Certificação Do Operador Econômico Autorizado
Certificação Do Operador Econômico Autorizado
I. OBJETIVO
V. DISPOSIÇÕES GERAIS
1. O OEA é um operador de comércio exterior certificado pela SUNAT por ter cumprido com os
critérios e requisitos dispostos na Lei Geral de Aduanas, Regulamento OEA e no presente
procedimento.
5. A Gerência do Operador Econômico Autorizado (GOEA) deve manter publicada uma relação
atualizada no portal institucional de todos aqueles operadores que tenham a certificação de OEA.
VI. DESCRIÇÃO
A. TRAMITAÇÃO DO PEDIDO
A.1. Apresentação da documentação comprobatória
2. O solicitante acessa com sua chave SOL ao portal da SUNAT, Operações online, escritório
virtual, e insira as informações requeridas no formulário "Solicitação de Certificação do OEA" de acordo com
Anexo Nº 3.
4. O solicitante tem um prazo de quinze (15) dias úteis, contados a partir do dia seguinte de
ingressada a solicitação, para apresentar a documentação comprobatória correspondente na mesa de
partes da Sede Chucuito, dirigida à GOEA; de não fornecer a referida documentação dentro
do prazo estipulado, o trâmite é considerado como não iniciado.
4. A visita de validação pode ser realizada durante os dias que se considerar necessário, uma vez
culminada se levanta o Acta de Visita correspondente.
2. A GOEA pode prorrogar o prazo mencionado no parágrafo anterior até um máximo de trinta
(30) dias úteis adicionais; dentro deste prazo, podem ser realizadas ações complementares
relacionadas à validação de requisitos.
B. AVALIAÇÃO PERIÓDICA
1 A GOEA realiza uma (1) vez por ano, no mínimo, ações de controle (verificações
de informação, visitas periódicas, etc.) para o qual notifica ao OEA indicando data e hora.
C. RENOVAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO
A solicitação de renovação deve ser apresentada em um prazo não maior que seis (6) meses antes
do vencimento do certificado e deve ser resolvido no prazo de noventa (90) dias úteis computados
desde o dia da apresentação do pedido podendo ser prorrogado por trinta (30) dias úteis
adicionais.
2. O procedimento de renovação é regido, no que for aplicável, pelo disposto no numeral A.1 do
presente procedimento. A GOEA pode dispensar a apresentação de determinados documentos,
o que é comunicado à OEA.
ANEXO Nº 4
Deve garantir que os requisitos de segurança do Operador Econômico Autorizado (OEA) que
se estabeleçam, se encontrem considerados nos procedimentos formulados no âmbito do
Programa de Gestão de Segurança, os mesmos que podem ser verificados e exigidos pela
autoridade aduaneira nos processos de certificação, conformidade e recertificação. Os
os procedimentos devem incluir registros e/ou formatos a serem utilizados nas verificações periódicas a
realizar-se.
Deve realizar verificações periódicas semestrais ao seu associado de negócios, com base em um
processo de análise de risco, relacionados com:
O cumprimento dos requisitos de segurança de acordo com o tipo de atividade, assim como
identificando as deficiências e comunicando ao associado de negócios para a correção
correspondente.
Você deve verificar se as informações recebidas dos associados de negócios são reportadas de forma
exata e oportuna.
Deve assegurar que, caso o parceiro de negócios terceirize serviços com terceiros, estes
cumpram os mesmos requisitos de segurança indicados para referido associado.
Deve dispor de infraestrutura física e logística que permita exercer de maneira adequada a
atividades que desenvolve, assim como garantir a segurança de suas instalações.
Deve contar com um serviço de vigilância e segurança durante as vinte e quatro (24) horas do dia.
o mesmo que pode ser delegado a uma empresa especializada e autorizada pelo Ministério do
Interior.
Deve estabelecer as áreas críticas de suas instalações, como consequência de uma análise e
avaliação de riscos devidamente documentada.
Deve ter um plano de sua planta física no qual se identifiquem e descrevam claramente
as áreas sensíveis ou críticas determinadas.
Deve contar com cercas e barreiras interiores para controlar a identificação e o armazenamento de
mercadorias, verificando a integridade das mesmas, procedendo a documentar as inspeções
realizadas.
7 Deve assegurar que a carga que armazena, de acordo com sua natureza, seja localizada separadamente e
devidamente sinalizados, de acordo com as regulamentações nacionais e/ou normas
internacionais que abrangem entre outros, segurança industrial e manuseio de materiais
perigosos.
Deve contar com uma área de embarque, a fim de que a autoridade aduaneira possa realizar as
trabalhos de inspeção que considerar necessário em relação às mercadorias que são sujeitas a
exportação, assim como as operações próprias do embarque.
Deve ter o número mínimo de portas necessárias, para permitir o acesso e a segurança
apropriada, de acordo com as necessidades de sua operacionalidade e baseada em uma análise e
avaliação de riscos devidamente documentada.
Deve definir e sinalizar claramente a área de estacionamento para visitantes e funcionários, assim
como, proibir o estacionamento de veículos de trabalhadores e visitantes, dentro das áreas
de manobras e armazenamento de carga ou em áreas próximas, para o qual deve contar com uma
sinalização adequada que indique as zonas de acesso público e as zonas restritas.
Deve garantir que as instalações foram construídas com materiais que evitem a entrada
forçada e/ou ilegal, também deve realizar inspeções e reparos periódicos para manter
a integridade das mesmas, devendo manter um registro dessas inspeções e reparos.
Deve contar com mecanismos de segurança para todas as portas, janelas e fechamentos
interiores e exteriores.
Deve contar com sistemas e/ou meios de comunicação interna, que permitam de maneira eficaz
uma comunicação imediata em caso de risco ou perigo entre o pessoal da empresa.
Deve ter um sistema de identificação dos trabalhadores que lhe permita controlar o acesso a
a fábrica, armazéns, escritórios ou outros que lhe pertençam com o propósito de identificá-los
plenamente. Devendo contar com um registro correlativo que permita documentar e controlar
esses acessos.
Deve estabelecer restrições, para seus trabalhadores, de acessos às áreas críticas devidamente.
definidas, de tal maneira que, assegurem que estes permaneçam nas áreas onde desempenham
suas funções; salvo autorização expressa e supervisão direta do chefe de segurança ou sua
representante. As restrições são realizadas com base em um processo de avaliação de
riscos.
5 Deve controlar a entrada e saída de visitantes na fábrica, armazém ou outro local que lhe pertença,
debiendo regular como mínimo:
A apresentação do documento oficial válido dos visitantes, cuja fotografia permita
sua identificação, submetendo-se à revisão prevista.
Os visitantes devem exibir em um local visível sua identificação temporária e deveriam ser
acompanhados se a visita corresponder a áreas críticas, garantindo sua permanência apenas em
as áreas autorizadas para dita visita.
Deve garantir que toda a correspondência e os pacotes que ingressem em suas instalações
devem ser examinados antes de serem distribuídos, ação que deve estar documentada.
Deve garantir a identificação e controle de pessoas não autorizadas ou não identificadas em suas
instalações.
8 Deve identificar e revisar todo veículo e condutor que ingresse nas instalações de
empresa mantendo um registro dos movimentos efetuados, quando disponível área de
estacionamento.
Deve garantir que toda a informação e documentação utilizada para despachar ou receber
as mercadorias e a carga sejam legíveis, completas, exatas e estejam protegidas contra as alterações,
perdas, roubos ou introdução de informações incorretas.
1 Deve garantir a segurança dos contêineres e unidades de carga, os quais devem estar
orientados a prevenir e minimizar a contaminação da carga.
Deve implementar controles de recepção do contêiner vazio que reflitam claramente, o
número de identificação do contêiner, nomes, sobrenomes, documento de identificação e assinatura
do pessoal responsável pela recepção, assim como do representante do associado de negócios.
O controle só poderá ser implementado através de "Atas de recebimento de contêineres vazios" ou
“Registro (Livro) de Recepção de Contêineres Vazios” os quais podem ser físicos ou
eletrônicos.
O controle a ser implementado deve respeitar determinadas formalidades que impeçam a possível
subtração ou usurpação de um registro de controle. Em caso de ser vulnerado deve permitir
detectar tal fato facilmente. Nesse sentido, o controle que se decidir implementar deve ser
levado com pré-numeração estabelecida nos formatos ou registros.
1) Área do evaporador
2) Área do condensador
3) Área da caixa de controle elétrico
4) Área do comprensor
5) Área da bateria
3 Metodologia dos Dezessete pontos de inspeção do trator e do reboque (thermo
Rei):
1 Parachoques
2 Motor
3 Pneus
4 Piso da cabine
5 Tanque de combustível
6 Cabina
7 Tanque de ar
8 Eixo de transmissão
9 Quinta roda
10 Chassi exterior
11 Piso (interno)
12 Portas externas / internas
treze Paredes laterais
14 Techo exterior / interior
15 Pared frontal
16 Unidade de refrigeração
dezessete
Tubo de escape
O processo de Inspeção do contêiner deve ter um registro documental, em relação a
verificação dos itens mencionados anteriormente.
3 Deve armazenar os contêineres e/ou outras unidades de carga em uma área segura para impedir
o acesso e/ou manipulação não autorizada.
5 Deve utilizar selos que cumpram como mínimo com a norma ISO 17712, em vigor para selos de
alta segurança, encontrando-se habilitado a implementar sistemas de maior segurança. A
A administração aduaneira poderá estabelecer normas adicionais que regulamentem a incorporação de
novas tecnologias a esse respeito.
6 Deve colocar um selo de alta segurança em todos os contêineres e demais unidades de carga,
verificando a confiabilidade dos mecanismos de fecho das portas, sem que estas sejam
abertas ou os selos quebrados. É responsabilidade do exportador o controle e supervisão da carga,
para o qual deverá implementar um procedimento sobre o monitoramento em rota ou transporte da
mercadoria até seu embarque definitivo.
8 Deve monitorar e supervisionar a carga, durante seu transporte para o embarque definitivo. Para
o controle e a supervisão necessariamente deverão utilizar dispositivos satelitais que permitam
conhecer remotamente, o estado de segurança da carga. A Administração Aduaneira poderá
estabelecer normas adicionais que desenvolvam novas tecnologias em relação ao monitoramento de
carga em rota.
10 Deve transportar em furgões ou caminhões fechados que utilizem selos ou fechaduras de alta
segurança e selos plásticos controlados, quando se tratar de exportações de mercadorias
acondicionadas em carga solta individualizada ou volumes, desde o local ou o armazém do
exportador até o armazém aduaneiro autorizado ou porto de embarque, a fim de assegurar que
não se vulnerará a integridade da carga.
Deveria contar com unidades de transporte próprias e motoristas que façam parte da
empresa, para o transporte de mercadorias de exportação, desde a planta de produção ou
despacho final de mercancías, até os armazéns aduaneiros autorizados ou embarque
definitivo.
Caso não conte com transporte próprio, deve exigir ao seu associado de negócios, encarregado do
processo de transportar a mercadoria de exportação, ter um procedimento documentado
de segurança, que garanta a integridade e inspeção do meio de transporte e do condutor,
devido a incluir pelo menos as seguintes exigências:
Deve exigir ao seu associado de negócios [transportadora] que tenha um registro sobre a
mobilização e acompanhamento do meio de transporte e atividades do motorista, realizadas
durante o trajeto, assim como do movimento oportuno da carga, devendo incluir como
mínimo a seguinte informação:
Documentação e verificação do tempo entre o ponto de carga, recebimento do reboque e
o destino de entrega.
Notificação sobre a ocorrência de atrasos na rota devido a condições climáticas,
trânsito intenso de veículos ou mudança de rota.
Deve contar com rotas plenamente predeterminadas e identificadas, assim como contar com um
plano de contingência para resolver as situações ou eventos inesperados seguintes:
Desvio de rotas do meio de transporte
Detenção, furto ou saque de veículo e mercadorias.
3Bloqueio de vias e atrasos do veículo ou meio de transporte
Acidente de trânsito, falhas mecânicas e sinistro de veículos
5 Aberturas de mercadorias
Violação de selos de segurança.
Deve especificar no contrato assinado com seu associado de negócios transportador que estão cumpridos
com os requisitos de segurança contidos no presente documento, quando o processo do
transporte de mercadorias exportadas se encontre terceirizada.
8 Segurança do Pessoal
Deve manter uma lista de trabalhadores atualizada, que inclua dados básicos, como nome,
data de nascimento
Deve contar com o histórico de trabalho atualizado do pessoal vinculado, que inclua, como
mínimo, um arquivo fotográfico, registro dactilar, registro grafológico, vinculação e/ou afiliação a
instituições de seguridade social e outros registros legais de ordem laboral.
Deve atribuir contas individuais que exijam uma mudança periódica, não superior a quatro (4)
meses, da senha ou chave de acesso a todos os sistemas informáticos.
Deve verificar os mecanismos estabelecidos para identificar o acesso inadequado e a
manipulação indevida ou alteração dos dados da empresa.
Deve ter um sistema que permita a rastreabilidade dos acessos efetuados pelo pessoal.
(tipo de ação que foi efetuada com cada acesso: exclusão, modificação, inserção, etc.).
[Link] contar com um Programa de Conscientização sobre Ameaças, dirigido a todo o pessoal,
para prevenir, reconhecer e agir diante de qualquer atividade suspeita ou delituosa na
empresa e em cada ponto da cadeia de suprimento com o qual interajam.
X.2. Deve oferecer periodicamente capacitação específica e/ou treinamento aos trabalhadores
em relação à carga, para manter sua integridade, reconhecendo possíveis conspirações e/ou
contaminação, assim como para proteger os controles de acesso.
10.3.- Deve fornecer treinamento especial em segurança aos trabalhadores situados nas áreas de
recepção, armazenamento e despacho de carga; assim como aqueles que recebem e abrem a
correspondência física.
10.6. Deve sensibilizar seus clientes para promover a implementação de sistemas de gestão em
controle e segurança OEA.
1.3. Deve garantir que os requisitos de segurança do operador econômico autorizado que se
estabeleçam, sejam considerados nos procedimentos formulados no âmbito do
programa de gestão de segurança, os mesmos que podem ser verificados e solicitados pela
autoridade aduaneira nos processos de certificação, conformidade e recertificação. Os
os procedimentos devem incluir registros e/ou formatos a serem utilizados nas verificações periódicas.
1.4. Deve permitir à autoridade aduaneira verificar e validar o cumprimento dos requisitos de
segurança (visitas de validação e/ou conformidade), após avaliação dos controles internos,
assim como verificar a supervisão realizada pela gerência ou alta direção.
2.1 Deve contar com um procedimento documentado e verificável, para a seleção de seus
associados de negócio, no qual sejam incluídos registros e/ou formatos a serem utilizados nas
verificações periódicas a serem realizadas. Os requisitos que forem estabelecidos neste item
devem estar procedimentalizados.
2.2 Deve haver uma pasta para cada associado de negócio. Essa pasta deve conter como
mínimo
a) Reporte de informação geral do associado de negócio, contendo necessariamente a
seguinte informação:
2.3 Deve acreditar que seus associados de negócios tenham um programa de gestão de
segurança, o mesmo que, a satisfação do operador econômico autorizado, cumpra com
garantir a segurança da cadeia logística do comércio internacional.
2.4 Baseado em um processo de análise de risco, deve realizar verificações periódicas semestrais
de seu associado de negócios, relacionados com:
O cumprimento dos requisitos de segurança de acordo com o tipo de atividade, bem como
identificar e comunicar a estes para que sanem as deficiências.
Outros aspectos como a solidez financeira, capacidade de cumprimento dos requisitos
contratuais de segurança e habilidade para identificar e corrigir deficiências de seus
associados de negócio.
De contar com associados de negócio com certificação de operador econômico autorizado, se
deve ter evidência da certificação obtida junto à Administração Aduaneira.
2.5 Deve contar com procedimentos estabelecidos para garantir que as informações recebidas dos
associados de negócios sejam reportados de forma exata e oportuna.
3.1 Deve contar com procedimentos documentados e verificáveis, para a segurança física das
instalações, nas quais deverão ser incluídos os registros e/ou formatos a serem utilizados nas
verificações periódicas. Os requisitos específicos que forem estabelecidos nesta seção
devem estar procedimentados.
3.2 Deve contar com um serviço de vigilância e segurança durante as vinte e quatro (24) horas do dia,
o mesmo que pode ser delegado a uma empresa especializada e autorizada pelo Ministério do
Interior.
3.3 Deve estabelecer as áreas críticas de suas instalações, como consequência de uma análise e
avaliação de riscos devidamente documentada.
3.4 Deve dispor de um plano de sua planta física no qual se identifiquem e descrevam claramente
as áreas sensíveis ou críticas.
3.5 Deve garantir que as instalações tenham sido construídas com materiais que evitem a
entrada forçada e/ou ilegal, assim como deve realizar inspeções e reparos periódicos para
manter a integridade das mesmas, devendo manter um registro dessas inspeções e
reparações.
3.6 Deve contar com mecanismos de segurança para todas as portas, janelas e fechamentos.
interiores e exteriores.
3.7 Deve controlar a entrega, manuseio e devolução de todos os mecanismos de segurança para
portas e janelas.
3.8 Deve dispor de iluminação adequada dentro e fora das instalações, especialmente em
as entradas e saídas, áreas de manejo e armazenamento de carga, cercos perimetrais e áreas de
estacionamento. Em caso de insumos químicos e produtos fiscalizados, seu armazenamento
deve cumprir com a minimização de riscos.
3.9 Deve utilizar sistemas de alarmas e câmaras de vigilância para supervisionar e monitorar as
instalações e impedir o acesso não autorizado às áreas de manuseio e armazenamento de carga
demais áreas que a empresa considere sensíveis. O prazo mínimo de conservação de
A informação da videocâmara não poderá ser menor a trinta (30) dias.
3.10 Deve exercer o controle das áreas destinadas a armários, vestiários ou similares e
separá-las das áreas de armazenamento ou operação de carga.
3.11 Deve contar com sistemas e/ou meios de comunicação interna, que permita de maneira eficaz
uma comunicação imediata em caso de risco ou perigo entre o pessoal da empresa.
4.1. Deve ter um sistema de identificação de trabalhadores que lhe permita controlar o acesso à
fábrica, armazéns, escritórios ou outros que lhe pertençam com o propósito de identificá-los
plenamente. Devendo contar com um registro correlativo que permita documentar e controlar
dichos acessos.
4.2. Deve estabelecer restrições aos seus trabalhadores quanto ao acesso às áreas críticas de forma adequada.
definidas, de tal maneira que, assegurem que estes permaneçam nas áreas onde desempenham
suas funções; salvo autorização expressa e supervisão direta do chefe de segurança ou seu
representante. As restrições são aplicadas com base em um processo de avaliação de
riscos.
4.3. Deve controlar a entrega e devolução dos cartões de identificação de seus trabalhadores e
visitantes.
4.4. Deve controlar a entrega, devolução e troca de dispositivos de acesso como chaves,
cartões de proximidade e os que estão implementados de acordo com a operacionalidade do
exportador.
4.5. Deve controlar a entrada e saída de visitantes em suas instalações, devendo regular, no mínimo:
A apresentação do documento oficial vigente dos visitantes, cuja fotografia permita sua
identificação, submetendo-se à revisão prevista.
Os visitantes devem exibir em um local visível sua identificação temporária e ser
acompanhados por pessoal da empresa se a visita corresponder a áreas críticas,
garantindo sua permanência apenas nas áreas autorizadas para essa visita.
A revisão dos volumes ou pacotes que os visitantes carregam.
4.6. Deve garantir que toda a correspondência e os pacotes que entrem em suas instalações
devem ser examinados antes de serem distribuídos, ação que deve estar documentada.
4.7. Deve garantir a identificação e controle de pessoas não autorizadas ou não identificadas em seus
instalações.
4.8. Deve identificar e revisar todo veículo e condutor que ingresse nas instalações da
empresa mantendo um registro dos movimentos efetuados, quando dispor de área de
estacionamento.
5.1 Deve ter procedimentos estabelecidos para garantir que toda a informação e
documentação utilizada para despachar ou receber mercadorias e carga deve ser legível, completa,
exata e que esteja protegida contra mudanças, perdas, roubos ou introdução de informações
errônea.
5.2 Deve arquivar e armazenar adequadamente toda a documentação física e/ou eletrônica
relacionada à exportação e aos processos que realiza durante cinco (5) anos contados a partir
do primeiro de janeiro do ano seguinte ao da sua emissão, protegendo-a contra as mudanças,
perdas, danos, roubos ou adulteração de informações, as quais devem estar disponíveis para quando
a administração o requer.
5.3 Deve ter os mecanismos adequados para identificar plenamente os condutores dos
veículos automotores que recebam, transportem ou entreguem a carga durante todo o seu percurso em
origem. Deve-se manter um registro sobre o controle de condutores de veículos.
5.4 Deve ter um procedimento documentado para estabelecer, investigar e relatar à autoridade
aduaneira e/ou a outras autoridades competentes os faltantes, sobrantes ou qualquer outra
discrepância, anomalia ou atividade suspeita, quando aplicável. A informação será
transmitida à Intendência da Alfândega sob cuja jurisdição se encontra a mercadoria em
prazo máximo de oito (8) horas após ocorrido o fato.
5.5 Deve manter um registro (manual ou eletrônico), referente ao controle periódico e cumprimento de
normas relacionadas com licenças e autorizações de mercadorias restritas que tramita perante
a administração aduaneira.
5.6 Deve contar com procedimentos para verificar que sua carga declarada e embarcada coincida com
a informação do manifesto de carga.
5.7 Deve manter um registro dos erros encontrados em seus processos, que será revisado.
periodicamente a efeitos de implementar os mecanismos de correção que correspondam,
comunicando-os à autoridade competente.
6.1. Deve impulsionar e supervisionar seus associados de negócios em relação à segurança dos
contenedores e unidades de carga, os quais devem estar orientados a prevenir e minimizar a
contaminação da carga.
Deve implementar de acordo com sua operabilidade, controles de recepção do contêiner vazio
que refletem com clareza, o número de identificação do contêiner, nomes, sobrenomes,
documento de identificação e assinatura do pessoal responsável pela recepção, bem como do
representante do associado de negócio. O controle só poderá ser implementado através de “Atas
de recepção de contêineres vazios" ou "Registro (Livro) de Recepção de Contêineres Vazios
os quais podem ser físicos ou eletrônicos.
O controle a ser implementado deve manter as formalidades que impeçam a possível subtração ou
suplantação de um registro de controle. Em caso de ser vulnerado, deve permitir detectar tal
feito facilmente. Nesse sentido, o controle que decidir ser implementado deve ser conduzido com pré -
numeração estabelecida nos formatos ou registros.
6.2. Deve implementar de conformidade com sua operacionalidade o processo de inspeção de contêineres.
reboques e similares, para garantir que estão vazios e sem compartimentos falsos, de acordo com a
seguinte metodologias
6.2.2. Para contêineres refrigerados (reefers), além dos pontos previstos no numeral
anterior, deve-se ter em consideração os seguintes pontos:
Área do evaporador
Área do condensador
Área de caixa de controle elétrico
4) Área do comprensor
Área da bateria
Parachoques
2) Motor
3) Pneus
4) Piso da cabina
Tanque de combustível
Cabina
Tanque de ar
8) Eixo de transmissão
Quinta roda
10) Chassi exterior
11) Piso (interior)
12) Portas externas / internas
13) Paredes laterais
14) Teto exterior / interior
15) Pared frontal
16) Unidade de refrigeração
Tubo de escape.
6.3. Deve controlar a aquisição e entrega dos selos, com base em avaliações de
riscos. Da mesma forma, deve garantir o selamento correto e a forma de manter a integridade física
dos contêineres e demais unidades de carga antes, durante e depois do preenchimento, evitando
ou prevenindo a contaminação ou introdução de pessoal e/ou materiais não autorizados.
6.4. Deve exigir a seus associados de negócio a utilização de selos que cumpram, no mínimo, com a
norma ISO 17712, vigente para selos de alta segurança, encontrando-se facultado a implementar
sistemas de maior segurança. A Administração Aduaneira poderá estabelecer normas adicionais
que regulamentem a incorporação de novas tecnologias a esse respeito.
6.5. Deve exigir a seus associados de negócios a colocação de um selo de alta segurança em todos os
contenedores e outras unidades de carga, verificando a confiabilidade dos mecanismos de
fechadura das portas, sem que estas sejam abertas ou os selos quebrados. É responsabilidade do
exportador o controle e supervisão da carga, para o qual deve implementar um procedimento
sobre o monitoramento em rota ou traslado da mercadoria até seu embarque definitivo.
6.6. Deve reconhecer e reportar à autoridade aduaneira incidências relacionadas aos selos,
precintos, contenedores e/ou demais unidades de carga. A informação será transmitida a
Intendência da Alfândega sob cuja jurisdição se encontra a mercadoria no prazo máximo de
oito (8) horas após o ocorrido.
A Administração Aduaneira poderá estabelecer normas adicionais que desenvolvam novas
tecnologias a esse respeito.
6.7. Deve exigir e supervisionar seus associados de negócios a monitorar e supervisionar a carga, durante
seu transporte para o embarque definitivo. No controle e na supervisão necessariamente
deverão ser utilizados dispositivos satelitais que permitam conhecer remotamente, o estado de
segurança da carga. A Administração Aduaneira poderá estabelecer normas adicionais que
desenvolvam novas tecnologias relacionadas ao monitoramento de carga em rota.
6.8. Deve exigir e supervisionar seus associados de negócios a terem planos de contingência para
cenários possíveis de avarias ou emergências imprevistas, nas unidades de transporte
destinadas ao transporte de mercadorias (próprias ou de terceiros), durante o trajeto ou rota do
traslado de mercadorias, a fim de garantir proteção e controle para que não haja violação ou
contaminação da mercadoria destinada à exportação.
6.9. Deve exigir e supervisionar seus associados de negócios a transportar em furgões ou caminhões
fechaduras que empreguem selos ou cadeados de alta segurança e selos plásticos controlados,
quando se tratar de exportações de mercadorias acondicionadas em carga solta individualizada
o volumes, desde o local ou o armazém do exportador até o armazém aduaneiro autorizado ou
porto de embarque, a fim de garantir que a integridade da carga não seja comprometida.
7. Segurança do Pessoal
7.1. Deve garantir a segurança da seleção do pessoal que participa direta ou indiretamente
na cadeia logística do comércio internacional.
Em relação aos candidatos admitidos para os postos de trabalho oferecidos, a empresa deverá
incluir a verificação das informações do pedido de emprego e a análise dos antecedentes
dos mesmos.
7.2. Deve manter uma lista de trabalhadores atualizada, que inclua dados básicos, como nome,
data de nascimento
7.3. Deve contar com o histórico de trabalho atualizado do pessoal vinculado, que inclua, como
mínimo, um arquivo fotográfico, registro dactilar, registro grafológico, vinculação e/ou afiliação a
instituições de seguridade social e outros registros legais de ordem trabalhista.
7.4. Deve ter mecanismos para a identificação e atualização dos cargos críticos
relacionados com a cadeia logística de exportação, com base em uma análise e avaliação de
riscos, assim como realizar revisões periódicas de informações e antecedentes de dito
pessoal.
8.2. Deve atribuir contas individuais que exijam uma mudança periódica, não superior a 4 meses, do
senha ou chave de acesso a todos os sistemas informáticos.
8.4. Deve ter um sistema que permita a rastreabilidade dos acessos efetuados pelo pessoal
(tipo de ação que foi realizada com cada acesso: exclusão, modificação, inserção, etc.).
8.5. Deve estabelecer e aplicar medidas apropriadas a todos os infratores dos sistemas de
informação da empresa.
8.6. Deve formular políticas voltadas para a proteção da propriedade intelectual e dos direitos de
autor, conforme ao disposto nas normas nacionais sobre a matéria.
8.7. Deve controlar o acesso e a saída da informação realizada através de dispositivos portáteis
de armazenamento, como discos rígidos externos, dispositivos USB, suportes magnéticos e
outros dispositivos de armazenamento externo, bem como através do correio eletrônico. O
este requisito se cumpre de acordo com uma análise e avaliação de riscos.
9.1. Deve contar com um Programa de Conscientização sobre Ameaças, dirigido a todo o pessoal,
para prevenir, reconhecer e agir diante de qualquer atividade suspeita ou criminosa na
empresa e em cada ponto da cadeia de suprimentos com o qual interagem. Este programa
pode incluir a oferta de incentivos ao pessoal pela sua participação ativa e destacada em
o Programa de Gestão de Segurança.
9.2. Deve capacitar e/ou treinar periodicamente os trabalhadores em relação à carga, para
manter sua integridade, reconhecendo possíveis conspirações e/ou contaminação, bem como para
proteger os controles de acesso.
9.3. Deve fornecer treinamento especial em segurança para os trabalhadores localizados nas áreas de
recepção, armazenamento e despacho de carga; assim como àqueles que recebem e abrem a
correspondência física.
9.5. Deve garantir a divulgação dos requisitos de segurança OEA, no âmbito do Programa de
Concientização sobre Ameaças que o exportador desenvolva, através de materiais pertinentes
e de livre disponibilidade, entre seus associados de negócios.
9.6. Deve sensibilizar seus clientes para promover a implementação de sistemas de gestão em
controle e segurança OEA.
III. REQUISITOS E INDICADORES DE SEGURANÇA DOS ALMACESES ADUANEIROS
1.1. Deve contar com um Programa de Gestão de Segurança da cadeia logística de exportação
devidamente implementado, a cargo de um responsável designado, que garanta o
conhecimento integral e cumprimento do Programa. Esse programa deve contar com
procedimentos documentados e verificáveis, os quais devem estar formulados sobre a
base de avaliação de riscos e recuperação de eventos, e estar orientados para a segurança de
cadeia logística de exportação.
1.3. Deve garantir que os requisitos de segurança do operador econômico autorizado que se
estabeleçam, se encontrem considerados nos procedimentos formulados no âmbito do
Programa de Gestão de Segurança, os mesmos que podem ser verificados e requeridos pela
autoridade aduaneira nos processos de certificação, conformidade e recertificação. Os
Os procedimentos devem incluir registros e/ou formatos a serem utilizados nas verificações periódicas.
1.4. Deve permitir à autoridade aduaneira verificar e validar o cumprimento dos requisitos de
segurança (visitas de validação e/ou conformidade), prévia avaliação dos controles internos,
assim como verificar a supervisão efetuada pela gerência ou pela alta direção do
exportador.
2.1 Deve contar com um procedimento documentado e verificável, para a seleção de seus
associados de negócio, nos quais se incluam os registros e/ou formatos a serem utilizados nas
verificações periódicas a serem realizadas. Os requisitos que forem estabelecidos neste item
devem estar procedimentados.
2.2 Deve contar com uma pasta de cada associado de negócio. Essa pasta deve conter
como mínimo:
a) Reporte de informação geral do associado de negócio, contendo necessariamente a
siguiente informação: (Comentário: aparentemente este inciso está inconcluso)
b) Relatório da ficha RUC do portal da SUNAT
c) Relatório atualizado dos representantes legais do portal SUNAT. (Comentário: para
o que exige um relatório de informações que temos em nosso portal
d) Verificação atualizada dos comprovantes de pagamento autorizados a emitir, de acordo com o portal
da SUNAT.
e) Atas ou formatos de visitas periódicas, realizadas ao associado de negócio.
f) Contrato escrito com seu associado de negócios sobre segurança; que inclua as medidas de
segurança de acordo com o risco que representa o associado de negócios.
2.3 Deve acreditar que seus associados de negócios tenham um programa de gestão de
segurança, o mesmo que a satisfação do operador econômico autorizado, cumpra com
garantir a segurança da cadeia logística do comércio internacional.
2.4 Baseado em um processo de análise de riscos, devem ser realizadas verificações semestrais de sua
associado em negócios relacionados com:
O cumprimento dos requisitos de segurança de acordo com o tipo de atividade, bem como
identificando as deficiências e comunicando-as para que as corrigam.
Outros aspectos como a solidez financeira, capacidade de cumprimento de requisitos
contratuais de segurança e habilidade para identificar e corrigir as deficiências de suas
associados de negócios.
2.5 Deve contar com procedimentos estabelecidos para garantir que a informação recebida dos
associados de negócios sejam reportados de forma exata e oportuna.
3.1 Deve contar com procedimentos documentados e verificáveis para a segurança física das
instalações, nas quais devem ser incluídos os registros e/ou formatos a serem utilizados nas
verificações periódicas que sejam realizadas. Os requisitos específicos que forem estabelecidos no
presente rubro devem estar procedimentados.
3.2 Deve contar com um serviço de vigilância e segurança durante as vinte e quatro (24) horas do dia,
o mesmo que pode ser delegado a uma empresa especializada e autorizada pelo Ministério do
Interior.
3.3 Deve estabelecer as áreas críticas de suas instalações, o que deve ser consequência de um
análise e avaliação de riscos devidamente documentados.
3.4 O armazém da Alfândega deve dispor de um plano de sua planta física no qual sejam identificados
claramente as áreas sensíveis ou críticas.
Deve ter um cercado perimetral que assegure as áreas de armazenamento e embarque da carga
devidamente individualizado.
3.6 Deve ter cercas e barreiras internas para controlar a identificação e o armazenamento de
mercadorias, verificando a integridade das mesmas, procedendo a documentar as inspeções
realizadas.
3.7 Deve assegurar que a carga que armazena, de acordo com a sua natureza, deve ser localizada, separada
e sinalizados de acordo com as regulamentações nacionais e/ou padrões internacionais, que
abarque entre outros, segurança industrial e manuseio de materiais perigosos.
3.8 Deve contar com uma zona de reconhecimento físico para carga solta e/ou uma zona de
reconhecimento para carga em contêineres a fim de que a autoridade aduaneira possa realizar
as atividades de inspeção que considerar necessárias em relação às mercadorias que são sujeitas
a exportação, assim como em relação às áreas de reconhecimento físico.
3.9 Deve ter o número mínimo de portas necessárias para permitir o acesso e a segurança
apropriada, de acordo com as necessidades de sua operatividade e baseado em uma análise e
avaliação de riscos devidamente documentada.
3.10 Deve definir e sinalizar claramente a área de estacionamento para visitantes e funcionários, assim
como, proibir o estacionamento de veículos de trabalhadores e visitantes, dentro das áreas
de manobras e armazenamento de carga ou em áreas próximas, para o qual deve contar com uma
sinalização adequada que indique as zonas de acesso público e as zonas restritas.
3.11 Deve garantir que as instalações tenham sido construídas com materiais que evitem a
entrada forçada e/ou ilegal, assim como deve realizar inspeções e reparos periódicos para
manter a integridade das mesmas, devendo manter um registro dessas inspeções e
reparações.
3.12 Deve contar com mecanismos de segurança, para todas as portas, janelas e fechamentos
interiores e exteriores.
3.13 Deve controlar a entrega, manuseio e devolução de todos os mecanismos de segurança para
portas e janelas.
3.14 Deve dispor de iluminação adequada dentro e fora das instalações, especialmente em
as entradas e saídas, áreas de manuseio e armazenamento de carga, cercas perimetrais e áreas de
estacionamento. Em caso de insumos químicos e produtos fiscalizados, seu armazenamento
deve cumprir com a minimização de riscos.
3.15 Deve utilizar sistemas de alarmas e câmaras de vigilância para supervisionar e monitorar as
instalações e impedir o acesso não autorizado às áreas de manuseio e armazenamento de carga e
demais áreas que a empresa considere sensíveis. O prazo mínimo de conservação de
a informação da videocâmara é de trinta (30) dias.
3.16 Deve exercer o controle das áreas destinadas para armários, vestiários ou similares e
separá-las das áreas de armazenamento ou operação de carga.
Deve contar com sistemas e/ou meios de comunicação interna que permitam uma comunicação.
eficaz e imediata em caso de risco ou perigo entre o pessoal da empresa.
4.1. Deve ter um sistema de identificação de trabalhadores que lhe permita controlar o acesso ao
fábrica, armazéns, escritórios ou outros que lhe pertençam com o propósito de identificá-los
plenamente; devendo contar com um registro correlativo que permita documentar e controlar
ditos acessos.
4.2. Deve estabelecer restrições aos seus trabalhadores em relação aos acessos às áreas críticas
devidamente definidas, de tal maneira que, assegurem que estes permaneçam nas áreas onde
desempenham suas funções; salvo autorização expressa e supervisão direta do chefe de
segurança ou seu representante. As restrições são realizadas com base em um processo de
avaliação de riscos.
4.3. Deve controlar a entrega e devolução dos cartões de identificação de seus trabalhadores e
visitantes.
4.4. Deve controlar a entrega, devolução e troca dos dispositivos de acesso, como por exemplo,
chaves, cartões de proximidade e aqueles que estão implementados de acordo com a
operatividade do exportador.
4.5. Deve controlar a entrada e saída de visitas ao armazém ou outro local que lhe pertença, devendo
regular como mínimo:
A apresentação do documento oficial vigente dos visitantes, cuja fotografia permita sua
identificação, submetendo-se à revisão prevista. Os visitantes devem exibir em um lugar
visível sua identificação temporária e ser acompanhados por pessoal da empresa se a visita
corresponde a áreas críticas, garantindo sua permanência apenas nas áreas autorizadas
para dicha visita.
A revisão dos volumes ou pacotes que os visitantes carregam.
4.6. Deve garantir que toda a correspondência e os pacotes que entram em suas instalações
devem ser examinados antes de serem distribuídos, ação que deve estar documentada.
4.7. Deve garantir a identificação e controle de pessoas não autorizadas ou não identificadas em suas
instalações.
4.8. Deve identificar e revisar todo veículo e condutor que ingresse nas instalações da
empresa mantendo um registro dos movimentos efetuados, quando dispor de área de
estacionamento.
5.1 Deve contar com procedimentos documentados e verificáveis, para garantir a integridade e
segurança dos processos relativos à fabricação, armazenamento de mercadorias, manuseio e
transporte da carga na cadeia de suprimento e/ou garantir que a contratação dos mesmos
os serviços contam com medidas de segurança suficientes, que ajudam a minimizar o risco.
O Programa de Gestão de Segurança deve conter um fluxograma dos processos existentes
na cadeia de suprimentos. Os requisitos que forem estabelecidos nesta seção devem estar
procedimentados.
5.2 Deve assegurar que toda a carga armazenada esteja respaldada documentalmente e
que esta sea compreensível e legível ao descrever seu conteúdo; a documentação que ampara a
a carga armazenada deve estar anotada nos correspondentes registros ou controles
informáticos da empresa.
5.3 Deve estabelecer inspeções rotineiras de verificação nas áreas de armazenamento de carga e
contentores, com a finalidade de detectar situações suspeitas ou atividades irregulares.
5.4 O material de embalagem e embalamento de exportação deve observar diferenças em relação ao produto
nacional, sendo controlado e revisado antes de seu uso. Deve-se dispor de um procedimento
documentado para o manejo e controle deste material.
5.5 Deve ter procedimentos estabelecidos para garantir que toda a informação e
documentação utilizada para despachar ou receber mercadorias e carga seja legível, completa,
exata e que esteja protegida contra mudanças, perdas, roubos ou introdução de informações
errônea.
5.6 Deve arquivar e armazenar adequadamente toda a documentação física e/ou eletrônica
relacionada à exportação e aos processos que realiza durante cinco (5) anos contados a partir
do primeiro de Janeiro do ano seguinte à emissão do documento, protegendo-a contra os
mudanças, perdas, danos, roubos, adulteração ou substituição de informações, as quais devem estar
disponível para quando a administração o solicitar.
5.7 Deve ter mecanismos adequados para identificar plenamente os condutores dos
veículos automotores que recebam ou entreguem a carga durante todo o seu percurso de origem. Se
deve manter um registro sobre o controle de condutores de veículos.
5.8 Deve ter um procedimento documentado para estabelecer, investigar e reportar à Autoridade
Aduaneira e/ou a outras autoridades competentes os faltantes, sobrantes ou qualquer outra
discrepância, anomalia ou atividade suspeita, quando aplicável. A informação é
transmitida à Intendência de Aduana sob cuja jurisdição se encontra a mercadoria no
prazo máximo de oito (8) horas após ocorrido o fato.
5.9 Deverá ter procedimentos para verificar que sua carga declarada e embarcada coincida com a
informação do manifesto de carga.
5.10 Deve manter um registro dos erros encontrados em seus processos, o qual é revisado
periodicamente a efeitos de implementar os mecanismos de correção que correspondam,
comunicando a autoridade competente.
6.1. Deve impulsionar e supervisionar em seus associados de negócio a segurança dos contêineres e
unidades de carga, os quais devem estar orientados a prevenir e minimizar a contaminação de
a carga.
O controle a ser implementado deve respeitar as formalidades que impeçam a possível subtração ou
suplantação de um registro de controle. Em caso de ser vulnerado, deve permitir detectar tal
feito facilmente. Nesse sentido, o controle que decidir ser implementado deve ser conduzido com pré -
numeração estabelecida nos formatos ou registros.
6.2. Deve implementar de acordo com sua operatividade o processo de inspeção de contêineres,
reboques e similares, para garantir que estão vazios e sem compartimentos falsos, de acordo com a
siguientes metodologias:
6.2.1. Metodologia dos sete pontos para a inspeção do contêiner:
Pared delantera
Lado esquerdo
3) Lado direito
4) Piso
5) Teto interior/exterior
6) Portas interiores/exteriores
7) Exterior/Seção inferior
6.2.2. Para contêineres refrigerados (reefers), além dos pontos previstos no numeral
anteriormente, devem ser considerados os seguintes pontos:
1) Área do evaporador
2) Área do condensador
Área de caixa de controle elétrico
4) Área do comprensor
Área da bateria
6.3. Deve armazenar os contêineres e/ou outras unidades de carga em uma área segura para impedir
o acesso e/ou manipulação não autorizada.
6.4. Deve controlar a aquisição e entrega dos selos, com base em avaliações de
riscos. Além disso, deve garantir a vedação correta e a forma de manter a integridade física
dos contêineres e demais unidades de carga antes, durante e depois do enchimento, evitando
o previnindo a contaminação ou introdução de pessoal e/ou materiais não autorizados.
6.5. Deve exigir e verificar que seus associados de negócios utilizam selos que atendam, no mínimo,
com a norma ISO 17712, em vigor para selos de alta segurança, encontrando-se facultado a
implementar sistemas de maior segurança. A Administração Aduaneira poderá estabelecer
normas adicionais que regulam a incorporação de novas tecnologias a respeito.
6.6. Deve exigir e verificar que seus parceiros de negócios coloquem um selo de alta segurança em todos
os contêineres e demais unidades de carga, verificando a confiabilidade dos mecanismos de
fechadura das portas, sem que estas sejam abertas ou os selos rompidos. É responsabilidade do
exportador o controle e supervisão da carga, para o qual deve implementar um procedimento
sobre o monitoramento na rota ou transporte da mercadoria até seu embarque definitivo.
6.7. Deve reconhecer e reportar à autoridade aduaneira incidentes com os selos, lacres,
contentores e/ou outras unidades de carga. A informação é transmitida à Intendência de
Aduana sob cuja jurisdição se encontra a mercadoria no prazo máximo de oito (8) horas
de ocorrido o fato.
6.8. Deve exigir e supervisionar seus associados de negócios a monitorar e supervisionar a carga, durante
seu transporte para o embarque definitivo. No controle e na supervisão, necessariamente deve
utilizar dispositivos satelitais que permitam conhecer remotamente, o estado de segurança da
carga.
6.9. Deve exigir e supervisionar seus associados de negócios a terem planos de contingência para
cenários possíveis de avarias ou emergências imprevistas, nas unidades de transporte
destinadas ao transporte de mercadorias (próprias ou de terceiros), durante o trajeto ou rota do
traslado de mercadorias, a fim de proporcionar proteção e controle para que não haja vulneração ou
contaminação da mercadoria destinada à exportação.
6.10. Deve exigir e supervisionar seus associados de negócios o transporte em furgões ou caminhões.
fechaduras que utilizem selos ou fechaduras de alta segurança e precintos plásticos controlados,
quando se trate de exportações por mercadorias acondicionadas em carga solta individualizada
o volumes, desde o local ou o armazém do exportador até o armazém aduaneiro autorizado ou
porto de embarque, a fim de garantir que a integridade da carga não será comprometida.
7. Segurança do Pessoal
7.1. Deve garantir a segurança da seleção do pessoal que participa direta ou indiretamente
na cadeia logística do comércio internacional.
Em relação aos candidatos admitidos aos postos de trabalho oferecidos, a empresa deve incluir
a verificação das informações do pedido de emprego e a análise dos antecedentes dos
mesmos.
7.2. Deve manter uma lista de trabalhadores atualizada, que inclua dados básicos, como nome,
data de nascimento
7.3. Deve ter o histórico de trabalho atualizado do pessoal vinculado, que inclua, como
mínimo, um arquivo fotográfico, registro dactilar, registro grafológico, vinculação e/ou afiliação a
instituições de segurança social e outros registros legais de ordem trabalhista.
7.4. Deve contar com mecanismos para a identificação e atualização dos cargos críticos
relacionados com a cadeia logística de exportação, com base em uma análise e avaliação de
riscos, assim como realizar revisões periódicas de informações e antecedentes de dito
pessoal.
8.2. Deve atribuir contas individuais que exijam uma mudança periódica, não superior a quatro (4)
meses, da senha ou chave de acesso a todos os sistemas informáticos.
8.5. Deve estabelecer e aplicar medidas apropriadas a todos os infratores dos sistemas de
informações da empresa.
8.6. Deve formular políticas direcionadas à proteção da propriedade intelectual e dos direitos de
autor, conforme ao disposto nas normas nacionais sobre a matéria.
8.7. Deve controlar o acesso e a saída de informações realizadas através de dispositivos portáteis de
armazenamento, como discos rígidos externos, dispositivos USB, suportes magnéticos e outros
dispositivos de armazenamento externo, assim como através do correio eletrônico. O presente
o requisito é cumprido de acordo com uma análise e avaliação de riscos.
9.1. Deve contar com um Programa de Conscientização sobre Ameaças, dirigido a todo o pessoal,
para prevenir, reconhecer e agir diante de qualquer atividade suspeita ou delitiva na
empresa e em cada ponto da cadeia de suprimento com o qual interagem.
9.2. Deve oferecer periodicamente treinamento específico e/ou capacitação aos trabalhadores
em relação à carga, para manter sua integridade, reconhecendo possíveis conspirações e/ou
contaminação, assim como para proteger os controles de acesso.
9.3. Deve oferecer treinamento especial em segurança aos trabalhadores localizados nas áreas de
recepção, armazenamento e despacho de carga; assim como aqueles que recebem e abrem a
correspondência física.
9.5. Deve assegurar a divulgação dos requisitos de segurança OEA, no âmbito do Programa de
Conscientização sobre Ameaças que o exportador desenvolva, através de materiais pertinentes
e de livre disponibilidade, entre seus associados de negócios.
9.6. Deve sensibilizar seus clientes para promover a implementação de sistemas de gestão em
controle e segurança OEA.
DEFINIÇÕES
Ação Corretiva.- Ação tomada para eliminar as causas de uma não conformidade, defeito ou
outra situação indesejada existente, a fim de evitar sua repetição.
Ação Preventiva.-Ação tomada para eliminar as causas de uma não conformidade, defeito ou
outra situação indesejada potencial, a fim de evitar que ocorra.
Atividade suspeita.- Ato inadequado realizado por um indivíduo que atenta contra a
segurança, que sejam suspeitas ou que mostrem sinais de conspirações internas dentro de
uma organização.
Ameaças.-Fatores externos à organização que alertam sobre a proximidade ou propensão a um
evento de perda (materialização de um risco) sobre os quais esta não tem controle.
Áreas críticas.- Áreas físicas das instalações dos operadores de comércio exterior onde
prevê-se a geração de um alto índice de risco.