PM Pema-060
PM Pema-060
Coordenação Geral
Joésio de Meirelles Siqueira - Engenheiro Ambiental
Coordenação Técnica
Leticia Karmann Monteiro de Almeida Ulandowski - Bióloga, Esp.
Gerente do Projeto
Michela Cavilha Scupino - Geógrafa, MSc
Equipe Técnica
Alejandro Alvarado Peccinini - Levantamento de Flora
Alisson Francis Bernardi - Apoio no Mapeamento e Sistema de Informação Geográfica
Daniel Ferlete dos Santos - Levantamento da Socioeconomia
Fabiana Angélica R. S. Ferreira - Coordenação Meio Biológico
Flávio Eduardo Pimenta - Elaboração do Resumo Executivo
Giselle Sigel - Comunicação Visual
Isabela Raquel Ramos Iensen - Mapeamento e Sistema de Informação Geográfica, Apoio a
Coordenação Técnica, Elaboração do Meio Físico e Planejamento Ambiental
Isabelly Cristina Manssur Polanski - Apoio na Comunicação Visual
Juliana Boschiroli Lamanna Puga - Mapeamento e Sistema de Informação Geográfica
Júlio Cesar Vaz de Oliveira - Levantamento da Avifauna
Leticia Karmann Monteiro de Almeida Ulandowski - Moderação dos Processos Participativos
e Mobilização Social, Planejamento Ambiental
Lilian Freitas Bastos - Levantamento da Herpetofauna
Martius Vinitius Azevedo Aquino - Levantamento da Ictiofauna
Michela Cavilha Scupino - Coordenação Socioeconomia e Meio Físico
Milena Arruda Silva - Levantamento do Meio Físico
Rafael Duarte Kramer - Levantamento da Socioeconomia e Mobilização Social
Renata Ferreira Dias - Levantamento da Mastofauna
Wesley Dias de Souza - Levantamento da Quiropterofauna
CONTEÚDO
Pág.
1 - APRESENTAÇÃO ......................................................................................................... 1.1
2 - DIAGNOSTICO SOCIOAMBIENTAL ............................................................................ 1.1
2.1 - Métodos .................................................................................................................. 2.1
2.1.1 - Meio Físico ....................................................................................................... 2.1
2.1.2 - Meio Biótico ...................................................................................................... 2.1
2.1.2.1 - Flora ........................................................................................................ 2.1
2.1.2.2 - Fauna ...................................................................................................... 2.3
2.1.2.2.2 - Herpetofauna ................................................................................. 2.10
2.1.2.2.3 - Avifauna......................................................................................... 2.13
2.1.2.2.4 - Mastofauna .................................................................................... 2.16
2.1.2.2.5 - Entomofauna ................................................................................. 2.21
2.1.2.2.6 - Ictiofauna ....................................................................................... 2.21
2.1.3 - Meio Antrópico ................................................................................................ 2.24
2.2 - Análise Socioambiental ......................................................................................... 2.30
2.2.1 - Informações Gerais da Unidade de Conservação ........................................... 2.30
2.2.2 - Meio Físico ..................................................................................................... 2.37
2.2.2.1 - Geologia Regional ................................................................................. 2.37
2.2.2.2 - Cavidades ............................................................................................. 2.39
2.2.2.3 - Geomorfologia....................................................................................... 2.39
2.2.2.4 - Hipsometria ........................................................................................... 2.41
2.2.2.5 - Declividade ........................................................................................... 2.42
2.2.2.6 - Pedologia .............................................................................................. 2.43
2.2.2.6.1 - Cambissolos .................................................................................. 2.44
2.2.2.6.2 - Argissolos ...................................................................................... 2.45
2.2.2.7 - Recursos Hídricos ................................................................................. 2.45
2.2.2.7.1 - Região Hidrográfica do Paraná ...................................................... 2.45
2.2.2.7.2 - Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba ............................................. 2.46
2.2.2.7.3 - Sub-Bacia do Rio Corumbá ........................................................... 2.47
2.2.2.7.4 - Aquíferos ....................................................................................... 2.50
2.2.2.8 - Clima ..................................................................................................... 2.52
2.2.2.9 - Fragilidade Ambiental ............................................................................ 2.53
2.2.2.10 - Mineração ........................................................................................... 2.54
2.2.2.11 - Incêndios Florestais ............................................................................ 2.55
2.2.3 - Meio Biótico .................................................................................................... 2.58
i
2.2.3.1 - Caracterização da Vegetação ............................................................... 2.59
2.2.3.1.2 - Aspectos Florísticos da Vegetação ................................................ 2.61
2.2.3.1.3 - Composição, Riqueza e Abundância Total de Espécies ................ 2.62
2.2.3.1.4 - Diversidade Total ........................................................................... 2.65
2.2.3.1.5 - Espécies Notáveis da Flora ........................................................... 2.65
2.2.3.1.6 - Áreas Naturais de Destacada Relevância para a Flora .................. 2.66
2.2.3.1.7 - Pressões Sobre a Cobertura Vegetal ............................................. 2.66
2.2.3.1.8 - Recomendações de Manejo .......................................................... 2.67
2.2.3.2 - Fauna .................................................................................................... 2.67
2.2.3.2.1 - Herpetofauna ................................................................................. 2.68
2.2.3.2.2 - Avifauna......................................................................................... 2.77
2.2.3.2.3 - Mastofauna .................................................................................... 2.85
2.2.3.2.4 - Pequenos Mamíferos Não-Voadores ............................................. 2.86
2.2.3.2.5 - Entomofauna ............................................................................... 2.106
2.2.3.2.6 - Ictiofauna ..................................................................................... 2.108
2.2.4 - Meio Antrópico .............................................................................................. 2.113
2.2.4.1 - Histórico de Ocupação da Área de Estudo .......................................... 2.113
2.2.4.2 - Patrimônio Histórico, Ocupação Humana e Populações
Residentes .......................................................................................... 2.114
2.2.4.3 - Uso e Ocupação do Solo..................................................................... 2.115
2.2.4.4 - Dinâmica Demográfica ........................................................................ 2.121
2.2.4.5 - Dinâmica Econômica ........................................................................... 2.126
2.2.4.5.1 - Produção ..................................................................................... 2.126
2.2.4.5.2 - Empregos .................................................................................... 2.127
2.2.4.5.3 - Atividades Econômicas ................................................................ 2.128
2.2.4.5.4 - Finanças Públicas ........................................................................ 2.131
2.2.4.6 - Dinâmica Territorial ............................................................................. 2.133
2.2.4.6.1 - Infraestrutura de Saneamento Ambiental ..................................... 2.133
2.2.4.6.2 - Ocorrências, Infrações Ambientais e Processos
de Licenciamento ........................................................................ 2.135
2.2.4.7 - Matriz Social ........................................................................................ 2.136
3 - BASES PARA O PLANEJAMENTO .............................................................................. 3.1
3.1 - Análise Integrada .................................................................................................... 3.1
3.2 - Declaração De Significância .................................................................................... 3.1
3.3 - Análise Integrada .................................................................................................... 3.2
3.4 - Corredores Ecológicos ............................................................................................ 3.3
3.5 - Premissas do PEMA ............................................................................................... 3.7
3.6 - Objetivos Específicos do PEMA .............................................................................. 3.8
ii
3.7 - Missão do PEMA ..................................................................................................... 3.8
3.8 - Visão de Futuro do PEMA ....................................................................................... 3.9
4 - ZONEAMENTO ............................................................................................................. 4.1
4.1 - Normas Gerais do Parque Estadual da Mata Atlântica ............................................ 4.2
4.2 - Zoneamento do Parque Estadual da Mata Atlântica ................................................ 4.4
4.2.1 - Zona de Conservação (ZC) .............................................................................. 4.5
4.2.2 - Zona de Uso Divergente ................................................................................... 4.6
4.2.3 - Zona de Uso Intensivo (ZUI) ............................................................................. 4.8
4.2.4 - Zona de Uso Extensivo (ZUE) ........................................................................ 4.10
4.2.5 - Zona de Uso Conflitante (ZUC) ....................................................................... 4.11
4.2.6 - Zona de Uso Especial (ZUEsp) ....................................................................... 4.12
4.3 - Zona de Amortecimento ........................................................................................ 4.14
5 - PROGRAMAS DE MANEJO ......................................................................................... 5.1
5.1 - Programa de Manejo e Recuperação ...................................................................... 5.2
5.2 - Programa de Uso Público ....................................................................................... 5.8
5.3 - Programa de Interação Socioambiental................................................................. 5.15
5.4 - Programa de Proteção e Fiscalização ................................................................... 5.18
5.5 - Programa de Pesquisa e Monitoramento .............................................................. 5.25
5.6 - Programa de Regularização Fundiária .................................................................. 5.30
6 - DOCUMENTOS CONSULTADOS ................................................................................. 6.1
iii
LISTA DE FIGURAS
Pág.
Figura 2.01 - Transectos do Levantamento de Campo da Vegetação ................................. 2.2
Figura 2.02 - Mapa de Localização dos Pontos de Amostragem de Fauna ......................... 2.4
Figura 2.03 - Mapa de Localização dos Pontos de Monitoramento de Ictiofauna ................ 2.8
Figura 2.04 - Exemplo do Resultado Final do Mapeamento Hipotético dos
Atores Sociais Locais................................................................................... 2.28
Figura 2.05 - Localização do Parque Estadual da Mata Atlântica ...................................... 2.30
Figura 2.06 - Geologia do Parque Estadual da Mata Atlântica .......................................... 2.38
Figura 2.07 - Litologia do Parque Estadual da Mata Atlântica ........................................... 2.39
Figura 2.08 - Geomorfologia do Parque Estadual da Mata Atlântica ................................. 2.40
Figura 2.09 - Sistemas Denudacionais do Parque Estadual da Mata Atlântica .................. 2.41
Figura 2.10 - Hipsometria do Parque Estadual da Mata Atlântica ...................................... 2.42
Figura 2.11 - Declividade do Parque Estadual da Mata Atlântica....................................... 2.43
Figura 2.12 - Pedologia do Parque Estadual da Mata Atlântica ......................................... 2.44
Figura 2.13 - Unidades Hidrográficas da RH do Paraná e Principais Cidades .................. 2.46
Figura 2.14 - Representação Gráfica da Bacia do Rio Parnaíba ....................................... 2.47
Figura 2.15 - Hidrografia no Parque Estadual da Mata Atlântica ....................................... 2.48
Figura 2.16 - Sistemas Aquífero do Parque Estadual da Mata Atlântica ............................ 2.52
Figura 2.17 - Fragilidade Ambiental na Região do Parque Estadual da
Mata Atlântica .............................................................................................. 2.54
Figura 2.18 - Processos Minerários na Região do Parque Estadual da
Mata Atlântica .............................................................................................. 2.55
Figura 2.19 - Sumário dos Parâmetros de Incêndios Florestais em Goiás -
Número de Focos de Incêndio/Ano no Período entre 1998-2017
e Número de Focos de Incêndio/Mês para o Mesmo Período ...................... 2.56
Figura 2.20 - Fragilidade a Incêndios no Parque Estadual da Mata Atlântica .................... 2.58
Figura 2.21 - Mapa de Uso e Vegetação do Parque Estadual da Mata Atlântica ............... 2.63
Figura 2.22 - Curva de Acumulação de Espécies e Estimador Jack-knife 1
para a Flora do PEMA ................................................................................. 2.64
Figura 2.23 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros
Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos, PEMA .......................... 2.64
Figura 2.24 - Curva de Acumulação de Espécies e Estimador Jack-knife 1
para a Herpetofauna do Parque Estadual da Mata Atlântica ....................... 2.69
Figura 2.25 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros
Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos (Campo de
Outubro de 2020), PEMA ............................................................................. 2.69
Figura 2.26 - Gráfico do Padrão de Abundância e Riqueza das Famílias
Registradas para a Herpetofauna Durante as Amostragens
no PEMA ..................................................................................................... 2.70
iv
Figura 2.27 - Curva de Acumulação de Espécies e Estimador Jack-knife 1
para a Avifauna do Parque Estadual da Mata Atlântica, PEMA,
Outubro de 2020 .......................................................................................... 2.78
Figura 2.28 - Dendrograma de Similaridade Gerado a Partir dos Dados
do Coeficiente de Jaccard para a Avifauna a Partir dos
Registros Diretos e Indiretos ........................................................................ 2.79
Figura 2.29 - Gráfico dos Diferentes Graus de Sensibilidade (Alta, Média
e Baixa) Registrados para a Avifauna Durante as Amostragens
no Parque Estadual da Mata Atlântica ......................................................... 2.80
Figura 2.30 - Curva de Acumulação de Espécies e Estimador Jack-knife 1
para os Pequenos Mamíferos Não-Voadores do Parque
Estadual da Mata Atlântica........................................................................... 2.87
Figura 2.31 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros
Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos (Campo de
Outubro de 2020), PEMA............................................................................. 2.87
Figura 2.32 - Gráfico do Padrão de Abundância e Riqueza das Famílias
Registradas para os Pequenos Mamíferos Não-Voadores
Durante as Amostragens no PEMA ............................................................. 2.88
Figura 2.33 - Curva de acumulação de espécies e estimador Jack-knife 1
para os pequenos mamíferos voadores do Parque Estadual
da Mata Atlântica ......................................................................................... 2.93
Figura 2.34 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros
Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos (Campo de
Outubro de 2020), PEMA............................................................................. 2.93
Figura 2.35 - Gráfico do Padrão de Abundância das Famílias Registradas
para os Pequenos Mamíferos Voadores Durante as
Amostragens no PEMA................................................................................ 2.94
Figura 2.36 - Curva de acumulação de espécies e estimador Jack-knife 1
para os Mamíferos De Médio e Grande Porte Durante as
Amostragens no PEMA................................................................................ 2.99
Figura 2.37 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros
Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos (Campo de
Outubro de 2020), PEMA............................................................................. 2.99
Figura 2.38 - Gráfico do Padrão de Abundância das Famílias Registradas
para os Mamíferos de Médio e Grande Porte Durante as
Amostragens no PEMA.............................................................................. 2.100
Figura 2.39 - Curva de acumulação de espécies e estimador Jack-knife 1
para a ictiofauna Durante as Amostragens no PEMA ................................ 2.108
Figura 2.40 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros
Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos (Campo de
Outubro de 2020), PEMA........................................................................... 2.109
Figura 2.41 - Gráfico do Padrão de Abundância das Espécies Registradas
para a Ictiofauna Durante as Amostragens no PEMA .................................2.110
Figura 2.42 - Comparação entre o Percentual de Imóveis e o Percentual de
Área para cada categoria, em 2020 ............................................................2.116
Figura 2.43 - Mapa com os Imóveis e Reserva Legal Registrados no CAR .....................2.116
v
Figura 2.44 - Uso e Ocupação do Solo no Parque Estadual da Mata
Atlântica e na Zona de Amortecimento....................................................... 2.120
Figura 2.45 - Setores Censitários de Água Limpa ........................................................... 2.123
Figura 2.46 - Pirâmide Etária do Brasil, do Estado de Goiás e do Município
de Água Limpa.......................................................................................... 2.124
Figura 2.47 - Pirâmide Etária das Regiões Urbanas e Rural do Município
de Água Limpa e do Setor Censitário do Parque Estadual da
Mata Atlântica ............................................................................................ 2.125
Figura 2.48 - Valor de Produção por Setor no Município de Água Limpa ........................ 2.127
Figura 2.49 - Total de Empregos Registrados no Município de Água Limpa .................... 2.128
Figura 2.50 - População Ocupada no Município de Água Limpa ..................................... 2.128
Figura 2.51 - Produção Pecuária no Município de Água Limpa ....................................... 2.129
Figura 2.52 - Produção e Valor de Culturas Temporárias no Município de
Água Limpa................................................................................................ 2.130
Figura 2.53 - Produção e Valor de Extração no Município de Água Limpa ...................... 2.131
Figura 2.54 - Fonte de Abastecimento de Água no Município de Água Limpa,
Setores Rural e Urbano e do Setor Censitário do PEMA, 2010 ................. 2.133
Figura 2.55 - Esgotamento Sanitário no Município de Água Limpa, Setores
Rural e Urbano e do Setor Censitário do PEMA, 2010............................... 2.134
Figura 2.56 - Destinação do Lixo no Município de Água Limpa, Setores Rural
e Urbano e do Setor Censitário do PEMA, 2010 ........................................ 2.135
Figura 2.57 - Mapeamento dos Atores Locais do Parque Estadual da Mata
Atlântica ..................................................................................................... 2.138
Figura 3.01 - Área de Entorno do PEMA (Buffer de 5 km) Indicando a
Distribuição de Remanescentes de Vegetação Nativa ................................... 3.5
Figura 3.02 - Distribuição e Caracterização dos Principais Elementos
Ambientais Constituintes para a Proposta de Criação de
um Corredor Ecológico no Entorno do PEMA ................................................ 3.7
Figura 4.01 - Zoneamento do Parque Estadual da Mata Atlântica ....................................... 4.5
Figura 4.02 - Detalhe da Zona de Uso Especial Localizada a Nordeste
do PEMA ..................................................................................................... 4.13
Figura 4.03 - Zona de Amortecimento (ZA) ....................................................................... 4.17
vi
LISTA DE TABELAS
Pág.
Tabela 2.01 - Localização dos Pontos Amostrais Durante o Levantamento
da Fauna Terrestre no PEMA, Outubro de 2020 ............................................ 2.4
Tabela 2.02 - Localização dos Pontos Amostrais Durante o Levantamento de
Ictiofauna no PEMA, Outubro de 2020 ......................................................... 2.7
Tabela 2.03 - Informações das Reuniões Realizadas........................................................ 2.26
Tabela 2.04 - Diretriz Numérica da Classificação da Influência dos Atores
Locais .......................................................................................................... 2.26
Tabela 2.05 - Diretriz Numérica da Classificação do Interesse dos Atores
Locais .......................................................................................................... 2.27
Tabela 2.06 - Diretriz Numérica da Classificação da Disposição a Colaborar
dos Atores Locais ....................................................................................... 2.28
Tabela 2.07 - Exemplo de Diretriz Numérica da Classificação da Disposição a
Colaborar dos Atores Locais ........................................................................ 2.29
Tabela 2.08 - Categorização Final dos Atores Locais Mapeados ...................................... 2.29
Tabela 2.09 - Fragilidade a Incêndios na Zona de Amortecimento do PEMA .................... 2.57
Tabela 2.10 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância,
Diversidade (H) e Equitabilidade (J) Obtidos para a Flora nos
Transectos Avaliados no Parque Estadual da Mata Atlântica ....................... 2.65
Tabela 2.11 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância,
Diversidade (H) e Equitabilidade (J) Obtidos para a Herpetofauna
dos Pontos Amostrais Avaliados Durante Campo no Parque
Estadual da Mata Atlântica, PEMA, Outubro de 2020 .................................. 2.71
Tabela 2.12 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância,
Diversidade (H) e Equitabilidade (J) Obtidos para a Avifauna
dos Pontos Amostrais Avaliados Durante Campo no Parque
Estadual da Mata Atlântica .......................................................................... 2.80
Tabela 2.13 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância,
Diversidade (H) e Equitabilidade (J) Obtidos para os Pequenos
Mamíferos Não-Voadores nos Pontos Amostrais Avaliados
Durante Campo no PEMA ........................................................................... 2.88
Tabela 2.14 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância,
Diversidade (H) e Equitabilidade (J) Obtidos para os Pequenos
Mamíferos Voadores nos Pontos Amostrais Avaliados Durante
Campo no PEMA ......................................................................................... 2.94
Tabela 2.15 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância,
Diversidade (H) e Equitabilidade (J) Obtidos para os Pequenos
Mamíferos de Médio e Grande Porte Durante Campo no PEMA ............... 2.100
Tabela 2.16 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância,
Diversidade (H) e Equitabilidade (J) Obtidos para a Ictiofauna
Durante Campo no PEMA ..........................................................................2.110
Tabela 2.17 - Variação da Quantidade de Propriedades no Município de
Água Limpa ................................................................................................2.115
Tabela 2.18 - Dados das Áreas da Zona de Amortecimento e do Parque
Estadual da Mata Atlântica, perante o Uso do Solo ................................... 2.121
vii
Tabela 2.19 - Dados Populacionais das Unidades Administrativas
Pertencentes à Região Analisada .............................................................. 2.121
Tabela 2.20 - Dados por Setor Censitário da Cidade de Água Limpa .............................. 2.123
Tabela 2.21 - Evolução do PIB de Água Limpa, de Goiás e do Brasil ao
Tabela 2.22 - Dados Financeiros de Água Limpa ............................................................ 2.132
Tabela 2.23 - Repasses Mensais do ICMS Ecológico para o Município
de Água Limpa .......................................................................................... 2.132
Tabela 2.24 - Listagem de Atores Locais do Parque Estadual da Mata Atlântica ............. 2.136
Tabela 2.25 - Diretriz Numérica para Classificação dos Atores Locais do
Parque Estadual da Mata Atlântica ............................................................ 2.137
Tabela 2.26 - Categorização Final dos Atores Locais do Parque Estadual
da Mata Atlântica ....................................................................................... 2.140
Tabela 4.01 - Zonas Definidas para o PEMA - Áreas Totais e Percentuais .......................... 4.4
Tabela 5.01 - Programa de Manejo e Recuperação ............................................................ 5.4
Tabela 5.02 - Programa de Uso Público ............................................................................ 5.10
Tabela 5.03 - Programa de Interação Socioambiental ....................................................... 5.16
Tabela 5.04 - Quadro Funcional Proposto para Gestão do Parque ................................... 5.20
Tabela 5.05 - Programa de Proteção e Fiscalização ......................................................... 5.21
Tabela 5.06 - Programa de Pesquisa e Monitoramento ..................................................... 5.26
Tabela 5.07 - Programa de Regularização Fundiária ........................................................ 5.31
viii
LISTA DE FOTOS
Pág.
Foto 2.01 - Metodologia para Amostragem da Flora no Parque Estadual da Mata
Atlântica (PEMA), Outubro de 2020 .................................................................. 2.3
Foto 2.02 - Descrição dos Pontos Amostrais de Fauna Terrestre do Parque
Estadual da Mata Atlântica (PEMA), Outubro de 2020 ...................................... 2.5
Foto 2.03 - Descrição dos Pontos Amostrais de Ictiofauna do Parque Estadual
da Mata Atlântica (PEMA), Outubro de 2020 ................................................... 2.8
Foto 2.04 - Metodologia da Herpetofauna Durante Amostragem do Parque
Estadual da Mata Atlântica (PEMA), Outubro de 2020 .....................................2.11
Foto 2.05 - Metodologia de Avifauna Durante Amostragem do Parque
Estadual da Mata Atlântica (PEMA), Outubro de 2020 .................................... 2.14
Foto 2.06 - Metodologia de Pequenos Mamíferos Não Voadores Durante
Amostragem do Parque Estadual da Mata Atlântica (PEMA),
Outubro de 2020............................................................................................. 2.17
Foto 2.07 - Metodologia de Pequenos Mamíferos Voadores Durante
Amostragem do Parque Estadual da Mata Atlântica (PEMA),
Outubro de 2020............................................................................................. 2.20
Foto 2.08 - Metodologia de Ictiofauna Durante Amostragem da PEMA,
Outubro de 2020............................................................................................. 2.21
Foto 2.09 - Registro Fotográfico das Reuniões Realizadas no Âmbito do
Diagnóstico Socioeconômico .......................................................................... 2.24
Foto 2.10 - Córrego da Lontra........................................................................................... 2.49
Foto 2.11 - Substrato dos Leitos de Drenagem Composto de Material
Granular Grosseiro ........................................................................................ 2.49
Foto 2.12 - Queda d’Água Presente no Córrego da Lontra ............................................... 2.50
Foto 2.13 - Feições Locais da Floresta Estacional Semidecidual no PEMA ...................... 2.59
Foto 2.14 - Algumas Feições de Vegetação Herbáceo-Arbustivas no
PEMA e Imediações ....................................................................................... 2.60
Foto 2.15 - Incêndio Florestal Ocorrido nas imediações do PEMA em 2019 ..................... 2.61
Foto 2.16 - Espécies de Anfíbios e Répteis Catalogadas no Parque
Estadual da Mata Atlântica, PEMA, em Outubro de 2020 ............................... 2.74
Foto 2.17 - Espécies de Aves Amostradas no Parque Estadual da
Mata Atlântica, PEMA, em Outubro de 2020 ................................................... 2.83
Foto 2.18 - Espécies de Pequenos Mamíferos Não-Voadores Amostradas
no PEMA em Outubro 2020 ............................................................................ 2.91
Foto 2.19 - Espécies de Mamíferos Amostradas no PEMA em Outubro de 2020 .............. 2.96
Foto 2.20 - Espécies de Mamíferos de Médio e Grande Porte Amostradas por
Observações Aleatórias Durante Amostragem no PEMA em
Outubro de 2020........................................................................................... 2.104
Foto 2.21 - Espécies de Peixes Amostradas por Observações Aleatórias
Durante Amostragem no PEMA em Outubro de 2020 ....................................2.112
Foto 2.22 - Caracterização de Áreas com Vegetação Rasteira, em Terrenos
Planos e Montanhosos ..................................................................................2.117
ix
Foto 2.23 - Caracterização de Áreas com Vegetação de Maior Porte ............................. 2.118
Foto 2.24 - Caracterização de Corpos Hídricos no Interior do Parque
Estadual da Mata Atlântica............................................................................ 2.119
Foto 2.25 - Áreas Degradadas dentro do Parque Estadual da Mata Atlântica ................. 2.119
x
ANEXOS
ANEXO 2.01 - FICHA DO DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO
ANEXO 2.02 - MAPA BASE DO PEMA
ANEXO 2.03 - MAPA DE GEOLOGIA
ANEXO 2.04 - MAPA DE LITOLOGIA
ANEXO 2.05 - MAPA DE GEOMORFOLOGIA
ANEXO 2.06 - MAPA DE SISTEMAS DENUDACIONAIS
ANEXO 2.07 - MAPA DE HIPSOMETRIA
ANEXO 2.08 - MAPA DE DECLIVIDADE
ANEXO 2.09 - MAPA DE PEDOLOGIA
ANEXO 2.10 - MAPA DE HIDROGRAFIA
ANEXO 2.11 - MAPA DE SISTEMAS DE AQUÍFEROS
ANEXO 2.12 - MAPA DE FRAGILIDADE AMBIENTAL
ANEXO 2.13 - MAPA DE PROCESSOS MINERÁRIOS
ANEXO 2.14 - MAPA DE FRAGILIDADE A INCÊNDIOS
ANEXO 2.15 - REGISTROS FOTOGRÁFICOS FLORÍSTICOS
ANEXO 2.16 - LISTA DE ESPÉCIES DA FLORA
ANEXO 2.17 - MAPA DE VEGETAÇÃO
ANEXO 2.18 - LISTA DE ESPÉCIES DE ANFÍBIOS E RÉPTEIS
ANEXO 2.19 - LISTA DE ESPÉCIES DE AVES
ANEXO 2.20 - LISTA DE ESPÉCIES DA MASTOFAUNA
ANEXO 2.21 - LISTA DE ESPÉCIES DE PEQUENOS MAMÍFEROS
ANEXO 2.22 - LISTA DE ESPÉCIES DE QUIRÓPTEROS
ANEXO 2.23 - LISTA DE ESPÉCIES DE ENTOMOFAUNA
ANEXO 2.24 - LISTA DE ESPÉCIES DE ICTIOFAUNA
ANEXO 2.25 - MAPA DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO
ANEXO 4.01 - MAPA DE ZONEAMENTO
ANEXO 4.02 - MAPA DA ZONA DE AMORTECIMENTO
ANEXO 4.03 - MEMORIAL DESCRITIVO DA ZONA DE AMORTECIMENTO
ANEXO 5.01 - PLACAS DE SINALIZAÇÃO
xi
1 – APRESENTAÇÃO
1 - APRESENTAÇÃO
O Governo do Estado de Goiás, por meio da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e
Desenvolvimento Sustentável - SEMAD, e via recurso de Compensação Ambiental da
empresa Cerradinho Açúcar, Etanol e Energia S.A atualmente Neomille, firmou contrato com
a STCP Engenharia para “Elaboração do Plano de Manejo do Parque Estadual da Mata
Atlântica - PEMA”.
2.1 - MÉTODOS
A seguir são abordados os métodos de levantamento de dados secundários e primários
para a realização do diagnóstico socioambiental.
2.1.2.1 - Flora
Para a flora a amostragem foi desenvolvida mediante o caminhamento em transectos nos
fragmentos previamente selecionados, fundamentado no método proposto por Filgueiras et
al. (1994). Também foi considerado todo o espectro de formas de vida da flora vascular, i.e.,
desde espécies de hábito arbóreo até ervas epifíticas. Já para a caracterização das formas
de vida foi utilizado o Manual Técnico de Vegetação Brasileira (IBGE, 2012) para
determinação das espécies arbóreas, arbustivas e herbáceas, e a classificação proposta por
Benzing (1990) para espécies de hábito epifítico. Já os dados sobre a flora terrestre foram
coletados seguindo os métodos propostos por Silva & Lopes (1984) e Silva et al. (2005).
2 – Diagnóstico Socioambiental
O transecto 1 mediu 1.517 metros, declividade média de 3,1%, altitude máxima de 656 m e
mínima de 587 m. Localiza-se na porção que abrigou os estágios mais iniciais de sucessão,
pois eram pastagens até 2004, quando foram abandonadas e reocupadas por espécies
pioneiras nativas, em associação de espécies antrópicas como o capim braquiária
(Brachiaria decumbens). O transecto 2 mediu 4.265 metros, declividade média de 2,7%,
altitude máxima de 680m e mínima de 521 m. Esse é referente à uma única trilha ativa do
PEMA, denominada “Trilha da Lontra”, que atravessa o PEMA, sentido Norte-Sul, passando
por formações florestais.
Foto 2.01- Metodologia para Amostragem da Flora no Parque Estadual da Mata Atlântica
(PEMA), Outubro de 2020
B
A
C D
2.1.2.2 - Fauna
As amostragens da fauna foram conduzidas em quatro pontos dentro do PEMA. A
localização e a caracterização dos pontos estão descritas na Tabela 2.01 e Tabela 2.01, na
Foto 2.02 e Foto 2.03 e na Figura 2.02 e Figura 2.03, onde estão representados os pontos
amostrais de fauna terrestre e aquática.
Foto 2.02 - Descrição dos Pontos Amostrais de Fauna Terrestre do Parque Estadual da Mata
Atlântica (PEMA), Outubro de 2020
A B
C D
E F
G H
I J
K L
M N
O P
Legenda: (A) Caracterização do Ponto 1 (22K 734392 7983889), (B) Caracterização do Ponto 1 (22K 734399
7983892), (C) Caracterização do Ponto 1 (22K 734391 7983889); (D) Caracterização do Ponto 1; (E)
Caracterização do Ponto 2 (22K 736041 7986418), (F) Caracterização do Ponto 2 (22K 736051 7986421),
(G) Caracterização do Ponto 2 (22K 735658 7985813); (H) Caracterização do Ponto 2 (22K 735606
7985892); (I) Caracterização do Ponto 3 (22K 736210 7985150), (J) Caracterização do Ponto 3 (22K
736055 7985534), (K) Caracterização do Ponto 3 (22K 735619 7985881); (L) Caracterização do Ponto 3
(22K 735619 7985881); (M) Caracterização do Ponto 4 (22K 734027 7982185), (N) Caracterização do
Ponto 4 (22K 735335 7983559), (O) Caracterização do Ponto 4 (22K 735368 7983520) e (P)
Caracterização do Ponto 4 (22K 734394 7981897).
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
Foto 2.03- Descrição dos Pontos Amostrais de Ictiofauna do Parque Estadual da Mata Atlântica
(PEMA), Outubro de 2020
A B
C D
E F
G H
I J
K L
L
M N
O P
Legenda: (A), (B), (C) e (D) Caracterização do Ponto 1; (E), (F), (G) e (H) Caracterização do Ponto 2; (I), (J), (K) e
(L) Caracterização do Ponto 3; (M), (N), (O) e (P) Caracterização do Ponto 4.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
2.1.2.2.1 - Herpetofauna
O traçado dos pontos para esse grupo buscou a representação do maior número possível
de diferentes ambientes. Para a amostragem, foram utilizados três métodos
complementares entre si, sendo um método padronizado que é a Procura Visual Limitada
por tempo e dois não padronizados: encontro ocasional e registro por terceiros. No mais, a
caracterização das comunidades foi realizada mediante análise de dados secundários.
Foi realizada procura visual limitada por tempo nos quatro pontos amostrais, considerando
as diferentes variações florestais existentes dentro do PEMA. Este deslocamento foi
realizado a pé, a uma velocidade aproximada de 1 km/h, cada área sendo vistoriada em dois
2.10 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.
2 - Diagnóstico Socioambiental
períodos: matutino e noturno, totalizando duas horas de busca ativa em cada período, pela
manhã entre às 07:00 e 11:00 horas, e crepuscular/noturno entre as 18:00 e 22:00 horas.
Além de percorrer todo o transecto, a herpetóloga fez, de 100 em 100 m, uma varredura no
folhiço (serapilheira), em troncos caídos, tocas e buracos existentes no ambiente e sobre a
vegetação aquática. Os galhos, arbustos e árvores foram observados atentamente para que
espécies arborícolas fossem amostradas. Todos os indivíduos avistados e/ou escutados
foram identificados, fotografados e o local onde foram encontrados georreferenciados. Como
método complementar, foram conduzidas amostragens auditivas em lagoas, lago e
córregos, que são ambientes comumente utilizados por anfíbios durante os períodos de
reprodução (Foto 2.04).
Os encontros ocasionais consistiram na observação eventual de indivíduos da herpetofauna
que não foram amostrados nos demais procedimentos quantificáveis, sendo também
considerados registros auditivos de anfíbios vocalizando dentro da área de estudo. Já os
registros por terceiros corresponderam a todos os espécimes registrados na área de estudo
por intermédio de colaboradores e demais pesquisadores não envolvidos diretamente na
área de herpetologia, desde que apresentando dados confiáveis quanto à procedência e
identificação (nesse caso considerando-se espécies cujas características foram diagnósticas
e/ou caso os registros sejam fotografados).
A B
C D
E F
G H
I J
K L
M N
O P
Legenda: (A) Procura Visual Limitada por Tempo da herpetofauna nos pontos - Coordenadas: 22K 734392
7983889. (B) Procura Visual Limitada por Tempo diurno da herpetofauna nos pontos - Coordenadas:
22K 734399 7983892. (C) Procura Visual Limitada por Tempo diurno da herpetofauna nos pontos -
Coordenadas: 22K 735658 7985813. (D Procura Visual Limitada por Tempo diurno da herpetofauna
nos pontos - Coordenadas: 22K 736210 7985150. (E) Procura Visual Limitada por Tempo diurno da
herpetofauna nos pontos - Coordenadas: 22K 735658 7985813. (F) Procura Visual Limitada por
Tempo diurno da herpetofauna nos pontos - Coordenadas: 22K 736210 7985150.(G) Registro
fotográfico da herpetofauna durante Procura Visual Limitada por Tempo noturna. Coordenadas: 22K
735658 7985813. (H) Registro fotográfico da herpetofauna durante Procura Visual Limitada por Tempo
noturna. Coordenadas: 22K 736210 7985150. (I) Procura Visual Limitada por Tempo noturno da
herpetofauna nos pontos - Coordenadas: 22K 736040 7986404. (J) Procura Visual Limitada por
Tempo noturno da herpetofauna nos pontos - Coordenadas: 22K 736024 7986412. (K) Procura Visual
Limitada por Tempo noturno da herpetofauna nos pontos - Coordenadas: 22K 736040 7986404. (L)
Procura Visual Limitada por Tempo noturno da herpetofauna nos pontos - Coordenadas: 22K 736024
7986412. (M) Animal avistado durante busca – Proceratophrys goyana - Coordenadas 22K 736180
7985220; (N) Animal avistado durante busca – Barycholos ternetzi - Coordenadas 22K 736161
7985267; (O) Animal avistado durante busca – Salvator merianae - Coordenadas 22K 734143
7983004; (P) Animal avistado durante busca – Bothrops moojeni - Coordenadas 22K 736041 7986418.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
2.1.2.2.2 - Avifauna
Para a amostragem da avifauna foram utilizados os seguintes métodos: Pontos de Escuta,
Redes-de-Neblina e Observações Aleatórias. Deste modo, foram estabelecidos quatro
pontos amostrais abrangendo as diferentes formações florestais existentes na área do
PEMA. A técnica de playback foi utilizada para atrair espécies de difícil visualização,
explorando o comportamento territorialistas delas, sendo executados a uma velocidade
aproximada de 1 km/h. Cada ponto foi percorrido entre as 05:00 e 10:00 horas e entre as
16:00 e 21:00 horas.
As doze redes de neblina foram montadas em trilhas existentes dentro do PEMA, na tarde
do dia anterior, permanecendo fechadas até o outro dia. No período matutino as redes foram
abertas às 05:00 horas e permaneceram até às 12:00h, já no período vespertino das 16:00
às 18:00 horas, enquanto abertas foram vistoriadas a cada 30 minutos. Ao final da
amostragem, as redes foram desmontadas e montadas no próximo ponto, totalizando um
dia de esforço em cada ponto (Foto 2.05).
Observações aleatórias foram realizadas durante a abertura de trilhas, montagens das redes
e nos intervalos entre os censos por pontos. Estes dados servem para incrementar a riqueza
dos diferentes ambientes. Cabe salientar que o traçado dos pontos foi representado pelo
maior número possível de diferentes ambientes inseridos dentro das várias formações
florestais pré-selecionadas. No mais, a caracterização das comunidades também foi
realizada mediante análise de dados secundários.
A B
C D
E F
G H
I J
K L
M N
O P
Legenda: (A) Montagem das redes de neblina. (B) Montagem das redes de neblina. (C) Animal capturado -
Eucometis penicillata – Pipira-da-taoca. (D) Animal capturado – Cyclarhis gujanensis –Pitiguari. (E)
Animal capturado – Galbula ruficauda – Ariramba-de-cauda-ruiva; (F) Animal capturado -
Campylorhamphus trochilirostris – Arapaçu-beija-flor. (G) Revisão das redes de neblina; (H) Revisão
das redes de neblina; . (I) Animal capturado - Eucometis penicillata – Pipira-da-taoca; (J) Animal
capturado – Galbula ruficauda – Ariramba-de-cauda-ruiva; (K) Animal capturado - Campylorhamphus
trochilirostris – Arapaçu-beija-flor. (L) Animal capturado – Taraba major – Choró-boi. (M) Animal
capturado – Pipra fasciicauda –Uirapuru-laranja. (N) Animal capturado – Arremon flavirostris – Tico-
tico-de-bico-amarelo. (O) Anotação dos dados em campo; (P) Registro fotográfico das espécies.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
2.1.2.2.3 - Mastofauna
Os estudos de campo referentes à mastofauna abrangeram apenas os mamíferos de
pequeno porte e morcegos. Dados secundários foram utilizados para complementar os
resultados obtidos em campo. Médios e grandes mamíferos tiveram seus dados coletados
apenas a partir de informações secundárias e observações aleatórias de campo, uma vez
que a UC já conta com estudos técnicos relativos a estes animais. Para o estudo dos
pequenos mamíferos e morcegos foram instaladas Redes-de-neblina e Armadilhas de
captura viva.
A B
C D
E F
G H
I J
K L
M N
O P
Q R
Legenda: (A) Armadilha tomahawk instalada - Coordenada 22K 736176 7985144; (B) Armadilha sherman
instalada - Coordenada 22K 736176 7985144; (C) Armadilha tomahawk instalada – Coordenada 22K
736176 7985144; (D) Armadilha sherman instalada - Coordenada 22K 736176 7985144; (E)
Instalação e iscagem de armadilhas; (F) Instalação e iscagem de armadilhas; (G) Instalação e
iscagem de armadilhas; (H) Instalação e iscagem de armadilhas; (I) Revisão e iscagem de armadilhas
- Coordenada 22K 736176 7985144; (J) Revisão e iscagem de armadilhas - Coordenada 22K 736176
7985144; (K) Revisão e instalação de armadilhas - Coordenada 22K 735572 7985983; (L) Revisão e
instalação de armadilhas - Coordenada 22K 735572 7985983; (M) Revisão e iscagem de armadilhas –
Coordenada 22K 736176 7985144; (N) Revisão e iscagem de armadilhas – Coordenada 22K 736176
7985144; (O) Registro fotográfico – Coordenada 22K 734428 7983879; (P) Registro fotográfico -
Coordenada 22K 736176 7985144; (Q) Animal capturado - Nectomys squamipes – 22K 734404
7983897; (R) Animal capturado - Rhipidomys macrurus – Coordenada 22K 735345 7983534.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
passaram por triagem com coleta de dados biométricos, pesagem e registro fotográfico.
Após a identificação tiveram os sexos e estados reprodutivos avaliados e liberados
posteriormente no local de origem. A avaliação do estado reprodutivo das fêmeas foi
realizada pela apalpação abdominal, sendo que, em estágio avançado de gravidez, é
possível verificar o embrião em desenvolvimento.
A B
C D
E F
Legenda: (A) Montagem das redes de neblina - Coordenada 22K 735619 7985881; (B) Montagem das redes de
neblina; (C) Rede de neblina instalada – Coordenada 22K 735619 7985881; (D) Rede de neblina
instalada – Coordenada 22K 734417 7983875; (E) Animal capturado na rede de neblina – Platyrrhinus
lineatus – Coordenada 22K 735619 7985881; (F) Animal capturado – Glossophaga soricina –
Coordenada 22K 735619 7985881.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
2.1.2.2.4 - Entomofauna
Os dados foram coletados apenas a partir de informações secundárias ou observações
aleatórias de campo.
2.1.2.2.5 - Ictiofauna
As amostragens de ictiofauna ocorreram nos corpos hídricos presentes dentro do PEMA.
Cada ponto amostral foi georreferenciado e seu ambiente caracterizado quanto às margens,
profundidade, transparência da água, correnteza, tipo de fundo e condições do tempo
durante a coleta. Para a coleta da ictiofauna foram utilizados os seguintes equipamentos:
redes com diferentes tamanhos de malhas, tarrafas, peneiras e puçás.
As redes de emalhe utilizadas possuem malhas variando entre 1,5 a 6,0cm de abertura,
onde a escolha das dimensões da rede a ser montada era definida após estabelecimento do
local a ser amostrado. As redes foram montadas ao final da tarde e retiradas no início da
manhã, permanecendo na água por cerca de 12 horas.
Nos locais com corredeiras e com impossibilidade de montar redes, foram adotadas as
técnicas de captura por peneiras e puçás, sendo feitas varreduras durante 10 minutos em
cada ambiente (Foto 2.08).
Após as coletas, os peixes que serviram como material testemunho foram anestesiados com
benzocaína e fixados com solução de formalina a 10% para posterior acondicionamento em
sacos plásticos devidamente etiquetados.
A B
C D
E F
G H
I J
K L
M N
O P
Legenda: (A) Metodologia de montagem de rede; (B) Metodologia de montagem de rede; (C) Metodologia de
montagem de rede; (D) Revisão de rede; (E) Metodologia de peneira; (F) Metodologia de peneira; (G)
Metodologia de peneira; (H) Revisão de peneira; (I) Metodologia de puçá; (J) Metodologia de puçá; (K)
Metodologia de puçá; (L) Revisão de puçá; (M) Anotação de dados; (N) Registro fotográfico; (O)
Soltura – Rhamdia quelen; (P) Soltura - Hypostomus cf. faveolus.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
extinção nas esferas estadual, nacional e internacional, além das invasoras e das que sejam
objeto de captura, caça, apanha ou perseguição;
- Listas comentadas de espécies de cada grupo estudado, relacionando as mesmas a cada
ponto avaliado, com fotos ou ilustrações quando possível, apresentando os nomes
científicos e populares, bem como outras informações consideradas pertinentes.
- Avaliação do estado atual da proteção e conservação dos recursos ambientais bióticos de
cada ponto;
- Tipos de pressões que vêm sendo exercidas em cada ponto e a partir do entorno, com
indicação de ações de conservação.
A B
=
C D
E F
G H
I J
Legenda: (A) Enrrique Fontes; (B) Kelly Silva; (C) Otacílio Silva; (D) Hudnal Barbosa; (E)
Secretários da Prefeitura Municipal de Água Limpa; (F) Angela Bispo; (G) Rodrigo
Faria; (H) Victor Silva Negreiros e João Vitor Silva Negreiros; (I) Paula Tambellini e
Maurício Tambellini; (J) Alexsandro Matos. Obs: A sra. Galdina não quis realizar o
registro fotográfico.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
Após a classificação da influência foi avaliado o interesse de cada ator, que da mesma
forma é quantificado por meio de diretrizes numéricas a magnitude. A Tabela 2.05 exibe a
diretriz a ser adotada.
Fonte: TNC (2018), adaptado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
Após a classificação dos atores nestas três variáveis (interesse, influência e disposição a
cooperar), os resultados foram expostos conjuntamente em um gráfico, que possibilita a
visualização do mapeamento dos atores. A Figura 2.04 exibe o exemplo do gráfico que
consolida o mapeamento realizado.
Figura 2.04 - Exemplo do Resultado Final do Mapeamento Hipotético dos Atores Sociais Locais
Fonte: TNC (2018), adaptado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
Endereço
Entradas: UF: Município 737122.98 m E
GO-309 Margem direita do Rio 7984458.55 m S
GO Água Limpa
Paranaíba
ATOS LEGAIS
Instrumento legal Decreto estadual n°6.442/2006
Ementa Cria o Parque Estadual da Mata Atlântica
Instrumento de Publicação Decreto estadual publicado em 12 de abril de 2006
Área da UC 938,3528 ha
Em processo de renovação com a colocação de marcos com
Memorial Descritivo
demarcação já realizada
ASPECTOS FUNDIÁRIOS
Situação fundiária da Unidade Ainda há necessidade de regularização
Consistência dos dados do
Delimitação georreferenciada já executada
limite da UC
Será apontado após a resolução dos conflitos fundiários de alguns
Percentual de área devoluta
proprietários.
Percentual de área titulada Ainda não se tem informações, a analisar.
Percentual de demarcação dos 100% da área apresenta demarcação dos limites, os marcos já
limites estão instalados.
Área da poligonal da
938,35 hectares
UC
GESTÃO E INFRAESTRUTURA DA UC
1 Sede administrativa da UC em bom estado de conservação. O
alojamento acomoda um total de 15 pessoas e apresenta 1 suíte,
2 quartos, 1 banheiro, sala, cozinha e lavanderia, sendo mobiliada
com camas e louças.
Hospedagem
Estacionamento/
atracadouro
Apresenta um atracadouro com acesso cimentado.
ATRATIVOS TURÍSTICOS
Características ATRATIVO 1 ATRATIVO 2 ATRATIVO 3
Lago da UHE de
Nome do Atrativo Trilha da Lontra
Itumbiara
Diversidade
Breve descrição do tipo de Trilhas e Cachoeira da
Lago Florística do Bioma
atrativo Lontra
Mata Atlântica
Recreação em
Educação Ambiental
Tipologia Turismo Ecológico contato com a
e Pesquisa Científica
natureza
Fora da unidade,
porém pode compor
Finalizada em
Status os atrativos à área
17/01/2020
onde a UC está
inserida
Interpretação
Interesses e atividades Ambiental e prática de Educação
Pesquisa científica
associadas esportes em contato Ambiental
com a natureza
Situação da visitação Em estudo.
Acessos abrangem
Estrada de chão Acesso por
tanto percursos em
Acessos (extensão) e tipo acessada pela GO- embarcação, pelo
área asfaltada como
309. Fora da UC. lago.
em estrada de chão.
Forma de acesso Linear Linear
Médio, apresenta de 3
Grau de dificuldade a 5 km com obstáculos
e declividade.
Inexistente na maior
parte. Trilha da lontra
Sinalização de caminho Em construção
sinalizada com tinta
pintada nas árvores.
Infraestrutura Inexistente
Diversidade
Paisagem Diversidade florística
faunística
Impactos associados
existentes ou potenciais, Efeito de Borda
positivos ou negativos
Agendamento obrigatório Sim Sim
Condução Condução Monitorada
Escolar e
Perfil indicado de visitante Todos os públicos Todos os públicos
Pesquisadores
Característica do visitante Local Local Local e regional
Acessibilidade Sim Sim Sim
Exceto finais de Exceto finais de
Melhor período de visitação
semana e feriados semana e feriados
Capacidade de Ainda não apresenta Ainda não apresenta
visitantes/dia estimativa estimativa
Cadastro de visitantes Não Não Não
LINHAS DE PESQUISA
Conservação da Natureza e Uso Público do Parque Estadual da
Mata Atlântica para fins de recreação em contato com a
Temas prioritários
natureza, turismo ecológico, educação ambiental, pesquisa
científica e biologia da conservação de espécies ameaçadas.
Serviços Ambientais, efeito de borda, fragmentação de habitats,
ecologia de estradas e PROMOBio (Programa de Monitoramento
da Biodiversidade nas UCs Goianas).
CEMIG; BIO-AMBIENTAL CONSULTORIA. (2006).
Levantamento da Ictiofauna e caracterização da pesca
comercial na área do reservatório e a jusante da UHE de São
Simão. Relatório Técnico Final.
Inclusão do Parque Estadual da Mata Atlântica na Reserva da
Biosfera da Mata Atlântica – Fase VI/2008.
Temas correlatos VELOSO, D. F. A. (2010). Efeitos sociais e espaciais da
construção de barragens no Rio Araguari – MG: análise do
trecho entre as Usinas Hidrelétricas de Amador Aguiar II e
Itumbiara. Monografia do Bacharelado em Geografia da
Universidade Federal de Uberlândia.
ANDRADE, E. A. de (2012). Avaliação da eficácia da política
de gestão de unidades de conservação do Estado de Goiás.
Mestrado Acadêmico Multidisciplinar em Sociedade, Tecnologia
e Meio Ambiente do Centro Universitário de Anápolis -
Unievangélica.
Fonte: SIEG (2009), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).
Fonte: SIEG (2009), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).
2.2.2.2 - Cavidades
De acordo com a base do CANIE (CECAV, 2019), o PEMA não apresenta registro de
cavidades dentro de seus limites, sendo a cavidade mais próxima encontrada no município
de Tupaciguara, Minas Gerais, denominada de Gruta da Bela Vista, a, aproximadamente, 26
km da UC. Ainda segundo o CECAV (2012), a área da unidade apresenta, de acordo com a
sua litologia, potencial de ocorrência de cavidades de tamanho médio.
2.2.2.3 - Geomorfologia
A UC do PE da Mata Atlântica está inserida no Planalto Dissecado do Sul-Sudeste Goiano e
engloba na sua porção norte a Depressão Periférica da Borda Nordeste da Bacia
Sedimentar do Paraná (IBGE, 2020). A primeira unidade geomorfológica apresenta
dissecação homogênea ou diferencial com alta densidade de drenagem, enquanto a
segunda unidade apresenta dissecação estrutural (Figura 2.08 e Anexo 2.05).
Fonte: IBGE (2020), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).
Fonte: SIEG (2009), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).
2.2.2.4 - Hipsometria
O mapa hipsométrico, obtido do modelo SRTM disponibilizado pela USGS (2020), apresenta
a altimetria da UC. As cotas altimétricas variam entre 500 a 700 m (Figura 2.10 e Anexo
2.07). As maiores cotas encontram-se na região noroeste da unidade ao passo que diminui
na direção sudeste, em direção ao rio Corumbá. Há ainda a presença de dois vales com
cotas entre 600 a 580 m, associados à presença de duas drenagens que cortam a UC na
direção NW e que desembocam no rio Corumbá.
Fonte: USGS (2020), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).
2.2.2.5 - Declividade
A declividade da área de abrangência da unidade foi obtida por meio do modelo SRTM e
classificada segundo a EMBRAPA (1979), com a declividade apresentada em porcentagem
(Figura 2.11 e Anexo 2.08). No geral, a UC apresenta declividades de relevo plano a forte
ondulado, sendo que as áreas mais declivosas se encontram ao sudeste da área, próximo
ao rio Corumbá. As maiores declividades estão associadas às cotas altimétricas de 500 a
560 m.
Fonte: USGS (2020), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).
2.2.2.6 - Pedologia
Quanto à pedologia, a área de abrangência da UC possui solos das classes de Cambissolos
e Argissolos, sendo em maior parte composto por solos da primeira classe (Figura 2.12 e
Anexo 2.09). A seguir é apresenta uma breve discussão das unidades de mapeamento
encontradas na área de estudo.
Fonte: SIEG (2017), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).
2.2.2.6.1 - Cambissolos
Os Cambissolos são solos pouco desenvolvidos, e com horizonte B incipiente (EMBRAPA,
2013). Possuem características variáveis, textura desde média a mais fina, pouco
desenvolvimento pedogenético, pequena profundidade e grande quantidade de minerais
primários (provenientes da rocha). São solos bons para o cultivo agrícola, à exceção de
algumas variações pedregosas. Os Cambissolos possuem coloração viva, grandes teores
de argila e estruturação bem desenvolvida nos horizontes subsuperficiais (IAC, 2020).
Devido à alta proporção de silte e areia fina, estrutura maciça, com grau de desenvolvimento
fraco a moderado, pequena espessura do solum e elevada profundidade do horizonte C, os
processos erosivos são favorecidos nos Cambissolos (DINIZ et al., 2004).
Cambissolo Háplico é uma subordem de solo encontrado geralmente em relevos ondulados
ou montanhosos, que não apresentam horizonte superficial A húmico. Sua fertilidade natural
é variável, apresentam como limitações ao uso sua associação a relevos de declives
acentuados, profundidade reduzida e ocorrência de pedras na massa do solo (AGEITEC,
2020a).
2.2.2.6.2 - Argissolos
Os Argissolos possuem horizonte B textural, com argila de atividade baixa ou alta,
conjugada com baixa saturação por bases ou caráter alítico (refere-se ao teor de alumínio
extraível; EMBRAPA, 2013). Possuem nítida diferenciação entre as camadas ou horizontes,
sendo reconhecidos principalmente pelo aumento, por vezes abrupto, nos teores de argila.
Podem ser arenosos ou argilosos no horizonte mais superficial, e possuem coloração forte
(amarelada, brunada ou avermelhada), grande coesão e maior plasticidade. A fertilidade dos
Argissolos é variável, dependente principalmente de seu material de origem. Sua retenção
de água é maior nos horizontes subsuperficiais, podendo servir ao estoque de água (IAC,
2020).
Os Argissolos tendem a ser mais suscetíveis à erosão, devido a sua relação textural que
implica em diferenças de infiltração dos horizontes superficiais e subsuperficiais. No entanto,
os de texturas mais leves ou textura média e de menor relação textural são mais porosos,
com boa permeabilidade, e menos suscetíveis à erosão (AGEITEC, 2020b).
A classe de Argissolo Vermelho-Amarelo, segundo Embrapa (2013), representa os solos de
cores vermelho-amareladas e amarelo-avermelhadas que não se enquadram nas classes de
Argissolos Vermelhos, Argissolos Amarelos, Argissolos Acinzentados e Argissolos Bruno-
Acinzentados. Os Argissolos Vermelho-Amarelos eutróficos apresentam saturação por
bases ≥ 50% na maior parte dos primeiros 100 cm do horizonte B (inclusive BA).
Os leitos das áreas de drenagem apresentam substratos compostos, em sua maior parte,
por material granular grosseiro tamanho areia a matacão (Foto 2.11). O córrego da Lontra
apresenta afloramentos de rochas que cortam na direção transversal ao eixo de drenagem.
Além disso, o córrego da Lontra apresenta descida declivosa associada com a presença
destas rochas, as quais permitem o acúmulo de água entre as zonas de afloramento
rochoso. Devido a estas características, o córrego ainda apresenta queda d’água na porção
norte da UC (Foto 2.12).
Foto 2.11 - Substrato dos Leitos de Drenagem Composto de Material Granular Grosseiro
2.2.2.7.4 - Aquíferos
Aquífero é uma formação geológica que contém água e permite que quantidades
significativas deste recurso se movimentem no seu interior em condições naturais.
Formações permeáveis, tais como arenitos e areias, são exemplos de aquíferos (CPRM,
2010).
No Brasil existem dez províncias hidrogeológicas, que abrangem diferentes tipos litológicos.
Goiás é o estado com maior número de províncias: Escudo Central, São Francisco, Escudo
Oriental, Paraná, Centro-Oeste e Parnaíba. O estado possui regiões com elevado potencial
hidrogeológico, especialmente em sua porção sudoeste, cujo subsolo é composto de rochas
porosas, fraturadas, com altíssimo potencial hídrico (ALMEIDA et al., 2006).
O PE da Mata Atlântica está localizado no Sistema Aquífero Freático III (F 3), que inclui os
solos com horizonte diagnóstico B textural e B nítico, representado por Argissolos e
Nitossolos. Os valores de condutividade hidráulica vertical, na superfície, variam entre 1,0 ×
10-7 e 2,0 × 10-4 m/s e, em profundidade, entre 4,1 × 10-9 e 9,4 × 10-5 m/s, com valores
médios de 1,4 × 10-5 m/s na superfície, e 2,5 × 10-6 m/s em profundidade. Devido à
diminuição da condutividade hidráulica em profundidade, há uma tendência de
desenvolvimento de fluxo interno, que dificulta a recarga dos sistemas fraturados situados a
maiores profundidades.
Este Sistema Aquífero, em geral, sobrepõe sistemas fraturados representados por rochas
básicas e ultrabásicas e mais raramente carbonatos. O relevo é desde ondulado a forte
ondulado, ou inclui rebordos de chapadas. Quando os solos possuem grandes quantidades
de fragmentos rochosos (rochosidade e/ou pedregosidade), sua condutividade hidráulica
pode ser incrementada, melhorando as características gerais deste sistema aquífero raso
(ALMEIDA et al., 2006).
Fonte: SIEG (2017), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).
2.2.2.8 - Clima
O clima Tropical Sazonal (Aw) é caracterizado pelo mês mais seco com um total de chuva
inferior a 60 mm, e um acumulado anual inferior à faixa de 2500 Pms (Precipitação média do
mês mais seco; KÖPPEN, 1936). Nas imediações, a precipitação pluviométrica média anual
varia entre 1200-1600 mm de chuva, com os meses mais secos no período entre maio e
setembro (cinco meses), e a estação úmida entre janeiro a dezembro (sete meses).
O Serviço Geológico do Brasil disponibiliza uma base de dados com enfoque na prevenção
de desastres, em que é possível identificar zonas suscetíveis, em perigo e em risco no
Brasil. A pesquisa de suscetibilidade foi efetuada levando em conta aspectos de: risco
geológico, suscetibilidade à corrida de massa, suscetibilidade à enxurrada, suscetibilidade à
inundação e suscetibilidade à movimentação de massa (CPRM 2020b). Com base nestes
resultados foi possível reconhecer que Água Limpa e a área abrangida pelo PE da Mata
Atlântica não se encontram em zonas suscetíveis, em perigo ou de risco, apesar de serem
classificadas com Vulnerabilidade Natural Média (MACROZAEE, 2014).
Nota-se que as áreas mais frágeis (Fragilidade Alta) dentro da UC e também na sua
respectiva zona de amortecimento estão associadas com maiores declividades, assim como
áreas ocupadas por pastagens. A classe de Fragilidade Média está associada com áreas
compostas por Cambissolos associados à Geomorfologia do Planalto dissecado. Tais
características reforçam a necessidade de proteção da área quanto às pressões antrópicas,
uma vez que as mesmas tendem a potencializar as fragilidades ambientais das regiões
afetadas.
2.2.2.10 - Mineração
Em Goiás, a atividade de extração mineral é antiga, tendo se iniciado na década de 1720,
em jazidas localizadas na porção central do estado, especialmente na região onde
atualmente localizam-se as cidades de Goiás e Pirenópolis. Esta atividade teve uma
constante expansão até a virada da década de 1750, entrando depois em declínio. A
atividade ressurge expressivamente apenas na segunda metade do século XX, amparada
nas novas tecnologias desenvolvidas (JÚNIOR & LUNAS, 2016).
Fonte: ANM (2020), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).
de forma intencional (56,6%), seguido de queimas para limpeza (22,1%), e com maior
intensidade de focos entre os meses de julho e novembro (SOARES & SANTOS, 2002).
A Figura 2.19 apresenta os números de focos de incêndios florestais em Goiás, entre os
anos de 1998 e 2017, além do número de focos mensais para o mesmo período. Com base
nos dados disponibilizados pelo INPE (2019), o estado de Goiás registrou 115.138
ocorrências de incêndio entre os anos de 1998 e 2017, com maior intensidade nos anos de
2002 (7.928 focos), 2004 (7.531), 2007 (8.203), 2010 (11.104) e 2017 (8.705). O padrão
geral é de um maior volume de incêndios nos meses de agosto (24.429 focos), setembro
(43.951) e outubro (22.184).
Figura 2.19 - Sumário dos Parâmetros de Incêndios Florestais em Goiás - Número de Focos de
Incêndio/Ano no Período entre 1998-2017 e Número de Focos de Incêndio/Mês
para o Mesmo Período
Fonte: INPE (2019), modificado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
praticamente todos os anos, e que 88,2% possuem origem criminosa (FIEDLER et al.,
2006). Mais recentemente, em 2017, esta mesma UC sofreu o maior incêndio de sua
história, sendo atingidos 65 mil hectares, ca. 25% de sua área total (MORIYAMA, 2018).
Paulino (2015) realizou um estudo das ocorrências de incêndios florestais no Parque
Estadual da Serra de Caldas Novas (PESCaN). O autor identificou que, no período de anos
avaliados (1984 a 2014), toda a extensão do parque foi afetada por algum incêndio ao
menos uma vez. Os meses nos quais as áreas afetadas por incêndios foram mais extensas
foram agosto, setembro e outubro, o que é concordante com a base de dados do INPE
(2019).
Um padrão semelhante ao acima apresentado pode ser esperado em outras UC estaduais,
como ao exemplo do PE da Mata Atlântica, que sofre influência do processo de ampliação
de fronteiras agrícolas nos arredores. Somente em Água Limpa foram registrados 45 focos
de incêndio florestal no período entre 2015-2020; destes, 25 focos (55%) foram registrados
somente entre 2019 e 2020 (INPE, 2020), sendo perceptível um aumento significativo de
incêndios florestais no mundo.
Em complemento aos dados da literatura, elaborou-se o mapa de fragilidade a incêndios do
PEMA e sua respectiva zona de amortecimento (Figura 2.20 e Anexo 2.14). A metodologia
foi baseada no estudo de SANTOS JÚNIOR et al. (2016) por meio da utilização de bases
cartográficas em ambiente SIG. O mapeamento foi desenvolvido levando em conta a
influência da vegetação e da declividade para a fragilidade dos terrenos a incêndios, além
de utilizar a base dos focos de incêndios registrados pelo INPE no município de Água Limpa
durante os anos de 2016 e 2018, devido à disponibilidade dos dados.
A fragilidade a incêndios foi classificada em cinco classes, baixa (1), moderada (2), alta (3),
muito alta (4) e extrema (5). Desta forma, a vegetação foi inserida no cálculo da fragilidade
considerando as classes de vegetação, segundo a base do IBGE (2019). As áreas
compostas por água foram classificadas com fragilidade baixa (1), áreas de Floresta
Estacional Decidual Montana e Floresta Estacional Semidecidual Montana com fragilidade
moderada (2), além de áreas ocupadas por pecuária (pastagens) que foram definidas com
fragilidade extrema (5) a incêndios.
No caso do atributo de declividade, a maior fragilidade a incêndios foi associada com a
maior classe de declividade (> 75%). Por fim, nos pontos com os focos de incêndios
registrados pelo INPE foi aplicado um buffer de 200 metros. Em seguida, este atributo foi
reclassificado em duas classes: áreas com focos de incêndio (1) e áreas sem focos de
incêndio (0).
O mapa de fragilidade a incêndios consistiu então na soma dos três atributos, ou seja, a
fragilidade a incêndios foi definida pela soma das bases cartográficas de declividade,
vegetação e focos de incêndio. O atributo que teve uma maior influência na definição de
áreas com maior fragilidade a incêndio foi o atributo de vegetação. Dentro da zona de
amortecimento do PEMA, cerca de 60% da área encontra-se nas classes de muito alta ou
alta fragilidade a incêndios. Contudo, dentro da área do Parque Estadual cerca de 50%
encontra-se em áreas de fragilidade alta ou muito alta (Tabela 2.09).
A B C
A B
B
C
C
Legenda: A - Vegetação de porte herbáceo-arbustivo que ocorre às margens da represa; B - Vegetação de porte
herbáceo-arbustivo que ocorre na orla de acessos; e C - Vegetação de porte herbáceo-arbustivo
alterada, do tipo pastagem.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
Devido à predominância de Cerrado no estado, bem como nos arredores, existem zonas de
ecótono entre a FES e o Cerrado nas imediações do PEMA. Isto pode ser percebido pela
estrutura da paisagem ou de seus aspectos florísticos, já que algumas das espécies
encontradas nas imediações representam elementos típicos desta formação, dentre elas: o
pequi, Caryocar brasiliense (Caryocaraceae), o pau-santo, Kielmeyera coriacea
(Calophyllaceae), a sucupira-do-cerrado, Bowdichia virgiliodes (Fabaceae), dentre outras
espécies. Sabidamente em zonas de ecótono se torna difícil, por ora, estabelecer os limites
entre a Mata Atlântica e o Cerrado, porque esta faixa de transição pode ser bastante tênue
ou se estender por centenas de quilômetros, ser composta por um misto de diferentes
vegetações savânicas, campestres e florestais, e com espécies representativas de ambos
os biomas (OLIVEIRA-FILHO & FONTES, 2000; MUYLAERT et al., 2018).
Muito recentemente, em 20 de setembro de 2019, uma área bastante próxima ao PEMA foi
atingida por um incêndio, porém de impactos à biodiversidade local (Foto 2.15). Apesar de
haver menção de que o incêndio atingiu áreas do Parque (JORNAL O POPULAR, 2019),
esta informação está incorreta, segundo informações da própria Secretária de Estado de
Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado de Goiás (SEMAD, comun.
pess.).
para os biomas Mata Atlântica (MEYER & SCHWIRKOWSKI, 2019) e Cerrado (ISHARA et
al., 2008; RATTER et al., 2013), evidenciando a forte presença de elementos de Cerrado na
vegetação do PEMA, especialmente em virtude da grande quantidade de Fabaceae, com
seus gêneros típicos do Cerrado: Bauhinia, Bowdichia, Copaifera, Hymenaea,
Hymenolobium e Platypodium (MMA, 2011; GOMES et al., 2019).
A maior parte das espécies são de hábito arbóreo e arbustos. Na lista há uma pequena
parcela de palmeiras, cipós e lianas, provavelmente em detrimento da ausência de
levantamentos florísticos nas imediações, sendo disponíveis dados apenas de inventários
fitossociológicos (PEREIRA et al., 2018), em que estão geralmente contemplados
espécimes de porte arbóreo e arbustivo.
Certamente o PEMA possui uma quantidade de espécies muito maior do que a estimada,
especialmente por se tratar do bioma Mata Atlântica, cujos níveis de riqueza e diversidade
biológica já são bastante conhecidos (MITTERMEIER et al., 2004). Também por possuir
zonas de ecótono com o Bioma Cerrado, que também detém grandes taxas de riqueza e
endemismos, representando uma interação entre diferentes elementos de diversidade
biológica, típico de zonas de ecótono (OLIVEIRA-FILHO & FONTES, 2000). Os resultados
do levantamento de campo realizado em outubro de 2020 estão discutidos no próximo item.
Outras espécies representativas foram as trepadeiras e cipós, tais como Davilla nitida,
Serjania sp., que ocupam densamente grandes trechos do PEMA, especialmente nas áreas
mais florestadas, chegando várias vezes a cobrir 100% das árvores e, portanto podem,
representar problemas estruturais na comunidade vegetal. Geralmente, essas espécies,
entre outras de cipós, quando em abundância, podem comprometer os mecanismos de
autoregulação ou homeostase do ecossistema, podendo gerar processos irreversíveis de
degradação estrutural e funcional. Mesmo que as trepadeiras não tenham iniciado o
problema, elas podem contribuir para a aceleração deste processo de degradação, sendo
recomendado seu controle como meio de manejo conservacionista (SILVA, 2018).
No que diz respeito ao sucesso do esforço amostral nos transectos realizados para flora no
PEMA, em outubro de 2020, foram construídas a curva de acumulação de espécies e uma
curva expondo a estimativa de riqueza de Jack-knife 1. A estimativa de riqueza de espécies
a partir do índice de Jack-knife 1 foi de 54,73 espécies para flora do PEMA. No campo de
outubro de 2020 o grupo contemplou 44 espécies registradas com uma diferença de dez
espécies estimada pelo índice e o número de plantas catalogadas (Figura 2.22). Para
acrescentar novas espécies a lista do PEMA, como aconteceu no registro de espécies
novas em comparação aos dados secundários, seriam necessárias novas amostragens nas
áreas do Parque, devido a elevada riqueza de espécies que o local contém.
Os dados gerados durante as amostragens de outubro de 2020 foram considerados
registros diretos e os demais dados catalogados em estudos próximos ao Parque foram
ditos como registros indiretos ou secundários. A partir disso, esses dados foram submetidos
ao Coeficiente de Jaccard, a fim de avaliar as espécies que compartilham os dois registros:
Direto (dados primários, outubro de 2020) e Indiretos (secundários). De acordo com o
dendograma, na análise de Similaridade de Jaccard, os registros diretos e indiretos
apresentam uma similaridade de 8,86%. Esse valor se justifica devido aos baixos níveis de
compartilhamento das espécies entre os tipos de registros, apresentando muitas espécies
exclusivas de cada registro, principalmente dos dados secundários os quais apresentaram
maior esforço amostral e não apenas de uma campanha como do PEMA (Figura 2.23).
Nesta avaliação vale destacar 22 espécies catalogadas nos dados primários, de outubro de
2020, que não foram encontradas nos registros indiretos: Monstera deliciosa; Tridax
procumbens; Vernonanthura polyanthes; Rhipsalis sp.; Davilla nítida; Jacaranda brasiliana;
Luetzelburgia praecox; Mimosa pudica; Senna aculeata; Aspidosperma ramiflorum; Siparuna
guianensis; Smilax quinquenervia; Heteropterys sp.; Eriotheca gracilipes; Pseudobombax
grandiflorum; Sterculia chicha; Combretum laxum; Brachiaria decumbens; Guadua sp.;
Psychotria carthagenensis; Serjania sp.; Citrus limonia. As demais espécies catalogadas no
PEMA (2020) foram comuns aos outros estudos.
Figura 2.22- Curva de Acumulação de Espécies e Estimador Jack-knife 1 para a Flora do PEMA
60
50
40
30
20
10
0
1 2 3 4 5
Curva de Acumulação Jack-knife 1
B. Espécies Raras
Dentre as espécies coletadas, a espécie Aspidosperma polyneuron (peroba-rosa) se
destaca por sua baixa frequência em Goiás e pelo seu status de espécie ameaçada devido
à alta procura de sua madeira. É considerada madeira de lei, entre as espécies do gênero é
a que possui maior valor comercial, e é muito utilizada na construção civil e fabricação de
móveis. Ainda é possível ser observada dentro de unidades de conservação, entretanto o
desmatamento ilegal coloca em risco sua existência (CNCFLORA, 2012c).
C. Espécies Endêmicas
Não foram registradas espécies endêmicas dos biomas da Mata Atlântica e Cerrado.
composição abaixo do dossel. Esse gado foi observado inclusive nas áreas mais internas e
densas do PEMA, mostrando que este impacto é generalizado.
O principal fator de pressão indireta é a grande proliferação, ocupação e densidade de
trepadeiras no PEMA. A profusão destes vegetais é generalizada e pode alcançar 100% de
cobertura em vários trechos. Isso é causado secundariamente pelos incêndios e pela
abertura das áreas seja pelo gado ou queda de grandes árvores remanescentes.
Normalmente, a presença de lianas é natural e desejada como fator de recuperação de
clareiras. Entretanto, no caso do PEMA, sua presença é anormal e compromete
drasticamente tanto o crescimento de indivíduos jovens, quanto a sobrevivência de árvores
adultas, já que foram vistos cipós alcançando alturas de mais de 24 metros.
2.2.3.2 - Fauna
O Brasil está entre os países com maior riqueza de espécies de fauna do planeta, mais que
13% do total de organismos. Isso se deve à sua dimensão e enorme variedade de habitat
terrestres e aquáticos, além de inúmeros biomas (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata
Atlântica, Pampa e Pantanal) e o maior sistema fluvial do mundo (ICMBIO, 2018).
No Brasil são reconhecidas 117.096 espécies de animais, porém, sabe-se que ainda
existem muitas espécies não descritas. São quase 9.000 espécies de vertebrados e cerca
de 94.000 artrópodes, números que ainda serão incrementados. A maior parte dos animais
brasileiros são insetos, cerca de 83.000 espécies, porém, há também uma grande riqueza
de aracnídeos, cerca de 6.200 espécies, e muitos moluscos, aproximadamente 3.100
espécies. Entre os vertebrados, são estimadas 4.545 espécies de peixes, 1.080 de anfíbios,
773 de répteis, 1.919 de aves e 701 mamíferos (ICMBIO, 2018). Apesar das informações
sobre o número de espécies estarem um pouco desatualizadas, em detrimento da descrição
de espécies novas desde a publicação desta fonte (dois anos), ela reflete o panorama geral
de diversidade da fauna brasileira.
Dentre os biomas brasileiros, a Mata Atlântica e o Cerrado são hotspots, áreas com grande
riqueza e taxas de endemismos, prioritárias para a conservação em nível mundial. Na Mata
Atlântica a riqueza de espécies de vertebrados e as taxas de endemismo são bastante
elevadas. Por exemplo, dentre as 263 espécies de mamíferos, 71 espécies são endêmicas
(ca. 27%); dentre as 936 espécies de aves, 148 são endêmicas (ca. 15,8%) e dentre as 306
espécies de répteis, 94 são endêmicas (30,7%). Entre os demais vertebrados, os peixes
também se destacam, possuindo 350 espécies, das quais 133 espécies endêmicas (38%), e
dentre os 68 gêneros que representam suas espécies, 10 são endêmicos (ca. 14,7%). No
Cerrado a riqueza de espécies de vertebrados e taxa de endemismo também é elevada,
porém, inferiores à Mata Atlântica. Dentre as 195 espécies de mamíferos, 14 espécies são
endêmicas (ca. 7%), dentre as 605 espécies de aves, 16 são endêmicas (ca. 2,7%) e dentre
as 225 espécies de répteis, 33 são endêmicas (ca. 14,6%; MITTERMEIER et al., 2004).
Com base nestes resultados, presume-se que a fauna local deva apresentar pujante
riqueza. A seguir são apresentas as listagens que foram compiladas por meio de
2.2.3.2.1 - Herpetofauna
O Brasil abriga a maior riqueza de espécies de anfíbios do mundo, aproximadamente 1.136
espécies (SEGALLA et al., 2019). Já os répteis estão representados por cerca de 795
espécies (COSTA & BÉRNILS, 2018).
A Mata Atlântica é um bioma particularmente rico em espécies de anfíbios e répteis,
principalmente em decorrência da elevada diversidade de hábitats e micro-hábitats, o que
favorece espécies especialistas e, consequentemente, o número de endemismos (HADDAD,
1998).
Com o levantamento da anurofauna com potencial ocorrência nas imediações puderam ser
levantadas 46 espécies distribuídas em apenas uma ordem (Anura) e nove famílias. Apenas
uma das espécies, Allobates goianus (Aromobatidae), está ameaçada de extinção, na
categoria Em Perigo (EN), segundo a Resolução 444/2014 do MMA (2014b). Há maior
riqueza para as famílias Hylidae (19 espécies) e Leptodactylidae (16), que são reconhecidas
como mais representativas para o estado de Goiás (GUIMARÂES, 2006), seguidas de
Microhylidae e Odontohrynidae (três) e Aromobatidae, Brachycephalidae, Bufonidae,
Craugastoridae e Phyllomedusidae (uma). Os gêneros mais representativos são
Leptodactylus (sete espécies), Dendrosophus e Boana (seis), Physalaemus (cinco) e
Pseudopaludicola (quatro).
Para os répteis puderam ser levantadas 51 espécies distribuídas entre três ordens e 17
famílias, nenhuma delas incluídas em listas de ameaçadas. Foi predominante a ordem
Squamata (47 espécies), seguida de Testudines (três) e Crocodylia (duas). As famílias
predominantes foram Dipsadidae (12 espécies), seguida de Teiidae (cinco), Colubridae,
Gymnophtalmidae, Tropiduridae e Viperidae (quatro), Boidae e Dactyloidae (três). Os
gêneros mais representativos são: Bothrops e Tropidurus (três espécies), seguidos de
Ameiva, Micrablepharus, Norops, Oxyrhopus, Philodryas e Salvator (duas).
45
40
35
30
25
20
15
10
5
0
P1 P2 P3 P4
Figura 2.26 - Gráfico do Padrão de Abundância e Riqueza das Famílias Registradas para a
Herpetofauna Durante as Amostragens no PEMA
89
90
80
70 54
60
50
40 29
30
20 7
10 2 6 1
6 6
1
6 2 2 1 1 1 1 1 1 2 1 5 1 4
0
Dipsadidae
Viperidade
Craugastoridae
Odontophrynidae
Boidae
Colubridae
Tropiduridae
Bufonidae
Leptodactylidae
Hylidae
Dactyloidae
Teiidae
Ordem Anura Ordem Squamata
Riqueza Abundância
H. Diversidade Total
A Tabela 2.11 apresenta os valores dos índices de diversidade, equitabilidade e dominância
para a herpetofauna obtidos nas áreas de amostragem do PEMA, outubro de 2020.
O índice de diversidade de Shannon foi maior no ponto (P2) (2,28). A equitabilidade também
foi maior nesse ponto (0,91), isto é, apresentou uma homogeneidade mediana entre as
abundâncias das espécies capturadas nesse ponto. A dominância foi calculada pelo Índice
de Dominância de Berger-Parker e o Ponto 3 (P3) apresentou maior índice (0,80) devido à
espécie Barycholos ternetzi, que apresentaou elevada abundância nesse ponto (N=50). Ao
avaliar o índice de Margalef (2,0<DMg<5,0), conclui-se que a diversidade da herpetofauna
no PEMA é considerada média nos pontos P1 e P2: <3,174 e >2,301.
K. Espécies Raras
Não foram registradas espécies raras no PEMA.
Foto 2.16- Espécies de Anfíbios e Répteis Catalogadas no Parque Estadual da Mata Atlântica,
PEMA, em Outubro de 2020
A B
C D
E F
G H
I J
K L
M N
O P
Q R
S T
U V
X
W
Y Z
Legenda: *Ponto 2: (A) Barycholos ternetzi- Coordenadas: 22k-736041-7986406; (B) Bothrops moojeni-
Coordenadas 22k-736041-7986418; (C) Dendropsophus nanus _ Coordenadas: 22k-736057-7986315;
(D) Leptodactylus fuscus-_Coordenadas: 22k-736074-7986347; (E) Norops brasiliensis_ Coordenadas
22k-735658-7985813; (F) Physalaemus nattereri_Coordenadas 22k-736058-7986383; (G)
Leptodactylus podicipinus_Coordenadas 22k-736062-7986380; (H) Scinax fuscovarius, Coordenadas
22k-736031-7986399; (I) Trachycephalus typhonius_Coordenadas: 22k-736040-7986404; *Ponto 1 (J)
Barycholos ternetzi_Coordenadas: 22k-734399-7983892; (K) Boana albopunctata_Coordenadas: 22k-
734392-7983889: (L) Leptodactylus labyrinthicus_Coordenadas: 22k-734392-7983889; (M) Salvator
merianae- Coordenadas: 22K-734391-7983889; (N) Rhinella diptycha_Coordenadas: 22K-734392-
7983889; (O) Leptodactylus latrans_Coordenadas: 22K-734399-7983892; (P) Pseudopaludicola
mystacalis_Coordenadas: 22k-734399-7983892; *Ponto 3 (Q) Barycholos ternetzi_Coordenadas 22k-
736180-7985165; (R) Proceratophrys goyana_Coordenadas: 22k-736180-7985220; (S) Scinax
fuscovarius_Coordenadas 22K-736161-7985267; (T) Eunectes murinus; (U) Spilotes
pullatus_Coordenadas: 22k-736210-7985150; *Ponto 4: (V) Leptodactylus latrans_Coordenadas: 22k-
734165-7983028; (W) Rhinella cerradensis_Coordenadas: 22k-735141-7984315; (X) Erythrolamprus
poecilogyrus_Coordenadas: 22K-734165-7983028; (Y) Tropidurus torquatus_Coordenadas: 22k-
734167-7983033; (Z) Salvator merianae_Coordenadas: 22k-734143-7983004.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
2.2.3.2.2 - Avifauna
Apesar de a Mata Atlântica ser considerada um hotspot mundial, muitos de seus organismos
estão ameaçados de extinção, devido à sua fragmentação principalmente. O mesmo
acontece com a sua avifauna, a qual é composta por 682 espécies, 199 das quais são
endêmicas, e 144 estão em perigo de desaparecer, principalmente devido à destruição dos
seus habitats (STOTZ et al., 1996). Mesmo diante desse cenário, pouco se conhece sobre a
avifauna remanescente, de modo que primeiro passo para que o processo de extinção e
colonização seja mais bem entendido, é o levantamento de suas espécies (FARIA et al.,
2006).
Com a listagem compilada observa-se uma riqueza pujante para a avifauna nas imediações
do PEMA. Ela está representada por 25 ordens, 62 famílias e 264 espécies; destas, 30
espécies são aquáticas, e apenas uma está ameaçada de extinção, segundo a Portaria
444\2014 do MMA (2014b): Urubitinga coronata (Accipitridae), na categoria Em Perigo (EN).
Como em outros levantamentos para a Mata Atlântica, a ordem predominante é a
Passeriformes, com 132 espécies, seguida de Accipitriformes (15), Apodiformes e
Pelicaniformes (14), Psittaciformes (12), Colubiformes e Piciformes (nove), Caprimulgiformes
e Falconiformes (sete). Entre as famílias predominantes estão Tyrannidae (33 espécies),
seguida de Thraupidae (20), Accipitridae (14), Emberezidae (13), Psittacidae e Trochilidae
(12), e Ardeidae (10). Os gêneros mais representativos foram: Elaenia e Sporophila (cinco
espécies), seguidas de Falco (quatro), Amazilia, Amazona, Aratinga, Ardea, Hydropsalis,
Molothrus, Myiarchus, Synallaxis, Tangara, Thamnophilus, Turdus e Tyrannus (todos com
três espécies).
A. Composição, Riqueza e Abundância Total de Espécies
Durante as amostragens da avifauna nas áreas do PEMA foram registrados 654 espécimes
de 136 espécies de aves de 23 ordens e 45 famílias.
No que diz respeito ao sucesso do esforço amostral dos pontos de coleta no PEMA em
outubro de 2020 foram construídas a curva de acumulação de espécies e uma curva
expondo a estimativa de riqueza de Jack-knife 1 para as aves. A estimativa de riqueza de
espécies a partir do índice de Jack-knife 1 foi de 191,5 espécies de aves. No campo de
outubro de 2020 a avifauna contemplou 136 espécies registradas, com uma diferença de 55
espécies estimada pelo índice e o número de aves catalogado (Figura 2.27). Para confirmar
estes dados seriam necessárias outras campanhas com sazonalidades distintas. Assim,
seria possível verificar se os dados também contemplam as espécies registradas nos dados
secundários que não foram encontradas nesse campo de outubro de 2020.
250
200
150
100
50
0
P1 P2 P3 P4
registrada no PEMA (2014, 2015). A partir disso, esses dados foram submetidos ao
Coeficiente de Jaccard.
De acordo com o dendograma, na análise de Similaridade de Jaccard, os registros diretos e
indiretos apresentam uma similaridade de 51,38% para a avifauna (Figura 2.28). Esse valor
se justifica devido aos baixos níveis de compartilhamento das espécies entre os tipos de
registros, apresentando muitas espécies exclusivas de cada registro, seja direto ou indireto,
principalmente dos dados secundários os quais apresentaram maior esforço amostral e não
apenas de uma campanha como do PEMA. Nesta avaliação vale destacar seis espécies
catalogadas nos dados primários, de outubro de 2020, que não foram encontradas nos
registros indiretos: Leptodon cayanensis; Pulsatrix perspicillata; Calliphlox amethystina;
Phaethornis ruber; Corythopis delalandi; Tolmomyias flaviventris. As demais espécies
catalogadas no PEMA (2020) foram comuns aos outros estudos.
Figura 2.29 - Gráfico dos Diferentes Graus de Sensibilidade (Alta, Média e Baixa) Registrados
para a Avifauna Durante as Amostragens no Parque Estadual da Mata Atlântica
469
500
450
400
350
300
250
157
200
150 89
100 28 40
7
50
0
Alta Baixa Média
Riqueza Abundância
B. Diversidade Total
A Tabela 2.12 a seguir apresenta os valores dos índices de diversidade, equitabilidade e
dominância para a avifauna obtidos nas áreas de amostragem do PEMA, outubro de 2020.
O índice de diversidade de Shannon foi maior no ponto (P1) (3,824). Esse resultado já era
esperado, uma vez que nesse ponto houve maior riqueza de aves catalogadas: 75 espécies.
A equitabilidade foi maior no ponto P3 (0,94) isto é, apresentou uma homogeneidade
mediana entre as abundâncias das espécies capturadas nesse ponto. A dominância foi
calculada pelo o Índice de Dominância de Berger-Parker e o Ponto 4 (P4) apresentou maior
índice (0,1557) devido à espécie Volatinia jacarina que apresentaou elevada abundância
nesse ponto (N=38). Ao avaliar o índice de Margalef (2,0<DMg<5,0) conclui-se que a
diversidade da avifauna no PEMA é considerada alta em todos os pontos: <13,6 e >8,711.
na Categoria Vulnerável pela IUCN (2020) pela lista nacional MMA (2014) e internacional
(IUCN, 2020). Outras espécies foram classificadas como ameaçadas, mas tiveram apenas
registros por dados secundários: Amazona aestiva e Charitospiza eucosma.
Com a continuidade de novas campanhas nas áreas do PEMA será possível abordar
estratégias de conservação destas espécies no Parque.
H. Espécies de Interesse Científico e Conservacionista
As espécies de interesse conservacionista são aquelas consideradas ameaçadas de
extinção como descrito no item anterior. Ademais, espécies de alta sensibilidade podem ser
registradas também como de interesse conservacionista.
I. Espécies de Interesse Econômico e Cultural
As espécies cinegéticas identificadas pertencem às famílias Tinamidae (inhambus, jaó,
perdiz, codornas), Anatidae (patos, marrecas, irerês), Cracidae (jacus) e Columbidae
(rolinhas, pombas, juritis, pariri). Aves de rapina podem eventualmente serem caçadas.
Nessa categoria destacam-se as espécies da família Accipitridae.
Os xerimbabos pertencem às famílias Psittacidae (arara-canidé, maracanãs, periquitos,
maitacas, papagaio), Ramphastidae (tucanos, araçari), Corvidae (gralhas), Turdidae (Turdus
spp - sábias), Icteridae (guaxé, encontro, graúna), Thraupidae, Cardinalidae e Fringillidae
(pintassilgo).
J. Espécies Exóticas e Potencialmente Danosas
Foram registradas duas espécies introduzidas registradas por dados secundários: Columba
livia (pombo-doméstico) e Passer domesticus (pardal), além de uma espécie invasora, a
garça-vaqueira (Bubulcus ibis), também de registro secundário.
Não foram registradas para a área do PEMA espécies da Avifauna potencialmente danosas.
K. Áreas Naturais de Destacada Relevância para A Fauna
As áreas inseridas no PEMA são de importantes para a manutenção da fauna, como citado
também para herpetofauna. De acordo com o levantamento de outubro de 2020 o Ponto 01
é bastante antrópico com presença de gado e espécies da avifauna características desse
tipo de ambiente. Os demais pontos, principalmente o P3, encontra-se em bom estado de
conservação e vale ressaltar que medidas de conservação devem ser mantidas, a fim de
manutenção da avifauna.
L. Pressões Verificadas Sobre a Fauna
Assim como para herpetofauna, foram verificadas dentro do PEMA e nas adjacências áreas
desmatadas, presença de gado e em alguns locais há início de processos erosivos,
principalmente as margens do córrego que atravessa a mata do Parque.
A fragmentação da vegetação também é um ponto que prejudica a fauna local, pois ao redor
do Parque existem várias áreas de pastagem, e os fragmentos existentes não possuem
interligação.
M. Recomendações de Manejo
Algumas recomendações que devem ser consideradas no planejamento o PEMA: Cercar a
área do Parque para evitar a entrada do gado e consequente pisoteio; Interligar as áreas
remanescentes criando assim um corredor ecológico que seria de suma importância para
manutenção da fauna; Manutenção das áreas do Parque, principalmente, porque houve o
registro de espécies da avifauna ameaçadas de extinção; Incentivar a recuperação de áreas
degradadas a montante e jusante do Parque. Essas recomendações foram discutidas no
Programa de Manejo e Conhecimento.
N. Relatório Fotográfico
Seguem os registros fotográficos realizados em campo das espécies encontradas no PEMA
(Foto 2.17).
Foto 2.17 - Espécies de Aves Amostradas no Parque Estadual da Mata Atlântica, PEMA, em
Outubro de 2020
A B
C D
E F
G H
I J
K L
M N
O P
Q R
Legenda: Ponto 1(Captura): (A) Amazilia fimbriata; (B) Cnemotriccus fuscatus; (C) Eucometis penicillata; (D)
Leptopogon amaurocephalus; (E) Leptotila verreauxi; (F) e (G) Pipra fasciicauda; P1 - Transecto
(Coordenadas 22K 734428-7983879); (H) Myiarchus swainsoni; (I) Myiodynastes maculatus; (J)
Nyctibius griseus; (K) Sicalis flaveola; (L) Tangara cayana; Ponto 2 (Captura): (M) Nonnula rubecula;
Ponto 3 (Captura): (N) Taraba major; (O) Turdus leucomelas; Ponto 4 (Captura): (P) Icterus
pyrrhopterus; (Q) Leptopogon amaurocephalus; (R) Poecilotriccus latirostris.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
2.2.3.2.3 - Mastofauna
Em todo o mundo, estima-se haver aproximadamente 5.000 espécies de mamíferos, com
uma riqueza marcantemente superior de roedores (40% do total) e morcegos (20%). O
Brasil abriga a maior diversidade de mamíferos do mundo, com mais de 530 espécies;
destas, 66 estão ameaçadas de extinção (ICMBIO, 2010).
Os impactos causados na Mata Atlântica, devido às drásticas mudanças geradas pelos
impactos humanos nos últimos 150 anos, causaram a fragmentação dos ambientes e
severas reduções no tamanho das populações de animais. Estes efeitos tiveram
consequências sobre a comunidade de mamíferos, em especial para as espécies de maior
porte. Das 250 espécies de mamíferos da Mata Atlântica, 55 são endêmicas e 38 estão
ameaçadas de extinção (ICMBIO, 2010).
No PEMA existem dois levantamentos de mastofauna (ROCHA et al., 2015; TAMBELLINI et
al., 2019), ambos com foco em mamíferos terrestres. O levantamento realizado por
TAMBELLINI et al., (2019), cuja metodologia se baseou em armadilhas fotográficas, possui
um esforço amostral grande, superior a 6.000 horas, realizado entre os anos de 2014 a
2017. Neste mesmo trabalho, durante o período de 2014 puderam ser registrados 102
espécimes de mamíferos pertencentes a 18 espécies; em 2015 foram registrados 270
espécimes de 16 espécies; em 2016 foram registrados 29 espécimes de nove espécies; e
em 2017 foram registrados 143 espécimes pertencentes a 11 espécies.
Com a listagem que foi compilada, observa-se uma riqueza pujante para a mastofauna nas
imediações do PEMA. Ela está representada por 11 Ordens, 24 famílias e 73 espécies;
destas, oito espécies estão ameaçadas de extinção segundo a Portaria 444/2014 do MMA
(2014b). Sete delas se encontram na categoria Vulnerável (VU): Chrysocyon brachyurus e
Lycalopex vetulus (Canidae), Puma concolor e Puma yagouaroundi (Felidae), Priodontes
maximus (Dasypodidae), Myrmecophaga tridactyla (Myrmecophagidae) e Tapirus terrestres
(Tapiriidae).
Como em outros levantamentos para a Mata Atlântica, a ordem predominante é Chiroptera
(SILVA, 2015), com 22 espécies, seguida de Rodentia (16), Carnivora (13), Didelphimorphia
(sete), Cingulata e Primates (quatro), Artiodactyla (três), Pilosa (duas), Lagomorpha e
Perissodactyla (uma cada). As famílias mais representativas foram Phyllostomidae com 17
espécies, seguida de Cricetidae (nove), Didelphidae (sete), Dasypodidae e Felidae (quatro),
Canidae, Cebidae e Mustelidae (três espécies cada). Os gêneros mais representativos
foram Artibeus e Molossus da Ordem Chiroptera (três espécies cada); os demais estão
representados por menos de três espécies. O Anexo 2.20 apresenta a lista de registros
secundários e ocasionais de mamíferos de médio e grande porte.
outubro de 2020, que não foram encontradas nos registros indiretos: Nectomys squamipes e
Oecomys sp. As demais espécies catalogadas no PEMA (2020) foram comuns aos outros
estudos.
9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
P1 P2 P3 P4
Figura 2.32 - Gráfico do Padrão de Abundância e Riqueza das Famílias Registradas para os
Pequenos Mamíferos Não-Voadores Durante as Amostragens no PEMA
6
5
5
4
3
3
2 2
2
0
Cricetidae Didelphidae
Rodentia Didelphimorphia
Riqueza Abundância
B. Diversidade Total
A Tabela 2.13 a seguir apresenta os valores dos índices de diversidade, equitabilidade e
dominância para os pequenos mamíferos não-voadores obtidos nas áreas de amostragem
do PEMA, outubro de 2020.
O índice de diversidade de Shannon foi maior no ponto (P4) (1,04), assim como
Equitabilidade (0,94). Nos demais pontos (P1 e P2) não teve como fazer as análises devido
à presença de uma única espécie em cada ponto. A dominância foi calculada pelo Índice de
Dominância de Berger-Parker e o Ponto 4 (P4) também apresentou maior índice (0,5)
devido à espécie Rhipidomys macrurus que apresentou maior abundância nesse ponto
(N=2) se comparados aos demais. Ao avaliar o índice de Margalef (2,0<DMg<5,0) conclui-se
que a diversidade para esse grupo no PEMA é considerada baixa: <1,443. O Ponto 3 não
teve coleta para esse grupo, por isso não entrou nas análises.
A B
C D
E F
G H
Legenda: Ponto1 (A) Nectomys squamipes – Coordenadas 22K 734404_7983897 ; (B) Nectomys squamipes –
Coordenadas 22K 734404_7983897; Ponto 4 (C) Gracilinanus agilis – Coordenadas: 22K
735368_7983520; (D) Gracilinanus agilis – Coordenadas: 22K 735368_7983520; (E) Oecomys sp. –
Coordenadas 22K 735335_7983559; (F) Oecomys sp. – Coordenadas 22K 735335_7983559 ; (G)
Rhipidomys macrurus– Coordenadas 22K 735345_7983534; (H) Rhipidomys macrurus – Coordenadas
22K 735345_7983534.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
P1 P2 P3 P4
Na campanha de outubro de 2020 a espécie mais abundante nos pontos amostrais foi
Platyrrhinus lineatus, sendo P3 o mais diverso (Figura 2.35). Essa espécie também foi
registrada nos estudos de dados secundários. Já Chiroderma doriae e Dermanura cinerea
tiveram um espécime cada, registrados no P1 e P3, respectivamente e, portanto, foram
menos representativos. Os pontos 2 e 4 (P2 e P4) não tiveram espécies capturadas, por
isso não entraram nessa análise.
Figura 2.35 - Gráfico do Padrão de Abundância das Famílias Registradas para os Pequenos
Mamíferos Voadores Durante as Amostragens no PEMA
3
3
2,5
2 2 2
2
1,5
1 1 1 1
1
0,5
0 0 0 0
0
Carollia Chiroderma Dermanura Glossophaga Platyrrhinus Platyrrhinus
perspicillata doriae cinerea soricina incarum lineatus
P1 P3
B. Diversidade Total
A Tabela 2.14 a seguir apresenta os valores dos índices de diversidade, equitabilidade e
dominância para os pequenos mamíferos voadores obtidos nas áreas de amostragem do
PEMA, outubro de 2020.
O índice de diversidade de Shannon foi similar, pois a riqueza dos pontos é a mesma. Os
Pontos 2 e 04 tiveram captura para esse grupo, por isso não entraram nas análises. A
Equitabilidade foi maior no ponto 01 (P1). A dominância foi calculada pelo do Índice de
Dominância de Berger-Parker e o Ponto 3 (P3) apresentou maior índice (0,42) devido à
espécie Platyrrhinus lineatus que apresentou maior abundância nesse ponto (N=3) se
comparados aos demais. Ao avaliar o índice de Margalef (2,0<DMg<5,0) conclui-se que a
diversidade para esse grupo no PEMA é considerada baixa: <1,674. Os Pontos 2 e 04
tiveram captura para esse grupo, por isso não entraram nas análises.
fazer uma conclusão dessas espécies nas áreas como também aquelas que foram
registradas por estudos próximos, dados secundários.
D. Espécies Indicadoras de Qualidade Ambiental
Os quirópteros são considerados ótimos indicadores de qualidade ambiental (SILVA et al,
1996; SIGRIST, 2012; NOGUEIRA et al., 2014) apontam a importância do monitoramento e
controle dos morcegos, como bioindicadores da biodiversidade, além da vigilância
epidemiológica para a saúde pública. Nesse sentido, destaca-se que as espécies
catalogadas no PEMA são indicadoras de Qualidade Ambiental, uma vez que, que ao
acompanhar o registro dessas espécies de morcegos podem ser identificados impactos
ambientais das áreas de estudos.
E. Espécies Raras
Não foram registradas espécies raras de morcegos nas áreas do PEMA, durante a
campanha.
F. Espécies Endêmicas e Migratórias
As taxas de endemismo para morcegos são geralmente baixas, quando comparadas com
outros mamíferos (REIS et al., 2011). Algumas espécies registradas no PEMA são
consideradas endêmicas da América do Sul (REIS et al., 2011): Chiroderma doriae e
Platyrrhinus lineatus. Todavia, não foram encontradas espécies endêmicas do Bioma
Cerrado nem tão pouco da Mata Atlântica.
G. Espécies Ameaçadas de Extinção
As florestas são habitats muito importantes para os morcegos, o desmatamento pode
favorecer espécies que se alimentam em ambientes mais abertos e diminuição daqueles
que preferem lugares mais fechados, podendo causar a diminuição da população de
algumas espécies e até extinção (SIGRIST, 2012; NOGUEIRA et al., 2014).
Nas áreas do PEMA não foram encontradas espécies de morcegos ameaçadas de extinção.
H. Espécies de Interesse Científico e Conservacionista
Todas as espécies registradas no PEMA podem ser consideradas de Interesse Científico e
Conservacionista, uma vez que, os morcegos desempenham um papel fundamental para a
saúde dos ecossistemas terrestres. Esses mamíferos voadores são importantes
polinizadores, além de predadores de um vasto número de pragas agrícolas e também
algumas espécies são consideradas vetores de doenças (PEDROSA et al., 2015).
I. Espécies de Interesse Econômico e Cultural
Desmodus rotundus é uma espécie hematófaga que tem interesse econômico devido à
transmissão da raiva. Todavia, nas áreas do PEMA não foi registrada a espécie por dado
primário e sim, por dados secundários. No entanto é importante ressaltar que esses
morcegos não são os únicos capazes de transmitir a raiva. Outras espécies de morcegos
que estiverem contaminadas com o vírus podem ser vetores da doença e transmiti-la a
outros animais, inclusive ao homem, pela mordida, mas estes casos são pouco relatados. O
ataque de morcegos-vampiros a humanos é raro, podendo ocorrer em regiões de escassez
de outras formas de alimento (TEIXEIRA, 2007; REIS et al., 2011; AGUIAR & MAURO,
2012).
J. Espécies Exóticas e Potencialmente Danosas
Não foi registrada nenhuma espécie exótica nas áreas do PEMA. A espécie hematófaga
Desmodus rotundus, pode ser considerada danosa, pois causa prejuízos à pecuária, devido
o contágio do vírus da raiva em criações bovinas (TEIXEIRA, 2007).
A B
C D
E F
G H
I j
K L
Legenda: Ponto 1: (A) Chiroderma doriae – Coordenadas 22 K 734417 7983875; (B) Chiroderma doriae –
Coordenadas 22 K 734417 7983875; (C) Platyrrhinus lineatus– Coordenadas 22 K 734417 7983875;
(D) Platyrrhinus lineatus – Coordenadas 22K 734417 7983875; (E) Carollia perspicillata– Coordenadas
22K 734417 7983875; (F) Carollia perspicillata – Coordenadas 22K734417 7983875; (G) Glossophaga
soricina– Coordenadas 22K 734417 7983875; (H) Glossophaga soricina - Coordenadas 22K 734417
7983875 ; Ponto 3 (I) Glossophaga soricina – Coordenadas 22K 735619 7985881; (J) Platyrrhinus
lineatus _ Coordenadas 22k 735619 7985881; (K) Dermanura cinerea _ Coordenadas 22k 735619
7985881; (L) Platyrrhinus incarum _ Coordenadas 22K 735619 7985881.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
Todas as famílias registradas para esse grupo (Canidae, Caviidae, Cebidae, Cuniculidae,
Dasypodidae, Dasyproctidae, Felidae, Mustelidae, Myrmecophagidae, Taperidae e
Tayassuidae) tiveram uma espécie registrada. Dentre essas, Sapajus libidinosus e Pecari
tajacu foram as mais abundantes, sendo registrados por avistamento e vestígios indiretos
(fezes). Cinco espécies tiveram abundância igual a 1: Cerdocyon thous, Cuniculus paca,
Dasyprocta azarae, Priodontes maximus e Puma concolor (Figura 2.38).
Figura 2.38 - Gráfico do Padrão de Abundância das Famílias Registradas para os Mamíferos de
Médio e Grande Porte Durante as Amostragens no PEMA
25 22
20
15
10 6
5 3 2 3
1 1 1 1 1 1
0
B. Diversidade Total
A Tabela 2.15 a seguir apresenta os valores dos índices de diversidade, equitabilidade e
dominância para mamíferos de médio e grande porte obtidos nas áreas de amostragem do
PEMA, outubro de 2020.
O índice de diversidade de Shannon foi de 1,673 com Equitabilidade J=0,69. Ao avaliar o
índice de Margalef (2,0<DMg<5,0) conclui-se que a diversidade para a esse grupo é
considerada média: <2,675. Esses dados corroboram os registros de dados secundários, os
quais mostraram também diversidade média de mamíferos de médio e grande porte
(FURNAS, 2012; ROCHA; SOARES; PEREIRA, 2015; PENA et al., 2011).
Foto 2.20 - Espécies de Mamíferos de Médio e Grande Porte Amostradas por Observações
Aleatórias Durante Amostragem no PEMA em Outubro de 2020
A B
C D
E F
G H
I J
K L
Legenda: (A) Registros Ocasionais Médios e grandes - Cerdocyon thous - Coordenados: 22K 734186 7981947. (B) Registros
Ocasionais Médios e grandes – Cuniculus paca - Coordenadas: 22K 734115 7981960. (C) Registros Ocasionais Médios e
grandes - Hydrochoerus hydrochaeris 22K 734204 7982465. (D) Registros Ocasionais Médios e grandes - Fezes
Hydrochoerus hydrochaeris - Coordenadas: 22K 734115 7981960. (E) Registros Ocasionais Médios e grandes - Pecari
tajacu - Coordenadas: 22K 734186 7981947. (F) Registros Ocasionais Médios e grandes - Fezes Pecari tajacu -
Coordenadas: 22K 735863 7985554. (G) Registros Ocasionais Médios e grandes – Pecari tajacu - Coordenadas: 22K
735863 7985554. (H) Registros Ocasionais Médios e grandes - Fezes Myrmecophaga tridactyla - Coordenadas: 22K
734401 7983934. (I) Registros Ocasionais Médios e grandes – Puma concolor - Coordenadas: 22K 734266 7981953. (J)
Registros Ocasionais Médios e grandes – Puma concolor - Coordenadas: 22K 734266 7981953. (K) Registros Ocasionais
Médios e grandes – Sapajus libidinosus - Coordenadas: 22K 734152 798307. (L) Registros Ocasionais Médios e grandes –
Toca inativa de Priodontes maximus - Coordenadas: 22K 736181 7983942.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
2.2.3.2.5 - Entomofauna
Os insetos desempenham papel crucial no equilíbrio dos ecossistemas, pois estão
envolvidos na decomposição de matéria orgânica, ciclagem de nutrientes, fluxo de energia,
polinização, dispersão de sementes e atuam na regulação de populações de plantas, de
animais e de outros organismos (LOPES, 2008).
O número de espécies de insetos de um determinado local é o resultado de um equilíbrio
que envolve muitos fatores, entre eles as limitações ecológicas de natureza física, química e
biológica, sendo a vegetação determinante para sua biodiversidade. Reconhecer a
entomofauna de determinados locais é uma tarefa importante para que haja um constante
acompanhamento dos impactos da ação antrópica, pois a riqueza de espécies de insetos
diminui com o aumento do nível de antropização do ambiente (THOMANZINI &
THOMANZINI, 2002).
Nas florestas tropicais, a grande maioria das espécies de insetos é muito susceptível a
processos de extinção, uma vez que ocorre em densidades populacionais muito baixas e
participa de interações ecológicas às vezes muito estreitas e complexas com outras
espécies (AZEVEDO et al., 2011).
Com a listagem que se pôde compilar observa-se uma riqueza muito pequena para a
entomofauna nas imediações do PEMA (Anexo 2.23), muito provavelmente em decorrência
da ausência de informações disponíveis. Ela está representada por 6 Ordens, 15 famílias e
32 espécies, e nenhuma das espécies está ameaçada de extinção. A Ordem predominante
é Diptera, com 15 espécies, seguida de Coleoptera e Hymenoptera (cinco), Lepidoptera
(quatro), Orthoptera (duas) e Dermaptera (uma). As famílias com maior riqueza foram
Culicidae, com 14 espécies, seguida de Formicidae (cinco), e as demais treze famíias estão
representadas por uma espécie cada. Os gêneros com maior riqueza são Aedes, Anofeles e
Culex, com três espécies cada. Os demais gêneros estão representados por apenas uma
espécie e muitos deles estão indeterminados, dada a dificuldade de identificação para o
grupo.
Os insetos da família Culicidae apresentam indivíduos de médio porte, noturnos e
crepusculares. Esses mosquitos podem invadir as casas nas épocas de elevada densidade
populacional. São considerados oportunistas; podendo picar as mais variadas vítimas, de
dia ou à noite (CONSOLI & OLIVEIRA, 1994; FORATTINI, 2002). São vetores potenciais e
representam problemas para os moradores das áreas próximas aos seus criadouros, pois
são geralmente numerosos (CONSOLI & OLIVEIRA, 1994). Os principais culicídeos de
importância médica são os mosquitos dos gêneros: Anopheles, Aedes, Haemagogus, Culex,
Coquillettidia e Sabethes catalogados nos dados secundários e responsáveis pela
transmissão de Malária, Dengue, Febre Amarela, arboviroses e encefalites. Todavia, vale
ressaltar que algumas espécies desses gêneros, vetores secundários de arboviroses, por
exemplo, tem baixa taxa de infecção (POSSAS et al., 2018).
Aedes albopictus, é uma espécie exótica, originado do Sudeste da Ásia, onde é vetor
primário do vírus da dengue, enquanto Aedes aegypti é uma espécie exótica oriunda do
Egito, na África, disseminado por meio de navios que traficavam escravos. Atualmente este
último encontra-se distribuído por quase todo o mundo, principalmente regiões tropicais do
planeta desde o século XVI, transmitindo doenças como a Dengue, Zika e Chikungunya
(FIOCRUZ, 2016). A espécie A. albopictus de importância epidemiológica são de provável
ocorrência para as áreas do PEMA.
A família Psychodidae, também registrada, foi representada por Lutzomyia sp. Nessa família
estão presentes os insetos conhecidos por flebotomíneos que são vetores naturais de
alguns agentes etiológicos de doenças humanas e de animais. As principais doenças
transmitidas pelos flebotomíneos ao homem são as leishmanioses, doenças com diversas
manifestações clínicas, causadas por protozoários flagelados do gênero Leishmania
(ROCHA, 2018).
3.106
2 - Diagnóstico Socioambiental
2.2.3.2.6 - Ictiofauna
A Mata Atlântica é a segunda floresta mais expressiva da América do Sul. Dentre as
principais ameaças à Mata Atlântica, destaca-se a degradação de rios e córregos causada
pela perda de vegetação ripária, além da poluição química e orgânica, represamentos e
introdução de espécies exóticas de animais (GOMIERO & BRAGA, 2006).
A América do Sul possui grande riqueza de espécies de peixes, com valores que variam
bastante, desde 5.000 a 8.000 espécies, o que pode representar 25% da diversidade
ictiofaunística mundial. Somente no Brasil ocorrem 2.587 espécies, composta principalmente
por espécies de pequeno porte (menor que 15 centímetros), e muitas delas vivem em
riachos associados à Mata Atlântica (CASTRO, 1999; MIRANDA, 2012). Estes ambientes
são de grande importância ao contexto da ictiofauna dulcícola sul-americana, em
decorrência do elevado grau de endemismo e abrigando ainda muitas espécies não
descritas (ABILHOA et al., 2011).
A. Composição, Riqueza e Abundância Total de Espécies
Durante as amostragens do Parque Estadual da Mata Atlântica foram registrados 86
espécimes de oito espécies de peixes por registros padronizados, conforme capítulo de
Metodologia (Anexo 2.24). As espécies foram catalogadas em três Ordens (Siluriformes,
Characiformes e Perciformes), sendo a Siluriformes mais representativa tanto em riqueza
como em abundância.
No que diz respeito ao sucesso do esforço amostral dos pontos de coleta no PEMA em
outubro de 2020 foram construídas a curva de acumulação de espécies e uma curva
expondo a estimativa de riqueza de Jack-knife 1. A estimativa de riqueza de espécies a
partir do índice de Jack-knife 1 foi de 11 espécies de peixes. No campo de outubro de 2020
esse grupo contemplou oito espécies registradas com uma diferença de três espécies
estimada pelo índice e o número de peixes catalogados (Figura 2.39). Para confirmar estes
dados seriam necessárias outras campanhas com sazonalidades distintas. Assim, seria
possível verificar se os dados também contemplam as espécies registradas nos dados
secundários que não foram registrados nesse campo de outubro de 2020.
Figura 2.41 - Gráfico do Padrão de Abundância das Espécies Registradas para a Ictiofauna
Durante as Amostragens no PEMA
B. Diversidade Total
A Tabela 2.16 a seguir apresenta os valores dos índices de diversidade, equitabilidade e
dominância para os peixes obtidos nas áreas de amostragem do PEMA, outubro de 2020.
O índice de diversidade de Shannon foi similar nos pontos P1 e P2, pois a riqueza desses
pontos foi semelhante. Os Pontos 03 e 04 tiveram apenas uma espécie capturada por isso
não tiveram algumas análises. A Equitabilidade foi maior no ponto 02 (0,99). A dominância
foi calculada pelo Índice de Dominância de Berger-Parker e os pontos 03 e 04, por terem
uma única espécie registraram 1 para esse índice. Ao avaliar o índice de Margalef
(2,0<DMg<5,0) conclui-se que a diversidade para esse grupo no PEMA é considerada baixa:
<1,418.
Foto 2.21 - Espécies de Peixes Amostradas por Observações Aleatórias Durante Amostragem
no PEMA em Outubro de 2020
A B
C D
E F
G H
I J
K L
Legenda: Ponto 1 (A) Hypostomus cf. faveolus; (B)Hypostomus sp2; (C) Hypostomus sp3; (D) Rhamdia quelen;
Ponto 2 (E) Rhamdia quelen; (F) Aequidens teramerus; (G) e (H) Aspidoras pauciradiatus; (I) Hypostomus cf.
faveolus; (J) Hypostomus sp2; (K) Hypostomus sp3; (L) Rhamdia quelen.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).
Segundo os comunitários de Água Limpa, as únicas festas citadas como tradicionais que
ocorrem anualmente são as festas da igreja católica local, a festa do Divino Pai Eterno que
ocorre no mês de maio e a festa de arrecadação de fundos para o Hospital do Câncer de
Barretos, que ocorre no mês de novembro. Foi relatado que estas comemorações reúnem
apenas os habitantes do próprio município, sem relação dos municípios vizinhos.
Além disso, os comunitários também informaram que em anos anteriores ocorreram festas
de peão, do folclore, festa junina, entretanto nenhuma delas entrou para o calendário de
festas do município.
Em relação à presença de comunidades tradicionais na microrregião Meia Ponte, a
Fundação Palmares (2020) - responsável pela emissão de certidão às comunidades
quilombolas e pela preservação de seus valores culturais, históricos, sociais e econômicos -
respaldada pelo § 4º do art. 3º do Decreto nº 4.887, de 20 de Novembro de 2003, reconhece
as comunidades remanescentes de quilombos (CRQ) certificadas da região, dentre elas,
cita-se “Raízes do Congo - Itumbiara”; “Ana Laura - Piracanjuba”; “Boa Nova - Professor
Jamil”; “Nossa Senhora Aparecida - Cromínia” e “Córrego do Inhambú - Cachoeira
Dourada”.
Segundo Jean Santos (2017), há a presença de comunidades oleiras nos municípios de Rio
Quente, Marzagão, Corumbaíba e Caldas novas, todos em proximidade com o município de
Água Limpa. A arte oleira é considerada um símbolo que mantem viva a tradição popular da
utilização do barro na constituição da identidade cultural da população, garantindo assim a
conservação das histórias de vida dos artesãos, suas memórias e saberes. O
reconhecimento desse patrimônio cultural artesanal é importante, pois favorece também a
construção da paisagem cultural e turística da região.
Dentre os imóveis avaliados no ano de 2020, 81% deles são de até 180 ha, totalizando uma
área de 9.954 ha. Avaliando a Figura 2.42 fica evidente a concentração de terras que existe
na região, onde apenas 5% dos imóveis correspondem a 40% da área cadastrada. Na outra
ponta vemos que 81% da quantidade de imóveis correspondem a apenas 27% da área. A
discrepância mostrada realça a noção da presença de latifúndios, tal qual como no estado
de Goiás e no Brasil, que são caracterizados de tal forma (BORBA, 2018). Na Figura 2.43
estão presentes os imóveis cadastrados no CAR nas imediações do PEMA.
Figura 2.42 - Comparação entre o Percentual de Imóveis e o Percentual de Área para cada
categoria, em 2020
100%
70%
60%
50%
40%
40%
33%
30% 27%
20% 14%
10% 5%
0%
Até 180 ha de 180 a 675 ha mais de 675 ha
A presença de latifúndios na região pode estar interligada com uma ação expressiva do
agronegócio, por meio da agricultura e da pecuária. Essa distribuição de terras pode
evidenciar uma propensão econômica para tais atividades, que podem ser confirmadas pelo
Valor Adicionado Bruto (VAB) de cada setor econômico.
Por outro lado, a presença de latifúndios produtivos também pode causar um impacto
ambiental, pela exploração contínua com uma única cultura (no caso da agricultura) ou pelo
desmatamento de extensas áreas para pastagens (no caso da pecuária). De qualquer
forma, a presença de latifúndios gera impacto ambiental ou desigualdade social (BORBA,
2018).
Considerando os usos e ocupações do solo, na Foto 2.22 é possível observar áreas, dentro
do PEMA, em que há uma vegetação rasteira em locais mais planos e também em regiões
mais montanhosas.
Além das vegetações rasteiras é possível observar algumas construções e estradas ao
longo do PEMA, bem como foi encontrado pequenos rebanhos de animais. Essas
vegetações são também caracterizadas como regiões de pastagens. Ademais, observa-se
um terreno acidentado com algumas elevações. Na Foto 2.23 já é possível ver regiões com
um adensamento de vegetação maior, especialmente de maior porte.
A presença de pequenos riachos e lagos no interior do Parque Estadual são comuns,
inclusive nas regiões em que a vegetação é maior e densa. Além do mais, toda a área leste
do Parque Estadual, como citado anteriormente, é banhada pelo rio Corumbá, que em sua
foz tem uma vazão de 158,56 m3/s (considerando a vazão Q95%) (PRH PARANAÍBA, 2013).
Obviamente que esse volume de água influencia na dinâmica dos recursos hídricos
pertencentes ao PEMA, logo pode-se deduzir que em períodos de maior água no rio, haja
mais corpos hídricos dentro dos limites do parque.
Logo se constata a presença de algumas regiões ainda preservadas, as quais impossibilitam
a utilização para outros fins que não seja a preservação. Por mais que haja estradas e
algumas poucas atividades humanas, ainda assim encontram-se áreas preservadas e de
difícil acesso. Na Foto 2.24 estão presentes alguns registros de recursos hídricos no interior
do Parque Estadual, além do rio Corumbá que faz fronteira com a área da UC.
Foto 2.24 - Caracterização de Corpos Hídricos no Interior do Parque Estadual da Mata Atlântica
Na Foto 2.25 é possível notar alguns pontos que tenham problemas com erosão, entretanto
são poucas as regiões que apresentaram esse tipo de situação. É importante ressaltar as
erosões, pois na maioria dos casos elas são advindas de atividades humanas, como da
agricultura e da pecuária. Essas atividades podem causar o enfraquecimento do solo e
compactação do mesmo, afetando a sua estrutura e causando a degradação do solo.
Como é possível observar na Foto 2.25, as áreas degradadas também estão atreladas às
estradas que percorrem o interior do parque, assim como as áreas utilizadas para a principal
atividade econômica do entorno, a pecuária. Por fim, a Figura 2.44 traz o mapa do uso e
ocupação do solo na região do PEMA e da sua zona de amortecimento, também presente
no Anexo 2.25.
Figura 2.44 - Uso e Ocupação do Solo no Parque Estadual da Mata Atlântica e na Zona de
Amortecimento
água e pastagens. Todos os dados referentes as áreas cada uso do solo estão na Tabela
2.18, tanto para a zona de amortecimento quanto para o PEMA.
População
190.755.798 6.003.788 2013 -
(2010)
População
210.147.125 7.018.354 1850 -
(2019)
Área
2 8.515.767,05 340.111,41 454,30 9,38
(km )
Densidade Demográfica
2 22,40 17,65 4,43 -
(hab/km )
Taxa de urbanização
84 90 71 -
(%)
Área Rural
2 8.389.863,25 335.825,56 451,88 9,38
(km )
Área Urbana
2 125.903,80 4.285,85 0,97 -
(km )
Densidade Demográfica
2 3,55 1,71 1,29 -
Rural (hab/km )
Densidade Demográfica
2 1.278,24 1.259,20 1.465,98 -
Urbana (hab/km )
Fonte: IBGE (2020).
Figura 2.46 - Pirâmide Etária do Brasil, do Estado de Goiás e do Município de Água Limpa
BRASIL GOIÁS
> 100 anos Mulheres
Mulheres > 100 anos
95 anos 95 anos Homens
90 anos Homens 90 anos
85 anos 85 anos
80 anos 80 anos
75 anos 75 anos
70 anos 70 anos
65 anos 65 anos
60 anos 60 anos
55 anos 55 anos
50 anos 50 anos
45 anos 45 anos
40 anos 40 anos
35 anos 35 anos
30 anos 30 anos
25 anos 25 anos
20 anos 20 anos
15 anos 15 anos
10 anos 10 anos
5 anos 5 anos
< 1 ano < 1 ano
1,50% 1,00% 0,50% 0,00% 0,50% 1,00% 1,50% 1,50% 1,00% 0,50% 0,00% 0,50% 1,00% 1,50%
ÁGUA LIMPA
96 anos Mulheres
90 anos Homens
84 anos
78 anos
72 anos
66 anos
60 anos
54 anos
48 anos
42 anos
36 anos
30 anos
24 anos
18 anos
12 anos
6 anos
< 1 ano
1,50% 1,00% 0,50% 0,00% 0,50% 1,00% 1,50%
Com base nas características que o município de Água Limpa apresentou em sua pirâmide
etária, na Figura 2.47 faz a distinção entre a área rural e urbana do município e apresenta a
pirâmide etária do setor censitário em que o Parque Estadual da Mata Atlântica está
inserido.
Figura 2.47 - Pirâmide Etária das Regiões Urbanas e Rural do Município de Água Limpa e do
Setor Censitário do Parque Estadual da Mata Atlântica
98 anos
SETOR CENSITÁRIO DA REGIÃO DO PEMA Mulheres
91 anos Homens
84 anos
77 anos
70 anos
63 anos
56 anos
49 anos
42 anos
35 anos
28 anos
21 anos
14 anos
7 anos
< 1 ano
2,50% 2,00% 1,50% 1,00% 0,50% 0,00% 0,50% 1,00% 1,50% 2,00% 2,50%
Os setores urbanos e rurais tiveram pirâmides com desenhos semelhantes, tendo o setor
urbano uma maior densidade de pessoas em cada faixa de idade. Além disso, na região
urbana há uma quantidade maior de pessoas mais velhas, sendo explicada pela facilidade
de acesso a sistemas de saúde.
Olhando para a pirâmide do setor censitário em que o PEMA está inserido, há uma
distribuição menor de pessoas entre as diferentes idades, relacionada com a quantidade
menor de pessoas que moram nesta região. Ainda assim, há concentração mais elevada de
pessoas na faixa dos 30 anos e um destaque para o percentual de idosos que,
proporcionalmente, é mais elevado no setor censitário em que o PEMA está inserido do que
nas demais regiões observadas. Entre homens e mulheres, há mais mulheres na faixa de
idade dos 20 e 30 anos, sendo que 2,19% nos 26 e 29 anos, maior percentual de pessoas
no setor censitário que engloba a região do PEMA. De uma forma geral, este setor
censitário apresenta uma distribuição de pessoas em diferentes faixas etárias, não sendo
caracterizado por somente um nível etário.
2.2.4.5.1 - Produção
O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas em uma determinada região, considerando
a produção de bens e a dinâmica de serviços. Com base nisso, a Tabela 2.21 apresenta os
dados da evolução do PIB para a cidade de Água Limpa, o estado de Goiás e do Brasil.
R$45
Preços Corrente (R$)
R$40
R$35
R$30
R$25
R$20
R$15
R$10
R$5
R$0
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Agropecuária Industrial Serviços Administração Pública
2017
2016
2015
2014
2013
2012
2011
2010
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
2.2.4.5.2 - Empregos
Na esteira da discussão do PIB municipal por setor da economia estão os dados dos
empregos em cada um desses setores. A visão econômica por meio do número de
trabalhadores por setor pode indicar diferentes situações da região, desde o nível de
geração de emprego que cada setor econômico consegue gerar, até a modernização de
cada setor, quando analisado em conjunto com os dados do PIB.
Inicialmente tem-se com um setor moderno aquele que possui uma geração de riqueza alta
com menor aporte de trabalhadores, gerando um lucro superior ao do mercado inserido.
Essa informação ajuda a entender em qual setor de economia estão indo maiores esforços
para o desenvolvimento. Na Figura 2.49 estão os dados do número de empregados para
cada setor econômico em cada município analisado.
Empregos
500
400
Pessoas
300
200
100
0
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018
Extrativa mineral Indústria de transformação
Construção Civil Comércio
Serviços Administração Pública
Agropecuária, extração vegetal, caça e pesca
100%
80%
Percentual (%)
60%
40%
20%
0%
2014 2015 2016 2017
Fonte: RAIS (2020).
90
Milhares
80
70
Rebanhos (cabeças)
60
50
40
30
20
10
0
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018
30 R$ 25 8 R$ 350
Milhões
Milhares
Milhares
7 R$ 300
25
R$ 20
6
R$ 250
20
R$ 200
15
4
R$ 10 R$ 150
10 3
R$ 100
R$ 5 2
5
1 R$ 50
0 R$ 0
0 R$ 0
A soja é a cultura de maior destaque nos últimos anos, onde desde 2013 representa o maior
valor de produção entre as culturas temporárias e a maior rentabilidade referente ao valor da
produção, alcançando, em 2018, R$ 461 mil de valor total.
Outra cultura de produção temporária com significativa importância ao município é a do
milho, tendo até o ano de 2013 ocupado a mais significativa quantidade de área plantada e
também representando o maior volume de produção.
350
300
250
200
150
100
50
0
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018
Arroz (em casca) Milho (em grão) Soja (em gão) Sorgo (em grão) Cana-de-aúcar
R$1.400
R$1.200
Valor da Produção (R$)
R$1.000
R$800
R$600
R$400
R$200
R$0
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018
Arroz (em casca) Milho (em grão) Soja (em gão) Sorgo (em grão) Cana-de-aúcar
900 R$30
Milhares
800
R$25
700
Quantidade Produzida (m3)
30.000 R$1.400
Milhares
25.000 R$1.200
Quantidade Produzida (m3)
R$1.000
5.000 R$200
0 R$0
2014 2015 2016 2017 2018
Entre as fontes das receitas dos municípios, uma das principais são os repasses do ICMS
(imposto sobre circulação de mercadorias e prestação de serviços de transporte
interestadual e intermunicipal e comunicação). No estado de Goiás, além do já tradicional
ICMS, vigora desde 2014, por meio da Lei Complementar n°90/11, do Decreto Estadual
8.147/2014 e da Constituição Estadual, o ICMS Ecológico. Esse repasse estadual
corresponde a direcionar até 5% da receita do ICMS do estado para os municípios que
tenham em seus territórios Unidades de Conservação (UC) ou que possuam mananciais
para abastecimento público. No caso da cidade de Água Limpa, no ano de 2019 a mesma
conseguiu um repasse de 1,25%, segundo a SEMAD (2019). Os valores percentuais variam
de acordo com o cumprimento de critérios pré-estabelecidos.
Na Tabela 2.23 estão os valores, em reais, do repasse feito ao município de Água Limpa
desde 2014, ano de início de tal medida (2014). Os dados foram calculados de acordo com
o Índice Ecológico presente nas resoluções da Participação dos Municípios. Esses índices
são publicados no Diário Oficial do Estado, via Secretaria de Estado da Economia.
Tabela 2.23 - Repasses Mensais do ICMS Ecológico para o Município de Água Limpa
2014 2015 2016 2017 2018 2019
Janeiro R$ 75.208,01 R$ 100.466,29 R$ 138.581,12 R$ 173.108,36 R$ 114.504,47 R$ 89.204,98
Fevereiro R$ 81.407,91 R$ 122.803,74 R$ 112.152,55 R$ 114.823,62 R$ 82.717,53 R$ 89.921,27
Março R$ 96.301,89 R$ 165.821,77 R$ 129.613,89 R$ 201.418,00 R$ 92.128,17 R$ 88.238,09
Abril R$ 105.233,55 R$ 109.980,92 R$ 114.471,86 R$ 127.582,19 R$ 90.683,87 R$ 108.741,44
Maio R$ 104.255,95 R$ 120.719,63 R$ 160.728,70 R$ 154.023,87 R$ 97.509,29 R$ 75.090,93
Junho R$ 103.088,27 R$ 173.857,06 R$ 106.110,64 R$ 128.724,81 R$ 74.314,68 R$ 82.439,96
Julho R$ 115.133,78 R$ 109.075,34 R$ 120.761,77 R$ 139.584,07 R$ 123.612,56 R$ 87.434,47
Agosto R$ 90.349,08 R$ 134.166,81 R$ 138.175,86 R$ 155.417,11 R$ 79.354,00 R$ 74.538,23
Setembro R$ 157.881,35 R$ 155.805,75 R$ 127.377,60 R$ 141.016,04 R$ 92.277,15 R$ 62.381,60
Outubro R$ 81.103,05 R$ 127.716,54 R$ 119.205,21 R$ 186.444,66 R$ 112.401,03 R$ 68.778,97
Novembro R$ 111.765,72 R$ 138.786,14 R$ 148.727,64 R$ 127.513,58 R$ 88.757,24 R$ 57.259,36
Dezembro R$ 137.415,01 R$ 162.489,54 R$ 165.238,72 R$ 154.615,69 R$ 130.117,04 R$ 65.047,44
Total R$ 1.259.143,56 R$ 1.621.689,53 R$ 1.581.145,56 R$ 1.804.272,00 R$ 1.178.377,03 R$ 949.076,75
Fonte: SEFAZ (2019); COINDICE (2019).
Como pode ser visto nos dados apresentados, os repasses oriundos do ICMS Ecológico
variaram de aproximadamente R$ 950 mil reais a R$ 1,80 milhões de reais. Considerando
as receitas apresentadas, nos anos de 2014, 2016 e 2017 o ICMS Ecológico representou
11%, 11% e 13%, respectivamente, realçando a importância financeira de tal repasse
estadual para as contas do município.
Figura 2.54 - Fonte de Abastecimento de Água no Município de Água Limpa, Setores Rural e
Urbano e do Setor Censitário do PEMA, 2010
Urbano
Água Limpa
Rural
PEMA
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
Percentual de Atendimento
Poço ou Nascente Chuva Rede Geral Outros
Comparando os setores rurais e urbanos a diferença é nítida, pois 97% dos domicílios da
região urbana tem atendimento pela rede geral de abastecimento de água, enquanto na
região rural nenhum domicílio é atendido por esse serviço. As pessoas que residem na área
rural têm 91% do seu abastecimento de água vindo de nascente ou poços de água, seja na
propriedade ou fora dela.
Na mesma linha que os domicílios da região rural, o setor do PEMA tem 88% têm o seu
abastecimento de água via poços ou nascentes, enquanto 12% se utilizam de outros meios,
como águas de rios e lagos. A rede geral de água não atende nenhum dos domicílios que
fazem parte do setor do parque, relacionado principalmente ao fato desses estarem em um
setor rural cuja infraestrutura urbana não é capaz de abarcar.
Fontes de água diferentes da rede geral possuem um maior potencial de apresentarem
elementos patógenos advindo de contaminações do solo ou do corpo hídrico. Nessas fontes
não se encontra testes de parâmetros de qualidade e melhorias na qualidade da água.
Outro dado que merece especial atenção dentro do contexto de estrutura de saneamento
ambiental é relacionado à destinação do esgoto nos municípios. A ausência de tratamento é
diretamente relacionada à propagação de doenças causadas principalmente por
microrganismos patógenos presentes nos efluentes.
O município de Água Limpa apresenta uma estrutura particularmente deficitária quanto à
destinação do esgoto, com 91% dos domicílios da cidade utilizando de fossa rudimentar e
apenas 6% apresentou uma destinação correta do seu efluente. Comparando os setores
Rural e Urbano do município, a semelhança existe, com ambos tendo aproximadamente
95% dos seus domicílios atendidos por fossa rudimentar (Figura 2.55). A diferença reside na
presença da rede geral coletora no setor urbano (9%) e a ausência no setor rural. Este é
mais um ponto que mostra a diferença de atendimento por serviços públicos entre as
regiões urbanas e rurais no município de Água Limpa.
Dentro do contexto do PEMA esses valores são ainda mais significativos, com quase todos
os domicílios no setor censitário do parque apresentando uma destinação incorreta para os
seus efluentes, seja fossa rudimentar, rios ou sem qualquer tipo de esgotamento.
Figura 2.55 - Esgotamento Sanitário no Município de Água Limpa, Setores Rural e Urbano e do
Setor Censitário do PEMA, 2010
Urbano
Água Limpa
Rural
PEMA
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
Percentual de Atendimento
Rede Geral Fossa Séptica Fossa Rudimentar Vala Rio, lago ou mar Outro Sem Esgotamento
Figura 2.56 - Destinação do Lixo no Município de Água Limpa, Setores Rural e Urbano e do
Setor Censitário do PEMA, 2010
Urbano
Água Limpa
Rural
PEMA
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
Percentual de Atendimento
Coletado por Serviço de Limpeza Coletado em Caçamba Enterrado Terrno Baldio Queimado Outro
Em contra partida, o setor rural tem 72% do seu lixo queimado e 17% destinado de outra
maneira que não seja as citadas na Figura 2.56. O descaso com o setor rural é visível em
todas as estruturas de serviço público citadas anteriormente, e em relação ao lixo não é
diferente.
Os serviços de limpeza e da coleta de lixo são em sua maioria focados ao atendimento
urbano, de forma que o setor censitário em que o PEMA está apresenta apenas 7% dos
domicílios com coleta de lixo. Neste mesmo setor censitário 64% dos resíduos tem como
destino a queima, situação que coloca em risco a segurança dos moradores e da própria
vegetação. Como podem ser observadas, as características de coleta de lixo no parque são
muito semelhantes com o setor rural do município de Água Limpa.
com o Art. 54 da Lei nº 9605 de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre os crimes
ambientais. Além disso, foi verificado também extração de madeira em suas bordas. Outro
ponto relatado foi a aproximação das residências com a borda de erosão e a ocorrência de
diversos acidentes.
Apesar da ausência de informações oficiais sobre infrações ambientais na região do PEMA,
notoriamente, grande parte delas tem relação direta ou indireta com a atividade de pastoreio
do gado e com a pesca no reservatório, segundo informações da própria SEMAD (comun.
pess.).
Os desmatamentos realizados na região (a fim de expandir as áreas de pastagens) estão
em evidente desacordo com o regime jurídico especial do território - inserido no bioma mata
atlântica e, por isso - sujeito à aplicação da Lei da Mata Atlântica (Lei nº 11.428, de 22 de
dezembro de 2006).
Tabela 2.25 - Diretriz Numérica para Classificação dos Atores Locais do Parque
Estadual da Mata Atlântica
Figura 2.57 - Mapeamento dos Atores Locais do Parque Estadual da Mata Atlântica
Atores Locais
10
9
8 7 6 4 2 5
7
6
Influência
5
3
4 9 1
3
2
1 10 8
0
-5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5
Interesse
De uma forma geral, metade das instituições avaliadas está disposta a cooperar com a
gestão da UC e outros 3 apresentam disposição em colaborar. Esse é um resultado
interessante que abre oportunidades para diversas frentes de trabalho e atuação da UC.
Entretanto, a contrariedade dos fazendeiros é um ponto a ser observado e tratado com
cuidado, pois são eles os principais responsáveis pela pressão antrópica que o PEMA sofre
atualmente.
Em reunião com os secretários da Educação (Larissa Dias da Silva), da Administração
(Roney Pereira Rabelo), do Controle Interno (José Rubens do Prado) e da Saúde (Divina
Lúcia da Silva), todos em nome da Prefeitura Municipal de Água Limpa, os mesmos
apresentaram disposição para a cooperação na gestão do PEMA. Os secretários
propuseram atuar em frentes de infraestrutura, como na melhoria das estradas que vão até
o Parque Estadual e na colocação de placas de localização do parque, além da maior
integração do parque com as escolas presentes no município. A secretária da educação,
Larissa Dias Silva, afirmou que em anos anteriores já houve passeios de alunos até o
PEMA, com palestras locais sobre a importância da preservação ambiental. Entretanto, os
secretários afirmaram que possuem pouca integração com a gestão do parque atualmente,
tendo como principal canal de comunicação a secretária do meio ambiente Kelly Silva e a
funcionária pública municipal Angela Bispo.
Outro ator local apontado como importante peça para as ações do PEMA foi o promotor de
justiça Rodrigo Faria. O promotor afirmou já atuar na região por meio de fiscalização e
denúncias de atos de infração contra o parque, como invasão de áreas do parque e
incêndios criminosos. Além do mais, o promotor declarou estar aberto a parcerias, desde
atos de fiscalização até com o auxílio de materiais para as ações do parque.
Uma figura importante nas ações do PEMA, especialmente de cunho institucional, é o
vereador Hudnal Barbosa. Em entrevista realizada com o vereador, o mesmo apontou
diversos problemas com a preservação do parque, desde o desmatamento das áreas do
entorno até a dificuldade de torna-lo como um atrativo turístico. Nesse sentido, o vereador
apontou que poderia atuar nas discussões das demandas do parque na câmara municipal,
podendo até conseguir auxílio financeiro para ações.
A SANEAGO, empresa de saneamento básico do estado de Goiás, por meio do seu
representante de Água Limpa, Alexsander Matos, mostrou uma preocupação grande com a
qualidade das nascentes que ficam no entorno do parque. Para o representante, a
preservação as nascentes não só é de interesse municipal, devido à influência direta na
Tabela 2.26 - Categorização Final dos Atores Locais do Parque Estadual da Mata
Atlântica
CATEGORIA DA PARTE
DEFINIÇÃO
INTERESSADA
*Prefeitura Municipal, Vereador Hudnal Barbosa, Promotor de
Prioritário Justiça Rodrigo Faria, SANEAGO, Brigada de Incêndio e
fazendeiros.
Não Prioritário -
Doador -
Investidor -
Com base nas características do meio biótico, físico e socioeconômico do Parque Estadual
da Mata Atlântica e suas áreas de entorno, incluindo suas potencialidades, sua
conectividade com a paisagem regional e suas fragilidades, foi realizada a análise integrada
das informações disponíveis e ordenamento territorial proposto neste Plano de Manejo.
Esta ação tem como objetivo auxiliar a gestão territorial e contempla etapas de análise do
arcabouço legal, levantamentos preliminares, oficinas participativas e construção de
objetivos específicos para o manejo da UC. O PEMA apresenta remanescentes florestais de
notável biodiversidade, com nascentes e cursos d’água associados ao rio Corumbá, em uma
matriz de paisagem com áreas de pastagens e uso agropecuário atual e pretérito. Além
destas características, também foram consideradas informações históricas sobre o uso do
solo na região, a atuação dos principais atores envolvidos e dados sobre a situação
fundiária da UC.
esta condição não tenha ainda sido verificada, é bastante provável a existência de
populações de espécies tipicamente atlânticas em um processo específico de derivação e
isolamento genético natural, o que, por si só, indica a relevância científica da área. Por sua
vez, mesmo em não havendo conhecimento de espécies endêmicas derivadas desse
processo e exclusivas à área, somente a possibilidade da existência de estoques genéticos
particulares já pode definir o PEMA como um local de importância biogeográfica particular,
ampliando a relevância da Unidade de Conservação sob o ponto de vista conservacionista.
Em relação aos aspectos socioeconômicos, por fim, o PEMA apresenta relevância por ser
uma área passível de desenvolvimento de atividades educativas associadas a ecossistemas
naturais, novamente com especial referência a ecossistemas florestais que, no âmbito do
estado de Goiás, é uma fisionomia pouco representativa. Alia-se a isto ainda a importância
da UC na proteção dos recursos hídricos anteriormente explanada. Tais condições permitem
a oferta de serviços para as comunidades locais interessadas em explorar economicamente
a realização de atividades de uso público associadas a tais ambientes, bem como por
instituições de ensino fundamental, médio e superior com atuação regional.
Diante de todas as condições citadas, verifica-se que o PEMA detém significância nos
aspectos conservacionistas, científicos, socioeconômicos e na oferta de serviços
ambientais, sendo uma área que pode gerar modelos de gestão bastante apropriados para a
categoria de UC na região sudoeste do estado de Goiás.
A partir dos diagnósticos do meio físico, biótico e socioeconômico, foi realizada a análise
integrada das informações disponíveis e a definição do zoneamento territorial do Parque
Estadual da Mata Atlântica. Esta análise adotou como premissas o alcance dos objetivos
definidos desde a criação do PEMA, bem como observações detalhadas sobre o contexto
local e sobre seu entorno.
A área que precisa ser recuperada engloba cerca de 10% do território da UC e se distribui
em três áreas bem definidas e próximas aos seus limites oeste (próximo à sede e ao
Córrego da Bica da Sede), nordeste e leste (próximas ao Córrego da Lontra). A definição
destas áreas se deu em função da necessidade de recuperação de áreas degradadas e da
prevenção a focos de incêndios, influenciados também pelas características da matriz da
paisagem de seu entorno. É uma categorização de caráter provisório, pois tem como
objetivo a restauração das áreas degradadas no momento – uma vez que o manejo cumpra
o objetivo, estas áreas serão incorporadas em outras categorias de caráter permanente.
A Zona de Uso Conflitante, que cobre menos de 1% da área total, corresponde às áreas da
Linha de Transmissão de Furnas e sua faixa de servidão, que cortam os limites do PEMA ao
Norte. Por fim, uma pequena estrada que dá acesso a propriedades rurais na porção
nordeste do parque foi categorizada como Zona de Uso Especial, voltada para ações de
fiscalização e manutenção de aceiros próximos aos limites de seu território.
Uma vez que o entorno do PEMA apresenta fragmentos de vegetação nativa relevantes
para a manutenção de serviços ecossistêmicos da região, definiu-se sua Zona de
Amortecimento, além dos limites formais do parque, cobrindo a microbacia do Córrego da
Lontra e os fragmentos florestais significativos ao norte da UC. A correta gestão desta
paisagem permitirá a manutenção e o compartilhamento de benefícios ambientais, sociais e
econômicos oriundos da conservação de solos, da manutenção de recursos hídricos, da
manutenção de germoplasma para recuperação das margens dos reservatórios do rio
Corumbá e para a própria dinâmica florestal - incluindo aqui o fornecimento natural de
sementes para os processos naturais de regeneração florestal, dinâmica de ocupação de
clareiras, diminuição de efeitos de borda, além da oferta de abrigo e alimento para a fauna
local.
Pela análise da figura 3.01, pode-se estabelecer os seguintes aspectos inerentes aos
elementos da paisagem:
A área do PEMA abrange o maior e mais bem conservado sistema florestal local. Os
remanescentes vegetais do Parque abrangem 630,97 ha, equivalentes a 3,92% da
área florestal de planejamento do corredor (ou área do buffer - 16.111,04 ha). Por
esta condição, e também por sua posição central e pelo fato de já contar com os
esforços de proteção, esta área é nuclear no contexto de formação de uma rede de
áreas naturais protegidas (ou corredor ecológico em sentido amplo).
Tendo como base as diretrizes gerais trazidas pelos objetivos do PEMA, e levando em
consideração as informações obtidas juntos aos diagnósticos temáticos e na Oficina, a
equipe técnica alcançou um consenso em relação aos objetivos específicos da Unidade de
Conservação, conforme seguem:
Proteger a porção final da bacia do córrego das Lontras, afluente da margem direita
do rio Corumbá, considerado como essencial para a biodiversidade regional e para
oferta hídrica, inclusive às propriedades de entorno.
A missão de uma Unidade de Conservação refere-se à razão pela qual ela existe, ou, em
outras palavras, sua razão de ser. No caso do Parque Estadual da Mata Atlântica a seguinte
missão foi delineada:
19. Fica restringida à Zona de Uso Intensivo, no PEMA, a utilização de áreas para
disposição final e tratamento de efluentes sanitários e resíduos sólidos, sendo que os
dispositivos deverão prever mecanismos de gestão de condições que não impliquem
risco de poluição do solo e das águas superficiais e subterrâneas.
20. É proibido retirar, mover ou danificar qualquer objeto, peça, construção e vestígio do
patrimônio cultural, histórico e arqueológico que venha a ser encontrado na UC, exceto
para fins de pesquisa ou resgate do material, que estarão condicionadas ao
atendimento das normativas exigidas pelos órgãos responsáveis, devendo ser
previamente autorizadas pelas instituições correspondentes.
21. É proibida a abertura de novas trilhas ou alterar as existentes, salvo em casos
excepcionais de interesse da UC, mediante autorização prévia do órgão gestor e após
avaliações específicas que demonstrem a pertinência da alteração.
22. Não será permitido som alto, buzinas ou outros tipos de poluição sonora no interior do
PEMA que possam causar perturbação à fauna.
23. É proibida a retirada de recursos minerais no PEMA, como pedras, cristais e cascalhos,
salvo nos casos autorizados de interesse de gestão da UC e em pesquisas e estudos
científicos devidamente autorizados.
24. As atividades permitidas de uso público devem respeitar a categoria de manejo
podendo abranger fins educacionais e/ou científicos, ou também atividades de
recreação em contato com a natureza, lazer e de turismo ecológico de baixo impacto.
25. Acampamentos são permitidos no interior do PEMA, com autorização prévia,
respeitando-se as indicações de local e recomendações de manejo da UC. Nesses
locais é proibido o uso de recipientes de vidro.
26. Fica proibido o consumo de bebidas alcoólicas no interior do PEMA.
27. Fumar fica permitido apenas em locais abertos e devidamente demarcados pelos
gestores da UC na Zona de Uso Intensivo.
28. O uso de imagens do PEMA, dos bens ambientais nela incluídos e do seu patrimônio,
bem como a elaboração de produtos, subprodutos e serviços obtidos ou desenvolvidos
a partir dos recursos naturais, biológicos, cênicos, culturais ou da exploração da
imagem da Unidade de Conservação, devem obedecer a normativas específicas do
órgão gestor da UC.
29. São vedadas no PEMA quaisquer alterações, atividades ou modalidades de utilização
que estejam em desacordo com os seus objetivos, Plano de Manejo e os seus
regulamentos.
Adicionalmente, o uso do lago para recreação deverá ser acordado com a instituição
responsável pela operação e gestão do Reservatório de Corumbá.
indireto”1 dos seus atributos naturais são permitidas, garantindo, dessa forma, a manutenção
dos ecossistemas livres de alterações causadas por interferência humana.
Na Tabela 4.01, na Figura 4.01 e Anexo 4.01 são apresentadas as zonas definidas para o
PEMA e as respectivas áreas que as mesmas abrangem. As descrições e atributos, bem
como as propostas de normas específicas para cada zona da UC, passam a ser
discriminadas individualmente.
1
De acordo com o artigo 2º, inciso X, uso indireto é aquele que não envolve consumo, coleta, dano ou destruição dos recursos
naturais.
Objetivo Geral
O objetivo geral do manejo é a proteção do ambiente natural ao mesmo tempo, propiciando
a ampliação do conhecimento sobre o Bioma Mata Atlântica por meio de atividades de baixo
impacto.
Objetivos Específicos
Possibilitar a manutenção dos processos ecológicos naturais.
Contribuir para a manutenção da diversidade biológica e dos recursos genéticos da UC e
de sua região de inserção.
Contribuir para a preservação de um remanescente de vegetação nativa que representa
remanescentes de Mata Atlântica, acrescidos por elementos de Cerrado.
Preservar nascentes e áreas de recarga.
Proporcionar meios e incentivos para a realização de atividades de atividades de baixo
impacto.
Atividades Permitidas
As atividades permitidas são a pesquisa científica, educação e interpretação ambiental,
turismo de base científica, visitação de baixo impacto, monitoramento ambiental e a
fiscalização.
Normas Específicas
As atividades desenvolvidas nessa zona devem ser previamente autorizadas pela
SEMAD e não poderão comprometer a integridade dos recursos naturais. Qualquer
atividade adicional estará sujeita à aplicabilidade da Lei da Mata Atlântica, devendo ser
autorizada pela SEMAD.
Os usuários devem respeitar os preceitos de mínimo impacto sobre o ambiente.
O monitoramento desta Zona deve ser contínuo.
Não será permitida a implantação de qualquer tipo de infraestrutura nesta zona, a não
serem as necessárias às atividades de gestão e proteção.
A sinalização deve se limitar aquelas estritamente necessárias à proteção do ambiente e
a segurança dos usuários.
Uso do fogo é permitido somente em casos de combate a incêndios;
Não serão permitidos deslocamentos em veículos motorizados nesta zona, salvo nos
casos de desenvolvimento de atividades de fiscalização e/ou de ações de controle e
comando (p.ex., no caso de incêndios), atividades de monitoramento, salvamento, e
para manutenção para as atividades fim.
4.2.2 - Zona de Uso Divergente
Definição
Esta zona contêm áreas antropizadas em função de atividades de pastoreio e, também, por
queimadas ocorridas no passado. Trata-se de uma zona provisória, pois a partir do
momento que esta área for restaurada, a mesma será incorporada a uma zona permanente
dentre as possíveis previstas para esta categoria de UC.
Descrição
Esta zona localiza-se em três porções do PEMA, sendo uma ao norte, uma a nordeste (esta
com diversos pequenos segmentos) e uma a oeste da UC, nas proximidades da Zona de
Uso Intensivo. Juntas, estas porções somam 98,65 hectares, equivalentes a 10,51% do
território do Parque.
Objetivo Geral
O objetivo geral de manejo é a manutenção do ambiente em harmonia com os usos
realizados pelos proprietários até que a situação fundiária esteja regularizada, permitindo a
restauração do ecossistema local de modo a torná-lo o mais próximo possível de sua
condição original quanto à sua estrutura, função e composição.
Objetivos Específicos
Permitir a regularização fundiária do Parque em sua totalidade.
Reintegrar as áreas recuperadas ao ecossistema original existente no PEMA.
Permitir a recuperação natural ou induzida de áreas que sofreram alteração antrópica,
direta ou indiretamente.
Incentivar pesquisas em ecologia da restauração, de modo a propiciar avanços na
prática da restauração ecológica.
Propiciar atividades científicas e educativas para fins de aperfeiçoamento acadêmico.
Atividades Permitidas
As atividades permitidas serão a recuperação da paisagem original do PEMA, a pesquisa, o
monitoramento ambiental, projetos voltados à restauração ecológica a educação ambiental
ordenada e direcionada e a fiscalização.
Normas Específicas
Tais atividades não poderão comprometer a integridade dos recursos naturais
remanescentes ou os processos de recuperação, salvo ações de manejo direcionadas a
tais processos.
Não é permitido o parcelamento do solo nessa zona, bem como não é permitida a
conversão do uso do solo (especialmente de pecuária para lavoura);
As alterações no ecossistema desta zona somente serão permitidas em situações que
visem à restauração de ecossistemas modificados.
O processo de recuperação/restauração deverá respeitar o processo de regularização
fundiária do Parque Estadual da Mata Atlântica. É importante destacar que essa é uma
zona transitória, de modo que após a regularização fundiária ou indenização essas áreas
passarão a ter o zoneamento que foi atribuído.
O processo de restauração da paisagem deve ser natural ou naturalmente induzido e as
espécies exóticas eventualmente existentes nesta zona devem ser removidas, com
vistas a restituir o ecossistema o mais próximo possível de sua condição original.
Serão incentivadas as práticas de pesquisa sobre os processos de regeneração natural.
Não será permitida a instalação de infraestruturas nesta zona, com exceção daquelas
necessárias aos trabalhos de restauração induzida. Tais instalações serão provisórias,
preferencialmente construídas em madeira.
Todo e qualquer resíduo sólido gerado nas instalações de infraestruturas deverá ter
destinação final ambientalmente adequada.
O acesso a esta zona será restrito aos servidores do PEMA, pessoal técnico,
pesquisadores e estudantes.
Será permitida a circulação de veículos, máquinas e equipamentos necessários ao
desenvolvimento das atividades permitidas nesta zona.
As infraestruturas já construídas irregularmente dentro do PEMA poderão ser
aproveitadas, a critério da administração. Tais estruturas não poderão, contudo,
Objetivo Geral
Estabelecer uma área dentro do PEMA para o desenvolvimento de atividades de uso público
e educação em meio aos ecossistemas naturais, bem como para apoio a atividades de
pesquisa científica, educação ambiental, visitação e fiscalização.
Objetivos Específicos
Propiciar atividades com fins educacionais, recreativos em meio aos ecossistemas
naturais do PEMA.
Apoiar o desenvolvimento de atividades de fiscalização ao longo de toda a UC.
Atividades permitidas
As atividades permitidas são as de uso público e educação ambiental em meio aos
ecossistemas naturais, bem como as de fiscalização, monitoramento, gestão e pesquisa
científica.
Normas Específicas
As atividades previstas devem garantir o baixo impacto sobre os recursos ambientais.
As trilhas devem ser adequadas e sinalizadas considerando os múltiplos usos.
Os trabalhos de manutenção, melhoria e correção das trilhas devem ser constantes e
podem incluir a remoção ou recolocação de pedras soltas, o cuidado com raízes
expostas e erosão causada por usuários.
A visitação nas trilhas deve preferencialmente ser guiada.
A instalação de infraestruturas e facilidades para o apoio das atividades permitidas deve
ser previstas em planejamento específico, sempre em harmonia com a paisagem.
A sinalização admitida é aquela considerada indispensável à proteção dos recursos da
UC, à segurança do visitante e à interpretação de seus recursos naturais.
As atividades de educação ambiental devem ser previamente autorizadas pelo órgão
gestor do PEMA.
O uso de bicicletas nas trilhas deve ser previamente autorizado pelo órgão gestor do
PEMA.
Não serão permitidos deslocamentos em veículos motorizados nesta zona, salvo nos
casos de desenvolvimento de atividades de fiscalização e/ou de ações de controle e
comando (p.ex., no caso de incêndios), atividades de monitoramento, salvamento,
manutenção para as atividades fim.
Objetivo Geral
O objetivo desta zona consiste em mitigar os impactos ambientais decorrentes da presença
da linha de transmissão sobre os ecossistemas do PEMA.
Objetivos Específicos
Implementar medidas que visem mitigar os impactos decorrentes da presença e da
gestão da Linha de Transmissão sobre os ecossistemas naturais do PEMA.
Incentivar a promoção de pesquisas científicas para identificação e mensuração dos
impactos da linha de transmissão sobre a flora e a fauna da UC, com vistas a sugerir
métodos de mitigação dos danos verificados.
Atividades Permitidas
As atividades permitidas são as de manejo da vegetação sob as linhas, de forma a se evitar
os riscos associados à presença do empreendimento, bem como as de fiscalização,
monitoramento e pesquisa sobre os impactos do mesmo sobre a biodiversidade regional.
Normas Específicas
É proibida a ampliação das linhas de transmissão nesta zona, bem como a realização de
outras atividades além daquelas já existentes e que sejam incompatíveis com os
objetivos do PEMA.
Os serviços de manutenção da linha de transmissão e da faixa de servidão deverão
sempre ser previamente comunicados ao gestor do PEMA para a devida autorização e
ciência, devendo ser acompanhados por funcionários da UC.
A manutenção da linha de transmissão e da faixa de servidão deverá observar práticas
mecânicas que permitam o escoamento de águas pluviais para locais adequados à
infiltração, de modo a controlar a erosão hídrica nesses locais.
O tráfego de veículos nesta zona deve ser mínimo e em baixa velocidade, de forma a se
evitar riscos sobre a fauna local.
Atividades Permitidas
As atividades permitidas são fiscalização, monitoramento, gestão e acesso as propriedades
até que a situação fundiária seja regularizada.
Normas Específicas
A estrada presente nesta Zona deverá receber manutenção com frequência, podendo
esta manutenção ser desenvolvida pelos moradores da região ou pela SEMAD.
A estrada presente nesta zona somente poderá ser trafegada por veículos pertencentes
ao órgão gestor, por veículos oficiais de dominialidade dos agentes de fiscalização
competentes, por pesquisadores ou pelos moradores da região e seus eventuais
convidados, sendo vedada a utilização da área por visitantes.
Instalar sinalização de velocidade máxima de tráfego de 40 km por hora.
A vegetação marginal à estrada deverá ser mantida baixa, evitando-se assim os riscos
de incidência de incêndios.
Os Programas apresentados são compostos por: (i) Objetivo do Programa; (ii) Objetivo
Estratégico, que consiste na declaração do que se pretende atingir quanto a um
determinado Programa; (iii) Ações necessárias para a consecução do(s) objetivo(s)
estratégico(s); (iv) Atividades, que explicitam taticamente os caminhos que a gestão deve
percorrer (iii) Ações necessárias para a consecução do(s) objetivo(s) estratégico(s); (iv)
Atividades, que explicitam taticamente os caminhos que a gestão deve percorrer; (vi)
Cronograma proposto.
As ações aqui definidas seguem cinco linhas de Programas, os quais podem ser
subdivididos em subprogramas, conforme necessidades específicas. Os Programas
estabelecidos são os seguintes: Programa de Manejo e Recuperação; Programa de Uso
5 – Programas de Manejo
Este programa contempla o conjunto das atividades a serem desenvolvidas para assegurar
a conservação da diversidade biológica e as funções dos ecossistemas (aquáticos e
terrestres), por meio de ações de recuperação ambiental e manejo sustentável dos recursos
naturais.
Atlântica, o principal objetivo do manejo é a recuperação das condições originais (ou mais
próximas possíveis a eles), de modo que estas áreas possam retomar suas funções
ecológicas e manter os serviços ecossistêmicos típicos.
OBJETIVO DO PROGRAMA: Assegurar a conservação da diversidade biológica e as funções dos ecossistemas (aquáticos ou terrestres), por meio de ações de recuperação ambiental e manejo
sustentável dos recursos naturais
Ocorrências/observaçõe
s visuais ou de vestígios
Monitoramento das populações C1. Identificação das espécies prioritárias (espécies alvo para
M1.1 das espécies nativas,
silvestres conservação) para o PEMA
incluindo ameaçadas e
raras
C2. Identificação de áreas prioritárias na UC: locais de ocorrência
Ocorrências/observaçõe de espécies vegetais ameaçadas e fitofisionomias de relevância
Identificação e monitoramento dos locais s de fatores de alteração ecológica (matrizes de sementes e importantes para a fauna),
M1.2
críticos para a biodiversidade nos ambientes nascentes, locais de nidificação e reprodução, locais com potencial
prioritários risco de incêndios, principais acessos e áreas de conflito sobre o
uso do solo
Tamanho de área
recuperada
Número de mudas
plantadas nas áreas de
recuperação
Nascentes monitoradas C6. Monitoramento da qualidade da água nas nascentes
(qualidade de água –
M1.3 Recuperação de nascentes degradadas C7. Monitoramento da vegetação e solo em campo, nos locais das
turbidez, pH, DBO,
DQO) nascentes na UC e ZA
Mapeamento de
ocorrências de espécies
exóticas (e invasoras)
na UC e ZA
Número de ações de
controle efetuadas
C8. Monitoramento em campo das espécies exóticas e invasoras
Mapeamento e controle de espécies Registros de entrada de nas trilhas, bme como do efeito de borda na UC e ZA
M1.4 animais domésticos na
exóticas (fauna e flora) C9. Monitoramento de ocorrências de animais domésticos – cães,
UC
gatos, gado
Número de ações de
diálogo e
conscientização dos
proprietários das áreas
de origem dos animais
domésticos
Área mapeada de alta
fragilidade ambiental
(declividade e solos
rasos)
Parâmetros de
Controle de processos erosivos e da C10. Monitoramento da conservação do solo no interior da UC
sedimentação e
produção de sedimentos no Rio
M1.5 carreamento de material C11. Monitoramento das áreas de declividade acentuada na UC e
Corumbá e cursos d’água da Zona de
no Rio Corumbá e sua ZA
Amortecimento
demais cursos d’água
Tamanho das áreas de
fragilidade ambiental
mapeadas, de acordo
com suas classes
Número de áreas C12. Realização de avaliação de campo com vistas à demarcação
Recuperação de áreas de demarcadas e das áreas a serem recuperadas.
M.1.6 mapeadas.
desmatamentos e/ou embargadas.
C13. Definição de responsabilidades.
Dimensões de áreas a
CRONOGRAMA (ANOS)
CLASSIFICAÇÃO DAS RESPONSABILIDADES
AÇÕES ATIVIDADES
ATIVIDADES E PARCERIAS
1 2 3 4 5
Gestores do PEMA
SEMAD
Eleger as espécies indicadoras de
A1.1 Estratégia de Gestão Conselho Consultivo
conservação para o PEMA
Identificar espécies alvo para a
1 Universidades
conservação
parceiras
SEMAD
Estabelecer parcerias para
A1.3 Articulação e parcerias Conselho Consultivo
monitoramento das espécies
Gestores do PEMA
Avaliar as condições atuais (estágios de
desenvolvimento, diversidade, presença
de espécies chave e indicadoras e de
A2.1 Estratégia de Gestão Conselho Consultivo
espécies exóticas) das áreas alteradas
da UC com vistas à proposição de ações
e métodos específicos de recuperação.
Gestores do PEMA
Elaborar projetos executivos de
A2.2 implantação das ações de recuperação Gestão SEMAD
ambiental.
Conselho Cultivo
Estruturar e manter banco de dados que
contemple ambiente SIG indicando os Gestores do PEMA
A2.3 Gestão
locais prioritários para execução das Conselho Consultivo
Executar ações de recuperação
ações.
2 ambiental de áreas degradadas por
meio de projetos específicos. Gestores do PEMA
Avaliar continuamente os resultados de
A2.4 Gestão e monitoramento
ações desenvolvidas. (ação contínua) Conselho Consultivo
Estimular a apresentação dos resultados
das ações ao Conselho Consultivo da
A2.5 UC e à comunidade para eventuais Gestão Gestores do PEMA
complementações ao Plano de Manejo e
demais providências. (ação contínua)
Este programa contempla o conjunto das atividades a serem desenvolvidas para oferecer à
sociedade o uso público pretendido de forma a compatibilizar a garantia da qualidade e
segurança nas atividades dirigidas ou livres que ocorrem no interior da UC com a
manutenção da integridade de seus atributos ambientais objeto de conservação.
Define-se a educação ambiental como os processos por meio dos quais o indivíduo e a
sociedade constroem valores sociais, conhecimentos, competências e cultura voltadas à
conservação do meio ambiente. Ferramentas como a interpretação ambiental são baseadas
na relação entre o conhecimento sobre os recursos a serem interpretados, o conhecimento
prévio do público alvo da atividade e os meios apropriados para estas conexões.
Este programa reúne as atividades voltadas ao uso do PEMA pelo público, voltadas à
sensibilização dos visitantes para a conservação da natureza, do patrimônio natural da UC e
do entendimento da importância das áreas naturais protegidas, em escala local e regional,
como estratégias de conservação. Trata-se de um programa permanente, com o
monitoramento e aperfeiçoamento constantes à medida em que se atingem suas metas.
As informações transmitidas pela sinalização fazem com que os visitantes desfrutem de uma
experiência mais intensa e recompensadora no local visitado. Assim, a sinalização turística
surge como importante ferramenta de informação, sendo indispensável na infraestrutura de
uma Unidade de Conservação.
OBJETIVO DO PROGRAMA: Oferecer à sociedade o uso público pretendido de forma a compatibilizar a garantia da qualidade e segurança nas atividades dirigidas ou livres que ocorrem no interior da
UC, com a manutenção da integridade de seus atributos ambientais e objeto de conservação
Nº de ações de
manutenção e troca de
sinalização por desgaste,
vandalismo ou
intemperismo
Nº de atividades
Ordenar as atividades a serem
disponibilizadas aos
M3.1 desenvolvidas pelo visitante, em
visitantes (trilhas guiadas
relação à recreação e interpretação
ou livres)
Nº de monitores e guias
treinados nas atividades C5. Depende receptivo e acompanhamento em parte das trilhas
acompanhadas
Proporcionar segurança nas práticas
M3.2
de visitação, interpretação e recreação Nº de ocorrências de
acidentes (e seu grau de
severidade) de visitantes
dentro dos limites da UC
Quantidade de elaborado,
Divulgação de temas necessárioas à divulgado e distribuído
M3.8 boa gestão, por meios diversos C8. Depende de uma programação das ações de comunicação
(incluindo mídias sociais).
CRONOGRAMA (ANOS)
CLASSIFICAÇÃO DAS RESPONSABILIDADES
AÇÕES ATIVIDADES
ATIVIDADES E PARCERIAS
1 2 3 4 5
Gestores do PEMA
Mapear as áreas com susceptibilidade a
A1.1 Estratégia de gestão Universidades e
processos de instabilização nas trilhas
pesquisadores
parceiros
Gestores do PEMA
Elaborar estudo sobre técnicas a serem
A1.3 aplicadas na recuperação das trilhas do Estudo Universidades e
Controle e Monitoramento das Parque pesquisadores
1 parceiros
Trilhas
Gestores do PEMA
SEMAD
Definir a capacidade de carga turística do
A3.6 Estudo
PEMA
Universidades e
pesquisadores
parceiros
Gestores do PEMA
Elaborar um banco de dados sobre o perfil
A3.10 Gestão
do visitante
Parceiros locais
Este programa tem como objetivo estabelecer, por meio das relações entre os diversos
atores do território, os pactos sociais necessários para garantir a proteção da Mata Atlântica
goiana, sua fauna, flora e demais serviços ecossistêmicos. Torna-se necessária uma
estratégia de abordagem que compartilhe os benefícios ambientais, econômicos e sociais
oriundos da criação de uma unidade de conservação, zelando pela eficiência na
comunicação aos atores envolvidos. Busca-se, assim, elevar a visibilidade das ações de
proteção aos recursos naturais, históricos e culturais do Parque Estadual da Mata Atlântica.
Para que esta articulação ocorra da melhor forma possível, um caminho promissor é a
comunicação entre os atores, baseada na disponibilização contínua de informações e a
criação e manutenção de canais de diálogo entre o PEMA e a sociedade, especialmente
com as comunidades no entorno. Os benefícios ambientais, sociais e econômicos que
decorrem do efetivo estabelecimento de uma UC podem ser o grande direcionador destes
diálogos.
OBJETIVO DO PROGRAMA: Estabelecer, por meio das relações entre os diversos atores do território, os pactos sociais necessários para garantir o objetivo superior da Unidade.
% do Programa
executado/período
Desenvolver Programa de Educação
M1.1
Ambiental Número de Instrumentos de
planejamento, gestão e
comunicação
Educação Ambiental
Nº de atores identificados e
M1.2 Identificar os atores e públicos alvo
engajados
C1. Depende de política de relacionamento com os principais
Desenvolver programa voltado a atores da Zona de Amortecimento
M1.3 proteção de predação de animais Nº de moradores visitados
domésticos por animais silvestres
C2. Depende de reuniões periódicas do Conselho Consultivo
Nº de reuniões de
Parcerias articuladas com diferentes articulação C3. Depende de comunicação constante com atores locais, a fim
atores: poder público (prefeituras, de manter engajamento e estimular a participação
Articulação de parcerias M1.3
MP, autarquias), sociedade civil
organizada e universidades Nº de atores identificados e
engajados
Nº de reuniões periódicas
do Conselho Consultivo
Apoio ao Conselho Consultivo M1.4 Gestão participativa desenvolvida
Nº de diferentes atores
representados no Conselho
Consultivo
CRONOGRAMA (ANOS)
CLASSIFICAÇÃO DAS RESPONSABILIDADES
AÇÕES ATIVIDADES
ATIVIDADES E PARCERIAS
1 2 3 4 5
Parceiros locais
Gestores do PEMA
Feedback e avaliação do nível de
A1.3 Avaliação e monitoramento
aprendizado (ação contínua)
Parceiros locais
Gestores do PEMA
Buscar parcerias para a gestão do
A2.1 Articulação
território das comunidades lindeiras
Parceiros locais
Parceiros locais
Conselho Consultivo
Estabelecer periodicidade das
A3.1 Estratégia de gestão
reuniões do Conselho Consultivo
SEMAD
Conselho Consultivo
Garantir a representatividade do
A3.2 Estratégia de gestão
Conselho Consultivo (ação contínua)
3 Apoio ao Conselho Consultivo SEMAD
Conselho Consultivo
Gestores do PEMA
Este programa tem como objetivo garantir a integridade física, biológica e cultural da
Unidade. Diz respeito a ações e atividades necessárias para proporcionar a melhoria da
qualidade ambiental do PEMA, disponibilizando recursos para o restabelecimento e
manutenção da biodiversidade. Contém o Sub-Programa “Plano de combate a incêndios”.
Com base no mapa de fragilidade a incêndios elaborado pela STCP, baseado nos
parâmetros de uso do solo, ocorrências pretéritas de incêndios, tipo de vegetação e
declividade, sugere-se a adoção de ao menos cinco setores de combate a incêndios no
PEMA (Figura 2.02): três no interior do parque e duas em sua Zona de Amortecimento. Os
setores de maior atenção possuem áreas de Fragilidade Alta, Muito Alta e Extrema da Zona
de Amortecimento, pois apresentam alto potencial de entrada de focos de incêndio no
interior da UC, somado ao grande potencial de queima em função de extensas áreas com
esse nível de suscetibilidade ao longo da Zona de Amortecimento.
Setor Central: área central, entre o Córrego da bica da sede e o Córrego da Lontra,
com áreas de fragilidade baixa a moderada;
Assim, as duas áreas mais críticas na Zona de Amortecimento estão conectadas aos dois
setores que merecem maior atenção no monitoramento dentro do PEMA. As atividades de
fiscalização no interior do PEMA, no seu entorno, incluindo trilhas, estradas e aceiros,
devem ser intensificadas no período de maior estiagem. Nas áreas de entorno é primordial
manter diálogo próximo aos principais atores envolvidos, sobretudo o agropecuário, para
orientação correta de melhores práticas e a co-construção de alternativas viáveis para
proteção do PEMA.
Figura 5.02 - Setores Sugeridos para Combate e Monitoramento a Focos de Incêndio no PEMA
e Zona de Amortecimento
Para prevenir e reduzir as consequências dos incêndios, são previstas nesse subprograma
ações relacionadas à criação e manutenção de aceiros, formação e capacitação de uma
brigada de combate a incêndios e educação ambiental às comunidades das áreas de
entorno da UC, nesse caso abrangendo tanto a sensibilização quanto a problemática do uso
do fogo para a limpeza do terreno e proposição de alternativas de manejo agropecuário.
Abaixo segue um proposta de quadro funcional e devidas descrições indicado para atuar na
gestão do PEMA.
Preferencialmente profissionais
dotados de ensino superior completo, Realizar trabalhos voltados à Sensibilização,
Monitores preferencialmente na área de Ciências Conscientização e Educação Ambiental,
4
Ambientais Biológicas, Gestão Ambiental, ou bem como relacionados à Visitação Pública
ainda, com pós graduação em na UC e seu entorno.
educação ambiental.
OBJETIVO DO PROGRAMA: Garantir a integridade física, biológica e cultural da Unidade; deverá conter um subprograma “plano de combate a incêndios”. Se à época da elaboração deste
subprograma já existir um plano operacional de combate à incêndios na unidade, ele deverá ser considerado como base para a nova proposta.
Programa de Fiscalização: proteção física, M1.1 Pessoal, infraestrutura e bens Diagnóstico da infraestrutura C1. Depende de Diagnóstico realizado da infraestrutura e bens
biológica e cultural necessários para o desenvolvimento para proteção e fiscalização
das atividades de proteção e C2. Depende da disponibilidade da equipe (efetivos e/ou
fiscalização Custos de manutenção de comissionados)
equipamentos
Custos/horas trabalhadas no
processo de fiscalização e
gestão
M1.2 Controle de acessos e limites da UC Número de ocorrências de C3. Depende de atividades contínuas de fiscalização
ilícitos encontrados
C4. Depende de boa manutenção nas trilhas e acessos
Número de abordagens
realizadas
Subprograma Plano de Combate a incêndios M1.3 Trabalhos de prevenção e combate Número de ocorrências de
a incêndios florestais organizados incêndios registradas dentro
Prevenção e controle de risco e frequência de dos limites e ZA
incêndios florestais
M1.4 Fiscalização e prevenção priorizadas Número de rondas/ações de
nos locais onde a ocorrência de fiscalização em
incêndios é mais frequente campo/período
M1.5 Setorização do PEMA em blocos Número de setores de C5. Adoção de ao menos 5 setores de combate a incêndios:
para monitoramento e combate a combate definidos e
incêndios florestais monitorados continuamente Setor Oeste: áreas mais degradadas a Oeste, incluindo o Córrego
da Bica da Sede e parte das estradas de acesso e limite do PEMA,
incluindo sua sede
Zona de Amortecimento:
M1.6 Acesso à área do PEMA controlado Número de ações de C6. Depende de periodicidade das ações de fiscalização,
por funcionários treinados e controle e fiscalização nos disponibilidade de equipe e política de relacionamento com atores
capacitados para atuar em ações de acessos do entorno
prevenção e combate a incêndios
florestais
M1.7 Brigada voluntária de combate a Número de integrantes da C7. Depende da articulação com atores relevantes do entorno e
incêndios florestais formada, Brigada voluntária parceria para construção da brigada voluntária – com poder público
treinada e equipada nas esferas pertinentes, incluindo policiamento ambiental (PM-
Número de reuniões e GO), IBAMA etc.
treinamentos da Brigada
voluntária
M1.8 Instituição de brigada fixa Número de integrantes da C8. Depende da articulação entre a gestão da UC e os atores
brigada fixa. relevantes do entorno para construção da brigada fixa e
constituição de equipe fixa de brigadistas a serem acionados em
Número de treinamentos da caso de emergência.
brigada fixa.
1 2 3 4 5
Parceiros locais
Este programa tem como objetivo produzir e difundir conhecimentos que auxiliem a gestão
da Unidade em suas diversas ações. Projetos de pesquisa visam produzir e atualizar
conhecimento científico e permitem estabelecer medidas eficazes de conservação e manejo
dos recursos natuais, incluindo seu território e suas áreas de influência, incluindo sua Zona
de Amortecimento.
Neste contexto, são prioritários projetos que objetivem o monitoramento da flora e fauna do
PEMA, assim como aspectos físicos do meio. Aqui se faz necessária a separação entre
pesquisas, estruturadas para obtenção de informações inéditas ou atualização de
informações pretéritas com lacunas temporais, e monitoramentos, estruturados como
processos permanentes e contínuos direcionados a entender como determinados
componentes ambientais são afetados e como seu status determina ações de conservação
e manejo.
OBJETIVO DO PROGRAMA: Produzir e difundir conhecimentos que auxiliem a gestão da Unidade em suas diversas ações. Deverá conter um subprograma para monitoramento e conservação das
espécies ameaçadas
Sub-Programa de Conhecimento Científico M1.1 Lacunas de conhecimento Nº de grupos/taxa C1. Levantamento preliminar de fauna e flora
identificadas no PEMA identificados como
prioritários e sem dados C2. Organização das referências bibliográficas levantadas
atualizados disponíveis
C3. Prioridades e lacunas definidas para flora (levantamento
florístico e fitossociológico, espécies indicadoras, raras, endêmicas
e ameaçadas, listas atualizadas de espécies ameaçadas)
M1.2 Grupos de pesquisadores mapeados Nº de pesquisadores C5. Pesquisadores e instituições da região, do estado ou de
mapeados domínio das linhas de pesquisa almejadas
Nº de instituições mapeadas
M1.3 Definição das espécies alvo de Lista de espécies alvo de C6. Listas atualizadas de espécies Goiás, do Brasil e da IUCN
conservação conservação
M1.4 Pesquisas abordando as lacunas de Número de pesquisas C7. Organização de bancos de dados de pesquisas
conhecimento identificadas no científicas conduzidas no
PEMA PEMA C8. Acessos a periódicos e literatura científica disponível
Número de licenças e C9. Desejável sinergia entre SISBIO e outros bancos de dados
concessões para pesquisas relativos a coletas de material biológico
(no PEMA, no SISBIO bem
como em outros sistemas
disponíveis)
Sub-Programa de Conservação das Espécies M2.1 Espécies ameaçadas identificadas, Lista de espécies C10. Atualização de listas de espécie4s estaduais, federais e
com ocorrência nos limites do PEMA ameaçadas com status de
Ameaçadas e/ou Endêmicas e sua ZA ameaça atualizado consulta à Lista Vermelha da IUCN
Sub-Programa de Manejo e Gestão M3.1 Execução de ações de manejo para Número de ações
as espécies ameaçadas e executadas de manejo
* Interface com o Programa de Manejo e endêmicas C14. Desejável sinergia com ações definidas nos PAN – Planos de
Recuperação Ação Nacional para espécies ameaçadas
M3.2 Definição de espécies alvo de Lista de espécies prioritárias
conservação para o PEMA no período
M3.3 Programa de monitoramento de Número de coletas e C.15. Acompanhamento da evolução da qualidade e quantidade da
nascentes análises de água, e água das nascentes.
medições de nível de
água/vazões em nascentes. C.16. A variação sazonal dos parâmentros quali-quantitativos é de
grande relevância, bem como a amostragem em eventos extremos
(cheias ou estiagens).
1 2 3 4 5
1 Mapeamento de lacunas de A1.1 Identificar lacunas de conhecimento Estratégia de gestão Conselho Consultivo
no PEMA: meio físico, biótico e
Gestores do PEMA
2 Apoio a pesquisas científicas A2.1 Fornecer suporte (logístico: Gestão Gestores do PEMA
prioritárias alojamento, acompanhamento em
campo) os pesquisadores
interessados nos temas prioritários
Este programa tem como objetivo a regularização fundiária do Parque Estadual da Mata
Atlântica que, como previsto no parágrafo 1º do artigo 11 do Sistema Nacional de Unidades
de Conservação (Lei nº 9.985, de 18/07/2000), deve ser de posse e domínio públicos, sendo
que as áreas particulares incluídas em seus limites definidos devem ser desapropriadas.
F. REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA
OBJETIVO DO PROGRAMA: regularização fundiária do PEMA que, como previsto no parágrafo 1º do artigo 11 do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Lei nº 9.985, de 18/07/2000), deve
ser de posse e domínio públicos
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BRAZ, H.; BUONONATO, M. A.; CISNEROS-HEREDIA, D. F.; COLLI, G. R.; COSTA, H. C.;
FRANCO, F. L.; GIRAUDO, A.; GONZALEZ, R. C.; GUEDES, T.; HOOGMOED, M. S.;
MARQUES, O. A. V.; MONTINGELLI, G. G.; PASSOS, P.; PRUDENTE, A. L. C.; RIVAS, G.
A.; SANCHEZ, P. M.; SERRANO, F. C.; SILVA JR, N. J.; STRÜSSMANN, C.; VIEIRA-
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LIMA, D. M., LIMA, P. C., LUGARINI, C., MACHADO, C. G., MARTINEZ, J., NASCIMENTO,
J. L. X.; PACHECO, J. F.; PALUDO, D.; PRESTES, N. P.; SERAFINI, P. P.; SILVEIRA, L. F.;
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NOME:
CONTATO:
INSTITUIÇÃO:
13. QUAIS AÇÕES PODERIAM SER APLICADAS PARA A MANUTENÇÃO E MELHORIA DO PEMA?
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
OBSERVAÇÕES
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
ANEXO 2.02 –
MAPA BASE DO
PEMA
!
!
!
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHA
732000 733000 734000 735000 736000 737000 738000 739000 740000 741000
!
LEGENDA
!
!
!
Estrada
!
Trilha exsitente
!
Trilha proposta
!
Linha de Distribuição
!
!
!
!
Rios
!
Massa D'água
!
bá Zona de Amortecimento
!
r um
Co Parque Estadual da Mata Atlântica
!
o
Ri
7989000
7989000
Limite Municipal
!
!
Estruturas
$
1
!
Barramento
!
Captação de Água
!
!
"
6 Entrada do Parque
!
"
S Porteira
!
'
4
!
Represa
!
!
H Sede
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
7988000
7988000
!
!
!
!
!
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!
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!
!
!
!
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!
!
!
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!
!
7987000
7987000
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!
Corumbaíba
!
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!
Água Limpa
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!
7986000
7986000
!
!
ba
!
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!
ca
!
ira
!
oP
!
Ri
Buriti Alegre !
!
!
FONTE
!
IBGE (2017)
"
6
!
!
FBDS (2020)
!
SEMAD (2020)
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
7985000
7985000
C ó rr e
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$
1
DADOS TÉCNICOS
¬
Có
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bá
B i ca d a
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Co
7984000
7984000
o
200 100 0 200 400 600 800
Ri
Se d
m
'
4
e
"
S
MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.
DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC
LOCALIZAÇÃO
TO
BA
MT
!
H GO
7983000
7983000
DF
MG
®
MS
Corumbaíba
SP
r um
7982000
bá
PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:10.000
PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA
Corumbaíba
ELABORADO POR:
#
726.000 732.000 738.000
#
LEGENDA
#
Estrada
# ##
Rios
#
#
Massa D'água
#
#
# Parque Estadual da Mata Atlântica
Zona de Amortecimento
#
Limite Municipal
#
#
#
#
Falha ou zona de cisalhamento
#
Geologia
#
7.992.000
7.992.000
Formação Serra Geral
#
#
#
#
#
DADOS TÉCNICOS
#
#
¬
#
#
#
NPab
Água Limpa
#
#
#
#
0 600 1.200 1.800 2.400 3.000
m
#
#
#
MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.
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#
DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
Pi DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC
#
ra c juba
an
#
PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.
ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.
#
ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
#
7.986.000
7.986.000
#
#
LOCALIZAÇÃO
#
#
Có
#
eg
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#
da TO
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#
MS
#
Corumbaíba
#
SP
Rio Corumbá
#
#
#
#
#
#
MAPA: GEOLOGIA DATA: JAN/2021
#
7.980.000
7.980.000
#
PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:60.000
PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA
#
#
ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS
#
#
Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira
#
RESPONSÁVEL
726.000 732.000 738.000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
#
#
#
ANEXO 2.04 – MAPA
DE LITOLOGIA
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
726.000 732.000 738.000
LEGENDA
Estrada
Rios
Massa D'água
Parque Estadual da Mata Atlântica
Zona de Amortecimento
Limite Municipal
Litologia
Clorita xisto, Quartzo-mica xisto, Muscovita-biotita xisto
Dacito
Ortognaisse tonalítico
7.992.000
7.992.000
FONTE
SIEG (2009)
Corumbaíba STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)
DADOS TÉCNICOS
Água Limpa
0 600
¬
1.200 1.800 2.400 3.000
m
7.986.000
LOCALIZAÇÃO
Có
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da
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Buriti Alegre
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BA
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m
MT
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Co
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Ri
GO
DF
MG
MS
®
Rio Corumbá
SP
Corumbaíba
7.980.000
PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:60.000
PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA
ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS
!
LEGENDA
Estrada
!
Linha de Distribuição
!
!
!
Rios
!
Massa D'água
Parque Estadual da Mata Atlântica
!
Zona de Amortecimento
!
Limite Municipal
!
Geomorfologia
Depressão Periférica da Borda Nordeste
!
da Bacia Sedimentar do Paraná
!
Depressão Periférica da Borda Nordeste
da Bacia Sedimentar do Paraná
!
Planícies e Terraços Fluviais
!
Planalto Dissecado do Sul - Sudeste Goiano
!
!
!
!
FONTE
7.988.000
7.988.000
!
!
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)
!
!
!
!
DADOS TÉCNICOS
!
¬
!
Água Limpa
!
!
! ! ! ! ! !!
! !
da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo
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BA
m
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7.984.000
7.984.000
Co
n juba
MT
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Rio Piraca
GO
DF
MG
Rio C orumbá MS
SP
®
Corumbaíba
ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS
!
LEGENDA
!
Estrada Sistemas Denudacionais
!
Linha de SRAIVB-LA(fr) - Superfície Regional
Distribuição de Aplainamento
!
!
!
Rios SRAIIB-RT(fr) - Superficie Regional de
!
Aplainamento IIB com dissecação fraca
Massa D'água
e associada a Relevos Tabulares na
!
Parque Estadual Bacia do Paraná
da Mata Atlântica
ZER-SRAIIIA/IIA(fo) - Zona de Erosão
!
Zona de Recuante com dissecação forte
Amortecimento
!
ZER-SRAIIIA/IIA(fr) - Zona de Erosão
Limite Municipal Recuante com dissecação fraca
!
ZER-SRAIIIA/IIA(m) - Zona de Erosão
!
Recuante com dissecação média
!
ZER/IIA(fo) - Zona de Erosão Recuante
com dissecação forte
!
HB-ED(mfo) - Estrutura Dobrada
!
formando Hogbacks com dissecação
!
muito forte
!
MC - Relevo de Morros e Colinas
7.988.000
7.988.000
!
!
FONTE
!
SIEG (2009)
!
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)
!
!
DADOS TÉCNICOS
!
¬
!
Água Limpa
!
!
! ! ! ! ! !!
! !
da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo
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TO
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BA
m
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7.984.000
7.984.000
Co
n juba
MT
o
Ri
Rio Piraca
GO
DF
MG
Rio C orumbá MS
SP
®
Corumbaíba
ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS
!
LEGENDA
!
Linha de Distribuição 620 - 640
!
!
!
Rios 640 - 660
!
Massa D'água 660 - 680
Parque Estadual 680 - 700
!
da Mata Atlântica 700 - 720
!
Zona de Amortecimento 720 - 740
Limite Municipal
!
740 - 760
Hipsometria (m) 760 - 780
!
500 - 520 780 - 800
!
520 - 540 800 - 820
540 - 560 820 - 840
!
560 - 580 840 - 860
!
580 - 600 860 - 880
!
!
!
!
FONTE
7.988.000
7.988.000
!
USGS (2020)
!
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)
!
!
!
!
DADOS TÉCNICOS
!
¬
!
Água Limpa
!
!
! ! ! ! ! !!
! !
da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo
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7.984.000
7.984.000
Co
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MT
o
Ri
Rio Piraca
GO
DF
MG
Rio C orumbá MS
SP
®
Corumbaíba
ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS
!
LEGENDA
Estrada
!
Linha de Distribuição
!
!
!
Rios
!
Massa D'água
Parque Estadual da Mata Atlântica
!
Zona de Amortecimento
!
Limite Municipal
!
Declividade
0 a 3% - Plano
!
3 a 8% - Suave Ondulado
!
8 a 20% - Ondulado
20 a 45% - Forte Ondulado
!
45 a 75% - Montanhoso
!
> 75% - Escarpado
!
!
!
!
FONTE
7.988.000
7.988.000
!
USGS (2020)
!
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)
!
!
!
!
DADOS TÉCNICOS
!
¬
!
Água Limpa
!
!
! ! ! ! ! !!
! !
da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo
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7.984.000
7.984.000
Co
n juba
MT
o
Ri
Rio Piraca
GO
DF
MG
Rio C orumbá MS
SP
®
Corumbaíba
ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS
!
LEGENDA
Estrada
!
Linha de Distribuição
!
!
!
Rios
!
Massa D'água
Parque Estadual da Mata Atlântica
!
Zona de Amortecimento
!
Limite Municipal
!
Pedologia
Argissolo Vermelho-Amarelo eutrófico
!
Cambissolo Háplico distrófico
!
!
!
!
!
!
!
FONTE
7.988.000
7.988.000
!
SIEG (2017)
!
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)
!
!
!
!
DADOS TÉCNICOS
!
¬
!
Água Limpa
!
!
! ! ! ! ! !!
! !
da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo
nt
ra
TO
bá
BA
m
ru
7.984.000
7.984.000
Co
n juba
MT
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Rio Piraca
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Rio C orumbá MS
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Corumbaíba
ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS
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Estrada
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Linha de Distribuição
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Rios
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Massa D'água
Banhado
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Limite Municipal
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Córrego da Lontra
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7.986.000
7.986.000
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FONTE
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STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)
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DADOS TÉCNICOS
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LOCALIZAÇÃO
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SP
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Co
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Corumbaíba
7.982.000
PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:20.000
PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA
ELABORADO POR:
Corumbaíba LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS
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LEGENDA
Estrada
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Linha de Distribuição
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Rios
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Massa D'água
Banhado
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Parque Estadual da Mata Atlântica
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Zona de Amortecimento
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Limite Municipal
Sistemas Aquíferos
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Sistema Aquífero Araxá - SAAx
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FONTE
7.988.000
7.988.000
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SIEG (2017)
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STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)
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DADOS TÉCNICOS
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Água Limpa
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SP
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Corumbaíba
ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS
!
LEGENDA
Estrada
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Linha de Distribuição
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Rios
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Massa D'água
Parque Estadual da Mata Atlântica
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Zona de Amortecimento
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Limite Municipal
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Fragilidade Ambiental
Muito Baixa
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Baixa
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Média
Alta
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FONTE
7.988.000
7.988.000
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STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)
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DADOS TÉCNICOS
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Água Limpa
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SP
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Corumbaíba
ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS
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LEGENDA
Estrada
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Linha de Distribuição
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860982/2017 Rios
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AREIA Massa D'água
Parque Estadual da Mata Atlântica
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Zona de Amortecimento
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Limite Municipal
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Processos Minerários
Fase
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Disponibilidade
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Autorização de Pesquisa
Requerimento de Licenciamento
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FONTE
7.988.000
7.988.000
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ANM (2020)
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STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)
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DADOS TÉCNICOS
!
303205/2017
860552/2018
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AREIA !
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861408/2015
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7.984.000
7.984.000
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MINÉRIO DE OURO
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Rio Piraca
GO
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MG
®
860172/2019
Rio C orumbá AREIA
MS
SP
Corumbaíba
ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS
!
LEGENDA
!
Estrada
Linha de Distribuição
!
!
!
Rios
!
Massa D'água
Parque Estadual da Mata Atlântica
!
Corumbaíba Zona de Amortecimento
!
Limite Municipal
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Fragilidade a Incêndios
Baixa
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Moderada
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Alta
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Muito Alta
Extrema
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FONTE
7.988.000
7.988.000
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STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)
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DADOS TÉCNICOS
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Água Limpa
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PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.
! ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.
ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
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7.984.000
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Corumbaíba
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SP
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ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS
A B
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E F
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W X
Y Z
Legenda: (A) Andira cujabensis Benth.; (B Apeiba tibourbou Aubl.; (C) Aspidosperma polyneuron Müll.Arg.; (D)
Astronium urundeuva (M. Allemão) Engl.; (E) Aspidosperma ramiflorum Müll.Arg.; (F) Ceiba speciosa (A. St.-Hil.)
Ravenna; (G) Citrus limonia Osbeck; (H) Copaifera langsdorffii Desf.; (I) Davilla nitida (Vahl) Kubitzki; (J)
Eriotheca gracilipes (K.Schum.) A.Robyns.; (K) Eugenia sp. L.; (L) Ficus sp.; (M) Guadua sp. Kunth; (N)
Handroanthus impetiginosus (Mart. ex DC.) Mattos; (O) Heteropterys sp. Kunth; (P) Inga vera Willd. (Q)
Hymenaea courbaril L.; (R) Jacaranda brasiliana (Lam.) Pers; (S) Luehea grandiflora Mart.; (T) Luetzelburgia
praecox (Harms) Harms; (U) Miconia sp.; (V) Monstera deliciosa Liebm.; (W) Piper aduncum L.; (X) Pouteria torta
(Mart.) Radlk.; (Y) Protium heptaphyllum (Aubl.) Marchand; (Z) Psychotria carthagenensis Jacq.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda (2020).
ANEXO 2.16 – LISTA
DE ESPÉCIES DA
FLORA
Lista das Espécies de Flora Registradas por Dados Secundários, Dados Primários e com Potencial de Ocorrência no
PEMA
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS
SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)
Ordem Alismatales
Família Araceae
Monstera deliciosa Liebm. Costela-de-Adão 1
Ordem Apiales
Família Araliaceae
Aralia warmingiana (Marchal) J. Wen Cinamomo-do-mato LC 1
Schefflera macrocarpa (Serm.) D.C. Froolik Mandiocão LC 3
Schefflera morototoni (Aubl.) Maguire Mandioqueira LC 1,4 1
Ordem Arecales
Família Arecaceae
Acrocomia aculeata sp. (Jacq.) Lodd. ex Mart. Macaúba 4
Attalea phalerata Mart. ex Spreng. Acuri 4
Euterpe edulis Mart. Palmito-jussara VU 4
Sheelea phalerata Mart. ex Spreng. Bacuri 1 1
Syagrus oleracea (Mart.) Becc. Guariroba 1,3,4 1
Ordem Asterales
Família Asteraceae
Tridax procumbens L. Erva-de-touro 1
Vernonanthura polyanthes (Spreng.) A.J. Vega & Dematt. Assa-peixe 1
Ordem Brassicales
Família Caricaceae
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS
SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)
SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)
SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)
SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)
SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)
SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)
Família Smilacaceae
Smilax quinquenervia Vell. Japecanga 1
Ordem Magnoliales
Família Annonaceae
Annona crassiflora Mart. Araticum LC 3
Annona montana Macfad. Araticum LC 4
Cardiopetalum calophyllum Schltdl. Embira-branca LC 1,3
Duguetia lanceolata A. St.-Hil. Pindaíba LC 4
Unonopsis guatterioides (A. DC.) R.E. Fr. Pindaíba-preta LC 1
Xylopia aromatica (Lam.) M.C. Dias Pimenta-de-macaco LC 3,4
Xylopia sericea A.St.-Hil. Pimenta-de-macaco LC 4
Xylopia emarginata Mart. Pimenta-de-macaco LC 4
Família Myristicaeae
Virola sebifera Aubl. Ucuúba LC 2,4
Ordem Malpighiales
Família Calophyllaceae
Calophyllum brasiliense Cambess. Guanandi LC 4
Família Caryocaraceae
Caryocar brasiliense Cambess. Pequi LC 3
Família Clusiaceae
Kielmeyera coriacea (Spreng.) Mart. Pau-santo 3
Kielmeyera speciosa St. Hil. Pau-santo LC 3
Família Ochnaceae
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS
SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)
SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)
Ordem Malvales
Família Elaeocarpaceae
Sloanea guianensis (Aubl.) Benth. Laranjeira-do-mato LC 1
Família Malvaceae
Apeiba tibourbou Aubl. Pente-de-macaco LC 1,4 1
Bastardiopsis densiflora (Hook. & Arn.) Hassl. Louro-branco 4
Ceiba speciosa (A. St.-Hil.) Ravenna Paineira 1,4 1
Ceiba pentandra (L.) Gaertn. Paineira LC 4
Eriotheca gracilipes (K.Schum.) A.Robyns. Paineira 1
Helicteres sp. L. Arbusto LC 4
Hibiscus sp.L. Hibisco LC 4
Luehea divaricata Mart. & Zucc. Açoita-cavalo DD 1,4
Luehea grandiflora Mart. Açoita-cavalo-graúdo 1,4 1
Luehea paniculata Mart. Açoita-cavalo-amarelo LC 1
Pavonia sp.Cav. Roseta-de-mato LC 4
Pseudobombax sp. Dugand Embiruçu 4
Pseudobombax grandiflorum (Cav.) A. Robyns Embiruçu 1
Pseudobombax tomentosum (Mart. & Zucc.) Embiruçu LC 1
Sterculia chicha A. St.-Hil. ex Turpin Chichá 1
Sterculia striata A. St.-Hil. & Naudin Chichá-do-Cerrado LC 1,2,4
Sida sp.L. Chá-bravo LC 4
Waltheria sp. L. Erva-de-soldado LC 4
Ordem Myrtales
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS
SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)
Família Melastomataceae
Miconia sp. Canela-de-velho 4 1
Tibouchina sp. Aubl. Guaresmeira 4
Família Myrtaceae
Campomanesia velutina (Cambess.) O.Berg. Gabiroba LC 4
Eugenia florida DC Pitanga-preta LC 4
Eugenia leitonii D. Legrand Goiabão 1
Eugenia sp. Goiabão 4 1
Gomidesia sp. Guamirim 4
Myrcia rostrata DC. Guamirim-de-folha-fina LC 1
Myrcia splendens (Sw.) DC. Guamirim-de-folha-fina LC 1,4
Myrcia undulata O.Berg Guamirim-ferro 1
Psidium cattleianum Afzel. ex Sabine Araçá-rosa 1
Psidium guajava L. Goiaba LC 4
Família Combretaceae
Combretum Loefl. Cipaúba LC 4
Combretum laxum Jacq. Pombeiro-branco LC 1
Terminalia argentea Mart. Orelha-de-onça LC 1
Terminalia glabrescens Mart. Pau-sangue 1
Família Vochysiaceae
Callisthene fasciculata. Mart. Carvão-branco LC 4
Qualea grandiflora Mart Pau-terra 3
Qualea multiflora Mart. Pau-terra 3
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS
SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)
SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)
Família Chrysobalanaceae
Hirtella glabrata Pilg. Ajururana 1
Hirtella glandulosa Spreng. Vermelhão 1
Hirtella gracilipes (Hook. f.) Prance Vermelhão 4
Licania alba (Bernoulli) Cuatrec. Oiti LC 1,3
Família Rhamnaceae
Rhamnidium elaeocarpum Reissek Cafezinho LC 1,4
Família Urticaceae
Cecropia pachystachya Tre´cul Embaúba 1,4
Urera baccifera (L.) Gaudich. ex Wedd. Urtiga-brava LC 4
Família Moraceae
Ficus citrifolia Mill. Figo-de-folhas-curtas LC 1
Ficus sp. Gameleira 4 1
Maclura tinctoria (L.) D.Don ex Steud. Taúba LC 1,4
Sorocea bonplandii (Baill.) W.C.Burger Falsa-espinheira-santa 1
Ordem Rubiales
Família Rubiaceae
Alibertia edulis (Rich.) A. Rich. ex DC. Marmelada 1,4
Cordiera macrophylla (K.Schum.) Kuntze Marmelo-da-mata 1
Cordiera sessilis (Vell.) Kuntze Marmelada-do-Cerrado 1,4
Coussarea hydrangeifolia (Benth.) Müll.Arg Cinzeiro 4
Genipa americana var. caruto (H.B.K.)K. Schum. Jenipapo 4 1
Psychotria carthagenensis Jacq. Cafezinho 1
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS
SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)
SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)
SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)
!
LEGENDA
Estrada
!
Linha de Distribuição
!
!
!
Rios
!
Massa D'água
Banhado
!
Parque Estadual da Mata Atlântica
!
Zona de Amortecimento
Limite Municipal
!
Vegetação e Uso do Solo
!
Floresta Estacional Semidecidual Montana
!
Vegetação Secundária em Estágio Médio de Regeneração
Vegetação Secundária em Estágio Inicial de Regeneração
!
Pecuária (Pastagens)
!
Área de Inundação da Represa
!
Área Antropizada
Edificação
!
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FONTE
7.988.000
7.988.000
!
!
STCP E NGE NHARIA DE P ROJE TOS LTDA. (2020)
IB GE (2017)
!
!
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!
DADOS TÉCNICOS
!
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Água Limpa
!
!
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! !
da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo
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7.984.000
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Rio Piracan
GO
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MG
Rio C orumbá MS
SP
®
Corumbaíba
(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum
P1
P2
P3
P4
Classe Amphibia
Ordem Anura
Família Aromobatidae
Allobates goianus (Bokermann, 1975) Rãzinha-da-mata DD 2
Família Brachycephalidae
Ischnocnema juipoca (Sazima & Cardoso, 1978) Rãzinha-do-folhiço LC 2
Família Bufonidae
Rhinella cerradensis Maciel, Brandão, Campos & Sebben, Cururu-do-Cerrado DD 01
2007
Rhinella diptycha (Cope, 1862) Sapo-cururu DD 1, 2,3 05
Rhinella rubescens (A. Lutz, 1925) Sapo-cururu-vermelho LC 2
Família Craugastoridae
Barycholos ternetzi (Miranda Ribeiro, 1937) Rã-cavadora LC 1,2,3 02 02 50
Família Hylidae
Aplastodiscus perviridis A. Lutz in B. Lutz, 1950 Perereca-ventíloqua-da- LC 1,2
mata
Boana albopunctata (Spix, 1824) Perereca-de-pintas- LC 1,2,3 07
amarelas
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Campo, outubro de 2020)
(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum
P1
P2
P3
P4
Boana crepitans (Wied, 1824) Perereca-da-Caatinga LC 2
Boana goiana (B. Lutz, 1968) Perereca-de-Goiás LC 2,3
Boana lundii (Burmeister, 1856) Perereca-da-mata LC 1,2,3
Boana multifasciata (Günther, 1859) Perereca LC 1,3
Boana raniceps (Cope, 1862) Perereca-quarenta-e-três LC 1,3 02 06
Bokermannohyla pseudopseudis (Miranda-Ribeiro, 1937) Perereca-das-cachoeiras LC 2,3
Dendropsophus microcephalus (Cope, 1886) Pererequinha LC 1
Dendropsophus cruzi (Pombal & Bastos, 1998) Pererequinha-de-cruz LC 1,2,3
Dendropsophus minutus (Peters, 1872) Pererequinha LC 1,2,3 01
Dendropsophus nanus (Boulenger, 1889) Pererequinha-nanica LC 1 02 02
Dendropsophus rubicundulus (Reinhardt & Lütken, 1862) Pererequinha-verde LC 1,2,3
Dendropsophus soaresi (Caramaschi & Jim, 1983) Perereca-reticulada LC 2
Pseudis bolbodactyla A. Lutz, 1925 Rã-paradoxal LC 1,2,3
Scinax fuscomarginatus (A. Lutz, 1925) Pererequinha-do-capim LC 1,2,3
Scinax fuscovarius (A. Lutz, 1925) Perereca-de-banheiro LC 1,2,3 03 04 01
Scinax similis (Cochran, 1952) Perereca-de-banheiro LC 2
Trachycephalus typhonius (Linnaeus, 1758) Perereca-grudenta LC 1,2,3 01
Família Leptodactylidae
Physalaemus albonotatus (Steindachner, 1864) Rã LC 2
Physalaemus nattereri (Steindachner, 1863) Rã-de-quatro-olhos LC 1,2,3,4 01
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Campo, outubro de 2020)
(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum
P1
P2
P3
P4
Physalaemus centralis Bokermann, 1962 Rã LC 1,2,3
Physalaemus cuvieri Fitzinger, 1826 Rã-cachorro LC 1,2,3
Physalaemus marmoratus (Reinhardt e Lütken, 1862) Rã LC 1
Pseudopaludicola saltica (Cope, 1887) Rãzinha LC 1
Pseudopaludicola falcipes (Hensel, 1867) Rãzinha LC 1
Pseudopaludicola ternetzi Miranda-Ribeiro, 1937 Rãzinha LC 1,3
Pseudopaludicola mystacalis (Cope, 1887) Rãzinha LC 3 03
Leptodactylus fuscus (Schneider, 1799) Rã-assobiadora LC 1,2,3 20 03 21
Leptodactylus labyrinthicus (Spix, 1824) Rã-pimenta LC 1,2,3 06 06
Leptodactylus latrans (Steffen, 1815) Rã-manteiga LC 1,2,3 02 25
Leptodactylus mystaceus (Spix, 1824) Rã-de-bigode LC 1
Leptodactylus mystacinus (Burmeister, 1861) Rã-de-bigode-robusta LC 1,2
Leptodactylus podicipinus (Cope, 1862) Rã-de-goteira LC 1 02
Leptodactylus syphax Bokermann, 1969 Rã-das-rochas LC 1,3
Família Microhylidae
Chiasmocleis albopunctata (Boettger, 1885) Sapinho-de-pintas-brancas LC 2
Elachistocleis cesarii (Miranda Ribeiro, 1920) Rã-guarda 1,2
Dermatonotus muelleri (Boettger, 1885) Sapo-do-cupinzeiro LC 3
Família Odontophrynidae
Odontophrynus cultripes Reinhardt & Lütken, 1861 Sapo-verruga-ornado LC 1,2
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Campo, outubro de 2020)
(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum
P1
P2
P3
P4
Odontophrynus salvatori Caramaschi, 1996 Sapo-verruga-de-Salvator DD 2
Proceratophrys goyana (Miranda-Ribeiro, 1937) Sapo-verruga-de-Goiás LC 1,2,3 06
Família Phyllomedusidae
Pithecopus azureus (Cope, 1862) Perereca-da-folhagem DD 1,2,3
CLASSE REPTILIA
Ordem Testudines
Família Chelidae
Phrynops geoffroanus (Schweigger, 1812) Cágado-de-barbicha 1,2
Mesoclemmys vanderhaegei (Bour, 1973) Cágado-de-barbicha NT 3
Família Testudinidae
Chelonoidis carbonarius (Spix, 1824) Jabuti-piranga 2
Ordem Crocodylia
Família Alligatoridae
Caiman crocodilus (Linnaeus, 1758) Jacaretinga LC 2
Paleosuchus palpebrosus (Cuvier, 1807) Jacaré-coroa LC 1
Ordem Squamata
Subordem Lacertília
Família Gekkonidae
Hemidactylus mabouia (Moreau de Jonnès, 1818) lagartixa-de-parede 1,3
Família Scincidae
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Campo, outubro de 2020)
(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum
P1
P2
P3
P4
Notomabuya frenata (Cope, 1862) Calango-liso LC 1,2,3
Copeoglossum nigropunctatum (Spix, 1825) Calango-liso LC 1,2,3
Família Dactyloidae
Norops brasiliensis (Vanzolini & Williams, 1970) Papa-vento 01
Norops chrysolepis (Duméril & Bibron, 1837) Papa-vento 1,2,3
Norops meridionalis (Boettger, 1885) Papa-vento 2
Família Polychrotidae
Polychrus acutirostris (Spix, 1825) Lagarto-preguiçoso LC 2,3
Família Tropiduridae
Stenocercus sinesaccus Torres-Carvajal, 2005 Calango LC 2
Tropidurus oreadicus Rodrigues, 1987 Calango LC 1
Tropidurus torquatus (Wied, 1820) Calango LC 1,2,3 05
Tropidurus itambere Rodrigues, 1987 Calango LC 3
Família Anguidae
Ophiodes striatus (Spix, 1824) Cobra-de-vidro LC 2
Família Gymnophtalmidae
Cercosaura schreibersii Wiegmann, 1834 Lagartinho-de-folhiço LC 2,3
Colobosaura modesta (Reinhardt & Luetken, 1862) Lagartinho-de-folhiço 1,2,3
Micrablepharus maximiliani (Reinhardt & Luetken, 1862) Lagartinho-do-rabo-azul LC 1,3
Micrablepharus atticolus Rodrigues, 1996 Lagartinho-do-rabo-azul LC 2,3
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Campo, outubro de 2020)
(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum
P1
P2
P3
P4
Família Teiidae
Ameiva ameiva (Linnaeus, 1758) Bico-doce LC 1,2,3 02
Ameivula ocellifera (Spix, 1825) Calango-verde 2,3
Salvator duseni (Lönnberg in Lönnberg e Andersson, 1910) Teiú II 2
Salvator merianae Duméril & Bibron, 1839 Teiú LC II 1,2,3,4 01 04
Tupinambis teguixin (Linnaeus, 1758) Teiú LC II 2
Subordem Amphisbaenia
Família Amphisbaenidae
Amphisbaena roberti Gans, 1964 Cobra-de-duas-cabeças 1
Amphisbaena alba Linnaeus, 1758 Cobra-de-duas-cabeças LC 3
Subordem Serpentes
Família Anomalepididae
Liotyphlops ternetzii (Boulenger, 1896) Cobra-cega LC 1
Família Leptotyphlopidae
Trilepida koppesi (Amaral, 1955) Cobra-cega LC 1
Família Boidae
Boa constrictor (Stull, 1932) Jiboia 1,2,3,4 01
Eunectes murinus (Linnaeus, 1758) Sucuri 1 01
Epicrates crassus Cope, 1862 Salamanta 2,3
Família Colubridae
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Campo, outubro de 2020)
(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum
P1
P2
P3
P4
Chironius flavolineatus (Jan, 1863) Cobra-cipó LC 2
Drymarchon corais (Boie,1827) Papa-pinto LC 1
Spilotes pullatus (Linnaeus, 1758) Caninana LC 2 01
Tantilla melanocephala (Linnaeus, 1758) Falsa-cabeça-preta LC 2
Família Dipsadidae
Apostolepis assimilis (Reinhardt, 1861) Cobra-da-terra LC 2
Erythrolamprus poecilogyrus (Wied, 1824) Cobra-capim 1 01
Erythrolamprus reginae (Amaral, 1935) Cobra-capim LC 2
Imantodes cenchoa (Linnaeus, 1758) Dormideira LC 2
Oxyrhopus guibei Hoge & Romano, 1978 Coral-falsa LC 2
Oxyrhopus trigeminus Duméril, Bibron & Duméril, 1854 Coral-falsa LC 1,2,3
Philodryas nattereri Steindachner, 1870 Corre-campo LC 1
Philodryas olfersii (Liechtenstein, 1823) Cobra-verde LC 3
Phimophis guerini (Duméril, Bibron e Duméril, 1854) Cobra-nariguda 2
Sibynomorphus mikanii (Schlegel, 1837) Dormideira LC 1,3
Rhachidelus brazili Boulenger, 1908 Cobra-preta LC 3
Xenodon merremii (Wagler in Spix, 1824) Boipeva LC 1,2
Família Viperidae
Crotalus durissus Linnaeus, 1758 Cascavel LC 1,2,4
Bothrops moojeni Hoge, 1966 Jararaca II 1,2,3,4 04
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Campo, outubro de 2020)
(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum
P1
P2
P3
P4
Bothrops neuwiedi Wagler in Spix, 1824 Jararaca LC 2
Bothrops pauloensis Amaral, 1925 Jararaca LC 3
Legenda: DD – Data Deficient (Deficiência de dados); LC - Least Concern (Pouco preocupante); NT – Near Threatened (Quase ameaçada); II - espécies não
necessariamente ameaçadas de extinção, mas cujo comércio deve ser controlado a fim de evitar usos incompatíveis com sua sobrevivência. Registro
secundário: 1 - Estudo de Impacto Ambiental da UHE Itumbiara (FURNAS, 2012); 2 - Diagnóstico Ambiental da Bacia do Médio Rio Corumbá (BRANDT, 2017).
3 - Estrutura e status de conservação das comunidades de vertebrados do Parque Estadual da Serra de Caldas Novas – PESCAN (Pena et al., 2011). 4 –
Fauna registrada no PEMA (2014, 2015). PONTOS: P1 – Ambiente antrópico; P2 – Floresta Estacional Semidecidual / Mata de Galeria; P3 – Mata de Galeria;
P4 – Floresta Estacional Semidecidual.
ANEXO 2.19 – LISTA
DE ESPÉCIES DE AVES
Registros de Avifauna Obtidos por Registros Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos (campo de outubro de
2020), Parque Estadual da Mata Atlântica, PEMA
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
Tinamiformes Huxley, 1872
Tinamidae Gray, 1840
Crypturellus undulatus (Temminck, 1815) Jaó LC 1,3,4
Crypturellus parvirostris (Wagler, 1827) Inhambu-chororó LC 1,3,4 02
Nothura maculosa (Temminck, 1815) Codorna-amarela LC 4 01 01
Rhynchotus rufescens (Temminck, 1815) Perdiz LC 1,3 01
Anseriformes Linnaeus, 1758
Anatidae Leach, 1820
*Dendrocygna viduata (Linnaeus, 1766) Irerê LC 1,4 08 20
*Dendrocygna autumnalis (Linnaeus, 1758) Asa-branca LC 1 02
*Cairina moschata (Linnaeus, 1758) Pato-do-mato LC 1,2,4 09 16
*Sarkidiornis sylvicola (Ihering & Ihering, 1907) Pato-de-crista LC 1
*Amazonetta brasiliensis (Gmelin, 1789) Pé-vermelho LC 1,4 02
Galliformes Linnaeus, 1758
Cracidae Rafinesque, 1815
Crax fasciolata (Spix, 1825) Mutum-de-penacho VU 1,3,4 02
Penelope superciliaris (Temminck, 1815) Jacupemba LC 3,4 02 02
Podicipediformes Fürbringer, 1888
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
Podicipedidae Bonaparte, 1831
*Tachybaptus dominicus (Linnaeus, 1766) Mergulhão-pequeno LC 1
Ciconiiformes Bonaparte, 1854
Ciconiidae Sundevall, 1836
*Ciconia maguari (Sundevall, 1836) Maguari LC 2
*Jabiru mycteria (Lichtenstein, 1819) Tuiuiú LC 1
*Mycteria americana (Linnaeus, 1758) Cabeça-seca LC 1,4
Suliformes Sharpe, 1891
Phalacrocoracidae Reichenbach, 1849
*Nannopterum brasilianus (Gmelin, 1789) Biguá LC 1,4 01
Anhingidae Reichenbach, 1849
*Anhinga anhinga (Linnaeus, 1766) Biguatinga LC 1
Pelecaniformes Sharpe, 1891
Ardeidae Leach, 1820
*Nycticorax nycticorax (Linnaeus, 1758) Savacu LC 1 01
*Butorides striata (Linnaeus, 1758) Socozinho LC 1 01
*Bubulcus ibis (Linnaeus, 1758) Garça-vaqueira LC 1,3,4
*Ardea cocoi Linnaeus, 1766 Garça-moura LC 1,4 01
*Ardea alba Linnaeus, 1758 Garça-branca-grande LC 1,4 03
Syrigma sibilatrix (Temminck, 1824) Maria-faceira LC 1,2 02
*Pilherodius pileatus (Boddaert, 1783) Garça-real LC 1
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
*Tigrisoma lineatum (Boddaert, 1783) Socó-boi LC 1
*Egretta thula (Molina, 1782) Garça-branca-pequena LC 1
Threskiornithidae Poche, 1904
Mesembrinibis cayennensis (Gmelin, 1789) Coró-coró LC 1,3
Phimosus infuscatus (Lichtenstein, 1823) Tapicuru-de-cara-pelada LC 1
Theristicus caudatus (Boddaert, 1783) Curicaca LC 1,2,3,4 01
*Platalea ajaja Linnaeus, 1758 Colhereiro LC 1
Cathartiformes Seebohm, 1890
Cathartidae Lafresnaye, 1839
Cathartes aura (Linnaeus, 1758) Urubu-de-cabeça-vermelha LC 1,2,3,4 04
Coragyps atratus (Bechstein, 1793) Urubu-de-cabeça-preta LC 1,3,4 01
Sarcoramphus papa (Linnaeus, 1758) Urubu-rei LC 1,2,3
Accipitriformes Bonaparte, 1831
Pandionidae Bonaparte, 1854
Pandion haliaetus (Linnaeus, 1758) Águia-pescadora LC 1,2
Accipitridae Vigors, 1824
Buteo nitidus (Latham, 1790) Gavião-pedrês LC 1
Elanoides forficatus (Linnaeus, 1758) Gavião-tesoura LC 3
Ictinia plumbea (Gmelin, 1788) Sovi LC 1,2,4 01
Heterospizias meridionalis (Latham, 1790) Gavião-caboclo LC 1,2,4 01 01
Geranospiza caerulescens (Vieillot, 1817) Gavião-pernilongo LC 1,4
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
Rupornis magnirostris (Gmelin, 1788) Gavião-carijó LC 1,2 01 01 02
Leptodon cayanensis (Latham, 1790) Gavião-de-cabeça-cinza LC 01
Rostrhamus sociabilis (Vieillot, 1817) Gavião-caramujeiro LC 1
Urubitinga coronata (Vieillot, 1817) Águia-cinzenta EN EN II 1,2,4 02
Falconiformes Bonaparte, 1831
Falconidae Leach, 1820
Caracara plancus (Miller, 1777) Caracará LC 1,2,3,4 04 06
Milvago chimachima (Vieillot, 1816) Carrapateiro LC 1
Herpetotheres cachinnans (Linnaeus, 1758) Acauã LC 1,3 01 01
Falco sparverius Linnaeus, 1758 Quiriquiri LC 1,2,4
Falco peregrinus Tunstall, 1771 Falcão-peregrino LC 1,2
Falco femoralis Temminck, 1822 Falcão-de-coleira LC 1,2,3,4
Gruiforme Bonaparte, 1854
Rallidae Rafinesque, 1815
Aramides cajaneus (Statius Muller, 1776) Saracura-três-potes LC 1,2,4
Cariamiformes Furbringer, 1888
Cariamidae Bonaparte, 1850
Cariama cristata (Linnaeus, 1766) Seriema LC 1,2,3 02 02
Charadriiformes Huxley, 1867
Charadriidae Leach, 1820
Vanellus chilensis (Molina, 1782) Quero-quero LC 1,2,4 02 06
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
Recurvirostridae Bonaparte, 1831
*Himantopus melanurus Vieillot, 1817 Pernilongo-de-costas-brancas 1
Scolopacidae Rafinesque, 1815
*Tringa flavipes (Gmelin, 1789) Maçarico-de-perna-amarela LC 1
Jacanidae Chenu & Des Murs, 1854
*Jacana jacana (Linnaeus, 1766) Jaçanã LC 1
Sternidae Vigors, 1825
*Phaetusa simplex (Gmelin, 1789) Trinta-réis-grande LC 1 04
Columbiformes Latham, 1790
Columbidae Leach, 1820
Columbina talpacoti (Temminck, 1811) Rolinha-roxa LC 1,2,3,4 16
Columbina squammata (Lesson, 1831) Fogo-apagou LC 1,2,3 02
Columba livia Gmelin, 1789 Pombo-doméstico LC 1,2,3
Patagioenas picazuro (Temminck, 1813) Pombão LC 1,2,3,4 05 02
Claravis pretiosa (Ferrari-Perez, 1886) Pararu-azul LC 1,2
Patagioenas cayennensis (Bonnaterre, 1792) Pomba-galega LC 1,2,3
Zenaida auriculata (Des Murs, 1847) Pomba-de-bando LC 1
Leptotila verreauxi Bonaparte, 1855 Juriti-pupu LC 1,3 05 02 02 02
Leptotila rufaxilla (Richard & Bernard, 1792) Juriti-gemedeira LC 1,3,4
Psittaciformes Wagler, 1830
Psittacidae Rafinesque, 1815
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
Ara ararauna (Linnaeus, 1758) Arara-canindé LC 1,2,4 02
Orthopsittaca manilata (Boddaert, 1783) Maracanã-do-buriti LC 1
Diopsittaca nobilis (Linnaeus, 1758) Maracanã-pequena LC 1,2,3
Psittacara leucophthalmus (Statius Muller, 1776) Periquitão-maracanã LC 1,2,4 02 06
Aratinga auricapillus (Kuhl, 1820) Jandaia-de-testa-vermelha NT II 1,4 06 10
Eupsittula aurea (Gmelin, 1788) Periquito-rei LC 1,2,3,4 07 02
Forpus xanthopterygius (Spix, 1824) Tuim LC 1,2,4 04
Brotogeris chiriri (Vieillot, 1818) Periquito-de-encontro-amarelo LC 1,2,3 06 04 04
Amazona amazonica (Linnaeus, 1766) Curica LC 1 02
Amazona aestiva (Linnaeus, 1758) Papagaio-verdadeiro NT 1,3
Cuculiformes Wagler, 1830
Cuculidae Leach, 1820
Piaya cayana (Linnaeus, 1766) Alma-de-gato LC 1,2,4 01 02 01
Crotophaga ani Linnaeus, 1758 Anu-preto LC 1,2,4 10 06
Guira guira (Gmelin, 1788) Anu-branco LC 1,2,3,4 04
Tapera naevia (Linnaeus, 1766) Saci LC 1 01 01
Strigiformes Wagler, 1830
Strigidae Leach, 1820
Megascops choliba (Vieillot, 1817) Corujinha-do-mato LC 1 01
Athene cunicularia (Molina, 1782) Coruja-buraqueira LC 1,2,3,4 01
Asio flammeus (Pontoppidan, 1763) Mocho-dos-banhados LC 2
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
Bubo virginianus (Gmelin, 1788) Jacurutu LC 1,2
Glaucidium brasilianum (Gmelin, 1788) Caburezinho LC 1,2,4
Pulsatrix perspicillata (Latham, 1790) Murucututu LC 01
Caprimulgiformes Ridgway, 1881
Nyctibiidae Chenu & Des Murs, 1851
Nyctibius griseus (Gmelin, 1789) Mãe-da-lua LC 1,2 01
Caprimulgidae Vigors, 1825
Nyctidromus albicollis (Gmelin, 1789) Bacurau 1,4 04 01
Hydropsalis parvula (Gould, 1837) Bacurau-chintã 1
Hydropsalis torquata (Gmelin, 1789) Bacurau-tesoura LC 1,3 01
Chordeiles pusillus Gould, 1861 Bacurauzinho LC 1
Chordeiles nacunda (Vieillot, 1817) Corucão LC 1
Apodiformes Peters, 1940
Apodidae Olphe-Galliard, 1887
Chaetura meridionalis Hellmayr, 1907 Andorinhão-do-temporal LC 1
Streptoprocne zonaris (Shaw, 1796) Taperuçu-de-coleira-branca LC 3
Trochilidae Vigors, 1825
Calliphlox amethystina (Boddaert, 1783) Estrelinha-ametista LC 01
Phaethornis pretrei (Lesson & Delattre, 1839) Rabo-branco-acanelado LC 1,4
Eupetomena macroura (Gmelin, 1788) Beija-flor-tesoura LC 1,3 01
Chlorostilbon lucidus (Shaw, 1812) Besourinho-de-bico-vermelho LC 1
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
Thalurania furcata (Gmelin, 1788) Beija-flor-tesoura-verde LC 1,2,3
Amazilia fimbriata (Gmelin, 1788) Beija-flor-de-garganta-verde LC 1,3 02 02 02
Amazilia lactea (Lesson, 1832) Beija-flor-de-peito-azul LC 1 01
Amazilia versicolor (Vieillot, 1818) Beija-flor-de-banda-branca LC 2
Heliactin bilophus (Temminck, 1820) Chifre-de-ouro LC 1,3
Heliomaster squamosus (Temminck, 1823) Bico-reto-de-banda-branca LC 1
Anthracothorax nigricollis (Vieillot, 1817) Beija-flor-de-veste-preta LC 1,2
Lophornis magnificus (Vieillot, 1817) Topetinho-vermelho LC 2
Phaethornis ruber (Linnaeus, 1758) Rabo-branco-rubro LC 01
Trogoniformes A. O. U., 1886
Trogonidae Lesson, 1828
Trogon surrucura Vieillot, 1817 Surucuá-variado LC 1,2 01 01 02
Coraciiformes Forbes, 1844
Alcedinidae Rafinesque, 1815
*Chloroceryle americana (Gmelin, 1788) Martim-pescador-pequeno LC 1 01
*Megaceryle torquata (Linnaeus, 1766) Martim-pescador-grande LC 1 01
*Chloroceryle amazona (Latham, 1790) Martim-pescador-verde LC 1
Momotidae Gray, 1840
Momotus momota (Linnaeus, 1766) Udu-de-coroa-azul LC 1,2,3 01 04 01
Galbuliformes Fürbringer, 1888
Galbulidae Vigors, 1825
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
Galbula ruficauda Cuvier, 1816 Ariramba-de-cauda-ruiva LC 1,2,3,4 01 04
Bucconidae Horsfield, 1821
Nystalus chacuru (Vieillot, 1816) João-bobo LC 1,3
Nystalus maculatus (Gmelin, 1788) Rapazinho-dos-velhos LC 1 01
Nonnula rubecula (Spix, 1824) Macuru LC 1 01
Monasa nigrifrons (Spix, 1824) Chora-chuva-preto LC 1,2,3,4 04 08
Piciformes Meyer & Wolf, 1810
Ramphastidae Vigors, 1825
Ramphastos toco Statius Muller, 1776 Tucanuçu LC 1,2,3,4 01 02 02
Pteroglossus castanotis Gould, 1834 Araçari-castanho LC 1 08
Picidae Leach, 1820
Picumnus albosquamatus d’Orbigny, 1840 Pica-pau-anão-escamado LC 1 01 01 01
Melanerpes candidus (Otto, 1796) Pica-pau-branco LC 1,2,4 02
Veniliornis passerinus (Linnaeus, 1766) Picapauzinho-anão LC 1,2,3,4 01
Colaptes melanochloros (Gmelin, 1788) Pica-pau-verde-barrado LC 1,2,4
Colaptes campestris (Vieillot, 1818) Pica-pau-do-campo LC 1,3,4
Dryocopus lineatus (Linnaeus, 1766) Pica-pau-de-banda-branca 1,2 01
Campephilus melanoleucos (Gmelin, 1788) Pica-pau-de-topete-vermelho LC 1,2
Passeriformes Linnaeus, 1758
Thamnophilidae Swainson, 1824
Dysithamnus mentalis (Temminck, 1823) Choquinha-lisa LC 4 01
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
Herpsilochmus longirostris Pelzeln, 1868 Chorozinho-de-bico-comprido LC 1,2,3 01 02
Herpsilochmus atricapillus Pelzeln, 1868 Chorozinho-de-chapéu-preto LC 1,2
Thamnophilus doliatus (Linnaeus, 1764) Choca-barrada LC 1,3,4 01 03
Thamnophilus pelzelni (Hellmayr, 1924) Choca-do-planalto LC 1,2 02
Thamnophilus caerulescens (Vieillot, 1816) Choca-da-mata LC 3
Taraba major (Vieillot, 1816) Choró-boi LC 1,2 01 02 01
Dendrocolaptidae Gray, 1840
Campylorhamphus trochilirostris (Lichtenstein, 1820) Arapaçu-beija-flor LC 1 02
Lepidocolaptes angustirostris (Vieillot, 1818) Arapaçu-de-cerrado LC 1,2,3,4 01 01
Dendrocolaptes platyrostris Spix, 1825 Arapaçu-grande LC 1,2 01 02
Furnariidae Gray, 1840
Clibanornis rectirostris (Wied, 1831) Fura-barreira LC 2 02 02 02
Furnarius rufus (Gmelin, 1788) João-de-barro LC 1,2,3 06 02
Hylocryptus rectirostris (Wied, 1831) Fura-barreira LC 1,4
Xenops rutilans Temminck, 1821 Bico-virado-carijó 1
Synallaxis albescens Temminck, 1823 Uí-pi LC 1,2 01
Synallaxis frontalis Pelzeln, 1859 Petrim LC 1,2,4
Synallaxis hypospodia (Sclater, 1874) João-grilo LC 2
Pipridae Rafinesque, 1815
Antilophia galeata (Lichtenstein, 1823) Soldadinho LC 1,2,3,4
Pipra fasciicauda Hellmayr, 1906 Uirapuru-laranja LC 1,2 04 02
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
Neopelma pallescens (Lafresnaye, 1853) Fruxu-do-cerradão LC 1,2
Tityridae Gray, 1840
Pachyramphus validus (Lichtenstein, 1823) Caneleiro-de-chapéu-preto LC 2
Pachyramphus polychopterus (Vieillot, 1818) Caneleiro-preto LC 1
Tityra inquisitor (Lichtenstein, 1823) Anambé-branco-de-bochecha- LC 1,2
parda
Tityra cayana (Linnaeus, 1766) Anambé-branco-de-rabo-preto LC 1,2 01 04 01
Rhynchocyclidae Berlepsch, 1907
Corythopis delalandi (Lesson, 1830) Estalador LC 01
Leptopogon amaurocephalus Tschudi, 1846 Cabeçudo LC 1,2 01 02 01
Poecilotriccus latirostris (Pelzeln, 1868) Ferreirinho-de-cara-parda LC 1 01 01
Tolmomyias sulphurescens (Spix, 1825) Bico-chato-de-orelha-preta LC 1,2
Tolmomyias flaviventris (Wied, 1831) Bico-chato-amarelo LC 01
Todirostrum cinereum (Linnaeus, 1766) Ferreirinho-relógio LC 1,2 01
Hemitriccus margaritaceiventer (d’Orbigny & Lafresnaye, Sebinho-de-olho-de-ouro LC 1,2
1837)
Tyrannidae Vigors, 1825
Arundinicola leucocephala (Linnaeus, 1764) Freirinha LC 1
Camptostoma obsoletum (Temminck, 1824) Risadinha LC 1,2,3 01 01
Myiopagis viridicata (Vieillot, 1817) Guaracava-de-crista-alaranjada LC 1
Myiopagis caniceps (Swainson, 1835) Guaracava-cinzenta LC 1,2
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
Myiarchus swainsoni Cabanis & Heine, 1859 Irré LC 1 02
Tyrannus albogularis Burmeister, 1856 Suiriri-de-garganta-branca LC 1
Myiarchus ferox (Gmelin, 1789) Maria-cavaleira LC 1 04 01
Myiarchus tyrannulus (Statius Muller, 1776) Itan-cavaleira-de-rabo-enferrujado LC 1
Casiornis rufus (Vieillot, 1816) Maria-ferrugem LC 1,2,3 01 01
Pitangus sulphuratus (Linnaeus, 1766) Bem-te-vi LC 1,2,4 02
Machetornis rixosa (Vieillot, 1819) Suiriri-cavaleiro LC 1
Myiodynastes maculatus (Statius Muller, 1776) Bem-te-vi-rajado LC 1,4 01 04
Megarynchus pitangua (Linnaeus, 1766) Neinei LC 1 02
Myiozetetes cayanensis (Linnaeus, 1766) Bentevizinho-de-asa-ferrugínea LC 1
Myiozetetes similis (Spix, 1825) Bentevizinho-de-penacho- LC 1,2
vermelho
Tyrannus melancholicus Vieillot, 1819 Suiriri 1 02 02
Tyrannus savana Vieillot, 1808 Tesourinha LC 1,4
Griseotyrannus aurantioatrocristatus (d'Orbigny & Peitica-de-chapéu-preto LC 1,2
Lafresnaye, 1837)
Empidonomus varius (Vieillot, 1818) Peitica LC 1
Fluvicola nengeta (Linnaeus, 1766) Lavadeira-mascarada LC 1
Gubernetes yetapa (Vieillot, 1818) Tesoura-do-brejo LC 1
Colonia colonus (Vieillot, 1818) Viuvinha LC 1 02
Elaenia cristata (Pelzeln, 1868) Guaracava-de-topete-uniforme LC 1,3
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
Elaenia mesoleuca (Deppe, 1830) Tuque LC 1
Elaenia spectabilis (Pelzeln, 1868) Guaracava-grande LC 1
Elaenia chiriquensis (Lawrence, 1865) Chibum LC 3
Elaenia flavogaster (Thunberg, 1822) Guaracava-de-barriga-amarela LC 3
Lathrotriccus euleri (Cabanis, 1868) Enferrujado LC 1
Cnemotriccus fuscatus (Wied, 1831) Guaracavuçu LC 1,2 01 02
Xolmis cinereus (Vieillot, 1816) Primavera LC 1
Pyrocephalus rubinus (Boddaert, 1783) Príncipe LC 1,2
Xolmis velatus (Lichtenstein, 1823) Noivinha-branca LC 1,2,4
Vireonidae Swainson, 1837
Hylophilus pectoralis Sclater, 1866 Vite-vite-de-cabeça-cinza LC 1,2 01
Cyclarhis gujanensis (Gmelin, 1789) Pitiguari LC 1,3 02 02 02 04
Vireo chivi (Vieillot, 1817) Juruviara LC 2
Corvidae Leach, 1820
Cyanocorax cristatellus (Temminck, 1823) Gralha-do-campo LC 1,3
Cyanocorax cyanopogon (Wied, 1821) Gralha-cancã LC 1,4 15
Hirundinidae Rafinesque, 1815
Pygochelidon cyanoleuca (Vieillot, 1817) Andorinha-pequena-de-casa LC 1,3
Stelgidopteryx ruficollis (Vieillot, 1817) Andorinha-serradora LC 1,3,4 02
Progne tapera (Vieillot, 1817) Andorinha-do-campo LC 1,2,3,4 02
*Tachycineta albiventer (Boddaert, 1783) Andorinha-do-rio LC 1
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
*Tachycineta leucorrhoa (Vieillot, 1817) Andorinha-de-sobre-branco LC 1 02
Troglodytidae Swainson, 1831
Troglodytes musculus Naumann, 1823 Corruíra LC 1,3
Pheugopedius genibarbis (Swainson, 1838) Garrinchão-pai-avô LC 1,3 01 02
Cantorchilus leucotis (Lafresnaye, 1845) Garrinchão-de-barriga-vermelha LC 1,2 02 02 02
Donacobiidae Aleixo & Pacheco, 2006
Donacobius atricapilla (Linnaeus, 1766) Japacanim LC 1,2,4 02
Polioptilidae Baird, 1858
Polioptila dumicola (Vieillot, 1817) Balança-rabo-de-máscara LC 1
Turdidae Rafinesque, 1815
Turdus rufiventris Vieillot, 1818 Sabiá-laranjeira LC 1,3,4 01 01 03
Turdus leucomelas Vieillot, 1818 Sabiá-barranco LC 1,4 01 02 03 03
Turdus amaurochalinus Cabanis, 1850 Sabiá-poca LC 1,3,4 01 01
Mimidae Bonaparte, 1853
Mimus saturninus (Lichtenstein, 1823) Sabiá-do-campo LC 1,2,4
Motacillidae Horsfield, 1821
Anthus lutescens Pucheran, 1855 Caminheiro-zumbidor LC 1 01
Coerebidae d'Orbigny & Lafresnaye, 1838
Coereba flaveola (Linnaeus, 1758) Cambacica LC 1,2,3,4 01
Thraupidae Cabanis, 1847
Saltator maximus (Statius Muller, 1776) Tempera-viola LC 1,2,4 01 01
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
Saltator similis d'Orbigny & Lafresnaye, 1837 Trinca-ferro-verdadeiro LC 1,2 01 02
Saltatricula atricollis (Vieillot, 1817) Bico-de-pimenta LC 1,2
Nemosia pileata (Boddaert, 1783) Saíra-de-chapéu-preto LC 1 02
Tachyphonus rufus (Boddaert, 1783) Pipira-preta LC 1,2,4 02 02
Coryphospingus cucullatus (Statius Muller, 1776) Tico-tico-rei LC 1 02
Eucometis penicillata (Spix, 1825) Pipira-da-taoca LC 1 04 02
Ramphocelus carbo (Pallas, 1764) Pipira-vermelha LC 1,4
Tangara sayaca (Linnaeus, 1766) Sanhaçu-cinzento LC 1,4 02 02 02
Tangara palmarum (Wied, 1823) Sanhaçu-do-coqueiro LC 1
Tangara cayana (Linnaeus, 1766) Saíra-amarela LC 1,3 02 02
Cissopis leverianus (Gmelin, 1788) Tietinga LC 1,2,4 02
Schistochlamys melanopis (Latham, 1790) Sanhaçu-de-coleira LC 1
Tersina viridis (Illiger, 1811) Saí-andorinha LC 1 02
Dacnis cayana (Linnaeus, 1766) Saí-azul LC 1,3 02
Hemithraupis guira (Linnaeus, 1766) Saíra-de-papo-preto LC 1 02 02 02
Conirostrum speciosum (Temminck, 1824) Figuinha-de-rabo-castanho LC 1 02
Thlypopsis sordida (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) Saí-canário LC 2 01
Paroaria dominicana (Linnaeus, 1758) Cardeal-do-nordeste LC 2
Emberizidae Vigors, 1825 LC
Ammodramus humeralis (Bosc, 1792) Tico-tico-do-campo LC 1
Sicalis flaveola (Linnaeus, 1766) Canário-da-terra-verdadeiro LC 1,2,4 02 28
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
Volatinia jacarina (Linnaeus, 1766) Tiziu LC 1,2,4 06 38
Charitospiza eucosma Oberholser, 1905 Mineirinho NT 1
Sporophila collaris (Boddaert, 1783) Coleiro-do-brejo LC 1
Sporophila nigricollis (Vieillot, 1823) Baiano LC 1 01
Sporophila caerulescens (Vieillot, 1823) Coleirinho LC 1,4
Sporophila angolensis (Linnaeus, 1766) Curió LC 1 01
Arremon taciturnus (Hermann, 1783) Tico-tico-de-bico-preto LC 1,2
Arremon flavirostris Swainson, 1838 Tico-tico-de-bico-amarelo LC 1 05
Cardinalidae Ridgway, 1901 LC
Cyanoloxia brissonii (Lichtenstein, 1823) Azulão LC 1,2,4
Parulidae Wetmore, Friedmann, Lincoln, Miller, Peters,
van Rossem, Van Tyne & Zimmer 1947
Basileuterus culicivorus (Deppe, 1830) Pula-pula LC 2 02 05 03
Myiothlypis leucophrys (Pelzeln, 1868) Pula-pula-de-sobrancelha LC 1
Myiothlypis flaveola (Baird, 1865) Canário-do-mato LC 1 01 03 06 02
Icteridae Vigors, 1825
Psarocolius decumanus (Pallas, 1769) Japu LC 1
Cacicus haemorrhous (Linnaeus, 1766) Guaxe LC 1,2,4 08
Icterus pyrrhopterus (Vieillot, 1819) Encontro LC 1 02
Gnorimopsar chopi (Vieillot, 1819) Graúna LC 1,4 32
Pseudoleistes guirahuro (Vieillot, 1819) Chopim-do-brejo LC 1,2,4
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de
Registros Indiretos
2020)
CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
IUCN (2020)
MMA (2014)
P1
P2
P3
P4
Molothrus bonariensis (Gmelin, 1789) Vira-bosta LC 1 02 02
Molothrus rufoaxillaris Cassin, 1866 Vira-bosta-picumã LC 1
Molothrus oryzivorus (Gmelin, 1788) Graúna LC 1
Sturnella superciliaris (Bonaparte, 1850) Polícia-inglesa-do-sul LC 1
Fringillidae Leach, 1820
Euphonia chlorotica (Linnaeus, 1766) Fim-fim LC 1,2,3,4 04
Passeridae Rafinesque, 1815
Passer domesticus (Linnaeus, 1758) Pardal LC 1,2
Legenda: EN – Em perigo; VU – Vulnerable (Vulnerável); LC - Least Concern (Pouco preocupante); NT – Near Threatened (Quase ameaçada); II - espécies não
necessariamente ameaçadas de extinção, mas cujo comércio deve ser controlado a fim de evitar usos incompatíveis com sua sobrevivência. * Espécie de hábito aquático.
Registro secundário Legenda: 1 - Estudo de Impacto Ambiental da UHE Itumbiara (FURNAS, 2012); 2 - Diagnóstico Ambiental da Bacia do Médio Rio Corumbá (BRANDT,
2017). 3 - Estrutura e status de conservação das comunidades de vertebrados do Parque Estadual da Serra de Caldas Novas – PESCAN (Pena et al., 2011). 4 – Fauna
registrada no PEMA (2014, 2015). PONTOS: P1 – Ambiente antrópico; P2 – Floresta Estacional Semidecidual; P3 – Mata de Galeria; P4 – Floresta Estacional Semidecidual.
ANEXO 2.20 – LISTA
DE ESPÉCIES DA
MASTOFAUNA
Mamíferos de Médio e Grande Porte Obtidos por Registros Indiretos (Dados Secundários) e Registro Ocasional
(campanha de outubro de 2020), PEMA
Grau de Ameaça
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Ordem / Família / Espécie Nome comum Registro Secundário Registro Ocasional
Ordem Cingulata
Família Dasypodidae
Cabassous unicinctus (Linnaeus, 1758) Tatu-do-rabo-mole-pequeno LC 2,3,4
Dasypus novemcinctus (Linnaeus, 1758) Tatu-galinha LC 1,2,4
Euphractus sexcinctus (Linnaeus, 1758) Tatu-peba LC 2,3,4
Priodontes maximus (Kerr, 1792) Tatu-canastra VU VU I 2,4 01
Ordem Pilosa
Família Myrmecophagidae
Myrmecophaga tridactyla (Linnaeus, 1758) Tamanduá-bandeira VU VU II 1,2,3,4 03
Tamandua tetradactyla (Linnaeus, 1758) Tamanduá-mirim LC 1,2,3,4
Ordem Primates
Família Cebidae
Callithrix penicillata (Geoffroy, 1812) Sagui-tufo-branco LC II 1,3
Sapajus libidinosus (Spix, 1823) Macaco-prego NT 1,2,4 22
Família Atelidae
Alouatta caraya (Humboldt, 1812) Bugio NT II 4
Ordem Lagomorpha
Família Leporidae
Sylvilagus brasiliensis (Linnaeus, 1758) Tapiti EN 1,2,3,4
Ordem Carnívora
Grau de Ameaça
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Ordem / Família / Espécie Nome comum Registro Secundário Registro Ocasional
Família Canidae
Cerdocyon thous (Linnaeus, 1766) Cachorro-do-mato LC II 1,2,3,4 01
Chrysocyon brachyurus (Illiger, 1815)* Lobo-guará VU NT II 2,3,4
Lycalopex vetulus (Lund, 1842) Raposinha-do-campo VU NT 1,4
Família Felidae
Leopardus pardalis (Linnaeus, 1758)* Jaguatirica LC I 1,2,4
Puma concolor concolor (Linnaeus, 1771)* Onça-parda VU LC I / II 1,2,4 01
Puma yagouaroundi (É. Geoffroy, 1803)* Gato-mourisco LC I / II 2,4
Família Mephitidae
Conepatus semistriatus (Boddaert, 1785) Jaratataca LC 1,3,4
Família Mustelidae
Eira barbara (Linnaeus, 1758) Irara LC 1,2,3,4 03
Lontra longicaudis (Olfers, 1818) Lontra NT NT I 4
Galictis cuja (Molina, 1782) Furão LC 3,4
Família Procyonidae
Nasua nasua (Linnaeus, 1766) Quati LC 1,2,3,4
Procyon cancrivorus (G. Cuvier, 1798) Mão-pelada LC 1,2,3,4
Ordem Perissodactyla
Família Tapiridae
Tapirus terrestris (Linnaeus, 1758) Anta VU VU II 1,2,4 01
Ordem Artiodactyla
Família Cervidae
Mazama gouazoubira (G. Fischer, 1814) Veado-catingueiro LC 1,2,4
Grau de Ameaça
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Ordem / Família / Espécie Nome comum Registro Secundário Registro Ocasional
Registro secundário
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum
P1
P2
P3
P4
CLASSE MAMMALIA
Ordem Didelphimorphia
Família Didelphidae
Caluromys lanatus (Olfers, 1818) Gambazinho LC 3
Didelphis albiventris (Lund, 1840) Gambá LC 1,2,3,4 01
Gracilinanus agilis (Burmeister, 1854) Mucura LC 1,3 01
Marmosa murina (Linnaeus, 1758) Catita LC 1,3
Monodelphis domestica (Wagner, 1842) Catita LC 1
Monodelphis kunsi (Pine, 1975) Catita LC 1
Chironectes minimus (Zimmermann, 1780). Cuíca-d ‘água LC 4
Ordem Rodentia
Família Muridae
Mus musculus (Linnaeus, 1758) Camundongo LC 1
Família Cricetidae
Calomys tener (Winge, 1887) Rato-calunga LC 1,3
Hylaeamys megacephalus (Fischer, 1814) Rato-silvestre LC 1
Necromys lasiurus (Lund, 1841) Pixuna LC 1,3
Nectomys squamipes (Brants, 1827) Rato-d´água LC 01
Oecomys bicolor (Tomes, 1860) Rato-da-árvore LC 3
Grau de Ameaça Registros Diretos (Campanha outubro de 2020)
Registro secundário
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum
P1
P2
P3
P4
Oecomys sp. Rato-da-árvore 01
Oligoryzomys fornesi (Massoia, 1973) Rato-do-mato LC 3
Oligoryzomys sp. (Bangs, 1900) Camundongo-silvestre 1
Rhipidomys macrurus (Gervais, 1855) Rato-de-algodão LC 3 02
Rhipidomys sp. (Tschudi, 1845) Rato-de-algodão 1
Família Echimyidae
Thrichomys apereoides (Lund, 1839) Punaré LC 1
Thrichomys inermis (Pictet, 1843) Punaré LC 4
Legenda: LC - Least Concern (Pouco preocupante); EN – Em perigo; VU – Vulnerable (Vulnerável); Registro secundário: 1 - Estudo de Impacto Ambiental da UHE Itumbiara
(FURNAS, 2012); 2 - Diagnóstico Ambiental da Bacia do Médio Rio Corumbá (BRANDT, 2017). 3 - Estrutura e status de conservação das comunidades de vertebrados do
Parque Estadual da Serra de Caldas Novas – PESCAN (Pena et al., 2011). 4 – Fauna registrada no PEMA (2014, 2015). PONTOS: P1 – Ambiente antrópico; P2 – Floresta
Estacional Semidecidual; P3 – Mata de Galeria; P4 – Floresta Estacional Semidecidual.
ANEXO 2.22 –
LISTA DE
ESPÉCIES DE
QUIRÓPTEROS
Mamíferos de Pequeno Porte Voadores Obtidos por Registros Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos
(campanha de outubro de 2020), PEMA
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Dados Secundários)
RegistroS Indiretos
(Campanha outubro de 2020)
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum
P1
P2
P3
P4
CLASSE MAMMALIA
Ordem Chiroptera
Família Phyllostomidae
Anoura caudifer (Geoffroy, 1818) Morcego-beija-flor LC 1
Anoura geoffroyi (Gray, 1838) Morcego-beija-flor LC 1
Artibeus lituratus (Olfers, 1818) Morcego LC 1
Artibeus planirostris (Peters, 1865) Morcego LC 1
Artibeus obscurus (Schinz, 1821) Morcego LC 1
Carollia perspicillata (Linnaeus, 1758) Morcego LC 1,2 02
Chiroderma doriae Thomas, 1891 Morcego LC 01
Chiroderma villosum (Peters, 1860) Morcego LC 1
Dermanura cinerea (Gervais, 1856) Morcego LC 1 01
Desmodus rotundus (Geoffroy, 1810) Morcego-vampiro LC 1
Diaemus youngii (Jentink, 1893) Morcego-vampiro LC 1
Glossophaga soricina (Pallas, 1766) Morcego-beija-flor LC 1 01 01
Phyllostomus discolor (Wagner, 1843) Morcego LC 1
Phyllostomus hastatus (Pallas, 1767) Morcego LC 1
Platyrrhinus incarum (Thomas, 1912) Morcego LC 02
Platyrrhinus lineatus (Geoffroy Saint-Hilaire, Morcego LC 1,2 02 03
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Dados Secundários)
RegistroS Indiretos
(Campanha outubro de 2020)
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum
P1
P2
P3
P4
1810)
Platyrrhinus recifinus (Thomas, 1901) Morcego LC 1
Sturnira lilium (Geoffroy Saint-Hilaire, 1810) Morcego-fruteiro LC 1
Uroderma bilobatum (Peters, 1866) Morcego LC 1
Família Noctilionidae
Noctilio albiventris (Desmarest, 1818) Morcego-pescador LC 1
Noctilio leporinus (Linnaeus, 1758) Morcego-pescador LC 1
Família Molossidae
Molossus molossus (Pallas, 1766) Morcego LC 1
Molossus rufus (Geoffroy, 1805) Morcego LC 1
Família Vespertilionidae
Myotis nigricans (Schinz, 1821) Morcego LC 1
Legenda: LC - Least Concern (Pouco preocupante); Registro secundário: 1 - Estudo de Impacto Ambiental da UHE Itumbiara (FURNAS, 2012); 2 - Fauna registrada no PEMA
(2014, 2015). Pontos: P1 – Ambiente antrópico; P2 – Floresta Estacional Semidecidual; P3 – Mata de Galeria; P4 – Floresta Estacional Semidecidual.
ANEXO 2.23 – LISTA
DE ESPÉCIES DE
ENTOMOFAUNA
Entomofauna Obtida por Registros Indiretos (Dados Secundários), Parque Estadual da Mata Atlântica, PEMA
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça
Registro Indireto
(Campanha outubro de 2020)
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
P1
P2
P3
P4
Ordem Characiformes
Família Anostomidae
Leporinus friderici (Bloch, 1794) Piau-três-pintas LC 1,2
Família Serrasalmidae
Serrasalmus maculatus (Kner, 1858) Piranha LC 1
Família Characidae
Astyanax altiparanae (Garutti & Britski, 2000) Lambari-do-rabo-amarelo LC 1
Astyanax bimaculatus (Linnaeus, 1758) Lambari-do-rabo-amarelo LC 01
Família Curimatidae
Steindachnerina insculpta (Fernández-Yépez, 1948) Saguiru-do-rabo-amarelo LC 1
Família Erythrinidae
Hoplias malabaricus (Bloch, 1794) Traíra LC 1 01
Família Parodontidae
Apareiodon ibitiensis (Amaral Campos, 1944) Canivete LC 1
Família Crenuchidae
Characidium cf. xanthopterum Canivete LC 2
Ordem Gymnotiformes
Família Gymnotidae
Gymnotus carapo (Linnaeus, 1758) Sarapó LC 1
Família Sternopygidae
Registros Diretos
(Dados Secundários)
Grau de Ameaça
Registro Indireto
(Campanha outubro de 2020)
CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Ordem / Família / Espécie Nome comum
P1
P2
P3
P4
Eingenmannia virescens (Valenciennes, 1836) Tuvira 1
Ordem Siluriformes
Família Loricariidae
Hypostomus nigromaculatus (Schubart, 1964) Cascudo LC 1
Hypostomus cf. faveolus Zawadzki, Birindelli & Lima, 2008 Cascudo sp1 LC 13 08
Hypostomus sp2 Cascudo sp2 LC 2 06 10
Hypostomus sp3 Cascudo sp3 LC 11
Família Pimelodidae
Pimelodus maculatus (Lacepède, 1803) Mandi-amarelo LC 1
Pinirampus pirinampu (Spix & Agassiz, 1829) Barbado LC 1
Rhamdia quelen (Quoy & Gaimard, 1824) Lobo LC 2 12 08
Sorubim lima (Bloch & Schneider, 1801) Bico-de-pato LC 1
Família Callichthydae
Aspidoras pauciradiatus (Weitzman & Nijssen, 1970) Cascudinho LC 10 05
Hoplosternum litoralle (Hancock, 1828) Tamoatá LC 1
Família Auchenipteridae
Trachelyopterus galeatus (Linnaeus, 1766) Cangati LC 1
Ordem Perciformes
Família Cichlidae
Cichla piquiti (Kullander & Ferreira, 2006) Tucunaré LC 1
Satanoperca pappaterra (Heckel, 1840) Acará LC 1
Aequidens tetramerus (Heckel, 1840) Acará LC 01
Legenda: LC - Least Concern (Pouco preocupante); Registro secundário: 1 - Estudo de Impacto Ambiental da UHE Itumbiara (FURNAS, 2012); 2 - Estrutura e status de
conservação das comunidades de vertebrados do Parque Estadual da Serra de Caldas Novas – PESCAN (Pena et al., 2011). Pontos: P1 e P2 – Córrego da Carola; P3 e P4 –
Córrego da Bica da Sede do Parque Estadual da Mata Atlântica.
ANEXO 2.25 – MAPA
DE USO E OCUPAÇÃO
DO SOLO
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
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LEGENDA
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Linha de Distribuição
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Parque Estadual da Mata Atlântica
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Zona de Amortecimento
Limite Municipal
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Uso e Ocupação do Solo
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Pecuária (Pastagens)
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Edificação
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FONTE
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GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHA
732200 732900 733600 734300 735000 735700 736400 737100 737800 738500
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LEGENDA
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Estruturas
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7987000
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Barramento
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Estrada
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DADOS TÉCNICOS
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ELABORADO POR:
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Parque Estadual da Mata Atlântica
Limite Municipal
Zoneamento
Zona de Conservação
Zona de Uso Divergente
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Zona de Uso Intensivo
Zona de Uso Conflitante
Zona de Uso Especial
Zona de Amortecimento
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IBGE (2017)
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STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2021)
IMAGEM: BASEMAP/ESRI
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MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.
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DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
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DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC
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PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.
ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.
ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
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LOCALIZAÇÃO
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7982000
7982000
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PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:10.000
PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA
Corumbaíba
ELABORADO POR:
Títulos
Lilita One
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Textos
Calibri Light
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Calibri
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Calibri Bold
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Placas entrada
ENTRADA
Placas informativas
Parque Estadual
da Mata Atlântica
a 300 metros
Placa estrada
Banheiros
Placas indicativas
Início
da trilha
Trilha interditada
Trilha da lontra
Distância..........14km
Dificuldade......média
Atenção: nessa trilha
você pode encontrar
xxxxxxxxxxxxx,xxxxxx,
xxxxxxxxxxxxxxxxxx.
RESUMO EXECUTIVO PLANO DE
MANEJO DO PARQUE ESTADUAL
DA MATA ATLÂNTICA - PEMA