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A História Do Esporte Na Colômbia

A história do esporte na Colômbia remonta aos atletas aborígenes e se desenvolve ao longo do século XX, destacando figuras como Jorge Perry Villate, que ajudou a fundar o Comitê Olímpico Colombiano. Alberto Nariño Cheyne e Julio Gerlein Comelín também foram fundamentais na promoção do esporte no país, contribuindo para a criação dos Jogos Bolivarianos e a consolidação do COC. O documento destaca a luta de muitos indivíduos e dirigentes que, apesar das dificuldades, trabalharam para estabelecer e desenvolver o esporte na Colômbia.
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A História Do Esporte Na Colômbia

A história do esporte na Colômbia remonta aos atletas aborígenes e se desenvolve ao longo do século XX, destacando figuras como Jorge Perry Villate, que ajudou a fundar o Comitê Olímpico Colombiano. Alberto Nariño Cheyne e Julio Gerlein Comelín também foram fundamentais na promoção do esporte no país, contribuindo para a criação dos Jogos Bolivarianos e a consolidação do COC. O documento destaca a luta de muitos indivíduos e dirigentes que, apesar das dificuldades, trabalharam para estabelecer e desenvolver o esporte na Colômbia.
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A história do esporte

na Colômbia
A história do esporte colombiano começa em uma estação milenar
prévia, a dos atletas aborígenes, os muiscas, e continua com lugares e
momentos situados nos séculos XX e XXI, protagonizados por uns
seres humanos comuns e correntes, que souberam marcar diferenças,
para plantar marcas indeléveis.
Os primeiros, uns solitários que araram no deserto dos alvoreceres
do século XX. Os segundos, alguns solidários, que conseguiram o
desenvolvimento necessário, graças ao trabalho sério e em equipe.
O primeiro solitário foi Jorge Perry Villate (foto), esse estranho
boyacense que um dia buscou o impossível: ser admitido em uns Jogos
Olímpicos, sem que existisse Comitê Olímpico Nacional, e conseguiu, em
Los Angeles 1932. Sua solidão na imensidão olímpica se tornou em
uma gigantesca pedra, sobre a qual se ergueu o Comitê Olímpico
Colombiano.
O segundo solitário foi um cachaco bogotano, Alberto Nariño Cheyne,
quem coletou a semente de Perry, e no dia 3 de julho de 1936 impulsionou a
criação do COC, ou seja, a inclusão da Colômbia no esporte
mundial, e inventou uns Jogos Bolivarianos que pareciam inúteis e
irrealizáveis, finalmente abertos em 6 de agosto de 1938, em Bogotá.
O terceiro foi Julio Gerlein Comelín, que acumulou importantes méritos,
como reafirmar a sua cidade natal, Barranquilla, na condição de
cuna do esporte colombiano, que o ajudaram a ser reconhecido,
primeiro fora do país - o COI o escolheu como seu delegado
permanente- e então em sua pátria, os dirigentes silvestres de
então o escolheram primeiro presidente do Comitê Olímpico
Colombiano, em 1936.
Nesses e nos anos seguintes surgiram os solitários das ideias e
do trabalho, que lutaram para construir o esporte associado, e os de
pantaloneta e camiseta, que o fizeram para se destacar nos campos
esportivos.
Aos primeiros pertencem idealistas como os quatro presidentes do
COC que seguiram Gerlein (foto) e Nariño, Gregorio Obregón,
Humberto Chica Pinzón, o coronel Leopoldo Uribe e José Antonio
Bonnet, até a aprovação da entidade pelo COI, em
1948. Nos segundos, solitários campeões como Jaime Aparicio,
Emilio Echeverry, Luis Tiburón González e Efraín El Zipa Forero,
entre muitos outros.
Menos solitários trabalharam com abnegação e sem recursos, dirigentes de
diferentes esportes que atravessaram os anos cinquenta do século XX,
em meio do campo de batalha que foi a Colômbia, depois do 9 de
abril de 1948, como os seguintes presidentes do COC, o advogado e
jornalista Enrique Gómez Hurtado; ao advogado Carlos Castillo de la
Parra, pioneiro do golfe na Colômbia; ao general Guillermo Padilla
Manrique; ao cidadão alemão Helbert Liebech, Mario García e
García, com quem se iniciou um longo período de estabilidade institucional

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