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DSS - Cuidados com animais peçonhentos

ESCORPIÕES
AGENDA

1 Animais peçonhentos

2 Escorpiões
AGENDA

1 Animais peçonhentos

2 Escorpiões
Animais peçonhentos - Definição

 São aqueles que produzem veneno e tem a estrutura para injetá-los na presa.

 Os mais conhecidos são as serpentes, aranhas, escorpiões, lacraias.

 Esses animais acabam provocando acidentes moderados e graves, por isso são considerados
de saúde pública.
Animais peçonhentos - Habitat

 Os animais peçonhentos podem ser encontrados em qualquer ambiente (urbano


ou rural).
AGENDA

1 Animais peçonhentos

2 Escorpiões
Escorpiões – Perigo crescente

Estatísticas demonstram que o número de casos de envenenamento por escorpião cresceu


600% em 15 anos.
Escorpiões – Perigo crescente

 Animais peçonhentos têm um instinto de sobrevivência único. Ao se sentirem ameaçados


imobilizam o agressor e injetam a peçonha.

 De acordo com os registros do Ministério da Saúde, os escorpiões provocaram a maior parte dos
acidentes com animais peçonhentos no país, com 74.598 casos registrados, e causaram mais
mortes (119) que as serpentes (107), em 2015. – crianças até 15 anos.

 A proliferação está relacionada ao impacto ambiental causado pelo crescimento desordenado,


desmatamento, baixo saneamento e à proliferação de insetos, base de sua cadeia alimentar, como
as baratas.

A melhor maneira de se prevenir é conhecer os animais e seus hábitos.


Escorpiões – Como evitar?

 Apresenta tronco e cauda, que abriga o ferrão com veneno.

 Quando se sentem ameaçados, ferroam a vítima (geralmente nas mãos ou


nos pés) injetando o veneno.

 Conseguem sobreviver até dois anos sem se alimentar.

 Podem ser facilmente inseridos em um novo ambiente.

Escorpião amarelo se reproduz por paternogênese


Escorpiões – Como evitar?
De hábitos noturnos, os escorpiões costumam se esconder durante o dia.

 cascas e folhas de árvores, troncos podres e madeiras empilhadas;

 pedras, tijolos, telhas

 fendas e rachaduras do solo,

 em frestas de paredes, muros e porões,

 locais onde se acumula caixas, papelões e o lixo


doméstico (ralo, caixa de gordura...)

São mais ativos durante os meses quentes do ano, mas em épocas de muita chuva podem sair em busca
abrigo em áreas secas e residências.
Escorpiões – Como evitar?
De hábitos noturnos, os escorpiões costumam se esconder durante o dia.

 cascas e folhas de árvores, troncos podres e madeiras empilhadas;

 pedras, tijolos, telhas

 fendas e rachaduras do solo,

 em frestas de paredes, muros e porões,

 locais onde se acumula caixas, papelões e o lixo


doméstico (ralo, caixa de gordura...)

São mais ativos durante os meses quentes do ano, mas em épocas de muita chuva podem sair em busca
abrigo em áreas secas e residências.
Escorpiões – Como evitar?

1) Manter os arredores da residência sempre limpos, evitando muita folhagem, lixo e entulhos próximos a
residências (caixas de gordura).

2) Tampar ralos de chão, pias e tanques e usar telas de


proteção nas janelas e portas;

3) Observar com cuidado os panos de chão, tapetes, e as roupas úmidas


antes de apanhá-los;

4) Observar com cuidado sapatos e roupas, sacudindo-os antes de calçá-


los ou vesti-los (dedetizações);

5) Não matar sapos e lagartos e outros animais de hábitos noturnos o


escorpião é um bom prato (gatos x galinhas);

6) Manter os móveis afastados da parede (10 cm);


Escorpiões – Como evitar?

Não é aconselhável usar veneno ou fogo para combater os escorpiões, porque o desalojamento
temporário pode favorecer a dispersão dos focos e o aumento da população do animal.

O hábito dos escorpiões de se abrigarem por longos


períodos em abrigos naturais ou artificiais impedem que o
inseticida entre em contato com o escorpião.

Além disso, possuem capacidade de permanecer com seus


estigmas pulmonares fechados por um longo período.
Escorpiões – Riscos

 Manifestações clínicas indicativas de envenenamento grave se iniciam em geral nas


primeiras duas horas após a picada (rapidamente absorvido).

 Em um estudo amplo, casos de acidentes com escorpiões (Unicamp), predominaram os


acidentes apenas com reações locais (79,6%) e sistêmicas, com vômitos, sudorese e
alterações no ritmo cardíaco (15,1%).

 A chamada picada seca – sem sinais de envenenamento – respondeu por 3,4% do total
de casos analisados, enquanto os casos mais graves, com risco de morte, foram de
1,8%.

 Todos os casos graves e o único caso letal ocorreram em crianças com idade menor que
15 anos
Escorpiões – Primeiros socorros

 Lavar o local da picada com água e sabão e encaminhar a vítima para o serviço
médico mais próximo (preferencialmente levando o animal que causou o
acidente, para identificação de suas características).

 Nunca faça:

- Cortes ou furos no local afetado;

- Torniquetes;

- Puxar o veneno com a boca.