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Aula-tema 6 Crescimento Econômico dos BRIC - Brasil

Aula-tema 6 Crescimento Econômico dos BRIC - Brasil

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Aula-tema 6: Crescimento Econômico dos BRIC – Brasil

1. Resumo
Caro estudante,

Você iniciará a primeira atividade no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) e poderá acessar cada item na sequência que são apresentados. Faça a leitura do conteúdo de cada item, realize as atividades propostas e lembre-se:

O acesso ao AVA representa 50% da frequência total da disciplina;

Cada tema de aula acessado valida uma quantidade de presenças, conforme descrito no documento Orientações sobre Avaliação e Freqüência que fica disponível no ícone Orientações.

Neste item você tem o resumo do tema de aula. É importante que você faça uma leitura atenta para responder as Questões para Acompanhamento da Aprendizagem.

Você tem alguns recursos a sua disposição:

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Preparado para iniciar suas leituras?

Então, é só começar!!! O resumo está logo abaixo.

Aula-tema 6: Crescimento Econômico dos BRIC – Brasil
Nessa aula vamos discutir o crescimento econômico do Brasil ao longo da história, destacando os determinantes de seu desempenho, marcado por fases de prosperidade e por outras de estagnação e inflação.

Ao contrário da Índia e da China, o Brasil é uma nação relativamente nova, com pouco mais de 500 anos de história. Este país nasceu como uma colônia de Portugal e aqui se montou uma estrutura econômica voltada para a exportação de bens primários com pouco processamento, como açúcar, minérios, produtos florestais, algodão, café, entre outros. O Brasil herdou de Portugal uma população heterogênea, formada por escravos negros e indígenas, proprietários de

terras e comerciantes de várias nacionalidades. Por conta disso, o país tem uma população mestiça, culturalmente diversa e que segue várias religiões, como ao Catolicismo, a Umbanda, o Candomblé, o Espiritismo Kardecista e os vários ramos da Igreja protestante. Aqui, essa diversidade não gera discriminação e violência.

O Brasil se tornou uma nação independente em 1822 e até 1889 foi governado por Dom Pedro I e Dom Pedro II. Após essa data foi implantada a República. Mas a democracia plena só foi conquistada aos poucos e apenas nos anos 1990 passamos a votar diretamente para todos os cargos políticos, de prefeito a presidente. Desde a época de colônia, o Brasil teve desempenho econômico marcado por períodos de alto e baixo crescimento por conta de uma estrutura econômica que dependia muito das exportações de produtos primários para crescer, cujos mercados o país não tinha como influenciar diretamente. Após as décadas de 1930 e 1940, isso começou a mudar, pois a industrialização reduziu essa dependência, mas não a eliminou.

Gráfico 1 - Crescimento do Produto Interno Bruto do Brasil de 1900 a 2005

O gráfico 1 mostra que o PIB do Brasil cresceu constantemente ao longo do Século XX, fato que já havíamos discutido na aulas 1 e 2. Mas o gráfico 2 deixa evidente que as taxas de crescimento variaram muito e chegaram a ser negativas em vários momentos com destaque para as décadas de 1900, 1930, 1940, 1980 e 1990.

Gráfico 2 - Taxas anuais de crescimento do PIB de 1900 a 2006

Por outro lado, o crescimento do PIB per capita não teve o mesmo desempenho e em muitos anos cresceu a taxas menores do que o PIB total. O gráfico 3 deixa clara essa tendência. Nos últimos anos foi sistemático o crescimento do PIB per capita em percentuais menores do que o PIB total. Em 2001 e 2003 as taxas do PIB per capita foram negativas, o que contribui para a concentração de renda no país. Para relembrar um pouco sobre esse assunto, releia as aulas-tema 1 e 2.

Gráfico 3 - Comparação entre crescimento do PIB e PIB, per capita

As altas taxas de crescimento, após o governo Getúlio Vargas (1932-45) e Juscelino, foram conseguidas com o aumento da participação e intervenção do Estado na economia, em setores como infraestrutura e indústria pesada. O Gráfico 2 mostra que em vários anos dessas décadas a taxa de crescimento foi maior do que 10%.

No período que se estende até 2006, o Brasil apresentou as menores taxas de crescimento se comparado aos demais países do BRIC. Com indicadores econômicos ruins durante a década de 1980 e 1990.

A década de 1990 foi caracterizada pela implementação de reformas de cunho liberal e pela estabilização inflacionária pelo Plano Real. No entanto, o crescimento econômico foi pequeno, em nome do fortalecimento das instituições nacionais e no intuito de dar credibilidade externa ao país. De 1990 a 2005, o Brasil cresceu em média 2,2% ao ano, muito abaixo de Índia e China.

O Brasil optou por um padrão de crescimento baseado na abertura comercial e nas políticas de estabilização econômica. O Plano Real perseguiu os seguintes aspectos:

I) A estabilidade de preços para estimular o investimento privado;

II) A abertura comercial, junto com o câmbio sobrevalorizado, para disciplinar os produtores domésticos, produzindo ganhos de eficiência;

III) Privatizações e investimento estrangeiros para remover os gargalos de oferta na indústria e na infraestrutura;

IV) Liberalização cambial para atrair poupança externa, para complementar o investimento doméstico e financiar o déficit em conta corrente.

Mas a abertura econômica acentuou o papel da estrutura produtiva e de exportação concentrada em recursos naturais e enfraquecimento da produção de bens de capital. O Brasil perdeu participação nas exportações e importações mundiais desde os anos 1950, quando era responsável por 2,4 % das exportações e 1,7% das importações. Atualmente, esses percentuais são de 1,2 e 1% respectivamente. Esses dados pode ser vistos no gráfico 4.

Gráfico 4 - Participação do Brasil nas exportações e importações mundiais

Fonte: MDCIT (2010)

As taxas de juros elevadas praticadas, nos últimos anos, dificultaram a obtenção de crédito interno, ocasionando quebra de empresas e desemprego, que não foram atenuados pela liberalização financeira, pois os capitais ingressantes foram em sua maioria de curto prazo e especulativos. Permaneceu a incapacidade do sistema financeiro nacional em fornecer crédito de longo prazo para incentivar o crescimento do país. Essa função ficou a cargo do BNDES.

A mudança do papel do Estado contribuiu para a retração da estrutura produtiva, pois o mesmo deixou de fornecer infraestrutura e passou a buscar a redução do déficit público, com cortes de gastos e redução de recursos para projetos de longo prazo.

Após 1999, a política econômica fundamentada no tripé: metas de inflação, metas fiscais e flexibilidade cambial, com a manutenção de taxas de juros elevadas, dificultou o crédito e a formação de expectativas de longo prazo por parte dos empresários. Foi característica do período a volatilidade cambial, com clara tendência de apreciação após 2004, dificultando as exportações e incentivando as importações.

A Tabela 1 mostra a evolução dos principais exportadores de produtos brasileiros. Devemos destacar a queda da importância relativa da Europa e dos Estados Unidos e o aumento da América Latina e Ásia, esta ultima puxada pelo comércio com a China e Oriente Médio cresceram ao longo do tempo e representaram em 2007 cerca de 10% das exportações nacionais.

Tabela 1 - Principais destinos das exportações do Brasil América do Sul 13,5% 1901 13,4% 1930 8,1% 1950 11,1% 1970 10,4% 1990 23,4% 2000 21,0% 2001 16,4% 2002 17,7% 2003 20,4% 2004 21,5% 2005 22,9% 2006 22,4% 2007 (até julho) Estados Unidos 12,4% 24,2% 54,5% 34,7% 24,6% 24,3% 24,7% 25,7% 23,1% 21,1% 19,2% 18,0% 16,2% Europa 55,5% 47,5% 32,2% 34,9% 33,3% 27,8% 26,6% 25,8% 25,7% 25,5% 22,8% 22,5% 24,6% Ásia 0,0% 0,2% 1,8% 8,2% 16,8% 11,5% 11,9% 14,6% 16,0% 15,1% 15,7% 15,1% 15,9% Oriente Africa Outros Médio 18,48% 14,71% 3,45% 0,6% 2,2% 8,34% 3,4% 3,2% 8,37% 2,4% 2,4% 8,12% 3,5% 3,4% 8,89% 3,9% 3,9% 9,74% 3,8% 3,9% 9,75% 3,8% 4,4% 9,64% 3,6% 5,0% 12,10% 4,2% 5,4% 11,95% 4,2% 5,5% 11,26% TOTAL 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0%

Fonte: BACEN

A Tabela 2, por sua vez, mostra a origem das importações do Brasil. Pode-se destacar aqui também a queda da importância da participação relativa dos Estados Unidos e da Europa e o aumento da importância da Ásia, da África e da América Latina, o que pode ser explicado pelo Mercosul, por acordos bilaterais com a África e da importância da China como fornecedora de produtos industriais.

Tabela 2 - Principais Origens das importações do Brasil América do Sul 2,2% 6,8% Estados Unidos 43,0% 40,3% Europa 47,8% 43,0% Ásia 0,0% 0,1% Oriente Médio Africa Outros 6,98% 9,81% TOTAL 93,0% 90,2%

1901 1930

1950 1960 1970 1980 1990 2000 2001 2002 2003 2004 2005

9,7% 14,0% 10,5% 11,7% 17,7% 20,9% 18,0% 17,4% 17,0% 16,0% 15,8%

34,5% 31,0% 32,9% 17,9% 20,3% 23,3% 23,5% 22,1% 20,1% 18,4% 17,5%

39,0% 26,9% 29,5% 15,3% 22,9% 26,0% 27,8% 28,6% 27,0% 25,4% 24,8%

0,7% 4,1% 7,0% 6,8% 10,2% 15,4% 16,1% 16,9% 18,5% 19,5% 22,9%

2,6% 4,2% 33,9% 19,1% 2,8% 2,6% 3,0% 3,4% 3,7% 3,4%

0,5% 2,9% 4,8% 2,8% 5,2% 6,0% 5,7% 6,8% 9,8% 9,0%

16,04% 20,90% 13,14% 9,52% 6,94% 6,37% 6,08% 6,31% 7,23% 7,18% 6,60%

84,0% 79,1% 86,9% 90,5% 93,1% 93,6% 93,9% 93,7% 92,8% 92,8% 93,4%

Fonte: BACEN

Wilson e Purushotaman (2003) afirmam que os ajustes promovidos pelo Plano Real reduziram a taxa de investimento no Brasil o que, consequentemente, provocou problemas na estrutura de produção, reduzindo o estoque de capital e gerando perda de competitividade da indústria nacional. Esses aspectos ficam mais claros quando analisamos a Formação Bruta de Capital Fixo da economia brasileira, que ficou em torno de 19,4 % ao ano desde 1990, ou seja, em torno do percentual necessário apenas para repor a capacidade produtiva da economia.

Por outro lado, o fluxo de Investimento Direto Externo (IED) se manteve em um patamar constante em torno de 20 bilhões de dólares por ano entre 2001 e 2005, mais alto do que em 1996, mas menor do que entre 1997 e 2000, quando atingiu o patamar de 30 bilhões, conforme o Gráfico 5.

Gráfico 5 - Evolução do Fluxo de Investimento Externo no Brasil

Fonte: Bacen (2010)

Do ponto de vista da origem do capital estrangeiro no Brasil, pode-se perceber que a importância dos Estados Unidos caiu, sendo que Países Baixos, Suíça, Canadá e Alemanha tiveram tendência de crescimento. O México surgiu como importante investidor nos anos 2000 e a Espanha atingiu seu auge em 2000, com os investimentos em privatizações, voltando a cair em seguida (Tabela 3).

Tabela 3 - Países de Origem do Investimento Externo Direto no Brasil País Estados Unidos Países Baixos (Holanda) Cayman, Ilhas Suíça Espanha Canadá 1996 25,77 6,87 8,55 1,42 7,65 1,55 1999 29,33 7,41 7,67 1,47 20,68 1,62 2000 18,07 7,46 6,81 1,03 32,11 0,65 2005 21,58% 14,91% 5,01% 1,59% 5,67% 6,67% 2006 19,94% 15,72% 8,88% 7,34% 6,81% 5,78%

Alemanha México Luxemburgo França Japão Total

2,77 -------3,79 12,65 2,51 100,00

1,74 -------1,05 7,19 0,99 100,00

1,25 -------3,44 6,39 1,29 100,00

5,90% 7,72% 0,65% 6,78% 3,62% 100,00%

3,82% 3,52% 3,35% 3,35% 2,91% 100,00%

Fonte: Bacen (2010)

Os desafios futuros do Brasil se concentram nas questões sociais, no combate à desigualdade de renda e regional e na manutenção do crescimento com investimentos em infraestrutura e em tecnologia. Por outro lado, existem grandes oportunidades de crescimento dos setores que receberão incentivos dos investimentos para a construção de estádios e infraestrutura para receber a Copa do Mundo e a Olimpíada.

Conceitos Fundamentais
Bens primários – Os economistas definem como bens, tudo o que tem utilidade, podendo satisfazer uma necessidade ou suprir uma carência. Os bens econômicos são aqueles relativamente escassos ou que demandam trabalho humano. Bens primários são aqueles que têm baixo valor agregado, são produzidos em grande quantidade e que têm preços internacionais estabelecidos. Podemos citar como exemplos, o café, soja, algodão, açúcar, outros produtos agropecuários, minérios, madeira, entre outros.

Câmbio flexível – Regime de regulação do mercado de divisas sem interferência das autoridades monetárias. A liberação da taxa cambial faz com que o valor das moedas estrangeiras flutue de acordo com o interesse que despertam no mercado, segundo a interação da oferta e da demanda.

Câmbio valorizado: Termo utilizado pelos economistas para denominar as situações em que a moeda nacional se valoriza em relação às internacionais, sendo necessários menos Reais para comprar um dólar. Atualmente a taxa de câmbio nacional tem certa desvalorização com relação ao dólar. No passado, a taxa de câmbio já foi mais valorizada do que o dólar, sendo que 1 Real comprava mais de 1 dólar.

Gargalos de infraestrutura – É uma expressão muito usada na indústria e em logística. É usada para denominar pontos do processo produtivo em que existem problemas que afetam o andamento da produção ou da distribuição. No Brasil, existem gargalos nos portos, aeroportos, estradas etc, tais como, falta de capacidade de atender à demanda, buracos, pontes com problemas etc. Esses aspectos dificultam a produção e o seu escoamento, encarecendo os produtos nacionais.

Metas de inflação – O regime de metas para a inflação é um regime de política monetária no qual o Banco Central se compromete a atuar de forma a garantir que a inflação efetiva esteja em linha com uma meta pré-estabelecida, anunciada publicamente. Para isso, são praticadas taxas de juros mais altas ou baixas de acordo com a inflação

esperada. Assim, quando se esperava uma inflação mais alta o Banco Central eleva os juros para controlar a demanda e tentar reduzir a inflação.

Metas fiscais – Regime de política fiscal em que o Governo estabelece metas anuais de gastos e receitas e faz o necessário para cumprir a meta. Esse regime ajuda a evitar que ocorram gastos excessivos.

Plano Real – Foi um plano de estabilização implementado em 1994. Nessa época foi lançado o Real como nova moeda do Brasil. Esse plano evitou os erros de todos os anteriores e foi bem sucedido no controle da inflação descontrolada que vigorava no Brasil.

Referência
1) DAMASCENO, Aderbal O. D. et al. Desenvolvimento econômico. 1ª ed. Campinas: Alínea, 2010. (PLT)

2. Web aula
A web aula é um recurso que está a sua disposição. Aqui você tem uma aula com o conteúdo principal de seu livrotexto com slides, imagens e documentários ilustrando as principais temáticas. É fundamental que, antes de assistir à web aula, você tenha lido o Resumo. Anote as suas dúvidas e, caso necessário, entre em contato com o seu professororientador na sua unidade de ensino.

Lembre-se que você tem alguns recursos a sua disposição:

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Ao terminar de assistir à aula, clique em "Avançar" para fazer a próxima atividade;


Boa aula!

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3. Atividade de Autodesenvolvimento
Esta tarefa você realiza individualmente por meio de um roteiro de trabalho e requer diferentes níveis cognitivos para sua solução. O objetivo é fixar, aprofundar e aplicar os conceitos estudados. Caso tenha interesse, você poderá trocar ideias com o seu professor-orientador na sua unidade.

Importante: Esta atividade não valerá nota, portanto, você não deverá entregá-la ao seu professor-orientador na unidade de ensino. No entanto, sua elaboração é importante para o processo de aprendizagem. Não deixe de fazê-la! Caso você tenha alguma dúvida durante o autoestudo, entre em contato com seu professor-orientador na sua unidade.

Aula-tema 6: Crescimento Econômico dos BRIC - Brasil
Passo 1: Elabore uma pesquisa sobre as condições institucionais do Brasil, como facilidade de abrir empresas, burocracia, relações de trabalho, corrupção, entre outros fatores que possam afetar positiva ou negativamente os negócios de empresas nacionais e estrangeiras que planejem criar um negócio por aqui.

Passo 2: Procure por reportagens que tratem dos dados de competitividadedoFórum Econômico Mundial e colete os dados do Brasil.

Passo 3: Acesse o portal do SEBRAE onde encontrará o texto “Fatores Condicionantes e Taxas de Sobrevivência e Mortalidade das Micro e Pequenas Empresas No Brasil 2003–2005”. Leia o resumo executivo e a sessão sobre dificuldades no gerenciamento e razões para fechamento de empresas. Em seguida liste os principais entraves para a sobrevivência das empresas no Brasil. O endereço é

http://www.biblioteca.sebrae.com.br/bds/BDS.nsf/8F5BDE79736CB99483257447006CBAD3/$File/NT00037936.pd f. Acesso em 10 Dez. 2010.

Passo 4: Escreva um texto de no máximo uma página resumindo os fatores que incentivem ou limitam a abertura de empresas no Brasil.

Dica: acesse o site do Banco Mundial e conheça a pesquisa Doing Bussiness sobre a abertura de negócios nos vários países do Mundo. http://portugues.doingbusiness.org/Reports. Acesso em 10 Dez. 2010.

4. Atividade Colaborativa
A Atividade Colaborativa é uma atividade elaborada em forma de estudo de caso, situação problema, projeto, e é realizada com o seu grupo de sala de aula. O objetivo é estimulá-lo a resolver uma tarefa por meio da discussão com os membros de seu grupo, promover a troca de ideias e a construção do conhecimento. Portanto, você tem responsabilidades individuais para cumprir, de modo a colaborar com o seu grupo na execução do trabalho. Converse com seus colegas na unidade e organize a melhor forma de elaborar as tarefas propostas por aula-tema. Quando o grupo finalizar a tarefa, um elemento do grupo entregará a atividade ao professor-orientador na unidade de ensino.

Vamos começar?

Importante: Esta atividade não valerá nota, portanto, você não deverá entregá-la ao seu professor-orientador na unidade de ensino. No entanto, sua elaboração é importante para o processo de aprendizagem. Não deixe de fazê-la! Caso você tenha alguma dúvida durante o autoestudo, entre em contato com seu professor-orientador na sua unidade.

Aula-tema 6: Crescimento Econômico dos BRIC - Brasil
Atividade 6

Nessa aula discutimos a evolução econômica do Brasil e sua inserção no comércio internacional. O resumo dessa aula e o capítulo 3 do livro-texto enfatizam a evolução econômica do Brasil e seu papel no comércio internacional como exportador de produtos agrícolas e matérias-primas. Os textos não tratam de aspectos sociais e políticos, de condições de mercado, de trabalho, entre outros fatores. Assim, naveguem no site do PNUD indicado na aula-tema 1 e procurem em jornais e revistas de grande circulação (Estadão, Folha, Veja, Época, Exame) informações sobre PIB per capita, IDH, concentração de renda, condições de trabalho, educação e hábitos de consumo da população brasileira.

Em seguida busquem informações sobre a pauta de exportação e de importação de nosso país, empresas mais importantes, produtos exportados para os demais BRIC, entre outros fatores.

Escrevam um texto, listando os dados e informações que encontrar e comente como esses resultados podem ajudar ou não na competitividade internacional da empresa que está assessorando.

Esse texto será a sessão 6 da atividade que deverá ser entregue ao professor na aula 7.

Dicas de sites:

http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=4&menu=1949.

http://exame.abril.com.br/- acesso em 12 dez. 2010.

https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/- acesso em 12 ez. 2010.

Veja

no

site

da

CEPAL

o

livro

sobre

os

BRICS

-

http://www.cepal.org/cgi-

bin/getprod.asp?xml=/publicaciones/sinsigla/xml/7/39967/P39967.xml&xsl=/brasil/tpl/p10f.xsl&base=/brasil/tpl/topbottom.xsl- acesso em 12 dez. 2010.

Veja também o site da Receita Federal –

http://www.receita.fazenda.gov.br/aduana/ComerMercadBrasil/2002/BrasilIndia/comercio.htm - acesso em 12 dez. 2010.

http://www.receita.fazenda.gov.br/Aduana/ComerMercadBrasil/2002/Brasilchina/comercio.htm - acesso em 12 dez. 2010.

Questões para Acompanhamento da Aprendizagem
Chegou o momento de acompanhar a sua aprendizagem!!! Para cada aula-tema haverá um questionário composto por questões de múltipla escolha, verdadeiro/falso ou associação. O sistema permite 2 tentativas. Fique atento à data limite para a realização dos questionários, não perca o prazo de entrega estipulado no calendário acadêmico e no documento Orientações de Avaliação e Freqüência que fica disponível no ícone Orientações. Ao finalizar cada questionário você poderá executar duas ações: 1) "Salvar sem enviar". Neste caso você apenas armazena as suas respostas e elas não são computadas para a nota. ou 2) "“Terminar tudo e enviar”". Neste caso você envia a sua primeira tentativa para resolução das questões e, em seguida, recebe um feedback qualitativo com comentários sobre o seu desempenho. Você poderá fazer a segunda tentativa, clicar no item "Terminar tudo e enviar" e não haverá mais chances de refazer as questões. Boa sorte! Para iniciar o questionário, clique em "continuar" Importante: Este questionário não valerá nota. No entanto, respondê-lo é importante para o seu processo de aprendizagem. Tentativas permitidas: 2 Método de avaliação: Nota mais alta O questionário inicia: segunda, 16 abril 2012, 00:05

Questões para Acompanhamento da Aprendizagem Revisão da tentativa 1
320 42

Terminar revisão

Iniciado em domingo, 22 abril 2012, 16:07 Completado em domingo, 22 abril 2012, 16:10 Tempo empregado3 minutos 37 segundos Question 1

Leia atentamente as frases abaixo.

1) O Brasil é uma nação com cerca de 500 anos de história, ex-colônia de Portugal, que aqui montou uma estrutura para exportar produtos primários.

2) O Brasil colônia tinha uma população heterogênea, formada por escravos, donos de terra e comerciantes.

3) O Brasil se tornou um Império em 1822. Em 1889 foi proclamada a república no país.

4) O Brasil se tornou uma democracia plena em 1890, com a proclamação da república e a instituição de eleições diretas para todos os níveis de representação, de vereador a presidente.

Agora, escolha a melhor alternativa.

Escolher uma resposta.

a. As frases 2 e 4 são incorretas b. As frases 1 e 3 são corretas c. As frases 1, 2 e 3 são corretas e a 4 é incorreta d. Somente a frase 3 é correta. e. Somente a frase 1 é correta

Resposta correta: As frases 1, 2 e 3 são corretas e a 4 incorreta.

Comentário resposta correta: O Brasil se tornou uma democracia plena em 1990 e não em 1890. A Proclamação da Republica não significou o início da democracia plena.

Question 2

Sobre o crescimento econômico do Brasil, é correto dizer que:

Escolher uma resposta.

a. As altas taxas de crescimento, registradas após os governos de Getúlio Vargas e de Juscelino Kubitschek, foram decorrentes da diminuição da intervenção do Estado na economia. b. Até a década de 1930, o crescimento econômico do Brasil dependia das exportações de produtos agrícolas e, por isso, as taxas de crescimento eram bastante estáveis. c. O Brasil teve crescimento econômico contínuo ao longo do Século XX, devido, sobretudo, à formação bruta de capital fixo, que registrou taxas elevadas e constantes ao longo desse período. d. Após as décadas de 1930 e 1940, o Brasil se industrializou e passou a depender menos da produção e exportação de produtos agrícolas para crescer. e. O Brasil teve crescimento econômico contínuo ao longo do século XX, sempre com taxas positivas e elevadas.

Resposta correta: Após as décadas de 1930 e 1940, o Brasil se industrializou e passou a depender menos da produção e exportação de produtos agrícolas para crescer.

Comentário resposta correta: De fato, após as décadas de 1930 e 1940, o Brasil iniciou o seu processo de industrialização e passou a depender menos da dinâmica do setor agrícola.

Question 3

Leia atentamente as frases abaixo.

1) As exportações de produtos agrícolas sempre foram importantes na balança comercial do Brasil.

2) Os principais destinos das exportações do Brasil, em 2007 foram Estados Unidos, Europa e América Latina.

3) As regiões que mais exportaram para o Brasil em 2007 foram: União Européia, Estados Unidos e Ásia.

4) O Comércio exterior do Brasil com a África e o Oriente Médio está crescendo.

Agora, escolha a melhor alternativa.

Escolher uma resposta.

a. As frases 2 e 4 são incorretas b. Todas as frases são corretas. c. Todas as frases estão erradas d. As frases 1 e 2 são corretas e. As frases 2 e 3 são incorretas.

Resposta correta: A resposa correta é: Todas as frases são corretas.

Comentário resposta correta: Os produtos agrícolas têm papel importante na balança comercial do Brasil. Os Estados Unidos são parceiros comerciais importantes, assim como, a Ásia e a Europa. Nossas relações comerciais com a Ásia, África e Oriente Médio estão crescendo ano a ano.

Question 4

Sobre a economia brasileira, é correto afirmar que:

Escolher uma resposta.

a. A economia evoluiu bastante em todos os locais e, atualmente, pode-se dizer que inexiste a desigualdade regional. b. O Brasil ganhou participação nas exportações e importações mundiais desde os anos 1950, quando era responsável por 2,4 % das exportações e 1,7% das importações. c. O Brasil cresceu a taxas médias altas (5%) na década de 1990, mais ainda abaixo de Índia e China. d. Os principais investidores externos no Brasil são Estados Unidos e Países Baixos. A Espanha atingiu 30% do total investido em 2000 por conta da participação no processo de privatização das estatais. e. Devido aos avanços que o país obteve nos últimos anos, as questões sociais, como a desigualdade de renda, não são mais desafios para o futuro do Brasil.

Resposta correta: Os principais investidores externos no Brasil são Estados Unidos e Países Baixos. A Espanha atingiu 30% do total investido em 2000 por conta da participação no processo de privatização das estatais.

Comentário resposta correta: Parabéns! De fato os principais investidores externos são os EUA e os Países Baixos. Já a Espanha teve uma presença maciça no processo de privatização, como pode-se observar nos resumo.

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Terminar revisão

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