DECRETO Nº 44270, 31 DE MARÇO DE 2006

Regulamenta a Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001, que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de atribuição que lhe confere o inciso VII do art. 90, da Constituição do Estado, e tendo em vista a Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001,

DECRETA:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º Este Decreto contém o regulamento de segurança contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Parágrafo único. Incumbe ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais - CBMMG, as ações de que trata este Decreto. Art. 2º As exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco devem ser cumpridas visando atender aos seguintes objetivos: I - proporcionar condições de segurança contra incêndio e pânico aos ocupantes das edificações e áreas de risco, possibilitando o abandono seguro e evitando perdas de vida; II - minimizar os riscos de eventual propagação do fogo para edificações e áreas adjacentes, reduzindo danos ao meio ambiente e patrimônio; III - proporcionar meios de controle e extinção do incêndio e pânico; IV - dar condições de acesso para as operações do Corpo de Bombeiros Militar; e V - garantir as intervenções de socorros de urgência.

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CAPÍTULO II DAS DEFINIÇÕES

Art. 3º Para efeito deste Decreto aplicam-se as definições a seguir descritas: I - altura ascendente ou altura do subsolo da edificação: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga, sob a projeção do paramento externo da parede da edificação, ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo); II - altura da edificação ou altura descendente: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (nível térreo, 2º piso, ou pilotis, desde que haja acesso dos usuários ao exterior da edificação), sob a projeção do paramento externo da parede da edificação, ao piso do último pavimento, excluindo o ático, casa de máquinas, barriletes, reservatórios d’água, pavimento superior da cobertura (duplex), e assemelhados; III - ampliação: é o aumento da área construída da edificação; IV - análise: é o ato formal de verificação das exigências das medidas de proteção contra incêndio das edificações e áreas de risco no processo de segurança contra incêndio; V - andar ou pavimento: é o volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos, ou entre o nível do piso e o nível imediatamente superior; VI - área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação; VII - área do pavimento: é a área em metro quadrado, calculada a partir das paredes externas; VIII - área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação; IX - área protegida: é a área dotada de medidas ativa e passivo para proteção contra incêndio e pânico; X - área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação; XI - área edificada: entende-se por área edificada toda a área que possuir piso e teto construídos, pertencentes ao imóvel; XII - área imprópria ao uso: são áreas que por sua característica geológica ou topográfica impossibilitam a sua exploração. Exemplificam esta definição os taludes em aclive acentuado, barrancos em pedra, lagos mesmo os artificiais, riachos e poços, dentre outros; XIII - área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais, podendo ser edificada ou aberta, sobre piso, com ou sem acabamento ou em terreno natural, esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada, conforme o caso;

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XIV - área de risco: área onde haja possibilidade da ocorrência de um sinistro; XV - área utilizável: é toda aquela que de alguma forma pode ser utilizável para manobra de veículos, ações de carga e descarga, movimentação de pessoas e/ou materiais sem parte edificada. Excetuam-se destas as áreas destinadas a jardinagem, passeios públicos e áreas impróprias ao uso; XVI - ático: parte do volume superior de uma edificação, destinada a abrigar máquinas e equipamentos, casa de máquinas de elevadores, placas e equipamentos de aquecimento solar, aquecedores de água a gás ou elétricos localizados na cobertura do edifício, caixas de água e circulação vertical; XVII - auto de vistoria do Corpo de Bombeiros - AVCB: documento emitido pelo CBMMG, certificando que a edificação possui as condições de segurança contra incêndio e pânico, previstas na legislação, estabelecendo um período de revalidação; XVIII - carga de incêndio: é a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço, inclusive o revestimento das paredes, divisórias, pisos e tetos; XIX - compartimentação: é a característica construtiva, concebida pelo arquiteto ou engenheiro, na qual se tem a divisão em nível (cômodos) ou vão vertical (pé direito), cujas características básicas são a vedação térmica e a estanqueidade à fumaça, em que o elemento construtivo estrutural e de vedação possui resistência mecânica à variação térmica no tempo requerido de resistência ao fogo - TRRF, determinado pela norma correspondente, impedindo a passagem de calor ou fumaça, conferida à edificação em relação às suas divisões internas; XX - corpo técnico: é um grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG, legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico, tendo como objetivos propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP), analisar, avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas neste Decreto; XXI - edificação: é a área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação, equipamento ou material; XXII - edificação térrea: é a edificação de um pavimento, podendo possuir mezaninos, sobrelojas e jiraus; XXIII - emergência: é a situação crítica e fortuita que representa perigo à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio, decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional;

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XXIV - Instrução Técnica: é o documento elaborado pelo Corpo de Bombeiros Militar com objetivo de normalizar medidas e procedimentos de segurança, prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco; XXV - incêndio: é o fogo sem controle; XXVI - isolamento de risco: é a característica construtiva, concebida pelo arquiteto ou engenheiro, na qual se tem a separação física de uma edificação em relação às demais circunvizinhas, cuja característica básica é a impossibilidade técnica de uma edificação ser atingida pelo calor irradiado, conduzido ou propagado pela convecção de massas gasosas aquecidas, emanadas de outra atingida por incêndio; XXVII - mezanino: é o pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares, sendo considerado andar o mezanino que possuir área superior a metade da área do andar subdividido; XXVIII - mudança de ocupação: consiste na alteração de uso da edificação que motive a mudança de classificação na Tabela 1 do Anexo deste Decreto; XXIX - medidas de proteção contra incêndio e pânico: é o conjunto de ações e dispositivos a serem instalados nas edificações e áreas de risco necessários a evitar o surgimento de incêndio e pânico, limitar sua propagação, possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à incolumidade das pessoas, ao meio ambiente e ao patrimônio; XXX - megajoule - MJ: é a medida de capacidade calorífica dos corpos e materiais, estabelecida pelo Sistema Internacional de Unidades - SI; XXXI - nível: é a parte da edificação não contida em um mesmo plano; XXXII - nível de descarga: é o nível no qual uma porta externa conduz ao exterior; XXXIII - nível de segurança: é o enquadramento dado ao nível potencial de risco que a edificação oferece em sua utilização prevista, conforme concebida pelo arquiteto ou engenheiro; XXXIV - ocupação: é a atividade ou uso da edificação; XXXV - ocupação mista: é a edificação que abriga mais de um tipo de ocupação; XXXVI - ocupação predominante: é a atividade ou uso principal exercido na edificação, levando-se em consideração o risco de ativação das estruturas ou o potencial danoso aos usuários; XXXVII - pânico: susto ou pavor que, repentino, provoca nas pessoas reação desordenada, individual ou coletiva, de propagação rápida; XXXVIII - pavimento: está compreendido entre o plano de piso e o plano do teto imediatamente acima do piso de referência;

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XXXIX - perícia técnica: consiste no levantamento e apuração efetuado

por

profissional do CBMMG, legalmente habilitado, para emissão de parecer técnico quanto aos sinistros e exigências de proteção contra incêndio e pânico nas edificações, mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem, bem como das causas do desenvolvimento e conseqüências dos incêndios, através do exame técnico das edificações, materiais e equipamentos, no local ou em laboratório especializado, apontando as causas que o motivaram; XL - piso: superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito; XLI - prevenção contra incêndio e pânico: conjunto de ações e medidas que visam a orientação das pessoas, objetivando diminuir a possibilidade da ocorrência de um princípio de incêndio e pânico, e estabelecer o comportamento a ser adotado frente à emergência; XLII - procedimento sumário: constitui-se na ação de análise e vistoria do CBMMG em edificações de uso coletivo, com área de até 750 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados) regulado por meio de Instrução Técnica, em conformidade com o disposto no § 10 do art. 5º; XLIII - processo se segurança contra incêndio e pânico - PSCIP: é a documentação que contém os elementos formais das medidas de proteção contra incêndio e pânico de uma edificação ou área de risco que deve ser apresentada no CBMMG para avaliação em análise técnica; XLIV - reforma: alteração na edificação e áreas de risco sem aumento de área construída; XLV - responsável técnico: profissional legalmente habilitado perante o órgão de fiscalização profissional, para elaboração ou execução das atividades relacionadas com a segurança contra incêndio e pânico; XLVI - risco: é o acontecimento possível, futuro e incerto, seja quanto a sua realização, seja quanto à época em que poderá ocorrer, independente da vontade humana ou não e de cuja ocorrência decorrem prejuízos de qualquer natureza; XLVII - risco isolado: é o risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados, suficientes para evitar a propagação de incêndio de um para o outro; XLVIII - risco predominante: é a atividade principal exercida na edificação, que também pode ser definido como o risco principal na edificação, ou o que predomina sobre os demais, ou ainda o maior nível de risco, desde que na ocorrência de um sinistro ele contribua de alguma forma para o agravamento da situação de forma significativa e em termos proporcionais; XLIX – risco iminente: É a constatação de situação atual e iminente de exposição ao perigo e a probabilidade de ocorrência de um sinistro que deve ser fundamentada pelo Bombeiro Militar durante a realização de vistoria levando-se em consideração a exposição ao perigo potencial e as medidas de proteção adotadas no local;

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L - saída ou rota de fuga: caminho contínuo apresentando-se por portas, acessos, corredores, halls, escadas, rampas, ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelo usuário, para acesso e descarga; LI - saída de emergência: caminho contínuo, devidamente protegido e sinalizado, proporcionado por portas, corredores, halls, passagens externas, balcões, vestíbulos, escadas, rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelos usuários em caso de um incêndio e pânico, que conduzam os usuários de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço aberto, protegido do incêndio ou pânico, em comunicação com o logradouro; LII - segurança contra incêndio e pânico: é o conjunto de ações e recursos internos e externos à edificação ou área de risco que permitem controlar a situação de incêndio e pânico e remoção das pessoas do local de sinistro em segurança; LIII - serviço de segurança contra incêndio e pânico: compreende a Diretoria de Atividades Técnicas, Batalhões, Companhias e Pelotões do CBMMG que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco, observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas neste Decreto; LIV - sistema de prevenção contra incêndio e pânico: sistema constituído de equipamentos, materiais e conjuntos que atuam na proteção da vida e das edificações; LV - sistema preventivo eficaz automático: entende-se por todo equipamento que não dependa da ação humana para entrar em funcionamento e que debele o incêndio ainda no início, permitindo o menor dano possível ao patrimônio e preservando a vida humana; LVI - sistema preventivo eficiente: entende-se pelo conjunto de equipamentos, cujo funcionamento dependa da ação humana para funcionar e possua carga extintora de comprovada eficiência; LVII - vistoria: é o ato de certificar o cumprimento das exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco por meio de exame no local.

CAPÍTULO III DA COMPETÊNCIA DO CBMMG

Art. 4º Ao CBMMG cabe estudar, pesquisar, analisar, planejar, vistoriar, periciar, fiscalizar, aplicar sanções administrativas, dispor sobre as medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco e demais ações previstas neste Decreto. Art. 5º As exigências constantes das tabelas de medidas de prevenção contra incêndio e pânico previstas no Anexo deste Decreto aplicam-se às edificações e áreas de risco por ocasião:

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I - da construção ou modificações que comprometam a eficiência dos meios preventivo contra incêndio e pânico; II - da mudança da ocupação ou uso, ou ainda ampliações de área construída e; III - a todas as edificações e áreas de risco existentes ou que surjam a partir da publicação deste Decreto. § 1º As exigências para edificações existentes, que não possuam Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico – PSCIP, aprovado até a data da publicação deste Decreto, são as constantes das Tabelas 8 e 8A. § 2º Os sistemas de proteção instalados em edificação, com base na legislação municipal da época, terão validade para definição de qualquer exigência relativa à proteção contra incêndio. § 3º As edificações projetadas ou em construção, cujo PSCIP tenha sido aprovado pelo CBMMG, até a data da publicação deste Decreto, terão garantidos os direitos de acordo com a legislação anterior, inclusive a emissão do AVCB. § 4º As edificações existentes, cujos PSCIP foram aprovados e liberados pelo CBMMG, sofrerão vistorias permanentes, observada a legislação vigente à época de sua aprovação inicial. § 5º Não se aplicam as exigências deste Decreto às edificações residenciais unifamiliares, exceto àquelas que compõem um conjunto arquitetônico formado pelo menos por uma edificação tombada pelo patrimônio histórico e edificações vizinhas, estas ainda que não tombadas, de tal modo que o efeito do incêndio gerado em uma delas possa atingir as outras. § 6º As medidas de proteção contra incêndio e pânico em edificações históricas deverão ser especificadas através de Instrução Técnica. § 7º As edificações contendo ocupações mistas são consideradas conforme os seguintes critérios: I - os parâmetros correspondentes à ocupação que apresentar exigências mais rigorosas, caso não haja compartimentação garantindo a separação destas ocupações; e II - os parâmetros correspondentes às exigências a cada uma das ocupações, caso haja compartimentação, garantindo a separação entre elas. III – Não é considerada ocupação mista o conjunto de atividades, onde predomina uma atividade principal que possua atividades secundarias fundamental para a concretização da primeira. § 8º As edificações e áreas de risco que não tenham sua ocupação ou seu uso definido são consideradas como indefinidas e submetem-se às exigências específicas do corpo técnico, devendo ser classificadas no maior risco possível para a edificação.

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§ 9º Na ausência de normas ou omissão de regras gerais e específicas ou quando da impossibilidade técnica do cumprimento de qualquer das exigências contidas neste Decreto, os casos especiais serão analisados por corpo técnico, admitindo-se adotar literaturas internacionais científicas consagradas, desde que atendam aos objetivos propostos. § 10. A edificação de uso coletivo, com área de até 750,00 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados), poderá atender aos requisitos para o procedimento sumário, a ser regulado por Instrução Técnica.

CAPÍTULO IV DO SERVIÇO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO

Art. 6º É de responsabilidade do CBMMG, por intermédio do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico: I - credenciar seus oficiais e praças por meio de cursos e treinamentos, ministrados por profissionais legalmente capacitados, para desenvolvimento das atividades de verificação da conformidade das medidas de prevenção contra incêndio e pânico; II - analisar o processo de segurança contra incêndio e pânico; III - realizar a vistoria nas edificações e áreas de risco por intermédio de profissionais credenciados; IV - expedir o respectivo AVCB; V - cassar o AVCB ou o ato de aprovação do processo, no caso apuração de irregularidade; e VI – realizar pesquisas no campo da prevenção, do combate ao incêndio e ao pânico, por intermédio profissionais legalmente habilitados. Parágrafo único. É da competência do Comandante-Geral do CBMMG a homologação, por meio de portarias, das Instruções Técnicas expedidas pelo Diretor de Atividades Técnicas.

CAPÍTULO V DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS

Seção I Da Tramitação

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Art. 7º O processo será iniciado com o protocolo de requerimento, devidamente instruído com o projeto técnico que deve conter plantas, especificações das medidas de segurança contra incêndio e pânico e demais documentos necessários à demonstração do atendimento das disposições técnicas contidas na forma deste Decreto e respectivas Instruções Técnicas. § 1º O CBMMG, por intermédio do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico, deverá manter disponível ao proprietário ou responsável técnico interessado as informações sobre o andamento do processo. § 2º O proprietário ou o responsável técnico da edificação poderá solicitar informações sobre o andamento do processo ou do pedido de vistoria ao Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico do CBMMG, que deverá se pronunciar no prazo de até dois dias úteis. § 3º As medidas de segurança contra incêndio e pânico submetidas à aprovação do CBMMG devem ser projetadas e executadas por profissionais ou empresas habilitadas pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura - CREA-MG.

Seção II Da Análise do Processo

Art. 8º A análise do processo de segurança contra incêndio e pânico é de competência da Diretoria de Atividades Técnicas, Batalhões, Companhias e Pelotões do CBMMG, que terão prazo de quinze dias úteis para este fim. § 1º O processo será objeto de análise por oficial ou praça (Sub Ten e Sargento) credenciado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. § 2º Atendidas as disposições contidas neste Decreto, o processo será deferido. § 3º O indeferimento do processo deverá ser motivado com base na inobservância das disposições contidas neste Decreto e respectivas Instruções Técnicas, devendo a documentação ser devolvida ao interessado, com a capitulação que caracterizou as irregularidades, para as devidas correções. § 4º Após as correções, o interessado apresentará o processo para nova análise e o CBMMG terá o prazo de quinze dias úteis para pronunciar-se a respeito. § 5º O processo será aprovado desde que regularizado ou sanadas as notificações apontadas em análise. § 6º Nas edificações destinadas à realização de eventos diversos, o interessado deverá apresentar ao CBMMG, no prazo definido em Instrução Técnica, o PSCIP contendo as adaptações para o evento específico, mesmo que a edificação possua AVCB.

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Companhias e Pelotões do CBMMG realizar vistorias. 10 . § 4º O AVCB terá validade de dois anos. que concorram para a modificação do nível de segurança. suprindo a ação protetora daquela dispensada. 5º. o CBMMG providenciará a notificação do responsável para sanar as irregularidades. que foram sanadas as possíveis notificações apontadas em vistoria. § 1º O prazo para realização da vistoria será de quinze dias úteis a contar do protocolo do pedido. o funcionamento e a execução das medidas de segurança contra incêndio e pânico. nas edificações e áreas de risco. É atribuição da Diretoria de Atividades Técnicas. por parte do CBMMG. só devendo executar as medidas de segurança contra incêndio e pânico após a sua aprovação. Batalhões. § 3º Após a expedição do AVCB. as alterações nas edificações que não implicarem em modificação do nível de segurança e não estiverem enquadradas nos incisos I. § 6º A impossibilidade técnica de execução de uma medida de proteção contra incêndio e pânico não impede a exigência. § 5º A critério do CBMMG. Seção IV Da Vistoria nas Edificações e Áreas de Risco para fins de Fiscalização Art. para a fiscalização de que trata este Decreto. será feita mediante solicitação do proprietário. ainda. § 7º Apurada a continuidade do descumprimento de notificações para correções das irregularidades o AVCB será cassado mediante procedimento administrativo. de acordo com o processo aprovado em análise e. com exceção das construções provisórias que terão prazo estabelecido em Instrução Técnica. não se encontrem entre aquelas relacionadas na Tabela 1 do Anexo. serão desprezadas para efeito de vistoria. de outras de mesma natureza que possam reduzir a condição de risco. nas edificações e áreas de risco. § 2º O AVCB será expedido após verificado no local. § 8º O requerente será notificado quanto ao resultado da análise do processo.§ 7º Serão objeto de análise específica pelo Corpo Técnico. 9º A vistoria para a emissão do AVCB. responsável pelo uso. as edificações e áreas de risco cuja ocupação ou uso. responsável técnico legalmente habilitado ou representante legal. Seção III Da Vistoria para fins de Emissão do AVCB Art. II e III do art. constatada qualquer irregularidade nas medidas de proteção contra incêndio e pânico. 10.

401. persistindo a conduta infracional. será aplicada na primeira vistoria. observando-se o critério estabelecido no § 2º.multa. de forma a permitir que o responsável tenha tempo para corrigir as irregularidades. e III . A inobservância do disposto neste Decreto sujeita o infrator às seguintes sanções administrativas: I . cujo o Valor de Referência (VR) é de 80. em relação ao uso. 13 e o disposto no art. devendo ser gradual e possuir o caráter instrutivo antes do punitivo. manutenção e conservação de aparelhos de prevenção contra incêndio e pânico. § 5º Após a primeira multa. será aplicada multa de 80. 13. A multa deverá ser aplicada levando-se em consideração o nível de segurança constatado.advertência escrita. conforme o disposto no § 2º do art. A pessoa física ou jurídica responsável pela comercialização. § 2º As multas deverão seguir uma sequência lógica de aplicação.0645 UFEMG. utilizados em edificação de uso coletivo. § 6º A pena de interdição será aplicada sempre que houver situação de nível de segurança IV e/ou risco iminente devidamente fundamentado. § 3º Sessenta dias após a formalização da advertência escrita. 11.interdição. 11 . os períodos previstos para a aplicação de novas multas por reincidência deverão ser de no mínimo trinta dias. Art. combinado com o art. deverá cadastrar-se no CBMMG para o exercício dessas atividades. § 1º A advertência escrita.9216 UFEMG (Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais). e assim sucessivamente. 14. 12.Seção V Do Cadastro de Pessoas Físicas e Jurídicas Art. Parágrafo único. em forma de notificação. II . instalação. constatado o descumprimento deste Decreto ou de norma técnica regulamentar. § 4º Persistindo a infração. nova multa será aplicada na primeira reincidência. do art. CAPÍTULO VI DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS Art. 16. 13.0645 a 2. As especificações técnicas do cadastro a que se refere o caput serão definidas pelo CBMMG por meio de Instrução Técnica.

Quando houver discordância do ato administrativo praticado pelo CBMMG.III VR x 5 x FR VR x 4 x FR VR x 5 x FR VR x 3. o responsável pelo uso ou responsável técnico poderá apresentar pedido de reconsideração do ato. repetindo-se o valor da segunda reincidência na terceira. e em segundo. a qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes. § 2º Caso haja alguma variação entre o nível de segurança aprovado ou constatado em vistoria anterior e o nível de segurança na data da vistoria atual. o proprietário. será aplicada multa.II Nível . conforme o quadro abaixo: Nível de segurança aprovado ou constatado Nível . A multa será dobrada na primeira reincidência e multiplicada por três na segunda. § 1º O pedido de reconsideração será dirigido à autoridade que praticou o ato e protocolado no órgão a que esta pertencer.I Nível . e neste se verificar que houve incremento do fator de risco. CAPÍTULO VII DA RECONSIDERAÇÃO DE ATO E DOS RECURSOS ADMINISTRATIVOS Seção I Procedimentos e Prazos do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico Art.FR e níveis estão descritos na Tabela 3 e a descrição da classificação dos riscos nas Tabelas 4 e 5 do Anexo. Art. respectivamente.§ 1º A multa será aplicada levando-se em conta o risco predominante no qual se avaliará a prevalência do pânico sobre o incêndio e considerando-se. após as devidas notificações e advertências. e havendo uma quarta reincidência a edificação terá o AVCB cassado. 15. 12 .75 x FR Cassação do AVCB Cassação do AVCB Cassação do AVCB Nível I Nível II Nível III Nível IV Nível de segurança constatado § 3º O fator de risco . 14. o patrimônio.75 x FR VR x 3.75 x FR VR x 3. ainda. para incêndio e pânico. a proteção à vida em primeiro plano.

previsto no § 3º. O prazo de sessenta dias previsto no § 2º do art. caberá interposição de recurso ao Comandante de Pelotão. proprietário ou representante legal. quando houver justificado motivo. § 4ºDo indeferimento. mediante solicitação fundamentada do responsável técnico.CCPCIP. Seção II Prazo para Interposição de Recurso Art. devidamente fundamentados. para analisar e emitir parecer no prazo de trinta dias. Companhia ou Batalhão de Bombeiros Militar. responsável pelo uso ou responsável técnico. § 6º A decisão ficará à disposição dos interessados na Organização Bombeiro Militar. que deverá convocar o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado . 17. definido como período de advertência. contados do seu recebimento. CAPÍTULO VIII DOS EVENTOS PÚBLICOS 13 . caberá recurso ao Comandante Geral do CBMMG. Somente serão aceitas solicitações de prorrogação de prazos para correção de irregularidades no projeto e na execução. Parágrafo único. 15. sendo de caráter público. no prazo de quinze dias a contar do conhecimento. no caso de indeferimento do recurso previsto no parágrafo anterior. 4º da Lei nº 14. com comprovação da impossibilidade técnica. do ato administrativo praticado pelo CBMMG.130 de 2001. e podendo ser consultada por qualquer cidadão interessado. § 5º Recebido o parecer da CCPCIP o Comandante-Geral decidirá em até quinze dias úteis.§ 2º Do indeferimento do pedido de reconsideração previsto no § 1º. cuja decisão deverá proferida no prazo de quinze dias úteis. contados do seu recebimento. Os recursos previstos no art. onde o recurso tiver sido interposto. cuja decisão caberá às autoridades previstas no § 2º art. 16. cuja decisão deverá ser proferida dentro do prazo de quinze dias úteis. poderá ser prorrogado. Art. pelo proprietário. que acatando ou indeferindo o pedido indicará o período necessário para sanar as irregularidades. § 3º. 15 serão interpostos. casos fortuitos ou motivos de força maior. Caberá recurso ao Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG.

Art. Art. Para as edificações e áreas de risco a serem construídas caberá aos respectivos autores ou responsáveis técnicos o detalhamento técnico dos projetos e das instalações das medidas de segurança contra incêndio e pânico. a qualquer título: I . como espetáculos. deverão contar com profissional habilitado como responsável pela segurança do evento e dos sistemas preventivos existentes ou projetados. nas de recepção de público e nas demais onde ocorrerem tais eventos. Em se tratando de edificações e áreas de risco já construídas é de inteira responsabilidade do proprietário ou do responsável pelo uso. de que trata este Decreto. e II . sendo aquele profissional o responsável técnico pela segurança e pelas instalações. o fiel cumprimento do que foi projetado. o responsável pelo uso ou o seu representante legal podem tratar de seus interesses perante o CBMMG e. O proprietário. O proprietário do imóvel ou o responsável pelo uso obrigam-se a manter as medidas de proteção contra incêndio e pânico em condições de utilização e manutenção adequadas. objeto da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica perante o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Minas Gerais CREA-MG. sob pena de incorrer no disposto no art. 19. 18. CAPÍTULO X DA CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO 14 . devem comprovar a titularidade ou o direito sobre a edificação e área de risco. 12. § 2º As atividades a cargo do profissional nos eventos e os procedimentos serão estabelecidas em Instrução Técnica própria. CAPÍTULO IX DOS DIREITOS E RESPONSABILIDADES DO PROPRIETÁRIO OU RESPONSÁVEL PELO USO DO IMÓVEL Art. Os eventos públicos. independentemente das responsabilidades civis e penais cabíveis. quando necessárias. § 1º O disposto no caput aplica-se na realização de eventos em edificações temporárias.adotar as providências cabíveis para a adequação da edificação e das áreas de risco às exigências deste Decreto. 22. Art. quando necessário. mediante documentos hábeis. e ao responsável pela obra. 21.utilizar a edificação de acordo com o uso para o qual foi projetada. 20. feiras e assemelhados. Art.

VIII . XIX . Para efeito deste Decreto. II -quanto ao risco: a) quanto ao nível de segurança: de acordo com a Tabela 3 do Anexo. XVII .CO2.extintores. podendo conter na mesma edificação um ou mais tipos de ocupação. VI . b) quanto à segurança contra incêndio:de acordo com a Tabela 4 do Anexo .iluminação de emergência.controle de materiais de acabamento.compartimentação horizontal.alarme de incêndio. XVI .brigada de incêndio.separação entre edificações (isolamento de risco).espuma. 15 .controle de fumaça.gerenciamento de risco de incêndio e pânico.Art. XX . 24.segurança estrutural nas edificações.sinalização de emergência. XIV . CAPÍTULO XI DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Art. 23. XV .saídas de emergência. caracterizando-a como ocupação mista. as edificações e áreas de risco são assim classificadas: I .elevador de segurança. III .acesso de viatura até a edificação. XXI – sistema fixo de gases limpos e dióxido de carbono . e c) quanto ao pânico: de acordo com a Tabela 5 do Anexo. XII . As medidas de proteção contra incêndio e pânico das edificações e área de risco são as constantes abaixo: I .resfriamento. VII . V .compartimentação vertical.hidrante ou mangotinhos.chuveiros automáticos. X . IV . XVIII . II . XI . IX .quanto à ocupação: a) de acordo com a Tabela 1 do Anexo.

exceto para ocupações residenciais. na sua falta. quando: I . § 2º As medidas de proteção contra incêndio e pânico devem ser projetadas e executadas objetivando a preservação da vida humana. O responsável técnico poderá apresentar medidas de proteção contra incêndio e pânico diferentes das exigíveis neste Decreto. As edificações e áreas de risco enquadradas conforme o art. 25. No caso do disposto no caput. igual às também exigíveis neste Decreto.SPDA. a comprovação é que a eficácia seja. piaçava ou similares. Art. Art. poderão ser dispensadas da exigência de equipamentos de combate a incêndio. na legislação específica ou nas literaturas internacionais científicas consagradas. XXIII . evitando ou confinando o incêndio. constante do Capítulo XI. no mínimo. deve obedecer os parâmetros estabelecidos na Instrução Técnica respectiva.houver comercialização ou utilização de gás liqüefeito de petróleo -GLP. 16 . às normas técnicas da ABNT. 26.for provida de heliporto ou heliponto. conforme este Decreto.XXII .plano de intervenção de incêndio. e IV .sistema de proteção contra descargas atmosféricas . § 1º Para a execução e implantação das medidas de proteção contra incêndio e pânico. as edificações e áreas de risco devem atender às exigências previstas nas Instruções Técnicas e. As edificações e áreas que pela sua concepção estrutural puderem ser classificadas como nível I de segurança.utilizar cobertura de sapê. § 1º Cada medida de proteção contra incêndio e pânico. § 2º As edificações e áreas de risco deverão ainda atender à Instrução Técnica respectiva.houver manipulação ou armazenamento de produtos perigosos. Parágrafo único. nas normas brasileiras da ABNT aplicáveis. CAPÍTULO XII DAS EXIGÊNCIAS DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Art. II .outras especificadas em IT. § 3º Será exigido sistema de controle de fumaça para edificações com altura superior a sessenta metros. e XXIV . 27. com a característica de risco baixo para pânico e incêndio. 5º devem atender às exigências de sistema preventivo de acordo com o mínimo exigível. evitando ou controlando o pânico. desde que comprovada a sua eficácia. III .

que é seu Presidente. 17 . Fica instituído o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado . objetivando otimizar as ações do CBMMG que propiciem segurança à comunidade. 15. quando for o caso. indicados dentre as dez entidades e órgão abaixo relacionados: a) Conselho Regional de Engenharia. como membros convidados. V – elaborar o seu regimento interno.CCPCIP. c) Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte – CDL/BH. para a deliberação do Comandante-Geral do CBMMG. IV – promover a integração entre as várias instituições que compõem o CCPCIP. c) um Comandante operacional de Bombeiros – COB.CAPÍTULO XIII DO CONSELHO CONSULTIVO DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DO ESTADO . o Secretário-Executivo. d) três Comandantes de Batalhões de Bombeiros Militar. Bares e Restaurantes e Similares de Belo Horizonte – SINDHORB. incluindo intervenções e soluções excepcionais a eles relacionados. a que se referem os §§ 4º e 5º do art. d) Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais – FECOMÉRCIO-MG. submetidos à decisão do Comandante-Geral. mediante avaliação e emissão de parecer nos recursos administrativos. com as seguintes atribuições: I – discutir e apresentar sugestões quando da elaboração de Instruções Técnicas. e VI – opinar sobre casos omissos ou de dúvidas na aplicação deste Decreto. 28. Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais – CREA/MG. de último grau. órgão consultivo do CBMMG.CCPCIP Art. III – manifestar a respeito de temas e casos relacionados à prevenção e combate a incêndio e pânico. determinando as normas e os procedimentos de seu funcionamento. e) Associação Comercial de Minas – AC-MINAS. O Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado será composto por onze membros da seguinte forma: I – seis representantes como membros natos: a) o Chefe do Estado Maior do CBMMG. b) o Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG. II – opinar. b) Sindicato dos Hotéis. sendo o mais moderno. Art. II – cinco representantes. 29.

e II . Art. sendo válida a maioria simples de votos.o órgão e entidades que tenham representantes como suplentes indicarão seus representantes como titulares e assim sucessivamente a cada mandato. não lhe cabendo qualquer remuneração. homologará e publicará o regimento interno aprovado pelos membros do Conselho. ao de qualidade. § 1º Os titulares do órgão e das entidades. observada a seguinte regra: I – decorrido o primeiro mandato o órgão e entidades que tenham representantes como titulares indicarão seus representantes como suplentes. 28 as matérias submetidas aos membros do CCPCIP deverão ser instruídas e apresentadas com a devida fundamentação técnica e legal. § 3º Para o cumprimento das atribuições previstas no art. i) Câmara do Mercado Imobiliário – CMI. h) Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – FIEMG. CAPÍTULO XIV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 18 . além do voto comum. 30.MINASPETRO.f) Sociedade Mineira de Engenheiros – SME. § 6º O Comandante-Geral do CBMMG. e j) Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais – SINDUSCON-MG. indicarão seus representantes titulares do Conselho e dos relacionados nas alíneas de f a j os representantes suplentes daqueles. relacionados nas alíneas de a a e do inciso II. e será substituído em seus impedimentos eventuais pelo oficial superior mais antigo que compõe o Conselho. § 4º O Presidente do Conselho terá direito. g) Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Automotivos e Lojas de Conveniência do Estado de Minas Gerais . § 5º A função de membro do Conselho é considerada de relevante interesse público. § 2º O mandato dos membros convidados do Conselho é de dois anos. para posterior votação. O CBMMG dará o apoio logístico para o funcionamento do Conselho. por meio de ato próprio.

aos 31 de março de 2006. Parágrafo único. Fica revogado o Decreto nº 43. Art. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. as quais serão analisadas pelo Corpo Técnico do CBMMG. serão analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG e submetidos à apreciação do Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais –CCPCIP.Art. ou por intermédio da Unidade ou da fração da circunscrição onde a edificação ou área de risco estiver localizada. Na impossibilidade técnica de cumprimento das exigências deste Decreto. Art. Os casos omissos ou os especiais. que emitirá parecer ao Comandante Geral do CBMMG. 218º da Inconfidência Mineira e 185º da Independência do Brasil. diretamente à Diretoria de Atividades Técnicas do CBMMG. propondo soluções alternativas. não previstos neste Decreto. 19 .805. de 19 de dezembro de 2001. 31. que emitirá parecer para decisão do dirigente daquela Diretoria. em Belo Horizonte. o responsável técnico deverá encaminhar laudo circunstanciado. 33. 32. acompanhado de Anotação de Responsabilidade Técnica – ART. Palácio da Liberdade.

D Serviço profissional D-2 D-3 D-4 E-1 E-2 E-3 E Educacional e cultura física E-4 E-5 E-6 Lavanderias. Pensionatos. dança. musculação e outros) Espaço para cultura física esportes coletivos (tênis. de Escolas para excepcionais. deficientes visuais e auditivos e assemelhados. jardins-de-infância. 20 . segundo e terceiro graus. Escola em geral cursos supletivos e pré-universitários e assemelhados. e assemelhados. mosteiros. centros negócios profissionais e assemelhados. internatos. Capacidade máxima de 16 leitos. fotográficos e assemelhados. escolas religiosas e assemelhados. Locais de ensino e/ou práticas de artes marciais. Comercial C-2 C-3 D-1 Escritórios administrativos ou técnicos. Escolas de primeiro. classificados em G-4) chaveiros. Comércio com média e alta galerias comerciais. magazines. Edifícios de lojas de departamentos. carga de incêndio mercados e outros. escolas maternais. cabeleireiros. motéis. Creches. Hotéis e assemelhados com cozinha própria nos apartamentos (incluem-se apart-hotéis. alojamentos. Laboratório laboratórios químicos. Centro de profissional Pré-escola Escola para deficiências portadores treinamento Escolas profissionais em geral. pintura de letreiros e outros.ANEXO TABELA 1 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À OCUPAÇÃO Grupo Ocupação/Uso Divisão A-1 A-2 Descrição Habitação unifamiliar Habitação multifamiliar Exemplos Casas térreas ou assobradadas (isoladas e não isoladas) e condomínios horizontais. residências geriátricas. pousadas. artigos incêndio hospitalares e outros. hospedarias. de cultura estrangeira. sauna. Laboratórios de análises clínicas sem internação. Agência bancária Agências bancárias e assemelhadas. profissional ou condução de repartições públicas. ginásticas (artística. louças. Hotéis. Centro de compras Centro de compras em geral (shopping centers). reparação e Serviço de reparação (exceto os manutenção de aparelhos eletrodomésticos. albergues. sem acompanhamento médico. hotéis residenciais) e assemelhados. pensões. de línguas. supermercados em geral. A Residencial A-3 Habitação coletiva B-1 B Serviço de Hospedagem B-2 Hotel e assemelhado Hotel residencial C-1 C Comércio com baixa carga de Armarinhos. casas de cômodos e divisão A3 com mais de 16 leitos. Escolas de artes e artesanato. casas de fisioterapia e assemelhados. artigos de metal. conventos. instituições Local para prestação de serviço financeiras (que não estejam incluídas em D-2). assistência técnica. Edifícios de apartamento em geral. futebol e outros que não estejam incluídos em F-3). de Escola especial cultura geral.

ginásios e piscinas com arquibancadas. público e sem abastecimento. álcool. estações de passageiro. lanchonetes. Construção provisória. cafés. Hospital veterinário. casa de saúde. e assemelhados. necrotérios. bilhares. autódromos. tratamento de cuidados especiais por dependentes de drogas. Auditórios em geral. clínicas veterinárias (inclui-se alojamento com ou sem adestramento) H Serviço de saúde e institucional H-2 Asilos. pista de patinação e assemelhados. Teatros em geral. Hospitais. máquinas agrícolas e rodoviárias. bibliotecas e assemelhados. Edificações permanentes objetos F-10 Exposição animais. restaurantes dançantes. retificadoras de motores. de estúdios de rádio e televisão e assemelhados. Edificações permanentes. capelas. Oficinas de conserto de veículos. sinagogas. cinemas. arenas em geral. ambulatórios e postos de atendimento de urgência. salas de funerais e assemelhados. heliponto. sambódromos. óperas. carga e coletivos. Estações rodoferroviárias e lacustre. crematórios. público e sem abastecimento. aeronaves com ou sem G-4 G-5 G-6 H-1 Garagem sem acesso de Garagem de veículos de carga e coletivos. postos de saúde e puericultura e assemelhados com internação. H-3 21 . reformatórios. boliche e casa de show e assemelhados. Estádios. borracharia Serviço de conservação. show-room. salões de baile.F-1 Local onde há objeto de valor Museus. Clubes sociais e Diversão. abrigos geriátricos. cemitérios. transbordo em geral e assemelhados. portos. Boates. com abastecimento. F-2 F-3 F-4 F Local de Reunião de Público F-5 F-6 Igrejas. bares. hospitais Locais onde pessoas requerem psiquiátricos. assemelhados. feiras em geral e assemelhados. refeitórios. rodeios. Oficinas de veículos de manutenção e reparos. público. Local para refeição. (sem recauchutagem). cantinas e assemelhados. aquários. Recreação pública. Local religioso e velório. orfanatos. E limitações físicas ou mentais. Centro esportivo e de exibição. e F-7 F-8 F-9 Jardim zoológico. galerias de arte. Estação e terminal de metrô. de Salões e salas de exposição de objetos e e animais. Restaurantes. Hangares. Garagem com acesso de Garagens coletivas sem automação. clubes sociais. clínicas com internação. prontos-socorros. de combustível. Circos. palcos sem F-11 G-1 G-2 G-3 G Serviço automotivo E Assemelhados Auditórios. planetários. Abrigos para abastecimento. centro de documentos inestimável. aeroportos. Todos sem celas. históricos. parques recreativos assemelhados. mesquitas. Garagem sem acesso de Garagens automáticas. com movimentação de cenários. Hospitais. auditórios Arte cênica. templos. Local dotado de abastecimento Postos de abastecimento e serviço. Hospital e assemelhado.

prisões em geral (casa de pessoas sofre restrições. ceras. elevadores de grãos. e veterinárias. centrais de transmissão. M-3 22 . onde os processos não envolvem a utilização intensiva de materiais combustíveis (aço. Depósitos de incombustível. centros de comunicação. Hospitais psiquiátricos. Todo tipo de Depósito. serralheria. Atividades que manipulam materiais com médio risco de incêndio.H-4 Edificações do Executivo. Clínicas médicas em geral. quartéis. Locais com carga de incêndio até 2 300MJ/m Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam médio potencial de incêndio. cartórios.200MJ/m² espuma sintética. centrais das forças armadas e policiais. louças. J-4 Todo tipo de Depósito. atividades industriais Locais onde há alto risco de que envolvam líquidos e gases inflamáveis. delegacias. J-1 J-2 J Depósito J-3 Todo tipo de Depósito. Locais com carga de incêndio acima de 2 300 até 1. H Serviço de saúde e institucional H-5 H-6 I-1 I Indústria I-2 I-3 Fabricação de explosivos. ambulatórios e assemelhados. edificações Judiciário. fotogravuras. comunicação e Central telefônica. máquinas). presídios) e instituições assemelhadas. Locais com carga de materiais oxidantes. móveis. Todos sem internação. L-2 L-3 Indústria. Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam baixo potencial de incêndio. incêndio.200MJ/m². artigos de metal. Indústria de material explosivo. automóveis. pedras. odontológicas hemodiálise. borracha e assemelhados. L-1 L Explosivos Comércio. Depósito. armas. gesso. penitenciárias. areias. instrumentos musicais. tais como fábricas em geral. Central de energia. refinarias. esculturas de pedra. M Especial M-2 Edificação destinada a produção. destinados a transporte de passageiros ou cargas diversas. alimentos marcenarias. ferramentas. de polícia. detenção. bebidas destiladas. Comércio em geral de fogos de artifício e assemelhados.200MJ/m Depósitos onde a carga de incêndio ultrapassa a 1. unidades de Clínicas médicas. jóias. cimentos. armazenamento e distribuição de líquidos ou gases combustíveis e inflamáveis. Depósitos com carga de incêndio até 300MJ/m2 Depósitos com carga de incêndio acima de 300 2 até 1. metais. Depósito de material explosivo. fábricas de caixas e assemelhados.200MJ/m Atividades que manipulam materiais com baixo risco de incêndio. suco de frutas. incêndio superior a 1. destilarias. manipulação. material Edificações sem processo industrial que armazenam tijolos. tribunais. sabão. Todos com celas. Tanques ou Parque de Tanques. metais e outros materiais incombustíveis. relógios. tais como: artigos de vidro. de distribuição de energia e central de Processamentos de dados. Túnel rodoferroviário e lacustre. aparelhos de rádio e som. manicômios. Legislativo e Repartição pública. M-1 Túnel. tintas. Local onde a liberdade das reformatórios. postos policiais e assemelhados.

reciclagem ou armazenamento de material recusado/descartado.00 m TABELA 3 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO AO NÍVEL DE SEGURANÇA Nível de Segurança Risco ao Pânico Risco a Segurança Contra Incêndio/Carga Incêndio Baixo Fator de Risco (FR) 0 1 2 3 4 5 6 7 8 I Baixo Médio Alto Baixo II Médio Médio Alto Baixo III Alto Médio Alto IV Ausência de medidas de prevenção ao pânico. Propriedade destinada ao processamento. sistemas ou equipamentos de combate a incêndio.00 m < H ≤ 30. Processamento de lixo. Floresta reserva ecológica. onde estes se fizerem necessários.M-4 Especial M M-5 Propriedade em transformação. M-6 Terra selvagem.00 m < H ≤ 54. inexistentes ou sem condições de uso ou em condições precárias de uso.00 m 30. TABELA 2 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES QUANTO À ALTURA Tipo I II III IV Denominação Edificação Baixa Edificação de Média Altura Edificação Mediamente Alta Edificação Alta Altura H ≤ 12. Área aberta destinada a armazenamento de containers. Locais em construção ou demolição.00 m 12. parque floresta. M-7 Pátio de Containers. 23 .00 m Acima de 54.

permitindo em caso de incêndio. 4 e 5 e subclasse 2. 3. Baixo Médio 2 Edificação ou área de risco com carga incêndio acima de 300 até 1200MJ/m e possuir compartimentação. c) todas as substâncias das classes 1.1 da classificação de risco da Organização das Nações Unidas (ONU). b) existência de sistemas preventivos eficientes que assegurem condições mínimas de segurança para a evacuação da população máxima prevista. de acordo com a norma NBR7500 da ABNT. assegurando que na possibilidade da ocorrência de incêndio. quando exigido nas Tabelas 7 a 8A deste Decreto. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio. Edificação ou área de risco que não possui compartimentação. este será sempre confinado ao seu ponto de origem. d) edificações com carga incëndio superior a 1200MJ/m 2 24 . assegurando que na possibilidade da ocorrência de incêndio. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio. b) líquidos combustíveis e inflamáveis e gases inflamáveis.TABELA 4 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO A SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO NA EDIFICAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Risco Descrição das condições de segurança contra incêndio Edificação ou área de risco com carga incêndio até 300MJ/m 2 e possuir compartimentação. em qualquer quantidade. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio. a possibilidade de propagação deste para outras divisões e/ou níveis. etc. Neste caso é imperativo a existência dos seguintes dispositivos que permitem a evacuação dos usuários em segurança para o exterior da edificação ou área de risco: a) áreas de refúgio e/ou rotas seguras de fuga. quando exigido nas Tabelas 7 a 8A deste Decreto. Alto . este será sempre confinado ao seu ponto de origem.Incluem-se nesta categoria os locais destinados a armazenamento e/ou comércio de: a) explosivos e/ou fogos de artifício.

f) dutos de Ventilação e entrada de ar. 25 . B A I X O Corredor a) Sinalização de emergência.TABELA 5 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO AO PÂNICO Risco Ambientes da Edificação ou área de risco Medidas de prevenção ao pânico de acordo com as normas a) Piso em condições antiderrapante. Escadas e Rampas c) corrimão em ambos os lados. g) antecâmaras. corredor e demais ambientes de acesso ao público apresentam piso em condições escorregadias. b) iluminação de emergência. Corredores com comprimento superior aos definidos em norma para uma ou mais saída. escadas e corredores com largura inferior ao estabelecido em norma. foyer. Átrios. Portas a) Abrindo no sentido de fuga. M É D I O 2 2 Locais onde o adensamento populacional seja maior que 1 pessoa por 2. d) sinalização de emergência. b) guarda corpo em ambos os lados. Locais onde um ou mais itens da condição para risco baixo são obrigatórios. abafados e propícios a esfumaçamentos. c) sistema de exaustão de fumaça. Ambientes de aceso ao público sem ventilação. mas não foram respeitados.0 m e menor que 2 pessoas por 1.0 m no local de maior concentração. halls.0 m 2 Rampa.0 m . e) iluminação de emergência. Locais que mesmo possuindo medidas de segurança contra incêndio e pânico. 2 Adensamento populacional até 1 pessoa por 2. b) barra antipânico. ainda oferecem um dos seguintes ambientes: A L T O Rampas. Locais onde o adensamento populacional seja igual ou maior que 2 pessoas por 1. Sistema de exaustão de fumaça.

e 4 – luminárias à prova de explosão. C – os subsolos das edificações devem ser compartimentados com PCF P-90 em relação aos demais pisos contíguos. 26 . H4 e H6 H2 e H3 H5 L L1 Controle de Acabamento Materiais de - - - X - X Saídas de Emergência X X1 X X X2 X X X1 X X X3 X X X1 X X X1 X X X1 X X X1 X X X1 X X X4 X Sinalização de Emergência Extintores NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 6m. G – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. ver tabelas específicas. 3º). F1 e F5 F7. a área considerada para fins de exigências previstas na Tabela 7. D – para as edificações de uso/ocupação residencial (classificação A). F3.00 m 2 F Medidas de Segurança Contra A2. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. E e G B C F2. F6. será exigido sistema de hidrante ou mangotinho e as medidas de segurança contra incêndio estabelecidas na Tabela 7. NOTAS GENÉRICAS: A – para a divisão M. F – para as divisões L2 e L3. E – quando a área da edificação de uso/ocupação residencial (classificação A) estiver compreendida entre 750m e 1200m e a 2 2 altura for superior a 12 metros. 2 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços.TABELA 6 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO À CARGA INCÊNDIO Risco Carga Incêndio (MJ/ m2) Baixo Até 300 Médio Acima de 300 até 1200 Alto Acima de 1200 TABELA 7 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 750 m E ALTURA INFERIOR OU IGUAL A 12. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. A3. será igual ou menor à 1200 m2 . 3 – para edificação com lotação superior a 50 pessoas ou altura superior a 6m. B – a Divisão L1 (Explosivos) está limitada a edificação térrea até 100m2 (observar Instrução Técnica especifica). Incêndio D. F4. 3º).F8 e F11 X X H IeJ H1.

NOTAS GENÉRICAS: A – o pavimento superior da unidade duplex do último piso. 27 . Exigido para o portão de acesso ao condomínio. não será computado para a altura da edificação.TABELA 7 A EDIFICAÇÕES DO GRUPO A COM ÁREA SUPERIOR A 1200 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos GRUPO A – RESIDENCIAL A-2 – A-3 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X1 X X X X X 12 < H ≤ 30 X1 30 < H ≤ 54 X1 X X X X X X X X Acima de 54 X1 X X X X X X X X X X x X X X X X NOTA ESPECÍFICA: 1 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.

28 . podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 5 – os acionadores manuais devem ser instalados nos corredores. NOTA GENÉRICA: A _ a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 3º). 4– os detectores de incêndio devem ser instalados em todos os quartos. 3º). exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. e 6 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso ao condomínio. 3 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviço.TABELA 7 B EDIFICAÇÕES DO GRUPO B COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio GRUPO B – SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM B-1 e B-2 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X6 - 12 < H ≤ 30 X6 X X1 X2 X X X X3 X5 X X X - 30 < H ≤ 54 X6 X X1 X2 X X X X X3 X X5 X X X X Acima de 54 X6 X X1 X2 X X X X X3 X X5 X X X X Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X3 - X5 X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.

C-2 e C-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – obrigatório o uso de hidrantes. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 7 – recomendado para as vias de acesso e faixa de estacionamento. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. H ≤ 12 X7 X² X X6 X8 X X X X X 9 12 < H ≤ 30 X7 X X² X 3 30 < H ≤ 54 X7 X X2 X3 X X X6 X X X5 X X X X¹ X X9 Acima de 54 X7 X X2 X3 X X X6 X X X X X X X¹ X X9 X X X6 X X X5 X X X X¹ X9 2 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos.000m². 8 – quando a edificação possuir área total construída igual e/ou superior a 2. 5 – somente quando houver áreas de depósitos superiores a 750m². podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º). 4 – somente para edificações acima de 60m.TABELA 7 C EDIFICAÇÕES DO GRUPO C COM ÁREA SUPERIOR A 750 m 2 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO C – COMERCIAL C-1. 29 . 3º). 6 – somente para edificações de divisão C-3 (Shopping centers). Exigido para o portão de acesso ao condomínio comercial. 9 – somente para edificações C2 e C3 NOTA GENÉRICA: A _ a área a ser considerada para definição de exigências é a área total da edificação mais a área utilizável (item X e XV do Art.

TABELA 7 D EDIFICAÇÕES DO GRUPO D COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 7 – somente para D2 e D4. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º). 4 – somente para edificações acima de 60m. 3º). 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 2 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 5 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. e 6 – obrigatório o uso de hidrantes. 30 . X X X X X X7 X5 12 < H ≤ 30 X5 X X1 X3 X X X X X X X X 6 2 GRUPO D – SERVIÇOS PROFISSIONAIS D-1 = D-2 = D-3 = D-4 Classificação quanto à altura (em metros) 30 < H ≤ 54 X5 X X1 X3 X X X X X X X X 6 Acima de 54 X5 X X2 X3 X X X4 X X X 1 X X X X 6 X7 X X7 X X 4 X7 NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.

4 – obrigatório o uso de hidrantes. 2 – poderá ser substituído por controle de fumaça e chuveiros automáticos. 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 31 . e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.TABELA 7 E EDIFICAÇÕES DO GRUPO E COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso 2 GRUPO E – EDUCACIONAL E CULTURAL E-1 = E-2 = E-3 = E-4 = E-5 = E-6 Classificação quanto à altura (em metros) Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação X3 - X3 X3 X3 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X1 X X X X X X X X X5 X X1 X X X X X X X X X 4 X X2 X X X X X X X X X4 X X5 - X - X X X X X X 5 X X5 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. NOTAS GENÉRICAS: A – os locais destinados a laboratórios devem ter proteção em função dos produtos utilizados. 3º). 5 – somente para E 1.

3º). 4 – somente para locais com público acima de 1000 (hum mil) pessoas. 3º). 2 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos quando houver aberturas entre pavimentos. 6 – somente F1 e F2 NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.TABELA 7 F. 32 . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 5 – obrigatório o uso de hidrantes. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-1 . F-2 e F-11 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso 2 GRUPO F – LOCAL DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-1 Classificação quanto à altura (em H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ Acima de 54 54 Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio F-2 e F-11 Classificação quanto à altura H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ Acima de 54 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Detecção de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: X3 X X4 X X X X X X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X3 X X4 X X X X X X6 X3 X X X X4 X X X X X X X6 X3 X X1 X X X4 X X X X X X5 X X6 X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X6 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.

F-9 E F-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 2 GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-3 = F-9 Classificação quanto à altura (em metros) F-4 Classificação Quanto à altura (em metros) Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X3 X X X X X X5 X5 X7 X3 X X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X1 X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X1 X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X - X3 X X1 X X X4 X X X X X X6 - X3 X X1 X X X4 X X X X X X X6 X - X3 X X1 X X X4 X X X X X X X6 X - X X X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 4 – somente para locais com público acima de 1000 pessoas. 3º). 6 – obrigatório o uso de hidrantes. 3º). 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. NOTAS GENÉRICAS: A – os locais de comércio ou atividades distintas das divisões F3 e F4 terão as medidas de proteção conforme suas respectivas ocupações.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-3. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.TABELA 7 F. 5 – os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo (Fica vedada a instalação dos equipamentos em arquibancadas e áreas de circulação de expectadores). B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 2 – somente para a divisão F-3. 7– somente F3. 33 .

3º). 3º). F-6 E F-8 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio 2 GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-5 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 F-6 e F-8 Classificação Quanto à altura (em metros) Acima de 54 Acima H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X X X X X X6 X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X5 X X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X5 X X4 X X X X X3 X X X X X X X5 X X4 X - X4 X X¹ - X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X X X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X X X X X3 X X - X X X X X X X X X6 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio. 6 _ somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 500 pessoas NOTAS GENÉRICAS: A – nos locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas é obrigatória a comunicação ao público da localização das saídas de emergência. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. detecção de incêndio e chuveiros automáticos. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. bem como dos sistemas de segurança contra incêndio existentes no local. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 34 .3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-5.TABELA 7 F. 3 – somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas. 5 _ obrigatório o uso de hidrantes. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque.

4 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-7 E F-10 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-7 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 F-10 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 3 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X X4 X X X X - X - X3 X X 1 X3 X X1 X2 X X X4 X X X X X X5 X X3 X X1 X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X4 - X2 X X X4 X X X X X X5 - x X X X - NOTAS ESPECÍFÍCAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 4 – somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas. 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 5 – obrigatório o uso de hidrantes.TABELA 7 F. 35 . 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 3º). 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.

4 – somente para edificações classificadas em G2. e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque.TABELA 7 G. por pavimento. no máximo a 10 m da saída de emergência. 2 – deve haver pelo menos um acionador manual. 3º). 3º). 36 .1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-1 E G-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X X X 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-1 e G-2 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X 3 12 < H ≤ 30 X3 X X X4 X2 X X X - 30 < H ≤ 54 X3 X X1 X X X X4 X2 X X X5 X Acima de 54 X3 X X1 X X X X4 X2 X X X5 X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. 5 – obrigatório o uso de hidrante. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.

podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. por pavimento.TABELA 7 G. 3º). G-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-3 Classificação quanto à altura (em G-4 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança contra Incêndio metros) H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X4 X X X2 X X X5 X X4 X X X4 X X1 X3 X X X X X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X6 X - X4 X X1 X3 X X X X X X2 X X X6 X - X2 X X X - X2 X X X6 - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-3. 6 – obrigatório o uso de hidrantes. 5 – o sistema de hidrantes deverá ter características especiais para combate a incêndio em líquidos inflamáveis. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável” (item X e XV do Art. 2 – deverá haver pelo menos um acionador manual. 3 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. no máximo 5 m da saída de emergência. 3º). 37 .

podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. no máximo 5 m da saída de emergência. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. G-6 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-5 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 G-6 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X2 X X X5 - X4 X X X X X X X2 X X X5 - X4 X X X X X X X X2 X X X5 X X4 X X X X X X X X2 X X X5 X X4 X X X2 X X X5 - X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X5 - X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X5 X X4 X X1 X3 X X X X X X2 X X X5 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. 2 – deverá haver pelo menos um acionador manual.3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-5. 3º). 5 – o sistema de hidrantes deverá ter características especiais para combate a incêndio em líquidos inflamáveis. 3º).TABELA 7 G. 3 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. complementada pelas exigências específicas do Ministério da Aeronáutica. por pavimento. NOTAS GENÉRICAS: A – Para ocupação da divisão G5. 38 . aplica-se a tabela acima.

podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 5 – obrigatório o uso de hidrantes NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3º).TABELA 7 H.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-1 E H-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m 2 Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-1 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H-2 Classificação quanto à altura (em metros) Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação X4 X4 X4 X4 X4 X4 X4 X4 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X X2 X X X - X X X X X X2 X X X - X X3 X X X X X2 X X X - X X X X X X X X2 X X X5 X - X X X X X X X X X3 X X X X X X X X1 X2 X X X5 X X X X X X X X1 X2 X X X X X X X X X X1 X2 X X X5 X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – os detectores deverão ser instalados em todos os quartos. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 2 – acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores. e 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º). 39 .

2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-3 E H-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-3 Classificação quanto à altura (em metros) H-4 Classificação Quanto à altura (em metros) Acima de 54 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural Contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Plano de Intervenção de Incêndio Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X3 X X X X X - X3 X X X X X X X X1 X X X - X3 X X X2 X X X X X X1 X X X4 X X3 X X X X X X X X X1 X X X4 X X3 X X3 X X X X X X X3 X X X2 X X X X X X X X X4 X - X3 X X X X X X X X X X X X4 X - X X X X - X X X X X - x X x x NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – acionadores manuais serão obrigatório nos corredores.TABELA 7H. 4 – obrigatório o uso de hidrante. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3º). 40 . 3 – Recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3º). 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.

NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 2 – caso haja internação em um número maior de 20 leitos na Divisão H-6 (clínica). exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3º).TABELA 7H. (Fica vedado a instalação dos equipamentos em áreas onde os detentos tenham acesso. a edificação será enquadrada como H-3. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.3 ESPECIFICACOES DE DIVISAO H-5E H-6 COM AREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL Divisão H-5 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H-6 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X X X1 X1 - X4 X X X X X X X X4 X X X X X X X X1 X1 - X4 X X X X X X X X4 X - X4 X X X - X4 X X4 X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X - X X X X X - X1 X1 - X1 X1 - X5 - X5 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – para a Divisão H-5. 3º). Presídios. 5 – obrigatório o uso de hidrante. etc. nas prisões em geral (Casas de Detenção. Penitenciárias. os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo.). 41 .

3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 2 . NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.TABELA 7 I. 3º). Exigido para o portão de acesso ao condomínio industrial.recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-1 E I-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e Uso GRUPO I – INDUSTRIAL I-1 Classificação quanto à altura (em metros) I-2 Classificação quanto à altura (em metros) Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X2 X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X3 - X2 X X1 X X X X X X X X X X3 X X2 X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X3 - X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.obrigatório o uso de hidrante. 42 . 3 .

2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-3 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) GRUPO I – INDUSTRIAL I-3 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X2 X X1 X X X X X X X X X3 12 < H ≤ 30 X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X 30 < H ≤ 54 X2 X X X X X X X X X X X X X3 X Acima de 54 X2 X X X X X X X X X X X X X X3 X X x x x NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 43 .TABELA 7 I. NOTAS GENÉRICAS: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. e 2 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3 – obrigatório o uso de hidrantes. Exigido para o portão de acesso ao condomínio industrial. 3º).

TABELA 7 J. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-1 E J-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão J-1 Classificação quanto à altura (em metros) GRUPO J – DEPÓSITO J-2 Classificação Quanto à altura (em Metros) Acima de 54 2 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acesso de Viaturas na edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X 3 X3 X X X X X X X - X3 X X2 X X X X X X X X4 - X3 X X2 X X X X X X X X4 - X3 X X X X X - X3 X X X X X X X X X4 - X3 X X1 X2 X X X X X X X X4 - X3 X X1 X2 X X X X X X X X X4 X X X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. a área considerada será superior a 1000m². 3º). 2 – somente para shafts e dutos de instalações e fachadas. 3º). 44 . 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque 4 – obrigatório o uso de hidrantes NOTAS GENÉRICAS: A – para as edificações de uso/ocupação depósito de materiais incombustíveis(J1). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.

TABELA 7 J . 3º). 45 . 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-3 E J-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão J-3 Classificação quanto à altura (em metros) GRUPO J – DEPÓSITO J-4 Classificação quanto à altura (em metros) 2 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X2 X3 X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X - X2 X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X3 X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X X4 - X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 3 – Somente se a área total for superior a 1500 m². 2 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 4 – obrigatório o uso de hidrantes NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.

somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico.TABELA 7 L-1 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio GRUPO L – EXPLOSIVOS L-1 (COMÉRCIO) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H≤6 6 < H ≤ 12 NOTA GENÉRICA: A – será permitida somente edificação com área até 100 m² .Vide Tabela 7 B – divisões L2 e L3. 46 .

1 EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-1 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-1 TÚNEL Extensão em metros (m) Medidas de Segurança contra Incêndio Até 200 Segurança estrutural nas edificações Saídas de emergência nas edificações Controle de fumaça em espaços comuns e amplos Plano de Intervenção de incêndio Brigada de Incêndio Sistema de Iluminação de Emergência Sistema de Comunicação Sistema Circuito de TV Sistema de proteção por extintores Sistema de hidrantes e de mangotinhos X X1 De 200 à 500 X X1 X X X2 X X X De 500 à 1000 X X1 X3 X X2 X X X X Acima de 1000 X X1 X3 X X2 X X X X X4 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – considerar saídas como sendo passarelas laterais (corredores de circulação. 3 – deve ser ligado a sistema automático de acionamento (ex. detector de incêndio). e B – os túneis com extensão superior a 1000m devem ser submetidos à análise em Corpo Técnico. 4 – obrigatório o uso de hidrante NOTAS GENÉRICAS: A – todos os túneis em paralelo devem ter interligação conforme Instrução Técnica de “Proteção Contra Incêndio em Túnel”. 47 .TABELA 7 M.00m. 2 – a brigada de incêndio deve ser pessoal treinado da companhia de tráfego ou administradora da via. com guarda-corpo em ambos os lados) com largura mínima de 1. além das exigências acima.

2 EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-2 (QUALQUER ÁREA E ALTURA) Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-2 – Líquidos e gases combustíveis e Inflamáveis(volume total) Tanques ou cilindros Medidas de Segurança Contra Incêndio Líquidos até 20 m³ ou gases até 6. e 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. conforme exigências da IT específica. 6 – somente tanques ou parque de tanques NOTA GENÉRICA: A – deverão ser verificadas as exigências quanto ao armazenamento constantes das IT específica. 5 – poderá ser substituído por chuveiros automáticos.240kg 3 Produtos acondicionados Líquidos acima Líquidos até 20 3 3 m ou gases até de 20 m ou gases 6. 3 – luminárias à prova de explosão.240kg Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Resfriamento Espuma SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: X4 X X X - X4 X X X X X X X X2 X4 X X X X X X X 1.3 X4 X X X X X X X X3 X X X X X X5 X2 - X X - X6 X6 1 – somente quando a área construída for superior a 750 m². 2 – somente para líquidos inflamáveis.240kg acima de 6.240kg Líquidos acima de 20 m ou gases acima de 6. 48 .TABELA 7 M.

e 2 . 49 . 3 .3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-3 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-3 – Centrais de Comunicação e Energia Classificação Quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação X2 12 < H ≤ 30 X2 30 < H ≤ 54 X2 Acima de 54 X2 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X X X X X3 X X X X X X X X X X X X3 X1 X X X X X X X X X X X X X X3 X1 X X X X X X X X X X X X X X3 X1 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1. através de supressão total do ambiente.para as centrais de distribuição ou transmissão de energia elétrica deve-se observar também os critérios da IT especifica.o sistema de chuveiros automáticos para a divisão M-3 pode ser substituído por sistema de gases.dispensada em centrais de distribuição ou transmissão de energia elétrica.recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. NOTA GENÉRICA: A .TABELA 7M.

4 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-4. M-6 e M-7. M-6 E M-7 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-4 .M-6 e M-7 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores X X X X 12 < H ≤ 30 X X X X 30 < H ≤ 54 X X X X Acima de 54 X X X X NOTA GENÉRICA: 1 – nas divisões M-5.M-5 . o processo deve ser analisado pelo Corpo Técnico.TABELA 7 M. quando houver edificação (construção) com área superior a 750m². M-5. 50 .

terão exigências definidas conforme Tabela 8A B – esta tabela aplica-se. 5º. F1 e F5 F8 e F11 X H IeJ H1.TABELA 8 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES EXISTENTES COM ÁREA SUPERIOR A 1200m² OU ALTURA SUPERIOR A 12m F Medidas de Segurança contra Incêndio A. 51 . F4. 6 – luminárias à prova de explosão. NOTAS GENÉRICAS: A – as edificações existentes que não se enquadrarem nesta Tabela. F6. às edificações existentes. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. conforme previsto no art. 2 . F3. B EeG C F2. H2 e H5 H4 e H6 X1 X5 X1 X1 X5 L L1 Alarme de incêndio X7 X5 X1 X1 X1 X1 X5 X5 X Brigada de incêndio X5 X X5 X5 X 5 Saídas de Emergência X Iluminação de Emergência X X1 X X - X X X X X X1 X X - X X1 X3 X - X X1 X X X3 X6 Sinalização de Emergência Hidrantes e Mangotinhos Extintores Chuveiros automáticos X1 X1 X X X X X X X X3 X X X X3 X X X X4 X3 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 12 m ou área superior a 2000m². 4 – para edificação com lotação superior a 100 pessoas ou altura superior a 12m. 3º). D. C – para as divisões L2 e L3. (Fica vedado a instalação dos equipamentos em áreas onde os internos tenham acesso). 7 . desde que não se modifique a ocupação da edificação.somente para as edificações com altura superior a 30 m. 5– a adaptação a ser feita em escadas e rampas diz respeito a pisos. §1º deste Decreto. 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. D – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. entretanto sem projeto aprovado pelo CBMMG. e será exigida somente nas rotas de fuga (escadas destinadas a uso restrito estão isentas). 3 .somente para edificações com altura superior a 54 m ou com áreas classificadas em risco alto. exclusivamente. E Para as edificações do grupo G área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art.os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo. guarda-corpo e corrimão. H3. 3º).

podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. D – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 52 . 3º).TABELA 8A 2 EXIGÊNCIAS PARA AS EDIFICAÇÕES EXISTENTES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 1200 m E ALTURA INFERIOR OU IGUAL A 12. F1 e F5 H1. e 4 – luminárias à prova de explosão.a Divisão L1 (Explosivos) está limitada a edificação térrea até 100 m (observar Instrução Técnica especifica). 3º). C – para as divisões L2 e L3. D. A3. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico.F8 e F11 X X X X X3 X X X X1 X X X1 X X X1 X Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Sinalização de Emergência Extintores X X1 X X2 X1 X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 6m. 2 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços. 3 – para edificação com lotação superior a 50 pessoas ou altura superior a 6m. F4. F6.os subsolos das edificações devem ser compartimentados com PCF P-90 em relação aos demais pisos contíguos. NOTAS GENÉRICAS: 2 A .Para as edificações do grupo G área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. E. B .00 m F Medidas Incêndio de Segurança contra A2. F3. 3º). E e G B C H IeJ H5 X X X1 X X X1 X L L1 X X X4 X F2. H4 e H6 H2 e H3 F7.

industriais ou de prestação de serviços e os prédios de apartamentos I . Art. desenvolverá as seguintes ações: I análise e aprovação do sistema de prevenção e combate a incêndio e pânico. alterar-lhes as características. Art. o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais CBMMG. III estabelecimento de normas técnicas relativas à segurança das pessoas e seus bens contra incêndio ou qualquer tipo de catástrofe. constatado o descumprimento desta lei ou de norma técnica regulamentar. § 2º Sessenta dias após a formalização da advertência escrita. será (cem reais) a R$3. no exercício da competência que lhe é atribuída no inciso I do art. os edifícios ou residenciais.00 monetariamente de acordo com índice oficial. II . O Povo do Estado de Minas Gerais. . valores que serão corrigidos aplicada multa de R$100. 3º Constituem infrações sujeitas a sanção administrativa: espaços comerciais. inutilizá-los.deixar de instalar os instrumentos preventivos especificados em norma técnica regulamentar ou instalá-los em desacordo com as especificações do projeto de prevenção contra incêndio e pânico ou com as normas técnicas regulamentares. por seus representantes. de 13 de dezembro de 1999. persistindo a conduta infracional. Art.LEI 14130/ 2001 DISPÕE SOBRE A PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO NO ESTADO DE MINAS GERAIS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. destruí-los ou substituí-los por outros que não atendam às exigências legais e regulamentares. 2º Para os fins do artigo 1º. para os fins desta lei.000. sanciono a seguinte Lei: Art. coordenação e execução das atividades de vistoria de prevenção a incêndio e pânico nos locais de que trata esta lei. II multa. em seu nome. IV aplicação de sanções administrativas nos casos previstos em lei. 3º da Lei Complementar nº 54.não fazer a manutenção adequada dos instrumentos a que se refere o inciso I. removê-los. § 1º A advertência escrita será aplicada na primeira vistoria. 1º A prevenção e o combate a incêndio e pânico em edificação ou espaço destinado a uso coletivo no Estado serão feitos com a observância do disposto nesta lei. 4º A inobservância do disposto no artigo 3º desta Lei sujeita o infrator às seguintes sanções administrativas: I advertência escrita. Parágrafo único Consideram-se edificação ou espaço destinado a uso coletivo. II planejamento. decretou e eu. III interdição. ocultá-los.00 (três mil reais).

1º o laudo de vistoria e liberação para seu funcionamento. em evento público realizado no Estado. 5º . 12 Revogam-se as disposições em contrário. 7º A pessoa física ou jurídica responsável pela comercialização. Art.Serão aplicadas ao infrator do disposto neste artigo as penalidades previstas em lei.Será afixado na parte externa da edificação ou do espaço destinado a uso coletivo referidos no parágrafo único do art. comercialização.§ 3º Persistindo a infração. Art. Art. 8º – Fica proibido ao militar da ativa ser proprietário ou consultor de empresa de projeto. manutenção e conservação nas áreas de prevenção e combate a incêndio e pânico. 9º Esta Lei estende-se.É obrigatória a presença de responsável técnico. sob pena de interdição imediata do estabelecimento. Art. Palácio da Liberdade. Parágrafo único As especificações técnicas do cadastro a que se refere o “caput” deste artigo serão definidas pelo CBMMG. Parágrafo único .Governador do Estado . no que couber. em Belo Horizonte. aos 19 de dezembro de 2001. na forma estabelecida em regulamento pelo CBMMG. 6º . Art. Art. manutenção e conservação de aparelhos de prevenção contra incêndio e pânico utilizados em edificação de uso coletivo deverá cadastrar-se no CBMMG para o exercício dessas atividades. Itamar Franco . instalação. instalação. Art. 10 O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de sessenta dias contados da data de sua publicação. 11 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. nova multa será aplicada em dobro e cumulativamente. Art. § 4º A pena de interdição será aplicada quando houver risco iminente de incêndio ou pânico. emitido pelo CBMMG. às edificações e espaços destinados ao uso coletivo já existentes na data de sua publicação.

IT – 01 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXOS A – Cartão de identificação do Projeto Técnico B – Formulário de Segurança Contra Incêndio C – Planta de Risco de Incêndio (implantação) D – Planta das medidas de Segurança Contra Incêndio e Pânico E – Memorial Industrial de Prevenção Contra Incêndio e Pânico F – Formulário para Atendimento Técnico G – Atestado de Brigada de Incêndio H – Modelo de Requerimento em grau de recurso I – Modelo de Pedido de Vistoria J – Informativo (medidas de segurança) K – PTS – Formulário de Segurança Contra Incêndio L – Termo de Compromisso do Proprietário M – Atestado de abrangência do Grupo Motogerador N – Memorial de Segurança Contra Incêndio das estruturas. .

3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e pânico.br Email: dat3@cbmmg. 2 APLICAÇÃO 2. NBR-14611 Desenho técnico – representação simplificada em estruturas metálicas. NBR-10067 Princípios gerais de representação em desenho técnico.1 Características da edificação e área de risco: O Projeto técnico deve ser utilizado para apresentação dos sistemas de proteção contra incêndio e pânico das edificações ou áreas de risco: a) com área de construção acima de 750 m². NBR-6492 Representação de projetos de arquitetura. Augusto de Lima. de 26 de outubro de 2005. chuveiros automáticos.bombeiros.mg. NBR-14432 Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações.mg. 355 . 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 .1 Projeto Técnico 5. NBR-8196 Emprego de escalas.2 Quando houver legislação municipal (Código de Obras) que exija medidas de segurança contra incêndio nas edificações.190-000 Site: www. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. b) independente da área da edificação ou área de risco. .1 A presente Instrução Técnica aplica-se aos processos de segurança contra incêndio e pânico no Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG).gov. alarme e detecção. Decreto Estadual nº 44. 5 PROCEDIMENTOS 5.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 01 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.130.1.1. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.778.270. quando esta apresentar risco no qual necessite de sistemas fixos (hidrantes. atendendo ao Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Lei estadual nº 15. NBR-14699 Desenho técnico – representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas – preparos e dimensões. 2.br 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para apresentação de processo de segurança contra incêndio e pânico. 5. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.1 Formas de apresentação As medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco devem ser apresentadas ao CBMMG para análise por meio de: a) projeto técnico. nas edificações ou áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR-13273 Desenho técnico – referência a itens.gov. b) projeto técnico simplificado.1. NBR-10068 Folha de desenho – Leiaute e dimensões. NBR-10647 Desenho técnico. c) projeto técnico para instalação e ocupação temporária. devem ser adotadas as medidas previstas nesta Instrução Técnica.Bairro Centro CEP 30. d) projeto técnico para ocupação temporária em Edificação Permanente. entre outros).

signatários. líquidos inflamáveis ou combustíveis com ponto de fulgor. na cor branca. sendo necessário a apresentação de catálogos Técnicos. rotas de fuga.1. conforme (anexo D). 5.6. que acondiciona todos os documentos do Projeto técnico afixado na seqüência estabelecida no item 5. c) formulário de segurança contra incêndio de projeto técnico (anexo B).2. medidas de segurança contra incêndio e pânico previstos. matérias .1.3 Memorial do sistema fixo de gases para combate a incêndio.1.2.4 Autorização da Delegacia especializada de Armas.2. quando for o caso. (anexo E). 5. devendo: a) ser apresentado como a primeira folha do Projeto Técnico. conforme Instrução Técnica 05.1.1.1. em duas vias (anexo C) quando houver a exigência de plano de intervenção (IT11). d) deve ser apresentada a 1ª via original ou fotocópia autenticada.1.1.2 Pasta do projeto técnico Pasta aberta.1. suspensa. Documento da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais que autoriza a atividade e especifica a quantidade máxima de fogos de artifícios e/ou explosivos a serem comercializados. e e) onde a edificação e área de risco haja necessidade de comprovação da situação de separação entre edificações e área de risco.1.1.1.1. Munições e Explosivos (DEAME). e. entre outros. quando necessário.1.1.6. semi-rígida. 5. Deve ter dimensões de 230 mm a 280 mm (largura) x 315 mm a 350mm (comprimento) e altura conforme a quantidade de documentos. h) implantação. b) pasta do projeto técnico.6. Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento do sistema fixo de gases para combate a incêndio. exceção feita ao campo denominado Descrição complementar que ficará a critério do RT. 5. com frente de plástico transparente.2. incolor. e) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto técnico.1.1. conforme anexo B. degraus das escadas.3 Formulário de Segurança Contra Incêndio de Projeto Técnico Documento que contém os dados básicos da edificação e áreas de risco. f) documentos complementares solicitados. c) a assinatura do contratante (proprietário ou responsável pelo uso) não é facultativa. . quando este transferir seu poder de signatário. No desenvolvimento dos cálculos hidráulicos para as medidas de segurança de espuma e resfriamento deve ser levado em conta o desempenho dos equipamentos. i) planta das medidas de segurança contra incêndio.2 Composição O Projeto técnico é composto pelos seguintes documentos: a) cartão de identificação (anexo A).1. d) procuração do proprietário.1. sistema de espuma e resfriamento).2. que contém os dados básicos da edificação e área de risco.2.1 Memorial industrial Descrição dos processos industriais.2. pressão e perda de carga. dentre outros.2.1. b) ser preenchido na íntegra. g) planta de risco de incêndio.primas. utilizando as referências de vazão. produtos acabados. sem elástico. pressurização de escada. com finalidade de controle do Projeto técnico no CBMMG ( anexo A). que deve ser juntada na via que fica no Corpo de Bombeiros. j) memorial de cálculos de sistema fixo de combate a incêndio (hidrante. sprinkler e resfriamento) e rotas de fuga e outros.2. 5. 5.1. especificados em Instruções Técnicas.4 Procuração do proprietário Deve ser apresentado com firma reconhecida sempre que terceiro assine documentação do Projeto técnico pelo proprietário. quando se tratar de edificação industrial. b) os campos devem ser preenchidos.1 Cartão de identificação Ficha elaborada em papel cartão ou equivalente.1. 5. 5. com grampo.2.6. indicando as disposições das edificações no terreno. no campo “descrição das atividades profissionais contratadas” deve estar especificado o serviço pelo qual o profissional se responsabiliza. 5.1. nas dimensões de 21 cm (largura) x 15 cm (comprimento).2.2 Memorial de cálculo Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos sistemas fixos de combate a incêndio (hidrantes. d) locais de reunião de público com população acima de 100 (cem) pessoas.6 Documentos complementares Documentos solicitados pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG a fim de subsidiar a análise do Projeto técnico quando as características da edificação e/ou área de risco a exigirem 5. estoques. 5.1.c) edificação e/ou área de risco que necessite de proteção de suas estruturas contra a ação do calor proveniente de um incêndio. chuveiros automáticos.5 Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) a) deve ser apresentada pelo responsável técnico que elaborou o Projeto Técnico.

14 construção Memorial ou laudo descritivo de Documento com a descrição das características estruturais da edificação e área de risco. bem como os riscos existentes na edificação e área de risco. conforme IT 08 – Saída de Emergência. É obrigatório somente quando houver a exigência de plano de intervenção de incêndio.1.2.1. da localização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio.6.2.1.1.13 Licença de funcionamento para instalações radioativas. 5. 5.2. b) quando houver uma única edificação e área de risco. (se houver).2. f) reserva de incêndio. ou qualquer instalação que trabalhe com fontes radioativas.2.1. i) hidrantes urbanos próximos da edificação.2. plantas aprovadas em Prefeitura. podendo ser em mais de uma folha.1. 5.2.1. A3. 5.1.1.1.1.1. conforme anexo C. 5. conforme IT 11 – Plano de Intervenção de Incêndio.6. NBR 10. contendo informações por meio de legenda padronizada pelo CBMMG – IT 03 .6.8 Implantação Folha única no formato A4.9 Planta das medidas de segurança contra incêndio Representação gráfica da edificação e/ou área de risco.7.1.1.1. 5. sendo que a primeira via permanece no Projeto Técnico.1.6. e) registro de recalque.6. 5.7 Autorização do Departamento de Aviação Civil (DAC) Documento que autoriza o uso de heliporto. 5. 5.12 Quadro resumo do sistema de detecção Descrição do sistema de detecção instalado conforme tabela 2 do anexo B. ocupação e data da edificação existente (Processo do CBMMG.2.2.1. conforme descrito no item 5.2.6.6 Memorial descritivo de ocupação Memorial descritivo de ocupação quando na edificação forem comercializados outros materiais que não apenas fogos de artifício.1.15 Memorial de cálculo de pressurização da escada Memória de cálculo de vazão de ar do sistema de pressurização da escada. b) paredes corta-fogo e de compartimentação. A1 ou A0 (conf.1. da NBR-9441. entre outros). 5. A3. nucleares ou de radiografia industrial.2.11 Planilha de levantamento de dados Planilha que descreve o estudo prévio sobre a existência de riscos.8 Memorial de dimensionamento da carga de incêndio Memorial descritivo da carga de incêndio dos materiais existentes na edificação e área de risco. 5.16 Memorial de cálculo de isolamento de risco Memorial descritivo dos cálculos realizados para o dimensionamento do isolamento de risco entre edificações e área de risco.1.1.1 A planta de risco deve ser elaborada em 2 (duas vias). 5.1.5 Autorização da Prefeitura do Município para comércio de fogos de artifício Documento do Poder Executivo Municipal que autoriza o comércio de fogos de artifício e/ou explosivos. o 5.Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio. conforme anexo C.1. 5.1.2.1. contendo o dimensionamento.1.2. Apresentação da planta das medidas de segurança contra incêndio .3.6. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um processo ou sistema.1.1.1.1.1. g) armazenamento de produtos perigosos.6. A2 ou A1 em escala padronizada.6.7 Planta de risco de incêndio Mapa simplificado no formato A4.2. obrigatória somente nos seguintes casos: a) quando houver mais de uma edificação e área de risco a ser representada. imposto predial. h) vias de acesso para as viaturas do Corpo de Bombeiros. c) hidrantes externos.2.6. onde as suas dimensões não possam ser representadas em uma única folha.1. Documento emitido pelo CNEN autorizando funcionamento da edificação ou área de risco.068 Folha de Desenho – Leiaute e dimensões).6. indicando: a) os principais riscos.5.10 Memorial de cálculo de dimensionamento de saídas de emergência em locais de reunião de público Planilha descritiva dos cálculos realizados para dimensionamento de saídas de emergência.1.2.3. a segunda via deve permanecer na portaria da edificação e área de risco. conforme IT 09 – (Carga de Incêndio nas edificações e áreas de risco).1. heliponto ou área de pouso e decolagem ocasional (APDO) conforme IT 26 Heliponto e Heliporto.1. 5. A2.9 Documento comprobatório É o documento que comprova a área construída. 5.1.6. d) número de pavimentos.

e) quadro de áreas. devido à grande quantidade de elementos gráficos. as edificações circunvizinhas e os logradouros que delimitam a quadra.Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio) a localização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio na planta baixa. g) detalhes de degraus.1 Conteúdo da planta das medidas de segurança contra incêndio I – Detalhes genéricos que devem constar em todas as plantas: 1) símbolos gráficos (IT 03 . i) depósito de produtos perigosos. porém em ordem numérica seqüencial do Projeto Técnico. 5. i) a apresentação da planta da fachada. A3 (297mm x 420mm) . compartimentação vertical e escadas. esta poderá ser fracionada. tais como: dutos de ventilação da escada. i) detalhe do registro de recalque. d) quando a planta de uma área construída ou área de risco não couber integralmente em escala reduzida em condições de legibilidade na folha “A0”. 9) cotas dos desníveis em planta baixa. preferencialmente 1:50 e no mínimo 1:200. 5) as plantas das medidas de segurança contra incêndio devem ser apresentadas com as medidas de segurança contra incêndio na cor vermelha. c) quadro resumitivo das medidas de segurança. b) casa de caldeira ou vasos de sob pressão. 4) áreas construídas e áreas de risco com suas características. Nota: Os detalhes genéricos constantes do Projeto Técnico devem ser apresentados na primeira folha ou. 8) quadro resumo das medidas de segurança contra incêndio indicando as normas e/ou legislações aplicadas nas respectivas medidas de segurança constantes do Projeto Técnico. l) especificação dos chuveiros automáticos. combustíveis e outros. com escala. d) cabinas de pintura. k) detalhe da sucção da bomba de incêndio. distinguindo-as dos demais detalhes da planta. escadas. e) locais de armazenamento de recipientes contendo gases inflamáveis (capacidade do recipiente e quantidade armazenada). j) nota sobre o sistema de sinalização adotado. deve ser feita linha de chamada em círculo com linha pontilhada com alocação dos símbolos exigidos. b) as escalas adotadas devem ser as estabelecidas em normas oficiais. antecâmaras. e dos detalhes de proteção estrutural.1. tais como: a) tanques de combustível (substância e capacidade). h) depósitos de metais pirofóricos. devem constar nas próximas folhas. c) adotar escala que permita a visualização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio. devem ser apresentados em planta de corte. b) isométrico.1. II – Detalhes específicos que devem constar na planta de acordo com o sistema projetado na edificação ou área de risco constante nas respectivas Instruções Técnicas: 1) Acesso de viaturas até a edificação e área de risco: a) largura do portão de entrada e da via de acesso. A1 (594mm x 840mm) ou A0 (840mm x 1188mm). j) outros riscos que necessitem de segurança contra incêndio. tais como: a) legenda.Deve ser apresentada da seguinte forma: a) ser elaborada no formato A4 (210mm x 297 mm). 3) nota em planta com a indicação dos equipamentos móveis ou fixos ou sistemas de segurança instalados que possuírem a mesma capacidade ou dimensão. f) detalhe de corrimãos e guarda corpo. 10) medidas de proteção passiva contra incêndio nas plantas de corte. contudo deve adotar numeração que indique onde está localizada tal área na implantação. c) dutos e aberturas que possibilitem a propagação do calor.Símbolos gráficos. j) quando o Projeto técnico apresentar dificuldade para visualização das medidas contra incêndio alocadas em um espaço da planta. quando houver. indicando. 11) localização e independência do sistema elétrico em relação à chave geral de energia da edificação e áreas de risco sempre que a medida de segurança contra incêndio tiver seu funcionamento baseado em motores elétricos. g) seguir a forma de apresentação gráfica conforme padrão adotado por normas oficiais. conforme anexo J. 6) o esquema isométrico da tubulação deve ser apresentado de acordo com o inciso II – (detalhes específicos que devem constar em planta). b) indicação do peso suportado pela pavimentação da via (Kgf). h) detalhes da ventilação efetiva da escada de segurança. distância verga-peitoril. A2 (420mm x 594mm) .3. g) centrais prediais de gases inflamáveis. detalhes de estruturas e outros quando houver a exigência específica destes detalhes construtivos. 2) legenda de todos os sistemas utilizados no Projeto técnico. conforme planta chave. f) áreas com risco de explosão. . 7) quadro de situação da edificação. d) quadro de localização da edificação e áreas de risco. além de anotar sob título de cada planta a respectiva área. f) adotar os símbolos gráficos conforme IT 03 . nos casos em que tais detalhes não caibam nesta. h) o quadro de áreas da edificação deve ser colocado em uma das folhas. 12) miniatura da implantação com hachuramento da área sempre que houver planta fracionada em mais de uma folha. m) quadro de sistemas de gases e líquidos inflamáveis. e) a implantação deve estar em escala. k) a apresentação de Projeto Técnico Preliminar com a representação do sistema de chuveiros automáticos deve ser feita em planta separada.

3) Segurança estrutural nas edificações a) constar o tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF) das estruturas em nota ou legenda. 2) Separações entre edificações Para as edificações objetos de cálculo: a) indicar a distância de outras edificações. painéis. e) indicar a fachada da edificação considerada para o cálculo de isolamento de risco. autonomia e sistema de automatização. e) fonte alternativa de energia do sistema. d) localização da central de detecção de incêndio. b) indicar a ocupação. l) antecâmara de segurança e indicação da porta estanque quando a sala do grupo motoventilador estiver localizada em pavimento que possa causar risco de captação de fumaça de um incêndio.00 m de comprimento. b) os acionadores manuais de alarme de incêndio. g) indicação da porcentagem de inclinação da faixa de estacionamento. 2) vedador corta-fogo. i) localização da placa de proibição de estacionamento na faixa de estacionamento das viaturas do Corpo de Bombeiros. 6) Pressurização de escadas de segurança: a) sala do grupo moto ventilador. h) casa de máquinas do elevador de emergência (quando houver exigência). c) indicar a carga de incêndio. j) indicar a lotação do ambiente quando se tratar de local de reunião de público. 4) Compartimentação horizontal e compartimentação vertical a) indicar as áreas compartimentadas e o respectivo quadro de áreas. i) antecâmaras de segurança (quando houver exigência). devem ser indicadas as luminárias a serem acionadas em caso de emergência. b) juntar o memorial de carga de incêndio (quando necessário). h) a localização do grupo moto gerador. e) indicar o retorno para as vias de acesso com mais de 45. h) detalhe ou nota em planta da proteção dos dutos quando passarem por área de risco. g) juntar o memorial de cálculo de isolamento de risco. f) largura e comprimento da faixa de estacionamento. parede corta-fogo e porta corta-fogo da sala do grupo motogerador quando o mesmo estiver localizado em área com risco de captação de fumaça ou gases quentes provenientes de um incêndio. c) o reservatório de combustível do grupo moto gerador e sua capacidade. 3) selo corta-fogo. f) quando o sistema for abrangido por grupo moto gerador. j) acionadores manuais dos motoventiladores localizados na sala do grupo motoventilador e no local de supervisão predial com permanência humana constante.c) localização da placa de advertência de desobstrução da via de acesso para emergência. f) parede corta-fogo de isolamento de risco. 8) Sistema de iluminação de emergência: a) os pontos de iluminação de emergência. d) o posicionamento da central do sistema. se for o caso. b) identificar os tipos de estruturas no formulário de segurança contra incêndio. f) as grelhas de insuflamento. n) juntar o memorial de cálculo de vazão e pressão do sistema de pressurização do elevador de emergência (quando houver exigência). i) apresentação esquemática do sistema em corte. c) indicar o tempo de resistência ao fogo dos elementos estruturais indicados. c) detectores de acionamento do sistema. m) juntar o memorial de cálculo de vazão e pressão do sistema de pressurização da escada. independente do tipo de estrutura. individualizando a lotação por ambiente. 7) Carga de incêndio nas edificações e/ou área de risco a) indicar a carga de incêndio específica para as ocupações não listada na IT 09. 5) Saídas de emergências nas edificações: a) detalhes de degraus. c) detalhes de guarda-corpos. 4) porta corta-fogo. d) indicar os elementos corta-fogo: 1) parede corta-fogo de compartimentação. b) localização do ponto de captação de ar. b) detalhes de corrimãos. b) quando o sistema de iluminação de emergência for alimentado por grupo moto-gerador que não abranja todas as luminárias da edificação. . k) elementos de compartimentação de risco (parede e porta corta-fogo) da sala do grupo motoventilador. bem como as dimensões do dique de contenção. conforme Anexo A da IT 06. g) duto de entrada. árvores ou outro tipo de obstrução. os locais isentos de revestimento. d) largura das escadas. duto de saída. 9) Sistema de alarme e detecção de incêndio: a) localização pontual dos detectores. g) indicar barra antipânico (quando houver). f) largura das portas de saída de emergência. d) indicação da altura mínima livre. devem constar em projeto técnico a abrangência. h) nota indicando que a faixa de estacionamento deve ficar livre de postes. quando for o caso. g) o caminhamento dos dutos. e) localização da fonte de energia alternativa do sistema. e) detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança (quando houver). c) identificar em planta as áreas das estruturas protegidas com material resistente ao fogo e. b) indicar o isolamento proporcionado: 1) aba horizontal 2) aba vertical 3) afastamento de aberturas perpendiculares à parede corta-fogo de compartimentação. d) indicar a abertura nas fachadas.

f) localização do painel de alarme. aspersores. b) indicar os reservatórios do extrato formador de espuma (EFE). açude etc). p) juntar o memorial de cálculo do sistema de chuveiro automático. d) central do sistema. vazão e potência. e) indicar as especificações dos equipamentos envolvidos no cálculo. h) indicar os canhões monitores. g) juntar o memorial de cálculo do sistema de proteção por espuma. f) fonte alternativa de energia do sistema. 16) Sistema fixo de gases limpos e CO2: . tanques. vazão e potência. açude. g) quando forem usadas mangueiras de incêndio e esguichos com comprimentos e requintes diferentes. 15) Sistema de proteção por espuma: a) indicar os esguichos lançadores ou proporcionadores e canhões monitores. g) locais onde foram substituídos os chuveiros por detectores de incêndio. f) definição do maior risco a proteger. bem como. k) devem ser indicados os pontos de chuveiros automáticos em toda a edificação e área de risco. 13) Sistema de Chuveiros automáticos: a) localização das bombas do sistema com indicação da pressão. d)deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. devem ser indicadas as respectivas medidas ao lado do símbolo do hidrante. e) indicar as áreas dos costados e tetos dos tanques considerados no cálculo hidráulico. c) tipos de chuveiros especificados. deve ser indicada a capacidade ao lado de cada símbolo. b)quando forem usadas unidades extintores com capacidades diferentes de um mesmo agente. d) posição dos cabeçotes de testes. n) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento do sistema no barrilete. f) indicar a bomba de incêndio principal e jockey (quando houver) com indicação de pressão. indicar sua localização. i) toda a tubulação abrangida pelo cálculo deve ter seu diâmetro e comprimento cotado no esquema isométrico. j) devem ser apresentadas todas as tubulações de distribuição com respectivos diâmetros. etc). e) área de cobertura e localização das válvulas de governo e alarme (VGA) e dos comandos secundários (CS). 10) Sistema de sinalização de emergência: a) deve ser lançada uma nota referenciando o atendimento do sistema de sinalização de emergência de acordo com a IT 15 –Sinalização de emergência. 14) Sistema de resfriamento para líquidos inflamáveis e gases inflamáveis e combustíveis a) indicar as instalações. e) indicar o reservatório de incêndio e sua capacidade. i) deve constar o detalhe da sucção quando o reservatório for subterrâneo ou ao nível do solo. cilindros ou esferas de GLP. e com permanência humana constante. c) indicar os tanques considerados vizinhos ao tanque de maior risco. h) deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. d) indicar o registro de recalque bem como detalhe que mostre suas condições de instalação. f) indicar a vazão e pressão das bombas de incêndio. indicar sua localização. 11) Sistema de proteção por extintores portáteis ou sobre rodas: a) indicar as unidades extintoras. c) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento no barrilete.c) os sinalizadores sonoros e visuais. para os respectivos riscos. l) localização do registro de recalque. c) indicar as câmaras de espuma. 12) Sistema de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio: a) indicar os hidrantes ou mangotinhos. i) apresentar quadro que contenha as seguintes informações: 1) indicação do tanque 2) produto armazenado 3) volume 4) ponto de fulgor 5) diâmetro e altura do tanque 6) juntar o memorial de cálculo do sistema de resfriamento. bem como a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial com permanência humana constante. g) indicar a capacidade e a localização do reservatório de incêndio. quando o sistema de acionamento for automatizado. bomba de incêndio e registro de recalque. e. indicando volume e forma de armazenagem. b) indicar qual tanque é considerado o de maior risco para efeito de cálculo. m) quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lago. lagoa. a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial. e) painel repetidor (quando houver). lago. d) indicar as taxas de vazão para o resfriamento do tanque em chama e tanques vizinhos. e. conforme IT 15. j) quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lagoa. b) indicar as posições e detalhes da sinalização de emergência. b) área de aplicação dos chuveiros hachurada. o) indicar a capacidade e a localização do reservatório de incêndio. k) juntar o memorial de cálculo do sistema de hidrantes. h) deve constar a perspectiva isométrica completa (sem escala e com cotas). b) indicar as botoeiras de acionamento da bomba de incêndio.

e. b) indicar o sistema de exaustão. d) afastamentos entre tanques. e) sistema de proteção da central. b) indicar a capacidade dos cilindros. b) raio de ação do hidrante. 19) Comercialização.a) indicar a botoeira alternativa para acionamento do sistema fixo. b) indicar a botoeira de desativação do sistema de gases. telhados. c) vazão dos hidrantes. 20) Fogos de artifício: a) croqui das edificações limítrofes (ocupação identificada). estocagem e unidades de abastecimento de gás. g) indicar o tempo de retardo para evacuação do local. b) indicar as distâncias mínimas de afastamentos previstos na tabela I da NBR 12236/94. canhões monitores. d) traçado da rede de água que abastece os hidrantes com indicação de seus diâmetros. instalações. vertical ou horizontal). b) afastamentos dos limites do terreno e de postos de abastecimento de combustíveis. h) Juntar a planilha de cálculos utilizadas no dimensionamento da proteção dos tanques. b) indicar as vias de acesso a veículos de emergência. 26) Subestações elétricas: a) indicar as áreas destinadas aos reatores. 27) Cozinhas profissionais: a) indicar o caminhamento dos dutos de exaustão. e. b) indicar a capacidade de carga do heliponto 22) Cobertura de sapê. c) indicar as defensas das laterais do túnel. pisos. num raio de 100 metros. c) indicar o local de estacionamento do veículo abastecedor quando o gás natural for distribuído por este meio de transporte. distribuição e utilização de gás combustível comprimido (gás natural e distribuição): a) indicar os compressores. 21) Helipontos. edificações. bem como da capacidade total da central. e. quando houver. g) indicar medidas de segurança contra incêndio adotado. 25) Pátio de contêineres: Indicar as áreas de segregação de cargas e respectivas proteções. d) indicar os detalhes de corrimãos. limites de propriedades e dimensões das bacias de contenção. sua capacidade armazenada e ponto de fulgor. gases inflamáveis. capacidade e localização da reserva de incêndio. lajes de cobertura. d) indicar a bacia de contenção com drenagem do óleo isolante e a caixa separadora de óleo e água. 17) Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis: a) indicar tanques. f) indicar as rotas de fuga e as saídas de emergência. piaçava e similares: a) especificar o tipo de cobertura utilizada. d) local de estacionamento do veículo abastecedor. transformadores e reguladores de tensão. aspersores. 24) Túnel rodoviário: a) indicar a interligação dos túneis paralelos (quando for o caso). e. e. . h) indicar o sistema de drenagem de líquidos e bacia de contenção. e. Indicar o caminhamento da tubulação de distribuição do gás natural. dentre outros. quando o abastecimento for a granel. c) afastamentos das divisas de terrenos. b) detalhe em planta das espessuras das paredes. e. e. c) indicar tipo de superfície do tanque (teto flutuante ou fixo). c) localização de fogões. e) Indicar a bateria de cilindros de gases. c) indicar as paredes corta-fogo de isolamento de risco utilizadas no local. e) o produto químico. i) juntar o memorial de cálculo do sistema de gases limpos e CO2. c) indicar a central do sistema de detecção e alarme. heliportos ou área de pouso e decolagem ocasional (APDO): a) sinalização do heliponto conforme previsto na IT 26 – Heliponto e Heliporto. vias públicas. e) indicar as áreas de refúgio. e g) indicar a pressão manométrica medida no topo do tanque para que se possa utilizar as tabelas de afastamentos. para postos que comercializem gás combustível comprimido. coifas e similares. registro de recalque e forma de acionamento do sistema. cilindros ou esferas considerados de maior risco para elaboração dos cálculos. d) localização da central de GLP (quando houver). temperaturas de queima e poder calorífico do produto. j) indicar o sistema do circuito interno de televisão. subterrâneo. quando for o caso. b) indicar o sistema fixo de extinção a ser instalado. comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP): a) localização da central de GLP. e. 23) Hidrantes públicos: a) posicionamento dos hidrantes. f) distribuição dos hidrantes. b) indicar tipo de tanque (elevado. bomba de incêndio. e) detalhamento do sistema de água nebulizada para os casos de subestação compartilhada. i) indicar o sistema de comunicação interna. f) indicar as áreas protegidas pelo sistema fixo de gases. armazenamento. áreas edificadas no mesmo lote e local de risco. fogos de artifício ou seus depósitos. h)deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. 18) Proteção contra incêndio nos locais de manipulação. d) indicar os detectores de incêndio.

d) o interessado deve comparecer ao CBMMG com o comprovante de pagamento da taxa de segurança pública respectiva (TSP) e após a análise. b) após aprovado. Prefeitura Municipal e na hipótese da alínea c.1 o RT deverá apresentar um CD não regravável. tais como: tipos e quantidades de escadas. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio. b) a mudança de ocupação da edificação e área de risco com ou sem agravamento de risco que implique: 1) no redimensionamento dos elementos da saída de emergência.4 Apresentação do Projeto técnico para análise junto ao CBMMG a) o Projeto técnico deve ser apresentado em uma via no formato correspondente na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG. tais como: nível de proteção.7 Substituição ou atualização do Projeto técnico 5.1.4 desta IT.5 Prazos de análise a) o Serviço de Segurança Contra Incêndio tem o prazo máximo de 15 (quinze) dias úteis para analisar o Projeto técnico.1.1.1.1. o Corpo de Bombeiros disponibilizará ao interessado a aprovação ou emitirá um relatório. c) a mudança de leiaute da edificação e área de risco que implique na adoção de nova medida de segurança. disposição do sistema de segurança contra incêndio e pânico (sinalização de saída de emergência. Nota: Nos casos previstos no item 5. área e largura da saída de emergência.1. iluminação de emergência. distância de rede elétrica. e. 5. vazão. c) constatada a inabilitação técnica do responsável técnico que atuou no Projeto técnico. conforme cada caso. f) havendo indício de crime o responsável pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio deve comunicar o fato ao Ministério Público. A fidelidade das cópias e do CD com o projeto original.T. contendo cota dos perímetros.1. contendo o projeto completo. espaçamento médio das descidas.1. contendo o projeto completo nos termos da alínea b do item 5. e. etc). reservas ecológicas e quaisquer outras sensíveis à ação dos fogos de artifícios. conforme IT 35. para fins de arquivo no CBMMG. b) o Projeto técnico deverá ser analisado conforme ordem cronológica de entrada. extintores. pontos de equalização de potenciais e aterramento e bitola dos condutores. não prevista no projeto anterior. 29) Segurança contra incêndio em edificações históricas: Memorial descritivo do cálculo do coeficiente de segurança mínimo adotado. Nesta ocasião deverá ser apresentado também um CD não regravável com capa acrílica.1. carimbe e devolva-as ao requerente. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior). vazão. nº de descidas. cota dos perímetros.1.7. tais como: pressão. estacionamento. método aplicado. ao Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia do Estado de Minas Gerais (CREA-MG).7. o interessado deverá apresentar no mínimo uma e no máximo três cópias do projeto para que o CBMMG rubrique. ao tempo da aprovação.6 Cassação a) a qualquer tempo o CBMMG pode anular a aprovação do Projeto técnico que não tenha atendido todas as exigências da legislação vigentes à época da aprovação. c) memorial descritivo contendo todos os dados técnicos da instalação. constando as irregularidades nos sistemas projetados e a formulação de outras exigências.1 Substituição do Projeto técnico: A edificação ou área de risco que se enquadrar dentro de uma das condições abaixo relacionadas.1. acesso. para o ato praticado. analisado e aprovado pelo CBMMG é de inteira responsabilidade do R. 5. veículos edificações. lotação e outros. portas. c) nota em planta constando: 1) equipe médica necessária. 5. incolor devidamente identificado. conforme público previsto para o evento. devem ter o seu Projeto técnico substituído: a) a ampliação de área construída que implique em: 1) redimensionamento dos elementos da saída de emergência. tais como: tipos e quantidades de escadas. lotação e outros. b) croqui da área em formato A3 ou A2 contendo planta baixa. 30) Eventos temporários: a) planta baixa. portas.1. 5. responsável técnico. e) o ato de anulação deve ser comunicado ao proprietário/responsável pelo uso. b) o Projeto técnico anulado deve ser substituído por novo Projeto técnico. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior). c) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário. 2) número de brigadistas previstos. hidrantes. se for o caso.1. rampas. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio. acesso. d) o aumento da altura da edificação e área de risco que implique: . rampas. c) a ordem do item anterior pode ser alterada para o atendimento das ocupações ou atividades temporárias. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente. b) detalhes de pontos importantes da instalação como conexões e pontos de medição e aterramento. d) o acesso às informações do processo que originou a anulação do ato de aprovação do Projeto técnico deve ser disponibilizado aos interessados. tais como: pressão. deve ser procedida a anulação do ato de aprovação do Projeto técnico.28) Sistema de proteção contra descargas atmosféricas: a) plantas baixas e cortes da edificação mostrando o encaminhamento dos condutores e transição entre níveis. alarmes audiovisuais.1. baseado na legislação vigente à época da elaboração do Projeto técnico anulado. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente.

b) cartão de identificação (anexo A). bem como os documentos indicados no item 5.T deverá apresentar no mínimo uma e no máximo duas cópias para que o CBMMG rubrique. g) documentos complementares solicitados. lotação e outros. cartão de identificação. Nota: A fidelidade das cópias e do CD com o projeto original.1: 5. especificados em Instruções Técnicas.1.2 Projeto Técnico Simplificado O Projeto Técnico Simplificado será analisado e vistoriado mediante procedimento sumário.1. para fins de regularização no CBMMG. que deve ser juntada na via que fica no Corpo de Bombeiros. São aceitas as modificações ou complementações desde que não se enquadrem nos casos previstos no item 5. 5.1. quando este transferir seu poder de signatário. d) planta baixa. c) formulário de segurança contra incêndio para PTS (anexo K).1 5.1. houver acúmulo de plantas que dificultem a compreensão e o manuseio do Projeto técnico por parte do Serviço de Segurança Contra Incêndio. por meio de documentos encaminhados ao Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. d) o setor de vistoria do CBMMG fará uma analise prévia encaminhando resposta do FAT ao interessado juntamente com uma cópia das plantas devidamente rubricadas. constando às medidas de segurança contra incêndio e pânico.7.1.1. a decisão para substituição do Projeto técnico caberá ao Diretor de Atividades Técnicas e nos BBM.T.3 Condições gerais a) o responsável pela edificação que se enquadre no presente procedimento poderá obter orientações no Serviço de Segurança Contra Incêndio da Unidade do Corpo de Bombeiros quanto à proteção necessária. 5.1. 5. atestando formalmente ao interessado que as medidas de segurança contra incêndio e pânico atendem ou não ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais. o R. f) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto técnico.2.2.779/04.4 desta IT. analisado e aprovado pelo CBMMG é de inteira responsabilidade do R. Companhias e Pelotões ao respectivo comandante. tais como: pressão. o RT ou responsável pela edificação poderá obter orientações no Serviço de Segurança Contra Incêndio da Unidade do Corpo de Bombeiros quanto à proteção necessária.1) no redimensionamento dos elementos da saída de emergência. e) sempre que em decorrência de ampliações ou diversas alterações. c) a edificação ou área de risco a construir que se enquadre no presente procedimento. por meio de Projeto Técnico. tais como: tipos e quantidades de escadas. em atenção a pedido fundamentado do Chefe do Serviço de Segurança Contra Incêndio. portas. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente. b) depois de aprovado em vistoria. quando for o caso. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior). potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio. via Formulário para Atendimento Técnico(FAT).2 Composição a) pasta do Projeto técnico em uma via. carimbe e devolva-a ao requerente. devendo encaminhar em pasta de projeto técnico o FAT.1. previsto no item 5. i) comprovante de pagamento da Taxa de Segurança Pública. duas cópias das plantas das medidas de segurança contra incêndio e pânico e a Taxa de Segurança Pública. .1.1. cuja vistoria do CBMMG não poderá ocorrer nos prazos previstos nesta IT.7. e) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário.4 Apresentação para avaliação e vistoria junto ao CBMMG a) o Projeto Técnico Simplificado deve ser apresentado em uma via no formato correspondente na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG e será encaminhado para a Seção de Vistoria. quando necessário.1. vazão.2 não podem ser apresentadas.2.1. nesta ocasião deverá ser apresentado também um CD não regravável. Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária ou Projeto técnico para Ocupação Temporária em Edificação Permanente. para fins de arquivo no CBMMG. podendo inclusive apresentar plantas para melhores esclarecimentos.1. e b) as edificações definidas no item 5. que ficam apensos ao Projeto técnico devendo juntar ao FAT o comprovante de pagamento da taxa de segurança pública respectiva (TSP).1.2 Atualização do Projeto técnico: É a complementação de informações ou alterações técnicas relativas ao Projeto técnico aprovado. nos casos previstos no Decreto 43. 5. acesso.2.2. rampas. contendo o projeto completo. nos termos da alínea b do item 5. h) memorial de cálculos de rotas de fuga e outros. se for o caso.2. complementando a Taxa de Segurança Pública. e) procuração do proprietário.1 Características da edificação e/ou área de risco O Procedimento Sumário é utilizado na apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e/ou áreas de risco com área até 750 m² que não atendam aos requisitos para Projeto Técnico. por ocasião da vistoria o RT deverá encaminhar ao CBMMG a pasta do projeto técnico com resposta do FAT e plantas das medidas previstas devidamente autenticadas pelo CBMMG.

Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio. f) completada a orientação. deverá ser solicitada pelo R. . o Serviço de Segurança Contra Incêndio pode declinar do princípio da cronologia e realizar a análise no menor prazo possível desde que o projeto atenda aos requisitos da IT 33.3.1. d) se no interior da edificação permanente for acrescida instalação temporária tais como boxe. rodeios. shows artísticos entre outros . e) ART do responsável técnico sobre: 1) lona de cobertura com material retardante de ignição (quando houver). arquibancadas. em uma via para análise. cada vez que for montada a instalação ou ocupação. c) indicação de todas as dependências. 8) grupo moto-gerador. sempre com a cota da respectiva área. caso não haja irregularidades. exceto o cartão de identificação. quando este transferir seu poder de signatário.1. b) a edificação e área de risco permanente deve atender todas as exigências de segurança contra incêndio previstas no Decreto Estadual ou legislação a que foi submetido o projeto para aprovação. g) a TSP da direito a uma vistoria. h) depois de instalada toda a proteção exigida. (anexo A). o R. entre outros.2 Composição a) cartão de Identificação. 5. não há a necessidade de se refazer a documentação.3. b) aprovado. do processo ou pelo responsável pelo uso ou pelo proprietário a respectiva vistoria e emitido o respectivo Auto de Vistoria. estande.3. 4) palcos. b) lotação da edificação e área de risco. centrais de gases inflamáveis. e) a apresentação em folha tamanho até A0. brinquedos de parques de diversões. b) pasta do Projeto técnico. j) a pasta deve ser devolvida ao interessado juntamente com a emissão do AVCB. com cotas de todos os perímetros. áreas de riscos. parques de diversão. 5) armações de circos. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve orientar o interessado sobre todas as condições de segurança contra incêndio exigidas. e deve ser apresentada no Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros da localidade.1 Características da instalação Instalações tais como: circos. c) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário. sendo que uma das pastas deve ser devolvida ao interessado e a outra pasta deve ficar arquivada no Serviço de Segurança Contra Incêndio do município de origem. 5.3.f) o interessado deve comparecer ao Corpo de Bombeiros com o comprovante de pagamento da Taxa de Segurança Pública (TSP) correspondente a vistoria.1. a critério do interessado. 5.1.T.4 Apresentação para avaliação junto ao CBMMG a) o Projeto Técnico para Instalação e ocupação temporária deve ser apresentado. áreas e larguras das saídas. todos os documentos devem receber carimbo padrão de aprovação. esta instalação deve ser regularizada de acordo com o item 5. e. enfim. d) os símbolos gráficos dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio conforme IT 03 . c) se for acrescida instalação temporária em área externa junto à edificação permanente.T deverá apresentar no mínimo uma e no máximo duas cópias para que o CBMMG rubrique. f) planta das medidas de segurança contra incêndio ou croqui. após este prazo a edificação passa a ser regida pelas regras do item 5. feiras agropecuárias. formulário de segurança contra incêndio e ART.1. com validade somente para o endereço onde esteja localizada a instalação à época da vistoria. 5. prevalece à proteção da edificação permanente desde que atenda aos requisitos para a atividade em questão. devem ser apresentados no Serviço de Segurança Contra Incêndio. 7) outras montagens mecânicas ou eletroeletrônicas.3 Planta de instalação de ocupação temporária A planta deve conter: a) toda área. bem como a respectiva documentação necessária. feiras de exposições. assinado pelo proprietário e responsável técnico. g) a pasta do interessado deve acompanhar a instalação ou a ocupação em todo o Estado de Minas Gerais. 5.1.1. equipamentos. tudo o que for fisicamente instalado.1. i) nos demais municípios. toda vez que solicitar nova vistoria.1.3 Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária 5. arenas e outras áreas destinadas à permanência de público. Isto se fará diante do Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros com atribuições no município. juntamente com a pasta. instalações. palcos. e) nesta primeira ocasião. d) a pasta contendo a documentação deve ser formada quando do início das atividades ou quando da primeira vez que houver presença no Estado de Minas Gerais.3.4 Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente É o procedimento adotado para evento temporário em edificação permanente e deve atender as seguintes exigências: a) o evento temporário deve possuir o prazo máximo de 6 (seis) meses de duração. 2) arquibancadas e arenas desmontáveis. k) devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação. Estes documentos. 3) brinquedos de parques de diversão. carimbe e devolva-a ao requerente.devem ser desmontadas e transferidas para outros locais após o prazo máximo de 06 (seis) meses. c) formulário de segurança contra incêndio (anexo B) d) procuração do proprietário. juntamente com as exigências para a atividade temporária que se pretende nela desenvolver. 6) instalações elétricas. onde devem ser conferidos para a realização da vistoria e conseqüente liberação.

proprietário ou responsável pelo uso. p) o projeto técnico de edificações existentes aprovados. através de tradutor juramentado. 3) não possua sistemas fixos instalados (hidrante.2. até a sua aprovação final. desde que devidamente autenticados.1. l) o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve orientar o interessado para cumprimento das disposições do Decreto Estadual de Regulamentação de Lei de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. anexada ao Projeto técnico no ato de sua entrega para análise.1. i) quando for emitido relatório de irregularidades constatadas na análise do Projeto técnico pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio. g) na ampliação ou reforma. h) todas as páginas dos documentos onde não haja campo para assinatura. serão as constantes nas tabelas 8 e 8A do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais).1 A vistoria do CBMMG na edificação é realizada mediante solicitação do proprietário.3 O interessado solicitará o pedido de vistoria na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros indicando o número do Projeto Técnico aprovado.2 Qualquer pessoa munida dos documentos préestabelecidos pode protocolar a solicitação de vistoria da edificação e área de risco.1. 5.2. desde que a edificação atenda aos seguintes requisitos: 1) mesmo uso/ocupação da tabela 8 A. 2) área menor que 1.2.4 Caso o interessado não saiba informar o número do Projeto técnico.3. com base em legislação municipal.1. o) nas atualizações ou substituições realizadas em projetos aprovados.1. 5. ao proprietário ou responsável pelo uso.5 É obrigatória a assinatura da ART pelo contratante (proprietário ou responsável pelo uso).5 Generalidades Para a apresentação de projeto técnico devem ser observadas as seguintes disposições gerais: a) cada medida de segurança contra incêndio deve ser dimensionada conforme o critério existente em uma única norma. 5.1 Solicitação de vistoria 5.200 m2 e altura inferior a 12 metros. 5. esclarecendo o fato ocorrido.4.2. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve realizar a pesquisa pelo endereço. deve-se seguir a legislação pertinente. o interessado poderá apresentar por meio de Formulário Técnico(FAT) pedido de reconsideração de ato. etc).2 Apresentação do procedimento para avaliação junto ao CBMMG Conforme seções 5. esclarecendo as providências adotadas.3 e/ou 5. dispensando símbolos e brasões neles contidos. b) é permitido o uso de norma estrangeira.10 desta IT. n) as exigências de medidas de segurança contra incêndio e pânico nas edificações que tiverem seus projetos arquitetônicos protocolados nas Prefeituras Municipais até 01 de Julho de 2005. quando tratar-se de eventos temporários em edificações permanentes em locais diferentes.1. f) devem ser adotados os modelos de documentos exemplificados nas Instruções Técnicas para apresentação nos Processos Técnicos.2. o interessado deve encaminhar resposta circunstanciada sobre os itens emitidos.1. 5. poderá ser atualizado ou substituído com base nas exigências da tabela 8 A do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5. o interessado poderá solicitar recurso em primeiro.2. deverá apresentá-la. os sistemas de proteção instalados em edificações terão validade para qualquer definição de qualquer exigência relativa a proteção contra incêndio e pânico.4. ao analista.3.1.2 Procedimentos de vistoria 5. para que o Projeto técnico possa ser reanalisado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio. c) se o responsável técnico fizer uso de norma estrangeira. k) do indeferimento do pedido de reconsideração de ato. m) nos casos de extravio de protocolo de análise. chuveiros automáticos. j) quando houver a discordância do interessado em relação à notificação emitida durante a análise.5. 5.1. 5. d) a norma estrangeira deverá ser apresentada sempre em seu texto total e traduzida para a língua portuguesa. e pelo responsável técnico. o responsável técnico. devem ser rubricadas pelo responsável técnico ou proprietário ou responsável pelo uso. quando o sistema de segurança estabelecido oferecer melhor nível de segurança. e) a medida de segurança contra incêndio não exigida ou dimensionada acima dos parâmetros normalizados deve ser orientada por escrito.2.1.1 Composição Conforme seções 5. o qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes.1. responsável pelo uso ou responsável técnico com a apresentação dos documentos constantes do item 5.1. .2. quanto a não obrigatoriedade daquela medida ou parte dela.1.6 Podem ser apresentadas cópias dos documentos especificados nos itens especificados em 5. vedado o uso de mais de um texto normativo para uma mesma medida de segurança contra incêndio.4. pelo analista. detecção e alarme de incêndio.4. com base em legislação municipal. obrigatoriamente.1. devidamente fundamentado.2 e/ou 5.3.4.1. Nota: O projeto técnico com as medidas de segurança contra incêndio e pânico deverá atender aos parâmetros estabelecidos no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais e nas Instruções Técnicas. quando não for possível atuar o mesmo responsável técnico pelo processo originalmente apresentado.1.1.4. excetuando as alíneas g e i da seção 5. segundo e terceiro grau nos termos do item 5. deverá encaminhar uma solicitação por escrito ou formulário para atendimento técnico (FAT) ao serviço de segurança contra incêndio.

5. especificando a área a ser vistoriada. 5. o qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes.11 Quando um Projeto técnico englobar várias edificações que atendam aos critérios de risco isolado e que possuam sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio instalados e independentes.2. o interessado deve apresentar na seção de protocolo o último relatório de vistoria (original ou cópia) emitida pelo vistoriador.4 Nos casos de Projeto técnico regidos por legislação anterior ao Decreto 44.2.1. exceto se não estiver cumprindo as normas em vigor.2. na entrada da edificação e áreas de risco.2.2.2.2. segundo e terceiro grau nos termos do item 5. o CBMMG deve fornecer um protocolo de acompanhamento da vistoria que contenha um número seqüencial de entrada.7 Deve ser recolhido a taxa de segurança pública (TSP) junto a instituição bancária autorizada.1.1. 5.2. 5. 5.12 Devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação.10 desta IT.4.2.2. deve ser substituído.2. liberar ou notificar pequenas variações entre o processo e a execução. o interessado deve esclarecer posteriormente por meio de Formulário de Atendimento Técnico (FAT) a proteção adotada para avaliação no Serviço de Segurança Contra Incêndio.1.2.2.2.2.1 O responsável pela edificação a ser vistoriada deve prover de pessoa habilitada com conhecimento do funcionamento dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios para que possa manuseá-los. 5.3 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 5. onde deverá ser submetido a reanálise.8 Para a solicitação de vistoria de área parcialmente construída.5 No caso do item 5.Evento Temporário.2.2. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve declinar do princípio da cronologia. 5.2 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 5. deve ser encaminhado ao Serviço de Segurança Contra Incêndio o Formulário para Atendimento Técnico.12 Os sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios e pânico instalados na edificação.9 Quando ocorrer à necessidade de nova vistoria na edificação ou área de risco devido às irregularidades constatadas em vistoria anterior. o relatório de vistoria com os itens verificados e um termo de autorização assinado pelo chefe da vistoria e vistoriador deverá ser anexado ao projeto técnico. de acordo com a área especificada no Projeto técnico a ser vistoriado. sempre que possível. será correspondente a área solicitada. e não previstos no Projeto técnico. pedido de reconsideração de ato devidamente fundamentado.2.14 O vistoriador tem discricionariedade para.2.1. e realizar a vistoria do Projeto técnico para Instalações e Ocupações Temporárias e do Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente no menor prazo possível.9 O pagamento da TSP para área parcialmente construída. após aprovação junto ao chefe da vistoria.2.1. 5. No caso de liberação. deve ser emitido o Auto de Vistoria mediante a apresentação de termo de compromisso do proprietário. quando constatado em vistoria que os equipamentos instalados conforme o Projeto técnico. porém. podem ser aceitos como sistemas adicionais de segurança. desde que atendam aos critérios de risco isolado previstos na IT 05 .2.2. ao vistoriador.10 É permitida a vistoria para áreas parcialmente construídas. desde que o projeto atenda os requisitos da IT 33 .2. 5. Neste caso não será emitido o Auto de Vistoria.7 Quando constatado em vistoria que o Projeto técnico possui alguma irregularidade passível de cassação. 5. caso não atenda às condições previstas na legislação vigente à época.2. será permitida a vistoria para áreas parciais desde que haja condição de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros e as respectivas guarnições. 5. este poderá apresentar. o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter. o vistoriador deverá encaminhar o Projeto técnico para o Serviço de Segurança Contra Incêndio.14 Deve ser observada pelo Serviço de Segurança contra incêndio a ordem cronológica do número seqüencial de entrada para a realização da vistoria. Estes equipamentos deverão seguir os parâmetros previstos em normas. 5.2.2.2. o interessado poderá solicitar recurso em primeiro. que atendam às exigências de segurança contra incêndio vigente à época. desde que estas variações não ensejam motivos para atualização. desde que não interfiram na cobertura dos sistemas originalmente previstos no Projeto técnico.7. uma placa indicativa contendo a lotação máxima permitida. se não for possível avaliar no local da vistoria a interferência do sistema de proteção adicional.1. A liberação somente ocorrerá. para apresentação de novo Projeto Técnico atualizado de acordo com as exigências previstas na legislação à época da aprovação do Projeto.2.1 deve implicar na apresentação de novo Projeto técnico.2. 5. segundo critérios de conveniência e oportunidade.2.5.270.2.2. deve implicar na atualização do Projeto técnico.2. deve ser emitido o relatório de vistoria ao interessado notificando as irregularidades.13 Após o pagamento da respectiva TSP. por meio de Formulário de Atendimento Técnico.2. 5. não atendem as exigências de segurança contra incêndio vigentes à época.6 O Projeto técnico que for substituído por iniciativa do interessado somente para regularizar em planta as medidas de segurança contra incêndio que não constavam no Projeto Técnico anterior.8 Cópia da irregularidade ou a aprovação da vistoria deve ser anotada no relatório de vistoria. substituição ou cassação da aprovação/liberação.1. quando constatado em vistoria a existência de sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio instalados na edificação que não estejam previstos no Projeto técnico original e que seja possível avaliar no local.2. 5. 5.1.2. sempre que possível. 5. . 5. modificação. Neste caso não será emitido o Auto de Vistoria até o atendimento dos itens pendentes. 5.2. 5. O não cumprimento deste termo ensejará a não emissão de novo AVCB.10 Quando houver a discordância do interessado em relação ao relatório emitido durante vistoria.2.Separação entre edificações.13 Em local de reunião de público.1. quando da realização da vistoria.2.1.1.2 Durante a vistoria 5. que deve ser deixado pelo vistoriador na edificação e áreas de risco com o acompanhante mediante recibo.7. após dois anos. conforme anexo L.11 Indeferido o pedido de reconsideração de ato. 5.2.

5 Nos casos de extravio do protocolo da vistoria.10 Quando houver edificação e áreas de risco onde seja solicitado a emissão de AVCB para áreas construídas e endereços distintos.3.3. 5. e havendo uma quarta reincidência a edificação terá o AVCB cassado. sujeita o infrator às sanções administrativas: a) advertência. após a formalização da advertência escrita.3.3 Da multa e interdição dos estabelecimentos. dentro do mesmo Projeto Técnico. 5.0645 a 2.2. nova multa será aplicada na primeira reincidência e assim sucessivamente. b) multa.5.9 Após emissão do AVCB para a edificação e áreas de risco o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter o AVCB original ou cópia na entrada da edificação e áreas de risco em local visível ao público. 5. 5.3. 5.2.3. desde que não seja caracterizada situação de nível IV ou Risco Iminente de Incêndio ou Pânico devidamente fundamentado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. que possua AVCB e procedido à advertência e multas. informando a cassação do AVCB. onde o respectivo serviço de segurança contra incêndio deve emitir a fotocópia com a autenticação do CBMMG.2.3. de forma a permitir que o responsável tenha tempo para corrigir as irregularidades. constatado o descumprimento das medidas de segurança contra incêndio e pânico previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais ou norma técnica regulamentar. Neste caso. 5. obedecida à ordem alfabética. 5. 5.3 Após a primeira multa os períodos previstos para a aplicação de novas multas por reincidência deverão ser de no mínimo 30 dias. 5.3.3.8 O AVCB somente pode ser emitido para edificação e área de risco que tenha todas as medidas de segurança contra incêndio e pânico instaladas e em funcionamento. 5.2.1 e 5. apenas é incluído no AVCB o nome de um profissional.2. deve ser emitido pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.3. para a cassação do AVCB.3. 5.1 Após a realização da vistoria na edificação e área de risco e aprovação pelo vistoriador. podem ser emitidos os AVCB para as respectivas áreas.2. c) interdição.4 A retirada do AVCB no protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio só é permitida com a apresentação do respectivo protocolo de vistoria.2. será aplicada na primeira vistoria.2 Multa 5.2.3.3.1 Advertência escrita A advertência escrita em forma de notificação.2. seguido do termo “e outros”.1 Quando constatado pelo CBMMG que ocorreram alterações prejudiciais nas medidas de segurança contra incêndio e pânico da edificação ou área de risco.11 Os AVCB devem ser emitidos especificando a área total aprovada no Projeto Técnico e a área parcial referente à subdivisão requerida. Deverá ser recolhida a TSP para segunda via. conforme previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.9216 UFEMG (Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais).3.3.3 Quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndios existentes na edificação e área de risco. o respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).3.2.2 Persistindo a infração. o responsável técnico. repetindo-se o valor da segunda reincidência na terceira.2.2 O responsável técnico que deve ter seu nome incluso no Auto de Vistoria.2 Para a avaliação da irregularidade constatada na instalação ou funcionamento da medida de segurança contra incêndio e pânico deve ser levado em consideração à possibilidade da reparação imediata e ininterrupta pelo proprietário ou responsável pelo uso. A inobservância do disposto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.3.3.3.2. deve ser instaurado o procedimento administrativo pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.3.3. 5.3.7 Nos casos de extravio da primeira via do AVCB. de acordo com o Projeto técnico aprovado. será aplicada multa de 80.2. deve o proprietário ou responsável pelo uso encaminhar solicitação por escrito ou FAT ao Serviço de Segurança Contra Incêndio. persistindo a conduta infracional.3.4. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito ou Formulário para Atendimento Técnico (FAT) ao Serviço de Segurança Contra Incêndio. .3. 5. respeitando a complexidade da medida de segurança.2.3.1 Sessenta dias. esclarecendo o fato ocorrido.401. 5. o solicitante deve recolher a TSP para emissão de novo AVCB. será o profissional que se responsabilizou pela emissão da ART de instalação das medidas de segurança contra incêndio.4 O proprietário ou responsável pelo uso poderá recorrer do ato de cassação por meio de recurso junto ao Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros. 5. 5.3 Verificado que o proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação e área de risco não tomou as providências necessárias para a reparação das irregularidades.2. 5.3 Emissão do Auto de Vistoria do CBMMG 5.6 A via original do AVCB deve ser devolvida ao Serviço de Segurança Contra Incêndio.3 Cassação do Auto de Vistoria do CBMMG A cassação será aplicada quando constatada pelo CBMMG sua ilegitimidade ou ilegalidade e pelo reiterado descumprimento das notificações. conforme especificado nos itens 5. o serviço de segurança contra incêndio deve emitir ofício ao interessado.3. que ensejará em interdição do estabelecimento ou área de risco.3.2.3.4 A multa será dobrada na primeira reincidência.2.2.3. e multiplicada por três na segunda. esclarecendo o motivo do pedido. 5. 5. 5. conforme especificado no item 5.3. 5. quando houver necessidade de nova remição por mudança de dados apresentados erroneamente pelo interessado.

5.4. não podendo ultrapassar o prazo máximo de 6 (seis) meses. com o comprovante do pagamento da TSP referente ao serviço de vistoria. devendo ser apresentada no ato da vistoria nota fiscal dos extintores de empresas devidamente credenciadas no CBMMG.5 Prazos de auto de vistoria 5.3.6 O proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação ou área de risco é responsável pela manutenção .4 O prazo máximo para realização de vistoria pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio é de 15 (quinze) dias úteis.5 O CBMMG deve providenciar a cassação do AVCB.1. mediante recolhimento da respectiva TSP.3.4. 5.4. desde que a edificação e área de risco permaneça com as medidas de proteção contra incêndio e pânico previstas no projeto em condições de utilização e manutenção adequadas. e) de instalação e/ou manutenção do revestimento dos elementos estruturais protegidos contra o fogo.2 Para Projeto técnico de Instalação e Ocupação Temporária e Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente. saídas de emergência. após a conclusão do procedimento.5.5 Pode ser emitida uma única ART.4. Plano estabelecido em função dos riscos da edificação e áreas de risco para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência.4 A ART de manutenção é exigida durante fiscalização do Corpo de Bombeiros. 5. alarme de incêndio.4.6. deverá ser paga a TSP equivalente à área a ser vistoriada. quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas. Caso sejam constatadas irregularidades pelo vistoriador. 5.6. 5. 5.6.5.6.3. Anotação de Responsabilidade Técnica: a) de instalação e/ou de manutenção das medidas de segurança contra incêndio e pânico (hidrantes e mangotinhos. 5.8 Plano de intervenção de incêndio (quando da renovação do AVCB).6 Disposições gerais da vistoria 5.10 Memorial de Segurança contra Incêndio das Estruturas Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos revestimentos das estruturas contra ação do calor e outros conforme IT 06. o prazo de validade do AVCB deverá ser para o período da realização do evento. e só deve ser válido para o endereço onde foi efetuada a vistoria. 5. iluminação de emergência. 5.4 Documentos necessários para a solicitação de vistoria de acordo com o risco e/ou medida de segurança existente na edificação e áreas de risco 5. c) de instalação e/ou manutenção do grupo moto gerador.6 Podem ser emitidas várias ART desmembradas com as respectivas responsabilidades por medidas específicas. i) de instalação e/ou manutenção do sistema de controle de fumaça. autonomia e automatização.6. f) de inspeção e/ou manutenção de vasos sob pressão. 5. não deve ser recolhida nova TSP. 5.7 Atestado de brigada contra Incêndio Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teóricos e práticos de prevenção combate a incêndio e pânico.4.3 O pagamento da TSP de vistoria dá direito a realização de uma vistoria. g) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de chuveiros automáticos.4 Interdição A pena de interdição será aplicada sempre que houver situação de nível de segurança IV e/ou risco iminente devidamente fundamentado.3.1 As alterações de dados referentes ao Projeto técnico de proteção contra incêndios que não impliquem na substituição. d) de instalação e/ou manutenção do sistema de pressurização da escada de segurança.4.3. devem ser encaminhadas por meio de Formulário para Atendimento Técnico juntamente com cópias de documentos autenticadas que comprovem o teor da solicitação. h) de instalação e/ou manutenção do sistema de detecção de incêndio.5.Fica dispensada a apresentação de ART de instalação de extintores.2 A Anotação de Responsabilidade Técnica deve ser emitida para os serviços específicos de instalação e/ou manutenção das medidas de segurança contra incêndio previstas na edificação e áreas de risco. b) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de utilização de gases inflamáveis.6 A Prefeitura e o Ministério Público devem ser informados por ofício sobre o ato de cassação do AVCB. 5. 5. 5. extintores. 5. 5. 5.4.3 A ART de instalação é exigida quando da solicitação da primeira vistoria da edificação e áreas de risco. 5. 5.1 O AVCB tem validade de 02 anos.4. quando houver apenas um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas.6. sinalização de emergência e compartimentação horizontal e vertical e outros).9 Atestado de abrangência do grupo motogerador (GMG) Documento que contém informações sobre a abrangência. j) de instalação e/ou manutenção do emprego de material de acabamento e revestimento k) outros.5 Quando o retorno de vistoria for provocado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.4. NOTA . disponibilizando o acesso às informações referente ao processo aos interessados. 5.2 O interessado deve comparecer na Unidade do CBMMG com atribuição no município onde se localiza a edificação.

A solicitação de vistoria por autoridade pública só pode ser realizada nos casos em que o interessado pela vistoria seja o responsável pelas edificações ou área de risco da administração pública. c) estudo preliminar como forma de garantir ao interessado a manutenção de exigências de futuro Projeto técnico. b) analisar.7. 5.1 O Formulário para Atendimento Técnico deverá ser utilizado nos seguintes casos: a) para solicitação de substituição e retificação do AVCB. 5.1 A solicitação do interessado pode ser feita no modelo do anexo F ou modelo semelhante confeccionado com recursos da informática e pode ser acompanhado de documentos que elucidem a dúvida ou comprovem os argumentos apresentados.7. que trata da consolidação da legislação tributária do Estado de Minas Gerais. bem como para solucionar os casos especiais.6.4 Competência Podem fazer uso do presente instrumento.9.1 Apresentação A solicitação de vistoria pode ser feita via ofício com timbre do órgão público. 5. 5.1 É um grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG. Chefe do Estado-Maior e do Diretor de Atividades Técnicas. 3) utilização de novos sistemas construtivos ou de novos conceitos de sistemas de segurança contra incêndios.3 O acionamento do Corpo Técnico para as questões especificadas no item 5. 5.8.7 Formulário para atendimento técnico dezembro de 2003.7.7. que altera a Lei 6. 2) utilização de normas internacionais. ou a autoridade solicitante tenha competência para impor aos proprietários de edificações privadas e públicas a vistoria. o proprietário. seu procurador ou o responsável técnico.7. 5.9.3 Apresentação 5.3.2 O interessado quando do preenchimento do Formulário para Atendimento Técnico deve propor questão específica sobre aplicação da legislação. atendendo à Lei que regulamenta a TSP. o interessado fica isento do pagamento da TSP.6.2 A TSP deve ser recolhida através dos bancos e conta corrente indicados pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio com atribuições no município onde está localizada a edificação (ou meios eletrônicos que permitam prova inequívoca do pagamento). 5. inclusive recursos ou quando da necessidade nas decisões de assuntos relacionados aos sistemas e medidas de segurança contra incêndio e pânico. 4) casos em que o Serviço de Segurança Contra Incêndio e pânico não possua os instrumentos adequados para a avaliação em análise e/ou vistoria. d) para pedido de reconsideração de ato praticado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio (Notificações de análises e vistoria). a exemplo de: 1) solicitação de isenção de sistemas de segurança contra incêndios.3.7.7. 5.e funcionamento dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio sob pena de cassação do AVCB.8.2 O Corpo Técnico poderá ser utilizado nas fases de análise. avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas no regulamento de incêndio. 5. ou.7. motivação do pedido e identificação do funcionário público signatário. endereço e telefone do órgão solicitante. 5.1 será de competência do Comandante Geral. contendo endereço da edificação. b) para solicitação de retificação de dados do Projeto técnico de segurança contra incêndio.8 Solicitação de vistoria por autoridade pública 5. e. f) outras situações a critério do Serviço de Segurança Contra Incêndio. 5.2 Prazo de solicitação de vistoria por autoridade pública A contar da data de entrada do ofício no Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG.5 Prazo do FAT A contar da data do protocolo.2 Somente devem ser aceitos formulários preenchidos por meios digitais ou datilografados. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve responder no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis. 5. em três vias.3 A dispensa do pagamento da respectiva TSP está descrita e definida na lei Estadual 14. legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico. 5.6.9. podendo ser acionado para: a) propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP).763 de 26 de dezembro de 1975.7. respeitando a ordem cronológica de entrada do pedido. ficando vedado perguntas genéricas que deixem a cargo do Serviço de Segurança Contra Incêndio a busca da solução específica. e) para atualização de Projeto técnico.7.938 de 29 de . 5. 5.6 Taxa de Segurança Pública (TSP) 5. conforme Lei que regulamenta o ato. vistoria. c) para tirar dúvidas quanto a procedimentos administrativos e técnicos.9.1 Quando o motivo da apresentação do Formulário for provocado pela administração do Serviço de Segurança Contra Incêndio.7.9 Corpo Técnico 5. a administração deve responder nos prazos legais das requisições e as demais solicitações em 15 (quinze) dias úteis.

2 O pedido de reconsideração será dirigido à autoridade que praticou o ato e protocolado no órgão a que esta pertencer. cuja decisão deverá proferida no prazo de quinze dias úteis. 5. contados do seu recebimento. o responsável pelo uso ou responsável técnico poderá apresentar pedido de reconsideração do ato. sendo um oficial intermediário e dois oficiais subalternos. cuja decisão deverá ser proferida dentro do prazo de quinze dias úteis.2 caberá interposição de recurso ao Comandante de Pelotão.10. Companhia ou Batalhão de Bombeiros Militar.6 Os recursos serão interpostos.10. 5.CCPCIP. a qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes.10.10.4 Caberá recurso ao Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG.10.3.3 Nas Companhias e Pelotões de Bombeiros destacados. o proprietário.4. pelo proprietário. 5. 5.5 Do indeferimento. 5.7. do ato administrativo praticado pelo CBMMG. para analisar e emitir parecer no prazo de trinta dias. contados do seu recebimento.10. 5.1 A comissão para análise de recurso será composta por oficiais do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico para análise de recursos em primeiro e segundo grau. no caso de indeferimento do recurso previsto em 5. 5. sendo um oficial intermediário e dois oficiais subalternos.10.10. Recebido o parecer .1 Quando houver discordância do ato administrativo praticado pelo CBMMG.7 Comissões para análise de recursos 5.7. a comissão será composta pelo Sub Comandante da Fração e dois sub tenente/Sargento do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico.7. previsto em 5.10.7.10.3 Do indeferimento do pedido de reconsideração previsto no 5. responsável pelo uso ou responsável técnico.10. que deverá convocar o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado . 5.10 Da reconsideração administrativos de ato e recursos do CCPCIP o Comandante-Geral decidirá em até quinze dias úteis.4 A comissão para análise de recurso em segundo grau será composta por três oficiais do Corpo Técnico.10. na ausência de oficiais.10.2 A comissão de recurso em primeiro grau será composta por três oficiais do Batalhão de Bombeiros e Companhias Independentes.10. no prazo de quinze dias a contar do conhecimento. 5. 5. caberá recurso ao Comandante Geral do CBMMG.5.

FRENTE ANEXO A – VERSO Protocolo nº AVCB nº Em ____/____/________ Em ___/___/____ Ch S Vistoria n.Rua: VISTORIAS APROV.: RG: Fone: Fone: Fone: Protocolo nº AVCB nº Ch. Seç de Análise RG: RG: RG: RG: Em ___/___/____ Ch S Vistoria: Fone: Fone: Fone: Fone: UF: Retirado por: Ass. Compl.Existente: Ocupação: Em ___/___/__ _ Em ___/___/__ _ Em ___/___/__ _ Em Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Nome: Nome: Nome: Nome: Vistoriador: data ___/___/____ Parecer CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Bairro: Proprietário ou responsável p/ uso: Técnico Responsável: CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE GERAIS ___/___/__ Assinatura: _ Aprovado em ____/____/______ Assinatura: Assinatura: Assinatura: Vistoriador: data ___/___/____ Parecer m 2 Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Projeto N. m2 CREA: RG: Fone: Protocolo nº AVCB nº Em ___/___/____ Ch S Vistoria: Total : Retirado por: Ass.º Município: Retirado por: Ass.º Protocolista Vistoriador: data ___/___/____ Parecer A construir: Analista AVCB ANEXO A . NOTIFICAÇÃO RETIRADA DO PROJETO Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Áreas . m2 RG: Fone: .

º de pav. IDENTIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO E/OU ÁREA DE RISCO Logradouro Público: N. outros): Estrutura de sustentação da cobertura (concreto. RISCOS ESPECIAIS Armazenamento de líquidos inflamáveis/combustíveis Gás Liquefeito de Petróleo Armazenamento de produtos perigosos Ass.. outros): 3. FORMA DE APRESENTAÇÃO PROTOCOLO (uso do CBMMG) Projeto técnico Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária Projeto técnico para Ocupação Temporária em Edificação Permanente 4. . Divisão e Descrição: Área existente: a construir: Total Altura da edificação: N. /uso: Ass. aço. MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Acesso de viatura do Corpo de Bombeiros Separação entre edificações Segurança estrutural nas edificações Compartimentação horizontal Compartimentação vertical Saídas de emergência Elevador de emergência Gerenciamento de risco de incêndio Brigada de incêndio Iluminação de emergência Detecção de incêndio Controle de materiais de acabamento 6.º e ano)__________/_______ Uso. Ch. aço. Complemento:: : Lote Quarteirão Bairro: Município UF Proprietário: Responsável pelo uso: : Fone Responsável Técnico: CREA Fone N. do Responsável Técnico: Ass.: Carga Incêndio Baixa Média Alta Estrutura portante (concreto. madeira. Analista: Alarme de incêndio Sinalização de emergência Extintores Hidrantes e/ou mangotinhos Chuveiros automáticos Resfriamento Espuma Sistema fixo de gases limpos e dióxido de carbono (CO2) Plano de intervenção de incêndio (*) Escada pressurizada Controle de fumaça Outros(especificar) Fogos de artifício Vaso sob pressão (caldeira) Outros (especificar) Ass. . RESERVA D’ÁGUA Reservatório ( ) Elevado Reserva de Consumo: ( ) subterrâneo .ANEXO B CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS FORMULARIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DE PROJETO TÉCNICO 1. do Proprietário/Resp.º. m3 RTI de HI m3 RTI de SPK m3 5. madeira.. Análise: *Apresentar quando da renovação de AVCB.º do Processo anterior: ___________/________ Decreto Adotado (n.. S.

E + 4 RESID ÊNCIA AQ U CAN T ÁREA INA S 1 . T= t érreo. 6 Escada c/resist ência 9 0 min Cent ral Predial de GLP ESTACIONAMENTO GELADOS ED. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . 01 1 0 .ANEXO "C" 1 0 .9 0 min Parede Cort a-fogo .1:750 Assunto: Ocupação: PLANTA DE RISCO PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Local: Proprietário: Resp. Y= paviment o acima do t érreo) PLANTA DE RISCO DE INCÊNDIO (IMPLANTAÇÃO) Folha 1/1 Proprietário Resp. 4 TRANSPORTE DE MATERIAL E+ 3 ED. Técnico Projeto Completo Esc.0 0 Parede Cort a-fogo . 3 PRODUÇÃO E+ 3 ED.0 0 Hidrant e público de coluna Hidrant e público subt errâneo Reserva de incêndio C PRO DUÇ DES ÃO ENV OLV IMEN 1 -E TO + 2 OR EC E D ADMINISTRAÇÃO 1. . 0 5 DEPÓSITO X-T-Y (X = paviment o abaixo do t érreo.1 2 0 min Paredes de compart iment ação Regist ro de recalque ED.E OCIAL + 2 Vaso sob pressão (caldeira) Ent rada para o CB Combat e a Incêndio ED. 2 ED.

Gaveta V.ANEXO "D" . Gaveta R.1:250 Assunto: PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Ocupação: INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Local: Proprietário: Resp. Gaveta BOMBA DE INCÊNDIO H2 Proprietário Resp.FL 01/05 INFORMAÇÕES SOBRE OS SISTEMAS LEGENDA Reserva de Incêndio R. Retenção V. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . Gaveta R. Técnico Folha 1/5 Projeto Completo Esc. . Retenção OBSERVAÇÃO: H1 R.

TÉRREO Proprietário: Resp.A A Proprietário Resp. . Técnico B Folha 2/5 Projeto Completo Esc. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .1:125 Assunto: PROJETO TÉCN ICO DE PROTEÇÃ O CONTRA INCÊNDIO Ocupação: Local: PAV.

1:125 PAV. TIPO (1 ao 9 andar) Assunto: PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃ O CONTRA INCÊNDIO Ocupação: Local: Proprietário: Resp.B ANEXO "D" . Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . . 03/05 A A Proprietário Folha 3/5 Resp.FL. Técnico Projeto Completo Esc.

. Técnico Projeto Completo Esc. 04/05 Proprietário Folha 4/5 Resp.FL.1:125 Assunto: PROJETO TÉCN ICO DE PROTEÇÃO CON TRA INCÊNDIO Ocupação: Local: COBERTURA Proprietário: Resp.ANEXO "D" . Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .

. 5/5 Proprietário Resp. Técnico CORTE A-A CORTE B-B Folha 5/5 Projeto Completo Esc. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .FL.1:250 Assunto: Ocupação: Local: CORTES PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Proprietário: Resp.ANEXO "D" .

ANEXO “ E “ CORPO DE BOMBEIROS MEMORIAL INDUSTRIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 1. do Técnico Responsável _________________________________ Ass. IDENTIFICAÇÃO EMPRESA: ATIVIDADE INDUSTRIAL: ENDEREÇO: MUNICÍPIO: N. p/uso .: pode ser anexado também o fluxograma de produção) 5. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES 6. MATÉRIA(S)-PRIMA(S) UTILIZADA(S) 3.º DO PROCESSO: e-mail: 2. PRODUTO(S) ACABADO(S) 4. ESPECIFICAR QUANTIDADE DO PROCESSO DE LÍQUIDOS E GASES INFLAMÁVEIS ____________________________ Ass. PROCESSO INDUSTRIAL (Obs. do Proprietário ou Resp.

Técnico INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO. pelo uso Procurador Nº: Resp. INSTALAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Endereço: Área (m2): Projeto técnico nº: Altura (m): Ocupação: Vistoria nº: ______________________________________ Nome: Assinatura RG/CREA .ANEXO F CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS FORMULÁRIO PARA ATENDIMENTO TÉCNICO DATA: ___/___/___ Solicitante: Proprietário Finalidade da Consulta: Resp.

Atesto para os devidos fins que as pessoas abaixo relacionadas participaram com bom aproveitamento do treinamento de "Brigada de Incêndio" ministrado na Edificação localizada na __________________ nº _____ – Bairro ___________ – Município de ___________ -MG e estão aptas ao manuseio dos equipamentos de prevenção e combate a incêndio da edificação: NOME RG _______________________ . de_______________ de 20 . NOME COMPLETO Qualificação Profissional Registro Nº 00000 Só é válido com a comprovação da capacitação técnica do signatário (anexar cópia da credencial) . __.

__.ANEXO G ATESTADO DE FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO Atesto. funcionários da (empresa) . de_______________ de 20 . Tendo concluído com aproveitamento o curso e estando aptas para operarem os sistemas e equipamentos de proteção e combate a incêndios instalados na edificação: NOME RG _______________________ . nº . para os devidos fins. participaram do curso de treinamento de Brigadistas com ____ horas aulas realizado na Escola de Treinamento de Brigadas de Incêndio do CBMMG. no bairro . situada à Rua/Av . na cidade de . que as pessoas abaixo relacionadas. no período de ___/_____/200_ a ___/___/200_. ________________________________ Assinatura do CBMMG .

quando for o caso). p/uso Assinatura do Responsável Técnico . INSTALAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Ocupação: Vistoria nº: Pedido: Motivo do pedido: (incluir fundamentação legal.ANEXO H CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS MODELO DE REQUERIMENTO EM GRAU DE RECURSO Solicitante: Recurso à Unidade/fração ( ) Endereço: Proprietário/Resp. p/uso: Área (m2): Altura (m): Projeto técnico____________________ nº: Documento de referência: Recurso ao DAT ( ) INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO. Local: Data: Assinatura do proprietário/Resp.

ANEXO”I” CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS PEDIDO DE VISTORIA Projeto nº Endereço Vistoria Proprietário Responsável pelo uso Responsável Técnico Telefone de contato ( ) parcial1 ( ) final Área Taxa Data Atendente 1 – necessário apresentação do FAT .

38mm – COMPR. 16 AGUA PRESSURIZADA .2A PÓ QUIMICO SECO BC – 20 B:C GAS CARBONICO BC – 5 B:C ILUMINAÇÃO DE EMERGENCIA CONFORME IT 13 ALARME E DETECÇÃO CONFORME IT 14 HIDRANTES TUBULAÇAO 63/100/150mm FERRO GALVANIZADO HIDRANTES – MANG. 30m ESGUICHOS REGULAVEIS – IT 17 SINALIZAÇÃO DE EMERGENCIA CONFORME IT 15 BRIGADA DE INCÊNDIO CONFORME IT 12 CLASSIFICAÇÃO GRUPO OCUPAÇÃO DIVISÃO DESCRIÇÃO TEXTIL EM GERAL EXEMPLOS ATULAMENTE IND. TEXTIL I INDUSTRIAL I-2 CARGA DE INCENDIO – IT 09 OCUPAÇÃO/USO DESCRIÇÃO DIVISÃO CARGA DE INCENDIO EM MJ/M² I TEXTIL EM GERAL I-2 700 MJ/M² CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E AREAS DE RISCO QUANTO A CARGA DE INCENDIO RISCO CARGA DE INCENDIO MJ/M² MEDIO 700 MJ/M² .ANEXO “J” EXTINTORES IT.

madeira. outros): 3.: Ocupação do subsolo: Total: Complemento: UF: MG Fone: ( ) Fone: ( ) Carga Incêndio (MJ/m²): 2. aço.ANEXO “K ” CORPO DE BOMBEIROS MILITARDE MINAS GERAIS FORMULÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PARA PTS 1. divisão e descrição: Nº Município: e-mail: e-mail: A construir: m n. MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Sinalização de emergência Controle de materiais de acabamento Saídas de emergência Iluminação de emergência Extintores 5.º de pav. FORMA DE APRESENTAÇÃO Protocolo (uso do Corpo de Bombeiros) Projeto Técnico Simplificado 4. outros): Estrutura de sustentação da cobertura (concreto. IDENTIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO E/OU ÁREA DE RISCO Logradouro Público: Bairro: Proprietário: Responsável pelo uso: Áreas(m²) Existente : Detalhes : Altura: Uso. madeira. ELEMENTOS ESTRUTURAIS Estrutura portante (concreto. RISCOS ESPECIAIS Armazenamento de líquidos inflamáveis/combustíveis Gás Liqüefeito de Petróleo Armazenamento de produtos perigosos ______________________________________ Ass: Proprietário ou Responsável pelo uso ______________________________________ Ass: Responsável Técnico Fogos de artifício Vaso sob pressão (caldeira) Outros (especificar) _________________________________ Ass: Vistoriador do Corpo de Bombeiros _________________________________ Ass:Chefe da Seção de Vistoria . aço.

de acordo com o previsto no item 5. ____________. bairro _________________ .2.município de __________________ -MG.2.Procedimentos Administrativos. nos moldes previstos na IT 01 . ora desatualizado devido a não previsão em planta das medidas de segurança contra incêndio exigidas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.4. prevendo as medidas de segurança contra incêndio exigidas. que possui Projeto Técnico aprovado nesse Corpo de Bombeiros sob o nº ___________. Comprometo-me a substituir o atual Projeto Técnico acima descrito. a edificação situada na ____________________________ nº .ANEXO “L” TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO Visando a concessão do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros da CBMMG. ____ de ______________ de 200__. ________________________________ Nome: Endereço: Proprietário/Responsável legal pelo imóvel . da IT 01.

visando a concessão do Auto de Vistoria do CBMMG.ANEXO “M” CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS ATESTADO DE ABRANGÊNCIA DO GRUPO MOTOGERADOR Eu. encontra-se instalado de acordo com as exigência da NBR 10898/99. tendo as seguintes características: Motor ( marca e modelo): Potência: Tensão: Tipo de acionamento: Combustível: Capacidade do Tanque: Autonomia: Abrangência: Local: Data: _____________________________________ Assinatura do Responsável Técnico Nº da ART: .______________________________________________Registrado no CREA sob o nº __________________. atesto que o Grupo Motogerador existente na edificação situada na __________________________________________________________________.

Grupo D. de acordo com os procedimentos da Norma . seja por ensaios.) existentes na edificação em referência encontramse instalados em conformidade com as informações abaixo. ou UL nº etc – citar os ensaios. DETERMINAÇÃO DO TEMPO REQUERIDO DE RESISTÊNCIA AO FOGO (TRRF) CRITÉRIOS PARA DETERMINAÇÃO DO TRRF: para a definição dos TRRF’s foi adotada (por exemplo: Tabela A da Instrução Técnica n° 06. Tempo de Resistência Requerido ao Fogo (TRRF): Exemplo: • As estruturas principais terão TRRF de 90 min para colunas..18 da Instrução Técnica n° 06 do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. da Instrução Técnica n° 06.. Classe P4 da Instrução Técnica n° 06. conforme folhas. atendendo o disposto no item 5. [descrever a metodologia. • Observações: _______________________________________________ ISENÇÕES OU REDUÇÕES DE TRRF Exemplos: (Não foi adotada nenhuma condição para redução ou isenção de TRRF na presente edificação.. ____________________________________ Nome: Resp. tudo conforme IT 06). e especificar se é para pilares. Edificação: Logradouro Público/n°: Responsável pelo Uso: Altura(s) da Edificação (m): Ocupação: Data: (Nome da Edificação) (Endereço) (nome) (altura) (Data) METODOLOGIA PARA SE ATINGIR OS TRRF DOS ELEMENTOS ESTRUTURAIS [citar norma(s) empregada(s)] A metodologia adotada foi. Ou isenção de TRRF para os pilares externos protegidos por alvenaria cega. registrada no CREA sob n° ______________. Os ensaios de resistência ao fogo adotado foram o Relatório (IPT nº... conforme o item “5. escadas de segurança. As espessuras foram calculadas com base nos ensaios laboratoriais acima mencionados.. métodos analíticos etc e norma(s)] .. • As vigas secundárias terão TRRF de 60 min.ANEXO “N” MEMORIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS Nome da Empresa. Técnico CREA nº . conforme Anexo A.). • As compartimentações. Tudo conforme item 5. MATERIAIS DE PROTEÇÃO CONTRA FOGO E RESPECTIVAS ESPESSURAS DE PROTEÇÃO [citar cartas de cobertura adotadas] Materiais Utilizados: (citar todos materiais utilizados na proteção) Espessuras Adotadas: (vide Tabela em anexo x carta de cobertura). contraventamentos e vigas principais conforme Tabela A. atesta que os SISTEMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS (metálicas-de concreto-de maderia. cartas de coberturas.7 da IT-06.. visando a concessão do Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros. com os seguintes TRRF: ____________________________________. ou método do tempo equivalente ou outros devidamente comprovados...... vigas etc). selagens de shafts e divisórias entre unidades autônomas serão executadas conforme segue: _______________________________________.. Procedimentos” da referida Instrução Técnica. Ou Isenção dos perfis confinados em área fria.

IT – 02 TERMINOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Termos e Definições .

355 .Smoke control.Fire detection and alarm. Decreto Estadual nº 44.270. destinado a armazenar mangueiras. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. ISO 8421-8 .br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica padroniza os termos e definições utilizados no CBMMG. ISO 8421-4 .190-000 Site: www. ou qualquer parte da parede externa da edificação com índice de resistência ao fogo menor que o exigido para a face exposta da edificação.Explosion detection and suppression means. que acompanha o vistoriador.Fire extinction equipment. para alcançar a escada ou rampa. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as atividades de Segurança Contra Incêndio do CBMMG. que tem como finalidade conduzir a água da Estação de Tratamento de Águas (ETA). ISO 8421-3 .gov. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14. ISO 8421-1 General Terms and phenomena of fire. .3 Abrigo de mangueiras: Compartimento. Os acessos podem ser constituídos por corredores. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. executando os testes necessários na vistoria. 4.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 02 TERMINOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. balcões. 4. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos. 4.130. é a retirada organizada e segura da população usuária de uma edificação conduzida à via pública ou espaço aberto exterior à edificação. varandas e terraços. embutido ou aparente. até as redes de distribuição.2 Abertura desprotegida: Porta. aplicam-se os seguintes termos e definições.4 Acesso: Caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor. 4 DEFINIÇÕES Para efeitos desta Instrução Técnica. 4.mg. ISO 8421-1 .bombeiros.Evacuation and means of escape. ficando em local seguro.General Terms and phenomena of fire. 4. janela ou qualquer outra abertura não dotada de vedação com o exigido índice de proteção ao fogo. ISO 8421-6 . esguichos. Augusto de Lima. constituindo a rota de saída horizontal (rota de fuga).mg.Terms specific to fire-fighting. rescul services and handling hazardous materials. 4.br Email: dat3@cbmmg. vestíbulos. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1 Abandono de edificação: O mesmo que evacuação da edificação. geralmente de grande diâmetro. área de refúgio ou descarga para saída do recinto do evento.6 Adutora: Canalização. ISO 8421-7 .Bairro Centro CEP 30.Strutural fire protection. ISO 8421-5 .5 Acompanhante: Pessoa com conhecimentos da operacionalidade dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios instalados na edificação. ISO 8421-2 . dotado de porta trinco e visor transparente. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio. passagens.gov. NBR 13860/97 Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio.

4. acessado através das saídas de emergência de um setor ou setores. com resistências mecânicas de 5000 N / m. 4. 4. sob a projeção o paramento externo da parede da edificação.24 Área de aberturas na fachada de uma edificação: Superfície aberta nas fachadas (janelas. separado desta por porta corta-fogo e situado em helipontos ou heliportos elevados.29 Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros: Local construído sobre edificações. 2º piso. sob a projeção do paramento externo da parede da edificação. 4. ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo). etc).10 Alarme de incêndio: Dispositivo de acionamento automático ou manual e desligamento manual. desde que haja acesso dos usuários ao exterior da edificação). do órgão regional do Comando Aéreo Regional. parapeitos e vergas que não apresentam resistência ao fogo. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema. no processo de segurança contra incêndio. 4. casa de máquinas. 4.4. 4. ao piso do último pavimento. 4. e pelas quais pode-se irradiar o incêndio. Tipo III: Utiliza equipamentos que aplicam a espuma por meio de jatos que atingem a superfície do líquido em queda livre. 4. específica e por prazo limitado. reservatórios d’água. elementos vazados – cobogó. podendo ser edificada ou aberta. 4. em geral com valores em torno de 0.12 Altura da edificação ou altura descendente: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (nível térreo.15 Análise preliminar de risco: Estudo prévio sobre a existência de riscos. 4. com dimensões definidas. provocando o mínimo de submergência. que pode ser usado. 4.13 Ampliação: Aumento da área construída da edificação. 4. esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada. 4. 4. com acesso à escada de emergência. 4. 4. com ou sem acabamento ou em terreno natural. .27 Área de estacionamento: Local destinado ao estacionamento de helicópteros. próximo ao local de resgate de vítimas com uso de helicópteros para casos de impossibilidade de abandono da edificação pelas rotas de fuga previamente dimensionadas.7 Afastamento horizontal entre aberturas: Distância mínima entre as aberturas nas fachadas (parede externa) dos setores compartimentados.23 Área da edificação: Somatória da área a construir e da área construída de uma edificação. paredes.1 m/s. em caráter temporário. pavimento superior da cobertura (duplex) e assemelhados. com ventilação natural garantida por janela para o exterior.30 Área de pouso e decolagem: Local do Heliponto ou Heliporto.28 Área do pavimento: Área em metro quadrado (m2). conforme o caso.21 Área a construir: Somatória da área em metros quadrados a serem construídas da edificação.31 Área de pouso e decolagem ocasional (APDO): Local de dimensões definidas. 4. portas. 4. 4.17 Anemômetro: Instrumento que realiza a medição da velocidade de gases.19 Antecâmara: Recinto que antecede a caixa da escada. barriletes.33 Área de refúgio: Local seguro que é utilizado temporariamente pelo usuário. 4. previamente delimitado. excluindo o ático.16 Andar: Volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos. treliça.32 Área de refúgio para helipontos: Local ventilado. 4. para pousos e decolagens de helicópteros mediante autorização prévia. sobre piso. por dutos de entrada e saída de ar ou por ventilação forçada (pressurização). cadastrado no Comando Aéreo Regional respectivo. ou entre o nível do piso e o nível imediatamente superior. 4. 4.34 Área de risco: Área onde haja possibilidade de ocorrência de um sinistro. calculada a partir das paredes externas. Possibilita realizar medições de valores baixos de velocidade.26 Área de armazenamento: Aquela destinada à guarda de materiais. onde o Helicóptero pousa e decola. 4. 4. mas que são projetados para reduzir a submergência e agitar a superfície do líquido. ficando entre este (s) e o logradouro público ou área externa com acesso aos setores. ou pilotis. 4.20 Aplicação por espuma: Tipo I: utiliza aplicador que deposita a espuma suavemente na superfície do líquido. localizado dentro dos limites do heliporto ou heliponto. Tipo II: Utiliza aplicadores que não depositam a espuma suavemente na superfície do líquido. destinado a alertar as pessoas sobre a existência de um incêndio no risco protegido.11 Altura ascendente ou altura do subsolo da edificação: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga.22 Área construída: Somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação. que poderá ser utilizado para pousos e decolagens de Helicópteros.25 Área de armazenagem: Local destinado à estocagem de fogos de artifício industrializado.8 Agente extintor: Produto utilizado para extinguir o fogo.9 Alambrado: Tela de arame ou outro material similar.18 Anemômetro de fio quente ou termo anemômetro: Tipo de anemômetro que opera associando o efeito de troca de calor convectiva no elemento sensor (fio quente) com a velocidade do ar que passa pelo mesmo. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade.14 Análise: Ato formal de verificação das exigências das medidas de proteção contra incêndio das edificações e áreas de risco.

neste caso obrigatoriamente inclinada. Exemplificam esta definição os taludes em aclive acentuado. chama-se quina do degrau. conectando dois ou mais pavimentos cobertos. 4. estabelecendo um período de revalidação. 4.46 Aspersor: Dispositivo utilizado nos chuveiros automáticos ou sob comando.60 Barreiras de fumaça (“smoke barriers”): Membrana.45 Armazém de produtos acondicionados: Área coberta ou não. destinada a abrigar máquinas e equipamentos. 4. controlado pela central.59 Banzo: Parte lateral das escadas de incêndio onde se fixam os degraus.35 Área de toque: Parte da área de pouso e decolagem.53 Avisador sonoro: Dispositivo que emite sinais audíveis de alerta.58 Balcão ou sacada: Parte do pavimento da edificação em balanço em relação à parede externa do prédio.39 Área edificada: Entende-se por área edificada toda a área que possuir piso e teto construídos.57 Bacia de contenção: Região delimitada por uma depressão do terreno ou diques destinada a conter integralmente o vazamento de produtos líquidos dos tanques. tanto vertical quanto horizontal. chamas ou calor de um local ou instalação para outro contíguo. placas e equipamentos de aquecimento solar. escada rolante e “shafts” de hidráulica. caixas de água e circulação vertical.48 Ático: Parte do volume superior de uma edificação.44 Armazém de líquidos inflamáveis: Construção destinada. 4. 4. tonéis. 4. garantindo a eficiência desse sistema. adequados para controlar o movimento da fumaça. ar condicionado e cabos de comunicação. As barreiras de fumaça podem ter aberturas que são protegidas por dispositivos de fechamento automático ou por dutos de ar. 4.49 Átrio (“Atrium”): Espaço amplo criado por um andar aberto ou conjuntos de andares abertos.. baldes. 4.55 Avisador visual: Dispositivo que emite sinais visuais de alerta. 4. duto de coleta e dreno. eletricidade. 4. previstas na legislação.50 Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB): Documento emitido pelo CBMMG. movimentação de pessoas e/ou materiais sem parte edificada. Excetua-se desta as áreas destinadas a jardinagens. com fechamento na cobertura. arredondada inferiormente ou não.63 Bomba com motor de combustão interna (motores do ciclo Otto ou Diesel): Equipamento . para aplicação de agente extintor 4. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar. latas. 4.56 Bacia de contenção de óleo isolante: Dispositivo constituído por grelha.. certificando que a edificação possui as condições de segurança contra incêndio e pânico.62 Bocel ou nariz do degrau: Borda saliente do degrau sobre o espelho. com dimensões definidas.61 Barreiras de proteção: Dispositivos que evitam a passagem de gases.47 Atestado de brigada contra incêndio: Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teórico e prático de prevenção e combate a incêndio e pânico. 4.40 Área imprópria ao uso: São áreas que por sua característica geológica ou topográfica impossibilitam a sua exploração. 4. excluindo-se o de descarga.54 Avisador sonoro e visual: Dispositivo que emite sinais audíveis e visíveis de alerta combinados. 4.37 Área do maior pavimento: Área do maior pavimento da edificação. 4. 4. lagos (mesmo os artificiais). riachos e poços.) que contenham produtos ou materiais combustíveis ou produtos inflamáveis. excetuando-se os locais destinados à escada. Inclui-se nesta definição toldos e coberturas. exclusivamente a armazenagem de recipientes de líquidos inflamáveis. ações de carga e descarga.38 Áreas de produção: Locais onde se localizam poços de petróleo.52 Avisador: Dispositivo previsto para chamar a atenção de todas as pessoas dentro de uma área de perigo. pelo menos. com a finalidade de coletar vazamentos de óleo isolante. 4.42 Área total da edificação: Somatória da área a construir e da área construída da edificação. 4. 4.51 Autonomia do sistema: Tempo mínimo em que o sistema se mantém em funcionamento. 4. preenchido com pedra britada. 4. 4. passeios públicos e áreas impróprias ao uso.4. 4. tal como uma parede. barrancos em pedra. dentre outros. aquecedores de água a gás ou elétricos localizados na cobertura do edifício. 4.36 Área de venda: Local destinado à permanência de pessoas para escolha e compra de produtos. andar ou teto. pertencentes ao imóvel. tendo. Nota: Se o degrau não possui bocel. 4. que é projetada e construída para restringir o movimento da fumaça. a saliência do bocel ou da quina sobre o degrau imediatamente inferior não pode ser menor que 15 mm em projeção horizontal. a linha de concorrência dos planos do degrau e do espelho. casa de máquinas de elevadores. 4. 4.43 Área utilizável: é toda aquela que de alguma forma pode ser utilizada para manobra de veículos. etc.41 Área protegida: Área dotada de medidas ativa e passiva para proteção contra incêndio e pânico. onde são acondicionados recipientes (tais como tambores. uma face aberta para o espaço livre exterior.

4. combate a um princípio de incêndio e prestar os primeiros socorros.77 Canalização: Rede de tubos. 4.74 Brigada de incêndio: Grupo organizado de pessoas.71 Botijão: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP). expresso em megajoule (MJ) por metro quadrado (m2). relacionada com um acidente. 4.83 Causa: Origem de caráter humano ou material. 4. 4.81 Carga de incêndio específica: Valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado. do tipo liga-desliga. Classificação segundo sua capacidade máxima de armazenamento de recipientes: a) Classe I: até 540 kg ou 1. 4.90 Combustibilidade dos elementos de revestimento das fachadas das edificações: Característica de reação ao fogo dos materiais utilizados no revestimento das fachadas dos edifícios. que podem contribuir para a propagação e radiação do fogo.080 kg ou 2.82 Carretel axial: Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semi-rígidas. 4. calor.67 Bomba principal: Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a recalcar água para os sistemas de combate a incêndio.85 Central de gás: Área devidamente delimitada. destinada a conduzir água para alimentar o sistema de combate a incêndio. inclusive o revestimento das paredes. obtida em ensaio prático normalizado. treinadas e capacitadas para atuar na prevenção.0 m3 de GLP (acima de 307 botijões de 13 kg ou 88 de 45 kg). quando estes não puderem ser abastecidos pelo reservatório elevado. comandar e controlar os demais componentes do sistema. 4. convertê-los em indicações adequadas. e) Classe V: acima de 4000 kg ou 8. 4.84 Central de alarme: Equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção. 4. c) Classe III: até 2. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP. 4.68 Bombeiro profissional civil: Pessoa pertencente a uma empresa especializada.78 Capacidade extintora: Medida do poder de extinção de fogo de um extintor. determinados nas normas técnicas em vigor.66 Bomba de reforço: Dispositivo hidráulico destinado a fornecer água aos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente. abandono da edificação.86 Chuveiro automático: Dispositivo destinado a projetar água. vento etc. destinados ao armazenamento de gás liquefeito de petróleo (GLP) para consumo. 4. 4. em forma de chuva. 4. dentro de uma área preestabelecida.520 kg ou 5. 4.65 Bomba de pressurização (“jockey”): Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a manter o sistema pressurizado em uma faixa preestabelecida. d) Classe IV: até 4000 kg ou 8. dotado de elemento sensível à elevação de temperatura.70 Bombeiro voluntário: Pessoa pertencente a uma organização não governamental que presta serviços de atendimento às emergências públicas.89 Combate a incêndio: Conjunto de ações táticas destinadas a extinguir ou isolar o incêndio com uso de equipamentos manuais ou automáticos. 4. 4. 4. voluntárias ou não.88 Cobertura: Elemento construtivo. . b) Classe II: até 1. medida em m3.0 m3 de GLP (equivalente a 41 botijões de 13 kg ou 12 de 45 kg).79 Capacidade volumétrica: Capacidade total em volume que o recipiente pode comportar. e que tenha sido aprovado no curso de formação. 4.75 Camada de fumaça (“smoke layer”): Espessura acumulada de fumaça abaixo de uma barreira física ou térmica.5 m3 de GLP (equivalente a 193 botijões de 13 kg ou 56 de 45 kg).). para bomba principal. com a função de protegê-la da ação dos fenômenos naturais (chuva.76 Câmara de espuma: Dispositivo dotado de selo de vapor destinado a conduzir a espuma para o interior do tanque de armazenamento de teto cônico. 4. localizado no topo da edificação.72 Botijão portátil: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP) com capacidade nominal de até 5 kg de GLP. 4. 4. ou da própria administração do estabelecimento.para o combate a incêndio cuja força provém da expansão do combustível misturado com o ar na presença de fonte ígnea ou pela variação de pressão.0 m3 de GLP (equivalente a 307 botijões de 13 kg ou 88 de 45 kg). 4. 4. 4. conexões e acessórios.87 Circulação de uso comum: Passagem que dá acesso à saída de mais de uma unidade autônoma. pisos e tetos. com dedicação exclusiva. 4.69 Bombeiro público (Militar ou civil): Pessoa pertencente a uma corporação de atendimento às emergências públicas.73 Botoeira “liga-desliga”: Acionador manual. que contém os recipientes transportáveis ou estacionário (s) e acessórios. quarto de hotel ou assemelhado.0 m3 de GLP (equivalente a 83 botijões de 13 kg ou 24 de 45 kg). divisórias. de acordo com a norma específica.64 Bomba com motor elétrico: Equipamento para combate a incêndio cuja força provém da eletricidade. que presta serviços de prevenção de incêndio e atendimento de emergência em edificações e eventos. 4.80 Carga de incêndio: Soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço.

4. h) registros corta-fogo nas aberturas em cada pavimento dos dutos de ventilação e de ar condicionado. na qual se tem a divisão em nível (cômodos) ou vão vertical (pé direito). 4. cano ou peça similar. plantas ou ecossistemas) ou de bens materiais. solo. c) enclausuramento de dutos (“shafts”) por meio de paredes corta-fogo. separando pavimentos consecutivos. d) enclausuramento das escadas por meio de paredes e portas corta-fogo. constituída de elementos de construção resistentes ao fogo. ar. 4. prestação de serviços e propagandas. b) vedadores corta-fogo nos entrepisos ou lajes cortafogo. 4. d) registros corta-fogo nas tubulações de ventilação e de ar condicionado que transpassam as paredes de compartimentação. aplicada em áreas de escadas e rampas destinadas a servir de apoio para as pessoas durante o deslocamento. onde o elemento construtivo estrutural e de vedação.95 Compartimentação vertical: Medida de proteção. 4. com a finalidade de orientar sua população.93 Compartimentação: Característica construtiva.92 Compartimentação vertical e horizontal: Medidas de proteção passiva.107 Densidade populacional (d): Número de pessoas em uma área determinada (pessoas/m2). conferida à edificação em relação às suas divisões internas. calor e gases. 4. e trabalhando como gerador quando o sistema está com a tensão baixa. analisar. b) portas e vedadores corta-fogo nas paredes de compartimentação de áreas. desembarque e transbordo entre diferentes meios de transporte.105 Dano: Lesões a pessoas. saídas.91 Como construído (“as built”): Documentos.101 Cor de contraste: Aquela que contrasta com a cor de segurança a fim de fazer com que a última se sobressaia. determinado pela norma correspondente. compreendendo um ou mais cômodos. separando aberturas de pavimentos consecutivos. com superfície lisa. destruição de recursos naturais (água. g) parapeitos ou abas resistentes ao fogo. espaços ou andares. que lhe define a altura. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e dificulte a sua propagação no plano vertical.100 Contêiner: Grande caixa metálica de dimensões e características padronizadas. com a finalidade de facilitar o seu embarque. . g) portas corta-fogo de ingresso de unidades autônomas. 4.106 Degrau: Conjunto de elementos de uma escada composta pela face horizontal conhecida como “piso”. e) selagem corta-fogo dos dutos (“shafts”) na altura dos pisos e/ou entrepisos. f) paredes corta-fogo entre unidades autônomas e áreas comuns. cujas características básicas são a vedação térmica e a estanqueidade à fumaça. desenhos ou plantas do sistema. tais como: localização de ambientes. selos e “dampers” corta-fogo. interna ou externamente ao edifício. 4. portas. impedindo a passagem de calor ou fumaça. tendo como objetivos propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP). não se tratando especificamente de sinalização de emergência. 4.104 Corrimão ou mainel: Barra. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador. para acondicionamento de cargas em geral a transportar. no mesmo pavimento ou para pavimentos elevados consecutivos. 4. 4.98 Compensadores síncronos: Equipamento que compensa reativos do sistema. animais. Compartimentação horizontal a) paredes corta-fogo de compartimentação de áreas. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. 4.94 Compartimentação horizontal: Medida de proteção. concebida pelo arquiteto ou engenheiro. Incluem-se neste conceito os elementos de vedação abaixo descritos: Compartimentação vertical a) entrepisos ou lajes corta-fogo de compartimentação de áreas. e) paredes corta-fogo de isolamento de riscos entre unidades autônomas.TRRF. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e evite a sua propagação no plano horizontal. separando ambientes. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo.103 Corpo técnico: Grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG.96 Compartimentar: Separar um ou mais locais do restante da edificação por intermédio de paredes resistentes ao fogo. trabalhando como carga quando o sistema está com a tensão alta. c) selagem corta-fogo nas passagens das instalações prediais existentes nas paredes de compartimentação. destinado ao pisoteio e o espelho que é a parte vertical do degrau. legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico. f) paredes resistentes ao fogo na envoltória do edifício. possui resistência mecânica à variação térmica no tempo requerido de resistência ao fogo . 4.4. 4.102 Cor de segurança: Aquela para a qual é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança ou saúde. destinados a evitar ou minimizar a propagação do fogo. construídos para evitar ou minimizar a propagação do incêndio de dentro para fora de seus limites.99 Comunicação visual: Conjunto de informações visuais aplicadas em uma edificação.97 Compartimento: Parte de uma edificação. avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. 4. 4. arredondada e contínua.

por meio de transporte próprio ou contratado. 4. baixa ou atingindo o teto.116 Distância mínima de segurança: Afastamento mínimo entre a área de armazenamento de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) e outra instalação necessária para a segurança do usuário. medida perpendicularmente à face exposta da edificação. quando sensibilizado por fenômenos físicos e/ou químicos. 4.109 Deslizador de espuma: Dispositivo destinado a facilitar a aplicação suave da espuma sobre líquidos combustíveis armazenados em tanques. de edificação e do público em geral. decorrente da passagem de corrente elétrica.120 Duto de entrada de ar (DE): Espaço no interior da edificação. 4.122 Duto (“plenum”): Condição de dimensionamento do sistema de pressurização no qual se admite apenas um ponto de pressurização. 4. 4.126 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação de calor.110 Destravadores eletromagnéticos: Dispositivo de controle de abertura com travamento determinado pelo acionamento magnético. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas. devidamente ventilados e livres de fumaça em caso de incêndio. em qualquer pavimento. transvasamento. em cada pavimento: a) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. podendo também exercer a atividade de liquefação de gás natural. ao eixo da rua ou a uma linha imaginária entre duas edificações ou áreas compartimentadas do mesmo lote. do manipulador. que conduza ar puro. às escadas.4. 4. 4. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. exclusivamente. equipamento ou material.114 Distância de segurança: Afastamento entre uma face exposta da edificação ou de um local compartimentado à divisão do lote. dispensando-se o duto interno e/ou externo para pressurização. que serão realizadas por pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras. com aberturas dispostas de forma a poderem ser consideradas uniformemente distribuídas. 4. com sede e administração no País. 4. 4. pode ser suprimida facilmente em caso de reforma.111 Detector automático de incêndio: Dispositivo que. chama ou fumaça.115 Distância máxima horizontal de caminhamento: Afastamento máximo a ser percorrido pelo usuário para alcançar um acesso.113 Dispositivos de descarga: Equipamentos que aplicam a espuma sob forma de neblina e que aplicam o agente numa corrente compacta de baixa velocidade. antecâmaras ou acessos.119 Dosador: Equipamento destinado a misturar quantidades determinadas de “extrato formador” de espuma e água. estabelecida a partir do limite de área de armazenamento.124 Edificação aberta lateralmente: Edificação ou parte de edificação que.117 Distribuição de GNL a granel: Compreende as atividades de aquisição ou recepção. que permite o recalque de água para o sistema. para permitir a ventilação. 4. coletado ao nível inferior desta. acima da cobertura da edificação. esguichos de fluxo direcional. 4.123 Edificação: Área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas. 4. sem efeito estrutural e que.127 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo. dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de uma corrente compacta de baixa velocidade. de gases e fumaça para o ar livre. mantendo-os. armazenamento.108 Descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. 4.112 Dispositivo de recalque: Registro para uso do Corpo de Bombeiros. 4. ou pequenas câmaras de geração com bocas de saídas abertas. 4. Observação: Em qualquer caso. 4.118 Divisória ou tabique: Parede interna. b) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas.128 Edificação principal: Construção que abriga a atividade principal sem a qual as demais edificações não teriam função.125 Edificação destinada ao comércio de fogos de artifício no varejo: Local destinado ao armazenamento e venda de fogos de artifício e estampido industrializados. 4. responsável pela radiação de calor. portanto. com isso. detecta princípios de incêndio podendo ser ativado. sobrelojas e jiraus. convecção de gases quentes e ou transmissão direta de chamas. que permite a saída. 4. por calor. basicamente. 4. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido.121 Duto de saída de ar (DS): Espaço vertical no interior da edificação. 4. podem ter ou não defletores ou calhas incluídos como partes integrantes do sistema.129 Edificação térrea: Edificação de um pavimento podendo possuir mezaninos. Estes dispositivos podem ter formas como as de tubos abertos. . convecção de gases quentes ou a transmissão direta de chama. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro do edifício e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas ou. Podem ser: Dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de aspersão e terminam em um defletor ou uma calha que distribui a espuma. controle de qualidade e comercialização do gás natural liquefeito (GNL).

sendo por inalação. tanto no espaço amplo como no espaço comum.145 Escada enclausurada à prova de fumaça (EPF): Escada cuja caixa é envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo. os quais não podem ser utilizados no suprimento de ar. sendo dotada de guarda-corpo ou gradil (Barreiras) e corrimãos em todas sua extensão (degraus e patamares). 4. 4. 4.136 EPI: Equipamentos de proteção individual. dosadores. ao meio ambiente e ao patrimônio. decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional.149 Esguicho: Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras.144 Escada enclausurada: Escada protegida com paredes resistentes ao fogo e portas corta-fogo. Os átrios e shoppings cobertos são exemplos de espaços amplos. 4. 4. 4.154 Espaços comuns e amplos (“large volume spaces”): Espaço descompartimentado. 4.131 Efeito do sistema: Efeito causado pelo erro de projeto e/ou instalação com configurações inadequadas do sistema onde o ventilador está instalado. visando restringir o movimento da fumaça. 4. “halls” e outros. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto.157 Estação de carregamento: Instalação especialmente construída para carregamento de caminhões-tanques ou de vagões-tanques. comunica-se diretamente com os demais ambientes como corredores. ingestão ou absorção cutânea.133 Elemento estrutural: Todo e qualquer elemento de construção do qual dependa a resistência e a estabilidade total ou parcial da edificação. dentro do qual a fumaça proveniente de um incêndio.4. 4. nos quais a fumaça proveniente de um incêndio pode propagar-se livremente. Os espaços comuns podem permitir aberturas diretamente dentro dos espaços amplos ou podem conectar-se por meio de passagens abertas.138 EPI de nível “B”: É o nível de proteção intermediário. não possuindo portas corta-fogo. 4.147 Escada não enclausurada ou escada comum (NE): Escada que embora possa fazer parte de uma rota de saída. 4. 4. propiciando um seguro abandono.155 Espaços separados (“separated spaces”): Espaços dentro de edificações que são isolados das áreas grandes por barreiras de fumaça. em cada pavimento. 4.156 Espuma mecânica: Agente extintor constituído por um aglomerado de bolhas produzidas por agitação da água com Líquido Gerador de Espuma (LGE) e ar. 4. 4. cuja projeção esteja fora do corpo principal da edificação. ocasionando redução do desempenho do ventilador em termos de vazão. 4.143 Escada à prova de fumaça pressurizada (PFP): Escada à prova de fumaça.158 Estação fixa de emulsificação: Local onde se situam bombas.139 EPI de nível “C”: É o nível mínimo necessário a qualquer tipo de acidente envolvendo produtos químicos. Utiliza-se roupa de proteção química conforme especificação da tabela de compatibilidade da roupa.141 Escada aberta: Escada não enclausurada por paredes e porta corta-fogo. 4. permitindo o uso d’água em forma de chuveiro de alta velocidade. 4. 4.146 Escada enclausurada protegida (EP): Escada devidamente ventilada situada em ambiente envolvido por paredes resistentes ao fogo e dotada de portas corta-fogo. 4.135 Entrepiso: Conjunto de elementos de construção. geralmente com dois ou mais pavimentos que se comunicam internamente.142 Escada aberta externa (AE): Escada de emergência precedida de porta corta-fogo (PCF) no seu acesso. . direção e controle ao jato. Utiliza-se roupa encapsulada de proteção química. compreendidos entre a parte inferior do forro de um pavimento e a parte superior do piso do pavimento imediatamente superior. 4.153 Espaços comuns (“communicating space”): Espaços dentro de uma edificação com comunicação com espaços amplos adjacentes. tubulações e sistemas. 4. permitindo desta forma eficaz ventilação. cuja condição de estanqueidade à fumaça é obtida por intermédio de pressurização. válvulas e reservatórios de extrato formador de espuma. 4. 4. destinado a dar forma.140 EPR: Equipamentos de proteção respiratória.150 Esguicho regulável: Acessório hidráulico que dá forma ao jato. pode mover-se ou acumular-se sem restrições. 4. para exposições de produtos com possibilidade de respingos.148 Escoamento (E): Número máximo de pessoas possíveis de abandonar um recinto dentro do tempo máximo de abandono. de modo a evitar fogo e fumaça em caso de incêndio.137 EPI de nível “A”: É o nível máximo de proteção para todas as possíveis vias de intoxicação. 4.134 Emergência: Situação crítica e fortuita que representa perigo à vida. com proteção respiratória de pressão positiva. causado pela diferença de temperatura interna e externa.152 Espaço livre exterior: Espaço externo à edificação para o qual abram seus vãos de ventilação e iluminação.151 Espaço confinado: Local onde a presença humana é apenas momentânea para prestação de um serviço de manutenção em máquinas.130 Efeito chaminé (“Stack effect”): Fluxo de ar vertical dentro das edificações. 4. cujo acesso é por antecâmara igualmente enclausurada ou local aberto. com ou sem espaços vazios. Pode ser constituído por logradouro público ou pátio amplo.132 Elemento de compartimentação: Elemento de construção que compõe a compartimentação da edificação. 4.

sistemas previstos e trâmite no Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). que emitirá ou receberá a propagação de um incêndio. 4.164 Estanqueidade: Propriedade de um elemento construtivo da vedação de impedir a passagem de gases e/ou chamas. adotando-se para o cálculo do escoamento. os dispositivos da iluminação de emergência. 4. respeitando-se os turnos de trabalho. 4. 4.174 Fator de massividade (“fator de forma”) (m-1): Razão entre o perímetro exposto ao incêndio e a área da seção transversal de um perfil estrutural. misturada formando uma massa. 4. 4. quando do escurecimento da noite.160 Estado de flutuação: Condição em que a bateria de acumuladores elétricos recebe uma corrente necessária para a manutenção de sua capacidade nominal. podendo apresentar-se em mistura entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos. para conservar energia e manter a bateria em estado de carga para uso em emergência. 4. 4.177 Fluxo luminoso nominal: Fluxo luminoso medido após 2 min de funcionamento do sistema. efetivamente. que produz ruídos e efeitos luminosos. 4.175 Filtro de partículas: Elemento destinado a realizar retenção de partículas existentes no escoamento de ar e que estão sendo arrastadas por este fluxo. 4.182 Formulário para atendimento técnico (FAT): Instrumento administrativo utilizado pelo interessado para sanar dúvidas. Tanto inibido manualmente com religamento automático ou por meio de célula fotoelétrica. 4. contemplando duas unidades de passagem. destinado a combater princípios de incêndio.163 Estado de vigília do sistema: Condição em que a fonte de energia alternativa (sistema de iluminação de emergência) está pronta para entrar em funcionamento na falta ou na falha da rede elétrica da concessionária.168 Expedidor: Pessoa responsável pela contratação do embarque e transporte de logística envolvendo produtos perigosos expressos em nota fiscal ou conhecimento de transporte internacional. que juntamente com a quantidade de ar que é conduzida.170 Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual.159 Estação móvel de emulsificação: Veículo especificado para transporte de extrato formador de espuma (EFE) e o seu emulsionamento com a água. 4. 4. 4.183 Fumaça (“smoke”): Partículas de ar transportadas na forma sólida. 4. fluxo igual a 88 pessoas por minuto (F=88).172 Fachada de acesso operacional: Face da edificação localizada ao longo de uma via pública ou privada com largura livre maior ou igual a 6 m. 4.162 Estado de repouso do sistema: Condição na qual o sistema foi inibido de iluminar propositadamente. propano.166 Exercício simulado: Atividade prática realizada periodicamente para manter a brigada e os ocupantes das edificações com condições de enfrentar uma situação real de emergência. compatibilidade entre os produtos e a identificação de seus riscos. composto predominantemente de metano e que pode conter quantidades mínimas de etano.173 Faixa de estacionamento: Trecho das vias de acesso que se destina ao estacionamento e operação das viaturas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). buteno). sem obstrução. signatários.165 Exaustão: Princípio pelo qual os gases e produtos de combustão são retirados do interior do túnel.167 Exercício simulado parcial: Atividade prática abrangendo apenas uma parte da planta. ou de qualquer outra forma. 4. butano. de acordo com a descrição da NBR 14432. solicitar alterações em Processo e Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros. solicitar juntada de documentos.179 Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico. A fachada deve possuir pelo menos um meio de acesso ao interior do edifício e não ter obstáculos.4.181 Formulário de segurança contra incêndios: Documento que contém os dados básicos da edificação. portátil ou sobre rodas. 4. possibilitando o acesso operacional dos equipamentos de combate e seu posicionamento em relação a ela.185 Gás natural liqüefeito (GNL): Fluido no estado líquido em condições criogênicas. 4. 4. propeno. 4.178 Fluxo luminoso residual: Fluxo luminoso medido após o tempo de autonomia garantida pelo fabricante no funcionamento do sistema.169 Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases. É responsável pela segurança veicular.186 Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de . 4.180 Fonte de energia alternativa: Dispositivo destinado a fornecer energia elétrica ao(s) ponto(s) de luz de emergência na falta ou falha de alimentação na rede elétrica da concessionária. 4. produzindo calor intenso e pressões elevadas. líquida e gasosa. nitrogênio ou outros componentes normalmente encontrados no gás natural. decorrente de um material submetido a pirólise ou combustão. 4.184 Gás liquefeito de petróleo (GLP): Produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano. 4.176 Fluxo (F): Número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/min) em um determinado meio de abandono. solicitar reconsideração de ato em vistoria. 4. entre outros.171 Fachada: Face de uma edificação constituída de vedos e aberturas. 4.161 Estado de funcionamento do sistema: Condição na qual a(s) fonte(s) de energia alimenta(m).

210 Iluminação de emergência: Sistema que permite clarear áreas escuras de passagens.188 Grelha de insuflamento: Dispositivo utilizado nas redes de distribuição de ar. 4. São inodoros. 4.196 Heliponto militar: Local destinado ao uso de helicópteros militares. Este elemento terminal é utilizado para direcionar e/ou distribuir de modo adequado o fluxo de ar em determinado ambiente. 4.201 Hidrante: Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores. 4. ao nível do solo ou elevada.193 Heliponto: Área homologada ou registrada. 4. horizontais e verticais. em princípio. posicionado no final de cada trecho. maus condutores de eletricidade e não corrosivos. com a finalidade de gerar energia elétrica. locais abastecimento.213 Iluminação permanente: Sistema no qual. ligado à rede pública de abastecimento de água. 4. de de de de 4. as lâmpadas de iluminação de emergência são alimentadas pela rede elétrica da concessionária. incolores.ozônio. de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas. podendo estar no interior de um abrigo de mangueira.195 Heliponto edificações.204 Hidrante para sistema de espuma: Equipamento destinado a alimentar com água ou solução de espuma as mangueiras para combate a incêndio.214 Incêndio: é o fogo sem controle. mangueiras de incêndio e demais acessórios. incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais. bem como proporcionar a execução de intervenção ou garantir a continuação do trabalho em certas áreas. 4. estação de passageiros. que permite a adaptação . equipamentos de manutenção etc. 4. 4. tampões. servindo como proteção contra eventuais quedas de um nível para outro. em caso de falha do sistema normal de iluminação.212 Iluminação não permanente: Sistema no qual. sendo vedada sua utilização em caráter comercial. na falta de iluminação normal. patamares. só em caso de falta da fonte normal. 4.208 Iluminação de balisamento: Sistema composto por símbolos iluminados que indicam a rota de fuga em caso de emergência. 4. 4. 4. 4.203 Hidrante de parede: Ponto de tomada de água instalado na rede particular.205 Hidrante urbano: Ponto de tomada de água provido de dispositivo de manobra (registro) e união de engate rápido. sendo comutadas automaticamente para a fonte de alimentação de energia alternativa em caso de falta e/ou falha da fonte normal. galerias e assemelhados.197 Heliponto privado: Local destinado ao uso de helicópteros civis. 4. 4.189 Grupo motoventilador: Equipamento composto por motor elétrico e ventilador. 4. 4.199 Heliportos: Helipontos públicos dotados instalações e facilidades para apoio de helicópteros e embarque e desembarque de pessoas. tais como: pátio estacionamento.198 Heliponto público: Local destinado ao uso de helicópteros em geral. podendo ser emergente (de coluna) ou subterrâneo (de piso). 4. 4.194 Heliponto civil: Local destinado. etc. 4. 4. 4. em caso de interrupção da alimentação normal. maciça ou não delimitando as faces laterais abertas de escadas. 4. as lâmpadas de iluminação de emergência não são alimentadas pela rede elétrica da concessionária e. são alimentadas automaticamente pela fonte de alimentação de energia alternativa.190 Grupo motogerador: Equipamento cuja força provém da explosão do combustível misturado ao ar.192 Habite-se: Documento em que a Prefeitura Municipal local aceita as obras e serviços realizados e autoriza a sua ocupação. metrô. com a finalidade de insulflar ar dentro de um corpo de escada de segurança para pressurizá-la e expulsar a possível entrada de fumaça.211 Iluminação de emergência e de aclaramento: Sistema composto por dispositivos de iluminação de ambientes para permitir a saída fácil e segura das pessoas para o exterior da edificação.202 Hidrante de coluna: Aparelho ligado à rede pública de distribuição de água. 4. 4. Por exemplo: centros médicos. rampas.206 Iluminação auxiliar: Iluminação destinada a permitir a continuação do trabalho.207 Iluminação de ambiente ou aclaramento: Iluminação com intensidade suficiente para garantir a saída segura de todas as pessoas do local em caso de emergência. balcões. aeroportos. terraços.200 Heliportos elevados: Heliportos localizados sobre edificações. ao uso de helicópteros civis.187 Gerador de espuma: Equipamento que se destina a facilitar a mistura da solução com o ar para a formação de espuma. 4. elevado: Local instalado sobre de bombas e/ou mangueiras para o serviço de extinção de incêndios. utilizada para pousos e decolagens de helicópteros.191 Guarda ou guarda-corpo: Barreira protetora vertical.209 Iluminação de balizamento ou de sinalização: Iluminação de sinalização com símbolos e/ou letras que indicam a rota de saída que pode ser utilizada em caso de emergência. embutido em parede.

para fins de atividades de produção industrial.216 Incêndio-padrão: Elevação padronizada de temperatura em função do tempo. expresso em minutos. Podem ser de comando automático ou manual. Abaixo desse limite efetivo. 4. A reação do esguicho usualmente limita o fluxo da solução a aproximadamente 1000L/min no máximo.235 Jato de linha de mangueira: Jato de espuma de um esguicho que pode ser segurado e dirigido manualmente.236 Jirau: Entende-se por jirau o piso compreendido entre dois pavimentos contíguos.225 Instalações temporárias: Locais que não possuem características construtivas em caráter definitivo podendo ser desmontadas e transferidas para outros locais.232 Jato compacto: Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas. 4. por meio da intervenção do homem.221 Instalações fixas de mangotinhos: Dispositivo com suprimento fixo de gases compreendendo um ou mais cilindros que alimentam um mangotinho acondicionado em um carretel de alimentação axial. 4. reguladores. Destes pontos. postos de serviço ou refinarias. e.234 Jato de fumaça sob o teto (“ceiling jet”): Fluxo de fumaça sob o teto.224 Instalações sob comando: O agente extintor fica armazenado em depósitos fixos e é conduzido através de tubulações rígidas até pontos táticos.217 Inibidor de vórtice: Acessório de tubulação destinado a eliminar o efeito do vórtice dentro de um reservatório. medidores.222 Instalações industriais: Conjunto de equipamentos que não se enquadram como depósitos. 4. emanadas de outra atingida por incêndio. elétrica. 4.226 Instalador: Pessoa física ou jurídica responsável pela execução da instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. em função da geometria. em graus Celsius no instante t. previamente estabelecido por meio de croqui. características térmicas dos elementos de vedação e da carga de incêndio específica. por meio da queima e/ou outro meio previsto e autorizado na legislação competente. acessórios e equipamentos que conduzem e utilizam o GLP para consumo.219 Instalação de gás liquefeito de petróleo (GLP): Sistema constituído de tubulações. 4. Na prática. de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado. concebida pelo arquiteto/engenheiro. 4. 4.4. observado na extremidade do esguicho.223 Instalação interna: Conjunto de tubulações. a densidade da fumaça na zona de transição cai a zero. θO é a temperatura do ambiente antes do início do aquecimento em graus Celsius. 4. Este equipamento é de comando manual. conduzido ou propagado pela convecção de massas gasosas aquecidas. as tubulações são complementadas com mangotinhos até o local do foco de incêndio onde o agente é aplicado. cuja característica básica é a impossibilidade técnica de uma edificação ser atingida pelo calor irradiado. por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido. contenção ou distribuição de fluídos líquidos ou gasosos. 4. O fluxo de solução de 1200L/min ou mais pode ser usado. onde existem válvulas terminais (difusores). 4.218 Instalação: Toda montagem mecânica. geração ou controle de energia.231 Itinerário: Trajeto a ser percorrido pelas guarnições do Corpo de Bombeiros na ida ou no regresso do atendimento de uma emergência. destinado à condução e ao uso do gás no interior da edificação. ocupação de toda espécie. 4. 4. 4. que está apoiado em posição e que pode ser dirigido por um homem. os . onde líquidos inflamáveis são armazenados e processados. equipado na sua extremidade livre um esguicho difusor com válvula de comando manual de jato. que necessite de proteção contra incêndio previsto na legislação. 4. registros e aparelhos de utilização de gás. 4.215 Incêndio natural: Variação de temperatura que simula o incêndio real. eletroeletrônica. na qual se tem a separação física de uma edificação em relação às demais circunvizinhas.228 Interface da camada de fumaça (“smoke layer interface”): Limite teórico entre uma camada de fumaça e a fumaça provinda do ar externo (livre).229 Inundação total: Descarga de gases limpos. que pode ter vários metros de espessura. Normalmente.220 Instalações fixas de aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás carbônico diretamente sobre o material que queima.230 Isolamento de risco: Característica construtiva. 4.233 Jato de espuma de monitor (canhão): Jato de grande capacidade de esguicho. ou outra. dada pela seguinte expressão: θg=θo + 345 log (8t+1) Onde: t é o tempo. hidráulica. a temperatura do jato de fumaça sob o teto será maior que a camada de fogo adjacente. geralmente tomada igual a 20º C. 4. 4. 4. 4. a interface da camada de fumaça é um limite efetivo dentro da zona de diminuição de impacto. ventilação. mas. θg é a temperatura dos gases. estendendo-se radialmente do ponto de choque da coluna de fogo contra o teto. com os necessários complementos. cuja montagem tenha caráter permanente ou temporária. prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco.227 Instrução técnica: Documento elaborado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais com objetivo de normalizar medidas e procedimentos de segurança.

A principal característica do jirau em relação à sobreloja ou ao mezanino reside na característica de poder ser contido lateralmente apenas por duas paredes e com a possibilidade de ter ou não guardacorpo nas outras laterais. 4. 4. mais perto da borda.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. 4. por efeito de variação de temperatura e pressão. medida horizontalmente sobre a linha de percurso da escada.252 Local de saída única: Condição de um pavimento da edificação.256 Mangotinho: Ponto de tomada de água onde há uma simples saída contendo válvula de abertura rápida. na estocagem ou no transporte.255 Maior risco: Aquele que possa existir oriundo de instalações projetadas ou existentes que requeira a maior demanda de água para o combate a incêndio. pois. 4.245 Linha de solução: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a solução de espuma mecânica.237 Lanço de escada: Sucessão ininterrupta de degraus entre dois patamares sucessivos. níveis cujo aproveitamento seja constituído por escritórios. 4. se decomponham. aguarrás e querosene (iluminante e de aviação).248 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que. 4. 4. 4.8ºC – todos os tipos de álcool. 4. a linha de percurso coincide com o eixo da escada. onde haja a probabilidade de um perigo se materializar causando um dano. subdividido como segue: a) classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37.238 Largura do degrau (b): Distância entre o bocel do degrau e a projeção do bocel do degrau imediatamente superior. em um lote de recipientes.250 Local de abastecimento: Área determinada pelo conjunto de veículo abastecedor. se tornem auto-reativos e.253 Loteamento: Parcelamento do solo com abertura de novos sistemas de circulação ou prolongamento. estando afastada 0. Nota: Sobre esta linha.4º C .249 Listagem confiável: Relação de dados e características de projeto de equipamentos ou dispositivos.70m.8ºC. – solventes (conforme ficha de segurança do produto). todos os degraus possuem piso de largura igual.quais tenham entre si altura suficiente para a interposição de um terceiro nível. b) classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60º C e inferior a 93. publicada pelo fabricante e reconhecida por órgãos regulamentadores ou normativos.247 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37. possuindo altura do pé direito diferenciado do pé direito do pavimento tipo e com área de projeção em planta que não ultrapasse a metade da área do piso imediatamente abaixo.4ºC . c) classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93. ou de choque mecânico. Nas escadas de menos de 1.246 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37.8ºC. em um lote de recipientes. ficando.241 Limite de área de armazenamento: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP).8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37. O acesso a este nível pode utilizar a escada principal da edificação ou possuir escada exclusiva.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37.242 Limite do lote de recipientes: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP). 4. mangueira flexível de abastecimento e central de gás liquefeito de petróleo (GLP). 4.243 Linha de espuma: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a espuma. quando este for exigido.todos os tipos de óleo combustível. .8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação). modificação ou ampliação dos existentes.240 Leiaute: Distribuição física de elementos num determinado espaço. 4. É comum o seu emprego em edificações industriais e comércio atacadista. 4. no estado puro ou nas especificações comerciais. c) classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22. b) classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. subdividindo-se em: a) classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22.todos os tipos de lubrificantes. 4. inclusive os degraus ingrauxidos nos locais em que a escada faz deflexão.10 m de largura. aceita pelo proprietário da instalação ou seu preposto legal designado.239 Laudo: Peça na qual o profissional habilitado relata o que observou e dá as suas conclusões. onde a saída é possível apenas em um sentido. 4. 4. 4.244 Linha de percurso de uma escada: Linha imaginária sobre a qual sobe ou desce uma pessoa que segura o corrimão.55m da borda livre da escada ou da parede. polimerizem ou venham a explodir.254 Lotes de recipientes: Conjunto de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) sem que haja corredor de inspeção entre estes. também conhecido como líquido Classe I.8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de óleo diesel. 4. acrescida da largura do corredor de inspeção. em conseqüência. ou fechamentos de área para fins de qualquer espécie. o qual não configure um pavimento. 4. 4.8ºC. Não constitui jirau.251 Local de risco: Área interna ou externa da edificação. Nota: Um lanço de escada nunca pode ter menos de três degraus. Sua função principal é de acondicionamento de materiais. nem subir altura superior a 3. servindo como área de depósito.

258 Mangueira flexível: Tubo flexível de material sintético com características comprovadas para uso do gás liquefeito de petróleo (GLP). não fazendo parte da estrutura principal. recebem tratamento para melhor se comportarem frente à ação do calor. são agregados à mesma com fins de conforto. não apresentam rachaduras. localizar. dispostos horizontalmente (afastados ou não entre si) ou verticalmente. ábacos e tabelas. estabelecida pelo Sistema Internacional de Unidades – SI. premissas e etapas utilizados para definir. submetidos à ignição ou combustão. limitar sua propagação. sala de treinamento ou de aula. visando relacionar os meios humanos e materiais disponíveis por uma empresa. deformações excessivas e não desenvolvem elevada quantia de fumaça e gases.277 Monitor fixo (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e está montado num suporte estacionário fixo ao nível do solo ou em elevação. sendo considerado andar o mezanino que possuir área superior à metade da área do andar subdividido. almoxarifado ou guarita. O monitor pode ser alimentado com a solução mediante tubulação permanente ou mangueiras. ao se entrar na edificação.282 Nível de acesso: Ponto do terreno em que atravessa a projeção do paramento externo da parede do prédio. sala de reuniões. 4. 4. 4. prevista no Regulamento de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. 4.281 Nível: Parte da edificação não contida em um mesmo plano. 4. 4. ou ainda aqueles protegidos por produtos que dificultem a queima.275 Módulo habitável: Contêiner adaptado. 4.257 Mangueira de incêndio: Tubo flexível.262 Materiais combustíveis: Produtos ou substâncias (não resistentes ao fogo) que sofrem ignição ou combustão quando sujeitos a calor. 4. apresentam baixa taxa de queima e pouco desenvolvimento de fumaça.269 Megajoule (MJ): Medida de capacidade calorífica dos corpos e materiais. havendo comunicação entre os módulos.259 Manômetro: Instrumento que realiza a medição de pressões efetivas ou relativas. empregado como escritório. 4. produzido por esguichos especiais. solução ou espuma. 4.278 Monitor portátil (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e encontra-se num suporte móvel ou sobre rodas.279 Mudança de ocupação: Consiste na alteração de uso da edificação que motive a mudança de classificação na tabela 1. estética ou segurança. que recebeu portas e janelas. 4.267 Máximo enchimento: Volume máximo de gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido que um recipiente pode armazenar com segurança. É composto de parte descritiva. depósito.261 Mapeamento de risco: Estudo desenvolvido pelo responsável por uma edificação em conjunto com o Corpo de Bombeiros. 4. com ou sem emprego de escadas. de modo que pode ser transportado para cena do incêndio. 4.274 Mezanino: Pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares.271 Meio de Alerta: Dispositivos ou equipamentos destinados a avisar os ocupantes de uma edificação por ocasião de uma emergência qualquer.276 Monitor (canhão): Equipamento destinado a formar e orientar jatos de água ou espuma de grande volume e alcance. 4.272 Meio de Fuga: Medidas que estabelecem rotas de fuga seguras aos ocupantes de uma edificação. O módulo habitável pode ser formado por um ou mais contêineres conjugados. submetidos à ignição ou combustão. semi-rígida. mangueira esguicho regulável e demais acessórios. desde a concepção até a sua implantação e manutenção. derretimento. fabricado com fios naturais ou artificiais. em seu processo químico. 4. Permite o ajuste do valor inicial. 4.263 Materiais de acabamento: Produtos ou substâncias que. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação.270 Meio defensável (“tenable environment”): Meio no qual a fumaça e o calor estão limitados e restritos.adaptador (se necessário). 4. .283 Nível de descarga: Nível no qual uma porta externa conduz ao exterior.264 Materiais fogo-retardantes: Produtos ou substâncias que. através de portas. 4.265 Materiais incombustíveis: Produtos ou substâncias que. podendo ou não possuir proteção metálica ou têxtil. cálculos.273 Memorial: Conceitos.266 Materiais semicombustíveis: Produtos ou substâncias que. ao meio ambiente e ao patrimônio. 4. 4. 4. 4. além de instalação elétrica e/ou hidráulica.268 Medidas de proteção contra incêndio e pânico: Conjunto de ações e dispositivo a serem instalados nas edificações e áreas de risco necessários a evitar o surgimento de incêndio e pânico. 4. possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à incolumidade das pessoas. usado para canalizar água. 4. visando preservar os ocupantes num nível que não exista ameaça de vida.260 Manômetro de líquido ajustável: Tipo de manômetro que permite a realização da avaliação da diferença de pressão entre dois ambientes por meio da comparação entre alturas de colunas de líquido dito manométrico. 4. 4.280 Neblina de água: Jato de pequenas partículas d’água. 4. Nota: É aplicado para a determinação da altura da edificação. antes do início da medição (ajuste do “zero”). seguido da qualificação e otimização da capacidade de reação.

provoca nas pessoas. 4. desde que reúna as habilitações necessárias. mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem. conserva suas características de resistência mecânica. 4. também.294 Órgão competente: Órgão público.310 Pista de rolagem: Pista de dimensões definidas. federal. Também se inclui nesta categoria. 4. 4. feiras. o nível de transição das estruturas da edificação.299 Parede resistente ao fogo (parede de compartimentação): Elemento estrutural resistente ao fogo por um determinado período de tempo. de propagação rápida. 4. e ao uso de pedestres ou veículos. materiais e equipamentos.307 Pesquisa de incêndio: Apuração das causas. reação desordenada. 4.290 Operação automática: Atividade que não depende de qualquer intervenção humana para determinar o funcionamento da instalação de gás. que provoca nas pessoas. materiais e equipamentos. mediante exame técnico das edificações.300 Passagem subterrânea: Obra de arte destinada à transposição de vias. 4.301 Passarela: Obra de arte destinada à transposição de vias. 4.287 Ocupação predominante: Atividade ou uso principal exercido na edificação. podendo ser anexadas ocupações temporárias. a uma instalação ou a um procedimento.297 Parede corta-fogo: Elemento construtivo que. estadual. o local coberto.293 Operador: Profissional habilitado a executar a operação de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP podendo acumular a função de motorista.306 Perigo: Propriedade de causar dano inerente a uma substância. espetáculos e parques de diversões. 4.288 Ocupação temporária: Atividade desenvolvida de caráter temporário. em atendimento ao projeto arquitetônico. cujo perímetro aberto tenha. individual ou coletiva. 4.4. desenvolvimento e conseqüências dos incêndios atendidos pelo CBMMG. 4.298 Parede corta-fogo portante: Elemento construtivo. mantendo sua integridade e as características de vedação contra gases e fumaça. no mínimo. 4. 4.309 Piso: Superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito.291 Operação de abastecimento: Atividade de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP.296 Pantográfica: Porta paralelogramos articulados.284 Nível de segurança: Enquadramento dado ao nível potencial de risco que a edificação oferece em sua utilização prevista. constituída por 4. com características de resistência ao fogo (estanqueidade. 70% do perímetro total. Considera-se. no local ou em laboratório especializado. 4. individual ou coletiva. visando a separar uma edificação em relação à outra. 4. e ao uso de pedestres. aberto em pelo menos três lados. municipal. é estanque à propagação da chama e proporciona um isolamento térmico tal que a temperatura medida sobre a superfície não exposta não ultrapasse 140ºC durante um tempo especificado.305 Perícia técnica: Consiste no levantamento e apuração efetuado por profissional do CBMMG. isolação térmica e estabilidade). 4. em desnível subterrâneo.285 Ocupação: Atividade ou uso da edificação.302 Pavimento: Está compreendido entre o plano de piso e o plano do teto imediatamente acima do piso de referência. 4.303 Pavimento de descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. 4. aberto em pelo menos duas faces opostas. onde os pilares se encontram com os elementos de fundação ou onde os pilares mudam de forma e ficam aparentes. bem como das causas do desenvolvimento e conseqüências dos incêndios. sob a ação do fogo. não definitivo em local com características de estrutura construtiva permanente. dividido pela área de aberturas existentes na mesma fachada. 4. para emissão de parecer técnico quanto aos sinistros e exigências de proteção contra incêndio e pânico nas edificações. através do exame técnico das edificações. reação desordenada. no local ou em laboratório especializado. 4. 4.292 Operação manual: Atividade que depende da ação do elemento humano. conforme concebida pelo arquiteto ou engenheiro. destinada à rolagem de helicópteros entre área de pouso ou de decolagem e a área de estacionamento ou de serviços. em desnível aéreo. legalmente habilitado.308 Pilotis: Local edificado de uso comum.289 Ocupações temporárias em instalações permanentes: Instalações de caráter temporário e transitório. de propagação rápida. apontando as causas que o motivaram. 4. 4. como tal. levando-se em consideração o risco de ativação das estruturas ou o potencial danoso aos usuários. 4.286 Ocupação mista: Edificação que abriga mais de um tipo de ocupação.304 Percentual de aberturas em uma fachada: Relação entre a área total (edificações não compartimentadas) ou área parcial (edificações compartimentadas) da fachada de uma edificação. tais como: circos. . ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio.295 Pânico: Susto ou pavor repentino. susto ou pavor que repentino. 4.

4. 4.320 Poço de sucção: Elemento construtivo do reservatório. possibilitam que os ocupantes das edificações atinjam os pisos de descarga com as suas integridades físicas garantidas. indispensável à elaboração de um PPI. i) hidrantes públicos próximos da edificação (se houver).314 Plano global de segurança: Integração de todas as medidas de prevenção contra incêndios e pânico que garantam a segurança efetiva das pessoas (aspecto humano) e do edifício. destinadas à circulação de pessoas e de equipamentos. com representantes de todos os órgãos envolvidos no atendimento de uma emergência. elevadores. arranjo e previsão dos meios de segurança contra incêndio e riscos existentes. g) armazenamento de produtos perigosos. podendo ser em mais de uma folha. e) registro de recalque. ao meio ambiente e ao patrimônio individual ou público. ao meio ambiente e às propriedades.4. retarda a propagação do incêndio de um ambiente para outro. ou parte dela é projetada. 4. ventilação. com área de até 750 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados) regulados por meios de instrução técnica. e estabelecer o comportamento a ser adotado frente à emergência.331 Processo de segurança contra incêndio e pânico (PSCIP): Documentação que contém os elementos formais das medidas de proteção contra incêndio e pânico de uma edificação ou área de risco que deve ser apresentada no CBMMG para avaliação em análise técnica. instalado nas aberturas da parede de compartimentação. em escala padronizada. .316 Planta de bombeiro: Representação gráfica da edificação. tubos de lixo. Polícia etc) e brigadas de incêndio e de abandono das empresas privadas. tubulações hidráulico-sanitárias. e outros. h) vias de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros. monta-cargas. vedando aberturas em paredes. objetivando diminuir a possibilidade da ocorrência de um princípio de incêndio e pânico. bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações.328 Posto de abastecimento e serviço: Atividade onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos. 4. considerando-se os turnos de trabalho e a natureza da ocupação. 4. A2.311 Planilha de levantamento de dados: Instrumento utilizado para a catalogação de todas as informações e dados da empresa. cabos. bem como os terceiros nestas condições. estanqueidade e isolamento térmico. elaborado por profissionais de grupo multidisciplinar (Engenheiros ou Técnicos que atuem na área de segurança de incêndio e ambiental).315 Plano particular de intervenção (PPI): Procedimento peculiar de atendimento de emergência em locais previamente definidos. Será sempre pelo número máximo diário de pessoas. com tempo mínimo de resistência ao fogo. 4. A1.326 Porta corta-fogo (PCF): Dispositivo construtivo(Conjunto de folha(s) de porta.319 Poço de instalação: Passagem essencialmente vertical deixada numa edificação com finalidade específica de facilitar a instalação de serviços tais como: dutos de ar-condicionado. c) hidrantes externos.330 Procedimento sumário: Constitui-se na ação de análise e vistoria do CBMMG em edificações de uso coletivo. com uma única ou mais edificações. 4. indicando: a) principais riscos. 4. envolvendo as medidas de proteção ativa e passiva. 4. em conjunto com o Corpo de Bombeiros. 4.329 Prevenção contra incêndio e pânico: Conjunto de ações e medidas que visam a orientação das pessoas. Quando instaladas nas escadas de segurança.325 População flutuante: Número de pessoas que não se enquadra no item de população fixa. A3 ou A4.321 Ponto de abastecimento: Ponto de interligação entre o engate de enchimento da mangueira de abastecimento e a válvula do recipiente que deve ser abastecido. invólucro(s) e/ou outros(s) componente(s) que têm a função de promover o aclaramento do ambiente ou a sinalização. 4.Deve atender ás exigências de resistência mecânica. 4.313 Plano de intervenção de incêndio: Plano estabelecido em função dos riscos da edificação para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência.322 Ponto de luz: Dispositivo constituído de lâmpada(s) ou outros dispositivos de iluminação. 4. em caso de sinistro. eletrodutos.324 População fixa: Número de pessoas que permanece regularmente na edificação.312 Plano de Auxílio Mútuo (PAM): Plano que tem por objetivo conjugar os esforços dos órgãos públicos (Corpo de Bombeiros. 4. É um dispositivo móvel que. aqueles produtos cujo manuseio e tráfego apresentam risco à vida. f) reserva de incêndio.327 Posto de comando: Local fixo ou móvel.318 Planta: Desenho onde estão situadas uma ou mais empresas. 4. 4.332 Produtos perigosos: Todas as substâncias cuja liberação ou ameaça de liberação cause risco ao ser humano. d) número de pavimentos. marco e acessórios). 4. Ou ainda. 4. 4. 4. conforme o Manual de Defesa Civil Estudos de Riscos e Medicina de Desastres. b) paredes corta-fogo e de compartimentação. 4. destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado. Defesa Civil.323 População: Número de pessoas para as quais uma edificação. contendo informações através de legenda específica da localização.317 Planta de risco: Mapa simplificado no formato A0.

4. 4. conforme sua área de especialização. projetado para resistir à passagem de ar ou fumaça. 4. etc. detalhes e perspectivas isométricas e.337 Projeto: Conjunto de peças gráficas e escritas. pela cobertura (em colapso).334 Profissional legalmente habilitado: Pessoa física ou jurídica que goza do direito.340 Propagação por radiação térmica: Aquela emitida por um incêndio em uma edificação. É considerado transportável para efeito de proteção contra incêndio o recipiente com volume máximo de 500L. 4. 4. 4. 4. seções.336 Projetista: Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto.335 Profundidade de piso em subsolo: Profundidade medida em relação ao nível de descarga da edificação. 4. 4. destinada a colocar água potável à disposição dos consumidores. com capacidade superior a 0. normalmente utilizado na saída dos grupos moto-ventiladores.25m³. de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio. 4. que se propaga por radiação por meio de aberturas existentes na fachada.338 Propagação por condução: Decorrente do contato direto de chamas pela fachada ou pela cobertura (em colapso) de um incêndio em uma edificação. 4.341 Quadro de áreas: Tabela que contém as áreas individualizadas das edificações e seus pavimentos. segurança e medicina do Trabalho. elevações.348 Rede elétrica da concessionária: Energia elétrica fornecida pela concessionária do município. engenharias.344 Recipiente transportável: Recipiente que pode ser transportado manualmente ou por qualquer outro meio.355 Registro de recalque: Dispositivo hidráulico destinado a permitir a introdução de água proveniente de fontes externas.342 Rampa: Parte construtiva inclinada de uma rota de saída.333 Profissional habilitado: Toda pessoa com formação em higiene.350 Reforma: Alterações nas edificações e áreas de risco sem aumento de área construída.346 Rede de detecção. 4. 4. na instalação hidráulica de combate a incêndio das edificações. devidamente registrado nos Conselhos Regionais competentes. 4. quando utilizada duplicidade de equipamentos.4. 4. destinado a interrromper o fluxo de água das instalações hidráulicas de combate a incêndio em edificações.359 Reservatório de escorva: Reservatório de água com volume necessário para manter a tubulação de sucção da bomba de incêndio sempre cheia d’água. 4. que se propaga para outra edificação contígua.358 Reservatório ao nível do solo: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado no mesmo nível do terreno natural. 4.347 Rede de distribuição: Parte do sistema de abastecimento formado de tubulações e órgãos acessórios. de forma contínua.339 Propagação por convecção: Decorrente de gases quentes emitidos pelas aberturas existentes na fachada ou pela cobertura da edificação incendiada. 4. que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. ou pela própria fachada (composta de material combustível) para uma outra edificação adjacente.352 Registro de fluxo: Dispositivo com a função de direcionar o fluxo de ar. que se destina a unir dois níveis ou setores de um recinto de evento. . atendendo a requisitos de resistência a fogo e fumaça.354 Registro de paragem: Dispositivo hidráulico manual. em quantidade e pressão recomendada. gasolina natural ou outras fontes de hidrocarbonetos. necessárias à definição das características principais do sistema de combate a incêndio. fumaça ou chama e a atuar equipamentos de proteção e dispositivos de sinalização e alarme. segundo as leis vigentes.361 Reservatório enterrado ou subterrâneo: Reserva de incêndio cuja parte superior encontra-se instalada abaixo do nível do terreno natural. a qual opera independente da vontade do usuário.349 Refinaria: Unidade industrial na qual são produzidos líquidos inflamáveis. que atingem a fachada da outra edificação adjacente.353 Registro de fumaça (“smoke damper”): Dispositivo utilizado no sistema de controle de fumaça. 4. assim como do memorial. 4. composto de plantas.351 Registro (“dumper”) de sobrepressão: Dispositivo que atua como regulador em ambiente que deva ser mantido em determinado nível de pressão. 4. instalados nos dutos de ventilação e dutos de exaustão. sinalização e alarme: Conjunto de dispositivos de atuação automática destinados a detectar calor.357 Reserva de incêndio: Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio. 4. 4. 4. dutos e demais equipamentos empregados na transmissão de energia do sistema.356 Registros corta-fogo (“dampers”): Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. Um registro de fumaça pode ser combinado. a partir de petróleo. em escala comercial. 4. evitando que a pressão assuma valores maiores por onde ocorra escape do ar.345 Rede de alimentação: Conjunto de condutores elétricos.360 Reservatório elevado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado acima do nível do terreno natural com a tubulação formando uma coluna d’água. inclusive a sua proteção.343 Recipiente estacionário: Recipiente fixo. inclusive das especificações de materiais e equipamentos. 4. 4. 4.

avaliado conforme norma existente. Notas: a) Ocorrendo equivalência na somatória da carga de incêndio. 4.364 Responsável técnico: Profissional habilitado para elaboração e/ou execução de atividades relacionadas a segurança contra incêndio e pânico.044. 4. a ser percorrido pelo usuário. lanchonetes. passagens externas.377 Sapé.382 Separação de riscos de incêndio: Recursos que visam a separar fisicamente edificações ou equipamentos.383 Separação entre edificações: Distância segura entre cobertura e fachada de edificações adjacentes.371 Risco secundário: Risco subsidiário do produto de acordo com tabela do Decreto 96. mantendo sua integridade. Podem ser áreas livres. devidamente protegido e sinalizado. tais como bares. instalados nas passagens de eletrodutos e tubulações que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. seja quanto à época em que poderá ocorrer. em comunicação com o logradouro. a ser percorrido pelo usuário em caso de incêndio e pânico. realizado na superfície ou pouco acima desta.369 Risco predominante: Atividade principal exercida na edificação. independente da vontade humana ou não e de cuja ocorrência decorrem prejuízos de qualquer natureza. 4. vestíbulos. que se caracteriza pela distância medida horizontalmente entre a cobertura de uma edificação e a fachada de outra edificação adjacente.363 Resistência ao fogo: Propriedade de um elemento construtivo. rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes. de largo emprego na zona rural para cobertura de ranchos.362 Reservatório semi-enterrado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado abaixo do nível do terreno natural e com a parte superior acima do nível do terreno natural. 4. escadas.370 Risco primário: Risco principal do produto de acordo com tabela do Decreto 96. Companhias e Pelotões do CBMMG que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas . onde a saída é possível apenas em um sentido. futuro e incerto seja quanto a sua realização. casas de espetáculos etc. para o dimensionamento das saídas de emergências. “halls”. restaurantes.384 Serviço de segurança contra incêndio e pânico: Compreende a Diretoria de Atividades Técnicas.378 Segurança contra incêndio: Conjunto de ações e recursos internos e externos à edificação ou área de risco. balcões. que permitem controlar a situação de incêndio e pânico e remoção das pessoas do local do sinistro em segurança. 4. 4. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos.376 Saída única: Local em um setor do recinto de evento. conforme o tipo de trem de pouso do helicóptero. 4. Fachadas de edificações adjacentes. “halls”.372 Rolagem: Movimento do helicóptero de um ponto para outro. passadiço ou balcão.380 Selos corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo.368 Risco isolado de central de GLP: Distância da central de gás liquefeito de petróleo (GLP) à projeção da edificação.367 Risco isolado: Risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados. ou que predomina sobre os demais. barreiras de proteção. vestíbulo. 4. 4. 4. 4. para acesso e descarga. 4. 4. 4. 4.375 Saída horizontal: Passagem de um edifício para outro por meio de porta corta-fogo. 4. 4. no fabrico de vassouras e também utilizadas como cobertura de edificações destinadas à reunião de público. b) Ocorrendo concentração de público. 4. escadas. rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes. que se caracterizam pela distância medida horizontalmente entre as fachadas de edificações adjacentes. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. de resistir à ação do fogo por um determinado período de tempo. 4. piaçava (ou piaçaba): Fibras vegetais de fácil combustão. anteparos e/ou paredes de material incombustível. ou ainda o maior nível de risco.374 Saída ou rota de fuga: Caminho contínuo proporcionado por portas.4. 4.044. 4. desde que na ocorrência de um sinistro ele contribua de alguma forma para o agravamento da situação de forma significativa e em termos proporcionais. 4. estanqueidade e isolação e/ou características de vedação aos gases e chamas. protegido do incêndio ou pânico. adotar-se-á para efeito da classificação do maior risco.379 Segurança: Compromisso a cerca da relativa proteção da exposição a riscos. passagem coberta. Batalhões. prevalecerá como sendo o maior risco. proporcionado por portas. corredores. corredores. suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra.366 Risco iminente: É a constatação de situação atual e iminente de exposição ao perigo e a probabilidade de ocorrência de um sinistro que deve ser fundamentada pelo bombeiro militar durante a realização de vistoria levando se em consideração a exposição ao perigo potencial e as medidas de proteção adotadas no local.365 Risco: Acontecimento possível. com resistência mínima à exposição ao fogo de 2 horas. que conduzam o usuário de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço aberto. a ocupação que possuir maior carga de incêndio pôr m². 18Mai88.373 Saída de emergência: Caminho contínuo. que também pode ser definido como risco principal na edificação.381 Separação corta-fogo: Elemento de construção que funciona como barreira contra a propagação do fogo. 18Mai88.

A principal característica da sobreloja em relação ao jirau ou ao mezanino reside na característica de poder ser contido lateralmente por quatro paredes e com a possibilidade de ter ou não guarda-corpo em uma ou mais laterais. 4. 4. permitindo o menor dano possível ao patrimônio e preservando a vida humana. dimensões e cores. realizados por pessoal especializado. escritório ou loja). estando equipado com aspersores de neblina para descarga e distribuição na área a ser protegida. que permite a passagem e interligação de instalações elétricas. onde esses espaços ocupados são abertos permitindo comunicação direta com a área de pedestres. área de apoio aos funcionários e afins. para modificar o movimento da fumaça. 4.396 Sistema de controle de fumaça (“smoke management system”): Sistema projetado. que resulta na intensidade de uma exposição.389 Simulado: Emprego técnico e tático dos meios disponíveis. 4. equipamentos de segurança contra incêndios e riscos potenciais de uma edificação ou áreas relacionadas a produtos perigosos. de forma rápida e eficaz. localizada em região urbana. cujo funcionamento dependa da ação humana para funcionar e possua carga extintora de comprovada eficiência. 4. formas geométricas.388 “Shopping” coberto (“covered mall”): Espaço amplo criado por uma área coberta de pedestre em uma edificação agregando um número de ocupantes.385 Setor: Espaço delimitado por elementos construtivos que condicionam a circulação das pessoas para outras partes do recinto. acessórios. rede de tubulação. válvulas e dispositivos sensíveis à elevação de temperatura. mas com acesso exclusivo por este.390 Sinais visuais: Compreendem a combinação de símbolos. que repassará este aviso a uma equipe de intervenção.405 Subestação atendida: Instalação operada localmente e que dispõe de pessoas permanentes ou estacionadas. 4. utilizado para atender solicitação de autoridade pública. no setor de prevenção de incêndio do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais para realização de vistoria na edificação. mensagens. tais como lojas de varejo. o qual não configure um pavimento. 4. explosão etc.386 Severidade da exposição: Soma total da energia produzida com a evolução de um incêndio. ou fechamentos de área para provadores. servindo como área de depósito.403 Solicitação de vistoria por autoridade pública: Instrumento administrativo. 4.392 Sinistro: Ocorrência de prejuízo ou dano. Só existe sobreloja em edificações comercial ou mista. 4. em situação não real. os quais tenham entre si altura suficiente para a interposição de um terceiro nível. possuindo altura do pé direito diferenciado do pé direito do pavimento tipo. 4.394 Sistema de carregamento: Dispositivo para o abastecimento de tanques de combustível de motores de veículos. 4. 4.397 Sistema de detecção e alarme: Conjunto de dispositivos que visa a identificar um princípio de incêndio. vertical ou horizontal. entretenimento e diversão. 4. notificando sua ocorrência a uma central. 4.399 Sistema de prevenção contra incêndio e pânico: Sistema constituído de equipamentos. 4. ligado à fonte da solução produtora.402 Sobreloja: Entende-se por sobreloja o piso compreendido entre dois pavimentos contíguos. observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. escritórios ou outros usos similares.387 “Shaft”: Abertura existente na edificação. a localização e os procedimentos referentes a saídas de emergência. neste caso onde existir lojas (sala.393 Sistema de aspersão de espuma: Sistema especial. 4.401 Sistema preventivo eficiente: Entende-se pelo conjunto de equipamentos. 4.398 Sistemas de hidrantes ou de mangotinhos: Conjunto de dispositivos de combate a incêndio composto por reserva de incêndio. de forma a processar água sobre o foco de incêndio em uma densidade adequada para extinguí-lo ou controlá-lo em seu estágio inicial. com os tipos descritos abaixo: . hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta norma. visando o treinamento dos participantes.edificações e áreas de risco. causado por incêndio ou acidente. bares. Sua função principal é de acondicionamento de materiais. abastecimento de água. permitindo ainda a lotação ordenada do local. materiais e conjuntos que atuam na proteção da vida e das edificações. que inclui todos os métodos isolados ou combinados. que engloba uma ou mais unidades de abastecimento.391 Sinalização de emergência: Conjunto de sinais visuais que indicam.404 Sprinkler: Ver chuveiro automático.406 Subestação compacta: Instalação atendida ou não. A sobreloja pode ocupar toda a área de projeção em planta do pavimento imediatamente abaixo.400 Sistema preventivo eficaz automático: Entendese por todo equipamento que não dependa da ação humana para entrar em funcionamento e que debele o incêndio ainda no início. níveis cujo aproveitamento seja constituído por escritórios. ou determinará o alarme para a edificação. 4. a existência.395 Sistema de chuveiros automáticos: Conjunto integrado de tubulações. 4. Não se exclui destes. com o conseqüente abandono da área. 4. bombas de incêndio (quando necessário). 4. hidráulicas ou outros dispositivos necessários. 4.

para determinar a qualidade ou comportamento de um sistema de acordo com as condições estabelecidas na Instrução Técnica. 4. de único proprietário. aspectos econômicos e sociais. 4. 4. 4. 4. 4. 4.428 Trajetórias de escape: Vazão de ar que sai dos ambientes pressurizados. Não será considerado subsolo o pavimento que possuir ventilação natural e tiver sua laje de cobertura acima de 1. próximo às juntas.427 Torre de espuma: Equipamento portátil destinado a facilitar a aplicação da espuma em tanques.0 minuto.408 Subestação elétrica convencional: Instalação de pátio que se encontra ao ar livre. devido a fatores diversos. 4.417 Tanque de teto flutuante: Reservatório cujo teto será diretamente apoiado na superfície do líquido no qual flutua.414 Tanque atmosférico refrigerado: Reservatório equipado com sistema de refrigeração. 4. que visa a controlar a temperatura entre – 35ºC a – 40ºC de forma a manter o gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido sem a necessidade de pressurização. e cuja finalidade é diminuir o risco de um princípio de incêndio.435 Unidade de processamento: Estabelecimento ou parte de estabelecimento cujo objetivo principal é misturar. 4.419 Taxa de aplicação: Vazão de solução de espuma a ser lançada sobre a área da superfície líquida em chamas.432 Túnel rodoviário: Passagem horizontal construída embaixo da terra ou da água usado para o tráfego de automóveis. Nota: Capacidade de uma unidade de passagem é o número de pessoas que passa por esta unidade em 1. natural ou outro similar) é montada. atingir a proteção contra incêndio existente nos dutos de sucção e/ou pressurização.415 Tanques de maior risco: Reservatório contendo líquidos combustíveis ou inflamáveis e que possui maior demanda de vazão de espuma mecânica. 4. 4.425 Terraço: Local descoberto sobre uma edificação ou ao nível de um de seus pavimentos acima do pavimento térreo. de outra forma. de 16 de dezembro de 1964. separar ou processar.422 Tempo máximo de abandono (t): Duração considerada para que todos os ocupantes do recinto consigam atingir o espaço livre exterior.411 Supervisão (“supervision”): Autoteste do sistema de controle de fumaça. visando ainda ao não confinamento de gás em locais não ventilados. 4. fica permanentemente sem água no seu interior.424 Terceiros: Prestadores de serviço.434 Unidade de passagem: Largura mínima para a passagem de uma fila de pessoas. 4. podendo os transformadores permanecer ou não enclausurados. 4. 4. definida no projeto do sistema.418 Tanque vertical: Reservatório de base apoiada sobre o solo. nafta.407 Subestação de uso múltiplo: Instalação convencional. constituída de dependências e instalações de uso privativo e de parcela de dependências e instalações de uso comum da edificação. 4.416 Tanque de teto cônico: Reservatório com teto soldado na parte superior do costado. 4. 4. 4. 4. soldas e conexões. 4. 4.409 Subestação não-atendida: Instalação telecontrolada ou operada localmente por pessoas não permanentes ou não estacionadas. para efeitos de identificação.433 Unidade autônoma: Parte da edificação vinculada a uma fração ideal de terreno.412 Tanque: Reservatório cilíndrico para armazenar líquidos combustíveis ou inflamáveis. sendo pressurizada por viatura de combate a incêndios. na qual o circuito de condutores ou dispositivos de função são monitorados para acompanhar a falha ou integridade dos condutores e dos equipamentos que controlam o sistema.426 Teste: Verificação ou prova (fazer funcionar experimentalmente). nos termos da Lei Federal nº 4591. 4.413 Tanque atmosférico não refrigerado: Reservatório não equipado com sistema de refrigeração. 4. c) Subestação de uso múltiplo: Instalação localizada em uma única área compartilhada pelo proprietário e por terceiros. desde a reserva de incêndio até os hidrantes ou mangotinhos. 4.20m do perfil do terreno. b) Subestação subterrânea: instalações que se encontram situadas abaixo do nível do solo.423 Tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF): Duração de resistência ao fogo dos elementos construtivos de uma edificação.430 Tubulação: Conjunto de tubos.421 Tempo de comutação: Intervalo de tempo entre a interrupção da alimentação da rede elétrica da concessionária e a entrada em funcionamento do sistema de iluminação de emergência.410 Subsolo: Pavimento situado abaixo do perfil do terreno.429 Tubo-luva de proteção: Dispositivo no interior do qual a tubulação de gás (GLP. 4.55 m. com limitação de área do empreendimento.420 Temperatura crítica: Temperatura que causa o colapso no elemento estrutural. fixada em 0. conexões e outros acessórios destinados a conduzir água. aquecer.431 Tubulação seca: Parte do sistema de hidrantes. que por condições específicas. e é através deste fluxo de ar que são estabelecidas a trajetória que serão percorridas pelo ar que gera a pressurização. 4. assinalada por designação especial numérica. sujeita às limitações da lei. 4. acrescida de outras edificações separadas e distanciadas entre si.a) Subestação abrigada: Instalação total ou parcialmente abrigada. estabelecida pelas normas. .

4.456 Vítima: Pessoa ou animal que sofreu qualquer tipo de lesão ou dano.438 Válvulas: Acessórios de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações. 4. 4.437 Válvula de retenção: Dispositivo hidráulico destinado a evitar o retorno da água para o reservatório. destinadas à passagem de instalações elétricas.442 Veículo abastecedor: Veículo especificamente homologado para transporte e transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) a granel.441 Vedadores corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. 4.440 Vazamento: Vazão de ar que sai do ambiente e/ou da rede de dutos de modo não desejável causando perda de uma parcela do ar que é insuflado.449 Via de acesso: Espaço destinado para as viaturas do CBMMG adentrarem no entorno à edificação. 4. à área de risco e à faixa de estacionamento. e/ou para transporte de equipamentos ou materiais para extinção de incêndios.450 Via urbana: Espaços abertos destinados à circulação pública (tais como ruas. Nesta definição não estão incluídas as refinarias. 4. 4. . 4.453 Vigas principais: Elementos estruturais ligados diretamente aos pilares ou a outros elementos estruturais que sejam essenciais à estabilidade do edifício como um todo.455 Vistoriador: Servidor público militar.451 Viaduto: Obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior. também.439 Varanda: Parte da edificação. 4.454 Vistoria: É o ato de certificar o cumprimento das exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco por meio de exame no local. visando. 4. 4. instalados nas aberturas das paredes de compartimentação ou dos entrepisos.445 Velocidade (v): Distância percorrida por uma pessoa em uma unidade de tempo (m/min). 4. em casos de abandono de emergência. 4. 4. 4. 4. bifurcações ou outros acessórios com a finalidade de direcionar o fluxo de ar. limitada pela parede perimetral do edifício. 4. situados na área urbana e caracterizados principalmente por possuírem imóveis edificados ao longo de sua extensão. destilarias ou unidades químicas.447 Ventilação constante: Movimentação constante de ar em um ambiente.446 Veneziana de tomada de ar: Dispositivo localizado em local fora do risco de contaminação por fumaça proveniente do incêndio e por partículas que proporcionam o suprimento de ar adequado para o sistema de pressurização. etc. tendo pelo menos uma das faces aberta para o logradouro ou área de ventilação. não em balanço. à diminuição da perda de carga localizada. sendo uma localizada junto ao piso e a outra situada junto ao teto. hidráulicas. especialmente projetado e utilizado para o transporte e transvasamento de gás natural liquefeito (GNL) e devidamente certificado pelo INMETRO. que se caracteriza por aberturas situadas em lados opostos das paredes de uma edificação. avenidas.444 Veios: Dispositivos instalados no interior de curvas. 4.líquidos inflamáveis. 4. credenciado para o serviço de vistoria do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.436 Unidade extintora: Extintor que atende a capacidade extintora mínima prevista em norma em função do risco e natureza do fogo.452 Vias de acesso para atendimento a emergências: Áreas ou locais definidos para passagem de pessoas. vielas. ou caminhos e similares).448 Ventilação cruzada: Movimentação de ar.443 Veículo transportador: Veículo que dispõe de tanque criogênico. 4. 4.

03 SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Definições 4 – Referências normativas 5 – Procedimentos ANEXO Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio e pânico .IT .

2 APLICAÇÃO 2. 5. a área na cor preta existente no interior de algum dos símbolos pode ser substituída por hachuras ou pode ser pontilhada. com as inclusões e adequações de exigências constantes nesta instrução.mg. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.190-000 Site: www.270. 5. quando colocado no interior da forma geométrica básica. 5.gov. que define uma categoria de segurança contra incêndio e por um símbolo suplementar. 2. _______________________________________________ Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.Bairro Centro CEP 30. que. NBR 14100 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos para projeto.br SIMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece os símbolos gráficos a serem utilizados nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco.gov. 355 . 3 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 03 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: . de forma clara e de fácil identificação pelo leitor. Augusto de Lima.2 Adota-se a NBR 14100 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos. 4 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Lei nº 14. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. 5.br Email: dat3@cbmmg. Decreto Estadual nº 44.2 Os símbolos gráficos são compostos por uma forma geométrica básica.1 Os símbolos gráficos constantes desta Instrução Técnica se aplicam aos projetos de segurança contra incêndio.5 Os significados de todos os símbolos utilizados devem ser representados em uma legenda. define o significado específico do conjunto. aplicam-se as definições constantes da Instrução Técnica 02 (Terminologia de proteção contra incêndio).m. 5 PROCEDIMENTOS 5. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1 Os símbolos gráficos que devem constar nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco são apresentadas no Anexo.3 As dimensões dos símbolos devem estar em uma mesma escala.130.bombeiros.4 Caso seja conveniente. proporcional à escala de qualquer desenho do projeto.

Anexo (normativo) Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio .

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IT .04 ACESSO DE VIATURAS NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela para colocação de via de acesso e faixa de estacionamento B – Portão de Acesso 2 – Aplicação 3 – Referências bibliográficas C – Tipos de Retornos 4 – Definições 5 – Procedimentos D – Desnível Longitudinal e Lateral E – Faixa de Estacionamento .

The Building Regulations.4.1.00 m e altura mínima de 4. 1991. . condomínios comerciais e condomínios industriais.1.Fire Department Aerial Apparatus.2.1.1.1.1.1.1. First Edition. 1998.mg.cbmmg.00 m de comprimento devem possuir retorno circular (Figura 2). uma estratégia ou uma tática.1.000 quilogramas-força. 355 .1.1.mg.2.1.1.1.1 Características da via de acesso 5.1. desde que atendam aos itens 5.3 Desobstrução em toda a largura e com altura livre mínima de 4.000 quilogramas-força.1.1 Condições gerais 5.1. 5 PROCEDIMENTOS 5. este deverá atender à largura mínima de 4.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 04 ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREA DE RISCO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa condições mínimas exigíveis para o acesso e estacionamento de viaturas de bombeiros nas edificações e áreas de risco.2. respeitadas as medidas mínimas indicadas.1.1. 5.2.6 São aceitos outros tipos de acessos com retornos.00 m. 5.1.1 Largura: mínima de 6.50 m.3 e 5. (Figura 1).1.1.1. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.1.1. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas. INTERNATIONAL FIRE SERVICE TRAINING ASSOCIATION .bombeiros.00 m. 5.50 m. 5. 1991. 5. mas que garantam a entrada e a saída de viaturas.1.gov.1 Largura: mínima de 8.1 Via de acesso e faixa de estacionamento.190-000 Site: www. Monografia elaborada no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais-I/98 da PMESP. 5. 5.1. 5.Bairro Centro CEP 30.1.1.br Email: dat3@. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica deve ser observada para os portões de acesso de condomínios de residências unifamiliares.1. Código de Prevenção Inglês. sendo recomendativa a todas as demais edificações e áreas de risco. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1.1. Oklahoma State University.2 Suportar viaturas com peso de 25. São Paulo.1.1.130. Lei nº 14.5 As vias de acesso que excedam 45. 5.1. Estacionamento de viaturas em locais de sinistro.1.270.1. Eduardo. 5.1. que não os especificados acima.gov. BELEZIA.00 m. Augusto de Lima. em formato de “Y” (Figura 3) ou em formato de “T” (Figura 4). 5.2 Características das faixas de estacionamento 5. Decreto Estadual nº 44.2 Comprimento: mínimo de 15. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da Instrução Técnica 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico .1.1.4 Quando o acesso for provido de portão. visando disciplinar o seu emprego operacional na busca e salvamento de vítimas e no combate a incêndios. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.3 Suportar viaturas com peso de 25. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.1.1.

5.1 e subitens.2.00 m2.1 e subitens. com placas de <proibido parar e estacionar> e com sinalização de solo demarcadas com faixas amarelas e identificadas com as palavras “RESERVADO PARA VIATURAS DO CORPO DE BOMBEIROS” . (Figuras 5 e 6). 5.2. 5.8 A faixa de estacionamento deve ser adequadamente sinalizada.1.1.5.2. (Figura 7).1 e subitens.2.2. (Anexo A) 5. 5. 5. 5. 5.2. tanto longitudinal quanto transversal.2.2.00 m na via pública. deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento.2. medidas a partir de sua borda mais próxima do edifício.3. 5. 5.1 Deve possuir via de acesso atendendo ao disposto no item 5.2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 5.2.1.1.3 No caso da edificação possuir riscos isolados que ultrapassem 1.2.2 Edificações com altura superior a 12. a contar do meio fio.1.1.1.2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 5.00 m. cada risco deve ser atendido pela via de acesso e ter pelo menos uma faixa de estacionamento.1.1.1.00 m.2.1.5 Deve existir pelo menos uma faixa de estacionamento paralela a uma das faces da edificação que possua aberturas (portas e ou janelas).2.3 A faixa de estacionamento deve atender ao disposto nos itens 5.4 No caso da edificação ser constituída de risco isolados. esta deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento.1 No caso da edificação apresentar afastamento superior a 10.1.1.1.1 Quando a edificação principal estiver afastada mais de 20. 5.1.2.1 Edificações com altura menor ou igual a 12.7 A faixa de estacionamento deve estar livre de postes.4 Recomenda-se que o desnível máximo da faixa de estacionamento não ultrapasse o valor de 5%.2.2 Condições específicas. 5.2 e subitens.1.00 m da via pública.1.2. árvores ou qualquer outro elemento que possa obstruir a operação das viaturas.3 Condomínio de residências unifamiliares.6 A distância máxima da faixa de estacionamento até a face da edificação deve ser de 8.2.1.2.2. .2. 5. (Figura 7). painéis.1. 5. 5. 5.00 m.500.1.1. cada risco deve ser atendido pela via de acesso e ter pelo menos uma faixa de estacionamento.

ANEXO A Tabela para colocação de via de acesso e faixa de estacionamento Tipo de Edificação Edificação com altura menor ou igual a 12 metros Edificação com altura maior que 12 metros Condomínio de residências unifamiliares Tabela Afastamento em relação ao meio fio Edifício principal afastado mais que 20 metros Edifício principal afastado menos que 20 metros Edifício principal afastado mais que 10 metros Edifício principal afastado menos que 10 metros Todos Via de acesso e faixa de estacionamento Nenhuma Via de acesso e faixa de estacionamento Nenhuma Via de acesso .

ANEXO B Portão de acesso Figura 1 – Altura e largura mínimas de acesso à edificação .

ANEXO C Tipos de retornos Figura 2 – Retorno circular Figura 3 – Retorno em Y .

Figura 4 – Retorno em T .

ANEXO D Desnível longitudinal e lateral de via de acesso Figura 6 – Desnível longitudinal Fonte: Fire Department Aerial Apparatus Figura 5 – Desnível lateral Fonte: Fire Department Aerial Apparatus .

ANEXO E Faixa de estacionamento Figura 7 – Faixa de estacionamento .

05 SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCO) SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela 4 (índice para distâncias de Segurança) B – Tabela 5 (Proteções de Aberturas) C – Exemplos de dimensionamento 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e Conceitos 5 – Relação entre os tipos de propagação e os arranjos físicos das edificações 6 – Procedimentos 7– Recomendações e distâncias de separação entre edificações de propriedades distintas. .IT .

considerando-se duas edificações no mesmo lote ou propriedade.bombeiros.270.br 1 OBJETIVO O objetivo desta Instrução é de determinar critérios para isolar externamente os riscos de propagação do incêndio por radiação de calor. 5.2 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação do calor. Ed. ou retardar a propagação permitindo a evacuação do público. Augusto de Lima. 2.1 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo. volume.2 Para fins de previsão das exigências de medidas de segurança contra incêndio. Decreto Estadual nº 44. Eletrônica. para considerar-se uma edificação como risco isolado em relação à (s) outra (s) adjacente (s) na mesma propriedade (Fig. convecção de gases quentes e/ou transmissão direta das chamas. convecção de gases quentes e transmissão de chama.Bairro Centro CEP 30. NFPA 80A – Recommended Practice for Protection of Buildings from Exterior Fire Exposures.Separação entre edificações no mesmo lote 2. 4.1 Esta Instrução Técnica aplica-se a todas as edificações.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 05 SEPARAÇAO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCO) DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. para evitar que o incêndio proveniente de uma edificação se propague para outra.gov.1).3 As edificações situadas no mesmo lote que não atenderem as exigências de isolamento de risco serão consideradas como uma única edificação para o dimensionamento das medidas de proteção previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. considera-se isolamento de risco a distância ou a proteção. número de pavimentos. para que uma edificação seja considerada independente em relação à adjacente. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. convecção dos gases quentes ou a transmissão direta da chama.Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Figura 1.br Email: dat3@cbmmg. USA. área total e área específica de pavimento.190-000 Site: www. 2 APLICAÇÃO 2. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.1.mg.1. independentemente de sua ocupação.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e artigo 3º do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. 4. É a que exige a maior distância de afastamento. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.130. 1996 edition.gov. NBR 14432 . altura. 4. RELAÇÃO ENTRE OS TIPOS DE PROPAGAÇÃO E OS ARRANJOS FÍSICOS DAS EDIFICAÇÕES .mg. 355 . responsável pela radiação de calor.

1 Isolamento de risco O isolamento de risco pode ser obtido: a) isolamento (distância de separação) entre fachadas de edificações adjacentes (Fig.Propagação entre duas edificações geminadas de mesma altura. 4).Parede corta fogo . c) por parede corta-fogo entre edificações contíguas (Fig. 7). Figura 5 . c) entre duas edificações geminadas.3). Figura 4 . b) isolamento (distância de separação) entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de uma edificação adjacente (Fig. Figura 8 . 6 PROCEDIMENTOS 6.Propagação entre duas edificações geminadas com altura diferenciada.Distância de Segurança Figura 3 . por meio da cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de outra edificação. por transmissão direta de chamas e convecção de gases quentes (Fig.2).5. por sua vez.8). Figura 6 . Figura 7 . pelas três formas de transferência de energia (Fig. pelas aberturas localizadas em suas fachadas e/ou pelas coberturas das mesmas.Distância de segurança entre a cobertura e fachada.Propagação entre fachadas b) entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada da outra edificação (Fig. 6). determinam os tipos de propagações indicadas a seguir: a) entre as fachadas das edificações adjacentes por radiação térmica (Fig.1 O tipo de propagação e o conseqüente tipo de isolamento a ser adotado dependem do arranjo físico das edificações que.5). e Figura 2 .Propagação entre cobertura e fachada. d) entre edificações geminadas.

2.1. Tabela 2 . 6. Tabela 1 .1.1.1.1.1.6 A carga de incêndio é outro fator a ser considerado.1. Caso esta edificação tenha inicialmente a classificação “I”.2. ao Fogo) inferiores aos especificados na Tabela A da IT 06.2. Observação: Se o valor x obtido for um valor intermediário na Tabela 4 (anexo A). 6.2 O nível de radiação está associado a severidade do incêndio. a classificação da severidade será reduzida em um nível. devem ser consideradas sem compartimentação. deve-se: 1º Passo Relacionar as dimensões (largura/altura ou altura/largura) do setor da fachada a ser considerado na edificação conforme Tabela 1. 2º Passo Determinar a porcentagem de aberturas y no setor a ser considerado (Fig.1.2.1.2 Parâmetros preliminares a serem determinados para distâncias de separações: 6.1 A propagação por radiação térmica depende basicamente do nível de radiação proveniente de uma edificação em chamas.6. Sim Não Toda a fachada Toda fachada da da área do área do maior maior compartimento compartimento Não se aplica Toda a fachada do pavimento Toda fachada da área do maior compartimento Não Sim Sim Sim Não se aplica Observações: a) edificações com os TRRF (Tempos Requeridos de Resistência .2.1 Para determinar a distância de separação acima descrita.5 A Tabela 1 indica qual a parte da fachada a ser considerada no dimensionamento.Exposição entre edificações I Figura 9 – Exposição entre edificações Carga de Incêndio (MJ/m2) 0 – 680 681 até 1460 Acima de 1461 II III 6. 6.1.1. área de aberturas existentes e a resistência dos vedos (elementos de vedação) ao fogo.1.1. Classificação da Severidade Figura 9 .1.1 Isolamento de risco por distância de separação entre fachadas: 6.3. b) para edifícios residenciais.10). e as edificações classificam-se.3 Procedimentos distância de separação para dimensionamento da Medidas de Parte da fachada a ser considerada proteção contra no dimensionamento incêndio existentes Compartimentação Horizontal Vertical Não Não Edifícios térreos Toda a fachada do edifício H≥2 Pavimentos Toda a fachada do edifício 6.1. conforme Tabela 2.1 Para dimensionamento da distância de separação segura entre edificações (d).1. pode.3 Dentre vários fatores que determinam a severidade de um incêndio. para esta IT. considera-se compartimentadas as unidades residenciais separadas por paredes que atendam aos critérios de TRRF especificados na Instrução Técnica N° 06 para unidades autônomas. então.Severidade da Carga de Incêndio para o Isolamento de Risco. considerando a radiação térmica. 6. 6. 6. Observação: Caso a edificação possua proteção por chuveiros automáticos. deve-se considerar o risco que o edifício adjacente (expositor) gera ao edifício a ser considerado isolado (em exposição) (Fig 9).1.2.4 O tamanho do compartimento está relacionado com a dimensão do incêndio e a relação . 6.1.1.2.1.se reduzir o índice “α” da tabela 4 – anexo A em 50% (com a previsão de chuveiros automáticos).1.1.Determinação da Fachada para o dimensionamento. dois têm importância significativa e estão relacionados com o tamanho do compartimento incendiado e a carga de incêndio da edificação.1. dividindo-se sempre o maior parâmetro pelo menor (largura e altura) para obter o valor x.largura e altura do painel radiante localizados na fachada.7 Para determinação dos valores de Carga de Incêndio consultar a IT 09. deve-se adotar o valor imediatamente superior.

2 para o edifício mais baixo.7 Quando a cobertura como um todo tiver TRRF que atenda à tabela A da IT nº 06.3.2 Isolamento de risco por distância de separação entre cobertura e fachada 6.1. pode ser substituído por paredes corta-fogo.1.2 Caso a cobertura não atenda a “TRRF” acima referenciada.Porcentagem de aberturas na fachada Observação: Se o valor obtido y for um valor intermediário na Tabela 4 (Anexo A).5 Proteção por paredes corta-fogo em edificações contíguas (geminadas) Número de pisos que contribuem para a propagação pela cobertura 1 2 Distância de separação horizontal em metros 4 6 . 3º Passo Verificar a carga de incêndio da edificação e classificá-la conforme Tabela 2. Considerações gerais 6. da porcentagem de aberturas e da classificação de severidade.1.3. 6.2.0 m (β2).1. deve-se adotar a maior das distâncias de separação utilizando-se os métodos descritos em 6. considerando as fachadas que recebem exposição de calor proveniente de edificações adjacentes localizadas dentro do mesmo lote. Observação O fator de segurança β assume dois valores (ver exemplos de cálculos do Anexo “C”): a) β1 = 1. Tabela 3 .1.2.2 Caso a edificação possua compartimentação horizontal. pode-se desconsiderar o dimensionamento decorrente da propagação pela cobertura.1. 3 ou mais 8 6.3.1. 6.2 FÓRMULA GERAL d = α x (largura ou altura) + β ONDE: d = distância de separação em metros.1 Cada edificação possui resistência ao fogo parcial da cobertura.1. permanecendo o dimensionamento conforme o item 6. esta deve atender a “TRRF” da Tabela “A” da IT nº 06. 6.2.1.1.6 Para a distância de separação entre as edificações adjacentes com a mesma altura. com altura igual ou superior ao distanciamento obtido.1. 6.1. conforme a existência de Corpos de Bombeiros Militar no município. permanecendo somente o dimensionamento pelas fachadas das edificações.1. prolongando acima do topo da fachada. Figura 11 – Prolongamento horizontal da parede corta-fogo substituindo o afastamento entre aberturas. obtendo-se o índice α.1.3. em função da relação (largura/ altura ou altura /largura). 6. deve-se adotar as distâncias contidas na Tabela 3.1.1 para qualquer dos dois edifícios e em 6. deve ser considerado o maior compartimento para se dimensionar a distância de separação.3.1 Para que não ocorra a propagação pela cobertura.3. a área a ser computada na determinação da distância da separação (d) será aquela desprotegida.4. 6.1. α = coeficiente obtido da Tabela 4 (Anexo A).3. 4º Passo Com os valores x e y obtidos e a classificação da severidade. fica dispensado o dimensionamento previsto no item 6.5m (β1) ou de 3.2. ou. pode ser considerado quando a fachada da edificação adjacente for “cega”. consultar a Tabela 4 (Anexo A).3.Figura 10 . 6. 6. considera-se o número de pavimentos que contribuem para o incêndio e que variam conforme a existência de compartimentação vertical. 5º Passo À distância de separação é obtida multiplicando-se o índice α pela menor dimensão do setor considerado na fachada (largura ou altura).1. e considerando a resistência de acordo com a tabela A da IT Nº 06.50 metros nos municípios que possuem Corpo de Bombeiros Militar com viaturas para combate a incêndios. 6.1. 6.1.1 Os fatores especificados na tabela 5 (Anexo B) são redutores da distância de separação (d). b) β2 = 3.1.1.4 O distanciamento horizontal. acrescentando o fator de segurança β. deve-se adotar o valor imediatamente superior.4 Fatores redutores de distância de separação 6. que é a base de cálculo para a distância segura entre edificações.00 metros nos municípios que não possuem Corpo de Bombeiros Militar. 6.1.3 Na tabela anterior.3 O distanciamento horizontal previsto na tabela 3.3.Distância mínima de separação entre a cobertura da edificação menor em relação a outra adjacente de maior altura.5 Nas edificações com alturas diferenciadas. β = coeficiente de segurança que assume os valores de 1. 6. prevista na tabela 3.

7 Edifícios Residenciais 6.6 Passagens cobertas 6.1.5.7.6. 6.1. 6. construída de acordo com as normas técnicas.7. e não em uma parede corta-fogo.9 A distância mencionada no item anterior poderá ser substituída pelo prolongamento horizontal de 1m da parede corta-fogo (ver figura 11). com altura máxima de 12 m e com área útil de construção até 750 m² em cada torre (incluindo-se a área da escada.6. sem grandes danos. 7. transmissões de dados e outros que não possibilitem a migração do incêndio.1 Existindo diferença de altura nas paredes.10 A parede corta-fogo não deve possuir nenhum tipo de abertura.2 As janelas devem: a) estar situadas junto ao teto.1. exceção feita quando os compartimentos que contenham estas aberturas forem considerados áreas frias (banheiro. abrindo para o espaço livre exterior. atendendo ao previsto em 6.2. Neste caso não se pode aplicar os meios de proteção das aberturas.1.1 Separação entre fachadas de uma edificação e a divisa do terreno 7.1.5.1.3 A parede corta-fogo deve ultrapassar um metro (1m) acima dos telhados ou das coberturas dos riscos. com ventilação permanente (janelas) nas extremidades.1.6.7.5.1.1.5.5. ou no máximo a 15 cm deste.8 e 6.8 As aberturas situadas em lados opostos de uma parede corta-fogo devem ser afastadas de no mínimo 2m entre si. interligadas por passagens cobertas.1. dividindo por 2 (d/2).1.5.1.1.2 Todos os materiais utilizados na construção das passagens cobertas deverão ser incombustíveis.2 A espessura da parede corta-fogo deve ser dimensionada em função do material empregado. mesmo que protegida.1. materiais e equipamentos de pequeno porte. 6.1. 6.5. de forma a permitir o escoamento da fumaça.5.1.5.5.7.1. reservatórios de água e similares.5 As armações dos telhados ou das coberturas podem ficar apoiadas em consolos (suportes). deverá ser prevista uma distância de compensação da parede. 7. 7.1. podendo haver ligação por meio de uma escada simples.1. atendendo aos requisitos dos itens 6. com ventilação permanente. eletrônicos.6 A parede corta-fogo deve ter resistência suficiente para suportar.9. constituídos por duas torres.1. proporcionalmente). quando necessário.1.1. não inferior a 120 minutos.1 As passagens deverão ser utilizadas exclusivamente para o trânsito de pessoas.1.1.4 A estrutura da parede corta-fogo deve ser desvinculada da estrutura das edificações adjacentes (incluindo lajes e telhados ou qualquer outro elemento estrutural). ou b) houver parede corta-fogo executada conforme item 6. 6. Caso ocorra dilatação destes consolos decorrente de um incêndio.1.1.1.50 m2. telefônicos. estanqueidade e estabilidade.1 No caso de edifícios residenciais. 6. 7 RECOMENDAÇÃO DE SEPARAÇÃO ENTRE DISTINTAS DISTÂNCIA DE PROPRIEDADES Prever distância de separação mínima entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno. b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0.6. escadas com materiais incombustíveis.1.5. as seguintes regras devem ser adotadas: 6. 6. sendo admissível apenas às guardas e proteções laterais. recomenda-se alterar as dimensões do painel radiante ou compartimentar o edifício internamente (ver Figura a): . 6.4 Para passagens cobertas com largura superior a 10 m.1. deve ser utilizado o parâmetro descrito em 6. 6. contidos na Tabela 5. devendo apresentar as características de isolamento térmico.1. área de serviço etc). 6. 6. considera-se a fachada do edifício expositor em relação a divisa do terreno. porém. elevadores.1. guarita de recepção. de acordo com os ensaios realizados por laboratórios técnicos oficiais ou de acordo com normas técnicas. 6.6. impactos de cargas ou equipamentos normais em trabalho dentro da edificação.1 Houver afastamento entre as torres de no mínimo 4 m.1. serão consideradas isoladas quando atenderem aos requisitos abaixo: 6.5.1. Serão admitidas nas áreas adjacentes às passagens cobertas construções destinadas a sanitários. 6. exceto tubulações de água. 6.5.1.3 Nos casos de edifícios contíguos. equipamentos de grande porte ou linhas de produção industriais descaracterizam o afastamento entre as edificações.1 Para determinar a distância de afastamento entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno.1. recomenda-se ventilação para o escoamento da fumaça para a área externa por meio de interrupções ou barreiras de fumaça instaladas na parte inferior da cobertura da passagem.6. também incombustíveis.7.3 As passagens cobertas deverão possuir as laterais totalmente abertas. 6.3.3 Para reduzir as distância de segurança. são considerados isolados os riscos que estiverem separados por parede corta-fogo.1 No caso de edificações que obedeçam aos critérios de afastamento. serão considerados isolados quando: a) houver estruturas e paredes distintas sem aberturas de comunicação e com afastamentos entre aberturas de lados opostos.1.1.1. dotada de venezianas ou outro material (inclusive venezianas tipo “maxiar”) que assegure a ventilação permanente.5. As passagens cobertas destinadas a trânsito de veículos. 6. considerando-se como distância de afastamento a metade do valor calculado (d).1. em cada pavimento.1.1. não haverá necessidade de prolongamento da parede corta-fogo.7 O tempo mínimo de resistência ao fogo deve ser igual ao TRRF da estrutura principal. 6. de no mínimo 1m entre dois telhados ou coberturas.1 Independente dos critérios anteriores.2 Para aplicar os conceitos de 6.

Figura a .Observação: Entende-se “lote” como “propriedade”.Separação entre edificações em lotes distintos .

2 1.51 0.60 6.0 11.89 10.77 7.34 1.88 0.33 1.51 11.91 7.51 0.08 2.20 3.32 0. 100 0.43 4.76 3.46 0..84 1.79 3.57 8.54 2.34 1.39 1.3 0.18 10.84 3.34 2.15 2.3 2.56 6.24 5.43 5.94 1.27 1.41 6.0 1.5 60 30 15 80 40 20 100 50 25 . .11 1. 80 .65 0.34 1.57 2.81 3..77 3.95 1.71 2.51 0.94 1. 60 30 .30 6.74 5.68 1.68 6.73 3.22 1.80 3.44 0.93 2.64 7.44 3.95 1.8 2.TABELA 4 .74 1.95 6.93 2.16 5.90 1.52 1.10 1.78 0..52 1.28 7.12 5.85 2. 60 .88 1..54 4.50 0.4 1.66 0.3 1.34 2.51 1.40 0.9 1 1.71 2.51 0.34 10.79 1.36 3.79 4.4 0.6 1.8 0.1 0.00 1.17 1.5 12.12 3. 100 50 .95 1..51 0.24 6.80 1.51 0.48 4.73 0.33 1.71 2.38 2.6 0.48 0.05 2.51 4.56 1.51 0.26 3.67 3.37 1. 80 40 .07 5.53 4.13 4.87 3.36 5.69 2.74 5..81 3.64 2.67 0.42 1..19 0.61 5.08 2.93 4.22 5.70 2.04 2.72 ÍNDICE PARA AS DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA α 0.92 8.5 3...94 2.24 9.93 4.95 3.55 3..71 2.8 13..34 1..6 3 0.30 2.95 3.07 2.82 3..0 2.2 4 5 6 8 10 13 16 20 25 32 40 I II III % ABERTURAS 20 10 5 30 15 7.13 0..14 1.49 0.20 5.13 3.32 1. .66 1.ÍNDICE DAS DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA α d = α x (Largura ou altura) + β ANEXO A INTENSIDADE DE EXPOSIÇÃO Classificação da Severidade y RELAÇÃO LARGURA/ ALTURA (OU INVERSA) .70 4.51 0.33 4.15 5.01 5.X 1.03 2. .80 6.63 1.29 7.9 0.12 3.18 2.17 3.5 40 20 10 50 25 12.02 1.50 0.30 7.23 1.95 1.85 2.56 7.63 3.88 3.08 2.1 .58 1.37 4.02 2.92 1.51 0.71 2.63 9.1 2.16 0.73 2..83 5.60 4.93 1.33 1.95 5.08 2.94 10.34 1.78 8.52 6.51 0.76 2.31 3.26 1.55 2.28 2.48 2..52 4.11 4.94 1.77 4.5 0.95 1.43 0...6 2.30 1.99 2.23 8.05 1.59 3.13 2.01 8.54 2.

com A distância é eliminada resistência ao fogo de 120 min.5m Reduzir a distância a 1. com o máximo exigido de 6 m. PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA SUPERIOR A 90 MINUTOS.) Prevendo cortina d’água por inundação. (comum) Obs: Cortina d’água em toda a fachada. com Janelas providas de vidro ordinário.5 m Reduzir a distância de segurança em 75%. Reduzir a distância a 1. Parede corta-fogo entre as edificações. MAS REVESTIDAS COM MATERIAIS COMBUSTÍVEIS. PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA SUPERIOR A 90 MINUTOS. Proteção das aberturas das fachadas com janelas providas de vidros aramados (resistência por 90 min) A distância é eliminada A distância é eliminada A distância é eliminada Proteção Ineficiente. Obs: Cortina d’água em toda a fachada.5m Reduzir a distância a 1. Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 75%.ANEXO B TABELA 5 (PROTEÇÕES DAS ABERTURAS) EDIFICAÇÃO EM EXPOSIÇÃO CARACTERÍSTICAS DOS ELEMENTOS DE VEDAÇÃO (PAREDES EXTERNAS) TIPOS DE PROTEÇÃO ESTRUTURAS E PAREDES COMBUSTÍVEIS. com Janelas providas de vidro aramado (resistente a 30 min. Prevendo cortina d’água por inundação. Proteção Ineficiente Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância a 1. PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA INFERIOR A 90 MINUTOS. Proteção das aberturas das fachadas com elemento de proteção (corta-fogo) por 30 min. com o máximo exigido de 3 m.5m. Reduzir a distância de segurança em 50% Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % .5m Reduzir a distância a 1.

com percentual de aberturas de 20%. com superfície radiante de largura igual a 50 m e altura de 18 m ( sem chuveiros automáticos e com compartimentação horizontal e vertical entre pisos. 4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”.50 m c) instalando cortina d’água automática de inundação em todas as aberturas providas de vidro ordinário – reduzir a distância em 50%.34 m = 4.88”. conforme carga de Incêndio (ver Tabela 2) = Classificação de severidade “II”. Pela Tabela 5 . . consultar a Tabela 4. 2º Passo: Determinação do percentual de abertura.vedos .vedos . 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão da maior área compartimentada (50 m comprimento e 3 metros de pé direito) pelo índice α . Passo: Determinação do percentual de abertura Y= 20% (área considerada da fachada . X = 50/3= 16. Então 3 x 1./ área total da fachada).5 m.ANEXO C EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DE AFASTAMENTOS 1. Passo: Relação largura/altura. temos: a) cobrindo todas as aberturas com proteção para 90 minutos – reduzir a distância a 1.: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros. b) instalando cortina d’água automática de inundação em todas aberturas providas com vidro aramado com proteção para 45 minutos .7 (adotar índice “20” na Tabela 4). pé direito de 3 metros). 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão (15m) pelo índice “α“.50 m.02 m e adicionando-se mais o “índice β” de1. Pela Tabela 5./ área total da fachada). conforme carga de Incêndio (ver Tabela 2) = Classificação de severidade “II”. 1º Passo: Relação largura/altura. Y= 60% (área considerada da fachada .88 x 15 m = 43. obtendo-se o índice “α“ = “1.2m e adicionando-se o índice “β” =1.: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros. X = 50/15= 3.52 m de distância. c) instalando cortina d’água automática de inundação em todas as aberturas providas de vidro ordinário – reduzir a distância em 50% (1/2). 4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”.reduzir a 1. 3º Passo: Determinar a severidade. Obs: verifica-se neste exemplo a importância da compartimentação de áreas. obtendo-se 5. a distância de separação será calculada abaixo: Obs. obtendo-se o índice “α“ = “2. com superfície radiante de 50m de largura e altura de 15 m (sem compartimentação).333 (adotar índice “4” na Tabela 4). Em uma edificação de escritórios que tenha uma carga incêndio de 700 MJ/m2. 5 m.7 m de distância (D=α x (menor dimensão) + β). 2.50m. 1º. 3º Passo: Determinar a classificação da severidade. com percentual de aberturas de 60%. Então: 2. 2º.34”. Terá como distância de separação a medida calculada abaixo: Obs. b) instalando cortina d’água automática de inundação em todas aberturas providas com vidro aramado com proteção para 45 minutos – reduzir a 1.50 m. obtém-se 44. temos: a) cobrindo todas as aberturas com proteção para 90 minutos – reduzir a distância a 1. Em uma edificação de escritórios que possui uma carga de Incêndio de 700 MJ/m2. consultar a Tabela 4.

IT .06 SEGURANÇA ESTRUTURAL DAS EDIFICAÇÕES SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) B – Tabela de resistência ao fogo para alvenarias tempo equivalente de 2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas C – Método do resistência ao fogo 4 – Definições 5 – Procedimentos .

adota-se o Eurocode em sua última edição. esta passará a ser adotada nos termos desta IT.Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado .gov.130. seja evitado o colapso estrutural por tempo suficiente para possibilitar o atendimento das prescrições contidas nas disposições preliminares do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Bairro Centro CEP 30.Componentes construtivos estruturais Determinação da resistência ao fogo.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas edificações e áreas de risco onde for exigida a segurança estrutural contra incêndio.Procedimento NBR 9077 . em situação de incêndio.mg.270. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Lei nº 14.Procedimento NBR 9062 .190-000 Site: www.gov.Ações e segurança nas estruturas – Procedimento NBR 8800 .Julho 2005 INSTRUÇÃO TÉCNICA – 06 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.2 Na ausência de Norma Nacional sobre dimensionamento das estruturas em situação de incêndio.Saídas de emergência em edifícios Procedimento NBR 10636 .br SEGURANÇA ESTRUTURAL DAS EDIFICAÇÕES 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições a serem atendidas pelos elementos estruturais e de compartimentação que integram as edificações para que. Augusto de Lima.Projeto e execução de obras de concreto Procedimento NBR 6120 .Cargas para cálculo de estruturas de edifícios – Procedimento NBR 6479 – Portas e vedadores – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio NBR 8681 . NBR 5628 . NBR 6118 . ou norma similar reconhecida internacionalmente.br Email: dat3@cbmmg.Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios .mg.bombeiros. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 355 .Especificação NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência Especificação Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio NBR 11711 – Porta e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais . 2 APLICAÇÃO 2. No momento da publicação de norma nacional sobre o assunto. Decreto Estadual nº 44. . conforme exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. . levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: . 2.

desta IT. c) modelos matemáticos (analíticos) devidamente normalizados ou internacionalmente reconhecidos. porém. admitese o uso do método acima descrito.3 Na utilização do método do tempo equivalente.15 desta IT. b) Edificações de divisões M1 (túneis). o . os elementos de compartimentação. devem atender.Dimensionamento de estrutura de aço em situação de incêndio – Procedimento NBR 14432/2001 – Exigência de resistência ao fogo de elementos de construção de edificações – Procedimento NBR 14762/2001 – Dimensionamento de estruturas de aço construídas por perfis formados a frio – Procedimento NBR 15200/2004 – Projeto de estrutura de concreto em situação de incêndio . M2 (parques de tanques) e M3 (centrais de comunicação e energia). no mínimo. fica limitada a redução de 30 min dos valores dos TRRF constantes da Tabela A do Anexo A. dutos e antecâmaras. Devem ser calculados de acordo com a NBR 14323 – 1999 . 5. o mesmo TRRF das estruturas principais da edificação. As estruturas das coberturas que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A devem ter. incluindo as lajes.7 – Elementos de Compartimentação 5.3. 5.2 Elementos estruturais de concreto Devem ser calculados de acordo com a NBR–15200 – 2004 .Dimensionamento de estruturas de aço de edifícios em situação de incêndio – Procedimento.1 Para as escadas e elevadores de segurança.3.5. b) atendimento a tabelas elaboradas a partir de resultados obtidos em ensaios de resistência ao fogo . não podendo ser inferior a 120 (cento e vinte) minutos.2 Para comprovar os TRRF constantes desta Instrução Técnica são aceitas as seguintes metodologias: a) execução de ensaios específicos de resistência ao fogo em laboratórios.1 – Elementos estruturais de aço e elementos estruturais mistos de aço e concreto. as fachadas. adotar módulos de no máximo 500 m2 de área de piso. devem ter.“Fire Safety of Bare External Structure Steel”. 5. 5.5 Dimensionamento de elementos estruturais em situação de incêndio 5. c) Edificações com estruturas de madeira. 5. conforme os critérios estabelecidos nesta Instrução Técnica e em seu Anexo A. 5. na ausência destas.3.1 Para edificação com altura menor ou igual a 6 m. ao TRRF igual ao estabelecido no Anexo A desta Instrução Técnica. no mínimo.7. 5. contudo. poderão ser utilizadas normas ou especificações estrangeiras internacionalmente reconhecidas.4 Ensaios Os ensaios devem ser realizados em laboratórios reconhecidos.3.5.5.2 Para edificação com altura superior a 6. de acordo com normas ou especificações estrangeiras internacionalmente reconhecidas. quando o espaço analisado possuir características construtivas e cargas de incêndio uniformes.4 O método do tempo equivalente não pode ser empregado nas condições abaixo: a) Edificações do grupo L (explosivos). no mínimo. conforme metodologia descrita no Anexo C. quando se tratar de ocupação mista). constituídos pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas. 5 PROCEDIMENTOS 5. admite-se o uso do método do tempo equivalente de resistência ao fogo em substituição aos TRRF estabelecidos nesta instrução. 5. aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.3 Método do Tempo Equivalente 5. 5.7. os TRRF resultantes dos cálculos não poderão ter valores inferiores a 30 minutos: 5.1 Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) são aplicados aos elementos estruturais e de compartimentação. 5.00 m.Projeto de estruturas de concreto em situação de Incêndio – Procedimento. de acordo com as normas técnicas nacionais ou.6 Cobertura 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica.3 Outros materiais estruturais Na ausência de normas nacionais. 5.Procedimento Regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O’BRIEN .2 Os elementos de compartimentação (externa e internamente à edificação. Será considerado o TRRF de maior valor obtido (observar item 5. Módulos maiores podem ser utilizados.NBR 14323 .3. 5.5 No dimensionamento desse método. paredes externas e as selagens dos shafts e dutos de instalações) e os elementos estruturais essenciais à estabilidade destes elementos.

devem ser projetadas (considerando medidas ativas e passivas) visando atender aos objetivos do Regulamento de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros. Tal situação deve ser tecnicamente comprovada pelo responsável técnico pelo projeto estrutural.2. 5. 5. O ensaio de resistência ao fogo deve mencionar as soluções adotadas para as selagens das aberturas (penetrações) no forro (tais como: iluminação. devidamente ensaiado (conjunto). c) determinação da temperatura atingida pelo incêndio. de acordo com norma técnica nacional ou. 5. 5. 5. dimensionamento e aplicação de materiais de proteção térmica são de responsabilidade exclusiva do(s) responsável(eis) técnico(s) pelo projeto.9.7. que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada não necessitam ser do tipo resistente ao fogo.1 e 5. para as ocupações dos grupos A (A2 e A3). H3. estanqueidade. g) determinação da temperatura do aço no ponto mais crítico. essas devem ter o TRRF conforme o estabelecido nesta Instrução Técnica.2 Considera-se forro resistente ao fogo o conjunto envolvendo as placas. o procedimento para a verificação da possibilidade de aceitação do item anterior deve ser analítico.12. b) determinação da carga de incêndio específica. devem ter os TRRF conforme estabelecido nesta Instrução Técnica.12. usar a regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O’BRIEN . Esta regra pode ser dispensada para as ocupações que possuam sistemas de chuveiros automáticos.1 Para atender aos itens 5. toxidade e outras propriedades. 5. perfis. suportes e selagens das aberturas.2 seja superior à temperatura crítica das estruturas calculadas.8.2. Nota: São consideradas unidades autônomas os apartamentos residenciais.3. 5. 5.9. 5.2. combustibilidade. as isenções não são admitidas.3 As propriedades dos materiais que variem com a temperatura devem ser por meio da função de variação correspondente ou deve ser adotado o valor característico a 600 0C. 5. ar-condicionado e outras). 5. e) determinação da temperatura das chamas nas proximidades dos elementos estruturais.11. atendendo ao TRRF mínimo igual ao que seria exigido para o elemento protegido considerado.7.3 Para outros materiais estruturais. Caso contrário. B.1 Nas ocupações mencionadas no item anterior. profundidade e largura das chamas emitidas para o exterior da edificação. as portas da destas unidades. 5.2 Para estruturas de aço. de acordo com a respectiva ocupação.12 Estruturas externas 5. de acordo com norma estrangeira reconhecida internacionalmente. conforme Anexo A.1 A escolha. conforme Anexo A.1 Os mezaninos que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A.10 Subsolo Os subsolos das edificações devem ter o TRRF estabelecido em função do TRRF da ocupação a que pertencer.9 Materiais de proteção térmica 5.1 O elemento estrutural situado no exterior da edificação pode ser considerado livre da ação do incêndio.3 As paredes divisórias entre unidades autônomas. E e H (H2.mesmo TRRF da estrutura principal da edificação.4 Os elementos de compartimentação usados como isolamento de riscos e os elementos estruturais essenciais à estabilidade desta compartimentação devem ter. as enfermarias e quartos de hospitais. 5. envolvendo os seguintes passos: a) definição das dimensões do setor que pode ser afetado pelo incêndio. no mínimo. independente do TRRF da edificação. 5.12. 5. sendo que o TRRF mínimo para as selagens dos shafts e dutos de instalações serão de 60 (sessenta) minutos. TRRF de 120 (cento e vinte minutos).1 Os elementos estruturais encapsulados estarão livres da ação de incêndio desde que o encapsulamento tenha o TRRF no mínimo igual ao que seria exigido para o elemento considerado.2 Caso a temperatura determinada de acordo com o item 5. as salas de aula.2 As propriedades térmicas e o desempenho dos materiais de proteção térmica quanto à aderência.13 Estruturas encapsuladas 5. 5.13.1As edificações isentas de TRRF. que possuam sistemas de chuveiros automáticos.11 Isenção de TRRF 5. os apartamentos de hotéis.“Fire Safety of Bare External Structure Steel” ou regulamento similar. projetados conforme normas técnicas. 5.12. projetados conforme normas técnicas.12. motéis e flats.12.7. f) cálculo da transferência de calor para os elementos estruturais.8 Mezaninos 5. H5 e H6) devem possuir TRRF mínimo de 60 (sessenta) minutos. aceita-se método analítico internacionalmente reconhecido.12.12. na ausência desta. devem ser determinados por ensaios realizados em laboratório nacional ou estrangeiro reconhecido internacionalmente. d) determinação da altura.9. não podendo ser inferior ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo.13.14 Edificação aberta lateralmente . quando o seu afastamento das aberturas existentes na fachada for suficiente para garantir que a sua elevação de temperatura não superará a temperatura crítica considerada. as celas dos presídios e assemelhados.

com os seguintes dados: a) método empregado para se atingir os TRRF dos elementos estruturais da edificação. 5. 5.5.2 Em qualquer caso. em cada pavimento: a) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. 5. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas. como sendo todas as vigas cuja ruína pode provocar o colapso de toda a edificação ou de parte da mesma.14. quando for o caso. com aberturas dispostas de forma que possam ser consideradas uniformemente distribuídas. deverá ser anexado um Memorial de Proteção dos Elementos Construtivos. para permitir a ventilação.14. d) tipo e espessuras de materiais de proteção térmica utilizados nos elementos construtivos. e) termo de Responsabilidade Técnica pela execução do projeto de segurança da estrutura em situação de incêndio.17 Vigas secundárias São as vigas cuja ruína tem efeito apenas localizado.1 Será considerada aberta lateralmente a edificação ou parte de edificação que. caso não haja compartimentação garantindo a separação destas ocupações. detalhar a solução adotada. caso haja compartimentação garantindo a separação entre elas. b) os TRRF para os diversos elementos construtivos. 5. para efeito desta instrução.15 Ocupação mista À edificação que apresentar ocupação mista. não provoca o colapso de outras partes da edificação. 5. ou requisitos de dimensões e cobrimento de armadura nas estruturas de concreto.18 Memorial de Segurança da Estrutura Quando da solicitação da Vistoria junto ao CBMMG. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro da edificação e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas. aplicam-se os seguintes critérios para o estabelecimento dos Tempos Requeridos de Resistência ao Fogo (TRRF): a) o valor correspondente à ocupação que deve atender às exigências mais rigorosas. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. Para outros materiais estruturais. b)tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. ou seja. b) o valor correspondente a cada uma das ocupações.16 Vigas principais Considerar. ANEXO A . c) especificações e condições de isenções e/ou reduções de TRRF. nas estruturas de aço.

3 Edificações pertencentes às divisões G1 e G2.1.17 desta instrução. c) a edificação possuir carga de incêndio específica menor ou igual a 500 MJ/m2. a critério do responsável técnico pelo projeto estrutural.4 As coberturas das edificações que atendam aos requisitos abaixo: a) não tiverem função de piso. 3. 3. de classes P3 a P4.3.14 desta instrução. A2. sendo que as áreas abaixo referem-se à área total construída da edificação: A2. 5. quando: a) a cobertura da edificação não tiver função de piso ou não for usada como rotas de fuga para saídas de emergência. A2. A2. b) a estrutura e paredes de vedação das escadas e elevadores de segurança. nas condições do item A2. caso atendam um dos seguintes requisitos abaixo: a) forem providas de chuveiros automáticos. A2 Condições de isenção e redução dos TRRF.7. H5 . conforme item 5. conforme instrução técnica a respeito. em função do item A2 e sub itens ou em função de aços não convencionais. obedecendo-se às recomendações contidas nesta instrução e nas considerações a seguir: A1 Os tempos entre parênteses podem ser usados em subsolo nos quais a área bruta de cada pavimento seja menor ou igual a 500 m² e em edificações nas quais cada pavimento acima do solo tenha área menor ou igual a 750 m². A2.14 desta instrução e com as estruturas dimensionadas conforme Anexo D da NBR-14432:2001. A2.1. A2.2 As isenções e reduções abaixo não se aplicam: a) aos subsolos com área superior a 500m². não necessita ser maior que: a) 60 minutos para as edificações de classes P1 a P4. A2. não comprometa a estabilidade da estrutura principal da edificação. A2. I3 podem ter os TRRF constantes da Tabela A reduzidos em 30 minutos.6 As escadas abertas (escadas simples). A2.2. A2. desde que não possuam materiais combustíveis incorporados em suas estruturas. não podendo haver em qualquer hipótese sobreposições de isenções. c) os elementos estruturais de cobertura cujo colapso. G5.7. que perfaçam no mínimo 50% do perímetro da edificação.2 Edificações térreas pertencentes às divisões F5.4 As edificações térreas pertencente às divisões F5.3. comprovado através de estudos técnicos. a critério do responsável técnico pelo projeto estrutural.7. A2. I3 .3. H5 .3 Edificações ISENTAS de TRRF.5 Os mezaninos que apresentem área inferior a 750m² cuja estrutura não dependa da estrutura principal do edifício.1 Estas condições não se aplicam às edificações com altura superior a 80 metros. comprovado através de estudos técnicos. as rotas de fuga e as condições de ventilação dimensionadas conforme regulamentações vigentes. c) forem consideradas lateralmente abertas. de isolamento de riscos e de compartimentação. b) não forem usadas como rotas de fuga para saídas de emergência. descritos em 5. .5 O TRRF das vigas secundárias. M2 (parques de tanques) e M3 (centrais de comunicação e energia).3 (tempo equivalente) fica a critério do responsável técnico. c) às edificações do grupo L (explosivos) e das divisões M1 (túneis). quando abertos lateralmente conforme item 5.3. b) a estrutura considerada da edificação. conforme item 5.5. com pelo menos duas fachadas para acesso e estacionamento operacional de viaturas.1 Edificações de classe P1 e P2 com área menor ou igual a 750 m2 . conforme consta na IT-04 (Acesso e estacionamento de viatura na edificação e áreas de risco). 5. A2.(normativo) Tempos requeridos de resistência ao fogo Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) devem ser determinados conforme a Tabela A deste anexo.6 A opção de escolha pra determinação do TRRF conforme item 5. não for essencial à estabilidade de um elemento de compartimentação. b) possuírem área total menor ou igual a 5000m2. acabamentos ou revestimentos.1 As edificações desta seção para obterem o benefício de isenção ou redução dos TRRF devem atender aos objetivos do Regulamento de Segurança contra Incêndio do CBMMG e possuírem as saídas de emergência. G5.3. b) 90 minutos para as edificações de classe P5.

Os tempos entre parênteses podem ser usados nas edificações nas quais cada pavimento tenha área menor ou igual a 750m².11 F-3. L-2 e L-3 M-1 M-2 M-3 30 30 30 60 120 150 90 30 30 60 60 CT 30 30 120 (90) 120 (90) L M NOTAS da TABELA A: 1. O TRRF dos subsolos não pode ser inferior ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo (ver item 5. 4. poderão ser exigidos os mesmos TRRF das edificações da Classe P5 . Explosivos Especial CT 90 CT 120 CT CT = Consultar Corpo Técnico junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.10) Para edificações com altura entre 54m a 80m.8. 2.10. F-5 e F-6.Tabela A – Tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) Para a classificação detalhada das ocupações (grupo e divisão) consultar Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais . 3. F-4 e F-7 30 30 60 (30) 60 30 30 60 (30) F 60 60 30 CT F-9 G-1 e G-2 não abertos lateralmente e G-3 a G-6 G-1 e G-2 abertos lateralmente G 90 90 90 90 90 (60) 120 120 60 90 90 120 120 150 120 60 (30) 60 (30) 60 60 60 (30) 90 90 30 60 (30) 60 (30) 90 120 150 90 30 30 30 30 30 30 60 (30) 60 (30) 30 60 60 30 30 60 (30) 60 30 60 60 30 60 (30) 90 (60) 30 30 60 90 (60) CT 90 30 90 90 60 90 120 (90) 120 60 120 120 120 120 120 60 60 120 120 CT 120 CT CT CT CT CT CT CT CT CT Serviços automotivos H I Serviços de saúde e institucionais Industrial J Depósitos H-1 e H-4 H-2. F-2. H-3 e H-5 I-1 I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 L-1. desde que haja compartimentação vertical entre os pavimentos. Profundidade do Subsolo h Grupo Ocupação/Uso Divisão Edificação Baixa Classe S2 h > 10m 90 90 90 90 90 90 90 90 Classe S1 h ≤ 10m 60 60 60 60 60 60 60 60 Classe P1 h ≤ 6m 6m < h ≤ 12m Altura da edificação h Edificação Média Altura 12m < h ≤ 23m Medianamente Alta 30m < h ≤ 54m Alta h > 54m CT CT CT CT CT CT CT CT Classe P2 30 60 (30) 60(30) 60(30) 60 (30) 30 60 Classe P3 60 60 60 60 60 60 60 23m < h ≤ 30m Classe P4 90 90 90 90 90 90 90 30 Classe P5 120 120 120 120 120 120 120 CT A B C D E Residencial Serviços de hospedagem Comercial varejista Serviços profissionais. pessoais e técnicos Educacional e cultura física Locais de reunião de público A-1 a A-3 B-1 e B-2 C-1 C-2 e C-3 D-1 a D-3 E-1 a E-6 F-1.

8m totalmente expostas ao fogo (em uma face) (**) Ensaio encerrado sem ocorrência de falência em nenhum dos três critérios de avaliação. de aço CA. possuindo malha de lados 15 cm.5 areia média: 3.8m x 2.Anexo B (informativo) Tabela de resistência ao fogo para alvenarias Características das paredes Traço em volume de argamassa de revestimento Chapisco Cimento Areia Emboço Cimento Cal Areia Espessura de argamassa de revestimen to (cada face) (cm) Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios de avaliação (horas) Espessura total da parede (cm) Duração do ensaio (min) Integridade Estanqueidade Isolação térmica Resistência ao fogo (horas) Paredes ensaiadas (*) Traço em volume da argamassa do assentamento Cimento Meio . e massas de 13 kg e 17 kg respectivamente 1 1 1 - 1 1 1 1 1 8 8 8 4 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 1 1 1 1 2 2 2 2 9 9 9 9 1.5 1.5 10 20 15 25 120 395 (**) 300 300 (**) ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 1½ ≥6 4 ≥5 1½ ≥6 4 >6 Parede de tijolos de barro cozido (dimensões nominais dos tijolos).tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Bloco de 14 cm sem revestimento Bloco de 19 cm sem revestimento Bloco de 14 cm com revestimento Bloco de 19 cm com revestimento Paredes de tijolos cerâmicos de oito furos (dimensões nominais dos tijolos 10 cm x 20 cm x 20 cm (massa 2.5 1.5 agregado graúdo (granito pedra nº 3): armadura simples posicionada à meia espessura das paredes.5 1.50A diâmetro ¼ polegada (*) Paredes sem função estrutural ensaiadas totalmente vinculadas dentro da estrutura de concreto armado.5 2. 5 cm x 10 cm x 20 cm: Massa: 1.tijolo sem revestimento Um tijolo sem revestimento Meio . 1 cimento: 2.5 kg 1 1 8 1 - - - - - - 14 100 ≥ 1½ ≥ 1½ 1½ 1½ Parede de blocos vazados de concreto (2 furos) (blocos com dimensões nominais): 14 cm x 19 cm x 39 cm e 19 cm x 19 cm x 39 cm.9 Kg) Paredes de concreto armado monolítico sem revestimento Meio .5 19 17 22 13 23 11.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Cal Areia Espessura média da argamassa de assentame nto (cm) - 1 1 1 1 5 5 5 5 1 1 1 1 1 1 3 3 1 1 2 2 9 9 2. com dimensões 2. .5 16 120 150 185 150 300 (**) 150 210 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 1½ 2 3 2 ≥4 1 3 1½ 2 3 2 >4 1½ 3 Traço do concreto em volume.

este valor é determinado conforme a expressão abaixo: b = ∑ bi Ai At .: Não computar forros e revestimentos que possam ser destruídos pela ação do incêndio. pode ser utilizado o menor valor de b ( ρ c λ ).3 desta instrução técnica: teq = qfi γn γs K W E Onde: teq – tempo equivalente (minutos). portas e similares) (m2) Obs. determinado conforme tabelas C3 e C4.condutividade térmica do elemento de vedação (W/m°C) Notas: 1) Quando houver elementos de compartimentação com diferentes camadas de material. W – fator associado à ventilação do ambiente. Tabela C1 . a favor da segurança. γs = γs1 γs2 – coeficiente de segurança que depende do risco de incêndio e das conseqüências do colapso da edificação.070 ρ c λ > 2500 720 ≤ ρ c λ ≤ 2500 ρ c λ < 720 ρ . pisos e tetos. m2 / MJ) 0.Anexo C (normativo) Método do tempo equivalente de resistência ao fogo O tempo equivalente a ser determinado de acordo com a formulação abaixo não poderá ter valores menores de TRRF conforme o especificado no item 5. K – fator determinado conforme tabela C1. 2) Quando houver diferentes valores de b em paredes.040 0. determinado conforme Tabela C5.área de ventilação vertical (janelas. E – fator de correção que depende do material da estrutura.3. determinado conforme a tabela C2.massa específica do elemento de vedação do compartimento (kg/m3) c – calor específico do elemento de vedação do compartimento (MJ/kg°C) λ .Fator K b= ρcλ (J/m s 2 1/2 °C) K (min . qfi – carga de incêndio (MJ/m²). teto e paredes) (m2) Aν . .Aν Onde: bi é o fator b do elemento de compartimentação i Ai – área do elemento de compartimentação i (m2) At – área total do compartimento (piso. γn = γn1 γn2 γn3 – coeficiente adimensional que leva em conta a presença de medidas de proteção ativa da edificação.055 0.

00 3.60 3.00 1. depósitos em geral cinema.Fatores das medidas de segurança contra incêndio Valores de γn1 γn2 γn3 Existência de chuveiros Existência de detecção Brigada contra incêndio (γn2) automáticos (γn1) automática (γn3) Não profissional Profissional 0.00 3.2 1.85 Pequena biblioteca. museu.25 1.35 1. hotel.00 Altura da edificação (m) .00 3. 5 ⎜ 1 + 10 v ⎟ h ⎜ ⎢ A ⎟ A f⎠ f ⎝ ⎢ ⎣ H – altura do compartimento (m) Av – área de ventilação vertical .65 3. galeria de arte.Risco de ativação valores de γs2 risco de ativação do incêndio exemplos de ocupação 0.00 1. escritório.90 2.45 1.75 2.85 2.05 1.60 0.9 0.4 ⎡ ⎛ A ⎞ ⎢ 90 ⎜ 0 .00 3.25 1.5 ⎥ ⎥ ⎥ ⎥ ⎦ Tabela C2 . igreja.00 3.00 3.35 3. livraria. indústria de papel.10 1. 62 + ⎝ W =⎜ ⎟ ⎢ H ⎠ ⎛ A ⎞A ⎝ ⎢ 1 + 12 .00 12 < h ≤ 23 23 < h ≤ 30 30 < h ≤ 80 1.40 1. laboratório fotográfico.00 3.15 2.90 0. indústria mecânica Laboratório químico.00 3. hospital.25 1. residência.00 H > 80 1. venda de acessórios de automóveis.00 h≤6 1.15 1.0 Normal 1.00 3.janelas (m²) Ah – área de ventilação horizontal -piso (m²) Af – área de piso (m²) ⎤ ⎥ ⎥ ⎥ ≥ 0 .65 2.00 3. deve ser adotado o respectivo γn igual a 1.80 3. consultório médico. Tabela C3 .00 3.25 1. hangar.70 2. farmácia.00 3.50 3.00 1.20 1. restaurante.00 Tabela C4 .15 1.Característica da edificação Área do compartimento (m2) Térrea ≤ 750 ≤ 1000 ≤ 2500 ≤ 5000 ≤ 7500 ≤ 10000 ≤ 20000 ≥65000 1.10 1.3 ⎢ A ⎟ ⎛ 6 ⎞ f⎠ ⎢ 0 .45 1.60 1. frigorífico. oficina de pintura de automóveis 1.00 3. escola.60 3. depósitos de: produtos farmacêuticos.45 Média Alta . bebidas alcoólicas Montagem de automóveis.γs1 6 < h ≤ 12 1. oficina elétrica ou mecânica.60 Na ausência de algum meio de proteção indicado na tabela C2.10 1.00 1.85 3.00 3. 4 − v ⎟ ⎜ 0 . correio.00 3.30 1.70 1. teatro.00 3.

.0 1. teto e piso. o valor mais desfavorável de E.7 V Nota: No caso de estruturas mistas de aço e concreto. utilizar. incluindo aberturas).Tabela C5 – Valores do Fator E Material da estrutura Concreto armado Aço revestido termicamente Aço sem revestimento térmico Fator E 1.02 m½ ≤ V ≤ 0. At = Área total do compartimento (paredes. Onde: V – grau de ventilação do compartimento calculado. em metro (m). conforme a seguinte expressão: V = Aν√heq At Nota: Limites de aplicação: 0.0 13. heq = Altura média das janelas.20 m½ Aν = Área total de aberturas verticais (m²). onde aplicável.

IT .07 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A – Compartimentação horizontal e vertical B – Tabela de área máxima de Compartimentação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

1. NBR 9441 – Execução de sistemas de detecção e alarme de Incêndio.270. NBR 11711 – Portas e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais. ISO 1182 – Building materials .br Email: dat3@cbmmg.2 A compartimentação horizontal se destina a impedir a propagação de incêndio no pavimento de origem para outros ambientes no plano horizontal.br 1 OBJETIVO 1. NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos. NBR 6479 – Portas e vedadores – determinação da resistência ao fogo.bombeiros.mg.3 A compartimentação vertical se destina a impedir a propagação de incêndio no sentido vertical.mg. NBR 14925 – Unidades envidraçadas resistentes ao fogo para uso em edificações.Procedimento. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. NBR 11742 – Porta corta-fogo para saídas de emergência – Especificação. Decreto Estadual nº 44. NBR 5628 – Componentes construtivos estruturais – determinação da resistência ao fogo. NBR 10636 – Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo.non . NBR 14432 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – procedimento. entre pavimentos elevados consecutivos. ou seja. estabelecendo detalhamentos técnicos relativos à área de compartimentação. Augusto de Lima. NBR 6118 – Projetos de estrutura de concreto. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.130. 355 . de 31 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.combustibility test.Esta Instrução Técnica estabelece os parâmetros da compartimentação horizontal e compartimentação vertical. NBR 14323 – Dimensionamento de estrutura de aço de edifício em situação de incêndio .gov. conforme previsto nas tabelas 7A a 7M do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.gov.190-000 Site: www. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações onde são exigidas a compartimentação horizontal e vertical.Bairro Centro CEP 30. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. 1.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 07 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. .1.

para isto devem ser consideradas as condições de dimensionamento estabelecidas na IT-05 (Separações entre Edificações). vedadores ou vidros corta-fogo. b) caso a classe de ocupação não se refira a edifícios industriais ou depósitos. devem ser afastadas horizontalmente entre si por trecho de parede com 02 (dois) metros de extensão devidamente consolidada à parede de compartimentação e apresentando a mesma resistência ao fogo (fig. em lados opostos da parede de compartimentação.1. desde que as dimensões máximas especificadas nesta norma sejam respeitadas. e) selos corta-fogo. 5. 5. serão exigidos os seguintes requisitos: a) a parede de compartimentação deverá ser construída entre o piso e o teto devidamente vinculada à estrutura do edifício. h) as distâncias requeridas no item anterior podem ser suprimidas caso as aberturas sejam protegidas por portas. devem ser instaladas portas de acordo com a NBR 11742. por exemplo. deve ser determinada por meio da NBR 10636.1. a 1. pertencentes a áreas de compartimentação horizontal distintas dos edifícios. c) as paredes mencionadas no item anterior devem ser dimensionadas estruturalmente de forma a não entrarem em colapso caso ocorra à ruína da cobertura do edifício do lado afetado pelo incêndio. o fechamento automático dos vedadores deve ser comandado por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441. 1 Anexo A). de forma que cada área compartimentada seja dotada de saídas para o exterior da edificação e áreas adjacentes. permitindo o abandono rápido das pessoas (fig. estar distanciadas de forma a evitar a propagação do incêndio por radiação térmica. f) afastamento horizontal entre aberturas.4.1. de acordo com o prescrito na IT 06. g) as aberturas situadas em fachadas paralelas ou ortogonais.1. 5. com reforços estruturais adequados. 5. representados.3.1 Portas corta-fogo As portas destinadas à vedação de aberturas em paredes de compartimentação devem ser do tipo cortafogo. c) quando houver necessidade de passagem entre ambientes compartimentados providos de portas de acordo com a NBR 11711.1 A compartimentação horizontal deve ser compatibilizada com atendimento a IT 08. aplicam-se as definições constantes na IT 02 (Terminologia de proteção contra incêndio e pânico). por esteiras transportadoras.2 Características de construção: Para os ambientes compartimentados horizontalmente entre si. 1. no mínimo.2. 5. no que tange aos panos de alvenaria ou de painéis fechando o espaço entre os elementos estruturais.1. já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para situação de incêndio.2 Vedadores Corta-Fogo As aberturas nas paredes de corta-fogo de compartimentação de passagem exclusivas de materiais devem ser protegidas por vedadores corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) os vedadores corta-fogo devem atender ao disposto na NBR 11711. c) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de incêndio.1.1. b) na situação de compartimentação de áreas de edificações comerciais e industriais são aceitas também portas corta-fogo de acordo com a NBR 11742. com extensão mínima de 1(um) metro. d) na impossibilidade de serem utilizados vedadores corta-fogo. pela existência de obstáculos na abertura. externa à edificação. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e deve ser prevista a possibilidade de fechamento dos dispositivos de forma manual na central do sistema. f) a resistência ao fogo da parede de compartimentação. e) a distância mencionada no item anterior poderá ser substituída por um prolongamento da parede de compartimentação. devem. estes atendendo às condições da NBR 14925 e apresentando resistência ao fogo conforme as condições do item 5. d) as aberturas situadas na mesma fachada. a parede de compartimentação deverá estender-se. desde que a área da . b) portas corta-fogo.3. 5 PROCEDIMENTOS 5. i) cada setor compartimentado deverá possuir facilidade de acesso para alcançar as saídas de emergência.2 desta IT.3 Proteção das aberturas nas paredes de compartimentação: As aberturas existentes nas paredes de compartimentação devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo.1 Compartimentação horizontal 5.4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. sendo aplicáveis as seguintes condições: a) as portas corta-fogo devem atender ao disposto na NBR 11742 para saída de emergência e NBR 11711 para compartimentação em ambientes comerciais e industriais. d) registros corta-fogo ("dampers"). b) no caso de edificações que possuem elementos estruturais de cobertura combustíveis. c) vedadores corta-fogo. pode-se utilizar alternativamente a proteção por cortina d'água.Anexo A).1 A compartimentação horizontal é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) paredes de compartimentação.0m acima da linha de cobertura (telhado).

as enfermarias e quartos de hospital.4 Características de resistência ao fogo: 5.4 Em complementação aos sistemas de proteção. as áreas de compartimentação horizontal devem ser separadas por paredes corta-fogo devendo atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (T.1.1. c) enclausuramento de elevadores e monta-carga. E e H (H2. as salas de aula. 5. os apartamentos residenciais. que não possam ser dotados de registros corta-fogo. Áreas superiores a 750.4. f) os dutos de ventilação.R. os subsolos deverão possuir aberturas de ventilação adequadas ao exterior.00 m2 deverão possuir medidas de proteção analisadas por Corpo Técnico. conforme prescrito na IT 06.00 m2. As seguintes condições devem ser atendidas: a) os registros corta-fogo devem ser ensaiados para caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. além da adequada selagemcortafogo da abertura em torno dos dutos. que permitam realizar a exaustão de gases e fumaça do ambiente.1.2 Os elementos de proteção de aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação podem apresentar valor de TRRF de 30 (trinta) minutos menor que a resistência das paredes corta-fogo de compartimentação. c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem.1.4 Registro corta-fogo (dampers) Quando os dutos de ventilação. ar condicionado ou exaustão atravessarem paredes corta. e) registros corta-fogo ("dampers"). motéis e flats. 5. 5.3. d) selos corta-fogo.5.2 Em subsolos não destinados exclusivamente ao estacionamento de veículos.1. hidro-sanitárias. B. 5. 5. A cortina d´água pode ser interligada ao sistema de hidrantes.3 As paredes divisórias entre unidades autônomas e entre unidades e as áreas comuns para as ocupações dos grupos A (A2 e A3).5. f) vedadores corta-fogo. ar condicionado e/ou exaustão. H5 e H6) devem possuir requisitos mínimos de resistência ao fogo de acordo com o prescrito na IT 06 – Segurança Estrutural nas Edificações.1 São consideradas unidades autônomas. . b) os registros corta-fogo devem ser dotados de acionamentos automáticos comandados por meio de fusíveis bimetálicos ou por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441.1 A compartimentação horizontal está dispensada nas áreas destinadas exclusivamente a estacionamento de veículos.1. b) enclausuramento de escadas por meio de parede corta-fogo de compartimentação. 5. os quartos de hotéis.R.). atendendo aos parâmetros da IT 18 e normas técnicas específicas. g) os elementos construtivos corta-fogo / pára-chama de separação vertical entre pavimentos consecutivos. devem existir registros corta-fogo devidamente ancorados à parede corta-fogo de compartimentação.1. c) no caso da classe de ocupação não se referir aos edifícios industriais ou depósitos. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e permitir o fechamento por decisão humana na central do sistema.1 A compartimentação vertical é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) entrepisos corta-fogo. a área de compartimentação será de 750. telefônicas e outros que permitam a comunicação direta entre áreas compartimentadas devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.5 m2. que deverá possuir acionamento automático. devem ser dotados de proteção em toda a extensão (de ambos os lados das paredes) garantindo resistência ao fogo igual à das paredes.1. poços para outras finalidades por meio de porta pára-chama (observar IT 06).abertura não ultrapasse 1. ou seja. porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos. o fechamento automático dos registros deve ser comandados por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441.5 Condições especiais da compartimentação horizontal 5.5.4.fogo de compartimentação.1. para efeito desta IT.5. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento do registro.F.2. 5. 5. 5. d) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de fumaça. 5.3 Selos corta-fogo Quaisquer aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação destinadas à passagem de instalações elétricas.1. O mesmo se aplica às portas de unidades autônomas que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada.5. b) os tubos plásticos de diâmetro interno superior a 40mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo em um dos lados da parede.3. que devem também ter os requisitos de resistência ao fogo.2 Compartimentação vertical 5. e) a falha do dispositivo de acionamento do registro corta-fogo deve dar-se na posição de segurança. as celas de presídios e assemelhados.3. conforme IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações).1. H3.1 No interior da edificação.

toda tubulação deve estar protegida de forma a apresentar resistência ao fogo conforme requisitos da IT-06. d) os selos corta-fogo perimetrais indicados no item anterior deverão ser detalhados.20m separando aberturas de pavimentos consecutivos (fig. que podem ser constituir de vigas e/ou parapeito ou prolongamento dos entrepisos além do alinhamento da fachada. A incombustibilidade destes materiais deve ser determinada em ensaio utilizando-se o método ISO 1182. f) os materiais transparentes ou translúcidos das janelas devem ser incombustíveis. A resistência ao fogo dos entrepisos deve ser determinada por meio de ensaio segundo a NBR 5628 ou dimensionada de acordo com norma brasileira pertinente.2. atendendo os requisitos da IT 01 (Procedimentos Administrativos). e) no caso de dutos de ventilação. e) as fachadas pré-moldadas devem ter seus elementos de fixação devidamente protegidas contra a ação do incêndio e as frestas com as vigas e/ou lajes devidamente seladas.2. a incombustibilidade destes materiais devem ser determinadas em ensaios utilizando-se o método ISO 1182. devidamente consolidadas de forma adequada às lajes dos pavimentos.3 – anexo A).2.2 Compartimentação vertical no interior dos edifícios A compartimentação vertical no interior dos edifícios é provida por meio de entrepisos. Caso estes registros não possam ser instalados.2 Características de construção: 5. devem existir registros corta-fogo. elementos de separação. devidamente ancorados à laje. de forma a não comprometer a resistência ao fogo destes elementos. no mínimo. no que se refere aos panos de alvenaria ou de painéis pré-moldados. c) as frestas ou as aberturas entre a “fachada-cortina” e os elementos de separação devem ser vedados com selos corta-fogo em todo perímetro. todas as aberturas no entrepiso destinadas às passagens das instalações de serviços devem ser vedadas por selos corta-fogo. ou seja. como apresentado a seguir: 5. de forma a garantir a resistência ao fogo do conjunto. Os entrepisos podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de outros materiais que garantam a separação física dos pavimentos.h) selagem perimetral corta-fogo. tais selos devem ser fixados aos elementos de separação de modo que sejam estruturalmente independentes dos caixilhos da fachada. vigas ou prolongamentos dos entrepisos. tais selos podem ser substituídos por paredes corta-fogo de compartimentação cegas posicionadas entre piso e teto.2. d) os elementos de separação entre aberturas de pavimentos consecutivos e as fachadas cegas devem ser consolidadas adequadamente aos entrepisos. b) devem ser previstos atrás destas fachadas. c) os poços destinados a elevadores.1 Nas edificações com fachadas totalmente envidraçadas ou “fachadas-cortina” serão exigidas as seguintes condições: a) os caixilhos e os componentes transparentes ou translúcidos devem ser compostos por materiais incombustíveis. .1 Escadas As escadas devem ser enclausuradas por meio de paredes corta-fogo de compartimentação e portas cortafogo. exceção feita aos vidros laminados. já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para a situação do incêndio. c) quando a separação for provida por meio dos prolongamentos dos entrepisos. deverão ser protegidas por vedadores corta-fogo. b) as aberturas existentes nos entrepisos. 5.2. 5. além da selagem da passagem destes equipamentos. As aberturas existentes nos entrepisos devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo.1 Compartimentação vertical na envoltória do edifício As seguintes condições devem ser atendidas pelas fachadas com intuito de dificultar a propagação vertical do incêndio pelo exterior dos edifícios: a) deve existir separação na fachada entre aberturas de pavimentos consecutivos. deve ser determinada pela NBR 10636. b) quando a separação for provida por meio de vigas e/ou parapeitos.3.2. Deve atender às seguintes condições: a) no interior da edificação. ar-condicionado e exaustão que atravessarem as lajes. estes devem apresentar altura mínima de 1.1.2. Suas aberturas devem ser protegidas por vedadores pára-chamas as quais deverão apresentar resistência ao fogo igual às das paredes. 0. fechando o espaço entre elementos estruturais. construídas e instalados de acordo com NBR 11711/1992. cuja resistência ao fogo não deve ser comprometida pelas transposições que intercomunicam pavimentos. 5.2.3 Entrepisos Os entrepisos devem enquadrar-se na categoria compartimentação e podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de materiais que garantam a separação física de pavimentos no interior dos edifícios.1.2. 5.2. com resistência ao fogo. instalados parapeitos.2. de acordo com o inciso 5. seguindo-se as orientações contidas na IT 06. monta-carga e outras finalidades deverão ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação. 2 – anexo A).90 m além do plano externo da fachada (fig. as abas devem projetar-se. exceção feita aos vidros laminados. d) as escadas devem ser enclausuradas por meio paredes de compartimentação e portas corta-fogo. as quais devem atender aos requisitos da IT-08(Saídas de Emergências nas Edificações).2. atendendo as seguintes condições: a) a resistência ao fogo da parede de compartimentação.2.

por meio de portas retráteis corta-fogo.3. d) alternativamente às portas pára-chamas do montacarga.3.2.2. ou seja. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento da porta. além da adequada selagem corta-fogo da abertura em torno do duto. Quando dutos de ventilação. e. ar condicionado e exaustão. comandados por sistema de detecção automática de fumaça instalados no(s) hall(s) de acesso às escadas.3. As portas dos andares de elevadores devem ser classificadas como pára-chamas.2. f e g do item 5. requerendo na primeira situação um esforço máximo de 130 N.2.3. As seguintes condições devem ser adicionalmente consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas nas alíneas a e b constantes do item 5.2. b) as portas de andar do monta-carga não devem permanecer abertas em razão de presença da cabine. As portas de andar devem ser classificadas como pára-chamas. de acordo com a NBR 9441.2.3 Monta-cargas Os poços destinados à monta-carga devem ser constituídos por paredes de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos. 5.2. deverá existir registros corta-fogo devidamente ancorados ao entrepisos e serem atendidas as condições . que permitam a comunicação direta entre os pavimentos de um edifício devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.3.1. h) a exigência de resistência ao fogo das paredes de enclausuramento da escada também se aplica as antecâmaras quando estas existirem.2 Elevadores Os poços destinados a elevadores devem ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos. c) as portas pára-chamas conforme item anterior podem ser substituídas pelo enclausuramento dos halls do acesso aos elevadores.4 Prumadas das instalações de serviço Quaisquer aberturas existentes nos entrepisos destinadas à passagem de instalação elétrica.2. f e g constantes do item 5. hidrosanitárias. 5. 5. i) as portas de andar de elevadores e as portas de enclausuramento dos halls devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. e. b) as portas de andares de elevadores não devem permanecer abertas em razão da presença da cabine.2.2.2.2. telefônicas e outras. g) nos pavimentos de descarga. fechando automaticamente em caso de incêndio e atendendo ainda ao disposto das letras "f" e "g" constantes do item 5. d. manual ou mecanicamente.1.1. desde que sejam utilizados dispositivos elétricos que permitirão seu fechamento em caso de incêndio.2. h)o enclausuramento dos halls dos elevadores permitirá a disposição do elevador de emergência em seu interior. f) a situação ("status") das portas corta-fogo (aberto ou fechado) deve ser indicada na central do sistema de detecção e permitir o fechamento por decisão humana na central do sistema. c) as portas corta-fogo utilizadas para enclausuramento das escadas devem ser construídas integralmente com materiais incombustíveis. c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem. caracterizados de acordo com o método ISO 1182. b) os tubos plásticos com diâmetro interno superior a 40 mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo abaixo do entrepisos. f) as portas mencionadas no item anterior não devem estar incluídas nas rotas de fuga. nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura. os “halls” de acesso aos elevadores devem ser enclausurados conforme as condições estabelecidas das alíneas c.3. mantidas permanentemente abertas e comandadas por sistema de detecção automática de fumaça.1.3. os trechos das escadas que provém do subsolo ou dos pavimentos elevados devem ser enclausurados de maneira equivalente a todos os outros pavimentos. nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura.b) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas e entre as antecâmaras e a escada devem atender ao disposto na NBR 11742. por meio de parede e porta corta-fogo. 5. comandadas por sistema de detecção automática de fumaça devendo atender ao disposto na NBR 11742 e as disposições das alíneas d. d) quando a escada de segurança for utilizada como via de circulação vertical em situação de uso normal dos edifícios suas portas corta-fogo podem permanecer abertas.2.2.2. d) as portas corta-fogo mencionadas no item anterior devem fechar automaticamente em caso de incêndio. ar condicionado ou exaustão atravessarem os entrepisos. c) as portas mencionadas devem ser ensaiadas seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. e) a falha dos dispositivos de acionamento das portas corta-fogo deve dar-se na posição de segurança. exceção feita à pintura de acabamento. As seguintes condições devem ainda ser consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas nas letras "a" e "b" constantes do item 5.3.2. e) numa outra alternativa às portas pára-chamas de andar constitui-se de enclausuramento dos halls dos elevadores.3.5 Aberturas de passagem de dutos de ventilação. g) as portas retráteis corta-fogo também devem ser abertas ou fechadas no local de sua instalação.2.2. de acordo com a NBR 9441.

3.4. comandado por sistema de detecção automática de fumaça.3. b.3.2.3.3.3 Características de resistência ao fogo 5.3. devera atender ás condições estabelecidas nas alíneas a. d e e constantes no item 5. 5.2. vidros corta-fogo e vedadores corta-fogo. ao TRRF igual ao estabelecido na IT 06.1. ou seja. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através do átrio nos pavimentos. b.3. d constantes do item 5. ou seja.2.3. c) a prumada de ventilação permanente deve ser compartimentada em relação às demais áreas da edificação não destinadas a banheiros ou similares por meio de paredes e portas corta-fogo. 5.2. c. conforme IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações). b.4.1.1. é necessário que as seguintes condições adicionais sejam atendidas: a) compartimentação do átrio deve ser feita em todos os pavimentos servidos. em seu perímetro interno ou no perímetro da área de circulação que o rodeia em cada pavimento.3 Como exceção às regras estabelecidas em 5. Se os vedadores apresentarem fechamento automático.6 Aberturas de passagem de materiais As aberturas nos entrepisos de passagem exclusiva de materiais devem ser protegidas por vedadores cortafogo atendendo às seguintes condições estabelecidas nas alíneas a. incluindo as fachadas sem aberturas (cegas) devem atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) conforme IT 06. devendo ser compostos integralmente por materiais incombustíveis.7. A condição básica a ser atendida por qualquer átrio é a seguinte: a) cada átrio deve fazer parte exclusivamente de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal.3. não possam ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos. d e e constantes no item 5. d e e constantes do item 5. 5. devem estar de acordo com a NBR 9441.1 Para que a existência do átrio não afete a compartimentação vertical.2.2.2. Portas e vedadores corta-fogo podem apresentar TRRF de 30 (trinta) minutos menor que as paredes. no mínimo. em caso de acionamento.9 Prumadas de ventilação permanente Os dutos de ventilação permanentes de banheiro e similares devem atender às seguintes condições para que não comprometam a compartimentação vertical dos edifícios: a) devem ser integralmente compostos por materiais incombustíveis.2. ar condicionado e exaustão. 5.1.3.3. b. c.2. c. Neste caso. dutos e antecâmaras.3.2 Os elementos de proteção das transposições nos entrepisos (selagens corta-fogo) e os elementos de compartimentação vertical na envoltória do edifício. d) alternativamente disposto na alínea c. 5. constituídas pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas. devem ser dotados de proteção em toda a extensão garantindo a adequada resistência ao fogo. As paredes de enclausuramento devem atender ao disposto nas alíneas a e b constantes do item 5.3. não necessitam ser seladas desde que as paredes sejam corta-fogo e as derivações das instalações que as transpassam sejam devidamente seladas (conforme condições definidas em outros tópicos desta IT).1. quanto às resistências ao fogo devem estar caracterizadas através dos procedimentos de ensaio da NBR 6479. porém não podendo ser inferior a 120 (cento e vinte) minutos. os tempos requeridos de .2. 5. b) cada prumada de ventilação deve fazer parte.2. e) as paredes que compõem estas prumadas devem atender os disposto nas alíneas a e b constantes no item 5. como esgoto e águas pluviais.2. ar condicionado e exaustão devem apresentar.4.2. de correr ou de deslocamento horizontal. no mínimo.2. exclusivamente.2. b) as selagens das prumadas das instalações de serviço e os registros protegendo aberturas de passagem de dutos de ventilação.3.2. inclusive.1 Os entrepisos devem atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF).3. cada derivação das prumadas deve ser protegidas por registro corta-fogo.2.estabelecidas nas alineas a.2 tem-se o seguinte: a) as paredes de enclausuramento das escadas e elevadores de segurança.3.1. porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos. devem atender.2. 5. e) as condições de fechamento das portas mencionadas no item anterior devem ser tais que não ofereçam risco de provocar acidentes e ferimentos nas pessoas. de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal.2. e.2.3.3. 5.7 Átrios Os átrios devem ser entendidos como espaços no interior de edifícios que interferem na compartimentação horizontal ou vertical. b) os elementos de compartimentação do átrio devem apresentar resistência ao fogo.1 e 5. as derivações existentes nos pavimentos devem ser protegidas por registros corta-fogo.8 Prumadas enclausuradas As prumadas totalmente enclausuradas por onde passam as instalações de serviço.2.1. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através dos dutos de ventilação permanente. devendo atender a uma série de condições para não facilitarem a propagação do incêndio. cujo o acionamento deve atender as condições estabelecidas nas alíneas a.5. 5.2. c.2.1 Caso os dutos de ventilação. c) as paredes de compartimentação devem atender às condições estabelecidas nas alíneas a e b constantes do item 5. constituírem-se por paredes corta-fogo de compartimentação. d) os vedadores corta-fogo podem ser retráteis. podendo.2.

2. 5. 60 (sessenta) minutos e 30 (trinta) minutos. destinadas à circulação de pessoas. desde que o somatório de área desses pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para compartimentação horizontal. ar condicionado ou exaustão. 5. 5. rampas.4 Não será considerada compartimentação vertical nos casos de interligação de pavimentos consecutivos (nos pisos acima do térreo). c) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas em cada pavimento devem apresentar resistência mínima ao fogo de 90 (noventa) minutos.2. quando não podem ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos devem ser protegidos em toda a extensão de forma a garantir a resistência mínima ao fogo de 120 (cento e vinte) minutos. porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos. conforme anexo B. e e) as paredes e portas corta-fogo tratadas em 5.3 Áreas máximas de compartimentação Para o estabelecimento das áreas máximas de compartimentação horizontal deve-se atender aos valores estabelecidos no Anexo B. dutos e shafts de instalação de subsolos devem ser compartimentados integralmente em relação ao piso térreo. .3. porém nunca inferior ao TRRF estabelecido na IT 06.9 (prumadas de ventilação permanente) devem apresentar resistência mínima ao fogo de respectivamente. piso de descarga e demais pisos elevados. escadas. rampa de circulação ou escadas rolantes. limitando-se no máximo a 3 (três) pavimentos consecutivos.5 As escadas. de forma a dificultar a propagação do fogo e facilitar as operações de combate a incêndio. conforme IT 06. quando forem únicas (escadas sem antecâmaras) e de 60 (sessenta) minutos quando a escada for dotada de antecâmara. 5. d) os dutos de ventilação.resistência ao fogo. por intermédio de átrios.6 Recomenda-se que as áreas descobertas destinadas ao armazenamento de produtos combustíveis possuam afastamento dos limites da propriedade bem como corredores internos que proporcionem o fracionamento do risco.

ANEXO “A” COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL .

ANEXO “A” (CONTINUAÇÃO)

Fig. 3 – Compartimentação Vertical (Prolongamento dos Entrepisos)

alvenaria
PISO

fachada envidraçada
TETO

alvenaria

FIG. 04 - COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL - FACHADA ENVIDRAÇADA Fig. 4 – Compartimentação Vertical (Fachadas Envidraçadas)

ANEXO “B” TABELA DE ÁREA MÁXIMA DE COMPARTIMENTAÇÃO (m²) GRUPO TIPO DENOMINAÇÃO ALTURA A-1, A-2, A-3 B-1, B-2 C-1; C-2 C-3 D-1, D-2, D-3, D-4 E-1,E-2, E-3, E-4, E-5 e E-6 F-1, F-2, F-3, F4, e F-9 F-5, F-6 e F-8 F-7 F-10 G-1, G-2, G-3 G-4 G-5 H-1, H-2, H-4, H-5 e H-6 (*) H-3 I-1 e I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 L-1 L-2 e L-3 M-1 M-2 M-3 M-4, M5, M-6 e M-7 I Edificação Baixa Um pavimento – – 5.000(1) 5.000(1) 5.000 – – – – 5.000(1) – 10.000 – – – 7.500(1) – 10.000(1) 7.500(1) 4.000(1) 100 CT CT 1.000 5.000 750 H≤6,00m – 5.000 3.000(1) 2.500(1) 2.500(1) – – – – 2.500(1) – 5.000 – – 10.000 5.000 – 5.000 3.000 2.500 CT CT CT 500 3.000 CT 6,00m<H ≤ 12,00m – 4.000 2.000 1.500 1.500 – – TIPO DE EDIFICAÇÕES II Edificação de Média Altura III IV Edificação Edificação Mediamen Alta te Alta Acima de 54,00m – 1.500 1.500 2.000 1.500 – – 800 CT 800 – 1.000 – 1.000 2.000 1.500 – 1.500 1.000 1.000 CT CT CT CT CT CT

12,00m<H≤ 23,00m<H≤ 30,00m<H 23,00m 30,00m ≤ 54,00m – 3.000 2.000 1.000 1.000 – – – 2000 1.500 2.000 800 – – – 1.500 1.500 2.000 1.500 – – 800 CT 800 – 1.000 – 1.000 2.000 1.500 – 1.500 1.000 1.000 CT CT CT CT CT CT

– 2.000 1.000 CT CT CT 1.500 1.000 1.000 – – – 3.000 2.000 1.000 Ver IT específica ou Corpo Técnico – – 5.000 3.000 – 3.000 2.000 1.500 CT CT CT CT 2.000 CT – 2.000 3.000 1.500 – 1.500(1) 2.500 2.000 CT CT CT CT 1.000 CT – 1.500 1.500 1.000 – 2.000 1.500 1.500 CT CT CT CT CT CT

NOTAS ESPECÍFICAS: 1) A área de compartimentação pode ser aumentada em 100%, caso haja sistema de detecção de fumaça (IT nº 14). 2) A edificação destinada à clínica de internação (divisão H-6) será enquadrada como (H-3) de acordo como o exigido no Decreto Estadual 43.805/04. 3) CT – Corpo Técnico

NOTAS GENÉRICAS: a) Observar os casos permitidos de substituição da compartimentação de áreas, por sistema de chuveiros automático, acrescidos, em alguns casos, dos sistemas de detecção automática , conforme tabela de exigência do b) Os locais assinalados com traço (–) estão dispensados da compartimentação horizontal, mantendo-se a compartimentação vertical, de acordo com as tabelas de exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.
c) Não será considerada a compartimentação vertical nos casos de interligação de pisos ou pavimentos consecutivos, por intermédio de atrium, escadas, rampas de circulação ou escadas rolantes, desde que a somatória de área dos pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para cada grupo e tipo de edificação, limitando-se no máximo a três pisos. Esta exceção não se aplica para as compartimentações das fachadas e selagens dos “shafts” e dutos de instalações.

d) No caso desta IT, as edificações térreas dotadas de subsolo para cálculo de área máxima de compartimentação deverão ser enquadradas na classe II desta tabela, caso esse subsolo não seja compartimentado em relação ao térreo.

IT - 08
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES

SUMÁRIO
1 – Objetivo

ANEXOS
Tabelas

2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 08

SAIDAS DE EMERGENCIA
DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

1 OBJETIVO 1.1 Estabelecer critérios mínimos necessários para o dimensionamento das “Saídas de Emergência em Edificações”, visando a que sua população possa abandoná-las, em caso de incêndio ou pânico, completamente protegida em sua integridade física e permitir o acesso de guarnições de bombeiros para o combate ao fogo ou retirada de pessoas; 1.2 Adequação das exigências de proteção contra incêndio e pânico, atendendo a NBR 9077/93 da Associação Brasileira de Normas Técnicas quanto aos requisitos mínimos necessários para o dimensionamento das saídas de emergência nas edificações; 1.3 Padronizar critérios para análise de projetos de Prevenção Contra Incêndio e pânico em Minas Gerais; 1.4 Orientar os profissionais que atuam na elaboração de projetos e execução de obras submetidas à aprovação do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações novas, podendo, entretanto, servir como exemplo de situação ideal que deve ser buscada em adaptações de edificações em uso, consideradas suas devidas limitações. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.

Decreto Estadual nº 44.270, de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 9077 - Saídas de Emergências em Edifícios. NBR 9050 - Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente. NBR 9441 - Execução de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio. NBR 13434-1 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 1: Princípio de projeto. NBR 13434-2 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 2: Símbolos e suas formas, dimensões e cores. NBR 10898 - Sistemas de iluminação de emergência. BS (British Standard) 5588/86. NBR 11742 – Porta Corta-Fogo para saídas de emergência. NBR 13768 – Acessórios para PCF em saídas de emergência. NBR 11785 – Barra antipânico – Requisitos. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes nas referências normativas e IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Classificação das edificações 5.1.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica, as edificações são classificadas: a) quanto à ocupação, de acordo com a Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e

Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais; b) quanto à altura, dimensões em planta e características construtivas, de acordo, respectivamente, com as Tabelas 1, 2 e 3 desta Instrução Técnica. 5.2 Componentes da saída de emergência 5.2.1 A saída de emergência compreende o seguinte: a) acesso; b) rotas de saídas horizontais, quando houver, e respectivas portas ou ao espaço livre exterior, nas edificações térreas; c) escadas ou rampas; d) descarga. 5.3 Cálculo da população 5.3.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população da edificação. 5.3.2 O cálculo da população de cada pavimento da edificação é de acordo com os coeficientes da tabela 4, considerando sua ocupação, dada na Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5.3.3 Devem ser incluídas nas áreas de pavimento exclusivamente para o cálculo da população: a) as áreas de terraços, sacadas e assemelhadas, excetuadas aquelas pertencentes às edificações dos grupos de ocupação A, B e H; b) as áreas totais cobertas das edificações F-3 e F-6 inclusive canchas e assemelhados; c) as áreas de escadas, rampas e assemelhados, no caso de edificações dos grupos F-3, F-6 e F-7, quando em razão de sua disposição em planta, esses lugares puderem, eventualmente, ser utilizados como arquibancadas. 5.3.4 Exclusivamente para o cálculo da população, as áreas de sanitários, corredores e elevadores nas ocupações C, D, E e F, são excluídas das áreas de pavimento. 5.4 Dimensionamento das saídas de emergência 5.4.1 Largura das saídas 5.4.1.1 A largura das saídas deve ser dimensionada em função do número de pessoas que por elas deva transitar, observando os seguintes critérios: a) os acessos são dimensionados em função dos pavimentos que sirvam à população; b) as escadas, rampas e descargas são dimensionadas em função do pavimento de maior população, o qual determinam as larguras mínimas para os lanços correspondentes aos demais pavimentos, considerandose o sentido da saída. 5.4.1.2 A largura das saídas, isto é, dos acessos, escadas, descargas, e outros, é dada pela seguinte fórmula:

N= P C Onde: N = Número de unidades de passagem, arredondado para número inteiro maior. P = População, conforme coeficiente da tabela 4 do anexo e critérios das seções 5.3 e 5.4.1.1. C = Capacidade da unidade de passagem conforme tabela 4 do anexo. 5.4.2 Larguras mínimas a serem adotadas As larguras mínimas das saídas de emergência, em qualquer caso, devem ser as seguintes: a) 1,10 m, correspondente a duas unidades de passagem de 55cm, para as ocupações em geral, ressalvando o disposto a seguir; b) 1,65 m, correspondente a três unidades de passagem de 55 cm, para as escadas, os acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2 e H-3; c) 1,65 m, correspondente a três unidades de passagem de 55 cm, para as rampas, acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2; d) 2,20 m, correspondente a quatro unidades de passagem de 55 cm, para as rampas, acessos às rampas (corredores e passagens) e descarga das rampas, nas ocupações do grupo H, divisão H-3. 5.4.3 Exigências adicionais sobre largura de saídas 5.4.3.1 A largura das saídas deve ser medida em sua parte mais estreita, não sendo admitidas saliências de alizares, pilares e outros, com dimensões maiores que as indicadas na Figura 1, e estas somente em saídas com largura superior a 1,10 m.

Figura 1 - Medida da largura em corredores e passagens

5.4.3.2 As portas que abrem para dentro de rotas de saída, em ângulo de 180º, em seu movimento de abrir, no sentido do trânsito de saída, não podem diminuir a largura efetiva destas em valor menor que a metade (ver figura 2), sempre mantendo uma largura mínima livre de 1,10 m para as ocupações em geral e de 1,65 m para as divisões H-2 e H-3. 5.4.3.3 As portas que abrem no sentido do trânsito de saída, para dentro de rotas de saída, em ângulo de 90º, devem ficar em recessos de paredes, de forma a não reduzir a largura efetiva em valor maior que 0,10 m (ver figura 2).

Figura 2 – Abertura das portas no sentido do trânsito de saída.

5.5 Acessos 5.5.1 Generalidades 5.5.1.1 Os acessos devem satisfazer às seguintes condições: a) permitir o escoamento fácil de todos os ocupantes da edificação; b) permanecer desobstruídos em todos os pavimentos; c) ter larguras de acordo com o estabelecido em 5.4; d) ter pé direito mínimo de 2,50 m, com exceção de obstáculos representados por vigas, vergas de portas, e outros, cuja altura mínima livre deve ser de 2,00 m; e) ser sinalizados e iluminados (iluminação de emergência de balizamento) com indicação clara do sentido da saída, de acordo com o estabelecido na IT13 (Iluminação de emergência) e na IT-15 (Sinalização de emergência). 5.5.1.2 Os acessos devem permanecer livres de quaisquer obstáculos, tais como móveis, divisórias móveis, locais para exposição de mercadorias, e outros, de forma permanente, mesmo quando o prédio esteja supostamente fora de uso. 5.5.2 Distâncias máximas a serem percorridas 5.5.2.1 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior, área de refúgio, escada comum de saída de emergência, protegida ou à prova de fumaça), tendo em vista o risco à vida humana decorrente do fogo e da fumaça, devem considerar: a) o acréscimo de risco quando a fuga é possível em apenas um sentido; b) o acréscimo de risco em função das características construtivas da edificação; c) a redução de risco em caso de proteção por chuveiros automáticos ou detectores; d) a redução de risco pela facilidade de saídas em edificações térreas. 5.5.2.2 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir as portas de acesso às edificações e o acesso às escadas ou as portas das escadas (nos pavimentos) constam da tabela 5 e devem ser contadas a partir da porta de acesso do compartimento mais distante, desde que o caminhamento interno deste compartimento não ultrapasse 15,00 m. Caso o caminhamento interno deste compartimento seja maior que 15,00 metros, o excedente a 15,00 metros será contado na distância máxima a ser percorrida. 5.5.2.3 No caso das distâncias máximas a percorrer para as rotas de fuga que não forem definidas no

projeto arquitetônico, como, por exemplo, escritório de plano espacial aberto e galpão sem o arranjo físico interno (leiaute), deve ser consideradas as distâncias diretas comparadas aos limites da tabela 5, nota a, reduzidas em 30% (trinta por cento). 5.5.2.4 Para uso da tabela 5 devem ser consideradas as características construtivas da edificação, constante da tabela 3, edificações classes X, Y e Z. 5.5.2.5 Em edificações térreas, pode ser considerada como saída, para efeito da distância máxima a ser percorrida, qualquer abertura, sem grades fixas, com peitoril, tanto interna como externamente, com altura máxima de 1,20 m, vão livre com área mínima de 1,20 m² e nenhuma dimensão inferior a 1,00 m. 5.5.3 Número de saídas nos pavimentos 5.5.3.1 O número de saídas exigido para os diversos tipos de ocupação, em função da altura, dimensões em planta e características construtivas de cada edificação, encontra-se na tabela 6. 5.5.3.2 No caso de 2 (duas) ou mais escadas, a distância mínima de trajeto entre suas portas devem ser de 10,00 m, exceto quando as escadas estiverem na área central do pavimento e com acessos em lados opostos. 5.5.3.3 Havendo necessidade de acrescer escadas, estas devem ser do tipo que a exigida por esta Instrução Técnica (Tabela 6). 5.5.4 Portas de saídas de emergência 5.5.4.1 As portas das rotas de saída e aquelas das salas com capacidade acima de 50 pessoas, em comunicação com os acessos e descargas devem abrir no sentido do trânsito de saída (ver figura 2). 5.5.4.2 Nas edificações do grupo A (divisão A1 e A2), as portas de acesso ao logradouro público e que não se comunicam diretamente com as caixas de escada estão isentas da exigência do item 5.5.4.1. 5.5.4.3 A largura, vão livre ou “luz” das portas, comuns ou corta-fogo, utilizadas nas rotas de saída, deve ser dimensionada como estabelecido em 5.4, admitindo-se uma redução no vão de luz, isto é, no livre, das portas em até 75 mm de cada lado (golas), para o contramarco e alizares. As dimensões mínimas de luz deve ser as especificadas abaixo,considerando o resultado do cálculo das unidades de passagem: a) 0,80m valendo por uma unidade de passagem, com N ≤ 1. b) 1,00 m ,valendo por duas unidades de passagem, com 1 ≤ N ≤ 2; c) 1,5 m, em duas folhas, valendo por 3 unidades de passagem, com 2 ≤ N ≤ 3;
d) 2,0 m, em duas folhas, valendo por 4 unidades de passagem, com 3 ≤ N ≤ 4.

Nota: 1) Porta com dimensão maior ou igual a 2,20 m, exigese coluna central. 2) Porta com dimensão maior que 1,20 m deverá ter duas folhas.

5.5.4.4 As portas das antecâmaras das escadas à prova de fumaça e das paredes corta-fogo devem ser do tipo corta-fogo (PCF), obedecendo a NBR 11742, no que lhe for aplicável. 5.5.4.5 As portas das antecâmaras, escadas e outros, devem ser providas de dispositivos mecânicos e automáticos, de modo a permanecerem fechadas, porém, destrancadas, no sentido do fluxo de saída, sendo admissível que se mantenham abertas, desde que disponham de dispositivo de fechamento, quando necessário, conforme estabelecido na NBR 11742. 5.5.4.6 Se as portas dividem corredores que constituem rotas de saída, devem: a) ter condições de reter a fumaça, ou seja, devem ser corta-fogo e a prova de fumaça conforme estabelecido na NBR 11.742 e ser providas de visor transparente de área mínima de 0,07 m², com altura mínima de 25 cm; b) abrir no sentido do fluxo de saída; c) abrir nos dois sentidos, caso o corredor possibilite saída nos dois sentidos. 5.5.4.7 Para as ocupações do grupo F com capacidade acima de 200 pessoas será obrigatória a instalação de barra antipânico nas portas de saídas de emergência, conforme NBR 11.785, das salas das rotas de saída, das portas de comunicação com os acessos às escadas e descargas. 5.5.4.7.1 As ocupações de Divisão F-2, térreas (com ou sem mezaninos), com área máxima construída de 1.500 m², podem ser dispensadas da exigência anterior, desde que haja placa indicativa, conforme IT 15, de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos, atentando para o item 5.5.4.1 desta Instrução Técnica. 5.5.4.7.2 Nas rotas de fuga não se admite portas de enrolar ou de correr, exceto quando esta for utilizada somente como porta de segurança da edificação, devendo permanecer aberta durante todo o transcorrer dos eventos, desde que haja placa indicativa, conforme IT 15, de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos, atentando para o item 5.5.4.1. desta Instrução Técnica. 5.5.4.8 É vedados o uso de peças plásticas em fechaduras, espelhos, maçanetas, dobradiças e outros, em portas de: a) rotas de saídas; b) entrada em unidades autônomas; e c) salas com capacidade acima de 50 pessoas. 5.5.4.9 A colocação de fechaduras nas portas de acesso e descargas é permitida, desde que seja possível a abertura pelo lado interno, sem necessidade de chave, admitindo-se que a abertura pelo lado externo seja feita apenas por meio de chave, dispensando-se maçanetas, etc. 5.6 Rampas 5.6.1 Obrigatoriedade O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) para unir dois pavimentos de diferentes níveis em acesso a áreas de refúgio em edificações com ocupações dos grupos H-2 e H-3; b) na descarga e acesso de elevadores de emergência;

c) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada; d) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações em que houver usuários de cadeiras de rodas (ver NBR-9050). 5.6.2 Condições de atendimento 5.6.2.1 O dimensionamento das rampas deve obedecer ao estabelecido em 5.4 5.6.2.2 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras, devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. 5.6.2.3 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível, tendo comprimento mínimo de 1,10 m, medidos na direção do trânsito, sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3,70 m. 5.6.2.4 As rampas podem suceder um lanço de escada, no sentido descendente de saída, mas não podem precedê-lo. 5.6.2.4.1 No caso de edificações dos grupos H2 e H3 as rampas não poderão suceder ao lanço de escada e viceversa. 5.6.2.5 Não é permitida a colocação de portas em rampas; estas devem estar situadas sempre em patamares planos, com largura não-inferior à da folha da porta de cada lado do vão. 5.6.2.6 O piso das rampas deve apresentar condições antiderrapante e permanecerem antiderrapante com o uso. 5.6.2.7 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga ao especificado em 5.8. 5.6.2.8 As exigências de sinalização, iluminação, ausência de obstáculos, e outros, dos acessos aplicamse, com as devidas alterações, às rampas. 5.6.2.9 Devem atender as condições estabelecidas nas alíneas a, b, c, d, e, f, g, h e i do item 5.7.1 desta IT. 5.6.2.10 Devem ser classificadas, a exemplo das escadas, como NE, EP, PF, seguindo para isso as condições especificas e cada uma delas estabelecidas nos itens 5.7.7, 5.7.8, 5.7.9, 5.7.10, 5.7.11, 5.7.12 e 5.7.13. 5.6.3 Declividade 5.6.3.1 A declividade máxima das rampas externas à edificação deve ser de 10% (1:10). 5.6.3.2 As declividades máximas das rampas internas devem ser de: a) 10%, isto é, 1:10, nas edificações de ocupações A, B, E, F e H; b) 12,5%, isto é, 1:8, quando o sentido de saída é na descida, nas edificações de ocupações D e G; sendo a saída em rampa ascendente, a inclinação máxima é de 10%; c) 12,5%, isto é, 1:8 nas ocupações C, I e J. 5.6.3.3 Quando, em ocupações em que sejam admitidas rampas de mais de 10% em ambos os sentidos, o sentido da saída for ascendente, deve ser dado um acréscimo de 25% na largura calculada conforme 5.4.

5.7 Escadas 5.7.1 Generalidades Em qualquer edificação, os pavimentos sem saída em nível para o espaço livre exterior devem ser dotados de escadas, enclausuradas ou não, as quais devem: a) ser constituída com material estrutural e de compartimentação incombustível; b) oferecer resistência ao fogo nos elementos estruturais além da incombustibilidade, conforme a IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações); c) ser dotadas de guarda-corpos em seus lados abertos conforme item 5.8; d) ser dotadas de corrimãos em todos os lados; e) atender a todos os pavimentos, acima e abaixo da descarga, mas terminando obrigatoriamente no piso da descarga, não podendo ter comunicação direta com outro lanço na mesma prumada (ver figura 3), devendo ter compartimentação, conforme a IT 07 na divisão entre os lanços ascendentes e descendentes em relação ao piso de descarga, exceto para escadas tipo NE (escada comum), onde devem ser acrescidas de sinalização iluminação de emergência e de sinalização de balizamento (IT 13 e 15), indicando a rota de fuga e descarga; f) ter os pisos com condições antiderrapantes e permanecerem antiderrapantes com o uso; g) quando houver exigência de duas ou mais escadas de emergência e estas ocuparem a mesma caixa de escada (volume), não será aceita comunicação entre si, devendo haver compartimentação entre ambas, de acordo com a IT 07. Quando houver exigência de uma escada e for utilizado o recurso arquitetônico de construir duas escadas em um único corpo, estas serão consideradas como uma única escada, quanto aos critérios de acesso, ventilação e iluminação. h) atender ao item 5.5.1.2.
TERMINAÇÃO DA ESCADA NO PISO DA DESCARGA SEM COMUNICAÇÃO DIRETA COM OUTRO LANÇO DA MESMA PRUMADA

b) ser medidas no ponto mais estreito da escada ou patamar, excluindo os corrimãos (mas não os guardacorpos ou balaustradas), que se podem projetar até 10 cm de cada lado, sem obrigatoriedade de aumento na largura das escadas; c) ter, quando se desenvolver em lanços paralelos, espaço mínimo de 10 cm entre lanços, para permitir localização de guarda-corpo ou fixação do corrimão. 5.7.3 Dimensionamento de degraus e patamares 5.7.3.1 Os degraus devem: a) ter altura h (ver figura 4) compreendida entre 16,0 cm e 18,0 cm, com tolerância de 0,5 cm; b) ter largura b (ver figura 4) dimensionada pela fórmula de Blondel: 63 cm ≤ (2h + b) ≤ 64 cm; c) ser balanceados quando o lanço da escada for curvo (escada em leque), ou em aspiral, quando se tratar de escadas não destinadas a saídas de emergências (ver item 5.7.5.1) caso em que a medida do degrau (largura do degrau) será feita segundo a linha de percurso e a parte mais estreita destes degraus ingrauxidos não tenham menos de 15 cm (ver figura 5) e 07 cm, respectivamente; d) ter, num mesmo lanço, larguras e alturas iguais e, em lanços sucessivos de uma mesma escada, diferenças entre as alturas de degraus de, no máximo, 0,5 cm; e) ter bocel (nariz) de 1,5 cm, no mínimo, ou, quando este inexistir, balanço da quina do degrau sobre o imediatamente inferior com este mesmo valor mínimo (ver figura 4).

BOCEL

1,5 cm

b

h
h = altura do espelho b = largura do degrau

QUINA

1,5 cm

PISO DA DESCARGA

b h

LANÇOS DOS ANDARES INFERIORES AO PISO DA DESCARGA

Figura 4 – Altura e largura dos degraus (escada com ou sem bocel)

Figura 3 – Segmentação das escadas no piso da descarga

5.7.2 Largura As larguras das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) ser proporcionais ao número de pessoas que por elas devam transitar em caso de emergência, conforme 5.4;

5.7.3.2 O lanço mínimo deve ser de três degraus e o lanço máximo, entre dois patamares consecutivos, não deve ultrapassar 3,70 m de altura.

atendendo ao prescrito em 5. 5.7. exclusivamente de serviço e não destinadas a saídas de emergência. balanceamento e outros).5 Os pontos de fixação das escadas metálicas na caixa de escada devem possuir Tempo de Resistência ao Fogo de 120 (cento e vinte) minutos.3 (dimensionamento dos degraus.7. não se aplicando neste caso.4 Caixas das escadas 5. c) ter os pisos em condições antiderrapantes e permaneçam antiderrapantes com o uso. em espiral e de lances retos consideradas como escadas secundárias. respeitadas as demais exigências para escadas de saídas de emergência. dutos e assemelhados. nem para a localização de quaisquer móveis ou equipamentos. e nas escadas curvas (escadas em leque) dispensa-se à aplicação da fórmula dos patamares (5. não destinadas a saídas de emergência. D.7. LANÇO MÍNIMO T RÊS DEGRAUS LANÇO DA ES CADA P AMAR AT Com primento do patam ar P = (2h + b)n + b Figura 6 – Lanço mínimo e comprimento dos patamares 5. igual à largura da escada quando há mudança de direção da escada sem degraus ingrauxidos. respeitando-se. exceto 5.10 m de largura e dispensando-se corrimãos intermediários. armários para medidores de gás.7.70 m.3 Nas caixas de escadas. 5. 5. 120 (cento e vinte) minutos.7. mesmo por curto espaço de tempo. porém.2 As caixas de escadas não podem ser utilizadas como depósitos.5. apenas um corrimão nas escadas com até 1.6 Escadas em edificações em construção Em edificações em construção.7.7. d) ser dotadas de corrimãos. centros de distribuição elétrica. a fórmula anterior.5. conforme 5.7. com largura de 90 cm e degraus ingrauxidos.7.4. 5.4. B. e) ser dotadas de guardas em seus lados abertos. desde que haja outra escada que atenda a toda população que não pode ultrapassar 50 pessoas.3 O comprimento dos patamares deve ser (ver figura 6): a) dado pela fórmula: p = (2h + b)n + b onde n é um número inteiro (1. 5. as seguintes alturas máximas h dos degraus. desde que a população seja inferior a 20pessoas. quando se enquadrar em uma das seguintes situações: a) pertencerem ao grupo de ocupação A.2 Admitem-se nas escadas secundárias.1. b) ter a largura mínima de 80 cm.5 Escadas não destinadas a saídas de emergência 5. não podem existir aberturas para tubulações de lixo.3.3.4. 5. nos mesmos grupos de ocupação citados na alínea a. 5. devem: a) atender aos mezaninos e áreas privativas de qualquer edificação.c. f) atender ao prescrito em 5.7.0 m.7. sempre a lei de Blondel: a) ocupações A até G: h = 20 cm b) ocupações H: h = 19 cm c) ocupações I até M: h = 23 cm 5. g) as escadas secundárias podem ser constituídas de material combustível. bastando.7.8.8.1 As escadas em leque.3.7. quando se tratar de escada reta. dos acessos e das descargas devem ter acabamento liso.5. porém. exceto os previstos especificamente nesta Instrução Técnica.1 com altura menor ou igual a 6.1 a 5.4 As paredes das caixas de escadas enclausuradas devem garantir e possuir Tempo de Resistência ao Fogo por. as escadas devem ser construídas concomitantemente com a execução da estrutura.7.4.7.7.7. permitindo a fácil evacuação da obra e o acesso dos bombeiros. bastando que o patamar tenha um mínimo de 80 cm.3.7.3 Nas edificações com altura menor ou igual a 12.7.7. das guardas.7. medido na direção do trânsito.7. com altura da escada não superior a 3.4.7. deve haver patamares com comprimento mínimo igual à largura da folha da porta.0 m as escadas não enclausuradas utilizadas para saídas de emergências poderão ser construídas com “b” 55cm Figura 5 – Escada com lanços curvos e degraus balanceados 5. excetuadas as escadas não enclausuradas em edificações com altura menor ou igual a 12 metros. no mínimo.4 Em ambos os lados de vão da porta.7 Escadas não enclausuradas ou escada comum 5. b) a escada for exigida como segunda saída. para passagem para rede elétrica. 5.2 Nas edificações com população igual ou inferior a 50 pessoas será admitido qualquer tipo de escada de emergência. 5.1 A escada comum (NE) deve atender aos requisitos de 5. G e J.3). conforme lei de Blondel. 2 ou 3).3.1 As paredes das caixas de escadas.7. b) no mínimo. .

7. conforme alínea c de 5.2) >20cm PCF JANELA P/ VENTILAÇÃO DO ACESSO (CONFORME 5.7. Nota: PCF = Porta Corta Fogo por 90 min.1 Os lanços curvos deverão ser constituídos de degraus ingrauxidos iguais.11.00 m. com espessura mínima de 3 mm.7.ver figura 7. exceto 5. c) possuir dois dutos de ventilação conforme especificado no item 5. Poderá esta ventilação ser por veneziana na própria porta de saída .7. de outras aberturas.7. d) ser dotadas de janela que permita a ventilação em seu término superior. podendo ser aceita quando centralizada acima dos lances de degraus. devendo pelo menos uma das faces da janela estar a no máximo 15 cm do teto.1. b) ter sua ligação com a caixa da escada por meio de antecâmaras ventiladas. largura mínima de 0. 1. 5. onde isto é facultativo). sem corrimão intermediário. de janelas abrindo para o espaço livre exterior.375 m (para b = 27 cm) . a 1.7.7. Co Ø m nf ín or .80 m². À distância das venezianas podem ser reduzidas para 1.2 As janelas das escadas protegidas devem: a) estar situadas junto ao teto ou.12. e outros. caso normal 5. devendo ficar junto ao solo da caixa da escada podendo ser no piso do pavimento térreo ou no patamar intermediário entre o pavimento térreo e o pavimento imediatamente superior.10 m e 1.7.80 m.8.7.1. chapa dobrada. em cada pavimento (ver figura 9). m 65 Figura 7 – Escada curva admissível como saída de emergência 5. m e 5. e) os caixilhos. 1 C> 15 cm JANELA (CONFORME 5.8.7.8.7. junto ao teto sendo vedados os tipos de abrir com o eixo vertical e “maxiar”. poderão ser do tipo basculante.7.10 ou 5.7.4 A escada enclausurada protegida deve possuir ventilação permanente inferior. em todos os pavimentos (exceto no da descarga.97 m (escada com degraus b = 32 cm) a 1. com área mínima de 0. estando o peitoril.8.00 m.80 m².1 a 5. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote. com área de 1. madeira.8.7. vestiários ou área de serviço. a 15 cm deste. as linhas de bocéis convergindo em um ponto (centro da circunferência). 5.7. no mínimo.10 m acima do piso do patamar ou degrau adjacente e tendo largura mínima de 80 cm. atendendo ao previsto em 5. executadas nos moldes do especificado em 5. que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível.lanços curvos. exceto no caso de ocupações da divisão F3 (Centro Esportivo e de Exibição). sem antecâmara.40 m. podendo esta distância ser reduzida para 2. 5.8. plástico.3.8 Escadas enclausuradas protegidas (EP) 5. em projeção horizontal. 5. d) ser construídas em perfis metálicos reforçados.3. ou. no mínimo. c) ser dotadas de venezianas ou outro material que assegure a ventilação permanente.8.7. devendo estar localizada na parede junto ao teto ou no máximo a 15 cm deste. b) ter as portas de acesso a esta caixa de escada do tipo Corta-fogo (PCF). sendo vedado o uso de perfis ocos.3. situadas junto ao teto ou. no máximo.2 A largura das escadas deverão ser entre 1.3. no mínimo.8. devendo distar pelo menos 3.65 m.1. b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0. 7. em condições análogas à tomada de ar dos dutos de ventilação (ver 5. c) ser dotadas.2.8.7. para caso de aberturas instaladas em banheiros.a) VIDRO ARAMADO Figura 9 .7. 3. com área mínima de 0.7. e: a) ter suas caixas isoladas por paredes resistentes a 2 horas de fogo. com resistência de 90 minutos de fogo.c.80 m². a 15 cm deste. pois bomba ou escaparate com diâmetro mínimo de 0.Ventilação da escada enclausurada protegida e seu acesso APARTAMENTO OU ESCRITÓRIO PCF Figura 8 – Escada enclausurada protegida. os corredores de acesso devem: a) ser ventilados por janelas abrindo para o espaço livre exterior. de qualquer outra abertura.1 As escadas enclausuradas protegidas (ver figura 8) devem atender aos requisitos de 5.11).20 m² no mínimo.3 Na impossibilidade de colocação de janela na caixa da escada enclausurada protegida. 5. havendo.4. 7.7. que permita a entrada de ar puro.7.

7. recomendáveis.00m Junto ao piso Junto ao teto (ausência de viga) 2º Pavimento Veneziana ou tela Fechado na base Pilotis Pilotis Entrada de ar CORTE 1-1 Figura 11 – Duto de ar – Desenho esquemático (ver figura 10) CORTE 2-2 5.9 Escadas enclausuradas à prova de fumaça 5. terraços ou balcões. exceto 5. b) este caixilho deve ser guarnecido com vidro aramado. com espessura mínima de 6. . com fecho acionável por chave ou ferramenta especial.térrea ou em local conveniente da caixa da escada ou corredor da descarga.7. transparente ou não.7.7.3. atendendo as primeiras ao prescrito em 5.7.7. 5. E – elevador comum EE – elevador de emergência DE – duto de entrada de ar DS – duto de saída de ar PCF – porta corta-fogo Caixa d’água Casa de Máquinas ar Fechado no alto Último Pavimento ar Ante câmara Ante câmara >2. que permita a entrada de ar puro. malha de 12. e: a) ter suas caixas enclausuradas por paredes resistentes a 4 h de fogo.10 e os últimos em 5. com elevador de emergência (posição exemplificativa) na antecâmara.12.1 a 5. c) ser providas de portas corta-fogo (PCF) com resistência de 60 minutos ao fogo.2 A iluminação natural das caixas de escadas enclausuradas. b) ter ingresso por antecâmaras ventiladas. deve obedecer aos seguintes requisitos: a) ser obtida por abertura provida de caixilho de perfil metálico reforçado.5 mm.c.5 mm. devendo ser aberto somente para fins de manutenção ou emergências.9.1.9.7.7. mas não indispensável. Figura 10 – Escada enclausurada à prova de fumaça. quando houver.1 As escadas enclausuradas à prova de fumaça (ver figuras 10 e 11 e 12) devem atender ao estabelecido em 5.4.

possuindo acesso direto ao exterior. n = número de antecâmaras ventiladas pelo duto.11. com área mínima de 0.c) em paredes dando para o exterior. para ingressos nas escadas enclausuradas (ver figura 10).11. c) ter revestimento interno liso. 5.00 m. com resistência de 60 minutos de fogo cada. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. no mínimo. quando atenderem a até 15 antecâmaras. devem: a) ter comprimento mínimo de 1. duas faces opostas com área nunca inferior a 1.5 (uma vez e meia) a área da secção do trecho vertical do duto de entrada de ar.2. devendo esta abertura ser guarnecidas por telas de arame. da porta de entrada da antecâmara. f) não serem utilizados para a instalação de quaisquer equipamentos ou canalizações.4. b) ter isolamento térmico e inércia térmica equivalente. Nota: A abertura exigida na alínea e poderá ser projetada junto ao teto do primeiro pavimento que possua acesso direto ao exterior (Exemplo: piso térreo). entre as aberturas de entrada e de saída de ar.00 m. igual à do duto.105 x n onde: s = secção mínima. a uma parede de tijolos maciços. rebocada.11. a distância entre elas não pode ser inferior a 0. 5. longe de qualquer eventual fonte de fumaça em caso de incêndio.2 Os dutos de saída de ar (gases e fumaça) devem: a) ter aberturas somente nas paredes que dão para as antecâmaras. da porta de entrada da escada.84 m² e. sua área máxima não pode ultrapassar 0. d) ser totalmente fechados em sua extremidade superior. e) ter abertura em sua extremidade inferior ou junto ao teto do 1o pavimento. 5. em qualquer caso.10 Antecâmaras 5. quando não forem totalmente abertos no topo. no mínimo. devendo estas aberturas serem dispostas em.84 m² e. a 15 cm deste. c) ter. f) ter a abertura de saída de ar do duto respectivo situada junto ao teto ou no máximo.7. quando de secção retangular.50 m. com área mínima de 0. pode ser de até 1. a distância vertical mínima de 2. de 15 cm de espessura. c) ser dotadas de porta corta-fogo (PCF) na entrada e na comunicação da caixa da escada. g) ser fechados na base.7. que não diminua a área efetiva de ventilação. aberturas de saída de ar com área efetiva superior ou igual a 1. com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2. a 15 cm deste. medida em planta.7. 5. no caso de edificações com mais de 30 m de altura. pelo menos. j) as aberturas dos dutos de entrada e saída de ar das antecâmaras deverão ser guarnecidas por telas de arame.11.11.7. no máximo.50 m e a soma de suas áreas não deve ultrapassar 10% da área da parede em que estiverem situadas.00 m² cada uma. quando retangular. a uma distância horizontal de 3. b) ter revestimento interno liso.00 m acima de qualquer elemento construtivo existente sobre a cobertura. em m². 5. sua secção deve ser aumentada para compensar a redução.00 m acima do eixo da abertura da antecâmara do último pavimento servido pelo duto. h) ter a abertura de saída de ar situada. no mínimo. no mínimo. g) ter.7.11 Dutos de ventilação natural 5.7. com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2.4 Os dutos de entrada de ar devem: a) ter paredes resistentes ao fogo por 2 horas.00 m².2 são as mínimas absolutas. obedecer à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões.7. em especial no caso da . aceitando-se mesmo recomendando o cálculo exato pela mecânica dos fluídos destas secções. b) ser igual a 1. e se situarem em nível superior a qualquer elemento construtivo do prédio (reservatórios. 5.6 A tomada de ar do duto de entrada de ar deve ficar. em parede dando para antecâmara ou varanda. a 2 horas de fogo.1 Os dutos de ventilação natural devem formar um sistema integrado: o duto de entrada de ar (DE) e o duto de saída de ar (DS). isto é.11. b) ter pé-direito mínimo de 2.11. de preferência.11.11.7.5 cm.1 As antecâmaras. em edificações com altura igual ou inferior a 30 m. d) havendo mais de uma abertura de iluminação.5 vezes a área da secção do duto. d) elevar-se no mínimo a 3.5 cm por 2. guarnecidas ou não por venezianas ou equivalente.7. 5.50 m².80 m. medida eixo a eixo.5 cm.7.10. quando atenderem a mais de 15 antecâmaras.7. que assegure a captação de ar fresco respirável. 5. quando retangular.7 As dimensões dos dutos dadas em 5. i) ter paredes resistentes ao fogo por no mínimo 120 min.7. c) atender às condições das alíneas a à c e f de 5. muretas e outros). no máximo.84 m² e. a uma distância horizontal de 3.7. b) ter secção mínima calculada pela seguinte expressão: s = 0. e) ter.11. medida em planta. e) ter a abertura de entrada de ar do duto respectivo situada junto ao piso ou. de acordo com 5. e a abertura de entrada de ar situada.7.5 cm por 2.2 a 5.3 As paredes dos dutos de saídas de ar devem: a) ser resistentes.00 m. área não-inferior a 0. ao nível do solo ou abaixo deste.11. casas de máquinas. e de 23 cm de espessura. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões.5 A secção da parte horizontal inferior do duto de entrada de ar deve: a) ser. cumeeiras. no máximo. devendo seu topo situar-se a 1. d) ser ventiladas por dutos de entrada e saída de ar.

mas nunca a menos de 3.4 Será aceita uma distância de 1. 5.1.existência de subsolos e em prédios de excepcional altura ou em locais sujeitos a ventos excepcionais. f) ter distância de no mínimo 3. mas nunca a menos de 3.7.7. varandas e terraços que sirvam para ingresso às escadas enclausuradas à prova de fumaça e qualquer outra abertura desprotegida do próprio prédio ou das divisas do lote deve ser.30 metros.7. c) na edificação considerada não houver ocupações pertencentes aos grupos C ou I.30 m.12.7.15 metros. desde que: a) área efetiva mínima de ventilação seja de 1. 5. Figura 13 – Escada externa aberta . não situado no último pavimento.8.2 A distância horizontal entre o paramento externo dos guarda-corpos dos balcões.7. tais aberturas deverão ser delimitadas por paredes estanques nos termos da Instrução Técnica – 06.7.3.20 m.0 cm dos compartimentos internos do prédio e da caixa de escada enclausurada. terminando obrigatoriamente neste. e) ter altura de peitoril de 1. ressalvada o estabelecido em 5. dutos ou outras aberturas verticais que tangenciam a projeção da escada aberta externa. f) a distância do paramento externo da escada aberta até o limite de outra edificação no mesmo terreno ou limite da propriedade deverá atender aos critérios adotados na Instrução Técnica 05 (Separação entre Edificações).7. isto é. d) entre a escada aberta e a fachada da edificação deverá ser interposta outra parede com TRF mínimo de 02 (duas) horas. c) ter piso praticamente em nível e desnível máximo de 3.3 A distância estabelecida em 5. desde que entre elas seja interposta uma parede com TRF mínimo de 02 (duas) horas (ver figura 12). terraços e assemelhados.7. o acesso deve ser protegido por marquise com largura mínima de 1. 5.2 pode ser reduzida à metade.11.7. quando: a) o prédio for dotado de chuveiros automáticos.00 m e de 8.13 Escadas à prova de fumaça pressurizada (PFP) As escadas à prova de fumaça pressurizadas ou escadas pressurizadas podem sempre substituir as escadas enclausuradas protegidas (EP) e as escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF).00 m quando a altura da edificação for superior a 12. b) manter raio mínimo de escoamento exigido em função da largura da escada.12.7.3. para qualquer altura da edificação. h) na existência de shafts.5 Será aceita a ventilação no balcão da escada à prova de fumaça. c) as aletas possuam um ângulo de no mínimo 45 graus em relação ao plano vertical da janela d) as antecâmaras deverão atender o item 5.00 (três) m quando a altura da edificação for inferior ou igual a 12.a).7. b) o somatório das áreas das aberturas da parede fronteira à edificação considerada não ultrapassar um décimo da área total desta parede. e) toda abertura desprotegida do próprio prédio até escada deverá ser mantida distância mínima de 3.14 Escada Aberta Externa (AE): 5. a um sexto da altura. d) em se tratando de terraço a céu aberto.0 m de outras aberturas. para ingresso em escadas enclausuradas.12. através de janela com ventilação permanente. c) atender tão somente aos pavimentos acima do piso de descarga.12.00m. b) as distâncias entre as aletas das aberturas das janelas tenham espaçamentos de no mínimo 0. g) a estrutura. devendo atender a todas as exigências da Instrução Técnica 10 (Pressurização de Escadas de Segurança). 5.8.1 As escadas abertas externas (ver figuras 13 e 14) podem substituir os demais tipos de escadas e devem atender aos requisitos de 5.2 e: a) ter seu acesso provido de porta corta-fogo com resistência mínima de 90 (noventa) minutos.12 Acesso em escada enclausurada por balcões.7. b) e c). no mínimo. atendendo os critérios estabelecidos na Instrução Técnica – 06 (Segurança Estrutural nas Edificações) com TRF de 02 horas. entre a abertura desprotegida do próprio prédio até o paramento externo do balcão. atendendo ao prescrito no item 5. varandas e terraços 5.10.12. varanda ou terraço para o ingresso na escada enclausurada à prova de fumaça (PF). i) será admitido este tipo de escada com altura até 30m.5 m2.12. 5.7. 5. igual a um terço da altura da edificação.00 m. Figura 12 – Escada enclausurada do tipo PF ventilada por balcão 5.14.12. 5. portanto da escada aberta externa deverá ser construída em material incombustível. b) ter guarda-corpo de material incombustível e não vazado com altura mínima de 1.7.20 m.3. 5. devem atender aos seguintes requisitos: a) ser dotados de portas corta-fogo na entrada e na saída com resistência mínima de 60 min.1 Os balcões. varandas.00 m.1 a 5.1.

8. sempre que houver qualquer desnível maior de 19 cm. no mínimo.2. adotando-se a condição que conduzir a maiores tensões (ver figura 17). as guardas vazadas.8.8.05 m de altura. medido como especificado em 5.20 m (vinte centímetros) do início e término da escada com suas extremidades voltadas para a parede ou com solução alternativa. No caso de secção circular.1.2 Corrimãos 5. tábuas largas na horizontal e outros. escadas. corredores.1.8. as divisórias leves e outros elementos de construção que envolva as saídas de emergência devem ser projetados de forma a: a) resistir a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados ou calculadas para resistir a uma força horizontal de 730 N/m aplicada a 1. 1.2 A altura dos guarda-corpos.3 Os corrimãos devem ser projetados de forma a poderem ser agarrado fácil e confortavelmente.05 m ao longo dos patamares. sendo em escadas. as esquadrias. permitindo um contínuo deslocamento da mão ao longo de toda a sua extensão. 5. exigindo-se o uso de vidros aramados ou de segurança laminados. podendo ser reduzida para até 92 cm nas escadas internas. medida internamente.8. 5. rampas e outros. sempre que for possível.1. telas.8.8. arestas ou soluções de continuidade. galerias. b) ter seus painéis.4 As guardas constituídas por balaustradas. deve ser de no mínimo.1. quando medida verticalmente do topo da guarda a uma linha que una as pontas dos bocéis ou quinas dos degraus. grades. deve ser. 5. reentrâncias ou quaisquer elementos que possam enganchar em roupas.5 Não são aceitáveis.8. saliências. Figura 14 – Escada externa aberta 5. os corrimãos das escadas deverão ser contínuos. esta medida tomada verticalmente da forma especificada em 5. c) ser constituídas por materiais não estilhaçáveis.8. grades. seu diâmetro varia entre 38 mm e 65 mm (ver figura 16). as paredes. 5. de balcões e assemelhados. em saídas de emergência. mezaninos e outros (ver figura 15). devem: a) ter balaústres verticais.2.2 Uma escada pode ter corrimãos em diversas alturas.6 Para auxílio dos deficientes visuais.1 Toda saída de emergência. as grades de balaustradas. prolongando-se.2 (ver figura 15). longarinas. balaústres e assemelhados calculados para resistir a uma carga horizontal de 1. terraços.8.2.8 Guardas e corrimãos 5.2.8.8.entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso. escadas.4 Os corrimãos devem estar afastados 40 mm no mínimo. 5. jardins-de-infância e assemelhados. telas e assemelhados. b) ser isentas de aberturas. patamares. devem ser protegidos de ambos os lados por paredes ou guarda-corpos contínuos. das paredes ou guardas às quais forem fixados.3 A altura dos guarda-corpos em escadas externas.3. além do corrimão principal.3 Exigências estruturais 5. de 1. mezaninos. devendo estar situados . se for o caso.8. vidros de segurança laminados ou aramados e outros. isto é. pelo menos 0.1 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas. Figura 16 – Pormenores de corrimãos 5.2.2. longarinas intermediárias. balcões. corrimãos construídos por elementos com arestas vivas.8. de modo que uma esfera de 15 cm de diâmetro não possa passar por nenhuma abertura.1 Guarda-corpos e balaustradas 5. Em escolas.30 m. exceto para as ocupações do grupo I e J para as escadas e saídas não emergenciais.1 os guarda-corpos de alvenaria ou concreto. para evitar quedas. as reações devidas a este carregamento não precisam ser adicionadas às Figura 15 – Dimensões de guardas e corrimãos 5. deve haver corrimãos nas alturas indicadas para os respectivos usuários. 5.1.8. 5. sem encontrar quaisquer obstruções.20 kPa aplicada à área bruta da guarda ou equivalente da qual façam parte. de seus patamares. sem interrupção nos patamares. além do corrimão principal na altura normal exigida. 5.8.2. corredores.1.

4 Corrimãos intermediários 5. c) ter circuito de alimentação de energia elétrica com chave própria independente da chave geral do edifício. 5. b) possuir chave de comando de reversão para permitir a volta do elevador a este piso.4. independentemente de sua largura. ressalvado o caso de escadas em ocupações dos tipos H-2 e H-3.2. 5.1Enquanto não houver norma específica referente a elevadores de emergência.8. e ao seguinte (ver figura 10): a) ter sua caixa enclausurada por paredes resistentes a 4 horas de fogo.cargas especificadas na alínea precedente (ver figura 17). excepcionalmente. desde que o guarda-corpo atenda também os preceitos do corrimão.1 Escadas com mais de 2.3.9.5. para hall enclausurado e pressurizado.8. . quando forem utilizadas por grandes multidões. anulando as chamas existentes..3.3 Nas escadas tipo NE. 5.8.2. pode-se dispensar o corrimão. ainda. mediante chamada apropriada. nos termos de 5.4. 5. para varanda conforme 5.20 m de largura devem ter corrimão intermediário. c) possuir dispositivo de retorno e bloqueio do carro no pavimento da descarga. 5. conforme itens 5. em escadas largas. a cada 1.3. d) possuir duplo comando automático e manual reversível. que exijam máximo apoio com ambas às mãos em corrimãos.8. 1. b) ter suas portas metálicas abrindo para antecâmara ventilada. sem prejuízo do fechamento do vão do poço nos demais pavimentos. exclusivamente monumentais de ocupação G-1.3 Escadas externas de caráter monumental podem. às seguintes condições: a) estar localizado no pavimento da descarga.80 m.2. e em torres exclusivamente monumentais de ocupação F-2.12. 5.2 Exigências 5. uma unidade de passagem especial com 69 cm entre corrimãos.4.9.1 Obrigatoriedade É obrigatória a instalação de elevadores de emergência: a) em todas as edificações residenciais A-2 e A-3 com altura superior a 80 m e nas demais ocupações com altura superior a 60 m.8.8. verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos. estes devem atender a todas as normas gerais de segurança previstas nas NBR 5410 e NBR 7192.7. sempre que sua altura ultrapassar 12 m.9.2 Os corrimãos devem ser calculados para resistirem a uma carga de 900 N. possuindo este circuito chave reversível no piso da descarga.2 As extremidades dos corrimãos intermediários devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. d) deve estar ligado a um grupo moto gerador (GMG) de emergência. o elevador de emergência deve ter cabine com dimensões apropriadas para o transporte de maca.8.2.10 m de largura.2.9 Elevadores de emergência 5. que possibilite que ele seja ligado a um gerador externo na falta de energia elétrica na rede pública.8.9.8.9. de modo que as respectivas portas permaneçam abertas.3 Nas ocupações institucionais H2 e H-3.2 O painel de comando deve atender. e 5.7. em caso de emergência. aplicada em qualquer ponto deles. no máximo. utilizadas por pessoas muito idosas e deficientes físicos. para patamar de escada pressurizada ou local análogo do ponto de vista de segurança contra fogo e fumaça.4. desta Instrução Técnica. 5. 5.2. onde pode ser prevista.10. 5. Figura 17 – Pormenores construtivos de instalação de guardas e cargas a que elas devem resistir 5. no mínimo. independentemente dos elevadores de uso comum. b) nas ocupações institucionais H-2 e H-3. ter apenas dois corrimãos laterais. Os lanços determinados pelos corrimãos intermediários devem ter.

20 m para as ocupações H-2 e H-3.1.2. A caixa de corrida (poço) deve ter abertura de ventilação permanente em sua parte superior. cada uma delas. b) ser mantida livre e desimpedida. b) a existência de compartimentação de área no pavimento será aceita como área de refúgio.10.1. desde que entre o acesso à escada e a área externa (fachada ou . 5.10. as paredes que definem as áreas de refúgio devem apresentar resistência ao fogo conforme a IT 06 e as condições estabelecidas na IT 07.10.2 Nestas ocupações H-1 e H-2. salas de medidores.3.3 Hospitais e assemelhados 5.escadas não enclausuradas e altura até 12.10. quando a escada for enclausurada protegida. restaurantes e outros.11. tendo acesso direto. tais com apartamentos. as larguras das saídas de emergência podem ser reduzidas em até 50%.1 A descarga. 5. c) ter portas corta-fogo com resistência de 60 minutos de fogo.5.4 A área em pilotis que servir como descarga deve: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza. Nesses casos a área mínima de refúgio de cada pavimento ficará restrita a 30% dos leitos existentes naquele pavimento. em rampas. sala de estar e salão de festas (ver figura 19).11 Descarga 5.8.3 Admite-se que a descarga seja feita por meio de saguão ou hall térreo não enclausurado.3.11.11. isolando-o de todo compartimento que com ele se comunique.1.1. as áreas de refúgio não devem ter áreas superiores a 2.10 m para as edificações em geral.1 Área de refúgio é a parte de um pavimento separada do restante por paredes corta-fogo e portas corta-fogo. a uma escada/rampa de emergência (ver figura 18). a comunicação entre as áreas de refúgio Figura 19 – Descarga através de hall térreo não enclausurado 5.1.10 Área de refúgio 5.6. b) ter pisos e paredes revestidos com materiais resistentes ao fogo. atendendo as condições estabelecidas na alínea d do item 5. sala de espera. sendo.10. 5. parte da saída de emergência de uma edificação.10.000 m². 5. c) corredor a céu aberto.11.7. b) área em pilotis.00 m. ou resistência a 90 minutos de fogo. não podendo ser utilizada como depósito de qualquer natureza.00 m. 5.11. pode ser constituída por: a) corredor ou átrio enclausurado. Nota: Não será exigida a alínea a nas edificações onde as escadas exigidas forem do tipo NE .1. como especificado em 5.1.11. H-2 e H-3 com altura superior a 12.1 Tipos 5.10. desde que tenha acesso direto às saídas de emergência (escadas ou rampas). portaria.2 A estrutura dos prédios dotados de áreas de refúgio deve ter resistência conforme Instrução Técnica – 06 (Segurança Estrutural na Edificação). 5. E-6.2 O corredor ou átrio enclausurado que for utilizado como descarga deve: a) ter paredes resistentes ao fogo por tempo equivalente ao das paredes das escadas que a ele conduzirem. bem como nas ocupações E-6. quando necessário. sendo admitido nesse saguão ou hall elevadores. que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública.9. recepção. desde que cada local compartimentado tenha acesso direto às saídas. dotada de divisores físicos que impeçam tal utilização. 5. Figura 18 – Desenho esquemático da área de refúgio 5.4 As caixas de corrida (poço) e casas de máquinas dos elevadores de emergência devem ser enclausuradas e totalmente isoladas das caixas de corrida e casa de máquinas dos demais elevadores.10.2.1.2 Obrigatoriedade É obrigatória a existência de áreas de refúgio nos seguintes casos: a) em edificações institucionais de ocupação E-5. quando a escada for à prova de fumaça.1 Conceituação e exigências 5. e 2. e/ou entre estas áreas e saídas deve ser em nível ou caso haja desnível.1 Em ocupações em H-2 e H-3. desde que entre o final da descarga e a fachada ou alinhamento predial (passeio) mantenha-se um espaço livre para acesso ao exterior. atendendo-se às dimensões exigidas em 5. com larguras correspondentes às suas respectivas áreas e não menores que as mínimas absolutas de 1.3 Em edificações dotadas de áreas de refúgio. conforme IT 06. 5.

1 Para os efeitos desta Instrução Técnica.1 A iluminação de emergência deve ser executada obedecendo à Instrução Técnica 15. interna e externamente.3.2. 5.13 Acesso sem obstáculos 5. Mesmo nos casos de edificações destinadas a uso unicamente durante o dia.14.12.2 Estas rotas devem permanecer livres de quaisquer obstáculos ou saliências nas paredes (móveis. 5. 5.1.2.11.00 m² de aberturas inteiramente acima do solo a cada 15.1.alinhamento predial) possua um espaço reservado e desimpedido.4.3 Sinalização de saída 5. 5. inclusive usuários de cadeiras de rodas.12.1.65 e 2. de acordo com a NBR 5413.3. c) estas aberturas sejam de fácil manuseio.11.14. 5. devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem.12.11. nas edificações classificadas com H-2 e H-3 por sua ocupação.10 (ver figura 21). 5.1 No dimensionamento da descarga. de forma a permitir operações de salvamento provenientes do exterior. nos prédios em geral.55 m).10 m. 5.14. desde que seja agregado à largura desta uma unidade de saída (0. b) estas aberturas tenham peitoril à não mais de 1.5 O elevador de emergência pode estar ligado ao hall de descarga.1 Construções subterrâneas ou subsolos 5. 5.1 As rotas de saída destinadas ao uso de doentes e deficientes físicos. em toda a sua extensão.20 m. e outros) e ter as larguras exigidas pela NBR 9050. considerando-se esta largura para cada segmento de descarga entre saídas de escadas (ver figura 20).2. considera-se construção subterrânea ou subsolo a edificação. ressalvados os casos descritos em 5.14.14. sendo facilmente identificáveis.7.1 A sinalização de saída deve ser executada obedecendo à Instrução Técnica 15.11.11.3. a soma das larguras das escadas que a ela concorrem. os pavimentos nas condições seguintes: a) o pavimento que for provido. subsolo edificações sem janelas . nos termos de 5. 5.14 Construções subterrâneas.2.11. no mínimo com largura de 2. ou parte dela.14.12. 5. 2.2 A largura das descargas não pode ser inferior: a) a 1. para efeito de saídas de emergência.2 Dimensionamento 5.12 Iluminação de emergência e sinalização de saída 5.20 m acima do piso interno e que não tenham medida alguma menor que 60 cm (luz). 5. tanto do lado interno como do externo. b) a largura calculada conforme 5.2 Não são considerados subsolos. não sendo necessário que a descarga tenha.2 e 5.2 Edificações sem janelas. no mínimo.Generalidades Conceituação Figura 20 – Dimensionamento de corredores de descarga e e 5.3 Outros ambientes com acesso 5.1 As edificações sem janelas são aquelas edificações. Figura 21 – Acesso de galeria comercial à descarga . em pelo menos dois lados de. 5.2. ressalvando o especificado em 5.1 Iluminação das rotas de saída As rotas de saída devem ter iluminação natural e/ou artificial em nível suficiente. na qual o piso se ache abaixo do pavimento da descarga. que não possuem meios de acesso direto ao exterior através de suas paredes periféricas ou aberturas para ventilação ou salvamento através das janelas ou grades fixas existentes.14.14.13.2.2.2 Iluminação de emergência 5. extintores de incêndio. e a 1.00 m lineares de parede periférica.20 m.1 Galerias comerciais (galerias de lojas) podem ter acesso à descarga desde que a ligação seja feita por meio de antecâmara enclausurada e ventilada.1.12. ou parte delas. 5. é indispensável à iluminação artificial noturna.13. devem possuir rampas e elevadores de segurança ou outros dispositivos onde houver diferença de nível entre pavimentos.

vierem a ser. no mínimo. desde que tenha acesso direto a saída de emergência (escadas ou rampas). devem. no mínimo.1 As construções subterrâneas.2. em lados opostos. A existência de compartimentação de área no pavimento será aceita com área de refugio.14. ter ao menos uma das saídas direta ao exterior. por qualquer motivo.3.5. considerando que.10 m de altura livre. exige-se escada simplesmente enclausurada com PCF P-90.14. em áreas sem acesso direto ao exterior e sem janelas para permitir ventilação e auxílio de bombeiros.3 Exigências especiais para construções subterrâneas. obedecendo às alíneas a.3 Uma edificação não-térrea não é considerada sem janelas quando: a) existem acessos conforme a alínea a de 5. modificadas quanto ao seu tipo de ocupação deverão atender as exigências desta Instrução Técnica. d) nos subsolos das edificações com exigência de escada tipo EP ou PF. subsolos e edificações sem janelas. Alturas superiores a 12 m exige-se pressurização da escada (ver IT 10). sem passagem pela descarga térrea. c) é obrigatório à adoção de áreas de refúgio em subsolo com área superior a 500 m². da área de cada pavimento. a) as edificações e/ou áreas de risco que. 5. pelo menos.1. b) quando. 15 m nestas paredes. qualquer incêndio ou fumaça tende a provocar pânico.2.14.2. além das demais exigências desta Instrução Técnica que lhes forem aplicáveis.14. com excesso de público ou população superior a 50 pessoas. 5. 5. o interessado propor medidas alternativas a ser avaliada pelo Corpo Técnico. Nesse caso a área de refúgio fica restrita a 30 % no mínimo.1. no caso de subsolo. b e c de 5.15 Exigências para edificações ou áreas de risco em que sejam feitas modificações quanto ao tipo de ocupação.14.14. em parte. permitir a saída conveniente de seus usuários e atender as exigências abaixo: a) para subsolos com áreas de construção superior a 500 m² ou população total superior a 100 pessoas.2 Uma edificação térrea ou porção dela não é considerada sem janelas quando: a) o pavimento tem portas ao nível do solo. 5. subsolos e as edificações sem janelas. espaçados. b) nos casos em que for comprovada tecnicamente a inviabilidade da adaptação. ou totalmente. 60 cm de largura livre por 1. b) todos os pavimentos acima do térreo tiverem aberturas de acesso ou janelas em dois lados do prédio.2. deverá. não destinada à garagem. exceto para subsolos destinados a estacionamento de veículos.2. obedecendo às alíneas b e c de 5.14. com. b) estas aberturas têm dimensões mínimas de 60 cm x 60 cm. com altura ascendente de até 12 m. com distância mínima de 10 m entre elas. painel de acesso ou janelas espaçadas a não mais de 50 metros nas paredes exteriores. .2. ter no mínimo duas saídas de emergência.

00 m 12.00 m < H ≤ 30.Classificação das edificações quanto às suas dimensões em planta Natureza do Enfoque Código Classe da edificação Parâmetros de área N Quanto à área do maior Pavimento (Sp) O P Q R S T U De pequeno pavimento De grande pavimento Com pequeno subsolo Com grande subsolo Edificações pequenas Edificações médias Edificações grandes Edificações muito grandes Sp < 750 m² Sp > 750 m² Ss < 500 m² Ss > 500 m² St < 750 m² 750 m < St < 1500 m² 1500 m² < St < 5000 m² At > 5000 m² Quanto à área dos pavimentos situados abaixo da soleira de Entrada (Ss) Quanto à área total St (soma das áreas de todos os Pavimentos da edificação) .00 m Tabela 2 .Classificação das edificações quanto à altura Tipo I II III IV Denominação Edificação Baixa Edificação de Média Altura Edificação Mediamente Alta Edificação Alta Altura H ≤ 12.ANEXOS .Tabelas Tabela 1 .00 m Acima de 54.00 m < H ≤ 54.00 m 30.

de acordo com a IT 07. de isenção no Regulamento de Segurança Contra b) propagação vertical do incêndio. preferencialmente. Y Edifícios onde nenhuma das duas condições abaixo está presente: Edificações concebidas para limitar: Z a) O rápido crescimento do incêndio.Classificação das edificações quanto às suas características construtivas CÓDIGO TIPO ESPECIFICAÇÃO Edifícios em que estão presentes as seguintes condições: a) Não possuem TRRF. propagação do incêndio podem ser de acordo com a IT 07. de acordo com a IT 07. mesmo que existam condições de Edificações onde um dos três eventos isenção na IT 06 é provável: b) Não possuam compartimentação vertical completa. c) colapso estrutural. b) propagação vertical do incêndio. X Edifícios onde apenas uma das duas condições está presente: a) Não possuem TRRF. Estado de Minas Gerais. mesmo que existam condições de isenção na IT 06 b) Não possuam compartimentação vertical completa. . Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do c) colapso estrutural. a) Não possuem TRRF. mesmo que existam condições de isenção na IT 06 Edificações em que o crescimento e a b) Não possuam compartimentação vertical completa. mesmo que existam condições fáceis e onde a estabilidade pode ser de isenção no Regulamento de Segurança Contra ameaçada pelo incêndio Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. ser sempre projetados e executados dentro do tipo “Z”. mesmo que existam condições de isenção no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. mesmo que existam condições a) Rápido crescimento do incêndio.Tabela 3 . Nota: Os prédios devem.

00 m² de área Uma pessoa por 30. M-5 e M-7 M-4 Notas: (A) Os parâmetros dados nesta Tabela são os mínimos aceitáveis para o cálculo da população. quando for o caso.5 m²) + (I) Uma pessoa por 40 vagas de veículo Uma pessoa por 20 m² de área (E) Uma pessoa por 7 m² de área (E) Duas pessoas por dormitório e uma pessoa por 4 m² de área de alojamento (E) Uma pessoa e meia por leito + uma pessoa por 7.00 m² de área Uma pessoa por 4.00 m² de área (E) (J) Uma pessoa por 7.00 m² de área (E) Uma pessoa por 1. máquinas.00 m² de área (C) (A) Capacidade da U de passagem Acesso e descargas Escadas e rampas Portas 60 45 100 100 60 100 30 22 30 100 75 100 100 60 30 60 100 60 45 22 45 60 100 100 30 100 100 100 100 100 60 60 75 60 45 100 100 100 100 (B) As capacidades das unidades de passagem (número de pessoas que passa em 1 minuto) em escadas e rampas estendem-se para lanços retos e saída descendente.00 m² de área Uma pessoa por 10. F-5.00 m² de área de ambulatório (H) + (I) Uma pessoa por 10. arquibancadas e outros. F9 e F-11 F-3.50 m² de área de sala de aula (F) Uma pessoa por 3.00 m² de área (E) (G) Uma pessoa por 3.00 m² de área(J) Uma pessoa por 3.Dados para o dimensionamento das saídas Ocupação População Grupo A B C D E E-5 e E-6 F-1 e F-10 F F-2. Em projetos específicos. para maior segurança.50 m² de área de sala de aula (F) Uma pessoa por 1. F-6 e F-7 F-4 G-1 e G-6 G G2.00 m² de área + (I) Uma pessoa por 10. Divisão A-1 e A-2 A-3 E-1 a E-4 Duas pessoas por dormitório (C) Duas pessoas por dormitório e uma pessoa por 4 m² de área de alojamento (D) Uma pessoa por 15.00 m² de área Uma pessoa por m² de área (E) (G) Duas pessoas por m² de área (E) (G) (1:0. Estas percentagens de redução são cumulativas. F-8. devem ser cotejados com os obtidos em função da localização de assentos. .Tabela 4 . G-3. e adotados os mais exigentes. Nos demais casos devem sofrer redução como abaixo especificado. G-4 e G-5 H-1 e H-6 H-2 H H-3 H-4 e H-5 I J L L-1 L-2 e L-3 M-1e M-6 M M-3.

L e M Tipo de edificação Grupo e divisão de ocupação Com chuveiros ou com detectores automáticos Saída única 25. G-4.: área do alojamento). quando discriminado o tipo de área (por ex. as distâncias definidas acima serão reduzidas a 30% (trinta por cento).00 m 65.00 m 50. (H) Em hospitais e clínicas com internamento (H-3).00 m 30.00 m 35. (D) Alojamento = dormitório coletivo. é necessária a apresentação de leiaute definido em planta baixa (de salão aberto.00 m 60.00 m 45. acresce-se à área calculada por leito. conforme o caso. (F) Auditórios e assemelhados. gabinetes e outras dependências que possam ser usadas como dormitórios (inclusive para empregadas) são considerados como tais. rampas e corredores. em escolas. em apartamentos maiores (três e mais dormitórios). .00 m 10. G-3.00 m 45.a) lanços ascendentes de escadas. Tabela 5 . escadas.5%): redução de 20%. (I) O símbolo “+” indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (não cobertos por esta Instrução Técnica). H.00 m Z A. I.Distâncias máximas a serem percorridas Sem chuveiros ou sem detectores automáticos Saída única X Y Qualquer Qualquer C. E. sem divisões em planta. (E) Por ”Área” entende-se a “Área do pavimento” que abriga a população em foco. escritório panorâmico e outros). (J) A parte de atendimento ao público de comércio atacadista deve ser considerada como do grupo C. considera-se uma pessoa para cada 6 m² de área de pavimento. Em apartamentos mínimos. b) lanços ascendentes de escada com degraus até 17. isto é. que tenham pacientes ambulatoriais.00 m 55.00 m Mais de uma saída 20. declividade até 10%: redução de 1% por grau percentual de inclinação (1% a 10%.00 m 35. (C) Em apartamentos de até dois dormitórios. F-6 e outros. a área de pavimento correspondente ao ambulatório. uma pessoa por 7 m² de área. F. as salas de costura. B. na base de uma pessoa por 7m². a sala deve ser considerada como dormitório. (G) As cozinhas e suas áreas de apoio.G-2 e J Notas: a) para que ocorra as distâncias previstas na tabela 5.00 m 50. e) rampas ascendentes de mais de 10% (máximo: 12.00 m Mais de uma saída 35. exceto as áreas de sanitários. D.5 cm de altura: redução de 15%. Do contrário.00 m 40. têm sua ocupação admitida como no grupo D. nas ocupações F-6 e F-8. com mais de 10 m². é a área útil interna da dependência em questão. d) rampas ascendentes. com degraus até 17 cm de altura: redução de 10%.00 m 20. bem como salões de festas e centros de convenções em hotéis são considerados nos grupos de ocupação F-2. c) lanços ascendentes de escadas com degraus até 18 cm de altura: redução de 20%. G-1. sala de eventos.

Div.Número de saídas e tipos de escada Dimensão Altura (em metros) Ocupação Gr.Tabela 6 . A-2* A-3 B-1 B-2 C-1 C-2 C-3 E-1 E-2 E-3 E-4 E-5 E-6 F-1 F-2 F-3 F-4 F-5 F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 F-11 G-1 G-2 G-3 G-4 G-5 G-6 H-1 H-2 H-3 H-4 H-5 H-6 I-1 I-2 I-3 L-1 L-2 L-3 M-1 M-2 M-3 M-4 M-5 N (área de pavimentos < ou igual a 750 m² ) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 O (área de pavimento > 750 m² ) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Nº 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 2 2 2 2 2 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 1 2 2 2 1 1 2 2 1 2 2 1 2 Tipo Esc NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE EP NE NE NE Nº 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 + + 1 1 1 1 1 1 2 2 + 2 2 1 2 Tipo Esc EP EP PF PF EP EP PF EP EP EP EP EP EP EP EP PF NE + PF PF PF EP EP EP NE EP PF EP NE NE EP PF PF + + PF EP EP PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 2 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 2 + + 1 2 2 2 1 2 3 3 + 3 2 1 2 Tipo Esc PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP EP PF PF PF PF + + PF EP PF PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 2 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 2 + + 1 2 2 2 1 2 3 3 + 3 2 1 2 Tipo Esc PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP EP PF PF PF PF + + PF EP PF PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 1 2 Tipo Esc NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE Nº 2* 2 2 2 2 2 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 + + 2 2 2 3 2 3 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc EP EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF EP NE EP PF PF EP EP EP PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF Nº 2* 2 2 2 2 3 3 2 3 3 3 3 3 3 2 2 2 + 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 + + 2 2 2 3 2 4 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF Nº 2* 2 2 2 2 3 3 2 3 3 3 3 3 3 2 2 2 + 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 + + 2 2 2 3 2 4 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF A B C D E F G H I J L M .

d) Grupo H-2 e H-3: 1) altura até 12.1.14 desta Instrução Técnica. f) a quantidade mínima de escadas previstas nesta tabela pode ser desconsiderada. em qualquer caso. 2) altura superior a 12.00 m = além das saídas de emergências por escadas (tabela 6). c) Outros símbolos e abreviaturas usados nesta tabela: Nºs = Números de saídas mínimos obrigatórios. Gr. e) havendo necessidade de 2 (duas) ou mais escadas de segurança. g) o número de escadas de emergência depende também do dimensionamento das saídas pelo cálculo da população e das distâncias a serem percorridas.conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. EP = Escada enclausurada protegida (escada protegida). = Subdivisão do grupo de ocupação .6. atendendo ao item 5.7. Tipo esc. = Grupo de ocupação (uso) . não havendo mais de quatro unidades autônomas por pavimento. * = Admite saída única nas habitações multifamiliares (A-2).não se aplica. + = Símbolo que indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (ocupação não coberta por esta IT).a). uma delas poderá ser do tipo Aberta Externa. e mais as dos indicados na seqüência abaixo: b) Abreviatura dos tipos de escada: NE = Escada não enclausurada (escada comum). As edificações que possuam área de refúgio em todos os pavimentos (exceto pavimento térreo) não há necessidade de rampa interligando os diferentes níveis em acessos às áreas de refúgio. deve possuir elevador de emergência (ver figura 10) e áreas de refúgio (ver figura 18). onde são dadas as significações dos códigos alfabéticos e alfanuméricos utilizados. Div. no mínimo uma deve ser por rampa. PF = Escada à prova de fumaça. devem ser consultadas as tabelas anteriores. . = Tipo de escada.conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.00 m = havendo exigência de mais de uma saída para emergência.NOTAS a) Para o uso desta tabela. As áreas de refúgio quando situada somente em alguns pavimentos de níveis diferentes deve ter seus acessos ligados por rampa (5. desde que a edificação possua até 36 metros de altura e a(s) escadas(s) propostas atendam aos parâmetros de distância máxima a percorrer (tabela 5) e quantidade mínima de unidades de passagem para a lotação prevista na tabela 4. .

09 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇOES E ÁREA DE RISCO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e conceitos 5 – Procedimentos ANEXOS A – Cargas de Incêndio Específicas por Ocupação B – Método para Levantamento da Carga de Incêndio Específica .IT .

2. conforme o item 2.mg.1 Definições Para efeito desta Instrução Técnica. a densidade de carga de incêndio característica poderá ser determinada por medição direta.190-000 Site: www.br 1 OBJETIVO Estabelecer valores característicos de carga de incêndio nas edificações e áreas de risco. conforme a ocupação e uso específico.bombeiros. nas situações em que há uma aceitável uniformidade na sua distribuição espacial. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . inclusive os revestimentos das paredes. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2.2 Densidade de carga de incêndio ou Carga de incêndio específica 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento. TRVB 126. Augusto de Lima. European Committee for Standardization.gov. Decreto Estadual nº 44. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio. deverá necessariamente ser feita a medição direta.2.2 Conceitos Para efeito desta Instrução. o laudo técnico correspondente deve ser submetido à aprovação do Corpo Técnico do CBMMG. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. conforme prescreve o contido no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS 4. divisórias.gov. levando em consideração .INSTRUÇÃO TÉCNICA – 09 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREA DE RISCO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.4 Em todos os casos de medição direta da densidade de carga de incêndio.Bairro Centro CEP 30. todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. 4.270. 1987.2.3 Nas edificações em que a densidade de carga de incêndio superar em quantidade os valores característicos dados nesta Instrução.br Email: dat3@cbmmg.1 As densidades de carga de incêndio constantes do anexo A desta instrução aplicam-se às edificações e áreas de riscos para classificação do risco e determinação do nível de exigência das medidas de segurança contra incêndio. a critério do responsável técnico pelo projeto de segurança contra incêndio.130.mg. 2. segundo o método descrito no Anexo B. Eurocode 1 – ENV 1991-2-2.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. 1995. pisos e tetos. 4. 2.1 Carga de incêndio É a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio. Liga Federal de Combate a Incêndio da Áustria. 355 .2 Quando a densidade de carga de incêndio não for uniformemente distribuída sobre a área de piso da edificação. 2 APLICAÇÃO 2. NBR – 14432 . aplicam-se os conceitos abaixo descritos: 4.

sendo que para edificações.2.200 MJ/m2 Alto Acima de 1.3 Considerar que 1 kg (um quilograma) de madeira seca equivale a 19. sendo de no máximo 500 m². 5. Risco Carga Incêndio MJ/m2 Baixo Até 300 MJ/m2 Médio Acima de 300 até 1. expresso em megajaule (MJ) por metro quadrado (m²) ou em quilogramas equivalente de madeira seca.1 Ocupações não listadas na tabela do Anexo A devem ter os valores da carga de incêndio específica determinados por similaridade.1 A carga de incêndio específica do piso analisado deve ser tomada como sendo o maior entre a média das cargas de incêndio dos dois módulos de maior valor ou 85% da carga de incêndio do módulo de maior valor.4 Para determinação do risco de incêndio a que se refere à tabela 3 e 4 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2 O levantamento da carga de incêndio específica constante do Anexo B deve ser realizado em módulos de área em que a distribuição da carga de incêndio seja considerada uniforme. explosivos (Grupo “L”) e ocupações especiais (Grupo “M”) aplica-se a metodologia constante do Anexo B. 5.É o valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado. 5. as edificações e áreas de risco quanto à Carga Incêndio se classificam em: CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À CARGA INCÊNDIO. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio. Pode-se admitir a similaridade entre as edificações comerciais (grupo “C”) e industriais (grupo “I”). módulos maiores de 500 m² podem ser utilizados quando o espaço analisado possuir materiais combustíveis com potenciais caloríficos semelhantes e uniformemente distribuídos.1.200 MJ/m2 .0 megajoules. 5.1 Para determinação da carga de incêndio específica das edificações aplica-se a tabela constante do Anexo A. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio. 5. 5 PROCEDIMENTOS 5. destinadas a depósitos (Grupo “J”). Excepcionalmente.

metal ou vidro. borracha. Ocupação/Uso Descrição Alojamentos estudantis Apartamentos Casas térreas ou sobrados Pensionatos Hotéis Motéis Apart-hotéis Açougue Antigüidades Aparelhos domésticos Armarinhos Armas Artigos de bijouteria. Artigos de cera Artigos de couro. Automóveis Bebidas destiladas Brinquedos Calçados Drogarias (incluindo depósitos) Ferragens Floricultura Galeria de quadros Livrarias Lojas de departamento ou centro de compras (Shoppings) Máquinas de costura ou de escritório Materiais fotográficos Móveis Papelarias Perfumarias Produtos têxteis Relojoarias Supermercados Tapetes Tintas e vernizes Verduras frescas Vinhos Vulcanização Divisão A-3 A-2 A-1 A-3 B-1 B-1 B-2 C –1 C –2 C –1 C -1 C -1 C –1 C -2 C –2 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –1 C –2 C –2/ C –3 C –1 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –2 Carga de incêndio (qfi) em MJ/m2 300 300 300 300 500 500 300 40 700 300 300 300 300 2100 800 200 700 500 500 1000 300 80 200 1000 800 300 300 400 700 400 600 600 400 800 1000 200 200 1000 Residencial Serviço de Hospedagem Comercial varejista. Loja .ANEXO A (normativo) Cargas de incêndio específicas por ocupação Para a classificação detalhada das ocupações (Divisão) consultar a Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. esportivos.

boates e similares. pessoais e técnicos Educacional e cultura física Locais de reunião de público Serviços automotivos e assemelhados Serviços de saúde e Institucionais Industrial Agências bancárias Agências de correios Centrais telefônicas Cabeleireiros Copiadora Encadernadoras Escritórios Estúdios de rádio ou de televisão ou de fotografia Laboratórios químicos Laboratórios (outros) Lavanderias Oficinas elétricas Oficinas hidráulicas ou mecânicas Pinturas Processamentos de dados Academias de ginástica e similares Pré-escolas e similares Creches e similares Escolas em geral Bibliotecas Cinemas. Hospitais em geral Presídios e similares Quartéis e similares Aparelhos eletroeletrônicos. cortiça. Acessórios para automóveis Acetileno Alimentação Artigos de borracha. espuma. Artigos de bijuteria D -2 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -4 D -4 D -3 D -3 D -3 D -3 D -1 E-3 E-5 E-5 E-1/E2/E4/E6 F-1 F-5 F -7 F-3 F-6 F-4 F -10 F-2 F-1 F-8 G-1/G-2 G-4 G-3 G -5 H -2 H -6 H-1/H-3 H-5 H-4 I-2 I–1 I-2 I-2 I–2 I–1 I–1 300 400 100 200 400 1000 700 300 500 300 300 600 200 500 400 300 300 300 300 2000 600 500 150 600 200 Adotar Anexo B 200 300 300 200 300 300 200 350 200 300 100 450 400 300 700 800 600 200 200 . couro. feltro. Estações e terminais de passageiros Exposições Igrejas e templos Museus Restaurantes Estacionamentos Oficinas de conserto de veículos e manutenção Postos de abastecimentos (tanque enterrado) Hangares Asilos Clínicas e consultórios médicos ou odontológicos. Artigos de argila.Serviços profissionais. cerâmica ou porcelanas. ópticos. fotográficos. teatros e similares Circos e assemelhados Centros esportivos e de exibição Clubes sociais.

Colas Colchões (exceto espuma) Condimentos.Industrial Artigos de cera Artigos de gesso Artigos de mármore Artigos de peles Artigos de plásticos em geral Artigos de tabaco Artigos de vidro Automotiva e autopeças (exceto pintura) Automotiva e autopeças (pintura) Aviões Balanças Baterias Bebidas destilada Bebidas não alcoólicas Bicicletas Brinquedos Café (inclusive torrefação) Caixotes barris ou pallets de madeira Calçados Carpintarias e marcenarias Cera de polimento Cerâmica Cereais Cervejarias Chapas de aglomerado ou compensado Chocolate Cimento Cobertores. tapetes. Confeitarias Congelados Couro sintético Defumados Discos de música Doces Espumas Farinhas Feltros Fermentos Fiações Fibras sintéticas Fios elétricos Flores artificiais Fornos de secagem com grade de madeira Forragem Fundições de metal Galpões de secagem com grade de madeira Geladeiras Gelatinas Gesso Gorduras comestíveis I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–3 I–3 I–2 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I-3 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 1000 80 40 500 1000 200 80 300 500 600 300 800 500 80 200 500 400 1000 600 800 2000 200 1700 80 300 400 40 600 800 500 40 400 800 1000 200 600 800 3000 2000 600 800 600 300 300 300 1000 2000 40 400 1000 800 80 1000 . conservas.

industrial Gráficas (empacotamento) Gráficas (produção) Guarda-chuvas Instrumentos musicais Janelas e portas de madeira Jóias Laboratórios farmacêuticos Laboratórios químicos Lápis Lâmpadas Laticínios Malharias Máquinas de lavar de costura ou de escritório Massas alimentícias Mastiques Materiais sintéticos ou plásticos Metalúrgica Montagens de automóveis Motocicletas Motores elétricos Móveis Óleos comestíveis Padarias Papéis (acabamento) Papéis (preparo de celulose) Papéis (procedimento) Papelões betuminados Papelões ondulados Pedras Perfumes Pneus Produtos adesivos Produtos de adubo químico Produtos alimentícios (expedição) Produtos com ácido acético Produtos com ácido carbônico Produtos com ácido inorgânico Produtos com albumina Produtos com alcatrão Produtos com amido Produtos com soda Produtos de limpeza Produtos graxos Produtos refratários Rações Relógios Resinas Roupas Sabões Sacos de papel I–3 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–1 I–1 I–1 I–3 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–3 I–1 I–3 I–2 I–1 I–2 2000 400 300 600 800 200 300 500 600 40 200 300 300 1000 1000 2000 200 300 300 300 600 1000 1000 500 80 800 2000 800 40 300 700 1000 200 1000 200 40 80 2000 800 2000 40 2000 1000 200 2000 300 3000 500 300 800 .

industrial Sacos de juta Sorvetes Sucos de fruta Tapetes Têxteis em geral Tintas e solventes Tintas látex Tintas não-inflámaveis Transformadores Tratamento de madeira Tratores Vagões Vassouras ou escovas Velas de cera Vidros ou espelhos Vinagres Demais atividades não enquadradas acima I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–3 I–1 I–1 500 80 200 600 700 4000 800 200 200 3000 300 200 700 1300 200 80 Demais usos levantamento da carga de incêndio conforme Anexo B .

ocasião em que Mi deverá ser reavaliado. B.3 A compensação do teor de umidade de uma determinada massa de material combustível poderá ser feita desde que demonstrado por meio de ensaio específico.área do piso do compartimento. Esse valor não poderá ser excedido durante a vida útil da edificação exceto quando houver alteração de ocupação. em megajoule por metro quadrado de área de piso.1 abaixo.potencial calorífico específico de cada componente i do material combustível. conforme Tabela B. explosivos e ocupações especiais podem ser determinadas pela seguinte expressão: q fi = ∑M A i Hi f Onde: qinc . resultados obtidos por meio de ensaios específicos em conecalorímetros podem ser utilizados. em metro quadrado. em megajoule por quilograma.Valores do potencial calorífico específico Tipo de material Acetona Acrílico Algodão Benzeno Borracha Celulose C-Hexano Couro D-glucose Epóxi Etano Etanol Eteno Etino Fibra sintética 6.valor da carga de incêndio específica.massa total de cada componente i do material combustível.Anexo B (normativo) Método para levantamento da carga de incêndio específica B. B.6 H (MJ/kg) 30 28 18 40 Espuma – 37 Tiras – 32 16 43 19 15 34 47 26 50 48 29 Tipo de material Grãos Graxa. Lubrificante. Hi .2 O levantamento da carga de incêndio deverá ser realizado conforme item 5 (Procedimento) desta Instrução.1 Os valores da carga de incêndio específica para as edificações destinadas a depósitos. B. em quilograma. Tabela B. Mi .1. Lã Lixo de cozinha Madeira Metano Metanol Monóxido de carbono N-Butano N-Octano N-Pentano Palha Papel Petróleo Poliacrilonitric o Policarbonato H (MJ/kg) 17 41 23 18 19 50 19 10 45 44 45 16 17 41 30 29 Tipo de material Poliéster Poliestireno Polietileno Polimetilmetacrilico Polioximetileno Poliuretano Polipropileno Polivinilclorido Propano PVC Resina melamínica Seda H (MJ/kg) 31 39 44 24 15 23 43 16 46 17 18 19 .4 Além dos potenciais caloríficos dados na Tabela B.1 . Af .

10 PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .IT .Resumo de exigências para os diversos tipos de edificações com sistemas de pressurização C – Condições para instalação de casa de máquinas de pressurização no pavimento cobertura D – Condição para não se revestir os dutos metálicos de sucção e/ou pressurização E – esquema geral do sistema de pressurização (com duto no interior da escada) F – (Informativo) Características das paredes G – Módulo de cálculo de vazão do sistema de pressurização de escada 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .Tabela 1 – Níveis de pressurização/ Tabela 2 – áreas típicas de escape para quatro tipos de PCF B .

1 Conceitos básicos do sistema de pressurização 5. Lei nº 14. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: BS-5588 Parte 4 (British Standards Institution) Pressurização de escadas de segurança. IT 15 .1 Princípio geral da pressurização a) considera-se um espaço pressurizado quando este receber um suprimento contínuo de ar que possibilite manter um diferencial de pressão entre este espaço e os adjacentes. Lei Complementar 54. NBR 10. NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos. preservando-se um fluxo de ar através de uma ou várias trajetórias de escape.gov. IT 08 – Saídas de emergência em edificações.130. 1. 5 PROCEDIMENTOS 5. Decreto Estadual nº 44.Sinalização de emergência. BR 9050 .br 1 OBJETIVO 1.Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Constituição Estadual de 1989. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações de acordo com o descrito na NBR 9077. Esse sistema também pode ser acionado em qualquer caso de necessidade de abandono da edificação.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 10 PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 . NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. de modo a permitir a fuga dos ocupantes de uma edificação no caso de incêndio. 355 . NBR 14.br Email: dat3@cbmmg.Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio.1.270.gov.898 .Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente – Procedimento.mg.bombeiros.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento da pressurização de escadas de segurança em edificações. que conduzem o ar para o exterior da edificação.mg.480 – Saídas de emergência em edifícios – Escada de Segurança – Controle de fumaça por pressurização. Constituição Federal de 1988.Sistemas de iluminação de emergência.2 Manter as escadas de emergência livres da fumaça. NBR 9441 . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. NBR 9077 – Saídas de emergências em edifícios. . Augusto de Lima. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.

5 Níveis de pressurização adotados 5.5.1. b) desenvolvimento do cálculo das perdas de carga ao longo da rede de captação e distribuição ar. d) fonte de energia garantida. Essa equação depende diretamente da área de restrição e do diferencial de pressão entre os ambientes contíguos. ou seja. com previsão para um nível maior de pressurização que entra em funcionamento em uma situação de emergência.1.b) para a finalidade prevista nesta IT. etc. grelhas. pelas frestas ao redor de uma PCF.2. na determinação da capacidade de vazão e pressão dos moto-ventiladores.é a área de restrição (m2) P . 5. c) a velocidade do fluxo de ar em todo o trecho de captação deve ser de 4 a 8m/s e. b) ar externo suprido mecanicamente.1.2. 5. devidamente justificada.4 Unidades adotadas Toda e qualquer proposta de sistema de pressurização deve seguir os critérios de apresentação e desenvolvimento de acordo com o estabelecido abaixo: Vazão ( Q ) = m3/s Velocidade ( V ) = m/s Área ( A ) = m2 Pressão ( P ) = Pa ( Pascal ).2 Trajetórias de escape em série e paralelo a) na trajetória de escape do ar para fora de um espaço pressurizado.1.).3 Elementos pressurização básicos de um sistema de São elementos básicos de um sistema de pressurização: a) sistema de acionamento e alarme. atendendo as seguintes condições: a) desenvolvimento do cálculo do suprimento de ar necessário considerando as duas situações previstas no item 5. a partir da velocidade e vazão.2 Os edifícios utilizados por crianças. considerando todas as singularidades. idosos e ou pessoas incapacitadas precisam de considerações especiais. o diferencial de pressão deve ser mantido em nível adequado para impedir a entrada de fumaça no interior da escada. ou mmH2O ( milímetro de coluna d’água ) Potência = CV (Cavalo Vapor) ou HP (Horse Power) Temperatura em Graus Celsius = ºC Altura da Edificação ( h ) = m 5. c) o método estabelecido nesta IT também se aplica às escadas de segurança com pavimentos abaixo dos de descarga. de 10 a 15m/s. apesar da força criada pelo diferencial de pressão. considerando-se todas as PCF (portas corta-fogo) de acesso à escada fechadas.6. como por exemplo.1. tais como frestas em torno de janelas. podem existir elementos de restrição posicionados em paralelo. que devem constar de memorial de cálculo. para funcionamento contínuo. 50 Pa.é o diferencial de pressão (Pa) N . e. 5.1 Sistema de um estágio: para operar somente em situação de emergência. e escape de ar considerando as portas abertas na quantidade estipulada no Anexo B desta IT (equação 3). . ou em série.1.1.2 Pressurização de um ou dois estágios O sistema de pressurização pode ser projetado de duas formas: 5. N = 1.1. tal como ilustrado na Figura 1. Equação 1: Q = 0. para o dimensionamento do damper de alívio. c) trajetória de escape do ar. podendo ser aceito diferente desses parâmetros quando se tratar de edificação existente. desde que não haja possibilidade técnica de adequação. rugosidades das superfícies internas dos dutos.204 kg/m3) 5. O diferencial de pressão é o mínimo estabelecido nesta IT.1 O nível de pressurização utilizado para fins de processo não deve ser menor que o apresentado na Tabela 1 do Anexo A desta IT e não deve ultrapassar o limite de 60 Pa.6 Suprimento de ar necessário 5.6 abaixo: escape de ar com todas as portas do espaço pressurizado fechadas (equação 2). Devem constar também a velocidade do fluxo de ar em todos os trechos e acessórios.6 Vazão de ar (condição padrão de ar com densidade de 1. uma combinação desses.1. N = 2 No caso de frestas em vãos estreitos.827 x A x (P)(1/N) onde: Q . 5. quando o ar passa.3 É facultativa a utilização do sistema de pressurização de um ou dois estágios. ou 5. devem ser avaliadas as perdas de carga localizadas em todos os componentes de captação e distribuição do sistema (dutos.3 Para obtenção dos níveis de pressurização no interior dos espaços pressurizados.1.1. saídas dos moto-ventiladores.1.2 Sistema de dois estágios: incorporar um nível baixo de pressurização.5. ou ainda. 5. 5. como apresentado na Figura 2. venezianas. 5.2.5. que devem estar dentro dos limites estipulados nesta IT. no trecho de distribuição.1.é um índice que varia de 1 a 2 No caso de frestas em torno de uma PCF. a fim de assegurar que as PCF possam ser abertas. deve-se adotar a equação 1.é o fluxo de ar (m3/s) A . Tabelas e ábacos de fabricantes de acessórios podem ser considerados para determinação das perdas de carga de singularidades. dampers.1 Cálculo do suprimento de ar a) para se determinar o primeiro valor de suprimento de ar necessário para se obter um certo diferencial de pressão entre o ambiente a ser pressurizado e os ambientes contíguos. A área de restrição é determinada pelo escape de ar para fora do espaço a ser pressurizado. joelhos.6.1.

5 Portas corta-fogo abertas e outras aberturas a) para ser eficaz. Nota: A vazão total de escape pelas frestas pode ser calculada pelas equações abaixo: Equação 2: QFT = QF + 15% (vazamentos em dutos metálicos) + 25% (vazamentos não identificados). devendo possibilitar a manutenção de uma velocidade de ar mínima de 1. ou QFT = QF + 25% (vazamentos em dutos de alvenaria ou mistos) + 25% (vazamentos não identificados). f) uma PCF considerada aberta adicional (com relação ao estabelecido no Anexo B desta IT) deve ser considerada no cálculo do suprimento de ar do sistema de pressurização. De maneira geral.6. 5.6. devendo ser adotado os valores constantes na tabela 2 do anexo A desta IT. onde: QFT = vazão total das frestas com todas as portas fechadas (m³/s). c) por meio das frestas no entorno de portas de elevadores e janelas existentes no espaço pressurizado. somada às perdas pelas frestas das demais PCF consideradas na condição fechadas. uma perda de pressão no interior da escada. A pressurização projetada não pode ser mantida.8. 5. considerando-se o número de ocupantes e as dificuldades encontradas para o abandono. A vazão de ar determinada pela Equação 1 deve ser avaliada para que seja obtida uma condição satisfatória para minimizar a infiltração de fumaça no interior da escada nesta situação. devendo obedecer aos critérios estipulados no Anexo B desta IT. considerar acréscimo no suprimento total de ar necessário. b) por meio do vão de luz das PCF consideradas na condição abertas. levando-se em consideração a condição padrão do ar. temos: 1 ( ATotal) 2 = 1 1 1 1 + + + 2 2 2 ( A1 ) ( A2 ) ( A3 ) ( A4 ) 2 d) o escape total e efetivo de uma combinação de trajetórias de escape do ar em série e em paralelo. produz.6. em edificações onde existem locais de ATotal = A1 + A2 + A3 + A4 Figura 2 . e) o número de PCF abertas a ser utilizado nos cálculos depende do tipo de edificação.1.A espaço pressurizado A 4 1 A 2 A 3 Figura 1 .Trajetórias de escape do ar em série c) no caso das portas em série. quando do abandono da edificação.0 m/s saindo através das PCF consideradas abertas. considerando-se todas as portas fechadas (m³/s). deve ser considerada uma velocidade média do ar. b) os critérios para verificação da velocidade do ar a que se referem os itens seguintes são os estipulados no item 5. c) quando de uma abertura permanente (uma janela dentro da caixa de escada.1. levando-se em consideração a condição padrão do ar. b) de 25% para atender a hipótese de vazamentos nãoidentificados. com os outros equivalentes (PCF em paralelo). de 4 m/s. a área total de escape é determinada pela simples soma de todas as áreas de escape envolvidas.4 Vazamentos em dutos e vazamentos nãoidentificados . e é inevitável que estas sejam abertas ocasionalmente. QF = vazamento através das frestas. através desta abertura. com as portas do ambiente conforme Figura 1 acima.3 Área de escape a partir de uma escada pressurizada. a escada de emergência deve ter seus acessos protegidos por PCF. por exemplo). desta IT. se houver grande abertura entre a área pressurizada e os espaços adjacentes. considerando todas as portas da caixa de escada fechadas: a) de 15% para vazamentos em dutos metálicos ou 25% para dutos construídos em alvenaria ou mistos. momentaneamente.6. e das frestas das demais PCF fechadas da escada. sendo que esses valores percentuais devem ser considerados independentemente do comprimento dos dutos. pode ser obtido combinando-se sucessivamente grupos simples de escape isolados (PCF da escada e da antecâmara pressurizada do mesmo pavimento). na quantidade estipulada do Anexo B desta IT.Trajetórias de escape do ar em paralelo b) no caso de trajetórias de escape do ar em paralelo. como demonstrado na Figura 2 acima. conforme critério estabelecido no Anexo B.1. como a PCF da escada e a PCF da antecâmara não ventilada a ela associada. 5. d) a abertura intermitente das PCF.1. então: No desenvolvimento do cálculo. o escape de ar a partir de uma escada ocorre: a) por meio das frestas em torno das PCF (quando essas estiverem fechadas).

. para tanto: 1) avaliar as condições para se manter as antecâmaras pressurizadas até o limite de 60 Pa. salas de exposição e assemelhados). e) a casa de máquinas deve ser independente e isolada em relação aos demais elevadores.1. c) quando contígua com a escada pressurizada. refeitórios.1. em todos os níveis de pavimento. deve ser de 04 (quatro) para edificações com até 60 (sessenta) metros de altura. como estabelecido na Figura 1 do item 5. com aberturas permanentes para o exterior da edificação.reunião de público com capacidade para 50 ou mais pessoas (tais como auditórios.6 Elevador de emergência A antecâmara de segurança do elevador de emergência deve ser pressurizada. deve ser pressurizada pelo mesmo sistema da escada. 3) PCF duplas e PCF simples. complementar com PCF simples. Características diferentes devem ser avaliadas pelo Corpo Técnico do CBMMG. deve ser exigida. sendo que acima desse valor é exigido o cálculo de 5 PCF abertas. g) devem ser considerados os vãos e frestas reais de todas as PCF da caixa da escada pressurizada. Essa antecâmara deve possuir as seguintes características: 1) ser interposta entre a escada pressurizada e as áreas comuns ou privativas da edificação. considerando-se a partir do piso de descarga. 5. 5.1.2.devem ser consideradas todas as PCF duplas e. considerando-se as resistências das frestas no entorno das portas dos elevadores e PCF de acesso em cada pavimento. QFT = vazão total das frestas com todas as portas fechadas (m³/s). conforme especificado abaixo.7 Antecâmara de segurança a) para as edificações estabelecidas no Anexo B desta IT. quando não pressurizada por duto exclusivo. em contato com esse ambiente pressurizado deve ser de 4 PCF simples. neste caso. quando a quantidade de PCF duplas instaladas for igual ou superior à quantidade de PCF abertas .6. quando todos os acessos à escada pressurizada ocorrer apenas através de PCF simples.6.: O número máximo de PCF por pavimento.. o número de PCF duplas ou simples calculadas (respeitando-se suas áreas). proveniente das frestas das portas do poço instaladas em cada pavimento. através de vasos comunicantes.6. a antecâmara.6.critério esse estipulado no Anexo B desta IT para efeito de dimensionamento de vazão por meio de PCF abertas . cada PCF dupla deve ser computada como uma PCF aberta e não como duas.7 e da Tabela do Anexo B desta IT. d) ser protegida por PCF-P90. Obs. f) alternativamente. pode ser adotada a pressurização das antecâmaras do elevador de emergência a partir do poço do elevador que. 2) precaver-se de que haja um fluxo de ar contínuo entre esse espaço pressurizado com os ambientes contíguos e.critério esse estipulado no Anexo B desta IT para efeito de dimensionamento de vazão por meio de PCF abertas. a fim de impedir que a pressão no interior dessas antecâmaras dificulte a abertura das PCF de acesso. nos sentidos ascendente e descendente (pavimentos superiores e inferiores ao nível da descarga) dentro do critério de altura da Tabela do Anexo B. na quantidade estipulada no Anexo B desta IT: 1) PCF simples. nesse caso. impedindo que a pressão interna se eleve acima dos 60 Pa. quando a quantidade de PCF duplas for inferior à quantidade de PCF consideradas abertas . com paredes de resistência mínima a 2 horas de fogo e acessos protegidos por PCFP90. de forma a manter um gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança – neste caso considerar o escape de ar através dessas janelas no cálculo do suprimento total de ar necessário para o sistema de pressurização da escada (adotar as frestas e vão reais efetivos). a partir do pavimento. ou seja. além da pressurização da escada de segurança. Nesses casos. 2) PCF duplas. controlados por venezianas reguláveis e independentes em cada nível de pavimento. Obs. Esse critério deve ser desconsiderado quando o local de reunião de público estiver no piso de descarga (térreo ou nível com saída direta para o exterior) ou em mezaninos do piso térreo com acessos através de escadas exclusivas. na quantidade devida. e apresentar as seguintes características: a) no topo da caixa de alvenaria do elevador deve ser prevista abertura permanente ou damper de alívio. no acesso à antecâmara de segurança. h) em edificações existentes é comum o uso da pressurização de um amplo hall e o uso da PCF no acesso às unidades residenciais ou unidades de escritório etc. funcionará como duto de pressurização.: Em todos os casos levar em consideração a condição padrão do ar. embora devem ser somados o vão de luz real de cada PCF dupla e simples consideradas. desses.1. Nota: A vazão total requerida para o sistema de pressurização de escadas deve ser calculada pela equação abaixo: Equação 3: ● Se QFT > QPA então QT = QFT ● Se QFT < QPA então QT = QPA onde: QT = vazão total requerida do sistema de pressurização. conforme os critérios do item 5. de modo a permitir o escape de ar insuflado para as antecâmaras do elevador. b) as frestas das portas do elevador e das PCF de acesso às antecâmaras devem ser suficientes para promover o escape de ar. a existência de uma antecâmara de segurança. QPA = vazamento de ar através das portas consideradas abertas (m³/s).

caso haja impossibilidade técnica de adaptação. devido ao excesso de ar que pode ser necessário. Tais dispositivos não podem alterar as características de resistência ao fogo das PCF. garantindo o seu funcionamento com relação às condições descritas nesta IT.: Quando exigido (ver Anexo B). b) escadas conjugadas em um mesmo volume ou com aberturas entre si. na face externa à escada. b) a edificação deve ser planejada de forma a atender aos requisitos do sistema de pressurização.1.6. b) as edificações existentes estão isentas do cumprimento do estabelecido neste item. e serem instaladas de forma a atender às premissas básicas do processo de pressurização de escadas. contidos nesta IT. segundo critérios da IT 15 – Sinalização de Emergência. f) atenção especial deve ser dada às edificações que possuam acesso de pessoas portadoras de deficiência física. como por exemplo.2. tanto no acesso à antecâmara de segurança quanto no acesso à escada pressurizada. grupo moto-ventilador."O fator do efeito do sistema" (System Effect Factor) e suas tabelas. d) pisos escorregadios nas proximidades das PCF de acesso aos espaços pressurizados devem ser evitados. possa gerar dúvida quanto à sua real interferência no sistema de pressurização.9 Efeito do sistema Com a finalidade de eliminar o risco de redução de desempenho do ventilador. no ambiente onde se localizar os acionadores manuais alternativos dos moto-ventiladores.1. invariavelmente a escada pressurizada deve ser provida de dispositivos que impeçam que a pressão no seu interior eleve-se acima de 60 Pa. garantindo-se dessa forma o gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança. j) deve ser previsto sistema de detecção de fumaça e iluminação de emergência nos seguintes locais: casa de máquinas de pressurização. em qualquer outro local que possua contato direto com a escada pressurizada.1 Aspectos gerais a) sistema de pressurização de escada de segurança para edificação com altura superior a 90 metros deve ser objeto de análise do Corpo Técnico do CBMMG. c) todos os componentes do sistema de pressurização (dutos. Caso contrário. 3) deve haver um diferencial de pressão entre a antecâmara de segurança e o interior da escada pressurizada. é recomendado que o "efeito do sistema" seja levado em consideração. em termos de vazão. junto a esta PCF. h) deve ser prevista sinalização orientativa nas PCF.8 Estimativa da velocidade de saída do ar através da PCF aberta a) na prática.publicação 20190 . devem dar as garantias do projetado na pressurização. sala do grupo moto-gerador automatizado. não devem ser aceitas. 5. g) quando a pressurização da escada dificulta o fechamento das PCF (como exemplo.2. sistema de controle de fumaça. e) portas corta-fogo devem estar de acordo com a NBR 11742 da ABNT. localizadas em níveis inferiores ao piso de descarga. 5) a pressurização da escada e da antecâmara de segurança pode ser realizada utilizando-se de somente um conjunto moto-ventilador. PCF posicionada no pavimento de descarga). e) para atender a todas as hipóteses de escapes de ar e de vazamentos não-identificados. b) a área de abertura total deve ser calculada somando-se as áreas das PCF consideradas abertas (ver Anexo B desta IT) e as frestas das demais PCF previstas na escada.6. 5. com os seguintes dizeres: “ESCADA PRESSURIZADA”. atendendo-se aos procedimentos contidos nas Normas ASNI / ASHRAE 51 ou a AMCA-210 e o Manual da AMCA "Fans and Systems" . haja vista reduzir o nível de confiabilidade necessária para edificações com elevada . funcionando como vasos comunicantes entre si. bem como o acesso ao Corpo de Bombeiros.Saídas de Emergência em Edificações. d) sobre o valor de vazão de ar obtido conforme alínea a ou alinea c devem ser aplicados os fatores de vazamentos em dutos e de vazamentos não-identificados. 5. i) visando a selagem. devem possuir as mesmas características mencionadas acima.1. devem ser instalados sistemas independentes de pressurização para cada escada. a pressurização perde sua função e deve ser reavaliada. como forma de não prejudicar o estabelecido no item 5. a fim de garantir o abandono dos ocupantes da edificação. k) caso exista algum compartimento ou equipamento que. direta ou indiretamente. 4) a antecâmara de segurança deve possuir dimensões mínimas de acordo com a IT 08 . nas casas de máquinas). grupo moto-gerador automatizado) devem ser protegidos contra o fogo por no mínimo 2 (duas) horas (exceção feita às portas corta-fogo que devem ser do tipo P-90. 5. construídos em alvenaria. deve ser considerado o controle da porosidade das paredes que envolvem as escadas.6 desta IT.2) ser protegida por PCF-P60. ou dispositivos complementares.2 Edifícios com múltiplas escadas a) em edifícios com múltiplas escadas pressurizadas. c) quando a velocidade obtida no cálculo especificado na alínea a for inferior ao parâmetro mínimo estabelecido. bem como dos dutos de sucção e pressurização. Obs.2 A edificação 5. a vazão de ar deve ser aumentada até que seja alcançado o valor requerido. as antecâmaras de segurança das escadas pressurizadas e dos elevadores de emergência. o processo deve ser submetido à análise do Corpo Técnico do CBMMG. a velocidade de saída do ar deve ser obtida dividindo-se a vazão de ar de suprimento (Equação 1) pela área de abertura total.6. dispositivos de fechamento devem ser dimensionados de forma a vencer esta força. Tais dispositivos devem ser capazes de mantê-las fechadas contra a pressão do sistema de pressurização.

de nafta ou similares e depósitos ou tanques de combustível. Esta solução pode ser substituída por outra. ou outro pavimento que possa causar risco de captação da fumaça de um incêndio. b) na situação de emergência (entrada em funcionamento do sistema de pressurização). devem ser analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG. não podem servir funcionalmente a outros tipo de instalações. i) o grupo moto-ventilador. entre a entrada e saída do tubo-luva de proteção e os dutos de sucção e/ou pressurização. d) os ancoramentos dos dutos e outros acessórios. gases naturais.4 alínea f. de preferência. Portanto. 5. alíneas f. sendo que tais casos devem ser analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG. f) os dutos de sucção e/ou pressurização. devidamente identificada na cor vermelha e suportado de forma independente. c) os dutos de sucção e/ou pressurização. b) os dutos de sucção e/ou pressurização. o acesso à casa de máquinas do grupo moto-ventilador ser protegido por uma porta estanque. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta IT. além da proteção que garanta resistência ao fogo por 2 (duas) horas nos dutos de sucção e/ou pressurização. O sinal. de nafta ou similares. medido no plano horizontal. Casos específicos em que se comprove a não interferência da escada pressurizada sobre as demais. 5. que garantam o bloqueio da passagem de fumaça em caso de incêndio. no mínimo. para que não seja exigido o revestimento contra incêndio. medida no plano horizontal.0 metros desses riscos. que garanta a diminuição de risco de captação da fumaça de um incêndio pelo . O acesso à "antecâmara de segurança" deve ser protegido por uma PCF/P-90.5 vezes maior que a tubulação a ser envolvida.0 metros entre as tubulações que conduzem gás GLP. As PCF de acesso a esse compartimento devem ser do tipo PCF/P-90. baterias de GLP ou sistemas alimentados por gás natural. bem como.4 Estruturas de proteção e garantias de funcionamento do sistema de pressurização a) a edificação deve proporcionar a proteção adequada contra incêndio para todos os componentes que garantam o funcionamento do sistema de pressurização. de ferro galvanizado ou aço carbono. O afastamento. que deve dar início a todas estas alterações na operação desses sistemas. inviabilizando a redundância das saídas de emergência e comprometendo o funcionamento do sistema de pressurização da escada. de acordo com NBR 9441 da ABNT. d) o sistema de alarme e detecção de incêndio também deve ser o responsável pelo comando das alterações necessárias no sistema de ventilação e ar condicionado. com relação ao estabelecido na IT 08 . sendo que quaisquer outras instalações devem estar posicionadas logo abaixo.2. g) para os riscos citados no item 5. c) sistemas de exaustão podem ser mantidos ligados desde que promovam um fluxo favorável ao sentido do escape de ar do sistema de pressurização de escada. não devem passar por ambientes que possam prejudicar (com danos mecânicos.2. devem estar afastados de sistemas de vasos sob pressão. Essa "antecâmara de segurança" pode possuir dimensões reduzidas. no seu caminhamento. de 2. necessários ao sistema de pressurização. estar posicionados o mais próximo possível ao teto (laje) dos ambientes. e) cabos elétricos e dutos de sucção e/ou pressurização devem estar devidamente protegidos contra a ação do fogo em caso de incêndio. devem ser alojados em compartimentos resistentes ao fogo por. devem ser previstos dispositivos de fechamento automático. seus acessórios.2. em que não consiga os afastamentos estabelecidos no Anexo D (todos desta IT). todo o sistema de circulação de ar existente na edificação deve ser projetado para imediata interrupção do seu funcionamento. ou não atenderem os critérios de compartimentação horizontal e/ou vertical. escadas simples ou enclausuradas atendendo aos mesmos espaços. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta IT. e) detector de fumaça dentro dos dutos de retorno do ar condicionado deve ser utilizado como sistema auxiliar de acionamento do sistema de pressurização. duas horas. h) caso o afastamento de 2.0 m. Também deve ser previsto sistema de detecção no acesso a esse conjunto compartimento casa de máquinas. garantindo o acionamento e o funcionamento do sistema de pressurização para no mínimo 2 (duas) horas. j) caso o compartimento casa de máquinas do grupo moto-ventilador esteja posicionado em pavimento subsolo. Caso isso não seja atendido.4. essas tubulações de gás devem ser envolvidas por tubo-luva de proteção.Saídas de Emergência em edificações. em seu caminhamento interno ou externamente à edificação.concentração de pessoas ou elevado nível de altura. seus ancoramentos ou seus revestimentos contra incêndio. devendo o mesmo ser adequadamente instalado e ter sua eficiência comprovada por meio de ensaio.2. devem. deve ser prevista distância mínima.3 Relação entre a Pressurização e o Sistema de Ar Condicionado a) a circulação de ar promovida pelo sistema de condicionamento de ar ou de exaustão mecânica deve ser projetada de modo a manter a trajetória do fluxo de ar no sentido contrário ao estabelecido para o abandono da população da edificação. a fim de diminuir o risco das rotas de fuga serem atingidas pela fumaça oriunda do incêndio. desde que se atendam os requisitos do item 5. e os dutos de sucção e/ou pressurização não seja cumprido. deve ser de no mínimo 1. com diâmetro nominal mínimo 1. componentes elétricos e de controle. deve ser previsto uma "antecâmara de segurança" entre esse compartimento e o pavimento. de forma a evitar a captação de fumaça que porventura passe pelas frestas desta PCF. deve vir da mesma fonte que aciona a pressurização na situação de emergência. químicos ou do próprio incêndio) a eficiência do sistema de pressurização. esses dispositivos devem ser utilizados quando existir o risco desses dutos e/ou sistemas contribuírem para o alastramento do incêndio. g e h desta IT. c) em um mesmo edifício não devem existir escadas de segurança pressurizadas.

a saber: 1) construção de uma parede alta. deve ser garantida que a tomada de ar frio seja realizada próximo ao pavimento térreo.0 m mais alta que o nível da tomada de ar. alínea b desta IT. posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação. Preferencialmente. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida. e afastada da tomada de ar 5. integridade e estanqueidade. no mínimo.3. alínea i desta IT. . Medidas para minimizar a influência da ação dos ventos sobre o sistema de pressurização. para o perfeito funcionamento do grupo moto-gerador automatizado e seus acessórios. 5. podem ser utilizados 02 (dois) grupos moto-ventiladores. para atuarem especificamente no estágio de emergência e em conjunto. quanto ao isolamento térmico e/ou de resistência ao fogo. por intempéries ou mesmo quando da manutenção geral da edificação. c) em edificações existentes e quando não houver condições técnicas de se cumprir o estabelecido no item 5. conforme NBR 6401. l) o grupo moto-gerador automatizado e seus acessórios. pode ser permitida sua instalação no pavimento cobertura.3 A Instalação e equipamentos 5.4. para atuarem especificamente na situação de emergência. p) nas edificações existentes não é obrigatório o uso do grupo moto-gerador automatizado.compartimento casa de máquinas do grupo motoventilador. se passarem por áreas de risco. para proporcionar a pressurização requerida. alínea b desta IT. Obs: Ver Anexo C desta IT. o) o grupo moto-ventilador deve estar posicionado em compartimento diferente do que abriga o grupo motogerador automatizado. Cuidados especiais. tendo em vista a vibração originária do funcionamento do grupo moto-gerador. requisitos mínimos devem ser providenciados de modo a diminuir o risco de captação da fumaça que sobe pelas fachadas do edifício.3.3. quanto à instalação do conjunto motoventilador. possuir proteção que garanta resistência ao fogo por no mínimo 2 (duas) horas. é permitido o uso de somente um ventilador com um motor. b) a tomada de ar e instalação do grupo moto-ventilador e seus acessórios. com as mesmas características. e) caso seja aceita a tomada de ar ao nível da cobertura da edificação. nos compartimentos casa de máquinas do grupo motoventilador e do grupo moto-gerador automatizado. 5. medida no plano horizontal.2. que pode ser substituído pela ligação independente do grupo motoventilador. da entrada do sistema (tomada de ar) até a saída (por meio das PCF e/ou periferia do edifício) também devem ser adotadas. m) o circuito formado pela tomada de ar frio e saída do ar aquecido (do compartimento casa de máquinas do grupo moto-gerador). em edificações existentes. o mesmo nível de proteção estabelecido no item 5.3.2. através de dutos. sendo do tipo metálico lavável. de acordo com os critérios estabelecidos no Anexo B desta IT. mesmo quando estiver posicionado em nível subterrâneo. 4) o compartimento que abriga o conjunto motoventilador deve permitir facilidades de acesso para manutenção. bem como o escape dos gases da combustão. e possuir filtro de partículas classe G-1. a tomada de ar deve ser realizada através de duto de captação de um local sem risco de fumaça de incêndio até o compartimento que abriga o conjunto moto-ventilador. devem atender as seguintes características: 1) localizarem-se no pavimento térreo ou próximo deste. devem ser adequadamente projetados como forma de garantir a alimentação elétrica dos sistemas de segurança e sistema de pressurização das edificações. d) a tomada de ar em nível da cobertura. b) em todos os edifícios devem ser previstos sistemas moto-ventiladores em duplicata. c) nos edifícios residenciais e escritórios com até 60 metros de altura e nos edifícios escolares com até 30 (trinta) metros de altura. quando exigidos.0 m. k) quando o sistema de interligação do grupo motoventilador for realizado por correias. 2) caso necessário.1 Ventilador a) o conjunto moto-ventilador deve atender a todos os requisitos desta IT. no mínimo.2 Tomada de ar a) é essencial que o suprimento de ar usado para pressurização nunca esteja em risco de contaminação pela fumaça proveniente de um incêndio no edifício. Os dutos de tomada de ar frio devem. 3) não é permitido conjugar a captação de ar do sistema de pressurização com a saída da extração de fumaça dos subsolos. deve ser providenciada proteção contra eventuais acidentes pessoais.2. Caso não exista condição técnica para o cumprimento dessa exigência. tal parede deve ser 1. por meio de grade ou outro dispositivo que possua mesma finalidade e eficiência. sendo que cada grupo deve. o grupo moto-gerador e seus acessórios devem estar posicionados no pavimento térreo ou próximo deste. pode ser permitida quando não houver condições técnicas de se cumprir o estabelecido no item 5. devendo ser analisada pelo Corpo Técnico do CBMMG. devem ser tomados para os dutos de saída do ar aquecido e dutos de escape de gases da combustão. De forma substitutiva. devidamente comprovada a inviabilidade. de acordo com os critérios do Anexo B desta IT. para o sistema de pressurização. sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio. n) cuidados especiais devem ser tomados para evitar a entrada de água ou produtos agressivos. Tais compartimentos devem ser projetados com vistas a garantir a manutenção de sua estabilidade. devem ter em seu compartimento.

Dutos para pressurização. devendo obrigatoriamente haver uma grelha no piso de descarga (pavimento térreo) e uma no último pavimento. devem demonstrar resistência ao fogo por um período mínimo de 2 (duas) horas. Obs.4 Grelhas de insuflamento de ar a) para a pressurização de uma escada. mesmo . g) registros corta-fogo não devem ser usados na rede de dutos de tomada ou distribuição do ar de pressurização. que evitaria o cumprimento normal de suas funções. c) cuidados especiais devem ser tomados na ancoragem dos dutos do sistema de pressurização. acima da temperatura ambiente.3.: Ver Anexo C desta IT. e preferencialmente o seu ponto de descarga deve ficar posicionado o mais próximo possível. medido no plano horizontal. através de duto. quando for necessário o uso de revestimento resistente ao fogo para sua proteção.: Os critérios acima devem ser definidos em testes normalizados de resistência ao fogo de dutos de ventilação. e que a sua superfície interna. 3) isolamento térmico. Neste caso o processo deve ser analisado pelo Corpo Técnico do CBMMG. b) os dutos devem. de um andar a outro. utilizando a norma brasileira.P. f) caso necessário. Exceção se faz quando do caminhamento do duto externo à edificação com os afastamentos citados no Anexo D desta IT. e) recomenda-se que o nível de ruído transmitido pelo sistema de pressurização no interior da escada não deve ultrapassar a 85 dB. 4) incombustibilidade do revestimento. desta IT. Deve-se verificar os efeitos da "resistência fluido-dinâmica" associada ao escoamento vertical do ar pela escada. o ponto de descarga de qualquer duto vertical que possa eventualmente descarregar fumaça de um incêndio. i) os revestimentos resistentes ao fogo aplicados diretamente sobre os dutos metálicos de ventilação. sendo que. O método de teste deve ser o recomendado pela SMACNA. na dependência da geometria da escada.Metal and Flexible” e “HVAC System Duct Design”.3. Obs. localizadas a intervalos regulares por toda a altura da escada. devem. de preferência. h) os dutos metálicos. a disposição preferida para um sistema de distribuição de ar para pressurização consiste em um duto vertical que corre adjacente aos espaços pressurizados. medidos no plano horizontal. Porém.0 m acima da tomada de ar. sem o cimento. o ensaio no I. desde que sejam somente para a distribuição do ar de pressurização. através das literaturas “HVAC Duct Construction . tanto na tomada de ar quanto na sua distribuição. quando submetidos às condições de trabalho esperadas.5 m2 e triangulares. 5.3 Sistema de distribuição de ar a) nos edifícios com vários pavimentos. tendo em vista o aumento de peso causado por esses revestimentos. que garanta resistência ao fogo por 2 (duas) horas. ou seja. não é estabelecido o valor para cimento pois. O problema fica. da tomada de ar do sistema de pressurização. de modo que o seu acionamento não prejudique o suprimento de ar. Esse duto deve atender aos requisitos estabelecidos no item 5. preferencialmente. um teste de vazamento nos dutos pode ser aplicado de forma a se verificar a exatidão dos parâmetros adotados. fumaça e gases quentes.4.2. para evitar que a elevação da temperatura na superfície interna do duto não alcance 140 ºC (temperatura média) e 180 ºC (temperatura máxima pontual). deve ser submetida à avaliação do Corpo Técnico do CBMMG. deve ser de 1 (um).0 m. medida no plano vertical.Fire Resistance Tests Ventilation Ducts ou similar. j) caso se adote parede sem função estrutural para proteger dutos metálicos verticalizados. à medida do possível. f) da mesma forma. no mínimo. em relação ao nível da tomada de ar. para edificações existentes. Obs. A utilização de dutos confeccionados em outros materiais. 2.T (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) foi realizado na situação de uma parede não estrutural na condição mais desfavorável. na condição desocupada. 5. e na sua ausência a norma ISO 6944 . com costuras longitudinais lacradas à máquina. Os pontos de saída devem ser balanceados para permitir a saída de quantidades iguais de ar em cada grelha. com material de vedação adequado. ser evitados. devem possuir tratamento de revestimento contra o fogo. pode ser aceita a distribuição de ar através de duto plenum. e posicionadas de modo a haver uma distância máxima de dois pavimentos entre grelhas adjacentes. que ficarem posicionados de forma aparente. portanto.0 m. o traço em volume da argamassa de assentamento. Os aspectos construtivos devem obedecer às recomendações da SMACNA. deve também estar afastado 2. devem ser previstas várias grelhas de insuflamento. 2) estabilidade ao colapso do duto. ser construídos em metal laminado. Obs: Ver Anexo C desta IT. mesmo que esses dutos estejam posicionados em pavimentos subsolos ou na face externa do edifício. b) os dispositivos de ajuste e balanceamento das grelhas de insuflamento não podem permitir alterações. ou revestida com chapas metálicas ou outro material incombustível. quando não se conseguir o afastamento de 5. que se manifesta em série. além de atender as condições de exigência relativas aos dutos metálicos. atendendo aos seguintes critérios abaixo: 1) integridade a passagem de chamas. d) dutos de alvenaria podem ser utilizados.2) construção de uma parede alta.: Na segunda coluna da tabela do Anexo F desta IT. que deve ser objeto de análise específica de cada caso. alínea b. principalmente às condições de um incêndio. com objetivo de se obter uma superfície lisa e estanque. havendo impossibilidade técnica justificada de execução desse duto. a tabela do Anexo F desta IT pode ser utilizada como referência. posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação. onde é apresentado “Traço em volume de argamassa de assentamento”. o valor mínimo para o cimento. possua revestimento com argamassa. por meio da literatura “HVAC Air Duct Leakage Test Manual”. com áreas internas inferiores a 0.

a fim de impedir que a pressão se eleve acima de 60 Pa. não sendo permitido que um laço de alarme/detecção supervisione mais de um pavimento. bombas de pressurização hidráulicas de incêndio. um funcionando como reserva do outro. 5. f) a instalação dos detectores automáticos ou acionadores manuais de alarme devem seguir as orientações do Corpo de Bombeiros e subsidiariamente o que preceitua a IT 14 . aparentes ou embutidas em forros sem resistência contra incêndio. de acordo com as Normas Técnicas Oficiais. c) a instalação do detector de fumaça dentro do espaço pressurizado não é aceitável. c) o comando elétrico. para se manter um diferencial de pressão adequado. para a plena utilização do sistema de detecção e alarme. no hall interno de acesso à escada pressurizada e nos seus corredores principais de acesso.3. por meio das PCF consideradas abertas. após montagens e testes. quando todas as PCF estiverem fechadas. O edifício deve possuir um sistema de fornecimento de energia de emergência por meio de um grupo motogerador automatizado. todas as indicações da central de .6 Sistemas de controle a) considerando-se a diversidade de condições a que o sistema é submetido.2.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. com autonomia de funcionamento de acordo com os critérios do Anexo B desta IT e acionado automaticamente quando houver interrupção no fornecimento de energia normal para o sistema de pressurização.7 Sistema de acionamento e alarme a) o sistema principal para acionamento do sistema de pressurização.Sistemas de detecção e alarme de incêndio.4 e Anexo B. deve ser o de detecção automática. deve se dar a partir de um sistema automático de detecção de fumaça. 5.3. considerando-se a influência da ação dos ventos. registros corta-fogo. esse detector deve ser posicionado no lado de menor pressão de todas as PCF de comunicação entre a escada pressurizada e o espaço adjacente. cuja instalação é exigida nos locais citados no item 5. quando se utilizar registros (dampers) nas descargas dos ventiladores. devem ser acondicionados de forma a garantir a operação do sistema conforme tempo preconizado nesta IT. d) as instalações elétricas devem estar de acordo com a NBR 5410 da ABNT. desta IT. 2) o treinamento da brigada de combate a incêndios e a elaboração de plano de abandono e emergências. como forma de diminuir o chamado "efeito do sistema".) podem ser alimentados pelo mesmo grupo moto-gerador automatizado. podem ser adotados sistemas que modulem a capacidade dos ventiladores de pressurização. pontual ou linear. b) nos edifícios em que os detectores de fumaça foram instalados apenas para acionar a situação de emergência do sistema de pressurização. d) o uso do sistema de detecção não isenta o uso do sistema de alarme manual. sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de prevenção ou combate a incêndios. como redundância para melhor confiabilidade do sistema. de modo a garantir o funcionamento e permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação. de forma a identificar a parada de um grupo moto-ventilador e possibilitar o imediato acionamento do outro.3. Obs. d) para sistemas de pressurização que se utilizam 02 (dois) conjuntos moto-ventiladores. no mínimo. Em todos os edifícios deve haver tal sistema. sob comando de um controlador de pressão com sensor instalado no interior da escada pressurizada. deve ser instalado no sistema de dutos. deve ser previsto registro de sobre-pressão. na situação de emergência. na situação de emergência. e a velocidade mínima necessária referida à condição padrão do ar.5 Sistema elétrico a) deve ser assegurado o fornecimento de energia elétrica para o sistema de pressurização e de segurança existente na edificação durante o incêndio. suas lâminas sejam posicionadas de forma perpendicular ao eixo do ventilador. Esse registro deve ser posicionado fora das áreas de risco e afastados de acordo com o Anexo E desta IT. b) esse registro é colocado entre um espaço pressurizado e um espaço interno ou externo. g) o painel da central de comando de alarme/detecção deve sinalizar o setor atingido. elevadores de segurança etc. Obs. ao registro de sobre-pressão. como forma principal de acionamento do sistema de pressurização. ou damper motorizado acionado por sensor diferencial de pressão. devem ser elaborados e constantemente avaliados. desde que se dê garantia de funcionamento. e) procedimentos devem ser adotados no sentido de se testar o sistema de alarme de incêndio.: Todos os ambientes que possuem acesso direto à escada pressurizada devem estar protegidos pelo sistema de detecção de fumaça. de início de funcionamento do grupo moto-ventilador. pelo tempo de utilização do grupo moto-gerador automatizado. devem ser protegidos contra a ação do calor do incêndio.:1) A existência de sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de combate a incêndios não isenta a necessidade de instalação de sistema de detecção e alarme. quando todas as PCF estiverem fechadas. b) os demais sistemas de emergência (tais como iluminação de emergência. 5. e) os circuitos elétricos do sistema de pressurização.que acidentais. Se os circuitos elétricos do sistema de pressurização passarem por áreas de risco. a não ser por pessoal técnico capacitado. com pelo menos dois pontos de detecção por pavimento. c) alternativamente. um dispositivo de controle automático de pressão diferencial. sem necessariamente operar o sistema de pressurização de escadas. e IT 14 . e) orienta-se que.

e funcionem no caso de ativação do sistema de pressurização. devem sempre permitir o acionamento do sistema de pressurização em situação de emergência. sistemas com acionadores manuais que sejam supervisionados pela central de alarme e detecção. 2) método do escape de ar através de aberturas especiais no perímetro do edifício. h) qualquer sinal de alarme ou defeito deve ser interpretado pela central de alarme/detecção como alarme e deve acionar o sistema de pressurização. j) o detector de fumaça instalado na sala dos motoventiladores deve possuir laço exclusivo e independente (ou similar) dos demais e funcionar de forma diferenciada. 3) método do escape de ar através de dutos verticais. quando da solicitação da vistoria junto ao Corpo de Bombeiros.Compartimentação horizontal e compartimentação vertical. caso exista. i) o sistema de pressurização deve ser acionado imediatamente quando a central de alarme e detecção de incêndio receber sinal de ativação do detector de fumaça/calor e/ou acionador manual de alarme de incêndio instalados na edificação. quando o sistema for de dois estágios. 3) na portaria ou guarita de entrada do edifício. dessa forma. c) todo equipamento acionado automaticamente para proporcionar o escape do ar de pressurização. Dessa forma devem ser adotados mecanismos adequados que impeçam que o falso alarme desative o funcionamento do conjunto motoventilador. ou manualmente na própria PCF.R. ou seja. também. que permanecem normalmente fechadas.alarme/detecção devem ser informadas na língua portuguesa. m) a lógica do sistema deve contemplar a necessidade de se evitar que o sistema de pressurização da escada entre em funcionamento automaticamente em caso da existência real de fumaça no interior do compartimento que abriga o conjunto moto-ventilador. 5. do sistema de pressurização. realizar o desligamento do sistema de pressurização. baseado na operação automática dos dispositivos instalados para esta finalidade. O monitoramento através do sistema de detecção de fumaça desse compartimento deve ser realizado através de um laço exclusivo e independente (ou similar) em relação aos demais detectores de fumaça e acionadores manuais de alarme da edificação. Tais aberturas em cada pavimento devem proporcionar. deve ser incluído nos procedimentos de manutenção. Esse sistema tem a função de destravar a PCF automaticamente na falta de energia elétrica ou quando acionado o sistema de pressurização de escadas. 2) no compartimento do grupo moto-ventilador e seus acessórios. Para tanto.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. também com as interferências da pressurização. O funcionamento de moto-ventiladores não pode depender da ativação dos dispositivos sonoros (sirenes). na condição normal de uso da edificação. deve inibir o acionamento do sistema de pressurização. (Anotação de Responsabilidade Técnica). qualquer tipo de dispositivo capaz de impedir a entrada em funcionamento do sistema de pressurização ou qualquer outro sistema de segurança contra incêndio. de acordo com os critérios estabelecidos na IT 14 Sistemas de detecção e alarme de incêndio. somente pode ser realizada de modo manual no painel de comando do grupo moto-ventilador. de preferência. 4) método do escape de ar através de extração mecânica. o) é permitido o uso de destravadores eletromagnéticos para PCF de acesso à escada pressurizada. sendo que não é permitido. não são permitidos. em situação de emergência. do edifício. no total. p) o tempo máximo de fechamento das PCF de acesso à escada pressurizada. seguindo critérios adotados na IT 07 . de forma complementar. r) um acionador remoto manual. cujo retardo pode causar a contaminação da escada pela fumaça oriunda do incêndio. um mínimo de vazão correspondente a 15% da vazão volumétrica média que escapa de 1 (uma) PCF aberta (com velocidade de 1. s) a parada do sistema de pressurização.0 m/s). para garantia do sistema de pressurização. proveniente de um incêndio em suas adjacências.T. Não pode existir. sendo que o seu circuito deve ser ligado à central de comando do sistema de detecção e alarme. e nunca substitutiva.3. por meio da central de alarme. o projetista pode adotar uma das alternativas abaixo: 1) método do escape de ar por janelas. . b) nos edifícios onde haja necessidade de sistema de escape do ar de pressurização. que se utilizam dos destravadores eletromagnéticos.8 Sistema de escape do ar utilizado para pressurização a) no dimensionamento do sistema de pressurização devem ser previstas áreas de escape de ar para o exterior da edificação. l) Somente é aceito. q) os acionadores manuais de alarme. deve ser de 30 segundos. o sinal que opera tais dispositivos deve ser o mesmo que aciona o grupo moto-ventilador no estágio de emergência. utilizando-se de aberturas em pelo menos 02 (duas) de suas faces. que acionem apenas os dispositivos de escape. deve sempre ser instalado em cada local abaixo descrito: 1) na sala de controle central de serviços do edifício. respeitadas as considerações dos itens seguintes. n) o sistema de detecção deve ser submetido aos testes de acordo com a IT 14 . se este for distante da sala de controle central. Deve-se apresentar o laudo de teste do sistema de detecção. o sistema de alarme e detecção de incêndio deve ativar o sistema de pressurização antes mesmo do reconhecimento do sinal de alarme pela pessoa responsável pela vigilância. Sensores independentes. bem como o devido recolhimento da A. desde que não comprometa a compartimentação vertical exigida para a edificação – as aberturas devem ser protegidas nos moldes do especificado na IT 07 Compartimentação horizontal e compartimentação vertical. do tipo “liga”. desde que possua fácil comunicação com todo o edifício. comprovando que foram realizados os testes de acordo com a referida norma. ao ser acionado. O sistema deve permitir ainda o destravamento manual por meio da central de comando do sistema de alarme.

com manuais em português. c) sistemas que se utilizam de duplicidade de motores.5 Testes de aprovação 5. ou por baixo dela. d) os diferenciais de pressão devem ser verificados anualmente. Este processo introduz a extremidade livre em uma região de ar parado.5. sendo que uma das sondas passa através de uma fresta da PCF. às vezes. quando fechadas. os motivos desta divergência devem ser detectados e corrigidos. Para a avaliação do teste de escape podem ser utilizados os procedimentos previstos no MANUAL SMACNA. b) um local conveniente para medir o diferencial de pressão é por meio de uma PCF fechada. visto que não se pode garantir que todas as condições climáticas adversas possam estar presentes no momento da execução do teste. b) deve ser medida a vazão de ar dos ventiladores e a vazão de ar através de todas as grelhas de insuflamento. o mecanismo de comutação. As medições efetuadas em campo devem seguir as recomendações da AMCA 203. 2) medição da velocidade do ar que sai de um conjunto representativo (de acordo com estipulado no cálculo) de PCF abertas que. 5. síndico. portas cortafogo e o equipamento do sistema de escape do ar acionado automaticamente.4 Integração com outras medidas ativas de proteção contra incêndio O acionamento do sistema de pressurização deve estar em conformidade com o item 5. permitindo de forma secundária.1 Aspectos gerais a) um teste de fumaça não é satisfatório para se determinar o correto funcionamento de uma instalação de pressurização. condições devem ser dadas para o teste individualizado. Sugere-se que esta sonda tenha uma dobra em L (de pelo menos 50mm. c) é importante que a inserção da sonda não modifique as características de escape da PCF. podendo ser prevista a instalação permanente de equipamentos para esta finalidade. Estas medições devem ser efetuadas com as PCF da escada fechadas. a sonda possa ser girada em ângulo reto em relação à fresta. de acordo com a IT 14 . 5. deve ser feita com o auxílio de um manômetro de líquido ajustável. quando o sistema for de dois estágios. e/ou seu representante legal. entre os valores medidos e os níveis de pressurização especificados. dutos (sucção e/ou pressurização) e suas ancoragens e proteções contra incêndio. Há três razões principais que explicam a não obtenção do nível de pressurização projetado: 1) vazão de ar insuficiente. podendo haver a interligação com outros sistemas automáticos de combate.3 Correção de divergências no nível de pressurização obtido a) se houver qualquer divergência séria. a fim de garantir que cada um dos grupos moto-ventiladores de pressurização esteja funcionando. suas correias de interligação.2 Medição dos diferenciais de pressão a) a medição dos diferenciais de pressão. entre os espaços pressurizados e os espaços não pressurizados adjacentes. b) o teste de aprovação da pressurização deve consistir de: 1) medição do diferencial de pressão entre a escada e os espaços não pressurizados adjacentes com todas as PCF fechadas. As duas sondas a seguir são ligadas ao manômetro por meio de tubos flexíveis. para que depois da inserção através da fresta. que inclui: o sistema de detectores de fumaça ou qualquer outro tipo de sistema de alarme de incêndio utilizado. a fim de se detectar os níveis de escape e o suprimento total de ar que chega à escada. Esses cuidados são de inteira responsabilidade do proprietário da edificação. os sistemas para o fornecimento de energia em emergência.7 desta IT. e) o sistema de detecção deve ser submetido aos testes.3. c) o teste deve ser feito quando o edifício estiver concluído. este teste pode. atravesse-a e penetre suficientemente no espaço. o acionamento do sistema.5. com cada componente operando satisfatoriamente e sendo controlado pelo sistema de acionamento no seu modo correto de operação em emergência. b) todos os sistemas de emergência devem ser colocados em operação semanalmente. d) nos sistemas com dois estágios são exigidas medições apenas com o segundo estágio operando (estágio de emergência).5. o grupo moto-ventilador.5.Sistemas de detecção e alarme de incêndio.3. com os sistemas de condicionamento de ar e de pressurização balanceados e todo o sistema pronto e funcionando. Uma lista de verificações dos procedimentos de manutenção deve ser fornecida aos proprietários do edifício ao final das obras. É importante que o tubo que passa através da fresta da PCF. 5. efetivamente. HVAC AIR DUCT LEAKAGE TEST MANUAL ou da Recomendação técnica DW/143 da Heating and Ventilation Contractors' Association (HVAC). revelar trajetórias indesejáveis de fluxo da fumaça provocadas por defeitos na construção. pelos responsáveis da instalação do sistema. Entretanto. e 3) áreas de escape do ar para fora do edifício insuficiente. A posição da sonda de medição deve ser escolhida de acordo com esses critérios. Os cuidados com esses equipamentos devem ser incluídos no programa de manutenção anual do edifício. 5. afastando a superfície da PCF do rebaixo no batente. separam o espaço pressurizado dos recintos ocupados do edifício. ou outro instrumento sensível e adequadamente calibrado.9 Procedimentos de manutenção a) todo equipamento de pressurização deve ser submetido a um processo regular de manutenção. pela literatura “Field Performance Measurement of Fan System”. . e devem ser apresentados quando da solicitação de vistoria. Pequenas sondas são colocadas de cada lado da PCF. por exemplo. de comprimento). para que a extremidade livre fique em uma região de ar parado. 2) áreas de vazamento para fora do espaço pressurizado excessivas. também considerando as interferências da pressurização.

5. estas devem ser reduzidas.5. o escape de ar a partir dos espaços não pressurizados deve ser examinado para se ter certeza que está em conformidade com o processo e as necessidades desta IT. devem ser verificadas as frestas em redor das PCF. o escape deve ser aumentado para os valores recomendados. b) a velocidade média através da PCF aberta deve ser obtida por meio da média aritmética de pelo menos doze medições em pontos uniformemente distribuídos no vão da PCF. mesmo diante de escapes adicionais ou de condições insuficientes. Se for inadequado. Devem ser localizadas.4 Medição da velocidade média do ar através de uma PCF aberta a) esta medida deve ser tomada com um anemômetro de fio quente ou outro instrumento com resolução e exatidão adequados e devidamente calibrado. . O nível de pressurização medido não deve ser menor que 90% do valor projetado. d) caso a vazão de ar não atinja o nível previsto.c) caso a vazão de ar que entra na escada esteja de acordo com a prevista em processo. Se qualquer PCF tiver folgas inaceitavelmente grandes. Como alternativa. nem exceder a 60 Pa. sendo necessário condições estáveis de vento e com o edifício vazio. também. pode ser aumentada a vazão de entrada de ar até o nível desejado de pressurização a ser atingido. c) o número de PCF abertas durante a realização das medições deve seguir o estabelecido no Anexo B desta IT. dando-se atenção especial à folga na sua parte inferior. que devem ser vedadas. áreas de vazamentos adicionais não previstas.

TABELA 2 – ÁREAS TÍPICAS DE ESCAPE PARA QUATRO TIPOS DE PCF TAMANHO (m) 2.64 1.89 2.06 TIPO DE PCF PCF simples.10 x 0.28 3. batente rebaixado permitindo a SAÍDA do espaço pressurizado PCF dupla com ou sem rebaixo central dando ACESSO PCF dupla com ou sem rebaixo central permitindo SAÍDA Observação: Nos outros tipos de PCF.10 x 0.ANEXO A TABELA 1 – NÍVEIS DE PRESSURIZAÇÃO VALORES DE DIFERENCIAL DE PRESSÃO SISTEMA DE 1 ESTÁGIO SISTEMA DE 2 ESTÁGIOS 1º ESTÁGIO 50 15 2º ESTÁGIO 50 Observações: 1) Pa = Pascal. .03 0. PCF duplas.0 mmH2O 2) Quando pavimentos subterrâneos necessitem ser pressurizados.10 x 0.045 0.28 Área de escape PCF fechada (m²) 0.64 3. sendo que 10 Pa equivalem a 1.04 0.89 (cada) 2. suas dimensões devem ser verificadas junto aos fabricantes.10 x 0.89 (cada) Área de escape PCF aberta (m²) 1. batente rebaixado dando ACESSO ao espaço pressurizado PCF simples. o processo deve ser submetido à avaliação do Corpo Técnico do CBMMG.89 2. portas de elevadores.

pelo menos. quando este atender ao sistema de pressurização de escadas. 7) na antecâmara de segurança do compartimento destinado ao conjunto moto-ventilador. H Serviço de saúde e institucional I Indústria Acima de 12 metros .ANEXO B RESUMO DE EXIGÊNCIAS PARA OS DIVERSOS TIPOS DE EDIFICAÇÕES COM SISTEMAS DE PRESSURIZAÇÃO G R U P O OCUPAÇÃO/ USO (4) CRITÉRIO DE ALTURA (7) NÚMERO DE PCF CONSIDERADAS ABERTAS (8) GRUPO MOTO-GERADOR AUTOMATIZADO (Autonomia de 4 h) LOCAIS A SEREM SUPERVISIONADOS PELO SISTEMA DE DETECÇÃO AUTOMÁTICA DE FUMAÇA (1) A Residencial (2) (3) Até 80 metros Acima de 80 metros Até 30 metros Acima de 30 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 21 metros (5) Acima de 21 metros (6) Até 30 metros Acima de 30 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros 1 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 4 2 2 2 2 2 2 NÃO (exceto Convento) SIM SIM SIM SIM SIM NÃO (Apav < 750 m²) SIM NÃO SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM B Serviço de Hospedagem C Comercial D Serviço profissional (2) E Educacional e cultura física (2) Local de Reunião Pública F G Serviço automotivo I .Toda edificação dotada de sistema de pressurização de escada e/ou elevador de emergência deve possuir sistema de detecção automática de fumaça nos seguintes locais: 1) no hall comum ou privativo de acesso à saída de emergência pressurizada. utilizados como rota de fuga para acesso à saída de emergência pressurizada. 3) em todos os corredores de circulação privativos. dois pontos de detecção de fumaça. 4) em todos os ambientes com acesso direto à saída de emergência pressurizada. 6) no compartimento destinado ao grupo moto-gerador. III . 5) no compartimento destinado ao conjunto moto-ventilador (laço exclusivo e independente ou similar). quando o acesso à saída de emergência pressurizada atender diretamente as áreas privativas. II – Todos os pavimentos que dão acesso à saída de emergência pressurizada devem ser supervisionados por. 2) em todos os corredores de circulação. em áreas comuns.A previsão de detecção automática de fumaça nos locais descritos no item I acima não isenta a edificação da instalação desse mesmo sistema em outros locais que porventura sejam exigidos pelo Regulamento de Segurança Contra Incêndio. quando este estiver localizado em pavimento subsolo.

devendo.1. caso possua loja ou dependências com carga-incêndio. do tipo Convento.6 e 5. sendo que cada grupo deve. De forma substitutiva.G R U P O OCUPAÇÃO/ USO (4) CRITÉRIO DE ALTURA (7) NÚMERO DE PCF CONSIDERADAS ABERTAS (8) GRUPO MOTO-GERADOR AUTOMATIZADO (Autonomia de 4 h) LOCAIS A SEREM SUPERVISIONADOS PELO SISTEMA DE DETECÇÃO AUTOMÁTICA DE FUMAÇA (1) J Depósito Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros 2 2 2 2 2 2 SIM SIM SIM SIM SIM SIM L Explosivos (idem ao descrito na mesma coluna da página anterior) M Especial (1) A exigência de sistema de detecção de fumaça para o sistema de pressurização não isenta a edificação das demais exigências previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio. esse pavimento seja destinado única e exclusivamente a hall de recepção ou. (7) Quando a edificação for dotada de elevador de emergência.1.6. para atuarem especificamente no estágio de emergência e em conjunto”. a escada. é exigido grupo moto-gerador automatizado. em todos os pavimentos. alínea c: “Nos edifícios residenciais e escritórios com até 60 metros de altura e nos edifícios escolares com até 30 (trinta) metros de altura. (6) Somente é exigido antecâmara de segurança nos acessos à escada pressurizada. inclusive para os pavimentos situados abaixo do piso de descarga. (3) Em edificações com altura superior a 12 metros. conforme descrito no item 5.7 desta IT. (2) Conforme item 5.3. podem ser utilizados 02 (dois) grupos moto-ventiladores. .7 desta IT. estas devem possuir compartimentação do tipo corta-fogo em relação a esse hall. ou seja.1. essa antecâmara pode ser dispensada apenas no nível térreo (piso de descarga) quando este não estiver em local de risco de incêndio.6.6. (4) Devem ser pressurizadas as escadas dos subsolos que possuir as seguintes características: a) que tiver uso distinto de estacionamento de veículos sem distinção de altura.1. é permitido o uso de somente um ventilador com um motor. b) que tiver uso de estacionamento de veículos com profundidade maior que 12 metros. para edificações residenciais com altura igual ou superior a 80 metros e demais ocupações com altura igual ou superior a 60 metros. (5) Edificações isentas de uso do grupo moto-gerador desde que a área de cada pavimento seja inferior a 750 m2. seus acessos devem ser protegidos por antecâmara de segurança. no mínimo. de acordo com item 5. ser descontínua no piso de descarga. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida. Em ambos os casos a escada e o número de PCF calculadas seguem o mesmo critério de dimensionamento dos pavimentos superiores.

ANEXO C .

ANEXO D .

.

5 kg Meio . 1 cimento: 2. 1 1 8 1 - - - - - - 14 100 ≥ 1½ ≥ 1½ 1½ 1½ 1 1 1 - 1 1 1 1 1 8 8 8 4 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 1 1 1 1 2 2 2 2 9 9 9 9 1.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento - 1 1 1 1 5 5 5 5 1 1 1 1 1 1 3 3 1 1 2 2 9 9 2. (**) Ensaio encerrado sem ocorrência de falência em nenhum dos três critérios de avaliação. com dimensões 2.5 agregado gaúcho (granizo pedra nº 3): armadura simples posicionada à meia espessura das paredes.(informativo) Característica das Paredes Características das paredes Traço em volume de argamassa de revestimento Chapisco Emboço Cal Areia Espessura de argamassa de revestimento (cada face) (cm) Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios de avaliação (horas) Espessura total da parede (cm) Duração do ensaio (min) Integridade Estanqueidade Isolação térmica Resistência ao fogo (horas) Paredes ensaiadas (*) Traço em volume da argamassa do assentamento Cimento Cal Areia Espessura média da argamassa de assentamento (cm) Cimento Areia Cimento Parede de tijolos de barro cozido (dimensões nominais dos tijolos).tijolo sem revestimento Um tijolo sem revestimento Meio .9 Kg).8m x 2. . (*) Paredes sem função estrutural ensaiadas totalmente vinculadas dentro da estrutura de concreto armado.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Bloco de 14 cm sem revestimento Bloco de 19 cm sem revestimento Bloco de 14 cm com revestimento Bloco de 19 cm com revestimento Meio . possuindo malha de lados 15 cm.ANEXO F . 5 cm x 10 cm x 20 cm: Massa: 1.5 10 20 15 25 120 395 (**) 300 300 (**) ≥2 ≥ 6 ≥ 4 ≥ 6 ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 1½ ≥ 6 4 ≥5 1½ ≥ 6 4 >6 Parede de blocos vazados de concreto (2 furos) (blocos com dimensões nominais): 14 cm x 19 cm x 39 cm e 19 cm x 19 cm x 39 cm.5 1. Paredes de concreto armado monolítico sem revestimento Traço do concreto em volume.5 19 17 22 13 23 11. de aço CA50A diâmetro ¼ poleda.5 areia média: 3.5 1.8m totalmente expostas ao fogo (em uma face).5 16 120 150 185 150 300 (**) 150 210 ≥ 2 ≥ 2 ≥ 3 ≥ 2 ≥ 4 2 3 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 1½ 2 3 2 ≥ 4 1 3 1½ 2 3 2 >4 1½ 3 Paredes de tijolos cerâmicos de oito furos (dimensões nominais dos tijolos 10 cm x 20 cm x 20 cm (massa 2.5 1. e massas de 13 kg e 17 kg respectivamente.5 2.

área de vazamento por meio de frestas para PCF de ingresso = 0. N . 7) Fator de segurança: a) 15% para vazamentos em dutos metálicos b) 25% para vazamentos em dutos de alvenaria ou mistos c) 25% para vazamentos não identificados 8) Velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: V = 1m/s 9) Fórmula para cálculo do escape de ar por meio das frestas das PCF: Q = 0. adotamos “50” (conforme Anexo A da IT). área de vazamento por meio de frestas para PCF de saída = 0.Cálculo do suprimento de ar necessário para se obter o diferencial de pressão entre a escada e os ambientes contíguos: 1) Condições: a) situação de emergência (incêndio) b) todas as PCF da escada pressurizada. permitindo a saída do espaço pressurizado.é o fluxo de ar (m3/s) A .64 m². NPS = 01.827 x A x (P)(1/N) onde: Q .04m².(A): a) Dados: NPI = 17.é o diferencial de pressão (Pa).51 m² c) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de saída do espaço pressurizado(APS): . dando acesso ao espaço pressurizado.04 m² – porta simples. em caso de situação de incêndio – adotar PCF simples: 1. b) 0.é a área de restrição (m2) P .é um índice que varia de 1 a 2.edifício de serviços profissionais) 5) Área de vazamento por meio de frestas das portas corta-fogo (PCF) que comunicam a escada pressurizada com os diversos pavimentos – adotar PCF simples: a) 0. batente rebaixado.escape de ar por meio de frestas . adotamos “2”. c) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos deve ser de 50 Pa 2) Cálculo das áreas de restrição . II .03 m² – porta simples.ANEXO G MODELO DE CÁLCULO DE VAZÃO DO SISTEMA DE PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA I – Dados para o desenvolvimento do cálculo de vazão de ar 1) Quantidade de pavimentos com acesso à escada pressurizada: 18 2) Quantidade total de portas corta-fogo (PCF) de ingresso à escada de segurança: NPI = 17 3) Quantidade total de PCF de saída da escada de segurança: NPS = 01 4) Quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (conforme Anexo B . b) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de ingresso ao espaço pressurizado( API): API = 17 x 0. 6) Área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta.03m². consideradas fechadas.03 m² API = 0. batente rebaixado.

a vazão de ar QPF deve se aumentada até que se obtenha a referida velocidade mínima de passagem do ar estipulada.APS = 01 x 0.22 m³/s ● Velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: VPA(min) = 1m/s ● Fórmulas utilizadas: APA = AVL x NPA + APF x NPF VPA = QPF / APA = ou > 1 m³/s b) Cálculo da área de restrição por meio do vão de luz das PCF consideradas abertas ( APA): APA = AVL x NPA + APF x NPF APA = 1.55 m² 3) Cálculo do fluxo de ar necessário para o sistema de pressurização considerando as PCF fechadas . QPF = 0. .55 x (50)1/2 QPF = 3.04 m² APS = 0.22 m³/s / 3.827 x A x (P)(1/N) onde: QPF = ? A = 0.55 m² P = 50 Pa N=2 Portanto.03 x 16 APA = 3.22 m³/s 4) Cálculo da velocidade de ar para 1 porta aberta considerando a vazão de ar de pressurização para portas fechadas a) Dado: ● Área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta: AVL = 1.04 m² A = 0.(QPF) Cálculo de QPF: QPF = 0.76 m² c) Cálculo da velocidade de ar através do vão de luz das PCF consideradas abertas mais frestas das PCF consideradas fechadas (VPA): VPA = QPF / APA VPA = 3.64 m² x 02 + 0.86 m/s Como a velocidade encontrada é menor do que 1.51 m² + 0.04 m² d) cálculo da área total de restrição (A): A = 0. ● Quantidade de PCF fechadas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPF = 16 ● Vazão de ar de pressurização para portas fechadas: QPF = 3.64 m².76 m² VPA = 0.0 m/s.03 m². ● Quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (sendo 1 de ingresso e 1 de saída) ● Área de passagem de ar por meio das frestas de uma porta corta-fogo fechada: APF = 0.827 x 0.

76 m² x 1.76 m³/s 5) Cálculo do fluxo de ar considerando os incremento dos valores referenciais de perdas em dutos e vazamentos não identificados – (QTPF) a) Dado: ● Fator de segurança quanto ao tipo de duto: dutos metálicos: 15% = 1.76 x 1. 2) Cálculo da vazão de ar em excesso para dimensionamento do damper de alívio (QD): QD = QTPF . III .25 b) Cálculo de QTPF: QTPF = QPF x 1.15 ● Fator de segurança para vazamentos não identificados: 25% = 1.936 m³/h Portanto a vazão total requerida para o conjunto moto-ventilador é de 5.QPF QD = 5.26 m³/s .25 QTPF = 3. QPFC = APA x VPA(min) QPFC = 3.d) Cálculo da vazão de ar corrigida para se obter a velocidade mínima através do vão de luz das PCF consideradas abertas mais frestas das PCF consideradas fechadas (VPA).04 m³/s Transformando a vazão em m³/h: QD = 2. b) todas as PCF da escada pressurizada consideradas fechadas. c) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos deve ser de pelo menos 50 Pa.26 m³/s ou 18.26m³/s x 3.15 + QPF x 1. para uma vazão em excesso de 2. . d) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos não deve ser superior a 60 Pa.15 + 3.22 m³/s QD = 2.26 m³/s Transformando a vazão em m³/h: QTPF = 5.04 m³/s ou 7.04 m³/s x 3600 s QD = 7.600s QTPF = 18.936 m³/h.344 m³/h Portanto o damper de alívio deve ser capaz de manter a pressão interna no interior do espaço pressurizado abaixo de 60 Pa.76 x 1.0 m/s QPFC = 3.3.Cálculo da vazão de ar em excesso para se manter o diferencial de pressão entre a escada e os ambientes contíguos: 1) Condições: a) situação de emergência (incêndio).25 QTPF = 5.344 m³/h.

11 PLANO DE INTERVENÇAO DE INCÊNDIO SUMÁRIO ANEXOS 1 – Objetivo A – Planilha de levantamento de dados 2 – Aplicação B – Fluxograma do Plano de Intervenção de Incêndio 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e conceitos 5 – Procedimentos .IT .

1ª edição. buscando identificá-los. 355 . Lei nº 14. Civil. “Introdução à Análise de Risco – sistemática e métodos”. 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Para efeito desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e pânico.130. NBR 14608 – Bombeiro Profissional. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 1994.mg.2. Ministério do Trabalho. Augusto de Lima. 1997. “The SFPE Handbook of Fire Protection Engeniering. b) a elaboração de Planos de Intervenção Incêndio.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 11 PLANO DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. de acordo com as tabelas de exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais é necessária a elaboração de um Plano de Intervenção de Incêndio. NR 23 – Proteção Contra Incêndio.br Email: dat3@cbmmg. FireEx Internacional de Proteção Industrial Ltda. “Seminário sobre a Intervenção dos Bombeiros no Meio Industrial" . “Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas”. NBR 14023 – Registro de Atividades de Bombeiros. Sellie.gov. Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo. PROCEDIMENTOS 5. Maj. 2nd edition. Society of Fire Protection Engeniering. c) padronização das formas de intervenção operacional nos locais de risco.1 Para a elaboração de um Plano de Intervenção de Incêndio é necessário realizar uma análise preliminar de riscos.mg. 1997.190-000 Site: www. 4ª edição. Decreto Estadual nº 44. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. NBR 14276 – Programa de Brigada de Incêndio.Bairro Centro CEP 30.gov. 18th edition. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e áreas de risco onde.Instituto de Engenharia de São Paulo.270. 5. National Fire Protection Association. 54. “Handbook”. 5. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei Estadual Complementar nr.bombeiros.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece princípios gerais para: a) o levantamento de riscos de incêndios.2 Análise preliminar de riscos: 5. . “Manual de Regulamentação de Segurança contra Incêndios”. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E FUNDACENTRO. National Fire Protection Association. Gerald.1 As edificações relacionadas no item 2 desta IT devem possuir um Plano de Intervenção de Incêndio. Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 1992.

9 O plano de intervenção deverá ser apresentado ao CBMMG. tipo e quantidade. em escala padronizada. j) acrescentar tipo de escada. no segundo ano consecutivo. 5.2 A Análise preliminar de riscos é o estudo prévio sobre a existência de riscos.3 O Plano de intervenção de incêndio de uma edificação contém os seguintes dados: a) planilha de Levantamento de Dados.7 O Plano de Intervenção de Incêndio deverá ser de conhecimento da população permanente da edificação. d) o controle da propagação de incêndios. d) número de pavimentos. 5. b) paredes corta-fogo e de compartimentação.2.3. d) a orientação aos usuários temporários. i) hidrantes públicos próximos da edificação (se houver).5. c) hidrantes internos e externos. a critério do Corpo de Bombeiros. f) reserva de incêndio. indicando: a) principais riscos.4 Em conjunto com a planilha de levantamento de dados da edificação deve ser apresentada uma Planta de Risco. c) as ações a serem tomadas pelos responsáveis pelo uso e funcionários. 5. b) a segurança da população das edificações vizinhas. c) a segurança dos profissionais responsáveis pelo socorro. 5. na primeira renovação do AVCB da edificação ou área de risco. acesso principal ou recepção.5 Conforme a complexidade dos riscos existentes. 5. por meio do preenchimento da planilha de levantamento de dados contida no anexo A. o levantamento deve ser elaborado por profissionais de um grupo multidisciplinar (engenheiros.6 Uma vez elaborado e ratificado pelo Corpo de Bombeiros.2. 5.1 A Planta de Risco acima citada é a mesma elaborada no processo de segurança contra incêndio e pânico.5 O Plano de intervenção de incêndio será avaliado por um Oficial do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico das Unidades e Frações de Bombeiros.2.2 Por meio do plano de intervenção de incêndio.3.1 O Plano de Intervenção de Incêndio consiste num planejamento prévio para a provável ocorrência de uma emergência e visa facilitar o reconhecimento da edificação por parte da população e das equipes de emergência.4.3 Plano de Intervenção de Incêndio 5. aprovado no Corpo de Bombeiros.8 O responsável pelo uso da edificação deverá entregar ao Corpo de Bombeiros responsável pela área da edificação o Plano de Intervenção para análise e aprovação. e) a proteção do meio ambiente. 5. de forma que seja acessível às guarnições do Corpo de Bombeiros.4 O Plano deverá ser confeccionado pelo Responsável Técnico habilitado com Assessoria do Corpo de Bombeiros. Este Plano de Intervenção de Incêndio deve ser objeto de uso freqüentes em treinamentos e simulados. juntamente com responsável pelo uso da edificação. um simulado com a participação integrada da brigada de emergências da edificação e do Corpo de Bombeiros. 5. no caso de ocorrer um incêndio/sinistro.3. e) os itinerários mais indicados para as viaturas do Corpo de Bombeiros. b) descrição das possíveis causas de incêndio.4. cujo modelo encontra-se na IT 01 – Procedimentos Administrativos.2. g) armazenamento de produtos perigosos.2. 5. no mínimo.3 Uma cópia da Planta de Risco deve permanecer num local como portaria. 5.3 O levantamento do risco de incêndios é elaborado pelo Responsável Técnico. h) vias de acesso às Viaturas do Corpo de Bombeiros.3.3. 5.2. f) facilidade de encontrar os meios e rotas para retirada da população.3. é elaborado o Plano de Intervenção de Incêndio.2 A Planta de Risco deve ser elaborada no formato A2.10 Durante o período de validade do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros. 5. recomenda-se que se realize. 5. c) uma via em arquivo digitalizado em CD não regrávavel . 5. proporcionando sua utilização em simulados e treinamentos.4.11 As edificações e projetos já aprovados e liberados pelas leis municipais deverão adequar-se no contido desta Instrução Técnica.2. e) hidrante de recalque.3. em caso de emergências. técnicos. f) outros dados julgados necessários. 5.3.3. especialistas em gerenciamento de emergências).3. 5. o plano é arquivado em três vias: a) uma via anexa ao Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico (Pscip).3. 5. busca-se garantir: a) a segurança da população fixa e flutuante do edifício. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema. podendo ser em mais de uma folha.2. A3 ou A4.2.6 A partir do Levantamento de Dados e do mapeamento das áreas de risco. responsável pela área da edificação. b) uma via no acesso principal da edificação. . 5. conforme item 5.2.

............................ 4............................... 2................................................................m 2...............................5 Pessoal treinado: ( ) Bombeiros profissionais ( ) Brigada de Incêndio ( ) Socorristas Responsável pela brigada:. casa de bomba........................m3 Manancial natural ou artificial nas proximidades: .....m Distância em relação às edificações vizinhas: Direita...................m3 Capacidade Reservada para Incêndio:............. ENDEREÇO:..............:................................................................. Material de acabamento das paredes:....... ............................m Tipo de estrutura: ( ) concreto ( ) metálica ( ) madeira ( ) outras especificar:................. POPULAÇÃO FIXA E FLUTUANTE:.......................... Material da cobertura:........6 Socorros externos: localização e tempo / resposta: Obs: medir o deslocamento em velocidade moderada em situação normal de trânsito.............. Material de acabamento dos pisos:. 3................... Tempo-resposta:............... Tipo (s) de mangueira (s): ( ) 38 mm ( ) 63 mm Obs...................................min...............: colocar a quantidade entre os parênteses Hidrante de recalque: ( ) Sim ( ) Não Hidrante público mais próximo da edificação:............... Nº DE FUNCIONÁRIOS:.........................................m Esquerda....................... Pronto Socorro (192): End............ 2....................... Período em que estão na edificação:....... EQUIPAMENTOS E SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO: 2.....:............... Anexar planta baixa do prédio................ Nº de Pavimentos:.................... Localização:......................................................................4 Reservatório de água para incêndio: ( ) subterrâneo ( ) elevado Capacidade:..................................................:...................... Vias de acesso e pontos de referência: .................................min..................... Tempo-resposta:......m Frente......................................................... junto ao leito carroçável ou no seu interior a utilização de viaturas ou equipamentos de Bombeiro: ( ) sim ( ) não 1............................................m2 Área construída:.............................. HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:................................................... Qual o hidrante público mais próximo: ..........1 Hidrantes: ( ) simples ( ) duplo ( ) interno ( ) externo ( ) não possui quantidade:................................................................ .......................................................................... Tempo-resposta:.................. Policiamento (190): End.............................................. 2................... O prédio possibilita....... há gerador para emergência: ( ) sim ( ) não Localização do hidrante de recalque:...... 2.............................................................. DADOS RELATIVOS A CONSTRUÇÃO DO IMÓVEL: Área do terreno:...........................ANEXO A PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE DADOS OCUPAÇÃO:...................................................... PROPRIETÁRIO:. Corpo de Bombeiros (193): End.................. PONTOS CRÍTICOS DA EDIFICAÇÃO: Assinalar na implantação: central de GLP.......................................................min......3 Bombas de recalque: ( ) elétrica ( ) óleo ( ) gasolina ( ) vapor Sendo elétrica.............................................2 Instalações Automáticas: Chuveiros automáticos ( ) sim ( ) não Gás carbônico (CO2): ( ) sim ( ) não Gases especiais: ( ) sim ( ) não Sistema de detecção de incêndio e alarme: ( ) sim ( ) não 2....... Quantidade de brigadistas............... BAIRRO:..........................................m Atrás.......m2 Altura da edificação:....... outras que oferecer um risco maior.......................... DADOS SOBRE O ABANDONO DE ÁREA Quais as saídas de emergências? Há área de refúgio? Há comunicação com outras edificações? Há pessoas com dificuldade para locomoção? Há pontos fixos para ancoragem de cordas? Há escada mecânica disponível na Fração de Bombeiros mais próxima alcança todos os pavimentos? Há rotas de fuga com iluminação de emergência? ..........

......... Telefone de contato:...............................Há rotas de fuga sinalizadas? 5........ Esta planilha está sujeita a alterações de acordo com as peculiaridades de cada plano de intervenção de incêndio.. 10........... ...................................................... Abastecimento de gás: ( ) GLP ( ) GN 6........... Telefone:...................................:...................... Sentido do vento predominante:.............. Fração de Bombeiros mais próxima: End............. 9.......................... 8....................................................................... Comandante:.......... POSSIBILIDADE DE ENCHENTE: ( ) sim ( ) não ( ) Córrego ( ) Lagoa ( ) Outros 7........................................................................ TIPO DE VIZINHANÇA: .......... Capacitação técnica (CREA) :....................................................................... RESPONSÁVEL TÉCNICO Nome:......................

ANEXO B Fluxograma do Plano de Intervenção de Incêndio Preencher a planilha de levantamento de dados a partir da primeira renova ç ão do AVCB Análise dos riscos e elaboração da planta de risco Elaboração do plano de intervenção de incêndio Avaliação do Plano de Intervenção pelo proprietário ou responsável pela elaboração em conjunto com o Comandante da Fração de Bombeiros mais próxima. Exercícios simulados envolvendo os Órgãos Públicos de emergência e Planos de auxílio mútuo .

4 – Definições D .Tabela de percentual de composição da Brigada de Incêndio cálculo para 2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas B .12 BRIGADA DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Currículo básico do curso de formação da Brigada de Incêndio C .Questionário de avaliação de bombeiro profissional civil 5 – Procedimentos .IT .Questionário de avaliação de brigadista.

190-000 Site: www. NBR 5419 . NBR 9077 .bombeiros.Registro de atividades de bombeiros.br 1 OBJETIVO 1.Bairro Centro CEP 30.Bombeiro profissional civil.1 Esta instrução técnica estabelece as condições mínimas para a formação.gov.gov. NBR 14277 .Extintor de incêndio classe A – Ensaio de fogo em engradado de madeira.Sistema de proteção contra descargas atmosférica.Veículos para atendimento a emergências médicas e resgate. Obs: Há casos especiais para base de cálculo.Programa de brigada de incêndio. ou seja. NBR 13860 . NBR 14023 . 5 PROCEDIMENTOS 5.Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio. Decreto Estadual nº 44. NBR 14096 . 355 . de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Exemplo: Prédios residenciais necessitam treinar todos funcionários do condomínio e um morador (ou empregado) por pavimento.1 Composição da brigada de incêndio 5. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta instrução técnica.130. NBR 14608 . 2ª Condição: Se a população fixa (PF) for menor que 10 pessoas: Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 12 BRIGADA DE INCÊNDIO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.270.mg.1 A brigada de incêndio deve ser composta pela população fixa e o percentual de cálculo do anexo A. NBR 9443 .Saída de emergência em edifícios.Extintor de incêndio classe B – Ensaio de fogo em líquido inflamável. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 14276 .1.Viaturas de combate a incêndio . de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Campo para treinamento de combate a incêndio. o qual o número de brigadista está descrito na tabela do anexo A. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. que é obtido levando-se em conta o grupo e a divisão de ocupação da planta. NBR 145610 . aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. NBR 9444 .br Email: dat3@cbmmg.mg. aquela que regularmente permanece na edificação. 2 APLICAÇÃO Esta instrução técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco enquadradas na tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. conforme condições descritas a seguir: 1ª Condição: Determinar população fixa da edificação. Augusto de Lima. treinamento e reciclagem da brigada de incêndio para atuação em edificações e áreas de risco no estado de Minas Gerais.

ou seja: Número de brigadista = PF x % C1 do anexo A (“até 10”). o número de brigadistas deve ser calculado levando-se em conta o grupo de ocupação de maior risco. 10 x 40% = 4.2 Para os números mínimos de brigadistas.4 Quando em uma planta houver mais de um grupo de ocupação.10) x 7% = 5 + 106 x 7% = 5 + 7. 2º Passo: Em seguida pegaremos a população fixa e subtraímos de 10 pessoas. Exemplo: planta com duas edificações.1. Obs: Portanto. 4º Passo: Portanto. ou seja: Número de brigadistas = [10 x % C1] + [(PF – 10) x % C2].1.9 Nº de brigadistas por pavimento = 4 pessoas Área industrial População fixa = 116 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (116 . ou seja.42 Nº de brigadistas por pavimento = 13 pessoas Nº total de brigadistas (área administrativa + área industrial) No total de brigadistas = (6 x 3) + 13 = 18 + 13 = 31 Nº total de brigadistas = 31 pessoas .6 Nº de brigadistas por pavimento = 4 pessoas 5. % C1 = porcentagem de cálculo da coluna 1 da tabela do anexo A. onde: Número de brigadistas = Número de brigadistas por pavimento ou compartimento.63 = 5. para dimensionamento do número de brigadista quando à população fixa for maior que 10 pessoas. o número de brigadista será a soma do valor obtido no 1º passo com o valor obtido no 3º passo. 1º Passo: Aplicar a porcentagem da coluna 1 (até 10) do anexo A para as primeiras 10 pessoas. 60 – 10 = 50 pessoas. deve-se prever os turnos. deve-se proceder conforme exemplo: Ex.1.42 Nº de brigadistas por pavimento = 13 pessoas Nº total de brigadistas (área administrativa + área industrial) No total de brigadistas = (4 x 3) + 13 = 12 + 13 = 25 No total de brigadistas = 25 pessoas b) edificações sem compartimentação dos pavimentos e sem isolamento dos riscos. ou seja. ou seja. calcula-se o número de brigadistas separadamente por grupo de ocupação: Área administrativa População fixa = 19 pessoas por pavimento (três pavimentos) Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 30% + (19-10) x 10% = 3 + 0.: Edificação com ocupação de agência bancária (D-2) tendo uma população fixa de 60 pessoas.42 = 12. se as unidades forem compartimentadas e os riscos forem isolados. sendo a primeira uma área de escritórios com três pavimentos e 19 pessoas por pavimento e a segunda uma indústria de médio potencial de risco com um pavimento e 116 pessoas: a) edificações com pavimentos compartimentados e riscos isolados. multiplicamos este valor de porcentagem da coluna 2 (acima de 10) do anexo A. Nº brig = [10 x 40%] + [(60 – 10) x 10%] Nº brig = 4 + (50 x 10%) Nº brig = 4 + 5 = 9 brigadistas 5. 3º Passo: Com o resultado obtido no 2º passo. 4 + 5 = 9. considerando os turnos de trabalho. ou seja. Exemplo: Loja População fixa = 9 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = (9 x 40%) = 3. 50 x 10% = 5.10) x 7% = 5 + 106 x 7% = 5 + 7. PF (população fixa) = número de pessoas que permanecem regularmente na edificação.3 Sempre que o resultado obtido do cálculo do número de brigadistas por pavimento for fracionário.63 Nº de brigadistas por pavimento = 6 pessoas Área Industrial População fixa = 116 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (116 . deve-se arredondá-lo para mais. 5.9 = 3. 3ª Condição: Se a população fixa for maior que 10 pessoas: = [(população fixa por pavimento de 10 pessoas) x (% de cálculo da coluna 1 do anexo A)] + [(população fixa por pavimento menos 10 pessoas) x (% de cálculo da coluna 2 (C2) do anexo A)]. % C2 = porcentagem de cálculo da coluna 2 da tabela do anexo A. O número de brigadistas só é calculado por grupo de ocupação. calcula-se o número de brigadistas por meio do grupo de ocupação de maior risco: No caso utiliza-se o grupo da área industrial Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Área administrativa População fixa = 19 pessoas por pavimento (três pavimentos) Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (19-10) x 7% = 5 + 9 x 7% = 5 + 0.Número de brigadistas por pavimento ou compartimento = [população fixa por pavimento] x [% e cálculo da coluna 1 (C1) do anexo A (coluna “até 10”)]. a natureza de trabalho e os eventuais afastamentos.42 = 12.

5. preferencialmente dissertativa. devem ter um líder por pavimento/compartimento e um chefe da brigada para cada edificação. com mais de um pavimento/compartimento. das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares. ou quando houver alteração de 50% dos membros da Brigada.4 Programa do curso de formação de brigada de incêndio 5. É escolhido dentre os brigadistas que tenham sido aprovados no processo seletivo. devidamente registrado no Conselho Regional competente ou no Ministério do Trabalho e os militares as Forças Armadas. devem freqüentar curso com carga horária mínima de 12 horas. d) nome. 5.1. no mínimo.1 Os candidatos a brigadista. que devem ser coordenados pelo coordenador geral da brigada (ver exemplo 3).2.4. e a avaliação prática é realizada de acordo com o desempenho do aluno nos exercícios realizados.5. expedido por profissional habilitado.6 O profissional habilitado na formação de brigada de incêndio é toda pessoa com formação Técnico de Segurança do Trabalho. c) inspeção geral das rotas de fuga. 5. b) preferencialmente possuir experiência anterior como brigadista.1 Ações de prevenção: a) avaliação dos riscos existentes.4.1 Brigada de incêndio A brigada de incêndio deve ser organizada funcionalmente como segue: a) Brigadistas: membros da brigada que executam as atribuições de 5.5. d) as empresas que possuem em sua planta mais de uma edificação. b) alarme/abandono de área. . selecionados conforme o item 5. 5. com 2º grau completo e que possua especialização em prevenção e combate a incêndio (carga horária mínima 60 horas-aulas) e Emergências Médicas (carga horária mínina de 40 horasaulas). b) Líder: responsável pela coordenação e execução das ações de emergência em sua área de atuação (pavimento/compartimento). 5. 5. d) Coordenador geral: responsável geral por todas as edificações que compõem uma planta. 8 horas conforme anexo B. conforme parte B do anexo B.4.4.2 Ações de emergência: a) identificação da situação.5.4. será facultada a parte teórica. habilitação e registro do instrutor. principalmente os riscos inerentes ao grupo de ocupação.5. 5.5 A composição da brigada de incêndio deve levar em conta a participação de pessoas de todos os setores. d) elaboração de relatório das irregularidades encontradas. c) as empresas que possuem em sua planta somente uma edificação. sendo a parte prática de. devem ter um líder que deve coordenar a brigada (ver exemplo 1). e) encaminhamento do relatório aos setores competentes.2 Critérios básicos para seleção de candidatos a brigadista Os candidatos a brigadista devem atender preferencialmente aos seguintes critérios básicos: a) permanecer na edificação. c) Chefe da brigada: responsável por uma edificação com mais de um pavimento/compartimento.4.3 Organização da brigada 5.5.Caso nenhum candidato atenda aos critérios básicos relacionados. a carga horária total deve ser de 4 horas. deverá ser realizado novo treinamento nos termos do item 5. d) possuir bom conhecimento das instalações.7 A avaliação teórica é realizada na forma escrita.2 O curso deve enfocar.4.3. que é coordenado pelo chefe da brigada dessa edificação (ver exemplo 2). conforme parte A do anexo B. É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo. 5.5 Atribuições da brigada de incêndio 5. desde que o brigadista seja aprovado em pré-avaliação com 70% de aproveitamento.3 A periodicidade do treinamento do brigadista deve ser de no máximo 02 (dois) anos.4 Aos componentes da brigada que já tiverem freqüentado o curso anterior. b) inspeção geral dos equipamentos de combate a incêndio. f) orientação à população fixa e flutuante. devem ser selecionados aqueles que atendam ao maior número de requisitos. 5. com mais de um pavimento/compartimento.1 No certificado do brigadista devem constar os seguintes dados: a) nome completo do treinando com Registro Geral (RG). f) ser alfabetizado. Findo esse prazo.1. c) período de treinamento. e) citar que o certificado está em conformidade com esta instrução técnica. Exceção para o grupo A e divisões G-1 e G-2. e) ter responsabilidade legal. Nota . devem ter um líder para cada pavimento/compartimento. enfocando apenas a parte de prevenção e combate a incêndio e fazendo 2 horas práticas de combate a incêndio. 5. b) as empresas que possuem em sua planta somente uma edificação com apenas um pavimento/compartimento.4.2 Organograma da brigada de incêndio a) o organograma da brigada de incêndio da empresa varia de acordo com o número de edificações. É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo. c) possuir boa condição física e boa saúde. o número de pavimentos em cada edificação e o número de empregados em cada pavimento/compartimento. g) exercícios simulados.3. b) carga horária. 5. 5.5 Aqueles que concluírem o curso com aproveitamento mínimo de 70% na avaliação teórica e prática receberão certificado de brigadista.4. 5.

no mínimo um exercício simulado no estabelecimento ou local de trabalho com participação de toda a população. conforme comunicação preestabelecida.2 Reuniões extraordinárias Após a ocorrência de um sinistro ou quando identificada uma situação de risco iminente.8 Procedimentos complementares 5. quando necessário. que podem ser priorizados ou realizados simultaneamente.2 Análise da situação Após o alerta. b) o brigadista deve utilizar constantemente em lugar visível um crachá que o identifique como membro da Brigada. i) falhas de equipamentos. 5.6 Confinamento do sinistro Evitar a propagação do sinistro e suas conseqüências. deve ser estabelecido previamente um sistema de comunicação entre os .6. a uma distância mínima de 100 m do local do sinistro. 5. k) encaminhamento do formulário ao Corpo de Bombeiros para atualização de dados estatísticos. b) tempo gasto no abandono. qualquer pessoa pode alertar. os ocupantes e os brigadistas. d) corte de energia.Plano de Auxílio Mútuo). j) falhas operacionais. onde são discutidos os seguintes assuntos: a) funções de cada membro da brigada dentro do plano.1 Deverá ser apresentada ao Corpo de Bombeiros com antecedência de 30 (trinta) dias. 5. Imediatamente após o simulado. da área ou geral. permanecendo até a definição final. 5. b) condições de uso dos equipamentos de combate a incêndio. d) atualização das técnicas e táticas de combate a incêndio. de modo a garantir os trabalhos de emergência e evitar que pessoas não autorizadas adentrem ao local.2 Comunicação interna e externa a) nas plantas em que houver mais de um pavimento. 5.10 Com a chegada do Corpo de Bombeiros. f) controle do pânico. desde o início até o final do sinistro.11 Para a elaboração dos procedimentos básicos de emergência deve-se consultar o fluxograma constante no Exemplo 4 do Organogramas de brigadas de incêndio. a solicitação para acompanhamento do simulado. mantendo ou restabelecendo suas funções vitais com SBV (Suporte Básico da Vida) e RCP (Reanimação Cardio-Pulmonar) até que se obtenha o socorro especializado.7.5 Abandono de área Proceder ao abandono da área parcial ou total. c) apresentação de problemas relacionados à prevenção de incêndios encontrados nas inspeções para que sejam feitas propostas corretivas. h) instrução de abandono de área com segurança. acionar o Corpo de Bombeiros e apoio externo.7. j) preenchimento do formulário de registro de trabalho dos bombeiros.7. 5. f) outros assuntos de interesse.6. Deve ser elaborada ata na qual conste: a) horário do evento.6 Procedimentos básicos de emergência 5.8. 5.c) acionamento do Corpo de Bombeiros e/ou ajuda externa. removendo para local seguro.7.7 Controle do programa de brigada de incêndio 5. Havendo necessidade. 5.1 Alerta Identificada uma situação de emergência. de acordo com o número de brigadistas e os recursos disponíveis no local.6. 5. f) comportamento da população. h) ajuda externa (PAM . sinalizando a existência da brigada de incêndio e indicando seus integrantes com suas respectivas localizações.6. com o objetivo de propor medidas corretivas para evitar a repetição da ocorrência. e) alterações ou mudanças do efetivo da brigada. l) demais problemas levantados na reunião. e) atuação da brigada.3. g) participação do Corpo de Bombeiros e tempo gasto para sua chegada. a brigada deve ficar a sua disposição. bloco ou edificação. fazer uma reunião extraordinária para discussão e providências a serem tomadas. 5. g) combate ao princípio de incêndio. 5.6.6.8.7 Isolamento da área Isolar fisicamente a área sinistrada. e desencadear os procedimentos necessários. quadros de aviso ou similar. a cada 12 meses. 5.8 Extinção Eliminar o sinistro.9 Investigação Levantar as possíveis causas do sinistro e suas conseqüências e emitir relatório para discussão nas reuniões extraordinárias. c) no caso de uma situação real ou simulado de emergência. com registro em ata. i) recepção e orientação ao Corpo de Bombeiros. c) tempo gasto no retorno. quando possível ou necessário.3 Primeiros socorros Prestar primeiros socorros às possíveis vítimas.6.6. o brigadista deve usar braçadeira. deve ser realizada uma reunião extraordinária para avaliação e correção das falhas ocorridas.6. a brigada deve analisar a situação.3 Exercícios simulados Deve ser realizado.6. 5.4 Corte de energia Cortar. colete ou capacete para facilitar sua identificação e auxiliar na sua atuação. 5.6. 5. d) tempo gasto no atendimento de primeiros socorros. 5. e) primeiros socorros.1 Reuniões ordinárias Devem ser realizadas reuniões mensais com os membros da brigada. 5. por meio de meios de comunicação disponíveis. As decisões tomadas são registradas em ata e enviadas às áreas competentes para as providências pertinentes. setor. restabelecendo a normalidade.1 Identificação da brigada a) devem ser distribuídos em locais visíveis e de grande circulação. a energia elétrica dos equipamentos.

1 Os integrantes da brigada de incêndio podem ser avaliados pelo Corpo de Bombeiros.1.6.8.4 Ponto de encontro Devem ser previstos um ou mais pontos de encontro dos brigadistas.brigadistas. devendo priorizar o(s) local(is) sinistrado(s). 5. 5.9.2. deve ser avaliado outro bombeiro e caso este também não acerte o mínimo estipulado acima. para estes casos. .8. b) essa comunicação pode ser feita por meio de telefones. etc. O avaliado deve acertar no mínimo 4 (quatro) das perguntas feitas. quadros sinópticos.3 Ordem de abandono O responsável máximo da brigada de incêndio (Coordenador geral. por turno de 24 horas.10. terão decréscimo na proporção de 20% na quantidade mínima de brigadistas.1 Recomenda-se. que execute exclusivamente serviços de prevenção e proteção contra incêndio. durante as vistorias técnicas. nos parâmetros da NBR 14096 .3 As edificações que possuem bombeiro profissional civil. alto-falantes.8.9 Avaliação 5. 5. desde que o bombeiro profissional ministre treinamento periódico ao demais funcionários. conforme o caso) determina o início do abandono.5 A edificação que possuir posto de bombeiro interno. 5.10 Disposições finais 5. a fim de facilitar as operações durante a ocorrência de uma situação real ou simulado de emergência. até o limite de 60%.4 A formação e reciclagem do bombeiro profissional civil devem atender as exigências da NBR 14608 da ABNT. 5. se faz necessário que essa pessoa seja devidamente treinada e que esteja instalada em local seguro e estratégico para o abandono. de acordo com o anexo C desta instrução técnica.1 Para esta avaliação. sistemas de alarme.2. nos parâmetros desta IT.9. 5. deve ser avaliado outro brigadista e caso este também não acerte o mínimo estipulado acima. 5.5 Grupo de apoio O grupo de apoio é formado com a participação da Segurança Patrimonial de eletricistas. encanadores. Quando isto não ocorrer. com efetivo mínimo de 5 (cinco) bombeiros profissionais civis (por turno de 24 horas) e viatura de combate a incêndio devidamente equipada. Quando isto não ocorrer.poderá ficar isenta da brigada de incêndio. 5.9.10. computados. o vistoriador deve escolher um brigadista e fazer 6 (seis) perguntas dentre as 23 (vinte e três) constantes do anexo C.2 Os bombeiros profissionais civis. telefonistas e técnicos especializados na natureza da ocupação. c) caso seja necessária à comunicação com meios externos (Corpo de Bombeiros ou Plano de Auxílio Mútuo) a telefonista ou o rádio-operador é a (o) responsável por ela.10. deve ser exigido um novo treinamento.10.1 O descumprimento dos requisitos estabelecidos por esta instrução técnica será motivo para o órgão técnico do Corpo de Bombeiros não fornecer ou cassar o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).9. o(s) setor(es) próximo(s) e o(s) local(is) de maior risco. de acordo com o anexo D desta instrução técnica. 5. devem ser avaliados pelo Corpo de Bombeiros.10. para distribuição das tarefas conforme 5. Chefe da brigada ou Líder.Viaturas de combate a incêndio . durante as vistorias técnicas. o(s) pavimento(s) superior(es) a este(s).1 Para esta avaliação. Para tanto. o vistoriador deve escolher um bombeiro civil e fazer 8 (oito) perguntas dentre as 30 (trinta) constantes do anexo D. as edificações especificadas nas disposições constantes no anexo A e nas subdivisões da tabela 7. sistemas de som interno. do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. 5.2 Ficam isentas da exigência de brigada de incêndio. a permanência de pessoas capacitadas a operar os equipamentos de combate a incêndios existentes na edificação. para cada bombeiro. interfones. 5.10. 5. deve ser exigida a reciclagem nos termos da NBR 14608. rádios. O avaliado deve acertar no mínimo 3 (três) das perguntas feitas. 5.

a primeira com três pavimentos e dois brigadistas por pavimento. LÍDER BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA Exemplo 2: Empresa com uma edificação. três pavimentos e três brigadistas por pavimento. CHEFE DA BRIGADA LÍDER LÍDER LÍDER BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA Exemplo 3: Empresa com duas edificações. e a segunda com um pavimento e quatro brigadistas por pavimento. um pavimento e cinco brigadistas.Exemplos de organogramas de brigadas de incêndio: Exemplo 1: Empresa com uma edificação. C O O R D EN ADO R G ER AL C HEFE D A BR IG AD A CH EFE D A BR IG AD A LÍD ER LÍD ER LÍD ER LÍD ER BR IG AD IST A BR IG AD IST A BR IG ADIST A BR IG ADIST A BR IG AD IST A BR IG AD IST A .

não Há vítimas? não Há incêndio? sim sim não Há necessidade de socorro? não Há necessidade de cortar a energia elétrica? sim CORTE DE ENERGIA não Há necessidade de abandono de área? sim ABANDONO ÁREA DE não Há necessidade de isolamento de área? sim ISOLAMENTO DE ÁREA não Há necessidade de confinamento da área? sim CONFINAMENTO DA ÁREA não Há necessidade de combate? sim PRIMEIROS SOCORROS sim COMBATE AO INCÊNDIO não Há necessidade de remoção? sim O sinistro foi controlado? não Socorro especializado sim INVESTIGAÇÃO Cópia para os setores responsáveis Elaboração de relatório Cópia para arquivo Fim . não Há emergência? sim Acionamento do Corpo de Bombeiros e apoio externo Procedimentos necessários.Exemplo 4: Fluxograma de procedimento de emergência da brigada de incêndio (recomendação) Início ALERTA Análise da situação.

ANEXO A Percentual de cálculo para composição da brigada de incêndio População fixa por pavimento Acima de 10 Grupo A Residencial B Serviço de Hospedagem Divisão Descrição A-1 Habitação unifamiliar A-2 A-3 B-1 B-2 C-1 Habitação multifamiliar Habitação coletiva (*) Hotel e assemelhado Hotel residencial (**) Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem baixa carga de incêndio Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem média carga de incêndio Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem alta carga de incêndio Local para prestação de serviço profissional ou condução de negócios Até 10 Isento Fazem parte da brigada de incêndio todos os funcionários da edificação 50% 10% 50% 10% 50% 10% 40% 40% 50% 30% 5% 5% 20% 10% C Comercial C-2 C-3 D-1 D-2 D Serviço profissional Agência bancária Serviço de reparação (exceto os classificados em G e I) 40% 10% D-3 40% 10% D-4 Laboratório 40% 10% E Educacional e cultura física E-1 E-2 E-3 E-4 E-5 E-6 F-1 F-2 F-3 F-4 Escola em geral Escola especial Espaço para cultura física Centro de treinamento profissional Pré-escola Escola para portadores de deficiências Local onde há objeto de valor inestimável Local religioso e velório Centro esportivo e de exibição Estação e terminal de passageiro Arte cênica e auditório F Local de Reunião Pública F-5 40% 20% 40% 20% 40% 20% 40% 20% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa 60% 20% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa 60% 20% 40% 10% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 Clube social e diversão Construção provisória Local para refeição Recreação pública Exposição de objetos e animais .

(**) Na divisão H-5 o índice aplica-se somente aos funcionários da edificação.Garagem sem acesso de público e sem Faz parte da brigada de incêndio abastecimento toda a população fixa Garagem com acesso de público e sem Faz parte da brigada de incêndio G-2 G abastecimento toda a população fixa Serviço automotivo Faz parte da brigada de incêndio G-3 Local dotado de abastecimento de combustível toda a população fixa G-4 Serviço de conservação. edificações das forças 30% 10% H-4 institucional armadas e policiais Faz parte da brigada de incêndio Local onde a liberdade das pessoas sofre H-5 todos os funcionários da restrições edificação H-6 Clínica e consultório médico e odontológico 40% 20% Todo tipo de atividade industrial (baixa carga I-1 40% 5% incêndio) I Todo tipo de atividade industrial (média carga I-2 50% 7% Indústria incêndio) Todo tipo de atividade industrial (alta carga I-3 60% 10% incêndio) J-1 Depósitos de material incombustível 40% 10% J-2 Todo tipo de depósito (baixa carga incêndio) 40% 10% J J-3 Todo tipo de depósito (média carga incêndio) 50% 20% Depósito Faz parte da brigada de incêndio J-4 Todo tipo de depósito (alta carga incêndio) toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio L-1 Comércio toda a população fixa L Faz parte da brigada de incêndio L-2 Indústria Explosivos toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio L-3 Depósito toda a população fixa M-1 Túnel Isento M-2 Parque de tanque 60% 10% Faz parte da brigada de incêndio M M-3 Central de comunicação e energia toda a população fixa Especial M-4 Propriedade em transformação 30% 5% M-5 Processamento de lixo 50% 7% M-6 Terra selvagem Isento (*) Na divisão A-3 não se aplica o índice à população fixa com idade acima de 60 anos e abaixo de 18 anos. G-1 . manutenção e reparos 50% 10% H-1 Hospitais veterinários e assemelhados 50% 10% Faz parte da brigada de incêndio Local onde pessoas requerem cuidados especiais H-2 todos os funcionários da por limitações físicas ou mentais edificação H H-3 Hospital e assemelhado. 60% 20% Serviço de saúde e Repartição pública.

Conhecer os métodos e suas aplicações.ANEXO B Currículo básico do curso de formação de brigada de incêndio OBJETIVO: Proporcionar aos alunos conhecimentos básicos sobre prevenção. remoção e iluminação 09 Equipamentos de Tipos e funcionamento Conhecer os meios mais comuns de sistemas e detecção. crianças e bebês. EPI. 13 RCP (Reanimação Cardio. 02 Teoria do fogo 03 Propagação do fogo 04 Classes de incêndio 05 Métodos de extinção 06 Ventilação Conhecer os métodos e técnicas de ventilação de ambientes em chamas e sua importância. responsabilidades e comportamento do brigadista. Conhecer as classes de incêndio. Conhecer o tetraedro do fogo. corte. B – Parte Prática Módulo 01 Prática 02 Prática Assunto Combate a incêndios Primeiros Socorros Objetivos Praticar as técnicas de combate a incêndio.7. PQS. Conhecer os equipamentos suas aplicações e a incêndio mangueiras e acessórios.4. suas características e espumas e outros aplicações.Ventilação artificial e Conhecer as técnicas de RCP com 1 e 2 Pulmonar) compressão cardíaca externa socorristas para adultos. C – Avaliação Módulo 01 Avaliação Assunto Geral Objetivos Avaliar individualmente os alunos conforme descrito no item 5. 08 Equipamentos de combate Extintores. . além de técnicas de primeiros socorros. alarme e manuseio. 14 Hemorragias Classificação e tratamento Reconhecimento e técnicas de hemostasia em hemorragias externas. pontos de encontro e chamada e controle de pânico.Parte Teórica Módulo 01 Introdução Assunto Objetivos do curso e o brigadista Combustão e seus elementos Condução. comunicações 10 Abandono de área Procedimentos Conhecer as técnicas de abandono de área. hidrantes. 07 Agentes extintores Água (jato/neblina). INSTRUTORES E AVALIADORES: Profissionais habilitados. Conhecer os agentes. isolamento e extinção de princípios de incêndio. irradiação e convecção Classificação e características Isolamento. resfriamento e extinção química Técnicas de ventilação Objetivos Conhecer os objetivos gerais do curso. em local adequado. Praticar as técnicas dos módulos 11 a 14 da parte A. TURMAS: Composta de no máximo 20 alunos. abandono de local com sinistro. saída organizada. 11 Análise de vítimas Avaliação Primária Conhecer as técnicas de exame primário (sinais vitais) 12 Vias aéreas Causas de obstrução e Conhecer os sintomas de obstruções em adultos. CO2. A . liberação crianças e bebês conscientes e inconscientes. arrombamento. manuseio. abafamento. Conhecer os processos de propagação do fogo.

As perguntas devem estar limitadas aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. esguicho proporcionador ou câmara de aplicação: CERTO ERRADO 11 – Cite três elementos que formam o tetraedro do fogo: CERTO ERRADO 12 – Quais são os métodos de extinção do fogo? CERTO ERRADO 13 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe A? CERTO ERRADO . aos integrantes da brigada de incêndio que constam no atestado fornecido. quando o brigadista errar ou não responder.ANEXO C Questionário de Avaliação de Brigadista O presente questionário deve ser aplicado durante a realização das vistorias. 1 – Quantas escadas de segurança existem na edificação? CERTO ERRADO 2 – As portas corta-fogo de uma escada de segurança podem permanecer abertas? CERTO 3 – Onde se localiza a central de alarme? CERTO ERRADO ERRADO 4 – Onde se localiza a central de iluminação de emergência? CERTO ERRADO 5 – Onde se localiza a central de deteção de incêndio? CERTO ERRADO 6 – Solicitado para que apontasse um detector de incêndio instalado na edificação: CERTO ERRADO 7 – Solicitado para que apontasse um acionador manual do sistema de alarme instalado na edificação: CERTO ERRADO 8 – Qual a cor da tubulação do sistema de hidrantes? CERTO ERRADO 9 – Solicitado que demonstrasse a forma de acionamento de um hidrante existente na edificação: CERTO ERRADO 10 – Solicitado que demonstrasse a forma de funcionamento do sistema de espuma por meio de aparelho entre linhas. O bombeiro vistoriador deve assinalar CERTO. quando a resposta estiver correta e ERRADO.

:_________________________________________ Nº Vistoria:_______________ Nº Proposta:______________ Nome do avaliado (1) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Nome do avaliado (2) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Data:____/____/_________ ___________________________________ Avaliado (1) _______________________________ Avaliado (2) ____________________________________ Vstoriador (Avaliador) ______________________________ Testemunha .Perguntado sobre os procedimentos de teste do funcionamento do sistema de chuveiros automáticos: CERTO ERRADO 22.Qual o procedimento para se efetuar a troca de um bico de chuveiro automático? CERTO ERRADO 23.Como é o acionamento manual do sistema fixo de gás (CO2 ou outros)? CERTO ERRADO Ocupação: _____________________End.14 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe B? CERTO ERRADO 15 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe C? CERTO ERRADO 16 – Solicitado que demonstrasse a forma de utilização de um extintor de incêndio existente na edificação: CERTO ERRADO 17 – Qual o telefone para acionamento do Corpo de Bombeiros? CERTO ERRADO 18 – Qual a seqüência para análise primária de uma vítima? CERTO ERRADO 19 – Como deve ser a RCP em um adulto atendido por um único socorrista? CERTO ERRADO 20 – Onde se localiza a chave geral de energia elétrica da edificação? CERTO ERRADO 21.

a partir do hidrante. quando operada por uma única pessoa: CERTO ERRADO 12 – Mostre na edificação a localização da bomba de incêndio: CERTO ERRADO 13 – Explique qual o procedimento para se efetuar a troca de um bico de chuveiro automático: CERTO ERRADO 14 – Qual a seqüência da análise primária de uma vítima? .ANEXO D Questionário de avaliação de bombeiro profissional civil O presente questionário deve ser aplicado durante a realização das vistorias. O bombeiro vistoriador deve assinalar CERTO. aos bombeiros profissionais civis que trabalham na edificação. como deve ser armada uma linha de combate a incêndio. As perguntas devem estar limitadas aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. 1 – Quais os elementos que formam o tetraedro do fogo? CERTO 2 – Quais os métodos de extinção do fogo? CERTO ERRADO ERRADO 3 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe C? CERTO ERRADO 4 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe A? CERTO ERRADO 5 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe B? CERTO ERRADO 6 – Quais as temperaturas ou pontos do fogo? CERTO ERRADO 7 – Para que serve a válvula de recalque instalada na calçada da edificação? CERTO ERRADO 8 – Cite dois cuidados que se deve ter com as mangueiras de incêndio: CERTO ERRADO 9 – Cite qual o número de telefone usado para acionamento do Corpo de Bombeiros: CERTO ERRADO 10 – Demonstre a forma de utilização de um extintor de incêndio de CO2 : CERTO ERRADO 11 – Demonstre. quando o brigadista não souber a resposta. quando a resposta estiver correta e ERRADO.

Para que serve a válvula de governo e alarme do sistema de chuveiro automático? CERTO ERRADO 29.CERTO ERRADO 15 – Demonstre o emprego do respirador manual (ambu) em uma vítima com parada respiratória: CERTO ERRADO 16 – Descreva dois sintomas de uma vítima com ataque cardíaco: CERTO ERRADO 17 – Demonstre a aplicação de massagem cardíaca e respiração em um adulto com auxílio do respirador manual (ambu): CERTO ERRADO 18 – Como se procede a RCP em uma vítima atendida por dois socorristas? CERTO ERRADO 19 – Como deve ser tratada uma vítima com hemorragia venosa no braço? CERTO ERRADO 20 – Cite dois cuidados que se devem ter com uma vítima de queimadura de 2º grau: CERTO ERRADO 21.Onde se localiza o barrilete do sistema de combate a incêndio da edificação? CERTO ERRADO 27.cite duas providências que devem ser tomadas em caso de vítima de choque elétrico: CERTO ERRADO 23.Para que serve o sistema de pressurização em escada de emergência? CERTO ERRADO 25.Demonstre a colocação da máscara autônoma contra gases: CERTO ERRADO .Como deve ser tratada uma vítima de ataque epiléptico? CERTO ERRADO 22.Qual a primeira providência a ser tomada antes da retirada de uma pessoa retida em um elevador? CERTO ERRADO 28.O que significa um X junto ao número da ONU numa placa de identificação de produtos perigosos? CERTO ERRADO 24.O que significa um extintor com capacidade 2A e 20B? CERTO ERRADO 26.

:_________________________________________ Nº Vistoria:_______________ Nº Proposta:______________ Nome do avaliado (1) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Nome do avaliado (2) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Data :____/____/_________ ______________________________ Avaliado (1) ______________________________ Avaliado (2) ______________________________ Vistoriador(Avaliador) ______________________________ Testemunha .30.Explique dois processos para se efetuar ventilação em um ambiente tomado por fumaça: CERTO ERRADO Ocupação: _____________________End.

IT .13 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

conforme NBR 6150.4.2 Adota-se a NBR 10898 .INSTRUÇÃO TÉCNICA – 13 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.270.4 Quando a tomada de ar externa for realizada por meio de duto.1.4 A distância máxima entre dois pontos de iluminação de aclaramento deve ser de 15m ponto a ponto. 5.br Email: dat3@cbmmg. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.Saída de Emergência em Edificações. 5 PROCEDIMENTOS 5. 5. quando instaladas a menos de 2. 5. 5.1 Deve-se garantir acesso controlado e desobstruído desde a área externa da edificação até o grupo motogerador.5 As luminárias de aclaramento (ou de ambiente). ventilado e que não ofereça risco de acidentes aos usuários. deverá ser garantido que a tomada de ar frio seja realizada sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio.Bairro Centro CEP 30.mg. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5.mg. o GMG deve ser instalado em compartimento resistente ao fogo por 2 horas.1 Outro distanciamento entre pontos poderá ser aceito desde que atenda a NBR 10898.Sistema de iluminação de emergência.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica. devem ser instalados em local não acessível ao público. 355 .3 Na condição acima descrita.1 Na impossibilidade de reduzir a tensão de alimentação das luminárias. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E 4. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. com acesso protegido por PCF (P90). 5. aplicam-se as definições constantes da IT 02 .130.5 m de altura e as luminárias de balizamento (ou de sinalização).190-000 Site: www.5.1.1 Grupo Moto-Gerador (GMG) 5.Sistema de iluminação de emergência IT 08 . este deve ser construído ou protegido por material resistente ao fogo por 2 horas. para o seu perfeito funcionamento. sem risco de incêndio. 2. levando-se em consideração o disposto na NBR 10898/1999. bem como seus comandos. naquilo que não contrariar o disposto nesta Instrução Técnica.1. pode ser utilizado um Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.1. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão 4 DEFINIÇÕES . Decreto Estadual nº 44.Terminologia de Proteção contra incêndio e Pânico.gov. NBR 10898 .2 Os componentes da fonte de energia centralizada de alimentação de iluminação de emergência.3 No caso de instalação aparente. a tubulação e as caixas de passagem devem ser metálicas ou em PVC rígido antichama.bombeiros. 5.1 Esta Instrução Técnica se aplica às edificações e áreas de risco onde é exigido o sistema de iluminação de emergência. devem ter tensão máxima de alimentação de 30 volts. 5.Eletroduto de PVC rígido – Especificação. 5.gov. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais 2 APLICAÇÃO 2. NBR 6150 .br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições necessárias para o projeto e instalação do sistema de iluminação de emergência em edificações e áreas de risco. Augusto de Lima.2 No caso de grupo moto-gerador instalado em local confinado.

poderá exigir que os equipamentos utilizados no sistema de iluminação de emergência sejam devidamente certificados por órgão competente. na vistoria. . 30 mA com disjuntor 5.6 O CBMMG.interruptor diferencial de termomagnético de 10 A.

IT .14 SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

bombeiros.1 O Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico de sistemas de detecção e alarme de incêndio deve conter os elementos necessários ao seu completo entendimento.3 Todo sistema deve ter duas fontes de alimentação. sendo que no regime de alarme deve ser de no mínimo 15 minutos. onde os procedimentos para elaboração do Projeto Técnico devem atender à IT 01 .Procedimentos Administrativos. 1. Decreto Estadual nº 44. esta deve ter autonomia mínima de 24 horas em regime de supervisão. NBR 13848 .Bairro Centro CEP 30. 2 APLICAÇÃO Aplica-se a todas as edificações onde se exigem os sistemas de detecção e alarme de incêndio.190-000 Site: www.gov. do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Geraise da IT 02 . na segurança e proteção de uma edificação. 5. deverá ter .mg.130. para suprimento das indicações sonoras e/ou visuais ou o tempo necessário para a evacuação da edificação. conforme Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. Augusto de Lima. NBR 11863 .1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento dos sistemas de detecção e alarme de incêndio. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 14 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.br Email: dat3@cbmmg. A principal é a rede de tensão alternada e a auxiliar é constituída por baterias ou “no-break”.Quando a fonte de alimentação auxiliar for constituída por bateria de acumuladores ou “no-break”.Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio.270. para aplicação na análise e vistoria dos projetos técnicos de proteção contra incêndio submetidos ao Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais (CBMMG). NBR 9441 . 5.Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. 355 .2 Os detalhes para execução gráfica do Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico devem atender aos procedimentos exigidos pelo Corpo de Bombeiros (CBMMG).Detectores automáticos de fumaça para proteção contra incêndio. 5 PROCEDIMENTOS 5. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução são adotadas as definições da NBR 9441.gov.br SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO 1 OBJETIVOS 1. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. de 01 de Abril 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.mg.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico. conforme IT 03 – Símbolos Gráficos para Projeto de Segurança Contra Incêndio. Quando a alimentação auxiliar for por gerador.2 Adequar o texto da NBR 9441 .Acionador manual para utilização em sistemas de detecção e alarme de incêndio.

5.4 As centrais de detecção e alarme deverão ter dispositivo de teste dos indicadores luminosos e dos sinalizadores acústicos. .1 Em locais de grande concentração de pessoas. poderá haver um pré-alarme (sinal sonoro) apenas na sala de segurança. 5. os acionadores manuais devem ser localizados junto aos hidrantes. será obrigatória a instalação de acionadores manuais. deverá ser previsto pelo menos um acionador manual em cada pavimento. caso o acionador manual do piso principal dê cobertura/caminhamento para a área do mezanino. 5.16 Os acionadores manuais instalados na edificação devem obrigatoriamente conter a indicação de funcionamento (cor verde) e alarme (cor vermelha) indicando o funcionamento e supervisão do sistema. junto à central. desde que exista brigada de incêndio na edificação. respeitadas as características técnicas da central. salões de baile.17 Nas centrais de detecção e/ou alarme é obrigatório conter um painel/esquema ilustrativo indicando a localização com identificação dos acionadores manuais ou detectores dispostos na área da edificação. caso não sejam tomadas às ações necessárias para verificar o pré-alarme da central.10 Nas edificações já construídas que não existir norma brasileira específica.8.5 da NBR 9441. etc. 5.7. os sistemas de alarme poderão seguir normas internacionais aceitas. que deve ser audível em toda edificação. 5.13 Quando houver exigência de sistema de detecção para uma edificação. 5.5 A central de alarme/detecção e o painel repetidor devem ficar em local onde haja constante vigilância humana e de fácil visualização. mediante apresentação de cópia da norma adotada (traduzida) e ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).9 Nas edificações com mais de um pavimento.8.7 A distância máxima a ser percorrida por uma pessoa.3. como pré-alarme. pode-se ainda optar por uma mensagem eletrônica automática de orientação de abandono.18 Nos locais de reunião de público. não deve ser superior a 16 (dezesseis) metros. dança. para se evitar tumulto.6 A central deve acionar o alarme geral da edificação. o alarme geral é obrigatório para toda a edificação. sendo que só será aceita essa comunicação. será obrigatória a instalação de avisadores visuais e sonoros. 5. quando houver a exigência de sistema de detecção e alarme. atendendo o item 5. 5.15 Os eletrodutos e a fiação devem atender aos itens 5. espetáculos. onde o acionador manual é opcional.1 a 5. quando a central do sistema for do tipo convencional. 5. Casos não contemplados por esta instrução e que não contrariem o Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais 5. ao invés do alarme geral. 5. Esse painel pode ser substituído por um display da central que indique a localização do acionamento. Os mezaninos estarão dispensados desta exigência. 5. quando do pedido de vistoria. exceto para ocupação da divisão F6 da tabela 1. Mesmo com o pré-alarme na central de segurança. não seja possível ouvir o alarme geral.os mesmos parâmetros de autonomia mínima prevista anteriormente. tipo: casas de show. 5. com tempo de retardo de no máximo 2 minutos.6. mas obrigatoriamente deverá ter essa supervisão na central. onde se tem naturalmente uma situação acústica elevada. 5. Caso a edificação não tenha pessoal instruído para tomar as providências necessárias (na sala de segurança ou portaria 24 horas). 5. Quando a central for do tipo inteligente. 5.11 Onde houver sistema de detecção instalado. garantindo que os detectores foram instalados de acordo com o prescrito na NBR 9441.14 Os elementos de proteção contra calor que contenham a fiação do sistema deverão ter resistência mínima de 60 minutos.8 Preferencialmente. será obrigatória também a instalação de avisadores visuais. dispensa-se a presença dos leds nos acionadores. uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) preenchida pelo responsável técnico pela instalação do sistema de detecção. em qualquer ponto da área protegida até o acionador manual mais próximo.19 Deverá ser apresentado ao Corpo de Bombeiros. devido a sua atividade sonora intensa. a central deve possuir um temporizador para o acionamento posterior do alarme geral. música. do Anexo I do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.12 Nos locais onde. discoteca. Nesses tipos de locais.3. 5. será obrigatória a instalação de detectores nos entreforros e entrepisos (pisos falsos) que contenham instalações com materiais combustíveis. danceteria.

Formas geométricas e dimensões para a sinalização de emergência B .15 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Exemplos de instalação de sinalização 4 – Definições 5 – Procedimentos gerais 6 – Procedimentos específicos .Simbologia para sinalização de emergência 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C .IT .

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 15 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Spain.br Email: dat3@cbmmg.mg.Safety colours and safety signs. que orientem as ações de combate e facilitem a localização dos equipamentos e das rotas de saída para abandono seguro da edificação em caso de incêndio. and colours. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.bombeiros.270. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.130. Augusto de Lima.2 Características da sinalização de emergência.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições exigíveis que devem satisfazer o sistema de sinalização de emergência em edificações e áreas de risco. Italy 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. Norma ISO 6309 – Fire protection – safety signs. notices and graphic symbols. 355 . Norma ISO 3864 . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. exceto residências unifamiliares. Portaria nº 204 do Ministério dos transportes – Instruções complementares ao Regulamento do Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos.1 Finalidade A sinalização de emergência tem como finalidade reduzir o risco de ocorrência de incêndio.2.gov. Directive 92/58/EEC (OJ L 245) Minimum requirements for the provision of safety and/or health signs at work Germany. Norma BS 5499-1 – Fire safety signs.1 Características básicas NBR 7500 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais. NBR 13434 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 1: Princípios de projeto – Parte 2: Símbolos e suas formas. dimensões e cores – 2004. alertando para os riscos existentes e garantir que sejam adotadas ações adequadas à situação de risco.Bairro Centro CEP 30. Decreto Estadual nº 44. 5. 5 PROCEDIMENTOS GERAIS 5. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco. Specification for fire safety signs. Norma BS 5378-1 – Safety signs Specifications for colour and design. 5.190-000 Site: www. . atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.mg.gov. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.

80 m medida do piso acabado à base da sinalização. através de pintura diferenciada. escadas.3. distanciadas em no máximo 15 m entre si. 2) informar circunstâncias específicas em uma edificação ou áreas de risco.2. saídas. distribuída em mais de um ponto dentro da área de risco.2 Características específicas a) as formas geométricas e as dimensões das sinalizações de emergência são as constantes do Anexo A. 15 m.3. distanciadas entre si em. 6. quando for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo. b) a sinalização de orientação das rotas de saída deve ser localizada de modo que à distância de percurso de qualquer ponto da rota de saída até a sinalização seja de.1 Rotas de saída Visa indicar o trajeto completo das rotas de fuga até uma saída de emergência (indicação continuada). 5.2. esta também deve ser . no máximo a 0.3.80 m medida do piso acabado à base da sinalização.3. b) indicação de obstáculos e riscos de utilização das rotas de saída. arestas de paredes e vigas. 5.1 Proibição Visa proibir e coibir ações capazes de conduzir ao início do incêndio ou ao seu agravamento.2.3. constituído por quatro categorias.1 Implantação da sinalização básica Os diversos tipos de sinalização de emergência devem ser implantados em função de características específicas de uso e dos riscos.5 Identificação de sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio Visa identificar. porém. centralizada a uma altura de 1. símbolos ou mensagens escritas.1 Sinalização de proibição A sinalização de proibição própria de segurança contra incêndio e pânico deve ser instalada em local visível e a uma altura de 1. b) as simbologias das sinalizações de emergência são as constantes do Anexo B.80 m medida do piso acabado à base da sinalização.2 Alerta Visa alertar para áreas e materiais com potencial de risco de incêndio.1. que devem ser alocados convenientemente no interior da edificação e áreas de risco. 5.3.3 Tipos de sinalização A sinalização de emergência divide-se em sinalização básica e sinalização complementar. b) as medidas de proteção contra incêndio existentes na edificação ou áreas de risco. choques elétricos e contaminação por produtos perigosos.1. 5. a saber: a) a sinalização de portas de saída de emergência deve ser localizada imediatamente acima das portas. 5. d) a lotação admitida em recintos destinados à reunião de público.2 Sinalização complementar A sinalização complementar é o conjunto de sinalização composto por faixas de cor ou mensagens complementares à sinalização básica. 15 m.3 Orientação e Salvamento Visa indicar as rotas de saída e as ações necessárias para o seu acesso e uso.1.3. Adicionalmente. das quais esta última não é dependente.3.3. bem como em função de necessidades básicas para a garantia da segurança contra incêndio na edificação (ver exemplos no Anexo C).2 Sinalização de alerta A sinalização de alerta própria de segurança contra incêndio e pânico deve ser instalada em local visível e a uma altura de 1. as tubulações e acessórios utilizados para sistemas de hidrantes e chuveiros automáticos quando aparentes. desníveis de piso. definidos nesta Instrução Técnica. explosão. e ser instalada segundo sua função. etc. c) mensagens escritas que acompanham a sinalização básica.2.3. instalações de máquinas ou equipamentos industriais e em locais destinados a estacionamento de veículos.1. 5.2. ou diretamente na folha da porta.1.1 Sinalização básica A sinalização básica é o conjunto mínimo de sinalização que uma edificação deve apresentar. no máximo.A sinalização de emergência faz uso de símbolos. onde for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo. 6.1. etc.2 Obstáculos Visa indicar a existência de obstáculos nas rotas de fuga. 5. que garanta acesso do público às rotas de saída e aos equipamentos de combate a incêndio e alarme. através de mensagens escritas. fechamento de vãos com vidros ou outros materiais translúcidos e transparentes.10 m da verga. 5. no máximo. 5. 5. nas seguintes situações: a) indicação continuada de rotas de saída. mensagens e cores. de modo que pelo menos uma delas possa ser claramente visível de qualquer posição dentro da área. em áreas utilizadas para depósito de materiais. 5. c) as circunstâncias específicas de uma edificação e áreas de risco. 6. a sinalização básica. A sinalização complementar tem a finalidade de: 1) Complementar.1.4 Equipamentos Visa indicar a localização e os tipos de equipamentos de combate a incêndios e alarme disponíveis no local. 6 PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS 6. de acordo com sua função: 5. 3) demarcar áreas para assegurar corredores de circulação destinados às rotas de saídas e acesso a equipamentos de combate a incêndio e alarme.3. tais como: pilares. 4) identificar sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio.3 Mensagens escritas Visa informar o público sobre: a) uma sinalização básica.2. conforme segue: 5. através de um conjunto de faixas de cor.3 Sinalização de orientação e salvamento A sinalização de saída de emergência própria de segurança contra incêndio e pânico deve assinalar todas as mudanças de direção. próxima ao risco isolado ou distribuída ao longo da área de risco generalizadas.4 Demarcações de áreas Visa definir um layout no piso.

e devem ser escritas na língua portuguesa. d) a mensagem escrita “SAIDA” deve estar sempre grafada no idioma português.2. depósito e locais utilizados para movimentação de mercadorias e de grande varejo. 6. concreto armado. o número de telefone da Polícia Militar (190).50 m do piso acabado à base da sinalização.2.). instalados em garagem. a) o espaçamento entre cada uma delas deve ser de até 3. e imediatamente acima do equipamento sinalizado. de forma a evidenciar o piso de descarga). aplicada horizontalmente em toda sua extensão.4 As mensagens que indicam circunstâncias específicas de uma edificação e área de risco devem ser utilizadas em placas a serem instaladas nas seguintes situações: 1) no acesso principal da edificação. a sua localização deve ser indicada a partir do ponto de boa visibilidade mais próxima. horizontalmente.2. obstáculos que dificultem ou impeçam a visualização direta da sinalização básica no plano vertical. sem no entanto. 6. 6. deve ser aplicada à sinalização a cada mudança de direção. deve-se incluir uma sinalização de saída de emergência com seta indicativa da direção do fluxo através dos símbolos (Anexo B – código S3 ou S4 na parede frontal aos lances de escadas e S5 acima da porta de saída. a sinalização deve estar a uma altura constante entre 0. com largura mínima de 0. 6. c) quando aplicada sobre o piso.80 m do piso acabado.ou. f) a abertura das portas em escadas não deve obstruir a visualização de qualquer sinalização. devem ser aplicadas. b) nas situações previstas na alínea c do item anterior. na falta de Posto de Bombeiros no Município. c) quando o equipamento encontrar-se instalado em pilar. quando utilizada.00 m e 1. protendida. atendendo os seguintes critérios: (ver exemplos no Anexo C). 2) nas situações previstas na alínea d do item anterior. verticalmente. devem ser sinalizadas todas as faces do pilar que estiverem voltadas para os corredores de circulação de pessoas ou veículos. d) elementos translúcidos e transparentes. medida do piso acabado à base da sinalização. na área de risco.2. tais como vidros.4 Sinalização de equipamentos de combate a incêndio A sinalização apropriada de equipamentos de combate a incêndios deve estar a uma altura de 1. medidas a partir das extremidades internamente consideradas.3 As mensagens escritas específicas que acompanham a sinalização básica devem se situar imediatamente adjacente à sinalização complementar.1 A sinalização complementar de indicação continuada das rotas de saída é facultativa e. c) o número do telefone de emergência para acionamento de socorro público – Corpo de Bombeiros (193) . alternadamente. deve ser aplicada sobre o piso acabado ou sobre as paredes de corredores e escadas destinadas a saídas de emergência. e) em escadas contínuas.1 Quando houver necessidade de mensagens em um ou mais idiomas. prejudicando a sua utilização. b) independente do critério anterior.0 m na linha horizontal. 6. madeira. sobre o patamar de acesso de cada pavimento. deve ser implantada também a sinalização de piso.00 m de altura). respeitado o limite máximo de 30 m.50 m do piso acabado.25 m e 0.40 m do piso acabado. instalada junto à parede. de forma que na direção de saída de qualquer ponto seja possível visualizar o ponto seguinte. a mesma sinalização deve ser repetida a uma altura suficiente para a sua visualização.2 A sinalização complementar de indicação de obstáculos ou de riscos nas circulações das rotas de saída deve ser implantada toda vez que houver uma das seguintes condições: a) desnível de piso. com largura mínima de 50mm. em todas as faces. utilizados em esquadrias destinadas a portas e painéis (com função de divisórias ou de fachadas. d) quando aplicada nas paredes. à parede direita e esquerda da rota de saída. A sinalização deve ser instalada de modo que a sua base esteja a 1. área de fabricação. b) quando a visualização direta do equipamento ou sua sinalização não for possível no plano horizontal.instalada. . etc. informando o público sobre: a) os sistemas de proteção contra incêndio (ativos e passivos) instalados na edificação.0m. indicando a direção do fluxo. Ainda: a) quando houver. além da identificação do pavimento de descarga no interior da caixa de escada de emergência.2 Implantação da sinalização complementar 6.80 m medido do piso acabado à base da sinalização. A sinalização deve incluir o símbolo do equipamento em questão e uma seta indicativa. em cor contrastante com o ambiente. c) outras saliências resultantes de elementos construtivos ou equipamentos que reduzam a largura das rotas de saída.3.2. por toda a extensão dos obstáculos. devem ser aplicados textos adicionais. podendo ser aplicada. b) rebaixo de teto. devem ser aplicadas. conforme Anexo B: a) nas situações previstas nas alíneas a e c do item anterior. c) a sinalização de identificação dos pavimentos no interior da caixa de escada de emergência deve estar a uma altura de 1. essas podem ser adicionadas. sendo que o conjunto não deve distar mais que 7. 6. substituir a mensagem na língua portuguesa. na altura constante compreendida entre 1.80 m. Caso exista a necessidade de utilização de outros idiomas. desde que não assentadas sobre muretas com altura mínima de 1.1 A sinalização complementar de indicação de obstáculos e riscos na circulação de rotas de saída deve ser instalada de acordo com os seguintes critérios: 1) faixa zebrada. devem ser aplicadas tarjas. b) a característica estrutural da edificação (metálica.10m em cada face. de tal forma a ser visualizada em ambos os sentidos da escada (subida e descida).2.2. à sinalização deve estar centralizada em relação à largura da rota de saída. a uma altura de 0. 6. d) quando se tratar de hidrante e extintor de incêndio.5 m do equipamento.1. com comprimento mínimo de 1.

b) podem possuir abertura no centro com área mínima de 0.3 Requisitos São requisitos básicos para que a sinalização de emergência possa ser visualizada e compreendida no interior da edificação ou área de risco: a) a sinalização de emergência deve destacar-se em relação à comunicação visual adotada para outros fins. em quilogramas. válvulas de governo e alarme) devem receber pintura na cor vermelha.2.6.).6. 6. 6. ser adotada outro idioma. 6.1 Para o sistema de proteção por hidrantes e chuveiros automáticos as tubulações aparentes. com comprimento mínimo de 1. podendo. deve ser indicada uma nota no projeto técnico de segurança contra incêndio e pânico referente ao . indicando o tipo. 4) próximo aos produtos armazenados. etc.6. bem como a capacidade máxima individual de cada tipo. para indicar as vagas de estacionamento de veículos em garagens ou locais de carga e descarga. em litros ou metros cúbicos. através de faixas contínuas com largura entre 0. a fim de identificar o corredor de acesso para pedestres localizado junto a: a) vagas de estacionamento de veículos. em substituição à sinalização apropriada de saída com o efeito fotoluminescente.2) no acesso principal dos recintos destinados a reunião de público. 6.6 As sinalizações complementares destinadas à identificação de sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio devem ser implantadas da seguinte forma: 6.5 As sinalizações complementares destinadas à demarcação de áreas devem ser implantadas no piso acabado. regularizada em projeto aprovado no CBMMG. separados por categoria. indicando a lotação máxima admitida. c) a sinalização de emergência deve ser instalada perpendicularmente aos corredores de circulação de pessoas e veículos. não embutidas na alvenaria (parede e piso). deve haver indicação específica no interior dos respectivos abrigos: inscrição “H” para hidrantes e “CA” ou “SPK” para chuveiros automáticos. identificado com o dístico “incêndio” – fundo vermelho com inscrição na cor branca ou amarela.2. informando o público sobre: a) os sistemas de proteção contra incêndio (ativos e passivos) instalados na área de risco. regularizados em projeto aprovado no CBMMG. bem como a capacidade máxima individual dos tanques.05 m e 0. sem bordas laterais. etc. g) os recintos destinados à reunião de público. sem prejuízo do sistema de iluminação de emergência. 6.1 Além das sinalizações previstas nesta Instrução Técnica. e) as sinalizações básicas de emergência destinadas à orientação e salvamento. f) as sinalizações complementares de indicação continuada das rotas de saída e de indicação de obstáculos devem possuir efeito fotoluminescente. indicando a quantidade total de recipientes de acordo com a capacidade máxima individual de cada tipo.3 Os acessórios hidráulicos (válvulas de retenção.2. devem ter pintura na cor vermelha. máquinas e equipamentos industriais. formando um retângulo ou quadrado. e b) depósitos de mercadorias 6. d) as expressões escritas utilizadas nas sinalizações de emergência devem seguir as regras. h) os equipamentos de origem estrangeira. 2) na cor branca ou amarela. devem possuir as orientações necessárias à sua operação na língua portuguesa.2. 3) no acesso principal da área de risco.4 A tampa de abrigo do registro de recalque deve ser pintada na cor vermelha.. alarme de incêndio e equipamentos de combate a incêndio devem possuir efeito fotoluminescente.20m. utilizados na segurança contra incêndio. cujas atividades se desenvolvem sem aclaramento natural ou artificial suficientes para permitir o acúmulo de energia no elemento fotoluminescente das sinalizações de saídas. termos e vocábulos da língua portuguesa. tratando-se de sistemas diferenciados de proteção contra incêndio (sistema de hidrantes e sistema de chuveiros automáticos). nas seguintes situações: 1) na cor branca ou amarela. regularizados em projeto aprovado no CBMMG. as áreas de armazenamento de produtos perigosos devem ser sinalizadas de acordo com a NBR 7500.5 Quando houver dois ou mais registros de recalque na edificação.4.6. regularizados em projeto aprovado no CBMMG. registros de paragem. fechada com material transparente (vidro. em todo o perímetro das áreas destinadas a depósito de mercadorias. indicando a quantidade total de recipientes transportáveis ou tanques. nunca exclusivamente.04 m2. b) a sinalização de emergência não deve ser neutralizada pelas cores de paredes e acabamentos.6. dificultando a sua visualização.2. dispostas perpendicularmente ao sentido de fluxo de pedestres (faixa de pedestres). acrílico. em litros ou metros cúbicos e em quilogramas. devem possuir luminária de balizamento com a indicação de saída (mensagem escrita e/ou símbolo correspondente). a fim de indicar uma separação entre os locais desses materiais e os corredores de circulação de pessoas e veículos. complementarmente e. 3) na cor branca.2. indicando o nome comercial e científico do produto.20 m. paralelas entre si e com o espaçamento variando entre uma e duas vezes a largura da faixa adotada. 6. b) os produtos líquidos combustíveis armazenados. permitindo-se condições de fácil visualização. 6. a quantidade e os perigos que oferecem às pessoas e meio-ambiente. e) outros produtos perigosos armazenados.4 Projeto de sinalização de emergência Para fins de apresentação junto ao Corpo de Bombeiros. instalados na edificação. 6.2. d) os gases combustíveis armazenados em recipientes transportáveis.2.2 As portas dos abrigos dos hidrantes: a) devem ser pintadas na cor vermelha devidamente identificadas com o dístico “incêndio” – fundo vermelho com inscrição na cor branca ou amarela. nos acessos às saídas de emergência. c) os gases combustíveis armazenados em tanques fixos. indicando a quantidade total de tanques.

quando elaborado. onde: a) na parte superior do círculo deve constar o código do símbolo.5.3.5. entretanto tal projeto não necessita ser encaminhado para análise do Corpo de Bombeiros.4. a simbologia indicativa da sinalização deve ser a prevista por esta IT.6 Manutenção A sinalização de emergência utilizada na edificação e áreas de risco deve ser objeto de inspeção periódica para efeito de manutenção. bem como o quadro de quantidades de placas de sinalização discriminados por tipo e dimensões. b) na parte inferior do círculo devem constar as dimensões (diâmetro. b) possuir espessura suficiente para que não sejam transferidas para a superfície da placa possíveis irregularidades das superfícies onde forem aplicadas.2. c) outros materiais semelhantes. devem constar a altura mínima de letras (conforme Tabela 2 do Anexo A) para cada placa indicando-se através de linha fina de chamada.3 O material fotoluminescente deve atender a norma DIN 67510 ou outra norma internacionalmente aceita. 6. devendo atender as propriedades calorimétricas.2 É recomendada a elaboração de projeto executivo do sistema de sinalização de emergência. 6. quando suas propriedades físicas e químicas deixarem de produzir o efeito visual para as quais foram confeccionadas.3. faixas e outros elementos empregados para indicar: a) sinalizações de orientação e salvamento. 6. por um período de tempo considerável. conforme indicado na Tabela 4 do Anexo A.1 Nos detalhes de sistemas a serem apresentados em projeto técnico. b) equipamentos de combate a incêndio e alarme de incêndio.3 O projeto executivo de sinalização de emergência. devem seguir as especificações conforme demonstrado na figura abaixo: Figura 1 – Instalação de placa angular 6. d) Sinalização complementar de indicação de obstáculos e de riscos na circulação de rotas de saída. deve ser constituído de memoriais descritivos do sistema de sinalização e de plantas-baixa da edificação onde constem os tipos e dimensões das sinalizações apropriadas à edificação.1 Os materiais utilizados para a confecção das sinalizações de emergência devem atender às seguintes características: a) possuir resistência mecânica. desde a simples limpeza até a substituição por outra nova.atendimento das exigências contidas nesta IT.4 A sinalização de emergência complementar de rotas de saída aplicadas nos pisos acabados devem atender os mesmos padrões exigidos para os materiais empregados na sinalização aérea do mesmo tipo.5. conforme Anexo B. 6. 6. 6.5 Material Os seguintes materiais podem ser utilizados para a confecção das sinalizações de emergência: a) placas em materiais plásticos.4. 6.5. 6.1 Os materiais que constituem a pintura das placas e películas devem ser atóxicos e não-radioativos. __________________________________________ . conforme abaixo: Nota: O sistema de sinalização de emergência atenderá ao contido na Instrução Técnica nº 15 do CBMMG. 6.4. decorrente de tráfego de pessoas. 6. conforme Tabela 1 do Anexo A.1 Quando as sinalizações utilizarem-se de mensagens escritas.5 As placas utilizadas na sinalização podem ser do tipo plana ou angular.4. 6.1 As demais sinalizações aplicadas em pisos acabados podem ser executadas em tinta que resista a desgaste. altura e/ou largura) da placa (em milímetros).4. de resistência à luz e resistência mecânica. quando angular. de forma a adequar tecnicamente a edificação aos parâmetros desta IT.5.2 Devem utilizar elemento fotoluminescente para as cores branca e amarela dos símbolos.4. b) chapas metálicas. 6. indicadas através de um círculo dividido ao meio na posição a serem instaladas. 6. até a edição de norma nacional.5.2 Deve ainda constar do projeto uma legenda contendo todos os símbolos adotados em conformidade com o Anexo B desta IT.5. veículos e utilização de produtos e materiais utilizados para limpeza de pisos. c) Sinalização complementar de indicação continuada de rotas de saída.

utilizadas para implantar símbolos de orientação. emergência. conforme Tabela 1.0H) 89 134 179 224 268 313 358 402 447 537 626 671 63 95 126 158 190 221 253 285 316 379 443 474 NOTAS: 1. sendo que deve ser observada a distância mínima de 4 m. . 3. socorro. identificação de equipamentos utilizados no combate a incêndio. em metros. Formas da sinalização: a) Circular . salvamento e equipamentos H (L=2. b) Triangular . c) Quadrada e retangular . alarme e mensagens escritas (ver forma geométrica da Tabela 1). em m2. A Tabela 1 apresenta valores referenciais para algumas distâncias pré-definidas. 2.ANEXO A FORMAS GEOMÉTRICAS E DIMENSÕES PARA A SIMALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA Tabela 1 – Formas geométricas e dimensões das placas de sinalização Cota (mm) Distância máxima de visibilidade (m) 4 6 8 10 12 14 16 18 20 24 28 30 Sinal Forma geométrica Proibição D 101 151 202 252 303 353 404 454 505 606 706 757 Alerta L 136 204 272 340 408 476 544 612 680 816 951 1019 L Orientação. Dimensões básicas da sinalização A > L2 2000 onde: A = área da placa.utilizada para implantar símbolos de alerta (ver forma geométrica da Tabela 1). Esta relação é válida para L < 50 m. L = Distância do observador à placa.utilizada para implantar símbolos de proibição e ação de comando (ver forma geométrica da Tabela 1).

6.4. c) barra diametral e faixa circular (cor de segurança): vermelha. c) moldura: preta. fonte Universo 65 ou Helvetica Bold. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. A Tabela 2 apresenta valores de altura de letra para distâncias pré-definidas. Todas as palavras e sentenças devem apresentar letras em caixa alta. 5. elas devem ser grafadas obedecendo à relação: h> L 125 onde: h = altura da letra. Sinalização de equipamentos: a) forma: quadrada ou retangular. 2. Tabela 2 – Altura mínima das letras em placas de sinalização em função da distância de leitura Altura mínima (mm) 30 50 65 75 85 100 135 150 200 210 225 250 Notas: 1. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. Sinalização de orientação e salvamento: a) forma: quadrada ou retangular. e) margem (opcional): branca. em m L = distância do observador à placa. b) cor do fundo (cor de contraste): amarela. Sinalização de alerta: a) forma: triangular. em metros. Sinalização de proibição: a) forma: circular. No caso de emprego de letras. d) margem (opcional): fotoluminescente. d) cor do símbolo: preta. b) cor do fundo (cor de segurança): verde. Distância de leitura com maior impacto (m) 4 6 8 9 10 12 16 18 24 25 27 30 Altura mínima (mm) 300 350 400 500 600 700 750 800 900 1000 1500 1500 Distância de leitura com maior impacto (m) 36 42 48 60 72 84 90 96 108 120 180 180 . 7. b) cor de fundo (cor de segurança): vermelha. b) cor de contraste: branca. d) margem (opcional): fotoluminescente. d) cor do símbolo (cor de segurança): preta. e) margem (opcional): amarelo.

3. Aplicação das cores de segurança: a) Vermelha . As cores de contraste devem ser fotoluminescentes. emergência. A essa cor é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança.as cores de contraste são a branca ou amarela.utilizada para símbolos de proibição. identificação de equipamentos de combate a incêndio e alarme. Notas: 1. Essas cores têm a finalidade de contrastar com a cor de segurança.as cores de segurança e cores de contraste são apresentadas na tabela 3. Cores de segurança . exceto no símbolo de proibição. 2.5G ¾ 350C Preto N 1. Tabela 4 – Símbolos para identificação de placas em planta baixa de projeto executivo: Sinalização retangular Sinalização quadrada Sinalização triangular Sinalização circular .a cor de segurança deve cobrir. c) Preta . para a sinalização de orientação e salvamento e de equipamentos. 50% da área do símbolo. no mínimo. conforme especificado na tabela 3.utilizada para símbolos de orientação e salvamento. 5. de modo a fazer com que esta se sobressaia. para sinalização de proibição e alerta.0/ 419C Branco N 9. 4. respectivamente.Tabela 3 – Cores de segurança e contraste Denominação das Cores: Vermelho Munsell Book of Colors® 1 Pantone® 2 CMYK 3 RGB 1) 2) Referência Amarelo 5Y 8/12 108C Verde 2. b) Verde .utilizadas para símbolos de alerta e sinais de perigo. onde este valor deve ser. 3) Os valores das tabelas CMYK e RGB para impressão gráfica foram convertidos do sistema Pantone®. As cores Pantone® foram convertidas do sistema Munsell Book of Colors®. Cores de sinalização .5/ - 5R 4/14 485C C0 M100 Y91 K0 C0 M9 Y94 K0 C79 M0 Y87 K76 C0 M0 Y0 K100 R255 G0 B23 R255 G255 B0 R0 G61 B0 R0 G0 B0 O padrão de cores básico é o Munsell Book of Colors®. no mínimo. de 35%. Cores de contraste .

ANEXO B SIMBOLOGIA PARA A SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA I .Símbolos da sinalização básica Os símbolos adotados por esta norma para sinalização de emergência são apresentados a seguir. acompanhados de exemplos de aplicação. Símbolo: circular Nos locais de acesso aos elevadores comuns e monta-cargas.). em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P2 Proibido produzir chama Pictograma: fósforo com chama. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P3 Proibido utilizar água para apagar o fogo Pictograma: balde de água sobre o fogo. Sinalização de Proibição Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: circular Fundo: branca P1 Proibido fumar Pictograma: cigarro. 1. em cor preta emergência. Toda situação onde o uso de água for impróprio para extinguir o fogo. rotas de fuga. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Em locais sujeitos a depósito de mercadorias onde a obstrução pode Fundo: branca apresentar perigo de Pictograma: símbolo de acesso às saídas de pallet. A especificação de cada cor designada abaixo é apresentada na tabela 3 do anexo A. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P4 Proibido utilizar elevador em caso de incêndio Pictograma: elevador e chama. Todo o local onde a utilização de chama pode aumentar o risco de incêndio Todo local onde fumar pode aumentar o risco de incêndio Aplicação P5 Proibido obstruir este local . equipamentos de Faixa circular e barra combate a incêndio. diametral: vermelha etc.

risco de choque elétrico Pictograma: raio. Símbolo: triangular Fundo: amarela A3 Cuidado.2. Símbolo: triangular Fundo: amarela A4 Cuidado. . em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais ou gases que oferecem risco de explosão. Símbolo: triangular Fundo: amarela A2 Cuidado. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais corrosivos. em cor preta Faixa triangular: preta Aplicação Toda vez que não houver símbolo específico de alerta. risco de explosão Pictograma: explosão. risco de incêndio Pictograma: chama. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais altamente inflamáveis. deve sempre estar acompanhado de mensagem escrita específica. risco de corrosão Pictograma: Mão corroída. Símbolo: triangular Fundo: amarela A5 Cuidado. Sinalização de Alerta Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: triangular Fundo: amarela A1 Alerta geral Pictograma: ponto de exclamação. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a instalações elétricas que oferecem risco de choque.

. risco de exposição a produtos tóxicos Fundo: amarela Pictograma: produto tóxico. Símbolo: triangular A7 Cuidado. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais radioativos. risco de radiação Pictograma: símbolo radioativo.Símbolo: triangular Fundo: amarela A6 Cuidado. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de produtos tóxicos.

Sinalização de Orientação e Salvamento Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação Indicação do sentido (esquerda ou direita) de uma saída de emergência.3. especialmente para ser fixado em colunas Dimensões mínimas: L = 1.A seta indicativa deve ser posicionada de acordo com o sentido a ser sinalizado S1 S2 S3 S5 S7 .5 H. para indicar o seu acesso Símbolo: retangular Saída de emergência S4 Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente a) indicação do sentido do acesso a uma saída que não esteja aparente b) indicação do sentido do uma saída por rampas c) indicação do sentido da saída na direção vertical (subindo ou descendo) S6 NOTA.0 H Indicação de uma saída de emergência a ser afixada acima da porta. Indicação do sentido (esquerda ou direita) de uma saída de emergência Dimensões mínimas: L = 2.

com fotoluminescentes (seta altura de letra sempre > ou imagem. descendo ou subindo O desenho indicativo deve ser posicionado de acordo com o sentido a ser sinalizado S10 S11 S12 Símbolo: retangular Fundo: verde Mensagem “SAÍDA” ou Mensagem “SAÍDA” e/ou pictograma e/ou seta direcional: fotoluminescente. utilizada como complementação Mensagem “SAÍDA”: do pictograma fotoluminescente. ou ambos) S13 Saída de emergência S14 S15 Saída de emergência S16 Indicação da saída de emergência. com altura de letra sempre > 50 mm Indicação da saída de emergência.Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação S8 S9 Símbolo: retangular Fundo: verde Escada de emergência Pictograma: fotoluminescente Indicação do sentido de fuga no interior das escadas Indica direita ou esquerda. com ou sem complementação do pictograma fotoluminescente (seta ou imagem. ou ambos) 50 mm Fundo: verde Símbolo: retangular .

Indicação do pavimento. Pode ser complementada pela mensagem “aperte e empurre”. que significa 1º Subsolo. Por exemplo: 1 o + SS = 1 o SS. Indicação da forma de acionamento da barra antipânico instalada sobre a porta cortafogo. quando for o caso S20 Símbolo: Quadrada Acesso a um dispositivo para abertura de uma porta de saída Orienta uma providência para obter Pictograma: mão com acesso a uma chave ou uma ferramenta um modo de abertura da quebrando um painel de saída de emergência vidro. no interior da escada (patamar) S17 S18 S19 Instrução de abertura da porta corta-fogo por barra antipânico Símbolo: quadrado ou retangular Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente.Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: retangular ou quadrada Fundo: verde Aplicação Exemplos Mensagem indicando número do pavimento. Número do pavimento Pode se formar pela associação de duas placas. fotoluminescente. Fundo: verde S21 .

Sinalização de Equipamentos de Combate a Incêndio e Alarme Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação E1 Alarme sonoro Indicação do local de instalação do alarme de incêndio E2 Ponto de acionamento de alarme de incêndio ou bomba de incêndio Comando manual de alarme ou bomba de incêndio Símbolo: quadrada Deve vir sempre acompanhado de uma mensagem escrita.4. designando o equipamento acionado por aquele ponto E3 Fundo: vermelha Pictograma: fotoluminescente E4 Telefone ou interfone de emergência Indicação da posição do interfone para comunicação de situações de emergência a uma central E5 Extintor de incêndio Indicação de localização dos extintores de incêndio .

Símbolo: Quadrado E11 Válvula de controle do sistema de chuveiros automáticos Fundo: vermelho Pictograma: chuveiro automático fotoluminescente Indicação da localização da válvula de controle do sistema de chuveiros automáticos . alarme de incêndio e extintores). para evitar a proliferação de sinalizações correlatas.Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação Indicação de localização dos extintores de incêndio com informações complementares ( exemplo de numeração para controle) E6 Extintor de incêndio E7 Mangotinho Indicação de localização do mangotinho E8 Abrigo de mangueira e hidrante Indicação do abrigo da mangueira de incêndio sem hidrante E9 Hidrante de incêndio Indicação da localização do hidrante com ou sem mangueiras Símbolo: Quadrado E10 Coleção de equipamentos de combate a incêndio Fundo: vermelho Pictograma: semicírculo fotoluminescente Indica a localização de um conjunto de equipamentos de combate a incêndio (hidrante.

Deve sempre ser acompanhado do símbolo do(s) equipamento(s) que estiver(em) oculto(s).00 m) Aplicação E12 Sinalização de solo para equipamentos de combate a incêndio (hidrantes e extintores) Fundo: vermelha (0.00 m x 1.Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: quadrada (1. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme NOTAS: 1. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme Símbolo: quadrada Fundo: vermelha Pictograma: seta indicativa fotoluminescente Indicação da localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme E14 Seta à direita.70 m) Pictograma: borda amarela (largura = 0. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme E16 Seta diagonal à direita. observando-se os requisitos da tabela 1 do anexo A para proporcionalidades paramétricas e tabela 3 do anexo A para as cores. Sinalizações básicas As formas geométricas e as cores de segurança e de contraste devem ser utilizadas somente nas combinações descritas a seguir. E15 Seta diagonal à esquerda.70 m x 0. para evitar a sua obstrução E13 Seta à esquerda.15m) Usado para indicar a localização dos equipamentos de combate a incêndio e alarme. . a fim de obter quatro tipos básicos de sinalização de segurança.

2 Sinalização de alerta . b) cor do fundo (cor de segurança): verde.1 Sinalização de proibição .a sinalização de equipamentos de combate a incêndio deve obedecer: a) forma: quadrada ou retangular. e) proporcionalidades paramétricas. . e) proporcionalidades paramétricas. f) proporcionalidades paramétricas. c) moldura: preta.1. e) margem (opcional): branca. e) margem (opcional): branca. b) cor do fundo (cor de contraste): amarela.a sinalização de orientação deve obedecer a: a) forma: quadrada ou retangular. d) cor do símbolo (cor de segurança): preta. b) cor de contraste: branca. 1.4 Sinalização de equipamentos . c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. f) proporcionalidades paramétricas. b) cor de fundo (cor de segurança): vermelha.3 Sinalização de orientação e salvamento . 1. d) margem (opcional): fotoluminescente. 1. d) cor do símbolo: preta. c) barra diametral e faixa circular (cor de segurança): vermelha. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente.a sinalização de proibição deve obedecer a: a) forma: circular.a sinalização de alerta deve obedecer a: a) forma: triangular. d) margem (opcional): fotoluminescente.

M5 Indicação da saída de emergência e a rota de fuga específica. M2 Indicação da lotação máxima admitida no recinto de reunião de público. Símbolo: retangular Nas portas corta-fogo instaladas nas saídas de emergência. Pictograma: mensagem escrita “porta cortafogo mantenha fechada”. Fundo: verde Pictograma: mensagem escrita “Lotação Máxima admitida: xx pessoas sentadas xy pessoas em pé”. Símbolo: retangular Na entrada principal da edificação. Mensagens Escritas A complementação da sinalização básica por sinalização complementar composta por mensagem escrita deve atender aos requisitos de dimensionamento apresentados nas Tabelas 1 e 2 do Anexo A. M3 Aperte e empurre o dispositivo de abertura da porta. . conforme plano de abandono. dimensões e cores da sinalização complementar é estabelecida neste capítulo. Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: quadrado ou retangular Fundo: cor contrastante com a mensagem Aplicação Ver figura 1 M1 Indicação dos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação.II . Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente com mensagemadjacente escrita “rota de fuga” Indicaçãoda rota de fuga específica para organizar o fluxo de pessoas. 1. M4 Manter a porta cortafogo da saída de emergência fechada. fotoluminescente. Fundo: verde Pictograma: mensagem escrita “aperte e empurre”. Símbolo: retangular Nas entradas principais dos recintos de reunião de público. o tipo de estrutura e os telefones de emergência. fotoluminescente Símbolo: retangular Fundo: verde Nas portas de saídas de emergência com dispositivo anti-pânico. Pictograma: mensagem escrita referente aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação.Sinalização Complementar A padronização de formas.

próximo ao piso. instaladas no sentido das saídas.Símbolo: retangular Indicação da saída de emergência e a rota de fuga específica. Nas paredes. fotoluminescente. Indicação continuada de rotas de fuga A indicação continuada de rotas de fuga deve ser realizada por meio de setas indicativas. com as seguintes especificações abaixo: Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: retangular Fundo: verde Aplicação C1 Ver figura 2 Direção da rota de saída Pictograma: seta indicativa prolongada. M6 Figura 1 – modelo de sinalização tipo M1 2. e/ou nos pisos de rotas de saída. . conforme plano de abandono. de acordo com os critérios especificados no texto desta norma. Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente com mensagemadjacente escrita “rota de fuga” Indicaçãoda rota de fuga específica para organizar o fluxo de pessoas.

As listas amarelas e pretas ou brancas fotoluminescentes e vermelhas devem ser inclinadas a 45 o e com largura mínima de 50 mm cada.C2 C3 Símbolo: quadrado C4 Direção da rota de saída Fundo: verde Pictograma: seta. com largura mínima de 100mm. Complementa uma sinalização básica de orientação e salvamento C5 C6 C7 Figura 2 – Detalhe da sinalização tipo C-1 3. Indicação de obstáculos Obstáculos nas rotas de saídas devem ser sinalizados por meio de uma faixa zebrada. conforme símbolos abaixo. fotoluminescente. .

muretas Símbolo: retangular ou e outros elementos que podem constituir um quadrado obstáculo à circulação de pessoas e veículos. vigas. Fundo: amarelo Utilizada quando o Pictograma: listas ambiente interno ou pretas inclinadas a 45 0 externo possui sistema de iluminação de emergência. cancelas. Nas paredes. vigas. pilares. O2 Obstáculo . muretas Símbolo: retangular ou e outros elementos que podem constituir um quadrado obstáculo à circulação de pessoas e veículos. pilares. Fundo: branco Utilizada quando o fotoluminescente ambiente possui Pictograma: listas iluminação artificial em vermelhas inclinadas a situação normal. cancelas.Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação O1 Obstáculo Nas paredes. porém 45 0 não possui sistema de iluminação de emergência.

ANEXO C EXEMPLOS DE INSTALAÇÃO DE SINALIZAÇÃO Figura 1 .Sinalização de porta corta-fogo (vista da escada) hall) Figura 2 .Sinalização de porta corta-fogo (vista do .

Sinalização de porta corta-fogo do terreno (vista da escada) Figura 4 .Figura 3 .Sinalização de elevadores Figura 5 – Sinalização de portas com barras antipânico (modelos 1 e 2) .

Sinalização de extintores Figura 7 .Sinalização de hidrante .Figura 6 .

.Sinalização complementar.Figura 8 . Exemplo de rodapé.

sinalização complementar de saída e obstáculos. . sinalização complementar de saídas e obstáculos.Figura 9 – Sinalização de saída sobre verga de portas. Figura 10 – Sinalização de saída sobre porta corta-fogo.

Figura 11 – Sinalização de saída sobre paredes e vergas de portas Figura 12 – Sinalização de saída sobre porta corta-fogo .

Figura 14 – Sinalização de saída no sentido da fuga. em dupla face.Figura 13 – Sinalização de saída perpendicular ao sentido da fuga. . em dupla face.

Figura 15 – Sinalização de saída em rampa ________________________________________ .

IT .Procedimentos 7 – Certificação e validade/garantia .16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Generalidades gerais 6.

5 Distância máxima a ser percorrida: Distância máxima real.Bairro Centro CEP 30. NBR 12992 . 2 APLICAÇÃO 2. 355 .Extintores de incêndio com carga de pó. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. do ponto de fixação do extintor a qualquer ponto da área protegida pelo extintor. manutenção e recarga em extintores de incêndio.Extintores de incêndio classe B – ensaio de fogo em líquido inflamável. 4.br Email: dat3@cbmmg. 4.4 Capacidade extintora: Medida do poder de extinção do fogo de um extintor. NBR 10721 .bombeiros. medida em litro ou quilograma.Extintores de incêndio com carga d’água. NBR 12962 . em metros.mg.11. 4. NBR 11762 .1 Área protegida: Área em metros quadrados de piso.2 Agente extintor: Substância utilizada para a extinção do fogo. 4 DEFINIÇÕES Para efeitos desta Instrução Técnica.Inspeção. NBR 13485 .Extintores de Incêndio classe A – ensaio de fogo em engradado de madeira NBR 9444 . de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Augusto de Lima.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 16 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Decreto Estadual nº 44. são adotadas as definições de 4. 4. constituídos de recipiente e acessórios contendo o . obtida em ensaio prático normalizado.Extintores de incêndio com carga de gás carbônico. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico no Estado de Minas Gerais.Manutenção de terceiro nível (vistorias em extintores de incêndio).1 a 4. a ser percorrida por um operador.3 Carga: Quantidade de agente extintor contido no extintor de incêndio. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.6 Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual.gov.190-000 Site: www. 2. NBR 9443 .mg. NBR 11716 .130.gov.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas edificações e área de risco.270. adota-se a NBR 12693 . em função do risco. NBR 11715 .Extintores de Incêndio classe C – ensaio de condutividade elétrica. 4.Extintores de incêndio portáteis com carga de halogenados.2 Naquilo que não contrarie o disposto nesta instrução técnica.Extintores de incêndio com carga de espuma mecânica.br SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio em edificações e/ou áreas de risco por meio de extintores de incêndio (portáteis ou sobre rodas). 4. NBR 11751 . protegida por uma unidade extintora.Sistema de Proteção por Extintores de Incêndio.

agente extintor destinado a combater princípios de incêndio. f ) incinerador.11 Unidade extintora: Extintor que atende à capacidade extintora mínima prevista nesta norma. destinada a indicar a presença de um extintor. d) sejam adequados à classe de incêndio predominante dentro dá área de risco a ser protegida. independente da proteção geral da edificação ou risco. 5. 4.8 Extintor sobre rodas: Extintor que possui massa total superior a 196 N (20Kgf). 5. para que todos os usuários fiquem familiarizados com a sua localização. 5.2.20 metros do piso acabado. . de forma que a parte inferior do extintor permaneça no mínimo 0.2.5 Cada pavimento deve possuir. c) casa de força elétrica.2.2.2 Extintores portáteis 5.8 As unidades extintoras devem ser as correspondentes a um só extintor. 5. b) casa de bombas.2. l ) contêineres de telefonia. a) seja visível. 4. 5.9 Deve ser instalado.3 Os extintores não devem ser instalados em escadas. d) casa de máquinas.6 O extintor com agente de múltiplo uso ABC poderá substituir qualquer tipo de extintor de classes específicas A.2. além da sinalização.Sinalização de Emergência. 4.1.2 Instalação 5. divisórias ou colunas.2.2. g) elevador (casa de máquinas).7 Extintor portátil: Extintor que possui massa total até 196 N (20 Kgf). no máximo. i ) escada rolante (casa de máquinas). coluna e/ou teto. com altura recomendada entre 0.1 Seleção do agente extintor segundo a classificação do fogo consta na tabela 1. um extintor de incêndio a não mais de 10 m da entrada principal da edificação e das escadas nos demais pavimentos. pelo menos. 4.4 É permitida a instalação de extintores sobre o piso acabado.1 Condições gerais O extintor deve ser instalado de maneira que: CLASSE DO FOGO A B C D Nota: Tabela 1 – Seleção do agente extintor segundo a classificação AGENTE EXTINTOR ÁGUA ESPUMA GÁS PÓ BC PÓ ABC HIDROCARBONETOS MECÂNICA CARBONICO ALOGENADOS (A) (P) (P) (A) (A) (P) (NR) (A) (A) (NR) (A) (A) (A) (A) (A) (A) (A) (A) Deve ser verificada a compatibilidade entre o metal combustível e o agente extintor (A) Adequado à classe do fogo (NR) Não recomendado à classe do fogo (P) Proibido à classe de fogo.2. desde que permaneçam.20 m do piso.2.2. B e C dentro de uma edificação ou área de risco. 4. b) permaneça protegido contra intempéries e danos físicos em potencial.2. 5. j ) quadro de redução para baixa tensão. 5 Generalidades 5. tais como: a) casa de caldeira.10 m e 0. à exceção do extintor de espuma mecânica.9 Princípio de incêndio: Período inicial da queima de materiais.2.2. até 1.7 Quando os extintores de incêndio forem instalados em abrigos embutidos na parede ou divisória.10 Sinalização: Marcação pelo piso.2. c) permaneça desobstruído e devidamente sinalizado de acordo com o estabelecido na IT 15 . e) galeria de transmissão.2. 5.2 Para a fixação em colunas.1 O suporte de fixação dos extintores em paredes.2. enquanto o incêndio é incipiente. não sendo aceitas combinações de dois ou mais extintores. 5.2.2. em função do risco e da natureza do fogo. deve existir uma superfície transparente que possibilite a visualização do extintor no interior do abrigo. k) transformadores. h) ponte rolante. paredes ou divisórias.60 metros do piso. 5. devem resistir a 3 (três) vezes a massa total do extintor. a alça de suporte de manuseio deve variar.2.10 Em locais de riscos especiais devem ser instalados extintores de incêndio que atendam o item 6. 5. e) Haja menor probabilidade do fogo bloquear seu acesso. 5. compostos químicos ou equipamentos.2.2. no mínimo uma unidade extintora adequada às classes de risco existente no local. que não pode ficar trancado. apoiados em suportes apropriados e afixados ao solo. parede.

6. admitindose. área e distância a serem percorridas para o fogo classe A RISCO Baixo Médio Alto Unidade extintora 2A 2A 4ª Área máxima protegida pela capacidade extintora de 1A 270 m2 135 m2 90 m2 Área máxima protegida por 800 m2 800 m2 800 m2 extintor Distância máxima a ser 20 m 20 m 20 m percorrida até o extintor Tab. a proteção da metade da área total correspondente ao risco. as distâncias máximas a serem percorridas e a carga incêndio são as previstas nas tabelas 4. 5. 5.1 Não é permitida a proteção de edificações ou áreas de risco unicamente por extintores sobre rodas.4 As distâncias máximas a serem percorridas pelo operador de extintores sobre rodas devem ser de 1.2.3.2. b) edifícios destinados à garagem coletiva e oficinas mecânicas sempre que tenham área superior a 200 m2 e não possuam hidrantes.2.11 Para proteção por extintores de incêndio em instalações de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis. 5. 5. 5 . EXTINTORA MÍNIMA 6-A 6-A: 40-B 10-B:C 80-B:C 6-A. devem ser substituídos. Obs: As unidades extintoras que atendem a proteção geral da edificação poderão substituir a proteção dos riscos especiais.3. 5. 80-B:C PÓ ABC 6.Determinação da unidade extintora.EXTINTORA TIPO DE CARGA MÍNIMA ÁGUA ESPUMA MECÂNICA DIÓXIDO DE CARBONO PÓ BC PÓ ABC COMPOSTOS HALOGENADOS 2-A 2-A: 10-B 5-B:C 20-B:C 2-A: 20-B:C 5-B: C 2A 3A 4A 6A 10A 20A 30A 540m 2 360 m2 800 m2 800 m 2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 540 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 .3 Extintores sobre rodas 5.2. 2 Capacidade extintora mínima de extintor portátil CAP.1 Os extintores portáteis e sobre rodas (carreta) constantes dos projetos aprovados com data anterior à publicação desta Instrução Técnica. de forma alternada entre extintores portáteis e sobre rodas na área de risco.3 O emprego de extintores sobre rodas só é computado como proteção efetiva em locais que permita o livre acesso. 6 PROCEDIMENTOS 6.2.2.3.2 Os extintores sobre rodas devem ser localizados em pontos estratégicos e sua área de proteção deve ser restrita ao nível do piso que se encontram. desde que atendam aos requisitos desta IT e que não distem mais que 5 metros do risco a proteger. quando reprovado por não ser possível fazer sua manutenção. 3 Capacidade extintora mínima de extintor sobre rodas TIPO DE CARGA ÁGUA ESPUMA MECÂNICA DIÓXIDO DE CARBONO PÓ BC CAP.1.2.2.1 Capacidade extintora A capacidade extintora mínima de cada tipo de extintor para que se constitua uma unidade extintora dever ser a especificada na tabela 2 e 3. Gás Liquefeito de Petróleo e Gás Natural devem ser seguidas as Instruções Técnicas 22. 5.5 (uma vez e meia) os valores estabelecidos para os extintores portáteis nesta Instrução Técnica. considerando o complemento por extintores portáteis. 5. no máximo.2 Dimensionamento 6.m) outros que necessitam de proteção adequada.5 A proteção por extintores sobre rodas deve ser obrigatória: a) nas edificações onde houver manipulação e ou armazenamento de explosivos e líquidos inflamáveis ou combustíveis.Área máxima a ser protegida por extintor RISCO EXTINTOR CLASSE A BAIXO MÉDIO ALTO 270 m2 405 m2 540 m 2 Tab. Tab. exceto quando os reservatórios de inflamáveis/combustíveis forem enterrados. Tab.2. por extintores que atendam à tabela 2 e 3 do item 6. 6 e 7.1 desta Instrução Técnica. a área de proteção. 23 e 24.3.1 Fogo da classe A e B A capacidade extintora mínima dos extintores de incêndio. 4 .3.

sua configuração. RISCO BAIXO MÉDIO ALTO CARGA INCÊNDIO (MJ/m2) Até 300 MJ/m2 Acima de 300 até 1200 MJ/m2 Acima de 1. Certificação e validade/garantia 7. em metros.2. 6 .1 Para a proteção por extintores para a classe C devese utilizar extintores não condutores de eletricidade para proteger os operadores em situações onde são encontrados equipamentos energizados. 7.2 Para efeito de vistoria do Corpo de Bombeiros o prazo de validade/garantia de funcionamento dos extintores deve ser aquele estabelecido pelo fabricante e ou da empresa de manutenção certificada pelo Sistema Brasileiro de Certificação.Tab.2.2. a ser percorrida será de acordo com a tabela 8. 6.2. a ser percorrida será de acordo com a tabela 8. observando a distância máxima.2 Fogo da classe C e D 6. A distância máxima em metros. bem como recomendações do fabricante do agente extintor. área a ser protegida.2.1 Os extintores devem possuir marca de conformidade concedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação. 7 – Classificação das Edificações e Áreas de Risco quanto a Carga Incêndio.Determinação da unidade extintora e distância a ser percorrida para o fogo classe B RISCO UNIDADE EXTINTORA 10B 20B 20B 40B 40B 80B DISTÂNCIA MÁXIMA A SER PERCORRIDA (m) 10 15 10 15 10 15 BAIXO MÉDIO ALTO 7. Tab. Tab.2 A determinação do tipo e quantidade de agente extintor para a classe D deve ser baseada no metal combustível específico. 8 – Classe do fogo e distância máxima a ser percorrida CLASSE DO FOGO C D DISTÂNCIA MÁXIMA A SER PERCORRIDA (em metros) 20 20 .200 MJ/m 2 6.

Figura A.1 .Sistema de Mangotinho com ponto de tomada de água para mangueira de incêndio de 40 mm B – Reservatórios C .17 SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHOS PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Casos de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos 2 – Aplicação 3 – Referências Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .Bombas de incêndio D .IT .

NBR 5580 – Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluídos – Especificação. NBR 5626 – Instalação predial de água fria.270. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 17 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. NBR 6943 – Conexão de ferro maleável para tubulações – Classe 10 – Especificações.130.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 3: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0. 355 . NBR 10351 – Conexões injetadas de PVC rígido com junta elástica para redes e adutoras de água – Especificação. NBR 5647-1 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6.bombeiros. 20.Bairro Centro CEP 30. de acordo com o previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. com rosca ANSI/ASME B1. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. NBR 5667 – Especificações. NBR 5647-3 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6.60 Mpa. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. NBR 5587 – Tubos de aço para condução.mg. manutenção. aceitação e manuseio.br Email: dat3@cbmmg. de classes 150 e 300. bem como as características dos componentes de Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para uso exclusivo de Combate a Incêndio. NBR 6925 – Conexão de ferro fundido maleável. dimensões e tolerâncias – Padronização.75 Mpa. para tubulação – Especificação. Decreto Estadual nº 44.1 – Dimensões Básicas – Padronização.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 2: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 1.br SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHOS PARA COMBATE A INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições necessárias exigíveis para dimensionamento.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 1: Requisitos gerais. NBR 5647-4 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6.gov.190-000 Site: www.mg. Augusto de Lima. NBR 5647-2 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6. com rosca NPT. . 2 APLICAÇÃO Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias as instalações de Sistemas de Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio.gov. NBR 10897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático – Procedimento.0 Mpa.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 4: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0. pretos ou galvanizados por imersão a quente. instalação. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 5590 – Tubo de aço-carbono com ou sem costura. Hidrantes urbanos de incêndio – NBR 6414 – Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca – Designação. para condução de fluídos – Especificação. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.

ASTM B 30 – Specification for copper-base alloys in ingot form ASTM B 62 – Specification for composition bronze or ounce metal castings. ASTM D 2000 – Classification system for rubber products in automotive applications.6 Dispositivo de recalque – Dispositivo para uso do corpo de Bombeiros. desenhos ou plantas do sistema. em metros. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador. IT 22 – Sistema de Hidrantes e de Mangotinhos para Combate a Incêndio .5 Como construído – Documentos. manutenção e cuidados. Hickey – NFPA – Boston/Massachussaets/EUA – 1980 Fire Protection Engineering – NFPA – 2ª edição – 1. ANSI/ASME B1. ao ponto mais alto do piso do último pavimento. dimensões e cores.2 Altura da edificação – Medida. NBR 13206 – Tubo de cobre leve. 4.8 – Brazing filler metal (Classifications BcuP-3 or Bcup-4). quando estes não puderem ser abastecidos somente pelo reservatório elevado. NBR 11861 – Mangueira de incêndio – Requisitos e métodos de ensaio. Associação Brasileira de Normas Técnicas. ASTM B 584/1998 – Standard specification for copper alloy sand castings for general applications. sob a projeção externa da parede do prédio. . NBR 14105 – Manômetros com sensor de elemento elástico – Recomendações de fabricação e uso.Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Princípios de projeto.3.3 Bombas de incêndio 4. ASTM B 283 – Specification for copper and copper – Alloy die forgings (hot-pressed). Bombas e Instalações de Bombeamento – Archibald Joseph Macintyre – Livros Técnicos e Científicos Editora S.3.NBR 11720 – Conexão para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar – Especificações. 4 DEFINIÇÕES 4. 4. dotado de porta. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos. Instalações Hidráulicas de Combate a Incêndio nas Edificações – Telmo Brentano – EDIPUCS – Porto Alegre. NBR 13434 – Parte 2 .A – Rio de Janeiro/RJ – 5º edição – 1. NBR 13434 – Parte 1 . 4.995. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido. NBR 13432 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimentos. destinado a armazenar mangueiras.2 Bomba de pressurização (jockey) – bomba hidráulica centrífuga destinada a manter o sistema automaticamente pressurizado em uma faixa preestabelecida 4. BS 5041 Part 1 – Specification for landing valves for wet risers. Instalações Hidráulicas e Sanitárias – Hélio Creder – Livros Técnicos e Científicos Editora S. NBR 14349 – União para mangueira de incêndio – Requisitos e métodos de ensaio. ASTM A 234 – Specification for piping fitting wrought carbon steel and alloy steel for moderate and elevate temperature.997. NBR 12912 – Rosca NPT para tubos – Dimensões – Padronização.1 Bomba principal – Bomba hidráulica centrífuga destinada a recalcar a água para os sistemas de combate a incêndio.Inspeção.Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de São Paulo.991. esguichos. para condução de água e outros fluídos – Especificação.4 Carretel axial – Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semi-rígidas. A – Rio de Janeiro/RJ – 2º edição – 1.1 Abrigo – Compartimento. 4. NBR 12779 – Mangueiras de Incêndio .Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Símbolos e suas formas. entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (de pessoas). embutido ou aparente. 4. NBR 13714 – Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para Combate a Incêndio.3. médio e pesados sem costura. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio. EN 694 – Fire-fighting hoses – Semi-rigid hoses for fixed systems. 4. que permite recalque de água para o sistema.3 Bomba de reforço – Bomba hidráulica centrífuga destinada a fornecer água aos hidrantes e/ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente.20. AWS A5.7 NH – Hose coupling screw threads. 2004. Hydraulics for Fire Protection – Harry E.

8 Hidrante – Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores.1 Todos os sistemas devem ser dotados de dispositivos de recalque.1 Requisitos Gerais 5. de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio. pressão mínima de trabalho 13.2.14 Órgão competente – Órgão público federal. 5. 5.2 Quando a vazão do sistema for superior a 1000 LPM. de qualquer pavimento. rosca interna 11FPP (BSTP). 4.23 Tubulação – Conjunto de tubos. cálculos. 4.9 Inibidor de vórtice – Acessório da tubulação de sucção da bomba destinado a eliminar o efeito do vórtice (redemoinho) dentro de um reservatório. 3.3. bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações. conexão de entrada de 2½”. 4 e 5).8 Kgf/cm2 (200PSI). tampões. 4. desde a reserva do incêndio até os hidrantes ou mangotinhos. segundo as leis vigentes.20 Reserva de incêndio – Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio.21 Rota de fuga – Trajeto que deve ser percorrido pelos ocupantes da edificação a partir de qualquer ponto.1 Os sistemas de combate a incêndio estão classificados em sistema de mangotinho (tipo 1) e sistemas de hidrantes (tipos 2. desde a concepção até a sua implantação e manutenção. composto de plantas.3.1 O sistema a ser instalado deve corresponder um memorial. 4. sendo que o prolongamento da tubulação deve ter diâmetro no mínimo igual ou superior ao existente na tubulação de recalque do sistema.18 Projeto – Conjunto de peças gráficas ou escritas. 4. rede de tubulação.22 Sistema de hidrantes ou de mangotinhos – Sistema de combate a incêndio composto por reserva de incêndio. 4.2 Projeto 5. 5. 4. 4. localizar. cujos engates devem ser compatíveis com junta de união tipo “engate rápido” de DN 65mm. constando cálculos. 5. 4. conexões e outros acessórios destinados a conduzir a água. ábacos e tabelas. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação. vedação em borracha (etileno-propileno). o dispositivo de recalque deve possuir um registro de recalque adicional com as mesmas características definidas em 5.10 Instalador – Pessoa física ou jurídica responsável pela instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação.15 Poço de sucção – Aspecto construtivo do reservatório.2 O Corpo de Bombeiros pode solicitar documentos relativos ao sistema. capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio. segundo a Constituição Federal. 5.19 Recalque – Válvula angular diâmetro 2½”corpo em latão.2. 4. adaptador (se necessário).11 Jato compacto – Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas. 4.1.4. 4. inclusive. 4. se houver necessidade. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto.16 Profissional legalmente habilitado – Pessoa física ou jurídica que goza do direito. das especificações de materiais e equipamentos. necessárias à definição das características principais do sistema de hidrante ou mangotinho. premissas e etapas utilizados para definir. conexão de saída rosca externa 5FPP.2 Todos os parâmetros. detalhes e perspectivas isométricas e.1. elevações.24 Válvula – Acessório de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações. com cotas e com os hidrantes numerados). conforme prescrito na IT 01 – Procedimentos Administrativos.1. destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado.3 Recalque 5. observado na extremidade de descarga do esguicho. É composto de parte descritiva.3. direção e controle ao jato. esguicho regulável e demais acessórios. dimensionamentos e uma perspectiva isométrica da tubulação (sem escala. tabelas e outros recursos utilizados no projeto e no dimensionamento devem ser relacionados no memorial. assim como o memorial. municipal. 5 PROCEDIMENTOS 5. 4. conforme especificado na tabela 2.12 Mangotinho – Ponto de tomada de água onde há uma (simples) saída contendo válvula de abertura rápida. bombas de incêndio (quando necessário). até um local seguro completamente livre dos efeitos de um incêndio.17 Projetista – Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto. . com chave especial.13 Memorial – Conceitos. destinado a dar forma. ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas.7 Esguicho – Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras. ábacos. 4. mangueiras de incêndio e demais acessórios. Não é admitida a referência a outro projeto para justificar a aplicação de qualquer informação no memorial. estadual. 4. 4. haste ascendente com castelo quadrado para uso específico do CBMMG. consistindo em um prolongamento de diâmetro no mínimo igual ao da tubulação principal. mangueira semi-rígida. seções. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta IT.

3 Preferencialmente o dispositivo de recalque deve ser instalado de fronte ao acesso principal da edificação. conforme Figura 1: a) ser enterrado em caixa de alvenaria. 5. a tomada de água e a botoeira de acionamento da bomba de incêndio podem ser instaladas dentro do abrigo desde que não impeçam a manobra ou a substituição de qualquer peça. 5. 5. no máximo. para o livre acesso dos bombeiros.00m em relação ao piso do passeio da propriedade.1. 5.4.6. 5.4.7 É vedada a instalação do dispositivo de recalque em local que tenha circulação ou passagem de veículos. com dimensões de 0. permitindo sua utilização com facilidade e rapidez. de passagem plena e diâmetro mínimo DN25 (1”).2 As vazões da tabela 2 correspondem a: a) esguicho regulável na posição de maior vazão para sistema tipo 1.8 As mangueiras de incêndio.6.3.1 Tipos de sistemas 5. com castelo quadrado de uso específico do CBMMG.6.50 m do nível do piso acabado.2 No interior do abrigo pode ser instalada a válvula angular.6 O hidrante de recalque pode ser constituído de um hidrante de coluna externo.4 Quando o dispositivo de recalque estiver situado no passeio público. possuindo apoio ou fixação própria.6.60 m e pintada da cor vermelha.5.4 Abrigo . em materiais metálicos. 5. com ou sem o uso de carretéis axiais ou em forma de oito.40 m x 0. em madeira em fibra ou em vidro laminado. 5. c) estar afastada a 0. independente da tubulação que abastece o hidrante ou mangotinho. devendo estar em local visível e de fácil acesso. e) jato compacto de 25 mm para sistema tipo 5.6 Requisitos específicos 5.00 m da válvula angular ou esferas. 5. a 0. devendo ser identificado e pintado na cor vermelha. pode ser selada para evitar o uso indevido.1 As válvulas dos hidrantes devem ser do tipo angulares de diâmetro DN65 (2½”). b) a tampa deve ser articulada e requadro em ferro fundido ou material similar. Classe 300.15 m de profundidade em relação ao piso do passeio.4. A localização do dispositivo de recalque sempre deve permitir aproximação da viatura apropriada para o recalque da água. ou no muro da divisa com a rua. 5. 5.6.7 A porta do abrigo não pode ser trancada.4. deve possuir as seguintes características.5. sendo que as mangueiras de incêndio semi-rígidas podem ser acondicionadas enroladas. com fundo permeável ou dreno.2 As válvulas para mangotinhos devem ser do tipo abertura rápida.5 O dispositivo de recalque pode ser instalado na fachada principal da edificação.5 Válvulas mangotinhos de abertura para hidrantes ou 5. Esta Válvula deve: 1) permitir o fluxo de água nos dois sentidos e instalada de forma a garantir seu adequado manuseio.4. 5.4 As vazões da tabela 2 devem ser obtidas no requinte do esguicho acoplado à sua respectiva mangueira de incêndio.0 metros até o local de estacionamento das viaturas do Corpo de Bombeiros. c) jato compacto de 16 mm para sistema tipo 3. localizado a uma distância máxima de 10.4.1. desde que sinalizados de acordo com a IT 15 – Sinalização de Emergência. desde que o seu manuseio e manutenção estejam garantidos. 2) vedação etileno propileno.6 Os abrigos dos sistemas de hidrantes ou de mangotinhos não devem ser instalados a mais de 3. 5.50 m da guia do passeio.4 Os abrigos devem ser em cor vermelha. com a introdução voltada para a rua e para baixo em um ângulo de 45º e a uma altura entre 0. sendo que para o sistema tipo 1 a mangueira semi-rígida deve estar na posição enrolada.1 As mangueiras de incêndio devem ser acondicionadas dentro dos abrigos em ziguezague ou aduchadas conforme especificado na NBR 12779.1 Os tipos de sistemas previstos são dados na tabela 2. 5. 5.3.1. a partir do logradouro público. com haste ascendente.4.3 As edificações.60m e 1. no entanto. 5. 5.3 Os abrigos podem ser construídos em alvenaria com caixa interna metálica. em que for instalado o sistema do tipo 1 devem ser dotada de ponto de tomada de água de engate rápido para mangueira de incêndio de diâmetro 40 mm (1½”). abertura rápida. identificada pela palavra “INCÊNDIO”.3.1.3. e) registro tipo globo angular 45º ∅ 63mm situado a no máximo 0.1.4. d) jato compacto de 19 mm para sistema tipo 4.5 O abrigo deve ter utilização exclusiva conforme estabelecido nesta Instrução Técnica.6. d) a introdução voltada para cima em ângulo de 45º e posicionada.5 Para cada ponto de hidrante ou de mangotinho são obrigatórios os materiais descritos na tabela 3. Figura 1 – Dispositivo de recalque no passeio público 5. 5. b) jato compacto de 13 mm para sistema tipo 2.5. conforme Anexo A. 5. 5.3.

7 Distribuição dos Hidrantes e ou Mangotinhos 5. Situações que requeiram pressões superiores à estipulada serão aceitas. L . 2 e 3) ou dois esguichos (sistema tipo 4 e 5). sem que haja a necessidade de adentrar as escadas. v . de alvenaria. 5. poderá ser admitido a utilização de até 45 metros de mangueiras. g onde: hf . b) em posições centrais nas áreas protegidas.12. desde que seja atendida a vazão mínima para cada esguicho prescrita na tabela 2 e alcance do jato.1.8.7. desde que comprovadas as suas adequações técnicas. no plano horizontal. D . necessários e suficientes para garantir o funcionamento dos sistemas previstos nesta Instrução Técnica.6 O local mais desfavorável considerado nos cálculos deve ser aquele que proporciona menor pressão dinâmica no esguicho.1.8.5 m do piso.8.7 Nos casos de mais de um tipo de ocupação (ocupações mistas) na edificação (que requeira proteção por sistemas distintos). as vazões obtidas conforme a tabela 2 e condições de 5. devendo atender a alínea a obrigatoriamente. sendo que os resultados alcançados têm que satisfazer a uma das seguintes equações apresentadas: a) Darcy-Weisbach (“formula universal”) e fórmula geral para perdas de carga localizadas: hf = f. c) fora das escadas ou antecâmaras de fumaça. para qualquer tipo de sistema especificado.é a velocidade do fluído. L.8. o dimensionamento dos sistemas deve ser feito para cada tipo de sistema individualmente ou dimensionado para atender o maior risco.8. 5. 2. 5.85 x C-1. considerando-se.8. 5.7. D.é a somatória dos coeficientes de perda de carga das singularidades (conexões). quando o trajeto real da mangueira de incêndio ultrapassar a 30 metros.8.4 Para o dimensionamento.7. em metros de coluna d’água. escadas e/ou acesso principal a ser protegido.8 Cada sistema deve ser dimensionado de modo que as pressões dinâmicas nas entradas dos esguichos não ultrapassem o dobro daquela obtida no esguicho mais desfavorável considerado no cálculo. em locais congestionados devem ser localizados ao lado de edifícios baixos.12. nesse caso deve haver uma redução de mangueira de 2 ½” para 1 ½”. 5. f .6. desde que atenda os demais parâmetros desta IT. k .8. considerando-se o comprimento da(s) mangueira(s) de incêndio através de seu trajeto real e desconsiderando-se o alcance do jato de água.é a aceleração da gravidade em metros por segundo.8 Dimensionamento do sistema 5.8. portanto. Lt é o comprimento total.4 Quando não for possível os afastamentos previstos no item 5.é o comprimento da tubulação (tubos). em metros por segundo. sendo a soma dos comprimentos da tubulação e dos comprimentos equivalentes das conexões. Recomenda-se que sejam utilizadas mangueiras de incêndio de 65 mm de diâmetro para redução da perda de carga e o último lance de 40 mm para facilitar seu manuseio. 5. podendo ser utilizados até 60 m de mangueira de incêndio (preferencialmente em lances de 15 m).3 Especificamente nas ocupações Residenciais (A2 e A3). recomenda-se a utilização de esguichos reguláveis em função da melhor efetividade no combate. em metros.5 Independente do procedimento de dimensionamento estabelecido.2 Os hidrantes ou mangotinhos devem ser distribuídos de tal forma que qualquer ponto da área a ser protegida seja alcançado por um esguicho (sistemas tipo 1. conforme item 5.2.0 a 1. próximos a torres de concreto ou alvenaria munidas de escadas ou próximos aos cantos formados por paredes resistentes.9 Recomenda-se que o sistema seja dimensionado de forma que a pressão máxima de trabalho em qualquer ponto não ultrapasse 100 mca (1000kPa).1.5. deverá atender ao afastamento de no mínimo 15 m ou uma vez e meia a altura da parede externa da edificação a ser protegida.é o fator de atrito (diagramas de Moody e HunterRouse). desde que devidamente dimensionados por cálculo hidraúlico. em litros por minuto.2 No caso de projetos utilizando hidrantes externos.87 x 104 onde: hf é a perda de carga em metros de coluna d’água.3 A utilização do sistema não deve comprometer a fuga dos ocupantes da edificação.1 e 5.7. antecâmaras ou outros locais determinados exclusivamente para servirem de rota de fuga dos ocupantes. dos diâmetros dos acessórios e dos suportes.é a perda de carga.7. Usualmente. 5. b) Hazen-Williams hf = J x L J = 605 x Q1.8.1 Os pontos de tomada de água devem ser posicionados: a) nas proximidades das portas externas. 5. J é a perda de carga por atrito em metros por metros. .2. os hidrantes externos devem ser localizados onde a probabilidade de danos pela queda de paredes seja pequena e impeça que o operador seja bloqueado pelo fogo e fumaça. 5.1 O dimensionamento deve consistir na determinação do caminhamento das tubulações.85 x D-4. e d) de 1. deve ser considerado o uso simultâneo dos dois jatos de água mais desfavoráveis considerados nos cálculos. C é o fator de Hazem Willians (ver tabela 1) D é o diâmetro interno do tubo em milímetros. Q é a vazão. deve ser projetado de tal forma que dê proteção em toda a edificação.é o diâmetro interno. 5. por segundo. g . desde que comprovada a adequação técnica dos componentes empregados e atendido o requisito especificado em 5.8. 5.v2 v2 + k.8. em metros. 5.10 O cálculo hidráulico da somatória de perda de carga nas tubulações deve ser executado por métodos adequados para este fim.4. g 2. em cada jato de água. a não mais de 10 m. no mínimo. 5. Pode-se utilizar quaisquer dispositivos para redução de pressão.

1.12. Outros materiais podem ser utilizados. 5.9.8. Tipo de tubo Fator "C" Ferro fundido ou dúctil sem revestimento 100 interno Aço preto (sistema de tubo seco) 100 Aço preto (sistema de tubo molhado) 120 Galvanizado 120 Plástico 150 Ferro fundido ou dúctil com revestimento 140 interno de cimento Cobre 150 Nota .é a velocidade da água. 5. localizadas de tal maneira que.4 Deve ser previsto reservatório construído conforme o anexo B (normativo).1 Geral 5. garantindo sempre fluxo de água na prumada.13 No sistema de malha ou anel fechado. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato.Fator "C" de Hazen-Williams 5. A . 5.11.9 Reservatório e Reserva de Incêndio 5. conforme ASMT D 2000.1 A bomba de incêndio deve ser do tipo centrífuga acionada por motor elétrico ou combustão.referências normativas. 5.10 Os reservatórios devem ser dotados de meios que assegurem uma reserva efetiva e ofereçam condições seguras para inspeção. 5. C-84800 e C-86400 da ASMT B 584. 5. conforme a NBR 5626.12.2 Devem ser construídos em latão ligas C-37700.2 As prescrições e recomendações encontram-se no anexo C (normativo).3 Pode ser admitida a alimentação de outros sistemas de proteção contra incêndio.9.2 O volume de água da reserva de incêndio encontra-se na tabela 4. possam ficar em operação. C-46400 e C-48500 da ASMT B 283 para forjados ou C83600.1 Os componentes das instalações devem ser previstos em normas.10. 5.11.7 As águas provenientes de fontes naturais tais como: lagos.8. liga 864 da ASMT B 30 para fundidos. com o jato paralelo ao solo. 5. 5. 5.1. etc. .1.12 Esguichos 5. açudes. desde que atenda aos parâmetros da IT 18 .5 O inibidor de vórtice e poço de sucção para reservatório elevado deve ser conforme o anexo B.10. ou bronze ASMT B 62.9. a fim de obterem aceitação formal da utilização nas condições específicas da instalação expedidas pelos órgãos competentes.Sistema de Chuveiros Automáticos. 5.9.11. deve ser feito o dimensionamento de vazão da bomba e de reservatório para o maior risco e os esguichos e mangueiras podem ser previstos de acordo com os riscos específicos.5.1 O alcance do jato compacto produzido por qualquer sistema adotado conforme tabela 2 não deve ser inferior a 8 m. C-83800. conforme aquelas descritas no item 3 .10.11 Componentes das instalações 5.10 Bombas de incêndio 5. Q . A altura manométrica total da bomba deve ser calculada para o hidrante mais desfavorável do sistema.8. 5.11. com o jato paralelo ao solo com o esguicho regulado para jato compacto.9. em metros cúbicos por segundo.Os valores de "C" de Hazen Willians são válidos para tubos novos 5. 5. 5.. Quando o reservatório for elevado deverá ser instalado um sistema de passagem secundária (by pass).8 O reservatório pode ser subdividido. Tabela 1 . deve existir válvulas de paragem com aste ascendente. em metros por segundo. pelo menos dois lados em uma malha que envolva quadras de processamento ou armazenamento.1. 5. para fundidos.6 O reservatório que também acumula água para consumo normal da edificação deve ser adequado para preservar a qualidade da água. sob comando ou automáticos.é a vazão de água. Onde: V .8. rios.é a área interna da tubulação.12 A velocidade máxima da água na tubulação não deve ser superior a 5m/s. a qual deve ser calculada conforme equação indicada em 5. mesmo com a bomba impossibilitada de funcionar. a qual deve ser calculada pela equação: V = Q/A para o cálculo da área deve ser considerado o diâmetro interno da tubulação.1. devem ser captadas conforme descrito no anexo B. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato. 5. 5.9.14 Para efeito de equilíbrio de pressão nos pontos de cálculos é admitida a variação máxima de para mais ou para menos 0.11 A velocidade da água no tubo de sucção das bombas de incêndio não devem ser superior a 2 m/s (sucção negativa) ou 3 m/s (sucção positiva).2 Os componentes que não satisfaçam a todas as especificações das normas existentes ou às exigências dos órgãos competentes e entidades envolvidas devem ser submetidos a ensaios e verificações. 5. desde que comprovada a sua adequação técnica e aprovado pelo órgão competente. 5.8.9 Não é permitida a utilização da reserva de incêndio pelo emprego conjugado de reservatórios subterrâneos e elevados.50 mca (5.1 O alcance do jato para esguicho regulável produzido por qualquer sistema adotado conforme tabela 2 não deve ser inferior a 8 m. quando necessários.3 No caso de ocupações mistas com uma bomba de incêndio principal. desde que todas unidades estejam ligadas diretamente a tubulação de sucção da bomba de incêndio e tenha subdivisões em unidades mínimas de 3 m³.12. 5.1 A reserva de incêndio deve ser prevista para permitir o primeiro combate durante determinado tempo. ou em especificações reconhecidas e aceitas pelos órgãos Oficiais. no caso de rompimento ou bloqueio dos outros dois.12.9. através da interligação das tubulações.9.3 Os componentes de vedação devem ser em borracha.9.0 kPa).9. em metros quadrados.

2 As dimensões e os materiais para a confecção dos adaptadores tipo engate rápido devem atender a NBR 14349. devem ser do tipo indicadoras.1 A tubulação do sistema não deve ter diâmetro nominal inferior a DN65 (2½”). 5. 5. 5.9 O meio de ligação entre os tubos.4 As válvulas devem satisfazer aos ensaios de estanqueidade pertinentes.7 As tubulações destinadas à alimentação dos hidrantes e de mangotinhos não podem passar pelos poços de elevadores e/ou dutos de ventilação.14.13. 5. especificados em A 1.16.1. 5. 5.16.1 Na ausência de normas brasileiras aplicáveis as válvulas.14. 5. 5. 5.13 Mangueira de incêndio 5. escorvas e outros dispositivos devem ser dimensionados conforme a aplicação. conforme a NBR 10897. 5. devem ser em cor vermelha.1 As uniões de engate rápido entre mangueiras de incêndio devem ser conforme a NBR 14349. 5. 5. A tubulação de aço quando enterrada deve ser protegida com fita adesiva anticorrosiva ou outro processo de isolamento tecnicamente adequado suficiente para evitar a corrosão externa. 5. de modo que cada ponto de fixação resista a cinco vezes a massa do tubo cheio de água mais a carga de 100 Kg.5 As tubulações aparentes do sistema devem ser em cor vermelha.16. 5.13.3 Outros tipos de tubos e conexões que utilizem sistemas de acoplamento.15. Para sistemas de hidrantes.8 Todo e qualquer material previsto ou instalado deve ser capaz de resistir ao efeito do calor e esforços mecânicos. Os métodos de ensaios constantes no Laudo fornecido pelo laboratório oficial deverão ser realizados através de procedimento no mínimo igual ou superior aos recomendados para as tubulações e conexões especificadas na NBR 13714. é recomendável que atendam aos requisitos da BS 5041 parte 1/87. 5.15.2 As roscas de entrada das vávulas devem ser de acordo com a NBR 6414 ou NBR 12912.6 Os trechos das tubulações do sistema. mantendo seu funcionamento normal.14.5 Cada esguicho instalado deve ser adequado aos valores de pressão disponível e de vazão de água.6 As válvulas que comprometem o abastecimento de água a qualquer ponto do sistema. Recomenda-se a utilização de dispositivos de travamento para manter as válvulas na posição aberta.16. se for exposto ao fogo.16.15.15.16 Os tubos de cobre devem ser conforme a NBR 13206. para proporcionar o seu perfeito funcionamento.4 Os drenos. se submetidos à aprovação do CBMMG. após comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema. na forma de tubos e conexões. 5.1. selo de conformidade e certificado de teste. NBR 5587 ou NBR 5590.16. 5. conforme NBR 12779.12. deve-se preferencialmente utilizar lances de mangueiras de 15 m.16.10 A tubulação deve ser fixada nos elementos estruturais da edificação por meio de suportes metálicos.15 As conexões de aço devem ser conforme ASTM A 234/97. não excedendo os comprimentos máximos estabelecidos na tabela 2. com objetivo de proporcionar manutenção em trechos da tubulação sem desativação do sistema.1.1.2 Para sistemas tipo 1 ou 2 pode ser utilizada tubulação com diâmetro nominal DN50 (2”).5. que passam em dutos verticais ou horizontais e que sejam visíveis através da porta de inspeção. 5. de alavanca ou de colar.16. não sendo permitido lance superior a 20 m (vinte metros). através de laudo de laboratório oficial competente. 5. conexões e acessórios diversos deve garantir a estanqueidade e a estabilidade mecânica da junta e não deve sofrer comprometimento de desempenho.14 As conexões de ferro maleável devem ser conforme a NBR 6925 ou NBR 6943.16. Válvulas 5.6 O adaptador tipo “engate rápido” para acoplamento das mangueiras deve obedecer a 5.16. 5.2 A mangueira de incêndio semi-rígida para uso de mangotinho deve atender às condições da EN 694/96 para o sistema tipo 1.12 A tubulação enterrada com tipo de acoplamento ponta e bolsa devem ser provida de blocos de ancoragem nas mudanças de direção e abraçadeiras com tirantes nos acoplamentos conforme especificado na NBR 10897/90. 5. .16.15.16 Tubulações e conexões 5.16. 5.16. 5.14 Uniões / Engates 5. 5.16. através de Laudo de laboratório oficial competente.3 As roscas de saída das válvulas para acoplamento do engate rápido devem ser conforme a NBR 5667 ou ANSI/ASME B1.12. deve permitir a modulação da conformação do jato e o fechamento total do fluxo. considerando também toda a influência que a ocupação final é capaz de exercer.13. 5.1. 20.3 O comprimento total das mangueiras que servem cada saída a um ponto de hidrante ou mangotinho deve ser suficiente para vencer todos os desvios e obstáculos que existem. 2 da BS 5041 PARTE 1/87. no ponto de hidrante considerado. 5. desde que comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema. recursos para simulação e ensaios. rígidos e espaçados em no máximo 4 m. 5. 5.15.16.12.13 Os tubos de aço devem ser conforme as NBR 5580.11 Os materiais termoplásticos. ou materiais diferentes dos já citados.7 NH/98. quando estiverem em posição fechada. somente devem ser utilizados enterrados a 0.5 É recomendada a instalação de válvulas de bloqueio adequadamente posicionadas. 5.1 e A.16. somente poderão ser utilizados.15.1 A mangueira de incêndio para uso de hidrante deve atender às condições da NBR 11861.50 m e fora da projeção da planta da edificação satisfazendo a todos os requisitos de resistência à pressão interna e a esforços mecânicos necessários ao funcionamento da instalação.4 O acionador do esguicho regulável.

.16.6 O sistema deverá ser ensaiado sob pressão hidrostática equivalente a 1.7 não é somado ao volume da reserva de água dos demais sistemas. sendo especificados pelo projetista.1 A proteção por sistemas de hidrantes para as áreas de risco destinadas a parques de tanques ou tanques isolados.3 Quando o conjunto do sistema hidraúlico de combate a incêndio for único (bombas de incêndio e tubulações). onde seja necessária a proteção por sistemas de resfriamento e/ou de proteção por espuma. sendo. Não são tolerados quaisquer vazamentos no sistema. de acordo com o item 5. para garantia do nível de água e pode ser utilizada no reservatório de água somente para supervisionar seu nível.6 do anexo B). 5.18. devem seguir os parâmetros definidos pela tabela 4.17.18. 5.7 A instalação e o ensaio deverão ser elaborados por profissional legalmente habilitado.18. Outros tipos de solda podem ser usados.8. será adotada a vazão mínima de 80 LPM. desde que atendam o item 5.16.17.18. BcuP-4.3 Os manômetros devem ser conforme a NBR 14105/98. Notas: 1) acima de 30 m de comprimento de mangueiras semi-rígidas é obrigatório o uso de carretéis axiais. 3) para as edificações A2 e A3. considerando a não simultaneidade de eventos.8. 5. 5.2 Devem ser instalados manômetros na instrumentação de partida da bomba de recalque.4 A pressão de acionamento a que podem estar submetidos os pressostatos corresponde a no máximo 70% da sua maior pressão de funcionamento. 5. 5. utilizando solda capilar com material de enchimento BcuP-3. 5.18. de acordo com AWS A5.16. durante 2 horas. tais como tanque ou parque de tanques.16. 5. 5. a rede de hidrantes pode possuir uma bomba de pressurização para completar a altura manométrica necessária. sendo utilizado para atender as condições do item 5.9. devem atender as IT 19 . pelas suas características e localização no sistema.17 As conexões de cobre devem ser conforme a NBR 11720.5 A chave de nível deve ser utilizada em tanque de escorva. caso o trajeto real a percorrer pelo operador ultrapasse 30 m.17. caso as áreas de risco. 5. 5. desde que alimentada por fonte alternativa de energia.500 kpa no mínimo. 5. que será apresentada durante a vistoria final. o volume da reserva do sistema de hidrantes calculado para as condições do item 5. ou 1.8/92 ou equivalentes.Sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e IT 20 . 2) para edificações do Grupo A.Tipos de Sistema de Proteção por Hidrantes ou Mangotinhos Sistema Tipo Esguicho Mangueiras de incêndio Diâmetro Comprimento (mm) Máximo (m) 25 ou 32 45¹ 40 303 40 40 ou 65 65 30 30 30 Número de expedições Vazão mínima ao hidrante mais desfavorável (LPM)* 1002 125 250 400 650 Mangotinho Hidrante Hidrante Hidrante Hidrante 1 2 3 4 5 Jato regulável Jato compacto Ø 13 mm ou regulável Jato compacto Ø 16 mm ou regulável Jato compacto Ø 19 mm ou regulável Jato compacto Ø 25 mm ou regulável Simples Simples Simples Simples Duplo * as vazões correspondem a cada saída.1. NBR 5647-2.18.17 Instrumentos do sistema 5. NBR 5647-3 e NBR 5647-4.17.19 As conexões de PVC devem ser conforme a NBR 10351.2 O dimensionamento do sistema de hidrantes.18 Considerações Gerais 5. conforme cada ocupação respectiva.5 Para fins de dimensionamento da reserva de incêndio para os casos do sistema de hidrantes. Tabela 2 .7.1 Os instrumentos devem ser adequados ao trabalho a que se destinam.17.18 Os tubos de PVC devem ser conforme as NBR 5647-1.18.Sistemas de proteção por espuma. as bombas de incêndio devem atender os maiores valores de pressão e de vazão dos cálculos obtidos. 5. de resfriamento ou de espuma. tais como: tanques isolados ou parques de tanques sejam separados das demais construções de acordo com a IT 22 – Armazenamento de Líquidos Inflamáveis ou Combustíveis. 5.5 vez a pressão máxima de trabalho. Tal dispositivo deve ser capaz de operar normalmente após longos períodos de repouso ou falta de uso (ver B. obrigatoriamente.4 Nas áreas de edificações.5. sendo confeccionada a respectiva ART de Execução. poderá ser utilizado 45 m de mangueiras.8. precedidos por registro esfera de abertura rápida.

60 m³ Nota: 1) R.I. D-4 . 20 m³ Tipo 2 R. 20 m³ Tipo 4 R. 8 m³ Tipo 1 R.000 De 15. 35 m³ Tipo 2 R.I. G-1.I. engate rápido Não Sim Sim Sim Esguicho Sim Sim Sim Sim Mangueira semi-rígida Sim Não Não Não 5 Sim Sim Sim Sim Não Tabela 4 – Tipo de Sistema e Volume de Reserva de Incêndio mínima (m3) Grupo/Divisão Área das edificações e áreas de risco (m 2 ) A-2.I. E. J-4. 16 m³ Tipo 2 R. 8 m³ Tipo 2 R. C-3.I.I. G-4.I. 25 m³ Tipo 3 R.I. 30 m³ Tipo 5 R. 12 m³ Tipo 3 R. F-10. D-4 L-2 e L-3 C-2. E-5.I.000 De 6.I.I. 80 m³ Tipo 5 R. D-3 . 20 m³ Tipo 4 R.I.I. 12 m³ Tipo 2 R. H1. 25 m³ Tipo 1 R.000 De 3.001 até 10. 90 m³ Tipo 3 R. 30 m³ Tipo 3 R. J-1.I.B-1. F-5. F-3.I. 35 m³ Tipo 2 R.I. 30 m³ Tipo 5 R. F-7. 6 m³ Tipo 1 R. L-1 e 3. 2) Para a divisão M –2 adotar o item 5.I. F-9 e H-4 M-1 F-8. F-1 Carga Incêndio acima de 300 2 até 800 MJ/m > 300 MJ/m² C-2.001 até 6. E-1. H-6. 45 m³ Tipo 5 R. F-6. F-2.000 Acima de 30. G-2. D-3. H-2.I.I. 800 MJ/m 2 ----------------------------------------D-1.001 até 30. 47 m³ Tipo 3 R. 16 m³ Tipo 1 R. I-1. E-2.001 até 15. J-3 Carga Incêndio até 300 MJ/m2 ------------------------------------------------------------D-1.I.-----------------------e M-3 Carga Incêndio > 300 MJ/ m 2 Carga Incêndio > I-3.I.1 desta I.18. I-2 e J-3 F-1 Tipo 3 R. H-3. F-4. A-3.000 Tipo 1 R.I. G-3. J-2 -------------------------------------.I.I.I. 50 m³ Tipo 5 R. I-2. 18 m³ Tipo 3 R. E-6.I. 50 m³ Tipo 5 R. E-4. Reserva de Incêndio. 12 m³ Tipo 1 R.I. 110 m³ Tipo 5 R. 20 m³ Tipo 4 R. G-5.T. H-5.Tabela 3 – Componentes para cada hidrante simples ou mangotinho Materiais Tipos de Sistemas 1 2 3 4 Abrigo(s) Sim Sim Sim Sim Mangueira(s) de incêndio Não Sim Sim Sim Chave(s) para hidrantes. .I. 140 m³ Até 3. D-2.I.I.000 De 10. 40 m³ Tipo 3 R. B-2.I. C-1.

Válvula de abertura rápida Abrigo Mangueira semi-rígida Tomada de água para mangueira de 40 mm Esguicho regulável * A tomada de água para mangueira de 40mm poderá ser instalada fora da caixa do mangotinho. .ANEXO A (normativo) Sistema de mangotinho com ponto de tomada de água para mangueira de incêndio de 40mm.

antes de ser criado um vórtice com a bomba principal em plena carga.1 Os reservatórios construídos em fibra.1.5 É recomendado que a reposição da capacidade efetiva seja efetuada à razão de 1LPM por metro cúbico de reserva. desde que garantida a reserva efetiva permanente.1.3 Reservatório ao nível do solo.4 O reservatório deve ser provido de sistemas de drenagem e ladrão conveniente dimensionados e independentes. dentro do possível. para garantir as pressões e vazões mínimas para aqueles pontos.1.1 Nestas condições.1. respeitando-se também as distâncias mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção. deve ser totalmente protegido por parede resistente ao fogo. em sistema “by pass”. e deve ser determinado pela dimensão A da tabela B.1 (ver tabela abaixo): Tabela B. B. e com as dimensões mínimas A e B da tabela B.2 A capacidade efetiva do reservatório deve ser mantida permanentemente.1 Quando o reservatório atender a outros abastecimentos.1 a B. desde que garanta-se as resistências: ao fogo. conforme ilustrado nas figuras B.2. com o ponto de tomada da sucção da bomba principal localizado junto ao fundo deste.1.3.3.1. B.1. Podem ser utilizados reservatórios confeccionados com outros materiais.3.3 e tabela B.2 Quando a altura do reservatório elevado não for suficiente para fornecer as vazões e pressões requeridas. refrigeração de ar condicionado.8 Caso não seja previsto o poço de sucção.1 e B.2. ou até uma piscina da edificação a ser protegida.3.1 Quando o abastecimento é feito somente pela ação da gravidade. B.3.3. devendo a saída de incêndio ser pelo fundo e a de consumo pela lateral desse reservatório. Na impossibilidade da saída de consumo ficar na lateral do reservatório. A válvula de retenção deve ter passagem livre.3 A construção do reservatório deve ser em concreto armado ou metálico. B.6 O reservatório pode ser tanque de acumulação de água para resfriamento de máquinas.3. B. sentido reservatório–sistema. respeitando-se também as dimensões mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção. A instalação desta bomba deve atender ao Anexo C e demais itens desta Instrução Técnica.2 O reservatório deve conter uma capacidade efetiva. B.3.3. B.1. B.10 O reservatório deve ter localização.1. B. B. mecânicas e intempéries.Dimensões de poços de sucção Diâmetro nominal do Dimensão A tubo de sucção (mm) (mm) 65 80 100 150 200 250 250 310 370 500 620 750 Dimensão B (mm) 80 80 100 100 150 150 B.1 . Essa altura é considerada: a) do fundo do reservatório (quando a adução for feita na parte inferior do reservatório) até os hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo. não computando-se como reserva de incêndio.1 a B.7 Sempre que possível.3. de fácil acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros. o reservatório deve dispor de um poço de sucção como demonstrado nas figuras B. conforme exemplos das figuras B.3. deve-se atender aos requisitos de B. B.1 Geral B.3. além dos requisitos desta IT.2 Reservatório elevado (ação da gravidade) B.6.1 a B. ainda assim deverão ser previstas.1. semienterrado ou subterrâneo. Os drenos podem partir do fundo do reservatório. B. deve ser considerada como altura a distância entre o nível normal da água e o nível X da água. deve-se utilizar uma bomba de reforço.3 A tubulação de descida do reservatório elevado para abastecer os sistemas de hidrantes ou de mangotinhos deve ser provido de uma válvula de gaveta e uma válvula de retenção.2. para os pontos dos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo.2. B.4 O nível X é calculado como o mais baixo nível. semi-enterrado ou subterrâneo.3. o reservatório elevado deve estar à altura suficiente para fornecer as vazões e pressões mínimas requeridas para cada sistema.6 Não se deve utilizar o dispositivo antivórtice quando a captação no reservatório de incêndio ocorrer em posição horizontal.Anexo B (normativo) Reservatórios B. no trecho da RTI. . o abastecimento dos sistemas de hidrantes ou mangotinhos deve ser efetuado através de bombas fixas. conforme as figuras B. e b) da face superior do tubo de adução (quando a adução for feita nas paredes laterais dos reservatórios) até os hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo. as tomadas de água destes devem ser instaladas de modo a garantir o volume que reserve a capacidade efetiva para o combate. B.5 Quando o tubo de sucção D for dotado de um dispositivo antivórtice. pode-se desconsiderar a dimensão A da tabela B. B. obedecendo aos requisitos desta IT.1.1. considerando-se o sentido reservatório–sistema.1 a B. B. o tubo d’água de consumo deverá ser envelopado com concreto. B. B.9 No caso de reservatório ao nível do solo. B.3 Para o cálculo da capacidade efetiva. as dimensões mínimas A e B da tabela B.1.

Tomada lateral de sucção para bomba principal Figura B.Figura B.1 .3 – Tomada Inferior de sucção para bomba principal .2 .Tomada superior de sucção para bomba principal Figura B.

B. B.2 Nos casos das figuras B. sendo que enquanto uma delas se encontra em operação. B.4. indicadas nas figuras B. para o açude.4 a B. a parte submersa da tubulação em relação ao menor nível de água conhecido e a sua distância em relação ao fundo.4. incluindo a tabela B. B.6 o conduto de alimentação deve possuir uma inclinação mínima constante de 0. B. a entrada do conduto de alimentação deve possuir um ralo. em milímetros.4 Cada bomba principal deve possuir uma câmara de sucção com respectiva câmara de decantação.10 Nos casos da figura B.6 a profundidade da água em canais abertos ou adufas (incluindo a adufa entre a câmara de decantação e a câmara de sucção).8%.4. para as correspondentes larguras W e vazão Q.4. e um diâmetro que obedeça à seguinte equação: D = 21. abaixo do menor nível de água conhecido de fonte. no sentido da câmara de decantação. localizada abaixo do nível de água e 14 com uma área agregada de aberturas de no mínimo 15 cm² para cada dm³/min da vazão Q.4 e B.1 Para estes casos.8 É recomendável que duas grades sejam previstas. represa. B. a outra pode ser suspensa para limpeza.6.2. suas dimensões devem ser conforme as figuras B. B.é o diâmetro interno do conduto. açudes. rios. em decímetros cúbicos por minuto.4.4 Fontes naturais (lagos.6 A câmara de decantação deve possuir a mesma largura e profundidade da câmara de sucção e o comprimento mínimo igual a 4. não deve ser inferior ao indicado na tabela B. B. as aberturas do ralo citado devem impedir a passagem de uma esfera de 25 mm de diâmetro. a água deve passar através de uma grade de arame ou uma placa de metal perfurada. B. a grade deve ser suficientemente resistente para suportar a pressão exercida pela água em caso de obstrução.6.4.é a máxima vazão da bomba principal. Figura B 4 – Alimentação natural do reservatório de incêndio . lagoas) B.4 x √h onde h é a profundidade da câmara de decantação.68 x Q 0.7 Antes de entrar na câmara de decantação.4. rios. B.4. a posição da tubulação de sucção da bomba principal em relação às paredes da câmara.4 e B. independente.11 Ainda nos casos da figura B. e Q .9 Deve ser feita uma previsão para que as câmaras de sucção e de decantação possam ser isoladas periodicamente para a limpeza e manutenção.3 A altura total dos canais abertos ou adufas deve ser tal que comporte o nível mais alto de água conhecido da fonte.6 são idênticas.5 As dimensões da câmara de sucção. lagos ou lagoas.4.4. submerso no mínimo um diâmetro abaixo do nível de água conhecido .357 onde: D .2.4. B.

Figura B.5 –Alimentação natural de reservatório por canal Figura B.6 .Alimentação natural de reservatório por conduto .

Tabela B.2 – Níveis de água e largura mínima para canais e adufa em função da vazão de alimentação Profundidade do local mm 250 w (mm) 88 125 167 215 307 334 410 500 564 750 1113 1167 1500 2000 4500 Q máx (dm³/min) 280 497 807 1197 2064 2341 3157 4185 4953 7261 12054 12792 17379 24395 60302 W (mm) 82 112 143 176 235 250 291 334 361 429 527 539 600 667 819 1000 500 Q máx Dm³/mim 522 891 1383 1960 3159 3506 4482 5592 6340 8307 11415 11816 13903 16273 21949 29173 W (mm) 78 106 134 163 210 223 254 286 306 353 417 425 462 500 581 667 2000 1000 Q máx (dm³/min) 993 1687 2593 3631 5647 6255 7825 9577 10749 13670 18066 18635 21411 24395 31142 38916 203320 .

4 As bombas de incêndio devem ser protegidas contra danos mecânicos. C.1.1. deve ser dotado de uma botoeira para ligar manualmente tais bombas. C.12 Não é recomendada a instalação de bombas de incêndio com pressões superiores a 100 mca (1Mpa). ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão.14.2 e ligados nos painéis de comando e chaves de partida dos motores de cada bomba. manter a rede do sistema de hidrantes ou de mangotinhos devidamente pressurizada em uma faixa preestabelecida e. preferencialmente. em vazão e pressão. devendo ser utilizada para este fim.1. devem atingir pleno regime em aproximadamente 30 segundos após a sua partida.1. possuindo a montante uma válvula de paragem e a jusante uma válvula de retenção e outra de paragem.1. de acordo com os critérios adotados.13 Quando for necessário. sendo que o barrilete deve possuir no mínimo 1. sem interposição de correias e correntes. C. o que for menor. C. armazenamento. sendo uma elétrica e a outra. 1.1. uma bomba de pressurização (jockey) deve ser instalada. nas bombas de incêndio e no painel de comando.1. e d) chave na posição manual ou painel desligado. C.1 Bomba elétrica: a) painel energizado. C. ou a 1/3 da capacidade efetiva do reservatório. Esta condição é conseguida quando a linha do eixo da bomba se situa abaixo do nível X de água. C.2 As dimensões das casas de bombas devem ser tais que permitam acesso em toda volta das bombas de incêndio e espaço suficiente para qualquer serviço de manutenção local.10 As bombas de incêndio.6 A automatização da bomba principal ou de reforço deve ser executada de maneira que.1 Quando o abastecimento é feito por bomba de incêndio.1.7 Quando a(s) bomba(s) de incêndio for(em) automatizada(s). após a partida do motor seu desligamento seja somente manual no seu próprio painel de comando. C. fogo ou umidade.9 As bombas de incêndio. ser utilizadas somente para este fim.1. localizado na casa de bombas. c) falta de fase. C. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio.1.3 As bombas de incêndio devem.1.1.1 Geral C. elétrica ou de combustão interna.5 As bombas principais devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica. agentes químicos. manipulação. C.13. b) bomba em funcionamento. inclusive viabilidade de remoção completa de qualquer das bombas de incêndio.1. C.13. .1 A pressão máxima de operação da bomba de pressurização (jockey) instalada no sistema deve ser igual à pressão da bomba principal . acima do que é considerada condição de sucção negativa (ver figura C.1.1.8 O funcionamento automático é indicado pela simples abertura de qualquer ponto de hidrante da instalação.15 As bombas principais devem ser dotadas de manômetro para determinação da pressão em sua descarga. tendo a(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes atendendo a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e/ou sistemas de proteção por espuma. medida sem vazão (shutoff). Admite-se que a linha de centro do eixo da bomba se situe 2 m acima do nível X de água.1 As casas de bombas quando estiverem em compartimento enterrado ou em barriletes. deve possuir pelo menos uma bomba elétrica ou de combustão interna. Recomenda-se que o diferencial de pressão entre os acionamentos seqüênciais das bombas seja de aproximadamente 10 mca (100 kPa).1. podendo ser na própria casa de bomba.14 O painel de sinalização das bombas principal ou de reforço. devem ser instaladas em condição de sucção positiva. instalado em local seguro da edificação e que permita fácil acesso.2. C.2 As automatizações da bomba de pressurização (jockey) para ligá-la e desligá-la automaticamente e da bomba principal para somente ligá-la automaticamente devem ser feitos através de pressostatos instalados conforme apresentado na figura C.1. transferência e distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis. C. C. C. C. movida com motor à explosão (não sujeita à automatização). C. b) bomba em funcionamento. intempéries. é suficiente para manter a demanda do sistema de hidrantes e mangotinhos. conforme 5.14. deve ser previsto pelo menos um ponto de acionamento manual para a(s) mesma(s). c) baixa carga da bateria. C.11 A capacidade das bombas principais.1.2 Bomba de combustão interna: a) painel energizado.1).9. tal bomba deve ter vazão máxima de 20 LPM.1.Anexo C (normativo) Bombas de Incêndio C.e d) falta de energia no comando da partida .5 m de pé direito. possuindo sinalização ótica e acústica.1. deverão também ser dotadas de manovacuômetro para determinação da pressão em sucção.16 As edificações que tenham áreas de risco destinadas a produção. indicando pelo menos os seguintes eventos: C. deverão possuir acesso no mínimo através de escadas do tipo marinheiro. Nos casos em que foram instaladas em condição de sucção negativa. para compensar pequenas perdas de pressão. C.

junto a cada hidrante ou mangotinho.2.2.2.1 – Condição positiva de sucção da bomba de incêndio Vem das bombas Vai para hidrantes/mangotinhos Sistema de automatização da bomba principal 1 2 2 Sistema de automatização da bomba de 1 pressurização (Jockey) 3 ∅ 15 mm (1/2") 3 NA NA 5 4 4 5 3 NF ∅ 15 mm (1/2") NF 3 6 Figura C. desde que atenda os seguintes requisitos (ver figura C. d) o volume do reservatório de escorva e o diâmetro da tubulação que abastece a bomba de incêndio devem ser para sistemas do tipo 1 no mínimo de 100 litros e diâmetro de 19 mm respectivamente e. C. . para os pontos de hidrantes ou mangotinhos que atendam as pressões e vazões mínimas requeridas em função da ação da gravidade.2.6 É permitida a instalação de bombas de incêndio com as sucções acima do nível de água. conforme especificado no item B.5 As bombas de incêndio não podem ser instaladas em salas que contenham qualquer outro tipo de máquina ou motor. para sistemas do tipo 2 e 3 no mínimo de 200 litros e diâmetro de 19mm.3 Nos casos em que houver necessidade de instalação de bomba de reforço.Figura C. pode ser dispensado as botoeiras junto a estes hidrantes ou mangotinho.2. e) o reservatório de escorva deve ter seu abastecimento por outro reservatório elevado e possuir de forma alternativa abastecimento pela rede pública de água da concessionária local.2.2. C. devendo ser mostrado nos cálculos hidráulicos e detalhe isométrico da rede.2 – Cavalete de automação das bombas principal e de pressurização C. C. exceto quando estes últimos se destinem a sistemas de proteção e combate a incêndio que utilizem a água como agente de combate.3): a) ter a sua própria tubulação de sucção.1 As bombas de incêndio dos sistemas de hidrantes e de mangotinhos podem dispor de dispositivos para acionamento automático ou manual. C.2. c) ter meios adequados que mantenham a tubulação de sucção sempre cheia de água.4 Os condutores elétricos das botoeiras devem ser protegidos contra danos físicos e mecânicos através de eletrodutos rígidos embutidos nas paredes. ou quando aparentes em eletrodutos metálicos. b) ter a válvula de pé com crivo no extremo da tubulação de sucção. sendo a bomba de reforço acionada por botoeira do tipo “liga-desliga”. não devendo passar em áreas de risco.2 Quando o acionamento for manual devem ser previstas botoeiras do tipo “liga-desliga”. C.2 Bombas de incêndio acopladas a motores elétricos C.

Reservatória de Escorva VR VP Manômetro Abastecimento direto da Rede Pública Tubulação de Recalque VR VP Manovacuômetro Bomba de Incêndio Reserva de Incêndio Válvula de Pé de Crivo VR=Válvula de Retenção VP=Válvula de Paragem Figura C.3 – Exemplo de afogamento de bomba de incêndio .

2. C.Normalmente fechada Chave Geral Chave para Bomba Consumo Figura C. C. g) tensão de entrada em volts. de acordo com o diagrama elétrico correspondente. for automatizada por chave de fluxo.2. em hertz. indicando bomba em funcionamento. C.21 O alarme acústico do painel deve ser tal que.C. d) número de série.14 Cada bomba principal ou de reforço deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante.9 A entrada de força para a edificação a ser protegida deve ser dimensionada para suportar o funcionamento das bombas de incêndio em conjunto com os demais componentes elétricos da edificação.Reservatório Nota: NA . fogo e umidade.17 A partida do motor elétrico deve estar de acordo com as recomendações da NBR 5410 ou da concessionária local. ampéres.9. leiaute.22 O sistema de proteção dos motores elétricos deve ser conforme a NBR 5410.17.12 Nos casos em que a bomba de reforço.16 O painel de comando para proteção e partida automática do motor da bomba de incêndio deve ser selecionado de acordo com a potência em CV do motor . f) rotações por minutos de regime.2.10 As chaves elétricas de alimentação das bombas de incêndio devem ser sinalizadas com a inscrição “ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE INCÊNDIO –NÃO DESLIGUE”.2.Chave de fluxo com retardo 5 . c) modelo.1 O sistema de partida deve ser do tipo magnético.e i) freqüência. C. C.2. diagrama elétrico.18 O painel deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba de incêndio e convenientemente protegido contra respingos de água e penetração de poeira. exibindo: a) nome do fabricante. atendendo ao requisito de C.2.2.2.19 O painel deve ser fornecido com os desenhos dimensionais.Válvula de retenção 4 . a instalação pode ser conforme esquematizado na figura C.4). conforme especificado em B. C.2 O período de aceleração do motor não deve exceder 10 segundos.2. C.2. C. em CV. c) modelo da bomba.e g) diâmetro do rotor. e) pressão nominal. C.2. b) número de série. de forma a permitir o desligamento geral da energia.11 Os fios elétricos de alimentação do motor das bombas de incêndio. a plena carga.Bomba de reforço 2 . C. e) potência. C. d) vazão nominal.Válvula –gaveta 3 .17.Esquema de instalação de bomba de reforço abastecendo os pontos de hidrantes mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo Entrada Legenda: 1 . C. régua de bornes.5 .2. volte a funcionar normalmente quando surgir um novo evento. C. .20 Todos os fios devem ser anilhados. diagrama elétrico interno e listagem dos materiais aplicados.7 A alimentação elétrica das bombas de incêndio deve ser independente do consumo geral.2.2.Pontos de hidrantes /mangotinhos 6 . quando dentro da área protegida pelo sistema de hidrantes devem ser protegidos contra danos mecânicos e químicos.2.15 Os motores elétricos também devem ser caracterizados através de placa de identificação. Figura C. h) corrente de funcionamento. C.2.2.5.13 A bomba de pressurização (jockey) pode ser sinalizada apenas com recurso ótico. sem prejuízo do funcionamento do motor da bomba de incêndio (ver figura C.2.4 – Esquema de ligação elétrica para acionamento da bomba de incêndio C. as bombas de incêndio acionadas por motor elétrico podem ser alimentadas por um gerador diesel. f) rotações por minuto sob a tensão nominal.2. uma vez cancelado por botão de impulso. C.Registro de recalque 7 . b) tipo.2.2.8 Na falta de energia da concessionária.Normalmente aberta NF . C.

C.3 Os sistemas de refrigeração aceitáveis devem ser os descritos em C. considerando o regime contínuo de funcionamento. localizadas na casa de bombas. sendo o ventilador acionado diretamente pelo motor ou por intermédio de correias.3. para a partida. C. C. C.3. a fim de se evitar o superaquecimento das mesmas. indicando bomba em funcionamento e sistema automático desligado (chave seletora na posição manual).C.3.3. C.2 São dotados de sistema de arrefecimento por ar ou água.3. determinando ainda.3.3.3.3. as quais devem ser múltiplas.9 Um painel de comando deve ser instalado no interior da casa de bombas.3. tolerada uma faixa de + 10% seja qual for a carga. da bomba para o bloco do motor. sendo direcionados para serem expelidos fora da casa de bombas. Deve ser instalada sob o tanque uma bacia de contenção com volume mínimo de uma vez e meia a capacidade do tanque de combustível. C. C. e f) rotações por minuto nominal. C. C.3. de acordo com as especificações do fabricante.1 a C. C.1 O motor a combustão deve ser instalado em ambiente cuja temperatura não seja.3 A aspiração de ar para combustão pode ser natural ou forçada (turbo). C. O sistema de flutuação deve ser capaz de atender.3.6 – Arrefecimento da bomba principal elétrica . o estado de carga de cada jogo de baterias. C. com pressões limitadas pelo fabricante do motor.3. no local onde forem instaladas. durante 6 horas ininterruptas. C.4 Por meio de ventoinhas ou ventilador. independente.1 A injeção direta de água.3. C. inferior à mínima recomendada pelo fabricante e dotado de sistema de pré-aquecimento permanentemente ligado. c) modelo.3.10 As baterias do motor a explosão. Vai para o reservatório ou tanque escorva União assento plano Figura C.3. por motor à explosão.3. para cada sistema existente na edificação.3. C.1. por meio de amperímetros e voltímetros. vindo água fria diretamente da bomba específica para este fim.6).3.3. em qualquer hipótese.3.3.1. C. devem ser mantidas carregadas por um sistema de flutuação automática.3 Bombas acopladas a motores de combustão interna C. C.2 As bombas de incêndio devem ter condição de operar a plena carga.8 O motor a explosão deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante.3. por meio de um carregador duplo de baterias. C. o qual volta sempre à posição normal.1 São dotados de injeção direta de combustível por bomba injetora ou de ar comprimido. o sistema de partida deve ser sempre automático.2 Por trocador de calor.4.3. cada um deve ser dotado de seu próprio tanque de combustível.11 O sistema de flutuação automática deve ser capaz de carregar uma bateria descarregada em até 24 horas. d) número de série. sem que haja danos às suas placas. com suas respectivas tubulações de alimentação para bomba injetora. C.4 A entrada de ar para a combustão deve ser provida de um filtro adequado.3.5 O escapamento dos gases do motor deve ser provido de silencioso. as quais devem ser múltiplas .12 Nos casos em que houver apenas uma bomba de incêndio.1.3.3 Por meio de radiador no próprio motor. sem chances de retornar ao seu interior.3.2. de acordo com as especificações do fabricante. e) potência em CV. o qual deve manter a rotação nominal.3. C. de preferência no próprio motor. b) tipo.3. sem apresentar quaisquer avarias.4 Dispõe de controlador de rotação. derivada da voluta da bomba e com retorno preferencialmente para o reservatório ou tanque de escorva (ver figura C.1. não sendo permitido o emprego de ar comprimido. C. aos dois jogos de baterias (principal e reserva).1. A saída de água de resfriamento deve passar no mínimo 15cm acima do bloco do motor e terminar em um ponto onde possa ser observada sua descarga.7 Existindo mais de um motor a explosão.6 O tanque de combustível do motor deve ser montado de acordo com as especificações do fabricante e deve conter um volume de combustível suficiente para manter o conjunto moto-bomba operando a plena carga durante o tempo de no mínimo duas vezes o tempo de funcionamento dos abastecimentos de água.5 Dispõe de meios de operação manual. acionado diretamente pelo motor ou por correias.3.1.23 As bombas de incêndio com vazão nominal acima de 600 LPM deverão dispor de um fluxo contínuo de água através de uma tubulação de 6mm ou placa de orifício de 6mm. A saída de água do trocador também deve ser posicionada conforme C.3.

1 Nestes casos o cálculo da vazão deve atender a tabela 2.ANEXO D (normativo) Casos de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos. D. ou nos pavimentos superiores de zeladoria com área até 70 m2 e apartamentos “duplex” ou “triplex”.5 Depósito de materiais incombustíveis. sujeitos a reação com água. desde que não utilizados para outros eventos que não atividades esportivas e desde que as áreas de apoio não ultrapassem 750 m2.1. D.4 Nas áreas específicas de depósitos com materiais combustíveis. e que o hidrante ou mangotinho do pavimento mais próximo assegure sua proteção e o acesso aos locais citados não seja através de escada enclausurada. desde que o caminhamento máximo adotado seja o comprimento estabelecido na tabela 2 desta IT.2.1.1.1.2 Ginásios poliesportivos e piscinas cobertas. desde que quando embalados a carga incêndio não ultrapasse 100 MJ/m2 .1 Áreas exclusivamente destinadas a processos industriais com carga de incêndio igual ou inferior a 100 MJ/ m2.2 Fica isenta a instalação de pontos de hidrantes ou de mangotinhos em edículas. sobreloja. D. D. D. D.3 Processos industriais com altos fornos onde o emprego de água seja desaconselhável.1. D. . Neste caso deve ser protegido por agente extintor específico ou sistemas especiais indicado para o risco.1 Podem ser considerados casos especiais de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos as áreas das edificações com as seguintes ocupações: D. mezaninos.

Hidrantes de recalque do sistema de chuveiros automáticos B – Sinalização dos Hidrantes de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos e do Sistema de Hidrantes 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C – Planilha de Cálculo Hidráulico 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Certificação e validade/garantia .IT – 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .

as exigências previstas na IT 01 – Procedimentos Adminstrativos.130.gov.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. se o assunto não for por elas contemplado. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la com as adequações constantes no item 5 desta instrução.5 Para as edificações já construídas anteriores à vigência desta IT. contendo além do especificado nas normas técnicas da ABNT. 5.2 A classificação do risco. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.Proteção contra incêndio por chuveiro automático.Bairro Centro CEP 30.4 Nas edificações. deve ser elaborada uma proposta de Projeto Técnico.bombeiros. 2 APLICAÇÃO 2. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. com simbologia atendendo ao contido na IT 03. cabe ao Responsável Técnico apresentar requerimento detalhando Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.1 Deverá haver uma cópia do projeto citado no item anterior à disposição na edificação para dirimir possíveis dúvidas do agente vistoriador. de acordo com o Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.270. Decreto Estadual nº 44.897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático. 5. 5. que não atendam às normas atuais. devendo ser apresentado o projeto executivo de chuveiros automáticos. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático para aplicação na análise e vistoria de processos submetidos ao Corpo de Bombeiros.1 Os sistemas de proteção por chuveiros automáticos serão elaborados de acordo com critérios estabelecidos em normas técnicas brasileiras.mg. 2.3. deve-se atender a toda área de edificação.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica visa a adequar o texto da norma NBR 10. podendo deixar de abranger certas áreas.gov. NBR 10897 . sendo aceita a norma NFPA – 13 da National Fire Protection Assiciation. aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e pânico. .1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações onde é exigida a instalação de chuveiros automáticos. 5. conforme estabelece a NBR 10897.br Email: dat3@cbmmg. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5 PROCEDIMENTOS 5. suas atualizações ou outra norma que vier substituíla. como espaços ocultos. 5.3 Para fins de apresentação junto ao Corpo de Bombeiros.190-000 Site: www. Augusto de Lima. onde houver exigência da instalação do sistema de chuveiros automáticos. área de operação. 355 .2 Adota-se a NBR 10.mg. tabelas e demais parâmetros técnicos deverão seguir os critérios contidos nas normas técnicas.

providas de adaptadores de engate rápido conforme figura do anexo B. 5.15 Nas edificações elevadas. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la. mantendose a reserva exclusiva definida para o sistema.3 O hidrante de recalque para chuveiros automáticos e o hidrante de recalque para hidrantes. para apreciação do Corpo Técnico. aprovadas para o uso em instalações de proteção contra incêndios. de modo que atenda às funções da válvula de governo e alarme. 5. .10 O dimensionamento do sistema pode ser feito por tabelas. possuindo mecanismos que possibilitem a fácil supervisão dos circuitos.21 Em reservatórios elevados o ponto de tomada de água para consumo deve ser lateral.14 Quando não houver necessidade da instalação de mais do que uma válvula de governo e sendo a reserva efetiva. 5. a reserva de incêndio deve ser calculada em função da vazão de risco mais grave e do tempo de funcionamento do risco predominante. 5.1 Em prédios comerciais a tomada de recalque pode ser localizada preferencialmente na fachada principal ou muro de divisa com a rua. ficando as tomadas de fundo para o sistema de chuveiros automáticos. pode ser substituído pelo alarme elétrico. 5.17. apresentando as medidas mitigadoras adotadas. 5. 5.17 O gongo hidráulico. em sistemas conjugados ou não. 5. Estes equipamentos podem ser protegidos contra a descarga de água proveniente destes por meio de anteparos nãocombustíveis.00m em relação ao piso. estes podem substituir o hidrante de recalque.os itens que necessitam de dispensa da exigências com as argumentações e a impossibilidade técnica.10. segundo anexo A. normalmente presente nas válvulas de governo e alarme. com as indicações constantes no anexo B e especificações da NBR 10897. 5. devem ser garantidas as vazões e pressões mínimas exigidas.1 O painel de comando deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba e convenientemente protegido contra os respingos provenientes destas. segundo o anexo A desta IT.4 Quando a rede de alimentação for comum para chuveiros e hidrantes e existir franco e fácil acesso aos hidrantes externos. os demais pavimentos podem conter apenas as chaves de fluxo secundárias.18 O painel de comando elétrico que compõe o sistema de proteção por chuveiros automáticos deve ser conforme prevê a NBR 10897. o painel de comando(s) da(s) bomba(s) principal(is) deverá permitir que. de forma que estejam em condições de operar mesmo quando o sistema de chuveiros estiver em manutenção. situada acima do pavimento mais elevado. tabelas e cálculo hidráulico ou cálculo total. 5. o desligamento somente possa ser ativado manualmente.9 Para edificações que possuam estoques de mercadorias.8 Nos casos de edificações com ocupação mista.19 Não são aceitas placas de orifícios para balanceamento do sistema de chuveiros automáticos. previstos na NBR 10897.1 Quando for feito o dimensionamento por cálculo hidráulico. a uma altura mínima de 0.13 As tubulações para hidrantes e mangotinhos devem ser conectadas às tubulações principais. 5.16 Para o sistema de pressurização. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la. 15.2 Se for comprovado tecnicamente ser impossível a especificação anterior. antes das válvulas de governo e alarme. de forma a avisar quando passar água no sistema a partir do funcionamento de um único chuveiro. 5. sendo que após a instalação de pelo menos uma para cada limite de área atendida.12. 5. substituindo-se por válvula de retenção instalada na expedição da bomba e chave de fluxo para acionamento do alarme. a tomada de recalque pode ser localizada dentro de uma caixa de alvenaria. 5. constituídas de múltiplos pavimentos. 5. 5.60 m e máxima de 1. Admite-se a conexão da tubulação de mangotinhos após a válvula de governo e alarme se protegerem área diferente daquela que os chuveiros estejam dando cobertura. 5. e que atendam aos requisitos técnicos previstos nas normas técnicas oficiais. deve constar no projeto enviado ao Corpo de Bombeiros a planilha de cálculo hidráulico conforme o anexo C desta IT. quando independentes obedecerão à sinalização segundo o anexo B desta IT. deverão ser utilizadas válvulas redutoras de pressão. após a partida do(s) motor(es).12. 5.7 Não é permitida a falta de chuveiros pela simples presença de equipamentos elétricos. deverá ser de 916mm. a instalação desta válvula de governo pode ser dispensada. 5. 5.11 Nos casos em que hidrantes e mangotinhos são instalados em conjunto com o sistema de chuveiros automáticos.12.12.6 A área de aplicação deve ser sempre considerado como a área do piso. 5. ficando sob o controle da respectiva válvula de governo e alarme. de acordo com o risco e a norma adotada.20 Quando for necessária a redução de pressão. com tampa metálica.1 O circuito do alarme de que trata este item deverá ser supervisionado. interligando a mesma ao sistema de alarme principal da edificação. a distância livre mínima do defletor do chuveiro ao topo do estoque deverá ser de 456mm para chuveiros standard e para chuveiros especiais.18. sendo somadas as reservas efetivas de água para o combate a incêndios.12 O hidrante de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos deverá possuir duas entradas de água de 63 mm de diâmetro. para cada válvula de governo e alarme. serão aceitos os limites máximos para cada válvula de governo e alarme. 5.

FM. sendo permitida a sucção negativa quando comprovadamente for inviável a primeira condição. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la. UL. 6 CERTIFICAÇÃO E VALIDADE/GARANTIA Os componentes do sistema deverão possuir selo de homologação dos laboratórios responsáveis: ABNT.25 Deverá o sistema de chuveiros automáticos. para verificação em vistoria e manutenção da tubulação. 5. .24 As bombas devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica a motores elétricos ou a diesel. 5. 5. que será apresentada durante o pedido de vistoria conforme a IT 01.22 A bomba deve operar com sua capacidade nominal dentro de 30 segundos após a partida. sendo confeccionada a respectiva ART de Execução. ser provido de uma conexão de ensaio (dreno). sem interposição de correias ou correntes.23 Sempre que possível. as bombas devem ser instaladas sob condição de sucção positiva (afogadas). de conformidade com a NBR 10897.5. 5.26 A instalação e o ensaio deverão ser elaborados por profissional legalmente habilitado. ULC e LPC.

ANEXO A Hidrantes de recalque do sistema de chuveiros automáticos .

ANEXO B Sinalização dos Hidrantes de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos e do Sistema de Hidrantes .

ANEXO C Memória de cálculo do dimensionamento do sistema de chuveiros automáticos vazão Chuveiro Balanceada Calculado Trecho Chuveiro Trecho Diâmetro Referência Adotado Memória de Cálculo Comprimento Equivalente Total Perda de Carga Desnível Unitária Total Pressão Observações Fator K * Real 1 2 3 4 Nó A Nó B Nó C MB R’i-MB R’i - 1/mim 1/mim 1/mim mm mm pol m m m m m m mca KPa (*) 1/mim a mca-1/2 ou 1/mim x Kpa-1/2 _ _ .

IT - 19
SISTEMA DE RESFRIAMENTO PARA LIQUIDOS E GASES INFLAMAVEIS E COMBUSTIVEIS

SUMÁRIO
1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 19

DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro. CEP 31.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

SISTEMA DE RESFRIAMENTO PARA LIQUIDOS E GASES INFLAMAVEIS E COMBUSTIVEIS

1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para segurança contra incêndio, exigências e práticas recomendadas para a elaboração de projetos de sistemas de resfriamento com água. 2 APLICAÇÃO 2.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e áreas de risco destinadas a produção, manipulação, armazenamento, transferência, distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis, relacionados a: a) destilaria, refinaria e unidade de processamento; b) plataforma de carregamento, estação de carregamento, e envasamento de gás liqüefeito de petróleo ( GLP ); c) parques de tanques ou tanques isolados; d) armazém e áreas destinadas a líquidos e gases combustíveis e inflamáveis, acondicionados em recipientes transportáveis. 2.2 Esta Instrução Técnica não se aplica: a) armazenagem de líquidos reativos ou instáveis; b) instalações marítimas off-shore; c) armazenagem de líquidos criogênicos e gases liquefeitos; d) aspectos toxicológicos dos produtos; e) instalações de armazenagem de líquidos combustíveis e inflamáveis que disponham de Normas Brasileiras específicas, tais como aeroportos. 3 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA NORMATIVA E

Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44.270, de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 7505 – Armazenagem de petróleo, seus derivados líquidos e álcool carburante. NBR 13860- Glossário de termos relacionados a segurança contra incêndios. NB – 98 - Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis. Petrobrás, N-1203 D, de julho de 1997 – Projetos de sistemas fixos de combate a incêndio com água e espuma. Petrobrás, N-1645 D, de dezembro de 1999 – Critérios de segurança para projetos de instalações fixas de armazenamento de gás liquefeito de petróleo. NFPA-15 - Standard for Water Spray Fixed Systems for Fire Protection - edição 1996. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica, aplicam-se as definições da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico, complementada pelas seguintes definições: 4.1 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37,8ºC, subdividido como segue: a) Classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37,8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de

Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas:

óleo diesel, aguarrás e querosene (iluminante e de aviação). b) Classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93,4ºC - todos os tipos de óleo combustível. c) Classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93,4ºC - todos os tipos de lubrificantes. 4.2 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37,8ºC, também conhecido como líquido Classe I, subdividindo-se em: a) Classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação). b) Classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37,8ºC – todos os tipos de álcool. c) Classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22,8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8ºC. – solventes (conforme ficha de segurança do produto). 4.3 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que, no estado puro ou nas especificações comerciais, por efeito de variação de temperatura e pressão, ou de choque mecânico, na estocagem ou no transporte, se tornem autoreativos e em conseqüência se decomponham, polimerizem ou venham a explodir. 4.4 Área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação. 4.5 Área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação. 4.6 Área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação. 4.7 Área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais, podendo ser edificada ou aberta, sobre piso, com ou sem acabamento ou em terreno natural, esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada, conforme o caso. 4.8 Risco isolado: é o risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados, suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra. 4.9 Posto de abastecimento interno: Instalação interna a uma indústria ou empresa cuja finalidade única é o abastecimento de combustível e ou lubrificantes para sua frota própria ou de seu uso. 4.10 Posto de abastecimento: Local restrito onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos, aeronaves, barcos, etc.

5.1 O resfriamento pode ser realizado por meio de: a) linha manual com esguicho regulável; b) canhão monitor manual ou automático; c) aspersores fixos. 5.2 O armazenamento em tanques subterrâneos não necessita de proteção contra incêndios por resfriamento. 5.3 Para o projeto dos sistemas de proteção consideram-se dois conceitos fundamentais: a) dimensionamento pelo maior risco isolado; b) não simultaneidade de eventos, isto é, o dimensionamento deve ser feito baseando-se na ocorrência de apenas um incêndio. 5.4 Independentemente das facilidades de combate ao fogo, grupos de vasos com espaçamento horizontal inferior a 7,5 metros devem ser considerados como único risco. 5.5 Cada quadra de unidade de processo constitui um risco isolado. 5.6 O suprimento deve ser baseado em uma fonte inesgotável (mar, rio, lago) o qual deve ser capaz de demanda de 100% da vazão de projeto em qualquer época do ano ou condição climática. Na inviabilidade desta solução, deve ser previsto um reservatório com capacidade para atender à demanda de 100% da vazão de projeto durante o período de tempo descrito abaixo: a) 06 horas para refinarias, terminais, bases de distribuição e outras instalações com capacidade de armazenamento de petróleo e derivados igual ou superior a 40.000 m3; b) 04 horas para parques de tanques ou outras instalações com capacidade entre 10.000 m3 e 40.000 m3; c) 03 horas para parques de armazenamento de gases liquefeitos de petróleo, sob pressão, em esferas e cilindros, plataforma de carregamento, estação de carregamento e envasamento com qualquer capacidade e em qualquer tipo de instalação. Os casos particulares tratados nesta instrução técnica devem atender às respectivas autonomias estabelecidas; d) 02 horas para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 1000 m3 e 10.000 m3; e) 01 hora para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 120 m3 e 1.000 m3; f) 45 minutos para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 50 m3 e 120 m3; g) 30 minutos para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 20 m3 e 50 m3; 5.6.1 Para o cálculo do volume do reservatório, deve ser considerada a capacidade de armazenamento do maior risco isolado. 5.6.1.1 Os casos citados nas alíneas a, b e c do item 5.6, se o abastecimento do reservatório for simultâneo ao incêndio, o seu volume poderá ser reduzido

5 PROCEDIMENTOS

proporcionalmente às condições deste abastecimento, desde que o volume mínimo do reservatório atende a demanda para 120 minutos. No caso de reabastecimento por bombeamento, as bombas e os respectivos acionadores devem atender aos mesmos requisitos das bombas principais de combate a incêndio. 5.6.2 A água usada no sistema em operação pode ser doce ou salgada e sem tratamento. 5.6.3 O sistema deve ficar pressurizado com água doce, a fim de evitar-se a rápida formação de incrustações e corrosão. No caso de utilização de água salgada, toda a tubulação deve estar adequada para esta finalidade. 5.6.4 No caso de material sólido em suspensão deve ser previsto dispositivo para a retenção das impurezas e limpeza das linhas sem interrupção do abastecimento. 5.6.5 Para cálculo do suprimento de água deve ser adotado o valor correspondente ao maior risco para: a) resfriamento de unidade de processo; b) resfriamento de um tanque atmosférico em chamas e dos tanques vizinhos; c) aplicação de espuma a um tanque e resfriamento dos tanques vizinhos; e. d) resfriamento de vasos de pressão para o armazenamento de gases liquefeitos. 5.6.6 Para a aplicação da espuma consultar a IT 20 Sistema de Proteção por Espuma. 5.6.7 No(s) dimensionamento(s) da(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes que atenderem a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis, será obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio, sendo uma elétrica e a outra movida com motor à explosão (não sujeita à automatização); ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão. Outros arranjos de bombas de incêndio aceitáveis são duas bombas elétricas principais alimentadas por um grupo moto-gerador automatizado com autonomia mínima de 06 horas de funcionamento ou duas bombas de incêndio com motor a explosão (podendo uma delas ter acionamento manual). 5.6.7.1 Será permitida a instalação de uma única bomba para locais que contenham tanques de armazenamento com capacidade máxima de 120 m³, bem como para os recipientes de GLP citados nos itens 5.12.1.1 e 5.12.2.2. 5.7 Hidrantes e canhões monitores 5.7.1 Em todos os locais onde haja risco de vazamento ou derrame de produto devem ser previstos hidrantes. 5.7.2 Os hidrantes devem ser instalados em locais de fácil acesso, mesmo que haja necessidade de estender uma derivação da rede principal. 5.7.3 A quantidade mínima de linhas de resfriamento e canhões monitores deve ser calculada em função da demanda de água de combate a incêndio. No caso de utilização de anéis de resfriamento nos tanques, esta demanda pode ser abatida da vazão total para dimensionamento da quantidade de hidrantes. Deve ser previsto pelo menos uma linha ou canhão para cada tanque

vizinho e duas linhas ou canhões para o tanque em chamas, simultaneamente considerando o cenário do cálculo hidráulico. 5.7.3.1 Após a definição do cenário de combate a incêndio pelo maior risco, os dimensionamentos do sistema hidráulico deve levar em consideração o funcionamento simultâneo de todas as linhas manuais e canhões monitores necessários para atender à demanda de água para o sistema de resfriamento. O projetista deve levar em consideração também o sistema de proteção por espuma, de acordo com a IT 20. 5.7.4 Em bacias com capacidade de armazenamento não superior a 35.000 m3, a distância máxima entre hidrantes deve ser de 60 m e devem ser localizados de tal forma que o comprimento de mangueira seja no máximo 60 m. 5.7.5 Em bacias com capacidade de armazenamento superior a 35.000 m3, a distância máxima entre hidrantes deve ser de 100 m e devem ser localizados de tal forma que o comprimento de mangueira seja no máximo 90 m. 5.7.6 Os hidrantes devem possuir no mínimo duas saídas com diâmetro nominal de 65 mm, dotadas de válvulas e de conexões de engate rápido. A altura destas válvulas em relação ao piso deve estar compreendida entre 1 m e 1,5 m. 5.7.7 Os canhões monitores podem ser fixos ou portáteis para água ou espuma, ou ainda para ambos. 5.7.8 Os hidrantes e os canhões fixos, quando manualmente operados, devem ser localizados a distância de 1,5 ( uma vez e meia) a altura do tanque, a partir do seu costado, para aqueles com diâmetro até 9 metros, e de 15 metros a 75 metros do costado para os tanques com diâmetros superiores a 9 metros. 5.7.9 Atendendo-se às necessidades de vazão e pressão da rede de hidrantes, os canhões monitores usados para resfriamento ou extinção de incêndio em tanques verticais ou horizontais devem ser capazes de resfriar teto e o costado. 5.7.10 A vazão mínima de água para as linhas manuais de resfriamento deverá ser de 200 LPM, com o emprego obrigatório de esguichos reguláveis. Para as áreas cobertas a pressão mínima será de 343,2 KPa (35,00 mca) e para as áreas descobertas será de 441,3 Kpa (45,00 mca). 5.7.11 Cada ponto da área de risco ou dos tanques e cilindros a serem protegidos devem ser atendidos pelo menos por uma linha manual de resfriamento. 5.7.12 Os canhões monitores devem ser especificados para permitir uma vazão mínima de 800 LPM na pressão de 549,25 kpa (56 mca), um giro horizontal de 360º e um curso vertical de 80º para cima e de 15º para baixo da horizontal, admitindo-se o emprego de esguichos que produzam somente jato sólido. Para efeito de projeto, deve ser considerado o alcance máximo na horizontal de 45 m quando em jato. 5.8 Refinaria, destilaria ou unidade de processo de refinaria 5.8.1 Uma unidade de processo deve ser protegida por meio de hidrantes e canhões monitores fixos. Em caso de vasos que armazenam gases inflamáveis liquefeitos sob

pressão devem ser usados aspersores fixos, conforme NFPA-15/96. 5.8.1.1 A vazão do sistema deve ser determinada em função da área definida pelo limite de bateria da unidade de processo, multiplicada pela taxa de 3 LPM/m2, devendo-se adotar como vazão mínima 4.000 LPM e como vazão máxima 20.000 LPM. 5.8.2 Os canhões monitores podem ser substituídos por sistemas de aspersores fixos, projetados conforme NFPA15/96. 5.9 Plataforma de carregamento, estação de carregamento e envasamento de cilindros de gás liquefeito de petróleo 5.9.1 Nas instalações é indispensável à utilização de aspersores fixos projetados conforme a NFPA-15/96. 5.9.2 A área a ser considerada deve levar em conta o transbordamento decorrente das operações de carga e descarga. O propósito que o dimensionamento deve considerar a proteção das áreas da ilha de carregamento em torno do caminhão ou vagão tanque. Havendo canaleta para captação de derrame de produto na área de carregamento e descarga, considerar a área circunscrita ao canalete como referência para o direcionamento da proteção. 5.10 Parques de tanques ou tanques isolados 5.10.1 Os tanques de armazenamento de superfície ou aéreos com volume total e igual ou inferior a 120 m3, contendo: a) líquidos combustíveis classe IIIA, não necessitam de sistema de resfriamento, desde que estejam isolados e em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais. b) líquidos classe IIIB, isenta-se do sistema de resfriamento, desde que o produto não seja pré-aquecido e os tanques estejam isolados e em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais. 5.10.2 Para o resfriamento através de aspersores deverá haver uma superposição entre os jatos dos aspersores, equivalente a 10% de dimensão linear coberta por cada aspersor. 5.10.2.1 Para tanques com altura acima de 10 m, será obrigatória a colocação de anéis de aspersores a partir do topo do tanque, sendo o espaçamento entre os anéis dimensionados de acordo com o desempenho do equipamento e especificação do fabricante, não havendo necessidade de anéis na base do tanque. 5.10.2.2 Deverá ser previsto no mínimo um anel de resfriamento instalado a partir do topo do tanque. 5.10.2.3 Quando a altura dos tanques for inferior a 10 metros, será aceito o resfriamento por meio de linhas manuais, ou canhões monitores. 5.10.3 Para efeito de cálculo, são considerados vizinhos os tanques que atendam a um dos seguintes requisitos:

a) quando o tanque considerado em chamas for vertical e a distância entre seu costado e o costado (ou parede externa) do tanque vizinho for menor que 1,5 vez o diâmetro do tanque em chamas ou 15 m, o que for menor; b) quando o tanque considerado em chamas for horizontal e a distância entre o costado (ou parede externa) do tanque vizinho e a base do dique do tanque considerado em chamas for menor que 7,5 m. 5.10.4 Quando forem utilizados aspersores nos tanques verticais, estes devem ser distribuídos de forma a possibilitar uma lâmina de água continua sobre a superfície a ser resfriada, sendo permitido apenas sua instalação no costado, nos casos de tanques com solda de baixa resistência entre costado e teto (conforme API 650). 5.10.4.1 Não é considerada proteção por aspersores a utilização de apenas um bico no centro do teto do tanque. 5.10.4.2 Para cálculo da vazão necessária ao resfriamento dos tanques verticais atmosféricos devem ser adotados os seguintes critérios: a) tanque em chamas: 2 LPM/m2 da área do costado; b) tanques vizinhos: 1) utilizando aspersores 2 LPM/m2 da área determinada na tabela 1; ou 2) utilizando canhões monitores ou linhas manuais: conforme a tabela 2. Tabela 1 – Aspersores
(N ¹) Área a ser resfriada 1 área do costado >1 Soma das áreas dos costados ¹) N = número de tanques verticais vizinhos.

Tabela 2 – Canhões monitores ou linhas manuais

)

≤2

Dist. entre costados (m) ≤8 > 8 e ≤ 12 > 12

Taxa

2)

)

8 5 3

>2

Dist. entre costados (m) ≤8 > 8 e ≤ 12 > 12

Taxa

3)

8 5 3

N = número de tanques verticais vizinhos. L/min. por m² de ½ do soma das áreas do teto e tanque vizinho. Para tanque de teto flutuante não considerada a área do teto. 3) L/min. por m² de 1/3 do soma das áreas do teto e tanque vizinho. Para tanque de teto flutuante não considerada a área do teto.
2)

1)

costado do deverá ser costado do deverá ser

5.10.5 A vazão mínima necessária ao resfriamento dos tanques horizontais deve ser de 2 LPM/m² da área da sua projeção horizontal. 5.10.5.1 Para efeito de cálculo, somente são resfriados tanques horizontais vizinhos quando: a) o tanque em chamas for vertical; b) não estiverem no interior da mesma bacia de contenção do tanque em chamas. 5.10.5.2 Neste caso, não deve ser considerada a aplicação de água na bacia do tanque em chamas, devido ao fato de que em um incêndio em tanque horizontal pode ocorrer vazamento para a bacia de contenção.

5.10.6 Caso o tanque vizinho seja do tipo teto flutuante, para o resfriamento só deve ser considerada a metade da área do costado. 5.10.7 Nos tanques para armazenamento refrigerado, deve ser prevista a aspersão de água com baixa velocidade e distribuição uniforme sobre o teto e costado, calculada à base de 3 LPM/m2 de área a ser protegida. 5.10.7.1 Para o cálculo da vazão total, devem ser considerados os tanques situados a distância inferior a 1,5 (uma vez e meia) o diâmetro do tanque em chamas, sendo válido dividir-se o sistema de aspersão em setores, para melhor aproveitamento da quantidade de água disponível. 5.10.7.2 O teto deve ser totalmente resfriado e a superfície lateral mínima a ser molhada não deve ser inferior a um terço (1/3) da superfície lateral total do tanque. 5.11 Armazém e áreas destinadas a líquidos combustíveis e inflamáveis acondicionados em recipientes transportáveis 5.11.1 As áreas com capacidade acima de 20 m3 de líquidos inflamáveis ou combustíveis, devem prever o sistema de resfriamento por meio de linhas manuais com esguichos reguláveis. 5.11.2 A altura e largura da pilhas de recipientes devem atender ao estabelecido nas Normas Técnicas Oficiais (ex: NB 98 e NBR 7505). 5.11.3 Cada ponto da área de risco a ser protegido deve ser atendido, simultaneamente, por no mínimo uma linha de resfriamento. 5.11.3.1 As tomadas de água para abastecimento das linhas de resfriamento (hidrantes) devem atender aos parâmetros da IT 17 - Sistema de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio. 5.12 Resfriamento de vasos de pressão que armazenem Gases Liquefeitos de Petróleo 5.12.1 Recipientes transportáveis 5.12.1.1 Quando o volume armazenado for superior a 6.240 Kg e inferior a 49.920 kg será exigida a proteção por linhas manuais de resfriamento, calculadas conforme os itens 5.7.10 e 5.7.11 com autonomia mínima de 30 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.1.2 Quando o volume armazenado for superior a 49.920 e inferior a 99.840 kg de GLP será exigida a proteção suplementar por canhões monitores com o funcionamento simultâneo das linhas manuais, devendo ser atendidos os itens 5.7.10, 5.7.11 e 5.7.12, e autonomia mínima de 60 minutos do reservatório de incêndio, devendo ser considerado no mínimo 2 linhas manuais e um canhão monitor em funcionamento simultâneo. 5.12.1.3 Quando o volume armazenado for superior a 99.840 kg de GLP o sistema de resfriamento deverá ser avaliado pelo Corpo Técnico, ou poderá ser adotada Norma Técnica estrangeira reconhecida internacionalmente. 5.12.2 Recipientes estacionários verticais e horizontais

5.12.2.1 Quando a bateria de cilindros de GLP possuir uma capacidade superior a 8.000 kg, aplicam-se as exigências dos itens 5.12.2.2 a 5.12.2.5. 5.12.2.2 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for inferior a 8000 kg, prever proteção por linhas manuais de resfriamento, calculado conforme os itens 5.7.10 e 5.7.11 com autonomia mínima de 30 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.2.3 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for superior a 8.000 kg e menor ou igual a 24.000 kg, além das linhas manuais de resfriamento, prever proteção suplementar com o uso de canhões monitores com o funcionamento simultâneo das linhas manuais, devendo ser atendidos os itens 5.7.10, 5.7.11 e 5.7.12, e autonomia mínima de 60 minutos do reservatório de incêndio. 5.12.2.4 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for superior a 24.000 kg e menor ou igual a 60.000 kg prever proteção por aspersores instalados de forma a proteger toda a superfície exposta, inclusive os suportes (pés). A água deverá ser aplicada por meio de aspersores fixos instalados em anéis fechados de tubulação com uma autonomia mínima de 120 minutos do reservatório de incêndio. 5.12.2.4.1 Os aspersores, instalados acima da linha do equador, dos tanques horizontais, verticais e esferas de gás, não serão considerados para proteção da superfície situada abaixo daquela, sendo necessária à instalação de um outro anel de aspersores abaixo da linha do Equador. 5.12.2.4.2 Toda a superfície exposta do(s) tanque(s) deverá estar protegida com os jatos dos aspersores da seguinte forma: Os aspersores deverão ser distribuídos de forma que exista uma superposição entre os jatos, equivalente a 10% de dimensão linear coberta por cada aspersor. 5.12.2.5 Quando a capacidade de armazenamento individual for superior a 60.000 kg prever proteção por aspersores instalados de forma a proteger toda a superfície exposta, inclusive os suportes (pés). A água deverá ser aplicada por meio de aspersores fixos instalados em anéis fechados de tubulação com uma autonomia mínima de 180 minutos do reservatório de incêndio. Atender inclusive os itens 5.12.2.4.1 e 5.12.2.4.2. 5.12.2.6 O emprego de aspersores não dispensa os hidrantes (linhas manuais) devendo inclusive ser previsto pelo menos um canhão monitor portátil que poderão ser empregados no caso de falha do sistema de aspersores. No entanto para o dimensionamento do sistema hidráulico não haverá a necessidade de serem somadas as vazões necessárias para as linhas manuais, canhão monitor e aspersores, sendo suficiente o dimensionamento da demanda de água para os aspersores. 5.12.2.7 Os afastamentos requeridos para os recipientes de GLP tanto estacionários quanto transportáveis devem atender as Normas Técnicas Oficiais e a IT 23.

5.12.3 Esferas

5.12.3.1 A vazão de água destinada a cada esfera, por meios fixos, deve ser a soma dos valores correspondentes a: a) resfriamento de toda a superfície, calculada multiplicando-se a taxa de 5 LPM/m2 pela superfície total; b) complementação do resfriamento definido no item anterior, com a colocação de um aspersor para a região de junção do costado com coluna de suporte, a vazão de cada aspersor corresponde a 10% do valor determinado na alínea a, dividido pelo número de colunas; c) curva e válvula de retenção da linha de enchimento, quando esta penetra no cilindro pelo topo (conforme norma Petrobrás N-1645-D/99), o número de aspersores e a respectiva vazão devem ser calculados para que o conjunto receba, pelo menos, 5 LPM/m2, mas o total não deve ser inferior a 100 LPM. d) prever uma autonomia mínima de 180 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.4 A vazão destinada a cada cilindro horizontal ou vertical, por meios fixos (aspersores), deve ser a soma dos valores determinados conforme os critérios abaixo: a) lançamento de água segundo a taxa mínima de 5 LPM/m2, uniformemente distribuídos por aspersores sobre toda a superfície; b) proteção, por aspersores, da válvula de bloqueio, curva e válvula de retenção da linha de enchimento, quando esta penetra no cilindro pelo topo (conforme norma Petrobrás N-1645-D/99), o número de aspersores e a respectiva vazão devem ser calculados para que o conjunto receba, pelo menos, 5 LPM/m2 mas o total não deve ser inferior a 100 LPM. 5.12.5 Deve ser previsto resfriamento para a esfera submetida a fogo, bem como para as esferas e baterias de cilindros cuja distância, costado a costado em chamas, seja inferior a 30 m. 5.12.6 Um ou mais cilindros de volume individual igual superior a 200 m3 devem ser considerados equivalentes a uma esfera, para efeito do item 5.12.5. 5.12.7 Nos demais casos de cilindros, devem ser resfriadas esferas e baterias de cilindros cuja distância, costado a costado, seja inferior a 7,5 m. 5.12.7.1 Caso as baterias de cilindros de GLP com capacidade individual de no máximo 60.000 kg estiverem afastados de 7,50 m entre si, podem ser considerados. 5.12.8 Quando o suprimento de água sair da rede de água de incêndio deve-se somar a maior vazão estabelecida, segundo os critérios expressos em 5.12.5, 5.12.6 e 5.12.7, ao valor correspondente ao uso de dois canhões monitores fixos, cada qual com 1.200 LPM, lançando água sobre o bocal de saída do vaso em chamas, mais a vazão correspondente à injeção de água prevista na norma Petrobras N-1645-D/99. 5.12.9 A localização dos cilindros e esferas de GLP devem atender às Normas Técnicas Oficiais.
_______________________________________________

IT - 20
SISTEMA DE PROTEÇÃO POR ESPUMA

SUMÁRIO
1 – Objetivo

ANEXOS
A - Figura 1 - Guia de Qualidade da espuma para tanques de armazenamento B - Exemplo ilustrativo de Cálculo dos Sistemas de Espuma

2 – Aplicação 3 – Referências Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Condições específicas

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 20

SISTEMA DE PROTEÇÃO POR ESPUMA
DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica tem como objetivo adequar o texto da NBR 12.615 – Sistema de combate a incêndio por espuma da ABNT, para aplicação na análise e vistoria de projetos/processos submetidos ao Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias a existência de produção, manipulação, armazenamento e distribuição de líquidos combustíveis ou inflamáveis localizadas no interior de edificações ou a céu aberto para Combate a Incêndio, de acordo com o previsto na Tabela 7M.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para maior entendimento desta Instrução Técnica, é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44.270, 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 12.615 – Sistema de combate a incêndio por espuma. NFPA 11 – Standard for Low-Expansion Foam 1998 Edition.

NFPA 13 – Standard for the installation of sprinkler systems. NBR 5363 – Invólucros à prova de explosão para equipamentos elétricos – especificação. NBR 5418 – Instalações elétricas em ambientes com líquidos, gases ou vapores inflamáveis – procedimento. NBR 7821 – Tanques soldados para armazenamento de petróleo e derivados – procedimento. ANSI B 31.1 - Piping and piping systems. Boletim API 650 – Apêndice H – Welded steel tanks for oil storage. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica, aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Generalidades 5.1.1 A espuma mecânica ou espuma de ar, para as finalidades desta Instrução Técnica, deve ser entendida como um agregado de bolhas cheias de ar, geradas por meios puramente mecânicos, de soluções aquosas contendo um concentrado de origem animal, sintética ou vegetal. 5.1.2 A espuma mecânica ou espuma de ar é útil como agente de prevenção e extinção ao fogo nas situações mais variadas; satisfazendo a todas as exigências referentes a um fluido de densidade muito baixa e alta capacidade de absorção do calor. A espuma mecânica não é considerada um agente adequado para incêndios em gases. Sua densidade, sendo menor que as dos líquidos inflamáveis,

5. dependendo sempre de operador. 5.4 Mistura de LGE efetuada por meio de bomba ou vaso de pressão e dosador que controlam automaticamente as vazões de LGE. Permite variação de vazão. 5. para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica. 5.2.6. 5.1.15.6. podem ser aceitas diferentes taxas de tempo. para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica. c) taxas de aplicação da mistura (água + LGE) e da espuma. 5. inclusive local. expresso em minutos. 5. cobrindo e resfriando o combustível de forma a interromper a evaporação dos vapores e impedir a sua mistura com o oxigênio do ar. nas estações de emulsionamento.4 Em tanques ou recipientes que contenham produtos quentes. em ponto eqüidistantes dos riscos a proteger. jatos plenos deste agente extintor não devem ser usados contra equipamentos elétricos energizados.3 Os tanques de armazenamentos de superfícies ou aéreos.5 Os métodos indicados em 5. arranjo físico e pontos de maior perigo.3 Os recipientes devem conter rótulo de identificação do tipo de LGE.1. g) especificação técnica e capacidade de geração.3 Armazenamento do líquido gerador de espuma em instalações fixas 5.1. 5.2 Gerador de espuma mecânica 5.4. b) por meio de equipamentos semi-eixos do tipo bocal. contendo líquidos combustíveis com ponto de fugor entre 60oC e 93.6.1 Mistura de LGE efetuada diretamente por esguichos de espuma portáteis.5 A espuma mecânica é condutora de eletricidade.2 Mistura de LGE efetuada na linha de mangueiras por meio de proporcionadores de linha de vazão fixa.2. indicando a aplicabilidade.1 Os métodos propostos por esta Instrução Técnica para se obter a espuma mecânica são: a) geração por meio de equipamentos portáteis do tipo bocal.3. de modo que não seja ultrapassada a temperatura de 45ºC no interior da massa líquida. desde que tenham diâmetro inferior a 9 metros. 5.6. cuja temperatura esteja acima do ponto de ebulição da água. 5. d) vazão de água em litros por minuto.3.6. 5. 5.1. b) especificação técnica do LGE a ser utilizado pelo sistema proposto.1 e 5. vazão e/ou armazenamento de todos os equipamentos propostos. Permitem ampla variação de vazão. 5. 5. 5.1 O LGE deve ser armazenado em tanques ou recipientes metálicos protegidos convenientemente contra corrosão.4oC.4 Projetos de sistemas de proteção ou extinção por meio de espuma mecânica 5.4o C isenta-se do sistema de espuma.3.6 Mistura da água com o Líquido Gerador de Espuma (LGE) Os métodos propostos para se obter uma mistura adequada de água e LGE são dados em 5. limpeza e tomada de amostras.1. no mínimo.6. extinguindo.5. boca de visita para facilitar a inspeção. c) geração por meio de equipamentos fixos do tipo bocal. taxas de aplicação e dosagens recomendadas.3. 5. para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica. de vazão fixa. portanto.4. de 15 minutos Para produtos com tensão de vapores elevados. estejam em bacia de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais. O tempo de permanência da espuma sobre a superfície do líquido deve ser. válvulas de descarga.15. 5. 5.1 Os projetos devem ser executados por Empresas ou profissionais que possuam atribuições específicas e os requisitos técnicos necessários.1.3.4 Os sistemas de proteção ou extinção considerados nesta Instrução Técnica devem ser projetados e construídos de forma que a espuma gerada não seja .1.6.1. f) vazão de LGE em litros por minuto (LPM) exigidas pelo sistema proposto.3 e 5.6. 5. a aplicação da espuma mecânica deverá ser precedida de judicioso estudo da situação. em função das vazões de água.2 A relação entre a quantidade de espuma produzida pelos equipamentos e a quantidade de solução de espuma (coeficiente de expansão) deve ser de ordem de 8 (oito) vezes como o valor máximo e 4 (quatro) vezes como o valor mínimo.4.1. e) tempo máximo. exigidas pelo sistema proposto. 5. incluindo a reserva do volume total de LGE necessário. não necessitam de sistema de espuma. em que a mistura (água + LGE) pode transitar pelas tubulações sem perder suas propriedades espumigenas. com volume total igual ou inferior a 120 m3.6.2 Os testes de funcionamento e aceitação final dos sistemas de proteção ou extinção considerados neste capítulo devem ser realizados na presença do vistoriador do Corpo de Bombeiros e à luz dos documentos indicados nos itens 5.3 Mistura de LGE efetuada por dispositivo dosador instalado entre a descarga e admissão da bomba de água. desde que o produto não seja pré-aquecido. dispositivo de enchimento de medição e controle constante de nível.1 Os tanques ou recipientes devem estar localizados.1.1. incluindo a reserva do volume total necessário. os tanques tenham diâmetro inferior a 9 metros.1.1 Para líquidos com ponto de fulgor superior a 93.permite que seja usada principalmente para formar uma cobertura flutuante. independendo do operador.1.1. estejam em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas oficiais.1.2 Os tanques de LGE devem ser projetados de modo a disporem de respiros adequados.1.4 podem ser obtidos por meio de estações de emulsionamento fixas ou móveis (viaturas emulsionadoras).3 Estes projetos devem apresentar as seguintes informações básicas: a) detalhe dos diversos riscos a serem protegidos. sempre que possível.2. Em tanques contendo combustíveis líquidos de alta viscosidade os quais tenham permanecido em queima por período prolongado.1.6.4.1 a 5. o uso de espuma mecânica não é aconselhado.

5.1 Independente da proteção por espuma indicada ao tanque de maior risco. pode ser dispensada a reserva de reposição acima descrita. 5. em pontos eqüidistantes dos riscos a proteger e protegida suficientemente contra danos causados pelo fogo e ou explosão e com fácil acesso a veículos de abastecimento de LGE.3.1 5. dentro de 24 horas. 5. 5.4 Quando a mistura de água com LGE for efetuada em estação fixa de emulsionamento.5. b) a estação fixa deve ser construída com material resistente ao fogo e dispor de meios de acesso e iluminação natural voltados para áreas de menor risco.Proteção Minima ao Tanque Características do tanque Sistemas de proteção Por espuma linhas manuais de espuma da área considerada no projeto. 5.5 O suprimento de água para os sistemas de espuma mecânica pode ser feito com água doce ou salgada. desde que devidamente atestada. 4) válvulas de controle e alinhamento de água e mistura. por meio de ensaios específicos normatizados.5. deve ser adicionada à vazão necessária para alimentar equipamentos móveis a serem previstos no projeto (esguichos para espuma ou água) e à vazão necessária para o sistema de resfriamento.5 A escolha do sistema de combate a incêndio por espuma adequado ao tanque de maior risco deve atender aos requisitos mínimos constantes da Tabela 1. 2) bomba de extrato formador. 5. válvulas de controle e respectivas tubulações dentro das necessidades do projeto. Diâmetro de até 9 m e altura até 6 m Linhas de espuma (proteção primária) Diâmetro acima de 9 m e até 18 m Canhões monitores Diâmetro acima de 18 m Câmaras de espuma (*) Para definição do maior risco. devem ser consideradas ainda as proteções suplementares de espuma para a bacia de contenção e sistemas de resfriamento conforme instrução técnica específica. c) a estação fixa deve dispor de sistemas elétricos e de comunicação suficientemente protegidos contra danos causados pelo fogo e ou explosão.6 Suprimento de LGE 5. b) estação móvel de emulsionamento (viatura).4 A reserva de água para o sistema de proteção contra incêndio por espuma deve garantir um suprimento mínimo de 120 minutos para a cobertura do maior risco previsto no projeto. semifixos e portáteis.5.3 A vazão de água determinada pelo maior risco a ser protegido. mistura e nível de LGE. 5) instrumentos para indicação de pressão e fluxo de água. conforme o disposto em 5. 5.2 A solução de espuma deve ser obtida à razão de 3% para derivados de petróleo e 6% para solventes polares. 5. 5. 5.6. tanto quanto possível. desenvolvidos em laboratórios certificados pelo Sistema Brasileiro de Certificação. LGE.7. 5.5.6.2.2 A vazão de água deve ser determinada em relação ao maior risco a ser protegido (tanque e bacia de contenção).1 O suprimento de LGE deve ser determinado mediante cálculo percentual baseado na vazão de solução prevista para a cobertura do maior risco mais a vazão das . devem ser observados os seguintes requisitos: a) a estação deve estar localizada.6. vide 6.5. d) a estação fixa pode dispor dos seguintes equipamentos básicos para a mistura de água e LGE: 1) bomba de água. sua eficiência para o produto a ser protegido.2. sendo uma carga inicial e outra como carga de reposição. válvulas de controle e respectivas tubulações dentro das necessidades do projeto.1 A mistura de água com LGE pode ser feita por meio de: a) estação fixa de emulsionamento. pelo fabricante. 5.aplicada no interior de equipamentos durante a execução de testes.6.7.5 Suprimento de água 5. considerando os tempos de descarga previsto. mais o volume necessário para o enchimento das tubulações adutoras.7.7.4. multiplicadas pelo tempo de operação recomendado.5. 5. porém com a necessária qualidade de modo que a espuma gerada não sofra efeitos adversos. incluindo os sistemas fixos. onde seja possível a reposição dos estoques do LGE. Tabela 1.1 Para empresas que sejam participantes de um Plano de Auxílio Mútuo (PAM).1 Podem ser aceitas dosagens de LGE inferiores a 6% para solventes polares.2. 5.6 A alimentação de água da estação de emulsionamento pode ser obtida a partir da rede de alimentação dos hidrantes.7. 5.1 O item básico para se determinar à eficiência do sistema de proteção ou extinção por meio de espuma mecânica deve ser o fluxo de água (volume por unidade de tempo).3 Nos casos de taxas de aplicação inferiores às estabelecidas nesta Instrução Técnica. os fabricantes devem fornecer justificativas técnicas e resultados de ensaios. 3) recipiente para o armazenamento do LGE nas quantidades previstas no projeto. desde que os demais integrantes do PAM comprovem oficialmente que possuem LGE idêntico e em quantidade suficiente para o tipo de incêndio a ser combatido. 5.4.7 Estação de emulsionamento 5.2 Os projetos de sistemas de extinção por meio de espuma mecânica devem prever a disponibilidade de LGE na quantidade mínima de duas vezes o volume necessário para a cobertura do maior risco da área. oficialmente constituído.

3 As especificações das válvulas principais de acionamento e distribuição devem ser do tipo aprovado para uso na proteção contra incêndio e conforme disposto em 6. todas as válvulas de acionamento e distribuição devem possuir identificação clara. devem ser previstos suportes de apoio e meios que permitam. 5.6.7. de modo a permitir sua operação rápida e perfeita.10.4 Quando a rede de tubulações for dimensionada em “anel” devem ser previstas válvulas seccionadoras que permitam manobras d’água e de solução de espuma.8.10. cabine devem obedecer às normas Brasileiras em vigor.8. abastecimento e descarga LGE. esta deve possuir revestimento adequado à corrosão e proteção contra movimentação do solo. 5. admissão e descarga. bem como dimensões e características gerais do carro. utilizando juntas flexíveis quando possível e necessário. 5.1 A rede de tubulações deve ser projetada de acordo com as necessidades dos riscos a proteger. atentando plenamente as vazões e pressões previstas.4. 5.1.2 Nas estações fixas ou móveis de emulsionamento. 5. bem como o funcionamento de parte do sistema quando forem necessárias manutenções na tubulação. especialmente quando houver tráfego de veículos pesados. de forma a permitir o desligamento geral da energia elétrica das instalações.7.4 Os equipamentos elétricos do sistema devem atender o disposto nas NBR 5363 e NBR 5418.8 Bombas de água 5. excepcionalmente. suspensão e rodas.5 Quando a mistura de água com LGE for efetuada em estação móvel de emulsionamento (viatura). 5. d) devem ser especificadas as conexões para entrada de água. b) os sistemas elétricos.2. devem ser observados os seguintes requisitos básicos nas especificações técnicas de vistorias de combate a incêndio por espuma: a) o chassi e o motor devem ser preferencialmente de tipo fabricado no Brasil. as válvulas principais de acionamento e as válvulas de distribuição da prémistura devem possuir dispositivos que identifiquem quando elas estão abertas ou fechadas e. sendo uma elétrica e a outra movida com motor à explosão (não sujeita à automatização).4 Quando a rede de tubulações for aérea.9. e) a bomba de LGE e o dosador devem ser especificados com indicações das vazões e pressões mínimas e máximas.10.11 Formadores de espuma 5. o circuito de alimentação elétrica do motor deve ser independente da rede geral. descarga de pré-mistura. ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão/pressão.9. drenagem adequada. f) a bomba d’água deve ser especificada com indicações das vazões e pressões mínimas e máximas.1 Os sistemas fixos podem.8. quando necessário.10. visando à facilidade de manutenção. nas vazões e pressões previstas.8. desenhos e fluxograma dos sistemas de emulsionamento. devem ser fornecidos certificados de garantia e teste de operação. com água limpa.9 Válvulas de controle 5. 5. 8) dispositivos adequados para permitir inspeções e testes de funcionamento dos equipamentos.2 Nas bombas de incêndio com acionamento elétrico. de todos os equipamentos de dosagem. h) devem ser previstos para transporte de equipamentos portáteis de combate a incêndio. nas áreas de risco. devem estar situadas em local protegido. ser alimentados por estações móveis de emulsionamento da solução de espuma. com capacidade para armazenar o produto no volume previsto no projeto e com os requisitos técnicos exigidos pelas normas Brasileiras em vigor. de modo que a cobertura do maior risco considerado no projeto seja plenamente satisfeita.9. i) juntamente com os documentos citados na alínea h. 5. 5. sem prejuízo do funcionamento do conjunto motor-bomba. g) a posição do painel de operação e dos dispositivos de acionamento e controle deve ser especificada e com indicação das respectivas funções.11. 7) dispositivos adequados para abastecimento dos recipientes de LGE por meio de veículos ou recipientes portáteis. 5.3 Todos os ramais da rede de tubulações devem ser claramente identificados para facilitar a operação rápida do sistema. 9) dispositivos adequados para permitir a limpeza.1 Quando instalado o sistema de combate a incêndio por espuma.9. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio.6) dosador (es).10. de modo que a cobertura do maior risco considerado no projeto seja plenamente satisfeita.2 A rede de tubulações deve ser instalada de modo que nas emergências ela não venha a ser danificada pelo fogo ou explosão. 5. vazão e aceitação final.2. desde que montados sobre veículos e em número suficiente exigido para a operação do sistema.3 As bombas devem ser projetadas de modo a atender a demanda total do maior risco.8. de freios. 5.1.8. 5. 5.2 É permitida a instalação de uma única bomba de incêndio para locais que contenham tanques de armazenamento com capacidade máxima de até 120 m³ e nas situações em que o produto armazenado destina-se a geração de energia. c) o tanque de LGE deve ser construído com material resistente a corrosão.5 No caso de rede de tubulações enterradas. 5. 5.10 Rede de tubulações 5. instruções de funcionamento e manutenção dos diversos mecanismos.1 É permitida a instalação de duas bombas de incêndio elétricas se uma delas estiver alimentada por gerador automatizado com autonomia mínima de 06 (seis) horas. 5.1 Os equipamentos formadores de espuma adotados devem ser avaliados em função do desempenho . 5.1 Em todo sistema de espuma especialmente nas estações fixas de emulsionamento.

12. devem existir armários para guarda de mangueiras.14. atendendo às taxas de aplicação previstas nesta Instrução Técnica e o alcance efetivo de combate ao risco considerado. conforme especificação técnica do equipamento fornecida pelo fabricante. por exemplo: tanques de pintura por submersão. 5. 5.1.1 Generalidades 6. quando necessário.3 Esta seção não trata dos sistemas de chuveiros de espuma/água.2) 5.13.14.12 Câmaras. acetona. o montador deve proceder aos testes de operação e descarga do sistema.1 Sistemas fixos de extinção para inflamáveis/combustíveis em áreas fechadas.1.1 A empresa projetista e/ou a montadora deve(m) fornecer à empresa contratante desenhos de toda as partes que compõem o sistema projetado. e das vazões de água e espuma previstas no projeto.2 Estes sistemas destinam-se particularmente a proteger estoques e manuseio de líquidos inflamáveis e líquidos combustíveis em interior de prédios e estruturas. inspeção e manutenção preventiva e corretiva. catálogos. 5.13. salvo quando forem disponíveis viaturas que possam conduzir tais materiais ao local desejado em tempo hábil.5 As câmaras devem possuir dispositivos que permitam a realização de testes sem a penetração de espuma nos tanques. 5.4 Junto aos hidrantes com solução de espuma. defletores e deslizadores.3 As câmaras. 5. 5. 6. processo de extração por solventes. devem ser instalados de modo que seu funcionamento seja garantido mesmo em caso de explosão. 5.13.1 A espuma suprida pelos sistemas de neblina deve formar rapidamente um lençol de cobertura e espalhar-se logo ao redor de obstáculos. As espumas descarregadas de tais sistemas devem ter um coeficiente de expansão variando entre quatro e oito valores de “25% do tempo de drenagem”. de representante de empresa contratante do sistema e de representante da empresa projetista e da montadora. 5.1. éter (solventes polares).4 O laudo técnico citado em 5. 6.4 Os defletores e deslizadores devem ser projetados e instalados nos tanques de teto cônico.2 Limitações Quando o risco envolvido for constituído por líquidos inflamáveis. como. de modo que a espuma seja aplicada suavemente e que não mergulhe no líquido a uma profundidade maior que 25 mm. 6 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 6. 6.3 Após a execução dos testes de operação e descarga. esguichos.1 O rendimento das câmaras de aplicação da espuma deve ser calculado de acordo com as vazões previstas em projeto.12.2 Todos os desenhos. devem ser usados espuma específica para tal utilização e equipamento adequado. assim como catálogos de peças de reposição e os manuais de operação.13 Sistema de hidrantes (ver 6.3 Qualidade da espuma 6. manuais de operação e de manutenção devem ser apresentados em Língua Portuguesa. etc. equipamentos de processo. áreas sujeitas a grandes vazamentos.14 Testes de operação e descarga .15.15.1.1.12.3 deve receber o visto da autoridade competente em proteção contra incêndio da localidade e o “de acordo” do representante da empresa contratante que assistiu a todos os testes e os acompanhou. listas.14. 5. Aplicações típicas seriam em áreas de estocagem. áreas fechadas e prédios.1.Aceitação 5.1.1. 6. ou à proteção geral do conteúdo de uma sala ou prédio podendo estar incluída ou não a própria edificação. esquemas. sistema de neblina de espuma/água ou sistemas de espuma de alta expansão.apresentado pelos fabricantes conforme suas especificações técnicas. usinas de destilação e refinarias.14.Catálogos de peças de reposição manuais de operação inspeção e manutenção 5. 5.1 Os sistemas de espuma para tanques devem ser complementados por sistemas de hidrantes para alimentar mangueiras e garantir a extinção de focos de incêndio em áreas adjacentes aos riscos previstos nos projetos. porém de modo a facilitar as inspeções e manutenção. líquidos .2 Os testes devem ser obrigatoriamente realizados na presença de autoridade competente em proteção contra incêndio da localidade. 5. defletores e deslizadores para aplicação da espuma 5.2 Devem ser adotadas as pressões e vazões nos bocais de descarga necessária à operação do sistema. 5.2 As câmaras devem ser instaladas a distâncias iguais entre si ao redor do tanque. tanques de mistura.1 Esta seção refere-se aos sistemas de extinção de incêndios por espuma. 5. destinados à proteção contra riscos específicos em salas.1. variando entre 30 e 60 segundos. tais como álcool.1. 5. salas de bombas. 5.1 Após a instalação de todos os equipamentos previstos no projeto.12. 6..11.14.3 Os projetos devem prever que os hidrantes possam funcionar com água e/ou pré-mistura (água + LGE).12.3.3.2 Os formadores de espuma devem ser instalados junto às câmaras de espuma ou afastados destas.15 Desenhos . os quais são solúveis em água. tanques abertos. 5.4. sendo que tal desempenho (especificação de pressão e vazão) deve ser levada em conta nos cálculos hidráulicos para dimensionamento do sistema. de modo que a cobertura do líquido possa ser efetuada uniformemente. chaves e ferramentas especiais de apoio para combate ao fogo. a empresa projetista e a montadora devem emitir laudo técnico à empresa contratante do sistema.13. existentes em indústrias.

2 Se houver modificação do LGE.2 A espuma suprida por dispositivos que produzam uma corrente compacta de baixa velocidade deve ter características dentro dos limites que constam da Figura 1 (ver 6. As válvulas com controle automático devem ficar tão perto do risco a proteger quando possível.4 Para os tanques sem cobertura com aplicadores situados nas paredes do costado.4. ou grupos de risco. deve ser enviada aos geradores e aplicadores de espuma. entretanto. estas devem ser levadas em conta ao se calcular a taxa de descarga. proporcionadores. então. de modo a garantir o funcionamento de todo o sistema. descarregando a espuma diretamente na superfície do líquido. para assegurar imediata operação do sistema.6 Partes do sistema.7 Taxa de aplicação para hidrocarbonetos e solventes polares As taxas abaixo relacionadas são as recomendadas. 6. 6. são dispensadas as detecções e/ou acionamento automático. misturada apropriadamente.5.8 l/min/m² para solventes polares. Tais sistemas usualmente têm um tanque de suprimento de água que fica pressurizado com ar ou gás comprimido.8 l/min/m² para solventes polares de área protegida. geradores de espuma e dispositivos de descarga construídos de forma a distribuírem a espuma uniformemente sobre o risco. 6.3).3 A operação do sistema deve permitir o acionamento manual.1.7 Os sistemas podem ser projetados para a operação de um ou vários riscos. aplicação.2.7. 6.1.5 Quando as linhas de LGE. não deverão ser misturados LGE de origens ou tipos diferentes.6. cada risco deve ser protegido com um sistema próprio. 6.1. em áreas onde dois ou mais riscos possam ser envolvidos simultaneamente devido ao reduzido afastamento entre eles.1.). entretanto.1.7. seja ele pneumático. o LGE deve ser mantido sob pressão. usando-se o mesmo suprimento de LGE e água.4 Descrições dos sistemas 6.5 l/min/m² para hidrocarbonetos e 9.1.1 Os sistemas devem ser projetados para operação automática. elas serão admitidas. e a liberação desta pressão do sistema coloca-o em operação. com maior rapidez possível. 6. 6. altura máxima de uso.3. O restante do sistema.1 O somatório da descarga dos aplicadores ou chuveiros de espuma deve ter a taxa mínima de solução de 6.6 Projetos dos sistemas 6.1.1. 6. 6.5 l/min/m² para hidrocarbonetos e 9. se o usuário obtiver através do fabricante dos equipamentos ou LGE recomendações de taxas diferentes. 6.2 Nos sistemas projetados para a proteção de salas ou prédios onde são usados aplicadores de espuma em forma de neblina.1 Quando são usados aplicadores no nível do solo.6. equipamento proporcionador.1. de modo que o sistema possa cobrir toda a área a ser protegida.2 Estes sistemas são do tipo de dilúvio com aplicadores abertos. deve ser dedicada . a cobertura equipamento específico pela espuma tem a vantagem de criar um efeito isolante contra a exposição ao calor. caso ocorra falha do sistema de detecção automática. suprimento adequado de água. forem projetadas com uma distância maior que 15 m. 6. suplementadas por meios auxiliares manuais de acionamento.1. distribuídos na área de risco.4 Quando a área e equipamentos forem permanentemente supervisionados. devendo ser observadas as recomendações do fabricante de LGE que for usado.5. Estes dispositivos detectores acionam o sistema operando uma válvula de controle de água ou outro dispositivo acionador. de forma que seja necessário um trecho curto de tubulação entre a válvula e os dispositivos de descarga.1 No sistema automático devem existir dispositivos detectores e de acionamento. 6.7.7.6.5. bombas e válvulas de controle.6.7.1.1 Os sistemas considerados nesta seção consistem em dispositivos de detecção. inclusive água. 6.1. o sistema deve ser projetado de modo a proteger todos os riscos simultaneamente.1.1. ou. 6. a taxa de aplicação deve ser de 6. em toda a área.1.5. sistema apropriado de tubulações. enquanto o incêndio está sendo extinto.1.2 O equipamento de detecção automática.1. 6. os aplicadores devem estar situados o mais alto possível na área e espaçados de acordo com as suas características de descarga (densidade. deve ser inspecionado a intervalos freqüentes. estão contidos dentro dos sistemas. forma de neblina.4.3 Salvo manifestação expressa dos fabricantes.1.1. devem ser instaladas em pontos acessíveis para facilitar a operação nas emergências. 6.1.1 A dimensão de um sistema deve ser a menor possível. hidráulico ou elétrico. 6.1.1. por sua vez.1. cobrindo todo risco.1.5 Quando pequenos tanques abertos são protegidos por sistema de neblina de espuma. deve ser interligado de forma a operar os equipamentos formadores da solução de espuma.4 A proteção de equipamentos específicos pode ser feita mediante aplicação de espuma por cima ou por aplicadores direcionados para o equipamento. como por exemplo tanques de LGE. estes devem estar situados e espaçados de modo que a espuma se espalhe. etc. 6. 6.6. a espuma é descarregada de todos os aspersores ao mesmo tempo.6. Quando o objetivo básico do sistema é a extinção do fogo no chão. A pressão pode ser mantida por uma bomba auxiliar.3 Tanques abertos contendo líquidos inflamáveis podem ser protegidos por aplicadores instalados no costado interno do tanque.1.5 Operação 6. o sistema deverá ser reavaliado e corrigido para as características do novo produto utilizado.6.3 Sistemas do tipo autônomo são aqueles que todos os componentes e extrato formador.7. a qual. velocidade de lançamento.6.6. 6. suprimento de LGE. 6. Nos casos em que existam superfícies horizontais interpostas que possam acumular a espuma.6. para os pontos de formação de mistura do sistema. 6. devendo ser observadas as recomendações do fabricante do LGE que for usado.1.4.

8 Tempo de operação 6.2.1.3.2.2. para indicar a operação do equipamento de detecção. de 3 minutos.2 Para tanques com menos de 37 m² de superfície: a) para os aplicadores da neblina de espuma suspensos.1. Estes aspersores devem . 6. Em ambientes fechados onde há risco de explosão. 6. de 10 minutos.2 A tubulação distribuidora de espuma deve possuir drenos e ter uma inclinação para estes de 5 mm por metro linear.1.1 a 6.11 Alarmes 6.1.1. 6.2.1.10. 6.3.6.1. equipamentos.1 para tubulação de pressão é permissível quando pode ser feita sem criar risco.6. 6.1.2 6.3 Suprimento de LGE 6.1 Geral Os estoques a serem mantidos devem ser a soma das quantidades em 6. a tubulação deve ser fixada em suportes não ligados ao telhado. 6.3. o tempo final não deve ser inferior a 7 minutos. c) deve haver um bordo livre não inferior a 15 cm entre a superfície do líquido e a parte superior do costado do tanque.10 Tubulação dos sistemas 6.2.1. mas não deve ser inferior a 7 minutos.2. que destroem espuma comum.7.2.2.1.3 É de fundamental importância a obediência às recomendações do fabricante do LGE. aplicar as regras de tempo de operação válidas para tanques ao ar livre. 6.2.10. a fim de se obter descarga uniforme.2 Suprimento operacional Deve haver uma quantidade de LGE suficiente para suprir o sistema à taxa de projeto durante o período de 10 minutos. Central de alarme é recomendável.1.10. 6. A tubulação de suprimento dos aplicadores que protegem uma determinada área não deve passar sobre outro risco da mesma área. A solda de acordo com a ANSI B31.3.1.2. 6. 6.7.1.atenção especial ao volume da descarga que realmente entra no tanque.9 Suprimento de LGE 6.2.11.1.4 Os padrões de instalação para tubulações de espuma devem ser os previstos na norma para a instalação de Sistema de Chuveiros Automáticos (NFPA nº 13). contudo.3.5 L/min/m² hidrocarbonetos e 9.3 Não deve ser permitido perfurar ou atarraxar os suspensores em partes da estrutura portadora de carga.8.1.10. exigem o uso de espuma do tipo álcool. 6.2 Devem ser aplicadas as seções 6.1 e 6.1 A tubulação deve ser apoiada de maneira segura e protegida.8.9.1. um aspersor para cada 9 m² de área protegida. 6.11. no mínimo.3 No caso de tanques com 37 m² ou mais de superfície.1 Campo de aplicação 6.2. no mínimo. 6.2.1. 6.1 Para cada sistema.3 Suprimento de reserva Deve haver um estoque de reserva de LGE de acordo com 5.3.2.2.2. então o tempo de operação pode ser reduzido proporcionalmente.1. 6.2 Sistemas de neblina de espuma para líquidos inflamáveis/combustíveis em áreas abertas (Proteção externa) 6.2.1.8. com acionamento independente do fluxo de água.8 L/min/m2 para solventes polares. 6.2. além da carga inicial deve haver uma quantidade de LGE de reserva. Os sistemas projetados para estas espumas precisam de considerações especiais e podem requerer maiores taxas de aplicação. deve ser instalado um alarme local.2. 6.1 A taxa mínima de aplicação da solução de espuma deve ser de 6. 6. contanto que o sistema supra a taxa de aplicação prevista em projeto. no mínimo.1.2.1 Esta seção refere-se a sistemas que descarregam a espuma na forma de neblina para extinção de incêndios em vazamentos sob ou ao redor de estruturas.3. b) para aplicadores montados sobre o costado de tanques.7.9. A ajustagem nas dimensões das tubulações.1.1. a duração da descarga deve ser.1. para se garantir que a taxa de aplicação seja alcançada.1.6.1. Se o sistema descarrega a uma taxa acima do mínimo especificado em 5. Os acessórios podem ser montados nas estruturas e nos suportes dos equipamentos industriais. Quando o sistema for projetado para dar uma taxa de aplicação maior que a especificada em 6.1. 6.6 Líquidos solúveis em água e solventes polares.2 Deve ser previsto um alarme indicador de defeitos para apontar a falha do equipamento de detecção automática que realize uma supervisão constante e continuada de todas as partes dos circuitos elétricos de detecção.4 Dispositivos de descarga (Número e local) Deve haver. a duração da descarga deve ser de 5 minutos para hidrocarbonetos. a menos que a especificação dos aspersores permita um maior espaçamento.8. a duração da descarga da espuma deve ser.1 O suprimento total de LGE deve ser a soma das quantidades definidas em 5. 6. suficiente para reabastecer o sistema de acordo com 5.1.7. 6. deve ser baseada na variação máxima de 15% da descarga média prevista por aplicador.1 A tubulação dos sistemas deve ser calculada e dimensionada a fim de obter uma distribuição uniforme da espuma e compensar a perda da pressão de água.10.1. 6.7. tanques horizontais e pequenos tanques verticais.2 e 6.1.2.2 Taxa de aplicação 6. Para suprimento de reserva. entretanto a sua instalação não anula a exigência do alarme local.1 Para proteção em áreas planas. pode ser prevista uma redução proporcional do tempo de descarga.9.2.

...... 2) Para líquidos de alta viscosidade. Taxas convenientes de aplicação devem ser determinadas por teste. em vez de estarem uniformemente espaçados pela área a ser protegida.. Estes aspersores podem então ser instalados em plano e elevação de modo a permitirem proteção mais efetiva ao risco.....3. este para tubulação subterrânea.8 ....1 A tubulação de solução deve ser limpa após o uso ou prova... quando exposta.....2.... mediante câmaras fixas de espuma.. mais as linhas de mangueiras suplementares necessárias....2 Deve ser consultado o Capítulo 3 da NFPA nº 13 quanto às exigências relativas a tubulação... Os sistemas devem basear-se no maior fluxo de solução para a proteção do maior tanque da área... b) para tanques contendo outros líquidos inflamáveis e combustíveis exigindo espumas especiais: 1) líquidos solúveis em água e certos líquidos polares são destruidores das espumas comuns.... 6. Entretanto.8ºC podem exigir taxas de aplicação mais altas.. aquecidos acima de 93...6...2 Tanques para uso exclusivo de líquidos classe III (ponto de fulgor superior a 60ºC) não necessitam da proteção de sistemas fixos de espuma. suficientemente distante do risco. pelo menos 6....1 Os tanques horizontais ficam dispensados da instalação de câmara de espuma.. 6.6 Tubulação dos sistemas 6.. acessórios de tubulação e suspensores.. devendo haver. c) taxas de aplicação mínimas recomendadas com emprego de dispositivos de descargas tipo II: Tipo de Líquido Taxa de solução (L/min/m²) Álcool metílico e etílico.............1 Campo de aplicação Esta seção refere-se a sistemas de espuma para a proteção de tanques verticais de armazenamento à pressão atmosférica... neste caso..1 A taxa mínima de aplicação da solução deve ser a seguinte: a) para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos: 1) a taxa de aplicação da solução de espuma deve ser de.3..1 Operação automática Os sistemas de espuma tratados em 6.... de forma que possam ser operados com segurança...5 Operação 6.6.6..3 Sistemas fixos para tanques de armazenamento em áreas abertas 6......... Condições outras que as de rotina podem exigir o uso de taxas de aplicação mais altas..3 Nos tanques destinados ao armazenamento de aguardente....5 l/min/m² da área de superfície de líquido do tanque a ser protegido.5.... Em todos os casos.. deve ser adequadamente protegida contra impacto e ação do fogo..3.. 2) se houver modificação do LGE utilizado... 3) salvo manifestações expressa dos fabricantes.1.. Embora o conteúdo comparativamente baixo de água das espumas possa arrefecer beneficamente tais líquidos pode também causar ebulição turbilhonar violenta e extravasamento do conteúdo dos tanques.... Portanto.. asfaltos em chama ou líquidos que se encontrem à temperatura acima do ponto de ebulição da água.. 5.2 Operação manual Para todos os sistemas.2 Taxas de aplicação 6...... os fabricantes do LGE e do equipamento gerador de espuma devem ser consultados quanto às limitações e devem ser solicitadas recomendações baseadas na aprovação oficial ou testes específicos de fogo..3 A tubulação de LGE deve ser de aço-carbono preto ou ferro fundido.. observadas as recomendações do fabricante de LGE empregado..estar situados de forma a proporcionarem boa distribuição da espuma... ou.. 6.... tais como estocagem de produtos de alto valor ou líquidos aquecidos acima de seu ponto de fulgor....... Atmosferas corrosivas podem exigir equipamentos com maior proteção.1.5 Acetato de etila...2. 6......6..2..2 podem ser de operação automática. Os sistemas que usam esta espuma necessitam de projeto especial de engenharia.. uma vantagem adicional será obtida pela colocação dos aspersores de modo que a espuma envolva o equipamento dentro da área protegida............. 6.. ao ar livre. para se minimizar a ebulição turbilhonar e o conseqüente extravasamento do líquido estocado..... 6..... não devem ser misturados LGE de fabricantes ou de tipos diferentes.3ºC. 6.2............5.. a proteção do dique/bacia de contenção por linhas manuais...5 Acrilonitrila.......6.9...3.... as câmaras de espuma devem ser substituídas por canhões monitores.. aspersores podem ser instalados em cima dos equipamentos ou tanques fechados. Cuidado especial deve ser dispensado na aplicação de espumas em tanques contendo bicos quentes.2.. válvulas.1.2...2. contendo líquidos inflamáveis e/ou combustíveis.... 6..5 Acetona..... 6..2.. os controles devem estar situados em lugar acessível..... 6.6.. podem ser recomendáveis taxas iniciais de aplicação mais baixas.. o sistema deverá ser reavaliado e corrigido para as características do novo LGE....... devem ser usados tubos e acessórios galvanizados......... salvo quando existirem situações anormais............ Notas: 1) Líquidos inflamáveis que têm o ponto de ebulição inferior a 37. inclusive proteção contra corrosão (galvanização ou outros meios)..........3..... Nos sistemas de aspersores ao ar livre.3........ exigindo o uso de espuma do tipo álcool...5 Metiletilcetona.............

éter isopropílico. óleos combustíveis pesados.4. 6.. em tese de fogo. exige consideração especial. com pontos de fulgor abaixo de 37. com pontos de fulgor de 37. como proteção suplementar para casos de incêndios em vazamentos. Querosene. cetona.4.3. temperatura da água e natureza do risco a proteger.2.4.2 Tempo mínimo de descarga O sistema deve ser capaz de operar na taxa de suprimento especificada em 6. falta de se manter a dosagem dentro dos limites da concentração recomendada. A proteção de produtos como aminas e anidridos. e misturas de solventes polares em geral podem exigir taxas de aplicação mais altas.2.3.1 a 6. Gasolina.3. 6.1. etc. O número de mangueiras deve ser conforme especificado na Tabela 3. pode ser feita uma redução proporcional no tempo.3.7ºC Petróleo cru 15 25 20 30 30 55 30 55 6. óleos combustíveis leves.4.3.3.3. a 50ºC.1 Quantidade de LGE A quantidade de LGE a ser armazenada deve ser determinada multiplicando-se o fluxo total em litros por minuto de cada tanque pelo indicado em 6.3 Suprimento do LGE 6.068x104 m² /s. nos períodos mínimos de tempo indicados na Tabela 2. dependendo das características do LGE. providenciando-se uma cobertura mais rápida do líquido.4. 6. O tempo máximo de trânsito da solução de cada instalação especifica deve estar dentro dos limites estabelecidos pelo fabricante do LGE e normalmente não deve ultrapassar 3 minutos.7ºC a 93.1. 2) o tempo de trânsito da solução é o que transcorre entre a injeção do LGE na água e a mistura do ar. Tabela 2 – Tempos mínimos de Operação do Sistema Mangueiras e esguichos produtores de espuma devem ser providenciados em adição às instalações de espuma dos tanques. Se a taxa de aplicação de espuma for mais alta que a especificada em 6.3.3. monômero de metacrilato metílico. pressão de operação.1 As quantidades de LGE necessárias à alimentação das linhas de espuma devem ser somadas às quantidades exigidas para o sistema fixo. que um tempo menor possa ser admitido.4. mediante aumento das taxas de aplicação utilizadas. Tabela 3 – Número de Linhas de Espumas Suplementares .3.2. d) aplicar a segunda e a terceira subalíneas de 6. com pontos de fulgor acima de 93.3. 6. LGE adicional deve ser providenciado para se permitir à operação das Para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos Tipos de aplicação de espuma Tipo I Tipo II linhas de espuma simultaneamente com as instalações fixas de espuma para o período estabelecido na tabela 3.3. a 50ºC). nafta.3. metioisobutílica. O tempo de operação deve ser de 30 minutos na taxa de aplicação especificada. 1. É de fundamental importância a obediência às recomendações do fabricante do LGE utilizado. desde que não seja inferior a 70% dos tempos mínimos apresentados na Tabela 2.4 Inflamáveis e combustíveis polares solúveis em água As espumas tipo álcool exigem aplicação suave pelas câmaras tipo I. O maior valor resultante deve ser somado à quantidade necessária para as mangueiras previstas em 6.1 Geral Óleos lubrificantes.Produtos com álcool isopropílico.2.1.2. resíduo viscoso seco (mais de 50 s Saybolt-Furol. Diesel automotivo e líquidos similares. para o maior tanque a ser protegido. a menos que sejam aprovadas como apropriadas para aplicação pelas câmaras tipo II.3. benzol. 6. a menos que o fabricante do LGE tenha estabelecido. cada mangueira deve ter vazão de solução de pelo menos 400 L/min. Notas: 1) a resistência da espuma mecânica tipo álcool a solventes e ao fogo pode ser afetada adversamente por fatores como tempo excessivo de trânsito da solução.3.4.2 e ao LGE necessário ao enchimento das tubulações. o tempo de trânsito da solução pode ser limitado. método de aplicação e características do líquido ao qual a espuma deve ser aplicada. altas taxas de aplicação podem ser recomendáveis para se reduzir o risco de poluição da área. Para a finalidade desta exigência. uso de dispositivos geradores de espuma não construídos especificamente ou não testados adequadamente para uma solução particular de espuma de álcool.3.2 Mangueira para aplicação manual de espuma O suprimento a ser mantido em estoque deve ser a soma das quantidades definidas em 6.3. álcool butílico. 3) para a proteção de líquidos inflamáveis ou combustíveis tóxicos.3ºC. que são especialmente destruidores de espuma.3ºC.

3. há locais onde a proteção fixa pode ser recomendável devido a calor dos produtos estocados.3. As câmaras de espuma devem estar firmemente montadas no topo do costado e situadas de modo a eliminarem a possibilidade de escoar o líquido armazenado para as tubulações de espuma e de modo que a explosão inicial e o conseqüente arrancamento do teto do tanque não as sujeitem a danos. diretamente no invólucro do selo tubular e na superfície do líquido estocado. para se permitirem manutenção apropriadas.2 Sistemas de espuma podem não ser exigidos em tanques de teto flutuante. e cada câmara deve ser dimensionada para suprir espuma à mesma vazão. diafragmas ou flutuadores que facilmente podem submergir não estão incluídos nesta definição. Mantas de plástico.5 Mais de 36.5 até 55 Mais de 55 até 61 2 3 4 5 6 Nota: 1) Acrescentar uma câmara para cada 465 m² de superfície líquida. 6.5 (inclusive) nº mínimo de câmaras 1 .3.6.4.3 Duas técnicas são reconhecidas para aplicação da espuma por um sistema fixo/semifixo. com o topo aberto.3.5 até 36. 6.1. devem ser usadas câmaras de espuma. elas devem estar igualmente espaçadas à volta do tanque. testes e substituição dos selos de vedação. 6. não é necessária quantidade adicional de LGE. Em tanques grandes. 6.6 Tanques com teto flutuante com topo aberto 6. ou selo tubular com protetor metálico contra chuva. a injeção subsuperficial pode ser usada para se reduzirem às distâncias de deslocamento da espuma. 6.3.2 6.3.1.6.3. Quando o suprimento de água continuar após o esgotamento do LGE. O número de câmaras de espuma deve estar de acordo com a tabela 4 abaixo.5 Câmaras de espuma 6. Uma delas prevê a descarga da espuma acima do selo pantográfico. dependendo dos danos do selo. Tabela 4 – Número de Câmaras de Espuma Diâmetro do tanque (m) Até 24. A outra prevê a descarga da espuma sob o selo pantográfico diretamente na superfície do líquido ou atrás do protetor metálico.5.5 até 48. O teto flutuante é equipado com selo de vedação tipo pantógrafo. As câmaras de descargas devem dispor de dispositivos adequados de inspeção.5 até 42. proceder como indicado a seguir: Notas: 1) para área total até 400 m² . quebrável sob baixa pressão.4.6. 6. Usualmente é possível utilizar pessoal treinado para a extinção de incêndio no anel circular. 2) no caso de solução de espuma tipo álcool. O projeto pode prever uma instalação fixa ou semifixa.Bacias de tanques com diâmetros (m) Inferior ou igual a 10 Superior a 10 até 20 Superior a 20 até 30 Superior a 30 até 40 Superior a 40 Vazão de solução de espuma (L/min) 400 400 800 800 1200 No Tempo de mínimo uso de linhas (min) 1 2 4 4 6 10 20 20 30 30 Mais de 24. 6. para prevenir a entrada de vapores nas câmaras de descarga e nas tubulações.1 Para a proteção dos tanques. limitações de tempo de trânsito podem exigir uso de linhas separadas de água e de LGE e a necessidade de se efetuar a mistura do LGE perto do esguicho de espuma e não na estação central de espuma.3. Quando forem projetadas duas ou mais câmaras.3. O seu projeto obedece tanto às razões de prevenção de incêndios quanto às de conservação do produto. distância da instalação ou falta de pessoal para combate a incêndios.2 Os dispositivos de inspeção devem proporcionar perfeita simulação de seu funcionamento por ocasião das vistorias técnicas.3. quando o tanque ultrapassar o diâmetro de 61 m.uma linha de 200 L/min.6.5.3. 6.1 Quando forem instalados dispositivos fixos de descarga acima do selo pantográfico ou acima do protetor metálico. ou outro tipo de vedação.5 Mais de 42. inspeção.1 São tanques com topo aberto que têm teto flutuante com divisões fechadas ou pontões construídos com chapas de aço.3 Exigências para se encherem as tubulações Deve haver uma quantidade de LGE suficiente para se produzir à solução de espuma para se encherem as tubulações instaladas entre a estação fixa de emulsionamento e o tanque mais distante. Estes tanques têm desempenho excelente quanto a incêndios.5. com o emprego de equipamento portátil.3. de acordo com as exigências estabelecidas na NBR 7821.6. podendo deslocar a solução de espuma das tubulações para o tanque.4 Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE conforme indicado em 5. ou do protetor metálico. Os sistemas fixos de espumas podem ser operados manual ou automaticamente. 2) Testes práticos demonstraram que a espuma pode deslocar-se efetivamente através de 30 m de superfície de líquido incendiado.1 As câmaras de descarga devem estar munidas de selo de vedação. Entretanto.5 Mais de 48. Quando operados automaticamente são capazes de operar das duas maneiras.

3. e) a taxa de aplicação e o suplemento do LGE devem ser calculados considerando-se a área da coroa circular entre o costado do tanque e a borda do teto flutuante.3 Não se exigem válvulas separadas para cada dispositivo de carga de espuma para os sistemas em tanques de teto flutuante com o topo aberto. as indicações seguintes devem ser observadas como guia de construção: a) para os vedadores tipo selo tubular. com o teto flutuante. 6.8 Dispositivos complementares Recomenda-se que pelo menos um canhão monitor seja providenciado como proteção complementar para o caso de uma câmara ser danificada pela explosão do tanque (ver 6. O anteparo deve ter ranhuras cortadas na parte inferior para permitir a drenagem da água de chuva. respiros convenientes devem ser instalados para se evitar esforço excessivo da borda do teto ou da membrana de selo. contendo hidrocarbonetos líquidos 6. exceto durante o carregamento inicial e por um breve período depois desta operação.6. inclusive tubulação. No caso de incêndio é difícil extinguir o fogo nestes tanques.3. O suprimento deve ser adequado para operar o sistema durante 20 minutos.033 m². Um respiro deve estar instalado no centro ou na maior elevação do teto fixo e deve ser equipado com uma tampa contra intempérie com área mínima aberta de 0. Notas: 1) em ventilação em tanques com teto flutuante coberto. as articulações do seio ou a escada móvel do teto flutuante. ésteres.2 Para a proteção com espuma para estes tanques.7 Tanques com teto flutuante cobertos No âmbito desta Instrução Técnica. Os respiros devem ser também adequados para aliviar qualquer vácuo gerado embaixo do teto fixo durante as operações de descarga.6). O comprador deve especificar as taxas de recebimento. com bastante fluidez.7. 2) os respiros ou abertura de ventilação devem estar situados no costado do tanque.3.8 l/min/m². O espaçamento máximo entre os respiros deve ser de 10 m. aplicar o sistema de espuma como para tanques de teto flutuante (ver 6. Proteção fixa pode ser recomendável em certos locais devido ao valor dos produtos estocados.3. Estes respiros devem ser adequados para a saída do ar e gases do espaço sob o teto fixo durante as operações de recebimento (enchimento). cetonas. A finalidade do anteparo é reter a espuma na área do solo e garantir uma altura suficiente (no mínimo 600 mm) para fazer com que a espuma escoe lateralmente e cubra todo o selo de modo a garantir a vedação de pontos onde o selo haja sofrido ruptura. Nas áreas totais. acima do selo do teto flutuante. medido ao redor da circunferência. observar o seguinte procedimento: a) se o tanque for construído de acordo com as recomendações. 6. A taxa mínima deve ser de 20 l/min/m² da área. b) para os vedadores tipo pantográfico o anteparo circular não é exigido. ele deve ser considerado como tanque de teto fixo.6. distância das instalações ou falta de pessoal de combate a incêndio.2 Quando se deseja instalar dispositivos fixos de espuma embaixo do selo ou do protetor metálico. com o emprego de equipamento portátil. anidridos. com o teto flutuante.4). O espaçamento máximo entre os aplicadores não deve ser maior que 18 m.2. 6. b) a proposta do sistema de espuma deve prever a não interferência dos seus dispositivos. o sistema de ventilação deve ser suficiente para manter os vapores abaixo do limite inferior de inflamabilidade. medido ao redor da circunferência do tanque. b) se o tanque não estiver dentro das recomendações. cobertos por um teto fixo com ventilação para a atmosfera e com um teto metálico fechado flutuando na superfície do líquido. As taxas mínimas de solução de espuma recomendadas com emprego de dispositivo de descarga tipo II devem ser de. inclusive tubulação.60 m² por metro de diâmetro do tanque.1 Os sistemas fixos não são exigidos em tanques com teto flutuante cobertos. c) a taxa de aplicação e o suprimento de LGE devem ser calculados considerando-se a área da coroa circular entre o anteparo e o costado do tanque.1). Hidrocarbonetos líquidos que . A área total aberta destes respiros deve ser igual ou superior a 0.1 Geral Sistemas de aplicação subsuperficial não são indicados para a proteção de produtos como álcool.3.3. A possibilidade de incêndio é grandemente reduzida em comparação com outros tipos de tanques. e de maneira alguma deve haver menos de quatro respiros igualmente espaçados. Caso um tanque de teto flutuante coberto não seja de acordo com estas recomendações. aplicar o sistema de espuma como para os tanques de teto fixo (ver alínea a do item 6. 6.3. pelo menos. um anteparo circular feito de chapa de aço de espessura de pelo menos 3. 9. O suprimento deve ser adequado para operar o sistema durante 10 minutos. 6. c) A espuma deve ser do tipo de baixa expansão. e outros. 6.4 mm (chapa 10). tanques com teto flutuante.9.7. ou ranhuras devem ser de 280 mm²/m² da área da coroa circular entre o costado do tanque e o anteparo. de modo que o fabricante do tanque possa dimensionar corretamente a ventilação.3.a) montar sobre o teto flutuante. aldeídos.3. d) a proposta do sistema de espuma deve prever a não interferência dos seus dispositivos. com ventilação instalada conforme determinado no Boletim API 650-Apêndice H (ver nota).3.9 Aplicação de espuma pelo sistema subsuperficial em tanques de teto fixo. O espaçamento máximo entre os aplicadores não deve ser maior que 40 m. graças ao tipo de construção “gaiola de Faraday” desta classe de tanques.3. dependendo da volatilidade do produto. a 300mm da borda deste. usualmente associada com tempos de drenagem perto do limite inferior aceitável (ver tabela 2). ou o protetor contra intempérie e com a escada móvel do teto flutuante.3. o anteparo circular é exigido somente quando o topo do selo está a menos de 160 mm abaixo da borda superior do teto flutuante. 6.

10. as saídas podem ter conexões no costado ou a espuma pode ser alimentada por meio de uma tomada múltipla de tubos para o interior do tanque. Para distribuição uniforme da espuma. a menos que testes efetivos provem que velocidades mais altas são satisfatórias.10. II e III 1 1 2 1 3 2 4 2 5 2 6 3 465 m² 700 m² As exigências mínimas referentes às linhas de mangueiras e hidrantes de espuma são especificadas em 6. acrescentar uma saída para cada tanque. 2) Esta tabela baseia-se em extrapolação de dados de testes de fogo em tanques de diâmetros de 7. e cada saída deve ser dimensionada para descarregar a espuma à mesma vazão.5 Mais de 48. contendo gasolina. Nº mínimo de saídas Líquidos Líquidos de classe de classe 1A e 1B 1C. 6.3.3. 6.3. o controle e a extinção do incêndio podem ser ainda favorecidos pela movimentação do produto frio para a superfície.4.2 Válvulas nos sistemas Em adição às exigências especificadas em 6.1 Quando duas ou mais saídas são necessárias.3. 6.3. ela deve ser drenada até o nível do ponto de aplicação.5 Mais de 36.5.1 6.2.3.3.5 (inclusive) Mais de 24. 6. aos óleos combustíveis que em temperatura do ambiente (15. 6.5 m.1 Suprimento de LGE O suprimento mínimo de LGE a ser mantido deve ser a soma das quantidades definidas para as câmaras de descarga do tipo II e linhas de espuma suplementares conforme indicado em 6. 6.2 Os tanques devem ter saídas de espuma conforme o determinado na Tabela 5 abaixo: Notas : 1) líquidos da classe IA exigem consideração especial. As conexões no costado podem ser feitas nas tampas das portas de inspeção.9.5. para os líquidos de classe IB. Caso isto não seja feito.9.1.5. estas devem ficar espaçadas igualmente ao redor do tanque.3. 6.4.9.9. em vez de se instalarem bocas adicionais no tanque.1 Tubos para espuma O dimensionamento dos tubos ou das linhas de saída usadas além do gerador de espuma deve ser tal que a contrapressão esteja dentro da faixa das pressões para as quais o sistema foi projetado. Além do controle oferecido pelo efeito abafador da espuma e o efeito resfriador da água que alcança a superfície. O fabricante do LGE deve ser consultado e a ele devem ser solicitadas recomendações. acima das saídas de espuma. A velocidade da espuma no ponto de descarga para o tanque não deve exceder 3 m/s.9.4ºC.9.10 Tubulação do sistema de espuma 6.4 Exigências suplementares mangueiras e hidrantes de espuma de linhas de Tabela 5 . 6.contêm tais produtos misturados podem exigir taxas de aplicação mais altas.3.5ºC) tenham viscosidade de 25 S. e não deve exceder 6 m/s para os líquidos de outros tipos.5 Saídas de espuma As saídas de espuma para tanques podem ser o extremo aberto da tubulação de suprimento de espuma ou do próprio produto estocado. em viscosidade. de modo que o percurso não exceda 30 m.3. a eficácia da espuma será reduzida devido à sua diluição. As saídas devem ser dimensionadas de modo que não sejam ultrapassados os limites da pressão de descarga do gerador de espuma e da velocidade da espuma.9. Quando linhas de produto são empregadas para espuma. 6. cada linha de suprimento de espuma deve estar equipada com uma válvula de descarga e uma válvula de retenção.3.9.3.11.4.5 até 42.5 até 55 Mais de 55 até 61 Mais de 61.1. a menos que a segunda seja parte integrante do gerador de espuma de alta contrapressão a ser ligado na hora do uso.3.2.5 até 36. 28 m e 35 m. petróleo cru e hexano. as válvulas destas devem ser dispostas para que a espuma entre somente no tanque a ser protegido.U. a 50ºC e ponto de fluidez de -9.5 até 48. prolongando ou impossibilitando a extinção.3.3. 3) Incêndios em combustíveis mais pesados que foram extintos pela aplicação subsuperficial correspondem.3 Quanto à altura das saídas de espuma.2 Produtos e equipamentos geradores de espuma Produtos e equipamentos geradores de espuma para a aplicação sub-superficial devem ser aprovados para esta finalidade. Os LGE fluorproteínicos e os AFFF oferecem desempenho satisfatório neste processo de aplicação. 6.3. Havendo água no fundo do tanque.3 Tanques horizontais e tanques pressurizados Os sistemas fixos ou semifixos de espuma não se aplicam a tanques horizontais nem a tanques pressurizados.9. .5 Mais de 42. estas devem estar situadas acima do nível de água.3. partindo de uma só conexão no costado.Saídas de Espuma Diâmetro do tanque (m) De 18 a 24.3. Estes sistemas também não devem ser aplicados a tanques do teto flutuante. respectivamente.3.2 e 6.10.3 Taxas A taxa mínima deve ser conforme indicado na alínea a do item 6.S. antes de se colocar o sistema de espuma em operação.2. 6.

3. do próprio tanque e da intensidade do incêndio. ou de mangueiras. para aqueles com diâmetro até 09 (nove) metros. Linhas de mangueiras são também usadas para a extinção de incêndios nos anéis de vedação dos tanques de teto flutuante.3.3. para dar flexibilidade nesse sentido.3. posições dos canhões e modo de aplicação podem reduzir a eficácia do jato de espuma. de modo que a junta articulada ou giratória da câmara ou outro meio conveniente não seja necessário. pode estar enterrada a uma profundidade de 0. 6. devido às condições do local e da ocorrência de um possível derrame em grandes parques de tanques. Os hidrantes (observar número mínimo). uma junta articulada ou giratória ou outro meio conveniente deve instalada na base de cada tubo de subida para a câmara. cada um com duas bocas de descarga pelo menos. quando necessário. É preferencial que a descarga seja dirigida ao centro do tanque para reduzir o espaço percorrido pela espuma. Monitores operando ao nível do solo normalmente não são recomendados para extinção de incêndio nas bordas dos tetos flutuantes. o efeito de tiragem das chamas pode impedir que a espuma alcance a superfície dos líquidos incendiado. devem ser do tipo que permitem a verificação visual das posições “aberta” e “fechada”. conforme especificado em 6.1 As válvulas de controle devem estar situadas fora dos diques e às seguintes distâncias do costado do tanque que protegem: a) 15 m para tanques de diâmetro menor que 15 m.1 Generalidades Estes equipamentos são sistemas nos quais a espuma é aplicada por meio de canhões monitores fixos ou semifixos. incêndios em áreas limitadas por diques e incêndios em tanques diques e incêndios em tanques com teto fixo. deve possuir suportes inferiores e laterais. descarregando para um mesmo equipamento.2 As válvulas de controle remoto podem ser permitidas à distância menor que as prescritas nas alíneas a e b do item 6. usar tubos de aço-carbono todos soldados.2 A tubulação das câmaras de descarga. As válvulas de controle para dirigir a espuma ou solução para o tanque apropriado podem estar na estação central de espuma ou podem estar em pontos onde as tubulações derivam da linha principal de alimentação.11.11 Tubulação 6. e de 15 a 75 m dos costados para os tanques com diâmetros superiores a 09 (nove) metros. São necessários hidrantes de solução de espuma. 6. deve haver válvulas entre a descarga de cada proporcionador e o coletor de descarga. deve ser construída do modo a absorver as forças no sentido para cima e as do choque devido à ruptura do teto do tanque.2.6. Fatores como vento. Onde dois ou mais proporcionadores de espuma estiverem instalados em paralelo. 6. Monitores fixos podem ser instalados para a proteção de áreas de estocagem de tambores ou áreas limitadas por diques. devido à dificuldade de se dirigir à espuma para o espaço anelar. se apropriadamente suportada e protegida contra donos mecânicos. podem ser soldados ao tanque mediante suportes de chapas de aço situadas perpendicularmente ao tanque. normalmente.3.3. O fabricante dos sistemas (canhão e LGE) deve ser consultado quanto à taxa de aplicação ideal para estes casos. quando estiverem adequadamente protegidas. Deve haver um suporte em cada anel do costado.12. deve-se considerar um acréscimo de cerca de 20% na taxa de aplicação de espuma. A fim de obter-se a máxima flexibilidade. porém não deve ficar impedida de deslocar-se para cima.4. conforme estabelecido em 6. são recomendados como proteção auxiliar em conjunto com sistemas fixos. exceto as dos hidrantes. e dentro de 15 m de distância nos tanques sem diques. b) um diâmetro para tanques de diâmetro de 15 m ou mais. nestes casos. Caso haja conexões rosqueadas.12. dentro do dique ou de 15 m de distância de tanques sem dique.5 vez (uma vez e meia) a altura do tanque a partir dos costados.3. 6.3.60 m ou montada acima do solo. quando toda a superfície do líquido estava envolvida. desde a distância de 15 m do costado do tanque. Nas instalações fixas. A linha de água para cada proporcionador deve ter válvula separada. as tubulações de alimentação para cada câmara de espuma devem ter válvulas individuais fora do dique em instalações fixas. São indicados quando usados isoladamente para a extinção de focos em derrames. b) quando a tubulação for apoiada sobre o solo.11. Notas : 1) incêndios em tanques de grandes diâmetros têm sido extintos por meio de monitores de grande vazão de espuma. hidrantes de água com geradores portáteis ou outros dispositivos aprovados. Dependendo dos ventos. estas devem ser soldadas como reforço.1. c) quando os tubos das câmaras são de 100 mm ou maiores.4 Canhões monitores e mangueiras para proteção em áreas abertas 6. Eles.1 Toda tubulação no interior dos diques.13 Hidrantes de espuma Sistemas fixos com estação central devem ter hidrantes para linhas de espuma para uso suplementar em incêndios em vazamentos. Devido às suas limitações.3 Deve haver um dispositivo para permitir teste hidrostático do sistema até a câmara. de forma a permitir a elevação da câmara e a flexão do tubo de subida. 6. 6. não se deve depender dos monitores exclusivamente como recursos principais da extinção para tanques de teto fixo com mais de 18 m de diâmetro. devem estar situados à distância de 1. monitores portáteis ou montados em .12. Este sistema pode ser empregado em vez de juntas articuladas ou giratórias. 6.4. A espuma deve ser aplicada contínua e uniformemente.11.12 Válvulas nos sistemas Todas as válvulas. Uma das seguintes técnicas pode ser empregada: a) quando a tubulação for enterrada. Preferencialmente. em quantidade suficiente para formar uma cobertura eficiente. Portanto. 2) Incêndios grandes em derrames têm sido extintos com linhas de mangueiras ou canhões monitores.3.3.3.

6. falhas na mistura (água + LGE) dentro dos limites recomendados de concentração.2.8 Nos sistemas com canhões monitores..2. 6. O procedimento de combate a incêndios em áreas isoladas por diques é extinguir ou limitar com segurança uma área e seguir avançar para extinguir a próxima seção dentro do dique..2. 6. 6. A proteção de produtos como aminas e anidridos.3ºC. método de aplicação e características do produto. 2) querosene. resíduo viscoso seco (mais de 1. o tempo transcorrido entre a injeção do LGE na água e a indução de ar pode ser limitado.3 As taxas de aplicação mínimas recomendadas para LGE aprovados para descarga tipo II devem ser 9. 6.3 a 6.6 Produtos como álcool isopropílico.3. para o tempo mínimo descrito em 6.4. O tempo de trânsito da solução.5 vez (uma vez e meia) a altura do tanque a partir do seu costado.4. 2) deve-se atuar com cuidado ao se aplicarem jatos de espuma em produtos de alta viscosidade aquecidos acima de 93ºC.7.35 minutos... podendo exigir taxas de aplicação de 8 L/min/m² ou mais altas.. 6.4.2. pode causar também violenta erupção turbilhonar e transbordamento do produto.2.2.7 Nos casos em que o sistema de combate a incêndio por espuma seja composto unicamente por linhas de espuma e/ou canhões monitores.8 l/min/m². os jatos devem ser limitados para uso com LGE especiais tipo álcool aprovado para a descarga tipo II. ou seja.8ºC podem exigir taxas de aplicação mais altas.2. obedecendo às mesmas distâncias descritas em 6.5 L/min/m². sendo que a vazão deste último deve ser calculada em função da taxa de aplicação e o diâmetro do tanque considerado.5 Aplicar as recomendações da segunda e da terceira subalíneas de 6. O tempo máximo de trânsito da solução para cada instalação deve estar dentro dos limites estabelecidos pelo fabricante do LGE. etc.6.1 Para hidrocarbonetos líquidos: a) para a proteção de tanques. os tubos de espuma ou solução devem terminar em conexões que fiquem a uma distância segura dos tanques.4.4..4. com os pontos de fulgor de 37. b) aplicar as recomendações da segunda e da terceira subalíneas de 6. conforme estabelecido em 6.3.3.3. Em geral as espumas tipo álcool podem ser efetivamente aplicadas por meio de motores ou linhas de espuma em focos de vazamento. 6.2. etc.5 L/min/m² de superfície do líquido a ser protegido.3ºC.2 Tempos mínimos da descarga O equipamento deve ser capaz de funcionar com a taxa mínima de descarga de 6.3.3.. É de fundamental importância à obediência às recomendações do fabricante do LGE. com os pontos de fulgor acima de 93.. Os sistemas que usam espumas exigem projetos especiais de engenharia. 6.. dependendo das características do LGE da temperatura da água e da natureza do risco a proteger.. 2) Para a proteção de líquidos inflamáveis ou combustíveis que são altamente tóxicos. Taxas convenientes de aplicação devem ser determinadas por teste. 6. Diesel. cetona metiloisobutílica. e de 15 m a 75 m do costado para os tanques com diâmetros superiores a 09 (nove) metros.4. providenciando-se cobertura mais rápida.4. 6.reboques são preferíveis aos fixos.4 Para LGE aprovados somente para descarga tipo I deve ser consultado o fabricante. especialmente para cada produto. fora dos diques. 6..3 Suprimento de LGE 6.4.1. para aqueles com diâmetro até 09 (nove) metros. pressões de operação. devem ser previstas linhas para a proteção da bacia de contenção de acordo com a tabela 3 e outra linha (ou canhão) para a proteção do tanque.4.7.4.2.4.4. Esta técnica deve ser continuada até a extinção completa do fogo..2 Para outros líquidos inflamáveis e combustíveis que exigem LGE especiais. éter isopropílico e misturas de solventes polares em geral podem exigir taxas de aplicação mais altas..8ºC a 93.1 Geral Os suprimentos a serem mantidos devem ser a soma das quantidades definidas em 6.2. exige LGE testados.50 minutos.2..3.. Deve-se tomar cuidado quando da aplicação da espuma ou líquidos que estão aquecidos acima do ponto de ebulição da água. 6. quando a profundidade não ultrapassar 25mm.1. líquidos solúveis em água e certos líquidos inflamáveis. Em todo caso. . de 6.4.1. Notas: 1) A resistência da espuma tipo álcool pode ser afetada adversamente por fatores como tempo excessivo de trânsito da solução.3. que são especialmente destruidores de espuma. exigem o uso de espumas tipo álcool.1 Os hidrantes devem ser localizados à distância de 1.2. monômero de metacrilatometílico..068 x 10-4 m²/S a 50º C).4. (1) óleos combustíveis secos.4. os fabricantes do LGE e do equipamento gerador de espuma devem ser consultados quanto às limitações e recomendações baseadas em testes práticos.4. no mínimo. Misturas de líquidos inflamáveis com um faixa ampla de pontos de ebulição podem desenvolver uma onda de calor após queima prolongada. álcool butílico. os quais são destruidores de espuma comuns. Notas: 1) 1íquidos inflamáveis com ponto de ebulição inferior a 37.1.4. a taxa de aplicação da solução deve ser. É de fundamental importância à obediência às recomendações do fabricante do LGE utilizado.. combustíveis e solventes polares. para os seguintes períodos de tempo: a) para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos: 1) óleos lubrificantes. Embora o baixo conteúdo de água na espuma possa resfriar beneficamente tais combustíveis.4.2.2 Taxas de aplicação A taxa mínima de aplicação baseada na premissa de que toda a espuma possa alcançar a área a proteger deve ser a seguinte: Na determinação das exigências totais de vazão da solução. podem ser necessárias maiores taxas de aplicação para se reduzir o risco ao pessoal.2. óleos combustíveis leves.. devem ser consideradas as perdas potenciais de espuma ao vento e a outros fatores indicados em na nota 1 do item 6. uso de dispositivos geradores não projetados especificamente para a aplicação. Caso contrário.

.5 Exigências relativas ao enchimento das tubulações..2. funcionando simultaneamente..4.3.3.000 litros.4. pelo menos como especificado em 6.3. 6. como especificado no item 6.3.4.. quando existirem dois ou mais hidrantes na área a ser protegida.. 6.2 e 6. 6.4..4.3. espumas tipo álcool exigem procedimentos especiais de conforme indicado em 6.5.4. com os pontos de fulgor abaixo de 37.4...3.13. Devem ser as mesmas que foram especificadas em 6. benzol.5. 6. O tempo de operação deve ser de 65 minutos à taxa de aplicação especificada. b) devem ser calculadas duas linhas de espuma de 400 l/min.2. 6.3. devem ser protegidos por linhas de espuma.3. de forma que toda área de risco seja protegida com pelo menos uma linha de comprimento máximo de 30 m. 6.1 São considerados armazéns individuais aqueles que atendam aos critérios construtivos e afastamentos estabelecidos na IT 22.5 Linhas de espuma para proteção de líquidos combustíveis ou inflamáveis acondicionados 6. 6.4. O maior valor resultante deve determinar a quantidade adequada.1. pelo tempo indicado no item 6. . b) para tanques contendo outros líquidos inflamáveis e combustíveis que exigem espumas especiais. nafta.4. a menos que o fabricante do LGE tenha estabelecido outro valor.5.4.5..6 As disposições acima se aplicam aos locais onde houver processos com manipulação de líquidos combustíveis ou inflamáveis.5 Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE.65 minutos.5.65 minutos.4.5.3. 6. 6.5.4 Exigências relativas a jatos suplementares de mangueiras e hidrantes..3.2.5. 6.3 Exigências para tanques A quantidade de LGE deve ser determinada pela multiplicação da vazão total em L/min para cada tanque. independente do produto armazenado é de 20 minutos. com volume médio de estoque superior a 20..2 O número de linhas de espuma deve ser determinado em função da área a ser protegida obedecendo ao critério descrito em 6.3 Descargas mínimas de solução de espuma: a) deve ser calculada uma linha de espuma de 400 l/min.4 Tempos mínimos de descarga da solução de espuma O tempo mínimo de aplicação. diesel automotivo e líquidos similares. Jatos adicionais de espuma devem ser previstos como proteção adicional para incêndios no solo.1 Armazéns que contenham líquidos combustíveis ou inflamáveis acondicionados.3) gasolina. 4) petróleo cru .. quando existir um hidrante na área a ser protegida.8ºC.3.4. 6.6.1. Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE como especificado em 6.

ANEXO A Figura 1 .Guia de Qualidade da espuma para tanques de armazenamento .

ento d) quantidade de solução água-extrato para proteção do dique (2 linhas 400 l/min) 400 x 2 = 800 l/min. h) quantidade de solução água-extrato para operação de linhas de mangueira (2 linhas de 400 l/min).5% e 6%.350 l.500 = 19. com câmaras de Tipo I e II e extrato a 3.500 l.5%) para suprimento do sistema com câmara tipo I 3. k) quantidade de extrato (3. g) quantidade de solução água-extrato para operação de câmaras tipo II 5.100 x 30 = 153.500 + 20.6 m b) área do tanque = 785 m² c) quantidade de solução água-extrato para proteção do tanque 785 x 6. o maior tanque de gasolina tem 31. n) quantidade de extrato (6%) para suprimento do sistema com câmaras tipo II 6/100 x 324.5/100 x 324.5/100 x 197.000 + 24.500 l.500 l. a) Diâmetro do tanque = 31.000 = 11.900 l.100 x 55 = 280.5%) para suprimento do sistema com câmaras tipo II 3.100 l/min. m) quantidade de extrato (3.000 + 24.000 l. l) quantidade de extrato (6%) para suprimento do sistema com câmara tipo I 6/100 x 197.6 m de diâmetro.000 + 20.000 l.000 = 197.000 l (estimado) f) quantidade de solução água-extrato para operação de câmaras tipo I 5. p) número mínimo de câmaras = 2 câmaras . o) quantidade de extrato (6%) para suprimento das linhas manuais 6/100 x 24.500 = 11. j) quantidade total de solução água-extrato para operação do sistema com câmaras tipo II 280. i) quantidade total de solução água-extrato para operação do sistema com câmaras tipo I 153.000 l.800 l.ANEXO “B” EXEMPLO ILUSTRATIVO DE CÁLCULO DE SISTEMA DE ESPUMA 1) Em um parque de armazenamento de inflamáveis.5 = 5.000= 1. e) quantidade de solução água-extrato para enchimento da canalização 20. Calcular o sistema fixo de espuma e o suprimento de extrato e água necessários.000 = 324.500 l.000 = 6. 800 x 30 = 24.

Referências Bibliográficas 4 .Aplicação 3 .Objetivo 2 .21 SISTEMA FIXO DE GASES PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1.Definições 5 – Procedimentos .IT .

dividem-se em compostos halogenados em mistura de gases inertes. ou ainda quando os resíduos do combate a incêndio são difíceis de serem controlados e podem trazer danos ao meio ambiente. São inodoros. 2 APLICAÇÃO 2.br Email: dat3@cbmmg. 3 REFERÊNCIA NORMATIVA Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. a) Inundação total: Descarga de gases. Decreto Estadual nº 44.mg. de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado. b) equipamentos ou objetos com alto valor agregado e sensíveis ao uso dos agentes extintores convencionais . por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido.br SISTEMA FIXO DE GASES PARA COMBATE A INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as exigências técnicas e operacionais para as instalações de sistema fixo de gases para combate a incêndio. 4 DEFINIÇÕES 4. decidir pelo emprego de sistemas fixos de gases. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. 5. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.bombeiros. incolores. NBR 12232 – Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com gás carbônico (CO2) por inundação total para transformadores e reatores de potência contendo óleo isolante. Obs.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 21 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. NBR 9441 – Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. 355 .190-000 Site: www. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1 Esta Instrução Técnica se aplica em locais cujo emprego de água é desaconselhável para o combate a incêndios em virtude de riscos decorrentes de sua utilização ou para aqueles locais cujo valor agregado dos objetos. ou equipamentos é elevado. maus condutores de eletricidade e não corrosivos.mg. etc). 5 PROCEDIMENTOS 5. a fim de garantir o correto funcionamento dos equipamentos e a segurança das pessoas.270. NFPA – 2001 – Standard on clean agent fire estinguinshing systems.2 O emprego de sistemas fixos de gases é recomendável nas situações em que o uso da água ou outro agente extintor pode causar danos adicionais aos objetos ou equipamentos daquela edificação. NFPA – 12 – Standard on carbon dioxide estinguinshing systems. b) Aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás diretamente sobre o material que queima. justificando o não emprego da água.gov.1 O Responsável Técnico deve analisar as características da edificação e de comum acordo com o proprietário. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. quando houver risco pessoal no uso do agente extintor convencional. Podem ser de comando automático ou manual.: O CO2 não é considerado gás limpo por sua ação asfixiante na concentração de extinção.1 Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de ozônio. Exemplos: a) objetos de valor inestimável (obras de arte.130.Bairro Centro CEP 30. Augusto de Lima.gov.

b) laudo técnico do agente extintor (gás) que declare a não toxidade à saúde humana e a não agressividade ao meio ambiente na concentração de projeto. indicar em planta a localização do ponto de acionamento alternativo do sistema. volume total armazenado nos cilindros e outras. por organismo de certificação reconhecido pelo Sistema Brasileiro de Certificação.10 Nos locais onde o emprego da água pode danificar equipamentos. etc).(máquinas automatizadas em linhas de produção.3 No projeto técnico de proteção contra incêndios devem ser apresentadas as seguintes informações: a) norma adotada. o sistema de chuveiros automáticos pode ser acionado manualmente quando o sistema fixo de gases limpos não tiver sido eficiente. d) forma de acionamento (manual ou automático). (Ex: sistema de inundação total com CO2 nos CPD). os sistemas de chuveiros automáticos podem ser substituídos pelo sistema fixo de gases limpos.8 Os sistemas fixos de gases para combate a incêndio podem complementar. etc). c) agente extintor empregado. d) locais onde haja necessidade de isolamento do meio externo (laboratórios onde se armazenam agentes patológicos. 5. os pontos de detecção e a localização do(s) cilindro(s) do sistema fixo. (Ex: quando da abertura da porta de acesso em contêiner de torres de telefonia celular). concentração de projeto em percentagem e em volume. conforme seja necessário. 5. nos casos onde seja necessário evitar contaminação do ambiente externo. mas não substituí-los. na falta deste. 5.9 Excepcionalmente. b) tipo de sistema fixo (inundação total ou aplicação local).11 Devem ser apresentados os seguintes laudos: a) laudo de funcionamento do sistema fixo e respectiva ART do Responsável Técnico. c) equipamentos energizados (transformadores. arquivos convencionais de documentos importantes. centrais de telecomunicações. 5. (Ex: HALON). 5. CPD. mangotinhos e chuveiros automáticos). etc). f) localização em planta do ponto de desativação do sistema.4 Nos locais onde houver presença humana não podem ser utilizados sistemas de inundação total com agentes extintores cuja concentração de projeto é superior ao nível de concentração onde não se observam efeitos adversos às pessoas. por organismo internacional de ensaio e certificação. e) se automático. o agente escolhido deve ser certificado como gás limpo. centrais de sensoreamento remoto. . quando não é possível controlar a água residual do combate a incêndios. 5. nível mais baixo de concentração onde se observam efeitos adversos às pessoas. 5. porém sujeitos à manutenção eventual. conforme Protocolo de Montreal.5 Nos locais onde não houver presença humana e protegidos com sistema de inundação total utilizando agente extintor na concentração acima daquela onde não se observam efeitos adversos às pessoas. g) indicar o tempo de retardo para evacuação do local protegido antes do acionamento do sistema fixo. 5. exceto o CO2.7 Deve ser adotada a simbologia gráfica conforme dispõe a IT 03 . produtos radioativos. h) indicar em planta o local ou equipamento a ser protegido. ou. i) apresentar especificações do agente utilizado. agindo antes dos sistemas hidráulicos (hidrantes. 5. etc).6 Não podem ser utilizados como agentes extintores quaisquer gases que provoquem a destruição da camada de ozônio. Para tanto. e) dados ou informações de valor inestimável (CPD. controles de subestações elétricas. Deve ser previsto desligamento automático do sistema fixo de gás quando da entrada de pessoa no ambiente. como: nível de concentração onde não se observam efeitos adversos às pessoas. localização da central de alarme e baterias do sistema de detecção utilizado no acionamento do sistema fixo.Símbolos Gráficos para Projeto de Segurança Contra Incêndio.

Isolamento de tanques – risco isolado .Tabelas de distanciamentos B .Detalhe de arrumação de armazenagem fracionada 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C – Exemplo de recipiente para classe de líquido inflamável com aspersores ou equivalente 4 – Definições 5 – Procedimentos de afastamento 6 .Procedimento de controle de vazamento 7 .Proteção por extintores de incêndio 8 .IT – 22 ARMAZENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A .

Parte 4: Proteção contra incêndio. .br Email: dat3@cbmmg.1 Esta Instrução Técnica se aplica às edificações ou áreas de risco em que haja armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis. b) armazenagem de álcool carburante em usina. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . NBR 7974 – Produtos de Petróleo – Determinação do Ponto de Fulgor pelo Vaso Fechado TAG.Instalações elétricas em ambiente com líquidos.mg. NBR-7505 .br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições mínimas necessárias para as instalações de armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. 3. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR-7505 . welded.190-000 Site: www.130.Bairro Centro CEP 30.Armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. NBR-7820 . NFPA 497 – Recommended Practice for the Classification of Flammable Liquids. 4 DEFINIÇÕES 4. 2. d) armazenagem de líquidos criogênicos e gases liquefeitos.1.gov. or Vapors and of Hazardous (Classified) Locations for Electrical Installations in Chemical Process Areas.2 Na ausência de informações desta Instrução Técnica. NR-20 – Líquidos combustíveis e inflamáveis. tais como aeroportos. armazenamento. f) instalações de armazenagem de líquidos combustíveis e inflamáveis que disponham de Normas Brasileiras específicas.Segurança nas instalações de produção. consultar as normas abaixo ou outras específicas: NFPA 30 – Flammable and combustible liquids code. Augusto de Lima. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Parte 1: Armazenagem em tanques estacionários. API 620 – Recommended rules for disign and construction of large. Gases. c) instalações marítimas off-shore. 2 APLICAÇÃO 2. NFPA 69 – Standard on Explosion Prevention Systems.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 22 ARMAZENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. manuseio e transporte de etanol (álcool etílico). gases e vapores inflamáveis . NB-98 – Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis. e) aspectos toxicológicos dos produtos. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.bombeiros.Procedimento.Armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. no tocante a afastamentos e controle de vazamentos. Decreto Estadual nº 44.mg. low pressure storage tanks.1 Esta Instrução Técnica não se aplica: a) armazenagem de líquidos reativos ou instáveis. API 650 – Welded steel tanks for oil storage. 355 .270.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e Art 3o do Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica. NBR-5418 . atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.gov.

deverá ser localizado de acordo com a tabela 4 do anexo A. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 1 do anexo A.5 Todo tanque de superfície utilizado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis sujeitos a ebulição eruptiva.5 m.8ºC. no interior de edificações. suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra. 5. aeronaves.2 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva e líquidos instáveis e classe IIIB).8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de óleo diesel. sobre piso.1.4 kPa (15 psi).2.1.1 A distância mínima do costado de um tanque e a base interna do dique é de 1.3 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de etanol (álcool etílico). à pressão manométrica igual ou inferior a 103.3 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos instáveis. polimerizem ou venham a explodir. 4. 4. 5. 5. subdividindo-se em: a) classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. subdividido como segue: a) classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37.8 Risco isolado: Risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados. II.1. por efeito de variação de temperatura e pressão. d) o limite de propriedade.1. 5.1 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37. b) classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93.1.3 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que.8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação).2 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37. ou de choque mecânico.1. 4. cicloexano e óleo fúsel em unidades de processamento de álcool 5.1.Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1.4 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de tanques no interior de edifícios 5. que permitam pressões superiores às mencionadas. 2.10 Posto de serviço: Local público onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 2 do anexo A.2 kPa manométricas (2. b) a parede externa mais próxima ou projeção da cobertura de uma edificação. 4.3 As demais distâncias mínimas de segurança encontram-se nas tabelas 1. 4.4ºC . c) classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93. 5.5 psi) ou equipado com respiradouros de emergência.8ºC – todos os tipos de álcool. . desde satisfação as recomendações deste item. conforme o caso.todos os tipos de lubrificantes. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 5 do anexo A. 4.1 As distâncias de segurança são aquelas compreendidas entre o costado do tanque e: a) o costado de um outro tanque ou vaso de pressão. c) a parte externa mais próxima de um equipamento fixo.3.6 Área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação. 5. – solventes (conforme ficha de segurança do produto). com ou sem acabamento ou em terreno natural.1 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva e líquidos instáveis e classe IIIB).4.4ºC .8ºC.2 kPa manométricas (2. que não permitam que a pressão ultrapasse aqueles limites.1. também conhecido como líquido Classe I. aguarrás e querosene (iluminante e de aviação). esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada.9 Posto de abastecimento interno: Instalação interna a uma indústria ou empresa cuja finalidade única é o abastecimento de combustível e ou lubrificantes para sua frota própria ou de seu uso. em conseqüência.todos os tipos de óleo combustível. 4. 4.1. 4.5 psi) ou equipado com respiradouros de emergência.2 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis contidos em tanques estacionários de superfície.2 O espaçamento entre tanques deve ser determinado conforme a tabela 7.2. 5. 5.4 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos combustíveis classe IIIB (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva).2. na estocagem ou no transporte.7 Área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais. 5.11 Posto de abastecimento: Local restrito onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos. b) classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22.8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37. operando a pressões iguais ou inferiores a 17. operando a pressões superiores a 17.1 Armazenamento de líquidos Classe I. 4. 4. e) a base interna de um dique.1. se decomponham. 5.2 Para os espaçamentos relativos a tanques de superfície fora dos parques de tanques nas Unidades de Produção seguirá o disposto nesta Instrução. c) classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22. podendo ser edificada ou aberta.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37.8ºC.1. 5 e 6 5.1.2.2.5 Área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação.4 Área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação. no estado puro ou nas especificações comerciais.1 Deverão ser previstos os espaçamentos da NBR 7820.1. etc. IIIA e IIIB são permitidas. se tornem auto-reativos e. 5 PROCEDIMENTOS DE AFASTAMENTOS 5. medida no topo do tanque 5. barcos. 4. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 3 do anexo A.3.

e cada grupo de tambores deverá ser separado dos outros grupos por uma distância mínima de 10 metros.4. localizados. deverá ser considerado como violação do estabelecido nesta IT.4.) devem ser construídas de material não-combustível. deverão ser no nível do piso e deverão estar desobstruídas.6 Fica proibido a instalação de tanque no interior de edificações. a 50%. 5. sujeita à chama ou calor. 5.4 Os pisos dos locais de armazenagem devem ser de material incombustível. evidenciado por um detector de vapores combustíveis. filtro. trocador de calor. tais como bomba. Sua operacionalidade não poderá ser afetada por água de chuva. somente no topo. IB e IC devem permanecer normalmente fechados exceto quando na função de alívio da pressão ou do vácuo. exceto no caso do item 5. etc.8 Para instalações no interior de edificações.4. As aberturas de ventilação deverão ser realizadas por dutos com válvula tipo “damper”. etc. janelas.5.15 m em relação ao piso do local. insetos. dentro dos limites de inflamabilidade ou explosividade. resistência mínima ao fogo de 1½ hora. em conjunto com um sistema de drenagem para local distante.2 kPa deve ter sua saída direcionada de tal maneira que previna o aquecimento ou a chama direta em qualquer parte do tanque. após tratamento por filtros. Esses tanques geralmente são abastecidos por outros tanques fora da edificação. de espessura mínima de 15 cm.4. As conexões dos tanques deverão ser construídas e instaladas de tal forma que nem vapores nem líquidos possam escapar para dentro do compartimento.00 m de qualquer fonte de calor. 5.3 Nenhum tanque que não seja enterrado pode ser localizado à distância horizontal inferior a 3. 5. cada grupo com o limite máximo de 300 tambores. a 20 metros de distância de edifícios ou do limite mais próximo da propriedade adjacente e cada grupo de recipientes deverá ser separado dos outros grupos por uma distância mínima de 15 metros.7. pelo menos. pelo menos. em desnível de 0.5. distância de segurança ao seu redor de 2. permitindo-se o uso de venezianas ou telas grossas. 5. o acúmulo de vapores inflamáveis.5. com resistência mínima ao fogo de duas horas. A ventilação do ambiente deve ser como se segue: 5.2. A qualidade dos gases deverá ser definida pelo órgão ambiental competente. As portas de acesso às bombas de abastecimento devem ser de fechamento automático.4. a 15 metros de distância de edifícios ou do limite mais próximo da propriedade adjacente. com a finalidade de ventilação. condensar ou cristalizar. o acúmulo de vapores inflamáveis.4.. 5. As aberturas para o exterior. Não poderão estar localizadas em áreas não seguras ou de risco. porém deverá ter controle de vazamento.5 m ao redor do . confinado em local que restrinja a sua funcionalidade ou no interior do edifício. com volume superior a 25.7. Deverá ficar pelo menos 3. de forma a não constituir riscos para outras instalações ou para terceiros. ou em compartimentos especiais. aprovado. produzir corrosão ou tamponamento.4.4. Onde a ventilação natural for insuficiente para impedir.4. preferência no pavimento térreo ou mezanino técnico (utilizado para o líquido ser utilizado por gravidade). Não poderá ser obstruído. 5. cada grupo com o limite máximo de 100 tambores localizados.1 A armazenagem de quantidades maiores do que 100 tambores de líquidos inflamáveis da Classe I deverá ser dividida em grupos.2 No caso da armazenagem com líquidos das classes IB e IC é permitido apenas a utilização de corta chama.000 litros. sem aterro. possuindo abertura de inspeção. 5.4.2 No projeto do sistema de ventilação deve-se considerar a densidade relativamente alta dos vapores combustíveis.4. 5.2 Líquidos inflamáveis e combustíveis deverão ser armazenados em tanques enterrados. 5. o topo e o fundo do compartimento deverão ser de concreto armado.4 Os dispositivos de alívio de pressão de tanques devem estar localizados na parte externa do edifício. nesse caso deverá haver uma válvula de bloqueio fora da edificação.1 Os dispositivos de alívio de pressão de tanques que armazenam líquidos das classes IA. 5.2 A armazenagem de quantidades maiores do que 300 tambores de líquidos inflamáveis das Classes II e III deverá ser dividida em grupos. A descarga destes gases deverá se realizar na parte externa da edificação.4. Todos os materiais de acabamento e revestimento da instalação (portas. caso exista um sistema de chuveiros automáticos de água ou espuma. 5.7. 5. 5. Nesse caso o tanque poderá ficar no interior da edificação. 5.4.7 Quando houver a necessidade de tanque de consumo no interior da edificação (parte do processo para abastecimento exclusivo de equipamento) a capacidade deste não pode ser superior a 2. O acúmulo de vapores inflamáveis.4. a qualquer momento.6 metros acima da linha do solo. a qualquer momento. considerando uma faixa lateral de 1. que não poderá estar interligada ao sistema de ventilação de outra parte da edificação ou de outro local. preferencialmente em concreto.5 Outros equipamentos associados com tanques de armazenamento.4.6 metros.0 metros e a instalação elétrica deve ser antiexplosão nessa área. deverá ser instalada e usada ventilação forçada. sol.5.3 Não deverão ser usados dispositivos de alívio de pressão e vácuo ou corta chamas nos tanques que armazenam líquidos inflamáveis das classes IB e IC cujos vapores possam se congelar. obstruindo a passagem de vapores. o ponto de abastecimento deve ser separado das outras edificações por paredes ou barreiras.3 Estas distâncias poderão ser reduzidas.4.4.4 A saída dos vapores dos dispositivos de alívio de pressão que forem regulados para uma pressão de abertura superior a 17. no evento da combustão dos vapores que estiverem sendo exalados.5. deverá ser localizada a uma distância mínima de 7.000 litros.4. Os lados. com resistência mínima ao fogo de 2 (duas) horas.1 O compartimento especial deve ser substancialmente impermeável a líquidos e hermético a vapores ou gases.4. Os acessos devem permanecer desobstruídos.1 Deverá possuir ventilação suficiente para impedir. aquecedor.5 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem fracionada fora de edifícios 5. 5. individual ou coletivo. Deverão ser providenciados meios para que possa ser utilizado equipamento portátil que sirva para retirar quaisquer vapores que se possam acumular em caso de vazamento.

1 Os postos de serviço e garagens devem possuir equipamentos ou sistemas que evitem a contaminação do subsolo devido a vazamentos. Local de Reunião de Público.7.6.2 Formas de armazenagem e suas limitações 5. devem ter paredes. exceto quando em lojas de varejo de um só pavimento. com resistência ao fogo não inferior a duas horas.1 5.5 Indústria: a armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis deve ser feita de acordo com a Tabela 8.2. 5. A calefação deve ser restringida às unidades de vapor de baixa pressão.6.6. para conter o líquido em caso de vazamento. Caso o armazém esteja situado a uma distância menor que 3 m do limite da propriedade adjacente.6.1.2 Residencial e Serviço de Hospedagem: é proibida a armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. pelo menos 0.2.6.6. derramamentos e transbordamentos dos produtos.7 Adota-se este procedimento quando se tratar de postos de abastecimento e serviços com tanques subterrâneos 5. Educacional.6.2. conduzem a um tanque de contenção. 5. demonstrações e serviços próprios de laboratório.1. 5. ou água quente. Caso o depósito esteja situado a uma distância de 10 a 15 m de um prédio ou limite da propriedade adjacente.7. sem interrupção. na qual posteriormente possa ser feita uma construção. pode estar armazenado na mesma área. Caso o armazém esteja situado a uma distância de 3 a 10 m de um prédio ou limite da propriedade adjacente. tal estoque deve ser guardado em salas ou partes do edifício que cumpram as exigências de construção do item 5. a parede contígua deve ser sem interrupção. A área de armazenagem deverá ser livre de vegetação e de outros materiais combustíveis. evitando que atinja outras áreas de armazenagem ou edifícios.4 Comercial: em salas ou áreas acessíveis ao público. 5.4 Deverá ser providenciada ventilação adequada.3 Uma alternativa permissível.2.6. Líquidos inflamáveis e combustíveis.6. sendo preferida ventilação natural à ventilação mecânica.1 Líquidos inflamáveis e combustíveis: não devem ser armazenados (inclusive para venda) nas proximidades de saídas.1. fechados. 5. que não constitua risco para líquidos inflamáveis e combustíveis.1.2 Aberturas para outras salas ou edifícios serão providas de soleiras ou rampas elevadas. Material não combustível. interligadas entre si.1. com resistência mínima contra o fogo de 240 minutos.5 Equipamentos e fiação elétricos situados nas salas de armazenamento interno usados para líquidos inflamáveis devem ser do tipo antiexplosão.local de armazenamento. A proteção contra vazamento deve ser feita por meio de sistemas associados ou não a equipamentos que evitem a contaminação do subsolo com produto ou que detectem imediatamente um vazamento.1.6.1 Este item aplica-se à armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis em tambores ou outros recipientes portáteis. são canaletas de contenção.2. 5. em conformidade com a Resolução CONAMA 273: a) poço de monitoramento de águas subterrâneas. automaticamente. A armazenagem deve ser feita conforme item 5. Cultura Física.1.2. de acordo com o item 6. 5. 5.3 Serviço Profissional. que.6. com resistência mínima contra o fogo de 180 minutos.6.1. feita de material não combustível: as soleiras ou rampas terão. 5. na qual posteriormente possa ser feita uma construção. no interior das edificações. Serviço de Saúde e Institucional: a armazenagem deve ser limitada ao que for necessário para limpeza.1 Salas de armazenamento interno deverão obedecer às seguintes exigências gerais de construção: paredes. conforme NBR 13786 ou determinações do Órgão Ambiental competente. Essa armazenagem deve ser feita em recipientes metálicos ou latões de segurança.1. as portas deverão ser corta-fogo. 5. nos laboratórios e em outros pontos de uso.6. na qual posteriormente possa ser feita uma construção. escadas ou áreas normalmente usadas para a saída ou passagem de pessoas. instaladas de maneira a fecharem.1. em salas resistentes ao fogo. devem estar colocados em recipientes não maiores que um litro ou em latões de segurança. com resistência mínima contra o fogo de 120 minutos. .2.6.6.6. a parede contígua a essa propriedade deve ser não combustível. pisos e tetos construídos de material não combustível. em substituição das soleiras e rampas. à prova de passagem de líquidos. Os depósitos devem ser construídos de material não combustível.6 Depósito: a armazenagem deve ser feita de acordo com a Tabela 8. Esta proteção deve ser exercida por uma ou mais das normas técnicas abaixo. exceto os necessários para a manutenção e operação dos equipamentos específicos do prédio. 5. ainda assim.1 Projeto e construção armazenamento interno de salas de 5. construídas de acordo com o item 5. ou elétrica a provada para os locais de perigo classe I.6 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem fracionada no interior de edifícios 5.6. Onde o estoque excede 650 litros. a parede contígua a essa propriedade deve ser sem interrupção.1. em quantidades limitadas ao necessário para exibição aos clientes e para fins mercantis. do tipo aprovado. a armazenagem deve ser efetuada em recipientes fechados.6.1. em caso de incêndio. guardados em compartimentos para armazenagem ou recintos que não possuam portas que se comuniquem com partes do edifício usadas pelo público. 5.000 litros. que não ultrapassem a capacidade individual de 1.15 m de altura. que.1.1. pisos e tetos com resistência mínima contra o fogo não inferior a 60 minutos. dos quais não pode ser mais do que 220 litros de líquidos inflamáveis (Classe I). b) poço de monitoramento de vapor.

em situação normal e em casos de emergência. m) proteção da linha de enchimento do tanque. o) alarme contra transbordamento. 6. para conduzir o produto derramado ou vazado. 5. desde que atenda no mínimo aos requisitos da Norma Brasileira. A proteção contra vazamento deve ser feita por meio de sistemas associados ou não a equipamentos que evitem a contaminação do subsolo com produto ou que detectem imediatamente um vazamento.8.5 Bacia de contenção 6.4 A bacia de contenção deve atender as seguintes condições: a) a capacidade volumétrica da bacia de contenção deve ser. II ou IIIA. mas também suas tubulações. k) descarga selada. f) proteção contra corrosão .5.2 Não é permitido qualquer construção diferente de tanque a suas tubulações no seu interior.1 As instalações projetadas e construídas devem obedecer às boas práticas de engenharia. conforme NBR 7505-1 ou determinações do Órgão Ambiental competente. 6 PROCEDIMENTOS DE CONTROLE DE VAZAMENTO 6.8. ou 5 m. em conformidade com a Resolução CONAMA 273/2000. enterrado ou subterrâneo. produtos sujeitos a ebulição turbilhonar ou óleos combustíveis a tanques que contenham produtos das classes I. mantidas fechadas.8. as válvulas do sistema de drenagem deve estar posicionadas a pelo menos 15 metros do dique e mantidas fechadas. f) seu sistema de drenagem deve ser dotado de válvulas posicionadas no lado externo. com canais de fuga. Esta proteção deve ser exercida por uma ou mais das técnicas. deverão ser previstas as exigências da NBR 7820.c) ensaio de estanqueidade que devem contemplar não só os tanques. i) canaleta de contenção na projeção da cobertura.5.5.7. o que for maior. e) ser provida de meios que facilitem o acesso de pessoas a equipamentos ao seu interior. 5. a empresa deverá apresentar a Licença de Operação – LO ou o protocolo de entrega da documentação no Órgão Ambiental (FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais). 5.proteção catódica associada ao revestimento. c) no caso da bacia de contenção que possua um único tanque.8. cuja instalação possua tanque enterrado ou subterrâneo.1 A bacia de contenção deve ser adjacente no mínimo a duas vias diferentes. 5.8. o que for maior. em uma mesma bacia de contenção.2 A área ocupada pelos tanques deve dispor de recursos de controle de vazamento de produto. a empresa deverá apresentar a Licença de Operação – LO ou o protocolo de entrega da documentação no Órgão Ambiental (FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais). Estas vias devem ser pavimentadas ou estabilizadas a ter largura compatível para a passagem simultânea de dois veículos de combate a incêndio. devendo ser adotado o maior destes valores.4 Quando o líquido inflamável ou combustível se enquadrar no item 5.2 Em locais. g) câmara de acesso a boca-de-visita. e) monitoramento em sistemas de contenção secundária. Tais recursos devem ser construídos por diques que formem uma bacia de contenção ao redor dos tanques ou por bacias de contenção a distância. d) declive do piso de no mínimo 1% na direção do ponto de coleta nos primeiros 15 metros a partir do tanque ou até o dique. II a IIIA. d) válvula de retenção na linha de sucção. Quando estes canais de fuga passarem próximo de edificações ou áreas de risco. cuja instalação possua armazenagem com acima de 15.3 Não são permitidos. j) caixa separadora de água e óleo.8 Adota-se este procedimento quando se tratar de postos de abastecimento e serviços com tanques aéreos 5. . l) contenção de vazamento na descarga. mais os volumes equivalentes aos deslocamentos dos demais tanques. suas bases a dos diques Intermediários. ameace instalações importantes. mais o volume de deslocamento da base deste tanque. se necessário.3. n) proteção da linha do respiro do tanque. vistoria e fiscalização dos órgãos competentes. 6.5 Em locais. 6. 5.5. no mínimo. tanques que contenham produtos aquecidos. h) contenção de vazamento sob a unidade abastecedora. propriedades adjacentes ou atinja cursos de água.3 Devem ser providos meios para evitar que qualquer descarga acidental de líquidos Classe I. 6. 5. sua capacidade volumétrica deve ser no mínimo igual ao volume deste tanque mais o volume correspondente a base deste tanque. 6.1 Todos os tanques que armazenam líquidos combustíveis e/ou inflamáveis deverão ser providos de bacias de contenção (exceto os tanques subterrâneos). aos procedimentos e controle de qualidade inerente e documentado adequadamente para viabilizar a aprovação. para não expor a perigo devem ser fechados. b) a capacidade volumétrica da bacia de contenção de tanques horizontais deve ser no mínimo igual ao volume de todos tanques horizontais nela contidos. derramamentos e transbordamentos dos produtos.2 Todas as instalações e equipamentos elétricos nos parques de tanques devem ser adequados à classificação elétrica da área. 6. g) para tanques ou parque de tanques com armazenagem superior a 120 m3.4 Os postos de serviço e garagens devem possuir equipamentos ou sistemas que evitem a contaminação do subsolo devido a vazamentos. Em instalações com capacidade até 1000 m³ será permitida a existência de apenas uma via para a passagem de um veículo de combate a incêndio ou 3 m. 6. igual ao volume do maior tanque. Não é permitido bomba de transferência dentro da bacia de contenção.000 litros (exclusive). com tanque aéreo.3 As bombas de transferência de produto devem ficar posicionadas fora da bacia de contenção. obedecendo a NBR 5418 ou outra internacionalmente aceita.

7. 6.6 m. PROTEÇÃO INCÊNDIO POR EXTINTORES DE 7.6 alínea c. A diferença entre o volume necessário e a capacidade da bacia de contenção a distância deve ser provido pela contenção em torno dos tanques.2 No caso de acúmulo de líquido. na direção desse canal. 7. quando estiver cheia com sua capacidade máxima.2 m para conter as movimentações do líquido e.7.6 Bacia de contenção a distância A contenção a distância poderá ser adotada atendendo as seguintes condições: a) a capacidade volumétrica da bacia de contenção a distância deve ser. no mínimo. Inferior a 5. Para o líquido classe IIIB. propriedade adjacente ou via pública. com resistência mínima de 120 minutos. mais 0.1 Deve ser considerada a capacidade de cada tanque. quando for isolado. pode ser utilizada uma bacia de contenção a distância com capacidade parcial. c) os canais de fuga devem possuir selo hidráulico (sifão corta-chamas) que evite a propagação de chamas e seu encaminhamento deve ser tal que.7. no mínimo. b) o escoamento do líquido para o canal de fuga. no caso de dique de terra. e compatível com o produto a ser bombeado. 6.6 alínea b. conduzem a um tanque de contenção.000 De 10. seja no mínimo 15 m. ou qualquer tanque.3 A canaleta de contenção deve ser construída de acordo com o item 6. exceto a alínea a. deve ser assegurado por declive do piso de no mínimo 1% nos primeiros 15 m a partir do tanque. deverão cada camada ser compactada antes da deposição da camada seguinte. quando utilizado. 6.000 a 10. a mistura só pode ser retirada do tanque por meio de bomba a ar comprimido. instalações ou propriedades adjacentes.Proteção por extintores EXTINTORES CAPACIDADE DE ARMAZENAGEM (LITROS) PORTÁTEIS Quant. d) construção de uma parede corta-fogo com resistência mínima de 120 minutos. d) caso não seja viável prever 100% de capacidade de contenção a distância. para a quantificação de agente extintor a ser utilizado.000 01 02 04 Cap. l) a superficie superior do dique de terra deve ser plana. o dique deve ser protegido da erosão. não se aplicando para tanques horizontais. considerando as movimentações do líquido e o agente extintor. de acordo com a tabela 8. podendo ser utilizada a tabela de afastamentos de tanques subterrâneos. 6.1 A ocupação com presença de produtos perigosos em estado líquido deve ser contornada por canaleta de contenção. medida pela parte interna.5. não há necessidade do tanque de contenção. que interligadas entre si. com as dimensões mínimas de 0.4 A bacia de contenção deve possuir volume que possa conter o volume da maior pilha. e) construção de uma parede corta-fogo ao redor do tanque (altura acima do topo dos tanques horizontais). ou a somatória da capacidade dos tanques.h) a altura máxima do dique. Ext. não deverão ser utilizado para este fim material de facil combustão. e dois metros da projeção das laterais do tanque. i) um ou mais lados externos do dique pode ter altura superior a 3 m. deverá ser apresentada proposta de proteções suplementares para ser analisada pelo CBMMG. conforme a tabela a seguir: Tabela A . Ext mín. as chamas não exponham outros tanques. k) a distância mínima entre a base externa do dique (pé do dique) e o limite de propriedade não deverá ser inferior a 3 m.2 m para compensar a redução originada pela acomodação do terreno. a distância entre a borda do líquido e o limite de qualquer construção importante.3 m. tais como: a) aumento da taxa de aplicação dos sistemas de resfriamento e espuma. caso o líquido drenado entre em combustão. deve ser de 3 m. a uma via na qual esta altura nos trechos frontais aos tanques não ultrapasse 3 m. preenchida com areia. As canaletas de drenagem devem ser revestidas com material impermeável. a altura do dique deve ser o somatório da altura que atenda a capacidade volumétrica da bacia de contenção. 6.000 a 20. j) dique de terra deve ser construído com camadas sucessivas de espessura não superior a 0. com a anuência do Órgão Ambiental competente.8 Adota-se este procedimento quando houver tanques existentes Para os tanques existentes que não cumprirem os afastamentos das normas em que devam se enquadrar.000 De 5. 40B:C 40B:C 40B:C SOBRE RODAS Quant. c) aumento do número de canhões de espuma ou de resfriamento. mais 0. conforme as exigências de 6. como estabelecido acima. 01 01 02 Cap. adotando-se o mais alto entre os dois. com inclinação de acordo com o item 6. e) a bacia de contenção a distância deve estar localizada de modo que. compatível com os produtos.7.4. 6.15 metros de profundidade. 80B:C 80B:C 80B:C . esta parede deve ter os seus limites ultrapassando um metro acima do topo do tanque ou do edifício adjacente. igual ao volume do maior tanque a ela interligado. b) adotar sistemas fixos de resfriamento ou cortinas de água.7 Contenção externa de produtos fracionados acondicionados no interior de edifícios ou depósitos 6. horizontal a ter uma largura mínima de 0. para qualquer classe de produto. antiexplosão e corrosão.2 m de largura por 0. desde que todos os tanques sejam adjacentes.

3 É permitida a proteção por extintor.1 e 8. que ficará a critério do responsável pela área de risco.000 Acima de 100.000 06 08 40B:C 40B:C 02 03 80B:C 80B:C 7. . somente para parque com no máximo 6 (seis) tanques aéreos isolados.3 Para armazenagem de líquidos em recipientes abertos deve ser considerada a proporção de 20B:C para cada metro quadrado de superfície de líquido inflamável. levando-se em conta o volume da bacia de contenção e a tabela A. no mínimo duas vezes o diâmetro do maior tanque e em bacias de contenção distintas.De 20.000 a 100. conforme itens 8. exceto nos locais que disponham de viaturas de combate a incêndio. poderão estar todos localizados e centralizados num abrigo sinalizado. para fins de proteção contra incêndio.2. serão considerados isolados. deve ser prevista proteção por extintores. quando distanciarem entre si. 7. em locais onde haja parques de tanques.2 Esta distância pode ser reduzida à metade. 7. 8.1 Os tanques aéreos com capacidade igual ou inferior a 20 m³. 8. com a interposição de uma parede corta-fogo com resistência mínima ao fogo de 120 minutos e ultrapassando a altura do maior tanque.6 Os extintores. 8. 7.2 Os tanques enterrados terão proteção por extintores somente próximo do local de enchimento e/ou saída (bomba): 2 extintores de 20B. ISOLAMENTO DE TANQUES – RISCO ISOLADO 8. desde que tenha condições técnicas de conduzir estes extintores por veículo de emergência da própria edificação ou área de risco. a não mais de 150 metros do tanque mais desfavorável.5 Os extintores destinados a proteção dos tanques devem ser instalados em conjunto cujos caminhamentos máximos para acesso ao tanque devem atender à IT 16.4 Para bacias de contenção a distância. 7.

inferior a 4.2 KPa Usando sistema de inertização ou proteção por espuma e resfriamento ½ do valor da Tabela 6 ½ do valor da Tabela 6 (*) Proteção por extintores o valor da Tabela 6 o valor da Tabela 6 (*) Tanques que.50 m para o primeiro e 1. incluindo o pública ou qualquer edificação lado oposto da via pública.(pressão de operação de 17. IIIA .2 KPa ou menor) Distância mínima em metros da Distância mínima em metros do linha da propriedade onde haja ou lado mais próximo de qualquer via possa haver construção. .50 m nunca inferior a 4.Líquidos Classe I. II.50 m para o segundo.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. só é exigido proteção por extintores.ANEXO A Tabela 1. o maior valor metade do diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque Tipo de Tanque Proteção Teto Flutuante Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores Proteção por espuma e resfriamento o diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque metade do diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque Vertical com solda de baixa resistência entre o teto e o costado (conforme API 650) (*) Proteção por extintores o diâmetro do tanque 1/3 do diâmetro do tanque Horizontal e Vertical com dispositivo de alívio de emergência limitado a pressão de 17. nunca importante na mesma propriedade. de acordo com a definição constante na Tabela 7M.

nunca menos de 15 m Nunca menos de 15 m permitam Pressões superiores a 17. Tabela 3 Líquidos instáveis ( P ≤ 103. só é exigido proteção por extintores.5m Horizontal ou vertical Com respiradouros de emergência que impeçam pressões (*) Proteção por extintores superiores a 17.5 psi) (*) Proteção por extintores Tabela 6. .2 KPa.50 m (*) Tanques que. só é exigido proteção por extintores. IIIA (pressão de operação superior a 17. conf. incluindo o lado oposto da via pública 1 1/2 a tabela 6. de acordo com a definição constante na Tabela 7M.50 m Proteção Qualquer Tipo Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores 3 vezes a tabela 6. nunca menos de 15 m Nunca menos de 15 m Horizontal ou vertical Com respiradouros de Inertilizado ou proteção Duas vezes à distância da tabela 6.Tabela 2. de acordo com a definição constante na Tabela 7M.4 KPa) Tipo de tanque Proteção Distância mínima em metros da Distância mínima em linha da propriedade adjacente metros das Vias públicas As mesmas distâncias Inertilizado ou proteção da tabela 6. mas.50 m 1 1/2 a tabela 6.Líquidos Classe I. mas não menor que 7. mas não menor que 7. API 620).5 m por espuma e resfriamento 7.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. mas. Tipo de Tanque Distância mínima em metros Distância mínima em metros do lado mais da linha da propriedade onde próximo de qualquer via pública ou qualquer haja ou possa haver edificação importante na mesma propriedade construção.2 kg/cm Manométricas (2.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. II. mas não menor que 7. emergência que por espuma e resfriamento mas. nunca menos de Nunca menos de 7.2 kg/cm manométricas Quatro vezes a distância da (2.5 psi) 2 ½ vezes à distância da tabela 6. mas nunca menos Nunca menos de 30 m de 30 m (*) Tanques que.50 m 1/2 a tabela 6. mas não menor que 7.

00 3. incluindo o lado edificação importante na mesma propriedade oposto da via pública (m) (m) 1.00 metros 1/2 o diâmetro do tanque 1/6 o diâmetro do tanque Teto Flutuante Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores Sistema Inerte ou de espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores o diâmetro do tanque o diâmetro do tanque 1/6 o diâmetro do tanque 1/3 o diâmetro do tanque Teto Fixo 2 vezes o diâmetro do tanque 2/3 o diâmetro do tanque (*) Tanques que.6 a 114 3.Líquidos da Classe III B Capacidade do Tanque (m³) ≤ 45.Líquidos sujeitos a ebulição eruptiva Tipo de Tanque Proteção Distância mínima em metros da linha Distância mínima do lado mais da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou haver construção. de acordo com a definição constante na Tabela 7M.Tabela 4 . . só é exigido proteção por extintores.50 1.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.50 3.50 114 a 190 3.00 190 a 380 ≥ 380 4. incluindo o lado Qualquer prédio importante na oposto da via pública. não devendo mesma propriedade ser menor que 15.6 Distância mínima em metros da linha Distância mínima em metros do lado mais da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou qualquer haver construção.50 4.00 1.50 Tabela 5 .50 45.00 4.

50 4.50 18. (m³) (m) (m) < 45.1 a 380 380.00 30. incluindo o lado edificação importante na mesma propriedade.50 4.50 10.50 6.50 52.00 40.Tabela 6 – Tabela de referência Capacidade Distância mínima em metros da linha Distância mínima em metros do lado mais do da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou qualquer Tanque haver construção.50 13. oposto da via pública.1 a 1900 1901 a 3800 3801 a 7600 7601 a 11400 > 11400 4.50 16.50 49.00 15.00 24.7 a 190 190.6 45.00 .50 4.50 7.

00 metro Tanques com diâmetro superior a 45. mínimo de 1.00 metro adjacentes. mínimo dos dois tanques 45.5 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/3 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes .00 metros de 1.6 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes Se possuírem dique de contenção conforme o item 6.00 metro Líquidos da Classe IIIA 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes.00 metros Se possuírem contenção a distância conforme o item 6.ANEXO B Tabela 7 – Distância mínima entre costados de tanques Tanque de teto fixo ou horizontal Tanque de teto flutuante Líquidos da Classe I ou II Todos os tanques com 1/6 da soma dos diâmetros 1/6 da soma dos diâmetros o diâmetro inferior a dos tanques adjacentes. mínimo de 1.

20 PROIBIDO (210) 3.20 Nota: (1) Os números das colunas de total em litros representam o número de litros que podem ser armazenados por pilha e os números entre parênteses representam.50 Total Litros (tambores) SEM PROTEÇÃO MÁXIMO POR PILHA Largura (m) Altura Largura das Passagens (m) Principais (m) 2. representam as larguras e as alturas da pilha e os números entre parênteses representam o número correspondente de tambores de 200 litros que. o número de tambores de 200 litros correspondentes àquela quantidade em litros.83 (2) 2.000 1.000 (100) 2.40 1.44 (4) 1.91 (1) PROIBIDO 0.000 (48) 2.40 Laterais (m) 2.73 (3) 2.50 2.83 (2) 2.44 (4) 10.91 (1) 2.22 (2) 2. (4) Ver exemplo no Anexo C.40 1. produzirão tal pilha.83 (2) PROIBIDO 1.20 5.000 Nível de solo e superiores III-A III-B Porões 21.40 1. (2) Os números.22 (2) 0.63 (6) Nível de solo e superiores Porões 20.500 (12) 1.000 (105) 2. (3) No caso de armazenamento de bombonas (20 litros) poderá fazer empilhamento de até 4. quando arrumados juntos.20 10.44 (4) PROIBIDO 3.Arrumação de Recipientes COM ASPERSORES OU EQUIVALENTES MÁXIMO POR PILHA Total Litros (tambores) Largura (m) Altura (m) Largura das Passagens Principais (m) IA IB IC II Nível de solo e superiores Porões 42.40 1.44 (4) 1.000 (50) 2.40 1. . nas colunas de largura e altura.40 Laterais (m) 1.Tabela 8 .63 (4) 2.10 CLASSE DE LÍQUIDO INFLAMÁVEL E COMBUSTÍVEL NÍVEL DE ARMAZENAGEM PROIBIDO 2.

(medidas em metros) .

ARMAZENAMENTO. COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela de afastamentos de segurança para as áreas de amarzenamento de recipientes transportáveis de GLP. B – Implantação da central de GLP e local de estacionamento do veículo abastecedor.IT .Condições de segurança para cerca elétrica nas proximidades de centrais prediais de GLP . 2 – Aplicação 3 – Referencias Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 .23 MANIPULAÇÃO.

c) armazenamento de recipientes transportáveis de GLP.br Email: dat3@cbmmg. do Departamento Nacional de Combustíveis. armazenamento de recipientes estacionários. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Decreto Federal Nº 2.mg. central GLP.1 Esta Instrução Técnica aplica-se nas edificações e áreas de riscos destinadas a: a) terminais de armazenamento de GLP. da Agência Nacional de Petróleo (ANP) – GLP a granel. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2 A localização da instalação destinada à manipulação. atendendo o prescrito no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.078 – Proteção do consumidor (e outras providencias). Portaria Nº 47 de 24 de março de 1999.Fiscalização da distribuição.br MANIPULAÇÃO.Proteção de Estruturas contra descargas atmosféricas/pára-raios. distribuição e revenda de GLP é regulamentada pela Lei de uso e ocupação do solo de cada município do Estado de Minas Gerais. Decreto Federal nº 1. Decreto Federal nº 1. Augusto de Lima.Central predial de gás liqüefeito de petróleo – procedimento. Portaria 27 de 16 de setembro de 1996. destinados à comercialização. NBR 13932 – Instalações internas de gás liqüefeito de petróleo (GLP) – projeto e execução. COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de manipulação.024 . operação de segurança de terminais de gás liqüefeito de petróleo). ARMAZENAMENTO.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 23 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. b) manipulação. Exercício da atividade de distribuição e revenda de GLP. armazenamento. Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Portaria nº 204/1997-MT. d) central de GLP (recipientes transportáveis e estacionários) e abastecimento a granel. 2. 355 . instalação interna e sistema de abastecimento a granel de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). do armazenamento e comércio de combustíveis.270. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. (instalação. NR20 de 08 de Junho de 1978 (líquidos combustíveis e inflamáveis). transportáveis e distribuição de GLP. Decreto Estadual nº 44.mg. de 26 de maio de 1997).130.190-000 Site: www. do Conselho Nacional de Petróleo. NBR 5419 . Portaria N° 76 de 21 de julho de 1966. NBR 14. 2 APLICAÇÃO 2. do armazenamento e comércio de combustíveis.501 . comercialização. utilização.gov. anexo I. . (condições de proteção contra incêndio nos postos de revendas e depósitos de GLP). armazenamento. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Lei Federal nº 8.021 – Fiscalização da distribuição.455/98. Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho. Aprova as Instruções Complementares aos Regulamentos dos transportes Rodoviários e Ferroviários de Produtos Perigosos (Suplemento ao Diário Oficial da União de nº 98.gov. NBR 13523 .Bairro Centro CEP 30.Centrais prediais e industriais de gás liqüefeito de petróleo ( GLP ) – sistema de abastecimento a granel.bombeiros.

0 Maior que 3.00 38.01 a 757.1. 5. 5.1.3 Os Tanques estacionários de GLP com volume acima de 500 litros devem possuir dispositivos de bloqueio de válvula automática (válvulas de excesso de fluxo). a Portaria n° 76 do Conselho Nacional de Petróleo e a NR-20. (nebulizadores ou canhão monitor) com válvula de acionamento à distância.00 8.0 V 8 10 40 B 40 B 1.0 23.1 Para fins dos critérios de segurança na instalação e operação de terminais de GLP.2 A instalação para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC e hidrantes de acordo com a tabela 2.1 As áreas de armazenamento de recipientes transportáveis estão divididas em função da quantidade de GLP estocado.2. aplicam-se as definições constantes da IT 02 .00 91.2 Armazenamento de recipientes transportáveis de GLP destinados à comercialização: 5.570 – Instalações Internas para uso alternativo dos gases GN e GLP – Projeto e Execução.01 a 120. transportáveis e distribuição de GLP 5.0 341.0 265. armazenamento de recipientes estacionários.1. não pode ser inferior a três metros. 5.50 a 2.785.01 120. Os locais destinados ao carregamento de veículos-tanque devem ser providos de sistema fixo de resfriamento. 5.0 7. conforme tabela 1: Tabela 1 .0 757.01 a 265.2.Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio.01 a 8. 5.01 a 341. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. 5. .3. 5.5 15.0 454. adotam-se as normas brasileiras afins.1. NBR 14.5 VI ( * ) 3.00 61.1.0 ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes.785.5 Os Sistemas de Proteção Contra Incêndios devem ser previstos de acordo com as IT 16 .NBR 8460 – Recipiente transportável de aço para Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) – Requisitos e métodos de ensaios.2 As unidades de processo destinadas a envasamento de recipientes (carrossel) devem ser providas de sistema fixo de resfriamento (nebulizadores tipo dilúvio).1. Armazenamento Classe I Quantidade de GLP Até 520 Kg ou 40 botijões Até 1560 Kg ou 120 botijões Até 6240 Kg ou 480 botijões Até 24960 Kg ou 1920 botijões Até 49920 Kg ou 3840 botijões Até 99840 Kg Extintor Quantidade 2 Capacidade 40 B II III (*) IV 3 40 B 4 40 B 8 40 B 1.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.01 a 3. Tabela 2 .Extintores de Incêndio e IT 17 .00 120. são classificadas em classes que requerem afastamentos de segurança e devem atender a exigências conforme anexo A.01 a 454.1 Os Tanques estacionários destinados a envasamentos de recipientes devem possuir registro de fechamento por meio de controle com acionamento à distância para os casos de vazamento. manipulação.00 Afastamento de edificações (m) 3.00 30. (*) O afastamento entre tanques de capacidade acima de 120 m3.00 2.4 Os recipientes acima de 500 litros devem estar afastados de edificações e divisas de outra propriedade e entre tanques. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Bases de armazenamento e engarrafamento das distribuidoras.Afastamento mínimo de segurança para os tanques de armazenamento de GLP: Capacidade volumétrica (m3) 0.0 Afastamento mínimo entre tanques (m) 1.0 (*) Prever sistema de proteção por hidrantes para área de armazenamento acima de 6240 Kg ou 480 botijões.Unidade e capacidade extintora de pó BC para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP.

bem como possuir corredor de inspeção de.2.20 m de espaço livre entre o topo da pilha de botijões e a cobertura. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento.11.2. caixas de gordura e esgotos. permitindo-se aos vazios o empilhamento de até 05 (cinco) unidades. de forma a permitir ampla ventilação. no mínimo. sendo esta construída de material resistente ao fogo.11.11.11.6 A área de armazenamento Classe III deve possuir acesso através de 02 ou mais aberturas de no mínimo 1. 1.2. líquidos e materiais necessários para teste de vazamento de GLP.9 A área de armazenamento Classe VI deve comportar botijões dispostos em lotes. metade do seu perímetro fechado ou vedado com muros ou similares. 1.8 A área de armazenamento Classe V deve comportar botijões dispostos em lotes. de forma a permitir ampla ventilação.4.4.14 Armazenar os botijões vazios ou parcialmente utilizados separadamente dos cheios.3 Ter a área de armazenamento. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP cheios.2. observados os mesmos cuidados dispensados aos recipientes cheios de GLP.11.12 Exibir placa. 5.11.11. 5.11 Para o armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios.3 Estar afastado de outros produtos inflamáveis.50 m de largura e 2. 5.11. rebaixos ou similares.9 Possuir.50 m de largura e 2.2. parcialmente utilizados ou vazios deverá observar as seguintes condições gerais de segurança: 5. para esgotos ou outra finalidade.11.2. que abram de dentro para fora. 5. parcialmente cheios ou vazios na área de armazenamento em posição vertical com a válvula voltada para cima. indicando a classe da área de armazenamento e o limite máximo de recipientes transportáveis de GLP.4. no mínimo.2.4 Ter o restante do perímetro da área de armazenamento fechado com estrutura do tipo tela de arame ou similar. no piso. podendo ser coberta ou não.00 m de largura entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios. porém com menor resistência mecânica que a estrutura das paredes e do muro. 5.2. 5.00 m de largura. de fontes de calor e faíscas. possuir acesso através de 04 ou mais aberturas de no mínimo 2.2.2. no mínimo.2. parcialmente utilizados ou vazios para consumo próprio.2. acesso através de aberturas com as dimensões mínimas previstas para estas.10 Acondicionar os recipientes transportáveis de GLP cheios.2.2. ralos.12 Manter no local para todas as áreas de armazenamento. no máximo.10 m de altura que abram de dentro para fora.11. 5. bem como de galerias subterrâneas e similares. bem como possuir corredor de inspeção de. quando aplicadas ao fechamento das áreas de armazenamento. 5. em complemento ao muro previsto no item 5. sinalizando “PERIGO – INFLAMÁVEL”. 5.10 m de altura. 5.1 Situar-se ao nível de solo.00 m de largura.11. parcialmente utilizados ou vazios das classes I e II.3 Para as instalações de armazenamento transportáveis de GLP cheios.4 O local que armazene 05 ou menos recipientes transportáveis de GLP. possuir acesso através de 02 ou mais aberturas de no mínimo 1. 5. 5.00 m de largura entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios.11.8 Não possuir no piso da área de armazenamento e até a uma distância de 3.15 Empilhar somente recipiente transportável de GLP com a capacidade nominal igual ou inferior a 13 kg de GLP.11. 5. demarcação delimitando a área de armazenamento e os lotes de recipientes transportáveis de GLP.50 m de pé direito e haver permanentemente 1.10 m de altura que abram de dentro para fora.2. . parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento.50 m de largura e 2. aberturas para a captação de águas pluviais.2. deve-se exibir placas de advertências em lugares visíveis.7 A área de armazenamento Classe IV deve comportar botijões dispostos em lotes.2.2.4. 5.11.00 m de largura e 2.16 Não permitir a circulação de pessoas estranhas ao manuseio dos recipientes transportáveis. conforme Portaria 27 do DNC. quando a área de armazenamento não for cercada como indicado nos itens 5.2 Estar protegido do sol.13 Armazenar os botijões cheios ou parcialmente utilizados com empilhamento máximo de 04 (quatro) unidades. devendo ser definidas e demarcadas as respectivas áreas de armazenamento. 5.2.11.2.4. 5.5. bem como possuir corredor de inspeção de.5 Possuir até 7/8 (sete oitavos) do perímetro fechado com muro ou similar. devem ser observados os seguintes requisitos: 5.20 m de largura e 2. estas devem ser especificadas com equipamento que atendam as normas de classificação de área da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). no mínimo.2. 5. 1.1 Possuir ventilação natural. entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios.7 Possuir.2.5 A área de armazenamento Classe II deve possuir acesso através de uma ou mais aberturas de no mínimo 1.5 m de ralos.2.11. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento. 5.5.2.6 Possuir fechamento com estrutura do tipo tela de arame ou similar. 5. da chuva e da umidade. 5. quando cercada.10 Em posto de serviços somente é permitida a instalação de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios.2.2. “É EXPRESSAMENTE PROIBIDO FUMAR E USAR FOGO OU QUALQUER INSTRUMENTO QUE PRODUZA FAÍSCAS”.2. 5. canaletas. ou em plataforma elevada por meio de aterro. 5. possuir acesso através de 03 ou mais aberturas de no mínimo 1. parcialmente utilizados ou vazios. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento. 5.10 m de altura que abram de dentro para fora.2.10 m de altura que abram de dentro para fora.11.2. 5. desde que resistente ao fogo.11 Quando possuir instalações elétricas.11. 1. 5.11. 5. 5. bem como possuir corredor de inspeção de.2. por capacidade nominal que a instalação está apta a armazenar.4 Estar afastado no mínimo 1.0 m desta.3 e 5.2 Quando coberta deverá ter no mínimo 2.2.2. entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios.2.

5 Adotar tabela 1 (1) Para centrais com reservatórios de capacidade volumétrica de até 0.5.3. 5.0 estacionamento e trânsito de veículos) Redes elétricas 3. poços.5 A central de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC na capacidade conforme tabela 6.Afastamentos de recipientes transportáveis em relação à projeção das edificações: Quantidade de GLP Afastamento (kg) (m) Até 540 A partir de 540 até 1080 A partir de 1080 até 2520 A partir de 2520 até 4000 0 1.0 7. 5.Afastamentos de recipientes (transportáveis ou estacionário) em relação a locais de risco: Afastamento Locais (m) Aberturas de dutos de esgoto. parcialmente utilizados ou vazios. canaletas. armazenados em áreas Classe I ou II têm o seu empilhamento limitado a uma altura máxima de 1. conforme NBR 10636.3.60 metros de altura com tempo de resistência ao fogo de no mínimo 02 (duas) horas. ralos. sendo proibido sua instalação em locais confinados.3.5 3. o afastamento mínimo até a cerca será desconsiderado. Extintor sobre Central de GLP Extintor Portátil rodas Quantidade de GLP Nº Capac.5 m3. incluindo reserva Até 11 11.3 Os recipientes transportáveis devem atender aos afastamentos mínimos em relação à projeção das coberturas de edificações.0 0 1. c) a laje ou terraço da edificação. forros. devendo ficar em locais que permitam o acesso em caso de incêndio na central. Materiais de fácil combustão 3.5 metros de ralos. Os extintores não deverão ser instalados na parede de central de GLP. cheios.3.3.5 > 4. etc.1 até 5.3 Central de GLP (recipientes transportáveis. 5.1 Os recipientes (transportáveis ou estacionários) devem atender aos afastamentos de segurança. onde ficará assentado o(s) recipientes.5 De 5. constantes da tabela 5: 5.0 Depósitos de materiais inflamáveis ou 6.6.Afastamentos de recipientes Estacionários em relação à projeção das edificações: Capacidade Volumétrica do tanque Afastamento (m³) (m) Até 1. deverá ter superfície plana e cercado por muretas de 0. d) a laje ou terraço. Nº Capac. onde for instalado o(s) recipiente(s) deve ser dimensionado para suportar o(s) recipiente(s) cheio com água.2.0 metros de entrada de ar condicionado e poços de ventilação. somente serão permitidas se atenderem as seguintes exigências. permitindo ser igual a zero.0 7.1: 1) 1. 2) 3.3. tais como porão. 5.40 a 0.5 15 0 0 6 6 3 Tabela 5 . e) os recipientes devem ser instalados em áreas que permitam a circulação de ar e com os distanciamentos abaixo relacionados (os ralos e fontes de ignição devem estar localizados fora do limite das muretas citadas na alínea c do item 5. incluindo reserva Até 11 11 a 85 > 85 5.3.5 7.0 Acima de 8.Unidade e capacidade extintora de pó BC.6 Os recipientes estacionários e transportáveis de GLP devem ser situados no exterior das edificações em locais ventilados.5 3.9 0 0 3 7.6 até 8. garagem subterrânea. águas 1.5 15 Hidrogênio ( Nm ). Capacidade Conjunta GLP ( m3 ) Até 4.1 As instalações de recipientes abastecidas com GLP no local.13 Os recipientes transportáveis de GLP com capacidade nominal inferior a 13 kg.0 metros de fontes de ignição.9 Acima de 1. .0 Fontes de ignição (inclusive 3. (kg) Até 270 1 2 2 20 B 20 B 20 B 1 80 B 271 a 1800 Acima de 1800 Oxigênio ( Nm3).3. 3) 6.5 5.0 comburentes. constantes da tabela 4: Tabela 4 .1 até 2.5 Capacidade Conjunta GLP ( m3) Até 1.6.0 De 2. estacionários e abastecimento a granel) 5.2 Os afastamentos acima podem ser reduzidos pela metade. exceto oxigênio e hidrogênio. de acordo com a tabela 3: Tabela 3 . a) em locais que não disponham de área adequada no nível de acesso principal à edificação.4 Os recipientes estacionários devem atender aos afastamentos da projeção das edificações. Tabela 6 .5 pluviais. a ser instalado junto à central de GLP. laje e terraço de edificações. b) só poderão ser executadas se atenderem às Normas Técnicas Brasileiras de Construção Civil. caso seja interposta uma parede entre o recipiente e o ponto considerado com resistência ao fogo por duas horas.1 a 566 Acima de 566 7.0(1) De 1.50 m.

amassamentos. j) o limite máximo de altura da instalação da Central em relação ao nível de descarga da edificação fica restrito a 15 metros. 3) 1.1 Em locais que possam ocorrer choques mecânicos. com ou sem costura.0 metros de materiais de fácil combustão e ponto de combustão. 2. 5. próximo ao recipiente e obedecendo ao distanciamento referido na alínea.f) o local da Central e da área de evaporação devem ser impermeabilizados. exceto quando destinada à conexão de equipamento hermeticamente isolado. Acima desta altura.4. corrosão. tomada de ar.5 metros de ralos. conservação e substituição a qualquer tempo. caberá ao CBMMG através do Corpo Técnico analisar e decidir.6 Localização 5. devidamente protegido e identificado. próxima ao recipiente e obedecendo ao distanciamento de segurança de 1.8 Os recipientes de GLP não podem apresentar vazamentos.0 m3. ar condicionado e águas pluviais. 5. os quais devem conter apenas as tubulações de gás. 2) 6. Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para esse fim (shafts). e) no caso de se utilizar uma linha de abastecimento a mesma deve ser provida de válvula de alívio hidrostático instalada dentro da central. 5. k) a central não deve estar localizada sobre casa de máquinas e reservatórios superior de água.4.0 m3 para instalações comerciais e industriais.4 Instalações internas de GLP: 5. danos por fogo ou outras evidências de condição insegura e devem apresentar bom estado de conservação das válvulas.2 Quando a mangueira de enchimento não puder ser observada pelos seus operadores em seu comprimento total. g) na linha de abastecimento pode ter instalada uma conexão para purga do gás.5. sendo permitida o limite total de 4. portas. operação e manutenção da instalação.4 A tubulação da rede interna não pode passar no interior de: a) dutos de lixo. h) o local da Central deve ser acessado por escada fixa ou outro meio seguro e permanente de acesso.5 metros. c) o ponto de abastecimento em edificações que possuem linha de abastecimento deve ser localizado a pelo menos.5. 5. b) reservatório de água. i) qualquer tipo de forro falso ou compartilhamento não ventilado. líquido não inflamáveis e demais acessórios. j) locais de captação de ar para sistemas de ventilação. além das exigências contidas na NBR 13932.0 metros de reservatórios que contenham fluídos inflamáveis. as tubulações.1 As tubulações instaladas devem ser estanques e desobstruídas.1 As tubulações aparentes devem: .5.4. f) a linha de abastecimento deve estar distante de janelas. serviços de hospedagem e 16.0 metros de aberturas (janelas.5 Quando o cruzamento de tubulações de gás e condutores elétricos for inevitável. 5. b) a linha de abastecimento deve ser executada com tubulação. deve-se colocar entre elas um material isolante elétrico. 5. sem a devida ventilação.2 As válvulas e os reguladores de pressão devem ser instalados de modo a permanecer protegidos contra danos físicos e permitir fácil acesso. 5. k) todo e qualquer local que propicie o acumulo de gás vazado.4.3. rebaixos ou canaletas e dos veículos abastecedores.3 A tubulação não pode ser considerada como elemento estrutural nem ser instalada interna a ele.6. c) dutos para incineradores de lixo. e devem ser previstos acessórios que garantam que a mangueira e engate de enchimento não rompam devido ao peso. 4) 3.3 Na travessia de elementos estruturais. aberturas e linha de para raios de pelo menos 1. conforme o item 5. deve ser utilizado um tubo-luva.7 A central de GLP localizada junto à passagem de veículos deve possuir obstáculo de proteção. i) limitados à capacidade volumétrica individual de 4.0 m3 para instalações em residências. d) o ponto de abastecimento quando instalado em linhas de abastecimento deve ser provido de no mínimo uma válvula de abastecimento e uma válvula de bloqueio manual. garantindo os afastamentos necessários contidos nesta instrução técnica. f) compartimentos destinados a dormitórios. conexões e acessórios. identificada e protegida mecanicamente de forma a garantir a integridade da mesma em toda a sua extensão.4. 5.4. Esta conexão deve ser instalada dentro da central. e) compartimentos de equipamentos elétricos.5. etc) das edificações. 5.4 É proibida a utilização de tubulações de gás como aterramento elétrico.3.4. poderá ser feita uma linha de abastecimento: a) esta linha de abastecimento deve ser executada externa à edificação.4.8 metros acima do nível do solo.2 A instalação de gás deve ser provida de válvula de fechamento manual em cada ponto em que se tornarem convenientes para a segurança.6. g) poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento. ou por estas e o solo. com ventilação permanente nas extremidades.4. g) a localização dos recipientes deve permitir acesso fácil e desimpedido par todas as válvulas e ter espaço suficiente para manutenção. 5.5 Proteção: 5. quando aparentes. devem ser protegidas.5 em relação a aberturas situadas abaixo. 5.4.6. mediante propostas encaminhadas pelo Responsável Técnico devidamente fundamentadas com medidas de segurança adicionais. sendo que estes vazios devem ser sempre visitáveis e previstos em área de ventilação permanente e garantida. 5. d) poços e elevadores. no mínimo SCH 40 se for feita com conexos soldadas e no mínimo SCH 80 se for feita com conexões roscadas.3.4.5. 5.2. h) qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria.4. observando as seguintes distâncias: 1) 3.4.

d) próximo a aberturas no piso. e prevenção por extintores. de acordo com a NBR 5419. play-grounds.6. h) estar adequadamente suportado.2 A cobertura da central de GLP deverá conter rugosidades ou saliências que impeçam condutividade elétrica através de água da chuva. estabilização e aterramento. bueiros. 5. c) o veículo abastecedor não pode ficar posicionado de forma a interferir na rota de fuga das pessoas. b) nas proximidades de fontes de calor ou fontes de ignição como tubulações de vapor. 5. sendo que as duas devem ter saída para a projeção horizontal fora da edificação. d) em caso de superposição de tubulação. fornos. 5.a) ter as distâncias mínimas entre a tubulação de gás e condutores de eletricidade de 0.8 A pessoa jurídica autorizada a exercer a atividade de distribuição de Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) a granel. d) ter resistência mecânica adequada a possíveis esforços decorrentes das condições de uso. sinalização por meio de cones e placas de advertências “PERIGO . de forma a não permitir que.50 m.1. travamento e aterramento do veículo transportador. a tubulação de gás deve ficar abaixo das outras tubulações. em local seguro e protegido contra a entrada de água.1. c) no caso de dutos. e) estar convenientemente protegido contra a corrosão. dentre outros procedimentos que se façam necessários. desligamento. estacionamento e escape rápido do veículo abastecedor. ficando obrigada a orientar os usuários do sistema quanto às normas de segurança a que devam ser obedecidas. dentre outros procedimentos que se façam necessários.3 O abastecimento deve ser realizado no interior da área onde é descarregado o produto.5. nos casos contrários.5. bem como do acionamento das luzes de alerta.4 Os abrigos de medidores de consumo de GLP devem possuir proteção por um extintor de pó BC. 5. como ralos. b) ter um afastamento das demais tubulações suficiente para ser realizada manutenção nas mesmas. respeitando-se o horário de menor fluxo de pessoas no local do abastecimento. esgoto. possuir abertura captada de algum ambiente permanentemente ventilado. galerias subterrâneas e similares.5. deve-se atender aos parágrafos 1º e 2º do artigo 4º da Portaria ANP nº 47.6.4.1 A construção de centrais de GLP.5. se o condutor for protegido por conduite. que coloquem em risco a integridade dos equipamentos.000 Kgf ou outros métodos inadequados.7 O local de abastecimento deve ser sinalizado (proibição e alerta).1 A cobertura da central de GLP deverá ser constituída unicamente por materiais incombustíveis isolantes e que estes. b) deverá haver espaço livre para manobra. 5.30 m. 5. caixas de gordura. a segurança dos operadores ou dificultem o contato visual e a manobra das mangueiras. 6 CONDIÇÕES DE SEGURANÇA PARA CERCA ELÉTRICA NAS PROXIMIDADES DE CENTRAIS PREDIAIS DE GLP 6. sob quaisquer condições atmosféricas mantenham estas condições.1 O caminhamento máximo da mangueira flexível deve ser de 55 (cinqüenta e cinco) metros. etc.5 Deve haver comunicação ininterrupta entre os operadores durante a manobra de abastecimento. de forma a .6. Opcionalmente.5 Instalações de GLP com abastecimento a granel: 5. c) ter afastamento de no mínimo 2 m de pára-raios e seus respectivos pontos de aterramento. impedindo a aproximação de pessoa não habilitada dentro de um raio mínimo de 3. na possibilidade que os fios condutores se romperem.2 O tubo-luva quando for utilizado deve: a) ter no mínimo duas aberturas situadas nas suas extremidades. é vedado que a mangueira flexível passe por: a) áreas internas às edificações. 5. ele fique pendente em mais de 50 cm na região sobre a central. e 0. entre o ponto de estacionamento do veículo abastecedor e a central de GLP. observando o correto posicionamento.9 As Normas de Segurança acima citadas referem-se ao correto posicionamento.2 Na impossibilidade de atender o item acima. f) não apresentar vazamento em toda a sua extensão. b) nos casos em que não for possível a extremidade inferior estar fora da projeção horizontal.6 Devem ser realizadas por. manter um afastamento mínimo de 25 mm entre a tubulação e as suas paredes internas. O caminhamento deve ser feito de forma adequada. animais e outros objetos estranhos.5. 5.4. em cujas adjacências exista uma cerca eletrificada. sendo vedado o içamento ou lançamento de mangueiras por cordas com resistência a tração inferior a 1. devendo manter um afastamento mínimo de 3 (três) metros dessa. 5.4. c) em áreas sociais tais como hall. 02 (dois) operadores com treinamento dirigido à operação de abastecimento das centrais de GLP e operação de veículos abastecedores. em locais sujeitos ao tráfego de veículos sobre a mangueira.5. não transpondo muros. 5. 6. piscinas. distante no máximo 50 cm entre eles. devendo atender aos seguintes critérios: a) o estacionamento do veículo abastecedor deve ser em área aberta e ventilada. a cerca eletrificada deverá possuir apoios com isoladores.5.5.PROIBIDO FUMAR”.5. 6. podendo ser visualmente ou por intermédio de aparelhos de comunicação. podem ser previstos dispositivos ou sistemas que garantam a exaustão de gás eventualmente vazado. 5. para a coexistência de ambas onde se encontram.4 No impedimento de atendimento aos critérios do item acima. g) ser executado com material incombustível e resistente à água. salões de festas. desligamento. no mínimo.3 Recomenda-se o uso mínimo de conexões nas tubulações situadas no interior do tubo-luva. à prova de geração de energia que possa iniciar um incêndio. 5.00 metros a contar do ponto de abastecimento e do módulo de operação do veículo abastecedor (traseira do veículo abastecedor). é responsável pelo procedimento de segurança nas operações de transvasamento. de 24 de março de 1999. grades ou em outros condições inadequadas.

se inclinada para o lado do logradouro público. impedindo o centelhamento. deverá ter a sua primeira linha eletrificada a uma altura superior a 250 cm. 6.1. 6.3 A cerca elétrica deverá possuir os afastamentos entre os apoios descritos no item 6. 6. na construção da central ou na proteção desta. até atingir o afastamento de 3 m da central.6 Será permitido o emprego de portões metálicos na central de GLP. medidos da lateral destas. . na parte mais baixa. o qual possa servir de aterramento. serão admitidas as condições acima descritas. 6. 6.9 Havendo algum obstáculo ou recuo do muro ou gradil que impeça o contato acidental de objetos ou parte do corpo na parte eletrificada. até a projeção da cerca eletrificada no solo. deverá estar a uma altura superior a 300 cm. em ambos os lados.1. na direção zenital. de forma a produzir centelhamento.1.5 Não deverá possuir qualquer tipo de objeto metálico. em sua parte mais baixa. nas venezianas laterais ou cilindros. aparente. 6.7 Para centrais de GLP de recipientes estacionários com capacidade de 1m3. em caso de contato com um ou mais fios da cerca eletrificada. em sua parte mais baixa ou a 280 cm em sua parte mais alta. quando isolada sobre o muro ou gradil.523.impossibilitar o aterramento no portão central. desde que esta cobertura e estrutura de sustentação da cobertura sejam de materiais isolantes e incombustíveis e mantenham as condições previstas na NBR 13. 6.1. e no lado oposto ao da abertura dos portões de acesso aos cilindros. não admitindo que ele fique sobre a central de GLP.1. desde que este fique recuado um mínimo de 30 cm da projeção da cobertura e laterais. se inclinada na direção do logradouro público.1.8 A cerca eletrificada.1.4 A cerca eletrificada deverá estar a uma altura mínima de 100 cm acima da laje de cobertura da central de GLP.1. esta poderá ser instalada a 210 cm da continuidade do muro.

840 ---------Três de 1.10 m 1 Sim Sim Sim 6.0 15.0 Uma de 1.ANEXO A Tabela: Afastamentos de segurança para as áreas de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP EXIGÊNCIAS Capacidade máxima (kg) Número de botijões P-13 (unidades) Área mínima de armazenamento (m2) Número e dimensões de portas para o exterior (unidades) Largura do corredor de inspeção (m) Obrigatoriedade de lotes Proteção por sistema de hidrantes para combate a incêndio e resfriamento Detector de vazamento Limites da propriedade delimitada com muro de 1.50 m x 2. templos.0 8.0 20.0 7.0 10.50 m x 2.0 3.10 m 1 Sim Sim Sim 10. descargas de motores a explosão e máquinas que produzam calor (m) Outras fontes de ignição (m) CLASSE I 520 40 4.0 180 15.920 ---------Duas de 1.00 m x 2.0 CLASSE II 1560 120 8.0 .0 ---------Não Não Não Não 1.0 7.0 CLASSE III 6240 480 ---------Duas de 1.0 7.50 m x 2.0 CLASSE VI 99840 7680 ---------Quatro ou mais de 2.0 20 5.0 5. cinemas.0 50. bocais e respiradores de tanques de inflamáveis.5 80 15.5 100 15.5 30.80 (m) Limites da propriedade sem muro ou muro de altura inferior a 1.20 m x 2.0 8.0 3.10 m 1 Sim Sim Sim 7.5 5.10 m 1 Não Não Sim 5.0 7.0 CLASSE IV 24960 1.10 m Não Não Não Não 3.5 3.5 150 15.5 3.0 15.0 30 7. hospitais e demais locais de reunião pública (m) Bombas de combustíveis.0 CLASSE V 49920 3.80 (m) Vias públicas (m) Escolas.

ANEXO B IMPLANTAÇÃO DA CENTRAL DE GLP E LOCAL DE ESTACIONAMENTO DO VEÍCULO ABASTECEDOR .

PLANTA BAIXA DA CENTRAL DE GLP .FIGURA 1 .

VISTA “A” DA CENTRAL DE GLP .FIGURA 2 .

80 M .FIGURA 3 .VISTA “B” DA CENTRAL DE GLP ALTURA MÍNIMA 1.

VISTA “C” DA CENTRAL DE GLP ABERTURA OPCIONAL .FIGURA 4 .

24 COMERCIALIZAÇÃO.IT . DISTRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS NATURAL SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXO Único .Obstáculo de proteção da bomba .

projeto e execução. distribuição e utilização de GÁS NATURAL (Gás Combustível Comprimido). f) compartimentos destinados a dormitórios.190-000 Site: www. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. devese atentar para que a tubulação da rede interna não passe no interior de: a) dutos de lixo. os quais devem conter apenas as tubulações de gás. b) abastecimento de gás combustível comprimido (GCC). líquido não inflamáveis e demais acessórios. montagem e operação de postos de gás combustível comprimido.Bairro Centro CEP 30. ar condicionado e águas pluviais. Augusto de Lima. NBR 13932 . 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução aplicam-se as definições constantes da IT 02 .Adequação de ambientes residenciais para instalação de aparelhos que utilizam gás combustível. conforme as exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 24 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. exceto quando destinada à conexão de equipamento hermeticamente isolado. d) poços e elevadores. DISTRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS NATURAL 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de comercialização.bombeiros.br COMERCIALIZAÇÃO.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações destinadas a: a) comercialização e utilização de gás combustível comprimido (GN). 5 PROCEDIMENTOS 5. g) poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14. . NBR 13103 . sem a devida ventilação. 2 APLICAÇÃO 2. com Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.270. c) distribuição de gás natural liqüefeito (GNL). b) reservatório de água.130.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. 355 .mg.projeto e execução.br Email: dat3@cbmmg. ampliação e operação das centrais de distribuição de GNL. Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para esse fim (shafts). ou por estas e o solo. e) compartimentos de equipamentos elétricos. NBR 12693 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio.mg.1 Utilização e Instalação de gás natural (GN) Além do disposto nas NBR 13932 e NBR 14570. Decreto Estadual nº 44. c) dutos para incineradores de lixo. h) qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria.Instalações internas de GLP . NBR 14570 – Instalações internas para uso alternativo dos gases GN e GLP . 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 12236 – Critérios de projeto. Portaria nº 118 de 11JUL2000 da Agência Nacional de Petróleo (regulamenta as atividades de distribuição de gás natural liqüefeito (GNL) a granel e de construção.gov.gov. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.

“DESLIGAR RÁDIOS. exceto quando utilizado tubo-luva.3 Distribuição de GNL 5. l) paredes construídas com tijolos vazados observando a ressalva da alínea h do item 5.3 O local de abastecimento deve possuir placas de advertência quanto às regras de segurança a serem adotadas pelos usuários.3.3.2. 5. dentre outros procedimentos. travamento e aterramento do veículo transportador.2 Postos de abastecimento de gás combustível comprimido (GN) 5. quanto às normas de segurança a que devem ser obedecidas. .1 A pessoa jurídica autorizada a exercer a atividade de distribuição de gás combustível comprimido (GCC) a granel é responsável pelo procedimento de segurança nas operações de transvasamento.1.3. além de esclarecimentos tais como: “PROIBIDO FUMAR”. EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS”. 5. i) qualquer tipo de forro falso ou compartilhamento não ventilado. 5. além do sistema de proteção contra incêndio exigido para os demais riscos. prevendo distâncias seguras de permanência do usuário. 5.1 Os locais onde haja abastecimento de gás combustível comprimido (GN) devem ser protegidos por uma unidade extintora sobre rodas de Pó BC.20 m situado à distância não inferior a 1. 5.2 As normas de segurança acima citadas referem-se ao correto posicionamento. junto à passagem de veículos. bem como do acionamento das luzes de alerta. capacidade 80B. CELULARES.2 O ponto de abastecimento deve possuir obstáculo de proteção mecânica com altura mínima de 0. ficando obrigada a orientar aos usuários do sistema. j) locais de captação de ar para sistemas de ventilação. k) todo e qualquer local que propicie o acúmulo de gás vazado.2. sinalização por meio de cones e prevenção por extintores. desligamento.2.ventilação permanente nas extremidades.00 m da bomba de abastecimento de gás natural.3 O veículo transportador deve estacionar em área aberta e ventilada e possuir espaço livre para manobra e escape rápido. sendo que estes vazios devem ser sempre visitáveis e previstos em área de ventilação permanente e garantida. 5.

20 m 1.00 m 0.20 m OBSTÁCULO CONTRA CHOQUES MECÂNICOS OBSTÁCULO CONTRA CHOQUES MECÂNICOS .ANEXO A OBSTÁCULO DE PROTEÇÃO DA BOMBA Bomba de GN ATERRAMENTO Bomba de GN 1.00 m 0.

25 FOGOS DE ARTIFÍCIO E PIROTECNIA SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 –Procedimentos para comércio varejista de fogos de artifício 6 – Procedimentos para espetáculos pirotécnicos ANEXO Único .IT .Disposição do local de apresentação .

seguir as orientações e exigências daqueles Órgãos .3 As ocupações destinadas à fabricação. Art 18 § 6º e incisos I e II. caput. 2.270. com ênfase: Art 6 caput e incisos I e II.br 1 OBJETIVO Esta instrução técnica tem por objetivo estabelecer as condições necessárias de segurança contra incêndios e pânico em edificações destinadas ao comércio de fogos de artifício no varejo e Espetáculos Pirotécnicos. até 100 m2 conforme Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. de 01 de Abril de 2006– Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Código Civil Brasileiro – Lei n° 10.mg.Bairro Centro CEP 30. e Art 68. Art 12 caput. de 13 de julho de 1990 – art 244. § 1º e inciso II.848. Decreto Federal nº 3. Augusto de Lima. que por legislação são de responsabilidade do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército Brasileiro e Polícia Civil do Estado de Minas Gerais através da Delegacia Especializada de Armas. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. Da nova redação ao Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados (R-105).665. de 07 de dezembro de 1940 – Código Penal.4 Com relação à área de 100 m² para uso exclusivo de loja de fogos de artifícios.069. com as necessárias adaptações previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. . Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei n° 88.190-000 Site: www. Munições e Explosivos DEAME e das Delegacias de Polícia do interior.406.1 Aplica-se às edificações novas destinadas ao comércio varejista de fogos de artifício. 2. Código do Consumidor – Lei n° 8. 2.br Email: dat3@cbmmg. Art 8 caput e § 3º.devem portanto.2 Aplica-se também às edificações existentes e de uso misto.gov.bombeiros. 2 APLICAÇÃO 2. NFPA 1123 – Code for fireworks display – 2000 Edition. devendo o projeto atender ao Código de Obras Municipal.078. de 10 de janeiro de 2002. depósitos e comércio de explosivos e de fogos de artifício no atacado e shows pirotécnicos. fica reservado pelo menos 60% da área para demais atividades pertinentes a este comércio. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. 355 . de 11 de setembro de 1990.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 25 FOGOS DE ARTIFÍCIO E PIROTECNIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.mg.gov. art 253. Decreto Estadual nº 44. de 21 de novembro de 2000. Decreto Lei n° 2. 3 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA NORMATIVA E Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.130.

NBR 8285 .11 Produto controlado pelo Exército e/ou Polícia Civil: produto que. NBR 11584 . 4. 4. devidamente treinada por órgão ou instituição similar. comburente e outros). e dá outras providências (balões com mechas). vaso.Saídas de emergências em edifícios.Emprego da simbologia para o transporte rodoviário de produtos perigosos – Procedimento. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas. Aprova as instruções complementares aos regulamentos dos transportes rodoviários e ferroviários de produtos perigosos. 54. armazenamento e manipulação. de janeiro de 1965 e dá outras providencias. adotando-se como parâmetro à carga de incêndio de 1520 MJ /m³. Resolução 6429.Preenchimento da ficha de emergência para transporte de carga perigosa – procedimento.Ficha de emergência para transporte de cargas perigosas. Lei Estadual complementar nr. NBR 7500 . moral e psicologicamente. produzindo calor intenso e pressões elevadas. . 4.9 Manuseio de produtos controlados: trato com produto controlado com finalidade específica como por exemplo. aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e as seguintes: 4. respeitando o Código do Consumidor.7 Explosão em massa: aquela que afeta virtualmente toda a carga de maneira instantânea. conter ou proteger produtos durante sua movimentação. 3.605 de 12 de dezembro de 1998. manutenção. 4. totalizando 1900 MJ/m³.Símbolos de riscos e manuseios para o transporte e armazenamento de material – Simbologia. que produz ruídos e efeitos luminosos. 6 e 8.Características e dimensões – Padronização. NBR 7503 . de modo a garantir a segurança social e militar do país. Lei n° 9. Estatuto da Criança e do Adolescente e o R105. seja ele tanque. de 17 de março de 2000 – Secretaria de Segurança Pública de Minas Gerais. de 03 de janeiro de 1980 – Dispõe sobre a fiscalização de produtos controlados prevista no Decreto 55649. que se tornará responsável pelo treinamento.8 Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico. Código Penal. caçamba ou container. 4. 2.10 Pessoa habilitada: pessoa dotada de conhecimento técnico e treinada para comercializar fogos de artifício. NBR 7501 . comercialização ou consumo. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta instrução técnica. de 09 de setembro de 2004 – Polícia Civil de Minas Gerais. 4.4 Embalagem: elemento ou conjunto de elementos destinados a envolver.Embalagens de produtos perigosos – Classe 1. 4. 4. 4. admitindo-se acréscimo de 25%. sua utilização.Transporte de produtos perigosos – Terminologia. Resolução 5416. deva ter seu uso restrito a pessoas físicas e jurídicas legalmente habilitadas. 4. devido ao seu poder de destruição ou outra propriedade. que consiste na autocombustão de um corpo (composto de combustível.3 Deflagração: fenômeno característico dos chamados baixos explosivos.Sistema de proteção contra descargas elétricas atmosféricas.6 Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases.Portaria do Ministério dos Transportes n° 204. armazenamento.Instalações elétricas de baixa tensão. em qualquer estado físico. NBR 7504 . Código Civil. 4. NBR 5419 . em acordo com as condições legais exigidas. NBR 9077 . de 20 de maio de 1997.2 Carga a granel: produto que é transportado sem qualquer embalagem. transporte. NBR 5410 .Envelope para o transporte de carga perigosa – Dimensão e utilização – Padronização.5 Comércio de fogos de artifício no varejo: local destinado à venda de fogos de artifício de classes. contido apenas pelo equipamento de transporte. Resolução 6751.1 Área de estocagem: local destinado ao acondicionamento de fogos de artifícios industrializados. capacitadas técnica. derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. NBR 8286 . o qual ocorre por camadas e a velocidades controladas (de alguns décimos de milímetros até quatrocentos metros por segundo). 5.

Deverá também possuir entrada distinta da edificação adjacente.2 Características das edificações 5.25 m. com ou sem flecha. obedecerá aos critérios abaixo. conforme Decreto Federal n° 3665 de 21 de novembro de 2000. porém. sendo. por peça.12 Rótulo: elemento que apresenta informações como.2. 5. protegido contra elevações bruscas de temperatura. e 2) foguetes. 3) “pots-à-feu”.1 Para edificações térreas até 100 m2 com paredes justapostas a outra edificação.4. plástico e estopa). 5. 5. 4.2 O piso deverá possuir características de antifaísca (piso liso). 5.1 Classificação de fogos de artifício considerado para fins desta Instrução Técnica.3. 5. manuseio e identificação do produto. e de qualquer tipo de embalagem. com mais de 2.2.3 Estocagem 5.1 Os fogos de artifício deverão estar dispostos de forma fracionada em prateleira arejada. 5. símbolos e/ou expressões emolduradas referentes à natureza. com ou sem flecha. b) Classe B. 5.3. 5.6 Possuir afastamento de no mínimo 200 metros das seguintes edificações e áreas de risco: a) posto de serviços de combustível. por peça.2. “morteirinhos de jardim”. sem bomba. de transportes ou estocagem. com esquadrias ou outras opções que mantenham aberturas fixas. permitida até 2.5 m³. trânsito.1 Somente são permitidas instalações para venda de fogos de artifícios em edificações térreas até 100 m2. c) Classe C 1) fogos de estampido que contenham acima de 25 (vinte cinco) centigramas de pólvora. desde que a parede da loja de fogos de artifícios seja construída em material incombustível. “serpentes voadoras” e outros equiparáveis. sem estampido. atendendo à IT 06. atendendo todas as recomendações do Decreto 3665 – R 105 do Ministério da Defesa. que se aquecem em contato com ar. c) para a Classe C e D.2 A estocagem de fogos de artifício em áreas urbanas. 112.2.2.5 Os fogos de artifício somente poderão ser expostos à venda devidamente acondicionados e com rótulos explicativos de seu efeito e de seu manejo e onde estejam .25g de pólvora.7 Não são permitidas instalações para venda de fogos de artifício nos locais de reunião de público.1. capazes de se incendiarem.5 m³. 2) foguetes com ou sem flecha. cujas bombas contenham até 6 (seis) gramas de pólvora. (exemplos: sacos de papel.4 Fica proibida a estocagem e comercialização de fogos de artifício a granel. 5.2 gramas de pólvora por peça.3 Fica vedada a estocagem de pólvora com fogos de artifício e outros explosivos. art.3 A edificação deverá possuir sistema de proteção para descarga atmosférica e aterramento. c) terminais de abastecimento de gás liquefeito de petróleo e similares.2. 5. 4) morteiros com tubos de ferro. por peça. desembarque e entrega. 5 PROCEDIMENTOS PARA COMÉRCIO VAREGISTA DE FOGOS DE ARTIFÍCIO 5. de ráfia.13 Substância sujeita a combustão espontânea: substância sujeita a aquecimento espontâneo nas condições normais de pressão e temperatura. construída de material incombustível. 2) foguetes. 3) baterias. será permitida a instalação para vendas de fogos de artifícios. seja de qualquer natureza. permitida até 2. 2) fogos de estampido que contenham até 0. 5. d) Classe D 1) fogos de estampido. 5. e umidade que possam influir a degradação dos produtos: a) Classe A. b) fábricas e depósitos de explosivos.5 As instalações elétricas devem ser a prova de explosão e executadas de acordo com a NBR 5410 Instalações Elétricas de Baixa Tensão. 5. devendo ser ventilado e seco. cujas bombas contenham mais de 6 (seis) gramas de pólvora. por peça. R-105.14 Tráfego: conjunto de atos relacionados com o transporte de produtos controlados e compreende as fases de embarque. incisos I e II: a) Classe A 1) fogos de vista.4 As áreas de estocagem de fogos de artifício devem possuir ventilação cruzada junto ao teto. A área de ventilação cruzada deve ser protegida contra intempéries.50 (dois vírgula cinqüenta) gramas de pólvora. com espessura mínima de 0.3. e 5) demais fogos de artifício.2. 4. deverá obedecer aos critérios estabelecidos pela DEAME. inflamáveis e/ou combustíveis líquidos e/ou gasosos.3. inclusive no balcão de venda.3. b) Classe B 1) os fogos de estampido que contenham até 0.2. de apito ou de lágrimas.

d) memorial descritivo de construção assinado por engenheiro responsável pela edificação e respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). sua classificação e procedência. com utilização de fogos de artifício. no formato A3 ou A4.1 A disposição do local de apresentação consta nas figuras 1 e 2 do anexo único. cerca de isolamento. b) sinalização de emergência com luminárias a prova de explosão. estabelecer restrições complementares. hidrantes. 2) relação de fogos.3. bem como os seguintes documentos: 1) autorização da autoridade competente para a queima de fogos. reservas ecológicas e quaisquer outras sensíveis a ação de fogos de artifício.4 Documentação Deverá ser apresentado junto com o processo de segurança contra incêndio e pânico.3 Para a realização de espetáculos pirotécnicos deverá ser observados as seguintes condições específicas: 6. obedecendo aos seguintes critérios: a) para fogos de artifício. extintores.1 As edificações de que trata esta Instrução técnica deverão dispor das seguintes medidas de proteção contra incêndio. isenta-se as medidas acima. atendendo a IT 15. de instalações públicas. balcão de vendas e circulação. onde for realizado espetáculos pirotécnicos deverá ser apresentada no Corpo de Bombeiros. NÃO SE “QUEIMA DE FOGOS. considerando sempre como essencial à necessidade de modificar os critérios.discriminadas sua denominação usual. para o comércio de fogos de artifício. área e largura da saída de emergência (quando se tratar de área fechada). área de segurança em escala e público estimado. em letras vermelhas sobre fundo branco. que cite os artigos do Código do Consumidor sobre o limite de idade para compra de fogos de artifícios. 6 PROCEDIMENTOS PARA ESPETÁCULOS PIROTÉCNICOS 6.1 A realização de espetáculos pirotécnicos. e) quadro em local visível na loja. dutos e tubulações.2. 5. ÁREA DE ISOLAMENTO. “ÁREA DE QUEIMA DE APROXIME. ou ainda. NÃO FUME” FOGOS. juntamente com a cópia da carteira de blaster.3.5 Proteção contra incêndio e pânico 5. cabendo adicionar mais uma unidade quando o comprimento linear de um quadrante exceder a 100 m. conforme previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais: a) extintor de incêndio. b) cópia autenticada de requerimento protocolado junto à Delegacia Especializada de Armas.3. distância de rede elétrica. devendo ser observadas as instruções do fabricante constantes nas embalagens. 4) no projeto deverá constar a delimitação da área de queima e isolamento por cordões. tornando-os mais rígidos.4 mm. com 120 (cento e vinte) tubos de até 25. . c) autorização da Prefeitura do Município. 6. atendendo a IT 16. contrato de queima de fogos no qual conste o rescaldo sob responsabilidade da contratada. bem como às demais prescrições desta Instrução Técnica. das categorias C e D. NÃO ULTRAPASSE” b) para os fogos de artifícios das Classes C e D em quantidade inferior ao estipulado na alínea a. será apresentado ao Corpo de Bombeiros um croqui da área em escala 1/100. contendo cotas dos perímetros. disposição do sistema de segurança contra incêndio e pânico (sinalização de saída de emergência. 3) declaração formal do blaster de que foi verificado a inexistência abaixo da superfície do solo. Munições e Explosivos – DEAME para comercialização de fogos de artifício.1 O local de apresentação. etc. alarmes audiovisuais. artifícios pirotécnicos e artefatos similares na presença de público deverão atender ao Regulamento Técnico 03 – espetáculos pirotécnicos do Exército Brasileiro. veículos. no local da apresentação. fluvial ou em terra. pirotécnicos. iluminação de emergência.2mm ou 02 (duas) girândolas. 6. acima de 02(dois) conjuntos de até 06(seis) tubos de lançamento de até 76. conforme as condicionantes locais. As dimensões mínimas das letras serão de 20x20 cm com traço cheio variando de 3 a 4 cm de espessura. com placas de advertência. 6. cavaletes ou similares. magnitude do evento em função da quantidade total de composição pirotécnica e provável número de espectadores. os seguintes documentos: a) planta baixa da disposição dos armários de estocagem. 5) quantidade de placas será determinada de modo a existir pelo menos uma em cada quadrante por onde possa ser possível a aproximação de pessoas. 6. edificações. o que requer criteriosa análise quanto às premissas estabelecidas nesta instrução. devidamente sinalizadas. “minishow”. etc.2 Local de apresentação As circunstâncias de cada apresentação são únicas. deve apresentar a dimensão mínima estabelecida na tabela 1 correspondente ao tubo de lançamento de maior calibre utilizado na apresentação. com os respectivos dizeres abaixo. estacionamento. 5. c) saída de emergência atendendo a IT 8.2 A segurança contra incêndio e pânico em áreas.5.

8 203.3.2 Distância .2 85 128 171 213 256 299 341 76.8 203.3. e locais com exigência de precauções especiais.8 O ângulo de inclinação do tubo de lançamento deve ser estabelecido de modo que o ponto de queda da bomba falhada situa-se simetricamente em posição ao tubo de lançamento. No caso de fogos de artifício com diâmetro igual ou superior a 76.3 A distância mínima de separação entre qualquer tubo de lançamento.3. o tubo de lançamento deve manter um afastamento do centro do local de apresentação.5 A área de disparo. depósitos de materiais inflamáveis.2. estabelecimentos policiais ou correcionais. no mínimo.6 O local de queimas de fogos de artifício de solo deve situar-se.2 101.2 mm essa distância deve elevar-se para 40 m.2 101. A primeira vistoria ocorrerá 24 horas antes do evento. bem como postos de combustível.Fonte de risco especial (m) 85 128 171 213 256 299 341 6. das áreas reservadas aos espectadores e ao estacionamento de veículos.2. na vertical ou inclinado.Tabela 3 – Precauções adicionais Tabela 1 – Local de apresentação Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76. deve ser estabelecida de forma que qualquer ponto da trajetória provável mantenha um afastamento de. .3.3.2. ou seja.6 127.2 Diâmetro externo mínimo (m) Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76.4 Solicitação de vistoria no mínimo de 48 horas de antecedência ao evento. Para posição inclinada.0 152.2 76. 6. a localização da peça deve ser aproximadamente no centro do local da apresentação. O último prazo para liberação será de seis horas antes do início do evento. hospitais.2 Distância Tubo de lançamento vertical (m) 43 64 85 107 128 149 171 Distância Tubo de lançamento inclinado (m) 29 43 58 70 85 98 113 6.2.4 177. estacionamento. deve ser adotado o maior valor entre 40 m ou 22 m para cada 25 mm de diâmetro do tubo do maior calibre utilizado. 8 m de qualquer objeto ou obstáculo e que a área de queda se situe em oposição à área prevista para os espectadores.7 Para tubo de lançamento posicionado verticalmente.4 177.2. etc. No emprego das velas romanas e de fogos de ação múltipla.2 A distância mínima de separação exigida entre qualquer tubo de lançamento e a área reservada aos espectadores (em oposição a área de queda) está apresentada na tabela 2. 6. Tabela 2 – Área reservada ao público Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76. escolas.6 127.3.3. 6. no sentido da área prevista para os espectadores entre 1/6 e 1/3 do raio do círculo do local de apresentação. tendo o centro do círculo como centro de simetria.0 152. conforme figura 1. 6. no mínimo 25 m.4 177.2. conforme figura 2. contida no local da apresentação.2.2 6. explosivos ou tóxicos está na tabela 3.2 101. 6.8 203.6 127.0 152.

ANEXO ÚNICO ( disposição do local de apresentação) .

IT .26 HELIPONTO E HELIPORTO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A – Orientações de sinais e ajudas visuais B – Figuras Modelos de conFiguração de helipontos e sinalização de solo C – Dimensionamento de extintores em helipontos 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

além da faixa periférica (Figura 2 do anexo B). com as adequações necessárias.3 Escolha do local 5. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. Portaria nº 18/GM5. Augusto de Lima.gov.1 Em heliponto situado ao nível do solo.1. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações e/ou áreas de risco que possuam helipontos ou heliportos. 1995 Edition.2. adotando.1 Em todos os casos. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.1 Condições Gerais: 5. de fevereiro de 1974 do Ministério da Aeronáutica. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.3. 5 PROCEDIMENTOS 5. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 4301 de 21Dez2001. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5. deve-se obedecer às exigências e aprovação do órgão governamental responsável pela aprovação e fiscalização dos helipontos.br Email: dat3@cbmmg. as exigências da Portaria nº 18/GM5 de 14 de fevereiro de 1974 do Ministério da Aeronáutica. Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 92-1 de 24Jan2000 Edificações. Decreto Estadual nº 44. .4.Bairro Centro. CEP 30.1 Tendo em vista que um heliporto é um heliponto público dotado de facilidades de apoio e de embarque e desembarque de pessoas e cargas.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico. além das exigências desta Instrução Técnica. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . 5. é recomendável que haja uma cerca de segurança de um metro de altura circundando os limites da área periférica com objetivo de evitar que animais ou Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.gov.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 26 HELIPONTO E HELIPORTO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para proteção contra incêndio de helipontos e heliportos. as quais em hipótese alguma poderão substituir as demais exigências para as edificações nas quais os helipontos estiverem implantados.mg. deve-se atender às considerações descritas na Portaria Nº 18/GM5/74. NFPA 418 .mg.4 Área periférica 5.bombeiros.2 Requisitos de segurança para helipontos 5.1 Para se escolher o local destinado à construção de um heliponto. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. 5.Standar for heliports. somente a palavra “heliponto” será utilizada nas presentes Instruções. especialmente no tocante às rotas de fuga.130.270. 355 .190-000 Site: www. Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer).

c) as vias de acesso devem ser dotadas de paredes resistentes ao fogo para 120 minutos.Saídas de Emergência nas Edificações.5 Helipontos elevados 5.5. mantendo as condições de enclausuramento.7 Balizamento luminoso 5. Ênfase deverá ser dado aos avisos visando evitar colisão de pessoas com o rotor de cauda dos helicópteros. podem suportar a carga de um helicóptero pela instalação de uma plataforma de distribuição de carga. sendo que a ligação entre ambas deve ser feita através de uma circulação direta.8. b) a área de pouso pode abranger a totalidade da superfície do terreno ou apenas parte dele. As instalações. 5. equipamentos.2 As áreas de pouso/decolagem devem ser sinalizadas conforme Anexo A.3 Áreas de pouso e decolagem de emergências para helicópteros.3 Para helipontos situados fora da jurisdição de um aeroporto. etc. desde que preencham os requisitos do item 5. os sistemas de proteção contra o fogo e o de salvamento devem ser dimensionados com base na Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 92-1 de 24Jan2000 ou outra que venha substituí-la.5.pessoas estranhas entrem na área de pouso (Figura 2 do Anexo B).5.8.3 As áreas de refúgio para helipontos poderão ter outra utilização.5. 5. 5.Saídas de Emergência especificarem a exigência de áreas de refúgio para a edificação considerada. e dimensionadas em função da população do prédio conforme IT 08 . mediante cálculo estrutural. 5.4. com vistas a evitar acidentes com pessoas que transitem pela área de pouso e suas imediações.4.6.1 Em todos helipontos devem ser colocados cartazes contendo Avisos de Segurança.1 A área de pouso e decolagem deve ser dimensionada para as características (peso e dimensões) do maior helicoptero que irá utilizá-la.1 ConFiguração de Área de Pouso a) desde que não seja possível construir um heliponto ao nível do solo pode-se prever sua instalação em local elevado. devendo ser afixados avisos de “Proibido Fumar” em todos os pontos de acesso. Se a plataforma for construída. 5.7. b) prevenção contra incêndio em helipontos elevados.2 As áreas de refúgio para helipontos serão obrigatórias nos casos em que a IT 08 .1 As prescrições estabelecidas neste item são as mínimas exigidas para um razoável grau de proteção ao fogo e de salvamento em área de pouso e decolagem de helicópteros. os detalhes são apresentados de acordo com norma do Ministério da Aeronáutica.5. d) o piso deve ser incombustível e ter isolamento térmico. e f) possuir guarda-corpo com 1. 5.1 Para operações noturnas é necessária a existência de luzes indicativas dos limites da área de pouso e das obstruções existentes em torno da área de pouso e decolagem. c) terraços em edifícios considerados existentes. além da quelas previstas para acúmulo de pessoas (área de refúgio).4.1 As áreas de refúgio para helipontos devem atender aos seguintes quesitos: a) possuir área superior à metade da área total do último pavimento.1 A construção de áreas de pouso e decolagem de emergência para helicópteros com a finalidade de prever a evacuação dos ocupantes de edifícios em caso de incêndio ou outra calamidade. dependem de autorização da Autoridade Aeronáutica Regional. 5.2 Não é permitido fumar dentro do raio de 15 m da área de pouso/decolagem. quando delimitada pela fachada da edificação.3.4 Prevenção contra incêndio em helipontos ao nível do solo deverá obedecer às recomendações previstas neste item. bem como em edificações com mais de 60 m de altura. conforme IT 06 e 07.5. . após análise dos obstáculos constituidos por outros edifícios.6 Avisos de segurança 5.10 m de altura em paredes com tempo de resistência ao fogo de 120 minutos.6. c) medidas para extinção de incêndio e de salvamento em acidentes ocorridos em helipontos elevados.2 Projeto estrutural 5.4.2 Quando o heliponto está localizado em um aeroporto. além de outras estabelecidas pelo Serviço Contra Incêndio do Comando da Aeronáutica.2. Tais avisos devem conter recomendações expressas principalmente para o caso de aproximação de pessoas.5. embarque de carga com ou sem pessoal. 5. 5. e) a escada para acesso a área de refúgio pode ser construída fora da prumada da escada de segurança principal. recomenda-se que sua altura não seja inferior aquela dos peitoris do terraço e não dificulte o pouso e decolagem da aeronave.8. 5.5.7. 5.8. 5.2. a proteção contra-incêndio deve ser considerada sob três aspectos: a) prevenção contra incêndio em helipontos situados ao nível de solo.2 As sinalizações luminosas de balizamento para as aeronaves devem possuir autonomia mínima de 120 minutos para funcionamento na ausência de fornecimento de energia elétrica pela concessionária local.5.1. de forma análoga ao sistema de iluminação de emergência. como salas de espera por exemplo.8 Prevenção e extinção de incêndio 5.4 Área de refúgio para helipontos 5. 5. estando os rotores do helicóptero em movimento. 5.5.5. 5. 5. b) ser precedida de porta corta-fogo (PCF) de 90 minutos no seu acesso. conforme IT 06.

8. bota.8.Brigada de Incêndio.4.Brigada de Incêndio. 5.6 Deve haver.9. 5. além daquelas previstas nos itens anteriores.2 Não é permitido o armazenamento do combustível em helipontos elevados. 5.8. nunca inferior a 30 m. ferramentas portáteis de arrombamento.8.3 Os aparelhos extintores de incêndio devem ser distribuídos uniformemente nas proximidades da área de pouso/decolagem.1 Em helipontos não localizados em aeroportos. de forma a atender o caminhamento especificado na IT 16 .Sistema de Proteção por Extintores. de acordo com o peso total do helicóptero atendido. devidamente protegidos contra as intempéries.8.8.2 Os extintores de pó especial deverão ser compatíveis com a utilização conjunta com espuma.3 A drenagem das áreas de pouso. 5. 5. . com a conseqüente possibilidade de propagação de fogo.8. de modo que seja assegurada uma rápida assistência em casos de acidentes e/ou de fogo. em local protegido e devidamente sinalizado.9.5. 5. devem ser guardados em locais ou caixas. a estrutura na qual se situa a área de pouso deve ser de material incombustível.9.4.10 Helipontos elevados localizados em edificações que possuam sistema de proteção por hidrantes devem ser cobertos por este tipo de proteção visando à área de pouso considerando uma vazão mínima de 300 LPM. manuseado por pessoal treinado conforme IT 12 .8. a proteção do helicóptero deverá ser feita com equipamento portátil apropriado.8.8. 5.5 Pelo menos dois dos homens encarregados da proteção contra incêndios e das operações de salvamento devem dispor de EPI específico para fogo e salvamento (capa.4. deverá haver pessoal habilitado para sua operação.8. 5. sendo adequadamente sinalizados. d) adequada sinalização das saídas de emergência. 5. depois da separação do óleo ou combustível da água por um separador sifonado com capacidade suficiente para reter a carga total de combustível para capacidade da maior aeronave prevista para o heliponto em questão. deve-se exigir as quantidades mínimas de extintores. c) possibilidade de rápida evacuação dos usuários do heliponto e dos demais andares do prédio. 5.6 Prevendo a eventualidade de um acidente em heliponto elevado. podendo ser por telefone.1 Nos helipontos elevados. 5.4 Qualquer que seja o tipo de extintor utilizado. os seguintes requisitos devem ser atendidos: a) existência de fácil acesso ao heliponto elevado.8. no que couberem.1 Durante as operações de reabastecimento e de partida. serra manual para metais e escada articulada ou de apoio.2 Os extintores portáteis ou sobre rodas.8.9. conforme Anexo C. com altura compatível com as dimensões do helicóptero.7 Recomenda-se a existência de confiáveis meios de comunicação entre o heliponto e o Quartel do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais da região. 5.8.9. 5. 5.5 A proteção contra incêndio em helipontos elevados deve obedecer às recomendações previstas neste item. com a finalidade de se familiarizarem com o local e com os caminhos mais rápidos para lá chegarem em casos de emergência.8.9 Sistemas de combate a Incêndio 5. 5.8.5.5. para possibilitar o transporte de equipamentos necessário ao combate a incêndio de grandes proporções.4 O armazenamento de combustível deve estar a uma distância de segurança da área de pouso. capacete.9. decolagem e de estacionamento deve ser independente do sistema de drenagem geral do prédio. 5. porém este sistema pode ser ligado ao de água pluvial. 5. balaclava e luvas).4.8. oferecendo fácil acesso e visibilidade. conforme previsto na IT 12 .8.8 E recomendável que os responsáveis pelo heliponto elevado solicitem e facilitem visitas periódicas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais com jurisdição na área. b) as portas que dão para a área de pouso deverão ter PCFP90.9 Devem ser observados ainda os demais requisitos para Homologação ou registro de Helipontos junto aos órgãos regionais competentes do Comando da Aeronáutica.

3 As dimensões e as formas dos algarismos e das letras serão as constantes da Figura 4 do Anexo B. colocado à direita do vértice pintado do triângulo e com a mesma letra. 1. os contornos das figuras poderão ser pintados em preto (ver Figuras 4. colocado no centro da área de toque. privados. na forma. As frações de toneladas deverão ser arredondados para o número inteiros inferior mais próximo.2 Helipontos públicos 1. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 7 do Anexo B. o algarismo indicado da resistência do piso deverá ser precedido do algarismo zero (Figura 12 do Anexo B).1 O sinal de identificação de um heliponto militar será a letra M. A letra H será sempre utilizada nestes helipontos. correspondente à resistência do seu piso.3.6 Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros 1. fosforescente. 1. deverá haver faixas delimitando a área de pouso.2 Os helipontos.3 Helipontos privados 1. orientada para o norte magnético. 5 e 6 do Anexo B). 1. deverão apresentar um número indicador do peso máximo.1 Nos helicópteros públicos. A cor usada deverá ser a amarela. (Figuras 10 e 11 do Anexo B). As frações de toneladas deverão ser arredondadas para o número inteiro superior mais próximo. 1. 1. exceto quando a resistência do piso for inferior a 1 (uma) tonelada.1 O sinal de identificação da área de pouso será uma letra indicadora do tipo de heliponto (público.1.1 Usa-se a mesma forma de marcação prevista para os helipontos em geral.7 Sinais Delimitadores de área de pouso e decolagem 1. deverá ser prevista a marcação de guias das mesmas.1.4 Nas áreas de pouso circulares. 1.Tais faixas serão idênticas às delimitadoras da área de toque (Figura 13 do Anexo B). dentro de um triângulo eqüilátero com o vértice pintado apontado para o norte magnético. 1.5.9 Marcação de pátio de estacionamento 1. 1. Ajudas visuais 1.1. 1.4 Helipontos militares 1. 1. privado ou militar).2.5 Heliponto em hospital 1.Anexo A Orientações de sinais e ajudas visuais Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica 1.9. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 8 do Anexo B. .1.3 As dimensões da cruz são as constantes da Figura 10 do Anexo B.1 O sinal de identificação de um heliponto público será a letra H na forma. além do sinal de identificação. nas guias. 1. deverão os mesmos ser reduzidos de um terço do seu tamanho original (Figura 5 do Anexo B).8 Marcação de pistas de rolagem 1.1 Quando houver necessidade de pista de rolagem. quer sejam públicos ou privados ou militares.2 As dimensões dos algarismos indicadores da resistência do seu piso deverão ser reduzidas de 1/3 (um terço) de seu tamanho original (Figura 10 do Anexo B).1 O sinal de identificação de um heliponto privado será a letra P.1 Sinais de identificação de helipontos 1.1.6 A cor utilizada deverá ser a branca ou amarela.5. em toneladas. deverá ser prevista a separação adequada entre os rotores dos helicópteros adjacentes. Para maior contraste. devendo o triângulo ser fosforescente. as dimensões dos algarismos indicadores da resistência do seu piso deverão ser também reduzidas de um terço do seu tamanho original (Figura 6 do anexo B). na forma. nas áreas de pouso e emergências ou ocasionais.7.8.5 As dimensões e o posicionamento do triângulo dentro da área de toque. correspondente à resistência do piso (do helicóptero). 1. 1.4. a fim de que sejam facilitadas as manobras executadas pelos helicópteros. deverão ser traçadas linhas guias. bem como garantida a segurança do pessoal e dos equipamentos. bem como da letra indicadora do tipo de heliponto e do número indicador da resistência do piso. Quando houver necessidade de utilizar dois algarismos para indicar a resistência do piso.6. 1. em hospitais. devendo-se ter o cuidado para que essas faixas não sejam confundidas com outras existentes perto da área de pouso. são os constantes da Figura 7 do Anexo B. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 9 do Anexo B. 1. Caso necessário.1 Os pátios de estacionamento deverão ser claramente sinalizados.5.1.1 O sinal ou marca de identificação da área de pouso será um círculo possuindo no seu interior um número indicativo da tonelagem. Nesse caso.

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 01: Áreas de Pouso e decolagem e Áreas de Toque Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 02: Área Periférica e cerca de segurança Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 03: Pátio de Estacionamento de Helipontos Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 04: Dimensões e Formas dos Algarismos Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 05: Indicações de resistência do peso Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 06: Indicação da resistência do piso em heliponto Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

2 .ANEXO B Figuras e Modelos Figura 07: Heliponto Público Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica OBSERVAÇÕES 1 – Cor branca ou amarela fosforescente.Escala : 1 :100 3 – Cotas em metros .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 08: Heliponto Privado Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 09: Heliponto Militar Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 10: Heliponto em Hospital Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 11: Heliponto em Hospital – Várias posições Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .ANEXO B Figuras e Modelos Figura 12: Área de pouso e decolagem de emergência com menos de uma tonelada.

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 13: Luzes de limite para área de pouso Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

de 20B:C. (1) até 4.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 10A:120B.ANEXO C Tabela de dimensionamento de extintores em helipontos Tipo de heliponto Capacidade em Kg Quantidade de extintores 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 6A:80B 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC.500 Kg Helipontos ao nível do solo (2) acima de 4. de 20 B:C cada um. de 20 B:C cada um. de 20B:C cada um. (2) acima de 4. Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 10A:120B 6 (seis) unidades extintoras de pó BC. Helipontos elevados . 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC. (1) até 4.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 30A: 240B.

Tabela de incompatibilidade entre produtos B .Programa de matérias .27 MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS PERIGOSOS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Exigências complementares ANEXOS A .IT .

dispõe sobre a Identificação de entradas e saídas de postos de abastecimento de combustíveis.270.mg. 29 de dezembro de 1994 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –CIPA.044. Aprova as Instruções Complementares aos Regulamentos dos transportes Rodoviários e Ferroviários de Produtos Perigosos (Suplemento ao Diário Oficial da União de nº 98.ANTT – de 12 de fevereiro de 2.gov. Decreto Federal nº 3.gov.bombeiros. Norma Regulamentadora nº 9 .Bairro Centro CEP 30. Norma Regulamentadora nº 19 – Ministério do Trabalho – Explosivos. Portaria nº 204/1997-MT.º 20 – Ministério do Trabalho – Líquidos combustíveis e inflamáveis. Regulamento Federal para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos.004. 2 APLICAÇÃO 2. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. estacionamentos e garagens. 18Maio88.de 25 de agosto de 2. Norma Regulamentadora nº 6 – Ministério do Trabalho – Equipamentos de Proteção Individual . Norma Regulamentadora nº 16 – Ministério do Trabalho – alterada pelas Portarias nº 026 de 02 de agosto de 2000 e nº 545 de 10 de julho de 2000 – Atividades e Operações Perigosas. Instruções complementares ao Regulamento do Transporte terrestre de Produtos Perigosos. Decreto Estadual nº 44. . Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.mg. Augusto de Lima. 355 . de 12 de fevereiro de 2004 em alguns itens específicos.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 27 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.º 420. Norma Regulamentadora n.130.Ministério do Trabalho Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Portaria nº 27 de 19 de setembro de 1996 do Departamento Nacional de Combustíveis (atual ANP – Agência Nacional do Petróleo) – Gás Liquefeito de Petróleo.004. Resolução CONTRAN nº 38/98.190-000 Site: www. 25 e 26. de 21 de novembro de 2000.br MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS PERIGOSOS 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece os parâmetros de segurança à edificação e área que contenha Produtos Perigosos. manipulam ou armazenem Produtos Perigosos.EPI. Resolução Nº 701. no que se referem à identificação de embalagens. Decreto nº 96. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.665.br Email: dat3@cbmmg. Da nova redação ao Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados (R-105). sendo que prevalecerão as disposições das Instruções Técnicas 24.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e/ou áreas de risco que produzam. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. que altera a Resolução N. de 26 de maio de 1997). Norma Regulamentadora nº 5 – Ministério do Trabalho – alterada pela Portaria nº 25. Norma Regulamentadora nº 15 – Ministério do Trabalho – Atividades e operações insalubres. acondicionamento e compatibilidade entre produtos.Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT . Resolução Nº 420 – Agência Nacional de Transportes Terrestres . oficinas.

será analisado cada caso específico.Ficha de Emergência e envelope para o transporte terrestre de Produtos Perigosos – Características.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e os glossários das normas CNEN-NN 2.Área de estacionamento para veículo rodoviário de transporte de produtos perigosos. 5. NBR 14064 – Atendimento a emergência no transporte terrestre de produtos perigosos. 5.1 O funcionamento das edificações com áreas reservadas para manipulação. NBR 7503 .Norma Regulamentadora nº 23 – Ministério do Trabalho – Proteção contra incêndios. Norma Regulamentadora nº 26 – Ministério do Trabalho – Sinalização de segurança. 1998 edition. 5. NBR 7500 – Identificação para o transporte terrestre. CNEN-NE nucleares. 4ª edição. tais como baias e bacias de contenção. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica. NBR 14095 .04 – Funcionamento de serviços de radiografia Industrial. 5. NBR 12235 – Armazenamento de resíduos sólidos.619 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Incompatibilidade química. FUNDACENTRO (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho) . movimentação e armazenamento de produtos. com Equipamentos de Proteção Individual (EPI).04. estoque e movimentação interna de produtos perigosos fica condicionado à autorização e fiscalização dos órgãos competentes para expedição do alvará de funcionamento.2.1.2. NBR 7501 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Terminologia. 1997. NFPA 801 .03 – Proteção contra incêndio em Usinas Nucleoelétricas. a utilização de dispositivos que impeçam que um produto entre em contato com outro. conforme 1. Fire Protection Handbook.02 – Licenciamento de Instalações CNEN-NN 2. Fire Protection for Facilities Handling Radioativite Materials. Neste caso os produtos deverão ser armazenados em locais diferentes ou a distâncias seguras.04 – Proteção contra incêndio em instalações nucleares do ciclo do combustível. de fácil acesso. NBR 9735 – Conjunto de Equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos.3 Para substâncias não descritas na tabela A. CNEN-NE 2. após o Processo de Proteção Contra Incêndio ter sido aprovado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais. 5.Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas. admitindo-se ainda. National Fire Protection Association.1 Características Gerais 5. NBR 12710 – Proteção contra incêndio por extintores no transporte de produtos perigosos. NBR 9734 – Conjunto de Equipamentos para avaliação de emergência e fuga no transporte rodoviário de produtos perigosos.2 Distância internas Deve ser mantida uma distância mínima entre as áreas com a presença de produtos perigosos de pelo menos quatro metros das demais edificações. NBR 10004 – Resíduos Sólidos – Classificação. NBR 14.Ministério do Trabalho . CNEN-NE radiativas.2 Para o armazenamento de produtos perigosos devese observar o contido no anexo A (Tabela de incompatibilidade entre produtos). 18th edition. NBR 5413 – Iluminância de Interiores. 1994. NBR 6493 – Emprego de cores para identificação de tubulações.3 Instalação Para todas as classes de produtos perigosos devem ser previstas guaritas externas à edificação em área mais afastada junto ao perímetro externo.2. National Fire Protection Association. 6. . 5 PROCEDIMENTOS 5. NBR 10898 – Sistema de Iluminação de emergência.03 e CNEN-NE 2.1 A canaleta de coleta e contenção deve ser executada de forma a não permitir a mistura de produtos incompatíveis. Deve haver a construção de canaletas de coleta e contenção em número suficiente para garantir o abandono das pessoas e a intervenção das guarnições do Corpo de Bombeiros.04 – Licenciamento de instalações CNEN-NN 6. NBR 5382 – Verificação de Iluminância de Interiores. NBR 7195 – Cores de segurança. dimensões e preenchimento. manuseio.

interligadas entre si. bem como de galerias subterrâneas e similares.6 Instalações nucleares ou radiativas 5.3 Os locais que armazenem no mínimo 250 kg de gases infectantes. materiais de controle de vazamentos e rotas de fuga ( NBR 5413.4 Área identificada A área da edificação que contenha Produtos Perigosos deve ser restrita de tal forma que impeça o acesso de pessoas não autorizadas.04. 5. Os EPI deverão ser certificados com fé pública por órgão de certificação nacional.5 Em todas as classes de instalações fixas de gases deve-se adotar o painel de segurança e rótulo de risco. levando-se em consideração as taxas de aplicação de espuma especifica para o produto. de acordo com as normas CNENNE 1. com alto grau de risco de contaminação de pele e respiratória.02 e CNEN-NN 6. Além de indicação do tipo de EPI mais adequado.1 Nas edificações que recebem caminhões-tanque ou contêineres-tanque em seus pátios internos devem ser previstos pelo menos uma vaga para estacionamento de veículo com vazamento para controle e contenção do produto transportado.3. de forma a impedir o assoreamento e resistir à passagem de veículos em harmonia com a IT 04 . 5. evitando. 5. tendo como base o currículo do curso constante no Anexo B. no caso de gases infectantes. 5. com o mínimo de 06 horas/aula teóricas e práticas sobre produtos perigosos. d) roupas para ações de controle de vazamentos (nível A.6. de forma a impedir que o produto contido escoe para outras canaletas.4. devem estar afastados no mínimo 150 metros de locais de reunião de público. caso haja incompatibilidade entre os mesmos. B ou C).4 A canaleta deve receber grade. com as dimensões mínimas de 0. de acordo com o tipo de proteção exigido. 5. 5. 5.7. b) estar o recipiente protegido do sol. 5. 5.8 Iluminação O sistema elétrico deve ser todo blindado e garantir uma boa visibilidade em toda a área.2 Na solicitação de vistoria para emissão do AVCB.7. c) máscara panorâmica com filtro para o produto ou polivalente ou EPR.7.9 Equipamentos de proteção individual (EPI) O número de conjuntos EPI deve ser igual ao número de pessoas habilitadas e credenciadas a lidar com os produtos. 5. com inclinação para o tanque de contenção de modo a permitir um rápido escoamento do líquido ou das águas residuais de combate a incêndio ou rescaldo.7 Sistema de contenção e drenagem 5. desde que tenham riscos primário ou subsidiário de inflamabilidade.15 m de profundidade.5. demonstrado em planílha de cálculos. de acordo com a IT 23. 5.7. e compatível com o produto a ser bombeado.5 Condições específicas para gases perigosos 5. b) capacetes de boa resistência. 5.5.1 A ocupação com a presença de produtos perigosos em estado líquido deve ser contornada por uma canaleta de contenção.5 m de ralos. As canaletas de drenagem devem ser revestidas com material impermeável. deverá ser apresentado a autorização de funcionamento expedida pelo CNEN. conforme casos mais extremos.7. Nota.5. tóxicos ou corrosivos devem ser observados os seguintes requisitos: a) possuir ventilação natural. O fabricante dos produtos perigosos deverá indicar o tecido e/ou o material do EPI compatível com os produtos. conduzem a um tanque de contenção. no mínimo 20 metros. O conjunto EPI consiste em: a) luvas para produtos perigosos em cano longo.04. especificados por meio da NBR 7500.classificação e utilização previstas na NBR 9734 para atuação em caso de emergência. Armazenamento. comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP). d) estar afastado. escolas. no mínimo. quando possuírem peso específico maior que “1”. que. 5. deverá haver as fichas de emergências (NBR 7503) dos produtos manipulados na edificação. . tóxicos e corrosivos com limite de tolerância abaixo de 500 mg/kg. a mistura só pode ser retirada do tanque por meio de bomba a ar comprimido.5. conforme previsto na NBR 14095.6. privilegiando-se os locais de guarda dos equipamentos de proteção individual. acrescidas no programa de treinamento de brigada de combate a incêndio. caixas de gordura e de esgotos.2 m de largura por 0.2 A classificação de áreas de armazenagem obedecem ao mesmo critério da IT 23.Acesso de viaturas na edificação e área de risco. antiexplosão e corrosão.Manipulação. para melhor segurança dos usuários. da chuva e da umidade.2 No caso de acúmulo de líquido. 5382 e 10898 ).5 A bacia de contenção deve possuir um volume que possa abrigar o líquido e o agente extintor durante 30 minutos de combate ao sinistro. c) estar o recipiente afastado de outros gases envasados.5.4 Os locais de armazenamento classificados.3 A canaleta de contenção deve ser construída em nível com caixa sifonada. 5. hospitais e habitações unifamiliares.1 Estas instalações devem obedecer ao Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais no que couber. 5. e) botas para uso em produtos perigosos. 5. além das exigências específicas das normas do CNEN. 6. 5. inclusive quando for acionada a iluminação de emergência.1 A brigada de incêndio deve também ser treinada nas primeiras ações emergenciais envolvendo produtos perigosos.1 As classes de armazenagem de gases perigosos devem possuir as mesmas proteções ativa e passiva determinadas pela IT 23 . de 1. compatível com os produtos. em caso de incêndio ou contaminação que os riscos se propaguem para outra edificação e/ou áreas de risco.

5.4 É vedado a presença de animais. contemplando: a) identificação dos riscos existentes conforme mapa de riscos físicos. ao nível do teto para retirada de vapores leves e ao nível do solo para retirada dos vapores mais pesados. químicos e biológicos de acordo com sua grandeza. 6. com seus respectivos ensaios de manuseio. o gerente de logística de produtos perigosos deve reunir todas as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação. d) o laboratório deve possuir um sistema de identificação das substâncias armazenadas. além de porta para o acesso do Corpo de Bombeiros de houver necessidade. e c) deve-se observar a compatibilidade dos gases a serem armazenados no mesmo local. de 29dez94 do Ministério do Trabalho.Deve-se observar o contido na NBR 9734 para a seleção de EPI a ser utilizado em caso de acidentes conforme cada tipo de produto envolvido. d) anexar ao PPI os nomes técnicos e comerciais dos produtos perigosos. d) sistema de exaustão.10 Sinalização Além da sinalização de paredes e pilares para a fácil localização dos sistemas ativo e passivo de prevenção e combate a incêndios. 6. e) seguir as orientações sobre sinalização e rotulagem de embalagens externas e internas para acondicionamento de produtos. da Portaria 204 do Ministério dos Transportes. 6. volume. c) indicar o número de trabalhadores expostos aos riscos. salvo se houver compatibilidade entre os produtos. um sistema de fichas contendo informações a respeito da natureza das substâncias. com suas respectivas Fichas de Emergência (NBR 7503) e seu local de armazenamento e estoque. conforme o capítulo 8. EXIGÊNCIAS COMPLEMENTARES 6. conforme IT 11.1 O armazenamento de produtos perigosos deve ocorrer em local com características de segurança específicas tais como: a) construído com pelo menos uma de suas paredes voltadas para o exterior da edificação. c) refrigeração ambiental caso a temperatura ambiente ultrapasse a 38 ºC. . e) refrigeração ambiental caso a temperatura ambiente ultrapasse a 38 ºC. c) saída de emergência bem localizada e sinalizada. sob a orientação do Comandante da Unidade e/ou Fração de Bombeiros responsável pela área da edificação. alimentos e medicamentos de consumo humano e animal junto com produtos perigosos. b) identificar com círculos coloridos os riscos físicos. deverão ser observadas as características daquele que oferecer maior risco. e f) iluminação feita com lâmpadas à prova de explosão. como por exemplo. 6. para serem expressas em um Plano de Intervenção de Incêndio. e f) pintar todas tubulações externas na edificação de acordo com o produto na qual ela é utilizada (NBR6493). b) na posição vertical e amarrados com corrente. b) os armários devem ser confeccionados em materiais não combustíveis. e o tempo de evasão da edificação.2 Os cilindros de gases devem ser armazenados em locais específicos: a) área coberta e bem ventilada. portanto deve ser: a) somente para quantidades limitadas. químicos e biológicos expressos na Portaria nº 25. com portas em vidro para possibilitar a visão de seu conteúdo. b) possuir janelas na parede voltada para o exterior. dentre outras. incompatibilidade química. Em caso de se ter mais de um produto armazenado ou manipulado no local.3 O armazenamento de produtos químicos em laboratório só é permitido em pequenas quantidades.

amônia. Br2 HF. Acetileno. ácido sulfúrico e trióxido de enxofre. nitrometano e agentes oxidantes. anilina óxido Cr(IV). (anidra ou aquosa). metais finamente divididos. Anidrido acético. agentes oxidantes. Ácido Acético Ácido Cianídrico Ácido Crômico [Cr (VI)] Ácido Fluorídrico Ácido Fórmico Ácido Nítrico (concentrado) Ácido Nítrico Ácido Oxálico Ácido Perclórico Ácido Pícrico Ácido Sulfídrico Água Alumínio e suas ligas (principalmente em pó) Amônia Amônio Nitrato Anilina Bismuto e suas ligas Bromo Carbeto de Cálcio ou de Sódio . peróxido de hidrogênio. pentacloreto de fósforo. ácido fluorídrico. peróxido de bário. Etileno glicol. metais em pó. magnésio e outros metais. Hg. Ácido acético. Bromo. cobre. ácido acético. compostos contendo hidroxilas. permanganatos e peroxídos. ácido nítrico. sais de mercúrio prata. Álcoois e outras substâncias orgânicas oxidáveis. I2. éter de petróleo. percloratos e permanganatos de potássio. ácido iodídrico. perclorato de potássio. agentes oxidantes. ácido fluorídrico. permanganatos e peróxidos. madeira. cloro. anilina. butadieno. carbonetos. prata. líquidos. metais alcalinos terrosos seus hidretos e óxidos. Amônia aquecida com óxidos ou sais de metais pesados e fricção com agentes oxidantes. Ácido acético glacial. Amônia. Ácido perclórico. oxicloreto de fósforo. Cloreto de acetilo. gás cianídrico. substâncias nitráveis. naftaleno. agentes redutores. compostos clorados nitratos. mercúrio e prata. cloro. hipoclorito de cálcio. Ácido nítrico. anilina. hipoclorito de Ca. substâncias orgânicas ou combustíveis finamente divididos. Metais em pó. papel. Ácidos. Prata. persulfato de amônio e água. ácido nítrico e ácido sulfúrico. líquido e gases inflamáveis. ácido crômico. hidrazina. ácido acético. bismuto e suas ligas. cloratos. Ácido nítrico fumegante ou ácidos oxidantes.ANEXO A Tabela de incompatibilidade entre produtos Substâncias Acetileno Acetona Incompatível com Cloro. glicerina. líquidos e gases combustíveis. Umidade (no ar ou água). mercúrio. fósforo e etilfeno. etc. bromo. ácido perclórico. ácido cianídrico. Álcalis e ácido nítrico. butano e outros gases de petróleo. iodo. álcoois. matéria combustível. peróxidios. ácido nítrico. Bromo. graxas. cloratos. flúor. anidrido acético. ácido crômico. pentóxido de fósforo. Cl. óxido de cromo IV. Soluções ácidas ou alcalinas. carbetos de sódio e terebentina. metais em pó. álcoois. óleos ou qualquer matéria orgânica. clorato de potássio. hidrogênio.

líquidos combustíveis. Flúor. alumínio. peróxido de hidrogênio. de fósforo. Amônia. de Ácidos ou seus vapores. sais de amônio. Acetileno. fósforo e enxofre. cianetos. (especialmente solventes orgânicos). Acetileno. propano. anidrido acético. metais alcalinos. metano e fosfina. carboneto de sódio e terebentina. umidade no ar e água. amônia. Acetileno. metais em pó. Cloratos de Sódio Cloreto de Zinco Cloro Cobre Cromo IV Óxido Dióxido de Cloro Flúor Enxofre Fósforo Fósforo Branco Fósforo vermelho Hidreto de Lítio e Alumínio Hidrocarbonetos (benzeno. butano e outros gases de petróleo. halogênios. gasolina. hidrocarbonetos cloráveis. dióxido de carbono. Ácidos (minerais ou orgânicos). matéria oxidável. matéria combustível. bismuto. Maioria das substâncias (armazenar separado). etc) Hidrogênio Peróxido Hidroperóxido de Cumeno Hipoclorito de Cálcio Iodo Líquidos inflamáveis Lítio Magnésio (principal/em pó) Mercúrio Cobre. butadieno. cromo. . ácido nítrico. Cloratos e percloratos. ácidos. Nitrato de amônio. Matéria oxidante. substâncias combustíveis. Amônia ou carvão ativo. sulfeto de hidrogênio. nitratos e ácido nítrico. Ácido acético. álcool pentóxido. Ácidos ou matéria orgânica. butano. benzeno. Ácidos. sais de amônio. enxofre. acetileno. oxidantes. metais em pó. acetonas. Ácidos e álcalis. enxofre. metais em pó. (anidra ou aquosa) e hidrogênio. substâncias orgânicas oxidáveis ou combustíveis. Qualquer matéria oxidante. nitritos Hg (IV) nitratos. peróxidos fosfatos e sulfatos). amônia. Ar (oxigênio) ou qualquer matéria oxidante. terebentina. ferro. papel. peróxido de hidrogênio.Carvão Ativo Cianetos Cloratos e Percloratos Cloratos Potássio ou Percloratos Hipoclorito de cálcio. peróxido de sódio. hidrogênio. açúcar e sulfetos. ácido oxálico. agentes oxidante. cloratos. naftaleno. Ácidos. ácido crômico. bromo. amônia. cloro. peróxido de hidrogênio. Carbonatos. Ar. acetato de etila e água. óxidos ou oxalatos de metais pesados (nitratos. álcoois. madeira.fósforo. peróxido de sódio. ácido nítrico com etanol. glicerina. Acetona. percloratos. Ácidos.

óleos. metais em pó. etilenoglicol. peróxidos. halogênios. aminas. líquidos ou sólidos como acetona. hidrocarbonetos clorados e Água. Acetileno. com a maioria dos metais ou seus sais. álcoois benzaldeído. ésteres. metais alcalinos. carvão ativado. dimetilformamida. álcoois. matéria oxidável e água. cloratos e nitratos. K. ácido sulfúrico. Peróxido de Sódio Potássio Prata Zinco em pó Zircônio (principal/em pó) . Ar (unidade e/ou oxigênio) ou água. Na) Nitrato Dióxido de carbono. furfural. compostos de amônia. glicerina. compostos orgânicos. Perclorato de Amônio. anidrido acético. enxofre e zinco. ferro. bicarbonato de sódio e água. Materiais combustíveis. metais em pó. Peróxidos Peróxidos (orgânicos) Peróxido de Bário Peróxido de Hidrogênio 3% Metais pesados. acetato de sódio. Ce. acetileno. amoníaco. metanol. cloretos. graxas. Enxofre. acetona. Tetracloreto de carbono e outros carbetos. materiais oxidantes tais como ácidos. Crômio. ácido clorídrico. Mg. acetato de etila e outras substâncias oxidáveis. enxofre. cobre. acetato de etila. ácido oxálico e tartárico. água e zinco em pó. chumbo. nitratos metálicos. Nitrato de amônio Nitrito Nitrito de Sódio Nitro-parafinas Óxido de Mercúrio Oxigênio (líquido enriquecido com O2) Pentóxido de Fósforo ou ar Gases inflamáveis. nitratos de amônio ou outros sais de amônio. Ácidos. ácido nítrico com etanol.Metais Alcalinos e Alcalinos Terrosos (Ca. etanol. hidrogênio. glicerina. etileno glicol. Permanganato ou Persulfato Permanganato de Potássio Benzaldeído. Ácidos ou água. dissulfeto de carbono. Álcoois inorgânicos. Li. hidrazina. Compostos orgânicos combustíveis. Compostos de amônio. Cianeto de sódio ou potássio. pralogenados. tetracloreto de carbono. fósforo. substância orgânica. piridina. substâncias oxidáveis. cloreto estagnoso. água. Compostos orgânicos. Ácido (mineral ou orgânico). substâncias oxidáveis. fósforo. Ácido acético glacial. compostos orgânicos combustíveis finamente divididos. cloratos. Matéria combustível.

3 Níveis de proteção 4.5 Descontaminação .1 Identificação 4. TOXICOLOGIA 2.4 Contenção 4.3 Salvamento 4.4 Manual da ABIQUIM 2. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL 3.1 Exposições agudas e crônicas 2.2 Isolamento 4.3 Efeitos das substâncias no organismo 3.1 Equipamentos de proteção respiratória 3. IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS PRODUTOS PERIGOSOS 1.2 Rotas de exposição 2.3 Fichas de Emergências 1.2 Roupas de proteção 3.Programa de Matérias 1.2 Painéis de segurança 1.1 Rótulos de Risco 1. AÇÕES EMERGENCIAIS 4.

PIAÇAVA E SIMILARES SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXO Afastamentos da cobertura combustível .28 COBERTURA DE SAPÉ.IT .

espaço.bombeiros.gov.Bairro Centro CEP 30. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica.1 As fontes de calor que podem inflamar as fibras combustíveis devem ser isoladas e mantidas à distância mínima de 5 m.1 As instalações elétricas devem ser projetadas e executadas segundo normas da ABNT. 5.1.mg. mobilidade e equipamentos urbanos.2 A fiação e os componentes da instalação elétrica devem ser corretamente dimensionados para evitar superaquecimentos e curtos-circuitos que possam inflamar as fibras vegetais. aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.2.2 Fogões.Portaria 3214 do Ministério do Trabalho.2. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações cuja cobertura seja de fibras de sapé. coifas e congêneres devem também estar à distância mínima de 2 m de qualquer parte da cobertura combustível e nunca acima de sua Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 355 .3 As saídas de chaminés. NBR 9442 .gov. 5.3 A fiação que não estiver embutida em alvenaria ou concreto deve estar totalmente protegida por eletrodutos metálicos. 5. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. NBR 9050 – Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências a edificações. .Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante .1. PIAÇAVA E SIMILARES 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece condições mínimas de segurança para edificações que tenham suas coberturas construídas com fibras de sapé. NBR 10898 – Sistema de Iluminação de Emergência.270. paredes e cobertura incombustíveis.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 28 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. NBR 5628 – Componentes construtivos estruturais – determinação da resistência ao fogo – método de ensaio.br COBERTURA DE SAPÉ.br Email: dat3@cbmmg.mg. piaçava e similares. Augusto de Lima. NR 23 – Proteção contra incêndios. fornos. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão.1.1 Instalações elétricas 5. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 13523 – Central Predial de gás liquefeito de petróleo.Materiais de Construção .2. 5 PROCEDIMENTOS 5. piaçava e similares. churrasqueiras e similares devem estar no interior de compartimentos com piso.Método de Ensaio. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas e