Você está na página 1de 110

Engenharia Mecânica Automação e Controle 8º Período

Engenharia Mecânica

+

Automação e Controle

+

Marcelo Furtado de Mendonça

Engenharia Mecânica

+ Automação e Controle

Conteúdo Programático

UNIDADE I - Introdução à Automação Industrial

Conceitos Básicos de Elétrica Conceitos Básicos de Automação e Controle Conceito de Sinais Elétricos Digitais Conceitos Básicos de Eletrônica digital Números Complexos Álgebra Booleana Introdução ao CLP Introdução ao IHM Integração de CLP com IHM

Engenharia Mecânica

+ Automação e Controle

Conteúdo Programático

UNIDADE II - Aplicação na Indústria

Modelagem no domínio da frequência Modelagem no domínio do tempo Resposta de sistemas no domínio do tempo Redução de sistemas múltiplos Controle PID Sensores e Atuadores Controladores lógicos programáveis Redes de Petri

Engenharia Mecânica

+ Automação e Controle +

Aula 1

Aula 1

Conceitos Básicos de Elétrica

Engenharia Mecânica

+ Automação e Controle +

Aula 1

Aula 1
UNIDADE I - Introdução à Automação Industrial
Conceitos Básicos de Elétrica Conceitos Básicos de Automação e Controle Conceito de Sinais Elétricos Digitais Conceitos Básicos de Eletrônica digital Números Complexos Álgebra Booleana Introdução ao CLP Introdução ao IHM Integração de CLP com IHM

UNIDADE II - Aplicação na Indústria
Modelagem no domínio da frequência Modelagem no domínio do tempo Resposta de sistemas no domínio do tempo Redução de sistemas múltiplos Controle PID Sensores e Atuadores Controladores lógicos programáveis Redes de Petri

Engenharia Mecânica

+ Automação e Controle +

Aula 1

Índice

Conceitos Básicos de Elétrica
1. Geração de Corrente Alternada 2. Frequência e Período 3. Valores Característicos de Tensão e Corrente 4. Defasagem Angular 5. Circuitos Resistivos 6. Circuitos Indutivos 7. Circuitos Capacitivos Conceitos Apresentados Exercícios

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 1. Geração de Corrente Alternada Onda Senoidal Ondas Alternadas Onda Senoidal .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 1. Geração de Corrente Alternada Indução Eletromagnética .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 1. Geração de Corrente Alternada Gerador de Corrente Alternada .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 1. Geração de Corrente Alternada Gerador de Corrente Alternada .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 2. Frequência e Período .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 2. Frequência e Período .

Valores Característicos de Tensão e Corrente .Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 3.

Defasagem Angular .Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 4.

Circuitos Resistivos .Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 5.

Circuitos Indutivos .Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 6.

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 7. Circuitos Capacitivos .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 Conceitos Apresentados Geração de Corrente Alternada Frequência Valores Característicos Resistência em CA Indutância em CA Capacitância em CA .

Pesquise sobre as cinco maiores fontes geradoras de energia elétrica e a participação (%) de cada uma no cenário mundial.Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 Exercícios 1. . por que ocorre esta diferença ? 3. Compare a participação da geração de energia hidroelétrica no mundo com a geração no Brasil. 2. Na sua opinião. Cite exemplos de uso desta energia ao longo da história. As quedas d’água encontradas no leito de rios podem ser usadas como fontes de energia.

.Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 Exercícios 4. Uma tensão senoidal CA é aplicada a uma resistência de carga de 10 Ω. Mostre a onda senoidal resultante para a corrente alternada.

mostre a forma de onda para a corrente em graus e em milisegundos.Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 Exercícios 5. a corrente total e a potência total consumida pelo circuito. . Qual o período e a frequência ? Se a corrente tiver um valor máximo de 5 A. 6. Uma corrente CA varia ao longo do ciclo completo em 1/100 s. Calcule a resistência total. Um ferro elétrico de 20 Ω e uma lâmpada de 100 Ω estão ligados em paralelo através de uma linha de alimentação CA de 120 V e 60 Hz.

gov. Milton Eletricidade Básica Editora Makron Books – 2ª Edição Mussoi. Sinais Senoidais : Tensão e Corrente Alternadas Apostila CEFET-SC – 3ª Edição aneel. R. Fernando L.Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 1 Referências Gussow.br .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 Aula 2 Conceitos Básicos de Automação e Controle .

Introdução .Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 1.

Introdução .Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 1.

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 1. Introdução .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 1. . Introdução As invenções feitas no passado marcam o nosso futuro.

. quase sem a intervenção do homem. Conceito Automação é um sistema de equipamentos eletrônicos e ou mecânicos que controlam seu próprio funcionamento. Automação é diferente de mecanização. capazes de se regularem sozinhas. substituindo assim o esforço físico do homem. A mecanização consiste simplesmente no uso de máquinas para realizar um trabalho. Já a automação possibilita fazer um trabalho por meio de máquinas controladas automaticamente.Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 2.

Conceito Motivação para a Automação competitividade do mercado mundial qualidade.Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 2. produtividade soluções tecnológicas melhorar processos . produção.

radiações etc • substituição do ser humano em tarefas repetitivas e cansativas por longos períodos que levam à fadiga física e psicológica • garantia da qualidade. principalmente em operações complexas e de alta precisão • fácil modificação das sequências de operações através da utilização de programas .Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 2. Conceito Argumentos a favor da Automação • substituição do ser humano em tarefas de alto risco e sujeitas a intoxicações.

Conceito Consequências da Automação • aumento do nível de desemprego • experiência se torna obsoleta rapidamente • empregos extintos .Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 2.

História Pré-história : roda Moinho movido a vento e animais Rodas d’água Tudo para poupar esforço humano Automação começa a ter destaque na Inglaterra a partir de 1750 Sistemas inteiramente automáticos : séc XX .Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 3.

História 1788 – James Watt – regulagem do fluxo de vapor 1870 – energia elétrica passa a ser utilizada .Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 3.

150 kW. 30 ton.Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 3. História O Computador automatizar cálculos > ábacos > 2000 a 3000 aC régua de cálculo máquina aritmética > soma e subtração > engrenagens álgebra booleana > princípios binários 1880 > Hollerith > cartões perfurados resultados do censo americano apurado em 6 semanas antes demoravam 10 anos 1946 > 1º computador de grande porte > ENIAC 180 m². 5000 cálculos/s .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 3. História O Computador 1952 > transistor > 100 vezes menor que uma válula Circuitos Integrados > milhares de transistores > 1 cm² 1975 > VLSI > chips > PC : computador pessoal 100 milhões de cálculos/s > 20 mil vezes mais rápido que o ENIAC SX-9 > 839 trilhões de cálculos/s Nosso cérebro (estimativa) > 10 quatrilhões .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 3. História Comando Numérico 1948 > John Parsons > cartões perfurados > controlar movimentos de uma máquina-ferramenta MIT > fresadora com servomecanismos de posição MIT > linguagem de programação para entrada de comandos > APT Robôs > programável em 1954 > George Devol Pouco depois > GM > robôs para soldagem carrocerias .

História Computação Gráfica Entrada de dados por meio de símbolos gráficos com respostas em tempo real GM começou a explorar em 1959 CAD > Computer Aided Design > Projeto Auxiliado por Computador > início dos anos 60 Década de 80 CAD/CAM > Projeto e Manufatura Auxiliados por Comp.Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 3. CAE > Engenharia > modelo geométrico tridimensional .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 4. encoders Controle : regula acionamento pelos dados dos sensores Comparador : compara valores medidos com estabelecidos e decide > programas Programa : controla as interações entre os componentes . Componentes da Automação Acionamento : provê energia motores. pistões hidráulicos Sensoriamento : mede o desempenho do sistema termopares.

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 4. Componentes da Automação .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 5. Elementos de Comando Malha Aberta .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 5. Elementos de Comando Malha Fechada .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 5. Elementos de Comando .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 6. Exemplos de Sistema de Controle Controle de Velocidade .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 6. Exemplos de Sistema de Controle Controle de Robôs .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 6. Exemplos de Sistema de Controle Controle de Temperatura .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 6. Exemplos de Sistema de Controle Controle de Temperatura de um Carro .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 Exercícios 1. Enumere as principais vantagens e desvantagens dos sistemas de controle a malha aberta. Esboçar um diagrama de blocos para um sistema controlado por um operador humano. Na figura abaixo temos o diagrama esquemático e o diagrama de blocos de um sistema de controle de nível. 2. .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Aula 2 Referências Katsuhiko Ogata Engenharia de Controle Moderno 3ª Edição Editora LTC .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle Sinais Elétricos Digitais e Álgebra Booleana .

cujo estado ou parâmetros associados com o tempo portam informação.Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Conceito de Sinal Sinal pode ser definido como a representação de informações em forma de um valor ou uma curva de valores de uma grandeza física.1. São variáveis físicas observáveis. Sinais Elétricos Digitais 1. Exemplos : • corrente elétrica • pressão de um fluido • luminosidade sinal elétrico sinais pneumáticos ou hidráulicos sinal óptico .

cuja amplitude porta a informação acerca da pressão que está ocorrendo no sistema medido • a posição de um ponteiro de um velocímetro transmite a informação relativa à velocidade do veículo • conhecendo-se o deslocamento aplicado a uma mola pode-se saber a quantidade de energia armazenada nesta . Sinais Elétricos Digitais 1. Conceito de Sinal • flutuações de pressão no ar transportam mensagens que podem ser captadas pelos ouvidos • a tensão elétrica fornecida por um sensor de pressão.Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1.1.

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Sinais Elétricos Digitais 1. • Analógicos contínuo com amplitude contínua • Quantizados contínuo com amplitude discreta . Sinal Contínuo : é contínuo no tempo.2.

Sinal Discreto : não assume valores durante todo o tempo.Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Sinais Elétricos Digitais 1.3. • Amostrado discreto com amplitude contínua • Numéricos discreto com amplitude discreta .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1.4. Sinais Elétricos Digitais 1. Sinal Elétrico Digital Dígito > latim digitu > dedo Binário .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 2.1. Sistemas Numéricos Decimal : base 10 . Álgebra Booleana 2.

1.Engenharia Mecânica + Automação e Controle 2. Álgebra Booleana 2. Sistemas Numéricos Binário : base 2 .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 2.1. Álgebra Booleana 2. Sistemas Numéricos Hexadecimal : base 16 .

Lógica : tirar conclusões ou tomar decisões a partir de fatos conhecidos.2.Engenharia Mecânica + Automação e Controle 2. Álgebra Booleana 2. .

Álgebra Booleana 2.Engenharia Mecânica + Automação e Controle 2. Álgebra Booleana • técnica matemática usada quando consideramos problemas de natureza lógica • George Boole (1948) : leis básicas aplicadas em problemas de lógica dedutiva • Claude Shammon (1938) : no Bell Labs utilizou em análise de redes de multicontatos • dois estados lógicos : “0” e “1” (não são valores) • “0” pode representar contato aberto e “1” pode representar contato fechado.3. por exemplo .

4.Engenharia Mecânica + Automação e Controle 2. Funções Lógicas Função Igual . Álgebra Booleana 2.

4. Álgebra Booleana 2. Funções Lógicas Função Não .Engenharia Mecânica + Automação e Controle 2.

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 2. Álgebra Booleana 2.4. Funções Lógicas Função E .

4.Engenharia Mecânica + Automação e Controle 2. Álgebra Booleana 2. Funções Lógicas Função Ou .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle Referências Eletrônica Básica : Teoria e Prática Editora Rideel João Michel Andrey .

A ESTRUTURA DO ÁTOMO MATERIAIS CONDUTORES DE ELETRICIDADE MATERIAIS ISOLANTES MATERIAL SEMICONDUTOR 1.1. ESTUDO DOS SEMICONDUTORES Figura 1-1 Figura 1-2 .2.1 FÍSICA DOS SEMICONDUTORES 1.

IMPUREZAS IMPUREZA DOADORA Figura 1-3 IMPUREZA ACEITADORA Figura 1-4 SEMICONDUTOR TIPO N SEMICONDUTOR TIPO P 2 DIODO Figura 1-5 .

POLARIZAÇÃO DO DIODO POLARIZAÇÃO DIRETA Figura 1-7 Figura 1-8 POLARIZAÇÃO REVERSA DO DIODO Figura 1-9 Figura 1-10 .1.Figura 1-6 2.

Figura 1-11 ESPECIFICAÇÕES DE POTÊNCIA DE UM DIODO P=UxI Ex.PMAX = 250mW 1N4001 . no circuito da Figura 1-12 o US =2V e RS = 100Ω.: 1N914 . RESISTOR LIMITADOR DE CORRENTE RETA DE CARGA Se.IMAX = 1A 2.3. por exemplo.GRÁFICO COMPLETO. então: .

1-4 indica uma relação linear entre a corrente e a tensão ( y = ax + b).U=2V) . a queda de tensão típica é de 1.U=0.Ponto de corte !Corrente mínima do circuito (I=20mA. 2.5V para correntes entre 10 e 50mA.Ponto de saturação !Corrente máxima do circuito (I=12mA.4 DIODO EMISSOR DE LUZ E FOTODIODO Para a maioria dos LED’s disponíveis no mercado.78V.U=0V) .A Eq. FOTODIODO .78V) .5 a 2. Sobrepondo esta curva com a curva do diodo tem-se: Figura 1-13 (I=0A.Ponto de operação ou quiescente!Representa a corrente através do diodo e do resistor. Sobre o diodo existe uma tensão de 0.

3 TRANSFORMADOR Figura 1-20 No transformador ideal: Onde: U1 tensão no primário U2 tensão no secundário N1 número de espiras no enrolamento primário N2 número de espiras no enrolamento secundário A corrente elétrica no transformador ideal é: Exemplo 1-2 Se a tensão de entrada for 115 VRMS.8*1.5=19.167=12.5ARMS e a relação de espiras 9:1.: a potência elétrica de entrada e de saída num transformador ideal são iguais. P=U*I=115*0. a corrente de saída de 1. Qual a tensão no secundário em valores de pico a pico? E a corrente elétrica no primário? obs.2W .

RETIFICADOR DE MEIA ONDA Figura 1-21 Figura 1-22 VALOR CC OU VALOR MÉDIO .4 RETIFICADORES 4.1.

RETIFICADOR DE ONDA COMPLETA FREQÜÊNCIA DE SAÍDA Figura 1-24 .4.2.

1 FUNCIONAMENTO DE TRANSISTORES BIPOLARES Figura 2-1 TRANSISTOR NÃO POLARIZADO Figura 2-2 5.2. POLARIZAÇÃO DO TRANSISTOR NPN As junções do transistor podem ser polarizadas diretamente ou reversamente. JUNÇÕES COM POLARIZAÇÃO DIRETA JUNÇÕES COM POLARIZAÇÃO REVERSA .5 TRANSISTOR 5.

ele se comporta como uma chave aberta. o transistor está em corte.JUNÇÕES COM POLARIZAÇÃO DIRETA .REVERSA 5.4. a corrente de base será: . Qual a tensão de saída? SOL. Figura 3-4 Quando a tensão de entrada for de +5V. O TRANSISTOR COMO CHAVE CORRENTE DE BASE Exemplo 3-2 A Figura 3-4 mostra um circuito de chaveamento com transistor acionado por uma tensão em degrau. TRANSISTOR PNP 5.3. a tensão de saída iguala-se a +5V. Sem corrente pelo resistor de coletor.: Quando a tensão de entrada for zero. Neste caso.

SOL. ou seja. No circuito analisado.0mA Cálculo de RC ao considerar o transistor saturado.0. RC = VCC / IC = 5 /10mA = 500Ω Cálculo de RB RB = VE .7 / 1mA = 4k3Ω . uma saída de 0V. uma tensão de entrada de 0V produz uma saída de 5V e uma tensão de entrada de 5V. o VCE de saturação é próximo de zero. certamente há uma saturação forte no circuito.VBE / IB = 5 . A tensão de saída vai a zero e a corrente de saturação será: Isto é aproximadamente 10 vezes o valor da corrente de base.: Cálculo de IB Se IC =10mA !IB (sat) = IC /βCC(SAT) = 10m /10 = 1. Em circuitos digitais este circuito é chamado de porta inversora e tem a representação abaixo: Exemplo 3-3 Recalcule os resistores RB e RC no circuito da Figura 3-4 para um IC=10mA.Supondo o transistor com um curto entre coletor e o emissor (totalmente saturado).

Engenharia Mecânica Automação e Controle 8º Período Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Marcelo Furtado de Mendonça .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle Introdução ao CLP .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Controlador Lógico Programável CLP ou PLC Antes era Controle Sequencial Surgiu em 1969 Antes o controle era feito por relés. com as seguintes desvantagens : mau contato desgaste dos contatos inúmeros relés quantidade de fios > contatos e bobinas complexidade para alterar sequência dificuldade de manutenção .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Controlador Lógico Programável Circuitos Integrados Microprocessadores Capacidade de Processamento .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Controlador Lógico Programável PLC Principais vantagens sobre os relés sem contato software em lugar de fios adequação a capacidade do sistema .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Controlador Lógico Programável 1ª Geração Programação ligada ao hardware Linguagem Assembly Cada PLC tinha sua linguagem Programa gravado em EPROM durante fabricação .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Controlador Lógico Programável 2ª Geração Linguagens de Programação Compilador Memórias EPROM com os programas eram inseridas nos terminais de programação .

testes. simulações. armazenamento de vários programas no micro . treinamento. gravar. Controlador Lógico Programável 3ª Geração Teclado para alterar.Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. apagar o programa Bastidores ou racks 4ª Geração Entrada para comunicação serial Programação feita em PCs Vantagens : várias linguagens.

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Controlador Lógico Programável 5ª Geração PLCs de diversos fabricantes “conversam” Padronização de protocolos de comunicação Fundação Mundial para normas e protocolos de comunicação .

Controlador Lógico Programável Diferenças entre o PLC e o Computador Entradas e saídas PLC suporta ruídos. exigindo pouco treinamento Programação utiliza códigos e linguagens que simbolizam os componentes do sistema .Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. partículas suspensas PLC tem que ser mais robusto PLC tem programação mais simples. altas temperaturas.

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Controlador Lógico Programável .

Controlador Lógico Programável Arquitetura do PLC .Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1.

Controlador Lógico Programável Princípio Básico de Funcionamento Inicialização Verificação Estado Entradas Transferência para a Memória Comparação com o Programa Atualização das Saídas .Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1.

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Controlador Lógico Programável Estrutura Interna Fonte de alimentação e bateria CPU Memória programa dados de usuário dados de entrada e saída Interfaces de Entrada Interfaces de Saída .

Controlador Lógico Programável Entradas Digitais Dois estados possíveis : ligado ou desligado Botoeiras Chaves fim de curso Sensores de proximidade Chaves comutadoras Termostatos Pressostatos Controle de nível .Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1.

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Controlador Lógico Programável Entradas Digitais .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Controlador Lógico Programável Entradas Analógicas Permitem manipulação de grandezas analógicas Sensores de pressão manométrica Sensores de pressão mecânica Transmissores de temperatura Transmissores de umidade relativa Taco-geradores para medição de rotação de eixos .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Controlador Lógico Programável Entradas Analógicas .

Controlador Lógico Programável Saídas Digitais Dois estados : ligado ou desligado Relés Contatores Válvulas Solenóides Inversores de Frequência .Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1.

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Controlador Lógico Programável Saídas Digitais .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Controlador Lógico Programável Saídas Analógicas Converte valores numéricos em sinais de saída Válvulas Motores Posicionadores .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. Controlador Lógico Programável Saídas Analógicas .

Em que condições o ônibus poderá trafegar a 80 km/h? Monte o Diagrama de Contatos.23 2. o ônibus espera 10 minutos ou até que o número de passageiros atinja 10. pode trafegar a 80 km/h. Se o ônibus partir na hora certa. 2. AUTOMAÇÃO E CONTROLE DISCRETO . só pode deslocar-se a 40 km/h.AULA 6 – EXERCÍCIOS DE LÓGICA 2.40 e 30 %. Quando há menos de 10 passageiros. ou o motorista chegue atrasado.23) Os ônibus partem do terminal de hora em hora. B e C. com os seguintes pesos: 30. a menos que o número de passageiros seja inferior a 10. Caso tenha de partir atrasado ou se chover. é necessário que ele obtenha 75% de frequência nas aulas e 60% no referido teste. A frequência do aluno em sala de aula também é necessária para sua aprovação.17 Uma prova de Acionamentos Industriais é composta por três questões: A. Para aprovação. Construa um Diagrama de Contatos que indique se o aluno foi aprovado ou não.

AUTOMAÇÃO E CONTROLE DISCRETO .

AUTOMAÇÃO E CONTROLE DISCRETO .

Engenharia Mecânica Automação e Controle 8º Período Engenharia Mecânica + Automação e Controle + Marcelo Furtado de Mendonça .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle Integração de CLP com IHM Introdução a Sensores .

Engenharia Mecânica

+ Automação e Controle

1. IHM

É a rede de comunicação de dados que possui a tarefa principal de levar a informação do nível de planejamento para o nível de controle, tornando possível tal integração do nível de supervisão e controle, de forma a estabelecer uma rede local, dentro das mais diversas topologias e protocolos existentes. Dotadas de tela gráfica colorida, teclado e mouse, conferem ao sistema melhores condições para o controle e supervisão do extenso número de variáveis existente num processo produtivo.

Engenharia Mecânica

+ Automação e Controle

1. IHM

Disponíveis em duas opções :

•Hardware específico do fabricante do PLC
Totalmente integrado ao PLC Elevado índice de adaptação ao ambiente industrial Utilizado apenas com equipamentos dos fabricantes

•Software supervisório executado em computador
Comunica-se com diversos modelos e marcas Pode exigir o uso de computadores industriais

Engenharia Mecânica

+ Automação e Controle

1. IHM

Interface Gráfica de Usuário
•Visualização gráfica em cores e com alta definição do status do processo
•Substitui antigos painéis com lâmpadas •Visualização, efetiva, do que acontece na planta (abrir e fechar de válvulas, ligamento de motores

•Pode representar:
Fluxo de produção Layout dos equipamentos da planta Controle sequencial

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. IHM .

IHM Armazenamento de Receitas •Armazenamento de set points (gravados em arquivo) •Set points : definem as diversas parametrizações do sistema ao serem enviados ao controlador.Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. permitindo. . alterar rapidamente a produção de uma peça para outro tipo de peça. por exemplo.

IHM Alarmes e Eventos •Pela constante monitoração das tags (variáveis do processo) •A IHM pode sugerir ao operador o que deve ser feito ou apenas alertá-lo sobre o que está acontecendo •Efetua registro histórico dos eventos e alarmes .Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1.

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. IHM Comunicação •A IHM pode estar localizada em um ponto distante do processo •Conexão com a rede corporativa •Efetua registro histórico dos eventos e alarmes .

Engenharia Mecânica + Automação e Controle 1. IHM .