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12parte 11

O documento aborda o conceito de integrais triplas, que se aplicam a funções de três variáveis, e descreve o método de cálculo através de integrais iteradas, seguindo o Teorema de Fubini. Ele também discute diferentes tipos de regiões de integração e fornece exemplos práticos de cálculo de integrais triplas em diversas configurações. Além disso, o documento menciona a representação de integrais triplas como volume em um espaço tridimensional.

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Gilberto Inácio
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12parte 11

O documento aborda o conceito de integrais triplas, que se aplicam a funções de três variáveis, e descreve o método de cálculo através de integrais iteradas, seguindo o Teorema de Fubini. Ele também discute diferentes tipos de regiões de integração e fornece exemplos práticos de cálculo de integrais triplas em diversas configurações. Além disso, o documento menciona a representação de integrais triplas como volume em um espaço tridimensional.

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Integrais triplas

Cálculo 2:
Integrais triplas

UTFPR-Cornélio Procópio

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Integrais triplas

Integrais triplas
Integral unidimensional: para funções de uma variável;

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Integrais triplas

Integrais triplas
Integral unidimensional: para funções de uma variável;
Integral dupla: funções de duas variáveis;

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Integrais triplas

Integrais triplas
Integral unidimensional: para funções de uma variável;
Integral dupla: funções de duas variáveis;
Integral tripla: funções de três variáveis.

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Integrais triplas

Integrais triplas
Integral unidimensional: para funções de uma variável;
Integral dupla: funções de duas variáveis;
Integral tripla: funções de três variáveis.
Inicialmente, consideramos a região de integração sendo uma caixa
retangular:

B = {(x, y , z) ∈ R3 ; a ≤ x ≤ b, c ≤ y ≤ d, r ≤ z ≤ s}

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Integrais triplas

Assim como para as integrais duplas, o método prático para


calcular uma integral tripla consiste em expressá-la como uma
integral iterada.

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Integrais triplas

Assim como para as integrais duplas, o método prático para


calcular uma integral tripla consiste em expressá-la como uma
integral iterada.
Teorema de Fubini para integrais triplas
Se f é contínua em uma caixa retangular B = [a, b] × [c, d] × [r , s],
então
y Z sZ dZ b
f (x, y , z)dV = f (x, y , z) dxdydz
B r c a

OBS: A integral iterada do Teorema de Fubini indica que primeiro


integramos em relação à x (mantendo y e z fixados); em seguida
integramos em relação a y (mantendo z fixado) e, finalmente, em
relação à z.

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Integrais triplas

Existem cinco outras ordens possíveis de integração, todas


fornecendo o mesmo resultado!

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Integrais triplas

Existem cinco outras ordens possíveis de integração, todas


fornecendo o mesmo resultado! Por exemplo, se primeiro
integrarmos em relação à y , então em relação à z e depois à x,
teremos
y Z bZ sZ d
f (x, y , z)dV = f (x, y , z) dydzdx
B a r c

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Integrais triplas

Exemplo 1
y
Calcule a integral tripla xyz 2 dV , onde B é a caixa retangular
B
dada por

B = {(x, y , z) ∈ R3 ; 0 ≤ x ≤ 1; −1 ≤ y ≤ 2; 0 ≤ z ≤ 3}

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Integrais triplas

Integral tripla sobre regiões limitadas gerais

REGIÃO DO TIPO I:

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Integrais triplas

Integral tripla sobre regiões limitadas gerais

REGIÃO DO TIPO I:
A região de integração E está contida entre os gráficos de duas
funções contínuas de x e y , ou seja,

E = {(x, y , z) ∈ R3 ; (x, y ) ∈ D, u1 (x, y ) ≤ z ≤ u2 (x, y )}


onde D é a projeção de E sobre o plano xy .

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Integrais triplas

Então temos
y x Z
" #
u2 (x,y )
f (x, y , z)dV = f (x, y , z)dz dA
E D u1 (x,y )

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Integrais triplas

Então temos
y x Z
" #
u2 (x,y )
f (x, y , z)dV = f (x, y , z)dz dA
E D u1 (x,y )

Devemos agora analisar o aspecto da região D!

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Integrais triplas

Região do tipo I com D entre funções de x:

E = {(x, y , z); a ≤ x ≤ b, g1 (x) ≤ y ≤ g2 (x), u1 (x, y ) ≤ z ≤ u2 (x, y )}

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Integrais triplas

Região do tipo I com D entre funções de x:

E = {(x, y , z); a ≤ x ≤ b, g1 (x) ≤ y ≤ g2 (x), u1 (x, y ) ≤ z ≤ u2 (x, y )}

y Z b Z g2 (x) Z u2 (x,y )
f (x, y , z)dV = f (x, y , z) dz dy dx
E a g1 (x) u1 (x,y )

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Integrais triplas

Região do tipo I com D entre funções de y :

E = {(x, y , z); c ≤ y ≤ d, h1 (y ) ≤ x ≤ h2 (y ), u1 (x, y ) ≤ z ≤ u2 (x, y )}

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Integrais triplas

Região do tipo I com D entre funções de y :

E = {(x, y , z); c ≤ y ≤ d, h1 (y ) ≤ x ≤ h2 (y ), u1 (x, y ) ≤ z ≤ u2 (x, y )}

y Z d Z h2 (y ) Z u2 (x,y )
f (x, y , z)dV = f (x, y , z) dzdxdy
E c h1 (y ) u1 (x,y )

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Integrais triplas

Observação 1
Para escrevermos a integral tripla do tipo 1, é recomendável
desenhar dois diagramas: um da região sólida E e outra da sua
projeção D no plano xy !

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Integrais triplas

Exemplo 2
y
Calcule z dV , onde E é o tetraedro sólido limitado pelos
E
quatro planos x = 0, y = 0, z = 0 e x + y + z = 1.

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Integrais triplas

Exemplo 2
y
Calcule z dV , onde E é o tetraedro sólido limitado pelos
E
quatro planos x = 0, y = 0, z = 0 e x + y + z = 1.

E = {(x, y , z) ∈ R3 ; 0 ≤ x ≤ 1, 0 ≤ y ≤ 1 − x, 0 ≤ z ≤ 1 − x − y }
y Z 1 Z 1−x Z 1−x−y
z dV = z dzdydx
E 0 0 0

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Integrais triplas

Integral tripla sobre regiões limitadas gerais


REGIÃO DO TIPO II:

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Integrais triplas

Integral tripla sobre regiões limitadas gerais


REGIÃO DO TIPO II:
A região de integração E está contida entre os gráficos de duas
funções contínuas de y e z, ou seja,

E = {(x, y , z) ∈ R3 ; (y , z) ∈ D, u1 (y , z) ≤ x ≤ u2 (y , z)}
onde D é a projeção de E sobre o plano yz.

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Integrais triplas

Então temos
y x Z
" #
u2 (y ,z)
f (x, y , z)dV = f (x, y , z)dx dA (1)
E D u1 (y ,z)

E da mesma forma como nas regiões do tipo I, devemos analisar o


aspecto da região D!

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Integrais triplas

Integral tripla sobre regiões limitadas gerais


REGIÃO DO TIPO III:

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Integrais triplas

Integral tripla sobre regiões limitadas gerais


REGIÃO DO TIPO III:
A região de integração E está contida entre os gráficos de duas
funções contínuas de x e z, ou seja,

E = {(x, y , z) ∈ R3 ; (x, z) ∈ D, u1 (x, z) ≤ y ≤ u2 (x, z)}


onde D é a projeção de E sobre o plano xz.

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Integrais triplas

Então neste terceiro caso, temos

y x Z
" #
u2 (x,z)
f (x, y , z)dV = f (x, y , z)dy dA (2)
E D u1 (x,z)

E, mais uma vez, devemos analisar a região D do plano para


resolver a integral dupla restante.

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Integrais triplas

Observação 2
Como ocorre no Tipo I, em cada uma das integrais (1) e (2),
podem existir duas possíveis expressões para a integral, dependendo
de D ser uma região plana do tipo I ou II.

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Integrais triplas

Exemplo 3
yp
Calcule x 2 + z 2 dV , onde E é a região limitada pelo
E
paraboloide y = x 2 + z 2 e pelo plano y = 4.

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Integrais triplas

Exemplo 3
yp
Calcule x 2 + z 2 dV , onde E é a região limitada pelo
E
paraboloide y = x 2 + z 2 e pelo plano y = 4.

Solução:

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Integrais triplas

Se olharmos como uma região do tipo I, então consideramos sua


projeção D no plano xy , que é a parábola y = x 2 (pois basta
considerar z = 0)

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Integrais triplas

Se olharmos como uma região do tipo I, então consideramos sua


projeção D no plano xy , que é a parábola y = x 2 (pois basta
considerar z = 0)

p
De y = x 2 + z 2 obtemos z =p ± y − x 2 , e então a superfície
limitepde baixo de E é z = − y − x 2 e a superfície de cima é
z = y − x 2 . Portanto sua descrição como região do tipo I é
p p
E = {(x, y , z); −2 ≤ x ≤ 2, x 2 ≤ y ≤ 4, − y − x 2 ≤ z ≤ y − x 2 }

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Integrais triplas

e assim obtemos

yp Z 2 Z 4Z y −x 2 p
x 2 + z 2 dV = √ x 2 + z 2 dzdydx
E −2 x2 − y −x 2

que é uma expressão extremamente difícil de ser calculada!

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Integrais triplas

e assim obtemos

yp Z 2 Z 4Z y −x 2 p
x 2 + z 2 dV = √ x 2 + z 2 dzdydx
E −2 x2 − y −x 2

que é uma expressão extremamente difícil de ser calculada!


Vamos então projetar D no plano xz. Sua projeção é o disco
x 2 + z 2 ≤ 4:

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Integrais triplas

e assim obtemos

yp Z 2 Z 4Z y −x 2 p
x 2 + z 2 dV = √ x 2 + z 2 dzdydx
E −2 x2 − y −x 2

que é uma expressão extremamente difícil de ser calculada!


Vamos então projetar D no plano xz. Sua projeção é o disco
x 2 + z 2 ≤ 4:

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Integrais triplas

Assim, a superfície “de baixo"(lateral esquerda de E ) é o


paraboloide y = x 2 + z 2 e a superfície “de cima"(lateral direita de
E ) é o plano y = 4. Portanto tomando

u1 (x, z) = x 2 + z 2 e u2 (x, z) = 4

temos
yp x Z 4 p 
x 2 + z 2 dV = x 2 + z 2 dy dA
E D x 2 +z 2
x p
= (4 − x 2 − z 2 ) x 2 + z 2 dA
D

Z 2 Z 4−x 2 p
= √ (4 − x 2 − z 2) x 2 + z 2 dzdx
−2 − 4−x 2

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Integrais triplas

Convertendo para coordenadas polares no plano xz :

x = r cos θ z = r sin θ

temos

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Integrais triplas

Convertendo para coordenadas polares no plano xz :

x = r cos θ z = r sin θ

temos
yp x p
x 2 + z 2 dV = (4 − x 2 − z 2 ) x 2 + z 2 dA
E D
Z 2π Z 2
= (4 − r 2 )r · r dr dθ
0 0
2
4r 3 r 5

= 2π −
3 5 0
128π
=
15

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Integrais triplas

Integral tripla como volume


Z b
f (x) ≥ 0, então f (x)dx representa a área abaixo da curva
a
y = f (x) de a até b;

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Integrais triplas

Integral tripla como volume


Z b
f (x) ≥ 0, então f (x)dx representa a área abaixo da curva
a
y = f (x) de a até b;
Z Z
1dA representa a área da região D.
D

22 / 26
Integrais triplas

Integral tripla como volume


Z b
f (x) ≥ 0, então f (x)dx representa a área abaixo da curva
a
y = f (x) de a até b;
Z Z
1dA representa a área da região D.
D
Z Z
f (x, y ) ≥ 0, então f (x, y )dA representa a o volume do
D
sólido sob a superfície z = f (x, y ) e acima de D.

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Integrais triplas

Integral tripla como volume


Z b
f (x) ≥ 0, então f (x)dx representa a área abaixo da curva
a
y = f (x) de a até b;
Z Z
1dA representa a área da região D.
D
Z Z
f (x, y ) ≥ 0, então f (x, y )dA representa a o volume do
D
sólido sob a superfície z = f (x, y ) e acima de D.
Se f (x, y , z) ≥ 0, não há interpretação geométrica (mas há
outras interpretações, como centro de massa, carga elétrica).
Mas no caso especial f (x, y , z) = 1, temos
y
V (E ) = dV
E

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Integrais triplas

Exemplo 4
Use a integral tripla para determinar o volume do tetraedro T
limitado pelos planos x + 2y + z = 2, x = 2y , x = 0 e z = 0.

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Integrais triplas

Exemplo 4
Use a integral tripla para determinar o volume do tetraedro T
limitado pelos planos x + 2y + z = 2, x = 2y , x = 0 e z = 0.

Sol.:

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Integrais triplas

Temos
y Z 1 Z 1− 2x Z 2−x−2y
V (T ) = 1dV = dz dy dx
x
T 0 2
0
1 Z 1− 2x
1
Z
= (2 − x − 2y )dy dx =
0 x 3
2

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Integrais triplas

Exemplo 5
y
Calcule c dV , onde c ∈ R∗ e E é o sólido limitado pelo cilindro
E
parabólico x = y 2 e pelos planos x = z, z = 0 e x = 1.

Sol.:

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Integrais triplas

Exemplo 5
y
Calcule c dV , onde c ∈ R∗ e E é o sólido limitado pelo cilindro
E
parabólico x = y 2 e pelos planos x = z, z = 0 e x = 1.

Sol.:

[Sólido]

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Integrais triplas

Exemplo 5
y
Calcule c dV , onde c ∈ R∗ e E é o sólido limitado pelo cilindro
E
parabólico x = y 2 e pelos planos x = z, z = 0 e x = 1.

Sol.:

[Sólido] [Projeção do

sólido]
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Integrais triplas

Sugestões de exercícios

Páginas 920 e 921: 3, 7, 9, 11, 13, 15, 17, 19, 20, 21, 22.

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