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Contabilidade Gerencial Extra Mba 2007

Contabilidade Gerencial Extra Mba 2007

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CONTABILIDADE GERENCIAL

Prof. Carlos UBIRATAN Da Costa Schier, MSc.

FORMAÇÃO ACADÊMICA

Doutorando em Engenharia de Produção – Inteligência Organizacional;
Mestre em Administração e Finanças; Mestre em Engenharia de Produção; Especialista em Metodologia de Ensino Superior; Graduado em Administração; Contabilista.

  

 

ATUAÇÃO ACADÊMICA

Coordenador de Departamentos (Custos Institucionais e Material Didático) da FATEC Internacional;
Coordenador do CST Gestão Financeira EAD da FATEC Internacional; Professor em graduação de: Custos; Finanças; Controladoria e Contabilidade; Professor em pós-graduação de: Custos; Controladoria; Contabilidade Gerencial e Contabilidade Internacional.

  Em Indústria. Contabilidade e Gestão Administrativa e Financeira. Comércio e Prestação de Serviços. . médio e pequeno porte. Experiência em empresas de grande. Custos.ATUAÇÃO PROFISSIONAL  Mais de 30 anos de experiência nas áreas: Controladoria.

LIVROS EDITADOS  Controladoria como instrumento de gestão (Juruá) Gestão Prática de custos (Juruá) Custos Industriais (1 e 2 edições – IBPEX) Gestão de custos ( IBPEX)    .

CONTATOS E-mails: ubiratanschier@ig.br ubiratanschier@hotmail.com.com.br  Fones: (41) 2102-3378 (41) 8845-8185  .com Profubiratanschier@yahoo.

através do uso da informação contábil.    . a otimização dos recursos organizacionais. Aprofundar conhecimentos para o uso de ferramentas que permitem reduzir a incerteza e o risco da atividade empresarial para o processo de tomada de decisões. Analisar o desempenho da empresa. Interpretar as demonstrações contábeis.OBJETIVOS DO MÓDULO  Evidenciar.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO  Contabilidade gerencial: origem e pressupostos básicos Contabilidade financeira e gerencial: diferenças e abordagens Contabilidade financeira Demonstrativos contábeis e sua análise através de indicadores econômico-financeiros     Comparação: contabilidade contabilidade financeira gerencial e .

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO  Contabilidade gerencial: como sistema de informação contábil Visão geral do balanced scorecard Resultado contábil e resultado gerencial Relação e análise: custo x volume x lucro Planejamento orçamentário     .

– 4 AVALIAÇÕES. . – CADA UMA COM VALOR DE 25% DA NOTA TOTAL.PROCESSO DE AVALIAÇÃO  Avaliações em EQUIPE: 100%.

superficialmente. etc. na análise financeira e de balanços. colocados numa perspectiva diferente.. . na contabilidade de custos. num grau de detalhe mais analítico ou numa forma de apresentação e classificação diferenciada. de maneira a auxiliar os gerentes das entidades em seu processo decisório”. como um enfoque especial conferido a várias técnicas e procedimentos contábeis já conhecidos e tratados na contabilidade financeira.Contabilidade gerencial: origem e pressupostos básicos  Sérgio de Iudícibus nos ensina que “a Contabilidade Gerencial pode ser caracterizada.

interpretação e comunicação de informações financeiras utilizadas pela administração para planejamento. preparação. Já Robert N. Anthony define Contabilidade Gerencial como “A Contabilidade que preocupa-se com a informação contábil útil à administração”. avaliação e controle dentro de uma organização e para assegurar e contabilizar o uso apropriado de seus recursos. análise. mensuração. • Para a Associação Nacional dos Contadores dos Estados Unidos “Contabilidade Gerencial é o processo de identificação. acumulação.” .

Estágios de evolução e mudança na Contabilidade Gerencial 1 Antes de 1950 Foco na determinação do custo e controle financeiro. . através do uso de tecnologias de orçamento e contabilidade de custos.

.2 Meado Fornecimento de s de informação para o 1965 controle e planejamento gerencial. através do uso de tecnologias tais como análise de decisão e contabilidade por responsabilidade.

através do uso das tecnologias de análise do processo e administração estratégica de custos.3 Por Redução de desperdício volta de de recursos usados nos 1985 processos de negócios. .

. valor para o acionista.4 Após 1995 Geração ou criação de valor através do uso efetivo dos recursos. e inovação organizacional. através do uso de tecnologias tais como exame dos direcionadores de valor ao cliente.

CONTABILIDADE FINANCEIRA E GERENCIAL: DIFERENÇAS E ABORDAGENS CCONTABILIDADE FINANCEIRA: Conceito: ·É uma ciência que possibilita através de suas técnicas o controle do Patrimônio das organizações e indica a situação atualizada desse patrimônio. .

autarquias. municípios. entidades com ou sem fins lucrativos). ONGs. estados. fundações. cooperativas. de direito privado (empresas de pequeno. médio e grande portes. .CAMPO DE APLICAÇÃO E USUÁRIOS DA CONTABILIDADE: O campo de aplicação da Contabilidade abrange todas as entidades econômicoadministrativas. de direito público (união. etc).

. em que pese sua contribuição para a Contabilidade seja relevante. principalmente da legislação do imposto de renda. •O que dificulta o desenvolvimento e aplicação de critérios contábeis corretos ante os preceitos emanados pelos Princípios Fundamentais de Contabilidade que ficam limitados. FISCO E LEGISLAÇÕES ESPECÍFICAS •A Contabilidade sofre muita influência dos limites e critérios fiscais.CONTABILIDADE.

Lei das S/A. •Esse ato foi uma tentativa de diminuir a discrepância entre a legislação e os registros contábeis.A Lei 6. que a escrituração contábil deve ser feita seguindo-se os preceitos da Lei das S/A e os princípios de contabilidade geralmente aceitos. •Para atender à legislação tributária ou outras exigências feitas pelo fisco que demandem em divergência com os critérios contábeis constantes na Lei das S/A.404/76. dita em seu artigo 177. . devem ser adotados registros auxiliares à parte.

classificam-se em categorias básicas: Postulados. Princípios e Convenções. de três .PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE Os Princípios Fundamentais Contabilidade.

.POSTULADOS São os elementos vitais. elementos básicos na estrutura da Contabilidade.

.. como meio ou como fim. com aquelas.Postulado da Entidade Contábil Entidades são conjuntos de pessoas.” . recursos e organizações capazes de exercer atividade econômica. para efeito contábil. “A Contabilidade é mantida para as Entidades. os sócios ou quotistas não se confundem.

.•Representa a diferenciação necessária que deve ser feita entre as pessoas jurídicas e/ou físicas controladoras de uma outra pessoa jurídica. •A Contabilidade de uma Entidade não pode ser confundida com a contabilidade dos membros que a possuem. •A escrituração contábil de uma empresa tem de ser completamente dissociada da escrituração dos seus proprietários.

Postulado da Continuidade das Entidades “Para a Contabilidade.. ·Os Contadores das sociedades cujas existências encontram-se ameaçadas devem evidenciar tal fato.. visam gerar riqueza por prazo indeterminado. supondo-se que a mesma nunca se extinguirá.” ·As Entidades. num processo contínuo. a Entidade é um organismo vivo que irá viver (operar) por um longo período de tempo (indeterminado) até que surjam fortes evidências em contrário. . quando criadas.

. daí serem conhecidos como Princípios de Contabilidade Geralmente Aceitos. Há consenso de que os princípios são a expressão de critérios aceitos pela maioria dos contadores.PRINCÍPIOS Os princípios são o núcleo central da doutrina contábil.

Princípio do Custo Como Base de Valor
“... O custo de aquisição de um ativo ou mais insumos necessários para fabricá-lo e colocá-lo e condições de gerar benefícios para a Entidade representa a base de valor para a Contabilidade, expresso em termos de moeda de poder aquisitivo constante...”

Isto quer dizer que as aquisições de ativos (inclusive estoques), deverão ser contabilizados pelo seu valor histórico, pelo seu valor de compra ou aquisição.

Princípio do Denominador Comum Monetário
“... As demonstrações contábeis, sem prejuízo dos registros detalhados de natureza qualitativa e física, serão expressas em termos de moeda nacional de poder aquisitivo da data do último Balanço Patrimonial...”
Esse princípio reza que a Contabilidade deve ser feita numa única moeda e que todos os itens devem ser avaliados por essa moeda. Assim na dívida contraída originalmente em dólares, o controle será em dólares, mas a escrituração contábil será em reais.

Princípio da Realização da Receita
“A receita é considerada realizada e, portanto, passível de registro pela Contabilidade, quando produtos ou serviços produzidos ou prestados pela Entidade são transferidos para outra Entidade ou pessoa física, com a anuência destas e mediante pagamento ou compromisso de pagamento especificado perante a Entidade Produtora...”

A Contabilidade define o momento da venda como aquele em que ocorre a transferência da propriedade.

” . com as mesmas deverá ser confrontada. os consumos ou sacrifícios de ativos (atuais e futuros).. deverão ser descarregados como despesa do período em que ocorrerem . realizados em determinado período e que não puderam ser associados a receita do período nem às dos períodos futuros . “Toda despesa diretamente delineável com as receitas reconhecidas em determinado período..Princípio do Confronto das Despesas com as Receitas e Com os Períodos Contábeis.

com as despesas que geraram. As informações contábeis somente serão úteis se forem consistentes. no mesmo período. a aplicação deste princípio é essencial para determinação do correto resultado contábil do período. .Quer dizer que as receitas realizadas no período devem ser confrontadas.

independentemente de seu pagamento ou recebimento. também conhecidos como Regime de Competência. • As despesas e receitas devem ser contabilizadas como tais.Observações: • É importante esclarecer que os princípios da realização da receita e de confrontação das despesas são. . no momento de sua ocorrência. em conjunto.

• Existem precedentes de lançamentos diretamente na conta do Patrimônio Líquido como ajuste do exercício anterior. que competem a exercício anterior mas não foram contabilizados: • De acordo com a Lei 6. tais ajustes devem ser feitos direto no resultado do exercício em que se descobre o erro.• Há situações em que se têm valores. .404/76 (Lei das S/A). de receita ou de despesa.

. no sentido de delimitar-lhes conceitos. • São consideradas como normas de caráter prático que devem ser observadas. como guias facilitando o trabalho do Contador.CONVENÇÕES • As Convenções são conhecidas também como restrições aos princípios e representam o complemento dos princípios e postulados. atribuições e direções a seguir.

.Convenção da Objetividade “Para procedimentos igualmente relevantes..” . resultantes da aplicação dos Princípios. preferir-se-ão. reunidas em comitês de pesquisa ou em Entidades que têm autoridades sobre princípios contábeis. b) b) os que puderem ser corroborados por consenso de pessoas qualificadas da profissão. em ordem decrescente: a) os que puderem ser comprovados por documentos e critérios objetivos.

ou seja. de preferência. o Contador precisa alicerçar-se de elementos objetivos. . já tenha sido objeto de estudo por experts no assunto. •O valor deve ter um documento hábil que avalize o lançamento. deverá ser preferida a alternativa que esteja melhor documentada e que.•Quando efetuar a escrituração de um fato. para escrituração contábil.

. que podem ser tratados de forma mais simples.   ..Convenção da Materialidade “O Contador deverá sempre.” O Contador deve sempre buscar a exatidão numérica no lançamento. avaliar a influência e materialidade da informação evidenciada ou negada para o usuário à luz da relação custo X benefício. levando em conta aspectos internos do sistema contábil. Valores relevantes devem ter análise muito mais apurada do que os valores pequenos. desde que o custo desta exatidão não seja prejudicial à empresa.

.” Na dúvida o Contador deve optar pela forma mais conservadora de escrituração:   Na realização de Ativos (Receitas).Convenção do Conservadorismo  “Entre conjuntos alternativos de avaliação para o patrimônio. a Contabilidade escolherá o que apresentar o menor valor atual para o ativo e o maior valor para as obrigações. No cumprimento das obrigações. igualmente válidos. segundo os Princípios Fundamentais.  . na dúvida o Contador deve registrar o valor maior. na dúvida o Contador deve lançar o valor menor..

..  .Convenção da Consistência ou Uniformidade  “A Contabilidade de uma Entidade deverá ser mantida de forma tal que os usuários das demonstrações contábeis tenham possibilidade de delinear a tendência da mesma com menor grau de dificuldade possível. ele deverá adotar esse critério uniformimente ao longo dos exercícios.” Essa convenção informa que depois que o Contador adotou determinado critério de avaliação de um ativo ou passivo.

PATRIMÔNIO

É o conjunto de bens, direitos e obrigações de uma pessoa (física ou jurídica), que pode ser avaliado em moeda.

BENS:

São as coisas capazes de satisfazer as necessidades humanas e suscetíveis de avaliação econômica.
Sob a ótica contábil, entendese por bem, todo o objeto que uma empresa possui, seja para uso, troca ou consumo.

DIREITOS: São todos os valores que a empresa tem para receber de terceiros (clientes, inquilinos, resgate de aplicação, empréstimos concedidos). OBRIGAÇÕES: São todos os valores que a empresa tem que pagar para terceiros (fornecedores, empregados; governo, bancos, proprietários de imóveis).

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PATRIMÔNIO ELEMENTOS POSITIVOS ELEMENTOS NEGATIVOS ATIVO BENS · Caixa (dinheiro) · Estoque de Mercadorias · Móveis e Utensílios PASSIVO OBRIGAÇÕES · Duplicatas a Pagar · Aluguéis a Pagar · Impostos a Pagar · Salários a Pagar .

A equação do Patrimônio é: Ativo menos Passivo igual a Patrimônio Líquido (A-P=PL)    .SITUAÇÕES PATRIMONIAIS LÍQUIDAS  Situação Líquida Patrimonial é a diferença entre o Ativo (Bens e Direitos) e o Passivo (Obrigações). Em conjunto com o Ativo e o Passivo. o Patrimônio Líquido representa a situação patrimonial atual da empresa. A denominação utilizada usualmente para identificar a situação líquida patrimonial é Patrimônio Líquido.

assinatura de contratos de compra. aval de títulos. de vendas. Exemplos: admissão de funcionários. Alguns atos administrativos poderão no futuro se constituir em alterações no Patrimônio e são denominados atos relevantes. fianças em favor de terceiros.ATOS E FATOS ADMINISTRATIVOS   ATOS ADMINISTRATIVOS: São os acontecimentos que ocorrem na empresa e que não provocam alterações no Patrimônio. etc.   .

podendo ou não alterar o Patrimônio Líquido.  . esses fatos devem ser contabilizados em contas patrimoniais ou contas de resultados.  FATOS ADMINISTRATIVOS: São os acontecimentos que provocam variações nos valores patrimoniais. Por implicarem em modificação do Patrimônio.

ESCRITURAÇÃO • É uma técnica contábil que consiste em registrar nos livros próprios. . todos os acontecimentos que ocorrem na empresa e que provocam modificações ou não no Patrimônio.

1.Livros utilizados na Escrituração Contábil    LIVRO DIÁRIO: É um livro obrigatório. Seu uso está previsto na Legislação Comercial ( artigo 11 do Código Comercial Brasileiro – Lei nº 556 de 25/06/1850). . na Legislação Tributária (artigo 258 do Regulamento do Imposto de Renda – RIR/99) e nas Normas Brasileiras de Contabilidade (item 2.5 da NBC –T-2 – da Escrituração Contábil).

 . LIVRO CONTAS CORRENTES:  É um livro facultativo que funciona como auxiliar do livro Razão. É utilizado para controle da movimentação das contas que representam Direitos e Obrigações.

 . Nele são registradas todas as movimentações de entradas e saídas de dinheiro.  LIVRO CAIXA OU BOLETIM DE CAIXA: O livro Caixa é também um livro facultativo. auxiliar das operações financeiras e que pode ser utilizado para facilitar a contabilização das movimentações em dinheiro ocorridas na empresa.

  LIVRO RAZÃO: Até julho de 1991. esse livro passou a ser de escrituração obrigatória. Registra o movimento individualizado de cada uma das contas com movimentação no período.218 de 29/08/1991. o Livro Razão era facultativo.   . A partir de agosto de 1991. através do artigo 14 da Lei nº 8.

o que não implica em contrapartida. No livro de Contas Correntes. No livro Caixa. não importando a contrapartida ou o controle patrimonial.    .MÉTODOS DE ESCRITURAÇÃO   Método das Partidas Simples: Esse método consiste no registro de operações específicas envolvendo o controle de um só elemento. também são lançados somente os direitos ou somente as obrigação para fins de controle. Esse método é ineficiente e incompleto. são registrados somente entradas e saídas de dinheiro. pois não permite o controle global do patrimônio.

O Método das Partidas Dobradas significa:  “Não há devedor sem que haja credor e não há credor sem que haja devedor.  Método das Partidas Dobradas: Esse método é utilizado de forma universal. em Veneza. sendo que para cada débito. após ele ter estudado minuciosamente a forma como os mercadores da época controlavam seu patrimônio. corresponde um crédito de igual valor” .  Foi divulgado inicialmente em meados do século XV (1494). pelo Frade Franciscano Frei Luca Pacioli.

 Os elementos essenciais para o processo de lançamento são: Documentação registro. .  Histórico e Valor.LANÇAMENTO  É o meio pelo qual se processa a Escrituração. Conta a ser creditada. Conta a ser debitada. idônea comprobatória para     Local e data da ocorrência do fato.

CREDITAR a respectiva conta. Toda vez que DIMINUIR o Passivo. CREDITAR a respectiva conta. Toda vez que AUMENTAR o Passivo.DICAS AUXILIARES PARA ESCRITURAÇÃO: PARA ELEMENTOS PATRIMONIAIS Toda vez que AUMENTAR o Ativo. . DEBITAR a respectiva conta. Toda vez que DIMINUIR o Ativo. DEBITAR a respectiva conta.

CREDITAR a respectiva conta. DEBITAR a respectiva conta. Toda vez que se REALIZAR uma Receita.PARA ELEMENTOS DE RESULTADO Toda vez que OCORRER uma Despesa. .

. Direitos. obrigações e patrimônio líquido.CONTAS E PLANO DE CONTAS   CONTA: É o nome técnico dado aos componentes patrimoniais (Bens. direitos. dividem-se em Ativas e Passivas e representam o Patrimônio da empresa mediante levantamento do Balanço Patrimonial. Obrigações e Patrimônio Líquido) e aos elementos de Resultado (Despesas e Receitas). É por meio das contas que a contabilidade registra a movimentação patrimonial da empresa. em: Contas    As contas patrimoniais representam os bens. As contas podem ser classificadas Patrimoniais e Contas de Resultado.

São movimentadas durante exercício. mas é por meio delas que sabemos se houve lucro ou prejuízo. As Contas de Resultado dividem-se em contas de despesas e contas de receitas. o do   Não fazem parte do Balanço Patrimonial. . mas na apuração resultado são zeradas.

Cada empresa deve elaborar seu Plano de Contas sempre obedecendo aos seus interesses e. O Plano de Contas deve obedecer às disposições legais contidas na Lei nº 6.   .404/76. diretrizes e normas que disciplina as tarefas do Setor de Contabilidade. objetivando a uniformização dos regimes contábeis. principalmente à legislação pertinente. PLANO DE CONTAS:  O Plano de Contas é um conjunto de Contas.

para a conta transitória Resultado do Exercício.ROTEIRO PARA APURAÇÃO DO RESULTADO SIMPLIFICADO DE UMA EMPRESA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS  1 Elaborar um Balancete de Verificação. com as contas que apresentam saldo ao final do exercício. 2 Transferir os saldos das contas de resultado (Despesas e Receitas). zerando todas as contas de despesas e receitas do exercício.  .

 4 De acordo com o resultado (se for credor é lucro. através do livro razão ou de razonetes. 5 Elaborar o Balanço Patrimonial. 6 Transcrever o Balanço Patrimonial para o Livro Diário. efetuar a transferência do resultado para a conta de patrimônio Líquido (lucros ou prejuízos acumulados). zerando a conta Resultado do Exercício.   . se for devedor é prejuízo). 3 Apurar o saldo da conta Resultado do Exercício.

ATIVIDADE 1 .

 DESENVOLVER O EXERCÍCIO Nº 01FASE 01 (PÁG. EM EQUIPE. 04 (PÁG. 131). 150). 157) E Nº 05 (PÁG.    . ESTUDOS DE CASO Nº 03 (PÁG. 162) Valor: 25% da nota total.

º 6. “no balanço. e agrupadas de modo a facilitar o conhecimento e a análise da situação financeira da companhia”.404/76. as contas serão classificadas segundo os elementos do patrimônio que registrem.DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS E SUA ANÁLISE ATRAVÉS DE INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS  DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS 1 Balanço Patrimonial  A finalidade do balanço é apresentar a posição financeira e patrimonial da empresa em um momento estático.  Em conformidade com o artigo 178 da Lei n. .

 O balanço compõe-se de três elementos básicos: Ativo – é o conjunto de bens e direitos da empresa e compreende as aplicações de recursos (aquisição de ativo imobilizado. é a diferença líquida entre o Ativo e o Passivo da empresa. Patrimônio Líquido – reflete o resultado das operações da empresa. Passivo .compreende as exigibilidades e as obrigações da empresa. etc. Salários a Pagar.    . duplicatas a receber. ou seja. etc). tais como: Contas a Pagar.

• O Passivo classifica-se em ordem decrescente de prioridade de pagamento.• Através dos artigos 178 e 179 da Lei n. classificando-se primeiramente as contas cujo vencimento ocorre antes. com vistas a que os usuários pudessem efetuar uma análise e interpretação adequadas da situação patrimonial e financeira da empresa.404/76.º 6. . apresentando primeiramente as contas que se convertem em disponibilidades de uma forma mais rápida. • O Ativo deve ser classificado em ordem decrescente de grau de liquidez. foi definida a disposição das contas do balanço.

ACUMULADOS .Ativo e o Passivo subdividem-se nos seguintes grupos: BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE ATIVO REALIZÁVEL LONGO PRAZO ATIVO PERMANENTE INVESTIMENTOS ATIVO IMOBILIZADO ATIVO DIFERIDO A PASSIVO CIRCULANTE PASSIVO EXIGÍVEL A LONGO PRAZO RESULTADOS DE EXERC. FUTUROS PATRIMÔNIO LÍQUIDO CAPITAL SOCIAL RESERVAS DE CAPITAL RESERVAS DE REAVALIAÇÃO RESERVAS DE LUCROS LUCROS OU PREJ.

que indica em seu parágrafo primeiro: “Na determinação do resultado do exercício serão computados: a) as receitas e os rendimentos ganhos no período.404/76. despesas. mais especificamente em seu artigo 187. independentemente de sua realização em moeda.R. correspondentes a essas receitas e rendimentos.º 6. e B) os custos.Demonstração do Resultado do Exercício – D.  O conteúdo da Demonstração de Resultados do Exercício.E. encargos e perdas. pagos ou incorridos.”    . fundamenta-se na Lei n.

   III – as transferências para reservas.L.A.” . a parcela dos lucros incorporada ao capital e o saldo final do período.404/76 estabelece que: “A demonstração de lucros e prejuízos acumulados discriminará: I – o saldo do início do período e os ajustes de exercícios anteriores. II – as reversões de reservas e o lucro líquido do exercício.P.Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados – D. os dividendos.º 6.  O artigo 186 da Lei n.

(Comissão de Valores Mobiliários). .º 59. emanou a Instrução n.V. essa demonstração não é obrigatória. exigindo a publicação da demonstração.Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – D.M.M. a C.P. em 22/12/86. mas para as sociedades anônimas de capital aberto.L • De acordo com Lei das Sociedades por Ações em vigência.

Itens que afetam o patrimônio total: 2. As variações das contas que formam o Patrimônio Líquido podem ocorrer em virtude de: 1. Itens que não afetam o total do patrimônio: .

Acréscimo por reavaliação de ativos. Acréscimo por doações e subvenções para investimentos recebidos. Acréscimos por subscrição e integralização de capital. Redução por dividendos.Itens que afetam o patrimônio total:  Acréscimo por lucro ou redução pelo prejuízo líquido do exercício.      . Redução por pagamento ou crédito de juros sobre o capital próprio.

Acréscimo ou redução exercícios anteriores. por adquiridas ajustes ou de   .   Acréscimo por prêmio recebido na emissão de debêntures. Acréscimo pelo recebimento de valor que exceda o valor nominal das ações integralizadas ou o preço de emissão das ações sem valor nominal. Acréscimo pelo valor da alienação de partes beneficiárias e bônus de subscrição. Redução por ações próprias acréscimo por sua venda.

Reserva para Contingências e outras. Reserva de Lucros a Realizar. como Reserva Legal. Apropriações do lucro líquido do exercício. Compensação de Prejuízos com Reservas.    .Itens que não afetam o total do patrimônio:  Aumento de capital com utilização de lucros e reservas. reduzindo a conta de Lucros Acumulados para a formação de reservas. Reversões de reservas patrimoniais para a conta de Lucros ou Prejuízos Acumulados.

R A Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos.A. objetiva apresentar ordenadamente. principalmente as informações referentes às operações de financiamento e investimento da organização durante o exercício.Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos – D.O. bem como indica as alterações na posição financeira da empresa. .

que na forma da Lei foi denominado de Capital Circulante Líquido. . •Os recursos neste caso não significam as disponibilidades da empresa. Estoques e Despesas Pagas Antecipadamente) menos o Passivo Circulante (Fornecedores. •O Capital Circulante Líquido. Contas a Pagar e outras exigibilidades do exercício seguinte). mas sim o capital de giro líquido. é representado por: Ativo Circulante (Disponível. Contas a Receber.•As origens de recursos representam os financiamentos e os investimentos são representados pelas aplicações de recursos. Investimentos Temporários.

órgão que estabelece normas internacionais de contabilidade. •Provavelmente a normatização da Demonstração dos Fluxos de Caixa seguirá as premissas e orientações ditadas pelo Financial Accounting Standards Board (FASB).F.C. órgão que rege as práticas contábeis americanas e do International Accounting Standards Committee (IASC). . •Reitera-se que essa demonstração tende a substituir a Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos. no Brasil.Demonstração do Fluxo de Caixa – D.

tratadas em conformidade com as premissas contábeis. através da interpretação dos dados disponibilizados pelas demonstrações contábeis e financeiras.ANÁLISE DE BALANÇOS E ÍNDICES ECONÔMICO-FINANCEIROS •A Análise de Balanços tem como maior objetivo. extrair o máximo possível de informações. •A Análise de Balanços trata os dados transformando-os em informação consistente que sirva de base para a tomada de decisões. .

organizar. através da interpretação dos resultados evidenciado pela análise feita. a Análise de Balanços a partir dessas demonstrações efetua a análise propriamente dita.•Enquanto a contabilidade preocupa-se em captar. •Extraindo as informações possíveis e necessárias para avaliação de desempenho e perspectivas de futuro da empresa em questão. . compilar e tratar dados que serão transformados em demonstrações contábeis.

. •Recomenda-se ainda. de forma que seu resultado seja inteligível para pessoas sem um conhecimento técnico muito profundo sobre as demonstrações financeiras. na medida do possível a utilização de gráficos auxiliares para simplificar as conclusões e facilitar a interpretação dos resultados obtidos na análise.•A Análise de Balanços deve desempenhar o papel de traduzir os dados contidos nas demonstrações financeiras.

Análise Vertical e Horizontal As Análises Vertical e Horizontal não tem a devida atenção por parte dos analistas. embora tenham a sua importância e utilidade ressaltadas em estudos feitos no que tange a insolvência de pequenas e médias empresas. .

em relação a um valor adotado como base (100%). além de ser importante para avaliação da estrutura da composição dos itens da demonstração financeira e de sua evolução no tempo. •Essa análise quando feita em períodos sucessivos pode fornecer base para projeção de uma demonstração de resultados. mostra a composição percentual e a participação de cada conta da demonstração em análise.•A Análise Vertical. .

•A Análise Horizontal enfatiza as modificações ou evoluções ocorridas em cada conta das demonstrações em relação a uma demonstração básica geralmente a mais antiga de forma a evidenciar as tendências existentes. .•A Análise Horizontal das contas das demonstrações financeiras evidencia as variações ocorridas nos itens monetários com relação a períodos anteriores ou subseqüentes em determinado momento.

que são calculados basicamente a partir das demonstrações financeiras é uma das principais ferramentas para avaliação do desempenho passado.Análise Através de Índices EconômicoFinanceiros A análise de índices EconômicoFinanceiros. . presente e futuro de uma organização.

que analisa a estrutura financeira e a liquidez da organização e. •Análise da situação econômica. .A Análise das Demonstrações Financeiras pode ser subdividida em: • Análise da situação financeira. que verifica a lucratividade e a atividade (prazos médios).

DESCRIÇÃO DETALHADA DOS ÍNDICES ECONÔMICO-FINANCEIROS  ÍNDICES DE ESTRUTURAS DE CAPITAIS  Os índices do grupo de estrutura de capitais evidenciam as linhas de decisões financeiras no que tange a captação e aplicação de recursos. .

• Sob a ótica financeira. menor a liberdade sobre a tomada de decisões financeiras da mesma.• O índice de Participação de Capitais de Terceiros relaciona os Capitais Próprios aos Capitais de terceiros e indica o grau de risco ou de dependência a terceiros por parte da empresa e também é chamado de Grau de Endividamento. quanto maior a dependência de terceiros por parte da empresa. • Do ponto de vista de lucratividade. . se a remuneração paga aos capitais de terceiros for menor que o lucro conseguido com sua aplicação nos negócios. é vantagem a empresa operar com esses recursos.

Composição do Endividamento: •Indica qual o percentual de obrigações de curto prazo em relação às obrigações totais. •Significa que o montante das obrigações vencíveis a curto prazo não representam um desembolso muito alto de imediato. . sendo que quanto menor esse índice melhor a situação da empresa.

melhor. . •O percentual restante refere-se ao montante do Patrimônio Líquido aplicado no Ativo Circulante e denomina-se de Capital Circulante Próprio. e maior será a dependência a capitais de terceiros para o financiamento do Ativo Circulante. porque indica que a empresa tem um Patrimônio Líquido maior que o Ativo Permanente. •Quanto mais a empresa investir no Ativo Permanente. menos recursos próprios sobrarão para o Ativo Circulante. Quanto menor esse índice.Imobilização do Patrimônio Líquido •Significa quanto a empresa aplicou no Ativo Permanente para cada $100 de Patrimônio Líquido.

. não existe a necessidade de se financiar todo o imobilizado com recursos próprios.Imobilização dos Recursos não Correntes •Seu resultado indica que percentual de Recursos Não Correntes a empresa aplicou no Ativo Permanente e quanto menor esse índice melhor a situação da empresa. •Como os elementos do Ativo Permanente têm uma vida útil variável. •Pode-se utilizar recursos de longo prazo desde que o prazo seja suficiente para a empresa gerar recursos para resgate das dívidas de longo prazo.

Esses índices confrontam os Ativos Circulantes com as Dívidas. • Se os índices de liquidez da empresa forem bons. procurando medir a solidez da base financeira da organização.ÍNDICES DE LIQUIDEZ • Os índices componentes desse grupo evidenciam a base da situação financeira da empresa. significa que a mesma tem boa capacidade de quitar suas dívidas. .

 LIQUIDEZ GERAL Ativo Circulante + Realizável a Longo Prazo Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo LIQUIDEZ CORRENTE Ativo Circulante Passivo Circulante LIQUIDEZ SECA Ativo Líquido Passivo Circulante Ativo líquido é: Ativo Circulante menos Estoque.    .

 . Para os credores estes índices indicam qual a capacidade de pagamento das dívidas assumidas por parte da empresa. em virtude de que eles proporcionam a verificação da remuneração do capital investido e conseqüentemente qual o grau de êxito econômico na gestão dos negócios.ÍNDICES DE RENTABILIDADE  Os índices de rentabilidade. sob a ótica dos sócios. são os mais importantes.

 GIRO DO ATIVO Vendas Líquidas Ativo MARGEM LÍQUIDA Lucro Líquido X 100 Vendas Líquidas RENTABILIDADE DO ATIVO Lucro Líquido X 100 Ativo RENTABILIDADE DO PL Lucro Líquido X 100 PL Médio    .

mercado e tamanho das empresas. •Isto significa estabelecer índices padrão de acordo com o ramo de atividade.Índices-Padrão •A análise das Demonstrações Contábeis preocupa-se com a qualificação dos índices extraídos das mesmas. diante disso há a necessidade de estabelecimento de parâmetros para que se proceda a avaliação dos índices apurados com vistas a consistir o seu resultado. .

 Para a obtenção de índices-padrão. c) Os índices obtidos devem ser colocados em ordem crescente de grandeza.    . devese obedecer a seguinte seqüência: a) Deve-se separar as organizações em ramos de atividade. elencamos um determinado índice financeiro. b) Em um mesmo ramo de cada empresa.

COMPARAÇÃO ENTRE A CONTABILIDADE GERENCIAL E A CONTABILIDADE FINANCEIRA FATOR CONTABILIDADE FINANCEIRA CONTABILIDADE GERENCIAL Usuários dos relatórios Objetivos dos relatórios Externos e internos Internos Facilitar a análise financeira para as necessidades dos usuários externos Objetivo especial de facilitar o planejamento. avaliação de desempenho e tomada de decisão internamente . controle.

Demonstração dos Resultados.Forma dos relatórios Balanço Patrimonial. relatórios de desempenho relatórios de custo. contabilidade por responsabilidade. Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos e Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Orçamentos. trimestral ocasionalmente mensal e . relatórios especiais não rotineiros para facilitar a tomada de decisão Quando necessário pela administração Freqüência dos relatórios Anual.

Custos ou Primariamente valores históricos utilizados (passados) Históricos esperados (previstos) e Bases de Moeda corrente mensuraçã o usadas para quantificar os dados Várias bases (moeda corrente. índices) . medidas físicas. moeda estrangeira – moeda forte.

finanças. exceto as determinadas pela administração Arcabouço teórico e prático Ciência Contábil Utilização pesada de outras disciplinas.Restrições nas informações fornecidas Princípios contábeis geralmente aceitos Nenhuma restrição. como economia. estatística. pesquisa operacional e comportamento organizacional .

relevante e a tempo Deve ser relevante e a tempo. possuindo menos verificabilidade e menos precisão .Característi cas da informação fornecida Deve ser objetiva (sem viés). podendo ser subjetiva. verificável.

acoplada com uma orientação histórica para avaliar os resultados reais (para o controle posterior do fato) . controle e avaliação de desempenho antes do fato (para impor metas.Perspectiva dos relatórios Orientação histórica Orientada para o futuro para facilitar o planejamento.

. • Ponto fundamental da contabilidade gerencial é o uso da informação contábil como ferramenta para a administração.CONTABILIDADE GERENCIAL COMO SISTEMA DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL  CONTABILIDADE GERENCIAL E SISTEMA DE INFORMAÇÃO • A maior parte dos temas da disciplina contabilidade gerencial é tomada de outras disciplinas das áreas de ciências contábeis ou administração financeira.

•Para os administradores que buscam a excelência empresarial. uma informação. é necessário que essa informação contábil seja desejável e útil para as pessoas responsáveis pela administração da entidade. •A informação não pode custar mais do que ela pode valer para a administração da entidade. .•Para que a informação contábil seja usada no processo de administração. mesmo que útil. só é desejável se conseguida a um custo adequado e interessante para a entidade.

desde que se construa um Sistema de Informação Contábil.• É possível fazer e é possível ter contabilidade gerencial dentro de uma entidade. é a construção de sistemas de informação contábil voltados basicamente para a escrituração e registro contábil e contabilidade financeira. porém. • A própria contabilidade informação. • Outro ponto observado na construção dos sistemas de informação contábil é que as áreas de abrangência da ciência contábil são trabalhadas de forma não integradas. . é um sistema de • O que vemos.

as saídas ou produtos do sistema ( entradas. • Sistema é um conjunto de elementos interdependentes. ou um todo organizado. ou partes que interagem formando um todo unitário e complexo. obtendo-se. . • O funcionamento de um sistema configura-se a um processamento de recursos ( entradas do sistema ).SISTEMA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO • Sistema pode ser definido como um complexo de elementos em interação. com esse processamento. processamento. saídas ).

 Os sistemas fechados. • Os elementos básicos que compõem um sistema são: objetivos do sistema. ambiente do sistema ou processamento. . materiais. administração ou controle de avaliação do sistema. para com seu produto. tecnológicos e financeiros agregados segunda uma seqüência lógica para o processamento dos dados e tradução em informações. permitir às organizações o cumprimento de seus objetivos principais. enquanto que os sistemas abertos caracterizamse pela interação com o ambiente externo. recursos ou as entradas do sistema. saídas do sistema. classificam-se em sistemas abertos e  Os sistemas fechados não interagem com o ambiente externo. componentes do sistema. • Sistema de Informação é um conjunto de recursos humanos.

ATIVIDADE 2 .

179) EM EQUIPE.    . Nº 08 (PÁG. DESENVOLVER EXERCÍCIO Nº 01 – FASE 02 (PÁG. Valor: 25% da nota total. 131) RESOLVER ESTUDOS DE CASO Nº 06 (PÁG. 167). 172) E Nº 09 (PÁG.

RESULTADO CONTÁBIL E RESULTADO GERENCIAL RELAÇÃO E ANÁLISE: CUSTO X VOLUME X LUCRO  CONCEITOS E ELEMENTOS BÁSICOS DE CUSTOS .

CONCEITOS E ELEMENTOS BÁSICOS Terminologia Aplicada na Contabilidade de Custos  Classificação dos Gastos  Objetivos da Apuração do Custo  Custo de Aquisição  Métodos de Avaliação de Estoques  Departamentalização  Centro de Custos  Rateio de Custos  .

TERMINOLOGIA  Gastos – Compra de um produto ou serviço qualquer.  . Desembolso – Pagamento resultante da aquisição de bem ou serviço. que gera sacrifício financeiro para a entidade (desembolso).

Custo – Gasto relativo a bem ou serviço utilizado na produção de outros bens e serviços.  .TERMINOLOGIA  Investimento – Gasto ativado em função de sua vida útil ou de benefícios atribuíveis a futuro(s) período(s).

TERMINOLOGIA  Despesa – Bem ou serviço consumido direta ou indiretamente para a obtenção de receitas.  . Perda – Bem ou serviço consumidos de forma anormal e involuntária.

serviços ou receitas geradas. Custo de aquisição ou de produção – é o valor de entrada pela aquisição ou produção de bens ou serviços.  .TERMINOLOGIA  Desperdícios – são os gastos incorridos nos processos produtivo ou de geração de receitas e que possam ser eliminados sem prejuízo da qualidade ou quantidade dos bens.

 . subtraído dos impostos recuperáveis e acrescidos dos valores em que a empresa incorrer para colocar esses materiais em condições de uso. acrescido dos demais gastos incorridos na produção.TERMINOLOGIA  Custo de aquisição de materiais – inclui o valor pago a fornecedor. Custo de produção – inclui o custo de aquisição de materiais.

bens adquiridos para consumo no processo de produção de novos bens ou prestação de serviços. Insumos .  .TERMINOLOGIA  Centro de custo – é a menor unidade de acumulação de custos.

etc . independentemente do volume de produção.CLASSIFICAÇÃO DOS GASTOS  Custos fixos – – São os custos que permanecem constantes dentro de determinada capacidade instalada. Exemplos: salários das chefias. seguros. aluguel.

CLASSIFICAÇÃO DOS GASTOS

Despesas fixas

São as despesas que permanecem constantes dentro de determinada faixa de atividades geradoras de receitas e independem do volume de vendas ou de prestação de serviços. Exemplos: salários administrativos, despesas financeiras, etc.

CLASSIFICAÇÃO DOS GASTOS

Custos semifixos ou semivariáveis
Alguns gastos têm parte de sua natureza fixa e parte variável.

Exemplo: depreciação, pois significa a perda de valor de um bem em função do desgaste pelo uso, pela ação do tempo e pela obsolescência. A perda de valor por desgaste é de natureza variável. Já a ação da natureza e a obsolescência são de natureza fixa.

CLASSIFICAÇÃO DOS GASTOS

Custos variáveis

São os custos que variam de acordo com a variação do volume de produção. As despesas variáveis são as que se alteram proporcionalmente às variações no volume de receitas.

Despesas variáveis

– Despesas Indiretas. – Custos indiretos.CLASSIFICAÇÃO DOS GASTOS  Com relação a forma de distribuição e apropriação aos produtos. . – Despesas diretas. centros de custos e resultados os gastos classificam-se em: – Custos diretos.

 Atendimento às exigências contábeis.  .  Melhoria de processos e eliminação de desperdícios.  Otimização de resultados.  Atendimento às exigências fiscais.OBJETIVOS DA APURAÇÃO DO CUSTO Apuração do custo dos produtos e dos departamentos.  Controle de custos de produção.  Auxílio na tomada de decisões gerenciais.

CUSTO DE AQUISIÇÃO  O custo das mercadorias e materiais adquiridos deve incluir todos os gastos necessários para que a mercadoria ou material chegue ao estabelecimento da empresa.000 500 Valor pago ao fornecedor Fretes pagos ao transportador Prêmio de seguro Custo de aquisição 100 5.600 . Exemplo: 5.

. Primeiro que Sai). – Método do varejo. – PEPS (Primeiro que Entra. – UEPS (Último que Entra. Os métodos mais comuns utilizados no Brasil são: – Custo médio ponderado (móvel e fixo). – Custo específico.MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE ESTOQUES   São os procedimentos necessários ao registro e controle da movimentação dos estoques. Primeiro que Sai).

000 13 26.MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE ESTOQUES  Baseados nas informações do quadro a seguir.000 2.000 60. exemplificaremos cada um dos métodos supra citados: COMPRAS CONSUMO Custo unitário Custo total Quantidade kg DIA Quantidade kg 02 06 3.000 10 12 30.000 10 21 31 3.000 .000 5.000 4.

00 11. SALDO KG V. altera o custo médio e cada saída altera o fator de ponderação.CUSTO MÉDIO PONDERADO MÓVEL  Cada entrada por custo diferente do custo médio anterior. COMPRAS DIA KG C.75 116000 .25 3000 33750 3000 8000 5000 7000 4000 47000 80750 3000 30000 90000 56250 82250 35250 35250 2000 13 26000 11. C.75 11.M CONSUMO KG V. 02 06 10 21 31 3000 5000 10 12 30000 60000 10.T.UN V.25 11.T.T.

60 7000 81200 3000 8000 10000 3000 30000 90000 116000 34800 116000 81200 34800 .60 11. 02 06 21 31 3000 5000 2000 10 12 13 30000 60000 26000 10. KG SALDO V.T.CUSTO MÉDIO PONDERADO FIXO COMPRAS DIA KG C UN V.M CONSUMO KG V.00 11.T. C.25 11.T.

T.UN V.00 12.00 3000 30000 3000 8000 5000 7000 4000 48000 78000 3000 30000 90000 60000 86000 38000 38000 2000 13 26000 13.PEPS – PRIMEIRO QUE ENTRA PRIMEIRO QUE SAI COMPRAS DIA KG C. 02 06 10 21 31 3000 5000 10 12 30000 60000 10.00 10.00 12. KG SALDO V. C.T.00 116000 .M CONSUMO KG V.T.

T.00 13. C.UN V.M.00 12. 02 06 10 21 31 31 3000 5000 10 12 30000 60000 10. CONSUMO KG V.T.00 12.00 116000 .00 3000 36000 3000 8000 5000 7000 2000 2000 26000 24000 86000 5000 3000 30000 90000 54000 80000 54000 30000 30000 2000 13 26000 13.T.00 12. SALDO KG V.UEPS – ÚLTIMO QUE ENTRA PRIMEIRO QUE SAI COMPRAS DIA KG C.

. como no caso de concessionárias de veículos.CUSTO ESPECÍFICO  Normalmente este tipo de custo é utilizado pelas empresas que tem poucos itens em estoque e que demandam em valor muito alto. onde o controle item a item é mais fácil de ser implantado.

MÉTODO DE VAREJO  É comumente utilizado em empresas comerciais que trabalham com uma quantidade grande de itens em estoque. que efetuam compras geralmente em lotes e com valores unitários pequenos de cada item. Neste caso a empresa mantém o controle de estoque pelo valor da venda e determina o custo contábil através da subtração desse valor da margem média de lucratividade. .

ATIVIDADE 3 .

144) E Nº 02 (PÁG. 147) EM EQUIPE. 137) RESOLVER ESTUDOS DE CASO Nº 01 (PÁG. 136 e 137) E Nº 13 (PÁG.   Valor: 25% do valor total da nota . DESENVOLVER OS EXERCÍCIOS Nº 01 ao 10 (PÁGS.

Esse conceito que liga a atribuição de cada Departamento à responsabilidade de uma pessoa dará origem a uma das formas de uso da Contabilidade de Custos como forma de controle. em que atividades homogêneas. unidade mínima Contabilidade de por pessoas e se desenvolvem  Diz-se unidade mínima administrativa porque sempre há para cada departamento um responsável. .DEPARTAMENTALIZAÇÃO  Departamento é a administrativa para a Custo. representada máquinas.

DEPARTAMENTALIZAÇÃO  A divisão dos departamentos não se restringe somente à área industrial. Exemplo: Usinagem RH  INDUSTRIAIS ADMINISTRATIVOS Montagem Contábil Manutenção Tesouraria COMERCIAIS Vendas Marketing Expedição . comercial e financeira. pode ser aplicada nas áreas de administração.

ou acumulados os Custos posterior alocação aos outros Departamentos. das vezes é um seja.CENTRO DE CUSTOS  Centro de Custos é a unidade mínima de acumulação de Custos Indiretos. nele são Indiretos para produtos ou a  . Departamento na maioria Centro de Custos.

RATEIO DE CUSTOS  Os custos indiretos somente podem ser apropriados. ou seja. por sua própria definição. . mediante estimativas. critérios e rateio. de forma indireta aos produtos. previsão de comportamento de custos.

Todos os critérios de rateio devem ser avaliados de forma a serem adotados os que melhor refletirem a realidade de cada unidade produtiva.  . Não existe um critério que possa ser adotado como sendo o ideal e absoluto.RATEIO DE CUSTOS  Todas estas formas de rateio são subjetivas. pois não garantem certeza absoluta (100% de acerto) na alocação do custo correspondente.

RATEIO DE CUSTOS  Sempre. para que se proceda o rateio dos custos é necessário que se determine qual a base mais adequada e menos injusta de distribuição dos custos entre os departamentos. .

EXEMPLO DE RATEIO  Suponhamos que o custo total da empresa com aluguel é lançado no departamento administrativo da fábrica. para posterior alocação desse custo aos centros de custos correspondentes. O valor total do aluguel é de $ 1000.  DEPTO. Efetuaremos neste caso um rateio com base na área de ocupação de cada unidade. Como resultado temos os valores que correspondem a cada unidade de acordo com o critério estipulado. XX YY ZZ Total Área ocupada 100m 250m 150m 500m Percentual 20% 50% 30% 100% Valor $ 200 $ 500 $ 300 $1000 . que foi julgado ser o mais justo na oportunidade.

 .CUSTO INTEGRADO E COORDENADO COM A CONTABILIDADE  A integração e coordenação da contabilidade de custos requer que os lançamentos dos custos de produção coincidam com a escrituração mercantil. Integrar e coordenar um sistema de custos ao restante da escrituração significa. torná-lo parte do sistema contábil. de forma que os valores extraídos da contabilidade de custos possam ser facilmente identificados na escrituração mercantil.

parágrafo 1º.598/77).OBJETIVOS DA INTEGRAÇÃO  Atender aos princípios contábeis e atender à legislação pertinente (artigo 14. Servir de instrumento para controle e gestão das organizações com vistas a otimização de resultados.  . do Decreto-Lei nº 1.

 . não é permitido pela legislação. e também não atende os princípios fundamentais de contabilidade. sendo sua utilização recomendável apenas para análises internas decorrentes da contabilidade gerencial. O sistema de custeio variável ou direto.Sistema de Custeio Direto ou Variável e Custo Fixo  É o sistema fundamentado na separação dos gastos variáveis e fixos.

. onde existe o equilíbrio entre as receitas totais e as despesas e custos totais.Análise do Ponto de Equilíbrio e Margem de Contribuição  A expressão ponto de equilíbrio refere-se ao nível de venda em que não há lucro nem prejuízo.

000.200.Exemplo Preço de Venda Custos mais Despesas Variáveis $1000/un $700/un Custos mais Despesas Fixas $1./mês .

000/Mês ($1.000/Mês Quantidade vezes ($1.000/UN = quantidade vezes $700/UN mais $1.200.  Exemplo de cálculo: Quantidade vezes $1.000/UN menos $700/UN ) = $1.000/UN menos $700/UN ) = Margem de Contribuição Unitária ($300/UN)   .200.

000 un/mês  .200.  Ponto de equilíbrio = CUSTOS + DESPESAS FIXAS / MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO UNITÁRIA $1.000/Mês dividido por $300/Un = 4.

.000 unidades no mês. Isto significa que quando a organização atingir a produção de 4. ela atingirá seu ponto de equilíbrio. as variações acima dessa produção passam a contribuir para a formação do lucro.

DV = Soma das despesas variáveis. é o valor com que cada unidade efetivamente contribui para a formação do lucro. PV = Preço de venda.Margem de Contribuição por unidade  É a diferença entre o preço de venda e o custo variável de cada produto. A margem de contribuição unitária é dada pela fórmula:  MC = PV – (CV + DV)  – – – – MC = Margem de contribuição. . CV = Soma dos custos variáveis.

através de estimativas. Para sua determinação utiliza-se basicamente a análise das condições mercadológicas.Preços de Venda e Custo Meta  O custo-meta é o custo obtido pela subtração de um preço estimado (ou de mercado) da margem de lucratividade desejada. . com o objetivo de atingir um custo de produção igualmente desejado.

 . Clientes: o cliente é fator constante de preocupação por parte das organizações no que tange a fixação de preços. a tendência é de que o preço seja menor do que se não houvesse competição. pois em decorrência de majoração de preços. eles podem diminuir o consumo. deixar de consumir ou adquirir produtos substitutos que custem menos.Alguns fatores influenciam a formação do preço de venda de produtos ou serviços:  Concorrência: nos mercados onde há oferta de produtos semelhantes por muitas empresas.

 . Gastos: o empresário espera recuperar todos os gastos efetuados para produzir seu produto e ainda auferir lucros. criação de novos impostos. quer seja de forma positiva. através de subsídios. Governo: o governo influencia sobremaneira a política de preços. incentivos. etc. quer seja de forma negativa através da majoração de impostos. diminuição de prazos de recolhimento de impostos.

mark up (taxa de marcação). despesas de comercialização. considerando-se as despesas de funcionamento. custos de aquisição de mercadorias. .Custo e Formação de Preço de Venda no Comércio  Partiremos para um exemplo prático para fins de cálculo de preço de venda. margem de lucro.

ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DESPESAS FIXAS DESCRIÇÃO Salários e Encargos Pró-labore Aluguel Telefone/Fax Água e Energia Elétrica Correios e Telégrafos Material de Expediente Limpeza e Conservação Honorários Profissionais Copa e Cozinha TOTAL VALOR 5.000 100 9.200 .000 2.000 500 200 100 50 50 200 1.

Custo de Aquisição das Mercadorias Descrição Custo Bruto Unitário ( + ) IPI Observações Conforme NF % Valor 80 8 18 14 5 79 Sobre compra 10 ( .) ICMS ( + ) Frete Custo Líquido das Mercadorias Crédito s/compra Sobre compra .

Despesas de comercialização

As despesas de comercialização são as despesas que ocorrem quando a empresa efetua a venda, sendo aplicadas diretamente em percentuais sobre o preço de venda.

DESCRIÇÃO
ICMS COFINS PIS IRPJ CONTRIBUIÇÃO SOCIAL COMISSÕES PROPAGANDA TOTAL DESPESAS COM COMERCIALIZAÇÃO

PERCENTUAL 18,00% 3,00% 0,65% 1,20% 1,08% 3,00% 2,00% 28,93%

Cálculo da Incidência Administrativa

Fórmula: Despesas fixas divididas pela Receita de Vendas.(Estimamos em $100.000)
Exemplo: – $9.200 / $100.000 = 9,20%

Esse índice pode ser obtido através da multiplicação ou da divisão. Para formação do mark up consideramos os seguintes elementos: incidência administrativa (IA).Mark-up ou Taxa de Marcação  É o índice que calcula o preço de venda.  . despesas de comercialização (DC) e margem de lucro (ML).

FÓRMULAS  MULTIPLICAÇÃO: – 1 / 1 – (IA + DC + ML)  DIVISÃO: – 1 – (IA + DC + ML) .

 Cálculo do Mark Up:  Despesa de comercialização(DC): 28.20% ou 0.2893 Incidência administrativa(IA): 9.10 (atribuição hipotética)   .93% ou 0.0920 Margem de lucro(ML): 10% ou 0.

10)  = 0.5187  .927896 Mark up divisor:  1 – (0.2893 + 0.0920 + 0.0920 + 0.2893 + 0.10)  = 1.  Aplicação das fórmulas: Mark up multiplicador:  1 / 1 – (0.

Preço de Venda  Através do Mark up multiplicador: PV = $79 (custo líquido unitário da mercadoria) X 1.5187 = $ 152.927896 = $ 152.30 Através do Mark up divisor: PV = $79 / 0.30  .

Unidade C. Unit. C.CUSTO E FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA NA INDÚSTRIA  Cálculo do custo unitário dos materiais diretos: Materiais Qtde. Total Tecido Aviamentos Etiqueta 2 Estimado 1 m Um $30 $ 5 $ 1 Zíper Botão de Pressão 1 1 Um Um $ 3 $ 1 $60 $ 5 $ 1 $ 3 $ 1 Embalagem 1 Um $ 2 Total $72 .

61 ($1.Cálculo do custo unitário da mão-deobra: DADOS Salários dos funcionários Encargos Sociais Total VALOR $ 800 $ 498 $1.298 Memória de cálculo da mão-de-obra por unidade produzida: Quantidade de funcionários utilizados na produção: 02 Horas trabalhadas no mês: 360 Custo/hora da mão-de-obra: $3.298 dividido pelas horas trabalhadas) Tempo gasto para produzir uma unidade: 1 hora .

61 .61 $75.00 $ 3.Cálculo do custo direto por unidade produzida CUSTOS DIRETOS Materiais Diretos Mão-de-Obra Direta Total CUSTO UNITÁRIO $72.

Levantamento dos gastos administrativos (custo indireto) DESCRIÇÃO Salários e Encargos Pró-labore Honorários Profissionais Água e Energia Elétrica Telefone e Fax Material de Expediente Correios e Telégrafos Aluguel Total VALOR $ 800 $1.000 $ 500 $ 100 $ 200 $ 50 $ 50 $ 500 $3.200 .

Custo fixo indireto por hora: 8.89 ($3.50 .200 dividido pelo número de horas trabalhadas para a produção (360)).61 $ 8.  Cálculo do custo unitário total da produção: CUSTOS VALOR Materiais Diretos Mão-de-obra Direta Custo Indireto Total $72.00 $ 3.89 $84.

08% 0.00% 18.20% 1.65% Cofins Icms Total 3.00% 1.00% 26.Custos de Comercialização: CUSTO Comissões IRPJ Contribuição Social PIS PERCENTUAL 3.93% .

5855 .93] TM = 100 / 63.93 + 10) ] TM = 100 / [ 100 – 36. no nosso caso 10%) ] Cálculo: TM = 100 / [ 100 – (26.Cálculo da Taxa de Marcação (Mark Up):       Fórmula: TM (Taxa de Marcação) = 100 / [ 100 – (CC (Custo de Comercialização + ML (Margem de Lucro definida hipoteticamente.07 TM = 1.

5855   PV = $133.Determinação do preço unitário de venda PV (Preço de Venda) = CP (Custo de Produção) X TM (Taxa de Marcação)  PV = $84.97 .50 X 1.

970.000 $ 75. Unit Valor % Venda Estimada Custos de Comercialização Custos Diretos Resultado Bruto Custos Indiretos 1.12 $ 75.00 26.97 $133.Comprovação do cálculo do custo: Supondo-se que a indústria produza 1.88 10.281.890.000 $ 8.63 6.61 1.00 100.391.000 $133.44 16.078.00 $ 22.89 1.00 .610.93 56.88 $ 8.000 unidades e venda todo o estoque acabado: Descrição Qtde C.00 $ 36.63 Resultado Líquido $ 13.

é torná-los compreensíveis para todos os usuários e não somente para quem entende finanças e contabilidade. na elaboração dos relatórios decorrente da Análise de Custos.RELATÓRIOS GERENCIAIS  Uma das principais preocupações. .

 As principais características dos relatórios gerenciais são: As informações devem ser contidas num sistema de relatórios periódicos definido. concisão. clareza.  Finalizando. oportunidade. rigor e independência.  As informações devem ser oportunas.  As informações devem ainda ser econômicas. consistência.  Devem ter um nível de detalhamento que proporcione a leitura da situação com consistência. de forma resumida um bom conjunto de relatórios deve possuir: utilidade. isto é. antecipando-se ao momento da tomada de decisão.  . não ter um custo de apuração maior que o benefício disponibilizado. economia e objetividade.

ATIVIDADE 4 .

184)   EM EQUIPE. 37 E 38 (PÁGS. DESENVOLVER OS EXERCÍCIOS Nº 36. Valor 25% da nota total  . 141 E 142) RESOLVER ESTUDO DE CASO Nº 10 (PÁG.

EXERCÍCIO TEORIA DAS RESTRIÇÕES   Assista o filme “A META” Responda as questões da pág. 161 EM DUPLA.  .

 . BOA SORTE E SUCESSO.GRATO PELA ATENÇÃO DE TODOS!  SOMENTE QUEM BUSCA UMA CONDIÇÃO MELHOR SABE O CUSTO DE SE OBTER SUCESSO. À TODOS VOTOS DE MUITA SAÚDE.

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