0% acharam este documento útil (0 voto)
12 visualizações47 páginas

Qualidade na Distribuição de Energia Elétrica

A qualidade na distribuição de energia elétrica é avaliada por três aspectos principais: a qualidade do produto, a qualidade do serviço e a qualidade do atendimento ao consumidor, além de indicadores de segurança do trabalho. O Módulo 8 do PRODIST estabelece procedimentos para garantir a qualidade da energia elétrica, enquanto a Resolução Normativa nº 414/2010 regula os direitos e deveres dos consumidores e distribuidoras. Indicadores de continuidade e conformidade são utilizados para monitorar o desempenho das distribuidoras e a satisfação dos consumidores.

Enviado por

machado1405vitor
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
12 visualizações47 páginas

Qualidade na Distribuição de Energia Elétrica

A qualidade na distribuição de energia elétrica é avaliada por três aspectos principais: a qualidade do produto, a qualidade do serviço e a qualidade do atendimento ao consumidor, além de indicadores de segurança do trabalho. O Módulo 8 do PRODIST estabelece procedimentos para garantir a qualidade da energia elétrica, enquanto a Resolução Normativa nº 414/2010 regula os direitos e deveres dos consumidores e distribuidoras. Indicadores de continuidade e conformidade são utilizados para monitorar o desempenho das distribuidoras e a satisfação dos consumidores.

Enviado por

machado1405vitor
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Qualidade na Distribuição

por: SRD - publicado: 12/01/2016 14:24, última modificação: 11/03/2016 10:18

A qualidade percebida pelo consumidor de uma concessionária ou


permissionária de serviço público de distribuição de energia elétrica deve ser
avaliada a partir de três grandes aspectos: a qualidade do “produto” energia
elétrica (relacionada à conformidade da tensão em regime permanente e à
ausência de perturbações na forma de onda), a qualidade do
“serviço” (relacionada à continuidade na prestação do serviço) e a qualidade
do atendimento ao consumidor.

Também é necessário considerar os indicadores de segurança do trabalho,


que sinalizam a preocupação das distribuidoras com a qualidade do trabalho
desenvolvido pelos seus colaboradores e, de certa forma, exprimem o nível
de risco ao qual está exposta a população em geral.

Por fim, a qualidade na ditribuição também considera o tempo médio


de atendimento às ocorrências emergenciais, avaliado por meio de
indicadores vinculados a conjuntos de unidades consumidoras.

O Módulo 8 do PRODIST estabelece os procedimentos relativos à qualidade


da energia elétrica - QEE, abordando a qualidade do produto e a qualidade
do serviço prestado, enquanto as Condições Gerais de
Fornecimento (Resolução Normativa nº 414/2010) discplinam os aspectos
relacionados à qualidade do atendimento ao consumidor, notadamente a
qualidade do atendimento comercial, a qualidade do atendimento telefônico e
o tratamento das informações.

Para mais informações sobre cada um dos aspectos da qualidade na


distribuição acima mencionados, acesse as páginas específicas pelos links
ao lado.

Indicadores
Os indicadores associados à distribuição de energia elétrica podem ser
consultados na página "Indicadores da Distribuição".

PRODIST - Módulo 8
por: SRD - publicado: 27/01/2016 14:00, última modificação: 14/10/2020 17:52

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico


Nacional – PRODIST
Módulo 8 – Qualidade da Energia Elétrica

Versão vigente: Revisão 10


Data de Vigência: A partir de 01/01/2018

Abrir versão vigente

Módulo 8 – Qualidade da Energia Elétrica


Instrumento de
Revi Data de vigência
Motivo da Revisão aprovação pela
são do Módulo
ANEEL
Resolução
Revisão 11 (após realização A partir de
V 11 Normativa nº
da CP 012/2020) 03/08/2020
888/2020
Resolução
Revisão 10 (após realização da AP De 01/01/2018 a
X 10 Normativa nº
034/2017) 02/08/2020
794/2017
Resolução
Revisão 9 (após realização da AP Alterada antes da
X 9 040/2016) Normativa nº
entrada em vigor
767/2017
Resolução
Revisão 8 (após realização da De 01/01/2017 a
X 8 Normativa nº
AP 082/2015) 31/12/2017
728/2016
Resolução
Revisão 7 (após realização da De 01/01/2016 a
X 7 Normativa nº
AP 052/2014) 31/12/2016
664/2015
Resolução
Revisão 6 (após realização da De 01/01/2015 a
X 6 Normativa nº
AP 029/2014) 31/12/2015
641/2014
Resolução
Revisão 5 (após realização da Alterada antes da
X 5 Normativa nº
AP 093/2013) entrada em vigor
602/2014
Resolução
Revisão 4 (após realização da De 01/02/2012 a
X 4 Normativa nº
AP 064/2010) 31/12/2014
469/2011
Resolução
Revisão 3 (após realização da De 06/09/2011 a
X 3 Normativa nº
2ª etapa da AP 046/2010) 31/01/2012
444/2011
Resolução
Revisão 2 (após realização da De 01/01/2011 a
X 2 Normativa nº
AP 046/2010) 05/09/2011
424/2010
Resolução
Revisão 1 (após realização da De 01/01/2010 a
X 1 Normativa nº
AP 033/2009) 31/12/2010
395/2009
Primeira versão aprovada Resolução
De 31/12/2008 a
X 0 (após realização da AP Normativa nº
31/12/2009
014/2008) 345/2008

Legenda:
V Versão vigente
X Versão não vigente

• Módulos PRODIST

• Módulo 1 - Introdução
• Módulo 2 - Planejamento da Expansão do Sistema de Distribuição
• Módulo 3 - Acesso ao Sistema de Distribuição
• Módulo 4 - Procedimentos Operativos do Sistema de Distribuição
• Módulo 5 - Sistemas de Medição
• Módulo 6 - Informações Requeridas e Obrigações
• Módulo 7 - Cálculo de Perdas na Distribuição
• Módulo 8 - Qualidade da Energia Elétrica
• Módulo 9 - Ressarcimento de Danos Elétricos
• Módulo 10 - Sistema de Informação Geográfica Regulatório
• Módulo 11 - Fatura de Energia Elétrica e Informações
Suplementares

Regras, direitos e deveres


por: SRD - publicado: 12/01/2016 14:08, última modificação: 20/05/2019 14:01

Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica -


Resolução Normativa nº 414/2010
As Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica, com redação
dada pela Resolução Normativa (REN) nº 414, de 9 de setembro de 2010,
são o resultado da evolução regulatória de uma série de atos desde 1957,
com o objetivo de regular as disposições a serem observadas pelos
consumidores e pelas empresas responsáveis pela prestação do serviço
público de distribuição de energia elétrica, estabelecendo os seus direitos e
deveres.

A versão vigente, disponível em 3 (três) formatos, bem como as versões


anteriores, estão disponibilizadas nos links a seguir:

Texto Original Texto Atualizado Texto Compilado Texto Compacto

A tabela abaixo ilustra a divisão em capítulos e os principais assuntos


tratados:

REN 414/2010 - Estrutura


Capítulo Título
I Das Definições
II Da Unidade Consumidora
III Do Atendimento Inicial
IV Das Modalidades Tarifárias
V Dos Contratos
VI Da Medição para Faturamento
VII Da Leitura
VIII Da Cobrança e do Pagamento
IX Da Fatura
X Do Inadimplemento
XI Dos Procedimento Irregulares
XII Das Responsabilidades da Distribuidora
XIII Das Responsabilidades do Consumidor
XIV Da Suspensão do Fornecimento
XV Do Atendimento ao Público
XVI Do Ressarcimento de Danos Elétricos
XVII Das Disposições Gerais

Indicadores da Distribuição
por: SRD - publicado: 18/02/2016 14:29, última modificação: 06/03/2017 10:02
Esta página centraliza todos os indicadores associados à distribuição de
energia elétrica disponíveis na ANEEL.

Nos links abaixo, são apresentados os indicadores associados à qualidade


do serviço, à qualidade do produto, aos tempos médios de atendimento e
à segurança do trabalho e das instalações.

• Indicadores individuais de continuidade


• Indicadores coletivos de continuidade
• Compensação pela transgressão dos limites de continuidade
• Indicadores de conformidade do nível de tensão
• Tempos médios de atendimento às ocorrências emergenciais
• Segurança do trabalho e das instalações
A partir dos filtros abaixo, podem ser consultados os relatórios relacionados
à universalização dos serviços públicos de energia elétrica, à tarifa
social de energia elétrica (TSEE), também conhecida como "baixa renda",
à qualidade do atendimento comercial, à qualidade do atendimento
telefônico, ao tratamento das reclamações e à inadimplência dos
consumidores, além dos resultados do resultados do Índice ANEEL de
Satisfação do Consumidor (IASC).

Indicadores Individuais de Continuidade por Município


Consulte, a partir dos filtros abaixo, os limites dos indicadores individuais de
continuidade do seu município.

Os valores são apresentados por subdivisões das distribuidoras,


denominadas Conjuntos Elétricos, que podem ter abrangência variada.
Conjuntos grandes podem abranger mais de um município, ao mesmo tempo
que alguns municípios podem possuir mais de um conjunto. A informação
quanto ao conjunto ao qual pertence a sua unidade consumidora está
disponível na fatura de energia.

Os limites dos indicadores DIC e FIC são definidos para períodos mensais,
trimestrais e anuais. O limite do indicador DMIC é definido para períodos
mensais.

Maiores detalhes sobre a regulação do assunto estão disponíveis


no Módulo 8 do PRODIST.

Clique aqui para obter mais informações sobre os indicadores individuais de


continuidade e sobre a qualidade do serviço.

Todos os indicadores associados à distribuição podem ser consultados na


página "Indicadores da Distribuição".

Indicadores Coletivos de Continuidade (DEC e FEC)


Visando manter a qualidade na prestação do serviço público de distribuição
de energia elétrica, a ANEEL exige que as concessionárias mantenham um
padrão de continuidade e, para tal, edita limites para os indicadores coletivos
de continuidade, DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade
Consumidora) e FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade
Consumidora), conforme definido no Módulo 8 dos Procedimentos de
Distribuição - PRODIST.

Os indicadores são apurados pelas distribuidoras e enviados periodicamente


para a ANEEL para verificação da continuidade do serviço prestado,
representando, respectivamente, o tempo e o número de vezes que uma
unidade consumidora ficou sem energia elétrica para o período considerado
(mês, trimestre ou ano), o que permite que a Agência avalie a continuidade
da energia oferecida à população.

Para obter informações dos indicadores DEC e FEC de sua distribuidora,


clique sobre a Região desejada na figura abaixo. Selecione a figura menor
para obter os indicadores consolidados do Brasil.

Clique aqui para obter mais informações sobre os indicadores coletivos de


continuidade e sobre a qualidade do serviço.

Todos os indicadores associados à distribuição podem ser consultados na


página "Indicadores da Distribuição".

Indicadores Coletivos de Continuidade

Clique sobre a região desejada


Compensação pela Transgressão dos Limites de
Continuidade
Clique sobre a região desejada para consultar os valores pagos e o número
de compensações efetuadas pelas distribuidoras de energia elétrica.

Os valores são informados pelas distribuidoras em até 3 meses após a


apuração do indicador, e são passíveis de fiscalização pela ANEEL.

Para o DIC, FIC e DMIC, as informações de compensação estão disponíveis


a partir de 2010. Para o DICRI, as informações de compensação estão
disponíveis a partir de 2012.

Ressalta-se que a quantidade de pagamentos efetuados não é


necessariamente igual ao número de consumidores compensados, uma vez
que um mesmo consumidor pode ser compensado mais de uma vez no ano.

As distribuidoras Celpa, EMT e ETO passaram por plano de recuperação


após a transferência do controle societário. Durante um certo período, os
recursos das compensações foram destinados para a realização de
investimentos na área de concessão. Pelo exposto, a consulta de
compensação nas distribuidoras listadas poderá retornar valores nulos ou
muito abaixo do histórico. Maiores detalhes consultar a Resolução
Autorizativa nº 3.731, de 30 de outubro de 2012(Celpa) e as Resoluções
Autorizativas nº 524, de 18 de dezembro de 2012 e nº 4.463, de 17 de
dezembro de 2013(EMT e ETO).

Maiores detalhes sobre a regulação do assunto estão disponíveis no Módulo


8 do PRODIST.

Clique aqui para obter mais informações sobre a compensação de


continuidade e sobre a qualidade do serviço.
Todos os indicadores associados à distribuição podem ser consultados na
página "Indicadores da Distribuição".

Compensação de Continuidade

Clique sobre a região desejada

Indicadores de Conformidade do Nível de Tensão (DRP e


DRC)
Clique sobre a região desejada para consultar os indicadores coletivos de
conformidade do nível de tensão, DRPE (duração relativa da transgressão de
tensão precária equivalente) e DRCE (duração relativa da transgressão de
tensão crítica equivalente) a partir de 2008.

Também são apresentadas as compensações pagas pela violação dos


indicadores individuais, DRP (Duração relativa da transgressão de tensão
precária) e DRC (Duração relativa da transgressão de tensão crítica), a
partir de 2010.

Os valores são informados pelas distribuidoras no mês seguinte ao trimestre


de apuração do indicador, e são passíveis de fiscalização pela ANEEL.
Maiores detalhes sobre a regulação do assunto estão disponíveis
no Módulo 8 do PRODIST.

Todos os indicadores associados à distribuição podem ser consultados na


página "Indicadores da Distribuição".

Indicadores de conformidade do nível de tensão em regime


permanente

Clique sobre a região desejada

Tempo de Atendimento às Ocorrências


Emergenciais
por: SRD - publicado: 28/01/2016 15:01, última modificação: 11/03/2016 10:55

O atendimento às ocorrências emergenciais é avaliado por meio de


indicadores vinculados a conjuntos de unidades consumidoras.
Esses indicadores são apurados mensalmente pelas distribuidoras para cada
conjunto de unidades consumidoras, e são expressos em minutos. Os
indicadores disponíveis são:

• Tempo Médio de Preparação (TMP)


• Tempo Médio de Deslocamento (TMD)
• Tempo Médio de Execução (TME)
• Número de Ocorrências Emergenciais (NUMOCORR)
• Número de Ocorrências Emergenciais com Interrupção de
Energia Elétrica (NIE).
Estão disponíveis as informações a partir de janeiro de 2009. Os relatórios
apresentam as informações enviadas para cada conjunto de
unidades consumidoras e as médias para as distribuidoras. As definições
aplicáveis dos conjuntos de unidades consumidoras,
indicadores, ocorrências emergenciais e demais termos aplicáveis se
encontram no Módulo 1 do PRODIST. O regulamento que dispõe sobre a
forma de apuração desses indicadores é o Módulo 8 do PRODIST.

Os valores são informados pelas distribuidoras em até um mês após a


apuração do indicador, e são passíveis de fiscalização pela ANEEL.

Tempos Médios de Atendimento

Clique sobre a região desejada

Segurança do Trabalho e das


Instalações
por: SRD - publicado: 28/01/2016 15:01, última modificação: 23/02/2016 09:04

Os indicadores de segurança do trabalho sinalizam a preocupação da


distribuidora com a qualidade do trabalho desenvolvido pelos seus
colaboradores. De certa forma, também exprimem o nível de risco ao qual
está exposto a população em geral.

Trata-se de um conjunto de 6 indicadores que resumem informações quanto


aos acidentes e às fatalidades relacionadas à segurança do trabalho na
distribuidora e das suas instalações, que afetam a população em geral. São
eles:

• TXGRAC: Taxa de gravidade de acidentes do trabalho;


• TXFQAC: Taxa de frequência de acidentes do trabalho;
• NMOFUPR: Número de mortes de decorrentes de acidentes do trabalho
(funcionários próprios);
• NMOFUTE: Número de mortes decorrentes de acidentes do trabalho
(funcionários terceirizados);
• NACTER: Número de acidentes com terceiros envolvendo a rede elétrica
e demais instalações; e
• NMOTER: Número de mortes decorrentes de acidentes com terceiros
envolvendo a rede elétrica.

A formulação que exprime como obter as duas taxas (TXGRAC e TXFQAC)


que compõem os indicadores de segurança do trabalho estão descritas na
NBR 14280:2001.

Indicadores de Segurança do Trabalho e


das Instalações
Clique sobre a região desejada

Qualidade do Serviço
por: SRD - publicado: 28/01/2016 14:58, última modificação: 11/03/2016 10:18

A qualidade dos serviços prestados compreende a avaliação das


interrupções no fornecimento de energia elétrica. Para tal finalidade,
destacam-se os indicadores de continuidade coletivos (DEC e FEC) e os
indicadores de continuidade individuais (DIC, FIC, DMIC e DICRI), todos
definidos no Módulo 8 dos Procedimentos de Distribuição (PRODIST).

Ressalta-se que, similarmente a outros indicadores no mundo, os


indicadores são apurados para as interrupções maiores que 3 minutos,
sendo admitidos alguns expurgos na sua apuração.

As informações referentes aos indicadores de continuidade estão disponíveis


na fatura de energia elétrica. Informações adicionais devem ser obtidas com
a distribuidora.

• Indicadores Coletivos de Continuidade


Visando manter a qualidade na prestação do serviço público de distribuição
de energia elétrica, a ANEEL exige que as distribuidoras mantenham um
padrão de continuidade e, para tal, edita limites para os indicadores coletivos
de continuidade, DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade
Consumidora) e FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade
Consumidora), conforme definido no Módulo 8 do PRODIST.

A continuidade do fornecimento é avaliada pela ANEEL através de


subdivisões das distribuidoras, denominadas Conjuntos Elétricos. Existem
limites para indicadores associados a cada conjunto. Ressalta-se que o
conjunto elétrico pode ter abrangência variada. Conjuntos grandes podem
abranger mais de um município, ao mesmo tempo em que alguns municípios
podem possuir mais de um conjunto.

Os indicadores são apurados pelas distribuidoras e enviados periodicamente


para a ANEEL para verificação da continuidade do serviço prestado,
representando, respectivamente, o tempo e o número de vezes que uma
unidade consumidora ficou sem energia elétrica para o período considerado
(mês, trimestre ou ano), o que permite que a Agência avalie a continuidade
da energia oferecida à população.

Com base no DEC e FEC, anualmente é publicado o Indicador


de Desempenho Global de Continuidade, que visa comparar o desempenho
de uma distribuidora em relação às demais empresas do país. O indicador
permite avaliar o nível da continuidade da distribuidora (valores apurados de
duração e frequência de interrupções) em relação aos limites estabelecidos
para a sua área de concessão (limites determinados pelas resoluções
autorizativas da ANEEL).

• Indicadores Individuais de Continuidade


Da mesma forma, também são acompanhados os indicadores individuais de
continuidade, DIC, FIC, DMIC e DICRI, abaixo detalhados, que apuram a
qualidade do serviço em cada unidade consumidora:

• Duração de interrupção individual por unidade consumidora (DIC):


Intervalo de tempo que, no período de apuração, em cada unidade
consumidora ou ponto de conexão, ocorreu descontinuidade da
distribuição de energia elétrica;
• Frequência de interrupção individual por unidade consumidora
(FIC): Número de interrupções ocorridas, no período de apuração,
em cada unidade consumidora ou ponto de conexão;
• Duração máxima de interrupção contínua por unidade
consumidora ou ponto de conexão (DMIC): Tempo máximo de
interrupção contínua de energia elétrica, em uma unidade
consumidora ou ponto de conexão; e
• Duração da interrupção individual ocorrida em dia crítico por
unidade consumidora ou ponto de conexão (DICRI): Corresponde
à duração de cada interrupção ocorrida em dia crítico, para cada
unidade consumidora ou ponto de conexão.
Os limites dos indicadores DIC e FIC são definidos para períodos mensais,
trimestrais e anuais. O limite do indicador DMIC é definido para períodos
mensais. O limite do indicador DICRI é definido para cada interrupção em dia
crítico. O assunto está regulamentado no Módulo 8 dos Procedimentos de
Distribuição - PRODIST.

• Compensações pagas pela transgressão dos limites de


continuidade
Quando os indicadores individuais de continuidade são transgredidos, a
distribuidora deve compensar financeiramente o consumidor. A compensação
é automática, e deve ser paga em até 2 meses após o mês de apuração do
indicador (mês em que houve a interrupção).

Os valores são informados pelas distribuidoras em até 3 meses após a


apuração do indicador, e são passíveis de fiscalização pela ANEEL.

Outros Indicadores
Outros indicadores associados à distribuição de energia elétrica podem ser
consultados na página "Indicadores da Distribuição".
Qualidade do Produto
por: SRD - publicado: 28/01/2016 14:59, última modificação: 11/03/2016 10:20

A qualidade do produto se refere à conformidade de tensão em regime


permanente e as perturbações na forma de onda de tensão. Destacam-se
nesse quesito os indicadores coletivos DRPE e DRCE, obtidos a partir da
campanha de medição amostral instituída pela ANEEL.

• Indicadores de Conformidade do Nível de Tensão em Regime


Permanente
Os indicadores de tensão em regime permanente são apurados
trimestralmente, a partir de medições amostrais realizadas pelas
distribuidoras em unidades consumidoras sorteadas dentro de sua área de
concessão ou permissão. Para cada unidade consumidora, a tensão é
medida ao longo de uma semana, e são apurados os indicadores DRP
(duração relativa da transgressão de tensão precária) e DRC (duração
relativa da transgressão de tensão crítica), que expressam o percentual do
tempo no qual a unidade consumidora permaneceu com tensão precária e
com tensão crítica.

A ANEEL estabelece limites para os indicadores de tensão em regime


permanente: 3% para o DRP e 0,5% para o DRC.

Quando há transgressão desses limites, a distribuidora deve regularizar o


atendimento e compensar financeiramente o consumidor. A compensação é
automática, e deve ser paga até que a distribuidora regularize a tensão
fornecida ao consumidor.

A partir dos indicadores DRP e DRC das unidades consumidoras, são


apurados os indicadores coletivos, DRPE (duração relativa da transgressão
de tensão precária equivalente) e DRCE (duração relativa da transgressão de
tensão crítica equivalente), que expressam a média dos indicadores
individuais DRP e DRC.
Maiores detalhes sobre a regulação do assunto estão disponíveis
no Módulo 8 do PRODIST.

Clique aqui para consultar os indicadores de conformidade do nível de


tensão das distribuidoras.

Outros Indicadores
Outros indicadores associados à distribuição de energia elétrica podem ser
consultados na página "Indicadores da Distribuição".

Qualidade do Atendimento Comercial


por: SRD - publicado: 28/01/2016 14:59, última modificação: 11/03/2016 10:24

A Qualidade do Atendimento Comercial é regulamentada pela ANEEL por meio


dos artigos 148 a 155 das Condições Gerais de Fornecimento (Resolução
Normativa nº 414/2010).

As distribuidoras são avaliadas por meio da verificação do cumprimento dos


prazos de execução dos serviços descritos na tabela a seguir:

Atendimento Comercial - Prazos Máximos


Artigo da
Prazos Máximos dos Serviços de: Padrão
414/2010
Vistoria, área urbana art. 30 3 dias úteis
Vistoria, área rural art. 30 5 dias úteis
Ligação, grupo B, área urbana art. 31 2 dias úteis
Ligação, grupo B, área rural art. 31 5 dias úteis
Ligação, grupo A art. 31 7 dias úteis
Elaboração de estudos, orçamentos e projetos e
art. 32 30 dias
informar ao interessado
Início das obras art. 34 45 dias
Análise do projeto art. 37 30 dias
Reanálise do projeto, reprovação por falta de
art. 37 10 dias
informação da distribuidora
Substituição do medidor e demais equipamentos
art. 115 30 dias
de medição
Comunicar resultado da reclamação de cobrança
art. 133 15 dias
ou devolução de diferenças apuradas
Aferição dos medidores e demais equipamentos
art. 137 30 dias
de medição
Religação, sem ônus para o consumidor, quando
art. 176 4 horas
constatada a suspensão indevida do fornecimento
Religação, área urbana art. 176 24 horas
Religação área rural art. 176 48 horas
Religação de urgência, área urbana art. 176 4 horas
Religação de urgência, área rural art. 176 8 horas
Solução de reclamação do consumidor
(observando-se as condições específicas e os
prazos de execução de cada situação, sempre
que previstos em normas e regulamentos
editados pelo Poder Concedente e pela ANEEL, art. 197 5 dias úteis
com exceção das reclamações que implicarem
realização de visita técnica ao consumidor ou
avaliação referente à danos não elétricos
reclamados)
Solução de reclamação do consumidor, quando
art. 197 15 dias
for necessária a realização de visita técnica
Informar por escrito ao consumidor a relação de
art. 199 30 dias
todos os seus atendimentos comerciais
Verificação de equipamento em processo de
art. 206 10 dias
ressarcimento de dano elétrico
Verificação de equipamento utilizado no
acondicionamento de alimentos perecíveis ou de
art. 206 1 dia útil
medicamentos em processo de ressarcimento de
dano elétrico
Informar ao consumidor o resultado da solicitação
art. 207 15 dias
de ressarcimento de dano elétrico
Efetuar o ressarcimento de dano elétrico ao
consumidor, após a informação ao consumidor do
art. 208 20 dias
resultado da solicitação de ressarcimento de dano
elétrico
Caso a distribuidora não cumpra com os prazos estabelecidos deve creditar
na fatura do consumidor um valor relativo à esse descumprimento.

Maiores informações podem ser obtidas nas Condições Gerais de


Fornecimento (Resolução Normativa nº 414/2010).

Indicadores
Os indicadores associados à qualidade do atendimento comercial podem ser
consultados na página "Indicadores da Distribuição".

Qualidade do Atendimento Telefônico


por: SRD - publicado: 28/01/2016 15:00, última modificação: 11/03/2016 10:28

A Qualidade do Atendimento Telefônico é regulamentada pela ANEEL por meio


dos artigos 183 a 191 das Condições Gerais de Fornecimento (Resolução
Normativa nº 414/2010), observando o disposto no Decreto nº 6.523, de 31 de
julho de 2008, e pela Portaria nº 2.014, de 13 de outubro de 2008, que fixaram
normas para o Serviço de Atendimento ao Consumidor – SAC.

Entre outros pontos, a ANEEL estabelece que o serviço de atendimento telefônico


deve ser gratuito, com acesso em toda área de concessão ou permissão, 24
(vinte e quatro) horas por dia, todos os dias e ser realizado até o segundo toque
de chamada.

Distribuidoras a partir de 60 mil unidades consumidoras são obrigadas a implantar


uma central de teleatendimento (CTA).

Para a distribuidora que implanta a central de teleatendimento, a ANEEL


acompanha a qualidade do serviço oferecido por meio dos seguintes indicadores
de qualidade:

Atendimento Telefônico - Indicadores


Limit
Indicador Descrição
e
INS - Índice de Percentual de chamadas atendidas em até 30
INS ≥
Nível de segundos em relação ao total de chamadas
85%
Serviço recebidas
Percentual de chamadas abandonadas em
IAb – Índice de IAb ≤
tempo superior a 30 segundos em relação às
Abandono 4%
chamadas atendidas
ICO – Índice de
Percentual de chamadas ocupadas em relação ICO ≤
Chamadas
ao total de chamadas oferecidas 4%
Ocupadas

Maiores informações podem ser obtidas nas Condições Gerais de


Fornecimento (Resolução Normativa nº 414/2010).

Indicadores
Os indicadores associados à qualidade do atendimento telefônico podem ser
consultados na página "Indicadores da Distribuição".

Tratamento de Reclamações
por: SRD - publicado: 28/01/2016 15:01, última modificação: 11/03/2016 10:31

O tratamento das reclamações é regulamentado pela ANEEL por meio dos artigos
156 a 163 e 192 a 211 das Condições Gerais de Fornecimento (Resolução
Normativa nº 414/2010), observando o disposto no Decreto nº 6.523, de 31 de
julho de 2008, e pela Portaria no 2.014, de 13 de outubro de 2008, que fixaram
normas para o Serviço de Atendimento ao Consumidor – SAC.

Para o acompanhamento do tratamento das reclamações realizado pelas


distribuidoras, a ANEEL define dois indicadores globais:
Tratamento de Reclamações - Indicadores
Indicado
Descrição
r
DER Duração Equivalente de Reclamação
Frequência Equivalente de Reclamação a cada mil Unidades
FER
Consumidoras

Maiores informações podem ser obtidas nas Condições Gerais de


Fornecimento (Resolução Normativa nº 414/2010).

Indicadores
Os indicadores associados ao tratamento das reclamações podem ser
consultados na página "Indicadores da Distribuição".

Tempo de Atendimento às Ocorrências


Emergenciais
por: SRD - publicado: 28/01/2016 15:01, última modificação: 11/03/2016 10:55

O atendimento às ocorrências emergenciais é avaliado por meio de


indicadores vinculados a conjuntos de unidades consumidoras.
Esses indicadores são apurados mensalmente pelas distribuidoras para cada
conjunto de unidades consumidoras, e são expressos em minutos. Os
indicadores disponíveis são:

• Tempo Médio de Preparação (TMP)


• Tempo Médio de Deslocamento (TMD)
• Tempo Médio de Execução (TME)
• Número de Ocorrências Emergenciais (NUMOCORR)
• Número de Ocorrências Emergenciais com Interrupção de
Energia Elétrica (NIE).
Estão disponíveis as informações a partir de janeiro de 2009. Os relatórios
apresentam as informações enviadas para cada conjunto de
unidades consumidoras e as médias para as distribuidoras. As definições
aplicáveis dos conjuntos de unidades consumidoras,
indicadores, ocorrências emergenciais e demais termos aplicáveis se
encontram no Módulo 1 do PRODIST. O regulamento que dispõe sobre a
forma de apuração desses indicadores é o Módulo 8 do PRODIST.

Os valores são informados pelas distribuidoras em até um mês após a


apuração do indicador, e são passíveis de fiscalização pela ANEEL.

Tempos Médios de Atendimento

Clique sobre a região desejada

Ranking da Continuidade
por: SRD - publicado: 28/01/2016 15:02, última modificação: 28/04/2020 09:53

Indicador de Desempenho Global de Continuidade - DGC


O Indicador de Desempenho Global de Continuidade - DGC está previsto
no Módulo 8 dos Procedimentos de Distribuição - PRODIST. Esse indicador é
publicado anualmente até o mês de abril, a partir de 2011.

Conhecido como "Ranking da Continuidade", o DGC visa comparar o


desempenho de uma distribuidora em relação às demais empresas do país.
O indicador permite avaliar o nível da continuidade da distribuidora (valores
apurados de duração e frequência de interrupções) em relação aos limites
estabelecidos para a sua área de concessão (limites determinados pelas
resoluções autorizativas da ANEEL).

Maiores informações sobre os indicadores DEC e FEC, base do DGC,


podem ser obtidas na página de qualidade do serviço.

Nos links abaixo podem ser consultados os resultados de todos os rankings


já publicados:

• Ranking da Continuidade do Serviço

• Ranking 2019
• Ranking 2018
• Ranking 2017
• Ranking 2016
• Ranking 2015
• Ranking 2014
• Ranking 2013
• Ranking 2012
• Ranking 2011

Ranking 2019
por: SRD - publicado: 28/04/2020 09:55, última modificação: 28/04/2020 14:44

Ranking da Continuidade do Serviço 2019


O ranking da continuidade do serviço de 2019 é dividido em dois grupos:
distribuidoras de grande porte e de pequeno porte. As distribuidoras de
grande porte são aquelas com número de unidades consumidoras superior a
400 mil (Tabela I), enquanto as de pequeno porte possuem número de
unidades consumidoras menor ou igual a esse valor (Tabela II). O DGC
(Indicador de desempenho global de continuidade), consiste na média
aritmética simples das razões entre os valores apurados e limites anuais dos
indicadores DEC e FEC. Para maiores informações consultar o Módulo 8 do
PRODIST.

Inicialmente, é importante ressaltar que as distribuidoras que estiveram sob o


regime de designação (Amazonas Energia, CEA, Equatorial Alagoas,
Equatorial Piauí, Energisa AC, Energisa RO e Roraima Energia) não foram
consideradas no Ranking, dada a situação particular dos limites
estabelecidos para os indicadores de continuidade dessas empresas, não
permitindo uma comparação adequada com as demais distribuidoras.

Quanto à qualidade da informação dos indicadores apurados pelas


distribuidoras, a Superintendência de Fiscalização dos Serviços de
Eletricidade – SFE realizou uma análise detalhada da consistência dos
indicadores, com base no banco de dados de interrupções e ocorrências
emergenciais das empresas.

Na análise, a SFE encontrou inconsistências que não foram justificadas nos


indicadores da FORCEL. Por essa razão, essa distribuidora foi classificada
na última posição de seu ranking.

Também foram encontrados problemas nos indicadores de CEA, Energisa


AC, Energisa RO e Roraima Energia. A distribuidora Amazonas Energia não
encaminhou as informações necessárias à validação. Não obstante, como
explicado anteriormente, tais empresas já não participariam do ranking em
razão da situação particular dos limites estabelecidos na licitação.

Além disso, a ANEEL exige que todas as distribuidoras certifiquem o


processo de coleta e apuração dos indicadores de continuidade DEC e FEC,
com base nas normas da Organização Internacional para Normalização
(International Organization for Standardization) ISO 9000. Na apuração dos
dados de 2019, CEA e FORCEL não atualizaram a certificação desse
processo junto à ANEEL.
Para maiores detalhes sobre a apuração do ranking 2019, consultar a Nota
Técnica nº 17/2020-SRD/ANEEL, de 20/04/2020.

Tabela I – Indicador de Desempenho Global de Continuidade: número de


unidades consumidoras maior que 400.000.

Posição
no Regi
DGC Sigla Empresa
Rankin ão
g
CPFL Santa
1º 0,61 COMPANHIA JAGUARI DE ENERGIA SE
Cruz
EQUATORIAL PARÁ DISTRIBUIDORA DE
2º 0,65 Equatorial PA NO
ENERGIA S.A.
ENERGISA MINAS GERAIS -
2º 0,65 EMG SE
DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.
ENERGISA SUL-SUDESTE -
4º 0,66 ESS SE
DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.
ENERGISA MATO GROSSO -
5º 0,67 EMT CO
DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.
ENERGISA TOCANTINS DISTRIBUIDORA
5º 0,67 ETO NO
DE ENERGIA S.A.
ENERGISA PARAÍBA - DISTRIBUIDORA DE
7º 0,68 EPB NE
ENERGIA S.A
8º 0,70 CEMAR COMPANHIA ENERGÉTICA DO MARANHÃO NE
COMPANHIA ENERGÉTICA DO RIO
8º 0,70 COSERN NE
GRANDE DO NORTE
ENERGISA SERGIPE - DISTRIBUIDORA DE
8º 0,70 ESE NE
ENERGIA S.A
ENERGISA MATO GROSSO DO SUL -
11º 0,72 EMS CO
DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.
COMPANHIA ENERGÉTICA DE
12º 0,76 CELPE NE
PERNAMBUCO
COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO
13º 0,77 COELBA NE
ESTADO DA BAHIA
ESPÍRITO SANTO DISTRIBUIÇÃO DE
14º 0,78 EDP ES SE
ENERGIA S.A.
CPFL-
15º 0,80 COMPANHIA PAULISTA DE FORÇA E LUZ SE
PAULISTA
15º 0,80 ELEKTRO ELEKTRO REDES S.A. SE
ELETROPAULO METROPOLITANA
15º 0,80 ENEL SP SE
ELETRICIDADE DE SÃO PAULO S.A.
EDP SÃO PAULO DISTRIBUIÇÃO DE
18º 0,83 EDP SP SE
ENERGIA S.A.
19º 0,85 COPEL-DIS COPEL DISTRIBUIÇÃO S.A. SU
20º 0,86 LIGHT LIGHT SERVIÇOS DE ELETRICIDADE S A SE
20º 0,86 CEMIG-D CEMIG DISTRIBUIÇÃO S.A. SE
CPFL- COMPANHIA PIRATININGA DE FORÇA E
22º 0,89 SE
PIRATININGA LUZ
23º 0,91 CELESC-DIS CELESC DISTRIBUIÇÃO S.A. SU
RGE SUL DISTRIBUIDORA DE ENERGIA
24º 1,01 RGE SU
S.A.
25º 1,07 CEB DIS CEB DISTRIBUIÇÃO S.A. CO
26º 1,09 ENEL CE COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ NE
27º 1,21 ENEL RJ AMPLA ENERGIA E SERVIÇOS S.A. SE
28º 1,40 ENEL GO CELG DISTRIBUIÇÃO S.A. CO
COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO
29º 1,52 CEEE-D SU
DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE-D

Tabela II – Indicador de Desempenho Global de Continuidade: número de


unidades consumidoras menor ou igual a 400.000

Posiçã
o no Regi
DGC Sigla Empresa
Rankin ão
g
MUXENERGI
1º 0,23 MUXFELDT MARIN E CIA LTDA SU
A
ENERGISA BORBOREMA - DISTRIBUIDORA
2º 0,33 EBO NE
DE ENERGIA S.A
3º 0,47 EFLJC EMPRESA FORÇA E LUZ JOÃO CESA LTDA SU
3º 0,47 DMED DME DISTRIBUIÇÃO S.A. - DMED SE
EMPRESA FORÇA E LUZ DE URUSSANGA
5º 0,53 EFLUL SU
LTDA
ENERGISA NOVA FRIBURGO -
6º 0,56 ENF SE
DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.
7º 0,57 ELFSM EMPRESA LUZ E FORÇA SANTA MARIA S/A SE
8º 0,59 HIDROPAN HIDROPAN DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA S.A. SU
COMPANHIA SUL SERGIPANA DE
9º 0,62 SULGIPE NE
ELETRICIDADE
IGUAÇU DISTRIBUIDORA DE ENERGIA
9º 0,62 IENERGIA SU
ELÉTRICA LTDA.
COMPANHIA HIDROELÉTRICA SÃO PATRÍCIO
11º 0,63 CHESP CO
- CHESP
12º 0,77 ELETROCAR CENTRAIS ELÉTRICAS DE CARAZINHO SA SU
DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ENERGIA
13º 0,78 DEMEI SU
DE IJUÍ
COMPANHIA CAMPOLARGUENSE DE
14º 1,00 COCEL SU
ENERGIA
COOPERALI
15º 1,12 COOPERATIVA ALIANÇA SU
ANÇA
16º 1,19 UHENPAL NOVA PALMA ENERGIA LTDA SU
17º - FORCEL(1) FORÇA E LUZ CORONEL VIVIDA LTDA SU

(1) A distribuidora não apresentou a certificação do processo de coleta e apuração dos


indicadores de continuidade. Além disso, apresentou inconsistências na análise dos
indicadores realizada pela SFE.

Segurança do Trabalho e das


Instalações
por: SRD - publicado: 28/01/2016 15:01, última modificação: 23/02/2016 09:04

Os indicadores de segurança do trabalho sinalizam a preocupação da


distribuidora com a qualidade do trabalho desenvolvido pelos seus
colaboradores. De certa forma, também exprimem o nível de risco ao qual
está exposto a população em geral.

Trata-se de um conjunto de 6 indicadores que resumem informações quanto


aos acidentes e às fatalidades relacionadas à segurança do trabalho na
distribuidora e das suas instalações, que afetam a população em geral. São
eles:

• TXGRAC: Taxa de gravidade de acidentes do trabalho;


• TXFQAC: Taxa de frequência de acidentes do trabalho;
• NMOFUPR: Número de mortes de decorrentes de acidentes do trabalho
(funcionários próprios);
• NMOFUTE: Número de mortes decorrentes de acidentes do trabalho
(funcionários terceirizados);
• NACTER: Número de acidentes com terceiros envolvendo a rede elétrica
e demais instalações; e
• NMOTER: Número de mortes decorrentes de acidentes com terceiros
envolvendo a rede elétrica.

A formulação que exprime como obter as duas taxas (TXGRAC e TXFQAC)


que compõem os indicadores de segurança do trabalho estão descritas na
NBR 14280:2001.

Indicadores de Segurança do Trabalho e


das Instalações

Clique sobre a região desejada

Regulação do Setor Elétrico


por: SCR - publicado: 01/12/2015 09:33, última modificação: 22/02/2017 10:42

Compete à ANEEL regulamentar as políticas e diretrizes do Governo Federal


para a utilização e exploração dos serviços de energia elétrica pelos agentes
do setor, pelos consumidores cativos e livres, pelos produtores
independentes e pelos autoprodutores. Cabe à Agência, ainda, definir
padrões de qualidade do atendimento e de segurança compatíveis com as
necessidades regionais, com foco na viabilidade técnica, econômica e
ambiental das ações – e, por meio desses esforços, promover o uso eficaz e
eficiente de energia elétrica e proporcionar condições para a livre competição
no mercado de energia elétrica.

Três modalidades de regulação são praticadas na Agência:

• a regulação técnica de padrões de serviço


(geração, transmissão, distribuição e comercialização),
• a regulação econômica (tarifas e mercado) e
• a dos projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e
eficiência energética.
A Agenda Regulatória traz as principais ações da ANEEL no ciclo atual
de planejamento.

Veja também o Cadastro de Agentes do Setor.

Qualidade do serviço público de


transmissão de energia elétrica
por: SRT - publicado: 28/09/2015 10:49, última modificação: 21/07/2016 11:22
As concessionárias de transmissão de energia elétrica têm a qualidade do
serviço aferida por meio de indicadores associados à disponibilidade do
sistema de transmissão.

A Resolução Normativa ANEEL nº 729, de 2016, define esses indicadores,


Parcela Variável - PV e Adicional à Receita Anual Permitida - RAP, que
permitem aferir o desempenho das concessionárias de transmissão.

Parcela Variável – PV
Parcela a ser deduzida da receita da transmissora em função da não
prestação adequada do serviço público de transmissão.

Adicional à Receita Anual Permitida - RAP


Valor a ser adicionado à receita anual da transmissora que apresenta
desempenho excelente, com recursos provenientes exclusivamente da
Parcela Variável, deduzida das transmissoras.

Regulação dos Serviços de Geração


por: SRG - publicado: 20/11/2015 10:27, última modificação: 26/01/2016 11:09

Desenvolve atividades relacionadas ao processo de regulamentação,


normatização e padronização referentes aos serviços e instalações de
geração de energia elétrica.
por: SRG - publicado: 01/12/2015 17:20, última modificação: 31/10/2019 15:03

Regulamentar novos dispositivos legais e adequações de


resoluções normativas
A Lei nº 9.427/1996 define que é atribuição da ANEEL implementar as
políticas e diretrizes do governo federal para a exploração da energia elétrica
e o aproveitamento dos potenciais hidráulicos, e regular os serviços
concedidos, permitidos e autorizados, expedindo os atos regulamentares
necessários.

Identificado novo dispositivo legal que necessite regulamentação ou


resolução normativa publicada que pode ser aprimorada, a Superintendência
de Regulação dos Serviços de Geração - SRG realiza os estudos
necessários e submete proposta de norma para a Diretoria e realização de
Audiência Pública.

Acompanhar o planejamento e a programação da


operação do SIN
O planejamento e a programação da operação do Sistema Interligado
Nacional - SIN são atividades realizadas pelo Operador Nacional do Sistema
Elétrico - ONS, reguladas e fiscalizadas pela ANEEL.

Os resultados do planejamento e da programação da operação têm


consequências na operação do sistema elétrico e também na formação
do Preço de Liquidação das Diferenças - PLD. A SRG acompanha essa
atividade com vistas a melhorar seus regulamentos e os procedimentos
realizados pelo ONS.

Acompanhar e avaliar o CVU de Centrais Termelétricas


O custo variável de operação de termelétrica é denominado de Custo
Variável Unitário - CVU. Ele é composto do custo de combustível, custo de
operação e manutenção variável, encargos e impostos.
As termelétricas que venderam em leilão de energia nova têm os reajustes
do CVU regrado por portarias do Ministério de Minas e Energia - MME. Para
aquelas que não se enquadram nessas regras, a SRG deverá definir e
atualizar o CVU.

Acompanhar as apurações de indisponibilidades


previstas na Resolução Normativa nº 614/2014
A apuração de indisponibilidades de usinas hidrelétricas e termelétricas
despachadas centralizadamente é realizada pelo ONS, cabendo à ANEEL o
acompanhamento dessa apuração e a avaliação de casos concretos a
pedido dos agentes ou do ONS, de acordo com a Resolução Normativa nº
614/2014.

No caso das usinas eólicas e termelétricas inflexíveis com CVU nulo, é


realizado a apuração da geração média de energia pela Câmara de
Comercialização de Energia Elétrica - CCEE e, a critério da ANEEL, poderão
ser desconsideradas intervenções relativas à modernização ou reforma que
tragam ganhos operativos ao sistema elétrico.

Acompanhamento da geração média de usinas


hidrelétricas não despachadas centralizadamente
A SRG calcula a geração média de energia elétrica de usinas hidrelétricas
não despachadas centralizadamente, para fins de avaliação do atendimento
aos critérios de participação no Mecanismo de Realocação de Energia –
MRE e apuração de ocorrência de fato relevante para fins de revisão do valor
da garantia física.

Analisar atualizações dos programas computacionais


utilizados pelo ONS e pela CCEE
O ONS, para realizar o planejamento e a programação da política
eletroenergética, e a CCEE, para o cálculo do PLD, utilizam uma série de
modelos computacionais. São exemplos desses modelos os utilizados para a
previsão de vazões, geração de séries sintéticas de afluências, otimização e
simulação de médio e curto prazo.

A SRG autoriza o ONS e a CCEE a utilizar esses modelos após estudos e


submissão ao processo de Consulta Pública.

Neste link pode ser consultada a lista de atividades já discutidas nas


reuniões do GT de metodologia da CPAMP que serão tratadas pela ANEEL à
luz da Resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) nº
07/2016.

Realizar o rateio das cotas-partes de Itaipu


A Lei nº 5.899/1973 dispõe sobre a aquisição dos serviços de eletricidade da
usina de Itaipu e estabelece que a totalidade destes serviços, que pelo
tratado celebrado com a República do Paraguai, o Brasil se obrigou a
adquirir, será utilizada pelas empresas por meios de cotas.

As cotas-partes são atribuídas todos os anos às empresas concessionárias


do serviço de distribuição de energia elétrica seguindo metodologia
estabelecida na Resolução Normativa nº 331/2008.

Realizar o rateio das cotas-partes de Angra 1 e 2


A Lei nº 12.111/2009 definiu que a partir de 1º de janeiro de 2013 o
pagamento à Eletronuclear da receita decorrente da geração das usinas de
Angra 1 e 2 será rateado entre todas as concessionárias, permissionárias ou
autorizadas de serviço público de distribuição no SIN.

As cotas-partes são atribuídas todos os anos às empresas concessionárias


do serviço de distribuição de energia elétrica seguindo metodologia
estabelecida na Resolução Normativa nº 530/2012.

Autorizar ressarcimento para prestação de serviços


ancilares e investimentos em geração
O Decreto nº 5.163/2004 prevê a cobertura pela prestação de serviços
ancilares por meio de encargo. O termo ancilar é associado à prestação de
determinado serviço, não associado ao fornecimento de energia elétrica, mas
sua prestação é indispensável para a garantia da segurança, qualidade,
estabilidade e confiabilidade do sistema.

A Resolução Normativa nº 697/2015 regula a prestação desses serviços no


SIN, estabelecendo que quando uma usina tiver que fazer adequação nos
seus sistemas e equipamentos para a prestação deste serviço, ela pode ter
seus custos ressarcidos por encargo. A SRG também avalia quais agentes
estão aptos a receber a receita para cobertura dos custos de operação de
manutenção de alguns dos serviços ancilares descritos na citada Resolução.

E ainda, a Resolução Normativa nº 697/2015 estabelece critérios e


procedimentos para o ressarcimento dos custos referentes à adequação de
instalações pertencentes a usinas motivada por alteração na configuração do
sistema elétrico. Quando alguma usina se enquadra no critério da resolução
a SRG avalia o ressarcimento do investimento.

Realizar previsões de ESS e valor da exposição dos


CCEAR
Os reajustes das tarifas de distribuição de energia elétrica devem levar em
conta uma estimativa do pagamento a ser realizado nos dozes meses
seguintes de Encargos de Serviços de Sistema - ESS. A SRG encaminha
à Superintendência de Gestão Tarifária - SGT antes do ano civil seguinte a
estimativa de ESS por restrição elétrica e por prestação de serviços
ancilares.

Regular e acompanhar os sistemas isolados


A Lei nº 12.111/2009, que dispõe sobre os serviços de energia elétrica nos
Sistemas Isolados, foi regulamentada por meio do Decreto nº 7.246/2010, e
pela Resolução Normativa nº 427/2011.
A partir da publicação desse arcabouço legal e normativo, a SRG tem
acompanhado o Grupo Técnico Operacional da Região Norte - GTON no
processo de transição da sistemática anterior, que reembolsava os custos de
combustíveis das concessionárias, para a sistemática atual, que reembolsa o
custo total de geração de energia elétrica.

Ferramenta gráfica para visualização do orçamento CCC e carvão de 2020

Autorizar projetos para sub-rogação à CCC


A SRG analisa as solicitações de enquadramento na sub-rogação da Conta
de Consumo de Combustíveis - CCC, para os empreendimentos que
promoverem redução dos dispêndios com a CCC pela substituição da
energia de origem termoelétrica que utilize combustíveis fósseis em
Sistemas Isolados.

A SRG homologa os investimentos prudentes considerados na elaboração


dos projetos básicos e calcula os montantes a serem sub-rogados.

Acompanhar a operação planejada pelo GTON


A SRG verifica a evolução dos dispêndios da conta CCC, em interação com
a Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira - SFF e
aSuperintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração - SFG, averigua
a eventual necessidade de aprimoramento dos atos normativos, acompanha
o processamento dos reembolsos da CCC, que é efetuado pela Divisão de
Gestão Financeira de Combustíveis-DFTG da Eletrobras e encaminha
orientações e diretrizes para esses reembolsos.

Analisar o Plano Anual de Custos dos Sistemas Isolados


A Eletrobras encaminha à ANEEL o Plano Anual de Operação do ano
seguinte, que contém a previsão das cargas e da geração nos Sistemas
Isolados, bem como o Plano Anual de Custos da CCC.
Os dados são analisados em conjunto pela SRG e SGT, que propõem a
abertura de Audiência Pública, com vistas a dar publicidade e colher
subsídios dos agentes em relação ao orçamento da CCC do ano seguinte.

Avaliar o desempenho das usinas participantes do


PROINFA
A SRG avalia bimestralmente o desempenho das centrais geradoras
participantes do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia
Elétrica - PROINFA, com o objetivo de subsidiar decisão quanto à alteração
da respectiva Energia de Referência - ER com base no montante de energia
gerada.

Avaliar o Plano Anual do PROINFA


Anualmente, em conformidade com o disposto no Decreto nº 5.025/2004, a
Eletrobrás encaminha para ANEEL documento referente ao Plano Anual do
PROINFA - PAP.

A SRG avalia o referido plano e encaminha para a SGT para as providências


necessárias.

Regulação dos Serviços de


Distribuição
por: SRD - publicado: 27/11/2015 16:33, última modificação: 06/09/2018 10:34

A distribuição se caracteriza como o segmento do setor elétrico dedicado ao


rebaixamento da tensão proveniente do sistema de transmissão, à conexão
de centrais geradoras e ao fornecimento de energia elétrica ao consumidor.

O sistema de distribuição é composto pela rede elétrica e pelo conjunto de


instalações e equipamentos elétricos que operam em níveis de alta tensão
(superior a 69 kV e inferior a 230 kV), média tensão (superior a 1 kV e inferior
a 69 kV) e baixa tensão (igual ou inferior a 1 kV).
Atualmente, o Brasil possui 105 distribuidoras de energia elétrica, sendo 54
concessionárias e 38 permissionárias, além de 13 cooperativas de
eletrização rural, que atuam sob autorização precária e estão em processo
de regularização para serem concessionárias ou permissionárias.

A regulação técnica da distribuição é conduzida pela Superintendência de


Regulação dos Serviços de Distribuição - SRD.

Atribuições da regulação técnica da distribuição


As principais atividades da regulação da distribuição são:

• Estabelecimento de regras e procedimentos referentes ao


planejamento da expansão, ao acesso, operação e medição dos
sistemas de distribuição incluindo o desenvolvimento de redes
inteligentes e o gerenciamento do lado da demanda;
• Estabelecimento dos indicadores de qualidade do serviço e do
produto energia elétrica;
• Regulação das condições gerais de fornecimento de energia
elétrica;
• Implementação e acompanhamento da universalização do
acesso à energia elétrica; e
• Implementação e aplicação aplicação da tarifa social de energia
elétrica.
Temas em debate na distribuição
Os principais temas que estão sendo debatidos com a sociedade podem ser
consultados na Agenda Regulatória da ANEEL, nas Audiências Públicas e
nas Consultas Públicas.
QUALIDADE NA DISTRIBUIÇÃO

ACESSE

UNIVERSALIZAÇÃO

ACESSE

GERAÇÃO DISTRIBUÍDA

ACESSE

PERGUNTAS FREQUENTES

O que é o Sistema de Compensação de Energia Elétrica (Geração Distribuída)?

Perguntas Frequentes e Repostas (FAQ) sobre a aplicação da REN nº 878/2020


• Legislação Afeta à Distribuição

• Procedimentos de Distribuição (PRODIST)


• Condições Gerais de Fornecimento (REN 414/2010)

Regulação do Mercado de Energia


Elétrica - Comercialização
por: SRM - publicado: 16/03/2018 11:15, última modificação: 19/03/2018 00:56

A comercialização de energia elétrica pode acontecer de forma livre ou com


preços e quantidades definidos ou limitados pelo Poder Público. No âmbito
do Sistema interligado Nacional – SIN, as duas formas são
operacionalizadas pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica –
CCEE que deve seguir os regulamentos estabelecidos pela ANEEL, dentre
os quais destacamos:

1. Convenção de Comercialização de Energia Elétrica - Resolução


Normativa nº 109/2004;
2. Regras de Comercialização;
3. Procedimentos de Comercialização;
4. Liquidação das operações de compra e venda - Resolução nº 552/2002;
5. Garantias financeiras e a efetivação de registros de contratos de compra e venda de energia
elétrica - Resolução Normativa nº 622/2014;
6. Desligamento de agentes e impugnação de atos praticados na CCEE - Resolução Normativa
nº 545/2013;
7. Controle dos contratos de comercialização de energia elétrica - Resolução Normativa nº
783/2017.

REGULAÇÃO ECONÔMICA DE GERAÇÃO


ACESSE

REGULAÇÃO ECONÔMICA DE TRANSMISSÃO

ACESSE

REGULAÇÃO ECONÔMICA DE DISTRIBUIÇÃO

ACESSE
Gestão de Recursos Tarifários

por: SGT - publicado: 24/11/2015 16:52, última modificação: 11/03/2016 11:34

A ANEEL acompanha, gerencia ou ordena a arrecadação e os dispêndios das Conta de Bandeiras


Tarifárias, Conta ACR e CDE. Aqui será possível verificar detalhes de cada tipo de conta, além do
relatório de arrecadação e dispêndios delas.

Conta de Desenvolvimento Energético (CDE)


Conheça este encargo setorial, que subsidia setores e a compra de
combustíveis em sistemas isolados, entre outros.

Conta ACR
A Conta no Ambiente de Contratação Regulada serviu para cobrir total ou
parcialmente as despesas das concessionárias de distribuição, em 2014.
Sobre a Conta Bandeiras.
A Conta Centralizadora dos Recursos de Bandeiras Tarifárias tem como
finalidade administrar os recursos decorrentes da aplicação das bandeiras
tarifárias.

Custos de Energia 2013


Entenda as medidas para permitir o repasse de recursos às distribuidoras,
em função da conjuntura hidrológica desfavorável e de seus impactos.

Subsídios Tarifários
Saiba mais sobre esses descontos, anteriormente arcados pelos
consumidores das distribuidoras de energia elétrica. Desde 2013, eles foram
incorporados à CDE.
Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e
Eficiência Energética
por: SPE - publicado: 04/02/2016 11:05, última modificação: 19/03/2018 09:22
Compete à ANEEL regulamentar os investimentos em Pesquisa e
Desenvolvimento (P&D) e Eficiência Energética (EE), seja incentivando a
busca constante por inovações necessárias para enfrentar os desafios do
setor de energia elétrica, seja promovendo o uso eficiente e racional da
energia elétrica, associado às ações de combate ao desperdício.

Pesquisa e Desenvolvimento (P&D)


Ações relacionadas ao Programa de P&D regulado pela ANEEL

Eficiência Energética
Ações relacionadas ao Programa de Eficiência Energética regulado pela
ANEEL
Parcerias Estratégicas
Parcerias realizadas pela ANEEL para promoção da Inovação e da Eficiência
Energética no setor de energia elétrica

Agenda Regulatória 2020-2021


por: GDG - publicado: 14/01/2020 11:48, última modificação: 15/10/2020 10:48
Agenda Regulatória 2020-2021

A Agenda Regulatória para o biênio 2020-2021, aprovada por meio da


Portaria nº 6.171, de 10/12/2019, e revista pela Portaria nº 6.421, de
30/6/2020, apresenta a relação das atividades regulatórias que serão objeto
de regulamentação ou estudo nesse ciclo. Para cada atividade é
apresentado seu cronograma, prioridade e responsáveis pelo processo, entre
outras informações. As atividades apontadas como indicativas são aquelas
que deverão ter início apenas no segundo ano da Agenda Regulatória.

Agenda Regulatória aprovada pela Portaria nº 6.527, de 13/10/2020

Agenda Regulatória 2020-2021

Formulário de atividades alteradas e incluídas

Casos de dispensa de AIR

Agenda Regulatória revista pela Portaria nº 6.421, de 30/06/2020

Agenda Regulatória 2020-2021


Descrição das atividades da Agenda Regulatória da ANEEL para o biênio
2020/2021

Casos de dispensa de AIR

Agenda Regulatória aprovada pela Portaria nº 6.171, de 10/12/2019

Agenda Regulatória 2020-2021

Descrição das atividades da Agenda Regulatória da ANEEL para o biênio


2020/2021

Portaria n° 6.171, de 10 de dezembro de 2019

Audiência Pública nº 041/2019 – Documentos e lista de contribuições

Consulta Pública nº 022/2019 – Documentos e lista de contribuições

Baixe aqui o cronograma da Agenda Regulatória contendo a


programação das atividades para o biênio 2020-2021 ou consulte a
tabela a seguir:

Legenda Produtos Agenda Regulatória 2020/2021


TSD Tomada de Subsídios
TSAIR Tomada de Subsídios para Análise de Impacto Regulatório
TSARR Tomada de Subsídios para Análise de Resultado Regulatório
CPAIR Consulta Pública para Análise de Impacto Regulatório
CPREN Consulta Pública para Minuta de Resolução Normativa
Consulta Pública Conjunta para Análise de Impacto Regulatório e
CPCJ
Resolução Normativa
RPO Reunião Pública Ordinária

Você também pode gostar