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TCC, Normas ABNT e Recomendações Gerais

ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO ARTIGO

1 APRESENTAÇÃO

Caros alunos,

O artigo científico é um trabalho acadêmico que mostra ideias, métodos, técnicas, informações e resultados sucintos

do processo de pesquisa realizada nas diversas áreas do conhecimento. Normalmente é submetido ao exame de outros pesquisadores, que verificam as informações, os métodos e as conclusões ou resultados obtidos. Sua característica principal é ser apresentado e publicado em finalizações de cursos, congressos e periódicos científicos.

O material que segue traz algumas diretrizes para orientar na estruturação do projeto de pesquisa, bem como

contribuir com a discussão sobre o que é pesquisa, os tipos de pesquisa e, fundamentalmente, orientar a construção do

artigo científico, objeto desta etapa de estudos.

É muito importante que o aluno identifique uma temática e, dentro desta, descubra uma problemática que possa ser

explorada neste trabalho e, feito isso, parta para a coleta de material bibliográfico pertinente, procedendo à leitura do mesmo. Essa leitura dará suporte ao aprofundamento do tema que será investigado, delimitará o mesmo, mostrará caminhos que poderão ser seguidos e clareará as idéias.

O modelo de trabalho que será redigido, na forma de ARTIGO, deverá seguir as especificações definidas pelo

curso e as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), através das seguintes referências normativas:

NBR: 6023, de agosto de 2002, que trata das referências bibliográficas;

NBR 6028, de novembro de 2003 (resumo);

NBR 10520, agosto de 2002 (citações);

NBR 14724, dezembro de 2005 (apresentação);

A apresentação tabular seguirá as normas do IBGE (1993).

Espera-se que com este manual se possa contribuir para o sucesso do aluno nesta etapa de sua formação acadêmica.

2 DEFINIÇÃO, IMPORTÂNCIA E OBJETIVO DO ARTIGO

O artigo, que será o trabalho de conclusão de curso, é parte de uma publicação com autoria identificada, apresenta e

discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados e refere-se a uma área específica do conhecimento. Pode ser

original ou revisão bibliográfica.

Original ou divulgação - Apresenta temas ou abordagens originais, podem ser relatos de experiência de pesquisa, estudo de caso, comunicação ou notas prévias etc.

De revisão – Resume, analisa e discute informações já publicadas, revisões bibliográficas, etc.

O principal papel do artigo científico é divulgar à comunidade científica as novidades, as descobertas e

questionamentos feitos no campo das ciências. O trabalho científico não teria sentido e nem utilidade se os resultados das pesquisas não fossem divulgados.

3 ASPECTOS GERAIS DO ARTIGO

Ao elaborar o ARTIGO, o discente deve observar alguns aspectos, tais como:

a) Objetividade

Nos trabalhos acadêmicos, emprega-se a linguagem denotativa, isto é, cada palavra deve apresentar seu significado próprio, referencial e não dar margem a outras interpretações. Aconselha-se o uso de frases curtas e simples, com vocabulário adequado.

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b) Impessoalidade

Devem ser evitadas expressões como "meu trabalho", "eu penso", "na minha opinião", etc, por apresentarem a conotação de subjetividade inerente à linguagem expressa na primeira pessoa. Estas expressões podem ser substituídas por: “o presente trabalho”, “neste trabalho” etc.

O emprego do pronome impessoal “se” é o mais adequado para os trabalhos de graduação: “procedeu-se ao

levantamento”, “procurou-se obter tal informação”, “fez-se tal coisa”, ou “realizou-se isso” etc. Usar verbos que tendem à impessoalidade: ''tal informação foi obtida", "a busca apreendida", "o procedimento adotado", etc.

c) Estilo

Emprega-se o estilo simples, evitando-se o excesso de retórica, os preciosismos vocabulares, os termos muito eruditos ou expressões vocabulares que tomam a sintaxe complexa. A simplicidade é necessária porque o objetivo de trabalhos como esse é comunicar alguma informação relevante à comunidade cientifica e, portanto, o enfoque deve recair sobre o conteúdo da informação e a maior eficiência possível em comunicar essa informação e não sobre a forma, a beleza, o estilo como a escrita do trabalho foi feita.

d) Clareza e concisão

Idéias bem definidas devem expressar-se através de frases e palavras claras. As frases demasiadamente longas tendem a comprometer a clareza, dificultando a concordância gramatical. Deve-se buscar a simplicidade na sintaxe, preferindo-se as frases curtas, na ordem direta. É imprescindível concatenar as idéias ou informações de maneira lógica e precisa, estabelecendo uma linha clara e coerente de raciocínio. Deve-se evitar, também, argumentação muito abstrata. Num parágrafo deve ter apenas uma idéia principal, em torno da qual giram as idéias secundárias e os detalhes mais importantes. A clareza deve ser acompanhada da concisão. Um texto repetitivo não informa mais, mas apenas toma-se cansativo.

e) Modéstia e cortesia

A modéstia evidencia o reconhecimento dos próprios limites. Esta deve ser acompanhada da cortesia, sobretudo

quando se trata de discordar de um autor, de uma idéia ou opinião. Toda crítica deve ser feita com a mais absoluta cortesia, diplomacia.

4 ESTRUTURA DO ARTIGO

A estrutura do artigo é no geral orientada pela ABNT, mas algumas especificações, como número de páginas,

tópicos, número de palavras e/ou caracteres e temática é, muitas vezes, definida pela instituição ou revista/jornal ao qual o artigo será enviado. Basicamente, divide-se em (1) Pré-textual; (2) Textual; (3) Pós-textual.

4.1 ITENS PRELIMINARES – ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

4.1.1 Título e subtítulo

O título e subtítulo (se houver) devem ser redigidos na língua do texto figurar na página de abertura do artigo; são

separados por dois pontos “ : ”.

4.1.2 Autoria

Os nomes dos autores vêm logo abaixo do título, também na pagina de abertura. Nessa mesma página, em nota de

rodapé, deverão constar a titulação, a área de formação de pelo menos um deles. Obs.: Também neste rodapé podem ser colocados os agradecimentos dos autores e a data de entrega dos originais à

redação do periódico.

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4.1.3 Resumo em Português

Constituído por uma sequência de frases concisas e objetivas;

Não tem parágrafos nem enumeração de tópicos;

Deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do trabalho;

Não deve conter mais de 250 palavras.

4.1.4 Palavras-Chave em Português

As palavras-chave, em numero de duas a seis, são palavras representativas do conteúdo do trabalho e servem para orientar a busca eletrônica ou manual nas bases de dados. Devem vir logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão “Palavras-chave”. São separadas entre si por pontos e finalizadas também por pontos.

4.1.5 Título e Subtítulo em língua estrangeira (Opcional)

O título e o subtítulo (se houver) em língua estrangeira precedem o resumo em língua estrangeira e são separados

por dois pontos “ : ”.

4.1.6 Resumo em Língua Estrangeira (Opcional)

Versão do resumo em Português para idioma de divulgação internacional. Em inglês: Abstract Em francês: Resume Em espanhol: Resumen.

4.2 ELEMENTOS TEXTUAIS

4.2.1 Introdução

Parte inicial do artigo, onde devem constar:

A apresentação e delimitação do problema estudado;

As hipóteses (quando necessárias);

Os objetivos da pesquisa;

A justificativa (importância) do trabalho.

4.2.2 Metodologia (ou material e métodos)

Parte facultativa. Não é necessária em artigos de discussão ou revisão bibliográfica. Porém, em estudos de caso ou pesquisa experimental, por exemplo, é necessária.

Na metodologia são apresentados os seguintes tópicos:

Descrição da população e da área geográfica que foram objetos da pesquisa, enfatizando os aspectos fisiográficos, históricos, políticos, religiosos, econômicos, sociais e antropológicos que possam ter influência sobre o fato ou fenômeno pesquisado (obs.: esses itens são costumeiramente observados em trabalhos na área de humanas, tais como história, geografia, ciências sociais etc.);

Técnicas de amostragem e coleta de dados (quando houver pesquisa de campo);

Identificação de variáveis;

Especificação dos instrumentos de análise (técnicas estatísticas utilizadas).

A metodologia é a parte do trabalho em que se descreve como a pesquisa foi realizada e o que foi feito para se

alcançar os objetivos.

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4.2.3 Referencial teórico (ou Revisão da Literatura)

Discussão dos aspectos teóricos mais estreitamente relacionados com o tema estudado, tendo como fonte a bibliografia utilizada como referência para o trabalho. Este item contém os fundamentos teóricos sobre os quais o autor do artigo se apóia para formular e comprovar suas hipóteses ou para justificar os pontos de vista emitidos, principalmente na análise dos resultados e nas conclusões.

4.2.4 Resultados e Discussão

Os resultados devem ser organizados sob a forma de tabelas, quadros e figuras, sempre acompanhados dos comentários necessários à interpretação do conteúdo de cada um desses elementos.

Tabela é um conjunto de informações exclusivamente numéricas, dispostas em linhas e colunas, obtidas através de processamento dos dados originais e mostrando, via de regra, relações matemáticas entre linhas e colunas;

Quadro é também um arranjo semelhante de informações, porém com as seguintes características: (a) as informações podem ser numéricas, não numéricas ou mistas; (b) são meramente descritivas e informativas e não analíticas (as linhas e colunas não apresentam qualquer relação numérica entre si);

Do ponto de vista visual, o quadro se diferencia da tabela por ser fechado nas laterais;

Quadros, tabelas e figuras são numerados seqüencialmente (uma sequência para cada elemento) e identificados por um título. Nas tabelas o número e o título são colocados acima; nos quadros e figuras o número e o título são colocados abaixo;

As fontes das informações mostradas nos quadros, tabelas e figuras sempre devem ser identificadas.

4.2.5 Conclusões (ou Considerações Finais)

As conclusões se referem às consequências e à aplicabilidade dos resultados da pesquisa. De acordo com Marconi e Lakatos (2001), as conclusões devem:

Ser redigidas de forma precisa e objetiva, sem perder-se em argumentações;

Evidenciar os avanços conquistados com o estudo;

Apontar a relação entre os fatos verificados;

Indicar as limitações do estudo e sugerir novos estudos.

Nem sempre cabem as “conclusões”. Quando o trabalho parece inconcluso ou abre espaço para uma continuação dos estudos e da pesquisa, seria aconselhável colocar “considerações finais”.

4.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

4.3.1 Referências Bibliográficas

Elemento obrigatório de todo trabalho acadêmico. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) define padrões para apresentação de trabalhos, sem esses padrões fica difícil localizar e identificar as fontes utilizadas no trabalho científico.

Obedece à NBR 6023, de agosto de 2002;

Devem contemplar todas as obras mencionadas no texto, e somente estas;

São apresentadas em uma lista única para todos os tipos de referência.

4.3.2 Apêndices

Elemento opcional. Texto ou documento elaborado pelo autor a fim de complementar o texto principal (NBR

14724/2002).

4.3.3 Anexos

Elemento opcional. Texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração (NBR 14724/2002).

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5 RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA A ESCRITA, FORMATAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO ARTIGO

A formatação e apresentação do trabalho, como um todo, deve ser feita conforme a NBR 14.724, de dezembro de

2005. Posteriormente, serão feitos alguns detalhamentos sobre a formatação do artigo.

As citações devem ser feitas segundo o sistema “Autor, ano”, para citações indiretas, e “autor, ano, página” para citações diretas, de acordo com a NBR 10.520, de agosto de 2002.

As notas de rodapé devem ser sempre explicativas, e não bibliográficas (as referências bibliográficas são apresentadas ao final do trabalho). Notas muito longas (mais de 5 linhas) devem ser incorporadas ao texto.

As tabelas devem ser construídas segundo as normas do IBGE (IBGE, Normas de apresentação tabular, 1993).

As equações e expressões matemáticas devem ser editadas com o Microsoft Equation 3 © ou similar. Trata-se de um aplicativo que é instalado juntamente com o pacote do Office © e por meio do qual podemos desenhar diferentes tipos de equações matemáticas.

Quando uma sigla for usada pela primeira vez no texto, deve-se colocar primeiro a forma completa do nome e depois a sigla, entre parênteses. Exemplo: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Nas utilizações posteriores da mesma sigla, a forma por extenso não precisa ser colocada, empregando-se normalmente a sigla, sem os parênteses.

Recomenda-se especial atenção para a utilização correta das unidades legais de medida, de acordo com o Sistema Internacional de Unidades (ver http//:www.inmetro.gov.br).

Todo o texto deve ser redigido na forma impessoal, com o verbo na 3ª pessoa. Em vez de “meu trabalho” ou “nosso trabalho”, use “este trabalho” ou “o presente trabalho”. Em vez de “verificamos”, use “verificou-se” ou “foi verificado”.

Evite redundâncias, como: “inserir dentro”, “parte integrante”, “fundamentos básicos”, “requisitos exigidos”, “planejamento prévio” e inúmeros outros, bastante freqüentes em artigos e trabalhos acadêmicos em geral.

6 QUAL O NÚMERO DE PÁGINAS IDEAL DO ARTIGO?

O número de páginas que deve constar do artigo depende da revista, jornal ou outra publicação à qual o artigo será

destinado. Neste seu artigo, serão exigidas entre 15 páginas (mínimo) e 20 páginas (no máximo).

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NBR 14724 (dez. 2005) - NORMATIZAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO ARTIGO

A

seguir encontram-se as diretrizes extraídas da NRB 14724 para a confecção do artigo.

O

artigo é um instrumento de divulgação científica e deve comunicar os resultados do trabalho de pesquisa, cujos

resultados são publicados no artigo. O Artigo pode ser dividido, estruturalmente, em duas partes: (1) parte pré-textual e (2) o texto do trabalho propriamente dito. A primeira parte contém cabeçalho, autoria, resumo, palavras-chave. A segunda parte é o trabalho, iniciado pela Introdução e terminando pelas referências bibliográficas.

1 OBSERVAÇÕES SOBRE O RESUMO

É a apresentação breve dos pontos relevantes do artigo, ressaltando o problema estudado, os objetivos, os

procedimentos metodológicos e os principais resultados e conclusões. Podemos dizer que o resumo traz o conteúdo do artigo em poucas palavras.

O

resumo é feito em texto corrido (sem parágrafos e sem alíneas). Deverá apresentar no máximo 250 palavras.

O

resumo é constituído de uma seqüência de frases concisas, afirmativas e objetivas. O resumo deve ressaltar o

objetivo, o método, os resultados e as conclusões do documento (NBR 6028:2003, p.2).

Recomendações:

Expressar, na primeira frase, o tema principal do documento;

Compor uma seqüência corrente de frases concisas e não de uma enumeração de tópicos, usar parágrafo único e justificado;

Dar preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa;

As palavras chaves devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão Palavras-chave separadas entre ponto e finalizadas também por ponto (NBR 6028, p.2).

Evitar o uso de frases negativas, símbolos e contrações que não sejam correntes, bem como fórmulas, equações, diagramas, etc., que não sejam absolutamente necessárias.

2 MARGENS

Margem esquerda e margem superior: 3 cm; margem direita e margem inferior: 2 cm.

3 FONTE

Para o texto recomenda-se uma fonte de tamanho 12. As mais usadas são Times New Roman, Garamond e Arial. Recomenda-se que o Artigo seja escrito com fonte Times New Roman.

Para citações diretas com mais de três linhas, notas de rodapé, números das páginas e legendas de ilustrações e tabelas: a fonte deverá ter tamanho 10.

Para o título e subtítulo do trabalho deve ser usada a mesma fonte do texto, em caixa alta e negrito, porém em tamanho maior (14 a 18). A escolha do tamanho depende da extensão do título, devendo-se cuidar para que a página apresente um bom resultado estético. Sugere-se usar tamanho 14.

4 ESPAÇAMENTOS

O texto deve ser digitado em espaço 1,5, excetuando-se as seguintes partes, que são digitadas em espaço simples:

Citações com mais de três linhas;

Notas de rodapé;

Legendas de ilustrações e tabelas;

Nota sobre a natureza do trabalho (na folha de rosto) referências bibliográficas.

As referências devem ser separadas entre si por dois espaços simples.

Os títulos das seções e das subseções devem ser separados do texto, antes e depois, por dois espaços 1,5 (dois "enter").

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5 CITAÇÕES

5.1 CONCEITOS

Citação é a utilização, no texto que estamos produzindo, de partes de outros trabalhos ou de idéias de outros autores, de preferência reconhecidos como autoridades no assunto tratado. Faz-se a citação para esclarecer algum aspecto particular do tema ou para reforçar um argumento nosso com o ponto de vista do outro autor.

Existem três tipos de citação:

Citação direta: transposição literal de um texto de outro autor, no todo ou em parte.

Citação indireta: apresentação do conteúdo de um trecho de outro autor, sem transcrição literal.

Citação de citação: citação direta ou indireta de outro autor ao qual não se teve acesso no original, mas sim através de outra citação. Por exemplo, você encontrou uma passagem (uma citação) muito interessante em um livro que estava lendo. Porém, essa passagem já é uma citação que o autor, que escreveu esse livro que você tem em mãos, fez de outro autor.

Independente do tipo, sempre que se faz uma citação, indica-se a fonte de onde ela foi retirada.

5.2 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO

5.2.1 Citação direta

Em qualquer citação direta devem constar: o sobrenome do autor, o ano de publicação do trabalho e o número da página de onde foi retirada a citação.

5.2.1.1 Citação curta (até três linhas)

Se a citação tem até 3 linhas, deve ser feita no próprio texto, entre aspas duplas. Se já houver partes entre aspas no original citado, estas devem ser indicadas por aspas simples.

Exemplos:

1 – De acordo com Triviños (1987, p. 110), “Os estudos de caso têm por objetivo aprofundar a descrição de

determinada realidade”.

2 – “Os estudos de caso têm por objetivo aprofundar a descrição de determinada realidade” (TRIVIÑOS, 1987,

p.110).

5.2.1.2

Citação longa (mais de três linhas)

A citação com mais de três linhas é feita sem aspas e deve ser diferenciada do texto através dos seguintes destaques: (a) recuo de 4 cm a partir da margem esquerda; (b) letra menor do que a utilizada no texto (fonte 10) e (c) espaçamento simples.

Exemplo:

O conhecimento científico é real (factual) porque lida com ocorrências ou fatos. Constitui um

conhecimento contingente, pois suas proposições ou hipóteses têm sua veracidade ou falsidade conhecida através da experiência e não apenas pela razão, como ocorre no conhecimento filosófico. É sistemático, já que se trata de um saber ordenado logicamente, formando um sistema de idéias (teoria) e

não conhecimentos dispersos e desconexos. Possui a característica da verificabilidade, a tal ponto que as afirmações (hipóteses) que não podem ser comprovadas não pertencem ao âmbito da ciência. Constitui-

se em conhecimento falível, em virtude de não ser definitivo, absoluto ou final e, por este motivo, é

aproximadamente exato: novas proposições e o desenvolvimento de técnicas podem reformular o acervo

de teoria existente. (MARCONI; LAKATOS, 2003, p. 80).

A citação é separada do texto, antes e depois, por dois espaços 1,5.

Se houver partes entre aspas no original a ser citado, estas são transpostas normalmente para a citação.

A chamada do autor pode ser feita antes ou depois da citação. Nos dois casos, observam-se as mesmas nornas adotadas para as citações com até três linhas (ver item 3.3.1).

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5.2.1.3 Supressão de partes da citação

A supressão de palavras ou frases da citação é representada pelo sinal de reticências colocado entre colchetes.

Exemplo:

De acordo com Severino (1986, p. 130), “[

]

o que se tem em vista é a síntese das idéias, [

]

é tomar uma posição

própria a respeito das idéias enunciadas [

]”.

A supressão de um ou mais parágrafos dentro de uma citação é indicada por uma linha pontilhada da mesma largura da citação.

Exemplo:

A diferença entre tese e monografia está subentendida.

Somos de parecer que ambos os termos diferem entre si formal e substancialmente. (SPINA, 1985, p. 7-8).

5.2.1.4 Acréscimos à citação

Acréscimos são observações ou explicações colocadas por quem está fazendo a citação, para melhorar a compreensão de alguma passagem do texto citado. Devem ser feitas entre colchetes, tanto para citações longas (mais de três linhas) como para citações curtas (até três linhas).

Exemplo:

De acordo com Spina (1985, p. 7-8), “os trabalhos de grau [tese, dissertação e monografia] apresentam diferenças que devem ser bem explicadas”.

Havendo incorreção ou incoerência no original citado, a parte incorreta ou incoerente deve ser transcrita como se encontra no original, seguida da palavra latina sic colocada entre colchetes. "Sic" corresponde à palavra "assim" em Português.

Exemplo:

“Em 15 de agosto comemora-se a ascenção [sic] de Nossa Senhora” (COSTA, 2005).

No exemplo acima, a palavra correta seria ascensão, com “s” e não com “ç”.

5.2.1.5 Destaques e notas complementares

Para se fazer algum destaque na citação, grifa-se a parte a ser destacada, seguindo-se a expressão “grifo meu” ou “grifo nosso” ou ainda “grifo do autor”, logo após a informação do autor, ano e página, dentro dos parênteses. Para grifar pode-se usar negrito, itálico ou sublinhado, mantendo-se apenas uma dessas formas em todo o trabalho, se for o caso.

Exemplo:

Como afirma Pimentel (2001, p. 129, grifo meu), “A escravidão acabava se tornando desejada pelo escravo”.

A palavra “desejada” e que foi escrita em negrito no exemplo acima, não estava em negrito na fonte original de

onde foi tirada a citação.

Quando a informação citada foi obtida através de palestras, debates, comunicações etc., colocar entre parênteses, após a citação, a expressão "informação verbal", e em nota de rodapé, detalhes com.o: nome do informante, local, data, evento etc.

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Exemplo:

No texto:

“A receita tributária do País cresceu de forma constante nos últimos 3 anos” (Informação verbal) 1

No rodapé aparece:

1 Palestra do Prof. Júlio Monteiro, no auditório da FIEC, dia 29/07/2005.

Na citação de trabalhos não publicados, ou em elaboração, estes fatos devem ser indicados entre parênteses, logo após a citação, usando-se também uma nota de rodapé para apresentar mais detalhes, se for o caso.

5.2.2 Citação indireta

É a apresentação do conteúdo de um trecho do trabalho de outro autor, sem transcrição literal.

Nas citações indiretas não é necessário usar aspas.

A indicação do número da(s) página(s) dos trechos citados é opcional.

O sobrenome do autor e o ano são obrigatórios.

5.2.3 Citação de citação

É a citação de um trecho de uma obra à qual não se teve acesso no original. Deve ser indicada da seguinte forma:

Sobrenome do autor original e ano que consta na citação, seguido da palavra latina apud (pronuncia-se apud; significa: “em”).

Sobrenome do autor da obra consultada, ano de publicação e número da página. É este autor que aparece na lista de referências bibliográficas.

Exemplos:

Segundo Brandão (1992 apud MESQUITA, 1994, p.6), “[ dos objetivos das políticas econômicas”.

]

nem sempre se observa a convergência

“[

1992 apud MESQUITA, 1994, p.6).

]

nem sempre se observa a convergência dos objetivos das políticas econômicas” (BRANDÃO,

Esta forma indica que o trecho citado é de Brandão (1992), mas foi lido no trabalho de Mesquita (1994, p.6), onde se encontra como citação.

Para não ficar muito repetitivo, é possível utilizar também, no lugar de “apud”, termos como “citado por”.

5.3 SISTEMAS DE CHAMADAS DE CITAÇÕES

Existem dois sistemas de chamadas: sistema

“Autor, ano” e sistema numérico. Uma vez adotado um sistema, este

deve ser usado em todo o trabalho. No artigo que será produzido, recomenda-se usar o sistema “Autor, ano”.

5.3.1 Sistema Autor, ano

Para utilizar este sistema é conveniente que a lista de referências bibliográficas ao final do trabalho esteja em ordem alfabética. Devem ser observadas as seguintes regras:

Quando a chamada do autor é feita no texto, somente o ano e o número da página ficam entre parênteses; o nome do autor é grafado em letras normais, com apenas a inicial maiúscula.

Quando a chamada é feita após a citação, ficam entre parênteses o nome do autor, o ano e o número da página.

Exemplo: “Os estudos de caso têm por objetivo aprofundar a descrição de determinada realidade” (TRIVIÑOS, 1987, p.110).

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Sempre que o nome do autor estiver entre parênteses, deve ser grafado em CAIXA ALTA.

Se o trecho citado pertence a dois ou três autores e a chamada é feita no texto, mencionam-se normalmente os sobrenomes dos autores, sem usar o ponto e vírgula.

Exemplo:

Na opinião de Barros e Lehfeld (2000, p. 22), a Metodologia Científica consiste em estudar e avaliar os vários métodos disponíveis, identificando suas aplicações e as limitações do seu uso.

Se o trecho citado pertence a dois ou três autores e a chamada é feita após a citação, mencionam-se os sobrenomes dos autores, separados por ponto e vírgula, na ordem em que eles aparecem na entrada da referência bibliográfica.

Exemplo:

A Metodologia Científica consiste em estudar e avaliar os vários métodos disponíveis, identificando suas aplicações e as limitações do seu uso. (BARROS; LEHFELD, 2000, p. 22).

Se há mais de três autores, coloca-se o sobrenome do primeiro, seguido da expressão et al (abreviado de et alii – “e outros”). A forma depende da colocação da chamada do autor: antes ou depois da citação.

Exemplo:

Como afirmam Sobreira et al. (1996, p. 65), [citação]

ou

[citação] (SOBREIRA et al., 1996, p. 65).

Havendo coincidências de chamadas de autores com o mesmo sobrenome e data de publicação, acrescentam-se aos sobrenomes dos autores a letra inicial dos respectivos prenomes. Se ainda persistir a coincidência, coloca-se o prenome por extenso.

Exemplos:

Silva, P. (1998) Silva, R. (1998) Silva, Reinaldo (1988)

Havendo citações indiretas de mais de um trabalho do(s) mesmo(s) autor(es), publicados em anos diferentes, mencionados simultaneamente, coloca-se o sobrenome do autor seguido das datas dos trabalhos citados, separadas por vírgulas e na ordem crescente do ano.

Exemplos:

(LAKATOS; MARCONI, 1989, 1994, 2001).

Brandão (1999, 2002)

Havendo citações de mais de um trabalho do(s) mesmo(s) autor(es), publicados no mesmo ano, colocam-se junto ao ano, sem espaço, letras minúsculas seqüenciadas para distinguir cada trabalho.

Exemplo:

NUNES, 2001 a; NUNES, 2001 b.

Quando são citadas várias obras, de diferentes autores, as chamadas das citações são feitas em ordem alfabética e separadas por ponto e vírgula.

Exemplo:

(BUENO, 1985; p. 30; KIRKOFF, 1997, p. 54; SARAIVA, 1977, p.43).

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5.3.2 Sistema numérico

Neste sistema a indicação da fonte é feita por uma numeração única e consecutiva, em algarismos arábicos, remetendo à lista de referências no final do trabalho ou do capítulo, na ordem em que aparecem no texto.

A indicação pode ser feita entre parênteses, alinhada no texto, ou em sobrescrito, após o ponto que fecha a citação.

o sistema numérico não deve ser usado quando há notas de rodapé.

6 MODELOS DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

As “Referências Bibliográficas” é um conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual. Esta não é uma seção numerada, seu título será centralizado e deve ser elaborado segundo a NBR 6023:2002.

6.1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO

a. Relacionam-se as referências bibliográficas em lista própria no fim do trabalho (logo após o texto).

b. A lista bibliográfica deve ser ordenada alfabeticamente pela entrada (autor ou título).

c. Elementos essenciais são indispensáveis à identificação de um documento: autor(es), título, local, editora e data de publicação. Caso não se tenha autoria declarada, a entrada será pelo título em caixa-alta, sem negrito;

d. Elementos complementares, caso existam, devem também vir de forma padronizada.

Elementos complementares: indicações de outros tipos de responsabilidade (ilustrador, tradutor, revisor, adaptado r, compilador etc), n° de páginas, n° de volumes, série editorial ou coleção, indicação de tipo de fascículo, ilustração, dimensão, notas e ISBN (International Standard Book Numbering).

Nota: Dependendo do tipo de publicação, elementos complementares podem tornar-se essenciais. Na referência de livro, por exemplo, o título da série e o respectivo número são complementares; já para a publicação seriada (periódicos e coletâneas, por exemplo) são considerados essenciais.

e. As referências são alinhadas somente à margem esquerda e de forma a se identificar individualmente cada documento.

f. Utiliza-se nas referências bibliográficas o mesmo tipo e tamanho de letra utilizado no texto.

g. As referências bibliográficas são digitadas em espaçamento simples. Entre uma referência e outra' usam-se dois espaços simples.

h. Obra de um mesmo autor referenciada, sucessivamente, na mesma página, substitui-se as referências seguintes por um traço sublinear, equivalente a seis espaços, seguido de ponto;

Exemplo:

FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra,

1974.

A pedagogia da esperança. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.

Publicado por até três autores, deve-se citar todos os nomes, separados por ponto e vírgula:

Exemplos:

ALCÓN-DOMINGUEZ, Carmen; RODRIGUEZ, Josep; MIGUEL, Jesus. Sociologia e enfermeira. Madrid:

Pirâmide, 1983.

PASSOS, L. M.; FONSECA, A.; CHAVES, M. Alegria de saber: matemática, segunda série, primeiro grau, livro do professor. São Paulo: Scipione, 1995.

TCC, Normas ABNT e Recomendações Gerais

i. Publicado por mais de três autores, indica-se o nome do primeiro, seguido da expressão latina et al. que significa e outros:

Ejemplos:

VEIGA, Ilma A. P. et al. Repensando a didática. Campinas, SP: Papirus, 1989.

BARBOSA, Francisca et al. Manual de técnicas em bioterismo. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Scipione, 2002.

Notas:

Todos os itens das referências bibliográficas são organizados em ordem alfabética pelo último sobrenome, não recebendo numeração. No caso de haver mais de uma obra do mesmo autor, deve-se usar a ordem cronológica de publicação;

Nos casos omissos, procurar a assistência do(a) orientador(a) ou de um(a) bibliotecário(a);

Quando não consta o lugar de publicação, utiliza-se a expressão sine loco, abreviada, entre colchetes [S.l];

Quando a editora não for identificada, deve-se indicar a expressão sine nomine, abreviada, entre colchetes [s.n];

Se nenhuma data de publicação puder ser determinada, registra-se uma data aproximada entre colchetes:

[197-]

6.2 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS

6.2.1 Identificação do(s) autor(es)

6.2.1.1 Um autor

O autor é identificado pelo último sobrenome, em caixa alta, seguido pelo nome e os outros sobrenomes, na ordem normal. O nome do autor é separado do título do trabalho por um ponto.

Se o último sobrenome do autor se refere a parentesco (ex: Filho, Sobrinho, Neto), usa-se o penúltimo sobrenome seguido da palavra que indica o parentesco, ambos em caixa alta. Exemplo: DELFIM NETO, Antônio.

As partículas de, da, dos, e e outras, junto ao último sobrenome, não acompanham este sobrenome na abertura da referência. Exemplo: um autor chamado José Ferreira de Noronha deve ser identificado como: NORONHA, José Ferreira de.

6.2.1.2 Dois ou mais autores:

Até três autores: cada autor é identificado de acordo com a regra anterior. Os autores são separados por ponto e vírgula (;).

Mais de três autores: identifica-se apenas o primeiro autor, da forma já descrita, e coloca-se em seguida a expressão latina et alii ou sua abreviação et al. (et alii significa "e outros"). A forma abreviada, et al., é mais usada!!

6.2.2 Título e Subtítulo

Para os títulos das obras referenciadas, utiliza-se preferencialmente o negrito. O itálico também pode ser utilizado, mas como este destaque já é usado para termos em língua estrangeira, não deve ser usado para os títulos.

Obs.: Isto não se aplica às obras sem indicação de autoria, cujo elemento de entrada é o próprio título, já destacado pelo uso de letras maiúsculas na primeira palavra do título, com exclusão de artigos (definidos e indefinidos) e palavras monossilábicas.

O subtítulo vem logo depois do título e é separado deste por dois pontos (:) O subtítulo é grafado normalmente, sem o destaque (negrito ou itálico) usado no título.

6.2.3 Edição, Local, Editora e Data

Indica-se a partir da segunda edição, colocando-se em algarismos arábicos o número da edição, seguido de ponto e ela abreviação “ed.”. Exemplo: 3. ed.

TCC, Normas ABNT e Recomendações Gerais

Informa-se o nome da cidade onde foi feita a publicação do material que está sendo referendado, seguido de dois pontos (:) e do nome da editora, sem a palavra designativa da mesma. Exemplo: São Paulo: Atlas (e não Editora Atlas).

Após o nome da cidade, não é necessário colocar o estado ou país, a não ser que haja nomes coincidentes. Exemplo: Viçosa (MG), Viçosa (AL) ou Viçosa (CE); Cascavel (PR) ou Cascavel (CE); Cambridge (UK) ou Cambridge (USA).

Quando não é possível identificar o local de publicação, indica-se desta forma: [s.I.].

A data da publicação é o último dos elementos essenciais da referência bibliográfica. Pode ser informado apenas o ano (livros, trabalhos de grau) ou o mês e o ano (periódicos).

Quando não é possível identificar a data de publicação, indica-se desta forma: [s.d.].

6.3 MODELOS DE REFERÊNCIAS

6.3.1 Livro

BUARQUE, Cristovam. Avaliação econômica de projetos. 2. ed., Rio de Janeiro: Campus, 1984.

BARROS, Aidil Jesus da S.; LEHFELD, Neide Aparecida de S. Fundamentos de metodologia científica: um guia

para a iniciação científica

2.ed., São Paulo: Makron, 2000.

6.3.2 Capítulo de livro (com autoria identificada):

SOBRENOME, Nome (do autor do capítulo). Título do capítulo: subtítulo. In: SOBRENOME, nome e tipo de responsabilidade (do responsável pela publicação do livro). Título do livro. Edição, Local da publicação: Editora. Ano de publicação. Página inicial-página final (do capítulo).

CRISTÓVÃO, Fernando. As frutas brasileiras e a sua significação oculta. In: PIMENTEL, Maria do Rosário (org.). Portugal e Brasil no advento do mundo moderno. Lisboa: Colibrí, 2000. p. 283-296.

6.3.3 Trabalho de Grau (monografia, dissertação ou tese)

SOBRENOME, Nome. Título da obra: subtítulo. Ano de apresentação. N° de folhas. Tipo de trabalho (Grau e área de conhecimento) Escola, Universidade, Cidade, ano de publicação.

LIMA, Rafaella Aguiar. Gestão estratégica: um estudo de caso de uma imobiliária. 2004. 54 f. Monografia (graduação em Administração) – Curso de Administração, Faculdade 7 de Setembro, Fortaleza, 2004.

6.3.4 Artigo de Periódico Científico

SOBRENOME, Nome. Título do artigo: subtítulo. Nome do Periódico, local, volume, número, página inicial, página final, mês ano.

GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15- 21, set. 1997.

6.3.5 Artigo ou Matéria de Jornal

SOBRENOME, Nome. Título da matéria. Nome do Jornal, Local, dia mês ano. Seção. Caderno, página.

NAVES, P. Lagos andinos dão banho de beleza. Folha de São Paulo, São Paulo, 28 jun. 1999. Folha Turismo. Caderno 8, p. 13.

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6.3.6 Trabalho apresentado em evento

SOBRENOME, Nome. Título do trabalho. In: NOME DO EVENTO, número do evento, Local do evento. Anais Local da publicação: Editora, ano da publicação. Página inicial-página final.

LIMA, Ricardo C. et al. A influência da política de irrigação pública no desenvolvimento regional. In:

CONGRESSO BRASILEIRO DE ECONOMIA E SOCIOLOGIA RURAL, 29., 1991, Campinas. Anais Campinas: SOBER, 1991. p.1-22.

6.3.7 Documentos em meio eletrônico

6.3.7.1

Banco de Dados

BIRDS from Amapá: banco de dados. Disponível em: <http://www.bdt.org/bdt/avifauna/aves>. Acesso em: 25 nov.

1988.

6.3.7.2

Homepage Institucional

GALERIA virtual de arte do vale do Paraíba. São José dos Campos, Fundação Cultural Cassiano Ricardo, 1998. Apresenta reproduções virtuais de obras de artistas plásticos do Vale do Paraíba. Disponível em:

<http://www.virtualvale.com.br/galeria>. Acesso em: 23 dez. 1999.

6.3.7.3

Arquivo em disquete ou CD

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas.doc. normas para apresentação de trabalhos. Curitiba, 7 mar. 2000. cd. Word for Windows 7.0.

6.3.7.4

E-mail

ACCIOLY, F. Publicação eletrônica [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <jorgecm@datmail.com.br> em 30 abr. 1999.

6.3.7.5

Artigo de Revista

SILVA, M.M.L. Crimes da era digital. Net, Rio de Janeiro, novo 1998. Seção Ponto de Vista. Disponível em:

<http://www.brazilnet.com.pr/contexts/brasilrevistas.htm> . Acesso em: 28. Nov. 1998.

6.3.7.6

Matéria de Jornal não assinada

ARRANJO tributário. Diário do Nordeste Online. Fortaleza, 27 nov. 1998. Disponível em:

<www.diariodonordeste.com.br>. Acesso em: 28. Nov. 1998.

6.3.7.8

Imagens em movimento (filmes, vídeocassetes, DVD, entre outros)

OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. Coordenação de Maria Izabel Azevedo. São Paulo: CERAVI, 1983. 1 vídeocassete (30 min.), VHS, son., color.