0% acharam este documento útil (0 voto)
34 visualizações382 páginas

PM Pema-060

O Plano de Manejo do Parque Estadual da Mata Atlântica, elaborado pela STCP Engenharia de Projetos Ltda., visa a conservação e o manejo sustentável da área, abordando aspectos socioambientais, zoneamento e programas de manejo. O documento inclui diagnósticos detalhados sobre o meio físico, biótico e antrópico, além de diretrizes para a proteção e uso do parque. A equipe técnica é composta por profissionais de diversas áreas, garantindo uma abordagem integrada e multidisciplinar.

Enviado por

Giovana Muniz
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
34 visualizações382 páginas

PM Pema-060

O Plano de Manejo do Parque Estadual da Mata Atlântica, elaborado pela STCP Engenharia de Projetos Ltda., visa a conservação e o manejo sustentável da área, abordando aspectos socioambientais, zoneamento e programas de manejo. O documento inclui diagnósticos detalhados sobre o meio físico, biótico e antrópico, além de diretrizes para a proteção e uso do parque. A equipe técnica é composta por profissionais de diversas áreas, garantindo uma abordagem integrada e multidisciplinar.

Enviado por

Giovana Muniz
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Plano de Manejo

do Parque Estadual da Mata Atlântica


GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS

Governador do Estado de Goiás


Ronaldo Ramos Caiado

SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO


SUSTENTÁVEL - SEMAD

Secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável


Andrea Vulcanis

Subsecretária de Desenvolvimento Sustentável, Proteção Ambiental e Unidades de


Conservação
Vanessa Fernanda Schmitt

Superintendente de Unidades de Conservação e Regularização Ambiental


Flávio Lopes Ribeiro

Gerência de Gerente de Criação e Manejo de Unidades de Conservação


Caio Cesar Neves Sousa

Equipe de Supervisão e Acompanhamento Técnico - SEMAD


Paula Ericson Guilherme Tambellini - Chefe do Parque Estadual da Mata Atlântica
Maurício Viana Tambellini
Elda Maria Pereira Cunha
EQUIPE RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PLANO DE MANEJO

STCP Engenharia de Projetos Ltda.

Coordenação Geral
Joésio de Meirelles Siqueira - Engenheiro Ambiental

Coordenação Técnica
Leticia Karmann Monteiro de Almeida Ulandowski - Bióloga, Esp.

Gerente do Projeto
Michela Cavilha Scupino - Geógrafa, MSc

Equipe Técnica
Alejandro Alvarado Peccinini - Levantamento de Flora
Alisson Francis Bernardi - Apoio no Mapeamento e Sistema de Informação Geográfica
Daniel Ferlete dos Santos - Levantamento da Socioeconomia
Fabiana Angélica R. S. Ferreira - Coordenação Meio Biológico
Flávio Eduardo Pimenta - Elaboração do Resumo Executivo
Giselle Sigel - Comunicação Visual
Isabela Raquel Ramos Iensen - Mapeamento e Sistema de Informação Geográfica, Apoio a
Coordenação Técnica, Elaboração do Meio Físico e Planejamento Ambiental
Isabelly Cristina Manssur Polanski - Apoio na Comunicação Visual
Juliana Boschiroli Lamanna Puga - Mapeamento e Sistema de Informação Geográfica
Júlio Cesar Vaz de Oliveira - Levantamento da Avifauna
Leticia Karmann Monteiro de Almeida Ulandowski - Moderação dos Processos Participativos
e Mobilização Social, Planejamento Ambiental
Lilian Freitas Bastos - Levantamento da Herpetofauna
Martius Vinitius Azevedo Aquino - Levantamento da Ictiofauna
Michela Cavilha Scupino - Coordenação Socioeconomia e Meio Físico
Milena Arruda Silva - Levantamento do Meio Físico
Rafael Duarte Kramer - Levantamento da Socioeconomia e Mobilização Social
Renata Ferreira Dias - Levantamento da Mastofauna
Wesley Dias de Souza - Levantamento da Quiropterofauna
CONTEÚDO
Pág.
1 - APRESENTAÇÃO ......................................................................................................... 1.1
2 - DIAGNOSTICO SOCIOAMBIENTAL ............................................................................ 1.1
2.1 - Métodos .................................................................................................................. 2.1
2.1.1 - Meio Físico ....................................................................................................... 2.1
2.1.2 - Meio Biótico ...................................................................................................... 2.1
2.1.2.1 - Flora ........................................................................................................ 2.1
2.1.2.2 - Fauna ...................................................................................................... 2.3
2.1.2.2.2 - Herpetofauna ................................................................................. 2.10
2.1.2.2.3 - Avifauna......................................................................................... 2.13
2.1.2.2.4 - Mastofauna .................................................................................... 2.16
2.1.2.2.5 - Entomofauna ................................................................................. 2.21
2.1.2.2.6 - Ictiofauna ....................................................................................... 2.21
2.1.3 - Meio Antrópico ................................................................................................ 2.24
2.2 - Análise Socioambiental ......................................................................................... 2.30
2.2.1 - Informações Gerais da Unidade de Conservação ........................................... 2.30
2.2.2 - Meio Físico ..................................................................................................... 2.37
2.2.2.1 - Geologia Regional ................................................................................. 2.37
2.2.2.2 - Cavidades ............................................................................................. 2.39
2.2.2.3 - Geomorfologia....................................................................................... 2.39
2.2.2.4 - Hipsometria ........................................................................................... 2.41
2.2.2.5 - Declividade ........................................................................................... 2.42
2.2.2.6 - Pedologia .............................................................................................. 2.43
2.2.2.6.1 - Cambissolos .................................................................................. 2.44
2.2.2.6.2 - Argissolos ...................................................................................... 2.45
2.2.2.7 - Recursos Hídricos ................................................................................. 2.45
2.2.2.7.1 - Região Hidrográfica do Paraná ...................................................... 2.45
2.2.2.7.2 - Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba ............................................. 2.46
2.2.2.7.3 - Sub-Bacia do Rio Corumbá ........................................................... 2.47
2.2.2.7.4 - Aquíferos ....................................................................................... 2.50
2.2.2.8 - Clima ..................................................................................................... 2.52
2.2.2.9 - Fragilidade Ambiental ............................................................................ 2.53
2.2.2.10 - Mineração ........................................................................................... 2.54
2.2.2.11 - Incêndios Florestais ............................................................................ 2.55
2.2.3 - Meio Biótico .................................................................................................... 2.58

i
2.2.3.1 - Caracterização da Vegetação ............................................................... 2.59
2.2.3.1.2 - Aspectos Florísticos da Vegetação ................................................ 2.61
2.2.3.1.3 - Composição, Riqueza e Abundância Total de Espécies ................ 2.62
2.2.3.1.4 - Diversidade Total ........................................................................... 2.65
2.2.3.1.5 - Espécies Notáveis da Flora ........................................................... 2.65
2.2.3.1.6 - Áreas Naturais de Destacada Relevância para a Flora .................. 2.66
2.2.3.1.7 - Pressões Sobre a Cobertura Vegetal ............................................. 2.66
2.2.3.1.8 - Recomendações de Manejo .......................................................... 2.67
2.2.3.2 - Fauna .................................................................................................... 2.67
2.2.3.2.1 - Herpetofauna ................................................................................. 2.68
2.2.3.2.2 - Avifauna......................................................................................... 2.77
2.2.3.2.3 - Mastofauna .................................................................................... 2.85
2.2.3.2.4 - Pequenos Mamíferos Não-Voadores ............................................. 2.86
2.2.3.2.5 - Entomofauna ............................................................................... 2.106
2.2.3.2.6 - Ictiofauna ..................................................................................... 2.108
2.2.4 - Meio Antrópico .............................................................................................. 2.113
2.2.4.1 - Histórico de Ocupação da Área de Estudo .......................................... 2.113
2.2.4.2 - Patrimônio Histórico, Ocupação Humana e Populações
Residentes .......................................................................................... 2.114
2.2.4.3 - Uso e Ocupação do Solo..................................................................... 2.115
2.2.4.4 - Dinâmica Demográfica ........................................................................ 2.121
2.2.4.5 - Dinâmica Econômica ........................................................................... 2.126
2.2.4.5.1 - Produção ..................................................................................... 2.126
2.2.4.5.2 - Empregos .................................................................................... 2.127
2.2.4.5.3 - Atividades Econômicas ................................................................ 2.128
2.2.4.5.4 - Finanças Públicas ........................................................................ 2.131
2.2.4.6 - Dinâmica Territorial ............................................................................. 2.133
2.2.4.6.1 - Infraestrutura de Saneamento Ambiental ..................................... 2.133
2.2.4.6.2 - Ocorrências, Infrações Ambientais e Processos
de Licenciamento ........................................................................ 2.135
2.2.4.7 - Matriz Social ........................................................................................ 2.136
3 - BASES PARA O PLANEJAMENTO .............................................................................. 3.1
3.1 - Análise Integrada .................................................................................................... 3.1
3.2 - Declaração De Significância .................................................................................... 3.1
3.3 - Análise Integrada .................................................................................................... 3.2
3.4 - Corredores Ecológicos ............................................................................................ 3.3
3.5 - Premissas do PEMA ............................................................................................... 3.7
3.6 - Objetivos Específicos do PEMA .............................................................................. 3.8
ii
3.7 - Missão do PEMA ..................................................................................................... 3.8
3.8 - Visão de Futuro do PEMA ....................................................................................... 3.9
4 - ZONEAMENTO ............................................................................................................. 4.1
4.1 - Normas Gerais do Parque Estadual da Mata Atlântica ............................................ 4.2
4.2 - Zoneamento do Parque Estadual da Mata Atlântica ................................................ 4.4
4.2.1 - Zona de Conservação (ZC) .............................................................................. 4.5
4.2.2 - Zona de Uso Divergente ................................................................................... 4.6
4.2.3 - Zona de Uso Intensivo (ZUI) ............................................................................. 4.8
4.2.4 - Zona de Uso Extensivo (ZUE) ........................................................................ 4.10
4.2.5 - Zona de Uso Conflitante (ZUC) ....................................................................... 4.11
4.2.6 - Zona de Uso Especial (ZUEsp) ....................................................................... 4.12
4.3 - Zona de Amortecimento ........................................................................................ 4.14
5 - PROGRAMAS DE MANEJO ......................................................................................... 5.1
5.1 - Programa de Manejo e Recuperação ...................................................................... 5.2
5.2 - Programa de Uso Público ....................................................................................... 5.8
5.3 - Programa de Interação Socioambiental................................................................. 5.15
5.4 - Programa de Proteção e Fiscalização ................................................................... 5.18
5.5 - Programa de Pesquisa e Monitoramento .............................................................. 5.25
5.6 - Programa de Regularização Fundiária .................................................................. 5.30
6 - DOCUMENTOS CONSULTADOS ................................................................................. 6.1

iii
LISTA DE FIGURAS
Pág.
Figura 2.01 - Transectos do Levantamento de Campo da Vegetação ................................. 2.2
Figura 2.02 - Mapa de Localização dos Pontos de Amostragem de Fauna ......................... 2.4
Figura 2.03 - Mapa de Localização dos Pontos de Monitoramento de Ictiofauna ................ 2.8
Figura 2.04 - Exemplo do Resultado Final do Mapeamento Hipotético dos
Atores Sociais Locais................................................................................... 2.28
Figura 2.05 - Localização do Parque Estadual da Mata Atlântica ...................................... 2.30
Figura 2.06 - Geologia do Parque Estadual da Mata Atlântica .......................................... 2.38
Figura 2.07 - Litologia do Parque Estadual da Mata Atlântica ........................................... 2.39
Figura 2.08 - Geomorfologia do Parque Estadual da Mata Atlântica ................................. 2.40
Figura 2.09 - Sistemas Denudacionais do Parque Estadual da Mata Atlântica .................. 2.41
Figura 2.10 - Hipsometria do Parque Estadual da Mata Atlântica ...................................... 2.42
Figura 2.11 - Declividade do Parque Estadual da Mata Atlântica....................................... 2.43
Figura 2.12 - Pedologia do Parque Estadual da Mata Atlântica ......................................... 2.44
Figura 2.13 - Unidades Hidrográficas da RH do Paraná e Principais Cidades .................. 2.46
Figura 2.14 - Representação Gráfica da Bacia do Rio Parnaíba ....................................... 2.47
Figura 2.15 - Hidrografia no Parque Estadual da Mata Atlântica ....................................... 2.48
Figura 2.16 - Sistemas Aquífero do Parque Estadual da Mata Atlântica ............................ 2.52
Figura 2.17 - Fragilidade Ambiental na Região do Parque Estadual da
Mata Atlântica .............................................................................................. 2.54
Figura 2.18 - Processos Minerários na Região do Parque Estadual da
Mata Atlântica .............................................................................................. 2.55
Figura 2.19 - Sumário dos Parâmetros de Incêndios Florestais em Goiás -
Número de Focos de Incêndio/Ano no Período entre 1998-2017
e Número de Focos de Incêndio/Mês para o Mesmo Período ...................... 2.56
Figura 2.20 - Fragilidade a Incêndios no Parque Estadual da Mata Atlântica .................... 2.58
Figura 2.21 - Mapa de Uso e Vegetação do Parque Estadual da Mata Atlântica ............... 2.63
Figura 2.22 - Curva de Acumulação de Espécies e Estimador Jack-knife 1
para a Flora do PEMA ................................................................................. 2.64
Figura 2.23 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros
Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos, PEMA .......................... 2.64
Figura 2.24 - Curva de Acumulação de Espécies e Estimador Jack-knife 1
para a Herpetofauna do Parque Estadual da Mata Atlântica ....................... 2.69
Figura 2.25 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros
Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos (Campo de
Outubro de 2020), PEMA ............................................................................. 2.69
Figura 2.26 - Gráfico do Padrão de Abundância e Riqueza das Famílias
Registradas para a Herpetofauna Durante as Amostragens
no PEMA ..................................................................................................... 2.70

iv
Figura 2.27 - Curva de Acumulação de Espécies e Estimador Jack-knife 1
para a Avifauna do Parque Estadual da Mata Atlântica, PEMA,
Outubro de 2020 .......................................................................................... 2.78
Figura 2.28 - Dendrograma de Similaridade Gerado a Partir dos Dados
do Coeficiente de Jaccard para a Avifauna a Partir dos
Registros Diretos e Indiretos ........................................................................ 2.79
Figura 2.29 - Gráfico dos Diferentes Graus de Sensibilidade (Alta, Média
e Baixa) Registrados para a Avifauna Durante as Amostragens
no Parque Estadual da Mata Atlântica ......................................................... 2.80
Figura 2.30 - Curva de Acumulação de Espécies e Estimador Jack-knife 1
para os Pequenos Mamíferos Não-Voadores do Parque
Estadual da Mata Atlântica........................................................................... 2.87
Figura 2.31 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros
Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos (Campo de
Outubro de 2020), PEMA............................................................................. 2.87
Figura 2.32 - Gráfico do Padrão de Abundância e Riqueza das Famílias
Registradas para os Pequenos Mamíferos Não-Voadores
Durante as Amostragens no PEMA ............................................................. 2.88
Figura 2.33 - Curva de acumulação de espécies e estimador Jack-knife 1
para os pequenos mamíferos voadores do Parque Estadual
da Mata Atlântica ......................................................................................... 2.93
Figura 2.34 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros
Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos (Campo de
Outubro de 2020), PEMA............................................................................. 2.93
Figura 2.35 - Gráfico do Padrão de Abundância das Famílias Registradas
para os Pequenos Mamíferos Voadores Durante as
Amostragens no PEMA................................................................................ 2.94
Figura 2.36 - Curva de acumulação de espécies e estimador Jack-knife 1
para os Mamíferos De Médio e Grande Porte Durante as
Amostragens no PEMA................................................................................ 2.99
Figura 2.37 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros
Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos (Campo de
Outubro de 2020), PEMA............................................................................. 2.99
Figura 2.38 - Gráfico do Padrão de Abundância das Famílias Registradas
para os Mamíferos de Médio e Grande Porte Durante as
Amostragens no PEMA.............................................................................. 2.100
Figura 2.39 - Curva de acumulação de espécies e estimador Jack-knife 1
para a ictiofauna Durante as Amostragens no PEMA ................................ 2.108
Figura 2.40 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros
Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos (Campo de
Outubro de 2020), PEMA........................................................................... 2.109
Figura 2.41 - Gráfico do Padrão de Abundância das Espécies Registradas
para a Ictiofauna Durante as Amostragens no PEMA .................................2.110
Figura 2.42 - Comparação entre o Percentual de Imóveis e o Percentual de
Área para cada categoria, em 2020 ............................................................2.116
Figura 2.43 - Mapa com os Imóveis e Reserva Legal Registrados no CAR .....................2.116

v
Figura 2.44 - Uso e Ocupação do Solo no Parque Estadual da Mata
Atlântica e na Zona de Amortecimento....................................................... 2.120
Figura 2.45 - Setores Censitários de Água Limpa ........................................................... 2.123
Figura 2.46 - Pirâmide Etária do Brasil, do Estado de Goiás e do Município
de Água Limpa.......................................................................................... 2.124
Figura 2.47 - Pirâmide Etária das Regiões Urbanas e Rural do Município
de Água Limpa e do Setor Censitário do Parque Estadual da
Mata Atlântica ............................................................................................ 2.125
Figura 2.48 - Valor de Produção por Setor no Município de Água Limpa ........................ 2.127
Figura 2.49 - Total de Empregos Registrados no Município de Água Limpa .................... 2.128
Figura 2.50 - População Ocupada no Município de Água Limpa ..................................... 2.128
Figura 2.51 - Produção Pecuária no Município de Água Limpa ....................................... 2.129
Figura 2.52 - Produção e Valor de Culturas Temporárias no Município de
Água Limpa................................................................................................ 2.130
Figura 2.53 - Produção e Valor de Extração no Município de Água Limpa ...................... 2.131
Figura 2.54 - Fonte de Abastecimento de Água no Município de Água Limpa,
Setores Rural e Urbano e do Setor Censitário do PEMA, 2010 ................. 2.133
Figura 2.55 - Esgotamento Sanitário no Município de Água Limpa, Setores
Rural e Urbano e do Setor Censitário do PEMA, 2010............................... 2.134
Figura 2.56 - Destinação do Lixo no Município de Água Limpa, Setores Rural
e Urbano e do Setor Censitário do PEMA, 2010 ........................................ 2.135
Figura 2.57 - Mapeamento dos Atores Locais do Parque Estadual da Mata
Atlântica ..................................................................................................... 2.138
Figura 3.01 - Área de Entorno do PEMA (Buffer de 5 km) Indicando a
Distribuição de Remanescentes de Vegetação Nativa ................................... 3.5
Figura 3.02 - Distribuição e Caracterização dos Principais Elementos
Ambientais Constituintes para a Proposta de Criação de
um Corredor Ecológico no Entorno do PEMA ................................................ 3.7
Figura 4.01 - Zoneamento do Parque Estadual da Mata Atlântica ....................................... 4.5
Figura 4.02 - Detalhe da Zona de Uso Especial Localizada a Nordeste
do PEMA ..................................................................................................... 4.13
Figura 4.03 - Zona de Amortecimento (ZA) ....................................................................... 4.17

vi
LISTA DE TABELAS
Pág.
Tabela 2.01 - Localização dos Pontos Amostrais Durante o Levantamento
da Fauna Terrestre no PEMA, Outubro de 2020 ............................................ 2.4
Tabela 2.02 - Localização dos Pontos Amostrais Durante o Levantamento de
Ictiofauna no PEMA, Outubro de 2020 ......................................................... 2.7
Tabela 2.03 - Informações das Reuniões Realizadas........................................................ 2.26
Tabela 2.04 - Diretriz Numérica da Classificação da Influência dos Atores
Locais .......................................................................................................... 2.26
Tabela 2.05 - Diretriz Numérica da Classificação do Interesse dos Atores
Locais .......................................................................................................... 2.27
Tabela 2.06 - Diretriz Numérica da Classificação da Disposição a Colaborar
dos Atores Locais ....................................................................................... 2.28
Tabela 2.07 - Exemplo de Diretriz Numérica da Classificação da Disposição a
Colaborar dos Atores Locais ........................................................................ 2.29
Tabela 2.08 - Categorização Final dos Atores Locais Mapeados ...................................... 2.29
Tabela 2.09 - Fragilidade a Incêndios na Zona de Amortecimento do PEMA .................... 2.57
Tabela 2.10 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância,
Diversidade (H) e Equitabilidade (J) Obtidos para a Flora nos
Transectos Avaliados no Parque Estadual da Mata Atlântica ....................... 2.65
Tabela 2.11 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância,
Diversidade (H) e Equitabilidade (J) Obtidos para a Herpetofauna
dos Pontos Amostrais Avaliados Durante Campo no Parque
Estadual da Mata Atlântica, PEMA, Outubro de 2020 .................................. 2.71
Tabela 2.12 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância,
Diversidade (H) e Equitabilidade (J) Obtidos para a Avifauna
dos Pontos Amostrais Avaliados Durante Campo no Parque
Estadual da Mata Atlântica .......................................................................... 2.80
Tabela 2.13 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância,
Diversidade (H) e Equitabilidade (J) Obtidos para os Pequenos
Mamíferos Não-Voadores nos Pontos Amostrais Avaliados
Durante Campo no PEMA ........................................................................... 2.88
Tabela 2.14 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância,
Diversidade (H) e Equitabilidade (J) Obtidos para os Pequenos
Mamíferos Voadores nos Pontos Amostrais Avaliados Durante
Campo no PEMA ......................................................................................... 2.94
Tabela 2.15 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância,
Diversidade (H) e Equitabilidade (J) Obtidos para os Pequenos
Mamíferos de Médio e Grande Porte Durante Campo no PEMA ............... 2.100
Tabela 2.16 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância,
Diversidade (H) e Equitabilidade (J) Obtidos para a Ictiofauna
Durante Campo no PEMA ..........................................................................2.110
Tabela 2.17 - Variação da Quantidade de Propriedades no Município de
Água Limpa ................................................................................................2.115
Tabela 2.18 - Dados das Áreas da Zona de Amortecimento e do Parque
Estadual da Mata Atlântica, perante o Uso do Solo ................................... 2.121
vii
Tabela 2.19 - Dados Populacionais das Unidades Administrativas
Pertencentes à Região Analisada .............................................................. 2.121
Tabela 2.20 - Dados por Setor Censitário da Cidade de Água Limpa .............................. 2.123
Tabela 2.21 - Evolução do PIB de Água Limpa, de Goiás e do Brasil ao
Tabela 2.22 - Dados Financeiros de Água Limpa ............................................................ 2.132
Tabela 2.23 - Repasses Mensais do ICMS Ecológico para o Município
de Água Limpa .......................................................................................... 2.132
Tabela 2.24 - Listagem de Atores Locais do Parque Estadual da Mata Atlântica ............. 2.136
Tabela 2.25 - Diretriz Numérica para Classificação dos Atores Locais do
Parque Estadual da Mata Atlântica ............................................................ 2.137
Tabela 2.26 - Categorização Final dos Atores Locais do Parque Estadual
da Mata Atlântica ....................................................................................... 2.140
Tabela 4.01 - Zonas Definidas para o PEMA - Áreas Totais e Percentuais .......................... 4.4
Tabela 5.01 - Programa de Manejo e Recuperação ............................................................ 5.4
Tabela 5.02 - Programa de Uso Público ............................................................................ 5.10
Tabela 5.03 - Programa de Interação Socioambiental ....................................................... 5.16
Tabela 5.04 - Quadro Funcional Proposto para Gestão do Parque ................................... 5.20
Tabela 5.05 - Programa de Proteção e Fiscalização ......................................................... 5.21
Tabela 5.06 - Programa de Pesquisa e Monitoramento ..................................................... 5.26
Tabela 5.07 - Programa de Regularização Fundiária ........................................................ 5.31

viii
LISTA DE FOTOS
Pág.
Foto 2.01 - Metodologia para Amostragem da Flora no Parque Estadual da Mata
Atlântica (PEMA), Outubro de 2020 .................................................................. 2.3
Foto 2.02 - Descrição dos Pontos Amostrais de Fauna Terrestre do Parque
Estadual da Mata Atlântica (PEMA), Outubro de 2020 ...................................... 2.5
Foto 2.03 - Descrição dos Pontos Amostrais de Ictiofauna do Parque Estadual
da Mata Atlântica (PEMA), Outubro de 2020 ................................................... 2.8
Foto 2.04 - Metodologia da Herpetofauna Durante Amostragem do Parque
Estadual da Mata Atlântica (PEMA), Outubro de 2020 .....................................2.11
Foto 2.05 - Metodologia de Avifauna Durante Amostragem do Parque
Estadual da Mata Atlântica (PEMA), Outubro de 2020 .................................... 2.14
Foto 2.06 - Metodologia de Pequenos Mamíferos Não Voadores Durante
Amostragem do Parque Estadual da Mata Atlântica (PEMA),
Outubro de 2020............................................................................................. 2.17
Foto 2.07 - Metodologia de Pequenos Mamíferos Voadores Durante
Amostragem do Parque Estadual da Mata Atlântica (PEMA),
Outubro de 2020............................................................................................. 2.20
Foto 2.08 - Metodologia de Ictiofauna Durante Amostragem da PEMA,
Outubro de 2020............................................................................................. 2.21
Foto 2.09 - Registro Fotográfico das Reuniões Realizadas no Âmbito do
Diagnóstico Socioeconômico .......................................................................... 2.24
Foto 2.10 - Córrego da Lontra........................................................................................... 2.49
Foto 2.11 - Substrato dos Leitos de Drenagem Composto de Material
Granular Grosseiro ........................................................................................ 2.49
Foto 2.12 - Queda d’Água Presente no Córrego da Lontra ............................................... 2.50
Foto 2.13 - Feições Locais da Floresta Estacional Semidecidual no PEMA ...................... 2.59
Foto 2.14 - Algumas Feições de Vegetação Herbáceo-Arbustivas no
PEMA e Imediações ....................................................................................... 2.60
Foto 2.15 - Incêndio Florestal Ocorrido nas imediações do PEMA em 2019 ..................... 2.61
Foto 2.16 - Espécies de Anfíbios e Répteis Catalogadas no Parque
Estadual da Mata Atlântica, PEMA, em Outubro de 2020 ............................... 2.74
Foto 2.17 - Espécies de Aves Amostradas no Parque Estadual da
Mata Atlântica, PEMA, em Outubro de 2020 ................................................... 2.83
Foto 2.18 - Espécies de Pequenos Mamíferos Não-Voadores Amostradas
no PEMA em Outubro 2020 ............................................................................ 2.91
Foto 2.19 - Espécies de Mamíferos Amostradas no PEMA em Outubro de 2020 .............. 2.96
Foto 2.20 - Espécies de Mamíferos de Médio e Grande Porte Amostradas por
Observações Aleatórias Durante Amostragem no PEMA em
Outubro de 2020........................................................................................... 2.104
Foto 2.21 - Espécies de Peixes Amostradas por Observações Aleatórias
Durante Amostragem no PEMA em Outubro de 2020 ....................................2.112
Foto 2.22 - Caracterização de Áreas com Vegetação Rasteira, em Terrenos
Planos e Montanhosos ..................................................................................2.117
ix
Foto 2.23 - Caracterização de Áreas com Vegetação de Maior Porte ............................. 2.118
Foto 2.24 - Caracterização de Corpos Hídricos no Interior do Parque
Estadual da Mata Atlântica............................................................................ 2.119
Foto 2.25 - Áreas Degradadas dentro do Parque Estadual da Mata Atlântica ................. 2.119

x
ANEXOS
ANEXO 2.01 - FICHA DO DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO
ANEXO 2.02 - MAPA BASE DO PEMA
ANEXO 2.03 - MAPA DE GEOLOGIA
ANEXO 2.04 - MAPA DE LITOLOGIA
ANEXO 2.05 - MAPA DE GEOMORFOLOGIA
ANEXO 2.06 - MAPA DE SISTEMAS DENUDACIONAIS
ANEXO 2.07 - MAPA DE HIPSOMETRIA
ANEXO 2.08 - MAPA DE DECLIVIDADE
ANEXO 2.09 - MAPA DE PEDOLOGIA
ANEXO 2.10 - MAPA DE HIDROGRAFIA
ANEXO 2.11 - MAPA DE SISTEMAS DE AQUÍFEROS
ANEXO 2.12 - MAPA DE FRAGILIDADE AMBIENTAL
ANEXO 2.13 - MAPA DE PROCESSOS MINERÁRIOS
ANEXO 2.14 - MAPA DE FRAGILIDADE A INCÊNDIOS
ANEXO 2.15 - REGISTROS FOTOGRÁFICOS FLORÍSTICOS
ANEXO 2.16 - LISTA DE ESPÉCIES DA FLORA
ANEXO 2.17 - MAPA DE VEGETAÇÃO
ANEXO 2.18 - LISTA DE ESPÉCIES DE ANFÍBIOS E RÉPTEIS
ANEXO 2.19 - LISTA DE ESPÉCIES DE AVES
ANEXO 2.20 - LISTA DE ESPÉCIES DA MASTOFAUNA
ANEXO 2.21 - LISTA DE ESPÉCIES DE PEQUENOS MAMÍFEROS
ANEXO 2.22 - LISTA DE ESPÉCIES DE QUIRÓPTEROS
ANEXO 2.23 - LISTA DE ESPÉCIES DE ENTOMOFAUNA
ANEXO 2.24 - LISTA DE ESPÉCIES DE ICTIOFAUNA
ANEXO 2.25 - MAPA DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO
ANEXO 4.01 - MAPA DE ZONEAMENTO
ANEXO 4.02 - MAPA DA ZONA DE AMORTECIMENTO
ANEXO 4.03 - MEMORIAL DESCRITIVO DA ZONA DE AMORTECIMENTO
ANEXO 5.01 - PLACAS DE SINALIZAÇÃO

xi
1 – APRESENTAÇÃO
1 - APRESENTAÇÃO
O Governo do Estado de Goiás, por meio da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e
Desenvolvimento Sustentável - SEMAD, e via recurso de Compensação Ambiental da
empresa Cerradinho Açúcar, Etanol e Energia S.A atualmente Neomille, firmou contrato com
a STCP Engenharia para “Elaboração do Plano de Manejo do Parque Estadual da Mata
Atlântica - PEMA”.

O Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC instituído pela Lei Federal n°


9.985/2000 determina que as Unidades de Conservação (UC) devem dispor de um Plano de
Manejo. O Plano de Manejo estabelece as normas, restrições para o uso, ações a serem
desenvolvidas e manejo dos recursos naturais da UC, visando garantir a manutenção dos
processos ecológicos (MMA, 2020).

Importante compreender que o Plano de Manejo é um instrumento dinâmico de gestão, e na


medida em que as diretrizes apresentadas neste documento forem implementadas, as
mesmas deverão ser objeto de constante avaliação, e, se necessário, ser submetidas às
adaptações quando os resultados não se mostrarem eficientes para o atingimento dos
objetivos da UC.

A partir do conceito acima delineado, apreende-se que o Plano de Manejo é o instrumento


que orienta a gestão e o manejo de qualquer UC. Nesse sentido, é um documento
fundamental para uma gestão adequada e eficiente do PEMA, dotando contendo
informações fundamentais sobre os elementos físicos, biológicos e socioeconômicos da UC.
Portanto, esses elementos compõem o Plano de Manejo do Parque Estadual da Mata
Atlântica, além do seu zoneamento e as normas que devem presidir o uso da área e os
programas de manejo relacionados.
2 – DIAGNÓSTICO
SOCIOAMBIENTAL
2- DIAGNÓSTICO SOCIOAMBIENTAL
O Diagnóstico Socioambiental, correspondente ao levantamento de informações de dados
secundários e primários relativos ao meio físico, biótico, antrópico e jurídico institucional. A
elaboração do diagnóstico traduz a situação atual do Parque Estadual da Mata Atlântica
(PEMA), sempre com vista a análise integrada da paisagem e as implicações para seu
zoneamento e gerenciamento, destacando-se pressões, ameaças e oportunidades
identificadas. As principais fontes de dados acessados são aqueles já produzidos para a
região (dados secundários) e as levantadas em campo por meio de amostragens.

2.1 - MÉTODOS
A seguir são abordados os métodos de levantamento de dados secundários e primários
para a realização do diagnóstico socioambiental.

2.1.1 - Meio Físico


A elaboração do diagnóstico do meio físico contemplou levantamento de dados secundários
dos seguintes aspectos: Geologia Regional, Cavidades, Geomorfologia, Hipsometria,
Declividade, Pedologia, Recursos Hídricos, Clima, Fragilidade Ambiental, Mineração e
Incêndios Florestais.
Os dados coletados no levantamento bibliográfico e cartográfico foram avaliados, criticados,
selecionados, confrontados e integrados, de modo a permitir a composição dos textos,
tabelas, gráficos e mapas que venham a subsidiar a análise e o conhecimento integrado dos
temas pesquisados.

2.1.2 - Meio Biótico


O Parque possui área total de 938,3528 hectares onde se encontram trechos de vegetação
nativa em diversos estádios sucessionais, conforme a Figura 2.01 a seguir. Os transectos
amostrais realizados na caracterização da flora estão representados em linhas laranja e
lilás, respectivamente (Figura 2.01).
As amostragens de flora, fauna terrestre e ictiofauna aconteceram entre os dias 12 a 18 de
outubro de 2020 e foram efetuadas de acordo com o escopo proposto no Termo de
Referência apresentado.

2.1.2.1 - Flora
Para a flora a amostragem foi desenvolvida mediante o caminhamento em transectos nos
fragmentos previamente selecionados, fundamentado no método proposto por Filgueiras et
al. (1994). Também foi considerado todo o espectro de formas de vida da flora vascular, i.e.,
desde espécies de hábito arbóreo até ervas epifíticas. Já para a caracterização das formas
de vida foi utilizado o Manual Técnico de Vegetação Brasileira (IBGE, 2012) para
determinação das espécies arbóreas, arbustivas e herbáceas, e a classificação proposta por
Benzing (1990) para espécies de hábito epifítico. Já os dados sobre a flora terrestre foram
coletados seguindo os métodos propostos por Silva & Lopes (1984) e Silva et al. (2005).
2 – Diagnóstico Socioambiental

O diagnóstico da flora foi efetuado utilizando dados secundários atualizados, e


complementado por uma campanha de campo para levantamento de dados primários. Na
análise de dados secundários foram considerados dados já coletados no PEMA e região do
entorno.
Foi considerado todo o espectro de formas de vida da flora vascular (Tracheophyta),
incluindo todos os estratos e epífitas. A caracterização das formas de vida foi realizada
segundo o Manual Técnico de Vegetação Brasileira (IBGE, 2012).
Nas áreas do Parque foram realizados dois transectos, nos quais todas as tipologias foram
amostradas (Figura 2.01).

Figura 2.01- Transectos do Levantamento de Campo da Vegetação

Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

O transecto 1 mediu 1.517 metros, declividade média de 3,1%, altitude máxima de 656 m e
mínima de 587 m. Localiza-se na porção que abrigou os estágios mais iniciais de sucessão,
pois eram pastagens até 2004, quando foram abandonadas e reocupadas por espécies
pioneiras nativas, em associação de espécies antrópicas como o capim braquiária
(Brachiaria decumbens). O transecto 2 mediu 4.265 metros, declividade média de 2,7%,
altitude máxima de 680m e mínima de 521 m. Esse é referente à uma única trilha ativa do
PEMA, denominada “Trilha da Lontra”, que atravessa o PEMA, sentido Norte-Sul, passando
por formações florestais.

2.2 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

Todas as informações obtidas foram registradas em conjunto com dados de coordenadas


(tomadas mediante o uso de aparelho GPS). As áreas de amostragem foram avaliadas
quanto às tipologias vegetacionais dominantes, presença de espécies que possam ser
consideradas como indicadoras e estado de conservação geral do ponto, dentre outros
aspectos que possam ser considerados como relevante pelo pesquisador (Foto 2.01).

Foto 2.01- Metodologia para Amostragem da Flora no Parque Estadual da Mata Atlântica
(PEMA), Outubro de 2020

B
A

C D

Legenda: (A) e (B) Transecto 1; (C) e (D) Transecto 2.


Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2.1.2.2 - Fauna
As amostragens da fauna foram conduzidas em quatro pontos dentro do PEMA. A
localização e a caracterização dos pontos estão descritas na Tabela 2.01 e Tabela 2.01, na
Foto 2.02 e Foto 2.03 e na Figura 2.02 e Figura 2.03, onde estão representados os pontos
amostrais de fauna terrestre e aquática.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.3


2 – Diagnóstico Socioambiental

Tabela 2.01- Localização dos Pontos Amostrais Durante o Levantamento da Fauna


Terrestre no PEMA, Outubro de 2020
Coordenadas Pontos Amostrais
Ponto Fitofisionomia
UTM Fuso 22K
1 734417 7983875 Ambiente Antrópico
2 735606 7985892 Floresta Estacional Semidecidual e Mata de Galeria
3 735619 7985881 Mata de Galeria
4 734269 7981953 Floresta Estacional Semidecidual
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Figura 2.02- Mapa de Localização dos Pontos de Amostragem de Fauna

Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2.4 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

Foto 2.02 - Descrição dos Pontos Amostrais de Fauna Terrestre do Parque Estadual da Mata
Atlântica (PEMA), Outubro de 2020

A B

C D

E F

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.5


2 – Diagnóstico Socioambiental

G H

I J

K L

M N

2.6 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

O P

Legenda: (A) Caracterização do Ponto 1 (22K 734392 7983889), (B) Caracterização do Ponto 1 (22K 734399
7983892), (C) Caracterização do Ponto 1 (22K 734391 7983889); (D) Caracterização do Ponto 1; (E)
Caracterização do Ponto 2 (22K 736041 7986418), (F) Caracterização do Ponto 2 (22K 736051 7986421),
(G) Caracterização do Ponto 2 (22K 735658 7985813); (H) Caracterização do Ponto 2 (22K 735606
7985892); (I) Caracterização do Ponto 3 (22K 736210 7985150), (J) Caracterização do Ponto 3 (22K
736055 7985534), (K) Caracterização do Ponto 3 (22K 735619 7985881); (L) Caracterização do Ponto 3
(22K 735619 7985881); (M) Caracterização do Ponto 4 (22K 734027 7982185), (N) Caracterização do
Ponto 4 (22K 735335 7983559), (O) Caracterização do Ponto 4 (22K 735368 7983520) e (P)
Caracterização do Ponto 4 (22K 734394 7981897).
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Tabela 2.02 - Localização dos Pontos Amostrais Durante o Levantamento de


Ictiofauna no PEMA, Outubro de 2020
COORDENADAS PONTOS
PONTO AMOSTRAIS FITOFISIONOMIA
UTM FUSO 22K
1 736079 7986207 Córrego da Carola – Mata de Galeria
2 736040 7985494 Córrego da Carola – Mata de Galeria
3 736077 7985530 Córrego da Bica da SEDE – Mata de Galeria
4 734416 7983906 Córrego da Bica da SEDE – Mata de Galeria

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.7


2 – Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.03- Mapa de Localização dos Pontos de Monitoramento de Ictiofauna

Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Foto 2.03- Descrição dos Pontos Amostrais de Ictiofauna do Parque Estadual da Mata Atlântica
(PEMA), Outubro de 2020

A B

2.8 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

C D

E F

G H

I J

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.9


2 – Diagnóstico Socioambiental

K L
L

M N

O P
Legenda: (A), (B), (C) e (D) Caracterização do Ponto 1; (E), (F), (G) e (H) Caracterização do Ponto 2; (I), (J), (K) e
(L) Caracterização do Ponto 3; (M), (N), (O) e (P) Caracterização do Ponto 4.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2.1.2.2.1 - Herpetofauna
O traçado dos pontos para esse grupo buscou a representação do maior número possível
de diferentes ambientes. Para a amostragem, foram utilizados três métodos
complementares entre si, sendo um método padronizado que é a Procura Visual Limitada
por tempo e dois não padronizados: encontro ocasional e registro por terceiros. No mais, a
caracterização das comunidades foi realizada mediante análise de dados secundários.
Foi realizada procura visual limitada por tempo nos quatro pontos amostrais, considerando
as diferentes variações florestais existentes dentro do PEMA. Este deslocamento foi
realizado a pé, a uma velocidade aproximada de 1 km/h, cada área sendo vistoriada em dois
2.10 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.
2 - Diagnóstico Socioambiental

períodos: matutino e noturno, totalizando duas horas de busca ativa em cada período, pela
manhã entre às 07:00 e 11:00 horas, e crepuscular/noturno entre as 18:00 e 22:00 horas.
Além de percorrer todo o transecto, a herpetóloga fez, de 100 em 100 m, uma varredura no
folhiço (serapilheira), em troncos caídos, tocas e buracos existentes no ambiente e sobre a
vegetação aquática. Os galhos, arbustos e árvores foram observados atentamente para que
espécies arborícolas fossem amostradas. Todos os indivíduos avistados e/ou escutados
foram identificados, fotografados e o local onde foram encontrados georreferenciados. Como
método complementar, foram conduzidas amostragens auditivas em lagoas, lago e
córregos, que são ambientes comumente utilizados por anfíbios durante os períodos de
reprodução (Foto 2.04).
Os encontros ocasionais consistiram na observação eventual de indivíduos da herpetofauna
que não foram amostrados nos demais procedimentos quantificáveis, sendo também
considerados registros auditivos de anfíbios vocalizando dentro da área de estudo. Já os
registros por terceiros corresponderam a todos os espécimes registrados na área de estudo
por intermédio de colaboradores e demais pesquisadores não envolvidos diretamente na
área de herpetologia, desde que apresentando dados confiáveis quanto à procedência e
identificação (nesse caso considerando-se espécies cujas características foram diagnósticas
e/ou caso os registros sejam fotografados).

Foto 2.04- Metodologia da Herpetofauna Durante Amostragem do Parque Estadual da Mata


Atlântica (PEMA), Outubro de 2020

A B

C D

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.11


2 – Diagnóstico Socioambiental

E F

G H

I J

K L

2.12 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

M N

O P

Legenda: (A) Procura Visual Limitada por Tempo da herpetofauna nos pontos - Coordenadas: 22K 734392
7983889. (B) Procura Visual Limitada por Tempo diurno da herpetofauna nos pontos - Coordenadas:
22K 734399 7983892. (C) Procura Visual Limitada por Tempo diurno da herpetofauna nos pontos -
Coordenadas: 22K 735658 7985813. (D Procura Visual Limitada por Tempo diurno da herpetofauna
nos pontos - Coordenadas: 22K 736210 7985150. (E) Procura Visual Limitada por Tempo diurno da
herpetofauna nos pontos - Coordenadas: 22K 735658 7985813. (F) Procura Visual Limitada por
Tempo diurno da herpetofauna nos pontos - Coordenadas: 22K 736210 7985150.(G) Registro
fotográfico da herpetofauna durante Procura Visual Limitada por Tempo noturna. Coordenadas: 22K
735658 7985813. (H) Registro fotográfico da herpetofauna durante Procura Visual Limitada por Tempo
noturna. Coordenadas: 22K 736210 7985150. (I) Procura Visual Limitada por Tempo noturno da
herpetofauna nos pontos - Coordenadas: 22K 736040 7986404. (J) Procura Visual Limitada por
Tempo noturno da herpetofauna nos pontos - Coordenadas: 22K 736024 7986412. (K) Procura Visual
Limitada por Tempo noturno da herpetofauna nos pontos - Coordenadas: 22K 736040 7986404. (L)
Procura Visual Limitada por Tempo noturno da herpetofauna nos pontos - Coordenadas: 22K 736024
7986412. (M) Animal avistado durante busca – Proceratophrys goyana - Coordenadas 22K 736180
7985220; (N) Animal avistado durante busca – Barycholos ternetzi - Coordenadas 22K 736161
7985267; (O) Animal avistado durante busca – Salvator merianae - Coordenadas 22K 734143
7983004; (P) Animal avistado durante busca – Bothrops moojeni - Coordenadas 22K 736041 7986418.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2.1.2.2.2 - Avifauna
Para a amostragem da avifauna foram utilizados os seguintes métodos: Pontos de Escuta,
Redes-de-Neblina e Observações Aleatórias. Deste modo, foram estabelecidos quatro
pontos amostrais abrangendo as diferentes formações florestais existentes na área do
PEMA. A técnica de playback foi utilizada para atrair espécies de difícil visualização,
explorando o comportamento territorialistas delas, sendo executados a uma velocidade
aproximada de 1 km/h. Cada ponto foi percorrido entre as 05:00 e 10:00 horas e entre as
16:00 e 21:00 horas.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.13


2 – Diagnóstico Socioambiental

As doze redes de neblina foram montadas em trilhas existentes dentro do PEMA, na tarde
do dia anterior, permanecendo fechadas até o outro dia. No período matutino as redes foram
abertas às 05:00 horas e permaneceram até às 12:00h, já no período vespertino das 16:00
às 18:00 horas, enquanto abertas foram vistoriadas a cada 30 minutos. Ao final da
amostragem, as redes foram desmontadas e montadas no próximo ponto, totalizando um
dia de esforço em cada ponto (Foto 2.05).
Observações aleatórias foram realizadas durante a abertura de trilhas, montagens das redes
e nos intervalos entre os censos por pontos. Estes dados servem para incrementar a riqueza
dos diferentes ambientes. Cabe salientar que o traçado dos pontos foi representado pelo
maior número possível de diferentes ambientes inseridos dentro das várias formações
florestais pré-selecionadas. No mais, a caracterização das comunidades também foi
realizada mediante análise de dados secundários.

Foto 2.05 - Metodologia de Avifauna Durante Amostragem do Parque Estadual da Mata


Atlântica (PEMA), Outubro de 2020

A B

C D

2.14 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

E F

G H

I J

K L

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.15


2 – Diagnóstico Socioambiental

M N

O P
Legenda: (A) Montagem das redes de neblina. (B) Montagem das redes de neblina. (C) Animal capturado -
Eucometis penicillata – Pipira-da-taoca. (D) Animal capturado – Cyclarhis gujanensis –Pitiguari. (E)
Animal capturado – Galbula ruficauda – Ariramba-de-cauda-ruiva; (F) Animal capturado -
Campylorhamphus trochilirostris – Arapaçu-beija-flor. (G) Revisão das redes de neblina; (H) Revisão
das redes de neblina; . (I) Animal capturado - Eucometis penicillata – Pipira-da-taoca; (J) Animal
capturado – Galbula ruficauda – Ariramba-de-cauda-ruiva; (K) Animal capturado - Campylorhamphus
trochilirostris – Arapaçu-beija-flor. (L) Animal capturado – Taraba major – Choró-boi. (M) Animal
capturado – Pipra fasciicauda –Uirapuru-laranja. (N) Animal capturado – Arremon flavirostris – Tico-
tico-de-bico-amarelo. (O) Anotação dos dados em campo; (P) Registro fotográfico das espécies.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2.1.2.2.3 - Mastofauna
Os estudos de campo referentes à mastofauna abrangeram apenas os mamíferos de
pequeno porte e morcegos. Dados secundários foram utilizados para complementar os
resultados obtidos em campo. Médios e grandes mamíferos tiveram seus dados coletados
apenas a partir de informações secundárias e observações aleatórias de campo, uma vez
que a UC já conta com estudos técnicos relativos a estes animais. Para o estudo dos
pequenos mamíferos e morcegos foram instaladas Redes-de-neblina e Armadilhas de
captura viva.

 Pequenos Mamíferos Não-Voadores


Para amostragem desse grupo foi utilizado o método de captura viva através do uso de 20
armadilhas por ponto amostral, sendo dez modelos Tomahawk e dez Sherman, intercaladas
uma com a outra a cada dez metros, sendo uma no solo e outra em galhos de árvore e cipó,
permanecendo abertas por quatro noites consecutivas por ponto. Estas armadilhas eram
iscadas diariamente com uma mistura homogênea de banana amassada, pasta de

2.16 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

amendoim, essência de baunilha, sardinha enlatada e farinha de fubá. Estas armadilhas


foram iscadas e revisadas diariamente (Foto 2.06).

Foto 2.06 - Metodologia de Pequenos Mamíferos Não Voadores Durante Amostragem do


Parque Estadual da Mata Atlântica (PEMA), Outubro de 2020

A B

C D

E F

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.17


2 – Diagnóstico Socioambiental

G H

I J

K L

M N

2.18 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

O P

Q R

Legenda: (A) Armadilha tomahawk instalada - Coordenada 22K 736176 7985144; (B) Armadilha sherman
instalada - Coordenada 22K 736176 7985144; (C) Armadilha tomahawk instalada – Coordenada 22K
736176 7985144; (D) Armadilha sherman instalada - Coordenada 22K 736176 7985144; (E)
Instalação e iscagem de armadilhas; (F) Instalação e iscagem de armadilhas; (G) Instalação e
iscagem de armadilhas; (H) Instalação e iscagem de armadilhas; (I) Revisão e iscagem de armadilhas
- Coordenada 22K 736176 7985144; (J) Revisão e iscagem de armadilhas - Coordenada 22K 736176
7985144; (K) Revisão e instalação de armadilhas - Coordenada 22K 735572 7985983; (L) Revisão e
instalação de armadilhas - Coordenada 22K 735572 7985983; (M) Revisão e iscagem de armadilhas –
Coordenada 22K 736176 7985144; (N) Revisão e iscagem de armadilhas – Coordenada 22K 736176
7985144; (O) Registro fotográfico – Coordenada 22K 734428 7983879; (P) Registro fotográfico -
Coordenada 22K 736176 7985144; (Q) Animal capturado - Nectomys squamipes – 22K 734404
7983897; (R) Animal capturado - Rhipidomys macrurus – Coordenada 22K 735345 7983534.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

 Pequenos Mamíferos Voadores


Para esse grupo foram utilizadas dez redes de neblina montadas em trilhas existentes
dentro do PEMA, abertas no período vespertino e no período noturno. As redes foram
abertas às 18:30 h, horário em que já não havia mais claridade, e permaneceram até a
01:00 h, sendo. vistoriadas a cada 30 minutos enquanto abertas. Ao final da amostragem, as
redes foram desmontadas e montadas no próximo ponto, totalizando uma noite de esforço
em cada ponto (Foto 2.07).
O esforço do método de captura com redes de neblina foi calculado de acordo com
STRAUBE e BIANCONI (2002), onde o esforço da captura (E) é igual à multiplicação da
área da rede pelo tempo de abertura multiplicado pelo número de dias e pelo número de
redes. Foi realizada também uma busca por locais de abrigo.
Os exemplares capturados foram identificados com auxílio das bibliografias especializadas
de VIZOTTO e TADDEI (1973), REIS et al. (2007) e REIS et al. (2011). Em seguida

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.19


2 – Diagnóstico Socioambiental

passaram por triagem com coleta de dados biométricos, pesagem e registro fotográfico.
Após a identificação tiveram os sexos e estados reprodutivos avaliados e liberados
posteriormente no local de origem. A avaliação do estado reprodutivo das fêmeas foi
realizada pela apalpação abdominal, sendo que, em estágio avançado de gravidez, é
possível verificar o embrião em desenvolvimento.

Foto 2.07 - Metodologia de Pequenos Mamíferos Voadores Durante Amostragem do Parque


Estadual da Mata Atlântica (PEMA), Outubro de 2020

A B

C D

E F
Legenda: (A) Montagem das redes de neblina - Coordenada 22K 735619 7985881; (B) Montagem das redes de
neblina; (C) Rede de neblina instalada – Coordenada 22K 735619 7985881; (D) Rede de neblina
instalada – Coordenada 22K 734417 7983875; (E) Animal capturado na rede de neblina – Platyrrhinus
lineatus – Coordenada 22K 735619 7985881; (F) Animal capturado – Glossophaga soricina –
Coordenada 22K 735619 7985881.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2.20 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

 Registros Ocasionais de Mamíferos de Médio e Grande Porte


Mamíferos de médio e grande porte tiveram seus dados coletados apenas a partir de
informações secundárias ou observações aleatórias de campo, uma vez que a UC já conta
com estudos técnicos relativos a estes animais. Durante as vistorias das armadilhas de
captura viva e transectos de outros táxons, foram encontrados nos pontos amostrais indícios
diretos (visualização) e indiretos (pegadas, fezes e vocalizações) sobre a presença de
diferentes espécies do grupo na região. Estes dados foram anotados para complementar os
dados secundários existentes no Capítulo de Resultados e Discussão.

2.1.2.2.4 - Entomofauna
Os dados foram coletados apenas a partir de informações secundárias ou observações
aleatórias de campo.

2.1.2.2.5 - Ictiofauna
As amostragens de ictiofauna ocorreram nos corpos hídricos presentes dentro do PEMA.
Cada ponto amostral foi georreferenciado e seu ambiente caracterizado quanto às margens,
profundidade, transparência da água, correnteza, tipo de fundo e condições do tempo
durante a coleta. Para a coleta da ictiofauna foram utilizados os seguintes equipamentos:
redes com diferentes tamanhos de malhas, tarrafas, peneiras e puçás.
As redes de emalhe utilizadas possuem malhas variando entre 1,5 a 6,0cm de abertura,
onde a escolha das dimensões da rede a ser montada era definida após estabelecimento do
local a ser amostrado. As redes foram montadas ao final da tarde e retiradas no início da
manhã, permanecendo na água por cerca de 12 horas.
Nos locais com corredeiras e com impossibilidade de montar redes, foram adotadas as
técnicas de captura por peneiras e puçás, sendo feitas varreduras durante 10 minutos em
cada ambiente (Foto 2.08).
Após as coletas, os peixes que serviram como material testemunho foram anestesiados com
benzocaína e fixados com solução de formalina a 10% para posterior acondicionamento em
sacos plásticos devidamente etiquetados.

Foto 2.08 - Metodologia de Ictiofauna Durante Amostragem da PEMA, Outubro de 2020

A B

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.21


2 – Diagnóstico Socioambiental

C D

E F

G H

I J

2.22 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

K L

M N

O P

Legenda: (A) Metodologia de montagem de rede; (B) Metodologia de montagem de rede; (C) Metodologia de
montagem de rede; (D) Revisão de rede; (E) Metodologia de peneira; (F) Metodologia de peneira; (G)
Metodologia de peneira; (H) Revisão de peneira; (I) Metodologia de puçá; (J) Metodologia de puçá; (K)
Metodologia de puçá; (L) Revisão de puçá; (M) Anotação de dados; (N) Registro fotográfico; (O)
Soltura – Rhamdia quelen; (P) Soltura - Hypostomus cf. faveolus.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

 Análise dos Dados


As análises dos dados consideraram:
- Riqueza observada de espécies, status, endemismos e abundância relativa, quando
possível, considerando-se as espécies mais notáveis como as novas, novos registros,
bioindicadoras, raras, migratórias, endêmicas, “flagship” (espécies-bandeira), ameaçadas de

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.23


2 – Diagnóstico Socioambiental

extinção nas esferas estadual, nacional e internacional, além das invasoras e das que sejam
objeto de captura, caça, apanha ou perseguição;
- Listas comentadas de espécies de cada grupo estudado, relacionando as mesmas a cada
ponto avaliado, com fotos ou ilustrações quando possível, apresentando os nomes
científicos e populares, bem como outras informações consideradas pertinentes.
- Avaliação do estado atual da proteção e conservação dos recursos ambientais bióticos de
cada ponto;
- Tipos de pressões que vêm sendo exercidas em cada ponto e a partir do entorno, com
indicação de ações de conservação.

2.1.3 - Meio Antrópico


Para a realização do diagnóstico de campo do meio antrópico foi utilizada a metodologia do
Diagnóstico Rural Participativo (DRP). Esta metodologia visa identificar, descrever e
caracterizar os grupos de interesse na área de estudo. Ela tem o propósito de obter de
forma direta informações primárias por meio da participação de grupos representativos nas
comunidades do entorno da UC. As técnicas aplicadas são de fácil compreensão e
permitem que os participantes manifestem suas opiniões e percepções sobre as questões
levantadas. O modelo de ficha utilizada para a coleta de informações segue no Anexo 2.01.
Ao todo foram entrevistados 15 atores locais em 10 reuniões, como pode ser visto na Foto
2.09, os demais dados referentes às reuniões estão na Tabela 2.03.

Foto 2.09 - Registro Fotográfico das Reuniões Realizadas no Âmbito do Diagnóstico


Socioeconômico

A B
=

C D

2.24 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

E F

G H

I J

Legenda: (A) Enrrique Fontes; (B) Kelly Silva; (C) Otacílio Silva; (D) Hudnal Barbosa; (E)
Secretários da Prefeitura Municipal de Água Limpa; (F) Angela Bispo; (G) Rodrigo
Faria; (H) Victor Silva Negreiros e João Vitor Silva Negreiros; (I) Paula Tambellini e
Maurício Tambellini; (J) Alexsandro Matos. Obs: A sra. Galdina não quis realizar o
registro fotográfico.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.25


2 – Diagnóstico Socioambiental

Tabela 2.03 - Informações das Reuniões Realizadas

DATA LOCAL PARTICIPANTES

19/10/2020 Fazenda Newton Enrrique Fontes

20/10/2020 COMPLEM - Água Limpa Otacílio Silva

20/10/2020 Casa do Hudnal Barroso Hudnal Barroso

20/10/2020 SANEAGO - Água Limpa Alexsander Matos

20/10/2020 Secretaria de Meio Ambiente Kelly Silva

Larissa Dias da Silva


Roney Pereira Rabelo
21/10/2020 Prefeitura Municipal
José Rubens do Prado
Divina Lúcia da Silva

21/10/2020 Prefeitura Municipal Angela Bispo

21/10/2020 Comarca de Buriti Alegre Rodrigo Faria

21/10/2020 Fazenda Espólio Galdina Cândida

Parque Estadual da Mata Victor Negreiros Silva


22/10/2020
Atlântica João Vitor Negreiros Silva
Parque Estadual da Mata Paula Tambellini
22/10/2020
Atlântica Maurício Tambellini
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Importante ressaltar que houve tentativas de contato com os proprietários e responsáveis


pelas demais fazendas próximas ao parque, mas não houve sucesso. Além disso, não foram
identificadas outras organizações do terceiro setor, como sindicatos, ONGs e cooperativas,
que atuam ou exercem influência na região do Parque Estadual da Mata Atlântica.
Com os resultados do DRP foi realizada a classificação de Influência do Interesse e da
Disposição a Cooperar dos atores locais. Inicialmente foi elaborada uma lista de atores
locais na qual é descrito o ator e a importância que o mesmo possui com a UC. Após a
listagem é feita a classificação da Influência de cada ator, a qual visa quantificar por meio de
diretrizes numéricas a magnitude da influência. A Tabela 2.04 exibe a diretriz a ser adotada.

Tabela 2.04 - Diretriz Numérica da Classificação da Influência dos Atores Locais


QUESTÕES RELEVANTES PARA
NÍVEL INFLUENCIA (EIXO Y)
QUALIFICAÇÃO
1 Não há poder de influência Nenhuma influência nas decisões pode ser detectada

2 Poder de influência é limitado Tem um fórum público?

Tem um fórum público conhecido por ocasionalmente


Influencia indiretamente a decisão de influenciar os tomadores de decisão?
3
outros Influencia a opinião pública, mas não participa
formalmente no processo de decisão?
Influencia alguns tomadores de Se reúne regularmente com alguns tomadores de
4
decisão, mas não todos decisão?

2.26 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

QUESTÕES RELEVANTES PARA


NÍVEL INFLUENCIA (EIXO Y)
QUALIFICAÇÃO
É reconhecido como uma referência sobre o assunto por
alguns?
Se reúne regularmente com todos os tomadores de
Influencia os principais tomadores de decisão?
5
decisão É reconhecido como uma importante fonte de informação
sobre o assunto?
Se reúne regularmente com todos os tomadores de
Influencia todos os tomadores de
6 decisão?
decisão
É uma referência unânime sobre o assunto?
É reconhecido como uma importante fonte de orientação/
Aconselha tomadores de decisão é um formador de opinião sobre o assunto?
7
estratégicos Participa de reuniões em conjunto com os principais
tomadores de decisão?
É um membro de fóruns de tomada de decisão?
8 É um dentre os tomadores de decisão
Tem o direito formal de votar sobre o assunto?
Tem poder de veto sobre outras
É um membro formal de fóruns de tomada de decisão?
9 decisões ou é o único tomador de
Tem o poder de veto sobre qualquer decisão?
decisão
Fonte: TNC (2018), adaptado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Após a classificação da influência foi avaliado o interesse de cada ator, que da mesma
forma é quantificado por meio de diretrizes numéricas a magnitude. A Tabela 2.05 exibe a
diretriz a ser adotada.

Tabela 2.05 - Diretriz Numérica da Classificação do Interesse dos Atores Locais


NÍVE INTERESSE EM RELAÇÃO A UC
QUESTÕES RELEVANTES PARA QUALIFICAÇÃO
L (EIXO X)
O ator em questão responde negativamente quanto ao seu
-4 Não há interesse
interesse?
O interesse somente pode ser determinado da maneira
-3 Há pouco interesse
muito sutil?
Terceiros se referem ao ator em questão como tendo
O ator é reconhecido como tendo
-2 interesse na UC? A imprensa ou as mídias sociais indicam
interesse
o interesse do ator na UC?
Há interesse, mas isso só é expresso em círculos
O ator expressa interesse em caráter
-1 privados?
privado
O ator só expressa interesse internamente?
O ator em questão publicou material relacionado à UC?
O ator expressa publicamente seu
0 Anunciou planos para trabalhar com a UC, mas ainda não
interesse
demonstrou detalhes sobre tais planos?
A ator tem um plano de ação O ator em questão publicou planos de ação relacionados à
+1 relacionado direta ou indiretamente a UC?
UC
Questões relacionadas à UC são mencionadas entre seus
A conservação da UC é um dos objetivos?
+2
objetivos O ator em questão menciona a UC entre suas prioridades
apresentadas publicamente?
A conservação da UC é parte essencial Menciona questões relacionadas à UC como parte de sua
+3
da missão do ator em questão missão?
A conservação da UC é o propósito O ator em questão se dedica unicamente a questões
+4 exclusivo da missão do ator em relacionadas à UC?
questão Menciona UC e conservação como sua missão?
Fonte: TNC (2018), adaptado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Após a classificação da influência e do interesse, por fim, foi realizada a classificação


perante a disposição a colaborar com a UC, que da mesma forma, é quantificada por meio
de diretrizes numéricas á magnitude. A Tabela 2.06 exibe a diretriz adotada.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.27


2 – Diagnóstico Socioambiental

Tabela 2.06 - Diretriz Numérica da Classificação da Disposição a Colaborar dos Atores


Locais
DISPOSIÇÃO A
NÍVEL QUESTÕES RELEVANTES PARA QUALIFICAÇÃO
COOPERAR
Responde negativamente É um ativista com percepção negativa sobre a UC?/ Tem
à conservação da UC um histórico de ações contraria aos interesses da UC?
Recusou pedidos de cooperação, mas de forma educada
Não tem disposição a
e com explicações sobre suas razões?/ Possui uma
cooperar
política de cooperação com corporações?
Tem uma atitude
Reage positivamente a pedidos de cooperação?/ Aceita
oportunista quanto à ideia
doações ou patrocínios quando oferecidos?
de cooperação

Pro ativamente cria oportunidades de cooperação?


Alta disposição a cooperar
Propõe oportunidades para atividades conjuntas?

Atua como parceiro e fala Já firmou alguma parceria com o IEF?


abertamente sobre a ideia Falou em público sobre a parceria?
de cooperação Contribui financeiramente para os projetos conjuntos?

Fonte: TNC (2018), adaptado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Após a classificação dos atores nestas três variáveis (interesse, influência e disposição a
cooperar), os resultados foram expostos conjuntamente em um gráfico, que possibilita a
visualização do mapeamento dos atores. A Figura 2.04 exibe o exemplo do gráfico que
consolida o mapeamento realizado.

Figura 2.04 - Exemplo do Resultado Final do Mapeamento Hipotético dos Atores Sociais Locais

Fonte: TNC (2018), adaptado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

A construção do mapeamento da Figura 2.04 foi baseada no exemplo hipotético da análise


das variáveis dos atores locais exemplificados na Tabela 2.07. Cada ator é posicionado
segundo o valor obtido nas variáveis interesse e influência e posicionado conforme o valor
correspondente aos eixos do gráfico. A disposição a cooperar é exposta de acordo com o

2.28 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

tamanho e cor adota entre os intervalos 1 a 5, conforme diretriz adotada. Após o


mapeamento dos atores sociais locais, os mesmos foram classificados em sete categorias,
conforme definição exposta na Tabela 2.08.

Tabela 2.07 - Exemplo de Diretriz Numérica da Classificação da Disposição a


Colaborar dos Atores Locais
DISPOSIÇÃO A
ATORES LOCAIS INTERESSE (eixo x) INFLUÊNCIA (eixo y)
COOPERAR
ONG XYZ +4 5 5
Secretaria de Meio Ambiente +3 8 5
Associação Comunitária -2 3 2
Sindicato Rural -4 2 3
Fonte: TNC (2018), adaptado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Tabela 2.08 - Categorização Final dos Atores Locais Mapeados


CATEGORIA DA
PARTE DEFINIÇÃO
INTERESSADA
Partes interessadas relevantes e importantes que foram identificadas como
Prioritário tendo: interesse na conservação da UC; influência (social, técnica, financeira e /
ou política); e disposição a interagir com o IEF.
Partes que não tem interesse e nem influência sobre a UC e o objetivo de
Não Prioritário
conservação da mesma.
Partes que normalmente representam o poder público ou reguladores que têm
Essencial influência política e social significativa e que, sem o seu apoio, a UC não poderia
existir ou operar efetivamente.
Parceiros que ajudam a facilitar o financiamento de doadores e/ou investidores
Conectores ou o acesso ao conhecimento técnico. Esses parceiros também podem ser
representados em uma ou mais das outras categorias listadas aqui.
Parceiros que dão apoio não monetário participando de intervenções,
Aliados fornecendo conhecimento técnico e/ou utilizando sua influência para ajudar a
UC a alcançar suas metas e objetivos.
Parceiros que doam diretamente ou em fundos de investimento que apoiam o
Doador funcionamento contínuo da UC. Esses parceiros também podem ser
representados em uma ou mais das outras categorias listadas aqui
Parceiros que investem em projetos ou iniciativas associadas às intervenções na
UC. Investem com base em benefícios antecipados de curto ou longo prazo para
Investidor
suas respectivas organizações/instituições. Esses parceiros também podem ser
representados em uma ou mais das outras categorias listadas aqui
Fonte: TNC (2018), adaptado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.29


2 – Diagnóstico Socioambiental

2.2 - ANÁLISE SOCIOAMBIENTAL


Esse item apresenta a análise socioambiental do Parque Estadual da Mata Atlântica,
resultante do levantamento de dados secundários e primários.

2.2.1 - Informações Gerais da Unidade de Conservação


A Figura 2.05 apresenta a localização do Parque Estadual da Mata Atlântica com sua
proposta preliminar de Zona de Amortecimento, definida de acordo com o limite municipal,
com o limite da bacia hidrográfica e abrangendo fragmentos florestais encontrados no
entorno da UC. O Anexo 2.02 apresenta o Mapa Base do Parque Estadual da Mata
Atlântica.

Figura 2.05 - Localização do Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

2.30 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA


0000.52.1747
Código da UC (Inscrição no CNUC, conforme previsto no Art. 11, § 1°, da
Resolução CONAMA 371/06)
Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Desenvolvimento
Nome do Órgão Gestor
Sustentável - SEMAD
Categoria de Manejo Parque Estadual
Bioma Mata Atlântica
Assegurar a preservação dos resquícios de uma formação
Objetivos da UC vegetal do tipo Mata Atlântica ocorrente na bacia do Rio
Paranaíba
Atributos da UC Diversidade faunística e florística
Municípios Abrangidos Município de Água Limpa - GO
UGRHI Bacia do Rio Paranaíba
Conselho Gestor Conselho Consultivo
Plano de Manejo Elaborado em 2020
Possui plano de combate de incêndios florestais, abertura de
Instrumentos de Planejamento
trilhas, incentivo de uso público e georreferenciamento para
e Gestão Incidentes na UC
gestão do território
Situação quanto à
Não há desconformidades
conformidade ao SNUC
Ações existentes de manejo e Fiscalização, Monitoramento, Planejamento, Execução dos
gestão planos de gestão, Conselho Consultivo instituído
2 funcionários comissionados (Assessor A5, 40 horas semanais),
4 vigilantes terceirizados em regime de plantão, 1 Analista
Ambiental (Efetiva, 40 horas semanais, Bióloga da SEMAD) e 4
Recursos humanos e brigadistas terceirizados.
financeiros disponíveis
Os recursos financeiros são adquiridos por meio de compensação
ambiental, sendo que o montante varia de acordo com as
destinações propostas.
GO-309, à margem direita do Rio Paranaíba, Antiga Fazenda
Endereço da Unidade
Corumbá
CEP 75.665-000
Bairro Zona Rural
UF GO
Município Água Limpa
http://www.meioambiente.go.gov.br/meio-ambiente-e-recursos-
Site da UC
hídricos/parques-e-unidades-de-conservação.html
Superintendência de Unidades de Conservação e Regularização
Telefone da UC Ambiental – (62) 3201 - 5184/5103
Chefe da UC - (64) 3453-5805
E-mail da UC pema.meioambiente@goias.gov.br
ACESSOS À UC

Endereço
Entradas: UF: Município 737122.98 m E
GO-309 Margem direita do Rio 7984458.55 m S
GO Água Limpa
Paranaíba

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.31


2 – Diagnóstico Socioambiental

ATOS LEGAIS
Instrumento legal Decreto estadual n°6.442/2006
Ementa Cria o Parque Estadual da Mata Atlântica
Instrumento de Publicação Decreto estadual publicado em 12 de abril de 2006
Área da UC 938,3528 ha
Em processo de renovação com a colocação de marcos com
Memorial Descritivo
demarcação já realizada
ASPECTOS FUNDIÁRIOS
Situação fundiária da Unidade Ainda há necessidade de regularização
Consistência dos dados do
Delimitação georreferenciada já executada
limite da UC
Será apontado após a resolução dos conflitos fundiários de alguns
Percentual de área devoluta
proprietários.
Percentual de área titulada Ainda não se tem informações, a analisar.

Percentual de área particular Apresenta 71% de área particular.


Percentual de área com
Ainda não se tem informações, a analisar.
titulação desconhecida
Proprietários não indenizados não estão dentro da unidade, mas a
área ainda continua a ser utilizada como pastagem para gado. Há
Situação da área quanto à
parte de uma ocupação dentro dos limites da UC (casa na
ocupação
Propriedade do Sr. Vecci).

Percentual de demarcação dos 100% da área apresenta demarcação dos limites, os marcos já
limites estão instalados.

Área da poligonal da
938,35 hectares
UC

2.32 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

GESTÃO E INFRAESTRUTURA DA UC
1 Sede administrativa da UC em bom estado de conservação. O
alojamento acomoda um total de 15 pessoas e apresenta 1 suíte,
2 quartos, 1 banheiro, sala, cozinha e lavanderia, sendo mobiliada
com camas e louças.

1 Galpão. O galpão possui banheiro e alojamentos, além de


Edificações e estruturas
apresentar capacidade para armazenar 2 embarcações, 1 trator e
2 veículos ou mais, dependendo do tipo de veículo, maquinário ou
implemento.

Não apresenta sinal de telefone, sistema de rádio, sinal de


Comunicação
telefonia celular e nem computadores. Apresenta internet.
Apresenta 1 motocicleta Honda Bros 150 em ótimo estado de
conservação, 2 embarcações em bom estado de conservação e 1
Meio de Transporte em
trator John Deere em estado regular de conservação. Há previsão
Operação
ainda para a compra de 1 caminhonete. Previsão de aquisição de
mais 2 motocicletas.
Sede administrativa atendida com energia elétrica pela rede
distribuidora do Estado de GO.
Energia Apresenta gerador a diesel.
Não apresenta sistema de energia renovável.
Voltagem de 220V.
A sede contempla 1 banheiro compartilhado e 1 banheiro
compondo a suíte.
Apresenta captação em um pequeno córrego próximo à sede
abastecendo apenas a bica d’água. A sede é abastecida por meio
Saneamento Básico de poço semi-artesiano.
A destinação do esgoto é feita por meio de fossa negra.
Os resíduos sólidos são levados para a área urbana do município
em que se encontra o PE e são descartados em lixeiras comuns.
Atualmente não apresenta grupo de busca e salvamento,
Atendimento e Emergência salva-vidas, desfibrilador, soro antiofídico, ambulância,
ambulatório, kit resgate e outras estruturas de emergência.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.33


2 – Diagnóstico Socioambiental

Apresenta 2 funcionários comissionados (Assessor A5, 40 horas


semanais), 4 vigilantes terceirizados em regime de plantão,
Recursos Humanos 1 Analista Ambiental (Efetiva, 40 horas semanais, Bióloga do
SEMAD), 1 funcionária terceirizada responsável pela limpeza e 4
brigadistas terceirizados.

INFRAESTRUTURA DE APOIO AO USO PÚBLICO

Não apresenta portaria.


Portaria
O horário de funcionamento é das 08h00 às 17h00.
O centro de visitantes está em processo de construção (os recursos
já estão disponíveis e a planta já feita; a previsão de início da
Centro de visitantes construção é de no máximo 4 meses).
A sede é utilizada para receber os visitantes.
Sede dentro do limite da
Sim.
UC
Não apresenta guarita.
Guarita
Apresenta vigilância 24h (4 funcionários, 1 por turno).
Não apresenta restrições, há necessidade de agendamento.
Apresenta acesso para veículos até a sede.
Alojamento no barracão.
Alojamento com capacidade para 15 pessoas. Apresenta 2 quartos,
1 suíte, 1 banheiro coletivo, 1 sala, 1 cozinha coletiva e 1 lavanderia.

Hospedagem

Não apresenta lanchonete e restaurantes, porém a cozinha da sede


Alimentação
pode ser usada pelos alojados.
A sede apresenta 1 banheiro coletivo e 1 banheiro que compõe a
Sanitários suíte. O galpão apresenta um banheiro para pessoas com
necessidades especiais.
Lojas Não apresenta.

2.34 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

Apresenta área para estacionamento, na varanda da sede, para 2


veículos de funcionários. Não apresenta estacionamento para
visitantes.

Estacionamento/
atracadouro
Apresenta um atracadouro com acesso cimentado.

ATRATIVOS TURÍSTICOS
Características ATRATIVO 1 ATRATIVO 2 ATRATIVO 3
Lago da UHE de
Nome do Atrativo Trilha da Lontra
Itumbiara
Diversidade
Breve descrição do tipo de Trilhas e Cachoeira da
Lago Florística do Bioma
atrativo Lontra
Mata Atlântica
Recreação em
Educação Ambiental
Tipologia Turismo Ecológico contato com a
e Pesquisa Científica
natureza
Fora da unidade,
porém pode compor
Finalizada em
Status os atrativos à área
17/01/2020
onde a UC está
inserida
Interpretação
Interesses e atividades Ambiental e prática de Educação
Pesquisa científica
associadas esportes em contato Ambiental
com a natureza
Situação da visitação Em estudo.
Acessos abrangem
Estrada de chão Acesso por
tanto percursos em
Acessos (extensão) e tipo acessada pela GO- embarcação, pelo
área asfaltada como
309. Fora da UC. lago.
em estrada de chão.
Forma de acesso Linear Linear

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.35


2 – Diagnóstico Socioambiental

Médio, apresenta de 3
Grau de dificuldade a 5 km com obstáculos
e declividade.
Inexistente na maior
parte. Trilha da lontra
Sinalização de caminho Em construção
sinalizada com tinta
pintada nas árvores.
Infraestrutura Inexistente
Diversidade
Paisagem Diversidade florística
faunística
Impactos associados
existentes ou potenciais, Efeito de Borda
positivos ou negativos
Agendamento obrigatório Sim Sim
Condução Condução Monitorada
Escolar e
Perfil indicado de visitante Todos os públicos Todos os públicos
Pesquisadores
Característica do visitante Local Local Local e regional
Acessibilidade Sim Sim Sim
Exceto finais de Exceto finais de
Melhor período de visitação
semana e feriados semana e feriados
Capacidade de Ainda não apresenta Ainda não apresenta
visitantes/dia estimativa estimativa
Cadastro de visitantes Não Não Não
LINHAS DE PESQUISA
Conservação da Natureza e Uso Público do Parque Estadual da
Mata Atlântica para fins de recreação em contato com a
Temas prioritários
natureza, turismo ecológico, educação ambiental, pesquisa
científica e biologia da conservação de espécies ameaçadas.
Serviços Ambientais, efeito de borda, fragmentação de habitats,
ecologia de estradas e PROMOBio (Programa de Monitoramento
da Biodiversidade nas UCs Goianas).
CEMIG; BIO-AMBIENTAL CONSULTORIA. (2006).
Levantamento da Ictiofauna e caracterização da pesca
comercial na área do reservatório e a jusante da UHE de São
Simão. Relatório Técnico Final.
Inclusão do Parque Estadual da Mata Atlântica na Reserva da
Biosfera da Mata Atlântica – Fase VI/2008.
Temas correlatos VELOSO, D. F. A. (2010). Efeitos sociais e espaciais da
construção de barragens no Rio Araguari – MG: análise do
trecho entre as Usinas Hidrelétricas de Amador Aguiar II e
Itumbiara. Monografia do Bacharelado em Geografia da
Universidade Federal de Uberlândia.
ANDRADE, E. A. de (2012). Avaliação da eficácia da política
de gestão de unidades de conservação do Estado de Goiás.
Mestrado Acadêmico Multidisciplinar em Sociedade, Tecnologia
e Meio Ambiente do Centro Universitário de Anápolis -
Unievangélica.

2.36 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

Plano de Ação de Recursos Hídricos da Unidade de Gestão


Hídrica Corumbá. Plano de Recursos Hídricos e do
Enquadramento dos Corpos Hídricos Superficiais da Bacia
Hidrográfica do Rio Paranaíba. ANA, Junho de 2013.
ROCHA, E. C.; SOARES, K. L.; PEREIRA, I. M. (2015). Medium-
and large-sized mammals in Mata Atlântica State Park,
southeastern Goiás, Brazil. The Journal of Biodiversity Data, v.
11, n. 6.
PEREIRA, I. M.; RIOS, J. M.; VALE, V. S.; GOMES-KLEIN, V. L.;
CONEGLIAN, A.; ROCHA, E. C. (2018) Forest Structure and
the Species Composition of the Parque Estadual Mata
Atlântica, Located in Goiás State, Brazil. International Journal
of Ecology, v. 2018, p. 1-6.

2.2.2 - MEIO FÍSICO


O Termo de Referência para a elaboração do Plano de Manejo do Parque Estadual da Mata
Atlântica prognosticou o levantamento de informações do meio físico, com aspectos da
Geologia, Geomorfologia, Pedologia, Recursos Hídricos, Clima, Vulnerabilidade Ambiental e
Mineração. A seguir é apresentada uma caracterização de cada um destes temas, realizada
por meio de dados que foram levantados de pesquisa bibliográfica, de banco de dados e
análise de mapas, além do reconhecimento de campo realizado.

2.2.2.1 - Geologia Regional


Segundo o Mapa Geológico do estado de Goiás (SIEG, 2009), o Parque Estadual da Mata
Atlântica compreende rochas metamórficas do Neoproterozóico da zona interna do orógeno
Faixa Brasília, Grupo Araxá (Figura 2.06 e Anexo 2.03). A Faixa Brasília, parte da Província
Tocantins, foi formada pela convergência dos blocos Amazônicos, São Francisco-Congo,
Paranapanema e outros blocos alóctones de menor extensão, e sua evolução abrangeu um
intervalo de tempo longo, entre 900 Ma e 600 Ma. A evolução geológica da Faixa Brasília,
segundo Pimentel (2016), envolveu episódios de subducção, atividade ígnea e acreção de
terrenos, resultantes do desgaste da litosfera do oceano Goiás.

O grau metamórfico do Grupo Araxá apresenta um aumento na direção oeste, abrangendo a


fácies xisto-verde médio, zona da biotita. As rochas do Grupo apresentam estruturação de
embricamento tectônico em nappes e empurrões de baixo ângulo com vergência para leste,
em direção ao Cráton do São Francisco. O Grupo Araxá é subdividido em duas unidades, A
e B, segundo suas características litoquímicas, metamórficas e ambientais. A unidade A é
composta por sedimentos plataformais de ambiente marinho raso, os quais são
representados por muscovita-clorita xistos, biotita-muscovita-quartzo xistos, grafita xistos,
sericita quartzitos e hematita-sericita quartzitos. A unidade B, a qual se insere na Unidade
de Conservação em questão, é definida por uma sequência pelítica marinha composta por
calci-clorita-biotita xistos, calci-clorita-biotita xistos feldspáticos, calci-granada-biotita-quartzo
xistos feldspáticos, granada-clorita xistos, hornblenda-granada xistos feldspáticos, grafita
xistos, lentes de metacalcários, quartzitos micáceos e lentes de anfibolito (SIEG, 2009).
A região do entorno da UC compreende ainda rochas mais recentes (Mesozóico) da
Formação Serra Geral, a qual é composta por derrame basáltico, riolito e andesitos além de
rochas do Complexo Plutônico do Arco Magmático de Goiás, mais antigas
(Neoproterozóico), as quais são classificadas como biotita gnaisse de composição granítica
a tonalítica, com estruturas de cisalhamento. O Arco Magmático de Goiás foi formado pela
acreção de arcos de ilha intraoceânicas (0,9 - 0,8 Ga), e posteriormente pelo
desenvolvimento de arcos continentais mais evoluídos (PIMENTEL, 2016). Além disso, a
região do entorno da unidade apresenta influência da presença de falha de empurrão na
porção norte à UC.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.37


2 – Diagnóstico Socioambiental

Ainda segundo a base da SIEG (2009), as classes litológicas metamórficas presentes na UC


englobam rochas como clorita xisto, quartzo-mica xisto e muscovita-biotita xisto (Figura 2.07
e Anexo 2.04).

Figura 2.06 - Geologia do Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: SIEG (2009), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

2.38 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.07 - Litologia do Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: SIEG (2009), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

2.2.2.2 - Cavidades
De acordo com a base do CANIE (CECAV, 2019), o PEMA não apresenta registro de
cavidades dentro de seus limites, sendo a cavidade mais próxima encontrada no município
de Tupaciguara, Minas Gerais, denominada de Gruta da Bela Vista, a, aproximadamente, 26
km da UC. Ainda segundo o CECAV (2012), a área da unidade apresenta, de acordo com a
sua litologia, potencial de ocorrência de cavidades de tamanho médio.

2.2.2.3 - Geomorfologia
A UC do PE da Mata Atlântica está inserida no Planalto Dissecado do Sul-Sudeste Goiano e
engloba na sua porção norte a Depressão Periférica da Borda Nordeste da Bacia
Sedimentar do Paraná (IBGE, 2020). A primeira unidade geomorfológica apresenta
dissecação homogênea ou diferencial com alta densidade de drenagem, enquanto a
segunda unidade apresenta dissecação estrutural (Figura 2.08 e Anexo 2.05).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.39


2 – Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.08 - Geomorfologia do Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: IBGE (2020), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

O estado de Goiás e Distrito Federal apresentam formas predominantemente denudacionais


(GOIÁS, 2006). Na área de abrangência da UC, o sistema denudacional presente se
enquadra na categoria de Zonas de Erosão Recuante (ZER) com dissecação forte (Figura
2.09 e Anexo 2.06).
As Superfícies Regionais de Aplainamento, formadas por meio do aplainamento de uma
superfície de terreno dentro de um determinado intervalo de cotas, encontram-se dispostas
em cotas diferentes, normalmente delimitadas por escarpas de erosão. A erosão das
superfícies de aplainamento antigas é marcada por grandes reentrâncias a partir de um
nível de base inferior em conjunto com a rede de drenagem, a qual evolui por meio de uma
erosão recuante dissecando as superfícies de aplainamento e gerando outras. O grau de
dissecação da ZER varia de acordo com as características da superfície erodida, quando
associada a grandes bacias de drenagem apresenta uma maior extensão, com recuo
significativo e vales com depósitos coluviais, enquanto em outros casos é limitada ao
escarpamento abrupto dos chapadões, com a presença de taludes formados por quedas de
blocos.

2.40 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.09 - Sistemas Denudacionais do Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: SIEG (2009), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

No caso da UC, a Zona de Erosão Recuante apresenta dissecação forte, erosionando a


Superfície Regional de Aplainamento IIA que é caracterizada nas cotas em torno de
900-1250 m, é muito bem desenvolvida e bem preservada, abrangendo diversas unidades
do embasamento e se apresentando com diversos graus de dissecação e nível de laterita
presente (GOIÁS, 2006).

2.2.2.4 - Hipsometria
O mapa hipsométrico, obtido do modelo SRTM disponibilizado pela USGS (2020), apresenta
a altimetria da UC. As cotas altimétricas variam entre 500 a 700 m (Figura 2.10 e Anexo
2.07). As maiores cotas encontram-se na região noroeste da unidade ao passo que diminui
na direção sudeste, em direção ao rio Corumbá. Há ainda a presença de dois vales com
cotas entre 600 a 580 m, associados à presença de duas drenagens que cortam a UC na
direção NW e que desembocam no rio Corumbá.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.41


2 – Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.10 - Hipsometria do Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: USGS (2020), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

2.2.2.5 - Declividade

A declividade da área de abrangência da unidade foi obtida por meio do modelo SRTM e
classificada segundo a EMBRAPA (1979), com a declividade apresentada em porcentagem
(Figura 2.11 e Anexo 2.08). No geral, a UC apresenta declividades de relevo plano a forte
ondulado, sendo que as áreas mais declivosas se encontram ao sudeste da área, próximo
ao rio Corumbá. As maiores declividades estão associadas às cotas altimétricas de 500 a
560 m.

2.42 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.11 - Declividade do Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: USGS (2020), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

2.2.2.6 - Pedologia
Quanto à pedologia, a área de abrangência da UC possui solos das classes de Cambissolos
e Argissolos, sendo em maior parte composto por solos da primeira classe (Figura 2.12 e
Anexo 2.09). A seguir é apresenta uma breve discussão das unidades de mapeamento
encontradas na área de estudo.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.43


2 – Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.12 - Pedologia do Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: SIEG (2017), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

2.2.2.6.1 - Cambissolos
Os Cambissolos são solos pouco desenvolvidos, e com horizonte B incipiente (EMBRAPA,
2013). Possuem características variáveis, textura desde média a mais fina, pouco
desenvolvimento pedogenético, pequena profundidade e grande quantidade de minerais
primários (provenientes da rocha). São solos bons para o cultivo agrícola, à exceção de
algumas variações pedregosas. Os Cambissolos possuem coloração viva, grandes teores
de argila e estruturação bem desenvolvida nos horizontes subsuperficiais (IAC, 2020).
Devido à alta proporção de silte e areia fina, estrutura maciça, com grau de desenvolvimento
fraco a moderado, pequena espessura do solum e elevada profundidade do horizonte C, os
processos erosivos são favorecidos nos Cambissolos (DINIZ et al., 2004).
Cambissolo Háplico é uma subordem de solo encontrado geralmente em relevos ondulados
ou montanhosos, que não apresentam horizonte superficial A húmico. Sua fertilidade natural
é variável, apresentam como limitações ao uso sua associação a relevos de declives
acentuados, profundidade reduzida e ocorrência de pedras na massa do solo (AGEITEC,
2020a).

2.44 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

2.2.2.6.2 - Argissolos
Os Argissolos possuem horizonte B textural, com argila de atividade baixa ou alta,
conjugada com baixa saturação por bases ou caráter alítico (refere-se ao teor de alumínio
extraível; EMBRAPA, 2013). Possuem nítida diferenciação entre as camadas ou horizontes,
sendo reconhecidos principalmente pelo aumento, por vezes abrupto, nos teores de argila.
Podem ser arenosos ou argilosos no horizonte mais superficial, e possuem coloração forte
(amarelada, brunada ou avermelhada), grande coesão e maior plasticidade. A fertilidade dos
Argissolos é variável, dependente principalmente de seu material de origem. Sua retenção
de água é maior nos horizontes subsuperficiais, podendo servir ao estoque de água (IAC,
2020).
Os Argissolos tendem a ser mais suscetíveis à erosão, devido a sua relação textural que
implica em diferenças de infiltração dos horizontes superficiais e subsuperficiais. No entanto,
os de texturas mais leves ou textura média e de menor relação textural são mais porosos,
com boa permeabilidade, e menos suscetíveis à erosão (AGEITEC, 2020b).
A classe de Argissolo Vermelho-Amarelo, segundo Embrapa (2013), representa os solos de
cores vermelho-amareladas e amarelo-avermelhadas que não se enquadram nas classes de
Argissolos Vermelhos, Argissolos Amarelos, Argissolos Acinzentados e Argissolos Bruno-
Acinzentados. Os Argissolos Vermelho-Amarelos eutróficos apresentam saturação por
bases ≥ 50% na maior parte dos primeiros 100 cm do horizonte B (inclusive BA).

2.2.2.7 - Recursos Hídricos


A área do Parque Estadual da Mata Atlântica está inserida na região Hidrográfica do
Paraná, dentro da unidade hidrográfica Paranaíba e na sub-bacia do Rio Corumbá. A seguir
é apresentada uma descrição destas regiões hidrográficas.

2.2.2.7.1 - Região Hidrográfica do Paraná


O PE da Mata Atlântica está inserido na Região Hidrográfica (RH) do Paraná, o qual
apresenta uma área aproximada de 879.873 km² (10% do território nacional) e abrange sete
estados: São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Santa Catarina e
Distrito Federal. A RH do Paraná apresenta grande importância no contexto nacional, pois é
a região de maior desenvolvimento econômico do país e com as maiores demandas por
recursos hídricos, especialmente para uso industrial (ANA, 2015) (Figura 2.13).
A precipitação média anual na região é de 1543 mm, que corresponde a 87% da média
nacional. Sua disponibilidade hídrica superficial é de 5.956 m3/s, 6,5% da disponibilidade
superficial do país (91.071 m³/s), com uma vazão média de 11.831 m³/s, 6,6% da vazão
média nacional (179.516 m³/s). A vazão de retirada (demanda total) é de 736 m³/s (31% da
demanda nacional), com vazão específica de 13,0 L/s/km2, detendo um volume máximo de
reservação per capita de 4.047 m3/hab., maior que a média para o restante do país
(3.607m3/hab.; ANA, 2015; INMET 2020). Os principais potenciais de utilização da RH são
atividades de irrigação, industrial, geração de energia elétrica e navegação (ANA, 2015).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.45


2 – Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.13 - Unidades Hidrográficas da RH do Paraná e Principais Cidades

Fonte: ANA (2015).

2.2.2.7.2 - Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba


A Bacia Hidrográfica do Rio (BHR) Paranaíba é a segunda maior unidade hidrográfica da
RH do Paraná (25,4% do total), possui 222.767 km2, e abrange parte dos estados de Goiás,
Minas Gerais, Distrito Federal e uma pequena parte do estado do Mato Grosso do Sul. Sua
nascente está localizada na Serra da Mata da Corda, município de Rio Paranaíba, Minas
Gerais, com altitude de aproximadamente 1.100 m, próximo à cabeceira do Rio Abaeté, um
importante tributário do Rio São Francisco (Figura 2.14).
O relevo, que é representado por formas suaves (pouco íngremes), favorece a prática da
agricultura, e muitas áreas têm sido transformadas em locais de plantio de soja e
cana-de-açúcar (SILVA et al., 2012). Há também um grande número de usinas hidrelétricas,
entre elas as de São Simão, Cachoeira Dourada, Itumbiara, Emborcação, Nova Ponte e
Corumbá I. A economia na bacia do Paranaíba e entorno está relacionada principalmente ao
Agronegócio, com destaque para as atividades de agricultura e pecuária. (ANA, 2010).

2.46 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.14 - Representação Gráfica da Bacia do Rio Parnaíba

Fonte: ANA (2010).

2.2.2.7.3 - Sub-Bacia do Rio Corumbá


A Sub-bacia do Rio Corumbá é a terceira maior da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba,
com 33.895 km2 (ANA, 2011), sendo o Rio Corumbá (que dá nome à sub-bacia) o principal
rio da região Planalto Central (IBGE, 2020). O setor norte é o mais urbanizado da sub-bacia,
englobando a parte da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e entorno e
da Região Metropolitana – RM de Goiânia (ANA, 2013).
Como as demais sub-bacias do sudeste goiano, a do Rio Corumbá sofre impactos
decorrentes de atividade humana, com suas águas poluídas por efluentes de origem urbana,
industrial e de agroindústrias. Grande parte dos municípios localizados nesta sub-bacia não
possui sistema eficiente de coleta, tratamento e disposição de resíduos sólidos, resultando
em poluição dos mananciais superficiais ou mesmo dos recursos hídricos subterrâneos. Há
diversos locais em que a vegetação foi suprimida, principalmente as matas ciliares e outras
áreas de preservação permanente ou reservas legais (CBH SUDESTE GOIANO, 2011).
Apesar destas condições de degradação, o setor de Pesca, Turismo e Lazer são
promissores na região, com destaque aos municípios de Caldas Novas e Rio Quente, cuja
atividade turística é intensa, principalmente por suas estâncias hidrotermais e turismo
relacionado aos lagos da região (CBH SUDESTE GOIANO, 2011). Dentre as principais
atividades de uso de solo na sub-bacia temos a utilização para pastagem (34,9%),
agricultura (20%) e silvicultura (2,3%); as demais atividades totalizam menos que 2% do
percentual total (ANA, 2013).
O órgão responsável pela Sub-bacia denomina-se Unidade de Gestão Hídrica (UGH)
Corumbá, que segue um Plano de Ação de Recursos Hídricos (PARH) focado na
sistematização das questões que comprometem a qualidade e quantidade de água, bem
como os programas e intervenções necessárias à sua gestão (ANA, 2013).
Na área do PE da Mata Atlântica estão presentes quatro cursos de drenagem que
desembocam no Rio Corumbá (Figura 2.15 e Anexo 2.10) e apresentam menos de 10 m de
largura, sendo um córrego intermitente e o córrego principal denominado de córrego da
Lontra (Foto 2.10).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.47


2 – Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.15 - Hidrografia no Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

Os leitos das áreas de drenagem apresentam substratos compostos, em sua maior parte,
por material granular grosseiro tamanho areia a matacão (Foto 2.11). O córrego da Lontra
apresenta afloramentos de rochas que cortam na direção transversal ao eixo de drenagem.
Além disso, o córrego da Lontra apresenta descida declivosa associada com a presença
destas rochas, as quais permitem o acúmulo de água entre as zonas de afloramento
rochoso. Devido a estas características, o córrego ainda apresenta queda d’água na porção
norte da UC (Foto 2.12).

2.48 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

Foto 2.10 - Córrego da Lontra

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Foto 2.11 - Substrato dos Leitos de Drenagem Composto de Material Granular Grosseiro

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.49


2 – Diagnóstico Socioambiental

Foto 2.12 - Queda d’Água Presente no Córrego da Lontra

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Ainda, a região da UC e seu entorno apresentam influência do reservatório Lago Corumbá


da Usina Hidrelétrica de Corumbá, a nordeste do Parque Estadual, e mais diretamente do
Lago das Brisas da Barragem de Itumbiara, ambos localizados no Rio Corumbá.
A construção de barragens implica em diversas questões ambientais, como o deslocamento
da fauna devido à criação dos reservatórios, interrupção do fluxo natural do rio e
degradação da flora e do solo. Além disso, a criação destes reservatórios, os quais formam
ambientes artificiais, altera a qualidade da água.
O Lago Corumbá apresenta um volume de água armazenada de 3,3 bilhões de m³, com
variações máximas de 15 m de altura, e é um dos principais pontos turísticos da cidade de
Caldas Novas. Com o desenvolvimento de atividades turísticas, o Lago Corumbá apresenta
um histórico de problemas ambientais relacionados à deposição de lixo na região
(MEDEIROS & OLIVEIRA, 2017).
O Lago das Brisas possui aproximadamente 780 km², com uma profundidade de até 150 m
e 50 km de largura. Assim como o Lago Corumbá, o Lago das Brisas apresenta como
função principal a geração de energia elétrica, além do desenvolvimento de atividades
turísticas.
Desta forma, a presença de reservatórios na região do entorno da UC requer o
desenvolvimento do uso sustentável dos mesmos, por meio de atividades turísticas e do
aproveitamento responsável com a elaboração de planos ambientais de conservação do
entorno. Desta forma, o Plano de Manejo do Parque Estadual da Mata Atlântica contribuirá
como um mecanismo para a proteção dos reservatórios de água que estão associados à UC
(SILVA, 2012).

2.2.2.7.4 - Aquíferos
Aquífero é uma formação geológica que contém água e permite que quantidades
significativas deste recurso se movimentem no seu interior em condições naturais.
Formações permeáveis, tais como arenitos e areias, são exemplos de aquíferos (CPRM,
2010).

2.50 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

No Brasil existem dez províncias hidrogeológicas, que abrangem diferentes tipos litológicos.
Goiás é o estado com maior número de províncias: Escudo Central, São Francisco, Escudo
Oriental, Paraná, Centro-Oeste e Parnaíba. O estado possui regiões com elevado potencial
hidrogeológico, especialmente em sua porção sudoeste, cujo subsolo é composto de rochas
porosas, fraturadas, com altíssimo potencial hídrico (ALMEIDA et al., 2006).
O PE da Mata Atlântica está localizado no Sistema Aquífero Freático III (F 3), que inclui os
solos com horizonte diagnóstico B textural e B nítico, representado por Argissolos e
Nitossolos. Os valores de condutividade hidráulica vertical, na superfície, variam entre 1,0 ×
10-7 e 2,0 × 10-4 m/s e, em profundidade, entre 4,1 × 10-9 e 9,4 × 10-5 m/s, com valores
médios de 1,4 × 10-5 m/s na superfície, e 2,5 × 10-6 m/s em profundidade. Devido à
diminuição da condutividade hidráulica em profundidade, há uma tendência de
desenvolvimento de fluxo interno, que dificulta a recarga dos sistemas fraturados situados a
maiores profundidades.
Este Sistema Aquífero, em geral, sobrepõe sistemas fraturados representados por rochas
básicas e ultrabásicas e mais raramente carbonatos. O relevo é desde ondulado a forte
ondulado, ou inclui rebordos de chapadas. Quando os solos possuem grandes quantidades
de fragmentos rochosos (rochosidade e/ou pedregosidade), sua condutividade hidráulica
pode ser incrementada, melhorando as características gerais deste sistema aquífero raso
(ALMEIDA et al., 2006).

 Sistema Aquífero Araxá


O Sistema Aquífero Araxá (SAAX) compreende o conjunto litológico do Grupo Araxá, que
está associado às sequências Vulcano-Sedimentares situadas ao sul da Sintaxe dos
Pirineus, incluindo as supracrustais dos arcos de ilha situadas no sudeste do estado e do
Grupo Cuiabá. Esta associação de unidades e tipos petrográficos possui similaridade
reológico-estrutural, e por se tratar predominantemente de micaxistos, com menor
contribuição de quartzitos, anfibolitos e rochas ultramáficas (ALMEDA et al., 2006).
Em função da pequena porosidade nos tipos litológicos metapelíticos, e do baixo ângulo de
mergulho da foliação, este sistema possui baixa vocação hidrogeológica, com vazão média
de 3,5 m3/h e elevada ocorrência de poços secos, ou de vazão muito baixa (ALMEDA et al.,
2006) (Figura 2.16 e Anexo 2.11).
O sistema está relacionado aos quartzitos e quartzo xistos, os quais resultam em aquíferos
com maior transmissividade e coeficiente de armazenamento, onde as médias de vazão
superam 10 m3/h (ALMEDA et al., 2006).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.51


2 – Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.16 - Sistemas Aquífero do Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: SIEG (2017), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

2.2.2.8 - Clima

Segundo o mapa climático do Brasil (IBGE, 2002), a área de abrangência da UC


encontra-se em faixa de transição entre os climas Tropical quente semiúmido e Tropical
subquente semiúmido. O primeiro com temperatura média anual maior que 18°C, e 4 a
5 meses de estiagem no ano, o segundo com temperatura média anual entre 15-18°C em
pelo menos um dos meses do ano, e 4 a 5 meses de estiagem. Já na classificação de
Köppen (1936) o clima nas imediações do PE da Mata Atlântica pode ser classificado como
Aw-Tropical sazonal (ALVARES et al., 2013), com duas estações bem marcadas, inverno
seco e verão chuvoso, e temperatura média anual entre 23-24°C (CARDOSO et al., 2014).

O clima Tropical Sazonal (Aw) é caracterizado pelo mês mais seco com um total de chuva
inferior a 60 mm, e um acumulado anual inferior à faixa de 2500 Pms (Precipitação média do
mês mais seco; KÖPPEN, 1936). Nas imediações, a precipitação pluviométrica média anual
varia entre 1200-1600 mm de chuva, com os meses mais secos no período entre maio e
setembro (cinco meses), e a estação úmida entre janeiro a dezembro (sete meses).

2.52 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

2.2.2.9 - Fragilidade Ambiental

O Serviço Geológico do Brasil disponibiliza uma base de dados com enfoque na prevenção
de desastres, em que é possível identificar zonas suscetíveis, em perigo e em risco no
Brasil. A pesquisa de suscetibilidade foi efetuada levando em conta aspectos de: risco
geológico, suscetibilidade à corrida de massa, suscetibilidade à enxurrada, suscetibilidade à
inundação e suscetibilidade à movimentação de massa (CPRM 2020b). Com base nestes
resultados foi possível reconhecer que Água Limpa e a área abrangida pelo PE da Mata
Atlântica não se encontram em zonas suscetíveis, em perigo ou de risco, apesar de serem
classificadas com Vulnerabilidade Natural Média (MACROZAEE, 2014).

Em complemento às informações disponibilizadas na literatura, a fragilidade ambiental do


Parque Estadual da Mata Atlântica e da Zona de Amortecimento foi definida considerando
os atributos de declividade, pedologia, geomorfologia e uso do solo. Por meio da
metodologia proposta por Crepani et al. (2001) foram atribuídos pesos para cada uma das
classes que compõem os atributos considerados. Ou seja, declividades maiores foram
associadas com um maior peso de fragilidade, assim como áreas ocupadas por pastagens
foram consideradas como mais frágeis, uma vez que o solo não apresenta mais a proteção
que um ambiente florestal oferece. No caso da pedologia, a classe de cambissolo foi
classificada com uma maior fragilidade, já que, por serem caracterizados como solos pouco
desenvolvidos, a baixa profundidade da camada de solo o configura como mais frágil a
ocorrência de processos erosivos. Por fim, para a classe do planalto dissecado, que
pertence aos atributos geomorfológicos da região, foi atribuído peso de maior fragilidade
ambiental.

Por meio da plataforma de sistema de informação geográfica ArcGIS e com o uso da


ferramenta Raster Calculator, a fragilidade ambiental foi calculada por meio da média
aritmética entre os quatro atributos (uso do solo, geomorfologia, pedologia e declividade).
Após a elaboração do Raster de fragilidade ambiental o mesmo foi reclassificado definindo
se quatro intervalos naturais (Muito Baixa, Baixa, Média e Alta Fragilidade). A Figura 2.17
apresenta o mapa de fragilidade elaborado em questão (Anexo 2.12).

Nota-se que as áreas mais frágeis (Fragilidade Alta) dentro da UC e também na sua
respectiva zona de amortecimento estão associadas com maiores declividades, assim como
áreas ocupadas por pastagens. A classe de Fragilidade Média está associada com áreas
compostas por Cambissolos associados à Geomorfologia do Planalto dissecado. Tais
características reforçam a necessidade de proteção da área quanto às pressões antrópicas,
uma vez que as mesmas tendem a potencializar as fragilidades ambientais das regiões
afetadas.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.53


2 – Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.17 - Fragilidade Ambiental na Região do Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

2.2.2.10 - Mineração
Em Goiás, a atividade de extração mineral é antiga, tendo se iniciado na década de 1720,
em jazidas localizadas na porção central do estado, especialmente na região onde
atualmente localizam-se as cidades de Goiás e Pirenópolis. Esta atividade teve uma
constante expansão até a virada da década de 1750, entrando depois em declínio. A
atividade ressurge expressivamente apenas na segunda metade do século XX, amparada
nas novas tecnologias desenvolvidas (JÚNIOR & LUNAS, 2016).

O estado de Goiás possui a ocorrência de diversos minérios em seu território, desde


metálicos, não metálicos, água mineral e termal, que dependem diretamente dos tipos de
ambientes geológicos e das perspectivas das disposições das estruturas geomorfológicas.
Há recursos minerais próprios de terrenos cristalinos (ferro, manganês, níquel, quartzo,
mica, cobalto, galena, rutilo, ouro, esmeralda, cobre) e de terrenos sedimentares (caulim,
bauxita, calcário, carvão, petróleo, ardósia, dolomita, areia, argila; GOMES, 2004). Goiás,
atualmente, é um dos maiores produtores de bens minerais do país, principalmente de
amianto, níquel, cobre e ouro (LEITE & STEINBERGER, 2015). Somente no ano de 2017 o
estado arrecadou cerca de R$ 9.324.080.599,00 em produção mineral (DNPM, 2017)
(Figura 2.18 e Anexo 2.13).

2.54 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.18 - Processos Minerários na Região do Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: ANM (2020), elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

Segundo dados da Agência Nacional de Mineração (2020), no entorno da UC existem


alguns requerimentos de pesquisa ou exploração de minérios, entre eles areia (Processos
860545/2018, 860547/2018, 850551/2018, 860552/2018, 860172/2019), caulim
(860849/2015), cascalho (861223/2014) e outro mineral não especificado (303205/2017).
Dentro dos limites do PEMA existe um requerimento para autorização de pesquisa com
vistas à exploração industrial de minério de ouro (Processo 861408/2015; SIGMINE, 2020),
cuja área intercepta aproximadamente 2.198.930 km2 de sua extensão.

2.2.2.11 - Incêndios Florestais


Incêndio florestal é definido como a situação em que o fogo está fora de controle. Eles
ocorrem em ambientes com qualquer tipo de vegetação ou uso, desde plantações, pastos
ou áreas com vegetação nativa. Os incêndios florestais podem destruir a vegetação nativa,
matar animais selvagens, causar prejuízos financeiros e colocar em risco a vida de pessoas
e animais domésticos (IBRAM, 2009). Os incêndios florestais estão entre os agentes que
mais afetam a vegetação mundial (SOARES & SANTOS, 2002).
Soares & Santos (2002) avaliaram o perfil dos incêndios florestais em áreas protegidas
brasileiras entre os anos de 1994 a 1997. Os resultados mostram que durante o período
foram registrados 1.957 incêndios, e que a área média atingida por incêndio foi de
135 hectares. Também que a maior parte dos incêndios é de natureza criminosa, realizados

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.55


2 – Diagnóstico Socioambiental

de forma intencional (56,6%), seguido de queimas para limpeza (22,1%), e com maior
intensidade de focos entre os meses de julho e novembro (SOARES & SANTOS, 2002).
A Figura 2.19 apresenta os números de focos de incêndios florestais em Goiás, entre os
anos de 1998 e 2017, além do número de focos mensais para o mesmo período. Com base
nos dados disponibilizados pelo INPE (2019), o estado de Goiás registrou 115.138
ocorrências de incêndio entre os anos de 1998 e 2017, com maior intensidade nos anos de
2002 (7.928 focos), 2004 (7.531), 2007 (8.203), 2010 (11.104) e 2017 (8.705). O padrão
geral é de um maior volume de incêndios nos meses de agosto (24.429 focos), setembro
(43.951) e outubro (22.184).

Figura 2.19 - Sumário dos Parâmetros de Incêndios Florestais em Goiás - Número de Focos de
Incêndio/Ano no Período entre 1998-2017 e Número de Focos de Incêndio/Mês
para o Mesmo Período

Fonte: INPE (2019), modificado por STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Poucos trabalhos avaliaram o perfil dos incêndios florestais em Unidades de Conservação


localizadas no estado (FIEDLER et al., 2006; PAULINO et al., 2016). O Parque Nacional da
Chapada dos Veadeiros foi monitorado entre os anos de 1993 a 2002, e os resultados
obtidos servem como referencial para outras unidades de conservação inseridas no Bioma
Cerrado no estado. Os resultados demonstram que os incêndios florestais ocorreram em
2.56 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.
2 - Diagnóstico Socioambiental

praticamente todos os anos, e que 88,2% possuem origem criminosa (FIEDLER et al.,
2006). Mais recentemente, em 2017, esta mesma UC sofreu o maior incêndio de sua
história, sendo atingidos 65 mil hectares, ca. 25% de sua área total (MORIYAMA, 2018).
Paulino (2015) realizou um estudo das ocorrências de incêndios florestais no Parque
Estadual da Serra de Caldas Novas (PESCaN). O autor identificou que, no período de anos
avaliados (1984 a 2014), toda a extensão do parque foi afetada por algum incêndio ao
menos uma vez. Os meses nos quais as áreas afetadas por incêndios foram mais extensas
foram agosto, setembro e outubro, o que é concordante com a base de dados do INPE
(2019).
Um padrão semelhante ao acima apresentado pode ser esperado em outras UC estaduais,
como ao exemplo do PE da Mata Atlântica, que sofre influência do processo de ampliação
de fronteiras agrícolas nos arredores. Somente em Água Limpa foram registrados 45 focos
de incêndio florestal no período entre 2015-2020; destes, 25 focos (55%) foram registrados
somente entre 2019 e 2020 (INPE, 2020), sendo perceptível um aumento significativo de
incêndios florestais no mundo.
Em complemento aos dados da literatura, elaborou-se o mapa de fragilidade a incêndios do
PEMA e sua respectiva zona de amortecimento (Figura 2.20 e Anexo 2.14). A metodologia
foi baseada no estudo de SANTOS JÚNIOR et al. (2016) por meio da utilização de bases
cartográficas em ambiente SIG. O mapeamento foi desenvolvido levando em conta a
influência da vegetação e da declividade para a fragilidade dos terrenos a incêndios, além
de utilizar a base dos focos de incêndios registrados pelo INPE no município de Água Limpa
durante os anos de 2016 e 2018, devido à disponibilidade dos dados.
A fragilidade a incêndios foi classificada em cinco classes, baixa (1), moderada (2), alta (3),
muito alta (4) e extrema (5). Desta forma, a vegetação foi inserida no cálculo da fragilidade
considerando as classes de vegetação, segundo a base do IBGE (2019). As áreas
compostas por água foram classificadas com fragilidade baixa (1), áreas de Floresta
Estacional Decidual Montana e Floresta Estacional Semidecidual Montana com fragilidade
moderada (2), além de áreas ocupadas por pecuária (pastagens) que foram definidas com
fragilidade extrema (5) a incêndios.
No caso do atributo de declividade, a maior fragilidade a incêndios foi associada com a
maior classe de declividade (> 75%). Por fim, nos pontos com os focos de incêndios
registrados pelo INPE foi aplicado um buffer de 200 metros. Em seguida, este atributo foi
reclassificado em duas classes: áreas com focos de incêndio (1) e áreas sem focos de
incêndio (0).
O mapa de fragilidade a incêndios consistiu então na soma dos três atributos, ou seja, a
fragilidade a incêndios foi definida pela soma das bases cartográficas de declividade,
vegetação e focos de incêndio. O atributo que teve uma maior influência na definição de
áreas com maior fragilidade a incêndio foi o atributo de vegetação. Dentro da zona de
amortecimento do PEMA, cerca de 60% da área encontra-se nas classes de muito alta ou
alta fragilidade a incêndios. Contudo, dentro da área do Parque Estadual cerca de 50%
encontra-se em áreas de fragilidade alta ou muito alta (Tabela 2.09).

Tabela 2.09 - Fragilidade a Incêndios na Zona de Amortecimento do PEMA


FRAGILIDADE A INCÊNDIOS ÁREA (ha) ÁREA (%)
Baixa 475,80 11,44%
Moderada 1050,81 25,27%
Alta 1042,96 25,08%
Muito Alta 1313,40 31,58%
Extrema 276,11 6,64%
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.57


2 – Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.20 - Fragilidade a Incêndios no Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

2.2.3 - Meio Biótico


Meio Biótico refere-se ao que é característico dos seres vivos ou que está vinculado a eles.
Os fatores bióticos de um ecossistema são a flora e a fauna, que incluem todos os
organismos vivos, animais, plantas, bactérias, entre outros organismos. Este capítulo reúne
informações sobre o Meio Biótico do PEMA, que está inserido em um dos mais diversos e
ameaçado biomas do mundo, a Mata Atlântica. A vegetação nas imediações é exuberante,
predominantemente de Floresta Estacional Semidecidual, hidrófila, com ambientes
sombreados, espécies típicas, porém, com zonas de ecótono com o Cerrado. A fauna
possui grande riqueza de aves (264 espécies), mamíferos (73), répteis (51), anuros (46),
insetos (32) e peixes (16). O local é de grande importância biológica porque representa um
encrave de vegetação de Mata Atlântica em meio à vegetação de Cerrado circundante, com
aspectos peculiares de flora e fauna. Nesta etapa de levantamento de dados foram
consultadas as principais fontes de informação de coleções biológicas e trabalhos que
tratam do tema nas imediações e localidades próximas. Com o inventário obtido percebe-se
uma pujante riqueza para todos os grupos biológicos contemplados: 237 espécies para a
flora e 482 espécies para a fauna. Possui também duas espécies ameaçadas da flora e dez
da fauna, incluindo uma espécie de aves, uma de anuro e oito espécies de mamíferos.
Apesar destes números expressivos, as listas que são apresentadas servem como um
parâmetro inicial dos níveis de diversidade local, porém, representa apenas uma parcela da
riqueza real, dada a ausência de levantamentos locais mais aprofundados. Uma
caracterização mais efetiva dos componentes bióticos será apresentada após a

2.58 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

incorporação das informações obtidas após os trabalhos de campo, em que se estima a


ampliação do inventário biológico bem como caracterizações mais completas da vegetação,
flora e fauna.

2.2.3.1 - Caracterização da Vegetação


O estado de Goiás está predominantemente inserido em área do bioma Cerrado, porém,
pequena parcela de seu território possui encraves do bioma Mata Atlântica,
aproximadamente 33.303 ha, o que equivale a 2,8% da área total do estado (MASTELLA et
al., 2019; SOS MATA ATLÂNTICA, 2019).
A Mata Atlântica, apesar de reduzida e fragmentada, detém cerca de 20.000 espécies
vegetais (algo entre 33% e 36% das espécies existentes no Brasil). Se comparada com a
Floresta Amazônica, a Mata Atlântica apresenta proporcionalmente, ao seu tamanho, maior
diversidade biológica. É um bioma repleto de fitofisionomias, que inclui desde feições
campestres a florestais (CAMPANILI & SCHAFFER, 2010).
A Floresta Estacional, uma fitofisionomia da Mata Atlântica, é popularmente conhecida como
“Mata Seca”, e se localiza em faixas intermediárias entre as Florestas Úmidas Perenófilas
(Florestas Ombrófilas) e o Cerrado (Savanas; CUNHA, 2010). Elas podem ser classificadas
em deciduais ou semideciduais, dependendo da faixa climática em que estão inseridas, da
porcentagem de espécies que perdem as folhas durante o período mais seco e dos tipos de
solo em que ocorrem (VELOSO et al. 1991).
A vegetação do PEMA está representada principalmente por Floresta Estacional
Semidecidual (FES) (Foto 2.13), que possui entre 20-50% de suas espécies caducifólias na
estação seca, e cujos gêneros que compõe o estrato florestal são predominantemente de
origem Amazônica, tais como Parapiptadenia, Peltophorum, Cariniana, Lecythis, Tabebuia e
Astronium (VELOSO et al., 1991). Esta fitofisionomia apresenta padrões de estrutura,
diversidade, composição florística, frequência e dominância próprios (CUNHA, 2010).
Demais registros fotográficos florísticos estão presentes no Anexo 2.15.

Foto 2.13 - Feições Locais da Floresta Estacional Semidecidual no PEMA

A B C

Legenda: A – Floresta Estacional Semidecidual em estágio médio a avançado de regeneração; B – Floresta


Estacional Semidecidual em estágio inicial a médio de regeneração; C – Floresta Estacional
Semidecidual Aluvial em bom estado de conservação margeando um pequeno córrego.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

No PEMA a FES se apresenta em diferentes estágios de regeneração, resultado do histórico


de uso nas imediações (informações a serem complementadas durante as etapas de
campo). Há locais em que as florestas possuem árvores altas (>20 metros de altura),
proporcionando ambientes sombreados, com estratificação definida, elevada riqueza de
2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.59
2 – Diagnóstico Socioambiental

espécies, denotando melhores estados de conservação (Foto 2.13A). Há também locais em


estágios mais iniciais, cuja feição pode ser desde arbustiva a arbórea (dependendo da idade
de regeneração e histórico) e que estão associadas aos locais de impactos mais recentes,
popularmente denominadas de “capoeiras” (Foto 2.13B). Há também uma feição, a Floresta
Estacional Semidecidual Aluvial, que está associada à margem dos cursos d’água, desde
pequenos cursos (Foto 2.13C) até rios encachoeirados (Foto 2.13D). Esta feição apresenta
uma elevada riqueza de espécies, componentes peculiares, dada a maior disponibilidade de
água, bem como ofertas de nutrientes (solos ricos), em decorrência dos depósitos de
sedimentos nas margens de inundação em períodos de maior quantidade de chuva.
Além das supramencionadas feições florestais, há locais abertos, com maior exposição
solar, em que a vegetação possui porte herbáceo-arbustivo. Como exemplo pode-se citar a
vegetação que ocorre às margens da represa, com inúmeras espécies típicas de ambientes
aquáticos (Foto 2.14A) ou na orla de acessos (Foto 2.14B), em que, dependendo do
impacto, podem ser dominadas por grupos de poucas espécies (algumas exóticas-
invasoras), e locais transformados em pastagem, cujos níveis de degradação são variados,
dependendo do histórico e manejo (Foto 2.14C).

Foto 2.14 - Algumas Feições de Vegetação Herbáceo-Arbustivas no PEMA e Imediações

A B
B

C
C
Legenda: A - Vegetação de porte herbáceo-arbustivo que ocorre às margens da represa; B - Vegetação de porte
herbáceo-arbustivo que ocorre na orla de acessos; e C - Vegetação de porte herbáceo-arbustivo
alterada, do tipo pastagem.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Devido à predominância de Cerrado no estado, bem como nos arredores, existem zonas de
ecótono entre a FES e o Cerrado nas imediações do PEMA. Isto pode ser percebido pela
estrutura da paisagem ou de seus aspectos florísticos, já que algumas das espécies
encontradas nas imediações representam elementos típicos desta formação, dentre elas: o
pequi, Caryocar brasiliense (Caryocaraceae), o pau-santo, Kielmeyera coriacea
(Calophyllaceae), a sucupira-do-cerrado, Bowdichia virgiliodes (Fabaceae), dentre outras

2.60 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

espécies. Sabidamente em zonas de ecótono se torna difícil, por ora, estabelecer os limites
entre a Mata Atlântica e o Cerrado, porque esta faixa de transição pode ser bastante tênue
ou se estender por centenas de quilômetros, ser composta por um misto de diferentes
vegetações savânicas, campestres e florestais, e com espécies representativas de ambos
os biomas (OLIVEIRA-FILHO & FONTES, 2000; MUYLAERT et al., 2018).
Muito recentemente, em 20 de setembro de 2019, uma área bastante próxima ao PEMA foi
atingida por um incêndio, porém de impactos à biodiversidade local (Foto 2.15). Apesar de
haver menção de que o incêndio atingiu áreas do Parque (JORNAL O POPULAR, 2019),
esta informação está incorreta, segundo informações da própria Secretária de Estado de
Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado de Goiás (SEMAD, comun.
pess.).

Foto 2.15 - Incêndio Florestal Ocorrido nas imediações do PEMA em 2019

Fonte: Fotos Públicas (2019).

2.2.3.1.2 - Aspectos Florísticos da Vegetação


Ao todo puderam ser levantadas 237 espécies para a região do PEMA e entorno (Anexo
2.16), apenas duas delas são ameaçadas de extinção segundo a Portaria n° 443/2014 do
MMA (2014a), ambas como Vulneráveis (VU): Apuleia leiocarpa (Fabaceae) e Cedrela
fissilis (Meliaceae). Na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da
Natureza e dos Recursos Naturais das Espécies Ameaçadas (IUCN, 2020) duas espécies
da família Fabaceae também são listadas como Vulneráveis (VU): Dipteryx alata e
Machaerium villosum.
As famílias mais representativas foram Fabaceae (44 espécies), seguida de Malvaceae (18
espécies), Apocynaceae (11 espécies), Bignoniaceae (11 espécies), Myrtaceae (dez
espécies), Annonaceae, Rubiaceae e Meliaceae (todas com oito espécies). Os gêneros com
maior riqueza foram Aspidosperma (dez espécies), seguido de Handroanthus (seis
espécies), Inga e Casearia (quatro espécies cada), Anadenanthera, Machaerium, Xylopia,
Erythroxylum, Croton, Luehea, Qualea e Zanthoxylum (três espécies cada). Todas as
famílias e gêneros acima mencionados são representativos em outros levantamentos feitos

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.61


2 – Diagnóstico Socioambiental

para os biomas Mata Atlântica (MEYER & SCHWIRKOWSKI, 2019) e Cerrado (ISHARA et
al., 2008; RATTER et al., 2013), evidenciando a forte presença de elementos de Cerrado na
vegetação do PEMA, especialmente em virtude da grande quantidade de Fabaceae, com
seus gêneros típicos do Cerrado: Bauhinia, Bowdichia, Copaifera, Hymenaea,
Hymenolobium e Platypodium (MMA, 2011; GOMES et al., 2019).
A maior parte das espécies são de hábito arbóreo e arbustos. Na lista há uma pequena
parcela de palmeiras, cipós e lianas, provavelmente em detrimento da ausência de
levantamentos florísticos nas imediações, sendo disponíveis dados apenas de inventários
fitossociológicos (PEREIRA et al., 2018), em que estão geralmente contemplados
espécimes de porte arbóreo e arbustivo.
Certamente o PEMA possui uma quantidade de espécies muito maior do que a estimada,
especialmente por se tratar do bioma Mata Atlântica, cujos níveis de riqueza e diversidade
biológica já são bastante conhecidos (MITTERMEIER et al., 2004). Também por possuir
zonas de ecótono com o Bioma Cerrado, que também detém grandes taxas de riqueza e
endemismos, representando uma interação entre diferentes elementos de diversidade
biológica, típico de zonas de ecótono (OLIVEIRA-FILHO & FONTES, 2000). Os resultados
do levantamento de campo realizado em outubro de 2020 estão discutidos no próximo item.

2.2.3.1.3 - Composição, Riqueza e Abundância Total de Espécies


Durante os transectos realizados nas áreas do PEMA em outubro de 2020 foram
catalogadas 44 espécies de flora características do Bioma Cerrado e Mata Atlântica, a
Figura 2.21 apresenta o mapa de vegetação do Parque Estadual da Mata Atlântica, também
presente no Anexo 2.17.
Foi percorrido, aproximadamente, 2 km de transecto, nos fragmentos selecionados nas
áreas do PEMA com observação de 189 indivíduos pertencentes a 18 ordens e 25 famílias.
A maior parte das espécies tem hábito arbóreo-arbustivo e algumas são do tipo herbáceas,
trepadeiras e epífitas. Esses dados corroboram outros estudos feitos na localidade (LOPES
et al., 2012; PEREIRA et al., 2018). A espécie que apresentou maior abundância foi Attalea
phalerata, que é uma palmeira conhecida comumente como bacuri ou acuri, sendo que esta
ocupou quase toda extensão dos transectos realizados dentro do Parque. É uma espécie de
caule solitário, podendo chegar entre 5-10m de altura, inflorescências estaminadas e
andróginas na mesma planta, floração a partir do mês de julho, podendo estender-se até
fevereiro e frutificação, a partir de abril, prolongando-se até dezembro (CNCFLORA, 2012a).
O bacuri prefere áreas abertas, sendo sua presença utilizada para indicar fertilidade do solo.
São geralmente encontradas em solos argilosos e ricos em cálcio. Esta espécie é
considerada importante dentro da cadeia alimentar, servindo de alimento, onde uns de seus
dispersores são as antas (Tapirus terrestres), as cutias (Dasyprocta sp.) e o carcará
(Caracara plancus), servindo de alimento tanto para espécies da fauna especialistas quanto
generalista, e ainda colonizam locais antropizados. Possuem ainda elevada taxa de
abundância de artrópodes em associação, que as utilizam como recurso alimentar,
reprodução e abrigo. Também possui elevado potencial socioeconômico, pois quase que
todas as partes das plantas são utilizadas, sendo como fonte alimentar, recursos forrageiro,
material para construções e fonte de biodiesel (NEGRELLE, 2015).

2.62 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.21 - Mapa de Uso e Vegetação do Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

Outras espécies representativas foram as trepadeiras e cipós, tais como Davilla nitida,
Serjania sp., que ocupam densamente grandes trechos do PEMA, especialmente nas áreas
mais florestadas, chegando várias vezes a cobrir 100% das árvores e, portanto podem,
representar problemas estruturais na comunidade vegetal. Geralmente, essas espécies,
entre outras de cipós, quando em abundância, podem comprometer os mecanismos de
autoregulação ou homeostase do ecossistema, podendo gerar processos irreversíveis de
degradação estrutural e funcional. Mesmo que as trepadeiras não tenham iniciado o
problema, elas podem contribuir para a aceleração deste processo de degradação, sendo
recomendado seu controle como meio de manejo conservacionista (SILVA, 2018).
No que diz respeito ao sucesso do esforço amostral nos transectos realizados para flora no
PEMA, em outubro de 2020, foram construídas a curva de acumulação de espécies e uma
curva expondo a estimativa de riqueza de Jack-knife 1. A estimativa de riqueza de espécies
a partir do índice de Jack-knife 1 foi de 54,73 espécies para flora do PEMA. No campo de
outubro de 2020 o grupo contemplou 44 espécies registradas com uma diferença de dez
espécies estimada pelo índice e o número de plantas catalogadas (Figura 2.22). Para
acrescentar novas espécies a lista do PEMA, como aconteceu no registro de espécies
novas em comparação aos dados secundários, seriam necessárias novas amostragens nas
áreas do Parque, devido a elevada riqueza de espécies que o local contém.
Os dados gerados durante as amostragens de outubro de 2020 foram considerados
registros diretos e os demais dados catalogados em estudos próximos ao Parque foram

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.63


2 – Diagnóstico Socioambiental

ditos como registros indiretos ou secundários. A partir disso, esses dados foram submetidos
ao Coeficiente de Jaccard, a fim de avaliar as espécies que compartilham os dois registros:
Direto (dados primários, outubro de 2020) e Indiretos (secundários). De acordo com o
dendograma, na análise de Similaridade de Jaccard, os registros diretos e indiretos
apresentam uma similaridade de 8,86%. Esse valor se justifica devido aos baixos níveis de
compartilhamento das espécies entre os tipos de registros, apresentando muitas espécies
exclusivas de cada registro, principalmente dos dados secundários os quais apresentaram
maior esforço amostral e não apenas de uma campanha como do PEMA (Figura 2.23).
Nesta avaliação vale destacar 22 espécies catalogadas nos dados primários, de outubro de
2020, que não foram encontradas nos registros indiretos: Monstera deliciosa; Tridax
procumbens; Vernonanthura polyanthes; Rhipsalis sp.; Davilla nítida; Jacaranda brasiliana;
Luetzelburgia praecox; Mimosa pudica; Senna aculeata; Aspidosperma ramiflorum; Siparuna
guianensis; Smilax quinquenervia; Heteropterys sp.; Eriotheca gracilipes; Pseudobombax
grandiflorum; Sterculia chicha; Combretum laxum; Brachiaria decumbens; Guadua sp.;
Psychotria carthagenensis; Serjania sp.; Citrus limonia. As demais espécies catalogadas no
PEMA (2020) foram comuns aos outros estudos.

Figura 2.22- Curva de Acumulação de Espécies e Estimador Jack-knife 1 para a Flora do PEMA

60

50

40

30

20

10

0
1 2 3 4 5
Curva de Acumulação Jack-knife 1

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Figura 2.23 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros Indiretos (Dados


Secundários) e Registros Diretos, PEMA

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2.64 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

2.2.3.1.4 - Diversidade Total


A Tabela 2.10 a seguir apresenta os valores dos índices de diversidade, equitabilidade e
dominância obtidos para a flora nas áreas de amostragem do PEMA, outubro de 2020.
O índice de diversidade de Shannon foi de 3,676 com Equitabilidade (J=0,9715). Em
estudos próximos ao Parque foi encontrado valores de 3,5 (LOPES et al., 2012) e no Parque
um valor de 3,97 (PEREIRA et al., 2018) com Equitabilidade de 0,846. Portanto, a
diversidade e equitabilidade da campanha de outubro de 2020 corroboram outros estudos.
Ao avaliar o índice de Margalef (2,0<DMg<5,0) conclui-se que a diversidade para a flora é
considerada alta: <8,203.

Tabela 2.10 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância, Diversidade


(H) e Equitabilidade (J) Obtidos para a Flora nos Transectos Avaliados
no Parque Estadual da Mata Atlântica
ÍNDICES ECOLÓGICOS TRANSECTOS FLORA
Riqueza 44
Abundância 189
Diversidade de Shannon (H') 3,676
Equitabilidade de Pielou (J) 0,9715
Dominância de Berger-Parker (D) 0,06878
Margalef 8,203
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2.2.3.1.5 - Espécies Notáveis da Flora

A. Espécies Novas e de Relevância Regional


Durante o campo de outubro de 2020, 26 espécies catalogadas não foram encontradas nos
registros indiretos e, portanto, podem ser consideradas novas: Monstera deliciosa; Tridax
procumbens; Vernonanthura polyanthes; Rhipsalis sp., Davilla nítida; Luetzelburgia praecox;
Mimosa pudica; Mimosa sp.; Senna aculeata; Aspidosperma ramiflorum; Genipa americana;
Psychotria carthagenensis; Jacaranda brasiliana; Siparuna guianensis; Smilax
quinquenervia; Heteropterys sp.; Eriotheca gracilipes; Pseudobombax grandiflorum;
Sterculia apetala; Miconia sp.; Eugenia sp.; Brachiaria decumbens; Guadua sp.; Ficus sp.;
Serjania sp. e Citrus limonia. As demais espécies catalogadas no PEMA (2020) foram
comuns aos outros estudos.

B. Espécies Raras
Dentre as espécies coletadas, a espécie Aspidosperma polyneuron (peroba-rosa) se
destaca por sua baixa frequência em Goiás e pelo seu status de espécie ameaçada devido
à alta procura de sua madeira. É considerada madeira de lei, entre as espécies do gênero é
a que possui maior valor comercial, e é muito utilizada na construção civil e fabricação de
móveis. Ainda é possível ser observada dentro de unidades de conservação, entretanto o
desmatamento ilegal coloca em risco sua existência (CNCFLORA, 2012c).

C. Espécies Endêmicas
Não foram registradas espécies endêmicas dos biomas da Mata Atlântica e Cerrado.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.65


2 – Diagnóstico Socioambiental

D. Espécies Ameaçadas de Extinção


De acordo com a IUCN (2020), houve registro da espécie que estão em risco de extinção,
classificada como Em Perigo (EN): Aspidosperma polyneuron (peroba-rosa), devido à
fragmentação dos ambientes, desmatamaento ilegal, entre outros.

E. Espécies Exóticas e Potencialmente Danosas


Brachiaria decumbens (capim-braquiaria) - espécie agressiva de gramínea exótica, oriunda
da África, cujo poder de dispersão e crescimento desordenado pode comprometer a
germinação e desenvolvimento de plântulas nativas, pois é altamente adaptável,
principalmente em áreas de Cerrado (CRISPIM & BRANCO, 2002).
Citrus limonia (limão-cravo) - planta alimentícia exótica que tem sua origem provavelmente
do sudeste asiático, largamente produzida em regiões tropicais, comumente encontradas
em pomares e persiste após muitos anos em áreas regeneradas (PEREIRA, 2020).
Guadua sp. (taboca) - a presença de bambus em florestas pode causar uma competição
entre as raízes, pois as mesmas crescem em touceiras densas e impedem o recrutamento
vegetal especialmente das árvores, e até sua morte (GRISCOM e ASHTON, 2013).
Tridax procumbens (erva-de-touro) - espécie exótica originária da América Central, daninha
de importância crescente no Brasil, afeta tanto para pastagens quanto áreas naturais.
Floresce e frutifica abundantemente durante quase todo o ano. As sementes germinam de
forma heterogênea. Completa seu ciclo em 100 dias. Invasora de pastagens cultivadas do
centro-oeste. Apesar de ser considerada uma espécie daninha, na Índia suas propriedades
medicinais vêm sendo estudadas (GUIMARÃES; SOUZA; PINHO, 2019).

F. Espécies de Interesse Econômico e Cultural


Algumas espécies foram classificadas como de interesse econômico, uma vez que são
utilizadas pela população, seja como base alimentar ou medicinal (LIPORACCI, 2014):
Copaifera langsdorffii (copaíba); Genipa americana (enipapo); Hymenaea courbaril (atobá);
Inga vera (ingá); Jacaranda brasiliana (caroba); Luehea grandiflora (açoita-cavalo-graúdo);
Mimosa pudica (dormideira); Piper aduncum (aborandi-falso); Protium heptaphyllum (breu-
branco); Smilax quinquenervia (japecanga); Syagrus oleracea (guariroba).

2.2.3.1.6 - Áreas Naturais de Destacada Relevância para a Flora


No PEMA, as áreas que mais se destacaram pela composição, porte e estrutura florestal
encontram-se no trecho mediano da Trilha da Lontra, onde esta acompanha os trechos de
florestas.

2.2.3.1.7 - Pressões Sobre a Cobertura Vegetal


A pressão dos incêndios florestais, cujas marcas foram observadas em todas as áreas
estudadas trata-se de um impacto de grande magnitude, especialmente para as espécies
pouco adaptadas ao fogo, como algumas espécies de árvores caducifólias e epífitas. De
fato, a baixa ocorrência de epífitas no PEMA sugere que a frequência de incêndios, entre
outros fatores é decisiva na mortalidade das epífitas que não toleram a queima e não têm
órgãos de resistência adaptados. Além disso, o fogo acaba por provocar a morte de muitas
plântulas e juvenis e abrindo espaço para espécies de rápido crescimento como o capim, a
taboca e certas trepadeiras, comprometendo ainda mais o subosque e impedindo o
recrutamento e assim o equilíbrio demográfico.
Junto com o incêndio, a presença de gado no PEMA mostra-se um sério impacto, pois as
reses trazem propágulos de capim e espécies exóticas e predam diretamente as plantas
jovens do subosque, interrompendo seu desenvolvimento e assim alterando drasticamente a

2.66 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

composição abaixo do dossel. Esse gado foi observado inclusive nas áreas mais internas e
densas do PEMA, mostrando que este impacto é generalizado.
O principal fator de pressão indireta é a grande proliferação, ocupação e densidade de
trepadeiras no PEMA. A profusão destes vegetais é generalizada e pode alcançar 100% de
cobertura em vários trechos. Isso é causado secundariamente pelos incêndios e pela
abertura das áreas seja pelo gado ou queda de grandes árvores remanescentes.
Normalmente, a presença de lianas é natural e desejada como fator de recuperação de
clareiras. Entretanto, no caso do PEMA, sua presença é anormal e compromete
drasticamente tanto o crescimento de indivíduos jovens, quanto a sobrevivência de árvores
adultas, já que foram vistos cipós alcançando alturas de mais de 24 metros.

2.2.3.1.8 - Recomendações de Manejo


Algumas itens foram previamente identificados para o manejo do Parque relacionados a
proteção da vegetação e que devem ser previstos nos programas de manejo como:
Cercamento e aceiramento de todo o perímetro do PEMA; Manejo e corte seletivo de lianas
em locais muito alterados; Retirada e impedimento de qualquer entrada de gado ou nos
casos de proprietários ainda não indenizados, o isolamento e aceiramento de suas áreas;
Criação ou contratação de viveiros para a revegetação de áreas muito alteradas; Programa
de resgate de Flora com coletas de propágulos e destinação ao viveiro; Abertura e
manutenção de trilhas ligando a sede administrativa a todos os setores do PEMA e Incentivo
a pesquisas conservacionistas no Parque.

2.2.3.2 - Fauna
O Brasil está entre os países com maior riqueza de espécies de fauna do planeta, mais que
13% do total de organismos. Isso se deve à sua dimensão e enorme variedade de habitat
terrestres e aquáticos, além de inúmeros biomas (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata
Atlântica, Pampa e Pantanal) e o maior sistema fluvial do mundo (ICMBIO, 2018).
No Brasil são reconhecidas 117.096 espécies de animais, porém, sabe-se que ainda
existem muitas espécies não descritas. São quase 9.000 espécies de vertebrados e cerca
de 94.000 artrópodes, números que ainda serão incrementados. A maior parte dos animais
brasileiros são insetos, cerca de 83.000 espécies, porém, há também uma grande riqueza
de aracnídeos, cerca de 6.200 espécies, e muitos moluscos, aproximadamente 3.100
espécies. Entre os vertebrados, são estimadas 4.545 espécies de peixes, 1.080 de anfíbios,
773 de répteis, 1.919 de aves e 701 mamíferos (ICMBIO, 2018). Apesar das informações
sobre o número de espécies estarem um pouco desatualizadas, em detrimento da descrição
de espécies novas desde a publicação desta fonte (dois anos), ela reflete o panorama geral
de diversidade da fauna brasileira.
Dentre os biomas brasileiros, a Mata Atlântica e o Cerrado são hotspots, áreas com grande
riqueza e taxas de endemismos, prioritárias para a conservação em nível mundial. Na Mata
Atlântica a riqueza de espécies de vertebrados e as taxas de endemismo são bastante
elevadas. Por exemplo, dentre as 263 espécies de mamíferos, 71 espécies são endêmicas
(ca. 27%); dentre as 936 espécies de aves, 148 são endêmicas (ca. 15,8%) e dentre as 306
espécies de répteis, 94 são endêmicas (30,7%). Entre os demais vertebrados, os peixes
também se destacam, possuindo 350 espécies, das quais 133 espécies endêmicas (38%), e
dentre os 68 gêneros que representam suas espécies, 10 são endêmicos (ca. 14,7%). No
Cerrado a riqueza de espécies de vertebrados e taxa de endemismo também é elevada,
porém, inferiores à Mata Atlântica. Dentre as 195 espécies de mamíferos, 14 espécies são
endêmicas (ca. 7%), dentre as 605 espécies de aves, 16 são endêmicas (ca. 2,7%) e dentre
as 225 espécies de répteis, 33 são endêmicas (ca. 14,6%; MITTERMEIER et al., 2004).
Com base nestes resultados, presume-se que a fauna local deva apresentar pujante
riqueza. A seguir são apresentas as listagens que foram compiladas por meio de

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.67


2 – Diagnóstico Socioambiental

levantamento de dados secundários de trabalhos que tratam do componente fauna nas


imediações ou entorno.

2.2.3.2.1 - Herpetofauna
O Brasil abriga a maior riqueza de espécies de anfíbios do mundo, aproximadamente 1.136
espécies (SEGALLA et al., 2019). Já os répteis estão representados por cerca de 795
espécies (COSTA & BÉRNILS, 2018).
A Mata Atlântica é um bioma particularmente rico em espécies de anfíbios e répteis,
principalmente em decorrência da elevada diversidade de hábitats e micro-hábitats, o que
favorece espécies especialistas e, consequentemente, o número de endemismos (HADDAD,
1998).
Com o levantamento da anurofauna com potencial ocorrência nas imediações puderam ser
levantadas 46 espécies distribuídas em apenas uma ordem (Anura) e nove famílias. Apenas
uma das espécies, Allobates goianus (Aromobatidae), está ameaçada de extinção, na
categoria Em Perigo (EN), segundo a Resolução 444/2014 do MMA (2014b). Há maior
riqueza para as famílias Hylidae (19 espécies) e Leptodactylidae (16), que são reconhecidas
como mais representativas para o estado de Goiás (GUIMARÂES, 2006), seguidas de
Microhylidae e Odontohrynidae (três) e Aromobatidae, Brachycephalidae, Bufonidae,
Craugastoridae e Phyllomedusidae (uma). Os gêneros mais representativos são
Leptodactylus (sete espécies), Dendrosophus e Boana (seis), Physalaemus (cinco) e
Pseudopaludicola (quatro).

Para os répteis puderam ser levantadas 51 espécies distribuídas entre três ordens e 17
famílias, nenhuma delas incluídas em listas de ameaçadas. Foi predominante a ordem
Squamata (47 espécies), seguida de Testudines (três) e Crocodylia (duas). As famílias
predominantes foram Dipsadidae (12 espécies), seguida de Teiidae (cinco), Colubridae,
Gymnophtalmidae, Tropiduridae e Viperidae (quatro), Boidae e Dactyloidae (três). Os
gêneros mais representativos são: Bothrops e Tropidurus (três espécies), seguidos de
Ameiva, Micrablepharus, Norops, Oxyrhopus, Philodryas e Salvator (duas).

G. Composição, Riqueza e Abundância Total de Espécies


Durante as amostragens do Parque Estadual da Mata Atlântica foram registrados 205
espécimes de 25 espécies de anfíbios e répteis por registros padronizados, conforme
capítulo de Metodologia. Das duas ordens registradas (Anura e Squamata), observou-se
que a ordem Anura foi mais abundante com 90% dos espécimes registradas (184
indivíduos), enquanto a ordem Squamata foi representada por 10% (21 indivíduos). Já em
relação à riqueza, Anura apresentou 16 espécies e a Classe Reptilia nove espécies, menos
representativa (Anexo 2.18).
No que diz respeito ao sucesso do esforço amostral dos pontos de coleta no PEMA em
outubro de 2020, foram construídas a curva de acumulação de espécies e uma curva
expondo a estimativa de riqueza de Jack-knife 1. A estimativa de riqueza de espécies a
partir do índice de Jack-knife 1 foi de 38,75 espécies de anfíbios e répteis (Figura 2.24). No
campo de outubro de 2020 a herpetofauna contemplou 25 espécies registradas com uma
diferença de 13 espécies estimada pelo índice e o número de anfíbios e répteis catalogados
(0). Para confirmar estes dados seriam necessárias outras campanhas com sazonalidades
distintas. Assim, seria possível verificar se os dados também contemplam as espécies
registradas nos dados secundários que não foram registrados em campo.
Os dados gerados durante as amostragens de outubro de 2020 foram considerados
registros diretos, enquanto os demais dados catalogados em estudos próximos ao Parque
foram ditos como registros indiretos ou secundários. Para composição da Lista de Dados
Secundários foram utilizados os seguintes estudos: 1 - Estudo de Impacto Ambiental da
UHE Itumbiara (FURNAS, 2012); 2 - Diagnóstico Ambiental da Bacia do Médio Rio Corumbá
2.68 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.
2 - Diagnóstico Socioambiental

(BRANDT, 2017). 3 - Estrutura e status de conservação das comunidades de vertebrados do


Parque Estadual da Serra de Caldas Novas - PESCAN (Pena et al., 2011) e 4 - Fauna
registrada no PEMA (2014, 2015). A partir disso, esses dados foram submetidos ao
Coeficiente de Jaccard, a fim de avaliar as espécies que compartilham os dois registros:
Diretos (dados primários) e Indiretos (secundários). De acordo com o dendrograma na
análise de Similaridade de Jaccard, os registros diretos e indiretos apresentam uma
similaridade de 22,77%. Esse valor se justifica devido aos baixos níveis de
compartilhamento das espécies entre os tipos de registros, apresentando muitas espécies
exclusivas de cada registro, principalmente dos dados secundários, os quais apresentaram
maior esforço amostral e não apenas de uma campanha como do PEMA (Figura 2.25).
Nesta avaliação, vale destacar duas espécies catalogadas nos dados primários, de outubro
de 2020, que não foram encontradas nos registros indiretos: Rhinella cerradensis e Norops
brasiliensis. As demais espécies catalogadas no PEMA (2020) foram comuns aos outros
estudos.

Figura 2.24 - Curva de Acumulação de Espécies e Estimador Jack-knife 1 para a Herpetofauna


do Parque Estadual da Mata Atlântica

45
40
35
30
25
20
15
10
5
0
P1 P2 P3 P4

Curva de Acumulação de Espécies Jack-knife 1:

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Figura 2.25 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros Indiretos (Dados


Secundários) e Registros Diretos (Campo de Outubro de 2020), PEMA

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.69


2 – Diagnóstico Socioambiental

Na campanha de outubro de 2020 foram registradas 12 famílias para a herpetofauna, sendo


cinco da Ordem Anura e sete da Ordem Squamata. No que tange à abundância a família
Leptodactylidae foi a mais abundante, com 89 indivíduos catalogados para a ordem Anura.
Para a riqueza tanto Leptodactylidae quanto Hylidae tiveram o mesmo quantitativo: seis
espécies cada. Já para os répteis, Ordem Squamata, Teiidae foi mais representativa, tanto
em abundância (N=7) quanto em riqueza (N=2). As famílias menos representativas com
uma única espécie de um espécime foram: Colubridae, Dactyloidae e Dipsadidae (Figura
2.26).

Figura 2.26 - Gráfico do Padrão de Abundância e Riqueza das Famílias Registradas para a
Herpetofauna Durante as Amostragens no PEMA
89
90
80
70 54
60
50
40 29
30
20 7
10 2 6 1
6 6
1
6 2 2 1 1 1 1 1 1 2 1 5 1 4
0

Dipsadidae

Viperidade
Craugastoridae

Odontophrynidae

Boidae

Colubridae

Tropiduridae
Bufonidae

Leptodactylidae
Hylidae

Dactyloidae

Teiidae
Ordem Anura Ordem Squamata

Riqueza Abundância

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

A representatividade da família Leptodactylidae diz respeito à espécie Leptodactylus fuscus,


(rã-assoviadora), que foi catalogada com 44 espécimes, e Leptodactylus latrans (rã-
manteiga). Juntas, essas espécies somaram 79,7% de representatividade dentro da Família.
Tais espécies foram registradas também nos dados secundários.
A família Hylidae, assim como Leptodactylidae, se destacou em riqueza. Hylidae é a maior
família de anfíbios anuros com mais de 700 espécies descritas e distribuídas no mundo
(FROST, 2020), confirmando os dados deste levantamento nas áreas do Parque assim
como nos dados secundários. Esta família registrou seis espécies: Boana albopunctata;
Boana raniceps; Dendropsophus minutus; Dendropsophus nanus; Scinax fuscovarius,
Trachycephalus typhonius, sendo essas também registradas nos dados secundários.
Para os répteis a família Teiidae contou com duas espécies: Ameiva ameiva e Salvator
merianae, que também foram catalogadas nos dados secundários. Tais espécies foram
catalogadas nos pontos 01 e 04 do PEMA, por meio de avistamento. Já para Tropiduridae
teve apenas um registro: Tropidurus torquatus, assim como nos dados secundários. A
espécie foi registrada apenas no Ponto 04, por avistamento.
As serpentes foram menos representativas, com quatro espécies catalogadas no PEMA e
pertencentes às famílias Dipsadidade, Viperidade, Colubridae e Boidae. Tais espécies
também tiveram registros nos dados secundários. Serpentes são relativamente difíceis de
serem amostradas, pois ocorrem normalmente em baixas densidades quando comparadas
aos lagartos, e grande parte das espécies são crípticas e/ou apresentam hábitos secretivos
(SAZIMA & HADDAD, 1992). Dessa forma, apesar do esforço de amostragem despendido
no campo (outubro de 2020), ainda não foram registradas todas as espécies de serpentes
que podem ocorrer na região, conforme Anexo 2.18 com os dados primários e secundários.
Logo, para confirmar a presença destas espécies no PEMA teriam que ter novas
2.70 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.
2 - Diagnóstico Socioambiental

campanhas com sazonalidades distintas, podendo ser previstas em um programa de


pesquisa.

H. Diversidade Total
A Tabela 2.11 apresenta os valores dos índices de diversidade, equitabilidade e dominância
para a herpetofauna obtidos nas áreas de amostragem do PEMA, outubro de 2020.
O índice de diversidade de Shannon foi maior no ponto (P2) (2,28). A equitabilidade também
foi maior nesse ponto (0,91), isto é, apresentou uma homogeneidade mediana entre as
abundâncias das espécies capturadas nesse ponto. A dominância foi calculada pelo Índice
de Dominância de Berger-Parker e o Ponto 3 (P3) apresentou maior índice (0,80) devido à
espécie Barycholos ternetzi, que apresentaou elevada abundância nesse ponto (N=50). Ao
avaliar o índice de Margalef (2,0<DMg<5,0), conclui-se que a diversidade da herpetofauna
no PEMA é considerada média nos pontos P1 e P2: <3,174 e >2,301.

Tabela 2.11 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância, Diversidade


(H) e Equitabilidade (J) Obtidos para a Herpetofauna dos Pontos
Amostrais Avaliados Durante Campo no Parque Estadual da Mata
Atlântica, PEMA, Outubro de 2020
ÍNDICES ECOLÓGICOS P1 P2 P3 P4
Riqueza 10 12 5 9
Abundância 50 32 62 61
Diversidade de Shannon (H') 1,88 2,28 0,70 1,49
Equitabilidade de Pielou (J) 0,82 0,91 0,44 0,68
Dominância de Berger-Parker (D) 0,4 0,18 0,80 0,40
Margalef 2,301 3,174 0,9692 1,946
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

I. Espécies Novas e de Relevância Regional


Houve o registro de duas espécies novas para o PEMA, as quais não foram registradas nos
dados secundários: Rhinella cerradensis (Bufonidae) e Norops brasiliensis (Dactyloidae),
registradas pela técnica de Procura Visual Limitada nos pontos 04 e 02, respectivamente.
Rhinella cerradensis é endêmica do Cerrado (VALDUJO et al., 2012). Já foi registrada nos
estados do Piauí, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal e, mais recentemente, no
estado do Mato Grosso do Sul (FROST, 2020).
Norops brasiliensis é considerado endêmico do Cerrado (VITT et al.,2008; MESQUITA et al.,
2015). Utiliza quase que exclusivamente troncos, galhos e serapilheira como substrato,
similar a muitos lagartos da família Dactyloidae (VITT et al.,2008; MESQUITA et al., 2015).

J. Espécies Indicadoras de Qualidade Ambiental


Os anfíbios, devido a sua dependência da água para completar seu ciclo de vida, pele
permeável, aspectos da biologia populacional e interações em suas comunidades, são
considerados ótimos bioindicadores de qualidade ambiental. Os anfíbios são bastante
sensíveis a alterações climáticas, contaminação dos recursos hídricos, desmatamento ou
alterações nos ambientes naturais. Por estes motivos, estes animais são considerados
importantes em ações de conservação de áreas (BERTOLUCI et al. 2009; LEITE, 2009;
VERDADE et al., 2010; GONÇALVES et al., 2017).
Algumas espécies são mais sensíveis que outras, comprovadas por observações em campo
e na literatura: Pseudopaludicola mystacalis é uma espécie de áreas abertas que não tolera
alterações antrópicas severas. Essa espécie foi catalogada no Ponto 03 do PEMA e também

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.71


2 – Diagnóstico Socioambiental

por dados secundários. Já Scinax fuscovarius é altamente tolerantes a alterações antrópicas


no ambiente (ROSSA-FERES et al., 2017). Foi registrada em quase todos os pontos do
PEMA e por dados secundários também.
Com isso, quando há declínio populacional em indivíduos da herpetofauna, isso está
relacionado principalmente à degradação ambiental, sendo esta uma condição que permite
considera-los bons bioindicadores de qualidade. Essa condição se deve, principalmente, ao
fato desses animais serem altamente suscetíveis às mudanças dos seus microhabitats,
muitas vezes imperceptíveis ao ser humano. A presença de espécies que dependem
obrigatoriamente de corpos hídricos e de áreas florestais para sobreviver, por exemplo,
pode ajudar na compreensão da qualidade e salubridade do meio em que vivem (PIANKA,
1986; VITT & PIANKA, 1994; HEYER et al., 1994; MANN & BIDWELL, 1999; LEITE e
BUTTI, 2009).
Embora algumas espécies de répteis sejam sensíveis às alterações antrópicas mais
severas, faltam estudos sobre o grupo como bioindicadores. O lagarto Ameiva ameiva, uma
espécie periantrópica com ocorrência em boa parte do território nacional, costuma invadir
bordas de florestas e suporta uma ampla variedade climática (SILVA & ARAÚJO, 2008). É
geralmente abundante onde ocorre e parece alcançar densidades altas tanto em áreas
naturais quanto em alteradas (SALES; RIBEIRO; FREIRE, 2011). Nas áreas do PEMA foi
registrado no ponto 04 e também por dados secundários.

K. Espécies Raras
Não foram registradas espécies raras no PEMA.

L. Espécies Endêmicas e Migratórias


Houve cinco registros de espécies endêmicas do Cerrado (VALDUJO et al, 2012) para o
PEMA: Barycholos ternetzi; Physalaemus nattereri; Proceratophrys goyana; Rhinella
cerradensis e Bothrops moojeni.
M. Espécies Ameaçadas de Extinção
Um dos principais motivos que levam a extinção de reptéis e anfíbios é a modificação e
aniquilação de seus habitats naturais (POUGH et al, 2003). No Anexo 2.18 estão listadas as
espécies ameaçadas da herpetofauna, tomando como base as listas internacionais da IUCN
(2020) e CITES (2018), e a lista nacional do Brasil: Portaria MMA nº 444 (BRASIL, 2014),
mais atuais.
A maioria das espécies de répteis catalogadas encontra-se listada na IUCN na categoria LC.
Nesta categoria estão inseridas as espécies com ampla distribuição geográfica e que não
correm risco de extinção (IUCN, 2020). Portanto, das 25 espécies registradas nas áreas do
PEMA, nenhuma se encontra nas categorias de ameaça da listagem da IUCN (2020).
Destacam-se, também, as espécies que estão inseridas na lista da CITES (Convention on
International Trade in Endangered Species). No Apêndice II da CITES, que consiste em
espécies não necessariamente ameaçadas, mas na qual o comércio deve ser controlado,
tem-se as espécies Salvator merianae e Bothrops moojeni.
Nenhuma espécie foi registrada na Portaria nº 444/2014 do MMA.

N. Espécies de Interesse Científico e Conservacionista


As espécies de interesse científico e conservacionista são principalmente as endêmicas,
sendo quatro espécies de anfíbios (Barycholos ternetzi; Physalaemus nattereri;
Proceratophrys goyana; Rhinella cerradensis) e uma de réptil (Bothrops moojeni).

2.72 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

O. Espécies de Interesse Econômico e Cultural


Dentre as espécies registradas, algumas merecem destaque por seu valor cinegético, pois
são utilizadas de diversas formas pelo ser humano: a carne, para alimentação (ALVES et al.,
2008; ALVES et al., 2010), e produtos da fauna (couro, gordura, dentes, cabeça) para fins
de medicina popular (ALVES, 2012).
Dentre os répteis, as espécies mais consumidas são: o lagarto Salvator merianae e a
serpente Boa constrictor (ALVES et al., 2008), ambas catalogadas nas áreas do PEMA.
Parte da gordura e couro da espécie Salvator merianae é utilizada para fins de medicina
popular no tratamento de asma, garganta inflamada, feridas, inchaços (MENDONÇA et al.,
2014). Desta forma, S. merianae, popularmente conhecido como teiú, é uma espécie que
sofre pressão de caça, e com isso as populações tem sido reduzidas. Esta importante
espécie de lagarto, de ampla distribuição geográfica, possui uma dieta onívora que pode
incluir invertebrados, vertebrados, ovos, várias espécies de frutos e pequenos animais
(HADDAD & SAZIMA, 1992; FREITAS & PAVIE, 2002) e carcaças (FREITAS & SILVA,
2005), podendo também atuar como dispersor de sementes em pequenos fragmentos
florestais (CASTRO & GALETTI, 2004).
Muitos anfíbios são considerados como espécies de interesse farmacológico devido às
descobertas de vários princípios bioativos presentes na pele (SCHWARTZ et al., 2007).
Assim como as serpentes peçonhentas, que tem interesse econômico por causarem
acidentes, os quais trazem problema de saúde pública. Logo, há necessidade de
investimentos em pesquisas para desenvolvimento de fármacos e tratamento as pessoas
expostas por esses acidentes (SOUZA & MACHADO, 2017).

P. Espécies Exóticas e Potencialmente Danosas


As espécies exóticas invasoras podem causar diversos impactos sobre os ecossistemas,
dentre eles a redução ou extinção de populações, alterações de habitats, mudanças no meio
físico e de processos ecossistêmicos, tais como regimes de queima, ciclo de água ou
nutrientes, disseminação de doenças, transporte ou facilitação da introdução de outras
espécies invasoras, hibridação das espécies invasoras com as espécies nativas e outros
(DAVIS, 2009).
Não foram registradas espécies exóticas nem potencialmente danosas no PEMA.
Q. Áreas Naturais de Destacada Relevância para a Fauna
As áreas inseridas no PEMA são importantes para a manutenção da fauna, inclusive as
áreas adjacentes, que sofreram ações antrópicas e já afetaram diretamente as áreas
protegidas do Parque. Vale ressaltar que medidas de conservação devem ser mantidas a
fim de manutenção da herpetofauna e a fim de evitar novas ações de descaracterização dos
ambientes próximos ao Parque.
R. Pressões Verificadas Sobre a Fauna
Durante o campo de outubro de 2020 foram verificadas, dentro do PEMA e nas adjacências,
áreas desmatadas, presença de gado e em alguns locais há início de processos erosivos,
principalmente as margens do córrego que atravessa a mata do Parque.
A fragmentação da vegetação também é um ponto que prejudica a fauna local, pois ao redor
do Parque existem várias áreas de pastagem, e os fragmentos existentes não possuem
interligação.
S. Recomendações de Manejo
No manejo da fauna foram indicadas algumas necessidade como: Cercar a área do PEMA
para evitar a entrada do gado e consequente pisoteio; Importante interligar as áreas
remanescentes criando assim um corredor ecológico que seria de suma importância para

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.73


2 – Diagnóstico Socioambiental

manutenção da fauna; Articular a recuperação de áreas degradadas a montante e jusante


do Parque.
Segue os registros fotográficos realizados durante o período amostral (Foto 2.16).

Foto 2.16- Espécies de Anfíbios e Répteis Catalogadas no Parque Estadual da Mata Atlântica,
PEMA, em Outubro de 2020

A B

C D

E F

2.74 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

G H

I J

K L

M N

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.75


2 – Diagnóstico Socioambiental

O P

Q R

S T

U V

2.76 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

X
W

Y Z

Legenda: *Ponto 2: (A) Barycholos ternetzi- Coordenadas: 22k-736041-7986406; (B) Bothrops moojeni-
Coordenadas 22k-736041-7986418; (C) Dendropsophus nanus _ Coordenadas: 22k-736057-7986315;
(D) Leptodactylus fuscus-_Coordenadas: 22k-736074-7986347; (E) Norops brasiliensis_ Coordenadas
22k-735658-7985813; (F) Physalaemus nattereri_Coordenadas 22k-736058-7986383; (G)
Leptodactylus podicipinus_Coordenadas 22k-736062-7986380; (H) Scinax fuscovarius, Coordenadas
22k-736031-7986399; (I) Trachycephalus typhonius_Coordenadas: 22k-736040-7986404; *Ponto 1 (J)
Barycholos ternetzi_Coordenadas: 22k-734399-7983892; (K) Boana albopunctata_Coordenadas: 22k-
734392-7983889: (L) Leptodactylus labyrinthicus_Coordenadas: 22k-734392-7983889; (M) Salvator
merianae- Coordenadas: 22K-734391-7983889; (N) Rhinella diptycha_Coordenadas: 22K-734392-
7983889; (O) Leptodactylus latrans_Coordenadas: 22K-734399-7983892; (P) Pseudopaludicola
mystacalis_Coordenadas: 22k-734399-7983892; *Ponto 3 (Q) Barycholos ternetzi_Coordenadas 22k-
736180-7985165; (R) Proceratophrys goyana_Coordenadas: 22k-736180-7985220; (S) Scinax
fuscovarius_Coordenadas 22K-736161-7985267; (T) Eunectes murinus; (U) Spilotes
pullatus_Coordenadas: 22k-736210-7985150; *Ponto 4: (V) Leptodactylus latrans_Coordenadas: 22k-
734165-7983028; (W) Rhinella cerradensis_Coordenadas: 22k-735141-7984315; (X) Erythrolamprus
poecilogyrus_Coordenadas: 22K-734165-7983028; (Y) Tropidurus torquatus_Coordenadas: 22k-
734167-7983033; (Z) Salvator merianae_Coordenadas: 22k-734143-7983004.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2.2.3.2.2 - Avifauna
Apesar de a Mata Atlântica ser considerada um hotspot mundial, muitos de seus organismos
estão ameaçados de extinção, devido à sua fragmentação principalmente. O mesmo
acontece com a sua avifauna, a qual é composta por 682 espécies, 199 das quais são
endêmicas, e 144 estão em perigo de desaparecer, principalmente devido à destruição dos
seus habitats (STOTZ et al., 1996). Mesmo diante desse cenário, pouco se conhece sobre a
avifauna remanescente, de modo que primeiro passo para que o processo de extinção e
colonização seja mais bem entendido, é o levantamento de suas espécies (FARIA et al.,
2006).
Com a listagem compilada observa-se uma riqueza pujante para a avifauna nas imediações
do PEMA. Ela está representada por 25 ordens, 62 famílias e 264 espécies; destas, 30

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.77


2 – Diagnóstico Socioambiental

espécies são aquáticas, e apenas uma está ameaçada de extinção, segundo a Portaria
444\2014 do MMA (2014b): Urubitinga coronata (Accipitridae), na categoria Em Perigo (EN).
Como em outros levantamentos para a Mata Atlântica, a ordem predominante é a
Passeriformes, com 132 espécies, seguida de Accipitriformes (15), Apodiformes e
Pelicaniformes (14), Psittaciformes (12), Colubiformes e Piciformes (nove), Caprimulgiformes
e Falconiformes (sete). Entre as famílias predominantes estão Tyrannidae (33 espécies),
seguida de Thraupidae (20), Accipitridae (14), Emberezidae (13), Psittacidae e Trochilidae
(12), e Ardeidae (10). Os gêneros mais representativos foram: Elaenia e Sporophila (cinco
espécies), seguidas de Falco (quatro), Amazilia, Amazona, Aratinga, Ardea, Hydropsalis,
Molothrus, Myiarchus, Synallaxis, Tangara, Thamnophilus, Turdus e Tyrannus (todos com
três espécies).
A. Composição, Riqueza e Abundância Total de Espécies
Durante as amostragens da avifauna nas áreas do PEMA foram registrados 654 espécimes
de 136 espécies de aves de 23 ordens e 45 famílias.
No que diz respeito ao sucesso do esforço amostral dos pontos de coleta no PEMA em
outubro de 2020 foram construídas a curva de acumulação de espécies e uma curva
expondo a estimativa de riqueza de Jack-knife 1 para as aves. A estimativa de riqueza de
espécies a partir do índice de Jack-knife 1 foi de 191,5 espécies de aves. No campo de
outubro de 2020 a avifauna contemplou 136 espécies registradas, com uma diferença de 55
espécies estimada pelo índice e o número de aves catalogado (Figura 2.27). Para confirmar
estes dados seriam necessárias outras campanhas com sazonalidades distintas. Assim,
seria possível verificar se os dados também contemplam as espécies registradas nos dados
secundários que não foram encontradas nesse campo de outubro de 2020.

Figura 2.27 - Curva de Acumulação de Espécies e Estimador Jack-knife 1 para a Avifauna do


Parque Estadual da Mata Atlântica, PEMA, Outubro de 2020

250

200

150

100

50

0
P1 P2 P3 P4

Curva de Acumulação de Espécies Jack-knife 1

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Os dados gerados durante as amostragens de outubro de 2020 foram considerados


registros diretos e os demais dados catalogados em estudos próximos ao Parque foram
ditos como registros indiretos ou secundários. Para composição da Lista de Dados
Secundários foram utilizados os seguintes estudos: 1 - Estudo de Impacto Ambiental da
UHE Itumbiara (FURNAS, 2012); 2 - Diagnóstico Ambiental da Bacia do Médio Rio Corumbá
(BRANDT, 2017). 3 - Estrutura e status de conservação das comunidades de vertebrados do
Parque Estadual da Serra de Caldas Novas - PESCAN (PENA et al., 2011) e 4 - Fauna

2.78 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

registrada no PEMA (2014, 2015). A partir disso, esses dados foram submetidos ao
Coeficiente de Jaccard.
De acordo com o dendograma, na análise de Similaridade de Jaccard, os registros diretos e
indiretos apresentam uma similaridade de 51,38% para a avifauna (Figura 2.28). Esse valor
se justifica devido aos baixos níveis de compartilhamento das espécies entre os tipos de
registros, apresentando muitas espécies exclusivas de cada registro, seja direto ou indireto,
principalmente dos dados secundários os quais apresentaram maior esforço amostral e não
apenas de uma campanha como do PEMA. Nesta avaliação vale destacar seis espécies
catalogadas nos dados primários, de outubro de 2020, que não foram encontradas nos
registros indiretos: Leptodon cayanensis; Pulsatrix perspicillata; Calliphlox amethystina;
Phaethornis ruber; Corythopis delalandi; Tolmomyias flaviventris. As demais espécies
catalogadas no PEMA (2020) foram comuns aos outros estudos.

Figura 2.28 - Dendrograma de Similaridade Gerado a Partir dos Dados do Coeficiente de


Jaccard para a Avifauna a Partir dos Registros Diretos e Indiretos

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Das 23 ordens registradas no PEMA (outubro de 2020), observou-se que a ordem


Passeriformes foi mais abundante com 53% dos espécimes registradas. Esta ordem
apresentou 344 espécies do total de 654 aves. A segunda ordem mais abundante foi
Psittaciformes (55 espécies) seguida de Columbiformes (36 espécies).
De acordo com o Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos (CBRO, 2020), existem no
Brasil 1919 espécies de aves registradas, sendo a ordem Passeriformes mais abundante,
confirmando o resultado das amostragens do PEMA. A representatividade dos
Passeriformes está relacionada principalmente às famílias Thraupidae e Tyrannidae que,
juntas, somaram 150 espécimes catalogadas nos pontos do PEMA.
Em relação à sensibilidade a distúrbios ambientais, as espécies foram classificadas em três
tipos, de acordo com STOTZ et al. (1996): alta sensibilidade para espécies muito exigentes
em relação ao habitat, com baixa plasticidade ambiental; média sensibilidade para espécies
parcialmente exigentes quanto a áreas conservadas, utilizando também locais alterados;
baixa sensibilidade para espécies que toleram distúrbios no habitat, sendo até mesmo
beneficiadas por eles. Dentre estes, o nível de sensibilidade baixa foi o mais representativo
tanto em riqueza quanto em abundância, isto é, a maioria das espécies registradas é
tolerante às alterações no habitat (Figura 2.29).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.79


2 – Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.29 - Gráfico dos Diferentes Graus de Sensibilidade (Alta, Média e Baixa) Registrados
para a Avifauna Durante as Amostragens no Parque Estadual da Mata Atlântica

469
500
450
400
350
300
250
157
200
150 89
100 28 40
7
50
0
Alta Baixa Média

Riqueza Abundância

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

B. Diversidade Total
A Tabela 2.12 a seguir apresenta os valores dos índices de diversidade, equitabilidade e
dominância para a avifauna obtidos nas áreas de amostragem do PEMA, outubro de 2020.
O índice de diversidade de Shannon foi maior no ponto (P1) (3,824). Esse resultado já era
esperado, uma vez que nesse ponto houve maior riqueza de aves catalogadas: 75 espécies.
A equitabilidade foi maior no ponto P3 (0,94) isto é, apresentou uma homogeneidade
mediana entre as abundâncias das espécies capturadas nesse ponto. A dominância foi
calculada pelo o Índice de Dominância de Berger-Parker e o Ponto 4 (P4) apresentou maior
índice (0,1557) devido à espécie Volatinia jacarina que apresentaou elevada abundância
nesse ponto (N=38). Ao avaliar o índice de Margalef (2,0<DMg<5,0) conclui-se que a
diversidade da avifauna no PEMA é considerada alta em todos os pontos: <13,6 e >8,711.

Tabela 2.12 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância, Diversidade


(H) e Equitabilidade (J) Obtidos para a Avifauna dos Pontos Amostrais
Avaliados Durante Campo no Parque Estadual da Mata Atlântica
ÍNDICES ECOLÓGICOS P1 P2 P3 P4
Riqueza 75 40 42 66
Abundância 231 88 91 244
Diversidade de Shannon (H') 3,824 3,454 3,54 3,474
Equitabilidade de Pielou (J) 0,8858 0,9362 0,9471 0,8291
Dominância de Berger-Parker (D) 0,1385 0,1136 0,08791 0,1557
Margalef 13,6 8,711 9,089 11,82
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

C. Espécies Novas e de Relevância Regional


Nas áreas do PEMA, na campanha de outubro de 2020, foram catalogadas seis espécies
novas que não tinha registro em outros estudos (dados secundários): Leptodon cayanensis;
Pulsatrix perspicillata; Calliphlox amethystina; Phaethornis ruber; Corythopis delalandi;
Tolmomyias flaviventris. Com a continuidade das campanhas poderá ser confirmada a
presença dessas espécies e de outras novas e de relevância regional para as áreas do
PEMA.

2.80 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

D. Espécies Indicadoras de Qualidade Ambiental


As aves apresentam graus de sensibilidade, como já discutido, e portanto respondem às
mudanças que ocorrem em nível local ou regional. Nesse sentido, elas são consideradas
indicadoras de qualidade ambiental, podendo ser utilizadas como ferramentas de
monitoramento e conservação dos ambientes (SERRANO, 2008).
No PEMA, sete espécies foram classificadas como grau de sensibilidade alta, ou seja,
exigentes em relação ao habitat e que, portanto, podem ser consideradas indicadoras de
qualidade ambiental: Clibanornis rectirostris; Crax fasciolata; Eucometis penicillata;
Herpsilochmus longirostris; Momotus momota; Nonnula rubecula e Phaetusa simplex.
Os “grandes rapinantes” são espécies de topo de cadeia alimentar, consideradas
importantes para estratégias de conservação de ecossistemas (THIOLLAY, 1994). São
indicadores de alterações ambientais e/ou da qualidade do habitat devido à sensibilidade à
contaminação e acumulação de substâncias tóxicas, como agrotóxicos, e sensibilidade a
perturbações ambientais, como a perda e fragmentação de habitat (FERGUSON-LEES e
CHRISTIE, 2001; BILDSTEIN et al., 1998). Nessa categoria destacam-se uma espécie em
perigo de extinção (EN) da família Accipitridae (Urubitinga coronata, águia-cinzenta)
registrada tanto por dados secundários como por dados primários.
E. Espécies Raras
Não foram registradas espécies raras para a avifauna nas áreas do PEMA.
F. Espécies Endêmicas e Migratórias
Não foram catalogadas espécies de aves endêmicas de Mata Atlântica. Apesar de ainda
não se ter ao certo o número exato de espécies endêmicas deste Domínio, o endemismo
para esse grupo flutua entre 148 (MITTERMEYER et al., 2005) e 217 espécies (BENCKE et
al., 2006). Já para o bioma Cerrado, duas espécies registradas no PEMA são consideradas
endêmicas: Clibanornis rectirostris (Passeriformes, Furnariidae) e Herpsilochmus longirostris
(Passeriformes, Thamnophilidae). Tais espécies foram catalogadas em todos os pontos de
amostragem na campanha de outubro de 2020.
As migrações podem ocorrer em diversas escalas geográficas (locais, regionais, globais
etc.) e o ciclo se repete em virtude de várias condições desfavoráveis, sobretudo climáticas
e relacionadas à oferta de recursos sazonalmente disponíveis (SICK, 1983). Esses fatores
impulsionam os grandes deslocamentos de algumas espécies em busca de regiões com
maior disponibilidade de alimento e/ou habitat para continuação de seus processos
biológicos, como a reprodução. O Brasil está na rota migratória de muitas aves
(CEMAVE/ICMBio, 2016).
Mais de um terço das famílias de aves brasileiras possuem ao menos uma espécie com
comportamento migratório, como por exemplo, para família a Tyrannidae (Passeriformes),
que possui o maior número de espécies migratórias no Brasil (SOMENZARI et al., 2018).
Todavia, nas áreas do PEMA não foram catalogadas espécies migratórias.
G. Espécies Ameaçadas de Extinção
No Anexo 2.19 estão listadas as espécies ameaçadas para a avifauna tomando como base
as categorias de maior risco adotadas pela IUCN (2020), além das espécies inseridas na
lista da CITES (2018) e na Portaria nº444/2014 do MMA (BRASIL, 2014).
A espécie Urubitinga coronata (águia-cinzenta), catalogada tanto por dados secundários
como pelo campo de outubro de 2020, está ameaçada de extinção na categoria Em Perigo
(EN) pela lista nacional MMA (2014), internacional (IUCN, 2020) e encontra-se no Apêndice
ii da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e Flora Selvagem
em Perigo de Extinção (CITES).
Ademais, Crax fasciolata e Aratinga auricapillus estão classificadas em uma categoria de
ameaça. Ambas foram registradas no PEMA e por dados secundários. Crax fasciolata está
2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.81
2 – Diagnóstico Socioambiental

na Categoria Vulnerável pela IUCN (2020) pela lista nacional MMA (2014) e internacional
(IUCN, 2020). Outras espécies foram classificadas como ameaçadas, mas tiveram apenas
registros por dados secundários: Amazona aestiva e Charitospiza eucosma.
Com a continuidade de novas campanhas nas áreas do PEMA será possível abordar
estratégias de conservação destas espécies no Parque.
H. Espécies de Interesse Científico e Conservacionista
As espécies de interesse conservacionista são aquelas consideradas ameaçadas de
extinção como descrito no item anterior. Ademais, espécies de alta sensibilidade podem ser
registradas também como de interesse conservacionista.
I. Espécies de Interesse Econômico e Cultural
As espécies cinegéticas identificadas pertencem às famílias Tinamidae (inhambus, jaó,
perdiz, codornas), Anatidae (patos, marrecas, irerês), Cracidae (jacus) e Columbidae
(rolinhas, pombas, juritis, pariri). Aves de rapina podem eventualmente serem caçadas.
Nessa categoria destacam-se as espécies da família Accipitridae.
Os xerimbabos pertencem às famílias Psittacidae (arara-canidé, maracanãs, periquitos,
maitacas, papagaio), Ramphastidae (tucanos, araçari), Corvidae (gralhas), Turdidae (Turdus
spp - sábias), Icteridae (guaxé, encontro, graúna), Thraupidae, Cardinalidae e Fringillidae
(pintassilgo).
J. Espécies Exóticas e Potencialmente Danosas
Foram registradas duas espécies introduzidas registradas por dados secundários: Columba
livia (pombo-doméstico) e Passer domesticus (pardal), além de uma espécie invasora, a
garça-vaqueira (Bubulcus ibis), também de registro secundário.
Não foram registradas para a área do PEMA espécies da Avifauna potencialmente danosas.
K. Áreas Naturais de Destacada Relevância para A Fauna
As áreas inseridas no PEMA são de importantes para a manutenção da fauna, como citado
também para herpetofauna. De acordo com o levantamento de outubro de 2020 o Ponto 01
é bastante antrópico com presença de gado e espécies da avifauna características desse
tipo de ambiente. Os demais pontos, principalmente o P3, encontra-se em bom estado de
conservação e vale ressaltar que medidas de conservação devem ser mantidas, a fim de
manutenção da avifauna.
L. Pressões Verificadas Sobre a Fauna
Assim como para herpetofauna, foram verificadas dentro do PEMA e nas adjacências áreas
desmatadas, presença de gado e em alguns locais há início de processos erosivos,
principalmente as margens do córrego que atravessa a mata do Parque.
A fragmentação da vegetação também é um ponto que prejudica a fauna local, pois ao redor
do Parque existem várias áreas de pastagem, e os fragmentos existentes não possuem
interligação.
M. Recomendações de Manejo
Algumas recomendações que devem ser consideradas no planejamento o PEMA: Cercar a
área do Parque para evitar a entrada do gado e consequente pisoteio; Interligar as áreas
remanescentes criando assim um corredor ecológico que seria de suma importância para
manutenção da fauna; Manutenção das áreas do Parque, principalmente, porque houve o
registro de espécies da avifauna ameaçadas de extinção; Incentivar a recuperação de áreas
degradadas a montante e jusante do Parque. Essas recomendações foram discutidas no
Programa de Manejo e Conhecimento.

2.82 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

N. Relatório Fotográfico
Seguem os registros fotográficos realizados em campo das espécies encontradas no PEMA
(Foto 2.17).

Foto 2.17 - Espécies de Aves Amostradas no Parque Estadual da Mata Atlântica, PEMA, em
Outubro de 2020

A B

C D

E F

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.83


2 – Diagnóstico Socioambiental

G H

I J

K L

M N

2.84 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

O P

Q R

Legenda: Ponto 1(Captura): (A) Amazilia fimbriata; (B) Cnemotriccus fuscatus; (C) Eucometis penicillata; (D)
Leptopogon amaurocephalus; (E) Leptotila verreauxi; (F) e (G) Pipra fasciicauda; P1 - Transecto
(Coordenadas 22K 734428-7983879); (H) Myiarchus swainsoni; (I) Myiodynastes maculatus; (J)
Nyctibius griseus; (K) Sicalis flaveola; (L) Tangara cayana; Ponto 2 (Captura): (M) Nonnula rubecula;
Ponto 3 (Captura): (N) Taraba major; (O) Turdus leucomelas; Ponto 4 (Captura): (P) Icterus
pyrrhopterus; (Q) Leptopogon amaurocephalus; (R) Poecilotriccus latirostris.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2.2.3.2.3 - Mastofauna
Em todo o mundo, estima-se haver aproximadamente 5.000 espécies de mamíferos, com
uma riqueza marcantemente superior de roedores (40% do total) e morcegos (20%). O
Brasil abriga a maior diversidade de mamíferos do mundo, com mais de 530 espécies;
destas, 66 estão ameaçadas de extinção (ICMBIO, 2010).
Os impactos causados na Mata Atlântica, devido às drásticas mudanças geradas pelos
impactos humanos nos últimos 150 anos, causaram a fragmentação dos ambientes e
severas reduções no tamanho das populações de animais. Estes efeitos tiveram
consequências sobre a comunidade de mamíferos, em especial para as espécies de maior
porte. Das 250 espécies de mamíferos da Mata Atlântica, 55 são endêmicas e 38 estão
ameaçadas de extinção (ICMBIO, 2010).
No PEMA existem dois levantamentos de mastofauna (ROCHA et al., 2015; TAMBELLINI et
al., 2019), ambos com foco em mamíferos terrestres. O levantamento realizado por
TAMBELLINI et al., (2019), cuja metodologia se baseou em armadilhas fotográficas, possui
um esforço amostral grande, superior a 6.000 horas, realizado entre os anos de 2014 a
2017. Neste mesmo trabalho, durante o período de 2014 puderam ser registrados 102
espécimes de mamíferos pertencentes a 18 espécies; em 2015 foram registrados 270
espécimes de 16 espécies; em 2016 foram registrados 29 espécimes de nove espécies; e
em 2017 foram registrados 143 espécimes pertencentes a 11 espécies.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.85


2 – Diagnóstico Socioambiental

Com a listagem que foi compilada, observa-se uma riqueza pujante para a mastofauna nas
imediações do PEMA. Ela está representada por 11 Ordens, 24 famílias e 73 espécies;
destas, oito espécies estão ameaçadas de extinção segundo a Portaria 444/2014 do MMA
(2014b). Sete delas se encontram na categoria Vulnerável (VU): Chrysocyon brachyurus e
Lycalopex vetulus (Canidae), Puma concolor e Puma yagouaroundi (Felidae), Priodontes
maximus (Dasypodidae), Myrmecophaga tridactyla (Myrmecophagidae) e Tapirus terrestres
(Tapiriidae).
Como em outros levantamentos para a Mata Atlântica, a ordem predominante é Chiroptera
(SILVA, 2015), com 22 espécies, seguida de Rodentia (16), Carnivora (13), Didelphimorphia
(sete), Cingulata e Primates (quatro), Artiodactyla (três), Pilosa (duas), Lagomorpha e
Perissodactyla (uma cada). As famílias mais representativas foram Phyllostomidae com 17
espécies, seguida de Cricetidae (nove), Didelphidae (sete), Dasypodidae e Felidae (quatro),
Canidae, Cebidae e Mustelidae (três espécies cada). Os gêneros mais representativos
foram Artibeus e Molossus da Ordem Chiroptera (três espécies cada); os demais estão
representados por menos de três espécies. O Anexo 2.20 apresenta a lista de registros
secundários e ocasionais de mamíferos de médio e grande porte.

2.2.3.2.4 - Pequenos Mamíferos Não-Voadores


A. Composição, Riqueza e Abundância Total de Espécies
Durante as amostragens do PEMA foram registrados seis espécimes de cinco espécies de
pequenos mamíferos não-voadores por registros padronizados, conforme capítulo de
Metodologia. Por Registro Ocasional por meio de vestígios indiretos (carcaça) foi catalogado
uma espécie de rato-de-árvore, família Cricetidade: Oecomys sp. Ao somar os dados
padronizados e o registro ocasional foram registrados, nas áreas do PEMA, sete espécimes
de cinco espécies de pequenos mamíferos não-voadores (Anexo 2.21).
No que diz respeito ao sucesso do esforço amostral dos pontos de coleta no PEMA em
outubro de 2020, foram construídas a curva de acumulação de espécies e uma curva
expondo a estimativa de riqueza de Jack-knife 1. Os dados utilizados nessa estatística
foram os catalogados por métodos padronizados. Dessa forma, a estimativa de riqueza de
espécies a partir do índice de Jack-knife 1 foi de 8,33 espécies de pequenos mamíferos não-
voadores. No campo de outubro de 2020 esse grupo contemplou cinco espécies registradas
com uma diferença de três espécies estimada pelo índice e o número de pequenos
mamíferos catalogados (Figura 2.30). Para confirmar estes dados seria necessário outras
campanhas com sazonalidades distintas. Assim, seria possível verificar se os dados
também contemplam as espécies registradas nos dados secundários que não foram
registrados nesse campo de outubro de 2020.
Os dados gerados durante as amostragens de outubro de 2020 foram considerados
registros diretos e os demais dados catalogados em estudos próximos ao Parque foram
ditos como registros indiretos ou secundários. Para composição da Lista de Dados
Secundários foram utilizados os seguintes estudos: 1 - Estudo de Impacto Ambiental da
UHE Itumbiara (FURNAS, 2012); 2 - Diagnóstico Ambiental da Bacia do Médio Rio Corumbá
(BRANDT, 2017). 3 - Estrutura e status de conservação das comunidades de vertebrados do
Parque Estadual da Serra de Caldas Novas - PESCAN (Pena et al., 2011) e 4 -Fauna
registrada no PEMA (2014, 2015). A partir disso, esses dados foram submetidos ao
Coeficiente de Jaccard, a fim de avaliar as espécies que compartilham os dois registros:
Direto (dados primários) e Indiretos (secundários). De acordo com o dendograma, na análise
de Similaridade de Jaccard, os registros diretos e indiretos apresentam uma similaridade de
14,28% para esse grupo. Esse valor se justifica devido aos baixos níveis de
compartilhamento das espécies entre os tipos de registros, apresentando muitas espécies
exclusivas de cada registro, principalmente dos dados secundários os quais apresentaram
maior esforço amostral e não apenas de uma campanha como ocorreu no PEMA (Figura
2.31). Nesta avaliação vale destacar duas espécies catalogadas nos dados primários, de

2.86 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

outubro de 2020, que não foram encontradas nos registros indiretos: Nectomys squamipes e
Oecomys sp. As demais espécies catalogadas no PEMA (2020) foram comuns aos outros
estudos.

Figura 2.30 - Curva de Acumulação de Espécies e Estimador Jack-knife 1 para os Pequenos


Mamíferos Não-Voadores do Parque Estadual da Mata Atlântica

9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
P1 P2 P3 P4

Curva de Acumulação das Espécies Jack-knife 1

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Figura 2.31 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros Indiretos (Dados


Secundários) e Registros Diretos (Campo de Outubro de 2020), PEMA

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Na campanha de outubro de 2020 foram registradas duas famílias (Cricetidae e


Didelphidae) para os pequenos mamíferos, pertencentes a duas ordens (Rodentia e
Didelphimorphia). Na soma dos dados padronizados e o registro ocasional, a família
Cricetidae (Ordem Rodentia) foi a mais diversa, com três espécies catalogadas como
também a mais abundante (05 espécimes). Didelphidae (Ordem Didelphimorphia) foi menos
representativa (Figura 2.32).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.87


2 – Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.32 - Gráfico do Padrão de Abundância e Riqueza das Famílias Registradas para os
Pequenos Mamíferos Não-Voadores Durante as Amostragens no PEMA

6
5
5

4
3
3
2 2
2

0
Cricetidae Didelphidae
Rodentia Didelphimorphia
Riqueza Abundância

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

B. Diversidade Total
A Tabela 2.13 a seguir apresenta os valores dos índices de diversidade, equitabilidade e
dominância para os pequenos mamíferos não-voadores obtidos nas áreas de amostragem
do PEMA, outubro de 2020.
O índice de diversidade de Shannon foi maior no ponto (P4) (1,04), assim como
Equitabilidade (0,94). Nos demais pontos (P1 e P2) não teve como fazer as análises devido
à presença de uma única espécie em cada ponto. A dominância foi calculada pelo Índice de
Dominância de Berger-Parker e o Ponto 4 (P4) também apresentou maior índice (0,5)
devido à espécie Rhipidomys macrurus que apresentou maior abundância nesse ponto
(N=2) se comparados aos demais. Ao avaliar o índice de Margalef (2,0<DMg<5,0) conclui-se
que a diversidade para esse grupo no PEMA é considerada baixa: <1,443. O Ponto 3 não
teve coleta para esse grupo, por isso não entrou nas análises.

Tabela 2.13 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância, Diversidade


(H) e Equitabilidade (J) Obtidos para os Pequenos Mamíferos Não-
Voadores nos Pontos Amostrais Avaliados Durante Campo no PEMA
Índices Ecológicos P1 P2 P4
Riqueza 1 1 3
Abundância 1 1 4
Diversidade de Shannon (H') 0 0 1,04
Equitabilidade de Pielou (J) 0 0 0,9464
Dominância de Berger-Parker (D) 1 1 0,5
Margalef 0 0 1,443
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

C. Espécies Novas e de Relevância Regional


Nectomys squamipes e Oecomys sp. podem ser considerados registros novos para a área
do PEMA, pois não foram encontrados nos estudos dos dados secundários. Com o
acompanhamento de novos levantamentos, com sazonalidades distintas, seria possível
fazer uma conclusão dessas espécies nas áreas como também aquelas que foram
registradas por estudos próximos, dados secundários.
2.88 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.
2 - Diagnóstico Socioambiental

D. Espécies Indicadoras de Qualidade Ambiental


Os pequenos mamíferos (roedores e marsupiais) formam o grupo mais diverso dentro dos
mamíferos e desempenham muita influência no dinamismo de florestas neotropicais, sendo
assim bons indicadores de alteração de paisagem e do habitat (PARDINI et al., 2006). Ainda
se destacam por serem bons dispersores de sementes, auxiliando na manutenção do meio
ambiente. Logo, as espécies registradas no PEMA são consideradas indicadoras de
Qualidade Ambiental.
E. Espécies Raras
Pode-se considerar uma espécie rara aquela que possui uma pequena população, ou que é
dificilmente encontrada na natureza. A IUCN (União Internacional para Conservação da
Natureza) caracteriza uma espécie rara aquela que é encontrada em locais totalmente
isolados (IUCN, 2020).
Não foram registradas espécies raras nas áreas do PEMA.
F. Espécies Endêmicas e Migratórias
Espécies endêmicas são aquelas que apresentam distribuição geográfica limitada a uma
determinada localidade ou ecorregião (REIS et al., 2011). A migração é um evento realizado
em períodos reprodutivos ou de invernada dos animais e podem ser natural, sazonal ou
periódicos. Não foram registradas espécies endêmicas e nem migratórias para esse grupo
nas áreas do PEMA.
G. Espécies Ameaçadas de Extinção
Todas as espécies de pequenos mamíferos não-voadores encontradas estão citadas na
categoria LC (Menor preocupação) da IUCN (2020) e não há registro de espécies para a
lista nacional (MMA, 2014). Todavia, não significa que estas não mereçam atenção e
cuidados.
H. Espécies de Interesse Científico e Conservacionista
As zoonoses são doenças infecciosas capazes de serem naturalmente transmitidas entre
animais e seres humanos (OM, 2020), os agentes que causam essas infecções podem ser
bactérias, fungos, vírus e helmintos. Calcula-se que pelo menos 320 mil vírus
desconhecidos estejam associados a mamíferos como hospedeiros (ANTHONY et al.,
2013).
Os gambás (Didelphis albiventris) apresentam grande importância ecólogica atuando como
dispersores de sementes e controladores de insetos, serpentes e pequenos mamíferos
principalmente roedores (SANTA CRUZ et al., 2012). São também disseminadores de
parasitas causadores de zoonoses segundo a Organização Mundial da Saúde. Os roedores
em particular são hospedeiros específicos da hantavirose e o acompanhamento do seu ciclo
de transmissão em áreas silenciosas para o hantavírus contribui para estudos
epidemiológicos sobre a doença. Muitos estudos realizados por métodos sorológicos e
moleculares tem apresentado a presença de hantavírus em várias regiões brasileiras
(OLIVEIRA et al., 2013). Portanto, a espécie registrada tanto por dados primários como por
dados secundários é considerada de interesse científico.
I. Espécies de Interesse Econômico e Cultural
A caça de animais silvestres, embora seja proibida, é praticada em todo território brasileiro
(PERES, 2000, REDFORD, 1997). Seja por populações indíginas, rurais ou urbanas, dentre
as espécies capturadas o Didelphis albiventris é muito consumido nas regiões norte e
nordeste do país. Embora essa atividade de caça ainda seja responsável pela
complementação alimentar de várias populações, é valido ressaltar que a exploração
descontrolada e ilegal é um dos principais motivos para o risco de extinção de muitas
espécies (PERES, 2000).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.89


2 – Diagnóstico Socioambiental

J. Espécies Exóticas e Potencialmente Danosas


As espécies exóticas causam uma grande pressão no ambiente que ocupam. Por não
serem naturais daquele lugar podem gerar muita competição com outras espécies e até
mesmo um desequilíbrio ambiental. Não foram registradas espécies exóticas e nem
potencialmente danosas no PEMA.
K. Áreas Naturais de Destacada Relevância para a Fauna
Após levantamento de campo para esse grupo, considera-se que todas as áreas do PEMA
são de grande relevância para a manutenção da fauna local e merecem cuidados. É de
grande importância manter esses ecossistemas naturais de valor regional e local, bem como
regular o uso tolerável destas áreas, conciliando-o com os objetivos da conservação da
natureza.
Ponto1: Caracterizado por uma área antropizada com presença de um palmeiral de bacuri,
no qual foi registrado um Nectomys squamipes (rato d’água).
Ponto 2, 3 e 4: Caracterizados por áreas de mata seca decídua e mata de galeria. Espécies
resgistradas: Oecomys sp., Rhipidomys macrurus, Didelphis albiventris, Gracilinanus agilis.
L. Pressões Verificadas Sobre a Fauna
Foram observadas áreas degradadas e atividades pecuaristas na área do Parque. A
atividade pecuarista causa muitos impactos sobre o meio ambiente, dentre eles a
degradação do solo e a perda da biodiversidade (ARAUJO, 2010). O superpastoreio é um
impacto ambiental muito negativo, pois gera grandes alterações na estrutura da camada
superficial do solo e na composição das espécies vegetais e consequentemente atinge a
fauna, ele aumenta a compactação dos solos e a perda da cobertura vegetal, levando ao
processo erosivo (ARAUJO, 2010; LEITE et al., 2011).
M. Recomendações de Manejo
As recomendações em relação ao grupo são: Cercar a área do Parque para evitar a entrada
do gado e consequente pisoteio; Interligar as áreas remanescentes criando assim um
corredor ecológico que seria de suma importância para manutenção da fauna; Incentivar a
recuperação das áreas degradadas a montante e jusante do Parque. Essas recomendações
foram discutidas no Programas de Manejo e Conhecimento.
N. Relatório Fotográfico
Os registros fotográficos realizados em campo seguem na Foto 2.18.

2.90 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

Foto 2.18 - Espécies de Pequenos Mamíferos Não-Voadores Amostradas no PEMA em Outubro


2020

A B

C D

E F

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.91


2 – Diagnóstico Socioambiental

G H
Legenda: Ponto1 (A) Nectomys squamipes – Coordenadas 22K 734404_7983897 ; (B) Nectomys squamipes –
Coordenadas 22K 734404_7983897; Ponto 4 (C) Gracilinanus agilis – Coordenadas: 22K
735368_7983520; (D) Gracilinanus agilis – Coordenadas: 22K 735368_7983520; (E) Oecomys sp. –
Coordenadas 22K 735335_7983559; (F) Oecomys sp. – Coordenadas 22K 735335_7983559 ; (G)
Rhipidomys macrurus– Coordenadas 22K 735345_7983534; (H) Rhipidomys macrurus – Coordenadas
22K 735345_7983534.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

 Pequenos Mamíferos Voadores


A. Composição, Riqueza e Abundância Total de Espécies
Durante as amostragens do PEMA foram registrados 13 espécimes de seis espécies de
pequenos mamíferos voadores por registros padronizados, conforme capítulo de
Metodologia (Anexo 2.22). Todas as espécies são da Família Phyllostomidae.
No que diz respeito ao sucesso do esforço amostral dos pontos de coleta no PEMA em
outubro de 2020 foram construídas a curva de acumulação de espécies e uma curva
expondo a estimativa de riqueza de Jack-knife 1. A estimativa de riqueza de espécies a
partir do índice de Jack-knife 1 foi de oito espécies de pequenos mamíferos voadores. No
campo de outubro de 2020 esse grupo contemplou seis espécies registradas com uma
diferença de duas espécies estimada pelo índice e o número de pequenos mamíferos
voadores catalogados (Figura 2.33). Para confirmar estes dados seria necessário outras
campanhas com sazonalidades distintas. Assim, seria possível verificar se os dados
também contemplam as espécies registradas nos dados secundários que não foram
registrados nesse campo de outubro de 2020.
Os dados gerados durante as amostragens de outubro de 2020 foram considerados
registros diretos e os demais dados catalogados em estudos próximos ao Parque foram
ditos como registros indiretos ou secundários. Para composição da Lista de Dados
Secundários foram utilizados os seguintes estudos: 1 - Estudo de Impacto Ambiental da
UHE Itumbiara (FURNAS, 2012) e 2-Fauna registrada no PEMA (2014, 2015). A partir disso,
esses dados foram submetidos ao Coeficiente de Jaccard, a fim de avaliar as espécies que
compartilham os dois registros: Direto (dados primários) e Indiretos (secundários). De
acordo com o dendograma, na análise de Similaridade de Jaccard, os registros diretos e
indiretos apresentam uma similaridade de 16,66% para esse grupo. Esse valor se justifica
devido aos baixos níveis de compartilhamento das espécies entre os tipos de registros,
apresentando muitas espécies exclusivas de cada registro, principalmente dos dados
secundários os quais apresentaram maior esforço amostral e não apenas de uma campanha
como ocorreu no PEMA (Figura 2.34). Nesta avaliação vale destacar duas espécies
catalogadas nos dados primários, de outubro de 2020, que não foram encontradas nos
registros indiretos: Chiroderma doriae e Platyrrhinus incarum. As demais espécies
catalogadas no PEMA (2020) foram comuns aos outros estudos.

2.92 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.33 - Curva de acumulação de espécies e estimador Jack-knife 1 para os pequenos


mamíferos voadores do Parque Estadual da Mata Atlântica

9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
P1 P2 P3 P4

Curva de Acumulação de Espécies Jack-knife 1

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Figura 2.34 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros Indiretos (Dados


Secundários) e Registros Diretos (Campo de Outubro de 2020), PEMA

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Na campanha de outubro de 2020 a espécie mais abundante nos pontos amostrais foi
Platyrrhinus lineatus, sendo P3 o mais diverso (Figura 2.35). Essa espécie também foi
registrada nos estudos de dados secundários. Já Chiroderma doriae e Dermanura cinerea
tiveram um espécime cada, registrados no P1 e P3, respectivamente e, portanto, foram
menos representativos. Os pontos 2 e 4 (P2 e P4) não tiveram espécies capturadas, por
isso não entraram nessa análise.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.93


2 – Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.35 - Gráfico do Padrão de Abundância das Famílias Registradas para os Pequenos
Mamíferos Voadores Durante as Amostragens no PEMA

3
3

2,5
2 2 2
2

1,5
1 1 1 1
1

0,5
0 0 0 0
0
Carollia Chiroderma Dermanura Glossophaga Platyrrhinus Platyrrhinus
perspicillata doriae cinerea soricina incarum lineatus

P1 P3

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

B. Diversidade Total
A Tabela 2.14 a seguir apresenta os valores dos índices de diversidade, equitabilidade e
dominância para os pequenos mamíferos voadores obtidos nas áreas de amostragem do
PEMA, outubro de 2020.
O índice de diversidade de Shannon foi similar, pois a riqueza dos pontos é a mesma. Os
Pontos 2 e 04 tiveram captura para esse grupo, por isso não entraram nas análises. A
Equitabilidade foi maior no ponto 01 (P1). A dominância foi calculada pelo do Índice de
Dominância de Berger-Parker e o Ponto 3 (P3) apresentou maior índice (0,42) devido à
espécie Platyrrhinus lineatus que apresentou maior abundância nesse ponto (N=3) se
comparados aos demais. Ao avaliar o índice de Margalef (2,0<DMg<5,0) conclui-se que a
diversidade para esse grupo no PEMA é considerada baixa: <1,674. Os Pontos 2 e 04
tiveram captura para esse grupo, por isso não entraram nas análises.

Tabela 2.14 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância, Diversidade


(H) e Equitabilidade (J) Obtidos para os Pequenos Mamíferos Voadores
nos Pontos Amostrais Avaliados Durante Campo no PEMA
ÍNDICES ECOLÓGICOS P1 P3
Riqueza 4 4
Abundância 6 7
Diversidade de Shannon (H') 1,33 1,277
Equitabilidade de Pielou (J) 0,9591 0,9212
Dominância de Berger-Parker (D) 0,3333 0,4286
Margalef 1,674 1,542
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

C. Espécies Novas e de Relevância Regional


Chiroderma doriae e Platyrrhinus incarum podem ser considerados registros novos para a
área do PEMA, pois não foram encontrados nos estudos dos dados secundários. Com o
acompanhamento de novos levantamentos, com sazonalidades distintas, seria possível

2.94 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

fazer uma conclusão dessas espécies nas áreas como também aquelas que foram
registradas por estudos próximos, dados secundários.
D. Espécies Indicadoras de Qualidade Ambiental
Os quirópteros são considerados ótimos indicadores de qualidade ambiental (SILVA et al,
1996; SIGRIST, 2012; NOGUEIRA et al., 2014) apontam a importância do monitoramento e
controle dos morcegos, como bioindicadores da biodiversidade, além da vigilância
epidemiológica para a saúde pública. Nesse sentido, destaca-se que as espécies
catalogadas no PEMA são indicadoras de Qualidade Ambiental, uma vez que, que ao
acompanhar o registro dessas espécies de morcegos podem ser identificados impactos
ambientais das áreas de estudos.
E. Espécies Raras
Não foram registradas espécies raras de morcegos nas áreas do PEMA, durante a
campanha.
F. Espécies Endêmicas e Migratórias
As taxas de endemismo para morcegos são geralmente baixas, quando comparadas com
outros mamíferos (REIS et al., 2011). Algumas espécies registradas no PEMA são
consideradas endêmicas da América do Sul (REIS et al., 2011): Chiroderma doriae e
Platyrrhinus lineatus. Todavia, não foram encontradas espécies endêmicas do Bioma
Cerrado nem tão pouco da Mata Atlântica.
G. Espécies Ameaçadas de Extinção
As florestas são habitats muito importantes para os morcegos, o desmatamento pode
favorecer espécies que se alimentam em ambientes mais abertos e diminuição daqueles
que preferem lugares mais fechados, podendo causar a diminuição da população de
algumas espécies e até extinção (SIGRIST, 2012; NOGUEIRA et al., 2014).
Nas áreas do PEMA não foram encontradas espécies de morcegos ameaçadas de extinção.
H. Espécies de Interesse Científico e Conservacionista
Todas as espécies registradas no PEMA podem ser consideradas de Interesse Científico e
Conservacionista, uma vez que, os morcegos desempenham um papel fundamental para a
saúde dos ecossistemas terrestres. Esses mamíferos voadores são importantes
polinizadores, além de predadores de um vasto número de pragas agrícolas e também
algumas espécies são consideradas vetores de doenças (PEDROSA et al., 2015).
I. Espécies de Interesse Econômico e Cultural
Desmodus rotundus é uma espécie hematófaga que tem interesse econômico devido à
transmissão da raiva. Todavia, nas áreas do PEMA não foi registrada a espécie por dado
primário e sim, por dados secundários. No entanto é importante ressaltar que esses
morcegos não são os únicos capazes de transmitir a raiva. Outras espécies de morcegos
que estiverem contaminadas com o vírus podem ser vetores da doença e transmiti-la a
outros animais, inclusive ao homem, pela mordida, mas estes casos são pouco relatados. O
ataque de morcegos-vampiros a humanos é raro, podendo ocorrer em regiões de escassez
de outras formas de alimento (TEIXEIRA, 2007; REIS et al., 2011; AGUIAR & MAURO,
2012).
J. Espécies Exóticas e Potencialmente Danosas
Não foi registrada nenhuma espécie exótica nas áreas do PEMA. A espécie hematófaga
Desmodus rotundus, pode ser considerada danosa, pois causa prejuízos à pecuária, devido
o contágio do vírus da raiva em criações bovinas (TEIXEIRA, 2007).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.95


2 – Diagnóstico Socioambiental

K. Áreas Naturais de Destacada Relevância para a Fauna


A diversidade e a conservação dos habitats permitem um melhor estabelecimento das
espécies de morcegos. O Ponto 1, antrópico, registrou algumas espécies assim como o
Ponto 03. Nos demais não houve coletas de morcegos, mas isso não quer dizer que não
haja espécies em tais locais. Com o acompanhamento de novos levantamentos novos
registros podem ser catalogados, inclusive os marcados como Dados Secundários.
L. Pressões Verificadas Sobre a Fauna
No período no qual foi realizada a campanha de amostragem foi observado que não há
atenção sobre a circulação de gado dentro do Parque, as vacas foram avistadas em todas
as áreas utilizadas para amostragem de fauna.
M. Recomendações de Manejo
Devido à importância e relevância do Parque Estadual da Mata Atlântica para o estado de
Goiás, é importante a conscientização e orientação para os vizinhos ao Parque, sobre a
conservação da vegetação natural para a manutenção da fauna.
N. Registros Fotográficos
Seguem na Foto 2.19 os registros fotográficos realizados em campo.

Foto 2.19 - Espécies de Mamíferos Amostradas no PEMA em Outubro de 2020

A B

C D

2.96 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

E F

G H

I j

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.97


2 – Diagnóstico Socioambiental

K L

Legenda: Ponto 1: (A) Chiroderma doriae – Coordenadas 22 K 734417 7983875; (B) Chiroderma doriae –
Coordenadas 22 K 734417 7983875; (C) Platyrrhinus lineatus– Coordenadas 22 K 734417 7983875;
(D) Platyrrhinus lineatus – Coordenadas 22K 734417 7983875; (E) Carollia perspicillata– Coordenadas
22K 734417 7983875; (F) Carollia perspicillata – Coordenadas 22K734417 7983875; (G) Glossophaga
soricina– Coordenadas 22K 734417 7983875; (H) Glossophaga soricina - Coordenadas 22K 734417
7983875 ; Ponto 3 (I) Glossophaga soricina – Coordenadas 22K 735619 7985881; (J) Platyrrhinus
lineatus _ Coordenadas 22k 735619 7985881; (K) Dermanura cinerea _ Coordenadas 22k 735619
7985881; (L) Platyrrhinus incarum _ Coordenadas 22K 735619 7985881.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

 Mamíferos de Médio e Grande Porte


A. Composição, Riqueza e Abundância Total de Espécies
Os dados para esse grupo foram contabilizados a partir de informações secundárias ou
observações aleatórias de campo, uma vez que a UC já conta com estudos técnicos
relativos a estes animais. Por registros aleatórios em campo, foram registrados no PEMA 11
espécies e 42 espécimes de mamíferos de médio e grande porte (Anexo 2.20). Não houve
registros de espécies novas para o Parque.
No que diz respeito ao sucesso do esforço amostral para os registros aleatórios de
mamíferos de médio e grande porte no PEMA, em outubro de 2020, foram construídas a
curva de acumulação de espécies e uma curva expondo a estimativa de riqueza de Jack-
knife 1. Os dados, considerados registros ocasionais, foram coletados fora dos pontos de
fauna e as coordenadas anotadas. Desta forma, as análises foram realizadas pelos dias de
amostragem em campo. A estimativa de riqueza de espécies a partir do índice de Jack-knife
1 foi de 18 espécies de mamíferos de médio e grande porte. No campo de outubro de 2020,
de forma aleatória, esse grupo contemplou 11 espécies registradas com uma diferença de
sete espécies estimada pelo índice e o número de mamíferos catalogados (Figura 2.36).
Não houve registro de espécies novas, mas as curvas indicam uma tendência ascendente.
Portanto, um aumento no esforço de amostragem, com novas campanhas, poderá mostrar
novas espécies.

2.98 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

Figura 2.36 - Curva de acumulação de espécies e estimador Jack-knife 1 para os Mamíferos De


Médio e Grande Porte Durante as Amostragens no PEMA

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Para composição da Lista de Dados Secundários foram utilizados os seguintes estudos: 1 -


Estudo de Impacto Ambiental da UHE Itumbiara (FURNAS, 2012); 2. Medium- and large-
sized mammals in Mata Atlântica State Park, southeastern Goiás, Brazil (ROCHA; SOARES;
PEREIRA, 2015); 3 - Estrutura e status de conservação das comunidades de vertebrados do
Parque Estadual da Serra de Caldas Novas – PESCAN (PENA et al., 2011) e 4 – Fauna
registrada no PEMA (2014, 2015). A partir disso, esses dados foram submetidos ao
Coeficiente de Jaccard, a fim de avaliar as espécies que compartilham os dois registros:
Indiretos (secundários) e Observações Aleatórias, campo de outubro de 2020 (Registros
Ocasionais). De acordo com o dendograma, na análise de Similaridade de Jaccard, os
registros indiretos e ocasionais apresentam uma similaridade de 36,66% para esse grupo.
Esse valor se justifica devido aos baixos níveis de compartilhamento das espécies entre os
tipos de registros, apresentando muitas espécies exclusivas de cada registro, principalmente
dos dados secundários os quais apresentaram maior esforço amostral e não apenas de
observações aleatórias como ocorreu no PEMA (Figura 2.37). Não houve registro de
espécies novas para o PEMA.

Figura 2.37 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros Indiretos (Dados


Secundários) e Registros Diretos (Campo de Outubro de 2020), PEMA

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.99


2 – Diagnóstico Socioambiental

Todas as famílias registradas para esse grupo (Canidae, Caviidae, Cebidae, Cuniculidae,
Dasypodidae, Dasyproctidae, Felidae, Mustelidae, Myrmecophagidae, Taperidae e
Tayassuidae) tiveram uma espécie registrada. Dentre essas, Sapajus libidinosus e Pecari
tajacu foram as mais abundantes, sendo registrados por avistamento e vestígios indiretos
(fezes). Cinco espécies tiveram abundância igual a 1: Cerdocyon thous, Cuniculus paca,
Dasyprocta azarae, Priodontes maximus e Puma concolor (Figura 2.38).

Figura 2.38 - Gráfico do Padrão de Abundância das Famílias Registradas para os Mamíferos de
Médio e Grande Porte Durante as Amostragens no PEMA

25 22

20

15

10 6
5 3 2 3
1 1 1 1 1 1
0

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

B. Diversidade Total
A Tabela 2.15 a seguir apresenta os valores dos índices de diversidade, equitabilidade e
dominância para mamíferos de médio e grande porte obtidos nas áreas de amostragem do
PEMA, outubro de 2020.
O índice de diversidade de Shannon foi de 1,673 com Equitabilidade J=0,69. Ao avaliar o
índice de Margalef (2,0<DMg<5,0) conclui-se que a diversidade para a esse grupo é
considerada média: <2,675. Esses dados corroboram os registros de dados secundários, os
quais mostraram também diversidade média de mamíferos de médio e grande porte
(FURNAS, 2012; ROCHA; SOARES; PEREIRA, 2015; PENA et al., 2011).

Tabela 2.15 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância, Diversidade


(H) e Equitabilidade (J) Obtidos para os Pequenos Mamíferos de Médio e
Grande Porte Durante Campo no PEMA
ÍNDICES ECOLÓGICOS OBSERVAÇÕES ALEATÓRIAS
Riqueza 11
Abundância 42
Diversidade de Shannon (H') 1,673
Equitabilidade de Pielou (J) 0,6975
Dominância de Berger-Parker (D) 0,5238
Margalef 2,675
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2.100 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

C. Espécies Novas e de Relevância Regional


Não foram registradas espécies novas para as áreas do PEMA. Todavia, pode-se considerar
que as espécies de mamíferos de médio e grande porte são de relevância regional para a
UC, uma vez que revelam que as áreas se encontram preservadas. Reitera-se que são
necessárias ações de manejo em alguns pontos do Parque. Todavia, as espécies
registradas, ainda assim, mostram relevância da UC para a fauna regional.
D. Espécies Indicadoras de Qualidade Ambiental
Mamíferos são considerados indicadores de Qualidade Ambiental, por aturem em diversos
papéis ecológicos, além de determinadas espécies terem exigência quanto à qualidade do
ambiente (JORGE et al. 2013). Assim estudos que mensurem a presença e riqueza das
espécies podem servir como indicadores de como os ambientes estão se comportando
frente às diversas pressões antrópicas (BROCARDO, 2017).
As espécies herbívoras, por exemplo, estão diretamente ligadas à estruturação vegetal do
ambiente devido à dispersão de sementes. Diversas espécies potencialmente dispersoras
de sementes são encontradas no PEMA, como Cuniculus paca e Dasyprota azarae que
atuam como dispersores de espécies vegetais com sementes de grande tamanho. Mazama
gouazoubira, registrada no PEMA, também atua na dispersão de sementes (BECA et al.,
2017)
Os primatas formam um grupo de especial importância nessa ação, já que trabalham na
dispersão de uma grande variedade de sementes, independentemente do tamanho
(BROCARDO, 2017).
Uma espécie em especial, Lontra longicaudis, espécie ameaçada de extinção é indicadora
de qualidade da água, já que é bastante influenciada por modificação nos corpos hídricos
(ICMBio, 2018). Apesar de ser um animal que vive boa parte do tempo em terra firma, esse
mustelídeo se alimenta quase estritamente de animais aquáticos (REIS et al., 2011). Por ser
um predador de topo, alimentos contaminados são letais para a espécie, devido ao acúmulo
de metais pesados (SANTOS e REIS, 2012).
Dessa forma, compreender que fatores são responsáveis pela manutenção destas espécies
de mamíferos e quais as ameaças que sofrem é fundamental para direcionar melhores
esforços para conservação (BECA et al. 2017).
E. Espécies Raras
Alguns animais são considerados raros, como Priodontes maximus (tatu-canastra). Existe
uma tendência alta de fragmentação de suas populações em áreas de Cerrado e
remanescentes de Mata Atlântica. A presença de grupos dessa espécie em determinados
fragmentos infere que a área ainda possui refúgios para essa espécie tão ameaçada
(ICMBio, 2018).
F. Espécies Endêmicas e Migratórias
Não foram encontradas espécies endêmicas para os biomas de Cerrado e Mata Atlântica,
nem tão pouco espécies migratórias.
G. Espécies Ameaçadas de Extinção
Das espécies catalogadas no PEMA, dez estão ameaçadas de extinção segundo as listas
oficiais (ICMBio/MMA, 2018; IUCN, 2020) (Anexo 2.20), sendo cinco de registros do campo
de outubro de 2020.
Dentre os primatas, há dois registros para Alouatta guariba e Sapajus libidinosus. A primeira
é popularmente conhecida como bugio, é categorizado como Em Perigo (ICMBio/MMA,
2018) e Quase Ameaçado (IUCN, 2020). Ocupa diversas fisionomias de Mata Atlântica,
desde Florestas Montanas e Submontanas próximas à costa, até Florestas Semideciduas
em áreas do interior (REIS et al., 2011). A redução populacional decorrente do alto grau de

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.101


2 – Diagnóstico Socioambiental

fragmentação do habitat, permitem suspeitar que o táxon sofrerá um declínio populacional


grande (ICMBio, 2018). Além disso, muitas subpopulações sofrem impacto com a expansão
urbana e de infraestrutura, como acidentes na rede elétrica, atropelamentos e predação por
cães. As principais ameaças identificadas para Sapajus libidinosus, macaco-prego, estão
correlacionadas às: queimadas, assentamentos rurais, agricultura, pecuária, expansão urbana,
desmatamento, aumento da matriz energética, desconexão e redução de habitat, caça e apanha
(ICMBio/MMA, 2018).
As principais ameaças reportadas aos canídeos são a perda e degradação de habitat,
especialmente devido à conversão em áreas agrícolas ou pastagens; caça devido a danos a
animais de criação ou pela crença de se tratar de uma espécie perigosa; mortes por
atropelamento em estradas, especialmente com o aumento do tráfego em regiões onde
ocorre; e também patógenos contraídos de animais domésticos, devido ao aumento dos
contatos com áreas antrópicas em ambientes alterados (ICMBio, 2018). Nas áreas do
PEMA, outubro de 2020, foi registrado Cerdocyon thous, porém não está ameaçado
segundo as listas oficiais. As demais espécies registradas por dados secundários estão
enquadradas em algum critério de ameaça: Chrysocyon brachyurus; Lycalopex vetulus.
Os felinos são geralmente espécies que possuem grandes áreas de uso para suprir suas
necessidades energéticas (BECA et al., 2017). Portanto, para este grupo, as principais
ameaças são a perda e fragmentação de habitat, associadas principalmente à expansão
agrícola, mineração, implantação da matriz energética hidrelétrica, ampliação da malha
viária e a eliminação de indivíduos por caça ou retaliação por predação de animais
domésticos (ICMBio, 2018). A onça parda (Puma concolor), registrada no PEMA, está entre
os grandes felinos ameaçados. É um predador de topo de cadeia trófica, mas também
consome presas pequenas, incluindo animais domésticos, o que faz com que essa espécie
sofra retaliação por predação (ICMBio, 2014b; BIODIVERSITAS, 2008).
O último carnívoro, a lontra (Lontra longicaudis), registrada por dados secundários, é uma
espécie ameaçada de extinção. Esta espécie semiaquática habita rios, lagos e lagoas em
vários biomas brasileiros, com ocorrência para quase todo o Brasil, exceto nas regiões mais
secas da Caatinga e litoral do Nordeste (REIS et al., 2011). Habita área de Cerrado quanto
de Mata Atlântica. Devido a seus hábitos, sofre bastante com a degradação dos cursos
d’água e tem como a destruição das matas ciliares e a poluição dos rios seus principais
fatores de ameaça (ICMBio/MMA, 2018).
Outro mamífero ameaçado de extinção com ocorrência para a área de estudo é o
tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), classificado como vulnerável. No Brasil, o
tamanduá-bandeira está presente em todos os biomas brasileiros, exceto nos Pampas
(ICMBio, 2018). Entretanto, esta espécie é incomum ou rara nos locais onde ocorre, e
aparentemente precisa de grandes áreas de vida, que incluam fragmentos florestais
(MIRANDA et al., 2014). As principais ameaças identificadas para a espécie são incêndios,
perda de habitat e aumento da matriz rodoviária. Além disso, outras ameaças menores são
a caça e envenenamento indireto por inseticidas aplicados para o controle de formigas e
cupins em áreas de plantios e de pecuária (ICMBio/MMA, 2018).
O tatu-canastra (Priodontes maximus), o maior tatu vivente, é categorizado como vulnerável
nas listas de ameaça. A espécie é naturalmente rara, mas está se tornando ainda mais rara
pela alteração e destruição de seu hábitat (ICMBio, 2018). O tatu-canastra é uma das
espécies mais diretamente ameaçadas pela atividade humana. É apreciado como alimento e
muito caçado em sua área de distribuição (ICMBio, 2018). Outros fatores que contribuem
para a rarefação das populações desta espécie, ao longo do território nacional, são o fogo
(SILVEIRA et al., 1999) e os atropelamentos rodoviários (MARINHO FILHO e MEDRI, 2008).
A desconexão de hábitat parecer ser mais evidente para as populações do Cerrado e Mata
Atlântica. Nas áreas do PEMA foi registrado por vestígios de toca e por dados secundários.
Por fim, a anta (Tapirus terrestres) também ameaçada (VU), categoria vulnerável foi
registrada no campo em outubro de 2020 e por dados secundários. Desmatamento e/ou

2.102 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

alteração do habitat, monoculturas, fragmentação do habitat, isolamento, pequenas


populações, baixa conectividade, pecuária extensiva, caça, fogo, atropelamento em
estradas, densidade humana, falta de patrulhamento em áreas protegidas, número e
tamanho de áreas protegidas, mineração, extração de recursos, empreendimentos, são
todas as principais ameaças à espécie (ICMBio/MMA, 2018).
H. Espécies de Interesse Científico e Conservacionista
Todas as espécies registradas no PEMA podem ser consideradas de Interesse Científico e
Conservacionista, uma vez que, os mamíferos de médio e grande porte desempenham um
papel fundamental para a conservação dos ecossistemas terrestres, principalmente os que
estão ameaçados de extinção.
I. Espécies de Interesse Econômico e Cultural
Boa parte dos mamíferos terrestres encontrados no PEMA, incluindo algumas espécies
ameaçadas de extinção, é cinegética. Os carnívoros de médio e grande porte são alvos de
caça, principalmente como retaliação de animais domésticos, e o abate “preventivo” quanto
o abate após o evento de predação (MMA, 2018). Outras espécies silvestres são
perseguidas por serem consideradas pragas agrícolas. Espécies como Hydrochoerus
hydrochaeris e Pecari tajacu são conhecidas por se alimentarem de plantações de milho,
arroz e cana-de-açúcar (FERRAZ et al., 2007), causando danos econômicos. Deste modo,
muitos agricultores caçam essas espécies como forma de evitar destruição em suas
plantações (PETERS et al., 2011).
Por fim, algumas espécies, como Cuniculus paca, Dasyprocta azarae, Mazama sp e Pecari
tajacu, são utilizadas na alimentação local, sendo caçadas para subsistência, ou ainda
comercializadas ilegalmente como carne de caça (PETERS et al., 2011). O aumento da
demanda por carne de caça, em especial a de mamíferos silvestres, tem levado ao aumento
da caça ilegal em todo o Brasil, o que tem afetado severamente diversas espécies da fauna
nativa (FORNAZARI e LONGONI, 2014).
J. Espécies Exóticas e Potencialmente Danosas
Não foi registrada nenhuma espécie exótica nas áreas do PEMA.
K. Áreas Naturais de Destacada Relevância para a Fauna
As áreas do PEMA são de grande importância para a manutenção dos mamíferos de médio
e grande porte, uma vez que foram registradas espécies dependentes de ambientes
florestais e que são ameaçadas de extinção.
L. Pressões Verificadas sobre a Fauna
Assim como para outros grupos, foi observado que não há atenção sobre a circulação de
gado dentro do Parque, as vacas foram avistadas em todas as áreas utilizadas para
amostragem de fauna.
M. Recomendações de Manejo
Devido a importância e relevância do Parque Estadual da Mata Atlântica para o estado de
Goiás, é de suma importância a conscientização e orientação para os vizinhos ao parque,
sobre a conservação da vegetação natural para a manutenção da fauna.
Essas recomendações serão discutidas no item do Programa de Manejo e Conhecimento.
N. Registros Fotográficos
Na Foto 2.20 estão os registros fotográficos realizados em campo.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.103


2 – Diagnóstico Socioambiental

Foto 2.20 - Espécies de Mamíferos de Médio e Grande Porte Amostradas por Observações
Aleatórias Durante Amostragem no PEMA em Outubro de 2020

A B

C D

E F

2.104 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 - Diagnóstico Socioambiental

G H

I J

K L

Legenda: (A) Registros Ocasionais Médios e grandes - Cerdocyon thous - Coordenados: 22K 734186 7981947. (B) Registros
Ocasionais Médios e grandes – Cuniculus paca - Coordenadas: 22K 734115 7981960. (C) Registros Ocasionais Médios e
grandes - Hydrochoerus hydrochaeris 22K 734204 7982465. (D) Registros Ocasionais Médios e grandes - Fezes
Hydrochoerus hydrochaeris - Coordenadas: 22K 734115 7981960. (E) Registros Ocasionais Médios e grandes - Pecari
tajacu - Coordenadas: 22K 734186 7981947. (F) Registros Ocasionais Médios e grandes - Fezes Pecari tajacu -
Coordenadas: 22K 735863 7985554. (G) Registros Ocasionais Médios e grandes – Pecari tajacu - Coordenadas: 22K
735863 7985554. (H) Registros Ocasionais Médios e grandes - Fezes Myrmecophaga tridactyla - Coordenadas: 22K
734401 7983934. (I) Registros Ocasionais Médios e grandes – Puma concolor - Coordenadas: 22K 734266 7981953. (J)
Registros Ocasionais Médios e grandes – Puma concolor - Coordenadas: 22K 734266 7981953. (K) Registros Ocasionais
Médios e grandes – Sapajus libidinosus - Coordenadas: 22K 734152 798307. (L) Registros Ocasionais Médios e grandes –
Toca inativa de Priodontes maximus - Coordenadas: 22K 736181 7983942.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.105


2 – Diagnostico Socioambiental

2.2.3.2.5 - Entomofauna
Os insetos desempenham papel crucial no equilíbrio dos ecossistemas, pois estão
envolvidos na decomposição de matéria orgânica, ciclagem de nutrientes, fluxo de energia,
polinização, dispersão de sementes e atuam na regulação de populações de plantas, de
animais e de outros organismos (LOPES, 2008).
O número de espécies de insetos de um determinado local é o resultado de um equilíbrio
que envolve muitos fatores, entre eles as limitações ecológicas de natureza física, química e
biológica, sendo a vegetação determinante para sua biodiversidade. Reconhecer a
entomofauna de determinados locais é uma tarefa importante para que haja um constante
acompanhamento dos impactos da ação antrópica, pois a riqueza de espécies de insetos
diminui com o aumento do nível de antropização do ambiente (THOMANZINI &
THOMANZINI, 2002).
Nas florestas tropicais, a grande maioria das espécies de insetos é muito susceptível a
processos de extinção, uma vez que ocorre em densidades populacionais muito baixas e
participa de interações ecológicas às vezes muito estreitas e complexas com outras
espécies (AZEVEDO et al., 2011).
Com a listagem que se pôde compilar observa-se uma riqueza muito pequena para a
entomofauna nas imediações do PEMA (Anexo 2.23), muito provavelmente em decorrência
da ausência de informações disponíveis. Ela está representada por 6 Ordens, 15 famílias e
32 espécies, e nenhuma das espécies está ameaçada de extinção. A Ordem predominante
é Diptera, com 15 espécies, seguida de Coleoptera e Hymenoptera (cinco), Lepidoptera
(quatro), Orthoptera (duas) e Dermaptera (uma). As famílias com maior riqueza foram
Culicidae, com 14 espécies, seguida de Formicidae (cinco), e as demais treze famíias estão
representadas por uma espécie cada. Os gêneros com maior riqueza são Aedes, Anofeles e
Culex, com três espécies cada. Os demais gêneros estão representados por apenas uma
espécie e muitos deles estão indeterminados, dada a dificuldade de identificação para o
grupo.
Os insetos da família Culicidae apresentam indivíduos de médio porte, noturnos e
crepusculares. Esses mosquitos podem invadir as casas nas épocas de elevada densidade
populacional. São considerados oportunistas; podendo picar as mais variadas vítimas, de
dia ou à noite (CONSOLI & OLIVEIRA, 1994; FORATTINI, 2002). São vetores potenciais e
representam problemas para os moradores das áreas próximas aos seus criadouros, pois
são geralmente numerosos (CONSOLI & OLIVEIRA, 1994). Os principais culicídeos de
importância médica são os mosquitos dos gêneros: Anopheles, Aedes, Haemagogus, Culex,
Coquillettidia e Sabethes catalogados nos dados secundários e responsáveis pela
transmissão de Malária, Dengue, Febre Amarela, arboviroses e encefalites. Todavia, vale
ressaltar que algumas espécies desses gêneros, vetores secundários de arboviroses, por
exemplo, tem baixa taxa de infecção (POSSAS et al., 2018).
Aedes albopictus, é uma espécie exótica, originado do Sudeste da Ásia, onde é vetor
primário do vírus da dengue, enquanto Aedes aegypti é uma espécie exótica oriunda do
Egito, na África, disseminado por meio de navios que traficavam escravos. Atualmente este
último encontra-se distribuído por quase todo o mundo, principalmente regiões tropicais do
planeta desde o século XVI, transmitindo doenças como a Dengue, Zika e Chikungunya
(FIOCRUZ, 2016). A espécie A. albopictus de importância epidemiológica são de provável
ocorrência para as áreas do PEMA.
A família Psychodidae, também registrada, foi representada por Lutzomyia sp. Nessa família
estão presentes os insetos conhecidos por flebotomíneos que são vetores naturais de
alguns agentes etiológicos de doenças humanas e de animais. As principais doenças
transmitidas pelos flebotomíneos ao homem são as leishmanioses, doenças com diversas
manifestações clínicas, causadas por protozoários flagelados do gênero Leishmania
(ROCHA, 2018).
3.106
2 - Diagnóstico Socioambiental

As formigas (Hymenoptera, Formicidae) desempenham um importante papel nos ciclos


biogeoquímicos e processos ecológicos, enriquecendo o solo com matéria orgânica que
levam para seus ninhos, o que torna sua presença um fator de relevância para manutenção
da fertilidade do solo (WINK et al., 2005). A fauna dos formicídeos são importantes
indicadores de qualidade ambiental, podem ser consideradas pragas agrícolas, exercem
papel como dispersores de sementes, incorporam matéria orgânica na terra, participam do
processo de aeração do solo, entre outros. Como dados secundários foram registrados no
PEMA as espécies: Atta sp (Fabricius, 1804); Pheidole sp (Westwood, 1839); Solenopsis sp
(Westwood, 1840); Ectatomma sp (Smith, 1858); Camponotus sp (Mayr, 1861). De acordo
com RIBAS et al. (2011) as espécies do gênero Atta, Camponotus e Solenopsis (registradas
por dados secundários) são consideradas indicadores de habitats perturbados.
A ordem Coleoptera (Linnaeus, 1758), popularmente conhecida como besouros, é a ordem
mais diversificada da Classe Insecta (LAWRENCE et al., 1999). São considerados de
grande importância ecológica por atuarem em diversos processos ecológicos como
decomposição da matéria orgânica, ciclagem de nutrientes, polinização, dispersão de
sementes e servem de fonte de alimento para muitos animais insetívoros (MORAES e
KÖHLER, 2011). Os dados secundários descrevem quatro morfoespécies das famílias:
Chrysomelidae, Tenebrionidae, Scarabaeidae e Lampyridae. Diversos trabalhos destacam a
importância ecológica dos besouros atuando principalmente em ecossistemas de pastagens,
pois aceleram a decomposição de fezes, além de cavarem túneis que facilitam a circulação
de ar no solo (KOLLER, 1999). Os besouros auxiliam na ciclagem de nutrientes (MACEDO,
1999) e são excelentes controladores de moscas-de-chifres (RODRIGUES, 1989; HONER e
GOMES, 1995). Contudo, os besouros têm sofrido grandes impactos negativos devido ao
uso de inseticidas, o que infelizmente poderá causar danos incalculáveis para esse grupo de
animais e até mesmo para a própria agricultura, que perderá um grande aliado no controle
de pragas e melhoramento das condições do solo (MONÇÃO et al., 2011). Os besouros da
família Scarabaeidae são conhecidos como importantes indicadores de qualidade ambiental
(NISHIWAKI et al. 2017). Os besouros escarabeíneos são sugeridos como importante grupo
indicador de respostas a modificações dentro de áreas de preservação.
A ordem Orthoptera tem como principais representantes insetos conhecidos vulgarmente
como gafanhotos, grilos e esperanças. A ordem Orthoptera possui 40.000 espécies
descritas no mundo (JUNIOR, 2013). Os dados secundários descrevem duas morfoespécies
das famílias Acrididae e Gryllidae. A primeira é a mais numerosa, possuindo até 10.000
espécies descritas e possuem espécies efetivamente causadoras de danos em plantas
cultivadas (MESQUITA et al., 2007).
Esta ordem é reconhecida, principalmente, por sua importância ecológica e econômica. A
importância ecológica é baseada no fato de que são desfolhadores (consumidores
primários) e, por isso, contribuem de forma direta na introdução de matéria orgânica no solo,
também, por comporem a base alimentar de muitos vertebrados (por exemplo, sapos,
lagartos, aves, macacos, etc.) e de invertebrados, principalmente, outros insetos. Por essa
razão, são considerados elementos indispensáveis na cadeia alimentar. A importância
econômica dos ortópteros deve-se ao fato de que algumas espécies são pragas agrícolas
capazes de destruir em curto espaço de tempo, plantações inteiras (JUNIOR, 2013).
Por fim, a ordem Lepidoptera (borboletas) registrou quatro morfoespécies das Famílias:
Hesperiidae; Blastobastidae; Piralidae; Tortricidae. As borboletas têm grande importância
ecológica pois são indicadoras qualidade ambiental, por isso ambientes com alta riqueza
dessas, apresentam elevada riqueza de outros grupos de invertebrados (ARAGUAIA, 2019).
A família Hesperidae, catalogada por dados secundários, podem se comportar como pragas,
e os adultos são nectarívoros, geralmente desempenhando importante papel polinização.
Para certificar a presença da entomofauna nas áreas do Parque seriam necessárias
campanhas de levantamento com técnicas especializadas para cada grupo.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.107


2 – Diagnostico Socioambiental

2.2.3.2.6 - Ictiofauna
A Mata Atlântica é a segunda floresta mais expressiva da América do Sul. Dentre as
principais ameaças à Mata Atlântica, destaca-se a degradação de rios e córregos causada
pela perda de vegetação ripária, além da poluição química e orgânica, represamentos e
introdução de espécies exóticas de animais (GOMIERO & BRAGA, 2006).
A América do Sul possui grande riqueza de espécies de peixes, com valores que variam
bastante, desde 5.000 a 8.000 espécies, o que pode representar 25% da diversidade
ictiofaunística mundial. Somente no Brasil ocorrem 2.587 espécies, composta principalmente
por espécies de pequeno porte (menor que 15 centímetros), e muitas delas vivem em
riachos associados à Mata Atlântica (CASTRO, 1999; MIRANDA, 2012). Estes ambientes
são de grande importância ao contexto da ictiofauna dulcícola sul-americana, em
decorrência do elevado grau de endemismo e abrigando ainda muitas espécies não
descritas (ABILHOA et al., 2011).
A. Composição, Riqueza e Abundância Total de Espécies
Durante as amostragens do Parque Estadual da Mata Atlântica foram registrados 86
espécimes de oito espécies de peixes por registros padronizados, conforme capítulo de
Metodologia (Anexo 2.24). As espécies foram catalogadas em três Ordens (Siluriformes,
Characiformes e Perciformes), sendo a Siluriformes mais representativa tanto em riqueza
como em abundância.
No que diz respeito ao sucesso do esforço amostral dos pontos de coleta no PEMA em
outubro de 2020 foram construídas a curva de acumulação de espécies e uma curva
expondo a estimativa de riqueza de Jack-knife 1. A estimativa de riqueza de espécies a
partir do índice de Jack-knife 1 foi de 11 espécies de peixes. No campo de outubro de 2020
esse grupo contemplou oito espécies registradas com uma diferença de três espécies
estimada pelo índice e o número de peixes catalogados (Figura 2.39). Para confirmar estes
dados seriam necessárias outras campanhas com sazonalidades distintas. Assim, seria
possível verificar se os dados também contemplam as espécies registradas nos dados
secundários que não foram registrados nesse campo de outubro de 2020.

Figura 2.39 - Curva de acumulação de espécies e estimador Jack-knife 1 para a ictiofauna


Durante as Amostragens no PEMA

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Os dados gerados durante as amostragens de outubro de 2020 foram considerados


registros diretos e os demais dados catalogados em estudos próximos ao Parque foram
2 – Diagnostico Socioambiental

ditos como registros indiretos ou secundários. Para composição da Lista de Dados


Secundários da Ictiofauna foram utilizados os seguintes estudos: 1 - Estudo de Impacto
Ambiental da UHE Itumbiara (FURNAS, 2012) e 2 - Estrutura e status de conservação das
comunidades de vertebrados do Parque Estadual da Serra de Caldas Novas - PESCAN
(PENA et al., 2011). A partir disso, esses dados foram submetidos ao Coeficiente de
Jaccard, a fim de avaliar as espécies de peixes que compartilham os dois registros: Direto
(dados primários) e indiretos (secundários). De acordo com o dendograma, na análise de
Similaridade de Jaccard, os registros diretos e indiretos apresentam uma similaridade de
12,5% para esse grupo. Esse valor se justifica devido aos baixos níveis de
compartilhamento das espécies entre os tipos de registros, apresentando muitas espécies
exclusivas de cada registro, principalmente dos dados secundários os quais apresentaram
maior esforço amostral, como por exemplo, o Estudo de Impacto Ambiental da Usina
Hidrelétrica de Itumbiara (FURNAS, 2012) e não apenas de uma campanha como ocorreu
no PEMA (Figura 2.40). Nesta avaliação vale destacar três espécies catalogadas nos dados
primários, de outubro de 2020, que não foram encontradas nos registros indiretos: Astyanax
bimaculatus, Aspidoras pauciradiatus e Aequidens tetramerus. As demais espécies
catalogadas no PEMA (2020) foram comuns aos outros estudos.

Figura 2.40 - Dendograma de Similaridade de Jaccard para os Registros Indiretos (Dados


Secundários) e Registros Diretos (Campo de Outubro de 2020), PEMA

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Na campanha de outubro de 2020 as espécies mais abundantes nos pontos amostrais


foram Hypostomus cf. faveolus e Rhamdia quelen com 21 e 20 espécimes, respectivamente.
(Figura 2.41). Estas foram registradas nos dados secundários também. As espécies menos
representativas com um espécime catalogado foram: Aequidens tetramerus (espécie de
registro novo para a área); Astyanax bimaculatus (espécie de registro novo para a área) e
Hoplias malabaricus.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.109


2 – Diagnostico Socioambiental

Figura 2.41 - Gráfico do Padrão de Abundância das Espécies Registradas para a Ictiofauna
Durante as Amostragens no PEMA

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

B. Diversidade Total
A Tabela 2.16 a seguir apresenta os valores dos índices de diversidade, equitabilidade e
dominância para os peixes obtidos nas áreas de amostragem do PEMA, outubro de 2020.
O índice de diversidade de Shannon foi similar nos pontos P1 e P2, pois a riqueza desses
pontos foi semelhante. Os Pontos 03 e 04 tiveram apenas uma espécie capturada por isso
não tiveram algumas análises. A Equitabilidade foi maior no ponto 02 (0,99). A dominância
foi calculada pelo Índice de Dominância de Berger-Parker e os pontos 03 e 04, por terem
uma única espécie registraram 1 para esse índice. Ao avaliar o índice de Margalef
(2,0<DMg<5,0) conclui-se que a diversidade para esse grupo no PEMA é considerada baixa:
<1,418.

Tabela 2.16 - Síntese dos Valores de Riqueza, Abundância, Dominância, Diversidade


(H) e Equitabilidade (J) Obtidos para a Ictiofauna Durante Campo no
PEMA
ÍNDICES ECOLÓGICOS P1 P2 P3 P4
Riqueza 6 4 1 1
Abundância 34 37 10 5
Diversidade de Shannon (H') 1,352 1,376 0 0
Equitabilidade de Pielou (J) 0,7548 0,9929 0 0
Dominância de Berger-Parker (D) 0,3824 0,2973 1 1
Margalef 1,418 0,8308 0 0
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

A. Espécies Novas e de Relevância Regional


Astyanax bimaculatus, Aspidoras pauciradiatus e Aequidens tetramerus podem ser
considerados registros novos para a área do PEMA, pois não foram encontrados nos
estudos dos dados secundários. Com o acompanhamento de novos levantamentos seria
possível fazer uma conclusão dessas espécies nas áreas como também aquelas que foram
registradas por estudos próximos, dados secundários.

2.110 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 – Diagnostico Socioambiental

B. Espécies Endêmicas e Migratórias


As espécies registradas possuem distribuição abrangente, não apresentando nenhuma
espécie considerada endêmica. Ademais, as espécies reproduzem basicamente nos locais
onde vivem, buscando locais de refúgio como tocas, vegetação aquática densa e
construindo ninhos no substrato do curso d’água. Portanto, também não foram registradas
espécies migratórias para os cursos d água no PEMA.
C. Espécies Ameaçadas de Extinção
As espécies de peixes catalogadas no PEMA são listadas na IUCN (2020) na categoria LC.
Este fato não merece atenção especial e deve ser analisado com parcimônia, pois
geralmente nesta categoria estão inseridas as espécies com ampla distribuição geográfica e
não correm risco de extinção (IUCN, 2020).
D. Espécies de Interesse Científico e Conservacionista
As espécies registradas no PEMA são consideradas de Interesse Científico, uma vez que,
em alguns pontos foram catalogados registros novos para o PEMA e que os ambientes
apesar de sofrerem pressão, pela presença do gado, por exemplo, retratam a importância
da manutenção da ictiofauna presente no local.
E. Espécies de Interesse Econômico e Cultural
Três espécies são consideradas de importância econômica por serem consideradas fontes
de alimento: Hoplias malabaricus (traíra); Astyanax bimaculatus (lambari) e Aequidens
tetramerus (Cará).
F. Espécies Exóticas e Potencialmente Danosas
Não foram catalogadas espécies da ictiofauna exóticas ou potencialmente danosas.
G. Áreas naturais de destacada relevância para a ictiofauna
Apesar de terem sido catalogadas espécies comuns para a ictiofauna e alguns registros
novos para o PEMA (em comparação aos dados secundários), ressalta-se que todas as
áreas são de relevância para o grupo, uma vez que esses ambientes são utilizados como
conservação para os peixes que ali vivem mesmo com as ações antrópicas que foram
detectadas como a presença de gado que utiliza as áreas como bebedouro.
H. Pressões verificadas sobre a ictiofauna
Foram detectadas ações antrópicas relevantes como criação de gado. Ademais, ressalta-se
a importância de cercamento das áreas próximas ao Parque, a fim de evitar que esse gado
continue pastoreando nas áreas e principalmente próximo aos cursos d´água.
I. Recomendações de manejo
Recomenda-se o cuidado com a entrada do gado nas áreas do Parque, pois essa ação
pode desencadear impactos negativos, tais como: ocorrência de compactação do solo,
invasão de espécies exóticas de gramíneas, formação de trilhas de passagem desse gado
os quais acarretariam problemas de carregamento de material particulado (solo) em épocas
de chuva, para dentro dos córregos.
J. Registros Fotográficos
Na Foto 2.21 estão os registros fotográficos realizados em campo. Ressalta-se que as
espécies foram soltas nas áreas de captura, após a realização da biometria. Nenhuma
espécie foi encontrada morta nas redes.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.111


2 – Diagnostico Socioambiental

Foto 2.21 - Espécies de Peixes Amostradas por Observações Aleatórias Durante Amostragem
no PEMA em Outubro de 2020

A B

C D

E F

2.112 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 – Diagnostico Socioambiental

G H

I J

K L

Legenda: Ponto 1 (A) Hypostomus cf. faveolus; (B)Hypostomus sp2; (C) Hypostomus sp3; (D) Rhamdia quelen;
Ponto 2 (E) Rhamdia quelen; (F) Aequidens teramerus; (G) e (H) Aspidoras pauciradiatus; (I) Hypostomus cf.
faveolus; (J) Hypostomus sp2; (K) Hypostomus sp3; (L) Rhamdia quelen.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2.2.4 - Meio Antrópico


A discussão referente ao meio antrópico buscará descrever os principais dados referentes
ao território do PEMA e o município de Água Limpa, analisando seu histórico, demografia,
economia e estrutura.

2.2.4.1 - Histórico de Ocupação da Área de Estudo


O município de Água Limpa está localizado na região sul de Goiás, fronteiriço ao estado de
Minas Gerais e a uma distância aproximada de 200 km da capital Goiânia. De acordo com

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.113


2 – Diagnostico Socioambiental

as informações disponíveis na prefeitura do município, sua história é vinculada à fundação


do povoado de Água Limpa por volta de 1929, associada principalmente a exploração
agrícola na região. Foi elevada a condição de distrito em 1952, sendo subordinado a Caldas
Novas - GO. Em 1955 passa a ser anexado a Marzagão - GO e somente em 1960 é elevado
a município.
O histórico da ocupação da região sul de Goiás é impulsionado principalmente pela
agropecuária com lavradores advinda de Minas Gerais, tendo sua produção voltada ao
abastecimento dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo a partir do século XIX, conforme
sintetiza Oliveira (2008) em análise da ocupação e colonização da região.
A pecuária extensiva e agricultura voltada ao abastecimento local e subsistência são dessa
forma os principais elementos que impulsionam a ocupação do território, apresentando um
crescimento e consolidação dos municípios no final do século XIX e ao longo do XX,
marcado pela ausência de uma legislação fundiária e em um contexto de aumento da
atividade pecuária em detrimento da exploração do ouro.
Água Limpa pertence à Microrregião Meia Ponte com outros 20 municípios, sendo realizado
em 1999 o Zoneamento Ecológico da Microrregião. Nesse documento é destacada, ao
histórico de ocupação do território, a chegada da estrada de ferro no início do século XX
como vetor de expansão regional, e ganhando ainda mais força a partir da década de 70
com a modernização do setor agrícola e a descoberta do potencial produtivo do cerrado
para a plantação de soja.
O Zoneamento elenca ainda quatro polos principais de cidades para a Microrregião:
Itumbiara, Goiatuba, Goiânia e Caldas Novas, sendo Água Limpa incluída dentro da zona de
influência de Caldas Novas. Existem no município boas condições de acesso por estradas
pela GO-309, que faz ligação com Buriti Alegre a Oeste e a Marzagão a Leste, além da GO-
147 com conexão a GO-490 e posteriormente a BR-153.
O Parque Estadual da Mata Atlântica (PEMA) foi criado pelo Decreto nº 6.442 de 12 de abril
de 2006. Entre os objetivos de sua criação está a preservação dos resquícios de formação
vegetal da Mata Atlântica, garantindo a proteção das nascentes, mananciais, fauna e flora,
assim como controlar a ocupação do solo da região. Permite-se conciliar a proteção dos
fatores citados com a utilização da área para fins científicos, técnicos, econômicos e sociais.
Como informado no decreto, o PEMA possui área de 938,3528 hectares e está localizado à
margem direita do rio Paranaíba. É administrado pela Secretaria de Estado de Meio
Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.
De acordo com o Decreto de criação do PEMA, Decreto n° 6.442/2006, determina-se que as
áreas particulares presentes nos limites do Parque sejam desapropriadas em virtude do
interesse social na área. Além disso, o desenvolvimento das atividades e obras deve estar
voltado à proteção dos recursos naturais e garantia da integridade do local.
Ressalta-se também a responsabilidade em assegurar condições e meios necessários para
as populações tradicionais, que porventura residem na área delimitada do Parque, de forma
a satisfazer suas necessidades materiais, sociais e culturais.

2.2.4.2 - Patrimônio Histórico, Ocupação Humana e Populações Residentes


Atualmente não foram catalogados pelo IPHAN/CONDEPHAAT sítios arqueológicos, ruínas
ou manifestações culturais no município de Água Limpa. No entanto, considerando a
microrregião Meia Ponte à qual está localizado, algumas práticas foram identificadas.
Observa-se que grande parte das festividades realizadas na região é de caráter religioso,
como por exemplo, a festa em Louvor a Nossa Senhora da Abadia, celebrada no município
de Piracanjuba, caracterizada como o acontecimento social mais marcante da cidade. Além
das celebrações religiosas realizadas, ocorrem também shows e venda de mercadorias em
barracas (GUIMARÃES, 2019).

2.114 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 – Diagnostico Socioambiental

Segundo os comunitários de Água Limpa, as únicas festas citadas como tradicionais que
ocorrem anualmente são as festas da igreja católica local, a festa do Divino Pai Eterno que
ocorre no mês de maio e a festa de arrecadação de fundos para o Hospital do Câncer de
Barretos, que ocorre no mês de novembro. Foi relatado que estas comemorações reúnem
apenas os habitantes do próprio município, sem relação dos municípios vizinhos.
Além disso, os comunitários também informaram que em anos anteriores ocorreram festas
de peão, do folclore, festa junina, entretanto nenhuma delas entrou para o calendário de
festas do município.
Em relação à presença de comunidades tradicionais na microrregião Meia Ponte, a
Fundação Palmares (2020) - responsável pela emissão de certidão às comunidades
quilombolas e pela preservação de seus valores culturais, históricos, sociais e econômicos -
respaldada pelo § 4º do art. 3º do Decreto nº 4.887, de 20 de Novembro de 2003, reconhece
as comunidades remanescentes de quilombos (CRQ) certificadas da região, dentre elas,
cita-se “Raízes do Congo - Itumbiara”; “Ana Laura - Piracanjuba”; “Boa Nova - Professor
Jamil”; “Nossa Senhora Aparecida - Cromínia” e “Córrego do Inhambú - Cachoeira
Dourada”.
Segundo Jean Santos (2017), há a presença de comunidades oleiras nos municípios de Rio
Quente, Marzagão, Corumbaíba e Caldas novas, todos em proximidade com o município de
Água Limpa. A arte oleira é considerada um símbolo que mantem viva a tradição popular da
utilização do barro na constituição da identidade cultural da população, garantindo assim a
conservação das histórias de vida dos artesãos, suas memórias e saberes. O
reconhecimento desse patrimônio cultural artesanal é importante, pois favorece também a
construção da paisagem cultural e turística da região.

2.2.4.3 - Uso e Ocupação do Solo


No ano de 2003 o município de Água Limpa tinha ao todo 227 imóveis registrados no
Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SICAR), entretanto no ano de 2010 houve aumento
de 8% de imóveis registrados, passando para 245 (Tabela 2.17). Dividindo por tamanho das
propriedades, nota-se que o crescimento ocorreu nos menores imóveis, 6% de até 180 ha e
25% de 180 a 675 ha. A quantidade de imóveis com maior área (mais que 675 ha) se
manteve a mesma ao longo dos 17 anos.

Tabela 2.17 - Variação da Quantidade de Propriedades no Município de Água Limpa


NÚMERO DE PROPRIEDADES
ANO
2003 2010
Até 180 ha 187 198
De 180 a 675 ha 28 35
Mais que 675 ha 12 12
Total 227 245
Fonte: SICAR (2020).

Dentre os imóveis avaliados no ano de 2020, 81% deles são de até 180 ha, totalizando uma
área de 9.954 ha. Avaliando a Figura 2.42 fica evidente a concentração de terras que existe
na região, onde apenas 5% dos imóveis correspondem a 40% da área cadastrada. Na outra
ponta vemos que 81% da quantidade de imóveis correspondem a apenas 27% da área. A
discrepância mostrada realça a noção da presença de latifúndios, tal qual como no estado
de Goiás e no Brasil, que são caracterizados de tal forma (BORBA, 2018). Na Figura 2.43
estão presentes os imóveis cadastrados no CAR nas imediações do PEMA.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.115


2 – Diagnostico Socioambiental

Figura 2.42 - Comparação entre o Percentual de Imóveis e o Percentual de Área para cada
categoria, em 2020
100%

90% % de Área % de Propriedades


81%
80%

70%

60%

50%
40%
40%
33%
30% 27%
20% 14%
10% 5%

0%
Até 180 ha de 180 a 675 ha mais de 675 ha

Fonte: SICAR (2020).

Figura 2.43 - 0 Mapa com os Imóveis e Reserva Legal Registrados no CAR

Fonte: SICAR (2020).

2.116 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 – Diagnostico Socioambiental

A presença de latifúndios na região pode estar interligada com uma ação expressiva do
agronegócio, por meio da agricultura e da pecuária. Essa distribuição de terras pode
evidenciar uma propensão econômica para tais atividades, que podem ser confirmadas pelo
Valor Adicionado Bruto (VAB) de cada setor econômico.
Por outro lado, a presença de latifúndios produtivos também pode causar um impacto
ambiental, pela exploração contínua com uma única cultura (no caso da agricultura) ou pelo
desmatamento de extensas áreas para pastagens (no caso da pecuária). De qualquer
forma, a presença de latifúndios gera impacto ambiental ou desigualdade social (BORBA,
2018).
Considerando os usos e ocupações do solo, na Foto 2.22 é possível observar áreas, dentro
do PEMA, em que há uma vegetação rasteira em locais mais planos e também em regiões
mais montanhosas.
Além das vegetações rasteiras é possível observar algumas construções e estradas ao
longo do PEMA, bem como foi encontrado pequenos rebanhos de animais. Essas
vegetações são também caracterizadas como regiões de pastagens. Ademais, observa-se
um terreno acidentado com algumas elevações. Na Foto 2.23 já é possível ver regiões com
um adensamento de vegetação maior, especialmente de maior porte.
A presença de pequenos riachos e lagos no interior do Parque Estadual são comuns,
inclusive nas regiões em que a vegetação é maior e densa. Além do mais, toda a área leste
do Parque Estadual, como citado anteriormente, é banhada pelo rio Corumbá, que em sua
foz tem uma vazão de 158,56 m3/s (considerando a vazão Q95%) (PRH PARANAÍBA, 2013).
Obviamente que esse volume de água influencia na dinâmica dos recursos hídricos
pertencentes ao PEMA, logo pode-se deduzir que em períodos de maior água no rio, haja
mais corpos hídricos dentro dos limites do parque.
Logo se constata a presença de algumas regiões ainda preservadas, as quais impossibilitam
a utilização para outros fins que não seja a preservação. Por mais que haja estradas e
algumas poucas atividades humanas, ainda assim encontram-se áreas preservadas e de
difícil acesso. Na Foto 2.24 estão presentes alguns registros de recursos hídricos no interior
do Parque Estadual, além do rio Corumbá que faz fronteira com a área da UC.

Foto 2.22 - Caracterização de Áreas com Vegetação Rasteira, em Terrenos Planos e


Montanhosos

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.117


2 – Diagnostico Socioambiental

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2019).

Foto 2.23 - Caracterização de Áreas com Vegetação de Maior Porte

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2019).

2.118 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 – Diagnostico Socioambiental

Foto 2.24 - Caracterização de Corpos Hídricos no Interior do Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2019).

Na Foto 2.25 é possível notar alguns pontos que tenham problemas com erosão, entretanto
são poucas as regiões que apresentaram esse tipo de situação. É importante ressaltar as
erosões, pois na maioria dos casos elas são advindas de atividades humanas, como da
agricultura e da pecuária. Essas atividades podem causar o enfraquecimento do solo e
compactação do mesmo, afetando a sua estrutura e causando a degradação do solo.

Foto 2.25 - Áreas Degradadas dentro do Parque Estadual da Mata Atlântica

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.119


2 – Diagnostico Socioambiental

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2019).

Como é possível observar na Foto 2.25, as áreas degradadas também estão atreladas às
estradas que percorrem o interior do parque, assim como as áreas utilizadas para a principal
atividade econômica do entorno, a pecuária. Por fim, a Figura 2.44 traz o mapa do uso e
ocupação do solo na região do PEMA e da sua zona de amortecimento, também presente
no Anexo 2.25.

Figura 2.44 - Uso e Ocupação do Solo no Parque Estadual da Mata Atlântica e na Zona de
Amortecimento

Fonte: IBGE (2019).

Em síntese, como é visto no mapa, a maior parte da região do PEMA se encontra


preservada, sendo composta basicamente por vegetação nativa. Nas fotos ainda se vê
poucas partes urbanas e de recursos hídricos, inclusive com restritas áreas de agricultura.
Expandindo a análise para a área de amortecimento, são encontradas zonas maiores de

2.120 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 – Diagnostico Socioambiental

água e pastagens. Todos os dados referentes as áreas cada uso do solo estão na Tabela
2.18, tanto para a zona de amortecimento quanto para o PEMA.

Tabela 2.18 - Dados das Áreas da Zona de Amortecimento e do Parque Estadual da


Mata Atlântica, perante o Uso do Solo
ZONA DE AMORTECIMENTO PEMA
Área (ha) % Área (ha) %
Área Antropizada 30,15 0,99% 2,56 0,27%
Área de Inundação da Represa 195,67 6,42% 4,18 0,45%
Banhado 12,25 0,40% 2,61 0,28%
Edificação 2,48 0,08% 0,41 0,04%
Vegetação Nativa 1439,71 47,27% 852,99 90,90%
Massa D'água 68,80 2,26% 0,39 0,04%
Pecuária (Pastagens) 1296,73 42,57% 75,21 8,02%
Total 3045,79 100% 938,35 100%
Fonte: IBGE (2019).

Comparando os dados, nota-se que na Zona de Amortecimento há uma divisão mais


explícita entre as áreas de florestas (47%) e pecuária (43%), sendo estes os principais usos
nesta área. Já o PEMA tem quase a totalidade do seu território coberto por florestas (91%),
mostrando uma área significativamente preservada, sem interferências antrópicas. Esses
dados apenas confirmam o que foi observado nas fotos de campo, uma extensa área
preservada e com potencial ecológico grande.

2.2.4.4 - Dinâmica Demográfica


O Parque Estadual da Mata Atlântica (PEMA) está localizado na cidade de Água Limpa,
estado de Goiás. Os dados referentes à população residente nas diferentes esferas
administrativas estão presentes na Tabela 2.19.
Analisando os dados da escala macro para a micro, o estado de Goiás tem
aproximadamente 3% da população nacional, enquanto Água Limpa representa apenas
0,03% da população goiana. No PEMA não há moradores. Esses números ajudam a ilustrar
o tamanho, em termos populacionais, que a região do PEMA tem para toda a região em que
está inserido.
Além disso, o Parque Estadual é caracterizado como somente rural, pois a sua área está
integralmente em apenas um setor censitário, o qual é considerando rural. A área do parque
representa apenas 2% da área do município de Água Limpa e este é 0,13% da área do
estado.

Tabela 2.19 - Dados Populacionais das Unidades Administrativas Pertencentes à


Região Analisada

BRASIL GOIÁS ÁGUA LIMPA PEMA

População
190.755.798 6.003.788 2013 -
(2010)
População
210.147.125 7.018.354 1850 -
(2019)
Área
2 8.515.767,05 340.111,41 454,30 9,38
(km )

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.121


2 – Diagnostico Socioambiental

BRASIL GOIÁS ÁGUA LIMPA PEMA

Densidade Demográfica
2 22,40 17,65 4,43 -
(hab/km )

Pessoas na Área Rural 29.821.151 572.845 585 -

Pessoas na Área Urbana 160.934.647 5.396.747 1422 -

Taxa de urbanização
84 90 71 -
(%)
Área Rural
2 8.389.863,25 335.825,56 451,88 9,38
(km )
Área Urbana
2 125.903,80 4.285,85 0,97 -
(km )
Densidade Demográfica
2 3,55 1,71 1,29 -
Rural (hab/km )

Densidade Demográfica
2 1.278,24 1.259,20 1.465,98 -
Urbana (hab/km )
Fonte: IBGE (2020).

Comparando os dados da densidade demográfica das diferentes regiões analisadas, tanto o


estado de Goiás como o município de Água Limpa têm valores menores comparando com o
do Brasil, caracterizando regiões com menores adensamentos populacionais. No PEMA não
há população residente, portanto com densidade demográfica nula. Importante ressaltar que
existem propriedades dentro do parque, porém, que não servem como residência.
Fazendo a diferenciação da densidade demográfica em termos de regiões rurais e urbanas,
para a região rural mais uma vez Goiás e Água Limpa tiveram valores inferiores comparados
ao Brasil, aproximadamente 2 vezes menor. Já no setor urbano, o município de Água Limpa
tem uma aglomeração maior de pessoas que o estado e o país (1.465,98, 1.259,20 e
1.278,24 habitantes/km2, respectivamente). O maior adensamento na área urbana de Água
Limpa pode ser reflexo das extensas propriedades rurais que comprimem a área urbana da
cidade, elevando o número de habitantes por espaço.
Um dado importante a ser ressaltado é a taxa de urbanização das unidades territoriais, que
variam de 71 a 90%, sendo o município de Água Limpa com o menor valor (71%) e o estado
de Goiás com o maior valor (90%). Nesse meio está o Brasil com 84% da sua população
nas regiões urbanas. Esses valores ajudam a elucidar as principais características da região
de estudo, mostrando ter uma relação mais intensa com o meio rural, podendo ser
evidenciado nas demais características a serem discutidas posteriormente.
Na Tabela 2.20 estão presentes os dados populacionais referentes aos setores censitários
da cidade de Água Limpa, vale destacar que o setor 520020905000004 é o qual o PEMA
está incluso, apesar de não haver residentes dentro de seus limites.
Dentro dos 4 setores censitários que compõe a cidade de Água Limpa, dois deles são
caracterizados como regiões rurais e os outros dois como regiões urbanas, características
estas que refletem nos dados de densidade demográfica. A densidade demográfica é muito
maior nas regiões urbanas, mais de 1000x, fato também observado quando comparado à
densidade demográfica urbana e rural. Na Figura 2.45 está o mapa da cidade de Água
Limpa, demarcando os setores censitários e a região do PEMA.

2.122 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 – Diagnostico Socioambiental

Tabela 2.20 - Dados por Setor Censitário da Cidade de Água Limpa

Código dos Setores


520020905000001 520020905000002 520020905000003 520020905000004
Censitários
População
778 644 273 312
(2010)
Área
2 0,52 0,46 301,46 150,43
(km )
Densidade
Demográfica 1509,37 1404,60 0,91 2,07
2
(hab/km )
Zona rural, Zona rural,
Área urbanizada Área urbanizada
Situação do Setor exclusive exclusive
de cidade ou vila de cidade ou vila
aglomerado rural aglomerado rural
Fonte: IBGE (2010).

Figura 2.45- Setores Censitários de Água Limpa

Fonte: IBGE (2010).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.123


2 – Diagnostico Socioambiental

Outra forma de estudar as questões populacionais é pelas pirâmides etárias, as quais


retratam condições específicas de sociedades por meio da faixa etária predominante. Na
Figura 2.46 estão presentes as pirâmides etárias do Brasil, de Goiás e de Água Limpa,
como uma forma de comparar as características das diferentes regiões. As pirâmides de
Goiás e do Brasil são muito semelhantes, indicando uma população ativa elevada, porém
com uma tendência de envelhecimento. Essa perspectiva é amparada pela base da
pirâmide estreita, o que indica poucos nascimentos e uma baixa taxa de reposição da
população economicamente ativa.

Figura 2.46 - Pirâmide Etária do Brasil, do Estado de Goiás e do Município de Água Limpa
BRASIL GOIÁS
> 100 anos Mulheres
Mulheres > 100 anos
95 anos 95 anos Homens
90 anos Homens 90 anos
85 anos 85 anos
80 anos 80 anos
75 anos 75 anos
70 anos 70 anos
65 anos 65 anos
60 anos 60 anos
55 anos 55 anos
50 anos 50 anos
45 anos 45 anos
40 anos 40 anos
35 anos 35 anos
30 anos 30 anos
25 anos 25 anos
20 anos 20 anos
15 anos 15 anos
10 anos 10 anos
5 anos 5 anos
< 1 ano < 1 ano
1,50% 1,00% 0,50% 0,00% 0,50% 1,00% 1,50% 1,50% 1,00% 0,50% 0,00% 0,50% 1,00% 1,50%

ÁGUA LIMPA
96 anos Mulheres
90 anos Homens
84 anos
78 anos
72 anos
66 anos
60 anos
54 anos
48 anos
42 anos
36 anos
30 anos
24 anos
18 anos
12 anos
6 anos
< 1 ano
1,50% 1,00% 0,50% 0,00% 0,50% 1,00% 1,50%

Fonte: IBGE (2010).

Um dos reflexos do envelhecimento da população é a sobrecarga nos serviços de saúde e


seguridade social, que são mais utilizados pelas pessoas idosas. Em Água Limpa a situação
é um pouco diferenciada, pois ainda é possível observar uma quantidade elevada,
comparativamente com as outras faixas etárias, de pessoas com até 12 anos de idade.
Entretanto, ainda assim, fica evidente a maior percentual de pessoas na faixa dos 20 aos 40
anos.
Municípios menores, como Água Limpa, normalmente tem em suas estruturas econômicas a
influência dos repasses governamentais, tais como programas assistenciais e de seguridade
social. Muito disso se dá pela falta de setores industriais desenvolvidos, que são os
principais responsáveis por geração de renda. Logo, setores como agropecuário e de
serviços são sobrecarregados e inchados, com a existência de trabalho informal e mal
remunerado. Por esses motivos, os repasses governamentais são importantes para a
população local.

2.124 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 – Diagnostico Socioambiental

Com base nas características que o município de Água Limpa apresentou em sua pirâmide
etária, na Figura 2.47 faz a distinção entre a área rural e urbana do município e apresenta a
pirâmide etária do setor censitário em que o Parque Estadual da Mata Atlântica está
inserido.

Figura 2.47 - Pirâmide Etária das Regiões Urbanas e Rural do Município de Água Limpa e do
Setor Censitário do Parque Estadual da Mata Atlântica

> 100 anos


URBANO > 100 anos
RURAL
95 anos Mulheres 95 anos Mulheres
90 anos Homens 90 anos
Homens
85 anos 85 anos
80 anos 80 anos
75 anos 75 anos
70 anos 70 anos
65 anos 65 anos
60 anos 60 anos
55 anos 55 anos
50 anos 50 anos
45 anos 45 anos
40 anos 40 anos
35 anos 35 anos
30 anos 30 anos
25 anos 25 anos
20 anos 20 anos
15 anos 15 anos
10 anos 10 anos
5 anos 5 anos
< 1 ano < 1 ano
1,50% 1,00% 0,50% 0,00% 0,50% 1,00% 1,50% 1,50% 1,00% 0,50% 0,00% 0,50% 1,00% 1,50%

98 anos
SETOR CENSITÁRIO DA REGIÃO DO PEMA Mulheres
91 anos Homens
84 anos
77 anos
70 anos
63 anos
56 anos
49 anos
42 anos
35 anos
28 anos
21 anos
14 anos
7 anos
< 1 ano
2,50% 2,00% 1,50% 1,00% 0,50% 0,00% 0,50% 1,00% 1,50% 2,00% 2,50%

Fonte: IBGE (2010).

Os setores urbanos e rurais tiveram pirâmides com desenhos semelhantes, tendo o setor
urbano uma maior densidade de pessoas em cada faixa de idade. Além disso, na região
urbana há uma quantidade maior de pessoas mais velhas, sendo explicada pela facilidade
de acesso a sistemas de saúde.
Olhando para a pirâmide do setor censitário em que o PEMA está inserido, há uma
distribuição menor de pessoas entre as diferentes idades, relacionada com a quantidade
menor de pessoas que moram nesta região. Ainda assim, há concentração mais elevada de
pessoas na faixa dos 30 anos e um destaque para o percentual de idosos que,
proporcionalmente, é mais elevado no setor censitário em que o PEMA está inserido do que
nas demais regiões observadas. Entre homens e mulheres, há mais mulheres na faixa de
idade dos 20 e 30 anos, sendo que 2,19% nos 26 e 29 anos, maior percentual de pessoas
no setor censitário que engloba a região do PEMA. De uma forma geral, este setor
censitário apresenta uma distribuição de pessoas em diferentes faixas etárias, não sendo
caracterizado por somente um nível etário.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.125


2 – Diagnostico Socioambiental

2.2.4.5 - Dinâmica Econômica

2.2.4.5.1 - Produção
O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas em uma determinada região, considerando
a produção de bens e a dinâmica de serviços. Com base nisso, a Tabela 2.21 apresenta os
dados da evolução do PIB para a cidade de Água Limpa, o estado de Goiás e do Brasil.

Tabela 2.21 - Evolução do PIB de Água Limpa, de Goiás e do Brasil ao Longo da


Década
1 2 3
ÁGUA LIMPA GOIÁS BRASIL
2010 28.740 - 3.886
2011 31.997 - 4.376
2012 35.913 - 4.815
2013 41.046 151.010 5.332
2014 46.815 165.015 5.779
2015 45.425 173.632 5.996
2016 43.637 181.760 6.269
2017 44.384 191.899 6.583
1 – Valores vezes 1.000; 2 – Valores vezes 1.000.000; 3 – Valores vezes 1.000.000.000.
Fonte: IBGE (2020).

Comparando os crescimentos do PIB de 2013 a 2017, Água Limpa teve um crescimento de


7%, enquanto o estado de Goiás apresentou um aumento de 27% e por fim 23% no Brasil.
O crescimento apresentado por Água Limpa é inferior ao obtido no estado, indicando uma
economia relativamente mais estagnada ao longo desse período.
Água Limpa apresenta uma participação mínima no valor bruto do PIB de Goiás no ano de
2017 (0,02%) enquanto o estado como um todo contribuiu no mesmo período com 3% do
PIB nacional.
A Figura 2.48 apresenta os dados do PIB do Município excluindo os gastos com imposto e
administração, de forma a apresentar o valor adicionado bruto de cada setor no total do
produto do município.
É possível observar que ao longo dos anos houve um acréscimo no total do produto bruto,
impulsionado principalmente pela agropecuária de forma a atingir seu maior valor nos anos
recentes em 2014.
Porém, a tendência de participação do setor agropecuário, apesar de crescer em valor,
apresenta uma queda relativa ao seu percentual do PIB municipal nos últimos três anos,
crescendo a importância relativa da administração pública. De forma geral os setores
agropecuários, serviços e gastos da administração apresentam valores próximos no valor
adicionado ao PIB no ano de 2017, sendo o setor industrial inexpressivo ao longo de todo o
período.

2.126 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 – Diagnostico Socioambiental

Figura 2.48 - Valor de Produção por Setor no Município de Água Limpa

Valor Adicionado Bruto por Setores (R$)


R$50
Milhões

R$45
Preços Corrente (R$)

R$40
R$35
R$30
R$25
R$20
R$15
R$10
R$5
R$0
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Agropecuária Industrial Serviços Administração Pública

Valor Adicionado Bruto por Setores (%)

2017
2016
2015
2014
2013
2012
2011
2010

0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%

Agropecuária Industrial Serviços Administração Pública

Fonte: IBGE (2020).

2.2.4.5.2 - Empregos
Na esteira da discussão do PIB municipal por setor da economia estão os dados dos
empregos em cada um desses setores. A visão econômica por meio do número de
trabalhadores por setor pode indicar diferentes situações da região, desde o nível de
geração de emprego que cada setor econômico consegue gerar, até a modernização de
cada setor, quando analisado em conjunto com os dados do PIB.
Inicialmente tem-se com um setor moderno aquele que possui uma geração de riqueza alta
com menor aporte de trabalhadores, gerando um lucro superior ao do mercado inserido.
Essa informação ajuda a entender em qual setor de economia estão indo maiores esforços
para o desenvolvimento. Na Figura 2.49 estão os dados do número de empregados para
cada setor econômico em cada município analisado.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.127


2 – Diagnostico Socioambiental

Figura 2.49 - Total de Empregos Registrados no Município de Água Limpa

Empregos
500

400
Pessoas

300

200

100

0
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018
Extrativa mineral Indústria de transformação
Construção Civil Comércio
Serviços Administração Pública
Agropecuária, extração vegetal, caça e pesca

Fonte: RAIS (2020).

Administração Pública é responsável pelo maior número de empregados em todos os anos


analisados, com exceção de 2016, onde não consta na base de dados da RAIS essa
informação. Outra questão que se deve ter em mente é que os dados apresentados são
baseados na Relação Anual de Informações Sociais, ou seja, são dados oficiais do governo
federal e contabilizam apenas empregos formais.
Em muitos dos municípios no interior do Brasil, a informalidade é muito alta, sendo até maior
que o número de empregados com registro na carteira de trabalho. Portanto, em muitos
cenários analisados pode haver a distorção da informalidade, especialmente no setor de
serviços e agropecuário.
Na Figura 2.50 é apresentada a população efetivamente ocupada no município de Água
Limpa, sendo possível observar uma relativa estabilidade de 2014 a 2017 no total de
população empregada no município.

Figura 2.50 - População Ocupada no Município de Água Limpa

100%

80%
Percentual (%)

60%

40%

20%

0%
2014 2015 2016 2017
Fonte: RAIS (2020).

2.2.4.5.3 - Atividades Econômicas


Como observado nos dados anteriores, a agropecuária é um dos setores mais importantes
para o município, não só pela geração de valor, mas também pela geração de empregos
para a população local. Portanto, a Agropecuária tem um papel fundamental para toda a
dinâmica da região e a sua diversificação baseada na agricultura e na pecuária.
A produção pecuária é uma matriz importante para o desenvolvimento econômico do
município. Na Figura 2.51 estão presentes os dados da quantidade de cabeças que são
produzidas em cada rebanho. Os tamanhos dos rebanhos na cidade variaram pouco ao

2.128 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 – Diagnostico Socioambiental

longo da década, sendo predominante a produção de bovinos, especialmente para corte,


com cerca de 80% ao longo dos anos. Na sequência, a produção de galináceos tem uma
representatividade de 15%, aproximadamente.
Referente à produção de produtos de origem animal é fornecido o dado de duas séries
específicas, produção de leite e criação de galinhas. Para a primeira o dado obtido mostra
uma curva crescente até o ano de 2014, onde atinge 25 milhões de litro e uma abrupta
queda nos anos seguintes junto com o valor da produção. Essa situação é diferente no que
refere à criação de galinhas, onde mantem um valor constante até o ano de 2013, quando
diminui abruptamente seus níveis de produção.

Figura 2.51 - Produção Pecuária no Município de Água Limpa

90
Milhares

80

70
Rebanhos (cabeças)

60

50

40

30

20

10

0
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018

Bovinos Bubalinos Caprinos Equino Galináceo Suíno

30 R$ 25 8 R$ 350
Milhões

Valor da Produção (R$) Milhões

Milhares

Milhares
7 R$ 300
25
R$ 20
6
R$ 250
20

Valor da Produção (R$)


R$ 15 5
Leite de vaca (L)

R$ 200
15
4
R$ 10 R$ 150
10 3
R$ 100
R$ 5 2
5
1 R$ 50
0 R$ 0
0 R$ 0

Leite de vaca Valor da Produção Galinhas Ovos

Fonte: IBGE (2020).

A produção pecuária é relativamente representativa no município de Água Limpa, atrelada


ao histórico de ocupação do estado. É uma cultura importante ao município. Considerando o
fator ambiental, se deve levar em conta a necessidade de uma grande extensão de terra
que essa atividade requer com pastagens e campos para o gado.
Outro fato de relativa importância para a dinâmica econômica é a produção de culturas
temporárias, essa sendo um dos principais motriz de geração de renda na localidade e se
destacando ao longo do tempo com a produção de diferentes tipos de grãos (Figura 2.52).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.129


2 – Diagnostico Socioambiental

A soja é a cultura de maior destaque nos últimos anos, onde desde 2013 representa o maior
valor de produção entre as culturas temporárias e a maior rentabilidade referente ao valor da
produção, alcançando, em 2018, R$ 461 mil de valor total.
Outra cultura de produção temporária com significativa importância ao município é a do
milho, tendo até o ano de 2013 ocupado a mais significativa quantidade de área plantada e
também representando o maior volume de produção.

Figura 2.52 - Produção e Valor de Culturas Temporárias no Município de Água Limpa

Produção de Culturas Temporárias


500
450
400
Área Plantada (ha)

350
300
250
200
150
100
50
0
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018

Arroz (em casca) Milho (em grão) Soja (em gão) Sorgo (em grão) Cana-de-aúcar

Valor de Produção das Culturas Temporárias


R$1.600
Milhares

R$1.400

R$1.200
Valor da Produção (R$)

R$1.000

R$800

R$600

R$400

R$200

R$0
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018
Arroz (em casca) Milho (em grão) Soja (em gão) Sorgo (em grão) Cana-de-aúcar

Fonte: IBGE (2020).

São encontrados dados ainda, no município, referentes à extração vegetal de lenha e de


lenha de eucalipto, alcançando em 2018 um montante de R$ 895 mil para o município.
Como é apresentada na Figura 2.53, a quantidade produzida de lenha apresenta um grande
crescimento a partir de 2015, atingindo seus maiores valores na série histórica. Não há
dados disponíveis referente à produção de culturas permanentes.

2.130 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 – Diagnostico Socioambiental

Figura 2.53 - Produção e Valor de Extração no Município de Água Limpa

900 R$30

Milhares
800
R$25
700
Quantidade Produzida (m3)

Valor da Produção (R$)


600 R$20
500
R$15
400
300 R$10
200
R$5
100
0 R$0
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018

Lenha Valor da Produção

30.000 R$1.400

Milhares
25.000 R$1.200
Quantidade Produzida (m3)

R$1.000

Valor da Produção (R$)


20.000
R$800
15.000
R$600
10.000
R$400

5.000 R$200

0 R$0
2014 2015 2016 2017 2018

Lenha/Eucalipto Valor da Produção

Fonte: IBGE (2020).

2.2.4.5.4 - Finanças Públicas


Os dados referentes a finanças do município foram obtidos pelo portal Meu Município, com a
disponibilização de indicadores e dados dos municípios brasileiros dos últimos anos. Foram
levantadas, na base de dados, as informações disponíveis dos últimos cinco anos,
apresentadas na Tabela 2.22.
O município tem apresentado um resultado fiscal positivo de 2013 a 2016, entretanto no ano
de 2017 os dados revelam um déficit de -2,37% nas contas públicas referentes a receitas e
despesas. O munícipio, quanto à geração de receita e transferências do governo, apresenta
um baixo valor na capacidade de geração de renda, sendo que a cada R$1 transferido para
o município é gerado cerca de R$0,03 no ano de 2017.
Outro dado relevante dentro do contexto das finanças é o indicador da vinculação da conta
corrente, que demonstra quanto do que é recebido pela prefeitura já se encontra
comprometido para pagamento de dívidas e qual a flexibilidade de gastos do gestor. Em
média nos anos com dados disponíveis essa vinculação esteve em cerca de 30%.
De modo geral o município apresenta em sua estrutura uma baixa vinculação de receitas e
atrelada principalmente às transferências governamentais, estrutura essa comumente
encontrada em municípios de menores portes, ainda que especificamente em Água Limpa a
administração pública não represente a totalidade do PIB. É um setor que exerce grande
influência sobre os resultados da cidade.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.131


2 – Diagnostico Socioambiental

Tabela 2.22 - Dados Financeiros de Água Limpa


ITEM 2013 2014 2016 2017
Receitas R$ 10.180.218 R$ 11.675.505 R$ 15.050.072 R$ 13.535.235
Despesas R$ 9.512.809 R$ 11.605.032 R$ 12.824.022 R$ 13.860.203
Geração de receita própria x
Transferências 0,03 0,04 0,31 0,03
Intergovernamentais
Receita Tributária per capita R$ 155 R$ 198 R$ 1.738 R$ 201
Vinculação da receita corrente 33,44% 31,89% 27,77% 29,80%
Capacidade de poupar 6,43% 3,42% 18,97% 2,15%
Resultado Fiscal 6,56% 0,60% 15,19% -2,37%
Despesa com prest. de serv. per
R$ 4.422 R$ 5.360 R$ 6.075 R$ 6.667
capita
Investimento per capita R$ 196 R$ 329 R$ 306 R$ 310
Endividamento bruto 2,01% 0,18% -0,13% 1,96%
Fonte: Meu Município (2020).

Entre as fontes das receitas dos municípios, uma das principais são os repasses do ICMS
(imposto sobre circulação de mercadorias e prestação de serviços de transporte
interestadual e intermunicipal e comunicação). No estado de Goiás, além do já tradicional
ICMS, vigora desde 2014, por meio da Lei Complementar n°90/11, do Decreto Estadual
8.147/2014 e da Constituição Estadual, o ICMS Ecológico. Esse repasse estadual
corresponde a direcionar até 5% da receita do ICMS do estado para os municípios que
tenham em seus territórios Unidades de Conservação (UC) ou que possuam mananciais
para abastecimento público. No caso da cidade de Água Limpa, no ano de 2019 a mesma
conseguiu um repasse de 1,25%, segundo a SEMAD (2019). Os valores percentuais variam
de acordo com o cumprimento de critérios pré-estabelecidos.
Na Tabela 2.23 estão os valores, em reais, do repasse feito ao município de Água Limpa
desde 2014, ano de início de tal medida (2014). Os dados foram calculados de acordo com
o Índice Ecológico presente nas resoluções da Participação dos Municípios. Esses índices
são publicados no Diário Oficial do Estado, via Secretaria de Estado da Economia.

Tabela 2.23 - Repasses Mensais do ICMS Ecológico para o Município de Água Limpa
2014 2015 2016 2017 2018 2019
Janeiro R$ 75.208,01 R$ 100.466,29 R$ 138.581,12 R$ 173.108,36 R$ 114.504,47 R$ 89.204,98
Fevereiro R$ 81.407,91 R$ 122.803,74 R$ 112.152,55 R$ 114.823,62 R$ 82.717,53 R$ 89.921,27
Março R$ 96.301,89 R$ 165.821,77 R$ 129.613,89 R$ 201.418,00 R$ 92.128,17 R$ 88.238,09
Abril R$ 105.233,55 R$ 109.980,92 R$ 114.471,86 R$ 127.582,19 R$ 90.683,87 R$ 108.741,44
Maio R$ 104.255,95 R$ 120.719,63 R$ 160.728,70 R$ 154.023,87 R$ 97.509,29 R$ 75.090,93
Junho R$ 103.088,27 R$ 173.857,06 R$ 106.110,64 R$ 128.724,81 R$ 74.314,68 R$ 82.439,96
Julho R$ 115.133,78 R$ 109.075,34 R$ 120.761,77 R$ 139.584,07 R$ 123.612,56 R$ 87.434,47
Agosto R$ 90.349,08 R$ 134.166,81 R$ 138.175,86 R$ 155.417,11 R$ 79.354,00 R$ 74.538,23
Setembro R$ 157.881,35 R$ 155.805,75 R$ 127.377,60 R$ 141.016,04 R$ 92.277,15 R$ 62.381,60
Outubro R$ 81.103,05 R$ 127.716,54 R$ 119.205,21 R$ 186.444,66 R$ 112.401,03 R$ 68.778,97
Novembro R$ 111.765,72 R$ 138.786,14 R$ 148.727,64 R$ 127.513,58 R$ 88.757,24 R$ 57.259,36
Dezembro R$ 137.415,01 R$ 162.489,54 R$ 165.238,72 R$ 154.615,69 R$ 130.117,04 R$ 65.047,44
Total R$ 1.259.143,56 R$ 1.621.689,53 R$ 1.581.145,56 R$ 1.804.272,00 R$ 1.178.377,03 R$ 949.076,75
Fonte: SEFAZ (2019); COINDICE (2019).

2.132 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 – Diagnostico Socioambiental

Como pode ser visto nos dados apresentados, os repasses oriundos do ICMS Ecológico
variaram de aproximadamente R$ 950 mil reais a R$ 1,80 milhões de reais. Considerando
as receitas apresentadas, nos anos de 2014, 2016 e 2017 o ICMS Ecológico representou
11%, 11% e 13%, respectivamente, realçando a importância financeira de tal repasse
estadual para as contas do município.

2.2.4.6 - Dinâmica Territorial

2.2.4.6.1 - Infraestrutura de Saneamento Ambiental


Para discutir a infraestrutura de saneamento ambiental existente no município e na região
do PEMA são analisados os dados referentes ao abastecimento de água, coleta de lixo e
esgotamento sanitário com os dados coletados no censo demográfico em 2010.
Os dados analisados foram obtidos com o censo demográfico 2010 comparando o total
obtido para os 734 domicílios registrados no município e para os 99 domicílios que compõe
o setor censitário do Parque, analisando em percentual do total. Referente às formas de
abastecimento de água registradas Água limpa possui 69% do total de domicílios
abastecidos pela rede geral da cidade, enquanto 28% utilizam de poços ou nascentes para
provisionar água (Figura 2.54).

Figura 2.54 - Fonte de Abastecimento de Água no Município de Água Limpa, Setores Rural e
Urbano e do Setor Censitário do PEMA, 2010

Urbano
Água Limpa

Rural

PEMA

0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
Percentual de Atendimento
Poço ou Nascente Chuva Rede Geral Outros

Fonte: IBGE (2010).

Comparando os setores rurais e urbanos a diferença é nítida, pois 97% dos domicílios da
região urbana tem atendimento pela rede geral de abastecimento de água, enquanto na
região rural nenhum domicílio é atendido por esse serviço. As pessoas que residem na área
rural têm 91% do seu abastecimento de água vindo de nascente ou poços de água, seja na
propriedade ou fora dela.
Na mesma linha que os domicílios da região rural, o setor do PEMA tem 88% têm o seu
abastecimento de água via poços ou nascentes, enquanto 12% se utilizam de outros meios,
como águas de rios e lagos. A rede geral de água não atende nenhum dos domicílios que
fazem parte do setor do parque, relacionado principalmente ao fato desses estarem em um
setor rural cuja infraestrutura urbana não é capaz de abarcar.
Fontes de água diferentes da rede geral possuem um maior potencial de apresentarem
elementos patógenos advindo de contaminações do solo ou do corpo hídrico. Nessas fontes
não se encontra testes de parâmetros de qualidade e melhorias na qualidade da água.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.133


2 – Diagnostico Socioambiental

Outro dado que merece especial atenção dentro do contexto de estrutura de saneamento
ambiental é relacionado à destinação do esgoto nos municípios. A ausência de tratamento é
diretamente relacionada à propagação de doenças causadas principalmente por
microrganismos patógenos presentes nos efluentes.
O município de Água Limpa apresenta uma estrutura particularmente deficitária quanto à
destinação do esgoto, com 91% dos domicílios da cidade utilizando de fossa rudimentar e
apenas 6% apresentou uma destinação correta do seu efluente. Comparando os setores
Rural e Urbano do município, a semelhança existe, com ambos tendo aproximadamente
95% dos seus domicílios atendidos por fossa rudimentar (Figura 2.55). A diferença reside na
presença da rede geral coletora no setor urbano (9%) e a ausência no setor rural. Este é
mais um ponto que mostra a diferença de atendimento por serviços públicos entre as
regiões urbanas e rurais no município de Água Limpa.
Dentro do contexto do PEMA esses valores são ainda mais significativos, com quase todos
os domicílios no setor censitário do parque apresentando uma destinação incorreta para os
seus efluentes, seja fossa rudimentar, rios ou sem qualquer tipo de esgotamento.

Figura 2.55 - Esgotamento Sanitário no Município de Água Limpa, Setores Rural e Urbano e do
Setor Censitário do PEMA, 2010

Urbano
Água Limpa

Rural

PEMA

0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
Percentual de Atendimento
Rede Geral Fossa Séptica Fossa Rudimentar Vala Rio, lago ou mar Outro Sem Esgotamento

Fonte: IBGE (2010).

Por fim a discussão da estrutura de saneamento do município leva em conta a destinação


dos resíduos gerados. A falta da coleta do lixo cria um ambiente propício à transmissão de
doenças por animais que podem ser infectados, ou da contaminação do solo e lençóis
freáticos pela produção do chorume, além da comum prática relacionada à queima do lixo,
que produz a liberação de gases tóxicos e propicia situações de queimadas.
Água Limpa apresenta um percentual alto de coleta de lixo, sendo atendidos 72% dos
domicílios pelo serviço de limpeza, enquanto a segunda maior categoria de destino dos
resíduos na cidade é referente ao lixo queimado, onde 21% dos domicílios da cidade
realizam essa prática. Separando os dados entre os setores rurais e urbanos, a diferença é
significativa, sendo 99% do lixo urbano coletado e apenas 3% do lixo rural coleta pelo
serviço de limpeza (Figura 2.56).

2.134 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 – Diagnostico Socioambiental

Figura 2.56 - Destinação do Lixo no Município de Água Limpa, Setores Rural e Urbano e do
Setor Censitário do PEMA, 2010

Urbano
Água Limpa

Rural

PEMA

0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
Percentual de Atendimento

Coletado por Serviço de Limpeza Coletado em Caçamba Enterrado Terrno Baldio Queimado Outro

Fonte: IBGE (2010).

Em contra partida, o setor rural tem 72% do seu lixo queimado e 17% destinado de outra
maneira que não seja as citadas na Figura 2.56. O descaso com o setor rural é visível em
todas as estruturas de serviço público citadas anteriormente, e em relação ao lixo não é
diferente.
Os serviços de limpeza e da coleta de lixo são em sua maioria focados ao atendimento
urbano, de forma que o setor censitário em que o PEMA está apresenta apenas 7% dos
domicílios com coleta de lixo. Neste mesmo setor censitário 64% dos resíduos tem como
destino a queima, situação que coloca em risco a segurança dos moradores e da própria
vegetação. Como podem ser observadas, as características de coleta de lixo no parque são
muito semelhantes com o setor rural do município de Água Limpa.

2.2.4.6.2 - Ocorrências, Infrações Ambientais e Processos de Licenciamento


A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD) em
Goiás divulga, em seus meios eletrônicos, a relação dos municípios goianos que estão
realizando, atualmente, o licenciamento ambiental de atividades de impacto local
estabelecidas na Resolução CEMAM nº 2/2016. O município de Água Limpa não foi
mencionado nessa catalogação, porém, outros de seu entorno e microrregião estão
presentes na lista.
Conforme catalogado nos meios eletrônicos da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e
Desenvolvimento Sustentável (SEMAD) em Goiás, consultou-se o andamento de processos
de infração abertos individualmente. No entanto, os processos não estão sistematizados e
não possuem análises comparativas acerca deste contexto. Dessa forma, não foi possível
identificar situações específicas de infrações catalogadas na região.
Considerando a microrregião Meia Ponte, relatam-se alguns exemplos de ocorrências de
atividades prejudiciais à conservação da área. OHHIRA (2017), por exemplo, discorre em
seu trabalho o registro de infrações no município de Goiatuba e a aplicação de multas em
empreendimentos relacionados ao fomento de queimadas, poluições sonoras e corte de
árvores na área urbana.
Da mesma forma, OLIVEIRA & SOUSA (2017) relatam sobre a degradação do solo e a
tentativa de diagnosticar a causa de uma voçoroca identificada na região de Goiatuba,
propondo também soluções de controle à situação. No local foram identificados entulhos de
materiais de construção, resíduos domiciliares, esgoto e carcaças de animais mortos. Essas
iniciativas comprometem a qualidade do solo, mananciais e lençol freático, indo de encontro

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.135


2 – Diagnostico Socioambiental

com o Art. 54 da Lei nº 9605 de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre os crimes
ambientais. Além disso, foi verificado também extração de madeira em suas bordas. Outro
ponto relatado foi a aproximação das residências com a borda de erosão e a ocorrência de
diversos acidentes.
Apesar da ausência de informações oficiais sobre infrações ambientais na região do PEMA,
notoriamente, grande parte delas tem relação direta ou indireta com a atividade de pastoreio
do gado e com a pesca no reservatório, segundo informações da própria SEMAD (comun.
pess.).
Os desmatamentos realizados na região (a fim de expandir as áreas de pastagens) estão
em evidente desacordo com o regime jurídico especial do território - inserido no bioma mata
atlântica e, por isso - sujeito à aplicação da Lei da Mata Atlântica (Lei nº 11.428, de 22 de
dezembro de 2006).

2.2.4.7 - Matriz Social


Como parte da avaliação social do Parque Estadual da Mata Atlântica foram identificados
alguns atores locais que exercem ou podem exercer influência na dinâmica ambiental, social
e econômica do parque. Na Tabela 2.24 estão presentes os atores que foram contatados e
aceitaram participar do processo de avaliação.

Tabela 2.24 - Listagem de Atores Locais do Parque Estadual da Mata Atlântica

INSTITUIÇÃO DESCRIÇÃO REPRESENTANTE IMPORTÂNCIA CONTATO


Trabalham com diversos
Cooperativa de
Otacílio Aparecido da produtores locais,
COMPLEM produtores de leite (64) 99245-4032
Silva inclusive nas fazendas
e corte de gado
próximas ao PEMA
Secretaria de Larissa Dias da Silva (64) 99236-3533
Educação
Secretaria de Roney Pereira (64) 99254-1097
Administração Rabelo
Secretaria de José Rubens do Principais articuladores (64) 99245-0663
Prefeitura
Controle Interno Prado da prefeitura municipal
Secretaria de Divina Lúcia da Silva (64) 99206-9090
Saúde Kelly Silva (64) 99295-9561
Secretaria do Meio
Ambiente
Principal articuladora das
Funcionária Pública
Ângela de Fátima questões ambientais e
Conselho de Meio Ambiente (64) 99201-7379
Pereira Bispo participante do conselho
da Prefeitura
do PEMA
Responsável pelo
Companhia de abastecimento de água
Alexsander Dias de
SANEAGO Saneamento do do município e (64) 99287-8631
Paiva Matos
Estado de Goiás participante do conselho
do PEMA
Responsável pela
Tem influência direta nas
fiscalização da
Promotor de Rodrigo César Bolleli atividades de fiscalização
área, porta-voz dos (64) 98166-1295
Justiça Faria na região e participante
interesses
do conselho do PEMA
comunitários
Articulador local dentro
Câmara Atual vereador Hudnal Rodrigues da Câmara Municipal e
(64) 99216-5875
Municipal municipal Barbosa participante do conselho
do PEMA
Fazenda que faz
Encarregado pelas
imediação com o parque
Fazenda atividades Enrrique Martins
e de influência direta na (64) 99987-8240
Newton produtivas da Fontes
pressão antrópica no
fazenda
PEMA

2.136 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 – Diagnostico Socioambiental

INSTITUIÇÃO DESCRIÇÃO REPRESENTANTE IMPORTÂNCIA CONTATO


Fazenda que faz
Atual proprietária e
imediação com o parque
Fazenda responsável pelas Galdina Maria
e de influência direta na (64) 99219-6685
Espólio atividades da Cândida
pressão antrópica no
fazenda
PEMA
Presidente do
Parque
Conselho Paula Ericson
Estadual da Chefe da UC do PEMA (64) 99927-6324
Consultivo do Guilherme Tambellini
Mata Atlântica
PEMA
Responsáveis pelo
Pessoas treinadas Vitor Silva Negreiros
combate à incêndios nas
Brigada Aliança para o combate de
imediações e interior do (64) 99243-0791
da Terra incêndios em áreas João Vitor Silva
PEMA e participantes do
florestais Negreiros
conselho do PEMA
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Todos os atores entrevistados mostraram interesse em participar das atividades que


envolvem o parque estadual, exceto pelas duas fazendas (Fazenda Newton e Fazenda
Espólio) que ficam próximas ao limite do PEMA. Ambos apresentaram muitas questões
perante aos limites do Parque Estadual, alegando haver sobreposição de área do parque
com as suas fazendas. Nesse sentido se mostraram contrários às ações e à presença do
parque na região.
Com o resultado das entrevistas foi realizada a metodologia de classificação de “Influência
do Interesse e da Disposição a Cooperar dos atores locais”. Os resultados estão presentes
na Tabela 2.25 e foram plotados no gráfico da Figura 2.57.

Tabela 2.25 - Diretriz Numérica para Classificação dos Atores Locais do Parque
Estadual da Mata Atlântica

NÚMERO INSTITUIÇÃO REPRESENTANTE INFLUÊNCIA INTERESSE DISPOSIÇÃO

1 Prefeitura Equipe de Secretários 4 -3 4

2 Promotor de Justiça Rodrigo Faria 8 2 4


Vitor/João Vitor
3 Brigada de Incêndio 5 0 3
Negreiros
Secretaria do Meio
4 Kelly Silva 8 1 3
Ambiente
Funcionária Pública
5 Angela Bispo 8 3 4
Municipal
6 Vereador Hundal Barbosa 8 0 3

7 SANEAGO Alexsander Matos 8 -1 3

8 COMPLEM Otacílio Silva 1 -3 3

9 Fazenda Newton Enrrique Fontes 4 -4 1

10 Fazenda Espólio Galdina Cândida 1 -4 1

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.137


2 – Diagnostico Socioambiental

Figura 2.57 - Mapeamento dos Atores Locais do Parque Estadual da Mata Atlântica

Atores Locais
10
9
8 7 6 4 2 5
7
6
Influência

5
3
4 9 1
3
2
1 10 8
0
-5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5

Interesse

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

De uma forma geral, metade das instituições avaliadas está disposta a cooperar com a
gestão da UC e outros 3 apresentam disposição em colaborar. Esse é um resultado
interessante que abre oportunidades para diversas frentes de trabalho e atuação da UC.
Entretanto, a contrariedade dos fazendeiros é um ponto a ser observado e tratado com
cuidado, pois são eles os principais responsáveis pela pressão antrópica que o PEMA sofre
atualmente.
Em reunião com os secretários da Educação (Larissa Dias da Silva), da Administração
(Roney Pereira Rabelo), do Controle Interno (José Rubens do Prado) e da Saúde (Divina
Lúcia da Silva), todos em nome da Prefeitura Municipal de Água Limpa, os mesmos
apresentaram disposição para a cooperação na gestão do PEMA. Os secretários
propuseram atuar em frentes de infraestrutura, como na melhoria das estradas que vão até
o Parque Estadual e na colocação de placas de localização do parque, além da maior
integração do parque com as escolas presentes no município. A secretária da educação,
Larissa Dias Silva, afirmou que em anos anteriores já houve passeios de alunos até o
PEMA, com palestras locais sobre a importância da preservação ambiental. Entretanto, os
secretários afirmaram que possuem pouca integração com a gestão do parque atualmente,
tendo como principal canal de comunicação a secretária do meio ambiente Kelly Silva e a
funcionária pública municipal Angela Bispo.
Outro ator local apontado como importante peça para as ações do PEMA foi o promotor de
justiça Rodrigo Faria. O promotor afirmou já atuar na região por meio de fiscalização e
denúncias de atos de infração contra o parque, como invasão de áreas do parque e
incêndios criminosos. Além do mais, o promotor declarou estar aberto a parcerias, desde
atos de fiscalização até com o auxílio de materiais para as ações do parque.
Uma figura importante nas ações do PEMA, especialmente de cunho institucional, é o
vereador Hudnal Barbosa. Em entrevista realizada com o vereador, o mesmo apontou
diversos problemas com a preservação do parque, desde o desmatamento das áreas do
entorno até a dificuldade de torna-lo como um atrativo turístico. Nesse sentido, o vereador
apontou que poderia atuar nas discussões das demandas do parque na câmara municipal,
podendo até conseguir auxílio financeiro para ações.
A SANEAGO, empresa de saneamento básico do estado de Goiás, por meio do seu
representante de Água Limpa, Alexsander Matos, mostrou uma preocupação grande com a
qualidade das nascentes que ficam no entorno do parque. Para o representante, a
preservação as nascentes não só é de interesse municipal, devido à influência direta na

2.138 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


2 – Diagnostico Socioambiental

qualidade da água das residências do município, mas também é importante para a


composição ecológica do PEMA, sendo que alguns dos rios passam pela área do parque e
deságuam na represa do Corumbá. Deste modo, o rapaz disse estar atuando com os
proprietários das fazendas da região para conscientizar da importância de tal atividade para
a comunidade. Ele acredita que poderia atuar em parceria com a gestão do parque para
conseguir materiais para auxiliar no processo de preservação dos rios que ficam no entorno
do PEMA.
A única cooperativa que atua na região de Água Limpa é a Cooperativa Mista dos
Produtores de Leite de Morrinhos (COMPLEM), a qual é responsável por atividades que
envolvem, principalmente, a produção de leite e o corte de carne. A COMPLEM é uma
cooperativa que tem a sua matriz no município de Morrinhos, cerca de 60 km de Água
Limpa, e diversas filiais pelo estado de Goiás, inclusive uma no município de Água Limpa.
Em conversa com o gerente da unidade de Água Limpa, o sr. Otacílio Silva, a cooperativa
se dispôs para atuar na interlocução com os fazendeiros da região para evitar conflitos com
o PEMA, além de parcerias para eventos e outras atividades. Um dos pontos apontados
pelo representante foi a pouca divulgação da presença do PEMA na região e da pouca
relação que a gestão do parque apresenta com as ações da própria cooperativa.
Alguns dos atores locais mais importantes, em termos de proteção ambiental, são os
brigadistas, que foram representados pelas figuras de Victor Silva Negreiros e João Vitor
Silva Negreiros. Ambos reafirmaram a importância da atuação mais extensiva da brigada de
incêndios no parque e em suas proximidades, indicando a necessidade da presença
constante de representantes e de treinamentos nas áreas da UC. Como forma de contribuir
nas ações, eles se colocaram à disposição para ministrar palestras para visitantes sobre os
problemas dos incêndios e até no treinamento e capacitação de voluntários na proteção do
parque contra os incêndios.
Por fim, as entrevistas com as fazendas Newton e Espólio mostraram haver um ponto de
conflito muito intenso na região, especialmente no que diz respeito à área do parque e das
fazendas. Ambos representantes pontuaram a questão das desapropriações como uma
pendência que dificulta o entendimento dos limites e a relação com ações de proteção do
parque. Mesmo com o conflito ainda existente, o Sr. Enrique Fontes disse que, no início do
parque, os conflitos eram maiores e que hoje já ocorre uma relação mais amistosa com a
gestão atual do PEMA. Por outro lado, a Sra. Galdina Cândida disse nunca ter sido
procurada pela gestão e que não tem o menor interesse em cooperar, pois acredita ter sido
profundamente prejudicada pela criação do PEMA.
Com base nas entrevistas e na classificação dos atores locais, foi realizada a categorização
de cada um de acordo com as diretrizes apresentadas na metodologia (Tabela 2.26).
Assim como os dados acima evidenciam, e em entrevista com a chefa da UC, Paula
Tambellini, hoje uma das principais dificuldades da gestão do parque é a falta de recursos
financeiros que auxiliam nas despesas diárias de manutenção e funcionamento das
atividades. Nenhum dos atores entrevistados tem caráter de investidor ou doador de
recursos financeiros, dependendo somente de recursos públicos oriundos do estado de
Goiás, especialmente de ações de compensação ambiental. Inclusive alguns dos
funcionários do PEMA hoje são pagos por ações de compensação ambiental. A escassez de
recurso é um dos pontos de atenção para a melhoria e concretização das ações futuras do
parque estadual.
Como parte interessada Essencial foi categorizada a prefeitura municipal e os fazendeiros,
pois eles têm o principal papel tanto nas questões positivas de divulgação, suporte ao
turismo e preservação, como nas questões negativas de pressão antrópica e baixa
infraestrutura de apoio. Nesse sentido, a relação com esses atores é primordial para a boa
gestão e funcionamento do parque. Como relatado anteriormente, os fazendeiros não
apresentam qualquer motivação para atuar em conjunto com a gestão do PEMA, por isso o
trabalho de conscientização e moderação junto a esses atores é crucial.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.139


2 – Diagnostico Socioambiental

Tabela 2.26 - Categorização Final dos Atores Locais do Parque Estadual da Mata
Atlântica

CATEGORIA DA PARTE
DEFINIÇÃO
INTERESSADA
*Prefeitura Municipal, Vereador Hudnal Barbosa, Promotor de
Prioritário Justiça Rodrigo Faria, SANEAGO, Brigada de Incêndio e
fazendeiros.

Não Prioritário -

Essencial *Prefeitura Municipal e fazendeiros.

Conectores Vereador Hudnal Barbosa e COMPLEM.

COMPLEM, Ângela Bispo, Promotor de Justiça Rodrigo Faria,


Aliados
SANEAGO e Brigada de Incêndio.

Doador -

Investidor -

*Na figura dos seus secretários e da funcionária pública Ângela Bispo.


Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2020).

Como Conectores foram elencados o vereador Hudnal Barbosa e a Cooperativa COMPLEM.


Ambos têm conhecimento e capacidade técnica de atuar em prol da UC para conseguir
outras fontes de financiamento. Além do mais, são atores prioritários com um explícito
interesse em colaborar com as ações do PEMA.
Por último, os Aliados, que são figuras capazes de contribuir com ajuda não monetária,
como conhecimento técnico, força de trabalho e outros. Todos os demais atores se
enquadram nessa categoria, como atores dispostos a contribuir da melhor maneira possível
com seus esforços, exceto pelos fazendeiros.

2.140 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


3 – BASES PARA O
PLANEJAMENTO
3 - BASES PARA O PLANEJAMENTO
O presente item consiste no planejamento, inclui em seu escopo a Análise Integrada da UC
(contemplando a sua Declaração de Significância e as possibilidades de formação de
Corredores Ecológicos para integração da UC com outros remanescentes locais), a
definição dos objetivos específicos do Parque e seu zoneamento. Tais elementos foram
definidos tendo por base o diagnóstico dos meios físico, biótico, antrópico, jurídico e
institucional, destacando-se pressões, ameaças e oportunidades identificadas, as oficinas
participativas de diagnóstico e de planejamento realizadas e os objetivos definidos nos atos
normativos de criação da UC.

3.1 - ANÁLISE INTEGRADA

Com base nas características do meio biótico, físico e socioeconômico do Parque Estadual
da Mata Atlântica e suas áreas de entorno, incluindo suas potencialidades, sua
conectividade com a paisagem regional e suas fragilidades, foi realizada a análise integrada
das informações disponíveis e ordenamento territorial proposto neste Plano de Manejo.

Esta ação tem como objetivo auxiliar a gestão territorial e contempla etapas de análise do
arcabouço legal, levantamentos preliminares, oficinas participativas e construção de
objetivos específicos para o manejo da UC. O PEMA apresenta remanescentes florestais de
notável biodiversidade, com nascentes e cursos d’água associados ao rio Corumbá, em uma
matriz de paisagem com áreas de pastagens e uso agropecuário atual e pretérito. Além
destas características, também foram consideradas informações históricas sobre o uso do
solo na região, a atuação dos principais atores envolvidos e dados sobre a situação
fundiária da UC.

3.2 - DECLARAÇÃO DE SIGNIFICÂNCIA

Embora abrangendo um remanescente de Mata Atlântica, o Parque Estadual da Mata


Atlântica se insere no macro contexto do bioma Cerrado. A principal tipologia vegetacional
da UC consiste em Floresta Estacional, um sistema que, não raro, inclui elementos de
Cerradão em sua constituição florística, sendo por vezes difícil discernir as contribuições de
cada fisionomia na composição da vegetação. Esta condição, entretanto, longe de ser
prejudicial à significância da UC, revela a existência de uma área de tensão ecológica entre
diferentes biomas na área, o que, por definição, implica nas possibilidades de ocorrência de
comunidades biológicas complexas e estruturadas de uma maneira singular. Pela teoria da
Biologia da Conservação, tais áreas apresentam elevada significância ecológica e se
mostram como essenciais para proteção da biodiversidade.

Ao se consistir em um encrave florestal em meio ao Cerrado, ainda, o PEMA também se


configura em um importante local que retrata a história das expansões e retrações do bioma
Atlântico no continente sul-americano. As ilhas de vegetação remanescentes dessa
condição geralmente incluem estoques genéticos particulares de muitas espécies da flora e
da fauna e, eventualmente, abrigam espécies endêmicas. Mesmo que, no âmbito do PEMA,
3 – Bases para o Planejamento

esta condição não tenha ainda sido verificada, é bastante provável a existência de
populações de espécies tipicamente atlânticas em um processo específico de derivação e
isolamento genético natural, o que, por si só, indica a relevância científica da área. Por sua
vez, mesmo em não havendo conhecimento de espécies endêmicas derivadas desse
processo e exclusivas à área, somente a possibilidade da existência de estoques genéticos
particulares já pode definir o PEMA como um local de importância biogeográfica particular,
ampliando a relevância da Unidade de Conservação sob o ponto de vista conservacionista.

Quanto aos aspectos paisagísticos, o PEMA representa um dos maiores remanescentes


florestais da região sudoeste do estado de Goiás. Ao se inserir as margens do reservatório
do rio Corumbá e abrigar a maior porção da microbacia do córrego da Lontra, sua
importância reside na contribuição da proteção de recursos hídricos locais. Além disso, em
sua localização, o PEMA pode funcionar como uma importante fonte de germoplasma para
os processos de recuperação da faixa ciliar do reservatório em questão, denotando assim
serviços ecossistêmicos associados à UC.

Em relação aos aspectos socioeconômicos, por fim, o PEMA apresenta relevância por ser
uma área passível de desenvolvimento de atividades educativas associadas a ecossistemas
naturais, novamente com especial referência a ecossistemas florestais que, no âmbito do
estado de Goiás, é uma fisionomia pouco representativa. Alia-se a isto ainda a importância
da UC na proteção dos recursos hídricos anteriormente explanada. Tais condições permitem
a oferta de serviços para as comunidades locais interessadas em explorar economicamente
a realização de atividades de uso público associadas a tais ambientes, bem como por
instituições de ensino fundamental, médio e superior com atuação regional.

Diante de todas as condições citadas, verifica-se que o PEMA detém significância nos
aspectos conservacionistas, científicos, socioeconômicos e na oferta de serviços
ambientais, sendo uma área que pode gerar modelos de gestão bastante apropriados para a
categoria de UC na região sudoeste do estado de Goiás.

3.3 - ANÁLISE INTEGRADA

A partir dos diagnósticos do meio físico, biótico e socioeconômico, foi realizada a análise
integrada das informações disponíveis e a definição do zoneamento territorial do Parque
Estadual da Mata Atlântica. Esta análise adotou como premissas o alcance dos objetivos
definidos desde a criação do PEMA, bem como observações detalhadas sobre o contexto
local e sobre seu entorno.

Assim, a gestão eficiente do PEMA, seu planejamento estratégico e seu ordenamento


territorial são meios essenciais para garantir a manutenção dos seus serviços
ecossistêmicos, especialmente a proteção dos recursos hídricos (incluindo nascentes,
cursos d’água e toda a paisagem associada ao reservatório do rio Corumbá), a conservação
dos solos, o banco de germoplasma para regeneração florestal das margens dos
reservatórios, de áreas degradadas e para a própria dinâmica florestal, além da proteção e
resiliência dos remanescentes potencialmente submetidos a incêndios florestais.

O Zoneamento do PEMA consiste no ordenamento territorial e ecológico em uma escala de


paisagem e contempla as áreas dentro dos limites da UC bem como a relação com sua
Zona de Amortecimento.

A maior parte do território do PEMA consiste na Zona de Conservação, cobrindo toda a


porção central da UC, de seus limites ao Norte até as margens do rio Corumbá, ao Sul,
somando cerca de 85% de seu território. Esta categorização responde ao principal objetivo
da unidade, voltada à proteção dos habitats e espécies da Floresta Estacional Semidecidual

3.2 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


3 – Bases para o Planejamento

e a manutenção dos processos ecológicos, permite ações de pesquisa científica, educação


e interpretação ambiental.

A área que precisa ser recuperada engloba cerca de 10% do território da UC e se distribui
em três áreas bem definidas e próximas aos seus limites oeste (próximo à sede e ao
Córrego da Bica da Sede), nordeste e leste (próximas ao Córrego da Lontra). A definição
destas áreas se deu em função da necessidade de recuperação de áreas degradadas e da
prevenção a focos de incêndios, influenciados também pelas características da matriz da
paisagem de seu entorno. É uma categorização de caráter provisório, pois tem como
objetivo a restauração das áreas degradadas no momento – uma vez que o manejo cumpra
o objetivo, estas áreas serão incorporadas em outras categorias de caráter permanente.

A área da infraestrutura de apoio, incluindo a sede do PEMA, corresponde à Zona de Uso


Intensivo e abrange pouco mais de 2% da área protegida. Trilhas e principais acessos foram
categorizados como Zona de Uso Extensivo, especialmente na porção oeste do PEMA,
relacionadas diretamente ao acesso à sede administrativa, alojamento e receptivo de
visitantes.

A Zona de Uso Conflitante, que cobre menos de 1% da área total, corresponde às áreas da
Linha de Transmissão de Furnas e sua faixa de servidão, que cortam os limites do PEMA ao
Norte. Por fim, uma pequena estrada que dá acesso a propriedades rurais na porção
nordeste do parque foi categorizada como Zona de Uso Especial, voltada para ações de
fiscalização e manutenção de aceiros próximos aos limites de seu território.

Uma vez que o entorno do PEMA apresenta fragmentos de vegetação nativa relevantes
para a manutenção de serviços ecossistêmicos da região, definiu-se sua Zona de
Amortecimento, além dos limites formais do parque, cobrindo a microbacia do Córrego da
Lontra e os fragmentos florestais significativos ao norte da UC. A correta gestão desta
paisagem permitirá a manutenção e o compartilhamento de benefícios ambientais, sociais e
econômicos oriundos da conservação de solos, da manutenção de recursos hídricos, da
manutenção de germoplasma para recuperação das margens dos reservatórios do rio
Corumbá e para a própria dinâmica florestal - incluindo aqui o fornecimento natural de
sementes para os processos naturais de regeneração florestal, dinâmica de ocupação de
clareiras, diminuição de efeitos de borda, além da oferta de abrigo e alimento para a fauna
local.

3.4 - CORREDORES ECOLÓGICOS

O estabelecimento de conexões entre sistemas naturais, mediante a proteção e/ou


recuperação da vegetação nativa ou mediante o estabelecimento de usos do solo de
pequeno impacto, constitui um mecanismo eficiente para a manutenção dos fluxos gênicos
da flora e da fauna ao longo dos ecossistemas. Tais conexões são capazes de garantir os
processos de dispersão dos organismos ao longo da paisagem e a consequente permuta
genética livre entre os mesmos, condições estas que, em última instância, garantem sua
perpetuação ao longo do tempo.

De maneira ideal, o estabelecimento de conexões entre grandes remanescentes de


vegetação nativa servem-se de diferentes níveis de organização da paisagem, que podem
abranger a inclusão de pequenos fragmentos, de áreas de preservação permanente ou até
mesmo de usos menos intensivos do solo, como pastagens não manejadas, áreas de
agricultura perene ou silvicultura, dentre outros. A ideia essencial de conjunção desses
sistemas consiste na formação de “corredores ecológicos” ao longo da paisagem, de forma
que estes permitam o contato das subpopulações de organismos presentes nos maiores
remanescentes existentes ou, inclusive, nos demais ambientes considerados.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda 3.3


3 – Bases para o Planejamento

O PEMA é circunscrito por outros remanescentes de vegetação nativa em seu entorno, os


quais contemplam sistemas florestais em diferentes níveis de regeneração. Parte desses
remanescentes conformam reservas legais de propriedades rurais ou áreas de preservação
permanente. Entretanto, a ocupação do solo regional não previu, no passado, uma matriz
contínua entre tais remanescentes. Desta forma, e conforme definido no TR deste projeto, é
aqui efetuada uma análise das condições da paisagem em um raio médio (buffer) de 5 km a
partir dos limites do PEMA, definindo-se os principais remanescentes de vegetação nesta
área e efetuando-se a proposição de conexões entre os mesmos. A proposta básica
consiste em ampliar os esforços de conservação da biodiversidade do parque e, também,
das demais áreas naturais ainda presentes na região, garantindo sua sustentabilidade a
longo prazo.

A Figura 3.01 apresenta a distribuição dos principais elementos da paisagem presentes na


área em questão, tendo no PEMA a área nuclear de sistemas florestais. A análise do mapa
indica que o PEMA representa o maior remanescente local. Além do Parque, a região
apresenta um mosaico bastante diversificado de paisagens, com diversos outros fragmentos
em diferentes dimensões e formatos, além de APP dos principais rios e do reservatório. Tais
áreas são essenciais para a conformação de um corredor ecológico local. Há que se
considerar, entretanto, que a APP do reservatório do rio Corumbá (mínimo de 100 metros),
embora não contemple necessariamente ambientes naturais em sua totalidade, deverá ser
objeto de recuperação ambiental para regularização futura.

Pela análise da figura 3.01, pode-se estabelecer os seguintes aspectos inerentes aos
elementos da paisagem:

 A área do PEMA abrange o maior e mais bem conservado sistema florestal local. Os
remanescentes vegetais do Parque abrangem 630,97 ha, equivalentes a 3,92% da
área florestal de planejamento do corredor (ou área do buffer - 16.111,04 ha). Por
esta condição, e também por sua posição central e pelo fato de já contar com os
esforços de proteção, esta área é nuclear no contexto de formação de uma rede de
áreas naturais protegidas (ou corredor ecológico em sentido amplo).

 Os demais maiores conjuntos de fragmentos florestais locais também se configuram


em áreas nucleares de biodiversidade, não obstante possam estar sob pressões
decorrentes do uso antrópico (local ou marginal). Alguns fenômenos, a exemplo dos
efeitos de borda, podem ser mais incidentes nessas áreas, especialmente
considerando que as mesmas também apresentam formatos mais irregulares,
portanto com maior interface com o entorno. Ainda assim, as dimensões de algumas
dessas áreas indicam sua possibilidade de abrigar populações de espécies de
interesse, fortalecendo sua importância conservacionista. Considerando-se os sete
maiores conjuntos de fragmentos locais, tem-se uma área de 1.988,09 ha de
sistemas florestais, equivalentes a 12,34% da área de planejamento do corredor.

 Os pequenos fragmentos de vegetação nativa encontram-se mais pressionados por


fenômenos como efeitos de borda ou, inclusive, por atividades desenvolvidas em seu
interior. Desta forma, não são áreas nucleares por definição. Entretanto, podem
funcionar como áreas de passagem (stepping stones) ou abrigos temporários para
espécies em processo de trânsito entre os principais remanescentes. Desta forma,
mesmo tais áreas (ou uma parcela destas) devem ser objeto de proteção no cenário
local. No caso em questão, as áreas indicadas como stepping stones na Figura 3.02
representam 819,82 ha, equivalentes a 5,09% da área de planejamento do corredor.

3.4 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


3 – Bases para o Planejamento

Figura 3.01 - Área de Entorno do PEMA (Buffer de 5 km) Indicando a Distribuição de


Remanescentes de Vegetação Nativa

Fonte: STCP, 2021

 Por fim, considerando a rica rede de drenagem presentes ao longo da paisagem


local que transpõe ou tangencia os remanescentes em questão, as APP são, por
definição, as áreas de conexões propriamente ditas (microcorredores). A proteção
destas áreas é essencial para o estabelecimento do corredor ecológico local, além
de garantirem a manutenção de recursos hídricos em boa qualidade e a estabilidade
dos solos. Agrega-se a estas a própria APP do reservatório do rio Corumbá, que
funciona como um sistema de estabilidade ambiental do próprio lago, além de
permitir a conectividade de espécies entre as duas margens do mesmo. No total, as
APP selecionadas dos rios e as margens do reservatório totalizam 1.138,27 ha,
equivalentes a 7,06% da área de planejamento do corredor.

A Figura 3.02 apresenta a proposta de formação do corredor ecológico no entorno do


PEMA, considerando o parque como área nuclear central, os maiores remanescentes como
áreas nucleares secundárias (sete conjuntos), os menores fragmentos entre tais áreas como
stepping stones e as APP que os transpõem ou tangenciam como conexões. O somatório
de todas essas áreas perfaz 4.577,15 ha, equivalentes a 28,41% da área de planejamento
do corredor.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda 3.5


3 – Bases para o Planejamento

Figura 3.02 - Distribuição e Caracterização dos Principais Elementos Ambientais Constituintes


para a Proposta de Criação de um Corredor Ecológico no Entorno do PEMA

Fonte: STCP, 2021.

3.5 - PREMISSAS DO PEMA

O Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), Lei n° 9.985/00, em


seu art. 11°, definiu Parque como uma área de posse e domínio públicos, cujo objetivo é a
preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica,
possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de
educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo
ecológico, sendo corroborado pela Lei nº 14.247, de 29 de julho de 2002, que instituiu o
Sistema Estadual de Unidades de Conservação no Estado de Goiás.

A definição de Parque apresentada pelo SNUC e complementada pela legislação goiana


confirma a necessidade da preservação integral da biota, realização de pesquisas
científicas, educação e interpretação ambiental e visitação e recreação. Em se tratando do
PEMA, segundo Art 2° do seu decreto de criação (n° 6.442/06) essa Unidade de
Conservação possui o seguinte objetivo geral: preservar os resquícios de uma formação

3.6 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


3 – Bases para o Planejamento

vegetal do tipo Mata Atlântica, ocorrente na bacia do rio Paranaíba, preservando as


nascentes, os mananciais, a flora e fauna, as belezas cênicas, bem como, controlar a
ocupação do solo da região, permitindo conciliar a proteção da fauna, da flora, e das
belezas naturais com a utilização para fins científicos, econômicos, técnicos e sociais.

3.6 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO PEMA

Tendo como base as diretrizes gerais trazidas pelos objetivos do PEMA, e levando em
consideração as informações obtidas juntos aos diagnósticos temáticos e na Oficina, a
equipe técnica alcançou um consenso em relação aos objetivos específicos da Unidade de
Conservação, conforme seguem:

 Contribuir com a proteção da diversidade biótica integrante de áreas remanescentes


de Mata Atlântica do contexto biogeográfico da bacia do rio Paranaíba, no sudeste
do estado de Goiás.

 Proteger a porção final da bacia do córrego das Lontras, afluente da margem direita
do rio Corumbá, considerado como essencial para a biodiversidade regional e para
oferta hídrica, inclusive às propriedades de entorno.

 Contribuir com a proteção de populações de espécies da flora e da fauna


consideradas como endêmicas, raras e/ou ameaçadas de extinção do bioma da
Mata Atlântica em condição de encrave no Cerrado, com destaque às espécies
vegetais Aspidosperma polyneuron (peroba-rosa), Dipteryx alata (baru), Machaerium
villosum (jacarandá), Erythroxylum deciduum (cocão-decíduo), Apuleia leiocarpa
(garapa) e Cedrela fissilis (cedro); às aves Crax fasciolata (mutum-de-penacho),
Urubitinga coronata (águia-cinzenta), Aratinga auricapillus (jandaia-de-testa-
vermelha) e Amazona aestiva (papagaio-verdadeiro); e aos mamíferos Priodontes
maximus (tatu-canastra), Myrmecophaga tridactyla (tamanduá-bandeira), Sylvilagus
brasiliensis (tapiti), Chrysocyon brachyurus (lobo-guará), Lycalopex vetulus
(raposinha-do-campo), Puma concolor (onça-parda), Lontra longicaudis (lontra),
Tapirus terrestris (anta), Sapajus libidinosus (macaco-prego), Alouatta caraya (bugio)
e Puma yagouaroundi (gato-mourisco).
 Contribuir para geração e disseminação de conhecimento da região por meio do
estímulo à educação ambiental, pesquisa básica e aplicada sobre a fauna e flora
locais, processos ecológicos naturais, restauração ecológica e temas afins.

 Oferecer condições para a promoção de atividades de visitas técnicas, de educação


científica e ambiental, de recreação e lazer em contato com a natureza e de turismo
ecológico direcionadas ao conhecimento e à proteção da diversidade biológica
regional, à proteção de recursos hídricos e à recuperação de áreas degradadas por
uso antrópico.

3.7 - MISSÃO DO PEMA

A missão de uma Unidade de Conservação refere-se à razão pela qual ela existe, ou, em
outras palavras, sua razão de ser. No caso do Parque Estadual da Mata Atlântica a seguinte
missão foi delineada:

Garantir a proteção da Mata Atlântica goiana, em uma zona ecótone, conservando a


diversidade biológica e a manutenção dos serviços ecossistêmicos; promovendo
equilíbrio entre homem e natureza.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda 3.7


3 – Bases para o Planejamento

3.8 - VISÃO DE FUTURO DO PEMA

A Visão de Futuro representa a manifestação de onde o Parque Estadual da Mata Atlântica


deve chegar em longo prazo, seu desígnio a ser alcançado, sendo assim a Visão de Futuro
do PEMA:

Ser um modelo de Parque, referência em ecoturismo, pesquisas técnico-científicas e


educação ambiental; promovendo a interação socioambiental e contribuindo para a
conservação da biodiversidade.

3.8 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


4 - ZONEAMENTO
4 - ZONEAMENTO
O zoneamento constitui um instrumento de ordenamento territorial, usado como recurso
para se atingir melhores resultados no manejo de uma Unidade de Conservação (IBAMA,
2002).
Para atingir satisfatoriamente seu objetivo, o zoneamento deve ser precedido por ampla
análise do território, levando em consideração, para tanto, os conhecimentos levantados por
meio do diagnóstico físico, biótico e socioeconômico, bem como as informações obtidas nas
oficinas participativas de planejamento que ocorreram ao longo do processo de construção
do Plano de Manejo da UC.
Munido dos elementos necessários para definir um ordenamento territorial direcionado ao
atendimento das aptidões e demandas da UC, foi estabelecido um zoneamento com vistas a
disciplinar usos diferenciados para cada zona, levando em consideração os objetivos da
Unidade de Conservação e as particularidades físicas, bióticas e socioeconômicas de cada
uma das áreas.
Importante ressaltar que o zoneamento é um instrumento dinâmico, que demanda
modificações periódicas a partir de novos conhecimentos adquiridos sobre a área. Além
disso, as alterações no Zoneamento também podem decorrer da necessidade verificada ao
longo do processo de gestão da UC, bem como em decorrência dos próprios processos
naturais de restauração ou degradação ambiental que determinadas áreas poderão sofrer.
As modificações, no entanto, não podem perder de vista que o foco central do zoneamento
é orientar a gestão territorial da Unidade de Conservação para o alcance dos seus objetivos
gerais e específicos. Justificada a alteração do zoneamento com base em critérios técnicos
bem definidos, as zonas poderão ser modificadas, recebendo outras definições, com outros
objetivos e formas de manejo.
Em relação ao Parque Estadual da Mata Atlântica, o processo de definição do zoneamento
utilizou critérios de análise para atingir o resultado que é apresentado neste item. Destacam-
se, nesse contexto: a) Legislação ambiental dos níveis Federal, Estadual e Municipal; b)
Diagnóstico socioambiental elaborado para subsidiar o Plano de Manejo; c) Resultado das
Oficinas Participativas de Diagnóstico e de Planejamento e d) Objetivos específicos do
manejo do Parque.
Apreende-se, portanto, que a definição do zoneamento é resultado da consolidação das
propostas dos pesquisadores envolvidos no diagnóstico, das propostas consolidadas e
apresentadas pelos atores sociais presentes nas Oficinas, das sugestões da equipe de
supervisão e, por fim, pela análise técnica empreendida pela equipe da STCP Engenharia
de Projetos Ltda. e da SEMAD.

4.1 - NORMAS GERAIS DO PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA


Tendo em vista as características físicas e biológicas do PEMA, bem como as diretrizes de
gestão dessa categoria de manejo, ficam estabelecidas as seguintes normas gerais para a
Unidade de Conservação:
1. Todos os funcionários do PEMA, no exercício de suas atividades, deverão estar
devidamente uniformizados e identificados.
4 - Zoneamento

2. Os horários de visitação da UC serão definidos pela administração do PEMA, que os


divulgará amplamente.
3. O monitoramento/fiscalização do PEMA deverá ser permanente e sistemática em todas
as zonas, podendo contar com o apoio de outras instituições competentes no âmbito da
fiscalização ambiental.
4. O Parque deve ser cercado em todo seu limite, mesmo em áreas ainda não
indenizadas.
5. Os funcionários, pesquisadores e visitantes do PEMA deverão tomar conhecimento das
normas de conduta, bem como receber instruções específicas quanto aos
procedimentos de proteção e segurança.
6. O acesso ao PEMA se dará mediante a realização de um cadastro de identificação dos
visitantes.
7. É proibida a caça, a pesca e a retirada de plantas, lenha e madeira em toda a extensão
do PEMA.
8. É vedado, no PEMA, o exercício de quaisquer atividades que impliquem na ameaça de
espécies raras da biota, de manchas de vegetação nativa e de nascentes de cursos
d’água na região.
9. As pesquisas científicas, com ou sem coleta de material, devem seguir as normas legais
vigentes, devendo todas ser autorizadas pelo órgão gestor da UC.
10. O fogo poderá ser utilizado somente no combate a incêndios (devido à sensibilidade da
vegetação), quando for verificada a necessidade e autorizada a prática pelo
gestor/chefe da unidade. Nos locais especificamente destinados a acampamentos, o
fogo é permitido desde que em estruturas apropriadas, como por exemplo fogareiros.
11. . É proibido o ingresso no PEMA de pessoas portando armas, fogos de artifício,
materiais ou instrumentos destinados à caça, pesca e exploração de produtos ou
subprodutos florestais, bem como qualquer outro material/produto que possa ser
prejudicial à flora e à fauna, exceto nas seguintes situações:
11.1 Atividades inerentes à gestão da área;
11.2 Pesquisa científica e outros casos autorizados pelo órgão gestor da UC.
12. A introdução ou reintrodução de espécies nativas da fauna e flora no PEMA somente
serão permitidas quando autorizadas pelo órgão gestor, desde que tecnicamente
justificada.
13. É proibida a introdução de espécies exóticas dentro dos limites do PEMA.
14. É proibido o ingresso e a permanência no PEMA de animais domésticos, com exceção
dos casos previstos em lei.
15. As espécies exóticas e invasoras encontradas no interior do PEMA deverão ser
erradicadas, quando possível e, dependendo do caso, precedida de estudos
específicos.
16. Os recursos hídricos do PEMA, subterrâneos ou superficiais, não podem ser explorados
ou alterados por meio de poços, represamentos, barramentos, canalizações, tubulações
ou outras formas de captação de água, com exceção daqueles de interesse para sua
gestão e manejo.
17. A instalação de placas ou quaisquer outras formas de comunicação visual ou de
publicidade e propaganda deverão manter relação direta com as atividades de gestão
ou com os objetivos da UC.
18. As placas da UC deverão seguir o estabelecido pelo órgão gestor do PEMA.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


4.2
4 - Zoneamento

19. Fica restringida à Zona de Uso Intensivo, no PEMA, a utilização de áreas para
disposição final e tratamento de efluentes sanitários e resíduos sólidos, sendo que os
dispositivos deverão prever mecanismos de gestão de condições que não impliquem
risco de poluição do solo e das águas superficiais e subterrâneas.
20. É proibido retirar, mover ou danificar qualquer objeto, peça, construção e vestígio do
patrimônio cultural, histórico e arqueológico que venha a ser encontrado na UC, exceto
para fins de pesquisa ou resgate do material, que estarão condicionadas ao
atendimento das normativas exigidas pelos órgãos responsáveis, devendo ser
previamente autorizadas pelas instituições correspondentes.
21. É proibida a abertura de novas trilhas ou alterar as existentes, salvo em casos
excepcionais de interesse da UC, mediante autorização prévia do órgão gestor e após
avaliações específicas que demonstrem a pertinência da alteração.
22. Não será permitido som alto, buzinas ou outros tipos de poluição sonora no interior do
PEMA que possam causar perturbação à fauna.
23. É proibida a retirada de recursos minerais no PEMA, como pedras, cristais e cascalhos,
salvo nos casos autorizados de interesse de gestão da UC e em pesquisas e estudos
científicos devidamente autorizados.
24. As atividades permitidas de uso público devem respeitar a categoria de manejo
podendo abranger fins educacionais e/ou científicos, ou também atividades de
recreação em contato com a natureza, lazer e de turismo ecológico de baixo impacto.
25. Acampamentos são permitidos no interior do PEMA, com autorização prévia,
respeitando-se as indicações de local e recomendações de manejo da UC. Nesses
locais é proibido o uso de recipientes de vidro.
26. Fica proibido o consumo de bebidas alcoólicas no interior do PEMA.
27. Fumar fica permitido apenas em locais abertos e devidamente demarcados pelos
gestores da UC na Zona de Uso Intensivo.
28. O uso de imagens do PEMA, dos bens ambientais nela incluídos e do seu patrimônio,
bem como a elaboração de produtos, subprodutos e serviços obtidos ou desenvolvidos
a partir dos recursos naturais, biológicos, cênicos, culturais ou da exploração da
imagem da Unidade de Conservação, devem obedecer a normativas específicas do
órgão gestor da UC.
29. São vedadas no PEMA quaisquer alterações, atividades ou modalidades de utilização
que estejam em desacordo com os seus objetivos, Plano de Manejo e os seus
regulamentos.
Adicionalmente, o uso do lago para recreação deverá ser acordado com a instituição
responsável pela operação e gestão do Reservatório de Corumbá.

4.2 - ZONEAMENTO DO PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA


A proposta de ordenamento territorial definiu, além do zoneamento em si, os objetivos
básicos para que cenários desfavoráveis sejam revertidos e cenários desejáveis sejam
concretizados no âmbito da Unidade de Conservação como um todo. Nessa caracterização,
o zoneamento foi elaborado com a definição, descrição e delimitação de cada
compartimento ou zona do PEMA, seus objetivos gerais e específicos, bem como suas
diretrizes de uso, compatíveis com as atividades permitidas, restrições e recomendações.
A principal premissa adotada para a elaboração do zoneamento é que o PEMA constitui
uma Unidade de Conservação de Proteção Integral, na qual apenas atividades de “uso

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


4.3
4 - Zoneamento

indireto”1 dos seus atributos naturais são permitidas, garantindo, dessa forma, a manutenção
dos ecossistemas livres de alterações causadas por interferência humana.
Na Tabela 4.01, na Figura 4.01 e Anexo 4.01 são apresentadas as zonas definidas para o
PEMA e as respectivas áreas que as mesmas abrangem. As descrições e atributos, bem
como as propostas de normas específicas para cada zona da UC, passam a ser
discriminadas individualmente.

Tabela 4.01 - Zonas Definidas para o PEMA - Áreas Totais e Percentuais

ZONAS ÁREA (ha) ÁREA (%)

Zona de Conservação 792,96 84,51%

Zona de Uso Divergente 98,65 10,51%

Zona de Uso Intensivo 15,53 1.66%

Zona de Uso Extensivo 26,82 2,86%

Zona de Uso Conflitante 3,83 0,41%

Zona de Uso Especial 0,56 0,06%

TOTAL 938,35 100%

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

1
De acordo com o artigo 2º, inciso X, uso indireto é aquele que não envolve consumo, coleta, dano ou destruição dos recursos
naturais.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


4.4
4 - Zoneamento

Figura 4.01 - Zoneamento do Parque Estadual da Mata Atlântica

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

4.2.1 - Zona de Conservação (ZC)


 Definição
Esta zona é constituída por áreas onde é possível constatar pouca ou mínima intervenção
antrópica no ambiente. É uma área constituída por uma rica diversidade biológica, abrigando
espécies da flora e da fauna com grande valor científico, o que justifica, portanto, a
necessidade de proteção e realização de pesquisas científicas nesta zona.
 Descrição
Esta zona contempla toda a porção central do PEMA, bem como os limites a oeste e a
interface com o rio Corumbá. Abrange no total uma área de 792,96 ha, equivalentes a
84,51% do território da UC (4). No geral, esta zona abrange remanescentes de florestas
estacionais em estado médio a avançado de conservação, contemplando os principais
hábitats remanescentes para as espécies de interesse conservacionista, com destaque a
populações de mamíferos, aves florestais, répteis e anfíbios arborícolas, dependentes da
estrutura vegetal.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


4.5
4 - Zoneamento

 Objetivo Geral
O objetivo geral do manejo é a proteção do ambiente natural ao mesmo tempo, propiciando
a ampliação do conhecimento sobre o Bioma Mata Atlântica por meio de atividades de baixo
impacto.
 Objetivos Específicos
 Possibilitar a manutenção dos processos ecológicos naturais.
 Contribuir para a manutenção da diversidade biológica e dos recursos genéticos da UC e
de sua região de inserção.
 Contribuir para a preservação de um remanescente de vegetação nativa que representa
remanescentes de Mata Atlântica, acrescidos por elementos de Cerrado.
 Preservar nascentes e áreas de recarga.
 Proporcionar meios e incentivos para a realização de atividades de atividades de baixo
impacto.
 Atividades Permitidas
As atividades permitidas são a pesquisa científica, educação e interpretação ambiental,
turismo de base científica, visitação de baixo impacto, monitoramento ambiental e a
fiscalização.
 Normas Específicas
 As atividades desenvolvidas nessa zona devem ser previamente autorizadas pela
SEMAD e não poderão comprometer a integridade dos recursos naturais. Qualquer
atividade adicional estará sujeita à aplicabilidade da Lei da Mata Atlântica, devendo ser
autorizada pela SEMAD.
 Os usuários devem respeitar os preceitos de mínimo impacto sobre o ambiente.
 O monitoramento desta Zona deve ser contínuo.
 Não será permitida a implantação de qualquer tipo de infraestrutura nesta zona, a não
serem as necessárias às atividades de gestão e proteção.
 A sinalização deve se limitar aquelas estritamente necessárias à proteção do ambiente e
a segurança dos usuários.
 Uso do fogo é permitido somente em casos de combate a incêndios;
 Não serão permitidos deslocamentos em veículos motorizados nesta zona, salvo nos
casos de desenvolvimento de atividades de fiscalização e/ou de ações de controle e
comando (p.ex., no caso de incêndios), atividades de monitoramento, salvamento, e
para manutenção para as atividades fim.
4.2.2 - Zona de Uso Divergente
 Definição
Esta zona contêm áreas antropizadas em função de atividades de pastoreio e, também, por
queimadas ocorridas no passado. Trata-se de uma zona provisória, pois a partir do
momento que esta área for restaurada, a mesma será incorporada a uma zona permanente
dentre as possíveis previstas para esta categoria de UC.
 Descrição
Esta zona localiza-se em três porções do PEMA, sendo uma ao norte, uma a nordeste (esta
com diversos pequenos segmentos) e uma a oeste da UC, nas proximidades da Zona de
Uso Intensivo. Juntas, estas porções somam 98,65 hectares, equivalentes a 10,51% do
território do Parque.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


4.6
4 - Zoneamento

 Objetivo Geral
O objetivo geral de manejo é a manutenção do ambiente em harmonia com os usos
realizados pelos proprietários até que a situação fundiária esteja regularizada, permitindo a
restauração do ecossistema local de modo a torná-lo o mais próximo possível de sua
condição original quanto à sua estrutura, função e composição.
 Objetivos Específicos
 Permitir a regularização fundiária do Parque em sua totalidade.
 Reintegrar as áreas recuperadas ao ecossistema original existente no PEMA.
 Permitir a recuperação natural ou induzida de áreas que sofreram alteração antrópica,
direta ou indiretamente.
 Incentivar pesquisas em ecologia da restauração, de modo a propiciar avanços na
prática da restauração ecológica.
 Propiciar atividades científicas e educativas para fins de aperfeiçoamento acadêmico.
 Atividades Permitidas
As atividades permitidas serão a recuperação da paisagem original do PEMA, a pesquisa, o
monitoramento ambiental, projetos voltados à restauração ecológica a educação ambiental
ordenada e direcionada e a fiscalização.
 Normas Específicas
 Tais atividades não poderão comprometer a integridade dos recursos naturais
remanescentes ou os processos de recuperação, salvo ações de manejo direcionadas a
tais processos.
 Não é permitido o parcelamento do solo nessa zona, bem como não é permitida a
conversão do uso do solo (especialmente de pecuária para lavoura);
 As alterações no ecossistema desta zona somente serão permitidas em situações que
visem à restauração de ecossistemas modificados.
 O processo de recuperação/restauração deverá respeitar o processo de regularização
fundiária do Parque Estadual da Mata Atlântica. É importante destacar que essa é uma
zona transitória, de modo que após a regularização fundiária ou indenização essas áreas
passarão a ter o zoneamento que foi atribuído.
 O processo de restauração da paisagem deve ser natural ou naturalmente induzido e as
espécies exóticas eventualmente existentes nesta zona devem ser removidas, com
vistas a restituir o ecossistema o mais próximo possível de sua condição original.
 Serão incentivadas as práticas de pesquisa sobre os processos de regeneração natural.
 Não será permitida a instalação de infraestruturas nesta zona, com exceção daquelas
necessárias aos trabalhos de restauração induzida. Tais instalações serão provisórias,
preferencialmente construídas em madeira.
 Todo e qualquer resíduo sólido gerado nas instalações de infraestruturas deverá ter
destinação final ambientalmente adequada.
 O acesso a esta zona será restrito aos servidores do PEMA, pessoal técnico,
pesquisadores e estudantes.
 Será permitida a circulação de veículos, máquinas e equipamentos necessários ao
desenvolvimento das atividades permitidas nesta zona.
 As infraestruturas já construídas irregularmente dentro do PEMA poderão ser
aproveitadas, a critério da administração. Tais estruturas não poderão, contudo,

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


4.7
4 - Zoneamento

permanecer sem anuência de Furnas (quando estiverem na APP do reservatório). Essas


estruturas também não poderão sofrer ampliação.
 Os acordos de gestão deverão dispor sobre normatização das pastagens, que ficarão
sujeitas a programa de manejo definido pela administração da UC. Nestes termos,
poderá ser proibida a limpeza de pastagem dentro dos limites do parque para garantir a
regeneração da mata atlântica.
 Excepcionalmente, à critério da administração pública e ouvido o Conselho da unidade,
poderão ser construídas infraestruturas nesta zona; desde que para auxílio na gestão da
unidade e utilizadas tecnologias de mínimo impacto. Tais infraestruturas só poderão ser
alocadas em regiões altamente impactadas e não deverão prejudicar a regeneração
natural do entorno.
4.2.3 - Zona de Uso Intensivo (ZUI)
 Definição
Esta zona é constituída por áreas alteradas, sendo destinadas à implantação de
infraestrutura de apoio para a concentração das atividades de uso público, bem como para
as atividades relativas à gestão da Unidade de Conservação, à pesquisa científica, à
educação ambiental e recreação em contato com a natureza.
 Descrição
Esta zona é constituída por uma área na região oeste do PEMA, abrangendo uma área de
concentração de infraestruturas de apoio e uma estrada de acesso. Somadas, estas áreas
abrangem 15,53 ha, equivalentes a 1,66% do território da UC. A largura total do buffer da
estrada é de 40 metros.
 Objetivo Geral
Estabelecer uma área dentro do PEMA para acomodar as infraestruturas necessárias para
as atividades relacionadas ao receptivo do público visitante para recreação em contato com
a natureza, acampamentos, à gestão da Unidade de Conservação e à pesquisa científica e
educação ambiental em harmonia com o meio.
 Objetivos Específicos
 Propiciar atividades de visitação com fins educacionais, de lazer e recreação.
 Abrigar estruturas de apoio à gestão administrativa e às atividades de pesquisa e
educação ambiental.
 Oferecer infraestruturas adequadas para o bom desempenho da gestão da UC em suas
diversas atividades.
 Oferecer infraestrutura de apoio e incentivo às atividades de pesquisa científica e
educação ambiental no PEMA.
 Oferecer infraestrutura destinada a acampamento e incentivo às atividades de recreação
e lazer em contato com a natureza.
 Atividades Permitidas
As atividades permitidas são as de fiscalização, monitoramento, gestão, pesquisa científica
e visitação pública, lazer e recreação.
 Normas Específicas
 As atividades desenvolvidas devem garantir o baixo impacto sobre os recursos
ambientais.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


4.8
4 - Zoneamento

 São permitidas as instalações de estruturas e infraestruturas para gestão da UC,


manutenção e desenvolvimentos das atividades previstas.
 As obras ou serviços de engenharia ou infraestrutura necessária à realização das
atividades da UC devem ter mínimo impacto visual e em harmonia com a natureza,
considerar preferencialmente a adoção de tecnologias de baixo impacto ambiental
durante a construção ou reforma, incluindo economia e aproveitamento de materiais,
água, energia (aquecimento solar, ventilação cruzada, iluminação natural), disposição e
tratamento de resíduos e efluentes e harmonização com a paisagem, em conformidade
com as diretrizes institucionais vigentes.
 A sinalização admitida é aquela considerada indispensável à proteção dos recursos da
UC, à orientação e segurança do visitante e à interpretação de seus recursos naturais.
 O uso da infraestrutura destinada a acampamento será autorizada mediante a assinatura
de autorização/termo, pelos usuários. No termo constarão regras de uso do
acampamento, incluindo a proibição ou autorização expressa para uso do fogo. Sendo
indicado também o local adequado para uso do fogo.
 O uso do fogo será permitido em locais pré-determinados pela administração. Até que se
implemente a estrutura para visitação, poderão ser utilizados apenas liquinhos e
fogareiros. Os fogareiros só poderão ser utilizados fora do período crítico de seca.
 Fogueiras poderão ser utilizadas desde que expressamente autorizadas pela
administração, no âmbito dos eventos promovidos pela sede; como por exemplo, luais.
Nestes eventos a sede poderá também autorizar o uso de instrumentos musicais (como
violão), sem amplificação do som.
 Fumar dentro da Zona de Uso Intensivo fica permitido apenas em locais abertos e
devidamente demarcados pelos gestores da UC.
 As atividades de educação ambiental devem ser previamente autorizadas pelo órgão
gestor do PEMA.
 Serão permitidos deslocamentos em veículos motorizados para o desenvolvimento de
atividades de fiscalização, monitoramento, pesquisa científica e visitação.
 Nessa zona não poderão ser implementadas infraestruturas nas áreas de Furnas, sem
anuência prévia da UHE.
4.2.4 - Zona de Uso Extensivo (ZUE)
 Definição
Esta zona é constituída por trilhas e acessos em meio ao ambiente natural e destinados às
atividades de uso público, bem como para as atividades relativas à pesquisa científica, à
educação ambiental e à visitação. Também consistem em áreas de apoio a atividades de
gestão da UC e de fiscalização.
 Descrição
Esta zona é constituída por um conjunto de trilhas estabelecidas nas porções norte, central
e sul do PEMA, além de uma área contígua a Zona de Uso Intensivo. Juntas, tais áreas
abrangem 26,82 ha, equivalentes a 2,86% do território da UC. As trilhas, em sua maioria,
possuem um buffer total de 10 metros de largura. As trilhas próximas ao Córrego da Lontra
foram ampliadas para aproximadamente 50 metros, de modo que o visitante acesse o
Córrego. Na porção sudoeste do PEMA há uma região de ZUE em que está prevista a
instalação de estruturas para trilhas, para arvorismo e infraestrutura com viés para educação
ambiental.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


4.9
4 - Zoneamento

 Objetivo Geral
Estabelecer uma área dentro do PEMA para o desenvolvimento de atividades de uso público
e educação em meio aos ecossistemas naturais, bem como para apoio a atividades de
pesquisa científica, educação ambiental, visitação e fiscalização.
 Objetivos Específicos
 Propiciar atividades com fins educacionais, recreativos em meio aos ecossistemas
naturais do PEMA.
 Apoiar o desenvolvimento de atividades de fiscalização ao longo de toda a UC.
 Atividades permitidas
As atividades permitidas são as de uso público e educação ambiental em meio aos
ecossistemas naturais, bem como as de fiscalização, monitoramento, gestão e pesquisa
científica.
 Normas Específicas
 As atividades previstas devem garantir o baixo impacto sobre os recursos ambientais.
 As trilhas devem ser adequadas e sinalizadas considerando os múltiplos usos.
 Os trabalhos de manutenção, melhoria e correção das trilhas devem ser constantes e
podem incluir a remoção ou recolocação de pedras soltas, o cuidado com raízes
expostas e erosão causada por usuários.
 A visitação nas trilhas deve preferencialmente ser guiada.
 A instalação de infraestruturas e facilidades para o apoio das atividades permitidas deve
ser previstas em planejamento específico, sempre em harmonia com a paisagem.
 A sinalização admitida é aquela considerada indispensável à proteção dos recursos da
UC, à segurança do visitante e à interpretação de seus recursos naturais.
 As atividades de educação ambiental devem ser previamente autorizadas pelo órgão
gestor do PEMA.
 O uso de bicicletas nas trilhas deve ser previamente autorizado pelo órgão gestor do
PEMA.
 Não serão permitidos deslocamentos em veículos motorizados nesta zona, salvo nos
casos de desenvolvimento de atividades de fiscalização e/ou de ações de controle e
comando (p.ex., no caso de incêndios), atividades de monitoramento, salvamento,
manutenção para as atividades fim.

4.2.5 - Zona de Uso Conflitante (ZUC)


 Definição
Esta zona é constituída por áreas com a presença de infraestruturas que exercem pressão
antrópica sobre o PEMA. Em função dessa interferência, essas áreas culminam por conflitar
com os objetivos da UC, razão pela qual se faz necessária a adoção de medidas que visem
minimizar os impactos destas áreas.
 Descrição
Esta zona está representada por uma linha de distribuição que atravessa a porção norte do
PEMA. A área de abrangência da linha, incluindo a sua faixa de servidão, abrange 3,83 ha,
equivalentes a 0,41% do território da UC. Essa zona possui largura total de 30 metros.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


4.10
4 - Zoneamento

 Objetivo Geral
O objetivo desta zona consiste em mitigar os impactos ambientais decorrentes da presença
da linha de transmissão sobre os ecossistemas do PEMA.
 Objetivos Específicos
 Implementar medidas que visem mitigar os impactos decorrentes da presença e da
gestão da Linha de Transmissão sobre os ecossistemas naturais do PEMA.
 Incentivar a promoção de pesquisas científicas para identificação e mensuração dos
impactos da linha de transmissão sobre a flora e a fauna da UC, com vistas a sugerir
métodos de mitigação dos danos verificados.
 Atividades Permitidas
As atividades permitidas são as de manejo da vegetação sob as linhas, de forma a se evitar
os riscos associados à presença do empreendimento, bem como as de fiscalização,
monitoramento e pesquisa sobre os impactos do mesmo sobre a biodiversidade regional.
 Normas Específicas
 É proibida a ampliação das linhas de transmissão nesta zona, bem como a realização de
outras atividades além daquelas já existentes e que sejam incompatíveis com os
objetivos do PEMA.
 Os serviços de manutenção da linha de transmissão e da faixa de servidão deverão
sempre ser previamente comunicados ao gestor do PEMA para a devida autorização e
ciência, devendo ser acompanhados por funcionários da UC.
 A manutenção da linha de transmissão e da faixa de servidão deverá observar práticas
mecânicas que permitam o escoamento de águas pluviais para locais adequados à
infiltração, de modo a controlar a erosão hídrica nesses locais.
 O tráfego de veículos nesta zona deve ser mínimo e em baixa velocidade, de forma a se
evitar riscos sobre a fauna local.

4.2.6 - Zona de Uso Especial (ZUEsp)


 Definição
Esta zona é constituída por uma estrada que dá acesso a propriedades não indenizadas na
porção nordeste da UC (Figura 4.02). É definida como Uso Especial em função da
potencialidade de seu uso também para atividades de fiscalização, para atividades de
recuperação ambiental e por poder funcionar como um aceiro local.
 Descrição
Esta zona está representada pela estrada em questão e por um buffer total de 10 metros. A
área da Zona abrange 0,56 hectares, equivalentes a 0,06% do território da UC (Figura 4.02).
 Objetivo Geral
Evitar ou minimizar os impactos ambientais que possam atingir a Unidade de Conservação,
bem como facilitar os trabalhos de fiscalização por parte dos agentes competentes e de
recuperação ambiental da ZUD adjacente.
 Objetivos Específicos
 Possibilitar ao gestor da UC e aos agentes fiscalizadores o fácil acesso a áreas que
frequentemente são atingidas por danos ao ambiente, a exemplo de incêndios.
 Facilitar o desenvolvimento das atividades de fiscalização, manutenção, proteção,
recuperação ambiental e pesquisa no PEMA.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


4.11
4 - Zoneamento

 Servir de aceiro para proteção dos recursos naturais do PEMA;


 Permitir o acesso de moradores do entorno leste do PEMA a suas propriedades até que
a situação fundiária esteja regular.

Figura 4.02- Detalhe da Zona de Uso Especial Localizada a Nordeste do PEMA

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

 Atividades Permitidas
As atividades permitidas são fiscalização, monitoramento, gestão e acesso as propriedades
até que a situação fundiária seja regularizada.
 Normas Específicas
 A estrada presente nesta Zona deverá receber manutenção com frequência, podendo
esta manutenção ser desenvolvida pelos moradores da região ou pela SEMAD.
 A estrada presente nesta zona somente poderá ser trafegada por veículos pertencentes
ao órgão gestor, por veículos oficiais de dominialidade dos agentes de fiscalização
competentes, por pesquisadores ou pelos moradores da região e seus eventuais
convidados, sendo vedada a utilização da área por visitantes.
 Instalar sinalização de velocidade máxima de tráfego de 40 km por hora.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


4.12
4 - Zoneamento

 A vegetação marginal à estrada deverá ser mantida baixa, evitando-se assim os riscos
de incidência de incêndios.

4.3 - ZONA DE AMORTECIMENTO


O artigo 2°, inciso XVIII da Lei do SNUC, define Zona de Amortecimento como “o entorno de
uma UC, onde as atividades humanas estão sujeitas a normas e restrições específicas, com
o propósito de minimizar os impactos negativos sobre a unidade”.
A Zona de Amortecimento do PEMA foi delimitada em uma área de 3045,90 ha. Inclui toda a
microbacia do córrego da Lontra e toda a península ao qual o Parque está incluído, tendo
como limite, ao norte, os cursos d’água que divisam com a microbacia em questão e, ao sul,
leste e oeste, o reservatório do rio Corumbá (Figura 4.03 e Anexo 4.02). A ZA insere-se
exclusivamente no município de Água Limpa, o Anexo 4.03 apresenta o memorial descritivo
dos limites dessa zona.
 Critérios para Definição da Zona de Amortecimento
A definição da Zona de Amortecimento do PEMA teve por base elementos proeminentes e
reconhecíveis da paisagem local. Seu traçado foi estabelecido buscando englobar
componentes locais essenciais da paisagem que possam contribuir, direta ou indiretamente,
com a conservação dos atributos naturais da UC, bem como auxiliar a promoção da
recuperação das áreas naturais do entorno da mesma.
A seguir são definidos os principais elementos e componentes considerados essenciais para
a definição dos limites da ZA do PEMA, com as respectivas justificativas para sua inserção.
Fragmentos de Vegetação Nativa: o entorno norte do PEMA conta com diversos
fragmentos florestais próximos, que constituem outros importantes refúgios para a flora e
fauna locais. Juntamente com o PEMA, tais remanescentes podem favorecer a procriação
das espécies, funcionando como fontes de dispersão de indivíduos novos para locais aonde
a vegetação encontra-se em processo de recuperação, em especial às margens do
reservatório do rio Corumbá. Em um contexto macroecológico, esse modelo fonte-dreno
pode possibilitar a variabilidade genética e viabilidade populacional de um maior número de
espécies inseridas na paisagem fragmentada. Isso se aplica também à flora, uma vez que
membros da fauna costumam dispersar sementes incrementando os bancos de
germoplasma de outras áreas ou mesmo possibilitando a recolonização de ambientes
desflorestados. Por fim, salienta-se o papel dos fragmentos de vegetação nativa como
importantes corredores de deslocamento para a fauna em geral, servindo de referência para
o trânsito dos animais, além de fornecerem proteção e abrigo temporário aos riscos
eminentes da exposição decorrentes da atividade de deslocamento pela paisagem.
Bacias Hidrográficas: a proteção de microbacias hidrográficas é essencial para se garantir
a conservação de fontes de água. Pode ser também uma maneira de promover localmente
programas que envolvam as comunidades na recuperação de áreas de mata ciliar com
plantas nativas. No caso da ZA em questão, a mesma prevê a proteção integral da
microbacia do córrego da Lontra, essencial para a biodiversidade do PEMA.
Propriedades Vizinhas: a conservação do PEMA depende da participação dos moradores
vizinhos para ser efetiva. É essencial fazer com que as pessoas do entorno entendam a
importância local e global da UC. Sem conscientização, os impactos negativos nunca vão
cessar, a não ser que haja um aumento na fiscalização, o que, por sua vez, pode acabar por
gerar conflitos. Os moradores vizinhos devem compreender que também dependem da UC,
principalmente naquilo que tange ao fornecimento de água.
A inserção das propriedades vizinhas ao PEMA na ZA, ao invés de implicar em sanções e
restrições, deve prever a possibilidade de aplicação de benefícios fiscais e outros aos
proprietários, desde que estes efetivamente atuem no auxílio da gestão da UC.
 Objetivo Geral

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


4.13
4 - Zoneamento

O objetivo da Zona de Amortecimento do PEMA consiste em minimizar os impactos


negativos oriundos de atividades antrópicas periféricas e propiciar a melhoria da
conectividade entre fragmentos da região.
 Objetivos Específicos
 Minimizar os efeitos da ocupação do entorno do PEMA sobre os ecossistemas locais.
 Monitorar o uso e ocupação do entorno da UC a fim de evitar a ocorrência de danos
ambientais sobre a mesma.
 Potencializar o estabelecimento de corredores de biodiversidade no entorno do PEMA.
 Permitir o desenvolvimento de atividades que gerem benefícios aos moradores lindeiros
ao PEMA, de forma a ampliar os esforços de conservação locais.
 Diretrizes e Normas Gerais
 Na Zona de Amortecimento aplica-se o disposto na Lei da Mata Atlântica (Lei no 11.428
de dezembro de 2006). Caso haja revogação da normativa em qualquer tempo, o
regulamento disposto nela permanecerá em vigor na zona de amortecimento do PEMA.
Nesses casos, deverá a SEMAD criar norma Estadual que disponha sobre a proteção da
Mata Atlântica.
 As atividades desenvolvidas e aquelas a serem implantadas na ZA deverão estar em
harmonia com os objetivos específicos de manejo do PEMA, e não poderão
comprometer a integridade do seu patrimônio natural.
 Os moradores residentes na Zona de Amortecimento do PEMA deverão ser
contemplados por programas de Comunicação e Educação Ambiental e outras ações
focadas nem corredores ecológicos.
 As áreas de reserva legal das propriedades limítrofes à Unidade de Conservação
devem, na medida do possível, estar contíguas à mesma ou às áreas de preservação
permanente próximas.
 A rotina de fiscalização no PEMA deve contemplar, na medida do possível, incursões e
rondas na Zona de Amortecimento. Essas ações devem possuir caráter orientativo e
educacional.
 O uso de fogo na Zona de Amortecimento poderá ser empregado de forma controlada
nas práticas agropastoris ou florestais mediante prévia aprovação do órgão gestor do
Parque.
 Fica proibido o manejo de pastagens usando o fogo, exceto dentro do contexto do MIF
proposto pela SEMAD.
 Incentivar programas de controle de zoonoses que preconizem a vacinação,
desparasitação e castração de animais domésticos. Atenção especial deverá ser dada
às populações de cães e gado.
 Os empreendimentos causadores de significativo impacto ambiental que afetem a Zona
de Amortecimento do PEMA ficam condicionados à autorização do órgão gestor da
Unidade de Conservação, conforme legislação vigente.
 O órgão responsável pelas estradas que margeiam o PEMA deverá implantar estratégias
para a redução de atropelamentos de animais silvestres.
 Devem ser evitadas quaisquer atividades que impliquem na ameaça de espécies raras e
ameaçadas da flora e da fauna, de manchas de vegetação nativa em estágios médios a
avançados de regeneração e de nascentes de cursos d’água na região, exceto nos
casos permitidos pela legislação vigente.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


4.14
4 - Zoneamento

 As comunidades inseridas na ZA deverão ser estimuladas a substituir eventuais fossas


negras por sistemas de tratamento de efluentes ecologicamente eficientes, a exemplo do
sistema de bacias de evapotranspiração, zonas de raízes ou qualquer outro método sob
esta perspectiva.
 Ficam proibidos na Zona de Amortecimento os empreendimentos de extração mineral de
lavras subterrâneas e a céu aberto. As demais modalidades de extração mineral
previstas na norma Estadual (extração e areia, cascalho e argila) só poderão ser
autorizadas em áreas de uso consolidado, já antropizadas; desde que não impliquem em
supressão de vegetação. Nestes casos, o gestor da unidade e o Conselho Consultivo
deverão ser consultados e emitirão manifestação por escrito sobre o pleito.
 Na ZA, as áreas degradadas em APP e embargadas (por desmatamento ilegal) deverão
ser objeto especial de monitoramento, e poderão ser objeto especial para programas de
recuperação.
 Fiz proibida a pesca em numa faixa de 100 metros a partir da margem visível do
reservatório. De modo que o limite da ZA a partir do encontro com o reservatório é
variável, conforme as modificações no nível da água.
 Não poderão ser ancoradas embarcações/flutuantes nas margens do reservatório em
toda extensão do PEMA, sem que haja autorização expressa do órgão.

Figura 4.03 - Zona de Amortecimento (ZA)

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


4.15
5 – PROGRAMAS DE
MANEJO
5 - PROGRAMAS DE MANEJO
Programas de manejo são instrumentos de planejamento que estabelecem as atividades,
as ações e as diretrizes básicas para a gestão e administração de uma Unidade de
Conservação, construindo os canais de participação de diversos atores interessados nas
políticas de gestão da área. Consistem, assim, em ferramentas dinâmicas, flexíveis e
coerentes para o cumprimento dos objetivos de criação do Parque Estadual da Mata
Atlântica.

Este item apresenta o conjunto de programas e atividades preconizados para a gestão do


PEMA, tendo sido elaborados considerando as diretrizes do Termo de Referência do
presente projeto, os resultados do diagnóstico e, também, as Oficinas de Diagnóstico e de
Planejamento realizadas.

Os Programas apresentados são compostos por: (i) Objetivo do Programa; (ii) Objetivo
Estratégico, que consiste na declaração do que se pretende atingir quanto a um
determinado Programa; (iii) Ações necessárias para a consecução do(s) objetivo(s)
estratégico(s); (iv) Atividades, que explicitam taticamente os caminhos que a gestão deve
percorrer (iii) Ações necessárias para a consecução do(s) objetivo(s) estratégico(s); (iv)
Atividades, que explicitam taticamente os caminhos que a gestão deve percorrer; (vi)
Cronograma proposto.

Visando subsidiar o monitoramento da implementação do Plano de Manejo, foram


estabelecidas metas, que expressam de forma mensurável os resultados previstos, e
indicadores, instrumentos de mensuração associados às respectivas metas.

Quando do momento da elaboração dos Programas, alguns pressupostos foram


observados:

 Correspondência das ações com as diretrizes institucionais e compatibilidade com a


estrutura organizacional do Órgão Gestor da Unidade,

 Integração dos objetivos e metas de cada Programa com as linhas de ação da


SEMAD.

 Definição de ações e atividades concretas e ligadas a metas especificadas,


consubstanciando proposição objetiva e fundamentada nas prioridades de
investimentos;

 Adoção de diretrizes institucionais da política governamental existentes para temas


atinentes às Unidades de Conservação, como comunidades tradicionais e
regularização fundiária.

As ações aqui definidas seguem cinco linhas de Programas, os quais podem ser
subdivididos em subprogramas, conforme necessidades específicas. Os Programas
estabelecidos são os seguintes: Programa de Manejo e Recuperação; Programa de Uso
5 – Programas de Manejo

Público; Programa de Interação Socioambiental; Programa de Proteção e Fiscalização;


Programa de Pesquisa e Monitoramento e Programa de Regularização Fundiária.

Os programas foram desenhados conforme as especificações abaixo:

A. Programa de Manejo e Recuperação - com o objetivo de assegurar a conservação


da diversidade biológica e as funções dos ecossistemas (aquáticos ou terrestres),
por meio de ações de recuperação ambiental e manejo sustentável dos recursos
naturais.

B. Programa de Uso Público - com o objetivo de oferecer à sociedade o uso público


pretendido de forma a compatibilizar a garantia da qualidade e segurança nas
atividades dirigidas ou livres que ocorrem no interior da UC com a manutenção da
integridade de seus atributos ambientais objeto de conservação. Deverá conter um
subprograma de sinalização.

C. Programa de Interação Socioambiental - com o objetivo de estabelecer, por meio das


relações entre os diversos atores do território, os pactos sociais necessários para
garantir o objetivo superior da Unidade.

D. Programa de Proteção e Fiscalização - com o objetivo de garantir a integridade


física, biológica e cultural da Unidade; deverá conter um subprograma “plano de
combate à incêndios”. Se à época da elaboração deste subprograma já existir um
plano operacional de combate à incêndios na unidade, ele deverá ser considerado
como base para a nova proposta.

E. Programa de Pesquisa e Monitoramento - com o objetivo de produzir e difundir


conhecimentos que auxiliem a gestão da Unidade em suas diversas ações. Deverá
conter um subprograma para monitoramento e conservação das espécies
ameaçadas.

F. Programa de Regularização Fundiária - objetivo a regularização fundiária do PEMA


que, como previsto no parágrafo 1º do artigo 11 do Sistema Nacional de Unidades
de Conservação (Lei nº 9.985, de 18/07/2000), deve ser de posse e domínio
públicos. Esse é um programa temporário, que com o processo de regularização
findado, o mesmo deve ser encerrado.

5.1 - PROGRAMA DE MANEJO E RECUPERAÇÃO

Este programa contempla o conjunto das atividades a serem desenvolvidas para assegurar
a conservação da diversidade biológica e as funções dos ecossistemas (aquáticos e
terrestres), por meio de ações de recuperação ambiental e manejo sustentável dos recursos
naturais.

Reúne as iniciativas relativas ao manejo do patrimônio natural presente no Parque Estadual


da Mata Atlântica, necessárias à conservação de sua biodiversidade, a restauração da
integridade de ambientes e populações silvestres (quando e onde necessário) e as
intervenções necessárias ao cumprimento dos objetivos do PEMA.

São de especial interesse, neste programa, os sub-programas de recuperação de áreas


degradadas por pastoreio e incêndios florestais pretéritos, além do programa de manejo
sustentável dos recursos naturais.

O conceito de manejo empregado neste documento contempla ações direcionadas a um fim


específico de uso, proteção ou recuperação de habitats. Para o contexto do PE Mata

5.2 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5- Programas de Manejo

Atlântica, o principal objetivo do manejo é a recuperação das condições originais (ou mais
próximas possíveis a eles), de modo que estas áreas possam retomar suas funções
ecológicas e manter os serviços ecossistêmicos típicos.

Em etapas anteriores da confecção deste Plano de Manejo, o diagnóstico realizado permitiu


identificar ações de recuperação em algumas áreas da UC, especialmente aquelas
submetidas a incêndios florestais e/ou atividades de pastoreio mais intensivas no passado,
além da verificação constante sobre efeito de borda e a presença de espécies exóticas e/ou
invasoras.

Salienta-se que o presente planejamento não é estanque, mas construído de forma


dinâmica e direcionada a enfrentar os principais desafios e problemas mapeados
periodicamente na UC.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 5.3


5 – Programas de Manejo

Tabela 5.01 - Programa de Manejo e Recuperação

A. PROGRAMA DE MANEJO E RECUPERAÇÃO

OBJETIVO DO PROGRAMA: Assegurar a conservação da diversidade biológica e as funções dos ecossistemas (aquáticos ou terrestres), por meio de ações de recuperação ambiental e manejo
sustentável dos recursos naturais

OBJETIVO ESTRATÉGICO METAS INDICADORES CONDICIONANTES

Ocorrências/observaçõe
s visuais ou de vestígios
Monitoramento das populações C1. Identificação das espécies prioritárias (espécies alvo para
M1.1 das espécies nativas,
silvestres conservação) para o PEMA
incluindo ameaçadas e
raras
C2. Identificação de áreas prioritárias na UC: locais de ocorrência
Ocorrências/observaçõe de espécies vegetais ameaçadas e fitofisionomias de relevância
Identificação e monitoramento dos locais s de fatores de alteração ecológica (matrizes de sementes e importantes para a fauna),
M1.2
críticos para a biodiversidade nos ambientes nascentes, locais de nidificação e reprodução, locais com potencial
prioritários risco de incêndios, principais acessos e áreas de conflito sobre o
uso do solo

Conservação e Manejo sustentável dos Tamanho dos


recursos naturais remanescentes
florestais
* Interface com o Programa de Pesquisa e
Monitoramento Tamanho das
fitofisionomias
observadas
Conservação e conectividade de C3. Mapeamento dos remanescentes florestais na região do PEMA
Índices de fragmentação
remanescentes florestais, stepping e sua Zona de Amortecimento
M1.3 da paisagem
stones, APPs e RLs na Zona de
Amortecimento do PEMA Indicador de C4. Propriedades particulares cadastradas em CAR/PRAD
Conectividade Estrutural
dos Remanescentes
Florestais
Cercamento das APP e
RL dentro e fora do
PEMA)

Recuperação de áreas degradadas Tamanho de área


M1.1
desprovidas de vegetação. degradada na UC e ZA C5. Mapeamento e monitoramento contínuo das áreas degradas
Recuperação Ambiental Tamanho de área (imagens de satélite, drones e/ou observação em campo pela
Adensamento vegetal de áreas alteradas equipe da UC)
M1.2 alterada por incêndios
por incêndios florestais
florestais

5.4 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5- Programas de Manejo

Tamanho de área
recuperada
Número de mudas
plantadas nas áreas de
recuperação
Nascentes monitoradas C6. Monitoramento da qualidade da água nas nascentes
(qualidade de água –
M1.3 Recuperação de nascentes degradadas C7. Monitoramento da vegetação e solo em campo, nos locais das
turbidez, pH, DBO,
DQO) nascentes na UC e ZA

Mapeamento de
ocorrências de espécies
exóticas (e invasoras)
na UC e ZA
Número de ações de
controle efetuadas
C8. Monitoramento em campo das espécies exóticas e invasoras
Mapeamento e controle de espécies Registros de entrada de nas trilhas, bme como do efeito de borda na UC e ZA
M1.4 animais domésticos na
exóticas (fauna e flora) C9. Monitoramento de ocorrências de animais domésticos – cães,
UC
gatos, gado
Número de ações de
diálogo e
conscientização dos
proprietários das áreas
de origem dos animais
domésticos
Área mapeada de alta
fragilidade ambiental
(declividade e solos
rasos)
Parâmetros de
Controle de processos erosivos e da C10. Monitoramento da conservação do solo no interior da UC
sedimentação e
produção de sedimentos no Rio
M1.5 carreamento de material C11. Monitoramento das áreas de declividade acentuada na UC e
Corumbá e cursos d’água da Zona de
no Rio Corumbá e sua ZA
Amortecimento
demais cursos d’água
Tamanho das áreas de
fragilidade ambiental
mapeadas, de acordo
com suas classes
Número de áreas C12. Realização de avaliação de campo com vistas à demarcação
Recuperação de áreas de demarcadas e das áreas a serem recuperadas.
M.1.6 mapeadas.
desmatamentos e/ou embargadas.
C13. Definição de responsabilidades.
Dimensões de áreas a

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 5.5


5 – Programas de Manejo

serem recuperadas (em C14. Implementação da recuperação em até um ano após a


hectares) delimitação das áreas.
Implementação da
recuperação.
Índices de sobrevivência
de mudas acima de 80%
no primeiro ano.
C15. Levantamento da extensão de divisa do parque, identificação
Cercamento das divisas e manutenção dos vizinhos e locais de manutenção de acesso para o gado
Extensões de cercas (quando se tratar de área ainda não indenizada) em até um ano
Cercamento de divisas e cercamento de das cercas existentes (mesmo que não
M.1.1 construídas e/ou vistoria após a aprovação do Plano de Manejo.
pastagens. indenizadas as áreas, neste caso,
e/ou dada manutenção.
manter porteiras para permitir o uso) C16. Implementação de 20% do cercamento ao ano até a vigência
do Plano de Manejo (5 anos)
Avaliação da
capacidade de suporte:
taxa de lotação da
C17. Calcular a capacidade de suporte por meio das variáveios:
pastagem.
disponibilidade de forragem e forragem disponível.
Implantar práticas conservacionistas Implantação de pastejo
C18. Subdivisão das pastagens e utilização de cada piquete por
culturais ou agronômicas no manejo das sob regime de lotação
um tempo limitado (período de pastejo), seguido de um período de
pastagens. rotativa (intermitente).
Manejo de Pastagens M.1.1 descanso.
Implantar práticas conservacionistas de Implantação de método
C19. Avaliar a declividade do terreno e presença de processos
caráter operacional e mecânico no de plantio em faixa de
erosivos.
manejo das pastagens. nível e em Plantio Direto
(PD). C20. Recuperaras áreas no entorno das pastagens e das mata
ciliares com plantio de essências arbóreas nativas da região.
Implantação de quebra-
vento com espécies
arbóreas nativas.

CRONOGRAMA (ANOS)
CLASSIFICAÇÃO DAS RESPONSABILIDADES
AÇÕES ATIVIDADES
ATIVIDADES E PARCERIAS
1 2 3 4 5

Gestores do PEMA
SEMAD
Eleger as espécies indicadoras de
A1.1 Estratégia de Gestão Conselho Consultivo
conservação para o PEMA
Identificar espécies alvo para a
1 Universidades
conservação
parceiras

Criar processos de monitoramento das Gestores do PEMA


A1.2 Estratégia de Gestão
espécies alvo Conselho Consultivo

5.6 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5- Programas de Manejo

SEMAD
Estabelecer parcerias para
A1.3 Articulação e parcerias Conselho Consultivo
monitoramento das espécies
Gestores do PEMA
Avaliar as condições atuais (estágios de
desenvolvimento, diversidade, presença
de espécies chave e indicadoras e de
A2.1 Estratégia de Gestão Conselho Consultivo
espécies exóticas) das áreas alteradas
da UC com vistas à proposição de ações
e métodos específicos de recuperação.
Gestores do PEMA
Elaborar projetos executivos de
A2.2 implantação das ações de recuperação Gestão SEMAD
ambiental.
Conselho Cultivo
Estruturar e manter banco de dados que
contemple ambiente SIG indicando os Gestores do PEMA
A2.3 Gestão
locais prioritários para execução das Conselho Consultivo
Executar ações de recuperação
ações.
2 ambiental de áreas degradadas por
meio de projetos específicos. Gestores do PEMA
Avaliar continuamente os resultados de
A2.4 Gestão e monitoramento
ações desenvolvidas. (ação contínua) Conselho Consultivo
Estimular a apresentação dos resultados
das ações ao Conselho Consultivo da
A2.5 UC e à comunidade para eventuais Gestão Gestores do PEMA
complementações ao Plano de Manejo e
demais providências. (ação contínua)

Ações de controle de espécies vegetais Gestores do PEMA


A2.6 Gestão
exóticas e/ou invasoras (ação contínua) Parceiros locais

Ações de monitoramento e controle de Gestores do PEMA


A2.7 Gestão
animais domésticos (ação contínua) Parceiros locais

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 5.7


5 – Programas de Manejo

5.2 - PROGRAMA DE USO PÚBLICO

Este programa contempla o conjunto das atividades a serem desenvolvidas para oferecer à
sociedade o uso público pretendido de forma a compatibilizar a garantia da qualidade e
segurança nas atividades dirigidas ou livres que ocorrem no interior da UC com a
manutenção da integridade de seus atributos ambientais objeto de conservação.

Como uma Unidade de Conservação de Proteção Integral, o PE Mata Atlântica se


caracteriza por ser uma área protegida voltada à manutenção dos ecossistemas livres de
alterações antrópicas - causadas por interferência humana, onde permite-se apenas o uso
indireto de seus atributos naturais. Como Parque Estadual, tem como objetivo a preservação
de ecossistemas naturais de relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a
realização de pesquisas científicas, atividades de educação ambiental, recreação e turismo
ecológico (SNUC 2000).

Define-se a educação ambiental como os processos por meio dos quais o indivíduo e a
sociedade constroem valores sociais, conhecimentos, competências e cultura voltadas à
conservação do meio ambiente. Ferramentas como a interpretação ambiental são baseadas
na relação entre o conhecimento sobre os recursos a serem interpretados, o conhecimento
prévio do público alvo da atividade e os meios apropriados para estas conexões.

Este programa reúne as atividades voltadas ao uso do PEMA pelo público, voltadas à
sensibilização dos visitantes para a conservação da natureza, do patrimônio natural da UC e
do entendimento da importância das áreas naturais protegidas, em escala local e regional,
como estratégias de conservação. Trata-se de um programa permanente, com o
monitoramento e aperfeiçoamento constantes à medida em que se atingem suas metas.

A aplicação deste programa direciona-se às Zonas de Conservação, Uso Divergente, Uso


Intensivo e Extensivo. Na Zona de Uso Divergente, é essencial que as atividades
desenvolvidas não afetem as ações de restauração em andamento. O Uso Público é
permitido para visitantes, estudantes e pesquisadores. A utilização do Alojamento é
condicionada de acordo com a demanda e os interesses do PEMA.

5.2.1 - Sub-Programa de Sinalização

As informações transmitidas pela sinalização fazem com que os visitantes desfrutem de uma
experiência mais intensa e recompensadora no local visitado. Assim, a sinalização turística
surge como importante ferramenta de informação, sendo indispensável na infraestrutura de
uma Unidade de Conservação.

O Sub-Programa prevê ações estruturantes, incluindo as intervenções necessárias para


suporte do Programa de Uso Público, tendo como premissa privilegiar técnicas de menor
impacto. Suas instalações e equipamentos deverão ser otimizadas, adequadas e integradas
ao ambiente, respeitando o zoneamento e características de cada trilha. As trilhas
implantadas e previstas para o PEMA (Figura 2.01) devem conter sinalização básica, como
direções e informações sobre o trajeto e atrativos, os locais de visitação, receptivo/centro de
visitante, alojamento e acessos, devem conter informações sobre direções, trajetos,
permissões e proibições. O Anexo 5.01 apresenta uma proposta de placas para a
sinalização do PEMA.

2.8 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5- Programas de Manejo

Figura 5.01 - Trilhas do PEMA

Fonte: STCP Enenharia de Projetos Ltda. (2021).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 2.9


5 – Programas de Manejo

Tabela 5.02 - Programa de Uso Público

B. PROGRAMA DE USO PÚBLICO

OBJETIVO DO PROGRAMA: Oferecer à sociedade o uso público pretendido de forma a compatibilizar a garantia da qualidade e segurança nas atividades dirigidas ou livres que ocorrem no interior da
UC, com a manutenção da integridade de seus atributos ambientais e objeto de conservação

OBJETIVO ESTRATÉGICO METAS INDICADORES CONDICIONANTES

Áreas de alta fragilidade


ambiental coincidentes
Conter os processos erosivos já
M1.1 com as trilhas e áreas de
existentes nas trilhas
uso intensivo do Parque
(m² ou ha)

Áreas de alta fragilidade


ambiental, coincidentes C1. Depende de monitoramento sistemático em campo dos
com as trilhas e áreas de processos erosivos nas margens das trilhas e limites da UC
uso intensivo do Parque
1. Controle e Monitoramento das trilhas
(m² ou ha) C2 . Depende de monitoramento sistemático em campo das trilhas,
feedback dos visitantes e manutenção constante dos
Melhorar a qualidade ambiental das Estruturas físicas das equipamentos e estrutura.
M1.2
trilhas da Unidade trilhas conservadas e
mantidas, incluindo
sinalização, pisos,
corrimãos, degraus,
canaletas, retirada de
obstáculos (nº absoluto ou
% em relação ao total)

Trilhas com sinalização


implantada (nº, % ou
metragem das trilhas em
relação ao total)
C3. Depende de boas práticas de relacionamento com os
Sub-Programa de Sinalização: Distância entre os marcos proprietários e atores principais na Zona de Amortecimento
Implantar e manter um sistema de de sinalização nas trilhas,
2. Sub-Programa de Sinalização M2.1
sinalização da UC: divisas, indicativas, edificações e acessos à
informativas. C4. Depende de rondas contínuas de fiscalização e orçamento
UC para manutenção dos equipamentos de sinalização

Nº de ações de
manutenção e troca de
sinalização por desgaste,
vandalismo ou

5.10 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5- Programas de Manejo

intemperismo

Nº de atividades
Ordenar as atividades a serem
disponibilizadas aos
M3.1 desenvolvidas pelo visitante, em
visitantes (trilhas guiadas
relação à recreação e interpretação
ou livres)

Nº de monitores e guias
treinados nas atividades C5. Depende receptivo e acompanhamento em parte das trilhas
acompanhadas
Proporcionar segurança nas práticas
M3.2
de visitação, interpretação e recreação Nº de ocorrências de
acidentes (e seu grau de
severidade) de visitantes
dentro dos limites da UC

Definir a capacidade de carga turística


do Parque, para espaços específicos,
M3.3
e mecanismos de monitoramento e
gestão
Nº de visitantes por
Diminuir a pressão sobre os recursos período/dia, trilha/atrativo
3. Visitação e interpretação ambiental M3.4 naturais por meio do controle de ou trecho
visitantes
C6. Depende do mapeamento das trilhas e potenciais áreas de
Obter dados de perfil de visitantes visitação da UC, além de acompanhamento e registro das
M3.5 atividades de visitação pela equipe da UC
para monitoramento e gestão

Melhorias implementadas C7. Depende de manutenção da portaria, guarita e receptivo


Enriquecer as experiências de caráter
na estrutura de apoio à
ambiental dos visitantes, de acordo
M3.6 visitação – novas
com as aptidões e potencialidades dos
sinalizações, ações
recursos específicos da área
recreativas e parcerias

Adequar o uso e gestão da UC em Nº de revisões nos


M3.7 função das informações obtidas no processos de gestão e
monitoramento manejo do PEMA

Quantidade de elaborado,
Divulgação de temas necessárioas à divulgado e distribuído
M3.8 boa gestão, por meios diversos C8. Depende de uma programação das ações de comunicação
(incluindo mídias sociais).

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 5.11


5 – Programas de Manejo

CRONOGRAMA (ANOS)
CLASSIFICAÇÃO DAS RESPONSABILIDADES
AÇÕES ATIVIDADES
ATIVIDADES E PARCERIAS
1 2 3 4 5

Gestores do PEMA
Mapear as áreas com susceptibilidade a
A1.1 Estratégia de gestão Universidades e
processos de instabilização nas trilhas
pesquisadores
parceiros

Elaborar cronograma de prioridades e


necessidades em função dos processos
A1.2 mais urgentes em relação à utilização e Estratégia de gestão Gestores do PEMA
periculosidade, priorizando as trilhas
definidas como de uso intensivo

Gestores do PEMA
Elaborar estudo sobre técnicas a serem
A1.3 aplicadas na recuperação das trilhas do Estudo Universidades e
Controle e Monitoramento das Parque pesquisadores
1 parceiros
Trilhas

Ampliar a possibilidade de atrativos, abrindo


A1.4 novas trilhas conforme indicadas no Estratégia de gestão Gestores do PEMA
zoneamento

Elaborar projeto específico para Gestores do PEMA


recuperação e estruturação das trilhas
A1.5 ativas consideradas para a utilização Estudo Universidades e
intensiva, conforme zoneamento e pesquisadores
considerando sua capacidade de carga parceiros

A1.6 Promover a recuperação das trilhas Gestão Gestores do PEMA

Realizar procedimentos de estruturação,


A1.7 Gestão Gestores do PEMA
monitoramento e manutenção nas trilhas

Definir padrões gráficos da sinalização, Gestores do PEMA,


A2.1 Gestão
contendo logotipo da UC, da SEMAD SEMAD
2 Sub-Programa de Sinalização
Implantar placas no entorno indicando o
A2.2 Gestão Gestores do PEMA
acesso e a localização do PEMA.

5.12 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5- Programas de Manejo

Implantar Placa na entrada do PEMA e em


A2.3 Gestão Gestores do PEMA
pontos estratégicos indicando seus limites

Estruturar as trilhas existentes no PEMA


para uso como trilhas guiadas e
A2.4 Gestão Gestores do PEMA
autoguiadas – nomear trilhas, priorizá-las e
realizar melhorias necessárias

Implantar placas descritivas no começo das Gestores do PEMA


trilhas contendo: mapa da trilha, tempo de
A2.5 Gestão
percurso, dificuldade e orientações gerais
(autoguiadas ou dependentes de guias) Parceiros locais

Implantar placas descritivas para trilhas Gestores do PEMA


A2.4 interpretativas contendo nome e principais Gestão
características da espécie de destaque Parceiros locais

Elaborar cronograma específico para Gestores do PEMA


A2.5 manutenção das placas implantadas nas Estudo
trilhas Parceiros locais

Implantar placas descritivas nos principais


acessos ao Parque, preferencialmente a Gestores do parque
A2.6 partir da Zona de Amortecimento, com as Gestão
informações relativas aos limites e Parceiros locais
proximidade do Parque

Elaborar projeto específico para Gestores do PEMA


estruturação das trilhas ativas e principais
A2.6 Estudo
acessos para a utilização intensiva,
conforme zoneamento do Parque Parceiros locais

Instalar placas educativas alertando sobre o Gestores do PEMA


A2.7 risco de incêndios florestais, sobretudo nas Gestão
áreas mais críticas. Parceiros locais

Organizar e divulgar informações relevantes Gestores do PEMA


ao visitante e comunidade sobre as
A3.1 Estratégia de gestão
atividades, normas de uso, características e
3 Visitação e interpretação ambiental limites da unidade de conservação Parceiros locais

A3.2 Implantar o Receptivo do Parque Gestão Gestores do PEMA

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 5.13


5 – Programas de Manejo

Priorizar a identificação e a implantação de


A3.3 placas de sinalização nas áreas de risco Gestão Gestores do PEMA
para os visitantes

Implantar um sistema de registro e controle


A3.4 da visitação, bem como análise do perfil de Gestão Gestores do PEMA
visitantes

Aplicar continuamente pesquisa de perfil de Gestores do PEMA


visitantes, por meio de questionários
A3.5 devidamente estruturados e seguindo Gestão SEMAD
padrão da SEMAD-GO e do Ministério de
Turismo Parceiros locais

Gestores do PEMA

SEMAD
Definir a capacidade de carga turística do
A3.6 Estudo
PEMA
Universidades e
pesquisadores
parceiros

Monitorar as atividades desenvolvidas pelos


A3.7 Gestão Gestores do PEMA
visitantes no Parque (ação contínua)

Estabelecer procedimentos para registro


A3.8 Estratégia de gestão Gestores do PEMA
das atividades de monitoramento no Parque

Estruturar um banco de dados com as


atividades realizadas no Parque, com
informações que possibilitem a
A3.9 Gestão Gestores do PEMA
caracterização dessas atividades, período
de ocorrência, perfil e satisfação dos
participantes, entre outras

Gestores do PEMA
Elaborar um banco de dados sobre o perfil
A3.10 Gestão
do visitante
Parceiros locais

5.14 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5 – Programas de Manejo

5.3 - PROGRAMA DE INTERAÇÃO SOCIOAMBIENTAL

Este programa tem como objetivo estabelecer, por meio das relações entre os diversos
atores do território, os pactos sociais necessários para garantir a proteção da Mata Atlântica
goiana, sua fauna, flora e demais serviços ecossistêmicos. Torna-se necessária uma
estratégia de abordagem que compartilhe os benefícios ambientais, econômicos e sociais
oriundos da criação de uma unidade de conservação, zelando pela eficiência na
comunicação aos atores envolvidos. Busca-se, assim, elevar a visibilidade das ações de
proteção aos recursos naturais, históricos e culturais do Parque Estadual da Mata Atlântica.

A participação dos diversos atores do território só será efetiva na medida em que um


programa de sensibilização, comunicação e informação voltado para diferentes públicos,
gestores públicos e comunidade em geral, permitindo amplo conhecimento sobre o PEMA.
O desenvolvimento dos programas e atividades previstos no Plano de Manejo dependerá da
atuação e aplicação dos recursos da SEMAD e de outras instituições, incluindo a sociedade
civil organizada. Para as comunidades do entorno é fundamental o envolvimento por meio
de uma gestão participativa.

A gestão eficiente de uma UC depende da aplicação adequada dos recursos destinados à


manutenção da área, de seus recursos humanos e materiais, contemplando inclusive a
implantação de seu Plano de Manejo. A articulação de parcerias com empresas e
instituições locais com missão sinérgica com os objetivos de um Parque Estadual são
valiosas alternativas para auxílio à gestão mais eficiente do PEMA.

Para que esta articulação ocorra da melhor forma possível, um caminho promissor é a
comunicação entre os atores, baseada na disponibilização contínua de informações e a
criação e manutenção de canais de diálogo entre o PEMA e a sociedade, especialmente
com as comunidades no entorno. Os benefícios ambientais, sociais e econômicos que
decorrem do efetivo estabelecimento de uma UC podem ser o grande direcionador destes
diálogos.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 5.15


5 – Programas de Manejo

Tabela 5.03 - Programa de Interação Socioambiental

C. PROGRAMA DE INTERAÇÃO SOCIOAMBIENTAL

OBJETIVO DO PROGRAMA: Estabelecer, por meio das relações entre os diversos atores do território, os pactos sociais necessários para garantir o objetivo superior da Unidade.

OBJETIVO ESTRATÉGICO METAS INDICADORES CONDICIONANTES

% do Programa
executado/período
Desenvolver Programa de Educação
M1.1
Ambiental Número de Instrumentos de
planejamento, gestão e
comunicação
Educação Ambiental
Nº de atores identificados e
M1.2 Identificar os atores e públicos alvo
engajados
C1. Depende de política de relacionamento com os principais
Desenvolver programa voltado a atores da Zona de Amortecimento
M1.3 proteção de predação de animais Nº de moradores visitados
domésticos por animais silvestres
C2. Depende de reuniões periódicas do Conselho Consultivo
Nº de reuniões de
Parcerias articuladas com diferentes articulação C3. Depende de comunicação constante com atores locais, a fim
atores: poder público (prefeituras, de manter engajamento e estimular a participação
Articulação de parcerias M1.3
MP, autarquias), sociedade civil
organizada e universidades Nº de atores identificados e
engajados

Nº de reuniões periódicas
do Conselho Consultivo
Apoio ao Conselho Consultivo M1.4 Gestão participativa desenvolvida
Nº de diferentes atores
representados no Conselho
Consultivo

CRONOGRAMA (ANOS)
CLASSIFICAÇÃO DAS RESPONSABILIDADES
AÇÕES ATIVIDADES
ATIVIDADES E PARCERIAS
1 2 3 4 5

Desenvolvimento do Programa de Desenvolvimento das etapas do


1 A1.1 Estratégia de Gestão Gestores do PEMA
Educação Ambiental Programa de Educação Ambiental

5.16 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5- Programas de Manejo

Parceiros locais

Comunicação do Programa de Gestores do PEMA


A1.2 Educação Ambiental até os públicos Comunicação
alvo Parceiros locais

Gestores do PEMA
Feedback e avaliação do nível de
A1.3 Avaliação e monitoramento
aprendizado (ação contínua)
Parceiros locais

Gestores do PEMA
Buscar parcerias para a gestão do
A2.1 Articulação
território das comunidades lindeiras
Parceiros locais

Identificar temas de interesse mútuo Gestores do PEMA


A2.2 com atores locais e com instituições Estratégia de gestão
com atuação regional Parceiros locais
2 Articulação de parcerias
Conselho Consultivo

Estabelecer agenda periódica com SEMAD


as prefeituras e instituições visando
A2.3 Articulação
priorizar temas comuns a serem
discutidos Gestores do PEMA

Parceiros locais

Conselho Consultivo
Estabelecer periodicidade das
A3.1 Estratégia de gestão
reuniões do Conselho Consultivo
SEMAD

Conselho Consultivo
Garantir a representatividade do
A3.2 Estratégia de gestão
Conselho Consultivo (ação contínua)
3 Apoio ao Conselho Consultivo SEMAD

Conselho Consultivo

Revisar boas práticas para Gestão


A3.3 Estratégia de gestão SEMAD
Participativa (ação contínua)

Gestores do PEMA

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 5.17


5 – Programas de Manejo

5.4 - PROGRAMA DE PROTEÇÃO E FISCALIZAÇÃO

Este programa tem como objetivo garantir a integridade física, biológica e cultural da
Unidade. Diz respeito a ações e atividades necessárias para proporcionar a melhoria da
qualidade ambiental do PEMA, disponibilizando recursos para o restabelecimento e
manutenção da biodiversidade. Contém o Sub-Programa “Plano de combate a incêndios”.

Esse subprograma de combate e controle a incêndios se justifica em função do fato de que


a unidade, além de apresentar diversas áreas já impactadas por incêndios, é circundada por
áreas com atividade agropecuária, nas quais as práticas de queimadas são potencializadas.
Justifica-se ainda em função do fato de a vegetação local, além de ser altamente suscetível
ao fogo, consiste em um sistema de grande relevância para a manutenção da qualidade e
da disponibilidade hídrica que abastece as comunidades regionais. De caráter permanente,
busca estabelecer um sistema de monitoramento, desde a previsão do risco até o combate
ao fogo, de modo a reduzir a perda de recursos naturais e culturais. Este sistema contempla
ações integradas entre a SEMAD e as demais instituições e atores com atuação local e
regional, de forma a prevenir, minimizar e controlar atividades e situações de risco às
espécies e habitats.

Com base no mapa de fragilidade a incêndios elaborado pela STCP, baseado nos
parâmetros de uso do solo, ocorrências pretéritas de incêndios, tipo de vegetação e
declividade, sugere-se a adoção de ao menos cinco setores de combate a incêndios no
PEMA (Figura 2.02): três no interior do parque e duas em sua Zona de Amortecimento. Os
setores de maior atenção possuem áreas de Fragilidade Alta, Muito Alta e Extrema da Zona
de Amortecimento, pois apresentam alto potencial de entrada de focos de incêndio no
interior da UC, somado ao grande potencial de queima em função de extensas áreas com
esse nível de suscetibilidade ao longo da Zona de Amortecimento.

No Interior do PEMA, sugere-se três setores para monitoramento:

 Setor Leste: tendo como referência a trilha e o Córrego da Lontra, contempla


praticamente toda a porção Norte/Nordeste e Leste do PEMA, com fragilidade
categorizada como de moderada a muito alta, conectada a extensas áreas de
atividade agropecuária e alto potencial de focos de incêndios (Setor Externo A, a
seguir);

 Setor Central: área central, entre o Córrego da bica da sede e o Córrego da Lontra,
com áreas de fragilidade baixa a moderada;

 Setor Oeste: áreas mais degradadas a Oeste, acompanhando a estrada principal


que limita o PEMA, incluindo o Córrego da Bica da Sede e a infraestrutura existente.

Na sua Zona de Amortecimento, sugere-se duas áreas de monitoramento:

 Setor Externo A: com áreas mapeadas de fragilidade moderada a extrema, com


histórico de focos de incêndios e uso do solo categorizado como atividades
agropecuárias intensivas, com grandes pastagens;

 Setor Externo B: limitado pelos rios Piracajuba e Corumbá, contempla as principais


estradas de acesso, pela proximidade com a sede, com áreas de vegetação
secundária em estágios iniciais e médios de sucessão, além de áreas de potencial
mineração de ouro e extração de areia.

5.18 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5- Programas de Manejo

Assim, as duas áreas mais críticas na Zona de Amortecimento estão conectadas aos dois
setores que merecem maior atenção no monitoramento dentro do PEMA. As atividades de
fiscalização no interior do PEMA, no seu entorno, incluindo trilhas, estradas e aceiros,
devem ser intensificadas no período de maior estiagem. Nas áreas de entorno é primordial
manter diálogo próximo aos principais atores envolvidos, sobretudo o agropecuário, para
orientação correta de melhores práticas e a co-construção de alternativas viáveis para
proteção do PEMA.

Figura 5.02 - Setores Sugeridos para Combate e Monitoramento a Focos de Incêndio no PEMA
e Zona de Amortecimento

Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda. (2021).

Para prevenir e reduzir as consequências dos incêndios, são previstas nesse subprograma
ações relacionadas à criação e manutenção de aceiros, formação e capacitação de uma
brigada de combate a incêndios e educação ambiental às comunidades das áreas de
entorno da UC, nesse caso abrangendo tanto a sensibilização quanto a problemática do uso
do fogo para a limpeza do terreno e proposição de alternativas de manejo agropecuário.

Abaixo segue um proposta de quadro funcional e devidas descrições indicado para atuar na
gestão do PEMA.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 5.19


5 – Programas de Manejo

Tabela 5.04 – Quadro Funcional Proposto para Gestão do Parque


ESCOLARIDADE
NÚMERO DE
CARGO APROPRIADA PARA O ATRIBUIÇÃO
SERVIDORES
CARGO
Profissional dotado de ensino superior
completo, preferencialmente na área
de Administração, Gestão Pública, Realizar trabalhos relacionados à
Gerente 1 Gestão Ambiental, Ciências Biológicas, administração/gestão da UC.
Eng. Florestal, Eng. Ambiental,
Turismo ou áreas afins.

Preferencialmente profissionais
dotados de ensino superior completo, Realizar trabalhos voltados à Sensibilização,
Monitores preferencialmente na área de Ciências Conscientização e Educação Ambiental,
4
Ambientais Biológicas, Gestão Ambiental, ou bem como relacionados à Visitação Pública
ainda, com pós graduação em na UC e seu entorno.
educação ambiental.

Desempenhar trabalhos relacionados à


fiscalização da UC, manejo de visitantes,
combate a incêndios florestais, apoio a
Agentes de No caso de Guarda Parque, deve ser atividades de pesquisa e monitoramento,
Parque dado preferência à contratação de relacionamento com as comunidades
funcionário(a) dotado de curso Técnico vizinhas, manutenção de infraestrutura,
(Guarda-
5 em Meio Ambiente ou área afim, e no atividades de busca, resgate e primeiros
Parque e caso de Serviços Gerais, socorros – característica da função de
Serviços preferencialmente com segundo grau Guarda Parque; e atividades de controle de
Gerais) completo. compra e uso de materiais de limpeza e
asseamento das edificações existentes na
UC – característica da função de Serviços
Gerais.

5.20 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5 – Programas de Manejo

Tabela 5.05 - Programa de Proteção e Fiscalização

D. PROGRAMA DE PROTEÇÃO E FISCALIZAÇÃO

OBJETIVO DO PROGRAMA: Garantir a integridade física, biológica e cultural da Unidade; deverá conter um subprograma “plano de combate a incêndios”. Se à época da elaboração deste
subprograma já existir um plano operacional de combate à incêndios na unidade, ele deverá ser considerado como base para a nova proposta.

OBJETIVO ESTRATÉGICO METAS INDICADORES CONDICIONANTES

Programa de Fiscalização: proteção física, M1.1 Pessoal, infraestrutura e bens Diagnóstico da infraestrutura C1. Depende de Diagnóstico realizado da infraestrutura e bens
biológica e cultural necessários para o desenvolvimento para proteção e fiscalização
das atividades de proteção e C2. Depende da disponibilidade da equipe (efetivos e/ou
fiscalização Custos de manutenção de comissionados)
equipamentos

Custos/horas trabalhadas no
processo de fiscalização e
gestão

M1.2 Controle de acessos e limites da UC Número de ocorrências de C3. Depende de atividades contínuas de fiscalização
ilícitos encontrados
C4. Depende de boa manutenção nas trilhas e acessos
Número de abordagens
realizadas

Subprograma Plano de Combate a incêndios M1.3 Trabalhos de prevenção e combate Número de ocorrências de
a incêndios florestais organizados incêndios registradas dentro
Prevenção e controle de risco e frequência de dos limites e ZA
incêndios florestais
M1.4 Fiscalização e prevenção priorizadas Número de rondas/ações de
nos locais onde a ocorrência de fiscalização em
incêndios é mais frequente campo/período

M1.5 Setorização do PEMA em blocos Número de setores de C5. Adoção de ao menos 5 setores de combate a incêndios:
para monitoramento e combate a combate definidos e
incêndios florestais monitorados continuamente Setor Oeste: áreas mais degradadas a Oeste, incluindo o Córrego
da Bica da Sede e parte das estradas de acesso e limite do PEMA,
incluindo sua sede

Setor Central: área central, entre o Córrego da bica da sede e o


Córrego da Lontra

5.21 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5 – Programas de Manejo

Setor Leste: Acima da Trilha da Lontra, porção Leste do PEMA

Zona de Amortecimento:

Setor Externo A: na porção Nordeste da ZA

Setor Externo B: na porção Oeste

M1.6 Acesso à área do PEMA controlado Número de ações de C6. Depende de periodicidade das ações de fiscalização,
por funcionários treinados e controle e fiscalização nos disponibilidade de equipe e política de relacionamento com atores
capacitados para atuar em ações de acessos do entorno
prevenção e combate a incêndios
florestais

M1.7 Brigada voluntária de combate a Número de integrantes da C7. Depende da articulação com atores relevantes do entorno e
incêndios florestais formada, Brigada voluntária parceria para construção da brigada voluntária – com poder público
treinada e equipada nas esferas pertinentes, incluindo policiamento ambiental (PM-
Número de reuniões e GO), IBAMA etc.
treinamentos da Brigada
voluntária

M1.8 Instituição de brigada fixa Número de integrantes da C8. Depende da articulação entre a gestão da UC e os atores
brigada fixa. relevantes do entorno para construção da brigada fixa e
constituição de equipe fixa de brigadistas a serem acionados em
Número de treinamentos da caso de emergência.
brigada fixa.

AÇÕES ATIVIDADES CLASSIFICAÇÃO DAS RESPONSABILIDADES CRONOGRAMA (ANOS)


ATIVIDADES E PARCERIAS

1 2 3 4 5

1 Ações de fiscalização A1.1 Diagnóstico atualizado da Estratégia de gestão Gestores do PEMA


infraestrutura necessária para
fiscalização – guaritas, alojamentos,
sede

A1.2 Manutenção da infraestrutura para Gestão Gestores do PEMA


fiscalização (ação contínua)

A1.3 Diagnóstico dos bens para Gestão Gestores do PEMA


fiscalização – veículos, EPIs,
equipamentos

5.22 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5- Programas de Manejo

A1.4 Manutenção dos bens de fiscalização Gestão Gestores do PEMA


(ação contínua)

A1.5 Ações de fiscalização – rondas (ação Gestão Gestores do PEMA


contínua)

A1.6 Registros de ocorrências de Gestão Gestores do PEMA


fiscalização (ação contínua)

A1.7 Acompanhamento das ocorrências Estratégia de gestão Gestores do PEMA


de fiscalização, desdobramentos e
revisões de boas práticas (ação
contínua)

2 Subprograma Plano de Combate a A2.1 Estratégia de gestão Gestores do PEMA


incêndios Levantamento da ocorrência e risco
histórico de incêndios
Parceiros locais

A2.2 Estabelecer um sistema de Gestão Gestores do PEMA


comunicação dentro da UC e sua
Zona de Amortecimento, que diminua Parceiros locais
o tempo de resposta entre a
detecção do fogo e o recebimento da
informação pelo pessoal responsável
pelo desencadeamento das ações de
combate

A.2.3 Diagnosticar e providenciar Gestão Gestores do PEMA


infraestrutura e equipamentos
necessários à prevenção e combate
a incêndios florestais (ação contínua)

A2.4 Articulação Conselho Consultivo

Estabelecimento de parcerias locais


Gestores do PEMA
para o tema Incêndios Florestais

Parceiros locais

A2.5 Estabelecimento de Sistema de Gestão Gestores do PEMA


aceiros para prevenção de incêndios
nos limites do PEMA (ação contínua)

A2.6 Elaborar material didático em Gestão – Interface com o Conselho Consultivo


linguagem popular contendo a Programa de Interação

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 5.23


5 – Programas de Manejo

descrição dos riscos de incêndios Socioambiental


florestais e das ações previstas no Gestores do PEMA
planejamento para divulgação junto à
população Parceiros locais
(especialmente
escolas e
professores,
sociedade civil
organizada e
prefeituras)

5.24 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5 – Programas de Manejo

5.5 - PROGRAMA DE PESQUISA E MONITORAMENTO

Este programa tem como objetivo produzir e difundir conhecimentos que auxiliem a gestão
da Unidade em suas diversas ações. Projetos de pesquisa visam produzir e atualizar
conhecimento científico e permitem estabelecer medidas eficazes de conservação e manejo
dos recursos natuais, incluindo seu território e suas áreas de influência, incluindo sua Zona
de Amortecimento.

Neste contexto, são prioritários projetos que objetivem o monitoramento da flora e fauna do
PEMA, assim como aspectos físicos do meio. Aqui se faz necessária a separação entre
pesquisas, estruturadas para obtenção de informações inéditas ou atualização de
informações pretéritas com lacunas temporais, e monitoramentos, estruturados como
processos permanentes e contínuos direcionados a entender como determinados
componentes ambientais são afetados e como seu status determina ações de conservação
e manejo.

É efetivo que o monitoramento se concentre em espécies e grupos indicadores,


preferencialmente àqueles prioritários para o PEMA, que podem contemplar espécies
ameaçadas, endêmicas, de valor cultural e econômico, além de áreas de nascentes e
fragilidade ambiental. Assim, este Plano de Manejo estrutura também um subprograma de
monitoramento e conservação das espécies ameaçadas.

Já há algumas lacunas relevantes mapeadas no PEMA que devem ser contempladas no


Plano de Manejo proposto. No componente de Flora, é necessário um levantamento
florístico e fitossociológico das formações vegetais identificadas preliminarmente; descrição
das espécies vegetais indicadoras de qualidade ambiental, valor científico e econômico,
raras, protegidas por lei, endêmicas, ameaçadas de extinção e invasoras; atualização das
listas de espécies ameaçadas, de acordo com a Portaria 443/2014 do MMA, e as listas e
status da IUCN Red List; descrição das Áreas de Preservação Permanente (APP), com a
indicação de áreas degradadas como erosões e áreas desmatadas; e para o caso de coleta
de material botânico, ressalta-se a condição de doar as exsicatas para a coleção do PEMA.

Considerando o componente de fauna, faz-se necessário realizar um inventário da


mastofauna (especialmente pequenos mamíferos), avifauna, herpetofauna, entomofauna
(especialmente as espécies de interesse ecológico) e ictiofauna; identificação e destaque
das espécies de interesse médico sanitário, epidemiológico e agrícola, cinegéticas e visadas
para o tráfico ilegal, além das espécies ameaçadas, endêmicas, raras, bioindicadoras,
migratórias e exóticas; atualização das listas das espécies de maior interesse
conservacionista: ameaçadas (considerando listas globais, nacionais e regionais
disponíveis), endêmicas e/ou listadas em anexos da CITES.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 5.25


5 – Programas de Manejo

Tabela 5.06 - Programa de Pesquisa e Monitoramento

E. PROGRAMA DE PESQUISA E MONITORAMENTO

OBJETIVO DO PROGRAMA: Produzir e difundir conhecimentos que auxiliem a gestão da Unidade em suas diversas ações. Deverá conter um subprograma para monitoramento e conservação das
espécies ameaçadas

OBJETIVO ESTRATÉGICO METAS INDICADORES CONDICIONANTES

Sub-Programa de Conhecimento Científico M1.1 Lacunas de conhecimento Nº de grupos/taxa C1. Levantamento preliminar de fauna e flora
identificadas no PEMA identificados como
prioritários e sem dados C2. Organização das referências bibliográficas levantadas
atualizados disponíveis
C3. Prioridades e lacunas definidas para flora (levantamento
florístico e fitossociológico, espécies indicadoras, raras, endêmicas
e ameaçadas, listas atualizadas de espécies ameaçadas)

C4. Prioridades e lacunas definidas para fauna (mastofauna,


avifauna, herpetofauna, entomofauna e ictiofauna, espécies de
interesse médico, sanitário, epidemiológico e agrícola, espécies
cinegéticas, bioindicadoras, endêmicas, raras e ameaçadas)

M1.2 Grupos de pesquisadores mapeados Nº de pesquisadores C5. Pesquisadores e instituições da região, do estado ou de
mapeados domínio das linhas de pesquisa almejadas

Nº de instituições mapeadas

M1.3 Definição das espécies alvo de Lista de espécies alvo de C6. Listas atualizadas de espécies Goiás, do Brasil e da IUCN
conservação conservação

M1.4 Pesquisas abordando as lacunas de Número de pesquisas C7. Organização de bancos de dados de pesquisas
conhecimento identificadas no científicas conduzidas no
PEMA PEMA C8. Acessos a periódicos e literatura científica disponível

Número de licenças e C9. Desejável sinergia entre SISBIO e outros bancos de dados
concessões para pesquisas relativos a coletas de material biológico
(no PEMA, no SISBIO bem
como em outros sistemas
disponíveis)

Sub-Programa de Conservação das Espécies M2.1 Espécies ameaçadas identificadas, Lista de espécies C10. Atualização de listas de espécie4s estaduais, federais e
com ocorrência nos limites do PEMA ameaçadas com status de

5.26 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5- Programas de Manejo

Ameaçadas e/ou Endêmicas e sua ZA ameaça atualizado consulta à Lista Vermelha da IUCN

M2.2 Status de ameaça mapeado – lista


de espécies ameaçadas de Goiás,
Lista Vermelha MMA, Categoria de
ameaça IUCN

M.2.3 Monitoramento de espécies Número de projetos


ameaçadas implementados com cada
uma das espécies indicadas
C11. Elaboração de banco de dados de pesquisadores e
neste Plano de Manejo.
instituições da região, do estado ou de domínio das linhas de
pesquisa almejadas.
Projetos com objetivos de
avaliação dos impactos e
C12. Celebração de convênios com as instituições e
riscos sofridos pelas
pesquisadores em até 3 anos após a aprovação do Plano de
espécies, e não apenas com
Manejo.
viés acadêmico.

C13. Publicação de resultados dos estudos realizados em até 5


Resultados dos projetos
anos após a aprovação do Plano de Manejo.
com proposição de ações de
controle e conservação para
as espécies.

Sub-Programa de Manejo e Gestão M3.1 Execução de ações de manejo para Número de ações
as espécies ameaçadas e executadas de manejo
* Interface com o Programa de Manejo e endêmicas C14. Desejável sinergia com ações definidas nos PAN – Planos de
Recuperação Ação Nacional para espécies ameaçadas
M3.2 Definição de espécies alvo de Lista de espécies prioritárias
conservação para o PEMA no período

M3.3 Programa de monitoramento de Número de coletas e C.15. Acompanhamento da evolução da qualidade e quantidade da
nascentes análises de água, e água das nascentes.
medições de nível de
água/vazões em nascentes. C.16. A variação sazonal dos parâmentros quali-quantitativos é de
grande relevância, bem como a amostragem em eventos extremos
(cheias ou estiagens).

AÇÕES ATIVIDADES CLASSIFICAÇÃO DAS RESPONSABILIDADES CRONOGRAMA (ANOS)


ATIVIDADES E PARCERIAS

1 2 3 4 5

1 Mapeamento de lacunas de A1.1 Identificar lacunas de conhecimento Estratégia de gestão Conselho Consultivo
no PEMA: meio físico, biótico e

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 5.27


5 – Programas de Manejo

conhecimento Científico sócioambiental


Gestores do PEMA

A1.2 Mapear grupos de pesquisadores Articulação Conselho Consultivo


interessados nos temas
Gestores do PEMA

A1.3 Definir estratégia para apoio às Estudo Conselho Consultivo


pesquisas
Gestores do PEMA

A1.4 Definir lista de pesquisas prioritárias Estratégia de gestão Conselho Consultivo

Gestores do PEMA

2 Apoio a pesquisas científicas A2.1 Fornecer suporte (logístico: Gestão Gestores do PEMA
prioritárias alojamento, acompanhamento em
campo) os pesquisadores
interessados nos temas prioritários

A2.2 Estratégia de Gestão Conselho Consultivo


Acompanhar pesquisas realizadas no
PEMA e ZA
Gestores do PEMA

3 Revisão de processos e A2.3 Analisar encaminhamentos, Estratégia de Gestão Conselho Consultivo


monitoramento do PEMA, de acordo sugestões e análises das pesquisas
com pesquisas científicas realizadas realizadas, com potencial para Gestores do PEMA
revisão de processos e planejamento
de ações de monitoramento do
PEMA

A2.4 Adotar e/ou adequar protocolos e Gestão Gestores do PEMA


atividades de monitoramento e
gestão de espécies, também no
Programa de Fiscalização

4 Identificar espécies alvo para a A4.1 Estratégia de Gestão Conselho Consultivo


conservação – Ameaçadas e Eleger as espécies indicadoras de
Endêmicas conservação para o PEMA
Gestores do PEMA

A4.2 Estratégia de Gestão Conselho Consultivo


Criar processos de monitoramento
das espécies alvo
Gestores do PEMA

5.28 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5- Programas de Manejo

A4.3 Articulação e parcerias Conselho Consultivo


Estabelecer parcerias para
monitoramento das espécies
Gestores do PEMA

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 5.29


5 – Programas de Manejo

5.6 - PROGRAMA DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA

Este programa tem como objetivo a regularização fundiária do Parque Estadual da Mata
Atlântica que, como previsto no parágrafo 1º do artigo 11 do Sistema Nacional de Unidades
de Conservação (Lei nº 9.985, de 18/07/2000), deve ser de posse e domínio públicos, sendo
que as áreas particulares incluídas em seus limites definidos devem ser desapropriadas.

Como o levantamento preliminar de informações mostrou que apenas 30% da área do


PEMA estão efetivamente regularizados, este programa busca mapear e desenvolver
soluções para as áreas ainda passíveis de regularização. Assim, este programa tem caráter
limitado, como escopo e periodicidade definidos até que a situação esteja integralmente
solucionada.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda. 5.30


5 – Programas de Manejo

Tabela 5.07 - Programa de Regularização Fundiária

F. REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA

OBJETIVO DO PROGRAMA: regularização fundiária do PEMA que, como previsto no parágrafo 1º do artigo 11 do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Lei nº 9.985, de 18/07/2000), deve
ser de posse e domínio públicos

OBJETIVO ESTRATÉGICO METAS INDICADORES CONDICIONANTES

Propriedades particulares mapeadas


Identificação das propriedades particulares % da área do PEMA com
M1.1 - com matrículas, limites e
dentro dos limites do PEMA pendências fundiárias C1. Propriedades com informações adicionadas no CAR/PRAD
proprietários identificados
C2. Disponibilidade de registros fundiários nos tabelionatos locais
Relacionamento com os proprietários % dos proprietários
M2.1 Proprietários contactados C3. Política de relacionamento com atores locais
particulares dentro dos limites do PEMA contactados
C4. Parceria com poder público local (especialmente executivo e
Poder Público identificado e Número de atores judiciário)
M3.1
mobilizado para a resolução do tema contactados
C5. Disponibilidade de recursos para desapropriação.
Articulação com o poder público para os Lista de fontes disponíveis –
processos de desapropriação C6. Definição de procedimento para desapropriações diretas,
Fontes de recursos disponíveis Fundos de Compensação,
M3.2 indiretas e/ou judiciais.
mapeadas Termos de Ajustes de
Conduta
CLASSIFICAÇÃO DAS RESPONSABILIDA- CRONOGRAMA (ANOS)
AÇÕES ATIVIDADES
ATIVIDADES DES E PARCERIAS 1 2 3 4 5
Mapear propriedades particulares
1.1 Estratégia de gestão Gestores do PEMA
dentro do PEMA

Mapeamento e identificação das 1.2 Identificar proprietários Gestão SEMAD


1 propriedades particulares nos limites
do PEMA e Zona de Amortecimento Analisar situação fundiária
1.3 Gestão
(mapeada, regular ou não)
Analisar a conformidade ambiental
1.4 Adequação ambiental
quanto a APP e RL
Gestores do PEMA
2 Relacionamento com os proprietários 2.1 Contactar os proprietários Relacionamento
SEMAD
Identificar as áreas e propriedades
mais críticas (não-conformidades
2.2 com APP, RL e/ou uso não Estratégia de gestão
adequado na Zona de
Amortecimento)

2.3 Construir diálogos com os Relacionamento


proprietários para formentar a

5.31 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


5 – Programas de Manejo

regularização fundiária das suas


propriedades
Articular com o Poder Público sobre
3.1 potenciais fontes de recurso para os Articulação
processos de desapropriação
Mapear Fundos de Compensação,
3.2 Termos de Ajuste de Conduta bem Articulação
como outras fontes disponíveis
Conduzir diálogos entre os atores Gestores do PEMA
envolvidos (PEMA, outras instâncias
3.3 do Poder Público, proprietários) para Relacionamento Conselho Consultivo
3 Processos de Desapropriação
priorização e andamento dos SEMAD
processos
Desapropriação das propriedades
3.4 Gestão
privadas dentro dos limites da UC
Levantar ou mapear as áreas que
possuem a necessidade de
3.5 intervenção ou acionamento judicial Gestão
para que possa dar andamento na
desapropriação.

5.32 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda.


6 – DOCUMENTOS
CONSULTADOS
6 - DOCUMENTOS CONSULTADOS
ABILHOA, V.; BRAGA, R. R.; BORNATOWSKI, H.; VITULE, J. R. S. 2011. Fishes of the
Atlantic Rain Forest Streams: Ecological Patterns and Conservation. In: GRILLO, O.;
VENORA, G. (eds.) Changing Diversity in Changing Environment. Rijeka, Intech, pp. 259-
282.

AGEITEC – Agência Embrapa de Informação Tecnológica. 2020a. Cambissolos Háplicos.


Disponível em: <http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/solos_tropicais/arvore/CONT0
00gn1sf65m02wx5ok0liq1mqzx3jrec.html>. Acesso em: mar. 2020.

AGEITEC – Agência Embrapa de Informação Tecnológica. 2020b. Argissolos.


Disponível em: <https://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/solos_tropicais/arvore/CONT
AG01_7_2212200611538.html>. Acesso em: mar. 2020.

ALMEIDA, L.; RESENDE, L.; RODRIGUES, A. P.; CAMPOS, J. E. G. 2006. Hidrogeologia


do Estado de Goiás. Goiânia – GO: Governo do estado de Goiás, 232 p. Disponível em:
<http://www.sieg.go.gov.br/downloads/Livro_Hidrogeologia.pdf>. Acesso em: mar. 2020.

ALVARES, C. A.; STAPE, J. L.; SENTELHAS, P. C.; GONÇALVES, J. L. M.; SPAROVEK, G.


2013. Köppen’s climate classification map for Brazil. Meteorologische Zeitschrift, 22: 711-
728.

ALVES, R. R. N.; VIEIRA, W. L. S. & SANTANA, G. G. 2008. Reptiles used in traditional


folk medicine: conservation implications. Biodiversity and Conservation, 17: 2037-2049.

ALVES, R. R. N.; ALVES, H. N.; BARBOZA R. R. D & SOUTO, M. S. W. 2010 . The


influence of religiosity on health. Ciência & Saúde Coletiva. 15: 1123-1129.

ALVES, R. R. N.; VIEIRA, K. S.; SANTANA, G. G.; VIEIRA, W. L. S.; ALMEIDA, W.


O.; SOUTO, W. M. S.; MONTENEGRO, P. F. G. P. & PEZZUTI, J. C. B. 2012. A review on
human attitudes towards reptiles in Brazil. Environmental Monitoring and Assessment
(Dordrecht. Online). 184: 6877-6901.

ANA – Agência Nacional de Águas. 2009. Plano Estratégico da Bacia Hidrográfica dos
rios Tocantins e Araguaia - Relatório Síntese. Disponível em:
<https://central3.to.gov.br/arquivo/269473/>. Acesso em: mar. 2020.

ANA – Agência Nacional de Águas. 2010. Plano de Recursos Hídricos da Bacia


Hidrográfica do Rio Paranaíba (PRH Paranaíba). Disponível em:
<http://cbhparanaiba.org.br/uploads/documentos/PRH_PARANAIBA/DOCUMENTOS_APOI
O/Parte_A_Caracterizacao_Bacia.pdf>. Acesso em: mar. 2020.

ANA – Agência Nacional de Águas. 2013. Plano de Ação de Recursos Hídricos da


Unidade de Gestão Hídrica Corumbá. Disponível em:
<file:///C:/Users/fmeyer/Downloads/PARH_Corumba.pdf>. Acesso em: mar. 2020.
6 –Documentos Consultados

ANA – Agência Nacional de Águas. 2015. Conjuntura dos recursos hídricos no Brasil:
regiões hidrográficas brasileiras. Brasília - DF: ANA, 163 p.

ANTHONY, S.J, EPSTEIN, J.H, MURRAY, K.A, NAVARRETE-MACIAS, I, ZAMBRANA-


TORRELIO, C.M, SOLOVYOV, A, OJEDA-FLORES, R, ARRIGO, N.C, ISLAM, A, KHAN,
S.A, HOSSEINI, P, BOGICH, T.L, OLIVALl, K.J, SANCHEZ-LEON, M.D, KARESH, W.B,
GOLDSTEIN, T, LUBY, S.P, MORSE, S.S, MAZET, J.A.K, DASZAK, P, LIPKIN, I. 2013. A
strategy to estimate unknown viral diversity in mammals. mBio 4: e00598–13.

ARAUJO, M. L. M. N. 2010. Impactos ambientais nas margens do Rio Piancó causados


pela agropecuária. Revista Brasileira de Gestão Ambiental. 04(01): 13-33.

AZEVEDO, F. R.; MOURA, M. A. R.; ARRAIS, M. S. B.; NERE, D. R. 2011. Composição da


entomofauna da Floresta Nacional do Araripe em diferentes vegetações e estações do ano.
Revista Ceres 58: 740-648.

BECA, G., VANCINE, M. H., CARVALHO, C. S., PEDROSA, F., ALVES, R. S. C.,
BUSCARIOL, D., PERES, C. A., RIBEIRO, M. C., & GALETTI, M. High mammal species
turnover in forest patches immersed in biofuel plantations. Biological Conservation, 210,
352–359.2017.

BELLO, M. C.; GALETTI, M. A.; PIZO, L. F. S.; MAGNAGO, M. F.; ROCHA, R. A. F.; LIMA,
C. A.; PERES, O.; OVASKAINEN, JORDANO, P. Defaunation affects carbon storage in
tropical forests. Science Advances:Vol. 1, no. 11. 2015.

BENCKE, G.A., MAURÍCIO, DEVELEY & GOERCK, J. M. 2006. Áreas Importantes para a
Conservação das Aves do Brasil. Parte I – Estados do Domínio da Mata Atlântica. São
Paulo: Birdlife International – SAVE Brasil. 2006. 494 p.

BERTOLUCI, J.; CANELAS, M. A. S.; EISEMBERG, C. C.; PALMUTI, C. F. S. &


MONTINGELLI, G. G. 2009. Herpetofauna da Estação Ambiental de Peti, um fragmento
de Mata Atlântica do estado de Minas Gerais, sudeste do Brasil. Biota Neotropica, 9(1):
147-155. Disponível:
https://www.biotaneotropica.org.br/v9n1/en/fullpaper?bn01409012009+pt. Acesso:
25/10/2020.

BILDSTEIN, K. L., W. SCHELSKY & ZALLES, J. 1998. Conservation status of tropical


raptors. J. Raptor Res. 32:3-18.

BONVICINO, C. R.; OLIVEIRA, J. A.; D’ANDREA, P. S. 2008. Guia dos Roedores do


Brasil, com chaves para gêneros baseadas em caracteres externos. Rio de Janeiro –
RJ: Centro Pan-Americano de Febre Aftosa, 120 p.

BROCARDO, C. R. Mamíferos como indicadores da integridade da Mata Atlântica


subtropical. Instituto Neotropical – Pesquisa e Conservação. Disponível em:
<http://www.iap.pr.gov.br/arquivos/File/Dibap_Duc_Pesquisas_2017/projet_39_17_crbrocard
o.pdf>. Acesso em novembro de 2020.

CAMPANILI, M.; SCHAFFER, W. B.; 2010. Mata Atlântica: manual de adequação


ambiental. Brasília – DF: MMA/SBF, 96 p.

CARDOSO, M. R. D.; MARCUZZO, F. F. N.; BARROS, J. R. 2014. Classificação Climática


de Köppen-Geiger para o estado de Goiás e Distrito Federal. Acta Geográfica, 8: 40-55.

CASTRO, R. M. C. 1999. Evolução da ictiofauna de riachos sul-americanos: padrões


gerais e possíveis processos causais. In: CARAMASCHI, E. P.; MAZZONI, R.; PERES-

6.2 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


6 – Documentos Consultados

NETO, P. R. (Eds.). Ecologia de Peixes de Riachos, Série Oecologia Brasiliensis, v. 6. Rio


de Janeiro – RJ: PPGE-UFRJ, pp.139-159.

CASTRO, E. R. & GALETTI, M. 2004. Frugivoria e dispersão de sementes pelo lagarto


teiú Tupinambis merianae (Reptilia: Teiidae). Papéis Avulsos de Zoologia, São Paulo,
SP. 44(06):91-97.

CBH SUDESTE GOIANO – Comitê de Bacias Hidrográficas dos Rios do Sudeste Goiano.
2011. Proposta de instituição do Comitê das Bacias Hidrográficas dos rios do Sudeste
Goiano. Disponível em: <http://www.meioambiente.go.gov.br/images/imagens_migradas/upl
oad/arquivos/2015-11/cbh-rios-corumba-verissimo-e-afluentes-goianos-do-sao-marcos-
proposta-de-instituicao.pdf>. Acesso em: mar. 2020.

CBRO, 2020. Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos. Disponível:


http://www.cbro.org.br/. Acesso: 05/11/2020.

CECAV - Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas. 2012. Potencialidade


de ocorrência de cavernas. Disponível em: <https://www.icmbio.gov.br/cecav/projetos-e-
atividades/potencialidade-de-ocorrencia-de-cavernas.html>. Acesso em: mar. 2020.

CECAV - Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas. 2019. Cadastro


Nacional de Informações Espeleológicas – CANIE. Disponível em:
<http://www.icmbio.gov.br/cecav/canie.html>. Acesso em: mar. 2020.

CEMAVE/ICMBIO, 2016. Relatório anual de rotas e áreas de concentração de aves


migratórias no Brasil. Cabedelo, PB.

CITES, 2020. Convention On International Trade In Endangered Species Of Wild Fauna


And Flora Appendices I, II and III. Disponível:
https://www.cites.org/sites/default/files/esp/app/2019/S-Appendices-2019-11-26.pdf. Acesso:
05/11/2020.

COINDICE. Conselho Deliberativo dos Índices de Participação dos Municípios. Resolução


de Repasse de Recursos para os Municípios. Disponível:
<https://www.economia.go.gov.br/receita-estadual/domic%C3%ADlio-tribut%C3%A1rio-
eletr%C3%B4nico/121-indice-de-participacao-dos-municipios/4206-indice-de-participacao-
dos-municipios-resolucoes.html>. Acesso: 11 de maio de 2020.

CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE (SECIMA-GO). Resolução CEMAM nº 02,


de 29 de julho de 2016. Estabelece a lista de atividades de impacto ambiental local no
âmbito do Estado de Goiás, dispõe sobre o credenciamento de Municípios para o
licenciamento ambiental de atividades de impacto local, regulamenta a instauração de
competência estadual supletiva, dispõe sobre a Corte de Conciliação de Descentralização e
dá outras providências. Goiás, 29 jul. 2016.

CONSOLI, R. A. G. B. & LOURENÇO DE OLIVEIRA, R. 1994. Principais mosquitos de


importância sanitária no Brasil. Rio de Janeiro, Fiocruz.

COSTA, H. C.; BÉRNILS, R. S. 2018. Répteis do Brasil e suas Unidades Federativas: Listas
de espécies. Herpetologia Brasileira 8: 11-57.

CNCFLORA, 2012a. Attalea phalerata in Lista Vermelha da flora brasileira versão


2012.2 Centro Nacional de Conservação da Flora. Disponível em
<http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Attalea phalerata>. Acesso: 05/11/2020.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda 6.3


6 –Documentos Consultados

CNCFLORA, 2012b. Aspidosperma polyneuron in Lista Vermelha da flora brasileira


versão 2012.2 Centro Nacional de Conservação da Flora. Disponível:
<http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Aspidosperma polyneuron>. Acesso:
05/11/2020.

CPRM – Serviço Geológico do Brasil. 2010. Aquíferos. Disponíve em:


<http://www.cprm.gov.br/publique/Redes-Institucionais/Rede-de-Bibliotecas---Rede-
Ametista/Aquiferos-1377.html> Acesso em mar. 2020.

CPRM – Serviço Geológico do Brasil. 2020a. Geocientífico - Cartas de Suscetibilidade a


Movimentos Gravitacionais de Massa e Inundação. Disponível em:
<http://www.cprm.gov.br/publique/Gestao-Territorial/Prevencao-de-Desastres/Produtos-por-
Estado---Cartas-de-Suscetibilidade-a-Movimentos-Gravitacionais-de-Massa-e-Inundacoes-
5384.html>. Acesso em mar. 2020.

CPRM – Serviço Geológico do Brasil. 2020b. Prevenção de desastres. Disponível em: <
https://geoportal.cprm.gov.br/desastres/> Acesso em: mar. 2020.

CREPANI, E.; MEDEIROS, J. S.; AZEVEDO, L. G.; DUARTE, V.; HERNANDEZ, P.;
FLORENZANO, T.; BARBORA, C. 2001. Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento
Aplicados ao Zoneamento Ecológico-Econômico e ao Ordenamento Territorial. INPE,
São José dos Campos, São Paulo.

CRISPIM, S. M. A. & BRANCO, O. D., 2002. Aspectos Gerais das Braquiárias e suas
Características na SubRegião da Nhecolândia, Pantanal, MS. EMBRAPA. Disponível:
https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/810752/1/BP33.pdf. Acesso:
05/11/2020.

CUNHA, M.C.L. 2010. Comunidade de árvores e o ambiente na Floresta Estacional


Semidecidual Montana do Pico do Jabre, PB. Tese de doutorado, Curso de Pós
Graduação em Ciências Florestais, Universidade de Brasília, Brasília, DF, 284 p.

DAVIS, M. A. 2017. Invasion biology. Oxford, USA: Oxford University Press, 2009.

DEUS, R. M. M.; NASCIMENTO, D. T. F. 2016. Como a mídia tem noticiado os eventos


climáticos extremos no estado de Goiás. Anais do XVIII Encontro Nacional de Geógrafos,
São Luís – MA, 24-30 julho 2016. Disponível em:
http://www.eng2016.agb.org.br/resources/anais/7/1468271266_ARQUIVO_ArtigoENG.pdf.
Acesso em: mar. 2020.

DINIZ, A. D.; OLIVEIRA, C. V.; AUGUSTIN, C. H. R. 2004. Relação entre relevo, classes
de solo e erosão no Espinhaço Meridional. V Simpósio Nacional de Geomorfologia e I
Encontro Sul-Americano de Geomorfologia, Santa Maria – RS: p. 1-13. Disponível em:
<http://lsie.unb.br/ugb/sinageo/5/5/Alisson%20Duarte%20Rodrigues.pdf>. Acesso em mar.
2020.

EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. 1979. Serviço Nacional de


Levantamento e Conservação de Solos In: Súmula da 10ª Reunião Técnica de
Levantamento de Solos, Rio de Janeiro – RJ: SNLCS, 83 p.

EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. 2013. Sistema Brasileiro de


Classificação de solos – 3ª ed. Brasília – DF: Embrapa, 353 p.

6.4 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


6 – Documentos Consultados

FARIA, C. M A.; RODRIGUES, M.; AMARAL, F. Q.; MÓDENA, E.; FERNANDES, A. M.


2006. Aves de um fragmento de Mata Atlântica no alto Rio Doce, Minas Gerais: colonização
e extinção. Revista Brasileira de Zoologia 23: 1217-1230.

FERGUSON-LEES, J. & CHRISTIE, D. A. 2001. Raptors of the World. New York:


Houghton Mifflin Company.

FIEDLER, N. C.; MERLO, D. A.; MEDEIROS, M. B. 2006. Ocorrência de Incêndios Florestais


no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Goiás. Ciência Florestal, 16: 153-161.

FOTOS PÚBLICAS. 2019. Equipes do CBMGO trabalham no combate a um incêndio em


vegetação no Parque Estadual da Mata Atlântica (PEMA), zona rural de Água Limpa de
Goiás. Disponível em: <https://fotospublicas.com/equipes-do-cbmgo-trabalham-no-combate-
a-um-incendio-em-vegetacao-no-parque-estadual-da-mata-atlantica-pema-zona-rural-de-
agua-limpa-de-goias-o-fogo-se-iniciou-em-pastagens-de-fazendas-da-regiao/>. Acesso em
Março 2020.

FORATTINI, O. P. 2002. Culicidologia Médica. São Paulo, Edusp. 857p.

FREITAS, M. A & PAVIE, I. 2002. Guia de répteis da região metropolitana de Salvador e


Litoral Norte da Bahia. Malha-de-sapo-publicações. Lauro de Freitas. BA. 72p.

FREITAS, M. A. & SILVA, T. F. S. 2005. A Herpetofauna da Mata Atlântica Nordestina.


Pelotas: USEB, 2005.

FROST, D.R. 2020. Amphibian species of the world, version 6.0. American Museum of
Natural History, New York, USA Online Reference. Disponível:
http://research.amnh.org/herpetology/amphibia/index.php. Acesso: 05/11/2020.

FUNDAÇÃO PALMARES. Certificação Quilombola. 2020. Disponível em:


http://www.palmares.gov.br/?page_id=37551. Acesso em: 18 mar. 2020.

GOIÁS - Secretaria de Indústria de Comércio - Superintendência de Geologia e Mineração.


2006. Geomorfologia do estado de Goiás e Distrito Federal. Goiânia – GO: Governo de
Goiás, 128 p.

GOMES, G. S.; SILVA, G. S.; CONCEIÇÃO, G. M. 2019. Leguminosae: Florística e


taxonomia de áreas de Cerrado do Maranhão, nordeste do Brasil. Revista Verde de
Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável 14:1-15.

GOMES, H.; TEIXEIRA NETO, A.; BARBOSA, A. S. 2004. Geografia: Goiás-Tocantins –


2ªed. Goiânia – GO: Editora da UFG, 268 p.

GOMIEIRO, L. M.; BRAGA, F. M. S. 2006. Diversity of the ichthyofauna in the Serra do Mar
State Park – Núcleo Santa Virgínia, São Paulo, Brazil. Acta Scientiarum Biological
Sciences 28: 213-218.

GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS. Decreto nº 6.442, de 12 de abril de 2006. Cria o


Parque Estadual da Mata Atlântica e dá outras providências. [S. l.], 12 abr. 2006.

GRISCOM, B. W. & ASHTON, P. M. S., 2003. Bamboo control of forest


succession: Guadua sarcocarpa in Southeastern Peru. Forest Ecology and
Management. 175(1–3): 445-454.

GUIMARÃES, S. C.; SOUZA, I. F. & PINHO, E. V. R. V. 2000. Efeito de temperaturas


sobre a germinação de sementes de erva-de-touro (Tridax procumbens). Planta

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda 6.5


6 –Documentos Consultados

Daninha, Viçosa-MG, 18(03): 457-464. Disponível:


https://www.scielo.br/pdf/pd/v18n3/10.pdf. Acesso: 05/11/2020.

GUIMARÃES, L. D. 2006. Ecologia e Conservação de Anfíbios Anuros do estado de


Goiás. Tese de doutorado, Curso de Pós Graduação em Ciências Ambientais, Universidade
Federal de Goiás, Goiânia, GO, 150 p.

GUIMARÃES, L. S. A. Os aspectos culturais na toponímia: hagiotopônimos na região


de Piracanjuba- GO nos séculos XIX e XXI. 2019. 109 p. Dissertação (Mestrado em
Estudos da Linguagem) - Universidade Federal de Goiás, Catalão, 2019.

HADDAD, C. F. B. 1998. Biodiversidade dos anfíbios no Estado de São Paulo. In:


CASTRO, R. M. C. (ED.). Biodiversidade do Estado de São Paulo, Brasil: síntese do
conhecimento ao final do século XX. São Paulo – SP: Editora Fapesp, pp. 17-26.

HEYER, W. R.; DONELLY, M. A.; MCDIARMID, R. W.; HAYEK, L. C. & FOSTER, M. S.


1994. Measuring and monitoring biological diversity: standard methods for
Amphibians. Washington, D. C. Smithsonian Institution Press.

IAC – Instituto Agronômico de Campinas. 2020. Solos do estado de São Paulo. Disponível
em: <http://www.iac.sp.gov.br/solossp/>. Acesso em mar. 2020.

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2019. Base cartográfica de


vegetação 1:250.000 (shapefile). Disponível em:
<https://www.ibge.gov.br/geociencias/downloads-geociencias.html>. Acesso em: mar. 2020.

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2020. Biblioteca. Disponível em: <
https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo.html?id=440663&view=detalhes >. Acesso
em: mar. 2020.

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2001. Mapa de solos do Brasil –


escala 1: 5.000.000. Disponível em: <https://mapas.ibge.gov.br/tematicos/solos>. Acesso
em: mar. 2020.

IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2002. Mapa de Clima do Brasil –


escala 1:5.000.000. Disponível em:
<http://geoftp.ibge.gov.br/informacoes_ambientais/climatologia/mapas/brasil/Map_BR_clima
_2002.pdf >. Acesso em: mar. 2020.

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Banco de Dados de Informações


Ambientais - Mapeamento Geomorfológico. Disponível em: <https://bdiaweb.ibge.gov.br/#
/consulta/geomorfologia>. Acesso em: mar. 2020.

IBRAM – Instituto Brasília Ambiental. 2009. Cartilha: Incêndios Florestais, causas,


conseqüências e como evitar. Brasília - DF: IBRAM, 38 p.

ICMBIO - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. 2010. Sumário


Executivo do plano de ação Nacional para a conservação dos mamíferos da Mata
Atlântica Central. Brasília – DF: ICMBIO, 353 p.

ICMBIO, 2018a. Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção volume IV


– répteis. Disponível:
https://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/comunicacao/publicacoes/publicacoes-
diversas/livro_vermelho_2018_vol4.pdf. Acesso: 05/11/2020.

6.6 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


6 – Documentos Consultados

ICMBIO, 2018b. Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção volume V –


anfíbios. Disponível:
https://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/comunicacao/publicacoes/publicacoes-
diversas/livro_vermelho_2018_vol5.pdf. Acesso: 05/11/2020.

ICMBIO, 2018c. Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção volume III –
aves. Disponível:
https://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/comunicacao/publicacoes/publicacoes-
diversas/livro_vermelho_2018_vol3.pdf. Acesso: 05/11/2020.

ICMBIO, 2018d. Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção volume II –


mamíferos. Disponível:
https://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/comunicacao/publicacoes/publicacoes-
diversas/livro_vermelho_2018_vol2.pdf. Acesso: 05/11/2020.

ICMBIO, 2020. Planos de manejo. Disponível:


https://www.icmbio.gov.br/portal/unidadesdeconservacao/planos-de-manejo. Acesso:
03/11/2020.

INMET – Instituto Nacional de Metereologia. 2020. Precipitação Total Anual. Disponível


em: <http://www.inmet.gov.br/portal/index.php?r=clima/page&page=desvioChuvaAnual>.
Acesso em: mar. 2020.

INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. 2019. Focos de Calor no Brasil.


Disponível em: <http://snif.florestal.gov.br/pt-br/component/content/article/92-florestas-e-
recursos-florestais/incendios-florestais/464-painel-interativo-1b>. Acesso em: mar. 2020.

INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. 2020. Banco de Dados de Queimadas.


Disponível em: <http://queimadas.dgi.inpe.br/queimadas/bdqueimadas#>. Acesso em: mar.
2020.

ISHARA, K. L.; DÉSTRO, G. F. G.; MAIMONI-RODELLA, R. C. S.; YANIGIZAWA, Y. A. N. P.


2008. Composição florística de remanescente de cerrado sensu stricto em Botucatu, SP.
Revista Brasileira de Botânica 31: 575-586.

IUCN, 2020. The IUCN Red List of Threatened Species. Disponível:


https://www.iucnredlist.org/species/32023/9674981. Acesso: 05/11/2020.

JORGE, M. L. S. P.; GALETTI, M. C.; RIBEIRO, K. M.; FERRAZ, P. M. B. . Mammal


defaunation as surrogate of trophic cascades in a biodiversity hotspot. Biological
Conservation 163:49-57. 2013.

JORNAL O POPULAR. 2019. Incêndio atinge Parque Estadual da Mata Atlântica, em


Água Limpa de Goiás. Disponível em:
<https://www.opopular.com.br/noticias/cidades/inc%C3%AAndio-atinge-parque-estadual-da-
mata-atl%C3%A2ntica-em-%C3%A1gua-limpa-de-goi%C3%A1s-1.1892060>. Acesso em
Mar. 2020.

JÚNIOR, H. M. C.; LUNAS, D. A. L. 2016. Universo da mineração em Goiás: potencial


mineral e principais polos de extração. Conjuntura Econômica Goiana, 39: 85-98.

KÖPPEN, W. 1936. Das geographische System der Klimate. In: KÖPPEN, W.; GEIGER,
R. (eds.). Handbuch der Klimatologie. Berlin: Gebrüder Bornträger, 1–44, part C.

LEITE, J. C. M.; BÉRNILS, R. S. & MORATO, S. A. A., 1993. Método para a


caracterização da herpetofauna em estudos ambientais. MAIA. 2ª Edição. Disponível:

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda 6.7


6 –Documentos Consultados

https://www.researchgate.net/profile/Sergio_Morato/publication/297233432_Metodo_para_a
_Caracterizacao_da_Herpetofauna_em_Estudos_Ambientais/links/56ddc57408ae46f1e99f8
b0a/Metodo-para-a-Caracterizacao-da-Herpetofauna-em-Estudos-Ambientais.pdf. Acesso:
30/10/2020.

LEITE, F. S. F. & BUTTI, M. 2009. Anfíbios e Répteis da RPPN Mata Samuel de Paula. In:
AngloGold Ashanti. (Org.). Biodiversidade da Mata Samuel de Paula. 1ª Ed. Belo Horizonte:
AngloGold Ashanti, p. 165-186. Disponível:
http://saglab.ufv.br/publicacoes/papers/Leite%20&%20Butti%202009.%20Herpetofauna%20
RPPN%20Mata%20Samuel%20de%20Paula.pdf. Acesso: 25/10/2020.

LEITE, S. P.; SILVA, C. R. & HENRIQUES, L. C. 2011. Impactos ambientais ocasionados


pela agropecuária no Complexo Aluízio Campos. Revista Brasileira de Informações
Científicas. 02(02): 59-64.

LEITE, U. B.; STEINBERGER, M. 2015. A nova região mineradora de Goiás. Boletim


Goiano de Geografia, 35: 305-320.

LIPORACCI, H. S. N. 2014. Plantas medicinais e alimentícias na mata atlântica e


caatinga: uma revisão bibliográfica de cunho etnobotânico. Dissertação UFSC.
Disponível:
https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/129388/329004.pdf?sequence=1&isAl
lowed=y. Acesso: 05/11/2020.

LOPES, B. G. C. 2008. Levantamento da entomofauna bioindicadora da qualidade


ambiental em diferentes áreas do alto Jequitinhonha, Minas Gerais. Monografia de
graduação, Escola Agrotécnica Federal de Inconfidentes, Inconfidentes, MG, 47p.

LUPPI, M. M.; MALTA, M. C. C.; SILVA, T. M. A.; SILVA, F. L.; MOTTA, R. O. C.; MIRANDA,
I.; ECCO, R.; SANTOS, R. L. 2008. Visceral leishmaniasis in captive wild canids in
Brazil. Veterinary Parasitology, Amsterdan, 155: 146-151.

MACEDO, O. 2019. Rio Paraibuna – núcleo Santa Virgínia, Parque Estadual da Mata
Atlântica. Imagem disponível em:
<https://www.wikiparques.org/wiki/Arquivo:IMG_9222.JPG>. Acesso em Mar. 2020.

MACROZAEE – Projeto Macrozoneamento Agroecólogico e Econômico do estado de Goiás.


2014a. Macrozoneamento Agroecológico e Econômico do estado de Goiás. Disponível
em: http://www.sieg.go.gov.br/RGG/MacroZAEE/Relat%C3%B3rio_-_PRODUTO_V_-
_TERMO_DE_REFER%C3%8ANCIA_DO_ZONEAMENTO_AGROECOL%C3%93GICO_E_
EC%C3%94NOMICO_DO_ESTADO_DE_GOI%C3%81S.pdf>. Acesso em: mar. 2020.

MACROZAEE – Projeto Macrozoneamento Agroecólogico e Econômico do estado de Goiás.


2014b. Mapa de Vulnerabilidade do estado de Goiás. Disponível em:
<http://www.sieg.go.gov.br/RGG/MacroZAEE/Mapa_-
_VULNERABILIDADE_AMBIENTAL.pdf>. Acesso em: mar. 2020.

MANN, R. & BIDWELL, J. 1999. Toxicological issues for amphibians in Australia. In:
Declines and Disappearances of AUSTRALIAN frogs. Disponível:
http://www.environment.gov.au/system/files/resources/7de68015-f93b-4064-bed6-
b2e21d16b5bd/files/frogs.pdf#page=185. Acesso: 05/11/2020.

MARENGO, J. A.; SCHAEFFER, R.; PINTO, H. S.; ZEE, D. M. W. 2009. Mudanças


climáticas e eventos extremos no Brasil. Rio de Janeiro - RJ: FBDS, 76 p. Disponível em:
<http://fbds.org.br/cop15/FBDS_MudancasClimaticas.pdf>. Acesso em: mar. 2020.

6.8 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


6 – Documentos Consultados

MASTELLA, A. D. F.; JÚNIOR, S. I.; TRES, A.; TETTO, A. F.; WENDLING, W. T.; SOARES,
R. V. 2019. Classificação do estado de Goiás e do Distrito Federal segundo o sistema de
zonas de vida de holdridge. Revista Brasileira de Geografia Física 12: 443-456.

MEDEIROS, B. R. dos S.; OLIVEIRA, H. A. de. 2017. Os Impactos Socioambientais no


Turismo: O Caso do Lago Corumbá em Caldas Novas (GO). In: I SIMPÓSIO
INTERDISCIPLINAR EM AMBIENTE E SOCIEDADE. Universidade Estadual de Goiás.

MESQUITA, D. O.; COSTA, G. C.; FIGUEREDO, A. S.; FRANÇA, F. G. R.; GARDA, A. A.;
SOARES, A. H. B.; TAVARES-BASTOS, L.; VASCONCELLOS, M. M.; VIEIRA, G. H. C.;
VITT, L. J.; WERNECK, F. P.; WIEDERHECKER, H. C. & COLLI, G. R. 2015. The
autecology of Anolis brasiliensis (Squamata, Dactyloidae) in a Neotropical
Savanna. Herpetological Journal 25: 233-244.

MEYER, F. S.; SCHWIRKOWSKI, P. 2019. Checklist de angiospermas da APA Municipal do


Rio Vermelho/Humboldt, Santa Catarina, Brasil. Rodriguésia 70: e00632018. 2019.

MILITÃO, E. 2017. Padrão de atividade temporal de morcegos insetívoros no Cerrado.


Dissertação. UNB. Disponível:
https://repositorio.unb.br/bitstream/10482/24011/1/2017_ElbaSanchoGarcezMilit%c3%a3o.p
df. Acesso: 30/10/2020.

MIRANDA, J. C. 2012. Ameaças aos peixes de riachos da Mata Atlântica. Natureza on Line
10: 136-139.

MITTERMEIER, R. A.; GIL, P. R.; HOFFMANN, M.; PILGRIM, J.; BROOKS, T.;
MITTERMEIER, C. G.; LAMOREUX, J.; FONSECA, G. A. B. 2004. Hotspots revisited:
Earth's biologically richest and most endangered terrestrial ecoregions. Mexico City:
CEMEX, 392 p.

MITTERMEIER, R. A.; FONSECA, G. A. B.; RYLANDS, A. B. & BRANDON, K. 2005. Uma


breve história da conservação da biodiversidade no Brasil. Megadiversidade 1 (1): 137-
144.

MMA, 2008. Unidades de conservação: conservando a vida, os bens e os serviços


ambientais. Disponível:
https://www.mma.gov.br/estruturas/pda/_arquivos/prj_mc_061_pub_car_001_uc.pdf.
Acesso: 03/11/2020.

MMA – Ministério do Meio Ambiente. 2011. Guia de Campo: vegetação do Cerrado, 500
espécies. Brasília – DF: Ministério do Meio Ambiente, 532 p.

MMA, 2020. Unidade de Conservação: Parque Estadual Da Mata Atlântica. Relatório


Parametrizado - Unidade de Conservação. Cadastro nacional de unidades de conservação
(CNUC). Disponível:
http://sistemas.mma.gov.br/cnuc/index.php?ido=relatorioparametrizado.exibeRelatorio&relat
orioPadrao=true&idUc=1747. Acesso: 03/11/2020.

MMA - Ministério do Meio Ambiente. 2014a. Portaria 443/2014. Reconhecer como espécies
da flora brasileira ameaçadas de extinção aquelas constantes da "Lista Nacional Oficial de
Espécies da Flora Ameaçadas de Extinção" - Lista, conforme Anexo à presente Portaria,
que inclui o grau de risco de extinção de cada espécie, em observância aos arts. 6o e 7o, da
Portaria no 43, de 31 de janeiro de 2014. Disponível em: <
http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/static/pdf/portaria_mma_443_2014.pdf>. Acesso em Mar.
2020.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda 6.9


6 –Documentos Consultados

MMA - Ministério do Meio Ambiente. 2014b. Portaria 444/2014. Reconhecer como espécies
da fauna brasileira ameaçadas de extinção aquelas constantes da "Lista Nacional Oficial de
Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção" - Lista, conforme Anexo I da presente Portaria,
em observância aos arts. 6o e 7o , da Portaria no 43, de 31 de janeiro de 2014. Disponível
em: <
https://www.icmbio.gov.br/sisbio/images/stories/instrucoes_normativas/PORTARIA_N%C2%
BA_444_DE_17_DE_DEZEMBRO_DE_2014.pdf>. Acesso em Mar. 2020.

MORIYAMA, V. 2018. Chapada dos Veadeiros – antes e depois do maior incêndio de


sua história. National Geographic – seção de Meio Ambiente. Disponível em:
<https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2018/04/parque-nacional
chapada-dos-veadeiros-incendio-florestal-cerrado>. Acesso em: mar. 2020.

MUYLAERT, R. L.; VANCINE, M. H.; BERNARDO, R.; OSHIMA, J. E .F.; SOBRAL-SOUZA,


T.; TONETTI, V. R.; NIEBUHR, B. B.; RIBEIRO, M. C. 2018. Uma nota sobre os limites
territoriais da Mata Atlântica. Oecologia Australis 22: 302-311.

NEGRELLE, R. R. B., 2015. Attalea phalerata Mart. Ex Spreng.: Aspectos Botânicos,


Ecológicos, Etnobotânicos E Agronômicos. Ciência Florestal, Santa Maria, 25(04): 1061-
1066.

NOGUEIRA, C. C.; ARGÔLO, A. J. S.; ARZAMENDIA, V.; AZEVEDO, J. A.; BARBO, F. E.;
BÉRNILS, R. S.; BOLOCHIO, B. E.; BORGES-MARTINS, M.; BRASIL-GODINHO, M.;
BRAZ, H.; BUONONATO, M. A.; CISNEROS-HEREDIA, D. F.; COLLI, G. R.; COSTA, H. C.;
FRANCO, F. L.; GIRAUDO, A.; GONZALEZ, R. C.; GUEDES, T.; HOOGMOED, M. S.;
MARQUES, O. A. V.; MONTINGELLI, G. G.; PASSOS, P.; PRUDENTE, A. L. C.; RIVAS, G.
A.; SANCHEZ, P. M.; SERRANO, F. C.; SILVA JR, N. J.; STRÜSSMANN, C.; VIEIRA-
ALENCAR, J. P. S.; ZAHER, H.; SAWAYA, R. J. & MARTINS, M. 2020. Atlas of Brazilian
Snakes: Verified Point-Locality Maps to Mitigate the Wallacean Shortfall in a
Megadiverse Snake Fauna. South American Journal of Herpetology, 14(Special Issue, 1),
1–274.

NOGUEIRA, M. R.; LIMA, I. P.; MORATELLI, R.; TAVARES, V.C.; GREGORIN, R. &
PERACCHI, A. 2014. Checklist of Brazilian bats, with comments on original records.
Check List 10(4):808-821.

OHHIRA, R. H. GESTÃO AMBIENTAL PÚBLICA LOCAL: um estudo no município de


Goiatuba (GO). Orientador: Prof. Dr. Edson Aparecida de Araujo Querido Oliveira. 2017.
Dissertação (Mestrado em Planejamento e Desenvolvimento Regional) - Universidade de
Taubaté, 2017. p. 148.

OLIVEIRA, J. A., STRAUSS, R. E. & REIS, S. F. 2013. Hantavirus reservoirs: current


status in the world with an emphasis on data from Brazil. Viruses 6 (5): 1929–1973.

OLIVEIRA, Hamilton Afonso (2008) – A Marcha das Migrações: A ocupação e colonização


da região Sul de Goiás 1800-1850. História Revista, Goiânia, v.13, p. 157-176, jan/jun.2008

OLIVEIRA, R. 2020. Represa se rompe durante chuva e deixa casa embaixo de lama.
Portal G1. Disponível em: <https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2020/02/28/represa-entre-
os-municipios-de-buriti-alegre-e-agua-limpa-se-rompe-durante-a-chuva-video.ghtml> Acesso
em: mar. 2020.

OLIVEIRA-FILHO, A., & FONTES, M. 2000. Patterns of floristic differentiation among Atlantic
Forests in Southeastern Brazil and the influence of climate. Biotropica 32: 793-810.

6.10 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


6 – Documentos Consultados

OMS, 2020. Zoonoses. Organização Mundial da Saúde. Disponível em:


http://www.who.int/topics/zoonoses/en/. Acesso: 27/10/2020.

PARDINI, R. & UMETSU, F. 2006. Pequenos mamíferos não-voadores da Reserva


Florestal do Morro Grande – distribuição das espécies e da diversidade em uma área
de Mata Atlântica. Biota Neotropica. 06(02): 01 – 22. Disponível:
https://www.scielo.br/pdf/bn/v6n2/v6n2a06.pdf. Acesso: 01/11/2020.

PAULINO, B. G. Análise temporal da ocorrência de incêndios florestais no Parque


Estadual da Serra de Caldas Novas (PESCaN), Goiás. 2015. Dissertação de mestrado do
Programa de Pós-Graduação em Recursos Naturais do Cerrado da Universidade Estadual
de Goiás, Anápolis, GO.

PAULINO, B. G.; MARTINS, P. T. A. 2016. Análise temporal da ocorrência de incêndios


florestais no Parque Estadual da Serra de Caldas Novas (PESCaN), Goiás. Revista
Brasileira de Geografia Física, 9: 1565-1485.

PEDROSA, F.; SALERNO, R.; PADILHA, F. V. B. & GALETI, M. 2015. Current distribution
of invasive feral pigs in Brazil: economic impacts and ecologycal uncertainty. Brazilian
Journal of Nature Conservartion. 03: 84-87.

PEÑA, A.; PIRES, R.; RAMALHO, W.; JORGE, R.; TAVARES, T.; DE OLIVEIRA TAVARES,
D. & GUIMARÃES, T. 2011. Estrutura e status de conservação das comunidades de
vertebrados do Parque Estadual da Serra de Caldas Novas - PESCAN.
10.13140/RG.2.1.3074.7123.

PEREIRA, I. M.; RIOS, J. V.; VALE, V. S.; GOMES-KLEIN, V. L.; CONEGLIAN, A.; ROCHA,
E. C. 2018. Forest Structure and the Species Composition of the Parque Estadual Mata
Atlântica, Located in Goiás State, Brazil. International Journal of Ecology 2018: artigo
número: 1219374.

PEREIRA, J. V. 2020. Citrus limon (L.) Osbeck. Disponível:


https://floradigital.ufsc.br/open_sp.php?id=8533. Acesso: 05/11/2020.

PERES, C. A. Eff ects of subsistence hunting on vertebrate community structure in


Amazonian Forests. Conservation Biology, v. 14, n. 1, feb. p. 240-253, 2000.

PIANKA, E. R. 1986. Ecology and natural history of desert lizards. Analyses of the
Ecological Niche and Community Structure. Princeton University Press, Princeton, NJ.

PIMENTEL, M. M. 2016. The tectonic evolution of the Neoproterozoic Brasília Belt, central
Brazil: a geochronological and isotopic approach. Brazilian Journal of Geology, 46: 67-82.

POSSAS, C.; LOURENÇO-DE-OLIVEIRA R. & TAUIL, P. L. 2018. Yellow fever outbreak in


Brazil: the puzzle of rapid viral spread and challenges for immunisation. Memórias do
Instituto Oswaldo Cruz. 113(10):e180278.

POUGH, F. H., C. M. JANIS & HEISER, J. B. 2003. Avida dos vertebrados. 3ª ed. São
Paulo: Editora Atheneu.

PREFEITURA MUNICIPAL DE ÁGUA LIMPA. História do Município. 2020. Disponível em:


https://agualimpa.go.gov.br/historia/. Acesso em: 20 mar. 2020.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Decreto nº 4.887, de 20 de novembro de 2003.


Regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda 6.11


6 –Documentos Consultados

e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos de que
trata o art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. [S. l.], 20 nov. 2003.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. Dispõe sobre as


sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio
ambiente, e dá outras providências. [S. l.], 12 fev. 1998.

RATTER, J. A.; BRIDGEWATER, S.; RIBEIRO, J. F. 2003. Analysis of the floristic


composition of the Brazilian cerrado vegetation iii: comparison of the woody vegetation of
376 areas. Edinburgh Journal of Botany 60: 57-109.

REDFORD, K.H. 1997. A floresta vazia. In: Manejo e conservação da vida silvestre (C.
Valladares-Pádua & R.E. Bodmer, orgs). Sociedade Civil Mamirauá, Belém, p. 1-22.

REFLORA, 2020. Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Disponível: http://floradobrasil.jbrj.gov.br/. Acesso em: 05/11/2020.

REIS, N. R.; PERACCHI, A. L.; PEDRO, W. A. & LIMA, I. P. 2011. Mamíferos do Brasil. 2
ed., Londrina. 439 p.

RDNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral. 2017. Desempenho do setor


mineral: 36 anos. Disponível em:
<file:///C:/Users/fmeyer/Downloads/Desempenho%202018-Ano%20Base%202017.pdf>.
Acesso em: mar. 2020.

ROCHA, E. C.; SOARES, K. L.; PEREIRA, I. M. 2015. Medium- and large-sized mammals in
Mata Atlântica State Park, southeastern Goiás, Brazil. Checklist 11: Article 1801.

ROCHA, E. C., SOARES, K. L., PEREIRA, I. M. Medium- and large-sized mammals in Mata
Atlântica State Park, southeastern Goiás, Brazil. Check List, [S.l.], v. 11, n. 6, p. 1802, dec.
2015. ISSN 1809-127X. Available at:
https://www.biotaxa.org/cl/article/view/11.6.1802/17207. Acesso em março de 2020.

ROSSA-FERES, D. C., GAREY, M.V., CARAMASCHI, U., NAPOLI, M.F., NOMURA, F.,
BISPO, A. A., BRASILEIRO, CR.A., THOMÉ, M.T.C., SAWAYA, R.J., CONTE, C.E., CRUZ,
C.A.G., NASCIMENTO, L.B., GASPARINI, J.L., ALMEIDA, A.P. & HADDAD, C.F.B. 2017.
Anfíbios da Mata Atlântica: lista de espécies, histórico dos estudos, biologia e
conservação. In Revisões em Zoologia: Mata Atlântica (E.L.A. Monteiro-Filho & C.E. Conte,
orgs). Editora UFPR, Curitiba, p.237-314.

SALES, R. F. D., RIBEIRO, L. B., JORGE, J. S. & FREIRE, E. M. X. 2011. Habitat use,
daily activity periods, and thermal ecology of Ameiva ameiva (Squamata: Teiidae) in a
caatinga area of northeastern Brazil. Phyllomedusa 10(2): 165-176.
https://www.researchgate.net/publication/216792649 (último acesso em 11/05/2019).

SANTA-CRUZ, A. M. C.; BORDA, J. T.; MONTENEGRO, M. A.; GOMEZ, L. G.; PIETRO, O.


H. & SCHEIBLER, N. 2002. Studio de ecto y endo parasita en Didelphis albiventris
(comadreja overa o picaza) Marsupialia, Didelphidae. Disponível em
http://www.unne.edu.ar/cyt/veterinarias/v-025.pdf. Acesso: 05/11/2020.

SANTOS JÚNIOR, V. J. dos; LIMA, E. de P.; PRADO, R. B. 2016. Mapeamento de áreas


suscetíveis a ocorrência de incêndios no Parque Estadual da Lapa Grande em Montes
Claros-MG, com o uso de sistema de informação geográfica. In: CONGRESSO
BRASILEIRO DE REFLORESTAMENTO AMBIENTAL, Rio de Janeiro.

6.12 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


6 – Documentos Consultados

SANTOS, J. Turismo e Olaria: reflexão em torno das potencialidades de Caldas Novas,


Goiás – Brasil. Revista Eletrônica de Investigação e Desenvolvimento, v.2, n. 8, 2017.

SAZIMA, I. & HADDAD, C.F.B. 1992. Répteis da Serra do Japi: notas sobre história
natural. In História natural da Serra do Japi: ecologia e preservação de uma área
florestal no sudeste do Brasil (L.P.C. Morellato, ed.). Editora da Unicamp/FAPESP, São
Paulo, p.212-236.

SCHWARTZ, M. K., LUIKART, G. & WAPLES, R. S. 2007. Genetic monitoring as a


promising tool for conservation and management. Trends Ecol. Evol. 22, 25–33. A
foundation paper that defined and organized the emerging field of genetic monitoring.

SEFAZ. Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás. Repasse de Recursos para os


Municípios. Disponível:
http://aplicacao.sefaz.go.gov.br/index.php/post/ver/175709/testedssaclsaads Acesso: 11 de
maio de 2020.

SEGALLA, M. V.; CARAMASCHI, U.; CRUZ, C. A. G.; GARCIA, P. C. A.; GRANT, T.;
HADDAD, C. F. B.; SANTANA, D. J.; TOLEDO, L. F.;LANGONE, J. A. 2019. Brazilian
Amphibians: List of species. Herpetelogia Brasileira 8: 65-96.

SEMAD, 2017. Parque Estadual da Mata Atlântica (PEMA). Secretaria de estado de Meio
Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Governo do Estado de Goiás. Disponível:
https://www.meioambiente.go.gov.br/acesso-a-informacao/118-meio-ambiente/unidades-de-
conserva%C3%A7%C3%A3o/1107-parque-estadual-da-mata-atlantica-pema.html. Acesso:
03/11/2020.

SEMAD, 2020. Unidades de conservação. Secretaria de estado de Meio Ambiente e


Desenvolvimento Sustentável, Governo do Estado de Goiás. Disponível:
https://www.meioambiente.go.gov.br/meio-ambiente-e-recursos-h%C3%ADdricos/parques-
e-unidades-de-conserva%C3%A7%C3%A3o.html. Acesso: 03/11/2020.

SEMAD. Consultar Processos Ambientais. Disponível em:


<http://www.meioambiente.go.gov.br/>. Acesso em: 19 de março de 2020.

SEMAD. Municípios que realizam Licenciamento Ambiental. Licenciamento ambiental.


Disponível em: <http://www.meioambiente.go.gov.br/meio-ambiente-e-recursos-
h%C3%ADdricos/licenciamento-ambiental.html>. Acesso em: 19 de março de 2020.

SERRANO, I. 2008. O anilhamento como ferramenta para o estudo de aves migratórias.


In: Primer Taller para la conservación de aves playeras miratorias en arroceras del Cono
Sur. Wetlands Internacional. Buenos Aires, Argentina.

SICK, H. 1983. Migrações de aves na América do Sul Continental. Publicação Técnica


no. 2, CEMAVE – Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal, Brasília, DF.

SIEG – Sistema Estadual de Geoinformação. 2009. Mapa Geológico – escala 1:1:000.000.


Disponível em: <http://www.sieg.go.gov.br/produtosIMB.asp?cd_produto=3&assunto=Geolog
ia&tema=Unidades+Geol%F3gicas&abrangencia=ESTADO+DE+GOI%C1S&cod=2429>.
Acesso em: mar. 2020.

SIEG – Sistema Estadual de Geoinformação. 2014. Mapa de Vulnerabilidade Ambiental


do Estado de Goiás – escala 1:1.000.000. Disponível em: <
http://www.sieg.go.gov.br/produtosIMB.asp?cod=4461>. Acesso em: mar. 2020.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda 6.13


6 –Documentos Consultados

SIEG – Sistema Estadual de Geoinformação. 2017. Mapeamento de Solos – escala


1:250.000. Disponível em: <http://www2.sieg.go.gov.br/post/ver/226836/mapeamento-
desolos-1:250.000>. Acesso em: mar. 2020.

SIEG – Sistema Estadual de Geoinformação. Geomorfologia. Disponível em:


<http://www.sieg.go.gov.br/produtosIMB.asp?cd_produto=3&assunto=Base+Cartogr%E1fica
&tema=Geodiversidade&abrangencia=ESTADO+DE+GOI%C1S&cod=2429>. Acesso em:
mar. 2020.

SIGMINE - Sistema de Informações Geográficas da Mineração. 2020. Base cartográfica


dos processos minerários. Disponível em: <http://www.anm.gov.br/assuntos/ao-
minerador/sigmine>. Acesso em: mar. 2020.

SIGRIST, T. 2012. Mamíferos do Brasil – Uma visão artística. Ed.1, Brasil, Editora: Avis
Brasilis.

SILVA, M. M. S.; HARMANI, N. M. S.; GONÇALVES, E. F. B. & UIEDA, W. 1996. Bats from
the metropolitan region of São Paulo, southeastern Brazil. Chiropt. Neotrop. 2(1):39-41.

SILVA, E. M. V. G. 2015. Heterogeneidade das comunidades de morcegos da Mata


Atlântica brasileira. Dissertação de Mestrado, Curso de Pós Graduação em Ciências
Biológicas, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, PB, 82 p.

SILVA, M. H. C. R. 2012. Bacia Hidrográficado rio Paranaíba: análise de dinâmica


populacional, mudanças no uso do solo e impactos na disponibilidade hídrica.
Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-Graduação em Metereologia Agrícola.
Universidade Federal de Viçosa, 149 p.

SILVA, S. R. da. 2012. O impacto ambiental provocado pela construção da barragem


hidroelétrica de Corumbá IV. Trabaho de Conclusão do Curso de Biologia da Universidade
de Brasília. Brasília, DF.

SOARES, R. V.; SANTOS, J. F. 2002. Perfil dos incêndios florestais no Brasil de 1994 a
1997. Revista Floresta, 32: 219-232.

SOMENZARI, M., AMARAL, P. P. D., CUETO, V. R., GUARALDO, A. D. C., JAHN, A. E.,
LIMA, D. M., LIMA, P. C., LUGARINI, C., MACHADO, C. G., MARTINEZ, J., NASCIMENTO,
J. L. X.; PACHECO, J. F.; PALUDO, D.; PRESTES, N. P.; SERAFINI, P. P.; SILVEIRA, L. F.;
SOUSA, A. E. B. A.; SOUSA, N. A.; SOUZA, M. A.; TELINO-JÚNIOR, W. R. & WHITNEY, B.
M. 2018. An overview of migratory birds in Brazil. Papeis Avulsos de Zoologia, 58.

SOS MATA ATLÂNTICA. 2019. Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica –
Relatório Técnico, período 2017-2018. São Paulo – SP: SOS Mata Atlântica, 65 p.

STOTZ, D. F.; FITZPATRICK, J.W.; PARKER, T.A.; MOSKOVITS, D. K. 1996. Neotropical


birds: ecology and conservation. Chicago: The University of Chicago Press, 478 p.

SOUZA, C. M. V.; MACHADO, C. 2017. Animais Peçonhentos de Importância Médica no


município do Rio de Janeiro. Journal Health NPEPS. 02(01): 16–39.

TAMBELLINI, P. E. G.; SOUSA, C. C. N.; TAMBELLINI, M. V.; PACHECO, M. A. 2019.


Programa de Monitoramento da Biodiversidade nas Unidades de Conservação
Goianas: PROMOBIO. In: AGUILERA, J.G.; ZUFFO, A. M. (Orgs.). A Preservação do Meio
Ambiente e o Desenvolvimento Sustentável 3. Ponta Grossa – PR: Atenas, pp. 231-240.

6.14 2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda


6 – Documentos Consultados

TEICH, V.; ARINELLI, R. & FAHHAM, L. 2017. Aedes aegypti e sociedade: O impacto
econômico das arboviroses no Brasil. J. Bras. Econ. 09: 267–276.

THIOLLAY, J. M. 1994. Family Accipitridae. 52-205. In: J. del Hoyo, A. Elliott & J. Sargatal
(eds.) Handbook of the birds of the world, vol. 2. Barcelona: Lynx Editions.

THOMANZINI, M. J.; THOMANZINI, A. P. B. W. 2002. Levantamento de insetos e análise


entomofaunística em floresta, capoeira e pastagem no Sudeste Acreano. Boletim de
Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa 35. Rio Branco – AC: Embrapa Acre, 41 p.

USGS - U.S. Geological Survey. Imagem SRTM 30m. Disponível em:


<https://earthexplorer.usgs.gov/>. Acesso em: fev. 2020.

VALDUJO, P. H.; SILVANO, D. L.; COLLI, G. R. & MARTINS, M. 2012. Anuran Species
Composition and Distribution Patterns in Brazilian Cerrado, a Neotropical Hotspot.
South American Journal of Herpetology, 7(2): 63-78.

VELOSO, H. P.; FILHO, A. L. R. R.; LIMA, J. C. A. 1991. Classificação da Vegetação


Brasileira adaptada a um Sistema Universal. Rio de Janeiro – RJ: IBGE, 124 p.

VERDADE, V. K., DIXO, M. & CURCIO, F. F. 2010. Os riscos de extinção de sapos, rãs e
pererecas em decorrência das alterações ambientais. Estudos Avançados, São Paulo
24(68): 161–172.

VITT, L. J.; MAGNUSSON, W. E.; ÁVILA-PIRES, T. C. & LIMA, A. P., 2008. Guia de
Lagartos da Reserva Adolfo Ducke, Amazônia Central. Manaus: Àttema Design Editorial.

VITT, L.J. & PIANKA, E.R. 1994. Introduction and acknowledgments. In: Vitt, L.J. &
Pianka, E.R. (Eds.), Lizard ecology: historical and experimental perspectives. Princeton
University Press, Princeton, p.ix-xii.

WMO – World Meteorological Organization. 2006. The global climate 2011-2015: heat
records and high impact weather. Disponível em: <https://public.wmo.int/en/media/press-
release/global-climate-2011-2015-hot-and-wild>. Acesso em: mar. 2020.

ZONEAMENTO ECOLÓGICO ECONOMICO DA MICRORREGIÃO MEIA PONTE.


Disponível em:
http://www.sieg.go.gov.br/downloads/ZEEMP%20Relatório%20Final%20sinopse.pdf.

2021 © STCP Engenharia de Projetos Ltda 6.15


Anexos
ANEXO 2.01 – FICHA
DO DIAGNÓSTICO
SOCIOECONÔMICO
Data: _______/_______/_______ Número da ficha: ______________

NOME:

CONTATO:

INSTITUIÇÃO:

1. NA SUA VISÃO, QUAL A IMPORTÂNCIA DO PEMA?


___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

2. QUAIS OS PONTOS FRACOS DO PEMA?


___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

3. HÁ INTEGRAÇÃO DO PEMA COM A COMUNIDADE? COMO?


___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

4. HÁ CONFLITOS DE USO DENTRO DO PEMA? QUAIS?


___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

5. HÁ ATIVIDADE PRODUTIVA NO INTERIOR DO PEMA? QUAIS?


___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
Ficha nº:

6. QUAIS AS AMEAÇAS À INTEGRIDADE DOS ECOSSISTEMAS? E PARA A GESTÃO?


___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

7. A GESTÃO DO PEMA AFETA OS PROCESSOS SOCIAIS E ECONÔMICOS? COMO?


___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

8. QUAIS AS CONDIÇÕES HUMANAS, INFRAESTRUTURA E INSTRUMENTAL DO GRUPO GESTOR?


___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

9. QUAIS OS INSTRUMENTOS DE MONITORAMENTO DAS AÇÕES NO PEMA? (INTERAÇÕES SOCIAIS)


___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

10. QUAL O PATRIMÔNIO CULTURAL DA COMUNIDADE, ASSOCIADO AO PEMA OU COM


POTENCIAL PARA?
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

11. O QUE VOCÊ ACHA QUE PODERIA SER FEITO NO PEMA?


___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
Ficha nº:

12. COMO VOCÊ PODERIA CONTRIBUIR PARA O PEMA?


___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

13. QUAIS AÇÕES PODERIAM SER APLICADAS PARA A MANUTENÇÃO E MELHORIA DO PEMA?
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

14. HOJE EXISTEM PROGRAMAS AMBIENTAIS SENDO APLICADOS NA REGIÃO?


___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

OBSERVAÇÕES
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
ANEXO 2.02 –
MAPA BASE DO
PEMA
!
!
!

GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHA
732000 733000 734000 735000 736000 737000 738000 739000 740000 741000

!
LEGENDA

!
!
!
Estrada

!
Trilha exsitente

!
Trilha proposta

!
Linha de Distribuição

!
!
!
!
Rios

!
Massa D'água

!
bá Zona de Amortecimento

!
r um
Co Parque Estadual da Mata Atlântica

!
o
Ri
7989000

7989000
Limite Municipal

!
!
Estruturas

$
1

!
Barramento

!
Captação de Água

!
!
"
6 Entrada do Parque

!
"
S Porteira

!
'
4

!
Represa

!
!
H Sede

!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
7988000

7988000
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!


!

um
!

or
oC
!

Ri
!
!
!
!
7987000

7987000
!
!
Corumbaíba
!

!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!
!

"
S !
!
!

! ! ! ! ! ! !
! ! ! ! !
! ! ! ! ! !
! ! ! ! !
! ! ! ! ! !
!
!

!
!
Água Limpa
!

!
7986000

7986000
!

!
ba

!
nju

!
ca

!
ira

!
oP

!
Ri

Buriti Alegre !
!

!
FONTE
!

IBGE (2017)
"
6
!

!
FBDS (2020)
!
SEMAD (2020)
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
7985000

7985000
C ó rr e
go d
a Lo
nt r
a

$
1

DADOS TÉCNICOS

¬

r re
go
da


B i ca d a

m
ru
Co
7984000

7984000
o
200 100 0 200 400 600 800

Ri
Se d

m
'
4
e

"
S
MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.
DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC

PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.


ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.
ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.

LOCALIZAÇÃO

TO

BA
MT

!
H GO
7983000

7983000
DF

MG

®
MS
Corumbaíba
SP

MAPA: MAPA-BASE DATA: JAN/2021


Rio
Co
7982000

r um

7982000

PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:10.000
PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA
Corumbaíba
ELABORADO POR:

LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁVEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


732000 733000 734000 735000 736000 737000 738000 739000 740000 741000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 2.03 – MAPA
DE GEOLOGIA
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
# # #

#
726.000 732.000 738.000
#
LEGENDA
#

Estrada
# ##
Rios
#
#
Massa D'água
#
#
# Parque Estadual da Mata Atlântica
Zona de Amortecimento
#
Limite Municipal
#

NP1y1gn Estruturas Geológicas


#
#
Falha ou zona de cisalhamento compressional

#
#

#
Falha ou zona de cisalhamento

#
Geologia

#
7.992.000

7.992.000
Formação Serra Geral
#

Grupo Araxá - Unidade B


#

Complexo Plutônico do Arco Magmático de Goiás


#

Ortognaisses do Oeste de Goiás


#
#
#
#
#
NPab # FONTE
#
SIEG (2009)
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
#
# IBGE (2017)

#
#
#
#
DADOS TÉCNICOS
#
#

¬
#
#
#
NPab
Água Limpa
#
#
#
#
0 600 1.200 1.800 2.400 3.000
m
#
#
#
MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.
R io
#
DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
Pi DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC
#
ra c juba
an
#
PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.
ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.
#
ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
#
7.986.000

7.986.000
#
#
LOCALIZAÇÃO
#
#


#
eg

rr
o
#
da TO
Lo
Buriti Alegre BA
a

nt
r


MT

m
ru
K1ßsg

Co
o
GO

Ri
DF

MG

#
MS

#
Corumbaíba

#
SP
Rio Corumbá

#
#
#
#
#
#
MAPA: GEOLOGIA DATA: JAN/2021

#
7.980.000

7.980.000

#
PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:60.000
PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA

#
#
ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

#
#
Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira

#
RESPONSÁVEL
726.000 732.000 738.000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D

#
#
#
ANEXO 2.04 – MAPA
DE LITOLOGIA
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
726.000 732.000 738.000
LEGENDA

Estrada
Rios
Massa D'água
Parque Estadual da Mata Atlântica
Zona de Amortecimento
Limite Municipal
Litologia
Clorita xisto, Quartzo-mica xisto, Muscovita-biotita xisto
Dacito
Ortognaisse tonalítico
7.992.000

7.992.000
FONTE
SIEG (2009)
Corumbaíba STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)

DADOS TÉCNICOS

Água Limpa

0 600
¬
1.200 1.800 2.400 3.000
m

R io MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.


Pi DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
ra c a
a njub
DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC

PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.


ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.
ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
7.986.000

7.986.000
LOCALIZAÇÃO


eg

rr
o
da
Lo TO

Buriti Alegre
a

nt
BA


m
MT

ru
Co
o
Ri
GO
DF

MG

MS

®
Rio Corumbá

SP

Corumbaíba

MAPA: LITOLOGIA DATA: JAN/2021


7.980.000

7.980.000
PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:60.000
PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA

ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁVEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


726.000 732.000 738.000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 2.05 – MAPA
DE GEOMORFOLOGIA
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
!
!
732.000 736.000 740.000

!
LEGENDA

Estrada

!
Linha de Distribuição

!
!

!
Rios

!
Massa D'água
Parque Estadual da Mata Atlântica

!
Zona de Amortecimento

!
Limite Municipal

!
Geomorfologia
Depressão Periférica da Borda Nordeste

!
da Bacia Sedimentar do Paraná

!
Depressão Periférica da Borda Nordeste
da Bacia Sedimentar do Paraná

!
Planícies e Terraços Fluviais

!
Planalto Dissecado do Sul - Sudeste Goiano

!
!
!
!
FONTE
7.988.000

7.988.000
!
!
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)

!
!
!
!
DADOS TÉCNICOS

!
¬
!

Água Limpa
!
!

! ! ! ! ! !!
! !

0 400 800 1.200 1.600 2.000


!
m
!

! MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.


DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
! DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC

PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.


!

! ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.


ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
!

rre
go
!

da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo

nt
ra
TO


BA

m
ru
7.984.000

7.984.000
Co
n juba

MT

o
Ri
Rio Piraca

GO
DF

MG

Rio C orumbá MS

SP
®
Corumbaíba

MAPA: GEOMORFOLOGIA DATA: JAN/2021

PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:40.000


PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA

ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁVEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


732.000 736.000 740.000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 2.06 – MAPA
DE SISTEMAS
DENUDACIONAIS
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
!
!
732.000 736.000 740.000

!
LEGENDA

!
Estrada Sistemas Denudacionais

!
Linha de SRAIVB-LA(fr) - Superfície Regional
Distribuição de Aplainamento

!
!

!
Rios SRAIIB-RT(fr) - Superficie Regional de

!
Aplainamento IIB com dissecação fraca
Massa D'água
e associada a Relevos Tabulares na

!
Parque Estadual Bacia do Paraná
da Mata Atlântica
ZER-SRAIIIA/IIA(fo) - Zona de Erosão

!
Zona de Recuante com dissecação forte
Amortecimento

!
ZER-SRAIIIA/IIA(fr) - Zona de Erosão
Limite Municipal Recuante com dissecação fraca

!
ZER-SRAIIIA/IIA(m) - Zona de Erosão

!
Recuante com dissecação média

!
ZER/IIA(fo) - Zona de Erosão Recuante
com dissecação forte

!
HB-ED(mfo) - Estrutura Dobrada

!
formando Hogbacks com dissecação

!
muito forte

!
MC - Relevo de Morros e Colinas
7.988.000

7.988.000
!
!
FONTE

!
SIEG (2009)

!
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)

!
!
DADOS TÉCNICOS

!
¬
!

Água Limpa
!
!

! ! ! ! ! !!
! !

0 400 800 1.200 1.600 2.000


!
m
!

! MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.


DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
! DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC

PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.


!

! ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.


ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
!

rre
go
!

da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo

nt
ra
TO


BA

m
ru
7.984.000

7.984.000
Co
n juba

MT

o
Ri
Rio Piraca

GO
DF

MG

Rio C orumbá MS

SP
®
Corumbaíba

MAPA: SISTEMAS DENUDACIONAIS DATA: JAN/2021

PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:40.000


PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA

ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁVEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


732.000 736.000 740.000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 2.07 – MAPA
DE HIPSOMETRIA
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
!
!
732.000 736.000 740.000

!
LEGENDA

Estrada 600 - 620

!
Linha de Distribuição 620 - 640

!
!

!
Rios 640 - 660

!
Massa D'água 660 - 680
Parque Estadual 680 - 700

!
da Mata Atlântica 700 - 720

!
Zona de Amortecimento 720 - 740
Limite Municipal

!
740 - 760
Hipsometria (m) 760 - 780

!
500 - 520 780 - 800

!
520 - 540 800 - 820
540 - 560 820 - 840

!
560 - 580 840 - 860

!
580 - 600 860 - 880

!
!
!
!
FONTE
7.988.000

7.988.000
!
USGS (2020)

!
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)

!
!
!
!
DADOS TÉCNICOS

!
¬
!

Água Limpa
!
!

! ! ! ! ! !!
! !

0 400 800 1.200 1.600 2.000


!
m
!

! MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.


DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
! DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC

PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.


!

! ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.


ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
!

rre
go
!

da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo

nt
ra
TO


BA

m
ru
7.984.000

7.984.000
Co
n juba

MT

o
Ri
Rio Piraca

GO
DF

MG

Rio C orumbá MS

SP
®
Corumbaíba

MAPA: HIPSOMETRIA DATA: JAN/2021

PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:40.000


PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA

ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁVEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


732.000 736.000 740.000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 2.08 – MAPA
DE DECLIVIDADE
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
!
!
732.000 736.000 740.000

!
LEGENDA

Estrada

!
Linha de Distribuição

!
!

!
Rios

!
Massa D'água
Parque Estadual da Mata Atlântica

!
Zona de Amortecimento

!
Limite Municipal

!
Declividade
0 a 3% - Plano

!
3 a 8% - Suave Ondulado

!
8 a 20% - Ondulado
20 a 45% - Forte Ondulado

!
45 a 75% - Montanhoso

!
> 75% - Escarpado

!
!
!
!
FONTE
7.988.000

7.988.000
!
USGS (2020)

!
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)

!
!
!
!
DADOS TÉCNICOS

!
¬
!

Água Limpa
!
!

! ! ! ! ! !!
! !

0 400 800 1.200 1.600 2.000


!
m
!

! MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.


DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
! DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC

PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.


!

! ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.


ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
!

rre
go
!

da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo

nt
ra
TO


BA

m
ru
7.984.000

7.984.000
Co
n juba

MT

o
Ri
Rio Piraca

GO
DF

MG

Rio C orumbá MS

SP
®
Corumbaíba

MAPA: DECLIVIDADE DATA: JAN/2021

PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:40.000


PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA

ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁVEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


732.000 736.000 740.000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 2.09 – MAPA
DE PEDOLOGIA
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
!
!
732.000 736.000 740.000

!
LEGENDA

Estrada

!
Linha de Distribuição

!
!

!
Rios

!
Massa D'água
Parque Estadual da Mata Atlântica

!
Zona de Amortecimento

!
Limite Municipal

!
Pedologia
Argissolo Vermelho-Amarelo eutrófico

!
Cambissolo Háplico distrófico

!
!
!
!
!
!
!
FONTE
7.988.000

7.988.000
!
SIEG (2017)

!
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)

!
!
!
!
DADOS TÉCNICOS

!
¬
!

Água Limpa
!
!

! ! ! ! ! !!
! !

0 400 800 1.200 1.600 2.000


!
m
!

! MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.


DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
! DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC

PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.


!

! ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.


ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
!

rre
go
!

da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo

nt
ra
TO


BA

m
ru
7.984.000

7.984.000
Co
n juba

MT

o
Ri
Rio Piraca

GO
DF

MG

Rio C orumbá MS

SP
®
Corumbaíba

MAPA: PEDOLOGIA DATA: JAN/2021

PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:40.000


PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA

ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁVEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


732.000 736.000 740.000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 2.10 – MAPA
DE HIDROGRAFIA
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
!
!
!
734.000 736.000 738.000

!
! LEGENDA

Estrada
!

Linha de Distribuição
!

! !

!
Rios
!
!
!
Massa D'água
Banhado
!
!

Parque Estadual da Mata Atlântica


!
! ! ! ! ! !
! ! ! !

Limite Municipal
! ! ! ! !
!
!

Córrego da Lontra
!

!
7.986.000

7.986.000
!

FONTE
!

!
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)
!

DADOS TÉCNICOS
C
ó rre
go d
aL

¬
on
tra

de
Água Limpa
Se
a
ad

0 200 400 600 800 1.000


ic

m
B
da
go

MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.


C órre

DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000


DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC

PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.


ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.
ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
7.984.000

7.984.000
LOCALIZAÇÃO

TO

BA

MT

GO
DF

MG

ru
m

MS

SP
®
Co
o
Ri

Corumbaíba

MAPA: HIDROGRAFIA DATA: JAN/2021


7.982.000

7.982.000
PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:20.000
PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA

ELABORADO POR:
Corumbaíba LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁVEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


734.000 736.000 738.000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 2.11 – MAPA
DE SISTEMAS DE
AQUÍFEROS
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
!
!
732.000 736.000 740.000

!
LEGENDA

Estrada

!
Linha de Distribuição

!
!

!
Rios

!
Massa D'água
Banhado

!
Parque Estadual da Mata Atlântica

!
Zona de Amortecimento

!
Limite Municipal
Sistemas Aquíferos

!
Sistema Aquífero Araxá - SAAx

!
!
!
!
!
!
!
FONTE
7.988.000

7.988.000
!
SIEG (2017)

!
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)

!
!
!
!
DADOS TÉCNICOS

!
¬
!

Água Limpa
!
!

! ! ! ! ! !!
! !

0 400 800 1.200 1.600 2.000


!
m
!

! MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.


DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
! DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC

PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.


!

! ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.


ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
!

rre
go
!

da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo

nt
ra
TO


BA

m
ru
7.984.000

7.984.000
Co
n juba

MT

o
Ri
Rio Piraca

GO
DF

MG

Rio C orumbá MS

SP
®
Corumbaíba

MAPA: AQUÍFEROS DATA: JAN/2021

PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:40.000


PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA

ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁVEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


732.000 736.000 740.000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 2.12 – MAPA
DE FRAGILIDADE
AMBIENTAL
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
!
!
732.000 736.000 740.000

!
LEGENDA

Estrada

!
Linha de Distribuição

!
!

!
Rios

!
Massa D'água
Parque Estadual da Mata Atlântica

!
Zona de Amortecimento

!
Limite Municipal

!
Fragilidade Ambiental
Muito Baixa

!
Baixa

!
Média
Alta

!
!
!
!
!
!
FONTE
7.988.000

7.988.000
!
!
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)

!
!
!
!
DADOS TÉCNICOS

!
¬
!

Água Limpa
!
!

! ! ! ! ! !!
! !

0 400 800 1.200 1.600 2.000


!
m
!

! MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.


DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
! DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC

PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.


!

! ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.


ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
!

rre
go
!

da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo

nt
ra
TO


BA

m
ru
7.984.000

7.984.000
Co
n juba

MT

o
Ri
Rio Piraca

GO
DF

MG

Rio C orumbá MS

SP
®
Corumbaíba

MAPA: FRAGILIDADE AMBIENTAL DATA: JAN/2021

PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:40.000


PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA

ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁVEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


732.000 736.000 740.000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 2.13 – MAPA
DE PROCESSOS
MINERÁRIOS
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
!
!
732.000 736.000 740.000

!
LEGENDA

Estrada

!
Linha de Distribuição

!
!

860982/2017 Rios

!
AREIA Massa D'água
Parque Estadual da Mata Atlântica

!
Zona de Amortecimento

!
Limite Municipal

!
Processos Minerários
Fase

!
Disponibilidade

!
Autorização de Pesquisa
Requerimento de Licenciamento

!
!
!
!
!
!
FONTE
7.988.000

7.988.000
!
ANM (2020)

!
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)

!
!
!
!
DADOS TÉCNICOS

!
303205/2017
860552/2018

¬
!

DADO NÃO CADASTRADO


860551/2018 AREIA
!

AREIA Água Limpa


!
!
!

! ! ! ! ! !!
! !

0 400 800 1.200 1.600 2.000


!
m
860545/2018 !

AREIA !

! MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.


DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
! DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC

PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.


!

! ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.


ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
!

rre
go
!

da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo

nt
ra
TO


BA

m
861408/2015

ru
7.984.000

7.984.000
Co
MINÉRIO DE OURO
n juba

MT

o
Ri
Rio Piraca

GO
DF

MG

®
860172/2019
Rio C orumbá AREIA
MS

SP

Corumbaíba

MAPA: PROCESSOS MINERÁRIOS DATA: JAN/2021

PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:40.000


PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA

ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁVEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


732.000 736.000 740.000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 2.14 – MAPA
DE FRAGILIDADE A
INCÊNDIOS
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
!
!
732.000 736.000 740.000

!
LEGENDA

!
Estrada
Linha de Distribuição

!
!

!
Rios

!
Massa D'água
Parque Estadual da Mata Atlântica

!
Corumbaíba Zona de Amortecimento

!
Limite Municipal

!
Fragilidade a Incêndios
Baixa

!
Moderada

!
Alta

!
Muito Alta
Extrema

!
!
!
!
!
FONTE
7.988.000

7.988.000
!
!
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2020)
IBGE (2017)

!
!
!
!
DADOS TÉCNICOS

!
!

¬
!

Água Limpa
!
!
!

! ! ! ! ! !!
! !

0 400 800 1.200 1.600 2.000


!

! m

! MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.


DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC
!

!
PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.
! ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.
ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
!

rre
go
!

da
Buriti Alegre Lo LOCALIZAÇÃO

nt
ra
TO


BA

m
ru
7.984.000

7.984.000
Co
uba

MT

o
Ri
nj
Rio Piraca

GO
DF

MG

mbá
Rio C oru
Corumbaíba
MS

SP
®

MAPA: FRAGILIDADE A INCÊNDIOS DATA: JAN/2021

PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:40.000


PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA

ELABORADO POR:
LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁVEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


732.000 736.000 740.000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 2.15 –
REGISTROS
FOTOGRÁFICOS
FLORÍSTICOS
Anexo 3.15 - Espécies de flora catalogadas nos transectos realizados no Parque Estadual da
Mata Atlântica, PEMA, outubro de 2020.

A B

C D

E F
G H

I J

K L
M N

O P

Q R
S T

U V

W X
Y Z

Legenda: (A) Andira cujabensis Benth.; (B Apeiba tibourbou Aubl.; (C) Aspidosperma polyneuron Müll.Arg.; (D)
Astronium urundeuva (M. Allemão) Engl.; (E) Aspidosperma ramiflorum Müll.Arg.; (F) Ceiba speciosa (A. St.-Hil.)
Ravenna; (G) Citrus limonia Osbeck; (H) Copaifera langsdorffii Desf.; (I) Davilla nitida (Vahl) Kubitzki; (J)
Eriotheca gracilipes (K.Schum.) A.Robyns.; (K) Eugenia sp. L.; (L) Ficus sp.; (M) Guadua sp. Kunth; (N)
Handroanthus impetiginosus (Mart. ex DC.) Mattos; (O) Heteropterys sp. Kunth; (P) Inga vera Willd. (Q)
Hymenaea courbaril L.; (R) Jacaranda brasiliana (Lam.) Pers; (S) Luehea grandiflora Mart.; (T) Luetzelburgia
praecox (Harms) Harms; (U) Miconia sp.; (V) Monstera deliciosa Liebm.; (W) Piper aduncum L.; (X) Pouteria torta
(Mart.) Radlk.; (Y) Protium heptaphyllum (Aubl.) Marchand; (Z) Psychotria carthagenensis Jacq.
Fonte: STCP Engenharia de Projetos Ltda (2020).
ANEXO 2.16 – LISTA
DE ESPÉCIES DA
FLORA
Lista das Espécies de Flora Registradas por Dados Secundários, Dados Primários e com Potencial de Ocorrência no
PEMA

GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS

SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)

Ordem Alismatales
Família Araceae
Monstera deliciosa Liebm. Costela-de-Adão 1
Ordem Apiales
Família Araliaceae
Aralia warmingiana (Marchal) J. Wen Cinamomo-do-mato LC 1
Schefflera macrocarpa (Serm.) D.C. Froolik Mandiocão LC 3
Schefflera morototoni (Aubl.) Maguire Mandioqueira LC 1,4 1
Ordem Arecales
Família Arecaceae
Acrocomia aculeata sp. (Jacq.) Lodd. ex Mart. Macaúba 4
Attalea phalerata Mart. ex Spreng. Acuri 4
Euterpe edulis Mart. Palmito-jussara VU 4
Sheelea phalerata Mart. ex Spreng. Bacuri 1 1
Syagrus oleracea (Mart.) Becc. Guariroba 1,3,4 1
Ordem Asterales
Família Asteraceae
Tridax procumbens L. Erva-de-touro 1
Vernonanthura polyanthes (Spreng.) A.J. Vega & Dematt. Assa-peixe 1
Ordem Brassicales
Família Caricaceae
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS

SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)

Jacaratia spinosa (Aubl.) A.DC. Jaracatiá LC 1


Ordem Canellales
Família Winteraceae
Drimys brasiliensis Miers Cataia 1
Ordem Cariophyllales
Família Cactaceae
Rhipsalis sp. 1
Ordem Celastrales
Família Celastraceae
Salacia elliptica (Mart. Ex Roem. Schult.) G. Don Bacupari LC 2, 3
Ordem Dilleniales
Família Dilleniaceae
Curatella americana L. Lixeira 3
Davilla nitida (Vahl) Kubitzki Cipó-de-fogo 1
Ordem Ericales
Família Ebenaceae
Diospyros inconstans Jacq. Maria-preta 1, 3
Família Primulaceae
Clavija nutans (Vell.) B.Ståhl Cafézinho-do-mato 4
Myrsine guianensis (Aubl.) Kuntze Capororoca LC 4
Myrsine umbellata Mart. Capororoca LC 4
Família Sapotaceae
Guazuma ulmifolia Lam. Mutamba LC 1,4
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS

SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)

Pouteria torta (Mart.) Radlk. Abiurana-açú 1,3,4 1


Pouteria gardneri (Mart. & Miq.) Baehni Abiú LC 4
Família Lecythidaceae
Cariniana estrellensis (Raddi) Kuntze Jequitibá-branco
Cariniana rubra Gardner ex Miers Jequitibá-rosa LC 4
Família Styracaceae
Styrax camporum Pohl. Benjoeiro LC 1
Styrax pohlii A. DC. Benjoeiro 1
Ordem Fabales
Família Fabaceae
Acacia sp. Mill. Acácia LC 4
Albizia niopoides (Spruce ex Benth.) Angico-branco LC 1,4
Albizia polycephala (Benth.) Killip Monjolo 1
Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan Angico-branco LC 1,2,4
Anadenanthera peregrina (L.) Speg. Angico-vermelho LC 4
Anadenanthera macrocarpa (Benth.) Brenan Angico LC 4
Andira anthelmia (Vell.) J.F.Macbr. Angelim-de-morcego LC 1
Andira cujabensis Benth. Angelim-do-Cerrado 2 1
Andira fraxinifolia Benth. Angelim LC 4
Apuleia leiocarpa (Vogel) J.F.Macbr. Garapa VU 1,4
Bauhinia sp. L. Pata-de-vaca LC 4
Bauhinia forficata Link Pata-de-vaca LC 1
Bowdichia virgilioides Kunt Sucupira-preta LC 1
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS

SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)

Calliandra Benth. Arbusto-chama LC 4


Cassia ferruginea (Schrad.) Schrader ex DC Canafístula LC 4
Copaifera langsdorffii Desf. Copaíba LC 1,4 1
Dalbergia spruceana (Benth.) Benth Jacarandá-do-Pará II 2
Dipteryx alata Vogel* Baru VU 1,3
Enterolobium contortisiliquum (Vell.) Tamboril LC 1,4
Erythrina falcata Benth. Corticeira-de-serra 1
Erythrina verna Vell. Mulungu 1
Hymenaea courbaril L. Jatobá LC 1,3,4 1
Hymenolobium petraeum Ducke Angelim-pedra 1
Inga cylindrica (Vell.) Mart. Ingá-branco LC 1
Inga edulis Mart. Ingá-cipó LC 1
Inga sessilis (Vell.) Mart. Ingá-ferradura 1
Inga vera Willd. Ingá-cipó LC 1 1
Jacaranda brasiliana (Lam.) Pers. Caroba 1
Jacaranda cuspidifolia Mart. Jacarandá LC 4
Leucochloron incuriale (Vell.) Barneby J. W. Grimes Angico-rajado LC 2
Luetzelburgia praecox (Harms) Harms Amargoso 1
Machaerium opacum Vogel. Jacarandá-do-Cerrado 2,3
Machaerium brasiliense Vogel Jacarandá-bico-de-pato LC 4
Machaerium villosum Vogel. Jacarandá VU 4
Mimosa pudica L. Dormideira LC 1
Mimosa sp. Dormideira LC 4 1
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS

SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)

Parapiptadenia rigida (Benth.) Brean Angico-vermelho LC 2


Piptadenia gonoacantha (Mart.) Pau-jacaré LC 1,4
Platypodium elegans Vogel Jacarandá LC 1,4
Pterodon emarginatus Vogel Sucupira LC 1
Sclerolobium rugosum Mart. Ex Benth. Ingaó 2
Sweetia fruticosa Spreng. Chapada-fruticosa LC 4
Senegalia polyphylla (DC.) Britton & Rose Acácia LC 4
Senna aculeata (Pohl ex Benth.) H.S.Irwin & Barneby Fedegoso 1
Ordem Gentianales
Família Apocynaceae
Aspidosperma cuspa (Kunth) S.F.Blake Peroba LC 4
Aspidosperma cylindrocarpon Müll.Arg. Peroba-rosa LC 4
Aspidosperma discolor A. DC. Peroba-do-rêgo LC 1,4
Aspidosperma eburneum Allemão ex Sal. Pereiro 1
Aspidosperma polyneuron Mu¨ll.Arg. Peroba-rosa EN 1,3,4 1
Aspidosperma pyrifolium Mart. & Zucc. Peroba-branca LC 4
Aspidosperma ramiflorum Müll.Arg. Guatambu LC 1
Aspidosperma sp. 1
Aspidosperma subincanum Mart. Peroba LC 1,4
Aspidosperma tomentosum Mart. Peroba-do-campo LC 3
Himatanthus sucuuba (Spruce ex Mu¨ll.) Sucuuba 1
Ordem Lamiales
Família Bignoniaceae
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS

SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)

Cybistax antisyphilitica (Mart.) Ipê-verde 4


Handroanthus sp. Mattos Ipê LC 4
Handroanthus impetiginosus (Mart. ex DC.) Ipê-roxo LC 1,4 1
Handroanthus ochraceus (Cham.) Mattos Ipê-do-Cerrado 1, 3
Handroanthus vellosoi (Toledo) Mattos Ipê-amarelo 1
Handroanthus heptaphyllus (Vell.) Mattos Ipê-roxo LC 4
Handroanthus serratifolius (Vahl) S.O.Grose. Ipê-amarelo 4
Mansoa sp. DC. Pau-d'alho 4
Pithecoctenium sp. Mart. ex DC. Pente-de-macaco 4
Tabebuia aurea (Manso) Benth. & Hook. f. ex S. Moore Caraíba 3
Tabebuia roseoalba (Ridl.) Sandwith Ipê-branco 1,4
Família Verbenaceae
Aloysia virgata (Ruiz & Pav.) Juss. Lixa-branca 1,4
Família Lamiaceae
Aegiphila sellowiana Cham. Papagaio 4
Vitex polygama Cham. Azeitona-do-mato LC 4
Ordem Laurales
Família Lauraceae
Nectandra lanceolata Nees & Mart. Canela-amarela LC 1
Cryptocarya aschersoniana Mez Canela-fogo LC 4
Família Siparunaceae
Siparuna guianensis Aublet Negramina LC 1
Ordem Liliales
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS

SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)

Família Smilacaceae
Smilax quinquenervia Vell. Japecanga 1
Ordem Magnoliales
Família Annonaceae
Annona crassiflora Mart. Araticum LC 3
Annona montana Macfad. Araticum LC 4
Cardiopetalum calophyllum Schltdl. Embira-branca LC 1,3
Duguetia lanceolata A. St.-Hil. Pindaíba LC 4
Unonopsis guatterioides (A. DC.) R.E. Fr. Pindaíba-preta LC 1
Xylopia aromatica (Lam.) M.C. Dias Pimenta-de-macaco LC 3,4
Xylopia sericea A.St.-Hil. Pimenta-de-macaco LC 4
Xylopia emarginata Mart. Pimenta-de-macaco LC 4
Família Myristicaeae
Virola sebifera Aubl. Ucuúba LC 2,4
Ordem Malpighiales
Família Calophyllaceae
Calophyllum brasiliense Cambess. Guanandi LC 4
Família Caryocaraceae
Caryocar brasiliense Cambess. Pequi LC 3
Família Clusiaceae
Kielmeyera coriacea (Spreng.) Mart. Pau-santo 3
Kielmeyera speciosa St. Hil. Pau-santo LC 3
Família Ochnaceae
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS

SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)

Ouratea castaneifolia (DC.) Engl. Farinha-seca 1,4


Família Salicaceae
Casearia decandra Jacq. Guaçatonga 1
Casearia gossypiosperma Briq. Pau-de-espeto 1,4
Casearia rupestris Eichler Pururuca LC 1,4
Casearia sylvestris Sw. Guaçatonga-preta LC 4
Prockia crucis P. Brownw ex L. Cambroé 2,4
Família Malpighiaceae
Heteropterys sp. Murici 1
Banisteriopsis sp. C.B.Rob. ex Small Caapi, 4
Byrsonima sericea DC Murici-do-brejo LC 4
Famíla Erythroxylaceae
Erythroxylum deciduum St. Hil. Cocão-decíduo EN 3
Erythroxylum suberosum A. St. Hil. Cabelo-de-negro 3
Erythroxylum tortuosum Mart. Mercúrio-do-campo LC 3
Família Euphorbiaceae
Cnidoscolus urens (L.) Arthur Urtiga LC 1,2
Croton L. Marmeleiro LC 4
Croton floribundus Spreng. Capixingui 1,4
Croton urucurana Baill. Sangra-d’água 1,4
Mabea fistulifera Mart. Canudo-de-pito 4
Sapium glandulosum (L.) Morong Pau-leiteiro LC 1
Sebastiania brasiliensis Spreng. Leiteiro LC 4
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS

SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)

Ordem Malvales
Família Elaeocarpaceae
Sloanea guianensis (Aubl.) Benth. Laranjeira-do-mato LC 1
Família Malvaceae
Apeiba tibourbou Aubl. Pente-de-macaco LC 1,4 1
Bastardiopsis densiflora (Hook. & Arn.) Hassl. Louro-branco 4
Ceiba speciosa (A. St.-Hil.) Ravenna Paineira 1,4 1
Ceiba pentandra (L.) Gaertn. Paineira LC 4
Eriotheca gracilipes (K.Schum.) A.Robyns. Paineira 1
Helicteres sp. L. Arbusto LC 4
Hibiscus sp.L. Hibisco LC 4
Luehea divaricata Mart. & Zucc. Açoita-cavalo DD 1,4
Luehea grandiflora Mart. Açoita-cavalo-graúdo 1,4 1
Luehea paniculata Mart. Açoita-cavalo-amarelo LC 1
Pavonia sp.Cav. Roseta-de-mato LC 4
Pseudobombax sp. Dugand Embiruçu 4
Pseudobombax grandiflorum (Cav.) A. Robyns Embiruçu 1
Pseudobombax tomentosum (Mart. & Zucc.) Embiruçu LC 1
Sterculia chicha A. St.-Hil. ex Turpin Chichá 1
Sterculia striata A. St.-Hil. & Naudin Chichá-do-Cerrado LC 1,2,4
Sida sp.L. Chá-bravo LC 4
Waltheria sp. L. Erva-de-soldado LC 4
Ordem Myrtales
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS

SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)

Família Melastomataceae
Miconia sp. Canela-de-velho 4 1
Tibouchina sp. Aubl. Guaresmeira 4
Família Myrtaceae
Campomanesia velutina (Cambess.) O.Berg. Gabiroba LC 4
Eugenia florida DC Pitanga-preta LC 4
Eugenia leitonii D. Legrand Goiabão 1
Eugenia sp. Goiabão 4 1
Gomidesia sp. Guamirim 4
Myrcia rostrata DC. Guamirim-de-folha-fina LC 1
Myrcia splendens (Sw.) DC. Guamirim-de-folha-fina LC 1,4
Myrcia undulata O.Berg Guamirim-ferro 1
Psidium cattleianum Afzel. ex Sabine Araçá-rosa 1
Psidium guajava L. Goiaba LC 4
Família Combretaceae
Combretum Loefl. Cipaúba LC 4
Combretum laxum Jacq. Pombeiro-branco LC 1
Terminalia argentea Mart. Orelha-de-onça LC 1
Terminalia glabrescens Mart. Pau-sangue 1
Família Vochysiaceae
Callisthene fasciculata. Mart. Carvão-branco LC 4
Qualea grandiflora Mart Pau-terra 3
Qualea multiflora Mart. Pau-terra 3
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS

SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)

Qualea parviflora Mart. Pau-terra 1,2,3


Qualea jundiahy Warm Pau-terra 4
Família Onagraceae
Ludwigia elegans (Cambess.) H. Hara Cruz-de-malta 4
Ordem Piperales
Família Pipiraceae
Piper aduncum L. Jaborandi-falso LC 1 1
Piper arboreum Aubl Falso-jaborandi 4
Piper tuberculatum Jacq. Pimenta-longa 1
Ordem Proteales
Família Proteaceae
Roupala montana (Huber) K.S. Edwards Carne-de-vaca LC 1
Ordem Poales
Família Bromeliaceae
Aechmea bromeliifolia (Rudge) Baker Broméilia 4
Família Poaceae
Brachiaria decumbens cv. Basilisk 1
Guadua sp. Taboca 1
Ordem Rosales
Família Cannabaceae
Celtis iguanaea (Jacq.) Sarg. Esporão-de-galo LC 1,2,4
Celtis brasiliensis (Gardner) Planch. Esporão-de-galo LC 4
Trema micrantha (L.) Blume Pau-pólvora LC 1,4
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS

SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)

Família Chrysobalanaceae
Hirtella glabrata Pilg. Ajururana 1
Hirtella glandulosa Spreng. Vermelhão 1
Hirtella gracilipes (Hook. f.) Prance Vermelhão 4
Licania alba (Bernoulli) Cuatrec. Oiti LC 1,3
Família Rhamnaceae
Rhamnidium elaeocarpum Reissek Cafezinho LC 1,4
Família Urticaceae
Cecropia pachystachya Tre´cul Embaúba 1,4
Urera baccifera (L.) Gaudich. ex Wedd. Urtiga-brava LC 4
Família Moraceae
Ficus citrifolia Mill. Figo-de-folhas-curtas LC 1
Ficus sp. Gameleira 4 1
Maclura tinctoria (L.) D.Don ex Steud. Taúba LC 1,4
Sorocea bonplandii (Baill.) W.C.Burger Falsa-espinheira-santa 1
Ordem Rubiales
Família Rubiaceae
Alibertia edulis (Rich.) A. Rich. ex DC. Marmelada 1,4
Cordiera macrophylla (K.Schum.) Kuntze Marmelo-da-mata 1
Cordiera sessilis (Vell.) Kuntze Marmelada-do-Cerrado 1,4
Coussarea hydrangeifolia (Benth.) Müll.Arg Cinzeiro 4
Genipa americana var. caruto (H.B.K.)K. Schum. Jenipapo 4 1
Psychotria carthagenensis Jacq. Cafezinho 1
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS

SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)

Simira sampaioana (Standl.) Steyerm. Araribá LC 4


Tocoyena formosa (Cham. & Schltdl.) Guamarú 1
Ordem Santalales
Família Olacaceae
Minquartia guianensis Aubl. Acariquara NT 2
Heisteria ovata Benth Brinco-de-moça LC 4
Família Ximeniaceae
Ximenia americana L. Ameixa-do-mato LC 4
Família Opiliaceae
Agonandra brasiliensis Miers ex Benth. Pau-marfim LC 1,4
Agonandra excelsa Griseb. Farinha-seca LC 4
Ordem Sapindales
Família Anacardiaceae
Astronium fraxinifolium Schott* Gonçalo Alves 1,3,4
Astronium nelson-rosae Santin Guaritá LC 4
Lithraea molleoides (Vell.) Engl. Aroeira-brava LC 4
Myracrodruon urundeuva Allemão Aroeira-preta DD 1,4 1
Schinus terebinthifolius Raddi Aroeira-da-praia 4
Família Sapindaceae
Allophylus edulis (A.St.-Hil. et al.) Hieron. ex Niederl. Fruta-de-pombo LC 4
Cupania vernalis Cambess. Camboatá-vermelho LC 1,4
Dilodendron bipinnatum Radlk. Pau-pobre 1,4
Matayba guianensis Aubl. Camboatá-branco 1
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS

SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)

Serjania sp. Camboatá 1


Serjania fluminensis Acev.-Rodr. Camboatá LC 4
Família Burseraceae
Protium heptaphyllum (Aubl.) Marchand Breu-branco 1,4 1
Família Rutaceae
Metrodorea stipularis Mart. Laranjeira-do-mato LC 1
Zanthoxylum fagara (L.) Sarg. Mamica-de-cadela LC 4
Zanthoxylum rhoifolium Lam. Mamica-de-porca LC 1,4
Zanthoxylum riedelianum Engl. Mamica-de-canela LC 1
Família Meliaceae
Cabralea canjerana (Vell.) Mart. Canjerana LC 4
Cedrela fissilis Vell. Cedro-rosa VU VU II 1,4
Citrus limonia Osbeck Limão-cravo 1
Guarea guidonia (L.) Sleumer. Marinheiro LC 4
Trichilia catigua A. Juss. Catuaba 1,4
Trichilia elegans A. Juss. Pau-de-ervilha LC 4
Trichilia pallida Swartz Catiguá LC 4
Trichilia claussenii C. DC. Cafeeiro-do-mato 1
Ordem Vitales
Família Vitaceae
Cissus sp. L. Paquetá 4
Ordem Solanales
Família Convolvulaceae
GRAU DE
AMEAÇA REGISTROS

SECUNDÁRIO
REGISTRO
DIRETOS

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
ORDEM / FAMÍLIA / ESPÉCIE NOME COMUM (CAMPANHA
OUTUBRO
DE 2020)

Merremia sp. Dennst. ex Endl. Jetirana 4


Família Solanaceae
Solanum paniculatum L. Jurubeba 4
Ordem Boraginales
Família Boraginaceae
Cordia trichotoma (Vell.) Arráb. ex Steud. Louro LC 4
Ordem Zingiberales
Família Heliconiaceae
Heliconia hirsuta L.f. Heliconia 4
Ordem Pteridales
Família Dennstaedtiaceae
Pteridium arachnoideum Samambaião 4
Legenda: DD – Data Deficient (Deficiência de dados); LC - Least Concern (Pouco preocupante); NT – Near Threatened (Quase ameaçada); EN – Em perigo; VU – Vulnerable
(Vulnerável). II - Espécies não necessariamente ameaçadas de extinção, mas cujo comércio deve ser controlado a fim de evitar usos incompatíveis com sua sobrevivência.
Registro secundário: 1. Forest Structure and the Species Composition of the Parque Estadual Mata Atlântica, Located in Goiás State, Brazil (PEREIRA et al., 2018); 2. Santos;
Reis & Silva (2013). 3. Carvalho et al. (2008). 4. Minuta de Resolução Conama para definição dos Estágios Sucessionais da Mata Atlântica. *Espécies protegidas no Estado
de Goiás de acordo com a Portaria 18/2002-N AGMA.
ANEXO 2.17 – MAPA
DE VEGETAÇÃO
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
!
!
732.000 736.000 740.000

!
LEGENDA

Estrada

!
Linha de Distribuição

!
!

!
Rios

!
Massa D'água
Banhado

!
Parque Estadual da Mata Atlântica

!
Zona de Amortecimento
Limite Municipal

!
Vegetação e Uso do Solo

!
Floresta Estacional Semidecidual Montana

!
Vegetação Secundária em Estágio Médio de Regeneração
Vegetação Secundária em Estágio Inicial de Regeneração

!
Pecuária (Pastagens)

!
Área de Inundação da Represa

!
Área Antropizada
Edificação

!
!
!
FONTE
7.988.000

7.988.000
!
!
STCP E NGE NHARIA DE P ROJE TOS LTDA. (2020)
IB GE (2017)

!
!
!
!
DADOS TÉCNICOS

!
!

¬
!

Água Limpa
!
!

! ! ! ! ! !!
! !

0 400 800 1.200 1.600 2.000


!
m
!

! MERIDIANO CENTRAL: 51° W Gr.


DATUM HORIZONTA L: SIRGAS 2000
! DATUM VERTICAL: IMBITUB A-SC

PROJEÇÃO UNIVERS AL TRANSV ERSA DE MERCA TOR - UTM.


!

! ORIGEM NO E QUA DOR E MERIDIANO CENTRAL.


ACRESCIDA S AS CONSTANTE S 10.000 km E 500 km, RESP ECTIV AME NTE .
!

r re
go
!

da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo

nt
ra
TO


BA

m
7.984.000

7.984.000
ru
Co
jub a

MT

o
Ri
Rio Piracan

GO
DF

MG

Rio C orumbá MS

SP
®
Corumbaíba

MAP A: VEGETAÇÃO DATA : JAN/2021

PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:40.000


PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA

ELA BORADO POR:


LOCALIZA ÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁ VEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


732.000 736.000 740.000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 2.18 – LISTA
DE ESPÉCIES DE
ANFÍBIOS E REPTEIS
Registros de Anfíbios e Répteis (Herpetofauna) Obtidos por Registros Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos
(Campo, outubro de2020), Parque Estadual da Mata Atlântica, PEMA
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Campo, outubro de 2020)

(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum

P1

P2

P3

P4
Classe Amphibia
Ordem Anura
Família Aromobatidae
Allobates goianus (Bokermann, 1975) Rãzinha-da-mata DD 2
Família Brachycephalidae
Ischnocnema juipoca (Sazima & Cardoso, 1978) Rãzinha-do-folhiço LC 2
Família Bufonidae
Rhinella cerradensis Maciel, Brandão, Campos & Sebben, Cururu-do-Cerrado DD 01
2007
Rhinella diptycha (Cope, 1862) Sapo-cururu DD 1, 2,3 05
Rhinella rubescens (A. Lutz, 1925) Sapo-cururu-vermelho LC 2
Família Craugastoridae
Barycholos ternetzi (Miranda Ribeiro, 1937) Rã-cavadora LC 1,2,3 02 02 50
Família Hylidae
Aplastodiscus perviridis A. Lutz in B. Lutz, 1950 Perereca-ventíloqua-da- LC 1,2
mata
Boana albopunctata (Spix, 1824) Perereca-de-pintas- LC 1,2,3 07
amarelas
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Campo, outubro de 2020)

(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum

P1

P2

P3

P4
Boana crepitans (Wied, 1824) Perereca-da-Caatinga LC 2
Boana goiana (B. Lutz, 1968) Perereca-de-Goiás LC 2,3
Boana lundii (Burmeister, 1856) Perereca-da-mata LC 1,2,3
Boana multifasciata (Günther, 1859) Perereca LC 1,3
Boana raniceps (Cope, 1862) Perereca-quarenta-e-três LC 1,3 02 06
Bokermannohyla pseudopseudis (Miranda-Ribeiro, 1937) Perereca-das-cachoeiras LC 2,3
Dendropsophus microcephalus (Cope, 1886) Pererequinha LC 1
Dendropsophus cruzi (Pombal & Bastos, 1998) Pererequinha-de-cruz LC 1,2,3
Dendropsophus minutus (Peters, 1872) Pererequinha LC 1,2,3 01
Dendropsophus nanus (Boulenger, 1889) Pererequinha-nanica LC 1 02 02
Dendropsophus rubicundulus (Reinhardt & Lütken, 1862) Pererequinha-verde LC 1,2,3
Dendropsophus soaresi (Caramaschi & Jim, 1983) Perereca-reticulada LC 2
Pseudis bolbodactyla A. Lutz, 1925 Rã-paradoxal LC 1,2,3
Scinax fuscomarginatus (A. Lutz, 1925) Pererequinha-do-capim LC 1,2,3
Scinax fuscovarius (A. Lutz, 1925) Perereca-de-banheiro LC 1,2,3 03 04 01
Scinax similis (Cochran, 1952) Perereca-de-banheiro LC 2
Trachycephalus typhonius (Linnaeus, 1758) Perereca-grudenta LC 1,2,3 01
Família Leptodactylidae
Physalaemus albonotatus (Steindachner, 1864) Rã LC 2
Physalaemus nattereri (Steindachner, 1863) Rã-de-quatro-olhos LC 1,2,3,4 01
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Campo, outubro de 2020)

(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum

P1

P2

P3

P4
Physalaemus centralis Bokermann, 1962 Rã LC 1,2,3
Physalaemus cuvieri Fitzinger, 1826 Rã-cachorro LC 1,2,3
Physalaemus marmoratus (Reinhardt e Lütken, 1862) Rã LC 1
Pseudopaludicola saltica (Cope, 1887) Rãzinha LC 1
Pseudopaludicola falcipes (Hensel, 1867) Rãzinha LC 1
Pseudopaludicola ternetzi Miranda-Ribeiro, 1937 Rãzinha LC 1,3
Pseudopaludicola mystacalis (Cope, 1887) Rãzinha LC 3 03
Leptodactylus fuscus (Schneider, 1799) Rã-assobiadora LC 1,2,3 20 03 21
Leptodactylus labyrinthicus (Spix, 1824) Rã-pimenta LC 1,2,3 06 06
Leptodactylus latrans (Steffen, 1815) Rã-manteiga LC 1,2,3 02 25
Leptodactylus mystaceus (Spix, 1824) Rã-de-bigode LC 1
Leptodactylus mystacinus (Burmeister, 1861) Rã-de-bigode-robusta LC 1,2
Leptodactylus podicipinus (Cope, 1862) Rã-de-goteira LC 1 02
Leptodactylus syphax Bokermann, 1969 Rã-das-rochas LC 1,3
Família Microhylidae
Chiasmocleis albopunctata (Boettger, 1885) Sapinho-de-pintas-brancas LC 2
Elachistocleis cesarii (Miranda Ribeiro, 1920) Rã-guarda 1,2
Dermatonotus muelleri (Boettger, 1885) Sapo-do-cupinzeiro LC 3
Família Odontophrynidae
Odontophrynus cultripes Reinhardt & Lütken, 1861 Sapo-verruga-ornado LC 1,2
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Campo, outubro de 2020)

(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum

P1

P2

P3

P4
Odontophrynus salvatori Caramaschi, 1996 Sapo-verruga-de-Salvator DD 2
Proceratophrys goyana (Miranda-Ribeiro, 1937) Sapo-verruga-de-Goiás LC 1,2,3 06
Família Phyllomedusidae
Pithecopus azureus (Cope, 1862) Perereca-da-folhagem DD 1,2,3
CLASSE REPTILIA
Ordem Testudines
Família Chelidae
Phrynops geoffroanus (Schweigger, 1812) Cágado-de-barbicha 1,2
Mesoclemmys vanderhaegei (Bour, 1973) Cágado-de-barbicha NT 3
Família Testudinidae
Chelonoidis carbonarius (Spix, 1824) Jabuti-piranga 2
Ordem Crocodylia
Família Alligatoridae
Caiman crocodilus (Linnaeus, 1758) Jacaretinga LC 2
Paleosuchus palpebrosus (Cuvier, 1807) Jacaré-coroa LC 1
Ordem Squamata
Subordem Lacertília
Família Gekkonidae
Hemidactylus mabouia (Moreau de Jonnès, 1818) lagartixa-de-parede 1,3
Família Scincidae
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Campo, outubro de 2020)

(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum

P1

P2

P3

P4
Notomabuya frenata (Cope, 1862) Calango-liso LC 1,2,3
Copeoglossum nigropunctatum (Spix, 1825) Calango-liso LC 1,2,3
Família Dactyloidae
Norops brasiliensis (Vanzolini & Williams, 1970) Papa-vento 01
Norops chrysolepis (Duméril & Bibron, 1837) Papa-vento 1,2,3
Norops meridionalis (Boettger, 1885) Papa-vento 2
Família Polychrotidae
Polychrus acutirostris (Spix, 1825) Lagarto-preguiçoso LC 2,3
Família Tropiduridae
Stenocercus sinesaccus Torres-Carvajal, 2005 Calango LC 2
Tropidurus oreadicus Rodrigues, 1987 Calango LC 1
Tropidurus torquatus (Wied, 1820) Calango LC 1,2,3 05
Tropidurus itambere Rodrigues, 1987 Calango LC 3
Família Anguidae
Ophiodes striatus (Spix, 1824) Cobra-de-vidro LC 2
Família Gymnophtalmidae
Cercosaura schreibersii Wiegmann, 1834 Lagartinho-de-folhiço LC 2,3
Colobosaura modesta (Reinhardt & Luetken, 1862) Lagartinho-de-folhiço 1,2,3
Micrablepharus maximiliani (Reinhardt & Luetken, 1862) Lagartinho-do-rabo-azul LC 1,3
Micrablepharus atticolus Rodrigues, 1996 Lagartinho-do-rabo-azul LC 2,3
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Campo, outubro de 2020)

(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum

P1

P2

P3

P4
Família Teiidae
Ameiva ameiva (Linnaeus, 1758) Bico-doce LC 1,2,3 02
Ameivula ocellifera (Spix, 1825) Calango-verde 2,3
Salvator duseni (Lönnberg in Lönnberg e Andersson, 1910) Teiú II 2
Salvator merianae Duméril & Bibron, 1839 Teiú LC II 1,2,3,4 01 04
Tupinambis teguixin (Linnaeus, 1758) Teiú LC II 2
Subordem Amphisbaenia
Família Amphisbaenidae
Amphisbaena roberti Gans, 1964 Cobra-de-duas-cabeças 1
Amphisbaena alba Linnaeus, 1758 Cobra-de-duas-cabeças LC 3
Subordem Serpentes
Família Anomalepididae
Liotyphlops ternetzii (Boulenger, 1896) Cobra-cega LC 1
Família Leptotyphlopidae
Trilepida koppesi (Amaral, 1955) Cobra-cega LC 1
Família Boidae
Boa constrictor (Stull, 1932) Jiboia 1,2,3,4 01
Eunectes murinus (Linnaeus, 1758) Sucuri 1 01
Epicrates crassus Cope, 1862 Salamanta 2,3
Família Colubridae
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Campo, outubro de 2020)

(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum

P1

P2

P3

P4
Chironius flavolineatus (Jan, 1863) Cobra-cipó LC 2
Drymarchon corais (Boie,1827) Papa-pinto LC 1
Spilotes pullatus (Linnaeus, 1758) Caninana LC 2 01
Tantilla melanocephala (Linnaeus, 1758) Falsa-cabeça-preta LC 2
Família Dipsadidae
Apostolepis assimilis (Reinhardt, 1861) Cobra-da-terra LC 2
Erythrolamprus poecilogyrus (Wied, 1824) Cobra-capim 1 01
Erythrolamprus reginae (Amaral, 1935) Cobra-capim LC 2
Imantodes cenchoa (Linnaeus, 1758) Dormideira LC 2
Oxyrhopus guibei Hoge & Romano, 1978 Coral-falsa LC 2
Oxyrhopus trigeminus Duméril, Bibron & Duméril, 1854 Coral-falsa LC 1,2,3
Philodryas nattereri Steindachner, 1870 Corre-campo LC 1
Philodryas olfersii (Liechtenstein, 1823) Cobra-verde LC 3
Phimophis guerini (Duméril, Bibron e Duméril, 1854) Cobra-nariguda 2
Sibynomorphus mikanii (Schlegel, 1837) Dormideira LC 1,3
Rhachidelus brazili Boulenger, 1908 Cobra-preta LC 3
Xenodon merremii (Wagler in Spix, 1824) Boipeva LC 1,2
Família Viperidae
Crotalus durissus Linnaeus, 1758 Cascavel LC 1,2,4
Bothrops moojeni Hoge, 1966 Jararaca II 1,2,3,4 04
Registros Diretos
Grau de Ameaça
(Campo, outubro de 2020)

(Dados Secundários)
Registro Indireto
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum

P1

P2

P3

P4
Bothrops neuwiedi Wagler in Spix, 1824 Jararaca LC 2
Bothrops pauloensis Amaral, 1925 Jararaca LC 3
Legenda: DD – Data Deficient (Deficiência de dados); LC - Least Concern (Pouco preocupante); NT – Near Threatened (Quase ameaçada); II - espécies não
necessariamente ameaçadas de extinção, mas cujo comércio deve ser controlado a fim de evitar usos incompatíveis com sua sobrevivência. Registro
secundário: 1 - Estudo de Impacto Ambiental da UHE Itumbiara (FURNAS, 2012); 2 - Diagnóstico Ambiental da Bacia do Médio Rio Corumbá (BRANDT, 2017).
3 - Estrutura e status de conservação das comunidades de vertebrados do Parque Estadual da Serra de Caldas Novas – PESCAN (Pena et al., 2011). 4 –
Fauna registrada no PEMA (2014, 2015). PONTOS: P1 – Ambiente antrópico; P2 – Floresta Estacional Semidecidual / Mata de Galeria; P3 – Mata de Galeria;
P4 – Floresta Estacional Semidecidual.
ANEXO 2.19 – LISTA
DE ESPÉCIES DE AVES
Registros de Avifauna Obtidos por Registros Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos (campo de outubro de
2020), Parque Estadual da Mata Atlântica, PEMA
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
Tinamiformes Huxley, 1872
Tinamidae Gray, 1840
Crypturellus undulatus (Temminck, 1815) Jaó LC 1,3,4
Crypturellus parvirostris (Wagler, 1827) Inhambu-chororó LC 1,3,4 02
Nothura maculosa (Temminck, 1815) Codorna-amarela LC 4 01 01
Rhynchotus rufescens (Temminck, 1815) Perdiz LC 1,3 01
Anseriformes Linnaeus, 1758
Anatidae Leach, 1820
*Dendrocygna viduata (Linnaeus, 1766) Irerê LC 1,4 08 20
*Dendrocygna autumnalis (Linnaeus, 1758) Asa-branca LC 1 02
*Cairina moschata (Linnaeus, 1758) Pato-do-mato LC 1,2,4 09 16
*Sarkidiornis sylvicola (Ihering & Ihering, 1907) Pato-de-crista LC 1
*Amazonetta brasiliensis (Gmelin, 1789) Pé-vermelho LC 1,4 02
Galliformes Linnaeus, 1758
Cracidae Rafinesque, 1815
Crax fasciolata (Spix, 1825) Mutum-de-penacho VU 1,3,4 02
Penelope superciliaris (Temminck, 1815) Jacupemba LC 3,4 02 02
Podicipediformes Fürbringer, 1888
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
Podicipedidae Bonaparte, 1831
*Tachybaptus dominicus (Linnaeus, 1766) Mergulhão-pequeno LC 1
Ciconiiformes Bonaparte, 1854
Ciconiidae Sundevall, 1836
*Ciconia maguari (Sundevall, 1836) Maguari LC 2
*Jabiru mycteria (Lichtenstein, 1819) Tuiuiú LC 1
*Mycteria americana (Linnaeus, 1758) Cabeça-seca LC 1,4
Suliformes Sharpe, 1891
Phalacrocoracidae Reichenbach, 1849
*Nannopterum brasilianus (Gmelin, 1789) Biguá LC 1,4 01
Anhingidae Reichenbach, 1849
*Anhinga anhinga (Linnaeus, 1766) Biguatinga LC 1
Pelecaniformes Sharpe, 1891
Ardeidae Leach, 1820
*Nycticorax nycticorax (Linnaeus, 1758) Savacu LC 1 01
*Butorides striata (Linnaeus, 1758) Socozinho LC 1 01
*Bubulcus ibis (Linnaeus, 1758) Garça-vaqueira LC 1,3,4
*Ardea cocoi Linnaeus, 1766 Garça-moura LC 1,4 01
*Ardea alba Linnaeus, 1758 Garça-branca-grande LC 1,4 03
Syrigma sibilatrix (Temminck, 1824) Maria-faceira LC 1,2 02
*Pilherodius pileatus (Boddaert, 1783) Garça-real LC 1
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
*Tigrisoma lineatum (Boddaert, 1783) Socó-boi LC 1
*Egretta thula (Molina, 1782) Garça-branca-pequena LC 1
Threskiornithidae Poche, 1904
Mesembrinibis cayennensis (Gmelin, 1789) Coró-coró LC 1,3
Phimosus infuscatus (Lichtenstein, 1823) Tapicuru-de-cara-pelada LC 1
Theristicus caudatus (Boddaert, 1783) Curicaca LC 1,2,3,4 01
*Platalea ajaja Linnaeus, 1758 Colhereiro LC 1
Cathartiformes Seebohm, 1890
Cathartidae Lafresnaye, 1839
Cathartes aura (Linnaeus, 1758) Urubu-de-cabeça-vermelha LC 1,2,3,4 04
Coragyps atratus (Bechstein, 1793) Urubu-de-cabeça-preta LC 1,3,4 01
Sarcoramphus papa (Linnaeus, 1758) Urubu-rei LC 1,2,3
Accipitriformes Bonaparte, 1831
Pandionidae Bonaparte, 1854
Pandion haliaetus (Linnaeus, 1758) Águia-pescadora LC 1,2
Accipitridae Vigors, 1824
Buteo nitidus (Latham, 1790) Gavião-pedrês LC 1
Elanoides forficatus (Linnaeus, 1758) Gavião-tesoura LC 3
Ictinia plumbea (Gmelin, 1788) Sovi LC 1,2,4 01
Heterospizias meridionalis (Latham, 1790) Gavião-caboclo LC 1,2,4 01 01
Geranospiza caerulescens (Vieillot, 1817) Gavião-pernilongo LC 1,4
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
Rupornis magnirostris (Gmelin, 1788) Gavião-carijó LC 1,2 01 01 02
Leptodon cayanensis (Latham, 1790) Gavião-de-cabeça-cinza LC 01
Rostrhamus sociabilis (Vieillot, 1817) Gavião-caramujeiro LC 1
Urubitinga coronata (Vieillot, 1817) Águia-cinzenta EN EN II 1,2,4 02
Falconiformes Bonaparte, 1831
Falconidae Leach, 1820
Caracara plancus (Miller, 1777) Caracará LC 1,2,3,4 04 06
Milvago chimachima (Vieillot, 1816) Carrapateiro LC 1
Herpetotheres cachinnans (Linnaeus, 1758) Acauã LC 1,3 01 01
Falco sparverius Linnaeus, 1758 Quiriquiri LC 1,2,4
Falco peregrinus Tunstall, 1771 Falcão-peregrino LC 1,2
Falco femoralis Temminck, 1822 Falcão-de-coleira LC 1,2,3,4
Gruiforme Bonaparte, 1854
Rallidae Rafinesque, 1815
Aramides cajaneus (Statius Muller, 1776) Saracura-três-potes LC 1,2,4
Cariamiformes Furbringer, 1888
Cariamidae Bonaparte, 1850
Cariama cristata (Linnaeus, 1766) Seriema LC 1,2,3 02 02
Charadriiformes Huxley, 1867
Charadriidae Leach, 1820
Vanellus chilensis (Molina, 1782) Quero-quero LC 1,2,4 02 06
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
Recurvirostridae Bonaparte, 1831
*Himantopus melanurus Vieillot, 1817 Pernilongo-de-costas-brancas 1
Scolopacidae Rafinesque, 1815
*Tringa flavipes (Gmelin, 1789) Maçarico-de-perna-amarela LC 1
Jacanidae Chenu & Des Murs, 1854
*Jacana jacana (Linnaeus, 1766) Jaçanã LC 1
Sternidae Vigors, 1825
*Phaetusa simplex (Gmelin, 1789) Trinta-réis-grande LC 1 04
Columbiformes Latham, 1790
Columbidae Leach, 1820
Columbina talpacoti (Temminck, 1811) Rolinha-roxa LC 1,2,3,4 16
Columbina squammata (Lesson, 1831) Fogo-apagou LC 1,2,3 02
Columba livia Gmelin, 1789 Pombo-doméstico LC 1,2,3
Patagioenas picazuro (Temminck, 1813) Pombão LC 1,2,3,4 05 02
Claravis pretiosa (Ferrari-Perez, 1886) Pararu-azul LC 1,2
Patagioenas cayennensis (Bonnaterre, 1792) Pomba-galega LC 1,2,3
Zenaida auriculata (Des Murs, 1847) Pomba-de-bando LC 1
Leptotila verreauxi Bonaparte, 1855 Juriti-pupu LC 1,3 05 02 02 02
Leptotila rufaxilla (Richard & Bernard, 1792) Juriti-gemedeira LC 1,3,4
Psittaciformes Wagler, 1830
Psittacidae Rafinesque, 1815
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
Ara ararauna (Linnaeus, 1758) Arara-canindé LC 1,2,4 02
Orthopsittaca manilata (Boddaert, 1783) Maracanã-do-buriti LC 1
Diopsittaca nobilis (Linnaeus, 1758) Maracanã-pequena LC 1,2,3
Psittacara leucophthalmus (Statius Muller, 1776) Periquitão-maracanã LC 1,2,4 02 06
Aratinga auricapillus (Kuhl, 1820) Jandaia-de-testa-vermelha NT II 1,4 06 10
Eupsittula aurea (Gmelin, 1788) Periquito-rei LC 1,2,3,4 07 02
Forpus xanthopterygius (Spix, 1824) Tuim LC 1,2,4 04
Brotogeris chiriri (Vieillot, 1818) Periquito-de-encontro-amarelo LC 1,2,3 06 04 04
Amazona amazonica (Linnaeus, 1766) Curica LC 1 02
Amazona aestiva (Linnaeus, 1758) Papagaio-verdadeiro NT 1,3
Cuculiformes Wagler, 1830
Cuculidae Leach, 1820
Piaya cayana (Linnaeus, 1766) Alma-de-gato LC 1,2,4 01 02 01
Crotophaga ani Linnaeus, 1758 Anu-preto LC 1,2,4 10 06
Guira guira (Gmelin, 1788) Anu-branco LC 1,2,3,4 04
Tapera naevia (Linnaeus, 1766) Saci LC 1 01 01
Strigiformes Wagler, 1830
Strigidae Leach, 1820
Megascops choliba (Vieillot, 1817) Corujinha-do-mato LC 1 01
Athene cunicularia (Molina, 1782) Coruja-buraqueira LC 1,2,3,4 01
Asio flammeus (Pontoppidan, 1763) Mocho-dos-banhados LC 2
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
Bubo virginianus (Gmelin, 1788) Jacurutu LC 1,2
Glaucidium brasilianum (Gmelin, 1788) Caburezinho LC 1,2,4
Pulsatrix perspicillata (Latham, 1790) Murucututu LC 01
Caprimulgiformes Ridgway, 1881
Nyctibiidae Chenu & Des Murs, 1851
Nyctibius griseus (Gmelin, 1789) Mãe-da-lua LC 1,2 01
Caprimulgidae Vigors, 1825
Nyctidromus albicollis (Gmelin, 1789) Bacurau 1,4 04 01
Hydropsalis parvula (Gould, 1837) Bacurau-chintã 1
Hydropsalis torquata (Gmelin, 1789) Bacurau-tesoura LC 1,3 01
Chordeiles pusillus Gould, 1861 Bacurauzinho LC 1
Chordeiles nacunda (Vieillot, 1817) Corucão LC 1
Apodiformes Peters, 1940
Apodidae Olphe-Galliard, 1887
Chaetura meridionalis Hellmayr, 1907 Andorinhão-do-temporal LC 1
Streptoprocne zonaris (Shaw, 1796) Taperuçu-de-coleira-branca LC 3
Trochilidae Vigors, 1825
Calliphlox amethystina (Boddaert, 1783) Estrelinha-ametista LC 01
Phaethornis pretrei (Lesson & Delattre, 1839) Rabo-branco-acanelado LC 1,4
Eupetomena macroura (Gmelin, 1788) Beija-flor-tesoura LC 1,3 01
Chlorostilbon lucidus (Shaw, 1812) Besourinho-de-bico-vermelho LC 1
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
Thalurania furcata (Gmelin, 1788) Beija-flor-tesoura-verde LC 1,2,3
Amazilia fimbriata (Gmelin, 1788) Beija-flor-de-garganta-verde LC 1,3 02 02 02
Amazilia lactea (Lesson, 1832) Beija-flor-de-peito-azul LC 1 01
Amazilia versicolor (Vieillot, 1818) Beija-flor-de-banda-branca LC 2
Heliactin bilophus (Temminck, 1820) Chifre-de-ouro LC 1,3
Heliomaster squamosus (Temminck, 1823) Bico-reto-de-banda-branca LC 1
Anthracothorax nigricollis (Vieillot, 1817) Beija-flor-de-veste-preta LC 1,2
Lophornis magnificus (Vieillot, 1817) Topetinho-vermelho LC 2
Phaethornis ruber (Linnaeus, 1758) Rabo-branco-rubro LC 01
Trogoniformes A. O. U., 1886
Trogonidae Lesson, 1828
Trogon surrucura Vieillot, 1817 Surucuá-variado LC 1,2 01 01 02
Coraciiformes Forbes, 1844
Alcedinidae Rafinesque, 1815
*Chloroceryle americana (Gmelin, 1788) Martim-pescador-pequeno LC 1 01
*Megaceryle torquata (Linnaeus, 1766) Martim-pescador-grande LC 1 01
*Chloroceryle amazona (Latham, 1790) Martim-pescador-verde LC 1
Momotidae Gray, 1840
Momotus momota (Linnaeus, 1766) Udu-de-coroa-azul LC 1,2,3 01 04 01
Galbuliformes Fürbringer, 1888
Galbulidae Vigors, 1825
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
Galbula ruficauda Cuvier, 1816 Ariramba-de-cauda-ruiva LC 1,2,3,4 01 04
Bucconidae Horsfield, 1821
Nystalus chacuru (Vieillot, 1816) João-bobo LC 1,3
Nystalus maculatus (Gmelin, 1788) Rapazinho-dos-velhos LC 1 01
Nonnula rubecula (Spix, 1824) Macuru LC 1 01
Monasa nigrifrons (Spix, 1824) Chora-chuva-preto LC 1,2,3,4 04 08
Piciformes Meyer & Wolf, 1810
Ramphastidae Vigors, 1825
Ramphastos toco Statius Muller, 1776 Tucanuçu LC 1,2,3,4 01 02 02
Pteroglossus castanotis Gould, 1834 Araçari-castanho LC 1 08
Picidae Leach, 1820
Picumnus albosquamatus d’Orbigny, 1840 Pica-pau-anão-escamado LC 1 01 01 01
Melanerpes candidus (Otto, 1796) Pica-pau-branco LC 1,2,4 02
Veniliornis passerinus (Linnaeus, 1766) Picapauzinho-anão LC 1,2,3,4 01
Colaptes melanochloros (Gmelin, 1788) Pica-pau-verde-barrado LC 1,2,4
Colaptes campestris (Vieillot, 1818) Pica-pau-do-campo LC 1,3,4
Dryocopus lineatus (Linnaeus, 1766) Pica-pau-de-banda-branca 1,2 01
Campephilus melanoleucos (Gmelin, 1788) Pica-pau-de-topete-vermelho LC 1,2
Passeriformes Linnaeus, 1758
Thamnophilidae Swainson, 1824
Dysithamnus mentalis (Temminck, 1823) Choquinha-lisa LC 4 01
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
Herpsilochmus longirostris Pelzeln, 1868 Chorozinho-de-bico-comprido LC 1,2,3 01 02
Herpsilochmus atricapillus Pelzeln, 1868 Chorozinho-de-chapéu-preto LC 1,2
Thamnophilus doliatus (Linnaeus, 1764) Choca-barrada LC 1,3,4 01 03
Thamnophilus pelzelni (Hellmayr, 1924) Choca-do-planalto LC 1,2 02
Thamnophilus caerulescens (Vieillot, 1816) Choca-da-mata LC 3
Taraba major (Vieillot, 1816) Choró-boi LC 1,2 01 02 01
Dendrocolaptidae Gray, 1840
Campylorhamphus trochilirostris (Lichtenstein, 1820) Arapaçu-beija-flor LC 1 02
Lepidocolaptes angustirostris (Vieillot, 1818) Arapaçu-de-cerrado LC 1,2,3,4 01 01
Dendrocolaptes platyrostris Spix, 1825 Arapaçu-grande LC 1,2 01 02
Furnariidae Gray, 1840
Clibanornis rectirostris (Wied, 1831) Fura-barreira LC 2 02 02 02
Furnarius rufus (Gmelin, 1788) João-de-barro LC 1,2,3 06 02
Hylocryptus rectirostris (Wied, 1831) Fura-barreira LC 1,4
Xenops rutilans Temminck, 1821 Bico-virado-carijó 1
Synallaxis albescens Temminck, 1823 Uí-pi LC 1,2 01
Synallaxis frontalis Pelzeln, 1859 Petrim LC 1,2,4
Synallaxis hypospodia (Sclater, 1874) João-grilo LC 2
Pipridae Rafinesque, 1815
Antilophia galeata (Lichtenstein, 1823) Soldadinho LC 1,2,3,4
Pipra fasciicauda Hellmayr, 1906 Uirapuru-laranja LC 1,2 04 02
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
Neopelma pallescens (Lafresnaye, 1853) Fruxu-do-cerradão LC 1,2
Tityridae Gray, 1840
Pachyramphus validus (Lichtenstein, 1823) Caneleiro-de-chapéu-preto LC 2
Pachyramphus polychopterus (Vieillot, 1818) Caneleiro-preto LC 1
Tityra inquisitor (Lichtenstein, 1823) Anambé-branco-de-bochecha- LC 1,2
parda
Tityra cayana (Linnaeus, 1766) Anambé-branco-de-rabo-preto LC 1,2 01 04 01
Rhynchocyclidae Berlepsch, 1907
Corythopis delalandi (Lesson, 1830) Estalador LC 01
Leptopogon amaurocephalus Tschudi, 1846 Cabeçudo LC 1,2 01 02 01
Poecilotriccus latirostris (Pelzeln, 1868) Ferreirinho-de-cara-parda LC 1 01 01
Tolmomyias sulphurescens (Spix, 1825) Bico-chato-de-orelha-preta LC 1,2
Tolmomyias flaviventris (Wied, 1831) Bico-chato-amarelo LC 01
Todirostrum cinereum (Linnaeus, 1766) Ferreirinho-relógio LC 1,2 01
Hemitriccus margaritaceiventer (d’Orbigny & Lafresnaye, Sebinho-de-olho-de-ouro LC 1,2
1837)
Tyrannidae Vigors, 1825
Arundinicola leucocephala (Linnaeus, 1764) Freirinha LC 1
Camptostoma obsoletum (Temminck, 1824) Risadinha LC 1,2,3 01 01
Myiopagis viridicata (Vieillot, 1817) Guaracava-de-crista-alaranjada LC 1
Myiopagis caniceps (Swainson, 1835) Guaracava-cinzenta LC 1,2
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
Myiarchus swainsoni Cabanis & Heine, 1859 Irré LC 1 02
Tyrannus albogularis Burmeister, 1856 Suiriri-de-garganta-branca LC 1
Myiarchus ferox (Gmelin, 1789) Maria-cavaleira LC 1 04 01
Myiarchus tyrannulus (Statius Muller, 1776) Itan-cavaleira-de-rabo-enferrujado LC 1
Casiornis rufus (Vieillot, 1816) Maria-ferrugem LC 1,2,3 01 01
Pitangus sulphuratus (Linnaeus, 1766) Bem-te-vi LC 1,2,4 02
Machetornis rixosa (Vieillot, 1819) Suiriri-cavaleiro LC 1
Myiodynastes maculatus (Statius Muller, 1776) Bem-te-vi-rajado LC 1,4 01 04
Megarynchus pitangua (Linnaeus, 1766) Neinei LC 1 02
Myiozetetes cayanensis (Linnaeus, 1766) Bentevizinho-de-asa-ferrugínea LC 1
Myiozetetes similis (Spix, 1825) Bentevizinho-de-penacho- LC 1,2
vermelho
Tyrannus melancholicus Vieillot, 1819 Suiriri 1 02 02
Tyrannus savana Vieillot, 1808 Tesourinha LC 1,4
Griseotyrannus aurantioatrocristatus (d'Orbigny & Peitica-de-chapéu-preto LC 1,2
Lafresnaye, 1837)
Empidonomus varius (Vieillot, 1818) Peitica LC 1
Fluvicola nengeta (Linnaeus, 1766) Lavadeira-mascarada LC 1
Gubernetes yetapa (Vieillot, 1818) Tesoura-do-brejo LC 1
Colonia colonus (Vieillot, 1818) Viuvinha LC 1 02
Elaenia cristata (Pelzeln, 1868) Guaracava-de-topete-uniforme LC 1,3
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
Elaenia mesoleuca (Deppe, 1830) Tuque LC 1
Elaenia spectabilis (Pelzeln, 1868) Guaracava-grande LC 1
Elaenia chiriquensis (Lawrence, 1865) Chibum LC 3
Elaenia flavogaster (Thunberg, 1822) Guaracava-de-barriga-amarela LC 3
Lathrotriccus euleri (Cabanis, 1868) Enferrujado LC 1
Cnemotriccus fuscatus (Wied, 1831) Guaracavuçu LC 1,2 01 02
Xolmis cinereus (Vieillot, 1816) Primavera LC 1
Pyrocephalus rubinus (Boddaert, 1783) Príncipe LC 1,2
Xolmis velatus (Lichtenstein, 1823) Noivinha-branca LC 1,2,4
Vireonidae Swainson, 1837
Hylophilus pectoralis Sclater, 1866 Vite-vite-de-cabeça-cinza LC 1,2 01
Cyclarhis gujanensis (Gmelin, 1789) Pitiguari LC 1,3 02 02 02 04
Vireo chivi (Vieillot, 1817) Juruviara LC 2
Corvidae Leach, 1820
Cyanocorax cristatellus (Temminck, 1823) Gralha-do-campo LC 1,3
Cyanocorax cyanopogon (Wied, 1821) Gralha-cancã LC 1,4 15
Hirundinidae Rafinesque, 1815
Pygochelidon cyanoleuca (Vieillot, 1817) Andorinha-pequena-de-casa LC 1,3
Stelgidopteryx ruficollis (Vieillot, 1817) Andorinha-serradora LC 1,3,4 02
Progne tapera (Vieillot, 1817) Andorinha-do-campo LC 1,2,3,4 02
*Tachycineta albiventer (Boddaert, 1783) Andorinha-do-rio LC 1
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
*Tachycineta leucorrhoa (Vieillot, 1817) Andorinha-de-sobre-branco LC 1 02
Troglodytidae Swainson, 1831
Troglodytes musculus Naumann, 1823 Corruíra LC 1,3
Pheugopedius genibarbis (Swainson, 1838) Garrinchão-pai-avô LC 1,3 01 02
Cantorchilus leucotis (Lafresnaye, 1845) Garrinchão-de-barriga-vermelha LC 1,2 02 02 02
Donacobiidae Aleixo & Pacheco, 2006
Donacobius atricapilla (Linnaeus, 1766) Japacanim LC 1,2,4 02
Polioptilidae Baird, 1858
Polioptila dumicola (Vieillot, 1817) Balança-rabo-de-máscara LC 1
Turdidae Rafinesque, 1815
Turdus rufiventris Vieillot, 1818 Sabiá-laranjeira LC 1,3,4 01 01 03
Turdus leucomelas Vieillot, 1818 Sabiá-barranco LC 1,4 01 02 03 03
Turdus amaurochalinus Cabanis, 1850 Sabiá-poca LC 1,3,4 01 01
Mimidae Bonaparte, 1853
Mimus saturninus (Lichtenstein, 1823) Sabiá-do-campo LC 1,2,4
Motacillidae Horsfield, 1821
Anthus lutescens Pucheran, 1855 Caminheiro-zumbidor LC 1 01
Coerebidae d'Orbigny & Lafresnaye, 1838
Coereba flaveola (Linnaeus, 1758) Cambacica LC 1,2,3,4 01
Thraupidae Cabanis, 1847
Saltator maximus (Statius Muller, 1776) Tempera-viola LC 1,2,4 01 01
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
Saltator similis d'Orbigny & Lafresnaye, 1837 Trinca-ferro-verdadeiro LC 1,2 01 02
Saltatricula atricollis (Vieillot, 1817) Bico-de-pimenta LC 1,2
Nemosia pileata (Boddaert, 1783) Saíra-de-chapéu-preto LC 1 02
Tachyphonus rufus (Boddaert, 1783) Pipira-preta LC 1,2,4 02 02
Coryphospingus cucullatus (Statius Muller, 1776) Tico-tico-rei LC 1 02
Eucometis penicillata (Spix, 1825) Pipira-da-taoca LC 1 04 02
Ramphocelus carbo (Pallas, 1764) Pipira-vermelha LC 1,4
Tangara sayaca (Linnaeus, 1766) Sanhaçu-cinzento LC 1,4 02 02 02
Tangara palmarum (Wied, 1823) Sanhaçu-do-coqueiro LC 1
Tangara cayana (Linnaeus, 1766) Saíra-amarela LC 1,3 02 02
Cissopis leverianus (Gmelin, 1788) Tietinga LC 1,2,4 02
Schistochlamys melanopis (Latham, 1790) Sanhaçu-de-coleira LC 1
Tersina viridis (Illiger, 1811) Saí-andorinha LC 1 02
Dacnis cayana (Linnaeus, 1766) Saí-azul LC 1,3 02
Hemithraupis guira (Linnaeus, 1766) Saíra-de-papo-preto LC 1 02 02 02
Conirostrum speciosum (Temminck, 1824) Figuinha-de-rabo-castanho LC 1 02
Thlypopsis sordida (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) Saí-canário LC 2 01
Paroaria dominicana (Linnaeus, 1758) Cardeal-do-nordeste LC 2
Emberizidae Vigors, 1825 LC
Ammodramus humeralis (Bosc, 1792) Tico-tico-do-campo LC 1
Sicalis flaveola (Linnaeus, 1766) Canário-da-terra-verdadeiro LC 1,2,4 02 28
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
Volatinia jacarina (Linnaeus, 1766) Tiziu LC 1,2,4 06 38
Charitospiza eucosma Oberholser, 1905 Mineirinho NT 1
Sporophila collaris (Boddaert, 1783) Coleiro-do-brejo LC 1
Sporophila nigricollis (Vieillot, 1823) Baiano LC 1 01
Sporophila caerulescens (Vieillot, 1823) Coleirinho LC 1,4
Sporophila angolensis (Linnaeus, 1766) Curió LC 1 01
Arremon taciturnus (Hermann, 1783) Tico-tico-de-bico-preto LC 1,2
Arremon flavirostris Swainson, 1838 Tico-tico-de-bico-amarelo LC 1 05
Cardinalidae Ridgway, 1901 LC
Cyanoloxia brissonii (Lichtenstein, 1823) Azulão LC 1,2,4
Parulidae Wetmore, Friedmann, Lincoln, Miller, Peters,
van Rossem, Van Tyne & Zimmer 1947
Basileuterus culicivorus (Deppe, 1830) Pula-pula LC 2 02 05 03
Myiothlypis leucophrys (Pelzeln, 1868) Pula-pula-de-sobrancelha LC 1
Myiothlypis flaveola (Baird, 1865) Canário-do-mato LC 1 01 03 06 02
Icteridae Vigors, 1825
Psarocolius decumanus (Pallas, 1769) Japu LC 1
Cacicus haemorrhous (Linnaeus, 1766) Guaxe LC 1,2,4 08
Icterus pyrrhopterus (Vieillot, 1819) Encontro LC 1 02
Gnorimopsar chopi (Vieillot, 1819) Graúna LC 1,4 32
Pseudoleistes guirahuro (Vieillot, 1819) Chopim-do-brejo LC 1,2,4
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça (Campo outubro de

Registros Indiretos
2020)

CITES (2020)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

IUCN (2020)
MMA (2014)

P1

P2

P3

P4
Molothrus bonariensis (Gmelin, 1789) Vira-bosta LC 1 02 02
Molothrus rufoaxillaris Cassin, 1866 Vira-bosta-picumã LC 1
Molothrus oryzivorus (Gmelin, 1788) Graúna LC 1
Sturnella superciliaris (Bonaparte, 1850) Polícia-inglesa-do-sul LC 1
Fringillidae Leach, 1820
Euphonia chlorotica (Linnaeus, 1766) Fim-fim LC 1,2,3,4 04
Passeridae Rafinesque, 1815
Passer domesticus (Linnaeus, 1758) Pardal LC 1,2
Legenda: EN – Em perigo; VU – Vulnerable (Vulnerável); LC - Least Concern (Pouco preocupante); NT – Near Threatened (Quase ameaçada); II - espécies não
necessariamente ameaçadas de extinção, mas cujo comércio deve ser controlado a fim de evitar usos incompatíveis com sua sobrevivência. * Espécie de hábito aquático.
Registro secundário Legenda: 1 - Estudo de Impacto Ambiental da UHE Itumbiara (FURNAS, 2012); 2 - Diagnóstico Ambiental da Bacia do Médio Rio Corumbá (BRANDT,
2017). 3 - Estrutura e status de conservação das comunidades de vertebrados do Parque Estadual da Serra de Caldas Novas – PESCAN (Pena et al., 2011). 4 – Fauna
registrada no PEMA (2014, 2015). PONTOS: P1 – Ambiente antrópico; P2 – Floresta Estacional Semidecidual; P3 – Mata de Galeria; P4 – Floresta Estacional Semidecidual.
ANEXO 2.20 – LISTA
DE ESPÉCIES DA
MASTOFAUNA
Mamíferos de Médio e Grande Porte Obtidos por Registros Indiretos (Dados Secundários) e Registro Ocasional
(campanha de outubro de 2020), PEMA
Grau de Ameaça

CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Ordem / Família / Espécie Nome comum Registro Secundário Registro Ocasional

Ordem Cingulata
Família Dasypodidae
Cabassous unicinctus (Linnaeus, 1758) Tatu-do-rabo-mole-pequeno LC 2,3,4
Dasypus novemcinctus (Linnaeus, 1758) Tatu-galinha LC 1,2,4
Euphractus sexcinctus (Linnaeus, 1758) Tatu-peba LC 2,3,4
Priodontes maximus (Kerr, 1792) Tatu-canastra VU VU I 2,4 01
Ordem Pilosa
Família Myrmecophagidae
Myrmecophaga tridactyla (Linnaeus, 1758) Tamanduá-bandeira VU VU II 1,2,3,4 03
Tamandua tetradactyla (Linnaeus, 1758) Tamanduá-mirim LC 1,2,3,4
Ordem Primates
Família Cebidae
Callithrix penicillata (Geoffroy, 1812) Sagui-tufo-branco LC II 1,3
Sapajus libidinosus (Spix, 1823) Macaco-prego NT 1,2,4 22
Família Atelidae
Alouatta caraya (Humboldt, 1812) Bugio NT II 4
Ordem Lagomorpha
Família Leporidae
Sylvilagus brasiliensis (Linnaeus, 1758) Tapiti EN 1,2,3,4
Ordem Carnívora
Grau de Ameaça

CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Ordem / Família / Espécie Nome comum Registro Secundário Registro Ocasional

Família Canidae
Cerdocyon thous (Linnaeus, 1766) Cachorro-do-mato LC II 1,2,3,4 01
Chrysocyon brachyurus (Illiger, 1815)* Lobo-guará VU NT II 2,3,4
Lycalopex vetulus (Lund, 1842) Raposinha-do-campo VU NT 1,4
Família Felidae
Leopardus pardalis (Linnaeus, 1758)* Jaguatirica LC I 1,2,4
Puma concolor concolor (Linnaeus, 1771)* Onça-parda VU LC I / II 1,2,4 01
Puma yagouaroundi (É. Geoffroy, 1803)* Gato-mourisco LC I / II 2,4
Família Mephitidae
Conepatus semistriatus (Boddaert, 1785) Jaratataca LC 1,3,4
Família Mustelidae
Eira barbara (Linnaeus, 1758) Irara LC 1,2,3,4 03
Lontra longicaudis (Olfers, 1818) Lontra NT NT I 4
Galictis cuja (Molina, 1782) Furão LC 3,4
Família Procyonidae
Nasua nasua (Linnaeus, 1766) Quati LC 1,2,3,4
Procyon cancrivorus (G. Cuvier, 1798) Mão-pelada LC 1,2,3,4
Ordem Perissodactyla
Família Tapiridae
Tapirus terrestris (Linnaeus, 1758) Anta VU VU II 1,2,4 01
Ordem Artiodactyla
Família Cervidae
Mazama gouazoubira (G. Fischer, 1814) Veado-catingueiro LC 1,2,4
Grau de Ameaça

CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Ordem / Família / Espécie Nome comum Registro Secundário Registro Ocasional

Mazama americana (Erxleben, 1777) Veado-campeiro DD 3


Família Tayassuidae
Pecari tajacu (Linnaeus, 1758) Cateto LC II 1,2,4 06
Ordem Rodentia
Família Caviidae
Hydrochoerus hydrochaeris (Linnaeus, 1766) Capivara LC 1,2,4 02
Família Cuniculidae
Cuniculus paca (Linnaeus, 1766) Paca LC 2,4 01
Família Dasyproctidae
Dasyprocta azarae (Lichtenstein, 1823) Cutia DD 1,2,4 01
Família Erethizontidae
Coendou prehensilis (Linnaeus, 1758) Ouriço-cacheiro LC 4
Legenda: DD – Data Deficient (Deficiência de dados); LC - Least Concern (Pouco preocupante); NT – Near Threatened (Quase ameaçada); EN – Em perigo; VU – Vulnerable
(Vulnerável). I - espécies ameaçadas de extinção, cujo comércio somente será permitido em circunstâncias excepcionais; II - espécies não necessariamente ameaçadas de
extinção, mas cujo comércio deve ser controlado a fim de evitar usos incompatíveis com sua sobrevivência; III - espécies que são protegidas em pelo menos um país e que
tenha solicitado assistência às demais partes da Convenção para controlar seu comércio. 1. Estudo de Impacto Ambiental da UHE Itumbiara (FURNAS, 2012); 2. Medium- and
large-sized mammals in Mata Atlântica State Park, southeastern Goiás, Brazil (ROCHA; SOARES; PEREIRA, 2015); 3 - Estrutura e status de conservação das comunidades
de vertebrados do Parque Estadual da Serra de Caldas Novas – PESCAN (Pena et al., 2011). 4 – Fauna registrada no PEMA (PROMOBio, 2014 e 2015). * = Ameaçados
(MMA, 2018).
ANEXO 2.21 – LISTA DE
ESPÉCIES DE
PEQUENOS
MAMÍFEROS
Mamíferos de Pequeno Porte Não-Voadores Obtidos por Registros Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos
(campanha de outubro de 2020), PEMA
Grau de Ameaça Registros Diretos (Campanha outubro de 2020)

Registro secundário
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum

P1

P2

P3

P4
CLASSE MAMMALIA
Ordem Didelphimorphia
Família Didelphidae
Caluromys lanatus (Olfers, 1818) Gambazinho LC 3
Didelphis albiventris (Lund, 1840) Gambá LC 1,2,3,4 01
Gracilinanus agilis (Burmeister, 1854) Mucura LC 1,3 01
Marmosa murina (Linnaeus, 1758) Catita LC 1,3
Monodelphis domestica (Wagner, 1842) Catita LC 1
Monodelphis kunsi (Pine, 1975) Catita LC 1
Chironectes minimus (Zimmermann, 1780). Cuíca-d ‘água LC 4
Ordem Rodentia
Família Muridae
Mus musculus (Linnaeus, 1758) Camundongo LC 1
Família Cricetidae
Calomys tener (Winge, 1887) Rato-calunga LC 1,3
Hylaeamys megacephalus (Fischer, 1814) Rato-silvestre LC 1
Necromys lasiurus (Lund, 1841) Pixuna LC 1,3
Nectomys squamipes (Brants, 1827) Rato-d´água LC 01
Oecomys bicolor (Tomes, 1860) Rato-da-árvore LC 3
Grau de Ameaça Registros Diretos (Campanha outubro de 2020)

Registro secundário
CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum

P1

P2

P3

P4
Oecomys sp. Rato-da-árvore 01
Oligoryzomys fornesi (Massoia, 1973) Rato-do-mato LC 3
Oligoryzomys sp. (Bangs, 1900) Camundongo-silvestre 1
Rhipidomys macrurus (Gervais, 1855) Rato-de-algodão LC 3 02
Rhipidomys sp. (Tschudi, 1845) Rato-de-algodão 1
Família Echimyidae
Thrichomys apereoides (Lund, 1839) Punaré LC 1
Thrichomys inermis (Pictet, 1843) Punaré LC 4
Legenda: LC - Least Concern (Pouco preocupante); EN – Em perigo; VU – Vulnerable (Vulnerável); Registro secundário: 1 - Estudo de Impacto Ambiental da UHE Itumbiara
(FURNAS, 2012); 2 - Diagnóstico Ambiental da Bacia do Médio Rio Corumbá (BRANDT, 2017). 3 - Estrutura e status de conservação das comunidades de vertebrados do
Parque Estadual da Serra de Caldas Novas – PESCAN (Pena et al., 2011). 4 – Fauna registrada no PEMA (2014, 2015). PONTOS: P1 – Ambiente antrópico; P2 – Floresta
Estacional Semidecidual; P3 – Mata de Galeria; P4 – Floresta Estacional Semidecidual.
ANEXO 2.22 –
LISTA DE
ESPÉCIES DE
QUIRÓPTEROS
Mamíferos de Pequeno Porte Voadores Obtidos por Registros Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos
(campanha de outubro de 2020), PEMA
Registros Diretos
Grau de Ameaça

(Dados Secundários)
RegistroS Indiretos
(Campanha outubro de 2020)

CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum

P1

P2

P3

P4
CLASSE MAMMALIA
Ordem Chiroptera
Família Phyllostomidae
Anoura caudifer (Geoffroy, 1818) Morcego-beija-flor LC 1
Anoura geoffroyi (Gray, 1838) Morcego-beija-flor LC 1
Artibeus lituratus (Olfers, 1818) Morcego LC 1
Artibeus planirostris (Peters, 1865) Morcego LC 1
Artibeus obscurus (Schinz, 1821) Morcego LC 1
Carollia perspicillata (Linnaeus, 1758) Morcego LC 1,2 02
Chiroderma doriae Thomas, 1891 Morcego LC 01
Chiroderma villosum (Peters, 1860) Morcego LC 1
Dermanura cinerea (Gervais, 1856) Morcego LC 1 01
Desmodus rotundus (Geoffroy, 1810) Morcego-vampiro LC 1
Diaemus youngii (Jentink, 1893) Morcego-vampiro LC 1
Glossophaga soricina (Pallas, 1766) Morcego-beija-flor LC 1 01 01
Phyllostomus discolor (Wagner, 1843) Morcego LC 1
Phyllostomus hastatus (Pallas, 1767) Morcego LC 1
Platyrrhinus incarum (Thomas, 1912) Morcego LC 02
Platyrrhinus lineatus (Geoffroy Saint-Hilaire, Morcego LC 1,2 02 03
Registros Diretos
Grau de Ameaça

(Dados Secundários)
RegistroS Indiretos
(Campanha outubro de 2020)

CITES (2020)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Classe / Ordem / Família / Espécie Nome comum

P1

P2

P3

P4
1810)
Platyrrhinus recifinus (Thomas, 1901) Morcego LC 1
Sturnira lilium (Geoffroy Saint-Hilaire, 1810) Morcego-fruteiro LC 1
Uroderma bilobatum (Peters, 1866) Morcego LC 1
Família Noctilionidae
Noctilio albiventris (Desmarest, 1818) Morcego-pescador LC 1
Noctilio leporinus (Linnaeus, 1758) Morcego-pescador LC 1
Família Molossidae
Molossus molossus (Pallas, 1766) Morcego LC 1
Molossus rufus (Geoffroy, 1805) Morcego LC 1
Família Vespertilionidae
Myotis nigricans (Schinz, 1821) Morcego LC 1
Legenda: LC - Least Concern (Pouco preocupante); Registro secundário: 1 - Estudo de Impacto Ambiental da UHE Itumbiara (FURNAS, 2012); 2 - Fauna registrada no PEMA
(2014, 2015). Pontos: P1 – Ambiente antrópico; P2 – Floresta Estacional Semidecidual; P3 – Mata de Galeria; P4 – Floresta Estacional Semidecidual.
ANEXO 2.23 – LISTA
DE ESPÉCIES DE
ENTOMOFAUNA
Entomofauna Obtida por Registros Indiretos (Dados Secundários), Parque Estadual da Mata Atlântica, PEMA

TÁXON NOME COMUM ESTUDOS


ORDEM DIPTERA
Família Culicidae
Aedes sp (Linnaeus, 1758) Pernilongo 1,2
Aedes albopictus (Skuse, 1894) Pernilongo 2
Aedes scapularis (Rondani, 1848) Pernilongo 2
Anopheles sp (Meigen, 1818) Pernilongo 1,2
Anopheles fluminenses (Root, 1927) Pernilongo 2
Anopheles darlingi (Root, 1926) Pernilongo 2
Culex sp (Lutz, 1905) Pernilongo 1,2
Culex declarator (Dyar e Knab, 1906) Pernilongo 2
Culex quinquefasciatus (Say, 1823) Pernilongo 2
Coquillettidia nigricans (Coquillett, 1904) Pernilongo 2
Haemagogus sp (Williston, 1896) Pernilongo 1
Limatus durhamii (Theobald, 1901) Pernilongo 2
Psorophora ferox (Van Humboldt, 1819) Pernilongo 2
Sabethes sp (Robineau-Desvoidy, 1827) Pernilongo 1
Família Psychodidae
Lutzomyia sp (França, 1924) Pernilongo 1
Ordem Hymenoptera
Família Formicidae
Atta sp (Fabricius, 1804) Cabeçuda 2
TÁXON NOME COMUM ESTUDOS
Pheidole sp (Westwood, 1839) Formiga 2
Solenopsis sp (Westwood, 1840) Lava-pé 2
Ectatomma sp (Smith, 1858) Formiga 2
Camponotus sp (Mayr, 1861) Formiga 2
Ordem Coleoptera
Família Staphylinidae
Morfoespécie sp poto 2
Família Chrysomelidae
Morfoespécie sp1 Besouro 2
Família Tenebrionidae
Morfoespécie sp1 Besouro 2
Família Scarabaeidae
Morfoespécie sp1 Besouro 2
Família Lampyridae
Morfoespécie sp1 Besouro 2
Ordem Dermaptera
Família Forficulidae
Morfoespécie sp1 lacrainha 2
Ordem Orthoptera
Família Acrididae
Morfoespécie sp1 Gafanhoto 2
Família Gryllidae
Morfoespécie sp1 Grilo 2
TÁXON NOME COMUM ESTUDOS
Lepidópteros
Família Hesperiidae
Morfoespécie sp1 Borboleta 2
Família Blastobastidae
Morfoespécie sp1 Borboleta 2
Família Piralidae
Morfoespécie sp1 Borboleta 2
Família Tortricidae
Morfoespécie sp1 Mariposa 2
Legenda: 1. Estudo de Impacto Ambiental da UHE Verde 11 Alto (ALUPAR, 2012); 2. Estudo de Impacto Ambiental de Usina Centro Sul Energia S/A (SENSU AMBIENTAL,
2012).
ANEXO 2.24 – LISTA
DE ESPÉCIES DE
ICTIOFAUNA
Ictiofauna catalogada por Registros Indiretos (Dados Secundários) e Registros Diretos (campanha de outubro de 2020),
Parque Estadual da Mata Atlântica, PEMA
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça

Registro Indireto
(Campanha outubro de 2020)

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

P1

P2

P3

P4
Ordem Characiformes
Família Anostomidae
Leporinus friderici (Bloch, 1794) Piau-três-pintas LC 1,2
Família Serrasalmidae
Serrasalmus maculatus (Kner, 1858) Piranha LC 1
Família Characidae
Astyanax altiparanae (Garutti & Britski, 2000) Lambari-do-rabo-amarelo LC 1
Astyanax bimaculatus (Linnaeus, 1758) Lambari-do-rabo-amarelo LC 01
Família Curimatidae
Steindachnerina insculpta (Fernández-Yépez, 1948) Saguiru-do-rabo-amarelo LC 1
Família Erythrinidae
Hoplias malabaricus (Bloch, 1794) Traíra LC 1 01
Família Parodontidae
Apareiodon ibitiensis (Amaral Campos, 1944) Canivete LC 1
Família Crenuchidae
Characidium cf. xanthopterum Canivete LC 2
Ordem Gymnotiformes
Família Gymnotidae
Gymnotus carapo (Linnaeus, 1758) Sarapó LC 1
Família Sternopygidae
Registros Diretos

(Dados Secundários)
Grau de Ameaça

Registro Indireto
(Campanha outubro de 2020)

CITES (2018)
IUCN (2020)
MMA (2014)
Ordem / Família / Espécie Nome comum

P1

P2

P3

P4
Eingenmannia virescens (Valenciennes, 1836) Tuvira 1
Ordem Siluriformes
Família Loricariidae
Hypostomus nigromaculatus (Schubart, 1964) Cascudo LC 1
Hypostomus cf. faveolus Zawadzki, Birindelli & Lima, 2008 Cascudo sp1 LC 13 08
Hypostomus sp2 Cascudo sp2 LC 2 06 10
Hypostomus sp3 Cascudo sp3 LC 11
Família Pimelodidae
Pimelodus maculatus (Lacepède, 1803) Mandi-amarelo LC 1
Pinirampus pirinampu (Spix & Agassiz, 1829) Barbado LC 1
Rhamdia quelen (Quoy & Gaimard, 1824) Lobo LC 2 12 08
Sorubim lima (Bloch & Schneider, 1801) Bico-de-pato LC 1
Família Callichthydae
Aspidoras pauciradiatus (Weitzman & Nijssen, 1970) Cascudinho LC 10 05
Hoplosternum litoralle (Hancock, 1828) Tamoatá LC 1
Família Auchenipteridae
Trachelyopterus galeatus (Linnaeus, 1766) Cangati LC 1
Ordem Perciformes
Família Cichlidae
Cichla piquiti (Kullander & Ferreira, 2006) Tucunaré LC 1
Satanoperca pappaterra (Heckel, 1840) Acará LC 1
Aequidens tetramerus (Heckel, 1840) Acará LC 01
Legenda: LC - Least Concern (Pouco preocupante); Registro secundário: 1 - Estudo de Impacto Ambiental da UHE Itumbiara (FURNAS, 2012); 2 - Estrutura e status de
conservação das comunidades de vertebrados do Parque Estadual da Serra de Caldas Novas – PESCAN (Pena et al., 2011). Pontos: P1 e P2 – Córrego da Carola; P3 e P4 –
Córrego da Bica da Sede do Parque Estadual da Mata Atlântica.
ANEXO 2.25 – MAPA
DE USO E OCUPAÇÃO
DO SOLO
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA
!
!
732.000 736.000 740.000

!
LEGENDA

Estrada

!
Linha de Distribuição

!
!

!
Rios

!
Massa D'água
Banhado

!
Parque Estadual da Mata Atlântica

!
Zona de Amortecimento
Limite Municipal

!
Uso e Ocupação do Solo

!
Vegetação Nativa

!
Área de Inundação da Represa
Pecuária (Pastagens)

!
Área Antropizada

!
Edificação

!
!
!
!
FONTE
7.988.000

7.988.000
!
!
STCP E NGE NHARIA DE P ROJE TOS LTDA. (2020)
IB GE (2017)

!
!
!
!
DADOS TÉCNICOS

!
!

¬
!

Água Limpa
!
!

! ! ! ! ! !!
! !

0 400 800 1.200 1.600 2.000


!
m
!

! MERIDIANO CENTRAL: 51° W Gr.


DATUM HORIZONTA L: SIRGAS 2000
! DATUM VERTICAL: IMBITUB A-SC

PROJEÇÃO UNIVERS AL TRANSV ERSA DE MERCA TOR - UTM.


!

! ORIGEM NO E QUA DOR E MERIDIANO CENTRAL.


ACRESCIDA S AS CONSTANTE S 10.000 km E 500 km, RESP ECTIV AME NTE .
!

r re
go
!

da LOCALIZAÇÃO
Buriti Alegre Lo

nt
ra
TO


BA

m
7.984.000

7.984.000
ru
Co
jub a

MT

o
Ri
Rio Piracan

GO
DF

MG

Rio C orumbá MS

SP
®
Corumbaíba

MAP A: USO E OCUPAÇÃO DO SOLO DATA : JAN/2021

PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:40.000


PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA

ELA BORADO POR:


LOCALIZA ÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁ VEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


732.000 736.000 740.000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 4.01 – MAPA
DE ZONEAMENTO
!
!
!

GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHA
732200 732900 733600 734300 735000 735700 736400 737100 737800 738500

!
LEGENDA

!
!
!
!
Estruturas

!
7987000

7987000
Barramento

!
1
$

!
!
Captação de Água
Entrada do Parque
!

!
"
6
Porteira
!

! "
S
!
4
' Represa
Sede
!

!
!
H
#
0 Sala de Aula
!
!

Estrada
!
!
!

Trilha
!
!
!

Linha de Distribuição
!

!
!
!

!
!

Rios
!
!

Massa D'água
!
!
!

Banhado
!
!

"
S !

Parque Estadual da Mata Atlântica


!
!

Limite Municipal
!

! ! ! ! !!
! ! ! ! !
! ! ! ! ! !
! ! ! ! !
! ! !

Zoneamento
! ! ! ! !
! ! ! ! !
! ! ! ! ! !
! !
!

Zona de Conservação
!

Buriti Alegre
!

Zona de Uso Divergente


!
7986300

7986300
!

Zona de Uso Extensivo


!

!
Zona de Uso Intensivo
Zona de Uso Conflitante
!

Zona de Uso Especial


!

Zona de Amortecimento
!

!
ba

!
nju

!
ca

!
ira

!
oP

!
Ri

!
7985600

7985600
!

!
!
6
"
!
Rio P
iraca
njuba

Córr
ego
7984900

7984900
da L
o nt r
a

Água Limpa 1
$

7984200

7984200
rre
go
da

FONTE
Bi
ca
da
S ede

IBGE (2017)
SEMAD (2020)
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2021)
IMAGEM: BASEMAP/ESRI
4
'
"
S
7983500

7983500
DADOS TÉCNICOS

140 70 0
¬
140 280 420 560
m

MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.


DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000
!
H DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC

PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.


ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.
ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.

LOCALIZAÇÃO
7982800

7982800
TO
#
0
BA
MT

u m
C or
Ri
o GO
DF

Corumbaíba
MG

MS
SP ®
7982100

7982100
Rio
Co
r um

MAPA: ZONEAMENTO DATA: MAR/2021

Corumbaíba PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:7.000


PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA

ELABORADO POR:

LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁVEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


732200 732900 733600 734300 735000 735700 736400 737100 737800 738500 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 4.02 – MAPA
DA ZONA DE
AMORTECIMENTO
GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHARIA - GERENCIAMENTO - CONSULTORIA - ENGENHA
732000 733000 734000 735000 736000 737000 738000 739000 740000 741000

LEGENDA

Estruturas
1
$ Barramento
Captação de Água
"
6 Entrada do Parque
á Porteira
mb "
S
o ru
ioC 4
' Represa
R
bá Sede
um
!
H
r
o Co #
0 Sala de Aula
Ri
Estrada
7989000

7989000
Trilha
Linha de Distribuição

!
!
!
Rios
Massa D'água
Banhado
Parque Estadual da Mata Atlântica
Limite Municipal
Zoneamento
Zona de Conservação
Zona de Uso Divergente
Zona de Uso Extensivo
Zona de Uso Intensivo
Zona de Uso Conflitante
Zona de Uso Especial
Zona de Amortecimento
7988000

7988000

um
or
oC
Ri

um
7987000

7987000
or
Corumbaíba

oC
Ri
"
S

Água Limpa
7986000

7986000
ba
nju
ca
ira
oP
Ri

Buriti Alegre

FONTE

IBGE (2017)
6
" SEMAD (2020)
STCP ENGENHARIA DE PROJETOS LTDA. (2021)
IMAGEM: BASEMAP/ESRI
7985000

7985000
C ó rr e
go d
a Lo
nt r
a

1
$

DADOS TÉCNICOS

¬

r re
go
da


B i ca d a

m
ru
Co
7984000

7984000
200 100 0 200 400 600 800

o
Ri
Se d

m
4
'
e

"
S


m
MERIDIANO CENTRAL: 51° WGr.

ru
DATUM HORIZONTAL: SIRGAS 2000

Co
DATUM VERTICAL: IMBITUBA-SC

o
Ri
PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM.
ORIGEM NO EQUADOR E MERIDIANO CENTRAL.
ACRESCIDAS AS CONSTANTES 10.000 km E 500 km, RESPECTIVAMENTE.
njuba

LOCALIZAÇÃO
Rio Piraca

TO

BA
MT

GO
!
H DF
7983000

7983000
MG

#
0
MS
Corumbaíba
SP ®

Rio
Co
r um
bá MAPA: ZONA DE AMORTECIMENTO DATA: MAR/2021
Rio
Co
r um
7982000

7982000

PLANO DE MANEJO DO ESCALA: 1:10.000
PROJETO: PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA
Corumbaíba
ELABORADO POR:

LOCALIZAÇÃO: ÁGUA LIMPA/GOIÁS

RESPONSÁVEL Eng. Florestal Joésio Deoclécio P. Siqueira


732000 733000 734000 735000 736000 737000 738000 739000 740000 741000 TÉCNICO: CREA PR. 4.057/D
ANEXO 4.03 –
MEMORIAL
DESCRITIVO DA ZONA
DE AMORTECIMENTO
MEMORIAL DESCRITIVO

Imóvel: Zona de Amortecimento do Parque Estadual da Mata Atlântica


Município: Água Limpa/GO
Área: 39.841.414,22 m² ou 3.984,1414 ha
Perímetro: 38.805,63 m

Inicia-se a descrição deste perímetro no vértice V-0001, definido pelas coordenadas E:


734.109,941 m e N: 7.989.401,472 m com azimute 99° 13' 25,50'' e distância de 59,99 m
até o vértice V-0002, definido pelas coordenadas E: 734.169,150 m e N: 7.989.391,857 m
com azimute 99° 13' 25,28'' e distância de 61,49 m até o vértice V-0003, definido pelas
coordenadas E: 734.229,849 m e N: 7.989.382,000 m com azimute 105° 37' 31,80'' e
distância de 127,52 m até o vértice V-0004, definido pelas coordenadas E: 734.352,660 m
e N: 7.989.347,652 m com azimute 100° 02' 28,58'' e distância de 624,61 m até o vértice
V-0005, definido pelas coordenadas E: 734.967,704 m e N: 7.989.238,746 m com azimute
91° 58' 29,82'' e distância de 100,12 m até o vértice V-0006, definido pelas coordenadas E:
735.067,762 m e N: 7.989.235,296 m com azimute 97° 17' 21,97'' e distância de 292,02 m
até o vértice V-0007, definido pelas coordenadas E: 735.357,417 m e N: 7.989.198,245 m
com azimute 89° 26' 37,44'' e distância de 77,53 m até o vértice V-0008, definido pelas
coordenadas E: 735.434,943 m e N: 7.989.198,997 m com azimute 90° 28' 24,53'' e
distância de 99,50 m até o vértice V-0009, definido pelas coordenadas E: 735.534,435 m e
N: 7.989.198,175 m com azimute 93° 21' 59,52'' e distância de 42,01 m até o vértice
V-0010, definido pelas coordenadas E: 735.576,370 m e N: 7.989.195,708 m com azimute
103° 48' 54,04'' e distância de 51,65 m até o vértice V-0011, definido pelas coordenadas E:
735.626,527 m e N: 7.989.183,375 m com azimute 120° 04' 07,18'' e distância de 36,10 m
até o vértice V-0012, definido pelas coordenadas E: 735.657,772 m e N: 7.989.165,285 m
com azimute 98° 07' 47,62'' e distância de 23,26 m até o vértice V-0013, definido pelas
coordenadas E: 735.680,795 m e N: 7.989.161,996 m com azimute 120° 49' 39,61'' e
distância de 59,37 m até o vértice V-0014, definido pelas coordenadas E: 735.731,775 m e
N: 7.989.131,573 m com azimute 100° 42' 47,37'' e distância de 61,93 m até o vértice
V-0015, definido pelas coordenadas E: 735.792,621 m e N: 7.989.120,061 m com azimute
97° 07' 29,97'' e distância de 59,66 m até o vértice V-0016, definido pelas coordenadas E:
735.851,823 m e N: 7.989.112,661 m com azimute 100° 47' 03,58'' e distância de 17,58 m
até o vértice V-0017, definido pelas coordenadas E: 735.869,090 m e N: 7.989.109,372 m
com azimute 118° 36' 37,57'' e distância de 36,68 m até o vértice V-0018, definido pelas
coordenadas E: 735.901,288 m e N: 7.989.091,809 m com azimute 118° 36' 36,57'' e
distância de 4,53 m até o vértice V-0019, definido pelas coordenadas E: 735.905,269 m e
N: 7.989.089,638 m com azimute 113° 21' 25,70'' e distância de 0,38 m até o vértice
V-0020, definido pelas coordenadas E: 735.905,617 m e N: 7.989.089,488 m com azimute
113° 21' 19,95'' e distância de 39,03 m até o vértice V-0021, definido pelas coordenadas E:
735.941,448 m e N: 7.989.074,016 m com azimute 92° 36' 09,25'' e distância de 36,22 m
até o vértice V-0022, definido pelas coordenadas E: 735.977,627 m e N: 7.989.072,371 m
com azimute 85° 51' 55,29'' e distância de 136,85 m até o vértice V-0023, definido pelas
coordenadas E: 736.114,120 m e N: 7.989.082,238 m com azimute 71° 06' 49,59'' e
distância de 33,02 m até o vértice V-0024, definido pelas coordenadas E: 736.145,365 m e
N: 7.989.092,927 m com azimute 116° 33' 54,18'' e distância de 7,35 m até o vértice
V-0025, definido pelas coordenadas E: 736.151,943 m e N: 7.989.089,638 m com azimute
41° 24' 37,91'' e distância de 157,87 m até o vértice V-0026, definido pelas coordenadas E:
736.256,369 m e N: 7.989.208,042 m com azimute 49° 38' 07,72'' e distância de 43,17 m
até o vértice V-0027, definido pelas coordenadas E: 736.289,259 m e N: 7.989.235,998 m
com azimute 69° 37' 24,17'' e distância de 30,70 m até o vértice V-0028, definido pelas
coordenadas E: 736.318,037 m e N: 7.989.246,688 m com azimute 80° 14' 17,65'' e
distância de 155,18 m até o vértice V-0029, definido pelas coordenadas E: 736.470,975 m
e N: 7.989.273,000 m com azimute 81° 12' 09,38'' e distância de 69,89 m até o vértice
V-0030, definido pelas coordenadas E: 736.540,044 m e N: 7.989.283,689 m com azimute
73° 38' 06,22'' e distância de 107,98 m até o vértice V-0031, definido pelas coordenadas E:
736.643,647 m e N: 7.989.314,112 m com azimute 74° 26' 18,73'' e distância de 67,43 m
até o vértice V-0032, definido pelas coordenadas E: 736.708,605 m e N: 7.989.332,201 m
com azimute 66° 19' 46,03'' e distância de 65,54 m até o vértice V-0033, definido pelas
coordenadas E: 736.768,629 m e N: 7.989.358,513 m com azimute 57° 39' 09,30'' e
distância de 17,58 m até o vértice V-0034, definido pelas coordenadas E: 736.783,479 m e
N: 7.989.367,918 m com azimute 93° 36' 02,99'' e distância de 368,61 m até o vértice
V-0035, definido pelas coordenadas E: 737.151,360 m e N: 7.989.344,768 m com azimute
94° 57' 34,28'' e distância de 964,05 m até o vértice V-0036, definido pelas coordenadas E:
738.111,799 m e N: 7.989.261,424 m com azimute 96° 03' 42,44'' e distância de 450,99 m
até o vértice V-0037, definido pelas coordenadas E: 738.560,269 m e N: 7.989.213,799 m
com azimute 195° 56' 43,41'' e distância de 404,50 m até o vértice V-0038, definido pelas
coordenadas E: 738.449,144 m e N: 7.988.824,860 m com azimute 199° 39' 13,81'' e
distância de 295,00 m até o vértice V-0039, definido pelas coordenadas E: 738.349,925 m
e N: 7.988.547,047 m com azimute 113° 11' 55,02'' e distância de 90,68 m até o vértice
V-0040, definido pelas coordenadas E: 738.433,269 m e N: 7.988.511,328 m com azimute
102° 59' 40,61'' e distância de 158,85 m até o vértice V-0041, definido pelas coordenadas
E: 738.588,050 m e N: 7.988.475,610 m com azimute 193° 05' 30,84'' e distância de
175,21 m até o vértice V-0042, definido pelas coordenadas E: 738.548,363 m e N:
7.988.304,953 m com azimute 195° 15' 18,40'' e distância de 135,75 m até o vértice
V-0043, definido pelas coordenadas E: 738.512,644 m e N: 7.988.173,984 m com azimute
153° 26' 05,69'' e distância de 71,00 m até o vértice V-0044, definido pelas coordenadas E:
738.544,394 m e N: 7.988.110,484 m com azimute 166° 30' 15,48'' e distância de 102,04 m
até o vértice V-0045, definido pelas coordenadas E: 738.568,207 m e N: 7.988.011,265 m
com azimute 126° 52' 11,47'' e distância de 99,22 m até o vértice V-0046, definido pelas
coordenadas E: 738.647,582 m e N: 7.987.951,734 m com azimute 84° 48' 20,10'' e
distância de 87,67 m até o vértice V-0047, definido pelas coordenadas E: 738.734,894 m e
N: 7.987.959,671 m com azimute 133° 16' 38,61'' e distância de 91,52 m até o vértice
V-0048, definido pelas coordenadas E: 738.801,523 m e N: 7.987.896,933 m com azimute
133° 16' 39,02'' e distância de 25,56 m até o vértice V-0049, definido pelas coordenadas E:
738.820,134 m e N: 7.987.879,408 m com azimute 121° 36' 26,74'' e distância de 50,96 m
até o vértice V-0050, definido pelas coordenadas E: 738.863,532 m e N: 7.987.852,702 m
com azimute 123° 41' 24,40'' e distância de 71,55 m até o vértice V-0051, definido pelas
coordenadas E: 738.923,063 m e N: 7.987.813,015 m com azimute 118° 48' 38,94'' e
distância de 90,59 m até o vértice V-0052, definido pelas coordenadas E: 739.002,439 m e
N: 7.987.769,358 m com azimute 116° 33' 54,18'' e distância de 124,24 m até o vértice
V-0053, definido pelas coordenadas E: 739.113,564 m e N: 7.987.713,796 m com azimute
134° 59' 59,84'' e distância de 89,80 m até o vértice V-0054, definido pelas coordenadas E:
739.177,064 m e N: 7.987.650,295 m com azimute 126° 28' 09,30'' e distância de 113,51 m
até o vértice V-0055, definido pelas coordenadas E: 739.268,345 m e N: 7.987.582,827 m
com azimute 116° 33' 54,01'' e distância de 53,25 m até o vértice V-0056, definido pelas
coordenadas E: 739.315,971 m e N: 7.987.559,014 m com azimute 96° 00' 32,38'' e
distância de 75,82 m até o vértice V-0057, definido pelas coordenadas E: 739.391,377 m e
N: 7.987.551,077 m com azimute 109° 26' 24,25'' e distância de 71,55 m até o vértice
V-0058, definido pelas coordenadas E: 739.458,846 m e N: 7.987.527,264 m com azimute
110° 13' 29,48'' e distância de 80,36 m até o vértice V-0059, definido pelas coordenadas E:
739.534,252 m e N: 7.987.499,483 m com azimute 130° 54' 51,79'' e distância de 78,78 m
até o vértice V-0060, definido pelas coordenadas E: 739.593,784 m e N: 7.987.447,889 m
com azimute 99° 05' 25,12'' e distância de 100,48 m até o vértice V-0061, definido pelas
coordenadas E: 739.693,003 m e N: 7.987.432,014 m com azimute 67° 22' 48,46'' e
distância de 51,59 m até o vértice V-0062, definido pelas coordenadas E: 739.740,628 m e
N: 7.987.451,858 m com azimute 95° 11' 39,69'' e distância de 43,84 m até o vértice
V-0063, definido pelas coordenadas E: 739.784,284 m e N: 7.987.447,889 m com azimute
143° 44' 46,09'' e distância de 73,82 m até o vértice V-0064, definido pelas coordenadas E:
739.827,940 m e N: 7.987.388,357 m com azimute 154° 26' 24,17'' e distância de 101,18 m
até o vértice V-0065, definido pelas coordenadas E: 739.871,597 m e N: 7.987.297,076 m
com azimute 160° 42' 35,90'' e distância de 71,05 m até o vértice V-0066, definido pelas
coordenadas E: 739.895,069 m e N: 7.987.230,013 m com azimute 160° 42' 35,76'' e
distância de 13,04 m até o vértice V-0067, definido pelas coordenadas E: 739.899,378 m e
N: 7.987.217,701 m com azimute 184° 05' 08,38'' e distância de 55,70 m até o vértice
V-0068, definido pelas coordenadas E: 739.895,409 m e N: 7.987.162,138 m com azimute
210° 57' 28,13'' e distância de 0,66 m até o vértice V-0069, definido pelas coordenadas E:
739.895,069 m e N: 7.987.161,571 m com azimute 210° 57' 49,60'' e distância de 45,62 m
até o vértice V-0070, definido pelas coordenadas E: 739.871,597 m e N: 7.987.122,451 m
com azimute 230° 42' 38,11'' e distância de 56,41 m até o vértice V-0071, definido pelas
coordenadas E: 739.827,940 m e N: 7.987.086,732 m com azimute 167° 00' 19,70'' e
distância de 52,95 m até o vértice V-0072, definido pelas coordenadas E: 739.839,847 m e
N: 7.987.035,138 m com azimute 162° 38' 45,46'' e distância de 66,53 m até o vértice
V-0073, definido pelas coordenadas E: 739.859,690 m e N: 7.986.971,638 m com azimute
165° 57' 49,65'' e distância de 39,29 m até o vértice V-0074, definido pelas coordenadas E:
739.869,220 m e N: 7.986.933,521 m com azimute 165° 57' 48,50'' e distância de 9,80 m
até o vértice V-0075, definido pelas coordenadas E: 739.871,597 m e N: 7.986.924,013 m
com azimute 170° 32' 15,71'' e distância de 48,28 m até o vértice V-0076, definido pelas
coordenadas E: 739.879,534 m e N: 7.986.876,388 m com azimute 204° 46' 30,43'' e
distância de 56,82 m até o vértice V-0077, definido pelas coordenadas E: 739.855,722 m e
N: 7.986.824,794 m com azimute 231° 20' 24,63'' e distância de 101,65 m até o vértice
V-0078, definido pelas coordenadas E: 739.776,346 m e N: 7.986.761,294 m com azimute
239° 25' 14,90'' e distância de 101,42 m até o vértice V-0079, definido pelas coordenadas
E: 739.689,034 m e N: 7.986.709,700 m com azimute 262° 34' 06,86'' e distância de 92,05
m até o vértice V-0080, definido pelas coordenadas E: 739.597,752 m e N: 7.986.697,794
m com azimute 274° 05' 08,38'' e distância de 55,70 m até o vértice V-0081, definido pelas
coordenadas E: 739.542,190 m e N: 7.986.701,762 m com azimute 282° 05' 40,87'' e
distância de 56,82 m até o vértice V-0082, definido pelas coordenadas E: 739.486,627 m e
N: 7.986.713,669 m com azimute 212° 00' 19,61'' e distância de 37,44 m até o vértice
V-0083, definido pelas coordenadas E: 739.466,783 m e N: 7.986.681,919 m com azimute
203° 11' 55,11'' e distância de 60,45 m até o vértice V-0084, definido pelas coordenadas E:
739.442,971 m e N: 7.986.626,356 m com azimute 219° 48' 19,84'' e distância de 61,99 m
até o vértice V-0085, definido pelas coordenadas E: 739.403,283 m e N: 7.986.578,731 m
com azimute 276° 20' 21,27'' e distância de 3,33 m até o vértice V-0086, definido pelas
coordenadas E: 739.399,973 m e N: 7.986.579,099 m com azimute 276° 20' 24,79'' e
distância de 68,55 m até o vértice V-0087, definido pelas coordenadas E: 739.331,846 m e
N: 7.986.586,668 m com azimute 257° 00' 19,23'' e distância de 52,95 m até o vértice
V-0088, definido pelas coordenadas E: 739.280,252 m e N: 7.986.574,762 m com azimute
209° 44' 41,97'' e distância de 32,00 m até o vértice V-0089, definido pelas coordenadas E:
739.264,377 m e N: 7.986.546,981 m com azimute 183° 48' 50,46'' e distância de 59,66 m
até o vértice V-0090, definido pelas coordenadas E: 739.260,408 m e N: 7.986.487,449 m
com azimute 140° 11' 39,69'' e distância de 31,00 m até o vértice V-0091, definido pelas
coordenadas E: 739.280,252 m e N: 7.986.463,637 m com azimute 111° 02' 15,15'' e
distância de 55,28 m até o vértice V-0092, definido pelas coordenadas E: 739.331,846 m e
N: 7.986.443,793 m com azimute 90° e distância de 123,03 m até o vértice V-0093, definido
pelas coordenadas E: 739.454,877 m e N: 7.986.443,793 m com azimute 83° 49' 47,33'' e
distância de 122,04 m até o vértice V-0094, definido pelas coordenadas E: 739.576,211 m
e N: 7.986.456,910 m com azimute 83° 49' 47,84'' e distância de 25,66 m até o vértice
V-0095, definido pelas coordenadas E: 739.601,721 m e N: 7.986.459,668 m com azimute
97° 29' 45,10'' e distância de 152,11 m até o vértice V-0096, definido pelas coordenadas E:
739.752,534 m e N: 7.986.439,824 m com azimute 105° 56' 43,33'' e distância de 144,46 m
até o vértice V-0097, definido pelas coordenadas E: 739.891,440 m e N: 7.986.400,137 m
com azimute 120° 57' 49,68'' e distância de 69,42 m até o vértice V-0098, definido pelas
coordenadas E: 739.950,972 m e N: 7.986.364,418 m com azimute 146° 18' 35,89'' e
distância de 42,93 m até o vértice V-0099, definido pelas coordenadas E: 739.974,784 m e
N: 7.986.328,699 m com azimute 185° 11' 40,16'' e distância de 43,84 m até o vértice
V-0100, definido pelas coordenadas E: 739.970,816 m e N: 7.986.285,043 m com azimute
105° 15' 18,47'' e distância de 45,25 m até o vértice V-0101, definido pelas coordenadas E:
740.014,472 m e N: 7.986.273,136 m com azimute 111° 48' 05,10'' e distância de 128,23 m
até o vértice V-0102, definido pelas coordenadas E: 740.133,535 m e N: 7.986.225,511 m
com azimute 118° 36' 37,64'' e distância de 99,46 m até o vértice V-0103, definido pelas
coordenadas E: 740.220,847 m e N: 7.986.177,886 m com azimute 129° 17' 21,77'' e
distância de 112,81 m até o vértice V-0104, definido pelas coordenadas E: 740.308,160 m
e N: 7.986.106,449 m com azimute 135° 00' 00,12'' e distância de 123,48 m até o vértice
V-0105, definido pelas coordenadas E: 740.395,473 m e N: 7.986.019,136 m com azimute
147° 31' 43,65'' e distância de 51,75 m até o vértice V-0106, definido pelas coordenadas E:
740.423,254 m e N: 7.985.975,480 m com azimute 105° 15' 18,47'' e distância de 45,25 m
até o vértice V-0107, definido pelas coordenadas E: 740.466,910 m e N: 7.985.963,573 m
com azimute 90° e distância de 43,66 m até o vértice V-0108, definido pelas coordenadas
E: 740.510,567 m e N: 7.985.963,573 m com azimute 153° 26' 05,82'' e distância de 44,37
m até o vértice V-0109, definido pelas coordenadas E: 740.530,410 m e N: 7.985.923,886
m com azimute 174° 48' 19,84'' e distância de 43,84 m até o vértice V-0110, definido pelas
coordenadas E: 740.534,379 m e N: 7.985.880,229 m com azimute 169° 59' 31,50'' e
distância de 68,51 m até o vértice V-0111, definido pelas coordenadas E: 740.546,285 m e
N: 7.985.812,761 m com azimute 167° 28' 15,80'' e distância de 36,59 m até o vértice
V-0112, definido pelas coordenadas E: 740.554,223 m e N: 7.985.777,042 m com azimute
234° 27' 44,29'' e distância de 34,14 m até o vértice V-0113, definido pelas coordenadas E:
740.526,442 m e N: 7.985.757,198 m com azimute 265° 14' 10,71'' e distância de 47,79 m
até o vértice V-0114, definido pelas coordenadas E: 740.478,817 m e N: 7.985.753,229 m
com azimute 239° 32' 04,01'' e distância de 78,28 m até o vértice V-0115, definido pelas
coordenadas E: 740.411,348 m e N: 7.985.713,542 m com azimute 201° 48' 05,52'' e
distância de 42,74 m até o vértice V-0116, definido pelas coordenadas E: 740.395,473 m e
N: 7.985.673,854 m com azimute 224° 59' 59,85'' e distância de 95,42 m até o vértice
V-0117, definido pelas coordenadas E: 740.328,004 m e N: 7.985.606,385 m com azimute
228° 48' 50,81'' e distância de 84,38 m até o vértice V-0118, definido pelas coordenadas E:
740.264,504 m e N: 7.985.550,823 m com azimute 219° 48' 19,86'' e distância de 92,99 m
até o vértice V-0119, definido pelas coordenadas E: 740.204,972 m e N: 7.985.479,385 m
com azimute 248° 57' 44,99'' e distância de 55,28 m até o vértice V-0120, definido pelas
coordenadas E: 740.153,378 m e N: 7.985.459,541 m com azimute 326° 18' 35,66'' e
distância de 57,24 m até o vértice V-0121, definido pelas coordenadas E: 740.121,628 m e
N: 7.985.507,166 m com azimute 345° 04' 07,03'' e distância de 61,61 m até o vértice
V-0122, definido pelas coordenadas E: 740.105,753 m e N: 7.985.566,698 m com azimute
284° 02' 10,58'' e distância de 49,09 m até o vértice V-0123, definido pelas coordenadas E:
740.058,128 m e N: 7.985.578,604 m com azimute 287° 06' 09,59'' e distância de 51,98 m
até o vértice V-0124, definido pelas coordenadas E: 740.008,445 m e N: 7.985.593,891 m
com azimute 287° 06' 14,38'' e distância de 2,00 m até o vértice V-0125, definido pelas
coordenadas E: 740.006,534 m e N: 7.985.594,479 m com azimute 246° 02' 15,44'' e
distância de 5,27 m até o vértice V-0126, definido pelas coordenadas E: 740.001,721 m e
N: 7.985.592,339 m com azimute 246° 02' 15,35'' e distância de 33,82 m até o vértice
V-0127, definido pelas coordenadas E: 739.970,816 m e N: 7.985.578,604 m com azimute
208° 18' 02,63'' e distância de 58,60 m até o vértice V-0128, definido pelas coordenadas E:
739.943,034 m e N: 7.985.527,010 m com azimute 284° 02' 10,40'' e distância de 65,45 m
até o vértice V-0129, definido pelas coordenadas E: 739.879,534 m e N: 7.985.542,885 m
com azimute 283° 37' 37,24'' e distância de 134,76 m até o vértice V-0130, definido pelas
coordenadas E: 739.748,565 m e N: 7.985.574,635 m com azimute 248° 11' 55,11'' e
distância de 42,74 m até o vértice V-0131, definido pelas coordenadas E: 739.708,878 m e
N: 7.985.558,760 m com azimute 287° 24' 40,78'' e distância de 76,68 m até o vértice
V-0132, definido pelas coordenadas E: 739.635,707 m e N: 7.985.581,706 m com azimute
284° 56' 52,64'' e distância de 18,75 m até o vértice V-0133, definido pelas coordenadas E:
739.617,596 m e N: 7.985.586,541 m com azimute 288° 26' 05,82'' e distância de 87,85 m
até o vértice V-0134, definido pelas coordenadas E: 739.534,252 m e N: 7.985.614,323 m
com azimute 270° e distância de 43,66 m até o vértice V-0135, definido pelas coordenadas
E: 739.490,596 m e N: 7.985.614,323 m com azimute 180° e distância de 31,75 m até o
vértice V-0136, definido pelas coordenadas E: 739.490,596 m e N: 7.985.582,573 m com
azimute 141° 20' 24,56'' e distância de 76,24 m até o vértice V-0137, definido pelas
coordenadas E: 739.538,221 m e N: 7.985.523,041 m com azimute 120° 04' 07,03'' e
distância de 87,13 m até o vértice V-0138, definido pelas coordenadas E: 739.613,627 m e
N: 7.985.479,385 m com azimute 119° 14' 55,71'' e distância de 113,72 m até o vértice
V-0139, definido pelas coordenadas E: 739.712,846 m e N: 7.985.423,822 m com azimute
141° 42' 35,53'' e distância de 96,07 m até o vértice V-0140, definido pelas coordenadas E:
739.772,378 m e N: 7.985.348,416 m com azimute 132° 16' 24,60'' e distância de 10,15 m
até o vértice V-0141, definido pelas coordenadas E: 739.779,887 m e N: 7.985.341,589 m
com azimute 132° 16' 25,31'' e distância de 48,85 m até o vértice V-0142, definido pelas
coordenadas E: 739.816,034 m e N: 7.985.308,728 m com azimute 141° 50' 34,05'' e
distância de 70,66 m até o vértice V-0143, definido pelas coordenadas E: 739.859,690 m e
N: 7.985.253,166 m com azimute 173° 39' 35,19'' e distância de 37,77 m até o vértice
V-0144, definido pelas coordenadas E: 739.863,861 m e N: 7.985.215,628 m com azimute
173° 39' 35,51'' e distância de 34,11 m até o vértice V-0145, definido pelas coordenadas E:
739.867,628 m e N: 7.985.181,728 m com azimute 195° 56' 43,33'' e distância de 57,79 m
até o vértice V-0146, definido pelas coordenadas E: 739.851,753 m e N: 7.985.126,165 m
com azimute 221° 37' 59,67'' e distância de 8,01 m até o vértice V-0147, definido pelas
coordenadas E: 739.846,433 m e N: 7.985.120,180 m com azimute 221° 38' 00,83'' e
distância de 39,78 m até o vértice V-0148, definido pelas coordenadas E: 739.820,003 m e
N: 7.985.090,447 m com azimute 232° 25' 52,93'' e distância de 18,06 m até o vértice
V-0149, definido pelas coordenadas E: 739.805,687 m e N: 7.985.079,434 m com azimute
232° 25' 53,26'' e distância de 47,03 m até o vértice V-0150, definido pelas coordenadas E:
739.768,409 m e N: 7.985.050,759 m com azimute 247° 22' 48,55'' e distância de 50,26 m
até o vértice V-0151, definido pelas coordenadas E: 739.722,018 m e N: 7.985.031,430 m
com azimute 247° 22' 44,93'' e distância de 1,34 m até o vértice V-0152, definido pelas
coordenadas E: 739.720,784 m e N: 7.985.030,915 m com azimute 248° 11' 54,90'' e
distância de 128,23 m até o vértice V-0153, definido pelas coordenadas E: 739.601,721 m
e N: 7.984.983,290 m com azimute 265° 14' 10,71'' e distância de 47,79 m até o vértice
V-0154, definido pelas coordenadas E: 739.554,096 m e N: 7.984.979,321 m com azimute
298° 36' 37,71'' e distância de 32,04 m até o vértice V-0155, definido pelas coordenadas E:
739.525,968 m e N: 7.984.994,664 m com azimute 298° 36' 37,75'' e distância de 17,69 m
até o vértice V-0156, definido pelas coordenadas E: 739.510,440 m e N: 7.985.003,134 m
com azimute 304° 59' 31,20'' e distância de 48,44 m até o vértice V-0157, definido pelas
coordenadas E: 739.470,752 m e N: 7.985.030,915 m com azimute 280° 53' 07,92'' e
distância de 105,08 m até o vértice V-0158, definido pelas coordenadas E: 739.367,564 m
e N: 7.985.050,759 m com azimute 288° 26' 05,82'' e distância de 25,10 m até o vértice
V-0159, definido pelas coordenadas E: 739.343,752 m e N: 7.985.058,697 m com azimute
296° 33' 54,18'' e distância de 62,12 m até o vértice V-0160, definido pelas coordenadas E:
739.288,189 m e N: 7.985.086,478 m com azimute 150° 15' 18,59'' e distância de 32,00 m
até o vértice V-0161, definido pelas coordenadas E: 739.304,064 m e N: 7.985.058,697 m
com azimute 180° e distância de 55,56 m até o vértice V-0162, definido pelas coordenadas
E: 739.304,064 m e N: 7.985.003,134 m com azimute 164° 03' 16,67'' e distância de 57,79
m até o vértice V-0163, definido pelas coordenadas E: 739.319,939 m e N: 7.984.947,571
m com azimute 169° 41' 42,22'' e distância de 44,37 m até o vértice V-0164, definido pelas
coordenadas E: 739.327,877 m e N: 7.984.903,915 m com azimute 199° 58' 59,23'' e
distância de 41,90 m até o vértice V-0165, definido pelas coordenadas E: 739.313,558 m e
N: 7.984.864,537 m com azimute 199° 59' 02,28'' e distância de 4,55 m até o vértice
V-0166, definido pelas coordenadas E: 739.312,002 m e N: 7.984.860,259 m com azimute
270° e distância de 5,43 m até o vértice V-0167, definido pelas coordenadas E:
739.306,573 m e N: 7.984.860,259 m com azimute 270° e distância de 42,20 m até o
vértice V-0168, definido pelas coordenadas E: 739.264,377 m e N: 7.984.860,259 m com
azimute 284° 44' 36,85'' e distância de 77,97 m até o vértice V-0169, definido pelas
coordenadas E: 739.188,970 m e N: 7.984.880,102 m com azimute 300° 57' 49,57'' e
distância de 69,42 m até o vértice V-0170, definido pelas coordenadas E: 739.129,439 m e
N: 7.984.915,821 m com azimute 318° 21' 59,08'' e distância de 47,79 m até o vértice
V-0171, definido pelas coordenadas E: 739.097,689 m e N: 7.984.951,540 m com azimute
304° 22' 49,33'' e distância de 91,37 m até o vértice V-0172, definido pelas coordenadas E:
739.022,282 m e N: 7.985.003,134 m com azimute 306° 52' 11,32'' e distância de 39,69 m
até o vértice V-0173, definido pelas coordenadas E: 738.990,532 m e N: 7.985.026,946 m
com azimute 165° 57' 49,29'' e distância de 65,45 m até o vértice V-0174, definido pelas
coordenadas E: 739.006,407 m e N: 7.984.963,446 m com azimute 173° 39' 35,37'' e
distância de 71,88 m até o vértice V-0175, definido pelas coordenadas E: 739.014,345 m e
N: 7.984.892,009 m com azimute 156° 02' 15,15'' e distância de 78,18 m até o vértice
V-0176, definido pelas coordenadas E: 739.046,095 m e N: 7.984.820,571 m com azimute
160° 01' 00,76'' e distância de 92,91 m até o vértice V-0177, definido pelas coordenadas E:
739.077,845 m e N: 7.984.733,258 m com azimute 168° 06' 40,91'' e distância de 77,06 m
até o vértice V-0178, definido pelas coordenadas E: 739.093,720 m e N: 7.984.657,852 m
com azimute 232° 25' 52,91'' e distância de 65,09 m até o vértice V-0179, definido pelas
coordenadas E: 739.042,126 m e N: 7.984.618,164 m com azimute 260° 32' 15,71'' e
distância de 48,28 m até o vértice V-0180, definido pelas coordenadas E: 738.994,501 m e
N: 7.984.610,227 m com azimute 245° 33' 21,66'' e distância de 47,95 m até o vértice
V-0181, definido pelas coordenadas E: 738.950,845 m e N: 7.984.590,383 m com azimute
180° e distância de 35,72 m até o vértice V-0182, definido pelas coordenadas E:
738.950,845 m e N: 7.984.554,664 m com azimute 157° 22' 48,82'' e distância de 51,59 m
até o vértice V-0183, definido pelas coordenadas E: 738.970,689 m e N: 7.984.507,039 m
com azimute 240° 56' 43,33'' e distância de 40,86 m até o vértice V-0184, definido pelas
coordenadas E: 738.934,970 m e N: 7.984.487,195 m com azimute 305° 32' 15,71'' e
distância de 68,28 m até o vértice V-0185, definido pelas coordenadas E: 738.879,407 m e
N: 7.984.526,883 m com azimute 254° 03' 16,67'' e distância de 28,89 m até o vértice
V-0186, definido pelas coordenadas E: 738.851,626 m e N: 7.984.518,945 m com azimute
174° 48' 19,84'' e distância de 43,84 m até o vértice V-0187, definido pelas coordenadas E:
738.855,595 m e N: 7.984.475,289 m com azimute 161° 33' 54,31'' e distância de 50,20 m
até o vértice V-0188, definido pelas coordenadas E: 738.871,470 m e N: 7.984.427,664 m
com azimute 152° 06' 09,89'' e distância de 76,34 m até o vértice V-0189, definido pelas
coordenadas E: 738.907,188 m e N: 7.984.360,195 m com azimute 151° 11' 21,06'' e
distância de 90,59 m até o vértice V-0190, definido pelas coordenadas E: 738.950,845 m e
N: 7.984.280,820 m com azimute 180° e distância de 51,59 m até o vértice V-0191, definido
pelas coordenadas E: 738.950,845 m e N: 7.984.229,226 m com azimute 221° 38' 00,63'' e
distância de 47,79 m até o vértice V-0192, definido pelas coordenadas E: 738.919,095 m e
N: 7.984.193,507 m com azimute 167° 28' 16,35'' e distância de 36,59 m até o vértice
V-0193, definido pelas coordenadas E: 738.927,032 m e N: 7.984.157,788 m com azimute
213° 41' 25,75'' e distância de 3,79 m até o vértice V-0194, definido pelas coordenadas E:
738.924,929 m e N: 7.984.154,633 m com azimute 213° 41' 23,95'' e distância de 39,14 m
até o vértice V-0195, definido pelas coordenadas E: 738.903,220 m e N: 7.984.122,070 m
com azimute 273° 51' 38,04'' e distância de 56,22 m até o vértice V-0196, definido pelas
coordenadas E: 738.847,128 m e N: 7.984.125,855 m com azimute 313° 43' 36,83'' e
distância de 103,62 m até o vértice V-0197, definido pelas coordenadas E: 738.772,251 m
e N: 7.984.197,476 m com azimute 300° 27' 56,12'' e distância de 78,28 m até o vértice
V-0198, definido pelas coordenadas E: 738.704,782 m e N: 7.984.237,164 m com azimute
303° 41' 24,04'' e distância de 57,24 m até o vértice V-0199, definido pelas coordenadas E:
738.657,157 m e N: 7.984.268,914 m com azimute 315° 00' 00,00'' e distância de 50,51 m
até o vértice V-0200, definido pelas coordenadas E: 738.621,438 m e N: 7.984.304,633 m
com azimute 220° 36' 04,48'' e distância de 36,59 m até o vértice V-0201, definido pelas
coordenadas E: 738.597,625 m e N: 7.984.276,851 m com azimute 164° 28' 33,22'' e
distância de 74,14 m até o vértice V-0202, definido pelas coordenadas E: 738.617,469 m e
N: 7.984.205,414 m com azimute 155° 13' 29,57'' e distância de 56,82 m até o vértice
V-0203, definido pelas coordenadas E: 738.641,282 m e N: 7.984.153,820 m com azimute
153° 26' 05,82'' e distância de 44,37 m até o vértice V-0204, definido pelas coordenadas E:
738.661,125 m e N: 7.984.114,132 m com azimute 156° 25' 54,17'' e distância de 53,62 m
até o vértice V-0205, definido pelas coordenadas E: 738.682,565 m e N: 7.984.064,984 m
com azimute 178° 20' 20,03'' e distância de 81,86 m até o vértice V-0206, definido pelas
coordenadas E: 738.684,938 m e N: 7.983.983,163 m com azimute 245° 33' 21,74'' e
distância de 95,91 m até o vértice V-0207, definido pelas coordenadas E: 738.597,625 m e
N: 7.983.943,476 m com azimute 266° 59' 13,85'' e distância de 75,51 m até o vértice
V-0208, definido pelas coordenadas E: 738.522,219 m e N: 7.983.939,507 m com azimute
261° 52' 11,68'' e distância de 56,13 m até o vértice V-0209, definido pelas coordenadas E:
738.466,656 m e N: 7.983.931,569 m com azimute 288° 04' 25,67'' e distância de 80,91 m
até o vértice V-0210, definido pelas coordenadas E: 738.389,741 m e N: 7.983.956,670 m
com azimute 307° 28' 36,60'' e distância de 63,11 m até o vértice V-0211, definido pelas
coordenadas E: 738.339,656 m e N: 7.983.995,069 m com azimute 264° 17' 22,12'' e
distância de 39,89 m até o vértice V-0212, definido pelas coordenadas E: 738.299,969 m e
N: 7.983.991,101 m com azimute 201° 48' 05,79'' e distância de 21,37 m até o vértice
V-0213, definido pelas coordenadas E: 738.292,031 m e N: 7.983.971,257 m com azimute
189° 53' 55,84'' e distância de 55,05 m até o vértice V-0214, definido pelas coordenadas E:
738.282,568 m e N: 7.983.917,028 m com azimute 249° 42' 03,31'' e distância de 55,83 m
até o vértice V-0215, definido pelas coordenadas E: 738.230,201 m e N: 7.983.897,658 m
com azimute 284° 37' 16,30'' e distância de 71,45 m até o vértice V-0216, definido pelas
coordenadas E: 738.161,062 m e N: 7.983.915,694 m com azimute 194° 37' 26,77'' e
distância de 49,89 m até o vértice V-0217, definido pelas coordenadas E: 738.148,467 m e
N: 7.983.867,425 m com azimute 194° 37' 28,97'' e distância de 4,27 m até o vértice
V-0218, definido pelas coordenadas E: 738.147,390 m e N: 7.983.863,296 m com azimute
155° 30' 14,08'' e distância de 50,82 m até o vértice V-0219, definido pelas coordenadas E:
738.168,459 m e N: 7.983.817,054 m com azimute 123° 41' 24,09'' e distância de 38,16 m
até o vértice V-0220, definido pelas coordenadas E: 738.200,209 m e N: 7.983.795,887 m
com azimute 188° 07' 48,52'' e distância de 37,42 m até o vértice V-0221, definido pelas
coordenadas E: 738.194,918 m e N: 7.983.758,846 m com azimute 221° 25' 24,89'' e
distância de 59,99 m até o vértice V-0222, definido pelas coordenadas E: 738.155,230 m e
N: 7.983.713,866 m com azimute 236° 18' 36,01'' e distância de 66,78 m até o vértice
V-0223, definido pelas coordenadas E: 738.099,667 m e N: 7.983.676,825 m com azimute
284° 02' 10,48'' e distância de 32,73 m até o vértice V-0224, definido pelas coordenadas E:
738.067,917 m e N: 7.983.684,762 m com azimute 295° 42' 35,76'' e distância de 79,29 m
até o vértice V-0225, definido pelas coordenadas E: 737.996,480 m e N: 7.983.719,158 m
com azimute 290° 51' 16,03'' e distância de 59,46 m até o vértice V-0226, definido pelas
coordenadas E: 737.940,917 m e N: 7.983.740,325 m com azimute 237° 31' 43,48'' e
distância de 34,50 m até o vértice V-0227, definido pelas coordenadas E: 737.911,813 m e
N: 7.983.721,804 m com azimute 195° 15' 18,37'' e distância de 30,17 m até o vértice
V-0228, definido pelas coordenadas E: 737.903,875 m e N: 7.983.692,700 m com azimute
202° 37' 11,47'' e distância de 34,40 m até o vértice V-0229, definido pelas coordenadas E:
737.890,646 m e N: 7.983.660,950 m com azimute 227° 17' 26,40'' e distância de 46,81 m
até o vértice V-0230, definido pelas coordenadas E: 737.856,250 m e N: 7.983.629,200 m
com azimute 238° 23' 33,03'' e distância de 80,77 m até o vértice V-0231, definido pelas
coordenadas E: 737.787,459 m e N: 7.983.586,866 m com azimute 262° 24' 19,18'' e
distância de 80,08 m até o vértice V-0232, definido pelas coordenadas E: 737.708,083 m e
N: 7.983.576,283 m com azimute 302° 28' 16,52'' e distância de 34,50 m até o vértice
V-0233, definido pelas coordenadas E: 737.678,979 m e N: 7.983.594,804 m com azimute
351° 28' 09,26'' e distância de 53,51 m até o vértice V-0234, definido pelas coordenadas E:
737.671,042 m e N: 7.983.647,720 m com azimute 0° e distância de 43,11 m até o vértice
V-0235, definido pelas coordenadas E: 737.671,042 m e N: 7.983.690,828 m com azimute
0° e distância de 38,91 m até o vértice V-0236, definido pelas coordenadas E: 737.671,042
m e N: 7.983.729,741 m com azimute 20° 33' 21,50'' e distância de 45,21 m até o vértice
V-0237, definido pelas coordenadas E: 737.686,917 m e N: 7.983.772,075 m com azimute
75° 15' 23,21'' e distância de 51,98 m até o vértice V-0238, definido pelas coordenadas E:
737.737,188 m e N: 7.983.785,304 m com azimute 77° 28' 16,35'' e distância de 73,18 m
até o vértice V-0239, definido pelas coordenadas E: 737.808,625 m e N: 7.983.801,179 m
com azimute 336° 54' 11,26'' e distância de 39,12 m até o vértice V-0240, definido pelas
coordenadas E: 737.793,279 m e N: 7.983.837,162 m com azimute 303° 41' 24,39'' e
distância de 38,16 m até o vértice V-0241, definido pelas coordenadas E: 737.761,529 m e
N: 7.983.858,329 m com azimute 311° 59' 13,92'' e distância de 71,19 m até o vértice
V-0242, definido pelas coordenadas E: 737.708,613 m e N: 7.983.905,954 m com azimute
307° 34' 06,99'' e distância de 86,79 m até o vértice V-0243, definido pelas coordenadas E:
737.639,821 m e N: 7.983.958,871 m com azimute 317° 56' 49,88'' e distância de 145,25 m
até o vértice V-0244, definido pelas coordenadas E: 737.542,532 m e N: 7.984.066,721 m
com azimute 225° 11' 34,55'' e distância de 93,32 m até o vértice V-0245, definido pelas
coordenadas E: 737.476,322 m e N: 7.984.000,956 m com azimute 131° 47' 58,18'' e
distância de 38,92 m até o vértice V-0246, definido pelas coordenadas E: 737.505,333 m e
N: 7.983.975,018 m com azimute 133° 23' 58,39'' e distância de 5,59 m até o vértice
V-0247, definido pelas coordenadas E: 737.509,391 m e N: 7.983.971,181 m com azimute
136° 52' 30,13'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0248, definido pelas coordenadas E:
737.513,864 m e N: 7.983.966,405 m com azimute 140° 37' 32,53'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0249, definido pelas coordenadas E: 737.518,015 m e N: 7.983.961,346 m
com azimute 144° 22' 30,34'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0250, definido pelas
coordenadas E: 737.521,827 m e N: 7.983.956,027 m com azimute 148° 07' 29,05'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0251, definido pelas coordenadas E: 737.525,283 m e
N: 7.983.950,470 m com azimute 151° 52' 30,48'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0252, definido pelas coordenadas E: 737.528,367 m e N: 7.983.944,699 m com azimute
155° 37' 30,37'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0253, definido pelas coordenadas E:
737.531,068 m e N: 7.983.938,738 m com azimute 159° 22' 28,85'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0254, definido pelas coordenadas E: 737.533,373 m e N: 7.983.932,614 m
com azimute 163° 07' 31,72'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0255, definido pelas
coordenadas E: 737.535,273 m e N: 7.983.926,352 m com azimute 166° 52' 28,52'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0256, definido pelas coordenadas E: 737.536,759 m e
N: 7.983.919,979 m com azimute 170° 37' 31,74'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0257, definido pelas coordenadas E: 737.537,825 m e N: 7.983.913,523 m com azimute
174° 22' 27,04'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0258, definido pelas coordenadas E:
737.538,466 m e N: 7.983.907,010 m com azimute 178° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0259, definido pelas coordenadas E: 737.538,680 m e N: 7.983.900,470 m
com azimute 181° 52' 29,77'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0260, definido pelas
coordenadas E: 737.538,466 m e N: 7.983.893,930 m com azimute 185° 37' 32,96'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0261, definido pelas coordenadas E: 737.537,825 m e
N: 7.983.887,417 m com azimute 189° 22' 28,26'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0262, definido pelas coordenadas E: 737.536,759 m e N: 7.983.880,961 m com azimute
193° 07' 31,48'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0263, definido pelas coordenadas E:
737.535,273 m e N: 7.983.874,588 m com azimute 196° 52' 28,28'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0264, definido pelas coordenadas E: 737.533,373 m e N: 7.983.868,326 m
com azimute 200° 37' 31,15'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0265, definido pelas
coordenadas E: 737.531,068 m e N: 7.983.862,202 m com azimute 204° 22' 29,63'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0266, definido pelas coordenadas E: 737.528,367 m e
N: 7.983.856,241 m com azimute 208° 07' 29,52'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0267, definido pelas coordenadas E: 737.525,283 m e N: 7.983.850,470 m com azimute
210° 14' 46,87'' e distância de 0,86 m até o vértice V-0268, definido pelas coordenadas E:
737.524,850 m e N: 7.983.849,728 m com azimute 210° 29' 31,48'' e distância de 131,82 m
até o vértice V-0269, definido pelas coordenadas E: 737.457,961 m e N: 7.983.736,137 m
com azimute 168° 43' 20,21'' e distância de 90,91 m até o vértice V-0270, definido pelas
coordenadas E: 737.475,739 m e N: 7.983.646,986 m com azimute 168° 43' 20,91'' e
distância de 17,23 m até o vértice V-0271, definido pelas coordenadas E: 737.479,109 m e
N: 7.983.630,086 m com azimute 168° 46' 59,09'' e distância de 0,05 m até o vértice
V-0272, definido pelas coordenadas E: 737.479,119 m e N: 7.983.630,039 m com azimute
170° 37' 28,63'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0273, definido pelas coordenadas E:
737.480,185 m e N: 7.983.623,583 m com azimute 174° 22' 30,17'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0274, definido pelas coordenadas E: 737.480,826 m e N: 7.983.617,070 m
com azimute 178° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0275, definido pelas
coordenadas E: 737.481,040 m e N: 7.983.610,530 m com azimute 181° 52' 29,77'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0276, definido pelas coordenadas E: 737.480,826 m e
N: 7.983.603,990 m com azimute 185° 37' 29,83'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0277, definido pelas coordenadas E: 737.480,185 m e N: 7.983.597,477 m com azimute
189° 22' 31,35'' e distância de 2,68 m até o vértice V-0278, definido pelas coordenadas E:
737.479,749 m e N: 7.983.594,837 m com azimute 189° 22' 31,38'' e distância de 3,87 m
até o vértice V-0279, definido pelas coordenadas E: 737.479,119 m e N: 7.983.591,021 m
com azimute 193° 07' 28,41'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0280, definido pelas
coordenadas E: 737.477,633 m e N: 7.983.584,648 m com azimute 196° 52' 31,30'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0281, definido pelas coordenadas E: 737.475,733 m e
N: 7.983.578,386 m com azimute 200° 37' 28,20'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0282, definido pelas coordenadas E: 737.473,428 m e N: 7.983.572,262 m com azimute
204° 22' 29,63'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0283, definido pelas coordenadas E:
737.470,727 m e N: 7.983.566,301 m com azimute 208° 07' 32,30'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0284, definido pelas coordenadas E: 737.467,643 m e N: 7.983.560,530 m
com azimute 211° 52' 28,27'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0285, definido pelas
coordenadas E: 737.464,187 m e N: 7.983.554,973 m com azimute 215° 37' 32,23'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0286, definido pelas coordenadas E: 737.460,375 m e
N: 7.983.549,654 m com azimute 219° 22' 27,47'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0287, definido pelas coordenadas E: 737.456,224 m e N: 7.983.544,595 m com azimute
223° 07' 29,87'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0288, definido pelas coordenadas E:
737.451,751 m e N: 7.983.539,819 m com azimute 226° 52' 30,13'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0289, definido pelas coordenadas E: 737.446,975 m e N: 7.983.535,346 m
com azimute 230° 37' 32,53'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0290, definido pelas
coordenadas E: 737.441,916 m e N: 7.983.531,195 m com azimute 234° 22' 27,77'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0291, definido pelas coordenadas E: 737.436,597 m e
N: 7.983.527,383 m com azimute 238° 07' 31,73'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0292, definido pelas coordenadas E: 737.431,040 m e N: 7.983.523,927 m com azimute
241° 52' 27,70'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0293, definido pelas coordenadas E:
737.425,269 m e N: 7.983.520,843 m com azimute 245° 37' 30,37'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0294, definido pelas coordenadas E: 737.419,308 m e N: 7.983.518,142 m
com azimute 249° 22' 31,80'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0295, definido pelas
coordenadas E: 737.413,184 m e N: 7.983.515,837 m com azimute 253° 07' 28,70'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0296, definido pelas coordenadas E: 737.406,922 m e
N: 7.983.513,937 m com azimute 256° 52' 31,59'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0297, definido pelas coordenadas E: 737.400,549 m e N: 7.983.512,451 m com azimute
260° 37' 28,63'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0298, definido pelas coordenadas E:
737.394,093 m e N: 7.983.511,385 m com azimute 264° 22' 30,17'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0299, definido pelas coordenadas E: 737.387,580 m e N: 7.983.510,744 m
com azimute 268° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0300, definido pelas
coordenadas E: 737.381,040 m e N: 7.983.510,530 m com azimute 271° 52' 29,77'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0301, definido pelas coordenadas E: 737.374,500 m e
N: 7.983.510,744 m com azimute 275° 37' 29,83'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0302, definido pelas coordenadas E: 737.367,987 m e N: 7.983.511,385 m com azimute
279° 22' 31,37'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0303, definido pelas coordenadas E:
737.361,531 m e N: 7.983.512,451 m com azimute 283° 07' 28,41'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0304, definido pelas coordenadas E: 737.355,158 m e N: 7.983.513,937 m
com azimute 286° 52' 31,30'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0305, definido pelas
coordenadas E: 737.348,896 m e N: 7.983.515,837 m com azimute 289° 57' 55,21'' e
distância de 4,24 m até o vértice V-0306, definido pelas coordenadas E: 737.344,909 m e
N: 7.983.517,286 m com azimute 291° 10' 51,32'' e distância de 185,26 m até o vértice
V-0307, definido pelas coordenadas E: 737.172,163 m e N: 7.983.584,223 m com azimute
291° 10' 51,09'' e distância de 41,41 m até o vértice V-0308, definido pelas coordenadas E:
737.133,549 m e N: 7.983.599,186 m com azimute 291° 50' 29,82'' e distância de 2,30 m
até o vértice V-0309, definido pelas coordenadas E: 737.131,412 m e N: 7.983.600,042 m
com azimute 294° 10' 08,27'' e distância de 5,83 m até o vértice V-0310, definido pelas
coordenadas E: 737.126,096 m e N: 7.983.602,428 m com azimute 295° 50' 20,04'' e
distância de 65,41 m até o vértice V-0311, definido pelas coordenadas E: 737.067,229 m e
N: 7.983.630,934 m com azimute 295° 50' 21,73'' e distância de 8,14 m até o vértice
V-0312, definido pelas coordenadas E: 737.059,904 m e N: 7.983.634,482 m com azimute
295° 49' 54,52'' e distância de 0,69 m até o vértice V-0313, definido pelas coordenadas E:
737.059,281 m e N: 7.983.634,783 m com azimute 295° 50' 20,21'' e distância de 51,75 m
até o vértice V-0314, definido pelas coordenadas E: 737.012,706 m e N: 7.983.657,338 m
com azimute 296° 02' 24,38'' e distância de 0,72 m até o vértice V-0315, definido pelas
coordenadas E: 737.012,061 m e N: 7.983.657,653 m com azimute 298° 07' 32,30'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0316, definido pelas coordenadas E: 737.006,290 m e
N: 7.983.660,737 m com azimute 301° 52' 28,27'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0317, definido pelas coordenadas E: 737.000,733 m e N: 7.983.664,193 m com azimute
305° 37' 23,41'' e distância de 1,44 m até o vértice V-0318, definido pelas coordenadas E:
736.999,562 m e N: 7.983.665,032 m com azimute 279° 00' 59,95'' e distância de 17,63 m
até o vértice V-0319, definido pelas coordenadas E: 736.982,148 m e N: 7.983.667,796 m
com azimute 280° 08' 00,26'' e distância de 3,90 m até o vértice V-0320, definido pelas
coordenadas E: 736.978,311 m e N: 7.983.668,481 m com azimute 283° 07' 31,48'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0321, definido pelas coordenadas E: 736.971,938 m e
N: 7.983.669,967 m com azimute 286° 52' 28,28'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0322, definido pelas coordenadas E: 736.965,676 m e N: 7.983.671,867 m com azimute
290° 37' 31,15'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0323, definido pelas coordenadas E:
736.959,552 m e N: 7.983.674,172 m com azimute 294° 22' 30,94'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0324, definido pelas coordenadas E: 736.953,591 m e N: 7.983.676,873 m
com azimute 298° 07' 28,04'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0325, definido pelas
coordenadas E: 736.947,820 m e N: 7.983.679,957 m com azimute 301° 52' 30,95'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0326, definido pelas coordenadas E: 736.942,263 m e
N: 7.983.683,413 m com azimute 305° 37' 29,66'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0327, definido pelas coordenadas E: 736.936,944 m e N: 7.983.687,225 m com azimute
307° 46' 30,34'' e distância de 0,96 m até o vértice V-0328, definido pelas coordenadas E:
736.936,184 m e N: 7.983.687,813 m com azimute 308° 02' 58,98'' e distância de 2,64 m
até o vértice V-0329, definido pelas coordenadas E: 736.934,105 m e N: 7.983.689,440 m
com azimute 236° 32' 38,99'' e distância de 46,07 m até o vértice V-0330, definido pelas
coordenadas E: 736.895,667 m e N: 7.983.664,041 m com azimute 192° 22' 06,25'' e
distância de 41,15 m até o vértice V-0331, definido pelas coordenadas E: 736.886,853 m e
N: 7.983.623,847 m com azimute 192° 22' 05,72'' e distância de 36,26 m até o vértice
V-0332, definido pelas coordenadas E: 736.879,086 m e N: 7.983.588,427 m com azimute
192° 22' 06,83'' e distância de 16,00 m até o vértice V-0333, definido pelas coordenadas E:
736.875,659 m e N: 7.983.572,800 m com azimute 193° 41' 08,01'' e distância de 4,59 m
até o vértice V-0334, definido pelas coordenadas E: 736.874,573 m e N: 7.983.568,338 m
com azimute 196° 52' 28,28'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0335, definido pelas
coordenadas E: 736.872,673 m e N: 7.983.562,076 m com azimute 200° 37' 31,15'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0336, definido pelas coordenadas E: 736.870,368 m e
N: 7.983.555,952 m com azimute 204° 22' 29,63'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0337, definido pelas coordenadas E: 736.867,667 m e N: 7.983.549,991 m com azimute
208° 07' 29,52'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0338, definido pelas coordenadas E:
736.864,583 m e N: 7.983.544,220 m com azimute 211° 52' 30,95'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0339, definido pelas coordenadas E: 736.861,127 m e N: 7.983.538,663 m
com azimute 215° 37' 29,66'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0340, definido pelas
coordenadas E: 736.857,315 m e N: 7.983.533,344 m com azimute 219° 22' 27,47'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0341, definido pelas coordenadas E: 736.853,164 m e
N: 7.983.528,285 m com azimute 223° 07' 29,87'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0342, definido pelas coordenadas E: 736.848,691 m e N: 7.983.523,509 m com azimute
226° 52' 30,13'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0343, definido pelas coordenadas E:
736.843,915 m e N: 7.983.519,036 m com azimute 230° 37' 32,53'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0344, definido pelas coordenadas E: 736.838,856 m e N: 7.983.514,885 m
com azimute 234° 22' 30,34'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0345, definido pelas
coordenadas E: 736.833,537 m e N: 7.983.511,073 m com azimute 238° 07' 29,05'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0346, definido pelas coordenadas E: 736.827,980 m e
N: 7.983.507,617 m com azimute 241° 52' 30,48'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0347, definido pelas coordenadas E: 736.822,209 m e N: 7.983.504,533 m com azimute
245° 37' 30,37'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0348, definido pelas coordenadas E:
736.816,248 m e N: 7.983.501,832 m com azimute 249° 22' 28,85'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0349, definido pelas coordenadas E: 736.810,124 m e N: 7.983.499,527 m
com azimute 253° 07' 31,72'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0350, definido pelas
coordenadas E: 736.803,862 m e N: 7.983.497,627 m com azimute 256° 52' 28,52'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0351, definido pelas coordenadas E: 736.797,489 m e
N: 7.983.496,141 m com azimute 260° 37' 28,63'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0352, definido pelas coordenadas E: 736.791,033 m e N: 7.983.495,075 m com azimute
264° 22' 30,17'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0353, definido pelas coordenadas E:
736.784,520 m e N: 7.983.494,434 m com azimute 268° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0354, definido pelas coordenadas E: 736.777,980 m e N: 7.983.494,220 m
com azimute 271° 52' 29,77'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0355, definido pelas
coordenadas E: 736.771,440 m e N: 7.983.494,434 m com azimute 275° 37' 29,83'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0356, definido pelas coordenadas E: 736.764,927 m e
N: 7.983.495,075 m com azimute 279° 22' 31,37'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0357, definido pelas coordenadas E: 736.758,471 m e N: 7.983.496,141 m com azimute
283° 07' 31,48'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0358, definido pelas coordenadas E:
736.752,098 m e N: 7.983.497,627 m com azimute 285° 02' 49,07'' e distância de 0,21 m
até o vértice V-0359, definido pelas coordenadas E: 736.751,898 m e N: 7.983.497,681 m
com azimute 285° 07' 08,27'' e distância de 84,85 m até o vértice V-0360, definido pelas
coordenadas E: 736.669,988 m e N: 7.983.519,811 m com azimute 286° 56' 02,88'' e
distância de 6,34 m até o vértice V-0361, definido pelas coordenadas E: 736.663,926 m e
N: 7.983.521,657 m com azimute 290° 37' 28,20'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0362, definido pelas coordenadas E: 736.657,802 m e N: 7.983.523,962 m com azimute
294° 22' 30,94'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0363, definido pelas coordenadas E:
736.651,841 m e N: 7.983.526,663 m com azimute 297° 46' 49,35'' e distância de 5,34 m
até o vértice V-0364, definido pelas coordenadas E: 736.647,116 m e N: 7.983.529,152 m
com azimute 299° 18' 37,94'' e distância de 30,76 m até o vértice V-0365, definido pelas
coordenadas E: 736.620,295 m e N: 7.983.544,210 m com azimute 299° 18' 35,80'' e
distância de 4,17 m até o vértice V-0366, definido pelas coordenadas E: 736.616,657 m e
N: 7.983.546,252 m com azimute 191° 06' 42,70'' e distância de 0,51 m até o vértice
V-0367, definido pelas coordenadas E: 736.616,559 m e N: 7.983.545,751 m com azimute
193° 07' 28,41'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0368, definido pelas coordenadas E:
736.615,073 m e N: 7.983.539,378 m com azimute 196° 52' 14,00'' e distância de 0,21 m
até o vértice V-0369, definido pelas coordenadas E: 736.615,013 m e N: 7.983.539,182 m
com azimute 196° 52' 31,86'' e distância de 6,34 m até o vértice V-0370, definido pelas
coordenadas E: 736.613,173 m e N: 7.983.533,116 m com azimute 200° 37' 27,97'' e
distância de 6,12 m até o vértice V-0371, definido pelas coordenadas E: 736.611,018 m e
N: 7.983.527,390 m com azimute 201° 09' 05,39'' e distância de 0,49 m até o vértice
V-0372, definido pelas coordenadas E: 736.610,840 m e N: 7.983.526,929 m com azimute
204° 22' 29,35'' e distância de 6,47 m até o vértice V-0373, definido pelas coordenadas E:
736.608,167 m e N: 7.983.521,031 m com azimute 208° 07' 32,30'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0374, definido pelas coordenadas E: 736.605,083 m e N: 7.983.515,260 m
com azimute 211° 52' 28,27'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0375, definido pelas
coordenadas E: 736.601,627 m e N: 7.983.509,703 m com azimute 215° 37' 32,23'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0376, definido pelas coordenadas E: 736.597,815 m e
N: 7.983.504,384 m com azimute 219° 22' 27,47'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0377, definido pelas coordenadas E: 736.593,664 m e N: 7.983.499,325 m com azimute
223° 07' 29,87'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0378, definido pelas coordenadas E:
736.589,191 m e N: 7.983.494,549 m com azimute 226° 52' 30,13'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0379, definido pelas coordenadas E: 736.584,415 m e N: 7.983.490,076 m
com azimute 230° 37' 32,53'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0380, definido pelas
coordenadas E: 736.579,356 m e N: 7.983.485,925 m com azimute 234° 22' 27,77'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0381, definido pelas coordenadas E: 736.574,037 m e
N: 7.983.482,113 m com azimute 238° 07' 31,73'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0382, definido pelas coordenadas E: 736.568,480 m e N: 7.983.478,658 m com azimute
241° 52' 27,70'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0383, definido pelas coordenadas E:
736.562,709 m e N: 7.983.475,573 m com azimute 245° 37' 30,37'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0384, definido pelas coordenadas E: 736.556,748 m e N: 7.983.472,872 m
com azimute 249° 22' 31,80'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0385, definido pelas
coordenadas E: 736.550,624 m e N: 7.983.470,567 m com azimute 253° 07' 28,70'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0386, definido pelas coordenadas E: 736.544,362 m e
N: 7.983.468,667 m com azimute 256° 13' 17,69'' e distância de 4,26 m até o vértice
V-0387, definido pelas coordenadas E: 736.540,221 m e N: 7.983.467,652 m com azimute
257° 26' 38,63'' e distância de 0,46 m até o vértice V-0388, definido pelas coordenadas E:
736.539,774 m e N: 7.983.467,552 m com azimute 257° 26' 34,41'' e distância de 63,25 m
até o vértice V-0389, definido pelas coordenadas E: 736.478,041 m e N: 7.983.453,802 m
com azimute 258° 05' 51,00'' e distância de 2,28 m até o vértice V-0390, definido pelas
coordenadas E: 736.475,809 m e N: 7.983.453,332 m com azimute 260° 37' 28,63'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0391, definido pelas coordenadas E: 736.469,353 m e
N: 7.983.452,266 m com azimute 264° 22' 30,17'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0392, definido pelas coordenadas E: 736.462,840 m e N: 7.983.451,624 m com azimute
268° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0393, definido pelas coordenadas E:
736.456,300 m e N: 7.983.451,410 m com azimute 271° 52' 29,77'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0394, definido pelas coordenadas E: 736.449,760 m e N: 7.983.451,624 m
com azimute 275° 37' 29,83'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0395, definido pelas
coordenadas E: 736.443,248 m e N: 7.983.452,266 m com azimute 279° 22' 31,37'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0396, definido pelas coordenadas E: 736.436,791 m e
N: 7.983.453,332 m com azimute 283° 07' 28,41'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0397, definido pelas coordenadas E: 736.430,418 m e N: 7.983.454,817 m com azimute
286° 52' 31,30'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0398, definido pelas coordenadas E:
736.424,156 m e N: 7.983.456,717 m com azimute 289° 26' 59,34'' e distância de 2,44 m
até o vértice V-0399, definido pelas coordenadas E: 736.421,858 m e N: 7.983.457,529 m
com azimute 235° 21' 45,68'' e distância de 3,09 m até o vértice V-0400, definido pelas
coordenadas E: 736.419,317 m e N: 7.983.455,773 m com azimute 238° 07' 31,73'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0401, definido pelas coordenadas E: 736.413,760 m e
N: 7.983.452,318 m com azimute 241° 52' 27,70'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0402, definido pelas coordenadas E: 736.407,989 m e N: 7.983.449,233 m com azimute
245° 37' 30,37'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0403, definido pelas coordenadas E:
736.402,028 m e N: 7.983.446,532 m com azimute 249° 22' 31,80'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0404, definido pelas coordenadas E: 736.395,904 m e N: 7.983.444,227 m
com azimute 253° 07' 28,70'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0405, definido pelas
coordenadas E: 736.389,642 m e N: 7.983.442,327 m com azimute 256° 52' 31,59'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0406, definido pelas coordenadas E: 736.383,269 m e
N: 7.983.440,842 m com azimute 260° 37' 28,63'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0407, definido pelas coordenadas E: 736.376,813 m e N: 7.983.439,776 m com azimute
264° 22' 30,17'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0408, definido pelas coordenadas E:
736.370,300 m e N: 7.983.439,134 m com azimute 268° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0409, definido pelas coordenadas E: 736.363,760 m e N: 7.983.438,920 m
com azimute 271° 52' 29,77'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0410, definido pelas
coordenadas E: 736.357,220 m e N: 7.983.439,134 m com azimute 275° 37' 29,83'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0411, definido pelas coordenadas E: 736.350,707 m e
N: 7.983.439,776 m com azimute 279° 22' 31,17'' e distância de 1,38 m até o vértice
V-0412, definido pelas coordenadas E: 736.349,351 m e N: 7.983.440,000 m com azimute
203° 06' 44,04'' e distância de 125,48 m até o vértice V-0413, definido pelas coordenadas
E: 736.300,094 m e N: 7.983.324,587 m com azimute 204° 40' 52,43'' e distância de 5,48
m até o vértice V-0414, definido pelas coordenadas E: 736.297,807 m e N: 7.983.319,611
m com azimute 208° 07' 29,52'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0415, definido pelas
coordenadas E: 736.294,723 m e N: 7.983.313,840 m com azimute 211° 52' 29,28'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0416, definido pelas coordenadas E: 736.291,267 m e
N: 7.983.308,283 m com azimute 215° 37' 29,66'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0417, definido pelas coordenadas E: 736.287,455 m e N: 7.983.302,964 m com azimute
219° 22' 31,91'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0418, definido pelas coordenadas E:
736.283,304 m e N: 7.983.297,905 m com azimute 223° 07' 29,87'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0419, definido pelas coordenadas E: 736.278,831 m e N: 7.983.293,129 m
com azimute 226° 52' 30,13'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0420, definido pelas
coordenadas E: 736.274,055 m e N: 7.983.288,656 m com azimute 230° 37' 28,09'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0421, definido pelas coordenadas E: 736.268,996 m e
N: 7.983.284,505 m com azimute 232° 38' 20,96'' e distância de 0,47 m até o vértice
V-0422, definido pelas coordenadas E: 736.268,623 m e N: 7.983.284,220 m com azimute
232° 46' 07,93'' e distância de 25,73 m até o vértice V-0423, definido pelas coordenadas E:
736.248,140 m e N: 7.983.268,654 m com azimute 190° 48' 10,52'' e distância de 97,96 m
até o vértice V-0424, definido pelas coordenadas E: 736.229,778 m e N: 7.983.172,429 m
com azimute 190° 48' 10,31'' e distância de 27,91 m até o vértice V-0425, definido pelas
coordenadas E: 736.224,548 m e N: 7.983.145,017 m com azimute 191° 01' 24,10'' e
distância de 0,78 m até o vértice V-0426, definido pelas coordenadas E: 736.224,399 m e
N: 7.983.144,251 m com azimute 193° 07' 31,48'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0427, definido pelas coordenadas E: 736.222,913 m e N: 7.983.137,878 m com azimute
196° 52' 30,38'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0428, definido pelas coordenadas E:
736.221,013 m e N: 7.983.131,616 m com azimute 200° 37' 29,31'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0429, definido pelas coordenadas E: 736.218,708 m e N: 7.983.125,492 m
com azimute 204° 22' 29,63'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0430, definido pelas
coordenadas E: 736.216,007 m e N: 7.983.119,531 m com azimute 208° 07' 29,52'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0431, definido pelas coordenadas E: 736.212,923 m e
N: 7.983.113,760 m com azimute 211° 52' 30,95'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0432, definido pelas coordenadas E: 736.209,467 m e N: 7.983.108,203 m com azimute
215° 37' 27,83'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0433, definido pelas coordenadas E:
736.205,656 m e N: 7.983.102,884 m com azimute 219° 22' 31,91'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0434, definido pelas coordenadas E: 736.201,504 m e N: 7.983.097,825 m
com azimute 223° 07' 29,87'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0435, definido pelas
coordenadas E: 736.197,031 m e N: 7.983.093,049 m com azimute 226° 52' 30,13'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0436, definido pelas coordenadas E: 736.192,255 m e
N: 7.983.088,576 m com azimute 230° 37' 28,09'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0437, definido pelas coordenadas E: 736.187,196 m e N: 7.983.084,425 m com azimute
234° 22' 32,17'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0438, definido pelas coordenadas E:
736.181,877 m e N: 7.983.080,613 m com azimute 238° 07' 29,05'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0439, definido pelas coordenadas E: 736.176,320 m e N: 7.983.077,157 m
com azimute 241° 52' 30,48'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0440, definido pelas
coordenadas E: 736.170,549 m e N: 7.983.074,073 m com azimute 245° 37' 29,06'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0441, definido pelas coordenadas E: 736.164,589 m e
N: 7.983.071,372 m com azimute 249° 22' 31,80'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0442, definido pelas coordenadas E: 736.158,464 m e N: 7.983.069,067 m com azimute
253° 07' 29,62'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0443, definido pelas coordenadas E:
736.152,202 m e N: 7.983.067,167 m com azimute 256° 52' 28,52'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0444, definido pelas coordenadas E: 736.145,829 m e N: 7.983.065,681 m
com azimute 260° 37' 31,74'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0445, definido pelas
coordenadas E: 736.139,373 m e N: 7.983.064,616 m com azimute 264° 22' 30,17'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0446, definido pelas coordenadas E: 736.132,860 m e
N: 7.983.063,974 m com azimute 268° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0447, definido pelas coordenadas E: 736.126,320 m e N: 7.983.063,760 m com azimute
271° 52' 29,77'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0448, definido pelas coordenadas E:
736.119,780 m e N: 7.983.063,974 m com azimute 273° 56' 15,66'' e distância de 0,66 m
até o vértice V-0449, definido pelas coordenadas E: 736.119,125 m e N: 7.983.064,019 m
com azimute 274° 07' 38,62'' e distância de 3,00 m até o vértice V-0450, definido pelas
coordenadas E: 736.116,133 m e N: 7.983.064,235 m com azimute 274° 07' 34,59'' e
distância de 98,17 m até o vértice V-0451, definido pelas coordenadas E: 736.018,215 m e
N: 7.983.071,299 m com azimute 275° 48' 47,32'' e distância de 5,89 m até o vértice
V-0452, definido pelas coordenadas E: 736.012,357 m e N: 7.983.071,895 m com azimute
279° 22' 31,37'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0453, definido pelas coordenadas E:
736.005,901 m e N: 7.983.072,961 m com azimute 283° 07' 28,41'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0454, definido pelas coordenadas E: 735.999,528 m e N: 7.983.074,447 m
com azimute 286° 52' 30,38'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0455, definido pelas
coordenadas E: 735.993,266 m e N: 7.983.076,347 m com azimute 290° 37' 29,31'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0456, definido pelas coordenadas E: 735.987,142 m e
N: 7.983.078,652 m com azimute 294° 22' 29,63'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0457, definido pelas coordenadas E: 735.981,181 m e N: 7.983.081,353 m com azimute
298° 07' 29,52'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0458, definido pelas coordenadas E:
735.975,410 m e N: 7.983.084,437 m com azimute 301° 52' 30,95'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0459, definido pelas coordenadas E: 735.969,853 m e N: 7.983.087,893 m
com azimute 305° 37' 30,39'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0460, definido pelas
coordenadas E: 735.964,534 m e N: 7.983.091,705 m com azimute 309° 22' 29,47'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0461, definido pelas coordenadas E: 735.959,475 m e
N: 7.983.095,856 m com azimute 313° 07' 29,87'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0462, definido pelas coordenadas E: 735.954,699 m e N: 7.983.100,329 m com azimute
316° 52' 30,13'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0463, definido pelas coordenadas E:
735.950,226 m e N: 7.983.105,105 m com azimute 320° 37' 30,53'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0464, definido pelas coordenadas E: 735.946,075 m e N: 7.983.110,164 m
com azimute 324° 22' 29,61'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0465, definido pelas
coordenadas E: 735.942,263 m e N: 7.983.115,483 m com azimute 328° 07' 29,05'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0466, definido pelas coordenadas E: 735.938,807 m e
N: 7.983.121,040 m com azimute 331° 52' 30,48'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0467, definido pelas coordenadas E: 735.935,723 m e N: 7.983.126,811 m com azimute
335° 37' 30,37'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0468, definido pelas coordenadas E:
735.933,022 m e N: 7.983.132,772 m com azimute 339° 22' 30,69'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0469, definido pelas coordenadas E: 735.930,717 m e N: 7.983.138,896 m
com azimute 343° 07' 29,62'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0470, definido pelas
coordenadas E: 735.928,817 m e N: 7.983.145,158 m com azimute 346° 14' 52,81'' e
distância de 4,36 m até o vértice V-0471, definido pelas coordenadas E: 735.927,782 m e
N: 7.983.149,389 m com azimute 347° 29' 45,68'' e distância de 94,23 m até o vértice
V-0472, definido pelas coordenadas E: 735.907,379 m e N: 7.983.241,389 m com azimute
305° 19' 39,46'' e distância de 109,84 m até o vértice V-0473, definido pelas coordenadas
E: 735.817,765 m e N: 7.983.304,904 m com azimute 306° 24' 52,93'' e distância de 3,79
m até o vértice V-0474, definido pelas coordenadas E: 735.814,714 m e N: 7.983.307,155
m com azimute 309° 22' 27,47'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0475, definido pelas
coordenadas E: 735.809,655 m e N: 7.983.311,306 m com azimute 313° 07' 29,87'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0476, definido pelas coordenadas E: 735.804,879 m e
N: 7.983.315,779 m com azimute 316° 52' 30,13'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0477, definido pelas coordenadas E: 735.800,406 m e N: 7.983.320,555 m com azimute
320° 37' 32,53'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0478, definido pelas coordenadas E:
735.796,255 m e N: 7.983.325,614 m com azimute 324° 22' 27,77'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0479, definido pelas coordenadas E: 735.792,443 m e N: 7.983.330,933 m
com azimute 328° 07' 31,73'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0480, definido pelas
coordenadas E: 735.788,988 m e N: 7.983.336,490 m com azimute 331° 52' 27,70'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0481, definido pelas coordenadas E: 735.785,903 m e
N: 7.983.342,261 m com azimute 335° 37' 30,37'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0482, definido pelas coordenadas E: 735.783,202 m e N: 7.983.348,222 m com azimute
339° 22' 31,80'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0483, definido pelas coordenadas E:
735.780,897 m e N: 7.983.354,346 m com azimute 343° 07' 28,70'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0484, definido pelas coordenadas E: 735.778,997 m e N: 7.983.360,608 m
com azimute 346° 52' 31,59'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0485, definido pelas
coordenadas E: 735.777,512 m e N: 7.983.366,981 m com azimute 350° 37' 28,63'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0486, definido pelas coordenadas E: 735.776,446 m e
N: 7.983.373,437 m com azimute 354° 22' 30,17'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0487, definido pelas coordenadas E: 735.775,804 m e N: 7.983.379,950 m com azimute
358° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0488, definido pelas coordenadas E:
735.775,590 m e N: 7.983.386,490 m com azimute 1° 52' 29,77'' e distância de 6,54 m até
o vértice V-0489, definido pelas coordenadas E: 735.775,804 m e N: 7.983.393,030 m com
azimute 5° 37' 29,83'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0490, definido pelas
coordenadas E: 735.776,446 m e N: 7.983.399,543 m com azimute 9° 22' 31,37'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0491, definido pelas coordenadas E: 735.777,512 m e
N: 7.983.405,999 m com azimute 13° 07' 28,41'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0492,
definido pelas coordenadas E: 735.778,997 m e N: 7.983.412,372 m com azimute 16° 52'
32,06'' e distância de 4,90 m até o vértice V-0493, definido pelas coordenadas E:
735.780,419 m e N: 7.983.417,057 m com azimute 268° 07' 30,31'' e distância de 5,10 m
até o vértice V-0494, definido pelas coordenadas E: 735.775,320 m e N: 7.983.416,890 m
com azimute 271° 52' 29,77'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0495, definido pelas
coordenadas E: 735.768,780 m e N: 7.983.417,104 m com azimute 275° 37' 29,83'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0496, definido pelas coordenadas E: 735.762,268 m e
N: 7.983.417,745 m com azimute 279° 22' 31,37'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0497, definido pelas coordenadas E: 735.755,811 m e N: 7.983.418,811 m com azimute
283° 07' 28,41'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0498, definido pelas coordenadas E:
735.749,438 m e N: 7.983.420,297 m com azimute 286° 52' 30,38'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0499, definido pelas coordenadas E: 735.743,176 m e N: 7.983.422,197 m
com azimute 289° 48' 39,76'' e distância de 3,70 m até o vértice V-0500, definido pelas
coordenadas E: 735.739,691 m e N: 7.983.423,452 m com azimute 290° 52' 20,80'' e
distância de 177,19 m até o vértice V-0501, definido pelas coordenadas E: 735.574,131 m
e N: 7.983.486,582 m com azimute 291° 41' 09,75'' e distância de 2,84 m até o vértice
V-0502, definido pelas coordenadas E: 735.571,492 m e N: 7.983.487,632 m com azimute
294° 22' 29,63'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0503, definido pelas coordenadas E:
735.565,531 m e N: 7.983.490,333 m com azimute 298° 07' 32,30'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0504, definido pelas coordenadas E: 735.559,760 m e N: 7.983.493,417 m
com azimute 301° 52' 28,27'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0505, definido pelas
coordenadas E: 735.554,203 m e N: 7.983.496,873 m com azimute 305° 37' 32,23'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0506, definido pelas coordenadas E: 735.548,884 m e
N: 7.983.500,685 m com azimute 309° 03' 33,11'' e distância de 5,44 m até o vértice
V-0507, definido pelas coordenadas E: 735.544,657 m e N: 7.983.504,115 m com azimute
310° 37' 11,09'' e distância de 27,21 m até o vértice V-0508, definido pelas coordenadas E:
735.524,002 m e N: 7.983.521,831 m com azimute 159° 22' 29,20'' e distância de 1,71 m
até o vértice V-0509, definido pelas coordenadas E: 735.524,603 m e N: 7.983.520,234 m
com azimute 163° 07' 28,70'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0510, definido pelas
coordenadas E: 735.526,503 m e N: 7.983.513,972 m com azimute 166° 52' 31,59'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0511, definido pelas coordenadas E: 735.527,989 m e
N: 7.983.507,599 m com azimute 169° 19' 30,66'' e distância de 2,01 m até o vértice
V-0512, definido pelas coordenadas E: 735.528,361 m e N: 7.983.505,624 m com azimute
169° 54' 05,79'' e distância de 204,88 m até o vértice V-0513, definido pelas coordenadas
E: 735.564,285 m e N: 7.983.303,915 m com azimute 164° 22' 33,29'' e distância de 48,83
m até o vértice V-0514, definido pelas coordenadas E: 735.577,435 m e N: 7.983.256,892
m com azimute 164° 41' 07,33'' e distância de 1,09 m até o vértice V-0515, definido pelas
coordenadas E: 735.577,723 m e N: 7.983.255,842 m com azimute 166° 52' 31,59'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0516, definido pelas coordenadas E: 735.579,209 m e
N: 7.983.249,469 m com azimute 170° 37' 28,63'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0517, definido pelas coordenadas E: 735.580,275 m e N: 7.983.243,013 m com azimute
174° 22' 30,17'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0518, definido pelas coordenadas E:
735.580,916 m e N: 7.983.236,500 m com azimute 178° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0519, definido pelas coordenadas E: 735.581,130 m e N: 7.983.229,960 m
com azimute 181° 52' 29,77'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0520, definido pelas
coordenadas E: 735.580,916 m e N: 7.983.223,420 m com azimute 185° 37' 29,83'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0521, definido pelas coordenadas E: 735.580,275 m e
N: 7.983.216,907 m com azimute 189° 22' 31,37'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0522, definido pelas coordenadas E: 735.579,209 m e N: 7.983.210,451 m com azimute
193° 02' 04,56'' e distância de 6,23 m até o vértice V-0523, definido pelas coordenadas E:
735.577,804 m e N: 7.983.204,382 m com azimute 194° 49' 11,41'' e distância de 202,71 m
até o vértice V-0524, definido pelas coordenadas E: 735.525,954 m e N: 7.983.008,412 m
com azimute 194° 54' 24,38'' e distância de 0,31 m até o vértice V-0525, definido pelas
coordenadas E: 735.525,873 m e N: 7.983.008,108 m com azimute 196° 52' 31,30'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0526, definido pelas coordenadas E: 735.523,973 m e
N: 7.983.001,846 m com azimute 200° 37' 31,15'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0527, definido pelas coordenadas E: 735.521,668 m e N: 7.982.995,722 m com azimute
204° 22' 26,76'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0528, definido pelas coordenadas E:
735.518,967 m e N: 7.982.989,761 m com azimute 208° 07' 32,30'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0529, definido pelas coordenadas E: 735.515,883 m e N: 7.982.983,990 m
com azimute 211° 52' 30,95'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0530, definido pelas
coordenadas E: 735.512,427 m e N: 7.982.978,433 m com azimute 215° 37' 29,66'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0531, definido pelas coordenadas E: 735.508,615 m e
N: 7.982.973,114 m com azimute 219° 22' 27,47'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0532, definido pelas coordenadas E: 735.504,464 m e N: 7.982.968,055 m com azimute
223° 07' 29,87'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0533, definido pelas coordenadas E:
735.499,991 m e N: 7.982.963,279 m com azimute 226° 52' 30,13'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0534, definido pelas coordenadas E: 735.495,215 m e N: 7.982.958,806 m
com azimute 230° 37' 32,53'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0535, definido pelas
coordenadas E: 735.490,156 m e N: 7.982.954,655 m com azimute 234° 22' 30,34'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0536, definido pelas coordenadas E: 735.484,837 m e
N: 7.982.950,843 m com azimute 237° 21' 05,05'' e distância de 3,85 m até o vértice
V-0537, definido pelas coordenadas E: 735.481,598 m e N: 7.982.948,768 m com azimute
181° 02' 40,74'' e distância de 9,44 m até o vértice V-0538, definido pelas coordenadas E:
735.481,426 m e N: 7.982.939,330 m com azimute 185° 37' 29,83'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0539, definido pelas coordenadas E: 735.480,785 m e N: 7.982.932,817 m
com azimute 189° 22' 31,37'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0540, definido pelas
coordenadas E: 735.479,719 m e N: 7.982.926,361 m com azimute 193° 07' 28,41'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0541, definido pelas coordenadas E: 735.478,233 m e
N: 7.982.919,988 m com azimute 196° 52' 31,30'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0542, definido pelas coordenadas E: 735.476,333 m e N: 7.982.913,726 m com azimute
200° 37' 28,20'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0543, definido pelas coordenadas E:
735.474,028 m e N: 7.982.907,602 m com azimute 204° 22' 29,63'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0544, definido pelas coordenadas E: 735.471,327 m e N: 7.982.901,641 m
com azimute 208° 07' 32,30'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0545, definido pelas
coordenadas E: 735.468,243 m e N: 7.982.895,870 m com azimute 211° 52' 28,27'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0546, definido pelas coordenadas E: 735.464,787 m e
N: 7.982.890,313 m com azimute 215° 37' 32,23'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0547, definido pelas coordenadas E: 735.460,975 m e N: 7.982.884,994 m com azimute
219° 22' 27,47'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0548, definido pelas coordenadas E:
735.456,824 m e N: 7.982.879,935 m com azimute 223° 07' 29,87'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0549, definido pelas coordenadas E: 735.452,351 m e N: 7.982.875,159 m
com azimute 226° 52' 30,13'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0550, definido pelas
coordenadas E: 735.447,575 m e N: 7.982.870,686 m com azimute 229° 01' 40,05'' e
distância de 0,96 m até o vértice V-0551, definido pelas coordenadas E: 735.446,847 m e
N: 7.982.870,054 m com azimute 229° 18' 07,21'' e distância de 34,49 m até o vértice
V-0552, definido pelas coordenadas E: 735.420,698 m e N: 7.982.847,564 m com azimute
182° 57' 51,46'' e distância de 2,73 m até o vértice V-0553, definido pelas coordenadas E:
735.420,556 m e N: 7.982.844,835 m com azimute 182° 12' 09,35'' e distância de 0,01 m
até o vértice V-0554, definido pelas coordenadas E: 735.420,556 m e N: 7.982.844,830 m
com azimute 185° 37' 32,96'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0555, definido pelas
coordenadas E: 735.419,915 m e N: 7.982.838,317 m com azimute 189° 22' 28,26'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0556, definido pelas coordenadas E: 735.418,849 m e
N: 7.982.831,861 m com azimute 193° 07' 31,48'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0557, definido pelas coordenadas E: 735.417,363 m e N: 7.982.825,488 m com azimute
196° 52' 27,37'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0558, definido pelas coordenadas E:
735.415,463 m e N: 7.982.819,226 m com azimute 200° 37' 31,15'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0559, definido pelas coordenadas E: 735.413,158 m e N: 7.982.813,102 m
com azimute 204° 07' 45,97'' e distância de 5,69 m até o vértice V-0560, definido pelas
coordenadas E: 735.410,833 m e N: 7.982.807,912 m com azimute 205° 45' 31,67'' e
distância de 101,38 m até o vértice V-0561, definido pelas coordenadas E: 735.366,773 m
e N: 7.982.716,602 m com azimute 206° 00' 43,69'' e distância de 0,86 m até o vértice
V-0562, definido pelas coordenadas E: 735.366,397 m e N: 7.982.715,831 m com azimute
208° 07' 29,52'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0563, definido pelas coordenadas E:
735.363,313 m e N: 7.982.710,060 m com azimute 211° 52' 30,95'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0564, definido pelas coordenadas E: 735.359,857 m e N: 7.982.704,503 m
com azimute 215° 37' 29,66'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0565, definido pelas
coordenadas E: 735.356,045 m e N: 7.982.699,184 m com azimute 219° 22' 29,91'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0566, definido pelas coordenadas E: 735.351,894 m e
N: 7.982.694,125 m com azimute 223° 07' 32,02'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0567, definido pelas coordenadas E: 735.347,421 m e N: 7.982.689,349 m com azimute
226° 52' 27,98'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0568, definido pelas coordenadas E:
735.342,645 m e N: 7.982.684,876 m com azimute 228° 59' 32,03'' e distância de 0,86 m
até o vértice V-0569, definido pelas coordenadas E: 735.341,999 m e N: 7.982.684,314 m
com azimute 183° 02' 02,50'' e distância de 79,14 m até o vértice V-0570, definido pelas
coordenadas E: 735.337,810 m e N: 7.982.605,287 m com azimute 183° 23' 25,53'' e
distância de 1,25 m até o vértice V-0571, definido pelas coordenadas E: 735.337,736 m e
N: 7.982.604,040 m com azimute 185° 37' 32,96'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0572, definido pelas coordenadas E: 735.337,094 m e N: 7.982.597,527 m com azimute
189° 22' 28,26'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0573, definido pelas coordenadas E:
735.336,029 m e N: 7.982.591,071 m com azimute 193° 07' 31,48'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0574, definido pelas coordenadas E: 735.334,543 m e N: 7.982.584,698 m
com azimute 196° 52' 28,28'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0575, definido pelas
coordenadas E: 735.332,643 m e N: 7.982.578,436 m com azimute 200° 37' 31,15'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0576, definido pelas coordenadas E: 735.330,338 m e
N: 7.982.572,312 m com azimute 204° 22' 29,63'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0577, definido pelas coordenadas E: 735.327,637 m e N: 7.982.566,351 m com azimute
208° 07' 29,52'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0578, definido pelas coordenadas E:
735.324,553 m e N: 7.982.560,580 m com azimute 211° 52' 30,95'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0579, definido pelas coordenadas E: 735.321,097 m e N: 7.982.555,023 m
com azimute 215° 37' 29,66'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0580, definido pelas
coordenadas E: 735.317,285 m e N: 7.982.549,704 m com azimute 219° 22' 27,47'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0581, definido pelas coordenadas E: 735.313,134 m e
N: 7.982.544,645 m com azimute 223° 07' 29,87'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0582, definido pelas coordenadas E: 735.308,661 m e N: 7.982.539,869 m com azimute
226° 52' 30,13'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0583, definido pelas coordenadas E:
735.303,885 m e N: 7.982.535,396 m com azimute 230° 37' 32,53'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0584, definido pelas coordenadas E: 735.298,826 m e N: 7.982.531,245 m
com azimute 234° 22' 30,34'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0585, definido pelas
coordenadas E: 735.293,507 m e N: 7.982.527,433 m com azimute 238° 07' 29,05'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0586, definido pelas coordenadas E: 735.287,950 m e
N: 7.982.523,978 m com azimute 241° 52' 30,48'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0587, definido pelas coordenadas E: 735.282,179 m e N: 7.982.520,893 m com azimute
244° 03' 14,07'' e distância de 1,06 m até o vértice V-0588, definido pelas coordenadas E:
735.281,222 m e N: 7.982.520,427 m com azimute 244° 21' 34,38'' e distância de 53,92 m
até o vértice V-0589, definido pelas coordenadas E: 735.232,614 m e N: 7.982.497,096 m
com azimute 234° 24' 17,68'' e distância de 46,94 m até o vértice V-0590, definido pelas
coordenadas E: 735.194,446 m e N: 7.982.469,775 m com azimute 235° 19' 36,85'' e
distância de 3,22 m até o vértice V-0591, definido pelas coordenadas E: 735.191,797 m e
N: 7.982.467,943 m com azimute 238° 07' 29,05'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0592, definido pelas coordenadas E: 735.186,240 m e N: 7.982.464,487 m com azimute
241° 52' 30,48'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0593, definido pelas coordenadas E:
735.180,469 m e N: 7.982.461,403 m com azimute 245° 37' 29,06'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0594, definido pelas coordenadas E: 735.174,509 m e N: 7.982.458,702 m
com azimute 249° 22' 31,80'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0595, definido pelas
coordenadas E: 735.168,384 m e N: 7.982.456,397 m com azimute 253° 07' 29,62'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0596, definido pelas coordenadas E: 735.162,122 m e
N: 7.982.454,497 m com azimute 256° 03' 00,64'' e distância de 3,67 m até o vértice
V-0597, definido pelas coordenadas E: 735.158,564 m e N: 7.982.453,614 m com azimute
257° 06' 02,25'' e distância de 129,82 m até o vértice V-0598, definido pelas coordenadas
E: 735.032,024 m e N: 7.982.424,634 m com azimute 257° 55' 28,44'' e distância de 2,88
m até o vértice V-0599, definido pelas coordenadas E: 735.029,209 m e N: 7.982.424,031
m com azimute 260° 37' 31,74'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0600, definido pelas
coordenadas E: 735.022,753 m e N: 7.982.422,965 m com azimute 264° 22' 30,17'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0601, definido pelas coordenadas E: 735.016,240 m e
N: 7.982.422,324 m com azimute 268° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0602, definido pelas coordenadas E: 735.009,700 m e N: 7.982.422,110 m com azimute
271° 52' 29,77'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0603, definido pelas coordenadas E:
735.003,160 m e N: 7.982.422,324 m com azimute 275° 37' 29,83'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0604, definido pelas coordenadas E: 734.996,647 m e N: 7.982.422,965 m
com azimute 279° 22' 28,26'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0605, definido pelas
coordenadas E: 734.990,191 m e N: 7.982.424,031 m com azimute 283° 07' 31,48'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0606, definido pelas coordenadas E: 734.983,818 m e
N: 7.982.425,517 m com azimute 286° 52' 30,38'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0607, definido pelas coordenadas E: 734.977,556 m e N: 7.982.427,417 m com azimute
290° 37' 28,20'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0608, definido pelas coordenadas E:
734.971,432 m e N: 7.982.429,722 m com azimute 294° 22' 30,94'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0609, definido pelas coordenadas E: 734.965,471 m e N: 7.982.432,423 m
com azimute 298° 07' 29,52'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0610, definido pelas
coordenadas E: 734.959,700 m e N: 7.982.435,507 m com azimute 301° 52' 30,95'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0611, definido pelas coordenadas E: 734.954,143 m e
N: 7.982.438,963 m com azimute 305° 37' 27,83'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0612, definido pelas coordenadas E: 734.948,824 m e N: 7.982.442,775 m com azimute
308° 54' 55,79'' e distância de 4,94 m até o vértice V-0613, definido pelas coordenadas E:
734.944,982 m e N: 7.982.445,876 m com azimute 310° 19' 46,50'' e distância de 14,66 m
até o vértice V-0614, definido pelas coordenadas E: 734.933,803 m e N: 7.982.455,366 m
com azimute 238° 20' 08,25'' e distância de 5,81 m até o vértice V-0615, definido pelas
coordenadas E: 734.928,860 m e N: 7.982.452,318 m com azimute 241° 52' 27,70'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0616, definido pelas coordenadas E: 734.923,089 m e
N: 7.982.449,233 m com azimute 245° 37' 33,24'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0617, definido pelas coordenadas E: 734.917,128 m e N: 7.982.446,532 m com azimute
249° 22' 28,85'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0618, definido pelas coordenadas E:
734.911,004 m e N: 7.982.444,227 m com azimute 253° 07' 28,70'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0619, definido pelas coordenadas E: 734.904,742 m e N: 7.982.442,327 m
com azimute 256° 52' 31,59'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0620, definido pelas
coordenadas E: 734.898,369 m e N: 7.982.440,842 m com azimute 260° 37' 28,63'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0621, definido pelas coordenadas E: 734.891,913 m e
N: 7.982.439,776 m com azimute 264° 22' 30,17'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0622, definido pelas coordenadas E: 734.885,400 m e N: 7.982.439,134 m com azimute
268° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0623, definido pelas coordenadas E:
734.878,860 m e N: 7.982.438,920 m com azimute 271° 52' 29,77'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0624, definido pelas coordenadas E: 734.872,320 m e N: 7.982.439,134 m
com azimute 275° 37' 29,83'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0625, definido pelas
coordenadas E: 734.865,807 m e N: 7.982.439,776 m com azimute 279° 18' 55,54'' e
distância de 6,34 m até o vértice V-0626, definido pelas coordenadas E: 734.859,556 m e
N: 7.982.440,801 m com azimute 281° 07' 50,23'' e distância de 7,80 m até o vértice
V-0627, definido pelas coordenadas E: 734.851,907 m e N: 7.982.442,306 m com azimute
201° 07' 38,82'' e distância de 3,60 m até o vértice V-0628, definido pelas coordenadas E:
734.850,608 m e N: 7.982.438,944 m com azimute 201° 48' 48,28'' e distância de 2,39 m
até o vértice V-0629, definido pelas coordenadas E: 734.849,718 m e N: 7.982.436,722 m
com azimute 204° 22' 29,63'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0630, definido pelas
coordenadas E: 734.847,017 m e N: 7.982.430,761 m com azimute 208° 07' 32,30'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0631, definido pelas coordenadas E: 734.843,933 m e
N: 7.982.424,990 m com azimute 211° 52' 28,27'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0632, definido pelas coordenadas E: 734.840,477 m e N: 7.982.419,433 m com azimute
215° 37' 32,23'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0633, definido pelas coordenadas E:
734.836,665 m e N: 7.982.414,114 m com azimute 219° 22' 27,47'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0634, definido pelas coordenadas E: 734.832,514 m e N: 7.982.409,055 m
com azimute 223° 07' 29,87'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0635, definido pelas
coordenadas E: 734.828,041 m e N: 7.982.404,279 m com azimute 226° 52' 30,13'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0636, definido pelas coordenadas E: 734.823,265 m e
N: 7.982.399,806 m com azimute 230° 37' 32,53'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0637, definido pelas coordenadas E: 734.818,206 m e N: 7.982.395,655 m com azimute
234° 22' 27,77'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0638, definido pelas coordenadas E:
734.812,887 m e N: 7.982.391,843 m com azimute 238° 07' 31,73'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0639, definido pelas coordenadas E: 734.807,330 m e N: 7.982.388,387 m
com azimute 241° 52' 27,70'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0640, definido pelas
coordenadas E: 734.801,559 m e N: 7.982.385,303 m com azimute 245° 37' 30,37'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0641, definido pelas coordenadas E: 734.795,598 m e
N: 7.982.382,602 m com azimute 249° 22' 31,80'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0642, definido pelas coordenadas E: 734.789,474 m e N: 7.982.380,297 m com azimute
253° 07' 28,70'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0643, definido pelas coordenadas E:
734.783,212 m e N: 7.982.378,397 m com azimute 256° 52' 31,59'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0644, definido pelas coordenadas E: 734.776,839 m e N: 7.982.376,911 m
com azimute 260° 37' 28,63'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0645, definido pelas
coordenadas E: 734.770,383 m e N: 7.982.375,845 m com azimute 264° 22' 30,17'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0646, definido pelas coordenadas E: 734.763,870 m e
N: 7.982.375,204 m com azimute 268° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0647, definido pelas coordenadas E: 734.757,330 m e N: 7.982.374,990 m com azimute
271° 52' 29,77'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0648, definido pelas coordenadas E:
734.750,790 m e N: 7.982.375,204 m com azimute 275° 37' 32,96'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0649, definido pelas coordenadas E: 734.744,278 m e N: 7.982.375,846 m
com azimute 279° 22' 28,26'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0650, definido pelas
coordenadas E: 734.737,821 m e N: 7.982.376,911 m com azimute 283° 07' 31,48'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0651, definido pelas coordenadas E: 734.731,448 m e
N: 7.982.378,397 m com azimute 286° 52' 28,28'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0652, definido pelas coordenadas E: 734.725,186 m e N: 7.982.380,297 m com azimute
290° 37' 31,15'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0653, definido pelas coordenadas E:
734.719,062 m e N: 7.982.382,602 m com azimute 293° 40' 15,96'' e distância de 4,09 m
até o vértice V-0654, definido pelas coordenadas E: 734.715,317 m e N: 7.982.384,244 m
com azimute 294° 50' 34,43'' e distância de 54,26 m até o vértice V-0655, definido pelas
coordenadas E: 734.666,080 m e N: 7.982.407,039 m com azimute 164° 46' 49,35'' e
distância de 78,37 m até o vértice V-0656, definido pelas coordenadas E: 734.686,653 m e
N: 7.982.331,422 m com azimute 164° 54' 31,51'' e distância de 0,38 m até o vértice
V-0657, definido pelas coordenadas E: 734.686,753 m e N: 7.982.331,052 m com azimute
166° 52' 28,52'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0658, definido pelas coordenadas E:
734.688,239 m e N: 7.982.324,679 m com azimute 170° 37' 31,74'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0659, definido pelas coordenadas E: 734.689,305 m e N: 7.982.318,223 m
com azimute 174° 22' 30,17'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0660, definido pelas
coordenadas E: 734.689,946 m e N: 7.982.311,710 m com azimute 178° 07' 27,08'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0661, definido pelas coordenadas E: 734.690,160 m e
N: 7.982.305,170 m com azimute 181° 52' 32,92'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0662, definido pelas coordenadas E: 734.689,946 m e N: 7.982.298,630 m com azimute
185° 37' 29,83'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0663, definido pelas coordenadas E:
734.689,305 m e N: 7.982.292,117 m com azimute 189° 22' 28,26'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0664, definido pelas coordenadas E: 734.688,239 m e N: 7.982.285,661 m
com azimute 191° 40' 38,25'' e distância de 1,49 m até o vértice V-0665, definido pelas
coordenadas E: 734.687,937 m e N: 7.982.284,202 m com azimute 192° 06' 12,36'' e
distância de 45,84 m até o vértice V-0666, definido pelas coordenadas E: 734.678,326 m e
N: 7.982.239,383 m com azimute 134° 36' 33,66'' e distância de 16,56 m até o vértice
V-0667, definido pelas coordenadas E: 734.690,117 m e N: 7.982.227,751 m com azimute
134° 48' 14,13'' e distância de 0,68 m até o vértice V-0668, definido pelas coordenadas E:
734.690,601 m e N: 7.982.227,271 m com azimute 136° 52' 30,13'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0669, definido pelas coordenadas E: 734.695,074 m e N: 7.982.222,495 m
com azimute 140° 37' 28,09'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0670, definido pelas
coordenadas E: 734.699,225 m e N: 7.982.217,436 m com azimute 144° 22' 32,17'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0671, definido pelas coordenadas E: 734.703,037 m e
N: 7.982.212,117 m com azimute 148° 07' 29,05'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0672, definido pelas coordenadas E: 734.706,493 m e N: 7.982.206,560 m com azimute
151° 52' 30,48'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0673, definido pelas coordenadas E:
734.709,577 m e N: 7.982.200,789 m com azimute 153° 58' 47,23'' e distância de 0,80 m
até o vértice V-0674, definido pelas coordenadas E: 734.709,930 m e N: 7.982.200,066 m
com azimute 154° 12' 38,85'' e distância de 130,79 m até o vértice V-0675, definido pelas
coordenadas E: 734.766,830 m e N: 7.982.082,306 m com azimute 155° 51' 18,65'' e
distância de 5,74 m até o vértice V-0676, definido pelas coordenadas E: 734.769,178 m e
N: 7.982.077,068 m com azimute 159° 22' 28,85'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0677, definido pelas coordenadas E: 734.771,483 m e N: 7.982.070,944 m com azimute
163° 07' 32,63'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0678, definido pelas coordenadas E:
734.773,383 m e N: 7.982.064,682 m com azimute 166° 52' 28,52'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0679, definido pelas coordenadas E: 734.774,869 m e N: 7.982.058,309 m
com azimute 170° 37' 31,74'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0680, definido pelas
coordenadas E: 734.775,935 m e N: 7.982.051,853 m com azimute 174° 22' 30,17'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0681, definido pelas coordenadas E: 734.776,576 m e
N: 7.982.045,340 m com azimute 178° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0682, definido pelas coordenadas E: 734.776,790 m e N: 7.982.038,800 m com azimute
181° 13' 53,57'' e distância de 4,30 m até o vértice V-0683, definido pelas coordenadas E:
734.776,698 m e N: 7.982.034,502 m com azimute 182° 27' 48,18'' e distância de 64,68 m
até o vértice V-0684, definido pelas coordenadas E: 734.773,918 m e N: 7.981.969,882 m
com azimute 183° 06' 24,47'' e distância de 2,25 m até o vértice V-0685, definido pelas
coordenadas E: 734.773,796 m e N: 7.981.967,640 m com azimute 185° 37' 29,83'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0686, definido pelas coordenadas E: 734.773,155 m e
N: 7.981.961,127 m com azimute 189° 22' 31,37'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0687, definido pelas coordenadas E: 734.772,089 m e N: 7.981.954,671 m com azimute
193° 07' 28,41'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0688, definido pelas coordenadas E:
734.770,603 m e N: 7.981.948,298 m com azimute 196° 52' 31,30'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0689, definido pelas coordenadas E: 734.768,703 m e N: 7.981.942,036 m
com azimute 200° 37' 31,15'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0690, definido pelas
coordenadas E: 734.766,398 m e N: 7.981.935,912 m com azimute 204° 22' 26,76'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0691, definido pelas coordenadas E: 734.763,697 m e
N: 7.981.929,951 m com azimute 208° 07' 32,30'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0692, definido pelas coordenadas E: 734.760,613 m e N: 7.981.924,180 m com azimute
211° 52' 28,27'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0693, definido pelas coordenadas E:
734.757,157 m e N: 7.981.918,623 m com azimute 215° 37' 32,23'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0694, definido pelas coordenadas E: 734.753,345 m e N: 7.981.913,304 m
com azimute 219° 22' 27,47'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0695, definido pelas
coordenadas E: 734.749,194 m e N: 7.981.908,245 m com azimute 223° 07' 29,87'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0696, definido pelas coordenadas E: 734.744,721 m e
N: 7.981.903,469 m com azimute 226° 52' 30,13'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0697, definido pelas coordenadas E: 734.739,945 m e N: 7.981.898,996 m com azimute
230° 37' 32,53'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0698, definido pelas coordenadas E:
734.734,886 m e N: 7.981.894,845 m com azimute 234° 22' 27,77'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0699, definido pelas coordenadas E: 734.729,567 m e N: 7.981.891,033 m
com azimute 238° 07' 31,73'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0700, definido pelas
coordenadas E: 734.724,010 m e N: 7.981.887,577 m com azimute 241° 52' 27,70'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0701, definido pelas coordenadas E: 734.718,239 m e
N: 7.981.884,493 m com azimute 245° 37' 33,24'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0702, definido pelas coordenadas E: 734.712,278 m e N: 7.981.881,792 m com azimute
249° 22' 28,85'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0703, definido pelas coordenadas E:
734.706,154 m e N: 7.981.879,487 m com azimute 253° 07' 28,70'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0704, definido pelas coordenadas E: 734.699,892 m e N: 7.981.877,587 m
com azimute 255° 27' 08,57'' e distância de 1,58 m até o vértice V-0705, definido pelas
coordenadas E: 734.698,366 m e N: 7.981.877,191 m com azimute 255° 54' 11,00'' e
distância de 64,01 m até o vértice V-0706, definido pelas coordenadas E: 734.636,286 m e
N: 7.981.861,602 m com azimute 257° 19' 32,59'' e distância de 4,97 m até o vértice
V-0707, definido pelas coordenadas E: 734.631,439 m e N: 7.981.860,511 m com azimute
260° 37' 31,74'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0708, definido pelas coordenadas E:
734.624,983 m e N: 7.981.859,446 m com azimute 264° 22' 30,17'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0709, definido pelas coordenadas E: 734.618,470 m e N: 7.981.858,804 m
com azimute 268° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0710, definido pelas
coordenadas E: 734.611,930 m e N: 7.981.858,590 m com azimute 271° 52' 29,77'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0711, definido pelas coordenadas E: 734.605,390 m e
N: 7.981.858,804 m com azimute 275° 37' 29,83'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0712, definido pelas coordenadas E: 734.598,877 m e N: 7.981.859,446 m com azimute
279° 22' 28,26'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0713, definido pelas coordenadas E:
734.592,421 m e N: 7.981.860,511 m com azimute 283° 07' 31,48'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0714, definido pelas coordenadas E: 734.586,048 m e N: 7.981.861,997 m
com azimute 286° 52' 27,37'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0715, definido pelas
coordenadas E: 734.579,786 m e N: 7.981.863,897 m com azimute 290° 30' 41,49'' e
distância de 6,15 m até o vértice V-0716, definido pelas coordenadas E: 734.574,030 m e
N: 7.981.866,050 m com azimute 209° 51' 02,53'' e distância de 31,84 m até o vértice
V-0717, definido pelas coordenadas E: 734.558,183 m e N: 7.981.838,436 m com azimute
209° 55' 49,28'' e distância de 0,26 m até o vértice V-0718, definido pelas coordenadas E:
734.558,053 m e N: 7.981.838,210 m com azimute 211° 52' 28,27'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0719, definido pelas coordenadas E: 734.554,597 m e N: 7.981.832,653 m
com azimute 215° 37' 32,23'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0720, definido pelas
coordenadas E: 734.550,785 m e N: 7.981.827,334 m com azimute 219° 22' 27,47'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0721, definido pelas coordenadas E: 734.546,634 m e
N: 7.981.822,275 m com azimute 223° 07' 37,40'' e distância de 1,10 m até o vértice
V-0722, definido pelas coordenadas E: 734.545,880 m e N: 7.981.821,470 m com azimute
223° 07' 28,34'' e distância de 5,44 m até o vértice V-0723, definido pelas coordenadas E:
734.542,161 m e N: 7.981.817,499 m com azimute 226° 52' 30,13'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0724, definido pelas coordenadas E: 734.537,385 m e N: 7.981.813,026 m
com azimute 230° 37' 32,53'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0725, definido pelas
coordenadas E: 734.532,326 m e N: 7.981.808,875 m com azimute 234° 22' 27,77'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0726, definido pelas coordenadas E: 734.527,007 m e
N: 7.981.805,063 m com azimute 238° 07' 31,73'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0727, definido pelas coordenadas E: 734.521,450 m e N: 7.981.801,607 m com azimute
241° 52' 27,70'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0728, definido pelas coordenadas E:
734.515,679 m e N: 7.981.798,523 m com azimute 245° 37' 30,37'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0729, definido pelas coordenadas E: 734.509,718 m e N: 7.981.795,822 m
com azimute 249° 22' 31,80'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0730, definido pelas
coordenadas E: 734.503,594 m e N: 7.981.793,517 m com azimute 253° 07' 28,70'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0731, definido pelas coordenadas E: 734.497,332 m e
N: 7.981.791,617 m com azimute 256° 52' 31,59'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0732, definido pelas coordenadas E: 734.490,959 m e N: 7.981.790,131 m com azimute
260° 37' 28,63'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0733, definido pelas coordenadas E:
734.484,503 m e N: 7.981.789,065 m com azimute 264° 22' 30,17'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0734, definido pelas coordenadas E: 734.477,990 m e N: 7.981.788,424 m
com azimute 268° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0735, definido pelas
coordenadas E: 734.471,450 m e N: 7.981.788,210 m com azimute 271° 31' 55,33'' e
distância de 5,35 m até o vértice V-0736, definido pelas coordenadas E: 734.466,103 m e
N: 7.981.788,353 m com azimute 273° 03' 53,49'' e distância de 32,93 m até o vértice
V-0737, definido pelas coordenadas E: 734.433,221 m e N: 7.981.790,114 m com azimute
273° 03' 54,01'' e distância de 22,06 m até o vértice V-0738, definido pelas coordenadas E:
734.411,193 m e N: 7.981.791,293 m com azimute 273° 24' 32,22'' e distância de 1,20 m
até o vértice V-0739, definido pelas coordenadas E: 734.410,000 m e N: 7.981.791,364 m
com azimute 275° 37' 29,83'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0740, definido pelas
coordenadas E: 734.403,487 m e N: 7.981.792,006 m com azimute 279° 22' 31,37'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0741, definido pelas coordenadas E: 734.397,031 m e
N: 7.981.793,072 m com azimute 282° 44' 59,28'' e distância de 5,24 m até o vértice
V-0742, definido pelas coordenadas E: 734.391,924 m e N: 7.981.794,227 m com azimute
284° 15' 01,59'' e distância de 89,53 m até o vértice V-0743, definido pelas coordenadas E:
734.305,144 m e N: 7.981.816,267 m com azimute 284° 37' 29,08'' e distância de 1,31 m
até o vértice V-0744, definido pelas coordenadas E: 734.303,878 m e N: 7.981.816,597 m
com azimute 286° 52' 30,38'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0745, definido pelas
coordenadas E: 734.297,616 m e N: 7.981.818,497 m com azimute 290° 37' 28,20'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0746, definido pelas coordenadas E: 734.291,492 m e
N: 7.981.820,802 m com azimute 294° 22' 30,94'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0747, definido pelas coordenadas E: 734.285,531 m e N: 7.981.823,503 m com azimute
298° 07' 29,52'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0748, definido pelas coordenadas E:
734.279,760 m e N: 7.981.826,587 m com azimute 301° 52' 30,95'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0749, definido pelas coordenadas E: 734.274,203 m e N: 7.981.830,043 m
com azimute 305° 37' 27,83'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0750, definido pelas
coordenadas E: 734.268,884 m e N: 7.981.833,855 m com azimute 309° 22' 31,91'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0751, definido pelas coordenadas E: 734.263,826 m e
N: 7.981.838,006 m com azimute 313° 07' 29,87'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0752, definido pelas coordenadas E: 734.259,049 m e N: 7.981.842,479 m com azimute
316° 50' 37,22'' e distância de 6,43 m até o vértice V-0753, definido pelas coordenadas E:
734.254,649 m e N: 7.981.847,172 m com azimute 262° 00' 28,32'' e distância de 1,70 m
até o vértice V-0754, definido pelas coordenadas E: 734.252,963 m e N: 7.981.846,935 m
com azimute 264° 22' 30,17'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0755, definido pelas
coordenadas E: 734.246,450 m e N: 7.981.846,294 m com azimute 268° 07' 30,23'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0756, definido pelas coordenadas E: 734.239,910 m e
N: 7.981.846,080 m com azimute 271° 52' 29,77'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0757, definido pelas coordenadas E: 734.233,370 m e N: 7.981.846,294 m com azimute
273° 50' 26,69'' e distância de 0,30 m até o vértice V-0758, definido pelas coordenadas E:
734.233,070 m e N: 7.981.846,314 m com azimute 273° 55' 18,99'' e distância de 88,42 m
até o vértice V-0759, definido pelas coordenadas E: 734.144,853 m e N: 7.981.852,362 m
com azimute 273° 55' 18,72'' e distância de 47,69 m até o vértice V-0760, definido pelas
coordenadas E: 734.097,270 m e N: 7.981.855,624 m com azimute 275° 42' 38,46'' e
distância de 6,24 m até o vértice V-0761, definido pelas coordenadas E: 734.091,057 m e
N: 7.981.856,246 m com azimute 279° 22' 31,37'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0762, definido pelas coordenadas E: 734.084,601 m e N: 7.981.857,312 m com azimute
283° 07' 28,41'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0763, definido pelas coordenadas E:
734.078,228 m e N: 7.981.858,797 m com azimute 286° 52' 31,30'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0764, definido pelas coordenadas E: 734.071,966 m e N: 7.981.860,697 m
com azimute 290° 37' 28,20'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0765, definido pelas
coordenadas E: 734.065,842 m e N: 7.981.863,002 m com azimute 294° 22' 29,63'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0766, definido pelas coordenadas E: 734.059,881 m e
N: 7.981.865,703 m com azimute 298° 07' 32,30'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0767, definido pelas coordenadas E: 734.054,110 m e N: 7.981.868,788 m com azimute
301° 52' 28,27'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0768, definido pelas coordenadas E:
734.048,553 m e N: 7.981.872,243 m com azimute 305° 37' 32,23'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0769, definido pelas coordenadas E: 734.043,234 m e N: 7.981.876,055 m
com azimute 309° 22' 27,47'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0770, definido pelas
coordenadas E: 734.038,175 m e N: 7.981.880,206 m com azimute 313° 07' 29,87'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0771, definido pelas coordenadas E: 734.033,399 m e
N: 7.981.884,679 m com azimute 316° 52' 30,13'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0772, definido pelas coordenadas E: 734.028,926 m e N: 7.981.889,455 m com azimute
319° 31' 32,49'' e distância de 2,71 m até o vértice V-0773, definido pelas coordenadas E:
734.027,169 m e N: 7.981.891,514 m com azimute 320° 18' 02,46'' e distância de 68,35 m
até o vértice V-0774, definido pelas coordenadas E: 733.983,509 m e N: 7.981.944,104 m
com azimute 321° 24' 04,57'' e distância de 3,84 m até o vértice V-0775, definido pelas
coordenadas E: 733.981,115 m e N: 7.981.947,104 m com azimute 324° 22' 30,34'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0776, definido pelas coordenadas E: 733.977,303 m e
N: 7.981.952,423 m com azimute 328° 07' 29,05'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0777, definido pelas coordenadas E: 733.973,848 m e N: 7.981.957,980 m com azimute
331° 52' 30,48'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0778, definido pelas coordenadas E:
733.970,763 m e N: 7.981.963,751 m com azimute 335° 37' 30,37'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0779, definido pelas coordenadas E: 733.968,062 m e N: 7.981.969,712 m
com azimute 339° 03' 42,42'' e distância de 5,45 m até o vértice V-0780, definido pelas
coordenadas E: 733.966,114 m e N: 7.981.974,804 m com azimute 340° 37' 27,25'' e
distância de 21,18 m até o vértice V-0781, definido pelas coordenadas E: 733.959,087 m e
N: 7.981.994,783 m com azimute 340° 37' 26,83'' e distância de 141,74 m até o vértice
V-0782, definido pelas coordenadas E: 733.912,064 m e N: 7.982.128,494 m com azimute
340° 56' 11,17'' e distância de 1,09 m até o vértice V-0783, definido pelas coordenadas E:
733.911,707 m e N: 7.982.129,526 m com azimute 343° 07' 28,70'' e distância de 6,54 m
até o vértice V-0784, definido pelas coordenadas E: 733.909,807 m e N: 7.982.135,788 m
com azimute 346° 52' 31,59'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0785, definido pelas
coordenadas E: 733.908,322 m e N: 7.982.142,161 m com azimute 350° 37' 28,63'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0786, definido pelas coordenadas E: 733.907,256 m e
N: 7.982.148,617 m com azimute 354° 22' 30,17'' e distância de 6,54 m até o vértice
V-0787, definido pelas coordenadas E: 733.906,614 m e N: 7.982.155,130 m com azimute
358° 07' 30,23'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0788, definido pelas coordenadas E:
733.906,400 m e N: 7.982.161,670 m com azimute 1° 52' 29,77'' e distância de 6,54 m até
o vértice V-0789, definido pelas coordenadas E: 733.906,614 m e N: 7.982.168,210 m com
azimute 5° 37' 29,83'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0790, definido pelas
coordenadas E: 733.907,256 m e N: 7.982.174,723 m com azimute 9° 22' 31,37'' e
distância de 6,54 m até o vértice V-0791, definido pelas coordenadas E: 733.908,322 m e
N: 7.982.181,179 m com azimute 13° 07' 28,41'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0792,
definido pelas coordenadas E: 733.909,807 m e N: 7.982.187,552 m com azimute 16° 52'
31,30'' e distância de 6,54 m até o vértice V-0793, definido pelas coordenadas E:
733.911,707 m e N: 7.982.193,814 m com azimute 19° 28' 59,56'' e distância de 2,56 m até
o vértice V-0794, definido pelas coordenadas E: 733.912,561 m e N: 7.982.196,229 m com
azimute 20° 13' 06,10'' e distância de 3,00 m até o vértice V-0795, definido pelas
coordenadas E: 733.913,600 m e N: 7.982.199,048 m com azimute 20° 13' 02,30'' e
distância de 8,43 m até o vértice V-0796, definido pelas coordenadas E: 733.916,513 m e
N: 7.982.206,959 m com azimute 20° 23' 56,88'' e distância de 65,67 m até o vértice
V-0797, definido pelas coordenadas E: 733.939,404 m e N: 7.982.268,514 m com azimute
30° 24' 33,38'' e distância de 24,34 m até o vértice V-0798, definido pelas coordenadas E:
733.951,725 m e N: 7.982.289,506 m com azimute 43° 07' 29,87'' e distância de 19,60 m
até o vértice V-0799, definido pelas coordenadas E: 733.965,125 m e N: 7.982.303,814 m
com azimute 54° 22' 29,77'' e distância de 19,60 m até o vértice V-0800, definido pelas
coordenadas E: 733.981,060 m e N: 7.982.315,233 m com azimute 68° 30' 17,82'' e
distância de 29,58 m até o vértice V-0801, definido pelas coordenadas E: 734.008,582 m e
N: 7.982.326,071 m com azimute 77° 00' 35,45'' e distância de 83,58 m até o vértice
V-0802, definido pelas coordenadas E: 734.090,025 m e N: 7.982.344,859 m com azimute
345° 14' 27,04'' e distância de 43,80 m até o vértice V-0803, definido pelas coordenadas E:
734.078,866 m e N: 7.982.387,217 m com azimute 355° 47' 00,17'' e distância de 23,84 m
até o vértice V-0804, definido pelas coordenadas E: 734.077,112 m e N: 7.982.410,997 m
com azimute 3° 47' 39,53'' e distância de 41,73 m até o vértice V-0805, definido pelas
coordenadas E: 734.079,874 m e N: 7.982.452,640 m com azimute 11° 15' 00,21'' e
distância de 26,11 m até o vértice V-0806, definido pelas coordenadas E: 734.084,967 m e
N: 7.982.478,244 m com azimute 28° 07' 30,11'' e distância de 32,58 m até o vértice
V-0807, definido pelas coordenadas E: 734.100,325 m e N: 7.982.506,976 m com azimute
43° 07' 29,87'' e distância de 19,60 m até o vértice V-0808, definido pelas coordenadas E:
734.113,725 m e N: 7.982.521,284 m com azimute 53° 10' 20,34'' e distância de 16,94 m
até o vértice V-0809, definido pelas coordenadas E: 734.127,283 m e N: 7.982.531,437 m
com azimute 336° 07' 34,91'' e distância de 30,85 m até o vértice V-0810, definido pelas
coordenadas E: 734.114,797 m e N: 7.982.559,648 m com azimute 354° 22' 30,05'' e
distância de 32,58 m até o vértice V-0811, definido pelas coordenadas E: 734.111,604 m e
N: 7.982.592,070 m com azimute 9° 22' 29,88'' e distância de 19,60 m até o vértice V-0812,
definido pelas coordenadas E: 734.114,797 m e N: 7.982.611,412 m com azimute 10° 44'
52,28'' e distância de 11,93 m até o vértice V-0813, definido pelas coordenadas E:
734.117,022 m e N: 7.982.623,132 m com azimute 344° 23' 44,72'' e distância de 24,67 m
até o vértice V-0814, definido pelas coordenadas E: 734.110,386 m e N: 7.982.646,893 m
com azimute 349° 21' 26,91'' e distância de 46,81 m até o vértice V-0815, definido pelas
coordenadas E: 734.101,740 m e N: 7.982.692,902 m com azimute 353° 05' 03,85'' e
distância de 18,50 m até o vértice V-0816, definido pelas coordenadas E: 734.099,513 m e
N: 7.982.711,266 m com azimute 8° 33' 59,92'' e distância de 26,28 m até o vértice V-0817,
definido pelas coordenadas E: 734.103,427 m e N: 7.982.737,252 m com azimute 20° 12'
30,30'' e distância de 52,47 m até o vértice V-0818, definido pelas coordenadas E:
734.121,553 m e N: 7.982.786,495 m com azimute 357° 18' 32,90'' e distância de 59,28 m
até o vértice V-0819, definido pelas coordenadas E: 734.118,770 m e N: 7.982.845,711 m
com azimute 309° 10' 41,64'' e distância de 8,09 m até o vértice V-0820, definido pelas
coordenadas E: 734.112,499 m e N: 7.982.850,822 m com azimute 199° 16' 32,93'' e
distância de 16,45 m até o vértice V-0821, definido pelas coordenadas E: 734.107,068 m e
N: 7.982.835,292 m com azimute 209° 59' 59,87'' e distância de 26,11 m até o vértice
V-0822, definido pelas coordenadas E: 734.094,015 m e N: 7.982.812,684 m com azimute
227° 14' 26,83'' e distância de 7,32 m até o vértice V-0823, definido pelas coordenadas E:
734.088,642 m e N: 7.982.807,715 m com azimute 227° 14' 23,92'' e distância de 26,34 m
até o vértice V-0824, definido pelas coordenadas E: 734.069,303 m e N: 7.982.789,832 m
com azimute 242° 05' 52,33'' e distância de 18,51 m até o vértice V-0825, definido pelas
coordenadas E: 734.052,948 m e N: 7.982.781,172 m com azimute 256° 52' 28,21'' e
distância de 6,41 m até o vértice V-0826, definido pelas coordenadas E: 734.046,701 m e
N: 7.982.779,715 m com azimute 256° 52' 29,92'' e distância de 26,16 m até o vértice
V-0827, definido pelas coordenadas E: 734.021,220 m e N: 7.982.773,774 m com azimute
275° 18' 36,50'' e distância de 31,27 m até o vértice V-0828, definido pelas coordenadas E:
733.990,081 m e N: 7.982.776,668 m com azimute 221° 25' 25,49'' e distância de 25,03 m
até o vértice V-0829, definido pelas coordenadas E: 733.973,522 m e N: 7.982.757,902 m
com azimute 232° 25' 53,01'' e distância de 43,39 m até o vértice V-0830, definido pelas
coordenadas E: 733.939,126 m e N: 7.982.731,443 m com azimute 227° 17' 26,69'' e
distância de 23,40 m até o vértice V-0831, definido pelas coordenadas E: 733.921,928 m e
N: 7.982.715,568 m com azimute 237° 50' 51,66'' e distância de 54,69 m até o vértice
V-0832, definido pelas coordenadas E: 733.875,626 m e N: 7.982.686,464 m com azimute
240° 46' 50,65'' e distância de 89,43 m até o vértice V-0833, definido pelas coordenadas E:
733.797,574 m e N: 7.982.642,808 m com azimute 197° 26' 49,92'' e distância de 48,54 m
até o vértice V-0834, definido pelas coordenadas E: 733.783,021 m e N: 7.982.596,506 m
com azimute 220° 14' 10,81'' e distância de 45,06 m até o vértice V-0835, definido pelas
coordenadas E: 733.753,917 m e N: 7.982.562,110 m com azimute 239° 20' 57,58'' e
distância de 41,52 m até o vértice V-0836, definido pelas coordenadas E: 733.718,198 m e
N: 7.982.540,943 m com azimute 281° 18' 35,66'' e distância de 40,47 m até o vértice
V-0837, definido pelas coordenadas E: 733.678,511 m e N: 7.982.548,881 m com azimute
327° 39' 09,13'' e distância de 46,98 m até o vértice V-0838, definido pelas coordenadas E:
733.653,375 m e N: 7.982.588,568 m com azimute 339° 40' 36,63'' e distância de 38,09 m
até o vértice V-0839, definido pelas coordenadas E: 733.640,146 m e N: 7.982.624,287 m
com azimute 348° 57' 32,82'' e distância de 55,26 m até o vértice V-0840, definido pelas
coordenadas E: 733.629,563 m e N: 7.982.678,527 m com azimute 330° 45' 03,44'' e
distância de 10,07 m até o vértice V-0841, definido pelas coordenadas E: 733.624,640 m e
N: 7.982.687,317 m com azimute 329° 26' 57,43'' e distância de 31,73 m até o vértice
V-0842, definido pelas coordenadas E: 733.608,513 m e N: 7.982.714,641 m com azimute
325° 45' 55,23'' e distância de 32,99 m até o vértice V-0843, definido pelas coordenadas E:
733.589,951 m e N: 7.982.741,918 m com azimute 264° 17' 22,01'' e distância de 27,50 m
até o vértice V-0844, definido pelas coordenadas E: 733.562,587 m e N: 7.982.739,182 m
com azimute 249° 26' 38,11'' e distância de 56,52 m até o vértice V-0845, definido pelas
coordenadas E: 733.509,670 m e N: 7.982.719,338 m com azimute 278° 07' 48,37'' e
distância de 116,93 m até o vértice V-0846, definido pelas coordenadas E: 733.393,914 m
e N: 7.982.735,874 m com azimute 311° 59' 13,96'' e distância de 44,50 m até o vértice
V-0847, definido pelas coordenadas E: 733.360,841 m e N: 7.982.765,640 m com azimute
311° 59' 14,28'' e distância de 44,50 m até o vértice V-0848, definido pelas coordenadas E:
733.327,769 m e N: 7.982.795,406 m com azimute 302° 28' 15,89'' e distância de 43,12 m
até o vértice V-0849, definido pelas coordenadas E: 733.291,388 m e N: 7.982.818,557 m
com azimute 318° 00' 46,04'' e distância de 44,50 m até o vértice V-0850, definido pelas
coordenadas E: 733.261,623 m e N: 7.982.851,630 m com azimute 336° 02' 15,04'' e
distância de 65,15 m até o vértice V-0851, definido pelas coordenadas E: 733.235,164 m e
N: 7.982.911,161 m com azimute 336° 02' 15,04'' e distância de 97,72 m até o vértice
V-0852, definido pelas coordenadas E: 733.195,477 m e N: 7.983.000,458 m com azimute
239° 02' 10,20'' e distância de 38,57 m até o vértice V-0853, definido pelas coordenadas E:
733.162,404 m e N: 7.982.980,615 m com azimute 253° 36' 37,65'' e distância de 58,61 m
até o vértice V-0854, definido pelas coordenadas E: 733.106,180 m e N: 7.982.964,078 m
com azimute 277° 07' 30,06'' e distância de 53,33 m até o vértice V-0855, definido pelas
coordenadas E: 733.053,263 m e N: 7.982.970,693 m com azimute 250° 01' 00,82'' e
distância de 38,71 m até o vértice V-0856, definido pelas coordenadas E: 733.016,882 m e
N: 7.982.957,463 m com azimute 201° 48' 05,07'' e distância de 17,81 m até o vértice
V-0857, definido pelas coordenadas E: 733.010,268 m e N: 7.982.940,927 m com azimute
163° 18' 02,72'' e distância de 34,53 m até o vértice V-0858, definido pelas coordenadas E:
733.020,190 m e N: 7.982.907,854 m com azimute 180° e distância de 29,77 m até o
vértice V-0859, definido pelas coordenadas E: 733.020,190 m e N: 7.982.878,088 m com
azimute 230° 42' 38,14'' e distância de 47,01 m até o vértice V-0860, definido pelas
coordenadas E: 732.983,809 m e N: 7.982.848,323 m com azimute 241° 23' 22,11'' e
distância de 41,44 m até o vértice V-0861, definido pelas coordenadas E: 732.947,429 m e
N: 7.982.828,479 m com azimute 286° 41' 57,28'' e distância de 34,53 m até o vértice
V-0862, definido pelas coordenadas E: 732.914,356 m e N: 7.982.838,401 m com azimute
311° 38' 00,74'' e distância de 39,83 m até o vértice V-0863, definido pelas coordenadas E:
732.884,591 m e N: 7.982.864,859 m com azimute 345° 15' 23,17'' e distância de 64,98 m
até o vértice V-0864, definido pelas coordenadas E: 732.868,054 m e N: 7.982.927,698 m
com azimute 344° 03' 16,57'' e distância de 24,08 m até o vértice V-0865, definido pelas
coordenadas E: 732.861,439 m e N: 7.982.950,849 m com azimute 261° 15' 13,82'' e
distância de 43,50 m até o vértice V-0866, definido pelas coordenadas E: 732.818,445 m e
N: 7.982.944,234 m com azimute 231° 50' 33,77'' e distância de 58,88 m até o vértice
V-0867, definido pelas coordenadas E: 732.772,142 m e N: 7.982.907,854 m com azimute
248° 11' 54,93'' e distância de 17,81 m até o vértice V-0868, definido pelas coordenadas E:
732.755,606 m e N: 7.982.901,239 m com azimute 315° 00' 00,00'' e distância de 32,74 m
até o vértice V-0869, definido pelas coordenadas E: 732.732,455 m e N: 7.982.924,390 m
com azimute 323° 44' 46,18'' e distância de 61,52 m até o vértice V-0870, definido pelas
coordenadas E: 732.696,075 m e N: 7.982.974,000 m com azimute 341° 33' 54,18'' e
distância de 31,38 m até o vértice V-0871, definido pelas coordenadas E: 732.686,153 m e
N: 7.983.003,766 m com azimute 265° 14' 10,89'' e distância de 39,83 m até o vértice
V-0872, definido pelas coordenadas E: 732.646,465 m e N: 7.983.000,458 m com azimute
248° 11' 54,93'' e distância de 35,62 m até o vértice V-0873, definido pelas coordenadas E:
732.613,392 m e N: 7.982.987,229 m com azimute 235° 18' 17,22'' e distância de 52,29 m
até o vértice V-0874, definido pelas coordenadas E: 732.570,397 m e N: 7.982.957,463 m
com azimute 265° 54' 51,78'' e distância de 46,42 m até o vértice V-0875, definido pelas
coordenadas E: 732.524,095 m e N: 7.982.954,156 m com azimute 254° 03' 16,57'' e
distância de 24,08 m até o vértice V-0876, definido pelas coordenadas E: 732.500,944 m e
N: 7.982.947,542 m com azimute 193° 14' 25,87'' e distância de 57,76 m até o vértice
V-0877, definido pelas coordenadas E: 732.487,715 m e N: 7.982.891,317 m com azimute
241° 33' 25,46'' e distância de 90,27 m até o vértice V-0878, definido pelas coordenadas E:
732.408,340 m e N: 7.982.848,323 m com azimute 244° 26' 24,20'' e distância de 21,24 m
até o vértice V-0879, definido pelas coordenadas E: 732.389,179 m e N: 7.982.839,159 m
com azimute 244° 26' 24,25'' e distância de 63,08 m até o vértice V-0880, definido pelas
coordenadas E: 732.332,272 m e N: 7.982.811,942 m com azimute 257° 00' 19,38'' e
distância de 44,12 m até o vértice V-0881, definido pelas coordenadas E: 732.289,277 m e
N: 7.982.802,020 m com azimute 304° 59' 30,85'' e distância de 40,37 m até o vértice
V-0882, definido pelas coordenadas E: 732.256,204 m e N: 7.982.825,171 m com azimute
249° 26' 38,45'' e distância de 56,52 m até o vértice V-0883, definido pelas coordenadas E:
732.203,287 m e N: 7.982.805,328 m com azimute 253° 18' 02,72'' e distância de 34,53 m
até o vértice V-0884, definido pelas coordenadas E: 732.170,214 m e N: 7.982.795,406 m
com azimute 236° 18' 35,76'' e distância de 83,47 m até o vértice V-0885, definido pelas
coordenadas E: 732.100,761 m e N: 7.982.749,104 m com azimute 247° 22' 48,49'' e
distância de 42,99 m até o vértice V-0886, definido pelas coordenadas E: 732.061,073 m e
N: 7.982.732,567 m com azimute 318° 21' 59,26'' e distância de 39,83 m até o vértice
V-0887, definido pelas coordenadas E: 732.034,615 m e N: 7.982.762,333 m com azimute
337° 37' 11,61'' e distância de 121,61 m até o vértice V-0888, definido pelas coordenadas
E: 731.988,313 m e N: 7.982.874,781 m com azimute 20° 33' 21,76'' e distância de 56,52
m até o vértice V-0889, definido pelas coordenadas E: 732.008,157 m e N: 7.982.927,698
m com azimute 14° 44' 36,79'' e distância de 55,89 m até o vértice V-0890, definido pelas
coordenadas E: 732.022,381 m e N: 7.982.981,752 m com azimute 14° 44' 34,86'' e
distância de 9,08 m até o vértice V-0891, definido pelas coordenadas E: 732.024,693 m e
N: 7.982.990,536 m com azimute 15° 56' 43,50'' e distância de 72,23 m até o vértice
V-0892, definido pelas coordenadas E: 732.044,537 m e N: 7.983.059,990 m com azimute
17° 06' 09,82'' e distância de 89,97 m até o vértice V-0893, definido pelas coordenadas E:
732.070,995 m e N: 7.983.145,979 m com azimute 57° 15' 53,19'' e distância de 55,04 m
até o vértice V-0894, definido pelas coordenadas E: 732.117,297 m e N: 7.983.175,745 m
com azimute 36° 23' 03,82'' e distância de 78,06 m até o vértice V-0895, definido pelas
coordenadas E: 732.163,600 m e N: 7.983.238,584 m com azimute 50° 11' 39,77'' e
distância de 77,49 m até o vértice V-0896, definido pelas coordenadas E: 732.223,131 m e
N: 7.983.288,193 m com azimute 341° 33' 54,18'' e distância de 31,38 m até o vértice
V-0897, definido pelas coordenadas E: 732.213,209 m e N: 7.983.317,959 m com azimute
305° 32' 16,06'' e distância de 28,45 m até o vértice V-0898, definido pelas coordenadas E:
732.190,058 m e N: 7.983.334,495 m com azimute 270° e distância de 66,15 m até o
vértice V-0899, definido pelas coordenadas E: 732.123,912 m e N: 7.983.334,495 m com
azimute 252° 28' 27,95'' e distância de 65,90 m até o vértice V-0900, definido pelas
coordenadas E: 732.061,073 m e N: 7.983.314,652 m com azimute 273° 34' 34,83'' e
distância de 53,02 m até o vértice V-0901, definido pelas coordenadas E: 732.008,157 m e
N: 7.983.317,959 m com azimute 302° 28' 16,29'' e distância de 43,12 m até o vértice
V-0902, definido pelas coordenadas E: 731.971,776 m e N: 7.983.341,110 m com azimute
328° 23' 32,99'' e distância de 50,48 m até o vértice V-0903, definido pelas coordenadas E:
731.945,318 m e N: 7.983.384,105 m com azimute 342° 53' 50,04'' e distância de 44,98 m
até o vértice V-0904, definido pelas coordenadas E: 731.932,089 m e N: 7.983.427,100 m
com azimute 334° 39' 13,54'' e distância de 50,92 m até o vértice V-0905, definido pelas
coordenadas E: 731.910,292 m e N: 7.983.473,114 m com azimute 334° 39' 14,40'' e
distância de 18,62 m até o vértice V-0906, definido pelas coordenadas E: 731.902,323 m e
N: 7.983.489,938 m com azimute 355° 36' 04,66'' e distância de 43,12 m até o vértice
V-0907, definido pelas coordenadas E: 731.899,016 m e N: 7.983.532,933 m com azimute
47° 43' 36,38'' e distância de 7,50 m até o vértice V-0908, definido pelas coordenadas E:
731.904,569 m e N: 7.983.537,981 m com azimute 47° 43' 34,42'' e distância de 41,66 m
até o vértice V-0909, definido pelas coordenadas E: 731.935,396 m e N: 7.983.566,006 m
com azimute 53° 58' 21,83'' e distância de 44,98 m até o vértice V-0910, definido pelas
coordenadas E: 731.971,776 m e N: 7.983.592,465 m com azimute 69° 26' 38,11'' e
distância de 56,52 m até o vértice V-0911, definido pelas coordenadas E: 732.024,693 m e
N: 7.983.612,308 m com azimute 8° 07' 48,37'' e distância de 23,39 m até o vértice V-0912,
definido pelas coordenadas E: 732.028,000 m e N: 7.983.635,460 m com azimute 0° e
distância de 16,54 m até o vértice V-0913, definido pelas coordenadas E: 732.028,000 m e
N: 7.983.651,996 m com azimute 296° 33' 54,39'' e distância de 44,37 m até o vértice
V-0914, definido pelas coordenadas E: 731.988,313 m e N: 7.983.671,840 m com azimute
289° 58' 59,18'' e distância de 38,71 m até o vértice V-0915, definido pelas coordenadas E:
731.951,932 m e N: 7.983.685,069 m com azimute 286° 41' 57,28'' e distância de 34,53 m
até o vértice V-0916, definido pelas coordenadas E: 731.918,859 m e N: 7.983.694,991 m
com azimute 309° 48' 20,06'' e distância de 25,83 m até o vértice V-0917, definido pelas
coordenadas E: 731.899,016 m e N: 7.983.711,527 m com azimute 7° 07' 30,06'' e
distância de 26,66 m até o vértice V-0918, definido pelas coordenadas E: 731.902,323 m e
N: 7.983.737,986 m com azimute 44° 59' 60,00'' e distância de 23,39 m até o vértice
V-0919, definido pelas coordenadas E: 731.918,859 m e N: 7.983.754,522 m com azimute
81° 15' 13,82'' e distância de 43,50 m até o vértice V-0920, definido pelas coordenadas E:
731.961,854 m e N: 7.983.761,137 m com azimute 38° 39' 35,31'' e distância de 21,18 m
até o vértice V-0921, definido pelas coordenadas E: 731.975,084 m e N: 7.983.777,673 m
com azimute 296° 33' 53,77'' e distância de 44,37 m até o vértice V-0922, definido pelas
coordenadas E: 731.935,396 m e N: 7.983.797,517 m com azimute 315° 00' 00,00'' e
distância de 42,10 m até o vértice V-0923, definido pelas coordenadas E: 731.905,630 m e
N: 7.983.827,283 m com azimute 344° 03' 16,57'' e distância de 24,08 m até o vértice
V-0924, definido pelas coordenadas E: 731.899,016 m e N: 7.983.850,434 m com azimute
39° 48' 20,06'' e distância de 25,83 m até o vértice V-0925, definido pelas coordenadas E:
731.915,552 m e N: 7.983.870,278 m com azimute 352° 52' 29,94'' e distância de 26,66 m
até o vértice V-0926, definido pelas coordenadas E: 731.912,245 m e N: 7.983.896,736 m
com azimute 326° 18' 35,76'' e distância de 23,85 m até o vértice V-0927, definido pelas
coordenadas E: 731.899,016 m e N: 7.983.916,580 m com azimute 326° 18' 35,76'' e
distância de 35,77 m até o vértice V-0928, definido pelas coordenadas E: 731.879,172 m e
N: 7.983.946,346 m com azimute 344° 44' 41,43'' e distância de 37,71 m até o vértice
V-0929, definido pelas coordenadas E: 731.869,250 m e N: 7.983.982,726 m com azimute
41° 38' 00,74'' e distância de 39,83 m até o vértice V-0930, definido pelas coordenadas E:
731.895,708 m e N: 7.984.012,492 m com azimute 90° e distância de 19,84 m até o vértice
V-0931, definido pelas coordenadas E: 731.915,552 m e N: 7.984.012,492 m com azimute
90° e distância de 33,07 m até o vértice V-0932, definido pelas coordenadas E:
731.948,625 m e N: 7.984.012,492 m com azimute 26° 33' 54,18'' e distância de 22,19 m
até o vértice V-0933, definido pelas coordenadas E: 731.958,547 m e N: 7.984.032,335 m
com azimute 68° 11' 54,93'' e distância de 35,62 m até o vértice V-0934, definido pelas
coordenadas E: 731.991,620 m e N: 7.984.045,565 m com azimute 93° 21' 59,28'' e
distância de 56,32 m até o vértice V-0935, definido pelas coordenadas E: 732.047,844 m e
N: 7.984.042,257 m com azimute 53° 07' 48,37'' e distância de 33,07 m até o vértice
V-0936, definido pelas coordenadas E: 732.074,302 m e N: 7.984.062,101 m com azimute
19° 58' 59,18'' e distância de 38,71 m até o vértice V-0937, definido pelas coordenadas E:
732.087,532 m e N: 7.984.098,481 m com azimute 321° 20' 24,69'' e distância de 63,53 m
até o vértice V-0938, definido pelas coordenadas E: 732.047,844 m e N: 7.984.148,091 m
com azimute 295° 01' 00,63'' e distância de 54,75 m até o vértice V-0939, definido pelas
coordenadas E: 731.998,235 m e N: 7.984.171,242 m com azimute 299° 03' 16,57'' e
distância de 68,10 m até o vértice V-0940, definido pelas coordenadas E: 731.938,703 m e
N: 7.984.204,315 m com azimute 301° 36' 27,01'' e distância de 50,48 m até o vértice
V-0941, definido pelas coordenadas E: 731.895,708 m e N: 7.984.230,773 m com azimute
345° 57' 59,67'' e distância de 0,99 m até o vértice V-0942, definido pelas coordenadas E:
731.895,469 m e N: 7.984.231,730 m com azimute 345° 57' 49,27'' e distância de 39,92 m
até o vértice V-0943, definido pelas coordenadas E: 731.885,786 m e N: 7.984.270,461 m
com azimute 26° 33' 54,18'' e distância de 14,79 m até o vértice V-0944, definido pelas
coordenadas E: 731.892,401 m e N: 7.984.283,690 m com azimute 24° 26' 38,24'' e
distância de 39,96 m até o vértice V-0945, definido pelas coordenadas E: 731.908,938 m e
N: 7.984.320,070 m com azimute 50° 11' 39,94'' e distância de 25,83 m até o vértice
V-0946, definido pelas coordenadas E: 731.928,781 m e N: 7.984.336,607 m com azimute
66° 02' 15,14'' e distância de 20,78 m até o vértice V-0947, definido pelas coordenadas E:
731.947,768 m e N: 7.984.345,046 m com azimute 66° 02' 14,86'' e distância de 11,80 m
até o vértice V-0948, definido pelas coordenadas E: 731.958,547 m e N: 7.984.349,836 m
com azimute 45° 00' 00,52'' e distância de 28,06 m até o vértice V-0949, definido pelas
coordenadas E: 731.978,391 m e N: 7.984.369,680 m com azimute 63° 26' 05,82'' e
distância de 36,98 m até o vértice V-0950, definido pelas coordenadas E: 732.011,464 m e
N: 7.984.386,216 m com azimute 39° 48' 19,44'' e distância de 25,83 m até o vértice
V-0951, definido pelas coordenadas E: 732.028,000 m e N: 7.984.406,060 m com azimute
74° 03' 16,57'' e distância de 24,08 m até o vértice V-0952, definido pelas coordenadas E:
732.051,151 m e N: 7.984.412,675 m com azimute 101° 18' 35,76'' e distância de 16,86 m
até o vértice V-0953, definido pelas coordenadas E: 732.067,688 m e N: 7.984.409,367 m
com azimute 101° 18' 35,76'' e distância de 33,73 m até o vértice V-0954, definido pelas
coordenadas E: 732.100,761 m e N: 7.984.402,753 m com azimute 90° e distância de
42,99 m até o vértice V-0955, definido pelas coordenadas E: 732.143,756 m e N:
7.984.402,753 m com azimute 56° 18' 35,76'' e distância de 47,70 m até o vértice V-0956,
definido pelas coordenadas E: 732.183,443 m e N: 7.984.429,211 m com azimute 5° 11'
39,94'' e distância de 36,53 m até o vértice V-0957, definido pelas coordenadas E:
732.186,751 m e N: 7.984.465,591 m com azimute 30° 15' 22,79'' e distância de 45,95 m
até o vértice V-0958, definido pelas coordenadas E: 732.209,902 m e N: 7.984.505,279 m
com azimute 51° 31' 59,48'' e distância de 58,30 m até o vértice V-0959, definido pelas
coordenadas E: 732.255,551 m e N: 7.984.541,547 m com azimute 125° 14' 49,53'' e
distância de 17,00 m até o vértice V-0960, definido pelas coordenadas E: 732.269,433 m e
N: 7.984.531,737 m com azimute 111° 48' 05,07'' e distância de 71,24 m até o vértice
V-0961, definido pelas coordenadas E: 732.335,579 m e N: 7.984.505,279 m com azimute
111° 48' 05,07'' e distância de 35,62 m até o vértice V-0962, definido pelas coordenadas E:
732.368,652 m e N: 7.984.492,050 m com azimute 93° 10' 47,41'' e distância de 59,62 m
até o vértice V-0963, definido pelas coordenadas E: 732.428,183 m e N: 7.984.488,743 m
com azimute 109° 26' 24,13'' e distância de 59,62 m até o vértice V-0964, definido pelas
coordenadas E: 732.484,407 m e N: 7.984.468,899 m com azimute 74° 03' 16,57'' e
distância de 48,16 m até o vértice V-0965, definido pelas coordenadas E: 732.530,710 m e
N: 7.984.482,128 m com azimute 38° 39' 35,31'' e distância de 42,35 m até o vértice
V-0966, definido pelas coordenadas E: 732.557,168 m e N: 7.984.515,201 m com azimute
26° 33' 54,34'' e distância de 59,16 m até o vértice V-0967, definido pelas coordenadas E:
732.583,626 m e N: 7.984.568,118 m com azimute 42° 16' 24,97'' e distância de 49,17 m
até o vértice V-0968, definido pelas coordenadas E: 732.616,699 m e N: 7.984.604,498 m
com azimute 57° 59' 40,62'' e distância de 31,20 m até o vértice V-0969, definido pelas
coordenadas E: 732.643,158 m e N: 7.984.621,034 m com azimute 81° 15' 13,82'' e
distância de 43,50 m até o vértice V-0970, definido pelas coordenadas E: 732.686,153 m e
N: 7.984.627,649 m com azimute 97° 07' 30,06'' e distância de 53,33 m até o vértice
V-0971, definido pelas coordenadas E: 732.739,069 m e N: 7.984.621,034 m com azimute
109° 39' 13,91'' e distância de 49,17 m até o vértice V-0972, definido pelas coordenadas E:
732.785,372 m e N: 7.984.604,498 m com azimute 94° 05' 08,22'' e distância de 46,42 m
até o vértice V-0973, definido pelas coordenadas E: 732.831,674 m e N: 7.984.601,191 m
com azimute 84° 48' 20,06'' e distância de 36,53 m até o vértice V-0974, definido pelas
coordenadas E: 732.868,054 m e N: 7.984.604,498 m com azimute 19° 58' 59,18'' e
distância de 38,71 m até o vértice V-0975, definido pelas coordenadas E: 732.881,283 m e
N: 7.984.640,878 m com azimute 0° e distância de 33,07 m até o vértice V-0976, definido
pelas coordenadas E: 732.881,283 m e N: 7.984.673,951 m com azimute 351° 15' 13,82'' e
distância de 43,50 m até o vértice V-0977, definido pelas coordenadas E: 732.874,669 m e
N: 7.984.716,946 m com azimute 305° 32' 15,35'' e distância de 56,90 m até o vértice
V-0978, definido pelas coordenadas E: 732.828,366 m e N: 7.984.750,019 m com azimute
317° 12' 43,70'' e distância de 54,53 m até o vértice V-0979, definido pelas coordenadas E:
732.791,325 m e N: 7.984.790,037 m com azimute 309° 48' 19,37'' e distância de 31,00 m
até o vértice V-0980, definido pelas coordenadas E: 732.767,512 m e N: 7.984.809,881 m
com azimute 293° 11' 55,11'' e distância de 30,23 m até o vértice V-0981, definido pelas
coordenadas E: 732.739,731 m e N: 7.984.821,787 m com azimute 319° 23' 55,52'' e
distância de 36,59 m até o vértice V-0982, definido pelas coordenadas E: 732.715,918 m e
N: 7.984.849,569 m com azimute 354° 17' 21,66'' e distância de 39,89 m até o vértice
V-0983, definido pelas coordenadas E: 732.711,950 m e N: 7.984.889,256 m com azimute
8° 44' 46,09'' e distância de 52,20 m até o vértice V-0984, definido pelas coordenadas E:
732.719,887 m e N: 7.984.940,850 m com azimute 26° 33' 54,36'' e distância de 53,25 m
até o vértice V-0985, definido pelas coordenadas E: 732.743,700 m e N: 7.984.988,475 m
com azimute 324° 27' 44,29'' e distância de 34,14 m até o vértice V-0986, definido pelas
coordenadas E: 732.723,856 m e N: 7.985.016,257 m com azimute 263° 39' 35,06'' e
distância de 35,94 m até o vértice V-0987, definido pelas coordenadas E: 732.688,137 m e
N: 7.985.012,288 m com azimute 221° 59' 13,85'' e distância de 53,39 m até o vértice
V-0988, definido pelas coordenadas E: 732.652,418 m e N: 7.984.972,600 m com azimute
221° 11' 09,71'' e distância de 46,47 m até o vértice V-0989, definido pelas coordenadas E:
732.621,815 m e N: 7.984.937,626 m com azimute 221° 11' 09,33'' e distância de 37,90 m
até o vértice V-0990, definido pelas coordenadas E: 732.596,856 m e N: 7.984.909,100 m
com azimute 236° 18' 35,69'' e distância de 85,86 m até o vértice V-0991, definido pelas
coordenadas E: 732.525,418 m e N: 7.984.861,475 m com azimute 254° 28' 33,14'' e
distância de 74,14 m até o vértice V-0992, definido pelas coordenadas E: 732.453,980 m e
N: 7.984.841,631 m com azimute 314° 59' 59,71'' e distância de 50,51 m até o vértice
V-0993, definido pelas coordenadas E: 732.418,261 m e N: 7.984.877,350 m com azimute
336° 22' 14,34'' e distância de 69,31 m até o vértice V-0994, definido pelas coordenadas E:
732.390,480 m e N: 7.984.940,850 m com azimute 333° 26' 05,82'' e distância de 79,87 m
até o vértice V-0995, definido pelas coordenadas E: 732.354,761 m e N: 7.985.012,288 m
com azimute 341° 33' 54,18'' e distância de 52,25 m até o vértice V-0996, definido pelas
coordenadas E: 732.338,238 m e N: 7.985.061,859 m com azimute 341° 33' 54,47'' e
distância de 23,05 m até o vértice V-0997, definido pelas coordenadas E: 732.330,949 m e
N: 7.985.083,725 m com azimute 315° 39' 47,70'' e distância de 71,99 m até o vértice
V-0998, definido pelas coordenadas E: 732.280,637 m e N: 7.985.135,216 m com azimute
345° 45' 11,41'' e distância de 69,72 m até o vértice V-0999, definido pelas coordenadas E:
732.263,480 m e N: 7.985.202,788 m com azimute 355° 14' 10,71'' e distância de 47,79 m
até o vértice V-1000, definido pelas coordenadas E: 732.259,511 m e N: 7.985.250,413 m
com azimute 9° 27' 44,45'' e distância de 72,42 m até o vértice V-1001, definido pelas
coordenadas E: 732.271,417 m e N: 7.985.321,851 m com azimute 75° 57' 49,42'' e
distância de 49,09 m até o vértice V-1002, definido pelas coordenadas E: 732.319,043 m e
N: 7.985.333,757 m com azimute 75° 57' 49,68'' e distância de 32,73 m até o vértice
V-1003, definido pelas coordenadas E: 732.350,793 m e N: 7.985.341,695 m com azimute
20° 33' 21,26'' e distância de 33,91 m até o vértice V-1004, definido pelas coordenadas E:
732.362,699 m e N: 7.985.373,445 m com azimute 12° 05' 41,23'' e distância de 56,82 m
até o vértice V-1005, definido pelas coordenadas E: 732.374,605 m e N: 7.985.429,007 m
com azimute 326° 18' 35,89'' e distância de 42,93 m até o vértice V-1006, definido pelas
coordenadas E: 732.350,793 m e N: 7.985.464,726 m com azimute 11° 18' 35,66'' e
distância de 40,47 m até o vértice V-1007, definido pelas coordenadas E: 732.358,730 m e
N: 7.985.504,414 m com azimute 48° 48' 50,49'' e distância de 42,19 m até o vértice
V-1008, definido pelas coordenadas E: 732.390,480 m e N: 7.985.532,195 m com azimute
63° 26' 05,82'' e distância de 71,00 m até o vértice V-1009, definido pelas coordenadas E:
732.453,980 m e N: 7.985.563,945 m com azimute 11° 18' 35,36'' e distância de 20,24 m
até o vértice V-1010, definido pelas coordenadas E: 732.457,949 m e N: 7.985.583,789 m
com azimute 324° 27' 44,29'' e distância de 34,14 m até o vértice V-1011, definido pelas
coordenadas E: 732.438,105 m e N: 7.985.611,570 m com azimute 38° 39' 35,37'' e
distância de 50,82 m até o vértice V-1012, definido pelas coordenadas E: 732.469,855 m e
N: 7.985.651,258 m com azimute 62° 06' 09,89'' e distância de 76,34 m até o vértice
V-1013, definido pelas coordenadas E: 732.537,324 m e N: 7.985.686,977 m com azimute
72° 28' 27,82'' e distância de 79,08 m até o vértice V-1014, definido pelas coordenadas E:
732.612,731 m e N: 7.985.710,789 m com azimute 18° 26' 05,82'' e distância de 25,10 m
até o vértice V-1015, definido pelas coordenadas E: 732.620,668 m e N: 7.985.734,602 m
com azimute 276° 20' 24,94'' e distância de 35,94 m até o vértice V-1016, definido pelas
coordenadas E: 732.584,949 m e N: 7.985.738,571 m com azimute 309° 48' 19,89'' e
distância de 31,00 m até o vértice V-1017, definido pelas coordenadas E: 732.561,137 m e
N: 7.985.758,414 m com azimute 35° 32' 15,71'' e distância de 34,14 m até o vértice
V-1018, definido pelas coordenadas E: 732.580,981 m e N: 7.985.786,196 m com azimute
39° 17' 21,89'' e distância de 56,41 m até o vértice V-1019, definido pelas coordenadas E:
732.616,699 m e N: 7.985.829,852 m com azimute 45° 00' 00,00'' e distância de 28,06 m
até o vértice V-1020, definido pelas coordenadas E: 732.636,543 m e N: 7.985.849,696 m
com azimute 327° 59' 40,68'' e distância de 37,44 m até o vértice V-1021, definido pelas
coordenadas E: 732.616,699 m e N: 7.985.881,446 m com azimute 344° 03' 16,67'' e
distância de 57,79 m até o vértice V-1022, definido pelas coordenadas E: 732.600,824 m e
N: 7.985.937,008 m com azimute 48° 21' 59,08'' e distância de 47,79 m até o vértice
V-1023, definido pelas coordenadas E: 732.636,543 m e N: 7.985.968,759 m com azimute
104° 55' 53,30'' e distância de 61,61 m até o vértice V-1024, definido pelas coordenadas E:
732.696,075 m e N: 7.985.952,883 m com azimute 77° 00' 19,23'' e distância de 52,95 m
até o vértice V-1025, definido pelas coordenadas E: 732.747,668 m e N: 7.985.964,790 m
com azimute 90° e distância de 25,45 m até o vértice V-1026, definido pelas coordenadas
E: 732.773,118 m e N: 7.985.964,790 m com azimute 90° e distância de 26,14 m até o
vértice V-1027, definido pelas coordenadas E: 732.799,262 m e N: 7.985.964,790 m com
azimute 5° 42' 38,34'' e distância de 39,89 m até o vértice V-1028, definido pelas
coordenadas E: 732.803,231 m e N: 7.986.004,477 m com azimute 12° 59' 40,74'' e
distância de 25,48 m até o vértice V-1029, definido pelas coordenadas E: 732.808,961 m e
N: 7.986.029,308 m com azimute 12° 59' 40,47'' e distância de 80,42 m até o vértice
V-1030, definido pelas coordenadas E: 732.827,044 m e N: 7.986.107,665 m com azimute
326° 49' 17,33'' e distância de 123,29 m até o vértice V-1031, definido pelas coordenadas
E: 732.759,575 m e N: 7.986.210,853 m com azimute 15° 56' 43,33'' e distância de 28,89
m até o vértice V-1032, definido pelas coordenadas E: 732.767,512 m e N: 7.986.238,634
m com azimute 63° 26' 05,82'' e distância de 44,37 m até o vértice V-1033, definido pelas
coordenadas E: 732.807,200 m e N: 7.986.258,478 m com azimute 0° e distância de 19,84
m até o vértice V-1034, definido pelas coordenadas E: 732.807,200 m e N: 7.986.278,322
m com azimute 350° 32' 16,06'' e distância de 24,14 m até o vértice V-1035, definido pelas
coordenadas E: 732.803,231 m e N: 7.986.302,134 m com azimute 36° 52' 10,59'' e
distância de 19,84 m até o vértice V-1036, definido pelas coordenadas E: 732.815,137 m e
N: 7.986.318,009 m com azimute 59° 02' 11,09'' e distância de 23,14 m até o vértice
V-1037, definido pelas coordenadas E: 732.834,981 m e N: 7.986.329,915 m com azimute
18° 26' 05,56'' e distância de 25,10 m até o vértice V-1038, definido pelas coordenadas E:
732.842,919 m e N: 7.986.353,728 m com azimute 18° 26' 06,60'' e distância de 25,10 m
até o vértice V-1039, definido pelas coordenadas E: 732.850,856 m e N: 7.986.377,541 m
com azimute 51° 20' 23,80'' e distância de 25,41 m até o vértice V-1040, definido pelas
coordenadas E: 732.870,700 m e N: 7.986.393,416 m com azimute 128° 39' 35,86'' e
distância de 5,90 m até o vértice V-1041, definido pelas coordenadas E: 732.875,308 m e
N: 7.986.389,729 m com azimute 128° 39' 35,64'' e distância de 19,51 m até o vértice
V-1042, definido pelas coordenadas E: 732.890,544 m e N: 7.986.377,541 m com azimute
125° 32' 15,71'' e distância de 34,14 m até o vértice V-1043, definido pelas coordenadas E:
732.918,325 m e N: 7.986.357,697 m com azimute 53° 07' 48,58'' e distância de 19,84 m
até o vértice V-1044, definido pelas coordenadas E: 732.934,200 m e N: 7.986.369,603 m
com azimute 0° e distância de 15,88 m até o vértice V-1045, definido pelas coordenadas E:
732.934,200 m e N: 7.986.385,478 m com azimute 335° 33' 21,83'' e distância de 47,95 m
até o vértice V-1046, definido pelas coordenadas E: 732.914,356 m e N: 7.986.429,134 m
com azimute 327° 31' 43,71'' e distância de 51,33 m até o vértice V-1047, definido pelas
coordenadas E: 732.886,797 m e N: 7.986.472,443 m com azimute 327° 31' 36,04'' e
distância de 0,41 m até o vértice V-1048, definido pelas coordenadas E: 732.886,575 m e
N: 7.986.472,791 m com azimute 71° 33' 10,46'' e distância de 0,30 m até o vértice V-1049,
definido pelas coordenadas E: 732.886,858 m e N: 7.986.472,885 m com azimute 71° 33'
54,71'' e distância de 24,80 m até o vértice V-1050, definido pelas coordenadas E:
732.910,387 m e N: 7.986.480,728 m com azimute 90° e distância de 27,78 m até o vértice
V-1051, definido pelas coordenadas E: 732.938,169 m e N: 7.986.480,728 m com azimute
29° 44' 41,97'' e distância de 32,00 m até o vértice V-1052, definido pelas coordenadas E:
732.954,044 m e N: 7.986.508,510 m com azimute 24° 26' 38,17'' e distância de 47,95 m
até o vértice V-1053, definido pelas coordenadas E: 732.973,888 m e N: 7.986.552,166 m
com azimute 341° 33' 54,01'' e distância de 37,65 m até o vértice V-1054, definido pelas
coordenadas E: 732.961,981 m e N: 7.986.587,885 m com azimute 319° 23' 55,09'' e
distância de 36,59 m até o vértice V-1055, definido pelas coordenadas E: 732.938,169 m e
N: 7.986.615,666 m com azimute 319° 23' 55,52'' e distância de 36,59 m até o vértice
V-1056, definido pelas coordenadas E: 732.914,356 m e N: 7.986.643,447 m com azimute
15° 15' 18,59'' e distância de 45,25 m até o vértice V-1057, definido pelas coordenadas E:
732.926,263 m e N: 7.986.687,104 m com azimute 348° 41' 23,84'' e distância de 20,24 m
até o vértice V-1058, definido pelas coordenadas E: 732.922,294 m e N: 7.986.706,947 m
com azimute 345° 57' 49,52'' e distância de 7,76 m até o vértice V-1059, definido pelas
coordenadas E: 732.920,412 m e N: 7.986.714,474 m com azimute 345° 57' 49,72'' e
distância de 24,97 m até o vértice V-1060, definido pelas coordenadas E: 732.914,356 m e
N: 7.986.738,698 m com azimute 339° 26' 38,17'' e distância de 33,91 m até o vértice
V-1061, definido pelas coordenadas E: 732.902,450 m e N: 7.986.770,448 m com azimute
351° 15' 13,85'' e distância de 52,20 m até o vértice V-1062, definido pelas coordenadas E:
732.894,512 m e N: 7.986.822,041 m com azimute 78° 41' 24,34'' e distância de 40,47 m
até o vértice V-1063, definido pelas coordenadas E: 732.934,200 m e N: 7.986.829,979 m
com azimute 100° 18' 19,10'' e distância de 2,23 m até o vértice V-1064, definido pelas
coordenadas E: 732.936,399 m e N: 7.986.829,579 m com azimute 100° 18' 17,32'' e
distância de 42,14 m até o vértice V-1065, definido pelas coordenadas E: 732.977,856 m e
N: 7.986.822,041 m com azimute 4° 45' 49,29'' e distância de 47,79 m até o vértice V-1066,
definido pelas coordenadas E: 732.981,825 m e N: 7.986.869,667 m com azimute 2° 23'
09,27'' e distância de 95,33 m até o vértice V-1067, definido pelas coordenadas E:
732.985,794 m e N: 7.986.964,917 m com azimute 359° 30' 58,52'' e distância de 110,71 m
até o vértice V-1068, definido pelas coordenadas E: 732.984,859 m e N: 7.987.075,622 m
com azimute 301° 07' 55,43'' e distância de 54,55 m até o vértice V-1069, definido pelas
coordenadas E: 732.938,169 m e N: 7.987.103,823 m com azimute 12° 59' 40,68'' e
distância de 52,95 m até o vértice V-1070, definido pelas coordenadas E: 732.950,075 m e
N: 7.987.155,417 m com azimute 0° e distância de 39,69 m até o vértice V-1071, definido
pelas coordenadas E: 732.950,075 m e N: 7.987.195,105 m com azimute 353° 39' 35,06'' e
distância de 35,94 m até o vértice V-1072, definido pelas coordenadas E: 732.946,106 m e
N: 7.987.230,824 m com azimute 343° 18' 03,10'' e distância de 41,44 m até o vértice
V-1073, definido pelas coordenadas E: 732.934,200 m e N: 7.987.270,511 m com azimute
0° e distância de 39,69 m até o vértice V-1074, definido pelas coordenadas E: 732.934,200
m e N: 7.987.310,199 m com azimute 54° 27' 44,29'' e distância de 34,14 m até o vértice
V-1075, definido pelas coordenadas E: 732.961,981 m e N: 7.987.330,042 m com azimute
74° 03' 16,33'' e distância de 57,79 m até o vértice V-1076, definido pelas coordenadas E:
733.017,544 m e N: 7.987.345,918 m com azimute 113° 36' 34,23'' e distância de 70,07 m
até o vértice V-1077, definido pelas coordenadas E: 733.081,752 m e N: 7.987.317,853 m
com azimute 118° 42' 58,24'' e distância de 48,97 m até o vértice V-1078, definido pelas
coordenadas E: 733.124,700 m e N: 7.987.294,324 m com azimute 67° 37' 11,44'' e
distância de 72,96 m até o vértice V-1079, definido pelas coordenadas E: 733.192,169 m e
N: 7.987.322,105 m com azimute 15° 56' 43,56'' e distância de 86,68 m até o vértice
V-1080, definido pelas coordenadas E: 733.215,982 m e N: 7.987.405,449 m com azimute
18° 26' 05,69'' e distância de 50,20 m até o vértice V-1081, definido pelas coordenadas E:
733.231,857 m e N: 7.987.453,074 m com azimute 45° 00' 00,00'' e distância de 56,13 m
até o vértice V-1082, definido pelas coordenadas E: 733.271,544 m e N: 7.987.492,762 m
com azimute 317° 36' 27,39'' e distância de 45,64 m até o vértice V-1083, definido pelas
coordenadas E: 733.240,773 m e N: 7.987.526,470 m com azimute 18° 47' 16,09'' e
distância de 170,08 m até o vértice V-1084, definido pelas coordenadas E: 733.295,549 m
e N: 7.987.687,486 m com azimute 68° 57' 02,45'' e distância de 148,59 m até o vértice
V-1085, definido pelas coordenadas E: 733.434,222 m e N: 7.987.740,854 m com azimute
39° 17' 26,76'' e distância de 151,43 m até o vértice V-1086, definido pelas coordenadas E:
733.530,116 m e N: 7.987.858,053 m com azimute 15° 09' 35,67'' e distância de 204,59 m
até o vértice V-1087, definido pelas coordenadas E: 733.583,620 m e N: 7.988.055,526 m
com azimute 15° 04' 06,55'' e distância de 0,01 m até o vértice V-1088, definido pelas
coordenadas E: 733.583,622 m e N: 7.988.055,531 m com azimute 0° 44' 23,24'' e
distância de 0,07 m até o vértice V-1089, definido pelas coordenadas E: 733.583,623 m e
N: 7.988.055,601 m com azimute 1° 52' 53,03'' e distância de 217,93 m até o vértice
V-1090, definido pelas coordenadas E: 733.590,777 m e N: 7.988.273,417 m com azimute
0° 00' 07,27'' e distância de 79,39 m até o vértice V-1091, definido pelas coordenadas E:
733.590,780 m e N: 7.988.352,807 m com azimute 2° 50' 52,91'' e distância de 111,84 m
até o vértice V-1092, definido pelas coordenadas E: 733.596,337 m e N: 7.988.464,505 m
com azimute 2° 50' 52,71'' e distância de 20,66 m até o vértice V-1093, definido pelas
coordenadas E: 733.597,364 m e N: 7.988.485,141 m com azimute 19° 19' 25,20'' e
distância de 140,10 m até o vértice V-1094, definido pelas coordenadas E: 733.643,722 m
e N: 7.988.617,345 m com azimute 22° 14' 24,32'' e distância de 157,24 m até o vértice
V-1095, definido pelas coordenadas E: 733.703,234 m e N: 7.988.762,884 m com azimute
351° 52' 53,24'' e distância de 137,54 m até o vértice V-1096, definido pelas coordenadas
E: 733.683,811 m e N: 7.988.899,044 m com azimute 351° 52' 53,12'' e distância de 49,56
m até o vértice V-1097, definido pelas coordenadas E: 733.676,811 m e N: 7.988.948,110
m com azimute 39° 04' 55,78'' e distância de 136,31 m até o vértice V-1098, definido pelas
coordenadas E: 733.762,746 m e N: 7.989.053,919 m com azimute 68° 10' 33,70'' e
distância de 90,87 m até o vértice V-1099, definido pelas coordenadas E: 733.847,102 m e
N: 7.989.087,701 m com azimute 68° 10' 33,32'' e distância de 87,25 m até o vértice
V-1100, definido pelas coordenadas E: 733.928,103 m e N: 7.989.120,138 m com azimute
80° 01' 05,46'' e distância de 114,18 m até o vértice V-1101, definido pelas coordenadas E:
734.040,550 m e N: 7.989.139,929 m com azimute 22° 37' 18,75'' e distância de 171,98 m
até o vértice V-1102, definido pelas coordenadas E: 734.106,703 m e N: 7.989.298,679 m
com azimute 1° 48' 15,14'' e distância de 35,27 m até o vértice V-1103, definido pelas
coordenadas E: 734.107,813 m e N: 7.989.333,927 m com azimute 1° 48' 14,68'' e
distância de 65,86 m até o vértice V-1104, definido pelas coordenadas E: 734.109,886 m e
N: 7.989.399,752 m com azimute 1° 48' 15,33'' e distância de 1,72 m até o vértice V-0001,
encerrando este perímetro.
Todas as coordenadas aqui descritas estão georreferenciadas ao Sistema
Geodésico Brasileiro e encontram-se representadas no Sistema UTM, referenciadas ao
Meridiano Central 51 WGr, fuso 22S, tendo como datum o SIRGAS-2000. Todos os
azimutes e distâncias, área e perímetro foram calculados no plano de projeção UTM.
ANEXO 5.01 – PLACAS
DE SINALIZAÇÃO
Cores e Padrão

#839A3B #D8D43F #D8D43F #444513


R 131 R 216 R 109 R 109
G 154 G 212 G 76 G 76
B 59 B 63 B 41 B 41
Fontes

Títulos
Lilita One
AaBbCcDdEeFfGgHhIiJjKkLlMmNn
OoPpQqRrSsTtUuVvXxWwYyZz

Textos
Calibri Light
AaBbCcDdEeFfGgHhIiJjKkLlMmNn
OoPpQqRrSsTtUuVvXxWwYyZz

Calibri
AaBbCcDdEeFfGgHhIiJjKkLlMmNn
OoPpQqRrSsTtUuVvXxWwYyZz

Calibri Bold
AaBbCcDdEeFfGgHhIiJjKkLlMmNn
OoPpQqRrSsTtUuVvXxWwYyZz
Placas entrada

ENTRADA
Placas informativas

Parque Estadual
da Mata Atlântica
a 300 metros
Placa estrada

Banheiros
Placas indicativas

Início
da trilha

Trilha interditada

Não jogue lixo


Placas indicativas

Trilha da lontra
Distância..........14km
Dificuldade......média
Atenção: nessa trilha
você pode encontrar
xxxxxxxxxxxxx,xxxxxx,
xxxxxxxxxxxxxxxxxx.
RESUMO EXECUTIVO PLANO DE
MANEJO DO PARQUE ESTADUAL
DA MATA ATLÂNTICA - PEMA

Você também pode gostar