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Legislação de Trânsito

Prof: HARLAN
EVOLUÇÃO DOS VEÍCULOS

LITEIRA
500 ANOS DE TRÂNSITO NO BRASIL
JUCIARA RODRIGUES - ABDETRAN
CARRUAGENS
VINDAS
DE LISBOA

ED. DE TRÂNS. NO ENS.


FUNDAMENTAL.
ABDETRAN
MODELO
FABRICADO
EM 1893

MODELO
FABRICADO EM
1900

ED.DE TRÂNS.NO ENS. FUND.


ABDETRAN
DILIGÊNCIA

1º VEÍCULO DE TRANSPORTE
DE PESSOAS.

500 ANOS DE TRÂNSITO NO BRASIL – JUCIARA RODRIGUES


1ª LINHA DE BONDE
INAUGURADA EM 09/10/1868.
500 ANOS DE TRÂNS. NO BRASIL – JUCIARA RODRIGUES
OS ACIDENTES JÁ ACONTECIAM.

500 ANOS DE TRÂNS. NO BRASIL – JUCIARA RODRIGUES


PRIMEIROS
VEÍCULOS DE
PASSAGEIROS.

500 ANOS DE TRÂNS.NO


BRASIL.ABDETRAN
JUCIARA RODRIGUES
DÉCADA DE 30/40.
500 ANOS DE TRÂNS. NO BRASIL- JUCIARA RODRIGUES
NOSSO
QUERIDO “JK”
CHEGADA
DAS
MONTADORAS

500 ANOS DE TRÂNS. NO BRASIL- JUCIARA RODRIGUES


1º VEÍCULO ESPORTIVO
B
R
A
S
I
L

DKW VEMAG
SIMCA CHAMBORD
BELCAR
500 ANOS DE TRÂNS. NO BRASIL – JUCIARA RODRIGUES
FROTA
NACIONAL
FINAL DA
DÉCADA
DE 50 E
INÍCIO DA
DÉCADA
DE 60

500 ANOS DE TRÂNS. NO BRASIL – JUCIARA RODRIGUES.


ENDEUSAMENTO DA MÁQUINA

ERA UMA
COMEMORAÇÃO,
O ZELO COM O
AUTOMÓVEL.

500 ANOS DE TRÂNS. NO BRASIL – JUCIARA RODRIGUES.


ÔNIBUS DA MERCEDES BENZ
DÉCADA DE 60

500 ANOS DE TRÂNS. NO BRASIL – JUCIARA RODRIGUES.


ELEMENTOS DO TRÂNSITO

HOMEM

VIA

VEÍCULO
FROTA VEICULAR BRASIL
ANO FROTA
ANO FROTA 1999 32.318.646
1960 508.608 2000 29.503.503
1970 2.615.472 2001 31.913.003
1980 10.766.765 2002 34.284.967
1990 18.267.246 2003 36.658.501
1995 26.609.232 2004 38.860.300
2005 41.980.660
1998 30.939.466
2006 44.060.520

PREVISÃO DO IBGE ANO 2020 –137.000.000


FROTA VEICULAR
DISTRITO FEDERAL
ANO FROTA
2000 585.424
2001 651.342
2002 688.746
2003 732.138
2004 775.112
2005 820.030
2006 880.500

DETRAN - DF
REDE RODOVIÁRIA

Estados Não pavimentada Pavimentada Total


Norte 86.225,7 9.454,7 95.680,4

Nordeste 352.824,8 41.763,0 394.587,8

Sudeste 426.010,0 52.573,8 478.583,8

Centro-Oeste 428.755,8 29.867,9 458.623,7

Sul 204.221,2 17.596,3 221.817,5

Brasil 1.498.037,5 151.225,7 1.649.293,2

500 ANOS DE TRÂNS. NO BRASIL – JUCIARA RODRIGUES


CAUSAS DOS ACIDENTES

HOMEM 90%

VEÍCULO 4%

VIA 6%
ABDETRAN
ABDETRAN
MORTES NO TRÂNSITO

PAÍSES 1 morto para.....


Brasil 900 carros.
França 3000 carros.
Suíça 3600 carros.
Alemanha 4200 carros.
Eua 5300 carros.
Japão 5600 carros.
Suécia 6900 carros.
VEJA – 13/10/99
D.F.
01 à 12/04
Faixa Etária Nº de
mortos
Até 9 anos 17
De 10 a 17 21
De 18 a 19 24
De 20 a 29 124
De 30 a 39 88
De 40 a 49 61
De 50 a 59 35
60 ou mais 50
Não informado 03
Total 423
MORTES DE MOTOCICLISTAS

CAUSAS:
ALTA
VELOCIDADE
FALTA DE
USO DO
CAPACETE.

JOVENS DE 20
A 29 ANOS
MAIORES
VÍTIMAS

CORREIO BRAZILIENSE, 20/11/00


ÁLCOOL NO VOLANTE

AUMENTO DO TEMPO DE REAÇÃO.

VEJA – 13 / 10/ 99
A MEDIDA DO RISCO
0,2 a 0,3g p/litro de
sangue
Percepção da
distância e
velocidade
prejudicadas.
0,3 a 0,5g p/litro de
sangue
Campo visual
menor,controle
cerebral
relaxado.
0,5 a 0,8gp/litro de
sangue
Subestima os riscos
e tendência à FONTE - DETRAN -DF
agressividade
A MEDIDA DO RISCO

O EXCESSO DE
VELOCIDADE.
INEXISTE A
PROBABILIDADE
DE UM PEDESTRE
SOBREVIVER SE
ABALROADO A
UMA VELOCIDADE
DE 80 Km.
FATALIDADE???????????
1995, NOITADA NO BAR EXCESSO
DE VELOCIDADE, 3 MORTES.

VEJA – 13/10/99
FATALIDADE?
??????????
DROGADO E EMBRIAGADO
6 FERIDOS E 3 MORTOS.
VEJA – 13/10/99
40
MIL
MOR
TOS
P/ANO

EM CADA 10 “ACIDENTES”, 3 SOBREVIVEM


COM SEQÜELAS GRAVÍSSIMAS

CORREIO BRAZILIENSE – 17/09/00


FATALIDADE??????????

Vitória Viana, 2 anos,


cabeça arrancada
numa batida causada
por um racha.

VEJA – 13/10/99
FATALIDADE?
???????

DUAS
MORTES
EM
FUNÇÃO
DE
UM PEGA.
CORREIO BRAZILIENSE – 03/08/01
VITIMAS DA IMPRUDÊNCIA

Novembro de 2000
Lígia e Josenilda atravessavam a W3 norte, em frente ao
sinal de trânsito da quadra 508/509, quando foram
atropeladas pelo caminhão Mercedes Benz, placa GLT
7257 (MG), dirigido por José Edivan de Sousa Nonato.
Lígia morreu no mesmo dia, Josenilda quatro dias
depois. O motorista alegou problemas no sistema de
freios do veículo. Testemunhas afirmaram que ele vinha
em alta velocidade e que havia ultrapassado dois sinais
vermelhos antes de atingir as moças. Lígia tinha 20 anos
e Josenilda 26 anos.
Brasília - DF
PRINCIPAIS MUDANÇAS NO
CÓDIGO
 INFRAÇÕES AGRAVADAS.
 VELOCIDADE DIFERENCIADA NAS RODOVIAS.
 EDUCAÇÃO DE TRÂNSITO DA PRÉ–ESCOLA AO ENSINO MÉDIO.
 CRIAÇÃO DOS CFCs.
 MULTA PARA O PEDESTRE.
 PERMISSÃO PARA DIRIGIR.
 CRIMES DE TRÂNSITO.
 MUNICIPALIZAÇÃO DO TRÂNSITO.
ALTERAÇÃO DOS LIMITES DE VELOCIDADE NAS VIAS.
O COMBATE A VIOLÊNCIA

A FALTA DE EDUCAÇÃO
LEVA AO
SUBDESENVOLVIMENTO E
MATA A LONGO PRAZO. A
FALTA DE EDUCAÇÃO NO
TRÂNSITO MATA DE
IMEDIATO .
PROF DAVI
DUARTE
Combate à violência no Trânsito

Família

Escola

Governo

Mídia
Combate a violência no Trânsito

Engenharia
Sinalização Adequada.
Manutenção das vias.
Combate a violência no Trânsito

Fiscalização:
Recursos Eletrônicos.
Policiamento Ostensivo.
EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS

BARREIRA
ELETRÔNICA.

Brasília - DF
EQUIPAMENTO ELETRÔNICO

BARREIRA
ELETRÔNICA.

Brasília - DF
CIVILIDADE NO TRÂNSITO

RESPOSTA AO TRABALHO DA

ESCOLA PÚBLICA DE TRÂNSITO – BRASÍLIA


DF E ENTIDADES ENVOLVIDAS.
1ª ESCOLA PÚBLICA DE TRÂNSITO DO PAÍS

INÍCIO 1992 – BRASÍLIA DF


CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO

Instituído pela Lei nº 9.503 de 23.09.1997.

O CTB com o texto atualizado, as resoluções do


Contran em vigor e as portarias do Denatran,
constituem a correta relação entre o cidadão e o
Sistema Nacional de Trânsito.
Composição do Sistema Nacional
de Trânsito (Órgãos Normativos)
CONTRAN - Conselho Nacional de Trânsito,
Coordenador do Sistema e Órgão
Máximo Normativo e Consultivo.

CETRAN - Conselho Estadual


- de Trânsito, Órgão
Normativo, Consultivo Coordenador.

CONTRANDIFE - Conselho- de Trânsito do Distrito


Federal, Órgão Normativo,
Consultivo e Coordenador.
COMPOSIÇÃO DO CONTRAN

 Representante do Ministério da Ciência e Tecnologia;

 Representante do Ministério da Educação e do


Desporto;

 Representante do Ministério do Exército;

 Representante do Ministério do Meio Ambiente e da


Amazônia Legal;
Composição do CONTRAN

 Representante do Ministério dos Transportes;

 Representante do Ministério ou Órgão


Coordenador Máximo do Sistema;

 Representante do Ministério da Saúde.


Compõem o Cetran
- Um Presidente nomeado pelo Governador
do Estado;
- três representantes dos Municípios de maior frota e
três representantes do Estado, sendo:
 Um do Departamento Estadual de Trânsito
 Um do DER
 Um da Policia Militar do Estado
- Um representante patronal e do empregado da
área de transporte
Composição do Sistema Nacional
de Trânsito (Órgãos Executivos)
 Órgãos e entidades executivas de trânsito da União, dos
Estados, do Distrito Federal e Municípios.

 Órgãos e entidades executivas rodoviários da União,


dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

 Polícia Rodoviária Federal

 Polícia Militar dos Estados e do Distrito Federal

 JARI – Junta Administrativa de Recursos de Infrações.


VIA
SUPERFÍCIE POR ONDE TRANSITAM
VEÍCULOS, PESSOAS E ANIMAS,
COMPREENDENDO A PISTA, A CALÇADA,
O ACOSTAMENTO, ILHA E CANTEIRO
CENTRAL.
CLASSIFICAÇÃO DAS VIAS
URBANAS e RURAIS

VIAS URBANAS:
• TRÂNSITO RÁPIDO 80 Km/h.

• ARTERIAL 60 Km/h.

• COLETORA 40 Km/h.

• LOCAL 30 Km/h.
Quando não houver sinalização indicadora
VIAS RURAIS:
• RODOVIAS - Via Rural pavimentada.

• Automóveis, Camionetas e Motocicleta 110 Km/h.

• Ônibus e Microônibus 90 Km/h.

• Os demais veículos 80 Km/h.


• ESTRADAS – Via rural não pavimentada.
Velocidade máxima 60 Km/h.
Quando não houver sinalização indicadora
TRÂNSITO RÁPIDO
Aquela caracterizada por acessos
especiais com trânsito livre,
sem interseções em nível,
sem acessibilidade
direta aos lotes lindeiro
e sem travessia de pedestre no
mesmo nível.
ARTERIAL
Aquela caracterizada por
interseções em nível,
geralmente controlada por semáforo,
com acessibilidade aos lotes lindeiros
e às vias coletoras e locais,
possibilitando o trânsito entre as
regiões da cidade.
COLETORA

Aquela destinada a coletar e distribuir


o trânsito que tenha necessidade
de entrar ou sair das vias de
Trânsito rápido ou arteriais,
possibilitando o trânsito
dentro das regiões da cidade.
LOCAL

Aquela caracterizada por


interseções em nível não semaforizadas,
destinada apenas ao acesso local ou
a área restrita.
OBSERVAÇÃO
O órgão ou entidade de trânsito ou rodoviário
com circunscrição sobre a via poderá regulamentar,
por meio de sinalização, velocidades superiores ou
Inferiores estabelecidas.

A velocidade mínima não poderá ser inferior


à Metade da velocidade máxima estabelecidas
Respeitadas operacionais de trânsito e da via.
A Sinalização
Classifica-se Em
 Verticais
 Horizontais
 Dispositivos Auxiliares
 Sinalização Semafórica
 Sinalização de Obras
 Gestos
 Sinais Sonoros
SINALIZAÇÃO VERTICAL

PLACAS
SINALIZAÇÃO VERTICAL

Regulamentação

Advertência

Indicação
Sentido de Circulação
Normas de Circulação
Controle de Veículo

Estacionamento

Pedestre
SINALIZAÇÃO DE ADVERTÊNCIA

Curvas Perigosas

Controle de tráfego
Interseções
Ocorrência de condições Perigosas
Ocorrência de condições Perigosas
Estreitamento de Pista

Travessia de Pedestre

Passagem de Nível
Sinalização de Indicação
MARCAS LONGITUDINAIS
Linhas de Divisão de Fluxos Opostos
Linhas de Divisão de Fluxos Opostos
Linhas de Divisão de Fluxos Opostos
Linhas de divisão de Fluxos
de Mesmo Sentido e Linhas de Bordo
Linha de Continuidade
Marcas Transversas
DISPOSITIVOS
DELIMITADORES
Balizadores
Balizamento Refletivo de
Pontes e Viadutos
Tachas e Tachões
Dispositivos de canalização
Dispositivo de Marcação
de Alerta
Marcadores de Alinhamento
Alterações do Pavimento

-Pavimentos Rugosos
- Pavimentos Fresados
-Ondulações Transversal à Via
Diapositivos de Proteção Contínua
Defensas
Barreiras de Concreto
Dispositivo de uso Temporário
Dispositivo de uso Temporário
Painel Eletrônico
VEÍCULOS
CLASSIFICAÇÃO
DOS VEÍCULOS
QUANTO À TRAÇÃO

- AUTOMOTOR
- ELÉTRICO
- DE PROPULSÃO HUMANA
- DE TRAÇÃO ANIMAL
- REBOQUE E SEMI REBOQUE
CLASSIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
QUANTO À ESPÉCIE
- DE PASSAGEIRO
- DE CARGA
- MISTO
- DE COMPETIÇÃO
- DE TRAÇÃO
- ESPECIAL
- DE COLEÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS

QUANTO À CATEGORIA
- OFICIAL
- DE REPRESENTAÇÃO DIPLOMATICA
DE CARREIRA OU ORGANISMO
INTERNACIONAL ACREDITADO
JUNTO AO GOVERNO BRASILEIRO
- PARTICULAR
- DE ALUGUEL
- DE APRENDIZAGEM
HABILITAÇÃO

Os candidatos poderão
habilitar-se nas
categorias A, B, C, D e E,
obedecida a seguinte graduação:
HABILITAÇÃO
Categoria A
Condutor de veículo
motorizado de duas ou três rodas,
com ou sem carro lateral.
HABILITAÇÃO
Categoria B
Condutor de veículo motorizado não
abrangido pela categoria A, cujo peso
bruto total não exceda a 3.500 Kg.
e cuja lotação não exceda a 08 lugares.
HABILITAÇÃO
Categoria C
Condutor de veículo motorizado em
transporte de carga, cujo peso bruto
total exceda a 3.500 Kg.
HABILITAÇÃO
Categoria D
Condutor de veículo motorizado
utilizado no transporte de passageiro
cuja a lotação exceda a 08 lugares,
excluído o do motorista.
HABILITAÇÃO

Categoria E

Condutor de combinação de veículo


em que a unidade tratora se enquadra
nas categorias B, C, D e cuja unidade
acoplada, reboque, semi-reboque ou articulada
tenha 6.000 Kg.
HABILITAÇÃO
Ou mais de peso bruto total e
cuja lotação exceda 08 lugares, ou seja
enquadrado na categoria trailler,
ou ainda, que possua mais de uma unidade
tracionada, independentemente da
capacidade de tração ou do peso bruto total.
HABILITAÇÃO
PRÉ - REQUISITOS
• Ser penalmente imputável;
• Saber ler e escrever;
• Possuir carteira de identidade ou equivalente.
• Categoria C - Ser habilitado no mínimo há (um)
ano na categoria B
• Categoria D - Ser maior de 21 anos
Estar habilitado no mínimo há
02 anos na categoria B ou há 01
ano na categoria C.
HABILITAÇÃO

• Categoria E - Ser maior de 21 anos


Estar habilitado no mínimo há
01 ano na categoria C.
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
NORMAS GERAIS
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
INFRAÇÕES
VALOR EM VALOR
INFRAÇÃO
REAL COM 80%
GRAVÍSSIMA 191,54 153,23
GRAVE 127,69 102,15
MÉDIA 85,13 68,10
LEVE 53,20 42,56
INFRAÇÕES
Situações em que ocorre MULTIPLICAÇÃO do valor da
multa de 3 a 5 vezes:

Art. 162. Dirigir sem carteira: 3x

Art. 162. Dirigir com carteira de categoria diferente da do


veículo: 3x

Art. 162. Permitir que dirija ou entregar direção a não


habilitados: 3x

Art. 173. Disputar corrida por espírito de emulação: 3x


INFRAÇÕES
Art. 174. Promover ou participar, na via, de competição, etc.
sem autorização: 5x
Art. 176. Omitir-se em acidente com vítima, quando
envolvido: 5x e perda da carteira

Art. 218. Velocidade mais de 20% superior à máxima do local


3x
Art. 246. Não sinalizar obstáculo, em via ou calçada 5x
PENALIDADES
• Advertência por Escrito
• Multa
• Suspensão do Direito de Dirigir
• Apreensão do Veículo
•Cassação da C N H
• Cassação da Permissão para Dirigir
• Freqüência Obrigatória em Curso
de Reciclagem
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS

- Retenção do veículo
- Remoção do veículo
- Recolhimento da C.N.H
- Recolhimento da Permissão para Dirigir
- Recolhimento do Cetificado de Registro
- Recolhimento do C.L.A
SUSPENSÃO DO DIREITO
DE DIRIGIR
• Dirigir sob influência de álcool ou substância
tóxica – Art. 165.

• Dirigir ameaçando os pedestres que estejam


atravessando a via ou demais veículos. – Art. 170.

• Disputar corrida por espírito de emulação


– Art. 173.

• Promover ou participar de competição esportiva


sem autorização – Art. 174.
SUSPENSÃO DO DIREITO
DE DIRIGIR
Deixar o condutor envolvido em acidente com
vítima – Art. 176.
I - De prestar ou providenciar socorro à vítima
podendo fazê-lo:
II - De adotar providências, podendo faze-lo, no
sentido de evitar perigo para o trânsito no local
III - De preservar o local, de forma a facilitar os
trabalho da polícia e da perícia
IV- De adotar providências para remover o veiculo
do local, quando determinadas por policial ou
agente da autoridade de trânsito:
SUSPENSÃO DO DIREITO
DE DIRIGIR
- Transitar em velocidade superior a máxima
permitida para o local, medida por instrumento
ou equipamento hábil: - Art.218

I – em rodovias, vias de trânsito rápido e vias


arterias :
a) quando a velocidade for superior à
máxima em até vinte por cento:
SUSPENSÃO DO DIREITO
DE DIRIGIR
• Exibir manobra perigosa, cantar pneu, etc.
– Art. 175.
• Transpor, sem autorização, bloqueio viário
policial – Art. 210
• Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor
- Art. 244.
I – sem usar capacete com viseira ou óculos e
vestuário de acordo com o CONTRAN
II – transportando passageiro sem capacete,
na forma anterior, ou fora do assento do
carona ou em carro lateral
SUSPENSÃO DO DIREITO
DE DIRIGIR

IV – com os faróis apagados

V – com criança menor de 7 anos ou sem


condições de cuidar da própria segurança
APREENSÃO DO VEÍCULO

• sem possuir a CNH ou Permissão para dirigir

• com a CHH ou Permissão para dirigir cassada


ou suspensa

• com a CNH ou Permissão para dirigir de


categoria diferente

• disputar corrida por espírito de emulação


APREENSÃO DO VEÍCULO
•participar de competição esportiva sem
autorização

•utilizar o veículo para exibir manobras


perigosas

• usar indevidamente aparelho de alarme

• entregar o veículo a pessoa não habilitada

• com o selo da placa falsificado ou sem placa


APREENSÃO DO VEÍCULO

•transportando passageiro em compartimento


de carga

•com dispositivo anti-radar

• sem portar autorização para escolares

• em desacordo com autorização especial


APREENSÃO DO VEÍCULO

•falsificar ou adulterar a CNH , CRV


ou CLA

•não apresentar à autoridade os documentos

• retirar do local o veículo retido

• bloquear a via com o veículo


CASSAÇÃO DA CNH
I - Quando suspenso o direito de dirigir,
o infrator conduzir qualquer veículo.

II - No caso de reincidência, no prazo de doze


meses:

a) dirigir veículo de categoria para a


qual não está habilitado ou autorizado

b) dirigir embriagado ou sob efeito de


substância tóxica
CASSAÇÃO DA CNH

c) disputar corrida por espírito de emulação

d) promover competição esportiva ou dela


participar

e) utilizar o veículo para exibir manobras perigosas


CASSAÇÃO DA CNH
III - No caso de reincidência entregar o veículo
a pessoa

• Que não possua a CNH ou Permissão para dirigir

• Com categoria para a qual não está habilitado


ou autorizado

• Com a CNH ou Permissão para dirigir cassada ou


suspensa
CASSAÇÃO DA CNH

•Com a CNH vencida há mais de 30 dias

• Sem usar lentes, aparelho de audição, prótese


física ou as adaptações do veículo

IV - Quando condenado judicialmente por


delito de trânsito
O INFRATOR SERÁ SUBMETIDO A CURSO DE
RECICLAGEM

• Quando, sendo contumaz, for necessário à sua


reeducação

• Quando suspenso do direito de dirigir

• Quando se envolver em acidente grave para qual


haja contribuído
O INFRATOR SERÁ SUBMETIDO A CURSO
DE RECICLAGEM

•Quando condenado judicialmente por delito de


trânsito

• A qualquer tempo, se o condutor estiver


colocando em risco a segurança do trânsito