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Instalações

Hidráulicas
Aula 07

Instalações Prediais de
Esgoto
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Hidráulicas
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Considerações Gerais
Instalações
Hidráulicas
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Considerações Gerais

As instalações prediais
de esgotos sanitários
destinam-se a coletar,
conduzir e afastar da
edificação todos os
despejos provenientes
do uso adequado dos
aparelhos sanitários,
dando-lhes um rumo
apropriado,
normalmente indicado
pelo poder público
competente.
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Considerações Técnicas

• Evitar a contaminação da água, de forma a garantir sua qualidade


de consumo, tanto no interior dos sistemas de suprimento e de
equipamentos sanitários, como nos ambientes receptores.
• Permitir o rápido escoamento da água utilizada e dos despejos
introduzidos, evitando a ocorrência de vazamentos e a formação
de depósitos no interior das tubulações.
• Impedir que os gases provenientes do interior do sistema predial
de esgoto sanitário atinjam áreas de utilização.
• Impossibilitar o acesso de corpos estranhos ao interior do sistema.
• Permitir que seus componentes sejam facilmente inspecionáveis.
• Impossibilitar o acesso de esgoto ao subsistema de ventilação.
• Permitir a fixação dos aparelhos sanitários somente por
dispositivos que facilitem sua remoção para eventuais
manutenções.
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SISTEMAS DE COLETA E
ESCOAMENTO DOS ESGOTOS
SANITÁRIOS

Sistemas Individuais: Nos sistemas individuais de esgoto, cada


prédio possui seu próprio sistema de coleta, escoamento e
tratamento, como, por exemplo, o conjunto de fossa séptica e
sumidouro.
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SISTEMAS DE COLETA E
ESCOAMENTO DOS ESGOTOS
SANITÁRIOS

Sistemas coletivos : sistemas coletivos, existem redes coletoras


assentadas nas ruas da cidade, que encaminham os esgotos até
um determinado local, para tratamento e posterior lançamento
a um curso de água.
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PARTES CONSTITUINTES DE UMA


INSTALAÇÃO PREDIAL
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PARTES CONSTITUINTES DE UMA


INSTALAÇÃO PREDIAL
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PARTES CONSTITUINTES DE UMA


INSTALAÇÃO PREDIAL
Ramal de descarga: tubulação que recebe
diretamente os efluentes dos aparelhos sanitários
(lavatório, bidê, bacia etc.)
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INSTALAÇÃO PREDIAL

Desconector é um dispositivo dotado de fecho hídrico, destinado a


vedar a passagem de gases no sentido oposto ao deslocamento do
esgoto. Nas instalações prediais de esgoto, existem dois tipos básicos de
desconetor: a caixa sifonada e o sifão. Os desconectores podem atender
a um aparelho somente ou a um conjunto de aparelhos de uma mesma
unidade autônoma, como, por exemplo, a caixa sifonada.
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INSTALAÇÃO PREDIAL

O SIFÃO é um desconector destinado a receber efluentes da


instalação de esgoto sanitário. Esse dispositivo contém uma camada
liquida, chamada "fecho hídrico", destinada a vedar a passagem gases
contidos nos esgotos. O fecho hídrico deve ter altura mínima de 50
mm (5 cm);
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INSTALAÇÃO PREDIAL

A caixa sifonada é uma caixa de forma cilíndrica provida de


desconector, destinada a receber efluentes de conjuntos de
aparelhos como lavatórios, bidês, banheiras e chuveiros de uma
mesma unidade autônoma.
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INSTALAÇÃO PREDIAL

Ralos- existem dois tipos de ralo: seco (sem proteção hídrica) e


sifonado com proteção hídrica). Normalmente, os ralos secos são
utilizados para receber águas provenientes de chuveiro (boxe), pisos
laváveis, áreas externas, terraços, varandas etc.
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INSTALAÇÃO PREDIAL

Ralos:

ANTIESPUMA: É um
dispositivo que bloqueia o
retorno do ralo ou caixa
sifonada permitindo a
captação de água no local
onde está instalado.
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INSTALAÇÃO PREDIAL
RAMAL DE ESGOTO
o ramal de esgoto recebe os efluentes dos ramais de descarga. As
ligações ao subcoletor ou coletor predial devem ser efetuadas por caixa
de inspeção, em pavimentos térreos, ou tubos de queda em pavimentos
sobrepostos.
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INSTALAÇÃO PREDIAL
TUBO DE QUEDA
Tubo de queda é a tubulação vertical existente nas edificações de
dois ou mais pavimentos, que recebe os efluentes dos ramais de
esgoto e dos ramais de descarga.
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INSTALAÇÃO PREDIAL

TUBO VENTILADOR E
COLUNA DE VENTILAÇÃO
Tubo ventilador é aquele
destinado a possibilitar o
escoamento de ar da
atmosfera para o interior
das instalações de esgoto e
vice-versa. Quando
desenvolvido por um ou mais
pavimentos, esse tu
denomina-se "coluna de
ventilação". Sua
extremidade superior. nesse
caso, deve ser aberta à
atmosfera e ultrapassar o
telhado ou a laje de
cobertura em, no mínimo,
30 cm.
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INSTALAÇÃO PREDIAL

RAMAL DE VENTILAÇÃO:
È o trecho da instalação
que interliga o
desconector, ou ramal de
descarga, ou ramal de
esgoto, de um ou mais
aparelhos sanitários a
uma coluna de ventilação
ou a um tubo ventilador
primário.
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INSTALAÇÃO PREDIAL
RAMAL DE VENTILAÇÃO:
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INSTALAÇÃO PREDIAL

1) Recebe os efluentes
dos ramais de descarga.
As ligações ao subcoletor
ou coletor predial devem
ser efetuadas por caixa
de inspeção, em
pavimentos térreos, ou
tubos de queda em
pavimentos sobrepostos.

RAMAL DE ESGOTO
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INSTALAÇÃO PREDIAL

2) tubulação vertical
existente nas edificações
de dois ou mais
pavimentos, que recebe
os efluentes dos ramais
de esgoto e dos ramais
de descarga

TUBO DE QUEDA
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INSTALAÇÃO PREDIAL

SUBCOLETOR
Subcoletor é a tubulação
horizontal que recebe os
efluentes de um ou mais tubos
de queda ou de ramais de
esgoto. Devem ser construídos,
sempre que possível, na parte
não edificada do terreno.
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INSTALAÇÃO PREDIAL

CAIXA DE INSPEÇÃO
É a caixa destinada a
permitir a inspeção,
limpeza e desobstrução
das tububulações de
esgoto. É instalada em
mudanças de direção e
declividade ou quando o
comprimento da
tubulação de esgoto
(subcoletor ou coletor
predial) ultrapassa 12 m.
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INSTALAÇÃO PREDIAL
CAIXA DE GORDURA
É a caixa destinada a reter, em sua
parte superior, as gorduras graxas e
óleos contidos no esgoto, formando
camadas que de ser removidas
periodicamente, evitando, dessa
maneira, que esses componentes
escoem livremente pela rede de esgoto
e gerem obstrução.
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INSTALAÇÃO PREDIAL

COLETOR PREDIAL
De acordo com a NBR 8160, coletor
predial é o trecho de tubulação
comprendido entre a última inserção de
subcoletor, ramal de esgoto ou de
descarga ou caixa de inspeção geral, e o
coletor público.
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3) Em que ocasião deve-se


fazer uso de caixas de
inspeção?

É instalada em mudanças de
direção e declividade ou
quando o comprimento da
tubulação de esgoto
(subcoletor ou coletor predial)
ultrapassa 12 m.
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MATERIAIS UTILIZADOS

• De acordo com a NBR 8160, os materiais a serem empregados sistemas


prediais de esgoto sanitário devem ser especificado função do tipo de
esgoto a ser conduzido.

• Os materiais usualmente empregados nas tubulações e conexões de


esgoto são o PVC linha sanitária (série normal e reforçada), o ferro
fundido e a manilha cerâmica.
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TRAÇADO DAS INSTALAÇOES


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DIMENSIONAMENTO DAS
TUBULAÇÕES

As vazões de água servidas (esgotos) que escoam pelas tubulações são


variáveis em função das contribuições (UHC) de cada um dos
aparelhos.

A Unidade Hunter de Contribuição (UHC) é um número que


representa a contribuição de esgotos dos aparelhos sanitários em
função da sua utilização habitual.

Cada aparelho sanitário possui um valor de UHC específico, conforme


pode ser visto na tabela 4.3, fornecida pela norma NBR 8160
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DIMENSIONAMENTO DAS
TUBULAÇÕES

Assim, com base na contribuição de cada aparelho e nas declividades


preestabelecidas, dimensiona-se todo o sistema.

Como o sistema de esgoto funciona por gravidade, as declividades


devem ser especificadas em projeto.

Em geral, adota-se declividade mínima de 2% para tubulações com


diâmetro nominal inferior 75mm; 1% para tubulações com diâmetro
nominal superior a 100 mm, com exceção dos casos previstos na de
coletores e subcoletores da NBR 8160.
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DIMENSIONAMENTO DAS
TUBULAÇÕES
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DIMENSIONAMENTO DAS
TUBULAÇÕES
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DIMENSIONAMENTO DAS
TUBULAÇÕES
Instalações prediais de esgotos
sanitários

Etapas do projeto

a) Definir e posicionar os desconectores;


b) Definir o sistema de ventilação;
c) Posicionar os tubos de queda;
d) Definir o acesso à tubulação;
e) definir o destino do esgoto;
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INSTALAÇÃO PREDIAL

4) Qual a declividade
mínima para as tubulações
de esgoto?

• 2% para tubulações com


diâmetro nominal inferior
75mm;
• 1% para tubulações com
diâmetro nominal superior a
100 mm;
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DIMENSIONAMENTO DAS
TUBULAÇÕES
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DIMENSIONAMENTO DAS
TUBULAÇÕES
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DIMENSIONAMENTO DAS
TUBULAÇÕES
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DIMENSIONAMENTO DAS
TUBULAÇÕES
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DIMENSIONAMENTO DAS
TUBULAÇÕES
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DIMENSIONAMENTO DAS
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DIMENSIONAMENTO DAS
TUBULAÇÕES