015) diz que infeção pelo VIH no início é pouco percetível porque os
sintomas são ligeiros e confundíveis com um quadro gripal ou de virose comum. Em cerca de
30% dos casos, ocorre, nos 10 a 15 dias após a infeção, um período febril, curto, sem
características especiais, como se fosse uma gripe.
Após a infeção, a SIDA tem um longo período de evolução silenciosa sem provocar a
mais pequena perturbação ou queixa. É o período durante o qual o vírus se instala, começa a
invadir e destruir os linfócitos (células responsáveis pelas nossas defesas) e a multiplicar-se.
Durante essa fase, o organismo compensa essa perda de células aumentando a sua produção e
tentando eliminar o vírus. Após contrair a infeção podem existir sintomas semelhantes à gripe:
Febre
Dores de cabeça
Cansaço
Gânglios inflamados no pescoço e virilhas
Posteriormente, os sintomas tornam-se mais graves, tais como:
Perda rápida de peso
Infeções graves
Pneumonia
2.5 Factores de Risco
Os fatores de risco para o HIV mais prevalentes entre Homens que fazem Sexo com
Homens são múltiplos parceiros sexuais, relação sexual desprotegida, sífilis, uso de álcool e
outras drogas, e sexo anal receptive (AYRES et al., 2013).
2.6 Formas de Transmissão
As principais formas de transmissão do HIV são:
Sexual;
Sanguínea;
Vertical;
Ocupacional (PAIVA, 2015; BOTTI et al, 2019).
2.6.1 Sexual
A principal forma de exposição em todo o mundo é a sexual, sendo que a transmissão
heterossexual, nas relações sem o uso de preservativo é considerada pela OMS como a mais
freqüente. Na África sub-Sahariana, é a principal forma de transmissão. Nos países
desenvolvidos, a exposição ao HIV por relações homossexuais ainda é a responsável pelo maior
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número de casos, embora as relações heterossexuais estejam aumentando proporcionalmente
como uma tendência na dinâmica da epidemia.
2.6.2 Sanguínea
A transmissão sangüínea associada ao uso de drogas injetáveis é um meio muito eficaz
de transmissão do HIV, devido ao uso compartilhado de seringas e agulhas. Essa via de
transmissão adquire importância crescente em várias partes do mundo, como na Ásia, América
Latina e no Caribe. A transmissão mediante transfusão de sangue e derivados é cada vez menos
relevante nos países industrializados e naqueles que adotaram medidas de controle da qualidade
do sangue utilizado.
2.6.3 Vertical
A transmissão vertical, decorrente da exposição da criança durante a gestação, parto ou
aleitamento materno, vem aumentando devido à maior transmissão heterossexual. Na África,
são encontradas as maiores taxas desta forma de infecção pelo HIV, da ordem de 30 a 40%;
entretanto, em outras partes do mundo, como na América do Norte e Europa, situam-se em
torno de 15 a 29%. Os principais motivos dessa diferença devemse ao fato de que, na África, a
transmissão heterossexual é mais intensa, e que neste continente, o aleitamento materno é muito
mais freqüente do que nos países industrializados.
A transmissão intra-uterina é possível em qualquer fase da gravidez; porém é menos
freqüente no primeiro trimestre. As infecções ocorridas nesse período não têm sido associadas
a malformações fetais. O risco de transmissão do HIV da mãe para o filho pode ser reduzido
em até 67% com o uso de AZT durante a gravidez e no momento do parto, associado à
administração da mesma droga ao recém-nascido por seis semanas (MEDRONHO, 2012).
2.6.4 Ocupacional
A transmissão ocupacional ocorre quando profissionais da área da saúde sofrem
ferimentos com instrumentos pérfuro-cortantes contaminados com sangue de pacientes
portadores do HIV. Estima-se que o risco médio de contrair o HIV após uma exposição
percutânea a sangue contaminado seja de aproximadamente 0,3%. Nos caso de exposição de
mucosas, esse risco é de aproximadamente 0,1%.
2.7 Testes Diagnósticos
Os testes para detecção da infecção pelo HIV podem ser divididos basicamente em quatro
grupos:
Detecção de anticorpos;
Detecção de antígenos;
Cultura viral;
Amplificação do genoma do vírus.
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As técnicas rotineiramente utilizadas para o diagnóstico da infecção pelo HIV são
baseadas na detecção de anticorpos contra o vírus. Estas técnicas apresentam excelentes
resultados e são menos dispendiosas, sendo de escolha para toda e qualquer triagem inicial.
Porém detectam a resposta do hospedeiro contra o vírus, e não o próprio vírus
diretamente. As outras três técnicas detectam diretamente o vírus ou suas partículas. São menos
utilizadas rotineiramente, sendo aplicadas em situações específicas, tais como: exames
sorológicos indeterminados ou duvidosos, acompanhamento laboratorial de pacientes,
mensuração da carga viral para controle de tratamento, etc (BRASIL, 2018).
2.8 Prevenção e Controle
Merhy et,al (2004) refere que as principais estratégias de prevenção empregadas pelos
programas de controle envolvem: a promoção do uso de preservativos, a promoção do uso de
agulhas e seringas esterilizadas ou descartáveis, o controle do sangue e derivados, a adoção de
cuidados na exposição ocupacional a material biológico e o manejo adequado das outras DST.
2.8.1 Preservativos
Os preservativos masculinos e femininos são a única barreira comprovadamente efetiva
contra o HIV, e o uso correto e consistente deste método pode reduzir substancialmente o risco
de transmissão do HIV e das outras DST.
O uso regular de preservativos pode levar ao aperfeiçoamento na sua técnica de
utilização, reduzindo a freqüência de ruptura e escape e, consequentemente, aumentando sua
eficácia. Estudos recentes demonstraram que o uso correto e sistemático do preservativo
masculino reduz o risco de aquisição do HIV e outras DST em até 95% (BOTTI et al., 2009;
FREITAS, 2012).
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3. METODOLOGIA
3.1 Tipo de estudo
Trataremos de um estudo observacional, descritivo e transversal, de uma abordagem
quanti-qualitativa.
3.2 Local de Estudo
O estudo será realizado no Bairro Belo-Monte, localizado no município de Cacuaco
província de Luanda.
3.3 População em estudo
Será constuido pelos Moradores do bairro acima referido.
3.3.1 Amostra
Trataremos de uma amostra não probabilística de 20 moradores do bairro acima
referido.
3.4 Critério de Inclusão
Para a realização da pesquisa serão incluídos todos os Moradores do bairro que
apresentarem condições eficaz em fazer parte da nossa pesquisa.
3.5 Critérios de exclusão
Serão excluídos todos Moradores do bairro que por sua vez não apresentarem condições
eficaz para fazer parte da nossa pesquisa.
3.6 Procedimento de recolha de dados
Os dados serão recolhidos por meio de ficha de inquérito elaborado com perguntas
abertas para respostas fechadas e abertas.
3.7 Processamento de dados
Os dados obtidos durante a realização da pesquisa serão processados no programa
Microsoft Word para a elaboração do texto, no Micrososft Excel para a elaboração das tabelas
e na Micrisoft Power Point que será utilizado para a apresentação dos dados em tabelas.
3.8 Procedimentos Éticos
Para salvaguardar os princípios éticos será elaborada uma carta pelo nosso orientador
que será enviado a comissão cientifica do instituto para a solicitação da pesquisa, e que todos
os participantes assinem um termo de consentimento livre e esclarecido para fazerem parte da
pesquisa.
3.9 Variáveis em estudo
3.9.1 Variáveis quantitativas (sociodemográficos)
Idade, Sexo, Estado Civil; Nível académico
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3.9.2 Variáveis de Estudo
Conceito;
Causas;
Sinais e Sintomas;
Factores de risco;
Prevenção.
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4. REFERÊNCIA
AYRES, J. R. C. M. et al. Vulnerabilidade e prevenção em tempos de AIDS. In: PARKER,
R.; BARBOSA, R. M. Sexualidades pelo avesso: direitos, identidades e poder. 34. ed. Rio de
Janeiro: IMS; UERJ, 2013
BRASIL. Ministério da Saúde. Aids / HIV: o que é, causas, sintomas, diagnóstico, tratamento
e prevenção. 2013. Disponível em: https://saude.gov.br/saude-de-a-z/aids-hiv.
BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções
Sexualmente Transmissíveis. Boletim Epidemiológico de HIV/Aids 2019. 2019b. Disponível
em: http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2019/boletim-epidemiologico-de-hivaids-2019.
BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções
Sexualmente Transmissíveis. Manual Técnico para o Diagnóstico da Infecção pelo HIV em
Adultos e Crianças. Brasília, 2018
BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções
Sexualmente Transmissíveis. Sintomas e fases da aids.Brasília, DF. Disponível em:
http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/o-que-e-hiv/sintomas-e-fases-da-aids.
UNAIDS - Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS. A ONU e a resposta à
aids no Brasil. Geneva: UNAIDS, 2012. Disponível em: https://unaids.org.br/wpcontent/
uploads/2016
FAUCI, A.S.; LANE, H.C. Doença causada pelo vírus da imunodeficiência humana:
AIDS e distúrbios relacionados. In: HARRISON, T.R. (Ed.). Medicina interna. 16.
ed. Rio de Janeiro:
OMS – Organización Mundial de la Salud. Estrategia mundial de prevención y control
de las infecciones de transmisón sexual 2006 – 2015