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CAE Saturday

O relatório de avaliação da turma CAE para o ano letivo de 2024-2025 mostra que todos os três alunos passaram, com notas variando de C1-C a C1-A em diferentes habilidades. A avaliação foi realizada em três termos, com observações detalhadas sobre o desempenho de cada aluno em Listening, Speaking, Reading, Use of English e Writing. Sugestões para melhorias e continuidade do trabalho no nível C1 foram feitas, visando a preparação para exames futuros.

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CAE Saturday

O relatório de avaliação da turma CAE para o ano letivo de 2024-2025 mostra que todos os três alunos passaram, com notas variando de C1-C a C1-A em diferentes habilidades. A avaliação foi realizada em três termos, com observações detalhadas sobre o desempenho de cada aluno em Listening, Speaking, Reading, Use of English e Writing. Sugestões para melhorias e continuidade do trabalho no nível C1 foram feitas, visando a preparação para exames futuros.

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ASSESSMENT AND FEEDBACK

CLASS REPORT

CLASS: CAE YEAR: 2024 - 2025

TEACHER: Nuno Ribeiro START DATE: 2024/09/21 END DATE:2025/06/17

Nº. OF STUDENTS: 3 BOOK USED: Complete Advanced

Nº. OF STUDENTS PASSED: 3 TARGETS REACHED:


OBS.
Nº. OF STUDENTS FAILED: NEXT LEVEL: C1 - 2

COMMENTS/EVALUATION OF STUDENTS: (INCLUDE THE FOLLOWING: NAME OF STUDENT; SITUATION;


STRATEGY USED; SUGGESTIONS)

 João Henrique de Silva Carvalho


 Martim de Oliveira e Costa
 Iris Bernardete Silva Barros

COMMENTS/EVALUATION OF TESTS:
COMMENTS/EVALUATION OF BOOKS:
COMMENTS/EVALUATION OF MATERIAL ISSUED AND WORK-PLACE:
OBSERVATIONS:

1st term assessment


Percentages:
Alunos Listening Speaking Reading Use of Writing Total
English
João Carvalho 77 83 92 57 63 74.4
Martim Oliveira 73 79 72 61 68 70.6
Iris Barros 87 84 74 57 90 78.4

Cambridge Score:
Alunos Listening Speaking Reading Use of Writing Total
English
João Carvalho 193 196 204 180 182 191
Martim Oliveira 190 193 187 183 186 187.8(188)
Iris Barros 200 197 189 180 203 193.8 (194)

Iris Barros: The student has attained:


C1-C grade – Reading and Use of English.
C1-B grade – Speaking.
C1-A grade – Listening and Writing.
Overall – C1 – B grade.
Martim Oliveira: The student has attained:
C1 - C grade – Reading, Use of English, Listening and Writing.
C1 - B grade – Speaking.
Overall – C1 – C grade.

João Carvalho: The student has attained:


C1-C grade – Use of English and Writing.
C1-B grade – Listening and Speaking.
C1-A grade – Reading.
Overall – C1 – C.
2nd term assessment
Percentages:
Alunos Listening Speaking Reading Use of Writing Total
English
João Carvalho 83 84 76 43 63 70
Martim Oliveira 70 79 62 46 68 65
Iris Barros 60 88 54 54 93 69.8 (70)

Cambridge Score:
Alunos Listening Speaking Reading Use of Writing Total
English
João Carvalho 198 197 191 162 182 186
Martim Oliveira 188 193 178 164 186 181.8
Iris Barros 180 200 169 169 205 184.6

Iris Barros: The student has attained:


C1 – A – Speaking and Writing.
C1- C – Listening.
B2 – Reading and Use of English.
Overall – 184.6 (185) – C1 – C.
Martim Oliveira: The student has attained:
C1 – B – Speaking.
C1 – C – Listening and Writing.
B2 – Reading and Use of English.
Overall – 181.8 (182) – C1 – C.
João Carvalho: The student has attained:
C1 – B – Listening and Speaking.
C1 – C – Reading and Writing.
B2 – Use of English.
Overall – 186 – C1 – C.
Reports for the parents:
Íris Barros: No nível C1 procuramos consistência antes de fazermos qualquer recomendação para que o aluno se submeta a
exame. A evolução demora normalmente dois anos para alunos que tenham cerca de 70 horas por ano. As notas obtidas de uma
simulação variam, por vezes, radicalmente. Essas variações mostram-nos que em determinados grupos, nomeadamente o grupo
de Reading e Use of English, o sucesso vai depender dos exercícios que tenham saído no teste. O nosso objetivo é, não só
garantir a aprovação no exame, mas também a obtenção de uma nota com qualidade. É normal, por vezes, haver lugar a
avanços e retrocessos, sem que isso coloque em causa a dedicação dos alunos. Desta forma, e comparativamente à simulação
realizada no período passado, as notas da Íris foram as seguintes:
Listening – 200 – A nota passou a 180, verificando-se uma queda acentuada, demonstrando que ainda não existe consistência
nesta componente.

Reading – 189 – A nota passou a 169. Apesar de ter noção que o exercício era bastante mais difícil que o do primeiro período,
não consigo ainda compreender como a Íris desceu tanto. Apesar de apenas um aluno ter conseguido aprovar neste exercício,
estava à espera que a Íris conseguisse. Julgo que se possa ter tratado de falta de concentração, e não ter usado as estratégias
mais adequadas.

Use of English – 180 – A nota passou a 169. Da mesma forma que o exercício de Reading desceu para valores negativos, o
exercício de Use of English também desceu. No entanto, este exercício teve uma descida menor, vindo de 180. Esta componente
depende do tipo de gramática que os exercícios requeiram. Podemos falar em consistência quando, independentemente do tipo
de gramática usada, os resultados são sempre satisfatórios.

Speaking – 197 – passou a 200. Houve um aumento na qualidade da sua expressão oral. Penso que atingiu um patamar
desejável e já não terá problemas com esta componente.

Writing – 203 – passou a 205. Existe uma consistência na escrita, apresentando qualidade nos diversos requisitos. Penso que
atingiu um patamar desejável e já não terá problemas com esta componente.

Total – 194 – passou a 184.6 (185).

Este exame teve um grau de dificuldade superior ao anterior, de forma a testar os alunos em contextos de dificuldade diversos.
É esperado que algumas notas caiam nas componentes de análise e gramaticais.

Martim Oliveira:
No nível C1 procuramos consistência antes de fazermos qualquer recomendação para que o aluno se submeta a exame. A
evolução demora normalmente dois anos para alunos que tenham cerca de 70 horas por ano. As notas obtidas de uma
simulação variam, por vezes, radicalmente. Essas variações mostram-nos que em determinados grupos, nomeadamente o grupo
de Reading e Use of English, o sucesso vai depender dos exercícios que tenham saído no teste. O nosso objetivo é, não só
garantir a aprovação no exame, mas também a obtenção de uma nota com qualidade. É normal, por vezes, haver lugar a
avanços e retrocessos, sem que isso coloque em causa a dedicação dos alunos. Desta forma, e comparativamente à simulação
realizada no período passado, as notas do Martim foram as seguintes:

Listening – 190 – passou a 188. Houve consistência e, apesar de uma ligeira descida, manteve-se no mesmo patamar.

Reading – 186 – passou a 178. Esta é uma componente de análise, e parece haver a necessidade de se efetuar um trabalho mais
atento, pois é uma componente que requer atenção e alguma paciência. Se um aluno consegue tirar uma boa nota num dos
testes, e uma má nota num outro, isso significa que terá de haver mais atenção na análise dos textos, pois o problema não
reside nas capacidades do aluno, mas sim no foco e nas estratégias usadas na análise.

Use of English – 183 – passou a 164. Existem ainda bastantes problemas a resolver nesta componente, pois não só não houve
evolução, mas sim retrocesso.

Speaking – 193 – manteve o 193. Houve consistência nesta componente. No entanto, há ainda bastantes detalhes a trabalhar.

Writing – 187 – passou a 186. Apesar de haver consistência nesta componente, existe muito ainda para melhorar,
nomeadamente na organização das frases, na utilização da linguagem adequada a cada documento e também no correto
soletrar das palavras.

Total – 188 – passou a 182.


Este exame teve um grau de dificuldade superior ao anterior, de forma a testar os alunos em contextos de dificuldade diversos.
É esperado que algumas notas caiam nas componentes de análise e gramaticais.

João Carvalho:
No nível C1 procuramos consistência antes de fazermos qualquer recomendação para que o aluno se submeta a exame. A
evolução demora normalmente dois anos para alunos que tenham cerca de 70 horas por ano. As notas obtidas de uma
simulação variam, por vezes, radicalmente. Essas variações mostram-nos que em determinados grupos, nomeadamente o grupo
de Reading e Use of English, o sucesso vai depender dos exercícios que tenham saído no teste. O nosso objetivo é, não só
garantir a aprovação no exame, mas também a obtenção de uma nota com qualidade. É normal, por vezes, haver lugar a
avanços e retrocessos, sem que isso coloque em causa a dedicação dos alunos. Desta forma, e comparativamente à simulação
realizada no período passado, as notas do João foram as seguintes:

Listening – 193 - passou a 198. Houve consistência e melhoria nesta componente, algo que deverá manter-se.

Reading – 204 – passou a 191. Houve uma descida significativa, mas ainda assim, uma boa prestação.

Use of English – 180 – passou a 162. Houve uma descida significativa. Esta componente está ligada a gramática, e isto mostra-
nos que, com elementos gramaticais diferentes, as notas variam. O objetivo será atingir uma nota confortável e consistente com
qualquer elemento gramatical.

Speaking – 196 – passou a 197. Apesar da consistência, julgo que há ainda bastantes detalhes a trabalhar.

Writing – 182 – manteve 182. O João escreveu um primeiro texto onde notei que se esforçou para escrever de forma que fosse
possível ler, e conseguiu. No entanto, no segundo texto, já não o fez. O segundo texto seria imediatamente reprovado, e,
consequentemente, a nota final. Apesar da escrita do João precisar de continuar a melhorar em termos de organização, soletrar
corretamente certas palavras, e trazer conteúdo mais maduro, o grande problema será de facto a caligrafia. A avaliação que fiz
do segundo texto foi por intuição e tentei perceber o conteúdo pelo contexto. Quando eventualmente o João tiver de fazer o
exame, recomendo vivamente que faça a versão no computador. Sei que a ele não lhe agrada muito a ideia, mas o problema só
será superado com caligrafia inteligível. Se ele se tivesse esforçado no segundo texto como se esforçou no primeiro, o problema
não teria existido. Isso quer dizer que ele consegue, mas terá de compreender que pode colocar em causa a aprovação global
devido a isso. Escrever mais não é necessariamente a solução. Terá de desenhar as letras com cuidado.

Total – 191 – passou a 186.

Este exame teve um grau de dificuldade superior ao anterior, de forma a testar os alunos em contextos de dificuldade diversos.
É esperado que algumas notas caiam nas componentes gramaticais.

3rd term assessment


Percentages:
Alunos Listening Speaking Reading Use of Writing Total
English
João Carvalho 83 75 72 61 65 71.2
Martim Oliveira 73 71 60 61 70 67
Iris Barros 73 81 56 46 90 69.2

Cambridge Score:
Alunos Listening Speaking Reading Use of Writing Total
English
João Carvalho 198 190 187 183 184 188.4
Martim Oliveira 190 188 176 183 188 185
Iris Barros 190 193 171 164 203 184.6
Iris Barros: The student has attained:
C1 – A – Writing.
C1- B – Speaking.
C1 – C – Listening.
B2 – Reading and Use of English.
Overall – C1-C
Martim Oliveira: The student has attained:
C1 – C – Listening, Writing, Speaking and Use of English.
B2 – Reading
Overall –C1-C
João Carvalho: The student has attained:
C1 – B – Listening.
C1 – C – Reading and Use of English, Speaking and Writing.
Overall – C1-C
Reports for the parents:
Íris Barros: Comparativamente à simulação realizada no período passado, as notas da Íris foram as seguintes:
 Listening – 180 – passou a 190, verificando-se uma boa subida, no entanto ainda abaixo da nota alcançada no primeiro
período.
 Reading – 169 – passou a 171, verificando-se uma ligeira subida, mas revelando existirem ainda dificuldades nesta
componente. É uma componente onde as estratégias usadas na análise dos textos são extremamente importantes, e
penso que há ainda bastante trabalho a fazer aqui.
 Use of English – 169 – passou a 164, verificando-se uma pequena descida. A par com o Reading, esta é a outra
componente onde a Íris demonstra mais dificuldades, havendo a necessidade de adquirir mais experiência na aplicação
da gramática avançada.
 Speaking – 200 – passou a 193, verificando-se uma ligeira descida, mas mantendo-se no patamar de nota B.
 Writing – 205 – passou a 203, verificando-se uma ligeira descida, mas ainda dentro do patamar de nota A.
 Total – 184.6 – Manteve 184.6.

A Íris deverá tentar trabalhar as suas dificuldades durante o verão. Em setembro realizaremos uma nova simulação e
verificaremos as performances de forma a poderem tomar-se decisões acerca dos passos seguintes. No caso de as notas mais
fracas permanecerem, penso que o mais lógico será haver continuidade do trabalho no nível C1. Caso haja uma melhoria
significativa, será útil continuar a formação de C1 por mais algum tempo, pois essa formação também prepara os alunos para o
nível C2 em termos gramaticais e vocabulares, inscrevendo-se então para o exame C1 e realizá-lo em dezembro. Após essa fase,
começar com formação para C2.

Martim Oliveira:
Comparativamente à simulação realizada no período passado, as notas do Martim foram as seguintes:

 Listening – 188– passou a 190, verificando-se uma ligeira subida e consistência nesta componente.
 Reading – 178 – passou a 176, verificando-se uma ligeira descida, mas revelando que o Martim ainda precisa de
aprofundar o seu trabalho nesta componente.
 Use of English – 164 – passou a 183, verificando-se uma subida significativa abrindo boas perspetivas para esta
componente.
 Speaking – 193 – passou a 188, havendo uma ligeira descida, mas mantendo-se numa performance segura.
 Writing – 186 - passou a 188, verificando-se uma ligeira subida.

Total – 182 – passou a 185.

Considerando as performances do Martim, e colocando as suas dificuldades em cima da mesa, julgo que o melhor percurso a
partir daqui será prolongar a formação de C1 um pouco mais. Normalmente, dois anos é o recomendado para que se dê
evolução efetiva. Todavia, em alguns casos, esse período pode ser encurtado. Em setembro, realizaremos uma nova simulação e
verificaremos as performances, de forma a poderem tomar-se decisões acerca dos passos seguintes. O que me parece mais
lógico é que o Martim complete este segundo ano, de forma a garantir a aprovação no final.

João Carvalho:
Comparativamente à simulação realizada no período passado, as notas do João foram as seguintes:

 Listening – 198 – manteve a mesma nota do último teste, verificando-se consistência nesta componente.
 Reading – 191 – passou a 187, verificando-se uma ligeira descida, mas dentro de um valor acima do limite mínimo.
 Use of English – 162 – passou a 183, levando a nota alguns pontos acima dos mínimos exigidos.
 Speaking – 197 – passou a 190, havendo uma ligeira descida, mas mantendo-se numa performance segura.
 Writing – 182 – passou a 184, verificando-se uma pequena melhoria. O João conseguiu melhorar a caligrafia, mas ainda
precisa de aumentar o tamanho da letra para estar em condições absolutamente legíveis. Em termos de escrita
propriamente dita, o João tem cometido bastantes erros a soletrar algum vocabulário. Precisa de usar uma linguagem
mais formal, mas também organizar melhor as frases em termos de conexão. Em termos de conteúdo, existe também a
necessidade de introduzir um conteúdo mais assertivo.
 Total – 186 – passou a 188.

Considerando as performances do João, e colocando as suas dificuldades em cima da mesa, nomeadamente a escrita, julgo que
o melhor percurso a partir daqui será prolongar a formação de C1 um pouco mais. Normalmente, dois anos é o recomendado
para que se dê evolução efetiva. Todavia, em alguns casos, esse período pode ser encurtado. Em setembro, realizaremos uma
nova simulação e verificaremos as performances, de forma a ponderar os passos seguintes. Caso a simulação seja consistente, o
cenário que julgo ser o mais lógico será inscrever o João para realizar o exame em dezembro e trabalhar até lá. O que se procura
neste tipo de trabalho é que haja consistência de um teste para outro, pois são todos diferentes. Por vezes consegue-se num e
falha-se noutro. Como as performances nas componentes de Use of English estão muito próximas do limite, e a componente de
Writing poder constituir um problema (e não só pela caligrafia), com o examinador errado, o resultado pode ser comprometido.
Por esse motivo deixo esta recomendação.

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