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Legislação Projetos Prevenção e Combate a Incêndio MG

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DECRETO Nº 44270, 31 DE MARÇO DE 2006

Regulamenta a Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001, que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de atribuição que lhe confere o inciso VII do art. 90, da Constituição do Estado, e tendo em vista a Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001,

DECRETA:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º Este Decreto contém o regulamento de segurança contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Parágrafo único. Incumbe ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais - CBMMG, as ações de que trata este Decreto. Art. 2º As exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco devem ser cumpridas visando atender aos seguintes objetivos: I - proporcionar condições de segurança contra incêndio e pânico aos ocupantes das edificações e áreas de risco, possibilitando o abandono seguro e evitando perdas de vida; II - minimizar os riscos de eventual propagação do fogo para edificações e áreas adjacentes, reduzindo danos ao meio ambiente e patrimônio; III - proporcionar meios de controle e extinção do incêndio e pânico; IV - dar condições de acesso para as operações do Corpo de Bombeiros Militar; e V - garantir as intervenções de socorros de urgência.

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CAPÍTULO II DAS DEFINIÇÕES

Art. 3º Para efeito deste Decreto aplicam-se as definições a seguir descritas: I - altura ascendente ou altura do subsolo da edificação: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga, sob a projeção do paramento externo da parede da edificação, ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo); II - altura da edificação ou altura descendente: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (nível térreo, 2º piso, ou pilotis, desde que haja acesso dos usuários ao exterior da edificação), sob a projeção do paramento externo da parede da edificação, ao piso do último pavimento, excluindo o ático, casa de máquinas, barriletes, reservatórios d’água, pavimento superior da cobertura (duplex), e assemelhados; III - ampliação: é o aumento da área construída da edificação; IV - análise: é o ato formal de verificação das exigências das medidas de proteção contra incêndio das edificações e áreas de risco no processo de segurança contra incêndio; V - andar ou pavimento: é o volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos, ou entre o nível do piso e o nível imediatamente superior; VI - área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação; VII - área do pavimento: é a área em metro quadrado, calculada a partir das paredes externas; VIII - área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação; IX - área protegida: é a área dotada de medidas ativa e passivo para proteção contra incêndio e pânico; X - área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação; XI - área edificada: entende-se por área edificada toda a área que possuir piso e teto construídos, pertencentes ao imóvel; XII - área imprópria ao uso: são áreas que por sua característica geológica ou topográfica impossibilitam a sua exploração. Exemplificam esta definição os taludes em aclive acentuado, barrancos em pedra, lagos mesmo os artificiais, riachos e poços, dentre outros; XIII - área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais, podendo ser edificada ou aberta, sobre piso, com ou sem acabamento ou em terreno natural, esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada, conforme o caso;

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XIV - área de risco: área onde haja possibilidade da ocorrência de um sinistro; XV - área utilizável: é toda aquela que de alguma forma pode ser utilizável para manobra de veículos, ações de carga e descarga, movimentação de pessoas e/ou materiais sem parte edificada. Excetuam-se destas as áreas destinadas a jardinagem, passeios públicos e áreas impróprias ao uso; XVI - ático: parte do volume superior de uma edificação, destinada a abrigar máquinas e equipamentos, casa de máquinas de elevadores, placas e equipamentos de aquecimento solar, aquecedores de água a gás ou elétricos localizados na cobertura do edifício, caixas de água e circulação vertical; XVII - auto de vistoria do Corpo de Bombeiros - AVCB: documento emitido pelo CBMMG, certificando que a edificação possui as condições de segurança contra incêndio e pânico, previstas na legislação, estabelecendo um período de revalidação; XVIII - carga de incêndio: é a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço, inclusive o revestimento das paredes, divisórias, pisos e tetos; XIX - compartimentação: é a característica construtiva, concebida pelo arquiteto ou engenheiro, na qual se tem a divisão em nível (cômodos) ou vão vertical (pé direito), cujas características básicas são a vedação térmica e a estanqueidade à fumaça, em que o elemento construtivo estrutural e de vedação possui resistência mecânica à variação térmica no tempo requerido de resistência ao fogo - TRRF, determinado pela norma correspondente, impedindo a passagem de calor ou fumaça, conferida à edificação em relação às suas divisões internas; XX - corpo técnico: é um grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG, legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico, tendo como objetivos propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP), analisar, avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas neste Decreto; XXI - edificação: é a área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação, equipamento ou material; XXII - edificação térrea: é a edificação de um pavimento, podendo possuir mezaninos, sobrelojas e jiraus; XXIII - emergência: é a situação crítica e fortuita que representa perigo à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio, decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional;

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XXIV - Instrução Técnica: é o documento elaborado pelo Corpo de Bombeiros Militar com objetivo de normalizar medidas e procedimentos de segurança, prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco; XXV - incêndio: é o fogo sem controle; XXVI - isolamento de risco: é a característica construtiva, concebida pelo arquiteto ou engenheiro, na qual se tem a separação física de uma edificação em relação às demais circunvizinhas, cuja característica básica é a impossibilidade técnica de uma edificação ser atingida pelo calor irradiado, conduzido ou propagado pela convecção de massas gasosas aquecidas, emanadas de outra atingida por incêndio; XXVII - mezanino: é o pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares, sendo considerado andar o mezanino que possuir área superior a metade da área do andar subdividido; XXVIII - mudança de ocupação: consiste na alteração de uso da edificação que motive a mudança de classificação na Tabela 1 do Anexo deste Decreto; XXIX - medidas de proteção contra incêndio e pânico: é o conjunto de ações e dispositivos a serem instalados nas edificações e áreas de risco necessários a evitar o surgimento de incêndio e pânico, limitar sua propagação, possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à incolumidade das pessoas, ao meio ambiente e ao patrimônio; XXX - megajoule - MJ: é a medida de capacidade calorífica dos corpos e materiais, estabelecida pelo Sistema Internacional de Unidades - SI; XXXI - nível: é a parte da edificação não contida em um mesmo plano; XXXII - nível de descarga: é o nível no qual uma porta externa conduz ao exterior; XXXIII - nível de segurança: é o enquadramento dado ao nível potencial de risco que a edificação oferece em sua utilização prevista, conforme concebida pelo arquiteto ou engenheiro; XXXIV - ocupação: é a atividade ou uso da edificação; XXXV - ocupação mista: é a edificação que abriga mais de um tipo de ocupação; XXXVI - ocupação predominante: é a atividade ou uso principal exercido na edificação, levando-se em consideração o risco de ativação das estruturas ou o potencial danoso aos usuários; XXXVII - pânico: susto ou pavor que, repentino, provoca nas pessoas reação desordenada, individual ou coletiva, de propagação rápida; XXXVIII - pavimento: está compreendido entre o plano de piso e o plano do teto imediatamente acima do piso de referência;

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XXXIX - perícia técnica: consiste no levantamento e apuração efetuado

por

profissional do CBMMG, legalmente habilitado, para emissão de parecer técnico quanto aos sinistros e exigências de proteção contra incêndio e pânico nas edificações, mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem, bem como das causas do desenvolvimento e conseqüências dos incêndios, através do exame técnico das edificações, materiais e equipamentos, no local ou em laboratório especializado, apontando as causas que o motivaram; XL - piso: superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito; XLI - prevenção contra incêndio e pânico: conjunto de ações e medidas que visam a orientação das pessoas, objetivando diminuir a possibilidade da ocorrência de um princípio de incêndio e pânico, e estabelecer o comportamento a ser adotado frente à emergência; XLII - procedimento sumário: constitui-se na ação de análise e vistoria do CBMMG em edificações de uso coletivo, com área de até 750 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados) regulado por meio de Instrução Técnica, em conformidade com o disposto no § 10 do art. 5º; XLIII - processo se segurança contra incêndio e pânico - PSCIP: é a documentação que contém os elementos formais das medidas de proteção contra incêndio e pânico de uma edificação ou área de risco que deve ser apresentada no CBMMG para avaliação em análise técnica; XLIV - reforma: alteração na edificação e áreas de risco sem aumento de área construída; XLV - responsável técnico: profissional legalmente habilitado perante o órgão de fiscalização profissional, para elaboração ou execução das atividades relacionadas com a segurança contra incêndio e pânico; XLVI - risco: é o acontecimento possível, futuro e incerto, seja quanto a sua realização, seja quanto à época em que poderá ocorrer, independente da vontade humana ou não e de cuja ocorrência decorrem prejuízos de qualquer natureza; XLVII - risco isolado: é o risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados, suficientes para evitar a propagação de incêndio de um para o outro; XLVIII - risco predominante: é a atividade principal exercida na edificação, que também pode ser definido como o risco principal na edificação, ou o que predomina sobre os demais, ou ainda o maior nível de risco, desde que na ocorrência de um sinistro ele contribua de alguma forma para o agravamento da situação de forma significativa e em termos proporcionais; XLIX – risco iminente: É a constatação de situação atual e iminente de exposição ao perigo e a probabilidade de ocorrência de um sinistro que deve ser fundamentada pelo Bombeiro Militar durante a realização de vistoria levando-se em consideração a exposição ao perigo potencial e as medidas de proteção adotadas no local;

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L - saída ou rota de fuga: caminho contínuo apresentando-se por portas, acessos, corredores, halls, escadas, rampas, ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelo usuário, para acesso e descarga; LI - saída de emergência: caminho contínuo, devidamente protegido e sinalizado, proporcionado por portas, corredores, halls, passagens externas, balcões, vestíbulos, escadas, rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelos usuários em caso de um incêndio e pânico, que conduzam os usuários de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço aberto, protegido do incêndio ou pânico, em comunicação com o logradouro; LII - segurança contra incêndio e pânico: é o conjunto de ações e recursos internos e externos à edificação ou área de risco que permitem controlar a situação de incêndio e pânico e remoção das pessoas do local de sinistro em segurança; LIII - serviço de segurança contra incêndio e pânico: compreende a Diretoria de Atividades Técnicas, Batalhões, Companhias e Pelotões do CBMMG que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco, observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas neste Decreto; LIV - sistema de prevenção contra incêndio e pânico: sistema constituído de equipamentos, materiais e conjuntos que atuam na proteção da vida e das edificações; LV - sistema preventivo eficaz automático: entende-se por todo equipamento que não dependa da ação humana para entrar em funcionamento e que debele o incêndio ainda no início, permitindo o menor dano possível ao patrimônio e preservando a vida humana; LVI - sistema preventivo eficiente: entende-se pelo conjunto de equipamentos, cujo funcionamento dependa da ação humana para funcionar e possua carga extintora de comprovada eficiência; LVII - vistoria: é o ato de certificar o cumprimento das exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco por meio de exame no local.

CAPÍTULO III DA COMPETÊNCIA DO CBMMG

Art. 4º Ao CBMMG cabe estudar, pesquisar, analisar, planejar, vistoriar, periciar, fiscalizar, aplicar sanções administrativas, dispor sobre as medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco e demais ações previstas neste Decreto. Art. 5º As exigências constantes das tabelas de medidas de prevenção contra incêndio e pânico previstas no Anexo deste Decreto aplicam-se às edificações e áreas de risco por ocasião:

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I - da construção ou modificações que comprometam a eficiência dos meios preventivo contra incêndio e pânico; II - da mudança da ocupação ou uso, ou ainda ampliações de área construída e; III - a todas as edificações e áreas de risco existentes ou que surjam a partir da publicação deste Decreto. § 1º As exigências para edificações existentes, que não possuam Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico – PSCIP, aprovado até a data da publicação deste Decreto, são as constantes das Tabelas 8 e 8A. § 2º Os sistemas de proteção instalados em edificação, com base na legislação municipal da época, terão validade para definição de qualquer exigência relativa à proteção contra incêndio. § 3º As edificações projetadas ou em construção, cujo PSCIP tenha sido aprovado pelo CBMMG, até a data da publicação deste Decreto, terão garantidos os direitos de acordo com a legislação anterior, inclusive a emissão do AVCB. § 4º As edificações existentes, cujos PSCIP foram aprovados e liberados pelo CBMMG, sofrerão vistorias permanentes, observada a legislação vigente à época de sua aprovação inicial. § 5º Não se aplicam as exigências deste Decreto às edificações residenciais unifamiliares, exceto àquelas que compõem um conjunto arquitetônico formado pelo menos por uma edificação tombada pelo patrimônio histórico e edificações vizinhas, estas ainda que não tombadas, de tal modo que o efeito do incêndio gerado em uma delas possa atingir as outras. § 6º As medidas de proteção contra incêndio e pânico em edificações históricas deverão ser especificadas através de Instrução Técnica. § 7º As edificações contendo ocupações mistas são consideradas conforme os seguintes critérios: I - os parâmetros correspondentes à ocupação que apresentar exigências mais rigorosas, caso não haja compartimentação garantindo a separação destas ocupações; e II - os parâmetros correspondentes às exigências a cada uma das ocupações, caso haja compartimentação, garantindo a separação entre elas. III – Não é considerada ocupação mista o conjunto de atividades, onde predomina uma atividade principal que possua atividades secundarias fundamental para a concretização da primeira. § 8º As edificações e áreas de risco que não tenham sua ocupação ou seu uso definido são consideradas como indefinidas e submetem-se às exigências específicas do corpo técnico, devendo ser classificadas no maior risco possível para a edificação.

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§ 9º Na ausência de normas ou omissão de regras gerais e específicas ou quando da impossibilidade técnica do cumprimento de qualquer das exigências contidas neste Decreto, os casos especiais serão analisados por corpo técnico, admitindo-se adotar literaturas internacionais científicas consagradas, desde que atendam aos objetivos propostos. § 10. A edificação de uso coletivo, com área de até 750,00 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados), poderá atender aos requisitos para o procedimento sumário, a ser regulado por Instrução Técnica.

CAPÍTULO IV DO SERVIÇO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO

Art. 6º É de responsabilidade do CBMMG, por intermédio do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico: I - credenciar seus oficiais e praças por meio de cursos e treinamentos, ministrados por profissionais legalmente capacitados, para desenvolvimento das atividades de verificação da conformidade das medidas de prevenção contra incêndio e pânico; II - analisar o processo de segurança contra incêndio e pânico; III - realizar a vistoria nas edificações e áreas de risco por intermédio de profissionais credenciados; IV - expedir o respectivo AVCB; V - cassar o AVCB ou o ato de aprovação do processo, no caso apuração de irregularidade; e VI – realizar pesquisas no campo da prevenção, do combate ao incêndio e ao pânico, por intermédio profissionais legalmente habilitados. Parágrafo único. É da competência do Comandante-Geral do CBMMG a homologação, por meio de portarias, das Instruções Técnicas expedidas pelo Diretor de Atividades Técnicas.

CAPÍTULO V DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS

Seção I Da Tramitação

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Art. 7º O processo será iniciado com o protocolo de requerimento, devidamente instruído com o projeto técnico que deve conter plantas, especificações das medidas de segurança contra incêndio e pânico e demais documentos necessários à demonstração do atendimento das disposições técnicas contidas na forma deste Decreto e respectivas Instruções Técnicas. § 1º O CBMMG, por intermédio do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico, deverá manter disponível ao proprietário ou responsável técnico interessado as informações sobre o andamento do processo. § 2º O proprietário ou o responsável técnico da edificação poderá solicitar informações sobre o andamento do processo ou do pedido de vistoria ao Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico do CBMMG, que deverá se pronunciar no prazo de até dois dias úteis. § 3º As medidas de segurança contra incêndio e pânico submetidas à aprovação do CBMMG devem ser projetadas e executadas por profissionais ou empresas habilitadas pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura - CREA-MG.

Seção II Da Análise do Processo

Art. 8º A análise do processo de segurança contra incêndio e pânico é de competência da Diretoria de Atividades Técnicas, Batalhões, Companhias e Pelotões do CBMMG, que terão prazo de quinze dias úteis para este fim. § 1º O processo será objeto de análise por oficial ou praça (Sub Ten e Sargento) credenciado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. § 2º Atendidas as disposições contidas neste Decreto, o processo será deferido. § 3º O indeferimento do processo deverá ser motivado com base na inobservância das disposições contidas neste Decreto e respectivas Instruções Técnicas, devendo a documentação ser devolvida ao interessado, com a capitulação que caracterizou as irregularidades, para as devidas correções. § 4º Após as correções, o interessado apresentará o processo para nova análise e o CBMMG terá o prazo de quinze dias úteis para pronunciar-se a respeito. § 5º O processo será aprovado desde que regularizado ou sanadas as notificações apontadas em análise. § 6º Nas edificações destinadas à realização de eventos diversos, o interessado deverá apresentar ao CBMMG, no prazo definido em Instrução Técnica, o PSCIP contendo as adaptações para o evento específico, mesmo que a edificação possua AVCB.

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§ 1º O prazo para realização da vistoria será de quinze dias úteis a contar do protocolo do pedido. § 8º O requerente será notificado quanto ao resultado da análise do processo. ainda. de outras de mesma natureza que possam reduzir a condição de risco. para a fiscalização de que trata este Decreto. É atribuição da Diretoria de Atividades Técnicas. § 6º A impossibilidade técnica de execução de uma medida de proteção contra incêndio e pânico não impede a exigência. com exceção das construções provisórias que terão prazo estabelecido em Instrução Técnica. as alterações nas edificações que não implicarem em modificação do nível de segurança e não estiverem enquadradas nos incisos I. 9º A vistoria para a emissão do AVCB. II e III do art. será feita mediante solicitação do proprietário. as edificações e áreas de risco cuja ocupação ou uso. o funcionamento e a execução das medidas de segurança contra incêndio e pânico. 10 . Seção III Da Vistoria para fins de Emissão do AVCB Art. suprindo a ação protetora daquela dispensada. não se encontrem entre aquelas relacionadas na Tabela 1 do Anexo. que foram sanadas as possíveis notificações apontadas em vistoria. constatada qualquer irregularidade nas medidas de proteção contra incêndio e pânico. por parte do CBMMG. o CBMMG providenciará a notificação do responsável para sanar as irregularidades. Companhias e Pelotões do CBMMG realizar vistorias. de acordo com o processo aprovado em análise e. responsável técnico legalmente habilitado ou representante legal. responsável pelo uso. 5º. Batalhões. só devendo executar as medidas de segurança contra incêndio e pânico após a sua aprovação. § 3º Após a expedição do AVCB. nas edificações e áreas de risco. § 5º A critério do CBMMG. que concorram para a modificação do nível de segurança. § 2º O AVCB será expedido após verificado no local.§ 7º Serão objeto de análise específica pelo Corpo Técnico. 10. nas edificações e áreas de risco. Seção IV Da Vistoria nas Edificações e Áreas de Risco para fins de Fiscalização Art. serão desprezadas para efeito de vistoria. § 7º Apurada a continuidade do descumprimento de notificações para correções das irregularidades o AVCB será cassado mediante procedimento administrativo. § 4º O AVCB terá validade de dois anos.

Art.advertência escrita. As especificações técnicas do cadastro a que se refere o caput serão definidas pelo CBMMG por meio de Instrução Técnica. os períodos previstos para a aplicação de novas multas por reincidência deverão ser de no mínimo trinta dias. 13. observando-se o critério estabelecido no § 2º. conforme o disposto no § 2º do art. A multa deverá ser aplicada levando-se em consideração o nível de segurança constatado. manutenção e conservação de aparelhos de prevenção contra incêndio e pânico. combinado com o art. e III . § 1º A advertência escrita. 16. 12. instalação.Seção V Do Cadastro de Pessoas Físicas e Jurídicas Art. § 5º Após a primeira multa. do art. A pessoa física ou jurídica responsável pela comercialização. cujo o Valor de Referência (VR) é de 80.9216 UFEMG (Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais). de forma a permitir que o responsável tenha tempo para corrigir as irregularidades.multa. Parágrafo único. § 2º As multas deverão seguir uma sequência lógica de aplicação. e assim sucessivamente.401. em relação ao uso. 14. em forma de notificação. 11 . deverá cadastrar-se no CBMMG para o exercício dessas atividades. § 4º Persistindo a infração. CAPÍTULO VI DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS Art. constatado o descumprimento deste Decreto ou de norma técnica regulamentar. § 3º Sessenta dias após a formalização da advertência escrita. será aplicada na primeira vistoria. será aplicada multa de 80. II . persistindo a conduta infracional. devendo ser gradual e possuir o caráter instrutivo antes do punitivo. nova multa será aplicada na primeira reincidência. § 6º A pena de interdição será aplicada sempre que houver situação de nível de segurança IV e/ou risco iminente devidamente fundamentado.interdição. 13 e o disposto no art.0645 a 2.0645 UFEMG. 13. A inobservância do disposto neste Decreto sujeita o infrator às seguintes sanções administrativas: I . utilizados em edificação de uso coletivo. 11.

conforme o quadro abaixo: Nível de segurança aprovado ou constatado Nível .75 x FR VR x 3.75 x FR VR x 3. § 1º O pedido de reconsideração será dirigido à autoridade que praticou o ato e protocolado no órgão a que esta pertencer.II Nível .I Nível . 15. respectivamente. § 2º Caso haja alguma variação entre o nível de segurança aprovado ou constatado em vistoria anterior e o nível de segurança na data da vistoria atual. e havendo uma quarta reincidência a edificação terá o AVCB cassado. repetindo-se o valor da segunda reincidência na terceira. Quando houver discordância do ato administrativo praticado pelo CBMMG. 14. Art.§ 1º A multa será aplicada levando-se em conta o risco predominante no qual se avaliará a prevalência do pânico sobre o incêndio e considerando-se. CAPÍTULO VII DA RECONSIDERAÇÃO DE ATO E DOS RECURSOS ADMINISTRATIVOS Seção I Procedimentos e Prazos do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico Art. para incêndio e pânico. após as devidas notificações e advertências.III VR x 5 x FR VR x 4 x FR VR x 5 x FR VR x 3. e em segundo. A multa será dobrada na primeira reincidência e multiplicada por três na segunda. e neste se verificar que houve incremento do fator de risco. ainda.FR e níveis estão descritos na Tabela 3 e a descrição da classificação dos riscos nas Tabelas 4 e 5 do Anexo. o proprietário. o responsável pelo uso ou responsável técnico poderá apresentar pedido de reconsideração do ato. será aplicada multa. a qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes. 12 . o patrimônio.75 x FR Cassação do AVCB Cassação do AVCB Cassação do AVCB Nível I Nível II Nível III Nível IV Nível de segurança constatado § 3º O fator de risco . a proteção à vida em primeiro plano.

§ 6º A decisão ficará à disposição dos interessados na Organização Bombeiro Militar. Seção II Prazo para Interposição de Recurso Art. cuja decisão caberá às autoridades previstas no § 2º art. do ato administrativo praticado pelo CBMMG. caberá interposição de recurso ao Comandante de Pelotão. no caso de indeferimento do recurso previsto no parágrafo anterior.130 de 2001.§ 2º Do indeferimento do pedido de reconsideração previsto no § 1º. e podendo ser consultada por qualquer cidadão interessado. Os recursos previstos no art. 4º da Lei nº 14. responsável pelo uso ou responsável técnico. 15 serão interpostos. com comprovação da impossibilidade técnica. Companhia ou Batalhão de Bombeiros Militar. mediante solicitação fundamentada do responsável técnico. Art. quando houver justificado motivo. para analisar e emitir parecer no prazo de trinta dias. Somente serão aceitas solicitações de prorrogação de prazos para correção de irregularidades no projeto e na execução. 15. § 4ºDo indeferimento. poderá ser prorrogado. definido como período de advertência. que acatando ou indeferindo o pedido indicará o período necessário para sanar as irregularidades. previsto no § 3º. § 3º. CAPÍTULO VIII DOS EVENTOS PÚBLICOS 13 . contados do seu recebimento. pelo proprietário. no prazo de quinze dias a contar do conhecimento.CCPCIP. § 5º Recebido o parecer da CCPCIP o Comandante-Geral decidirá em até quinze dias úteis. caberá recurso ao Comandante Geral do CBMMG. cuja decisão deverá ser proferida dentro do prazo de quinze dias úteis. onde o recurso tiver sido interposto. O prazo de sessenta dias previsto no § 2º do art. devidamente fundamentados. casos fortuitos ou motivos de força maior. sendo de caráter público. 16. Caberá recurso ao Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG. que deverá convocar o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado . proprietário ou representante legal. 17. cuja decisão deverá proferida no prazo de quinze dias úteis. contados do seu recebimento. Parágrafo único.

de que trata este Decreto. § 2º As atividades a cargo do profissional nos eventos e os procedimentos serão estabelecidas em Instrução Técnica própria. sob pena de incorrer no disposto no art. 21. devem comprovar a titularidade ou o direito sobre a edificação e área de risco. Art. 12. Em se tratando de edificações e áreas de risco já construídas é de inteira responsabilidade do proprietário ou do responsável pelo uso. feiras e assemelhados. objeto da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica perante o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Minas Gerais CREA-MG. independentemente das responsabilidades civis e penais cabíveis. deverão contar com profissional habilitado como responsável pela segurança do evento e dos sistemas preventivos existentes ou projetados. O proprietário do imóvel ou o responsável pelo uso obrigam-se a manter as medidas de proteção contra incêndio e pânico em condições de utilização e manutenção adequadas. CAPÍTULO X DA CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO 14 . nas de recepção de público e nas demais onde ocorrerem tais eventos. mediante documentos hábeis. Art. CAPÍTULO IX DOS DIREITOS E RESPONSABILIDADES DO PROPRIETÁRIO OU RESPONSÁVEL PELO USO DO IMÓVEL Art. 22. Os eventos públicos. e ao responsável pela obra.adotar as providências cabíveis para a adequação da edificação e das áreas de risco às exigências deste Decreto. e II . 18. O proprietário. quando necessárias. quando necessário. 19. o responsável pelo uso ou o seu representante legal podem tratar de seus interesses perante o CBMMG e. como espetáculos.utilizar a edificação de acordo com o uso para o qual foi projetada. a qualquer título: I . Art. Para as edificações e áreas de risco a serem construídas caberá aos respectivos autores ou responsáveis técnicos o detalhamento técnico dos projetos e das instalações das medidas de segurança contra incêndio e pânico. sendo aquele profissional o responsável técnico pela segurança e pelas instalações. 20.Art. o fiel cumprimento do que foi projetado. § 1º O disposto no caput aplica-se na realização de eventos em edificações temporárias.

espuma.chuveiros automáticos. Para efeito deste Decreto. as edificações e áreas de risco são assim classificadas: I . XIV . II -quanto ao risco: a) quanto ao nível de segurança: de acordo com a Tabela 3 do Anexo.resfriamento. V . caracterizando-a como ocupação mista.iluminação de emergência.segurança estrutural nas edificações.elevador de segurança.controle de materiais de acabamento.gerenciamento de risco de incêndio e pânico. VII . XII . XXI – sistema fixo de gases limpos e dióxido de carbono .compartimentação vertical.saídas de emergência. e c) quanto ao pânico: de acordo com a Tabela 5 do Anexo. b) quanto à segurança contra incêndio:de acordo com a Tabela 4 do Anexo . X .brigada de incêndio. XVI .separação entre edificações (isolamento de risco).hidrante ou mangotinhos.CO2. IX . XVII . VI . XX . IV .extintores. 23.acesso de viatura até a edificação. XV . 24. As medidas de proteção contra incêndio e pânico das edificações e área de risco são as constantes abaixo: I . 15 . III . VIII .sinalização de emergência.alarme de incêndio. II .controle de fumaça. XIX .quanto à ocupação: a) de acordo com a Tabela 1 do Anexo. CAPÍTULO XI DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Art. XI . XVIII .Art. podendo conter na mesma edificação um ou mais tipos de ocupação.compartimentação horizontal.

houver manipulação ou armazenamento de produtos perigosos. As edificações e áreas de risco enquadradas conforme o art. Art. nas normas brasileiras da ABNT aplicáveis. CAPÍTULO XII DAS EXIGÊNCIAS DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Art. exceto para ocupações residenciais. Parágrafo único. às normas técnicas da ABNT. O responsável técnico poderá apresentar medidas de proteção contra incêndio e pânico diferentes das exigíveis neste Decreto. XXIII .outras especificadas em IT. no mínimo. § 1º Para a execução e implantação das medidas de proteção contra incêndio e pânico. Art. No caso do disposto no caput. 5º devem atender às exigências de sistema preventivo de acordo com o mínimo exigível. § 2º As edificações e áreas de risco deverão ainda atender à Instrução Técnica respectiva. na sua falta. conforme este Decreto. § 1º Cada medida de proteção contra incêndio e pânico. piaçava ou similares.utilizar cobertura de sapê. quando: I . deve obedecer os parâmetros estabelecidos na Instrução Técnica respectiva. evitando ou controlando o pânico. III . a comprovação é que a eficácia seja. 27. com a característica de risco baixo para pânico e incêndio.XXII .sistema de proteção contra descargas atmosféricas . 25.plano de intervenção de incêndio. constante do Capítulo XI. § 3º Será exigido sistema de controle de fumaça para edificações com altura superior a sessenta metros. poderão ser dispensadas da exigência de equipamentos de combate a incêndio. 26. na legislação específica ou nas literaturas internacionais científicas consagradas.SPDA. II . igual às também exigíveis neste Decreto. e IV . As edificações e áreas que pela sua concepção estrutural puderem ser classificadas como nível I de segurança. e XXIV . evitando ou confinando o incêndio.for provida de heliporto ou heliponto. 16 . as edificações e áreas de risco devem atender às exigências previstas nas Instruções Técnicas e. § 2º As medidas de proteção contra incêndio e pânico devem ser projetadas e executadas objetivando a preservação da vida humana.houver comercialização ou utilização de gás liqüefeito de petróleo -GLP. desde que comprovada a sua eficácia.

com as seguintes atribuições: I – discutir e apresentar sugestões quando da elaboração de Instruções Técnicas. b) Sindicato dos Hotéis. Art. Bares e Restaurantes e Similares de Belo Horizonte – SINDHORB.CAPÍTULO XIII DO CONSELHO CONSULTIVO DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DO ESTADO . 15. e) Associação Comercial de Minas – AC-MINAS. como membros convidados. submetidos à decisão do Comandante-Geral. c) Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte – CDL/BH. a que se referem os §§ 4º e 5º do art. sendo o mais moderno. incluindo intervenções e soluções excepcionais a eles relacionados.CCPCIP. que é seu Presidente. indicados dentre as dez entidades e órgão abaixo relacionados: a) Conselho Regional de Engenharia. IV – promover a integração entre as várias instituições que compõem o CCPCIP. b) o Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG. II – cinco representantes. c) um Comandante operacional de Bombeiros – COB. quando for o caso. órgão consultivo do CBMMG. 28. para a deliberação do Comandante-Geral do CBMMG. d) três Comandantes de Batalhões de Bombeiros Militar.CCPCIP Art. mediante avaliação e emissão de parecer nos recursos administrativos. e VI – opinar sobre casos omissos ou de dúvidas na aplicação deste Decreto. determinando as normas e os procedimentos de seu funcionamento. objetivando otimizar as ações do CBMMG que propiciem segurança à comunidade. Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais – CREA/MG. III – manifestar a respeito de temas e casos relacionados à prevenção e combate a incêndio e pânico. Fica instituído o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado . V – elaborar o seu regimento interno. d) Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais – FECOMÉRCIO-MG. 29. II – opinar. 17 . de último grau. O Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado será composto por onze membros da seguinte forma: I – seis representantes como membros natos: a) o Chefe do Estado Maior do CBMMG. o Secretário-Executivo.

o órgão e entidades que tenham representantes como suplentes indicarão seus representantes como titulares e assim sucessivamente a cada mandato. homologará e publicará o regimento interno aprovado pelos membros do Conselho. e será substituído em seus impedimentos eventuais pelo oficial superior mais antigo que compõe o Conselho. por meio de ato próprio. CAPÍTULO XIV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 18 . e j) Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais – SINDUSCON-MG. § 3º Para o cumprimento das atribuições previstas no art. sendo válida a maioria simples de votos. § 1º Os titulares do órgão e das entidades. § 5º A função de membro do Conselho é considerada de relevante interesse público. § 6º O Comandante-Geral do CBMMG. não lhe cabendo qualquer remuneração.MINASPETRO. O CBMMG dará o apoio logístico para o funcionamento do Conselho. 30. 28 as matérias submetidas aos membros do CCPCIP deverão ser instruídas e apresentadas com a devida fundamentação técnica e legal. para posterior votação. Art. g) Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Automotivos e Lojas de Conveniência do Estado de Minas Gerais . i) Câmara do Mercado Imobiliário – CMI. indicarão seus representantes titulares do Conselho e dos relacionados nas alíneas de f a j os representantes suplentes daqueles. e II .f) Sociedade Mineira de Engenheiros – SME. observada a seguinte regra: I – decorrido o primeiro mandato o órgão e entidades que tenham representantes como titulares indicarão seus representantes como suplentes. relacionados nas alíneas de a a e do inciso II. h) Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – FIEMG. § 2º O mandato dos membros convidados do Conselho é de dois anos. ao de qualidade. § 4º O Presidente do Conselho terá direito. além do voto comum.

que emitirá parecer ao Comandante Geral do CBMMG. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. ou por intermédio da Unidade ou da fração da circunscrição onde a edificação ou área de risco estiver localizada.805. 218º da Inconfidência Mineira e 185º da Independência do Brasil. que emitirá parecer para decisão do dirigente daquela Diretoria.Art. acompanhado de Anotação de Responsabilidade Técnica – ART. aos 31 de março de 2006. não previstos neste Decreto. 31. o responsável técnico deverá encaminhar laudo circunstanciado. de 19 de dezembro de 2001. serão analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG e submetidos à apreciação do Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais –CCPCIP. propondo soluções alternativas. 32. as quais serão analisadas pelo Corpo Técnico do CBMMG. Na impossibilidade técnica de cumprimento das exigências deste Decreto. Os casos omissos ou os especiais. Art. Parágrafo único. Fica revogado o Decreto nº 43. Art. 33. 19 . diretamente à Diretoria de Atividades Técnicas do CBMMG. em Belo Horizonte. Palácio da Liberdade.

Laboratórios de análises clínicas sem internação. Hotéis. de cultura estrangeira. artigos de metal. 20 . segundo e terceiro graus. jardins-de-infância. carga de incêndio mercados e outros. Centro de profissional Pré-escola Escola para deficiências portadores treinamento Escolas profissionais em geral. Edifícios de lojas de departamentos. escolas maternais. Edifícios de apartamento em geral. sem acompanhamento médico. de Escolas para excepcionais. escolas religiosas e assemelhados. internatos. dança. supermercados em geral. Centro de compras Centro de compras em geral (shopping centers). futebol e outros que não estejam incluídos em F-3). Escolas de artes e artesanato. magazines. Capacidade máxima de 16 leitos. Escola em geral cursos supletivos e pré-universitários e assemelhados. musculação e outros) Espaço para cultura física esportes coletivos (tênis. Comércio com média e alta galerias comerciais. cabeleireiros. deficientes visuais e auditivos e assemelhados. Pensionatos. residências geriátricas. Comercial C-2 C-3 D-1 Escritórios administrativos ou técnicos. D Serviço profissional D-2 D-3 D-4 E-1 E-2 E-3 E Educacional e cultura física E-4 E-5 E-6 Lavanderias. reparação e Serviço de reparação (exceto os manutenção de aparelhos eletrodomésticos. fotográficos e assemelhados. classificados em G-4) chaveiros. conventos. Creches. instituições Local para prestação de serviço financeiras (que não estejam incluídas em D-2). pintura de letreiros e outros.ANEXO TABELA 1 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À OCUPAÇÃO Grupo Ocupação/Uso Divisão A-1 A-2 Descrição Habitação unifamiliar Habitação multifamiliar Exemplos Casas térreas ou assobradadas (isoladas e não isoladas) e condomínios horizontais. casas de cômodos e divisão A3 com mais de 16 leitos. pensões. centros negócios profissionais e assemelhados. pousadas. hotéis residenciais) e assemelhados. Escolas de primeiro. profissional ou condução de repartições públicas. louças. Hotéis e assemelhados com cozinha própria nos apartamentos (incluem-se apart-hotéis. motéis. de Escola especial cultura geral. Locais de ensino e/ou práticas de artes marciais. A Residencial A-3 Habitação coletiva B-1 B Serviço de Hospedagem B-2 Hotel e assemelhado Hotel residencial C-1 C Comércio com baixa carga de Armarinhos. mosteiros. de línguas. Laboratório laboratórios químicos. ginásticas (artística. sauna. assistência técnica. Agência bancária Agências bancárias e assemelhadas. artigos incêndio hospitalares e outros. alojamentos. hospedarias. e assemelhados. casas de fisioterapia e assemelhados. albergues.

refeitórios. assemelhados. clubes sociais. transbordo em geral e assemelhados. Hangares. postos de saúde e puericultura e assemelhados com internação. público e sem abastecimento. heliponto. de combustível. Hospital veterinário. bares. Teatros em geral. álcool. carga e coletivos. necrotérios. Estações rodoferroviárias e lacustre. mesquitas. aeroportos. bibliotecas e assemelhados. cinemas. Construção provisória. orfanatos. Oficinas de conserto de veículos. Hospital e assemelhado. Abrigos para abastecimento. H-3 21 . ambulatórios e postos de atendimento de urgência. auditórios Arte cênica. (sem recauchutagem). com abastecimento. Local religioso e velório. Local para refeição. Auditórios em geral. Edificações permanentes. Estação e terminal de metrô. clínicas com internação. e F-7 F-8 F-9 Jardim zoológico. Boates. cafés. retificadoras de motores. de Salões e salas de exposição de objetos e e animais. arenas em geral. palcos sem F-11 G-1 G-2 G-3 G Serviço automotivo E Assemelhados Auditórios. Recreação pública. Local dotado de abastecimento Postos de abastecimento e serviço. óperas. Restaurantes. sinagogas. Garagem sem acesso de Garagens automáticas. reformatórios. Garagem com acesso de Garagens coletivas sem automação. salões de baile.F-1 Local onde há objeto de valor Museus. rodeios. show-room. templos. crematórios. Centro esportivo e de exibição. público e sem abastecimento. de estúdios de rádio e televisão e assemelhados. sambódromos. Clubes sociais e Diversão. Oficinas de veículos de manutenção e reparos. boliche e casa de show e assemelhados. casa de saúde. abrigos geriátricos. Todos sem celas. históricos. borracharia Serviço de conservação. Circos. cantinas e assemelhados. capelas. cemitérios. e assemelhados. aeronaves com ou sem G-4 G-5 G-6 H-1 Garagem sem acesso de Garagem de veículos de carga e coletivos. planetários. público. feiras em geral e assemelhados. tratamento de cuidados especiais por dependentes de drogas. aquários. lanchonetes. estações de passageiro. ginásios e piscinas com arquibancadas. centro de documentos inestimável. Edificações permanentes objetos F-10 Exposição animais. bilhares. F-2 F-3 F-4 F Local de Reunião de Público F-5 F-6 Igrejas. máquinas agrícolas e rodoviárias. com movimentação de cenários. prontos-socorros. Hospitais. autódromos. galerias de arte. pista de patinação e assemelhados. E limitações físicas ou mentais. hospitais Locais onde pessoas requerem psiquiátricos. Hospitais. Estádios. portos. parques recreativos assemelhados. restaurantes dançantes. clínicas veterinárias (inclui-se alojamento com ou sem adestramento) H Serviço de saúde e institucional H-2 Asilos. salas de funerais e assemelhados.

Depósitos de incombustível. unidades de Clínicas médicas. detenção. H Serviço de saúde e institucional H-5 H-6 I-1 I Indústria I-2 I-3 Fabricação de explosivos. destilarias. ambulatórios e assemelhados. alimentos marcenarias. Depósito de material explosivo. metais. suco de frutas. delegacias. ferramentas. armas. Depósitos com carga de incêndio até 300MJ/m2 Depósitos com carga de incêndio acima de 300 2 até 1. jóias. M-3 22 . penitenciárias. edificações Judiciário. Locais com carga de materiais oxidantes.200MJ/m Depósitos onde a carga de incêndio ultrapassa a 1. L-1 L Explosivos Comércio. sabão. atividades industriais Locais onde há alto risco de que envolvam líquidos e gases inflamáveis. Todos com celas. serralheria. armazenamento e distribuição de líquidos ou gases combustíveis e inflamáveis. automóveis. centros de comunicação. Legislativo e Repartição pública. areias.H-4 Edificações do Executivo. tais como fábricas em geral. móveis. centrais das forças armadas e policiais. artigos de metal. destinados a transporte de passageiros ou cargas diversas. louças.200MJ/m Atividades que manipulam materiais com baixo risco de incêndio. aparelhos de rádio e som. incêndio. ceras. Indústria de material explosivo. M-1 Túnel. gesso. borracha e assemelhados. postos policiais e assemelhados. de distribuição de energia e central de Processamentos de dados. elevadores de grãos. Locais com carga de incêndio acima de 2 300 até 1. material Edificações sem processo industrial que armazenam tijolos. refinarias. Comércio em geral de fogos de artifício e assemelhados. Tanques ou Parque de Tanques. J-1 J-2 J Depósito J-3 Todo tipo de Depósito. instrumentos musicais.200MJ/m² espuma sintética. esculturas de pedra. Local onde a liberdade das reformatórios. pedras. Túnel rodoferroviário e lacustre. J-4 Todo tipo de Depósito. metais e outros materiais incombustíveis. cimentos. tintas. manicômios. fotogravuras. tribunais. presídios) e instituições assemelhadas. Hospitais psiquiátricos. bebidas destiladas. relógios. odontológicas hemodiálise. incêndio superior a 1. onde os processos não envolvem a utilização intensiva de materiais combustíveis (aço. cartórios. Clínicas médicas em geral. e veterinárias. prisões em geral (casa de pessoas sofre restrições. Atividades que manipulam materiais com médio risco de incêndio. Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam baixo potencial de incêndio. M Especial M-2 Edificação destinada a produção. máquinas). fábricas de caixas e assemelhados. manipulação. Depósito. de polícia. Locais com carga de incêndio até 2 300MJ/m Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam médio potencial de incêndio. Central de energia.200MJ/m². Todo tipo de Depósito. comunicação e Central telefônica. centrais de transmissão. Todos sem internação. quartéis. L-2 L-3 Indústria. tais como: artigos de vidro.

M-6 Terra selvagem.00 m 12. parque floresta. inexistentes ou sem condições de uso ou em condições precárias de uso. Locais em construção ou demolição.00 m TABELA 3 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO AO NÍVEL DE SEGURANÇA Nível de Segurança Risco ao Pânico Risco a Segurança Contra Incêndio/Carga Incêndio Baixo Fator de Risco (FR) 0 1 2 3 4 5 6 7 8 I Baixo Médio Alto Baixo II Médio Médio Alto Baixo III Alto Médio Alto IV Ausência de medidas de prevenção ao pânico.00 m < H ≤ 30. M-7 Pátio de Containers. sistemas ou equipamentos de combate a incêndio. Propriedade destinada ao processamento.00 m 30. TABELA 2 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES QUANTO À ALTURA Tipo I II III IV Denominação Edificação Baixa Edificação de Média Altura Edificação Mediamente Alta Edificação Alta Altura H ≤ 12. Processamento de lixo.M-4 Especial M M-5 Propriedade em transformação. reciclagem ou armazenamento de material recusado/descartado. 23 . Área aberta destinada a armazenamento de containers. Floresta reserva ecológica.00 m Acima de 54.00 m < H ≤ 54. onde estes se fizerem necessários.

etc. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio. de acordo com a norma NBR7500 da ABNT. c) todas as substâncias das classes 1. este será sempre confinado ao seu ponto de origem. Edificação ou área de risco que não possui compartimentação.TABELA 4 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO A SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO NA EDIFICAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Risco Descrição das condições de segurança contra incêndio Edificação ou área de risco com carga incêndio até 300MJ/m 2 e possuir compartimentação. quando exigido nas Tabelas 7 a 8A deste Decreto. permitindo em caso de incêndio.1 da classificação de risco da Organização das Nações Unidas (ONU). b) líquidos combustíveis e inflamáveis e gases inflamáveis. 4 e 5 e subclasse 2. d) edificações com carga incëndio superior a 1200MJ/m 2 24 . quando exigido nas Tabelas 7 a 8A deste Decreto. b) existência de sistemas preventivos eficientes que assegurem condições mínimas de segurança para a evacuação da população máxima prevista. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio. Alto . 3. Neste caso é imperativo a existência dos seguintes dispositivos que permitem a evacuação dos usuários em segurança para o exterior da edificação ou área de risco: a) áreas de refúgio e/ou rotas seguras de fuga. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio. este será sempre confinado ao seu ponto de origem. assegurando que na possibilidade da ocorrência de incêndio. em qualquer quantidade. assegurando que na possibilidade da ocorrência de incêndio.Incluem-se nesta categoria os locais destinados a armazenamento e/ou comércio de: a) explosivos e/ou fogos de artifício. Baixo Médio 2 Edificação ou área de risco com carga incêndio acima de 300 até 1200MJ/m e possuir compartimentação. a possibilidade de propagação deste para outras divisões e/ou níveis.

Locais onde o adensamento populacional seja igual ou maior que 2 pessoas por 1.0 m e menor que 2 pessoas por 1. c) sistema de exaustão de fumaça. b) guarda corpo em ambos os lados. B A I X O Corredor a) Sinalização de emergência.TABELA 5 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO AO PÂNICO Risco Ambientes da Edificação ou área de risco Medidas de prevenção ao pânico de acordo com as normas a) Piso em condições antiderrapante. 2 Adensamento populacional até 1 pessoa por 2. b) barra antipânico. g) antecâmaras. halls. Portas a) Abrindo no sentido de fuga. 25 . f) dutos de Ventilação e entrada de ar. escadas e corredores com largura inferior ao estabelecido em norma. mas não foram respeitados. ainda oferecem um dos seguintes ambientes: A L T O Rampas.0 m . Locais que mesmo possuindo medidas de segurança contra incêndio e pânico.0 m no local de maior concentração. Sistema de exaustão de fumaça.0 m 2 Rampa. Corredores com comprimento superior aos definidos em norma para uma ou mais saída. M É D I O 2 2 Locais onde o adensamento populacional seja maior que 1 pessoa por 2. d) sinalização de emergência. e) iluminação de emergência. Ambientes de aceso ao público sem ventilação. foyer. corredor e demais ambientes de acesso ao público apresentam piso em condições escorregadias. abafados e propícios a esfumaçamentos. Locais onde um ou mais itens da condição para risco baixo são obrigatórios. Átrios. b) iluminação de emergência. Escadas e Rampas c) corrimão em ambos os lados.

2 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços. C – os subsolos das edificações devem ser compartimentados com PCF P-90 em relação aos demais pisos contíguos.F8 e F11 X X H IeJ H1. F6. 3º). ver tabelas específicas. Incêndio D.TABELA 6 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO À CARGA INCÊNDIO Risco Carga Incêndio (MJ/ m2) Baixo Até 300 Médio Acima de 300 até 1200 Alto Acima de 1200 TABELA 7 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 750 m E ALTURA INFERIOR OU IGUAL A 12. A3.00 m 2 F Medidas de Segurança Contra A2. B – a Divisão L1 (Explosivos) está limitada a edificação térrea até 100m2 (observar Instrução Técnica especifica). será exigido sistema de hidrante ou mangotinho e as medidas de segurança contra incêndio estabelecidas na Tabela 7. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. H4 e H6 H2 e H3 H5 L L1 Controle de Acabamento Materiais de - - - X - X Saídas de Emergência X X1 X X X2 X X X1 X X X3 X X X1 X X X1 X X X1 X X X1 X X X1 X X X4 X Sinalização de Emergência Extintores NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 6m. E e G B C F2. G – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. será igual ou menor à 1200 m2 . F3. 3º). F4. E – quando a área da edificação de uso/ocupação residencial (classificação A) estiver compreendida entre 750m e 1200m e a 2 2 altura for superior a 12 metros. a área considerada para fins de exigências previstas na Tabela 7. F1 e F5 F7. D – para as edificações de uso/ocupação residencial (classificação A). 3 – para edificação com lotação superior a 50 pessoas ou altura superior a 6m. 26 . F – para as divisões L2 e L3. e 4 – luminárias à prova de explosão. NOTAS GENÉRICAS: A – para a divisão M.

TABELA 7 A EDIFICAÇÕES DO GRUPO A COM ÁREA SUPERIOR A 1200 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos GRUPO A – RESIDENCIAL A-2 – A-3 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X1 X X X X X 12 < H ≤ 30 X1 30 < H ≤ 54 X1 X X X X X X X X Acima de 54 X1 X X X X X X X X X X x X X X X X NOTA ESPECÍFICA: 1 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. 27 . não será computado para a altura da edificação. Exigido para o portão de acesso ao condomínio. NOTAS GENÉRICAS: A – o pavimento superior da unidade duplex do último piso.

NOTA GENÉRICA: A _ a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos.TABELA 7 B EDIFICAÇÕES DO GRUPO B COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio GRUPO B – SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM B-1 e B-2 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X6 - 12 < H ≤ 30 X6 X X1 X2 X X X X3 X5 X X X - 30 < H ≤ 54 X6 X X1 X2 X X X X X3 X X5 X X X X Acima de 54 X6 X X1 X2 X X X X X3 X X5 X X X X Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X3 - X5 X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. Exigido para o portão de acesso ao condomínio. 3º). exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 5 – os acionadores manuais devem ser instalados nos corredores. 3º). 4– os detectores de incêndio devem ser instalados em todos os quartos. 28 . 3 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviço. e 6 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.

8 – quando a edificação possuir área total construída igual e/ou superior a 2.000m². H ≤ 12 X7 X² X X6 X8 X X X X X 9 12 < H ≤ 30 X7 X X² X 3 30 < H ≤ 54 X7 X X2 X3 X X X6 X X X5 X X X X¹ X X9 Acima de 54 X7 X X2 X3 X X X6 X X X X X X X¹ X X9 X X X6 X X X5 X X X X¹ X9 2 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. Exigido para o portão de acesso ao condomínio comercial. 4 – somente para edificações acima de 60m. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 6 – somente para edificações de divisão C-3 (Shopping centers). 29 . C-2 e C-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – obrigatório o uso de hidrantes.TABELA 7 C EDIFICAÇÕES DO GRUPO C COM ÁREA SUPERIOR A 750 m 2 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO C – COMERCIAL C-1. 3º). 7 – recomendado para as vias de acesso e faixa de estacionamento. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 9 – somente para edificações C2 e C3 NOTA GENÉRICA: A _ a área a ser considerada para definição de exigências é a área total da edificação mais a área utilizável (item X e XV do Art. 5 – somente quando houver áreas de depósitos superiores a 750m². 3º).

30 . podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 5 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 4 – somente para edificações acima de 60m. 3º). exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 7 – somente para D2 e D4. e 6 – obrigatório o uso de hidrantes. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 3º).TABELA 7 D EDIFICAÇÕES DO GRUPO D COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 2 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. X X X X X X7 X5 12 < H ≤ 30 X5 X X1 X3 X X X X X X X X 6 2 GRUPO D – SERVIÇOS PROFISSIONAIS D-1 = D-2 = D-3 = D-4 Classificação quanto à altura (em metros) 30 < H ≤ 54 X5 X X1 X3 X X X X X X X X 6 Acima de 54 X5 X X2 X3 X X X4 X X X 1 X X X X 6 X7 X X7 X X 4 X7 NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.

31 . podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º). e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 5 – somente para E 1. 3º). 2 – poderá ser substituído por controle de fumaça e chuveiros automáticos.TABELA 7 E EDIFICAÇÕES DO GRUPO E COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso 2 GRUPO E – EDUCACIONAL E CULTURAL E-1 = E-2 = E-3 = E-4 = E-5 = E-6 Classificação quanto à altura (em metros) Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação X3 - X3 X3 X3 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X1 X X X X X X X X X5 X X1 X X X X X X X X X 4 X X2 X X X X X X X X X4 X X5 - X - X X X X X X 5 X X5 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. NOTAS GENÉRICAS: A – os locais destinados a laboratórios devem ter proteção em função dos produtos utilizados. 4 – obrigatório o uso de hidrantes.

exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. F-2 e F-11 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso 2 GRUPO F – LOCAL DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-1 Classificação quanto à altura (em H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ Acima de 54 54 Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio F-2 e F-11 Classificação quanto à altura H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ Acima de 54 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Detecção de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: X3 X X4 X X X X X X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X3 X X4 X X X X X X6 X3 X X X X4 X X X X X X X6 X3 X X1 X X X4 X X X X X X5 X X6 X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X6 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 5 – obrigatório o uso de hidrantes. 6 – somente F1 e F2 NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 4 – somente para locais com público acima de 1000 (hum mil) pessoas. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-1 .TABELA 7 F. 2 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos quando houver aberturas entre pavimentos. 3º). 32 . 3º).

B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 4 – somente para locais com público acima de 1000 pessoas. 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 5 – os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo (Fica vedada a instalação dos equipamentos em arquibancadas e áreas de circulação de expectadores). NOTAS GENÉRICAS: A – os locais de comércio ou atividades distintas das divisões F3 e F4 terão as medidas de proteção conforme suas respectivas ocupações.TABELA 7 F. 7– somente F3. 33 . 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-3. F-9 E F-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 2 GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-3 = F-9 Classificação quanto à altura (em metros) F-4 Classificação Quanto à altura (em metros) Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X3 X X X X X X5 X5 X7 X3 X X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X1 X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X1 X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X - X3 X X1 X X X4 X X X X X X6 - X3 X X1 X X X4 X X X X X X X6 X - X3 X X1 X X X4 X X X X X X X6 X - X X X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 2 – somente para a divisão F-3. 6 – obrigatório o uso de hidrantes. 3º).

6 _ somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 500 pessoas NOTAS GENÉRICAS: A – nos locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas é obrigatória a comunicação ao público da localização das saídas de emergência. 34 . podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça. F-6 E F-8 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio 2 GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-5 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 F-6 e F-8 Classificação Quanto à altura (em metros) Acima de 54 Acima H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X X X X X X6 X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X5 X X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X5 X X4 X X X X X3 X X X X X X X5 X X4 X - X4 X X¹ - X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X X X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X X X X X3 X X - X X X X X X X X X6 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio.TABELA 7 F. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3º). detecção de incêndio e chuveiros automáticos. bem como dos sistemas de segurança contra incêndio existentes no local. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque.3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-5. 3 – somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas. 3º). 5 _ obrigatório o uso de hidrantes. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.

NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 5 – obrigatório o uso de hidrantes. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 4 – somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas. 3º).4 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-7 E F-10 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-7 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 F-10 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 3 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X X4 X X X X - X - X3 X X 1 X3 X X1 X2 X X X4 X X X X X X5 X X3 X X1 X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X4 - X2 X X X4 X X X X X X5 - x X X X - NOTAS ESPECÍFÍCAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 35 . 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque.TABELA 7 F.

4 – somente para edificações classificadas em G2. 5 – obrigatório o uso de hidrante. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. por pavimento. 2 – deve haver pelo menos um acionador manual. 36 . e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. no máximo a 10 m da saída de emergência. 3º). NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. 3º).1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-1 E G-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X X X 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-1 e G-2 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X 3 12 < H ≤ 30 X3 X X X4 X2 X X X - 30 < H ≤ 54 X3 X X1 X X X X4 X2 X X X5 X Acima de 54 X3 X X1 X X X X4 X2 X X X5 X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.TABELA 7 G.

5 – o sistema de hidrantes deverá ter características especiais para combate a incêndio em líquidos inflamáveis. 3º). 3º). 3 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável” (item X e XV do Art. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-3.TABELA 7 G. no máximo 5 m da saída de emergência. por pavimento. 37 . 6 – obrigatório o uso de hidrantes. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 2 – deverá haver pelo menos um acionador manual. G-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-3 Classificação quanto à altura (em G-4 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança contra Incêndio metros) H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X4 X X X2 X X X5 X X4 X X X4 X X1 X3 X X X X X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X6 X - X4 X X1 X3 X X X X X X2 X X X6 X - X2 X X X - X2 X X X6 - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.

G-6 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-5 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 G-6 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X2 X X X5 - X4 X X X X X X X2 X X X5 - X4 X X X X X X X X2 X X X5 X X4 X X X X X X X X2 X X X5 X X4 X X X2 X X X5 - X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X5 - X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X5 X X4 X X1 X3 X X X X X X2 X X X5 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 3º).podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 5 – o sistema de hidrantes deverá ter características especiais para combate a incêndio em líquidos inflamáveis. complementada pelas exigências específicas do Ministério da Aeronáutica. por pavimento. 3º). NOTAS GENÉRICAS: A – Para ocupação da divisão G5. no máximo 5 m da saída de emergência. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. aplica-se a tabela acima. 2 – deverá haver pelo menos um acionador manual. 38 .TABELA 7 G. 3 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-5.

1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-1 E H-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m 2 Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-1 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H-2 Classificação quanto à altura (em metros) Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação X4 X4 X4 X4 X4 X4 X4 X4 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X X2 X X X - X X X X X X2 X X X - X X3 X X X X X2 X X X - X X X X X X X X2 X X X5 X - X X X X X X X X X3 X X X X X X X X1 X2 X X X5 X X X X X X X X1 X2 X X X X X X X X X X1 X2 X X X5 X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – os detectores deverão ser instalados em todos os quartos. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 5 – obrigatório o uso de hidrantes NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3º). e 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 2 – acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores.TABELA 7 H. 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 39 .

3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.TABELA 7H. 40 . 4 – obrigatório o uso de hidrante. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3º). NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 3 – Recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-3 E H-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-3 Classificação quanto à altura (em metros) H-4 Classificação Quanto à altura (em metros) Acima de 54 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural Contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Plano de Intervenção de Incêndio Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X3 X X X X X - X3 X X X X X X X X1 X X X - X3 X X X2 X X X X X X1 X X X4 X X3 X X X X X X X X X1 X X X4 X X3 X X3 X X X X X X X3 X X X2 X X X X X X X X X4 X - X3 X X X X X X X X X X X X4 X - X X X X - X X X X X - x X x x NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – acionadores manuais serão obrigatório nos corredores.

etc. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 5 – obrigatório o uso de hidrante. os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 2 – caso haja internação em um número maior de 20 leitos na Divisão H-6 (clínica). 3º).TABELA 7H. a edificação será enquadrada como H-3. 3º). Penitenciárias.3 ESPECIFICACOES DE DIVISAO H-5E H-6 COM AREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL Divisão H-5 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H-6 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X X X1 X1 - X4 X X X X X X X X4 X X X X X X X X1 X1 - X4 X X X X X X X X4 X - X4 X X X - X4 X X4 X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X - X X X X X - X1 X1 - X1 X1 - X5 - X5 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – para a Divisão H-5. (Fica vedado a instalação dos equipamentos em áreas onde os detentos tenham acesso. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. Presídios. 41 . nas prisões em geral (Casas de Detenção. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.).

2 . NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.obrigatório o uso de hidrante. 3 .1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-1 E I-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e Uso GRUPO I – INDUSTRIAL I-1 Classificação quanto à altura (em metros) I-2 Classificação quanto à altura (em metros) Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X2 X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X3 - X2 X X1 X X X X X X X X X X3 X X2 X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X3 - X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. Exigido para o portão de acesso ao condomínio industrial. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.TABELA 7 I. 42 . 3º). 3º).recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.

e 2 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.TABELA 7 I. 3 – obrigatório o uso de hidrantes. 3º). 3º). 43 . Exigido para o portão de acesso ao condomínio industrial.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-3 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) GRUPO I – INDUSTRIAL I-3 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X2 X X1 X X X X X X X X X3 12 < H ≤ 30 X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X 30 < H ≤ 54 X2 X X X X X X X X X X X X X3 X Acima de 54 X2 X X X X X X X X X X X X X X3 X X x x x NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. NOTAS GENÉRICAS: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.

3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque 4 – obrigatório o uso de hidrantes NOTAS GENÉRICAS: A – para as edificações de uso/ocupação depósito de materiais incombustíveis(J1). 44 . 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 2 – somente para shafts e dutos de instalações e fachadas. a área considerada será superior a 1000m². 3º).TABELA 7 J. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-1 E J-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão J-1 Classificação quanto à altura (em metros) GRUPO J – DEPÓSITO J-2 Classificação Quanto à altura (em Metros) Acima de 54 2 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acesso de Viaturas na edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X 3 X3 X X X X X X X - X3 X X2 X X X X X X X X4 - X3 X X2 X X X X X X X X4 - X3 X X X X X - X3 X X X X X X X X X4 - X3 X X1 X2 X X X X X X X X4 - X3 X X1 X2 X X X X X X X X X4 X X X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.

2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-3 E J-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão J-3 Classificação quanto à altura (em metros) GRUPO J – DEPÓSITO J-4 Classificação quanto à altura (em metros) 2 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X2 X3 X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X - X2 X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X3 X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X X4 - X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 2 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3 – Somente se a área total for superior a 1500 m². podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 45 . 4 – obrigatório o uso de hidrantes NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3º).TABELA 7 J . 3º).

Vide Tabela 7 B – divisões L2 e L3.TABELA 7 L-1 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio GRUPO L – EXPLOSIVOS L-1 (COMÉRCIO) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H≤6 6 < H ≤ 12 NOTA GENÉRICA: A – será permitida somente edificação com área até 100 m² . 46 . somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico.

detector de incêndio). 47 .TABELA 7 M. 2 – a brigada de incêndio deve ser pessoal treinado da companhia de tráfego ou administradora da via. com guarda-corpo em ambos os lados) com largura mínima de 1.00m. e B – os túneis com extensão superior a 1000m devem ser submetidos à análise em Corpo Técnico.1 EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-1 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-1 TÚNEL Extensão em metros (m) Medidas de Segurança contra Incêndio Até 200 Segurança estrutural nas edificações Saídas de emergência nas edificações Controle de fumaça em espaços comuns e amplos Plano de Intervenção de incêndio Brigada de Incêndio Sistema de Iluminação de Emergência Sistema de Comunicação Sistema Circuito de TV Sistema de proteção por extintores Sistema de hidrantes e de mangotinhos X X1 De 200 à 500 X X1 X X X2 X X X De 500 à 1000 X X1 X3 X X2 X X X X Acima de 1000 X X1 X3 X X2 X X X X X4 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – considerar saídas como sendo passarelas laterais (corredores de circulação. além das exigências acima. 3 – deve ser ligado a sistema automático de acionamento (ex. 4 – obrigatório o uso de hidrante NOTAS GENÉRICAS: A – todos os túneis em paralelo devem ter interligação conforme Instrução Técnica de “Proteção Contra Incêndio em Túnel”.

240kg Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Resfriamento Espuma SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: X4 X X X - X4 X X X X X X X X2 X4 X X X X X X X 1.TABELA 7 M.2 EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-2 (QUALQUER ÁREA E ALTURA) Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-2 – Líquidos e gases combustíveis e Inflamáveis(volume total) Tanques ou cilindros Medidas de Segurança Contra Incêndio Líquidos até 20 m³ ou gases até 6. 48 . 5 – poderá ser substituído por chuveiros automáticos. 3 – luminárias à prova de explosão.3 X4 X X X X X X X X3 X X X X X X5 X2 - X X - X6 X6 1 – somente quando a área construída for superior a 750 m². e 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 6 – somente tanques ou parque de tanques NOTA GENÉRICA: A – deverão ser verificadas as exigências quanto ao armazenamento constantes das IT específica. conforme exigências da IT específica.240kg 3 Produtos acondicionados Líquidos acima Líquidos até 20 3 3 m ou gases até de 20 m ou gases 6. 2 – somente para líquidos inflamáveis.240kg acima de 6.240kg Líquidos acima de 20 m ou gases acima de 6.

TABELA 7M.3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-3 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-3 – Centrais de Comunicação e Energia Classificação Quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação X2 12 < H ≤ 30 X2 30 < H ≤ 54 X2 Acima de 54 X2 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X X X X X3 X X X X X X X X X X X X3 X1 X X X X X X X X X X X X X X3 X1 X X X X X X X X X X X X X X3 X1 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1. através de supressão total do ambiente. 3 . e 2 .dispensada em centrais de distribuição ou transmissão de energia elétrica.recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. NOTA GENÉRICA: A . 49 .o sistema de chuveiros automáticos para a divisão M-3 pode ser substituído por sistema de gases.para as centrais de distribuição ou transmissão de energia elétrica deve-se observar também os critérios da IT especifica.

M-6 E M-7 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-4 . quando houver edificação (construção) com área superior a 750m². M-5. o processo deve ser analisado pelo Corpo Técnico.M-5 .M-6 e M-7 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores X X X X 12 < H ≤ 30 X X X X 30 < H ≤ 54 X X X X Acima de 54 X X X X NOTA GENÉRICA: 1 – nas divisões M-5.TABELA 7 M.4 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-4. M-6 e M-7. 50 .

51 . H3. E Para as edificações do grupo G área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. B EeG C F2. 5º. 7 . F3. 3º). 3º). exclusivamente. guarda-corpo e corrimão. 4 – para edificação com lotação superior a 100 pessoas ou altura superior a 12m. 6 – luminárias à prova de explosão. terão exigências definidas conforme Tabela 8A B – esta tabela aplica-se.TABELA 8 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES EXISTENTES COM ÁREA SUPERIOR A 1200m² OU ALTURA SUPERIOR A 12m F Medidas de Segurança contra Incêndio A. D. C – para as divisões L2 e L3. F1 e F5 F8 e F11 X H IeJ H1. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. D – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. (Fica vedado a instalação dos equipamentos em áreas onde os internos tenham acesso). 3 . H2 e H5 H4 e H6 X1 X5 X1 X1 X5 L L1 Alarme de incêndio X7 X5 X1 X1 X1 X1 X5 X5 X Brigada de incêndio X5 X X5 X5 X 5 Saídas de Emergência X Iluminação de Emergência X X1 X X - X X X X X X1 X X - X X1 X3 X - X X1 X X X3 X6 Sinalização de Emergência Hidrantes e Mangotinhos Extintores Chuveiros automáticos X1 X1 X X X X X X X X3 X X X X3 X X X X4 X3 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 12 m ou área superior a 2000m². §1º deste Decreto. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico.somente para edificações com altura superior a 54 m ou com áreas classificadas em risco alto.os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo. NOTAS GENÉRICAS: A – as edificações existentes que não se enquadrarem nesta Tabela. F6. desde que não se modifique a ocupação da edificação. 3º). conforme previsto no art. entretanto sem projeto aprovado pelo CBMMG. às edificações existentes. F4. 2 .somente para as edificações com altura superior a 30 m. 5– a adaptação a ser feita em escadas e rampas diz respeito a pisos. e será exigida somente nas rotas de fuga (escadas destinadas a uso restrito estão isentas).

F3. F1 e F5 H1. D – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. E e G B C H IeJ H5 X X X1 X X X1 X L L1 X X X4 X F2. 52 . F6.00 m F Medidas Incêndio de Segurança contra A2. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º).TABELA 8A 2 EXIGÊNCIAS PARA AS EDIFICAÇÕES EXISTENTES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 1200 m E ALTURA INFERIOR OU IGUAL A 12. 3 – para edificação com lotação superior a 50 pessoas ou altura superior a 6m.F8 e F11 X X X X X3 X X X X1 X X X1 X X X1 X Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Sinalização de Emergência Extintores X X1 X X2 X1 X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 6m. B .os subsolos das edificações devem ser compartimentados com PCF P-90 em relação aos demais pisos contíguos. D.a Divisão L1 (Explosivos) está limitada a edificação térrea até 100 m (observar Instrução Técnica especifica).Para as edificações do grupo G área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. 2 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços. e 4 – luminárias à prova de explosão. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. H4 e H6 H2 e H3 F7. F4. E. 3º). NOTAS GENÉRICAS: 2 A . 3º). C – para as divisões L2 e L3. A3.

. em seu nome. desenvolverá as seguintes ações: I análise e aprovação do sistema de prevenção e combate a incêndio e pânico. III estabelecimento de normas técnicas relativas à segurança das pessoas e seus bens contra incêndio ou qualquer tipo de catástrofe. sanciono a seguinte Lei: Art.LEI 14130/ 2001 DISPÕE SOBRE A PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO NO ESTADO DE MINAS GERAIS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. os edifícios ou residenciais. § 2º Sessenta dias após a formalização da advertência escrita. II planejamento. de 13 de dezembro de 1999. 2º Para os fins do artigo 1º. para os fins desta lei. 4º A inobservância do disposto no artigo 3º desta Lei sujeita o infrator às seguintes sanções administrativas: I advertência escrita. alterar-lhes as características. 1º A prevenção e o combate a incêndio e pânico em edificação ou espaço destinado a uso coletivo no Estado serão feitos com a observância do disposto nesta lei. Parágrafo único Consideram-se edificação ou espaço destinado a uso coletivo.deixar de instalar os instrumentos preventivos especificados em norma técnica regulamentar ou instalá-los em desacordo com as especificações do projeto de prevenção contra incêndio e pânico ou com as normas técnicas regulamentares. valores que serão corrigidos aplicada multa de R$100. industriais ou de prestação de serviços e os prédios de apartamentos I . destruí-los ou substituí-los por outros que não atendam às exigências legais e regulamentares.000. III interdição. coordenação e execução das atividades de vistoria de prevenção a incêndio e pânico nos locais de que trata esta lei. constatado o descumprimento desta lei ou de norma técnica regulamentar. II . removê-los. decretou e eu. o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais CBMMG. persistindo a conduta infracional. II multa. 3º da Lei Complementar nº 54. ocultá-los. § 1º A advertência escrita será aplicada na primeira vistoria. Art.não fazer a manutenção adequada dos instrumentos a que se refere o inciso I. será (cem reais) a R$3.00 (três mil reais). O Povo do Estado de Minas Gerais.00 monetariamente de acordo com índice oficial. por seus representantes. inutilizá-los. 3º Constituem infrações sujeitas a sanção administrativa: espaços comerciais. Art. no exercício da competência que lhe é atribuída no inciso I do art. Art. IV aplicação de sanções administrativas nos casos previstos em lei.

Parágrafo único As especificações técnicas do cadastro a que se refere o “caput” deste artigo serão definidas pelo CBMMG. emitido pelo CBMMG. em evento público realizado no Estado. 8º – Fica proibido ao militar da ativa ser proprietário ou consultor de empresa de projeto. Art. manutenção e conservação de aparelhos de prevenção contra incêndio e pânico utilizados em edificação de uso coletivo deverá cadastrar-se no CBMMG para o exercício dessas atividades. 12 Revogam-se as disposições em contrário.Serão aplicadas ao infrator do disposto neste artigo as penalidades previstas em lei. em Belo Horizonte. no que couber. 7º A pessoa física ou jurídica responsável pela comercialização. 11 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. às edificações e espaços destinados ao uso coletivo já existentes na data de sua publicação. Art.É obrigatória a presença de responsável técnico. comercialização. 9º Esta Lei estende-se. instalação.Será afixado na parte externa da edificação ou do espaço destinado a uso coletivo referidos no parágrafo único do art. 10 O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de sessenta dias contados da data de sua publicação. Itamar Franco . Art. Art. sob pena de interdição imediata do estabelecimento. 1º o laudo de vistoria e liberação para seu funcionamento. aos 19 de dezembro de 2001. nova multa será aplicada em dobro e cumulativamente. § 4º A pena de interdição será aplicada quando houver risco iminente de incêndio ou pânico. Art. Art. instalação. 5º . 6º . Art. manutenção e conservação nas áreas de prevenção e combate a incêndio e pânico. Palácio da Liberdade.Governador do Estado .§ 3º Persistindo a infração. Art. Parágrafo único . na forma estabelecida em regulamento pelo CBMMG.

.IT – 01 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXOS A – Cartão de identificação do Projeto Técnico B – Formulário de Segurança Contra Incêndio C – Planta de Risco de Incêndio (implantação) D – Planta das medidas de Segurança Contra Incêndio e Pânico E – Memorial Industrial de Prevenção Contra Incêndio e Pânico F – Formulário para Atendimento Técnico G – Atestado de Brigada de Incêndio H – Modelo de Requerimento em grau de recurso I – Modelo de Pedido de Vistoria J – Informativo (medidas de segurança) K – PTS – Formulário de Segurança Contra Incêndio L – Termo de Compromisso do Proprietário M – Atestado de abrangência do Grupo Motogerador N – Memorial de Segurança Contra Incêndio das estruturas.

1.gov. b) projeto técnico simplificado. devem ser adotadas as medidas previstas nesta Instrução Técnica.gov. b) independente da área da edificação ou área de risco. NBR-10647 Desenho técnico. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.130. NBR-14699 Desenho técnico – representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas – preparos e dimensões.bombeiros. 2 APLICAÇÃO 2. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.190-000 Site: www. .778.mg. entre outros). 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. NBR-14432 Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações. Lei estadual nº 15.br Email: dat3@cbmmg. c) projeto técnico para instalação e ocupação temporária. 355 .Bairro Centro CEP 30. chuveiros automáticos. 2. NBR-13273 Desenho técnico – referência a itens. NBR-8196 Emprego de escalas. d) projeto técnico para ocupação temporária em Edificação Permanente.1 Formas de apresentação As medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco devem ser apresentadas ao CBMMG para análise por meio de: a) projeto técnico. Augusto de Lima. NBR-6492 Representação de projetos de arquitetura.1.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e pânico.1 Características da edificação e área de risco: O Projeto técnico deve ser utilizado para apresentação dos sistemas de proteção contra incêndio e pânico das edificações ou áreas de risco: a) com área de construção acima de 750 m².1 Projeto Técnico 5. nas edificações ou áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 .INSTRUÇÃO TÉCNICA – 01 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. quando esta apresentar risco no qual necessite de sistemas fixos (hidrantes. 5 PROCEDIMENTOS 5.270. 5. NBR-10068 Folha de desenho – Leiaute e dimensões.1.1 A presente Instrução Técnica aplica-se aos processos de segurança contra incêndio e pânico no Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). Decreto Estadual nº 44. alarme e detecção.2 Quando houver legislação municipal (Código de Obras) que exija medidas de segurança contra incêndio nas edificações. de 26 de outubro de 2005.mg. NBR-10067 Princípios gerais de representação em desenho técnico. NBR-14611 Desenho técnico – representação simplificada em estruturas metálicas. atendendo ao Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.br 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para apresentação de processo de segurança contra incêndio e pânico.

que deve ser juntada na via que fica no Corpo de Bombeiros.2. d) deve ser apresentada a 1ª via original ou fotocópia autenticada. líquidos inflamáveis ou combustíveis com ponto de fulgor. na cor branca. quando se tratar de edificação industrial. 5. com grampo. 5. e. d) locais de reunião de público com população acima de 100 (cem) pessoas. sistema de espuma e resfriamento). quando for o caso. utilizando as referências de vazão. pressurização de escada. pressão e perda de carga. que acondiciona todos os documentos do Projeto técnico afixado na seqüência estabelecida no item 5. sem elástico. degraus das escadas.1. estoques. . i) planta das medidas de segurança contra incêndio.2 Composição O Projeto técnico é composto pelos seguintes documentos: a) cartão de identificação (anexo A). quando este transferir seu poder de signatário.2 Memorial de cálculo Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos sistemas fixos de combate a incêndio (hidrantes.6 Documentos complementares Documentos solicitados pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG a fim de subsidiar a análise do Projeto técnico quando as características da edificação e/ou área de risco a exigirem 5. exceção feita ao campo denominado Descrição complementar que ficará a critério do RT.1.1.1. Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento do sistema fixo de gases para combate a incêndio.1.1 Cartão de identificação Ficha elaborada em papel cartão ou equivalente. semi-rígida. devendo: a) ser apresentado como a primeira folha do Projeto Técnico.1.1.2 Pasta do projeto técnico Pasta aberta.1. sprinkler e resfriamento) e rotas de fuga e outros.2. 5. 5. medidas de segurança contra incêndio e pânico previstos.primas. conforme anexo B. j) memorial de cálculos de sistema fixo de combate a incêndio (hidrante. com frente de plástico transparente.2. Munições e Explosivos (DEAME). nas dimensões de 21 cm (largura) x 15 cm (comprimento).2.2.4 Autorização da Delegacia especializada de Armas.1. d) procuração do proprietário. 5. b) pasta do projeto técnico. e) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto técnico.2. g) planta de risco de incêndio. b) ser preenchido na íntegra.2.1 Memorial industrial Descrição dos processos industriais. Deve ter dimensões de 230 mm a 280 mm (largura) x 315 mm a 350mm (comprimento) e altura conforme a quantidade de documentos.1. no campo “descrição das atividades profissionais contratadas” deve estar especificado o serviço pelo qual o profissional se responsabiliza.1. produtos acabados.2.4 Procuração do proprietário Deve ser apresentado com firma reconhecida sempre que terceiro assine documentação do Projeto técnico pelo proprietário.1. c) a assinatura do contratante (proprietário ou responsável pelo uso) não é facultativa.1.6. incolor. No desenvolvimento dos cálculos hidráulicos para as medidas de segurança de espuma e resfriamento deve ser levado em conta o desempenho dos equipamentos.2.1. Documento da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais que autoriza a atividade e especifica a quantidade máxima de fogos de artifícios e/ou explosivos a serem comercializados. com finalidade de controle do Projeto técnico no CBMMG ( anexo A).6.1. conforme (anexo D). quando necessário.5 Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) a) deve ser apresentada pelo responsável técnico que elaborou o Projeto Técnico. e e) onde a edificação e área de risco haja necessidade de comprovação da situação de separação entre edificações e área de risco. signatários. rotas de fuga. (anexo E). suspensa. 5. dentre outros. especificados em Instruções Técnicas. em duas vias (anexo C) quando houver a exigência de plano de intervenção (IT11). matérias . entre outros.3 Formulário de Segurança Contra Incêndio de Projeto Técnico Documento que contém os dados básicos da edificação e áreas de risco. c) formulário de segurança contra incêndio de projeto técnico (anexo B).1.1.1. h) implantação. 5.1. que contém os dados básicos da edificação e área de risco. conforme Instrução Técnica 05. sendo necessário a apresentação de catálogos Técnicos.2. chuveiros automáticos.6. 5.2. b) os campos devem ser preenchidos.3 Memorial do sistema fixo de gases para combate a incêndio. 5.6. 5.c) edificação e/ou área de risco que necessite de proteção de suas estruturas contra a ação do calor proveniente de um incêndio. indicando as disposições das edificações no terreno.1.1. f) documentos complementares solicitados.1.1.1.

1. 5.2. podendo ser em mais de uma folha. NBR 10. 5. da NBR-9441.2.2.1.13 Licença de funcionamento para instalações radioativas. entre outros).6. 5.1.1.1. plantas aprovadas em Prefeitura. 5. a segunda via deve permanecer na portaria da edificação e área de risco.2. 5.1.2. conforme IT 09 – (Carga de Incêndio nas edificações e áreas de risco). A3. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um processo ou sistema. (se houver). o 5.15 Memorial de cálculo de pressurização da escada Memória de cálculo de vazão de ar do sistema de pressurização da escada. f) reserva de incêndio. obrigatória somente nos seguintes casos: a) quando houver mais de uma edificação e área de risco a ser representada.2.6. contendo informações por meio de legenda padronizada pelo CBMMG – IT 03 . 5.1.6.6.1.6 Memorial descritivo de ocupação Memorial descritivo de ocupação quando na edificação forem comercializados outros materiais que não apenas fogos de artifício. h) vias de acesso para as viaturas do Corpo de Bombeiros.7 Planta de risco de incêndio Mapa simplificado no formato A4.14 construção Memorial ou laudo descritivo de Documento com a descrição das características estruturais da edificação e área de risco.2.2.1.1. 5. 5. A1 ou A0 (conf. conforme anexo C.11 Planilha de levantamento de dados Planilha que descreve o estudo prévio sobre a existência de riscos. 5.1. conforme descrito no item 5. contendo o dimensionamento.1.16 Memorial de cálculo de isolamento de risco Memorial descritivo dos cálculos realizados para o dimensionamento do isolamento de risco entre edificações e área de risco.2.9 Documento comprobatório É o documento que comprova a área construída.2.10 Memorial de cálculo de dimensionamento de saídas de emergência em locais de reunião de público Planilha descritiva dos cálculos realizados para dimensionamento de saídas de emergência. e) registro de recalque.2.7.2.3.1. 5. da localização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio. conforme anexo C.1.1. A3.6. A2.1. A2 ou A1 em escala padronizada.12 Quadro resumo do sistema de detecção Descrição do sistema de detecção instalado conforme tabela 2 do anexo B.1. 5.6. c) hidrantes externos.1. g) armazenamento de produtos perigosos. ocupação e data da edificação existente (Processo do CBMMG. Apresentação da planta das medidas de segurança contra incêndio .7 Autorização do Departamento de Aviação Civil (DAC) Documento que autoriza o uso de heliporto.3. indicando: a) os principais riscos.1.1.Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio.6.1. nucleares ou de radiografia industrial.1. onde as suas dimensões não possam ser representadas em uma única folha.1. 5.1.6.1 A planta de risco deve ser elaborada em 2 (duas vias).068 Folha de Desenho – Leiaute e dimensões). sendo que a primeira via permanece no Projeto Técnico. 5.1. heliponto ou área de pouso e decolagem ocasional (APDO) conforme IT 26 Heliponto e Heliporto. d) número de pavimentos. Documento emitido pelo CNEN autorizando funcionamento da edificação ou área de risco.2. b) quando houver uma única edificação e área de risco.9 Planta das medidas de segurança contra incêndio Representação gráfica da edificação e/ou área de risco.2.8 Memorial de dimensionamento da carga de incêndio Memorial descritivo da carga de incêndio dos materiais existentes na edificação e área de risco.6. 5.1.5 Autorização da Prefeitura do Município para comércio de fogos de artifício Documento do Poder Executivo Municipal que autoriza o comércio de fogos de artifício e/ou explosivos.1. bem como os riscos existentes na edificação e área de risco.1.1. ou qualquer instalação que trabalhe com fontes radioativas.1.8 Implantação Folha única no formato A4.1. conforme IT 08 – Saída de Emergência.1. 5.1.5.2.6.2.6.1. imposto predial.6. É obrigatório somente quando houver a exigência de plano de intervenção de incêndio. conforme IT 11 – Plano de Intervenção de Incêndio.1. b) paredes corta-fogo e de compartimentação.1. i) hidrantes urbanos próximos da edificação.

devem constar nas próximas folhas. indicando. preferencialmente 1:50 e no mínimo 1:200. c) adotar escala que permita a visualização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio. A2 (420mm x 594mm) .Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio) a localização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio na planta baixa. contudo deve adotar numeração que indique onde está localizada tal área na implantação. m) quadro de sistemas de gases e líquidos inflamáveis. combustíveis e outros. 10) medidas de proteção passiva contra incêndio nas plantas de corte. 12) miniatura da implantação com hachuramento da área sempre que houver planta fracionada em mais de uma folha.1. 6) o esquema isométrico da tubulação deve ser apresentado de acordo com o inciso II – (detalhes específicos que devem constar em planta).1. A1 (594mm x 840mm) ou A0 (840mm x 1188mm). antecâmaras. 3) nota em planta com a indicação dos equipamentos móveis ou fixos ou sistemas de segurança instalados que possuírem a mesma capacidade ou dimensão. g) detalhes de degraus.3. distância verga-peitoril. Nota: Os detalhes genéricos constantes do Projeto Técnico devem ser apresentados na primeira folha ou. tais como: a) legenda. j) quando o Projeto técnico apresentar dificuldade para visualização das medidas contra incêndio alocadas em um espaço da planta. j) nota sobre o sistema de sinalização adotado. 4) áreas construídas e áreas de risco com suas características.Símbolos gráficos. h) o quadro de áreas da edificação deve ser colocado em uma das folhas. A3 (297mm x 420mm) . d) quando a planta de uma área construída ou área de risco não couber integralmente em escala reduzida em condições de legibilidade na folha “A0”. deve ser feita linha de chamada em círculo com linha pontilhada com alocação dos símbolos exigidos. b) casa de caldeira ou vasos de sob pressão. c) dutos e aberturas que possibilitem a propagação do calor. II – Detalhes específicos que devem constar na planta de acordo com o sistema projetado na edificação ou área de risco constante nas respectivas Instruções Técnicas: 1) Acesso de viaturas até a edificação e área de risco: a) largura do portão de entrada e da via de acesso. b) isométrico. 8) quadro resumo das medidas de segurança contra incêndio indicando as normas e/ou legislações aplicadas nas respectivas medidas de segurança constantes do Projeto Técnico.1 Conteúdo da planta das medidas de segurança contra incêndio I – Detalhes genéricos que devem constar em todas as plantas: 1) símbolos gráficos (IT 03 . escadas. conforme anexo J. d) cabinas de pintura. b) indicação do peso suportado pela pavimentação da via (Kgf). h) depósitos de metais pirofóricos. 11) localização e independência do sistema elétrico em relação à chave geral de energia da edificação e áreas de risco sempre que a medida de segurança contra incêndio tiver seu funcionamento baseado em motores elétricos. i) detalhe do registro de recalque. c) quadro resumitivo das medidas de segurança. com escala. k) detalhe da sucção da bomba de incêndio. e) locais de armazenamento de recipientes contendo gases inflamáveis (capacidade do recipiente e quantidade armazenada). i) depósito de produtos perigosos. 9) cotas dos desníveis em planta baixa. b) as escalas adotadas devem ser as estabelecidas em normas oficiais. compartimentação vertical e escadas. l) especificação dos chuveiros automáticos. f) detalhe de corrimãos e guarda corpo. f) adotar os símbolos gráficos conforme IT 03 . nos casos em que tais detalhes não caibam nesta. e) quadro de áreas.Deve ser apresentada da seguinte forma: a) ser elaborada no formato A4 (210mm x 297 mm). quando houver. 5) as plantas das medidas de segurança contra incêndio devem ser apresentadas com as medidas de segurança contra incêndio na cor vermelha. k) a apresentação de Projeto Técnico Preliminar com a representação do sistema de chuveiros automáticos deve ser feita em planta separada. 5. tais como: dutos de ventilação da escada. g) centrais prediais de gases inflamáveis. j) outros riscos que necessitem de segurança contra incêndio. i) a apresentação da planta da fachada. f) áreas com risco de explosão. porém em ordem numérica seqüencial do Projeto Técnico. as edificações circunvizinhas e os logradouros que delimitam a quadra. distinguindo-as dos demais detalhes da planta. além de anotar sob título de cada planta a respectiva área. . 7) quadro de situação da edificação. conforme planta chave. devido à grande quantidade de elementos gráficos. devem ser apresentados em planta de corte. detalhes de estruturas e outros quando houver a exigência específica destes detalhes construtivos. g) seguir a forma de apresentação gráfica conforme padrão adotado por normas oficiais. e dos detalhes de proteção estrutural. e) a implantação deve estar em escala. esta poderá ser fracionada. h) detalhes da ventilação efetiva da escada de segurança. 2) legenda de todos os sistemas utilizados no Projeto técnico. tais como: a) tanques de combustível (substância e capacidade). d) quadro de localização da edificação e áreas de risco.

00 m de comprimento. d) localização da central de detecção de incêndio. árvores ou outro tipo de obstrução. e) fonte alternativa de energia do sistema. f) largura das portas de saída de emergência. j) acionadores manuais dos motoventiladores localizados na sala do grupo motoventilador e no local de supervisão predial com permanência humana constante. b) detalhes de corrimãos. f) as grelhas de insuflamento. g) indicação da porcentagem de inclinação da faixa de estacionamento. devem constar em projeto técnico a abrangência. g) indicar barra antipânico (quando houver). d) largura das escadas. 2) vedador corta-fogo. d) indicar a abertura nas fachadas. d) indicação da altura mínima livre. b) indicar o isolamento proporcionado: 1) aba horizontal 2) aba vertical 3) afastamento de aberturas perpendiculares à parede corta-fogo de compartimentação. l) antecâmara de segurança e indicação da porta estanque quando a sala do grupo motoventilador estiver localizada em pavimento que possa causar risco de captação de fumaça de um incêndio. b) identificar os tipos de estruturas no formulário de segurança contra incêndio. i) antecâmaras de segurança (quando houver exigência). f) quando o sistema for abrangido por grupo moto gerador. k) elementos de compartimentação de risco (parede e porta corta-fogo) da sala do grupo motoventilador. d) indicar os elementos corta-fogo: 1) parede corta-fogo de compartimentação. devem ser indicadas as luminárias a serem acionadas em caso de emergência. 2) Separações entre edificações Para as edificações objetos de cálculo: a) indicar a distância de outras edificações. c) identificar em planta as áreas das estruturas protegidas com material resistente ao fogo e. 3) Segurança estrutural nas edificações a) constar o tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF) das estruturas em nota ou legenda. g) o caminhamento dos dutos. . b) indicar a ocupação. c) indicar o tempo de resistência ao fogo dos elementos estruturais indicados. individualizando a lotação por ambiente. 7) Carga de incêndio nas edificações e/ou área de risco a) indicar a carga de incêndio específica para as ocupações não listada na IT 09. os locais isentos de revestimento. m) juntar o memorial de cálculo de vazão e pressão do sistema de pressurização da escada. 8) Sistema de iluminação de emergência: a) os pontos de iluminação de emergência. autonomia e sistema de automatização. e) indicar a fachada da edificação considerada para o cálculo de isolamento de risco. parede corta-fogo e porta corta-fogo da sala do grupo motogerador quando o mesmo estiver localizado em área com risco de captação de fumaça ou gases quentes provenientes de um incêndio. e) localização da fonte de energia alternativa do sistema. 4) porta corta-fogo. c) o reservatório de combustível do grupo moto gerador e sua capacidade. h) nota indicando que a faixa de estacionamento deve ficar livre de postes. 4) Compartimentação horizontal e compartimentação vertical a) indicar as áreas compartimentadas e o respectivo quadro de áreas. b) os acionadores manuais de alarme de incêndio. independente do tipo de estrutura. 9) Sistema de alarme e detecção de incêndio: a) localização pontual dos detectores. d) o posicionamento da central do sistema. duto de saída. 5) Saídas de emergências nas edificações: a) detalhes de degraus. b) juntar o memorial de carga de incêndio (quando necessário). conforme Anexo A da IT 06. 3) selo corta-fogo. g) juntar o memorial de cálculo de isolamento de risco. b) localização do ponto de captação de ar. i) localização da placa de proibição de estacionamento na faixa de estacionamento das viaturas do Corpo de Bombeiros. h) casa de máquinas do elevador de emergência (quando houver exigência). painéis. bem como as dimensões do dique de contenção. f) largura e comprimento da faixa de estacionamento. h) detalhe ou nota em planta da proteção dos dutos quando passarem por área de risco. se for o caso. e) indicar o retorno para as vias de acesso com mais de 45. j) indicar a lotação do ambiente quando se tratar de local de reunião de público. e) detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança (quando houver). c) detalhes de guarda-corpos.c) localização da placa de advertência de desobstrução da via de acesso para emergência. c) indicar a carga de incêndio. n) juntar o memorial de cálculo de vazão e pressão do sistema de pressurização do elevador de emergência (quando houver exigência). c) detectores de acionamento do sistema. quando for o caso. g) duto de entrada. b) quando o sistema de iluminação de emergência for alimentado por grupo moto-gerador que não abranja todas as luminárias da edificação. h) a localização do grupo moto gerador. 6) Pressurização de escadas de segurança: a) sala do grupo moto ventilador. f) parede corta-fogo de isolamento de risco. i) apresentação esquemática do sistema em corte.

n) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento do sistema no barrilete. bem como a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial com permanência humana constante. 14) Sistema de resfriamento para líquidos inflamáveis e gases inflamáveis e combustíveis a) indicar as instalações. 15) Sistema de proteção por espuma: a) indicar os esguichos lançadores ou proporcionadores e canhões monitores. indicar sua localização. f) indicar a bomba de incêndio principal e jockey (quando houver) com indicação de pressão. 12) Sistema de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio: a) indicar os hidrantes ou mangotinhos. f) localização do painel de alarme. b) indicar qual tanque é considerado o de maior risco para efeito de cálculo. indicando volume e forma de armazenagem. k) juntar o memorial de cálculo do sistema de hidrantes. d) indicar o registro de recalque bem como detalhe que mostre suas condições de instalação. d) central do sistema. c) tipos de chuveiros especificados. b)quando forem usadas unidades extintores com capacidades diferentes de um mesmo agente. aspersores. vazão e potência. o) indicar a capacidade e a localização do reservatório de incêndio. m) quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lago. g) locais onde foram substituídos os chuveiros por detectores de incêndio. tanques. j) devem ser apresentadas todas as tubulações de distribuição com respectivos diâmetros. e) painel repetidor (quando houver). i) deve constar o detalhe da sucção quando o reservatório for subterrâneo ou ao nível do solo. etc). d) posição dos cabeçotes de testes. c) indicar as câmaras de espuma. para os respectivos riscos. h) indicar os canhões monitores. e) indicar as áreas dos costados e tetos dos tanques considerados no cálculo hidráulico. e com permanência humana constante. c) indicar os tanques considerados vizinhos ao tanque de maior risco. e. h) deve constar a perspectiva isométrica completa (sem escala e com cotas). quando o sistema de acionamento for automatizado. c) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento no barrilete. lagoa. 13) Sistema de Chuveiros automáticos: a) localização das bombas do sistema com indicação da pressão. b) área de aplicação dos chuveiros hachurada. g) indicar a capacidade e a localização do reservatório de incêndio.c) os sinalizadores sonoros e visuais. bomba de incêndio e registro de recalque. d) indicar as taxas de vazão para o resfriamento do tanque em chama e tanques vizinhos. indicar sua localização. cilindros ou esferas de GLP. vazão e potência. 11) Sistema de proteção por extintores portáteis ou sobre rodas: a) indicar as unidades extintoras. g) quando forem usadas mangueiras de incêndio e esguichos com comprimentos e requintes diferentes. 16) Sistema fixo de gases limpos e CO2: . b) indicar as posições e detalhes da sinalização de emergência. 10) Sistema de sinalização de emergência: a) deve ser lançada uma nota referenciando o atendimento do sistema de sinalização de emergência de acordo com a IT 15 –Sinalização de emergência. d)deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. açude. e) área de cobertura e localização das válvulas de governo e alarme (VGA) e dos comandos secundários (CS). e) indicar as especificações dos equipamentos envolvidos no cálculo. g) juntar o memorial de cálculo do sistema de proteção por espuma. f) definição do maior risco a proteger. bem como. k) devem ser indicados os pontos de chuveiros automáticos em toda a edificação e área de risco. a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial. devem ser indicadas as respectivas medidas ao lado do símbolo do hidrante. f) fonte alternativa de energia do sistema. i) toda a tubulação abrangida pelo cálculo deve ter seu diâmetro e comprimento cotado no esquema isométrico. p) juntar o memorial de cálculo do sistema de chuveiro automático. b) indicar os reservatórios do extrato formador de espuma (EFE). lago. j) quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lagoa. h) deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. b) indicar as botoeiras de acionamento da bomba de incêndio. deve ser indicada a capacidade ao lado de cada símbolo. e. i) apresentar quadro que contenha as seguintes informações: 1) indicação do tanque 2) produto armazenado 3) volume 4) ponto de fulgor 5) diâmetro e altura do tanque 6) juntar o memorial de cálculo do sistema de resfriamento. f) indicar a vazão e pressão das bombas de incêndio. l) localização do registro de recalque. açude etc). e) indicar o reservatório de incêndio e sua capacidade. conforme IT 15.

e. 27) Cozinhas profissionais: a) indicar o caminhamento dos dutos de exaustão. d) local de estacionamento do veículo abastecedor. e. pisos. c) indicar as defensas das laterais do túnel. temperaturas de queima e poder calorífico do produto. capacidade e localização da reserva de incêndio. edificações. b) detalhe em planta das espessuras das paredes. subterrâneo. h)deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. fogos de artifício ou seus depósitos. 20) Fogos de artifício: a) croqui das edificações limítrofes (ocupação identificada). coifas e similares. 18) Proteção contra incêndio nos locais de manipulação. 17) Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis: a) indicar tanques. b) indicar as vias de acesso a veículos de emergência. e. b) raio de ação do hidrante. aspersores. 19) Comercialização. instalações. e) Indicar a bateria de cilindros de gases. comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP): a) localização da central de GLP. gases inflamáveis. estocagem e unidades de abastecimento de gás. b) indicar tipo de tanque (elevado. c) indicar o local de estacionamento do veículo abastecedor quando o gás natural for distribuído por este meio de transporte. e) o produto químico. b) indicar a capacidade de carga do heliponto 22) Cobertura de sapê. quando for o caso. quando o abastecimento for a granel. c) indicar tipo de superfície do tanque (teto flutuante ou fixo). d) indicar os detalhes de corrimãos. lajes de cobertura. bem como da capacidade total da central. bomba de incêndio. sua capacidade armazenada e ponto de fulgor. b) indicar as distâncias mínimas de afastamentos previstos na tabela I da NBR 12236/94. e g) indicar a pressão manométrica medida no topo do tanque para que se possa utilizar as tabelas de afastamentos. d) localização da central de GLP (quando houver). i) indicar o sistema de comunicação interna. e. c) afastamentos das divisas de terrenos. vertical ou horizontal). vias públicas. e. g) indicar medidas de segurança contra incêndio adotado. 23) Hidrantes públicos: a) posicionamento dos hidrantes. b) indicar a capacidade dos cilindros. d) traçado da rede de água que abastece os hidrantes com indicação de seus diâmetros. e. e) detalhamento do sistema de água nebulizada para os casos de subestação compartilhada. e. b) indicar o sistema fixo de extinção a ser instalado. d) afastamentos entre tanques. f) indicar as rotas de fuga e as saídas de emergência. 25) Pátio de contêineres: Indicar as áreas de segregação de cargas e respectivas proteções. d) indicar a bacia de contenção com drenagem do óleo isolante e a caixa separadora de óleo e água. e. g) indicar o tempo de retardo para evacuação do local. b) afastamentos dos limites do terreno e de postos de abastecimento de combustíveis. Indicar o caminhamento da tubulação de distribuição do gás natural.a) indicar a botoeira alternativa para acionamento do sistema fixo. transformadores e reguladores de tensão. num raio de 100 metros. b) indicar o sistema de exaustão. 26) Subestações elétricas: a) indicar as áreas destinadas aos reatores. quando houver. canhões monitores. distribuição e utilização de gás combustível comprimido (gás natural e distribuição): a) indicar os compressores. c) localização de fogões. i) juntar o memorial de cálculo do sistema de gases limpos e CO2. heliportos ou área de pouso e decolagem ocasional (APDO): a) sinalização do heliponto conforme previsto na IT 26 – Heliponto e Heliporto. piaçava e similares: a) especificar o tipo de cobertura utilizada. e. d) indicar os detectores de incêndio. f) indicar as áreas protegidas pelo sistema fixo de gases. c) vazão dos hidrantes. c) indicar a central do sistema de detecção e alarme. h) Juntar a planilha de cálculos utilizadas no dimensionamento da proteção dos tanques. telhados. . e) sistema de proteção da central. b) indicar a botoeira de desativação do sistema de gases. 21) Helipontos. limites de propriedades e dimensões das bacias de contenção. para postos que comercializem gás combustível comprimido. 24) Túnel rodoviário: a) indicar a interligação dos túneis paralelos (quando for o caso). registro de recalque e forma de acionamento do sistema. j) indicar o sistema do circuito interno de televisão. e) indicar as áreas de refúgio. c) indicar as paredes corta-fogo de isolamento de risco utilizadas no local. armazenamento. cilindros ou esferas considerados de maior risco para elaboração dos cálculos. dentre outros. h) indicar o sistema de drenagem de líquidos e bacia de contenção. áreas edificadas no mesmo lote e local de risco. f) distribuição dos hidrantes.

b) o Projeto técnico deverá ser analisado conforme ordem cronológica de entrada. tais como: pressão.1. ao Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia do Estado de Minas Gerais (CREA-MG). o Corpo de Bombeiros disponibilizará ao interessado a aprovação ou emitirá um relatório. acesso. pontos de equalização de potenciais e aterramento e bitola dos condutores. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio. c) nota em planta constando: 1) equipe médica necessária. 5. e. acesso. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente. hidrantes. responsável técnico.1. baseado na legislação vigente à época da elaboração do Projeto técnico anulado. 2) número de brigadistas previstos.7. tais como: tipos e quantidades de escadas. lotação e outros. e) o ato de anulação deve ser comunicado ao proprietário/responsável pelo uso. contendo cota dos perímetros. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente. se for o caso.7. etc). alarmes audiovisuais. disposição do sistema de segurança contra incêndio e pânico (sinalização de saída de emergência.7 Substituição ou atualização do Projeto técnico 5. método aplicado. extintores. cota dos perímetros. c) memorial descritivo contendo todos os dados técnicos da instalação. iluminação de emergência. incolor devidamente identificado. 5.6 Cassação a) a qualquer tempo o CBMMG pode anular a aprovação do Projeto técnico que não tenha atendido todas as exigências da legislação vigentes à época da aprovação.1. contendo o projeto completo nos termos da alínea b do item 5. vazão. b) detalhes de pontos importantes da instalação como conexões e pontos de medição e aterramento. veículos edificações. o interessado deverá apresentar no mínimo uma e no máximo três cópias do projeto para que o CBMMG rubrique. d) o aumento da altura da edificação e área de risco que implique: . A fidelidade das cópias e do CD com o projeto original. c) a mudança de leiaute da edificação e área de risco que implique na adoção de nova medida de segurança. tais como: pressão. conforme público previsto para o evento. e. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior). lotação e outros. 30) Eventos temporários: a) planta baixa.1. c) a ordem do item anterior pode ser alterada para o atendimento das ocupações ou atividades temporárias.1. área e largura da saída de emergência. d) o interessado deve comparecer ao CBMMG com o comprovante de pagamento da taxa de segurança pública respectiva (TSP) e após a análise.28) Sistema de proteção contra descargas atmosféricas: a) plantas baixas e cortes da edificação mostrando o encaminhamento dos condutores e transição entre níveis.1. tais como: nível de proteção. tais como: tipos e quantidades de escadas. espaçamento médio das descidas. nº de descidas. ao tempo da aprovação. rampas. Nesta ocasião deverá ser apresentado também um CD não regravável com capa acrílica. d) o acesso às informações do processo que originou a anulação do ato de aprovação do Projeto técnico deve ser disponibilizado aos interessados. c) constatada a inabilitação técnica do responsável técnico que atuou no Projeto técnico. portas.T. Prefeitura Municipal e na hipótese da alínea c.1 Substituição do Projeto técnico: A edificação ou área de risco que se enquadrar dentro de uma das condições abaixo relacionadas.1. c) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário. estacionamento. b) a mudança de ocupação da edificação e área de risco com ou sem agravamento de risco que implique: 1) no redimensionamento dos elementos da saída de emergência.4 desta IT. contendo o projeto completo. para fins de arquivo no CBMMG. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio.1. 5.1. portas. reservas ecológicas e quaisquer outras sensíveis à ação dos fogos de artifícios. b) após aprovado.1.1. constando as irregularidades nos sistemas projetados e a formulação de outras exigências.4 Apresentação do Projeto técnico para análise junto ao CBMMG a) o Projeto técnico deve ser apresentado em uma via no formato correspondente na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG. Nota: Nos casos previstos no item 5.5 Prazos de análise a) o Serviço de Segurança Contra Incêndio tem o prazo máximo de 15 (quinze) dias úteis para analisar o Projeto técnico.1 o RT deverá apresentar um CD não regravável.1. rampas. conforme IT 35. deve ser procedida a anulação do ato de aprovação do Projeto técnico. vazão. conforme cada caso. f) havendo indício de crime o responsável pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio deve comunicar o fato ao Ministério Público. não prevista no projeto anterior. devem ter o seu Projeto técnico substituído: a) a ampliação de área construída que implique em: 1) redimensionamento dos elementos da saída de emergência. para o ato praticado.1. carimbe e devolva-as ao requerente. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior). b) croqui da área em formato A3 ou A2 contendo planta baixa. b) o Projeto técnico anulado deve ser substituído por novo Projeto técnico. 29) Segurança contra incêndio em edificações históricas: Memorial descritivo do cálculo do coeficiente de segurança mínimo adotado. distância de rede elétrica. 5.1. analisado e aprovado pelo CBMMG é de inteira responsabilidade do R.

houver acúmulo de plantas que dificultem a compreensão e o manuseio do Projeto técnico por parte do Serviço de Segurança Contra Incêndio.7.2 Composição a) pasta do Projeto técnico em uma via.1. quando necessário.1.1.1. e) sempre que em decorrência de ampliações ou diversas alterações. cuja vistoria do CBMMG não poderá ocorrer nos prazos previstos nesta IT. contendo o projeto completo.1. analisado e aprovado pelo CBMMG é de inteira responsabilidade do R.2. bem como os documentos indicados no item 5. e b) as edificações definidas no item 5. constando às medidas de segurança contra incêndio e pânico. d) planta baixa. especificados em Instruções Técnicas. nos casos previstos no Decreto 43. f) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto técnico. nesta ocasião deverá ser apresentado também um CD não regravável. d) o setor de vistoria do CBMMG fará uma analise prévia encaminhando resposta do FAT ao interessado juntamente com uma cópia das plantas devidamente rubricadas. quando for o caso.779/04. previsto no item 5. portas.1. c) a edificação ou área de risco a construir que se enquadre no presente procedimento. e) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário.1) no redimensionamento dos elementos da saída de emergência. Companhias e Pelotões ao respectivo comandante. duas cópias das plantas das medidas de segurança contra incêndio e pânico e a Taxa de Segurança Pública. acesso. b) cartão de identificação (anexo A). para fins de regularização no CBMMG. por ocasião da vistoria o RT deverá encaminhar ao CBMMG a pasta do projeto técnico com resposta do FAT e plantas das medidas previstas devidamente autenticadas pelo CBMMG. para fins de arquivo no CBMMG.2.3 Condições gerais a) o responsável pela edificação que se enquadre no presente procedimento poderá obter orientações no Serviço de Segurança Contra Incêndio da Unidade do Corpo de Bombeiros quanto à proteção necessária. c) formulário de segurança contra incêndio para PTS (anexo K). Nota: A fidelidade das cópias e do CD com o projeto original.1. 5. via Formulário para Atendimento Técnico(FAT). atestando formalmente ao interessado que as medidas de segurança contra incêndio e pânico atendem ou não ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais.2. se for o caso. São aceitas as modificações ou complementações desde que não se enquadrem nos casos previstos no item 5. i) comprovante de pagamento da Taxa de Segurança Pública. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio. tais como: tipos e quantidades de escadas. Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária ou Projeto técnico para Ocupação Temporária em Edificação Permanente. o RT ou responsável pela edificação poderá obter orientações no Serviço de Segurança Contra Incêndio da Unidade do Corpo de Bombeiros quanto à proteção necessária.T.2. 5. b) depois de aprovado em vistoria. h) memorial de cálculos de rotas de fuga e outros.1. por meio de Projeto Técnico. que ficam apensos ao Projeto técnico devendo juntar ao FAT o comprovante de pagamento da taxa de segurança pública respectiva (TSP). nos termos da alínea b do item 5. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente. lotação e outros. a decisão para substituição do Projeto técnico caberá ao Diretor de Atividades Técnicas e nos BBM.1.2 não podem ser apresentadas.1 5. g) documentos complementares solicitados. e) procuração do proprietário. tais como: pressão.1: 5.1 Características da edificação e/ou área de risco O Procedimento Sumário é utilizado na apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e/ou áreas de risco com área até 750 m² que não atendam aos requisitos para Projeto Técnico. devendo encaminhar em pasta de projeto técnico o FAT.4 desta IT. o R.2 Projeto Técnico Simplificado O Projeto Técnico Simplificado será analisado e vistoriado mediante procedimento sumário.2.T deverá apresentar no mínimo uma e no máximo duas cópias para que o CBMMG rubrique. carimbe e devolva-a ao requerente. podendo inclusive apresentar plantas para melhores esclarecimentos. vazão. quando este transferir seu poder de signatário.2.1.7. que deve ser juntada na via que fica no Corpo de Bombeiros. por meio de documentos encaminhados ao Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior).4 Apresentação para avaliação e vistoria junto ao CBMMG a) o Projeto Técnico Simplificado deve ser apresentado em uma via no formato correspondente na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG e será encaminhado para a Seção de Vistoria.1. 5.1.1. .2 Atualização do Projeto técnico: É a complementação de informações ou alterações técnicas relativas ao Projeto técnico aprovado. rampas. em atenção a pedido fundamentado do Chefe do Serviço de Segurança Contra Incêndio. cartão de identificação. complementando a Taxa de Segurança Pública. 5.1.

e. . enfim. palcos. onde devem ser conferidos para a realização da vistoria e conseqüente liberação. d) se no interior da edificação permanente for acrescida instalação temporária tais como boxe. bem como a respectiva documentação necessária. tudo o que for fisicamente instalado. d) a pasta contendo a documentação deve ser formada quando do início das atividades ou quando da primeira vez que houver presença no Estado de Minas Gerais. 2) arquibancadas e arenas desmontáveis.1. arenas e outras áreas destinadas à permanência de público. com validade somente para o endereço onde esteja localizada a instalação à época da vistoria.3. entre outros. sempre com a cota da respectiva área. a critério do interessado. b) aprovado. 5) armações de circos.Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio.1.4 Apresentação para avaliação junto ao CBMMG a) o Projeto Técnico para Instalação e ocupação temporária deve ser apresentado. arquibancadas. feiras agropecuárias. com cotas de todos os perímetros.3. cada vez que for montada a instalação ou ocupação.1. f) completada a orientação. b) lotação da edificação e área de risco. todos os documentos devem receber carimbo padrão de aprovação. Estes documentos.T deverá apresentar no mínimo uma e no máximo duas cópias para que o CBMMG rubrique.3. áreas e larguras das saídas. Isto se fará diante do Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros com atribuições no município. estande.3.4 Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente É o procedimento adotado para evento temporário em edificação permanente e deve atender as seguintes exigências: a) o evento temporário deve possuir o prazo máximo de 6 (seis) meses de duração. b) a edificação e área de risco permanente deve atender todas as exigências de segurança contra incêndio previstas no Decreto Estadual ou legislação a que foi submetido o projeto para aprovação. 3) brinquedos de parques de diversão. após este prazo a edificação passa a ser regida pelas regras do item 5. 5. g) a TSP da direito a uma vistoria. shows artísticos entre outros . áreas de riscos. em uma via para análise. juntamente com as exigências para a atividade temporária que se pretende nela desenvolver. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve orientar o interessado sobre todas as condições de segurança contra incêndio exigidas. e) a apresentação em folha tamanho até A0.3 Planta de instalação de ocupação temporária A planta deve conter: a) toda área.1. não há a necessidade de se refazer a documentação. d) os símbolos gráficos dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio conforme IT 03 . quando este transferir seu poder de signatário.1 Características da instalação Instalações tais como: circos. (anexo A).T. 7) outras montagens mecânicas ou eletroeletrônicas. b) pasta do Projeto técnico. formulário de segurança contra incêndio e ART. sendo que uma das pastas deve ser devolvida ao interessado e a outra pasta deve ficar arquivada no Serviço de Segurança Contra Incêndio do município de origem. rodeios. juntamente com a pasta. exceto o cartão de identificação. caso não haja irregularidades. deverá ser solicitada pelo R.2 Composição a) cartão de Identificação. centrais de gases inflamáveis. parques de diversão. 5. c) se for acrescida instalação temporária em área externa junto à edificação permanente. feiras de exposições.3 Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária 5. e deve ser apresentada no Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros da localidade. k) devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação.1. 5. 5. i) nos demais municípios. toda vez que solicitar nova vistoria. j) a pasta deve ser devolvida ao interessado juntamente com a emissão do AVCB. g) a pasta do interessado deve acompanhar a instalação ou a ocupação em todo o Estado de Minas Gerais.3. 4) palcos. devem ser apresentados no Serviço de Segurança Contra Incêndio. c) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário. 8) grupo moto-gerador. o R.1. o Serviço de Segurança Contra Incêndio pode declinar do princípio da cronologia e realizar a análise no menor prazo possível desde que o projeto atenda aos requisitos da IT 33. prevalece à proteção da edificação permanente desde que atenda aos requisitos para a atividade em questão. instalações. 5. c) formulário de segurança contra incêndio (anexo B) d) procuração do proprietário. e) nesta primeira ocasião. assinado pelo proprietário e responsável técnico. h) depois de instalada toda a proteção exigida. c) indicação de todas as dependências.1. equipamentos. 6) instalações elétricas.f) o interessado deve comparecer ao Corpo de Bombeiros com o comprovante de pagamento da Taxa de Segurança Pública (TSP) correspondente a vistoria. carimbe e devolva-a ao requerente. do processo ou pelo responsável pelo uso ou pelo proprietário a respectiva vistoria e emitido o respectivo Auto de Vistoria. brinquedos de parques de diversões. e) ART do responsável técnico sobre: 1) lona de cobertura com material retardante de ignição (quando houver).devem ser desmontadas e transferidas para outros locais após o prazo máximo de 06 (seis) meses. f) planta das medidas de segurança contra incêndio ou croqui. esta instalação deve ser regularizada de acordo com o item 5.1.1.

quando não for possível atuar o mesmo responsável técnico pelo processo originalmente apresentado.4.2. . j) quando houver a discordância do interessado em relação à notificação emitida durante a análise. para que o Projeto técnico possa ser reanalisado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.1. esclarecendo as providências adotadas. dispensando símbolos e brasões neles contidos.2 Apresentação do procedimento para avaliação junto ao CBMMG Conforme seções 5.3 e/ou 5.1. 3) não possua sistemas fixos instalados (hidrante. serão as constantes nas tabelas 8 e 8A do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais).2 e/ou 5. quanto a não obrigatoriedade daquela medida ou parte dela. através de tradutor juramentado.1. b) é permitido o uso de norma estrangeira. pelo analista. p) o projeto técnico de edificações existentes aprovados. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve realizar a pesquisa pelo endereço. etc).1. e pelo responsável técnico.3. o responsável técnico.5 Generalidades Para a apresentação de projeto técnico devem ser observadas as seguintes disposições gerais: a) cada medida de segurança contra incêndio deve ser dimensionada conforme o critério existente em uma única norma. 5.10 desta IT.1 Composição Conforme seções 5. responsável pelo uso ou responsável técnico com a apresentação dos documentos constantes do item 5.2. proprietário ou responsável pelo uso. os sistemas de proteção instalados em edificações terão validade para qualquer definição de qualquer exigência relativa a proteção contra incêndio e pânico.1. ao analista. anexada ao Projeto técnico no ato de sua entrega para análise.4. até a sua aprovação final.1.2.4.1. i) quando for emitido relatório de irregularidades constatadas na análise do Projeto técnico pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio. detecção e alarme de incêndio. devidamente fundamentado.1. quando tratar-se de eventos temporários em edificações permanentes em locais diferentes.3 O interessado solicitará o pedido de vistoria na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros indicando o número do Projeto Técnico aprovado.1. desde que a edificação atenda aos seguintes requisitos: 1) mesmo uso/ocupação da tabela 8 A.4. g) na ampliação ou reforma. h) todas as páginas dos documentos onde não haja campo para assinatura.2 Procedimentos de vistoria 5. 5.2. 5.6 Podem ser apresentadas cópias dos documentos especificados nos itens especificados em 5. 5.4. c) se o responsável técnico fizer uso de norma estrangeira. k) do indeferimento do pedido de reconsideração de ato.1. 2) área menor que 1.3.1 Solicitação de vistoria 5. 5.200 m2 e altura inferior a 12 metros. 5. com base em legislação municipal.1.5 É obrigatória a assinatura da ART pelo contratante (proprietário ou responsável pelo uso).2. f) devem ser adotados os modelos de documentos exemplificados nas Instruções Técnicas para apresentação nos Processos Técnicos.4 Caso o interessado não saiba informar o número do Projeto técnico.2. n) as exigências de medidas de segurança contra incêndio e pânico nas edificações que tiverem seus projetos arquitetônicos protocolados nas Prefeituras Municipais até 01 de Julho de 2005. 5. chuveiros automáticos.1. esclarecendo o fato ocorrido.4. d) a norma estrangeira deverá ser apresentada sempre em seu texto total e traduzida para a língua portuguesa. deverá apresentá-la.2.1.1.1.2. 5. m) nos casos de extravio de protocolo de análise. quando o sistema de segurança estabelecido oferecer melhor nível de segurança.1.3. deverá encaminhar uma solicitação por escrito ou formulário para atendimento técnico (FAT) ao serviço de segurança contra incêndio. o interessado poderá solicitar recurso em primeiro.1 A vistoria do CBMMG na edificação é realizada mediante solicitação do proprietário. e) a medida de segurança contra incêndio não exigida ou dimensionada acima dos parâmetros normalizados deve ser orientada por escrito. segundo e terceiro grau nos termos do item 5. poderá ser atualizado ou substituído com base nas exigências da tabela 8 A do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. com base em legislação municipal. vedado o uso de mais de um texto normativo para uma mesma medida de segurança contra incêndio. ao proprietário ou responsável pelo uso. excetuando as alíneas g e i da seção 5.1. o qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes. Nota: O projeto técnico com as medidas de segurança contra incêndio e pânico deverá atender aos parâmetros estabelecidos no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais e nas Instruções Técnicas. obrigatoriamente. o interessado deve encaminhar resposta circunstanciada sobre os itens emitidos. deve-se seguir a legislação pertinente. devem ser rubricadas pelo responsável técnico ou proprietário ou responsável pelo uso. desde que devidamente autenticados. l) o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve orientar o interessado para cumprimento das disposições do Decreto Estadual de Regulamentação de Lei de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.5. o interessado poderá apresentar por meio de Formulário Técnico(FAT) pedido de reconsideração de ato.2 Qualquer pessoa munida dos documentos préestabelecidos pode protocolar a solicitação de vistoria da edificação e área de risco. o) nas atualizações ou substituições realizadas em projetos aprovados.

se não for possível avaliar no local da vistoria a interferência do sistema de proteção adicional.2.2.2. 5. 5. 5.1.7.9 Quando ocorrer à necessidade de nova vistoria na edificação ou área de risco devido às irregularidades constatadas em vistoria anterior.1. segundo e terceiro grau nos termos do item 5. No caso de liberação. 5.2. uma placa indicativa contendo a lotação máxima permitida. A liberação somente ocorrerá.6 O Projeto técnico que for substituído por iniciativa do interessado somente para regularizar em planta as medidas de segurança contra incêndio que não constavam no Projeto Técnico anterior.Evento Temporário.11 Quando um Projeto técnico englobar várias edificações que atendam aos critérios de risco isolado e que possuam sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio instalados e independentes. de acordo com a área especificada no Projeto técnico a ser vistoriado. o vistoriador deverá encaminhar o Projeto técnico para o Serviço de Segurança Contra Incêndio.2.2. substituição ou cassação da aprovação/liberação.2. que atendam às exigências de segurança contra incêndio vigente à época.11 Indeferido o pedido de reconsideração de ato.2.1.1. 5.2.8 Cópia da irregularidade ou a aprovação da vistoria deve ser anotada no relatório de vistoria.13 Após o pagamento da respectiva TSP. liberar ou notificar pequenas variações entre o processo e a execução.13 Em local de reunião de público.1 O responsável pela edificação a ser vistoriada deve prover de pessoa habilitada com conhecimento do funcionamento dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios para que possa manuseá-los. e não previstos no Projeto técnico. e realizar a vistoria do Projeto técnico para Instalações e Ocupações Temporárias e do Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente no menor prazo possível.2. o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter. deve ser emitido o relatório de vistoria ao interessado notificando as irregularidades. na entrada da edificação e áreas de risco.2.2. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve declinar do princípio da cronologia. quando constatado em vistoria que os equipamentos instalados conforme o Projeto técnico. exceto se não estiver cumprindo as normas em vigor.1. quando constatado em vistoria a existência de sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio instalados na edificação que não estejam previstos no Projeto técnico original e que seja possível avaliar no local. O não cumprimento deste termo ensejará a não emissão de novo AVCB.2. segundo critérios de conveniência e oportunidade.9 O pagamento da TSP para área parcialmente construída.4 Nos casos de Projeto técnico regidos por legislação anterior ao Decreto 44.5.2.2.2.2.3 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 5. 5. conforme anexo L.4.1. 5. após aprovação junto ao chefe da vistoria.1 deve implicar na apresentação de novo Projeto técnico.2. 5. 5. deve implicar na atualização do Projeto técnico. especificando a área a ser vistoriada.2 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 5.2.2.1. desde que atendam aos critérios de risco isolado previstos na IT 05 . sempre que possível.1. o qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes. deve ser emitido o Auto de Vistoria mediante a apresentação de termo de compromisso do proprietário.2.2.2.2. 5. 5. para apresentação de novo Projeto Técnico atualizado de acordo com as exigências previstas na legislação à época da aprovação do Projeto. 5.2. 5. após dois anos. podem ser aceitos como sistemas adicionais de segurança.1. 5.14 Deve ser observada pelo Serviço de Segurança contra incêndio a ordem cronológica do número seqüencial de entrada para a realização da vistoria. quando da realização da vistoria. Neste caso não será emitido o Auto de Vistoria.5 No caso do item 5.2.2.2. desde que o projeto atenda os requisitos da IT 33 .2. 5. Neste caso não será emitido o Auto de Vistoria até o atendimento dos itens pendentes.10 É permitida a vistoria para áreas parcialmente construídas.7.7 Quando constatado em vistoria que o Projeto técnico possui alguma irregularidade passível de cassação. desde que estas variações não ensejam motivos para atualização. o interessado deve esclarecer posteriormente por meio de Formulário de Atendimento Técnico (FAT) a proteção adotada para avaliação no Serviço de Segurança Contra Incêndio. deve ser encaminhado ao Serviço de Segurança Contra Incêndio o Formulário para Atendimento Técnico. 5. . ao vistoriador. 5. caso não atenda às condições previstas na legislação vigente à época. o CBMMG deve fornecer um protocolo de acompanhamento da vistoria que contenha um número seqüencial de entrada.270. modificação.7 Deve ser recolhido a taxa de segurança pública (TSP) junto a instituição bancária autorizada. será correspondente a área solicitada. pedido de reconsideração de ato devidamente fundamentado.8 Para a solicitação de vistoria de área parcialmente construída. que deve ser deixado pelo vistoriador na edificação e áreas de risco com o acompanhante mediante recibo. 5. o interessado poderá solicitar recurso em primeiro. este poderá apresentar.2.12 Os sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios e pânico instalados na edificação.12 Devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação.2 Durante a vistoria 5. o interessado deve apresentar na seção de protocolo o último relatório de vistoria (original ou cópia) emitida pelo vistoriador.1. não atendem as exigências de segurança contra incêndio vigentes à época. 5.2.1. deve ser substituído.Separação entre edificações.2.14 O vistoriador tem discricionariedade para. Estes equipamentos deverão seguir os parâmetros previstos em normas.10 Quando houver a discordância do interessado em relação ao relatório emitido durante vistoria. o relatório de vistoria com os itens verificados e um termo de autorização assinado pelo chefe da vistoria e vistoriador deverá ser anexado ao projeto técnico. onde deverá ser submetido a reanálise. desde que não interfiram na cobertura dos sistemas originalmente previstos no Projeto técnico.2.2.2. 5.10 desta IT. por meio de Formulário de Atendimento Técnico. será permitida a vistoria para áreas parciais desde que haja condição de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros e as respectivas guarnições.2. porém.2. 5. sempre que possível.2.1.2.2.

conforme especificado no item 5.10 Quando houver edificação e áreas de risco onde seja solicitado a emissão de AVCB para áreas construídas e endereços distintos.2 Multa 5.3. constatado o descumprimento das medidas de segurança contra incêndio e pânico previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais ou norma técnica regulamentar. para a cassação do AVCB. desde que não seja caracterizada situação de nível IV ou Risco Iminente de Incêndio ou Pânico devidamente fundamentado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico.4 A multa será dobrada na primeira reincidência.1 Advertência escrita A advertência escrita em forma de notificação. 5.3.1 e 5.3 Cassação do Auto de Vistoria do CBMMG A cassação será aplicada quando constatada pelo CBMMG sua ilegitimidade ou ilegalidade e pelo reiterado descumprimento das notificações.2.3 Da multa e interdição dos estabelecimentos.3. 5.9216 UFEMG (Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais). 5.2. 5.3. 5.3 Quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndios existentes na edificação e área de risco. de acordo com o Projeto técnico aprovado.7 Nos casos de extravio da primeira via do AVCB.2 Para a avaliação da irregularidade constatada na instalação ou funcionamento da medida de segurança contra incêndio e pânico deve ser levado em consideração à possibilidade da reparação imediata e ininterrupta pelo proprietário ou responsável pelo uso. 5.11 Os AVCB devem ser emitidos especificando a área total aprovada no Projeto Técnico e a área parcial referente à subdivisão requerida. 5. o serviço de segurança contra incêndio deve emitir ofício ao interessado. podem ser emitidos os AVCB para as respectivas áreas. 5. deve o proprietário ou responsável pelo uso encaminhar solicitação por escrito ou FAT ao Serviço de Segurança Contra Incêndio.3.3. esclarecendo o motivo do pedido.2. o responsável técnico.2.4.3.2.2. após a formalização da advertência escrita.2. nova multa será aplicada na primeira reincidência e assim sucessivamente.401.3.2.3. 5. deve ser instaurado o procedimento administrativo pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.4 A retirada do AVCB no protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio só é permitida com a apresentação do respectivo protocolo de vistoria.3 Emissão do Auto de Vistoria do CBMMG 5.1 Quando constatado pelo CBMMG que ocorreram alterações prejudiciais nas medidas de segurança contra incêndio e pânico da edificação ou área de risco. A inobservância do disposto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2. 5. que possua AVCB e procedido à advertência e multas.2 O responsável técnico que deve ter seu nome incluso no Auto de Vistoria. dentro do mesmo Projeto Técnico. que ensejará em interdição do estabelecimento ou área de risco.3.2.9 Após emissão do AVCB para a edificação e áreas de risco o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter o AVCB original ou cópia na entrada da edificação e áreas de risco em local visível ao público. 5. apenas é incluído no AVCB o nome de um profissional.3 Verificado que o proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação e área de risco não tomou as providências necessárias para a reparação das irregularidades. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito ou Formulário para Atendimento Técnico (FAT) ao Serviço de Segurança Contra Incêndio.2.3.3. Deverá ser recolhida a TSP para segunda via.5. Neste caso.3.3.2. e havendo uma quarta reincidência a edificação terá o AVCB cassado.3. obedecida à ordem alfabética.3 Após a primeira multa os períodos previstos para a aplicação de novas multas por reincidência deverão ser de no mínimo 30 dias.4 O proprietário ou responsável pelo uso poderá recorrer do ato de cassação por meio de recurso junto ao Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros. 5. .3. o respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).3. 5.1 Sessenta dias. deve ser emitido pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.2. persistindo a conduta infracional. conforme especificado nos itens 5. esclarecendo o fato ocorrido.8 O AVCB somente pode ser emitido para edificação e área de risco que tenha todas as medidas de segurança contra incêndio e pânico instaladas e em funcionamento.3.2.3.5 Nos casos de extravio do protocolo da vistoria. quando houver necessidade de nova remição por mudança de dados apresentados erroneamente pelo interessado.2. 5.3. 5. seguido do termo “e outros”. respeitando a complexidade da medida de segurança.3. 5.2. de forma a permitir que o responsável tenha tempo para corrigir as irregularidades.2 Persistindo a infração.3. c) interdição.3.2. será o profissional que se responsabilizou pela emissão da ART de instalação das medidas de segurança contra incêndio.0645 a 2. b) multa.3. conforme previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. será aplicada na primeira vistoria.6 A via original do AVCB deve ser devolvida ao Serviço de Segurança Contra Incêndio. sujeita o infrator às sanções administrativas: a) advertência. 5. 5. repetindo-se o valor da segunda reincidência na terceira. será aplicada multa de 80. e multiplicada por três na segunda.3.3. 5.1 Após a realização da vistoria na edificação e área de risco e aprovação pelo vistoriador. informando a cassação do AVCB. onde o respectivo serviço de segurança contra incêndio deve emitir a fotocópia com a autenticação do CBMMG. o solicitante deve recolher a TSP para emissão de novo AVCB. 5.3. 5.3.3.2.

6. f) de inspeção e/ou manutenção de vasos sob pressão. saídas de emergência. 5.4.4 Interdição A pena de interdição será aplicada sempre que houver situação de nível de segurança IV e/ou risco iminente devidamente fundamentado. g) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de chuveiros automáticos. 5.4 A ART de manutenção é exigida durante fiscalização do Corpo de Bombeiros.5 Prazos de auto de vistoria 5. autonomia e automatização.6 O proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação ou área de risco é responsável pela manutenção . extintores. 5. devem ser encaminhadas por meio de Formulário para Atendimento Técnico juntamente com cópias de documentos autenticadas que comprovem o teor da solicitação.5. quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas.7 Atestado de brigada contra Incêndio Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teóricos e práticos de prevenção combate a incêndio e pânico.6. 5. quando houver apenas um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas.3.5 O CBMMG deve providenciar a cassação do AVCB. 5.6.3. 5. 5.10 Memorial de Segurança contra Incêndio das Estruturas Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos revestimentos das estruturas contra ação do calor e outros conforme IT 06. o prazo de validade do AVCB deverá ser para o período da realização do evento.2 Para Projeto técnico de Instalação e Ocupação Temporária e Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente. 5.5 Quando o retorno de vistoria for provocado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.3. não podendo ultrapassar o prazo máximo de 6 (seis) meses.6. disponibilizando o acesso às informações referente ao processo aos interessados.8 Plano de intervenção de incêndio (quando da renovação do AVCB). 5. 5.1.3.4. devendo ser apresentada no ato da vistoria nota fiscal dos extintores de empresas devidamente credenciadas no CBMMG.3 A ART de instalação é exigida quando da solicitação da primeira vistoria da edificação e áreas de risco. sinalização de emergência e compartimentação horizontal e vertical e outros).4.5 Pode ser emitida uma única ART. não deve ser recolhida nova TSP.9 Atestado de abrangência do grupo motogerador (GMG) Documento que contém informações sobre a abrangência.6. alarme de incêndio. desde que a edificação e área de risco permaneça com as medidas de proteção contra incêndio e pânico previstas no projeto em condições de utilização e manutenção adequadas. e só deve ser válido para o endereço onde foi efetuada a vistoria. i) de instalação e/ou manutenção do sistema de controle de fumaça. deverá ser paga a TSP equivalente à área a ser vistoriada.4 O prazo máximo para realização de vistoria pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio é de 15 (quinze) dias úteis.1 O AVCB tem validade de 02 anos. b) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de utilização de gases inflamáveis. 5. 5.3 O pagamento da TSP de vistoria dá direito a realização de uma vistoria.2 A Anotação de Responsabilidade Técnica deve ser emitida para os serviços específicos de instalação e/ou manutenção das medidas de segurança contra incêndio previstas na edificação e áreas de risco. c) de instalação e/ou manutenção do grupo moto gerador.6 Podem ser emitidas várias ART desmembradas com as respectivas responsabilidades por medidas específicas. após a conclusão do procedimento. 5. 5. h) de instalação e/ou manutenção do sistema de detecção de incêndio. Plano estabelecido em função dos riscos da edificação e áreas de risco para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência.4.5.3. 5.6.6 Disposições gerais da vistoria 5. 5. j) de instalação e/ou manutenção do emprego de material de acabamento e revestimento k) outros.4.Fica dispensada a apresentação de ART de instalação de extintores.5.6 A Prefeitura e o Ministério Público devem ser informados por ofício sobre o ato de cassação do AVCB. 5. 5.4. iluminação de emergência. e) de instalação e/ou manutenção do revestimento dos elementos estruturais protegidos contra o fogo. 5. mediante recolhimento da respectiva TSP.4 Documentos necessários para a solicitação de vistoria de acordo com o risco e/ou medida de segurança existente na edificação e áreas de risco 5. d) de instalação e/ou manutenção do sistema de pressurização da escada de segurança. NOTA .4.2 O interessado deve comparecer na Unidade do CBMMG com atribuição no município onde se localiza a edificação. 5.1 As alterações de dados referentes ao Projeto técnico de proteção contra incêndios que não impliquem na substituição. Caso sejam constatadas irregularidades pelo vistoriador. Anotação de Responsabilidade Técnica: a) de instalação e/ou de manutenção das medidas de segurança contra incêndio e pânico (hidrantes e mangotinhos.4. com o comprovante do pagamento da TSP referente ao serviço de vistoria.4.4.

3 Apresentação 5.2 O interessado quando do preenchimento do Formulário para Atendimento Técnico deve propor questão específica sobre aplicação da legislação.8 Solicitação de vistoria por autoridade pública 5.7.5 Prazo do FAT A contar da data do protocolo. b) analisar.7. 5. 2) utilização de normas internacionais.1 será de competência do Comandante Geral.7.938 de 29 de .7. c) para tirar dúvidas quanto a procedimentos administrativos e técnicos. b) para solicitação de retificação de dados do Projeto técnico de segurança contra incêndio. a exemplo de: 1) solicitação de isenção de sistemas de segurança contra incêndios.1 Apresentação A solicitação de vistoria pode ser feita via ofício com timbre do órgão público. respeitando a ordem cronológica de entrada do pedido.1 É um grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG.2 Prazo de solicitação de vistoria por autoridade pública A contar da data de entrada do ofício no Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG.7.7 Formulário para atendimento técnico dezembro de 2003.2 A TSP deve ser recolhida através dos bancos e conta corrente indicados pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio com atribuições no município onde está localizada a edificação (ou meios eletrônicos que permitam prova inequívoca do pagamento).9. motivação do pedido e identificação do funcionário público signatário.8. 5.7. que altera a Lei 6.1 A solicitação do interessado pode ser feita no modelo do anexo F ou modelo semelhante confeccionado com recursos da informática e pode ser acompanhado de documentos que elucidem a dúvida ou comprovem os argumentos apresentados. 5. podendo ser acionado para: a) propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP). ou a autoridade solicitante tenha competência para impor aos proprietários de edificações privadas e públicas a vistoria.6.2 Somente devem ser aceitos formulários preenchidos por meios digitais ou datilografados. f) outras situações a critério do Serviço de Segurança Contra Incêndio.4 Competência Podem fazer uso do presente instrumento.6. contendo endereço da edificação. 5.e funcionamento dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio sob pena de cassação do AVCB. seu procurador ou o responsável técnico. ficando vedado perguntas genéricas que deixem a cargo do Serviço de Segurança Contra Incêndio a busca da solução específica. conforme Lei que regulamenta o ato. c) estudo preliminar como forma de garantir ao interessado a manutenção de exigências de futuro Projeto técnico. que trata da consolidação da legislação tributária do Estado de Minas Gerais.9.8. a administração deve responder nos prazos legais das requisições e as demais solicitações em 15 (quinze) dias úteis. ou.7. 5. legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico.7. 5. atendendo à Lei que regulamenta a TSP. 5. em três vias.6 Taxa de Segurança Pública (TSP) 5.3.6. inclusive recursos ou quando da necessidade nas decisões de assuntos relacionados aos sistemas e medidas de segurança contra incêndio e pânico.3.1 Quando o motivo da apresentação do Formulário for provocado pela administração do Serviço de Segurança Contra Incêndio. 4) casos em que o Serviço de Segurança Contra Incêndio e pânico não possua os instrumentos adequados para a avaliação em análise e/ou vistoria. 5. avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas no regulamento de incêndio.2 O Corpo Técnico poderá ser utilizado nas fases de análise. e.1 O Formulário para Atendimento Técnico deverá ser utilizado nos seguintes casos: a) para solicitação de substituição e retificação do AVCB.7.9. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve responder no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis. 5.3 A dispensa do pagamento da respectiva TSP está descrita e definida na lei Estadual 14. d) para pedido de reconsideração de ato praticado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio (Notificações de análises e vistoria). 5. vistoria. 5. e) para atualização de Projeto técnico.763 de 26 de dezembro de 1975. o proprietário. 5.9. 5. bem como para solucionar os casos especiais. A solicitação de vistoria por autoridade pública só pode ser realizada nos casos em que o interessado pela vistoria seja o responsável pelas edificações ou área de risco da administração pública.9 Corpo Técnico 5.3 O acionamento do Corpo Técnico para as questões especificadas no item 5. Chefe do Estado-Maior e do Diretor de Atividades Técnicas. o interessado fica isento do pagamento da TSP. endereço e telefone do órgão solicitante.7.7. 5. 3) utilização de novos sistemas construtivos ou de novos conceitos de sistemas de segurança contra incêndios. 5.

10.2 O pedido de reconsideração será dirigido à autoridade que praticou o ato e protocolado no órgão a que esta pertencer. 5. 5.1 A comissão para análise de recurso será composta por oficiais do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico para análise de recursos em primeiro e segundo grau. 5.7.1 Quando houver discordância do ato administrativo praticado pelo CBMMG.10. sendo um oficial intermediário e dois oficiais subalternos. 5. o proprietário. previsto em 5. caberá recurso ao Comandante Geral do CBMMG.2 caberá interposição de recurso ao Comandante de Pelotão. que deverá convocar o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado . responsável pelo uso ou responsável técnico.5 Do indeferimento.10. a qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes.2 A comissão de recurso em primeiro grau será composta por três oficiais do Batalhão de Bombeiros e Companhias Independentes. Companhia ou Batalhão de Bombeiros Militar. contados do seu recebimento.7.10. 5.4 A comissão para análise de recurso em segundo grau será composta por três oficiais do Corpo Técnico.CCPCIP. na ausência de oficiais. 5.10. do ato administrativo praticado pelo CBMMG.10.7 Comissões para análise de recursos 5.10 Da reconsideração administrativos de ato e recursos do CCPCIP o Comandante-Geral decidirá em até quinze dias úteis. 5.4.3 Nas Companhias e Pelotões de Bombeiros destacados. sendo um oficial intermediário e dois oficiais subalternos. cuja decisão deverá proferida no prazo de quinze dias úteis. 5. cuja decisão deverá ser proferida dentro do prazo de quinze dias úteis. 5. o responsável pelo uso ou responsável técnico poderá apresentar pedido de reconsideração do ato. contados do seu recebimento.6 Os recursos serão interpostos.3 Do indeferimento do pedido de reconsideração previsto no 5.10.10.3.10.5. no caso de indeferimento do recurso previsto em 5. pelo proprietário.10.7. para analisar e emitir parecer no prazo de trinta dias. Recebido o parecer .7.4 Caberá recurso ao Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG.10.10. 5. a comissão será composta pelo Sub Comandante da Fração e dois sub tenente/Sargento do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. no prazo de quinze dias a contar do conhecimento.10.10.

FRENTE ANEXO A – VERSO Protocolo nº AVCB nº Em ____/____/________ Em ___/___/____ Ch S Vistoria n.º Protocolista Vistoriador: data ___/___/____ Parecer A construir: Analista AVCB ANEXO A . NOTIFICAÇÃO RETIRADA DO PROJETO Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Áreas . Compl. m2 CREA: RG: Fone: Protocolo nº AVCB nº Em ___/___/____ Ch S Vistoria: Total : Retirado por: Ass.Rua: VISTORIAS APROV.: RG: Fone: Fone: Fone: Protocolo nº AVCB nº Ch. Seç de Análise RG: RG: RG: RG: Em ___/___/____ Ch S Vistoria: Fone: Fone: Fone: Fone: UF: Retirado por: Ass. m2 RG: Fone: .Existente: Ocupação: Em ___/___/__ _ Em ___/___/__ _ Em ___/___/__ _ Em Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Nome: Nome: Nome: Nome: Vistoriador: data ___/___/____ Parecer CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Bairro: Proprietário ou responsável p/ uso: Técnico Responsável: CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE GERAIS ___/___/__ Assinatura: _ Aprovado em ____/____/______ Assinatura: Assinatura: Assinatura: Vistoriador: data ___/___/____ Parecer m 2 Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Projeto N.º Município: Retirado por: Ass.

ANEXO B CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS FORMULARIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DE PROJETO TÉCNICO 1. Ch. Análise: *Apresentar quando da renovação de AVCB. . outros): Estrutura de sustentação da cobertura (concreto.: Carga Incêndio Baixa Média Alta Estrutura portante (concreto. Complemento:: : Lote Quarteirão Bairro: Município UF Proprietário: Responsável pelo uso: : Fone Responsável Técnico: CREA Fone N. S. madeira. Analista: Alarme de incêndio Sinalização de emergência Extintores Hidrantes e/ou mangotinhos Chuveiros automáticos Resfriamento Espuma Sistema fixo de gases limpos e dióxido de carbono (CO2) Plano de intervenção de incêndio (*) Escada pressurizada Controle de fumaça Outros(especificar) Fogos de artifício Vaso sob pressão (caldeira) Outros (especificar) Ass. do Proprietário/Resp. aço. aço. . Divisão e Descrição: Área existente: a construir: Total Altura da edificação: N. outros): 3. FORMA DE APRESENTAÇÃO PROTOCOLO (uso do CBMMG) Projeto técnico Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária Projeto técnico para Ocupação Temporária em Edificação Permanente 4.º de pav. MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Acesso de viatura do Corpo de Bombeiros Separação entre edificações Segurança estrutural nas edificações Compartimentação horizontal Compartimentação vertical Saídas de emergência Elevador de emergência Gerenciamento de risco de incêndio Brigada de incêndio Iluminação de emergência Detecção de incêndio Controle de materiais de acabamento 6.º e ano)__________/_______ Uso...º do Processo anterior: ___________/________ Decreto Adotado (n. RISCOS ESPECIAIS Armazenamento de líquidos inflamáveis/combustíveis Gás Liquefeito de Petróleo Armazenamento de produtos perigosos Ass.º. RESERVA D’ÁGUA Reservatório ( ) Elevado Reserva de Consumo: ( ) subterrâneo . /uso: Ass.. madeira. m3 RTI de HI m3 RTI de SPK m3 5. do Responsável Técnico: Ass. IDENTIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO E/OU ÁREA DE RISCO Logradouro Público: N.

01 1 0 .0 0 Hidrant e público de coluna Hidrant e público subt errâneo Reserva de incêndio C PRO DUÇ DES ÃO ENV OLV IMEN 1 -E TO + 2 OR EC E D ADMINISTRAÇÃO 1.ANEXO "C" 1 0 .1:750 Assunto: Ocupação: PLANTA DE RISCO PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Local: Proprietário: Resp.E + 4 RESID ÊNCIA AQ U CAN T ÁREA INA S 1 . Técnico Projeto Completo Esc. . 4 TRANSPORTE DE MATERIAL E+ 3 ED.0 0 Parede Cort a-fogo .E OCIAL + 2 Vaso sob pressão (caldeira) Ent rada para o CB Combat e a Incêndio ED. 6 Escada c/resist ência 9 0 min Cent ral Predial de GLP ESTACIONAMENTO GELADOS ED. Y= paviment o acima do t érreo) PLANTA DE RISCO DE INCÊNDIO (IMPLANTAÇÃO) Folha 1/1 Proprietário Resp. 2 ED.1 2 0 min Paredes de compart iment ação Regist ro de recalque ED. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . 3 PRODUÇÃO E+ 3 ED. 0 5 DEPÓSITO X-T-Y (X = paviment o abaixo do t érreo.9 0 min Parede Cort a-fogo . T= t érreo.

FL 01/05 INFORMAÇÕES SOBRE OS SISTEMAS LEGENDA Reserva de Incêndio R. Gaveta V. Técnico Folha 1/5 Projeto Completo Esc. Gaveta BOMBA DE INCÊNDIO H2 Proprietário Resp. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . Gaveta R. Retenção V.ANEXO "D" . Retenção OBSERVAÇÃO: H1 R. Gaveta R. .1:250 Assunto: PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Ocupação: INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Local: Proprietário: Resp.

TÉRREO Proprietário: Resp. . Técnico B Folha 2/5 Projeto Completo Esc.1:125 Assunto: PROJETO TÉCN ICO DE PROTEÇÃ O CONTRA INCÊNDIO Ocupação: Local: PAV. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .A A Proprietário Resp.

.B ANEXO "D" . Técnico Projeto Completo Esc. 03/05 A A Proprietário Folha 3/5 Resp.FL. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .1:125 PAV. TIPO (1 ao 9 andar) Assunto: PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃ O CONTRA INCÊNDIO Ocupação: Local: Proprietário: Resp.

04/05 Proprietário Folha 4/5 Resp. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .1:125 Assunto: PROJETO TÉCN ICO DE PROTEÇÃO CON TRA INCÊNDIO Ocupação: Local: COBERTURA Proprietário: Resp.ANEXO "D" . .FL. Técnico Projeto Completo Esc.

Técnico CORTE A-A CORTE B-B Folha 5/5 Projeto Completo Esc. .1:250 Assunto: Ocupação: Local: CORTES PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Proprietário: Resp. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . 5/5 Proprietário Resp.ANEXO "D" .FL.

: pode ser anexado também o fluxograma de produção) 5. IDENTIFICAÇÃO EMPRESA: ATIVIDADE INDUSTRIAL: ENDEREÇO: MUNICÍPIO: N. MATÉRIA(S)-PRIMA(S) UTILIZADA(S) 3. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES 6. PROCESSO INDUSTRIAL (Obs. do Proprietário ou Resp. p/uso . do Técnico Responsável _________________________________ Ass.ANEXO “ E “ CORPO DE BOMBEIROS MEMORIAL INDUSTRIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 1. ESPECIFICAR QUANTIDADE DO PROCESSO DE LÍQUIDOS E GASES INFLAMÁVEIS ____________________________ Ass. PRODUTO(S) ACABADO(S) 4.º DO PROCESSO: e-mail: 2.

ANEXO F CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS FORMULÁRIO PARA ATENDIMENTO TÉCNICO DATA: ___/___/___ Solicitante: Proprietário Finalidade da Consulta: Resp. Técnico INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO. pelo uso Procurador Nº: Resp. INSTALAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Endereço: Área (m2): Projeto técnico nº: Altura (m): Ocupação: Vistoria nº: ______________________________________ Nome: Assinatura RG/CREA .

__. NOME COMPLETO Qualificação Profissional Registro Nº 00000 Só é válido com a comprovação da capacitação técnica do signatário (anexar cópia da credencial) .Atesto para os devidos fins que as pessoas abaixo relacionadas participaram com bom aproveitamento do treinamento de "Brigada de Incêndio" ministrado na Edificação localizada na __________________ nº _____ – Bairro ___________ – Município de ___________ -MG e estão aptas ao manuseio dos equipamentos de prevenção e combate a incêndio da edificação: NOME RG _______________________ . de_______________ de 20 .

ANEXO G ATESTADO DE FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO Atesto. situada à Rua/Av . de_______________ de 20 . nº . no bairro . na cidade de . que as pessoas abaixo relacionadas. funcionários da (empresa) . no período de ___/_____/200_ a ___/___/200_. para os devidos fins. Tendo concluído com aproveitamento o curso e estando aptas para operarem os sistemas e equipamentos de proteção e combate a incêndios instalados na edificação: NOME RG _______________________ . participaram do curso de treinamento de Brigadistas com ____ horas aulas realizado na Escola de Treinamento de Brigadas de Incêndio do CBMMG. ________________________________ Assinatura do CBMMG . __.

ANEXO H CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS MODELO DE REQUERIMENTO EM GRAU DE RECURSO Solicitante: Recurso à Unidade/fração ( ) Endereço: Proprietário/Resp. quando for o caso). INSTALAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Ocupação: Vistoria nº: Pedido: Motivo do pedido: (incluir fundamentação legal. p/uso Assinatura do Responsável Técnico . p/uso: Área (m2): Altura (m): Projeto técnico____________________ nº: Documento de referência: Recurso ao DAT ( ) INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO. Local: Data: Assinatura do proprietário/Resp.

ANEXO”I” CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS PEDIDO DE VISTORIA Projeto nº Endereço Vistoria Proprietário Responsável pelo uso Responsável Técnico Telefone de contato ( ) parcial1 ( ) final Área Taxa Data Atendente 1 – necessário apresentação do FAT .

16 AGUA PRESSURIZADA . 30m ESGUICHOS REGULAVEIS – IT 17 SINALIZAÇÃO DE EMERGENCIA CONFORME IT 15 BRIGADA DE INCÊNDIO CONFORME IT 12 CLASSIFICAÇÃO GRUPO OCUPAÇÃO DIVISÃO DESCRIÇÃO TEXTIL EM GERAL EXEMPLOS ATULAMENTE IND. 38mm – COMPR.2A PÓ QUIMICO SECO BC – 20 B:C GAS CARBONICO BC – 5 B:C ILUMINAÇÃO DE EMERGENCIA CONFORME IT 13 ALARME E DETECÇÃO CONFORME IT 14 HIDRANTES TUBULAÇAO 63/100/150mm FERRO GALVANIZADO HIDRANTES – MANG.ANEXO “J” EXTINTORES IT. TEXTIL I INDUSTRIAL I-2 CARGA DE INCENDIO – IT 09 OCUPAÇÃO/USO DESCRIÇÃO DIVISÃO CARGA DE INCENDIO EM MJ/M² I TEXTIL EM GERAL I-2 700 MJ/M² CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E AREAS DE RISCO QUANTO A CARGA DE INCENDIO RISCO CARGA DE INCENDIO MJ/M² MEDIO 700 MJ/M² .

: Ocupação do subsolo: Total: Complemento: UF: MG Fone: ( ) Fone: ( ) Carga Incêndio (MJ/m²): 2. outros): 3. RISCOS ESPECIAIS Armazenamento de líquidos inflamáveis/combustíveis Gás Liqüefeito de Petróleo Armazenamento de produtos perigosos ______________________________________ Ass: Proprietário ou Responsável pelo uso ______________________________________ Ass: Responsável Técnico Fogos de artifício Vaso sob pressão (caldeira) Outros (especificar) _________________________________ Ass: Vistoriador do Corpo de Bombeiros _________________________________ Ass:Chefe da Seção de Vistoria . aço. madeira. IDENTIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO E/OU ÁREA DE RISCO Logradouro Público: Bairro: Proprietário: Responsável pelo uso: Áreas(m²) Existente : Detalhes : Altura: Uso. aço. divisão e descrição: Nº Município: e-mail: e-mail: A construir: m n. FORMA DE APRESENTAÇÃO Protocolo (uso do Corpo de Bombeiros) Projeto Técnico Simplificado 4. madeira.º de pav. outros): Estrutura de sustentação da cobertura (concreto. MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Sinalização de emergência Controle de materiais de acabamento Saídas de emergência Iluminação de emergência Extintores 5. ELEMENTOS ESTRUTURAIS Estrutura portante (concreto.ANEXO “K ” CORPO DE BOMBEIROS MILITARDE MINAS GERAIS FORMULÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PARA PTS 1.

2. da IT 01. nos moldes previstos na IT 01 .4.2. ________________________________ Nome: Endereço: Proprietário/Responsável legal pelo imóvel . ora desatualizado devido a não previsão em planta das medidas de segurança contra incêndio exigidas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. que possui Projeto Técnico aprovado nesse Corpo de Bombeiros sob o nº ___________. de acordo com o previsto no item 5. a edificação situada na ____________________________ nº . ____________.município de __________________ -MG.ANEXO “L” TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO Visando a concessão do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros da CBMMG. Comprometo-me a substituir o atual Projeto Técnico acima descrito.Procedimentos Administrativos. prevendo as medidas de segurança contra incêndio exigidas. bairro _________________ . ____ de ______________ de 200__.

visando a concessão do Auto de Vistoria do CBMMG. atesto que o Grupo Motogerador existente na edificação situada na __________________________________________________________________.ANEXO “M” CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS ATESTADO DE ABRANGÊNCIA DO GRUPO MOTOGERADOR Eu.______________________________________________Registrado no CREA sob o nº __________________. encontra-se instalado de acordo com as exigência da NBR 10898/99. tendo as seguintes características: Motor ( marca e modelo): Potência: Tensão: Tipo de acionamento: Combustível: Capacidade do Tanque: Autonomia: Abrangência: Local: Data: _____________________________________ Assinatura do Responsável Técnico Nº da ART: .

. Ou isenção de TRRF para os pilares externos protegidos por alvenaria cega. Tudo conforme item 5.).. • As vigas secundárias terão TRRF de 60 min. métodos analíticos etc e norma(s)] . [descrever a metodologia. Edificação: Logradouro Público/n°: Responsável pelo Uso: Altura(s) da Edificação (m): Ocupação: Data: (Nome da Edificação) (Endereço) (nome) (altura) (Data) METODOLOGIA PARA SE ATINGIR OS TRRF DOS ELEMENTOS ESTRUTURAIS [citar norma(s) empregada(s)] A metodologia adotada foi. • Observações: _______________________________________________ ISENÇÕES OU REDUÇÕES DE TRRF Exemplos: (Não foi adotada nenhuma condição para redução ou isenção de TRRF na presente edificação. Classe P4 da Instrução Técnica n° 06. vigas etc).. Grupo D.. conforme Anexo A.ANEXO “N” MEMORIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS Nome da Empresa. selagens de shafts e divisórias entre unidades autônomas serão executadas conforme segue: _______________________________________. atesta que os SISTEMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS (metálicas-de concreto-de maderia. ____________________________________ Nome: Resp.. MATERIAIS DE PROTEÇÃO CONTRA FOGO E RESPECTIVAS ESPESSURAS DE PROTEÇÃO [citar cartas de cobertura adotadas] Materiais Utilizados: (citar todos materiais utilizados na proteção) Espessuras Adotadas: (vide Tabela em anexo x carta de cobertura).) existentes na edificação em referência encontramse instalados em conformidade com as informações abaixo. tudo conforme IT 06). Procedimentos” da referida Instrução Técnica. registrada no CREA sob n° ______________. As espessuras foram calculadas com base nos ensaios laboratoriais acima mencionados. contraventamentos e vigas principais conforme Tabela A. e especificar se é para pilares.. Tempo de Resistência Requerido ao Fogo (TRRF): Exemplo: • As estruturas principais terão TRRF de 90 min para colunas. Técnico CREA nº . de acordo com os procedimentos da Norma .. Os ensaios de resistência ao fogo adotado foram o Relatório (IPT nº.18 da Instrução Técnica n° 06 do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais.. ou método do tempo equivalente ou outros devidamente comprovados. cartas de coberturas. com os seguintes TRRF: ____________________________________.. Ou Isenção dos perfis confinados em área fria. da Instrução Técnica n° 06. • As compartimentações. escadas de segurança. atendendo o disposto no item 5. seja por ensaios.. ou UL nº etc – citar os ensaios. conforme folhas.. visando a concessão do Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros. DETERMINAÇÃO DO TEMPO REQUERIDO DE RESISTÊNCIA AO FOGO (TRRF) CRITÉRIOS PARA DETERMINAÇÃO DO TRRF: para a definição dos TRRF’s foi adotada (por exemplo: Tabela A da Instrução Técnica n° 06.7 da IT-06.. conforme o item “5...

IT – 02 TERMINOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Termos e Definições .

Os acessos podem ser constituídos por corredores. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14. 4.3 Abrigo de mangueiras: Compartimento.Evacuation and means of escape. ou qualquer parte da parede externa da edificação com índice de resistência ao fogo menor que o exigido para a face exposta da edificação.6 Adutora: Canalização. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. ISO 8421-1 . aplicam-se os seguintes termos e definições. ISO 8421-5 . carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio.Bairro Centro CEP 30. Augusto de Lima. ISO 8421-3 . capaz de proteger contra intempéries e danos diversos. ISO 8421-2 . 4. ficando em local seguro.mg.Fire detection and alarm. destinado a armazenar mangueiras.Terms specific to fire-fighting. 4. esguichos.1 Abandono de edificação: O mesmo que evacuação da edificação. NBR 13860/97 Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio. geralmente de grande diâmetro. para alcançar a escada ou rampa. 4. ISO 8421-8 .br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica padroniza os termos e definições utilizados no CBMMG.bombeiros. ISO 8421-6 . passagens. constituindo a rota de saída horizontal (rota de fuga). de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Smoke control.Fire extinction equipment. vestíbulos. janela ou qualquer outra abertura não dotada de vedação com o exigido índice de proteção ao fogo. .gov. dotado de porta trinco e visor transparente. ISO 8421-4 . balcões. até as redes de distribuição.Strutural fire protection. executando os testes necessários na vistoria. área de refúgio ou descarga para saída do recinto do evento. é a retirada organizada e segura da população usuária de uma edificação conduzida à via pública ou espaço aberto exterior à edificação.190-000 Site: www. 4. embutido ou aparente.mg. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 02 TERMINOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.Explosion detection and suppression means. que tem como finalidade conduzir a água da Estação de Tratamento de Águas (ETA).General Terms and phenomena of fire.2 Abertura desprotegida: Porta. 4.gov.4 Acesso: Caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor.br Email: dat3@cbmmg. ISO 8421-1 General Terms and phenomena of fire. 355 . que acompanha o vistoriador.270. varandas e terraços. rescul services and handling hazardous materials. 4 DEFINIÇÕES Para efeitos desta Instrução Técnica. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as atividades de Segurança Contra Incêndio do CBMMG.130. ISO 8421-7 . Decreto Estadual nº 44.5 Acompanhante: Pessoa com conhecimentos da operacionalidade dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios instalados na edificação.

23 Área da edificação: Somatória da área a construir e da área construída de uma edificação.13 Ampliação: Aumento da área construída da edificação. paredes. 4. excluindo o ático. separado desta por porta corta-fogo e situado em helipontos ou heliportos elevados. 4. 4.4. 4. ou entre o nível do piso e o nível imediatamente superior. barriletes.25 Área de armazenagem: Local destinado à estocagem de fogos de artifício industrializado. parapeitos e vergas que não apresentam resistência ao fogo. por dutos de entrada e saída de ar ou por ventilação forçada (pressurização). específica e por prazo limitado. ou pilotis. 4. casa de máquinas.30 Área de pouso e decolagem: Local do Heliponto ou Heliporto.32 Área de refúgio para helipontos: Local ventilado. 4. treliça. 4. ficando entre este (s) e o logradouro público ou área externa com acesso aos setores. mas que são projetados para reduzir a submergência e agitar a superfície do líquido. 4. 4.11 Altura ascendente ou altura do subsolo da edificação: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga. em geral com valores em torno de 0. 4. acessado através das saídas de emergência de um setor ou setores. provocando o mínimo de submergência. 4. 4. que poderá ser utilizado para pousos e decolagens de Helicópteros. sob a projeção o paramento externo da parede da edificação. 4. 4. conforme o caso. sobre piso.29 Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros: Local construído sobre edificações. 4. destinado a alertar as pessoas sobre a existência de um incêndio no risco protegido.21 Área a construir: Somatória da área em metros quadrados a serem construídas da edificação. e pelas quais pode-se irradiar o incêndio. 4. 4.34 Área de risco: Área onde haja possibilidade de ocorrência de um sinistro.14 Análise: Ato formal de verificação das exigências das medidas de proteção contra incêndio das edificações e áreas de risco.24 Área de aberturas na fachada de uma edificação: Superfície aberta nas fachadas (janelas. ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo). 4.28 Área do pavimento: Área em metro quadrado (m2). 4.9 Alambrado: Tela de arame ou outro material similar. 4. em caráter temporário. desde que haja acesso dos usuários ao exterior da edificação). para pousos e decolagens de helicópteros mediante autorização prévia. ao piso do último pavimento. do órgão regional do Comando Aéreo Regional. calculada a partir das paredes externas. 4. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema. 4.20 Aplicação por espuma: Tipo I: utiliza aplicador que deposita a espuma suavemente na superfície do líquido.31 Área de pouso e decolagem ocasional (APDO): Local de dimensões definidas. pavimento superior da cobertura (duplex) e assemelhados. Tipo II: Utiliza aplicadores que não depositam a espuma suavemente na superfície do líquido. com dimensões definidas.15 Análise preliminar de risco: Estudo prévio sobre a existência de riscos. localizado dentro dos limites do heliporto ou heliponto. onde o Helicóptero pousa e decola. com resistências mecânicas de 5000 N / m.8 Agente extintor: Produto utilizado para extinguir o fogo. no processo de segurança contra incêndio. 2º piso.27 Área de estacionamento: Local destinado ao estacionamento de helicópteros. 4. que pode ser usado. com ventilação natural garantida por janela para o exterior.1 m/s.18 Anemômetro de fio quente ou termo anemômetro: Tipo de anemômetro que opera associando o efeito de troca de calor convectiva no elemento sensor (fio quente) com a velocidade do ar que passa pelo mesmo. Possibilita realizar medições de valores baixos de velocidade.33 Área de refúgio: Local seguro que é utilizado temporariamente pelo usuário.16 Andar: Volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos. 4. podendo ser edificada ou aberta. Tipo III: Utiliza equipamentos que aplicam a espuma por meio de jatos que atingem a superfície do líquido em queda livre. . etc). esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada. próximo ao local de resgate de vítimas com uso de helicópteros para casos de impossibilidade de abandono da edificação pelas rotas de fuga previamente dimensionadas. 4.17 Anemômetro: Instrumento que realiza a medição da velocidade de gases. elementos vazados – cobogó.7 Afastamento horizontal entre aberturas: Distância mínima entre as aberturas nas fachadas (parede externa) dos setores compartimentados. reservatórios d’água. 4. 4. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade.22 Área construída: Somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação. portas.10 Alarme de incêndio: Dispositivo de acionamento automático ou manual e desligamento manual. com acesso à escada de emergência.12 Altura da edificação ou altura descendente: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (nível térreo.19 Antecâmara: Recinto que antecede a caixa da escada. com ou sem acabamento ou em terreno natural. cadastrado no Comando Aéreo Regional respectivo.26 Área de armazenamento: Aquela destinada à guarda de materiais. previamente delimitado. sob a projeção do paramento externo da parede da edificação.

estabelecendo um período de revalidação. chama-se quina do degrau. 4. 4. 4.57 Bacia de contenção: Região delimitada por uma depressão do terreno ou diques destinada a conter integralmente o vazamento de produtos líquidos dos tanques. lagos (mesmo os artificiais). 4.43 Área utilizável: é toda aquela que de alguma forma pode ser utilizada para manobra de veículos. garantindo a eficiência desse sistema. 4. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar.46 Aspersor: Dispositivo utilizado nos chuveiros automáticos ou sob comando. movimentação de pessoas e/ou materiais sem parte edificada. tanto vertical quanto horizontal. excluindo-se o de descarga. 4. 4. certificando que a edificação possui as condições de segurança contra incêndio e pânico. As barreiras de fumaça podem ter aberturas que são protegidas por dispositivos de fechamento automático ou por dutos de ar. 4. exclusivamente a armazenagem de recipientes de líquidos inflamáveis. eletricidade. latas. 4.53 Avisador sonoro: Dispositivo que emite sinais audíveis de alerta. tendo. 4. passeios públicos e áreas impróprias ao uso.61 Barreiras de proteção: Dispositivos que evitam a passagem de gases.63 Bomba com motor de combustão interna (motores do ciclo Otto ou Diesel): Equipamento . neste caso obrigatoriamente inclinada. etc. destinada a abrigar máquinas e equipamentos. ar condicionado e cabos de comunicação. 4.54 Avisador sonoro e visual: Dispositivo que emite sinais audíveis e visíveis de alerta combinados.59 Banzo: Parte lateral das escadas de incêndio onde se fixam os degraus. com fechamento na cobertura. com a finalidade de coletar vazamentos de óleo isolante. onde são acondicionados recipientes (tais como tambores..50 Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB): Documento emitido pelo CBMMG. arredondada inferiormente ou não. Exemplificam esta definição os taludes em aclive acentuado.58 Balcão ou sacada: Parte do pavimento da edificação em balanço em relação à parede externa do prédio. ações de carga e descarga. 4. 4.) que contenham produtos ou materiais combustíveis ou produtos inflamáveis. a saliência do bocel ou da quina sobre o degrau imediatamente inferior não pode ser menor que 15 mm em projeção horizontal. pelo menos.41 Área protegida: Área dotada de medidas ativa e passiva para proteção contra incêndio e pânico. Inclui-se nesta definição toldos e coberturas. aquecedores de água a gás ou elétricos localizados na cobertura do edifício. controlado pela central. uma face aberta para o espaço livre exterior. tonéis. casa de máquinas de elevadores.62 Bocel ou nariz do degrau: Borda saliente do degrau sobre o espelho. escada rolante e “shafts” de hidráulica. 4.48 Ático: Parte do volume superior de uma edificação.40 Área imprópria ao uso: São áreas que por sua característica geológica ou topográfica impossibilitam a sua exploração. riachos e poços.55 Avisador visual: Dispositivo que emite sinais visuais de alerta. chamas ou calor de um local ou instalação para outro contíguo. 4. duto de coleta e dreno. baldes. 4.47 Atestado de brigada contra incêndio: Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teórico e prático de prevenção e combate a incêndio e pânico. Excetua-se desta as áreas destinadas a jardinagens. 4.36 Área de venda: Local destinado à permanência de pessoas para escolha e compra de produtos. pertencentes ao imóvel. com dimensões definidas. 4. 4.44 Armazém de líquidos inflamáveis: Construção destinada.4. barrancos em pedra. que é projetada e construída para restringir o movimento da fumaça.52 Avisador: Dispositivo previsto para chamar a atenção de todas as pessoas dentro de uma área de perigo.39 Área edificada: Entende-se por área edificada toda a área que possuir piso e teto construídos. Nota: Se o degrau não possui bocel. 4.56 Bacia de contenção de óleo isolante: Dispositivo constituído por grelha. para aplicação de agente extintor 4. 4. 4. previstas na legislação. 4. caixas de água e circulação vertical.51 Autonomia do sistema: Tempo mínimo em que o sistema se mantém em funcionamento. conectando dois ou mais pavimentos cobertos. 4. placas e equipamentos de aquecimento solar.42 Área total da edificação: Somatória da área a construir e da área construída da edificação. 4.37 Área do maior pavimento: Área do maior pavimento da edificação. dentre outros. 4.49 Átrio (“Atrium”): Espaço amplo criado por um andar aberto ou conjuntos de andares abertos. a linha de concorrência dos planos do degrau e do espelho.60 Barreiras de fumaça (“smoke barriers”): Membrana. 4.38 Áreas de produção: Locais onde se localizam poços de petróleo. preenchido com pedra britada. adequados para controlar o movimento da fumaça. tal como uma parede. excetuando-se os locais destinados à escada.. andar ou teto.45 Armazém de produtos acondicionados: Área coberta ou não.35 Área de toque: Parte da área de pouso e decolagem.

dentro de uma área preestabelecida.para o combate a incêndio cuja força provém da expansão do combustível misturado com o ar na presença de fonte ígnea ou pela variação de pressão. Classificação segundo sua capacidade máxima de armazenamento de recipientes: a) Classe I: até 540 kg ou 1. 4.79 Capacidade volumétrica: Capacidade total em volume que o recipiente pode comportar. vento etc. quarto de hotel ou assemelhado.080 kg ou 2. 4. que contém os recipientes transportáveis ou estacionário (s) e acessórios. 4. 4. que presta serviços de prevenção de incêndio e atendimento de emergência em edificações e eventos.). para bomba principal. quando estes não puderem ser abastecidos pelo reservatório elevado.89 Combate a incêndio: Conjunto de ações táticas destinadas a extinguir ou isolar o incêndio com uso de equipamentos manuais ou automáticos.86 Chuveiro automático: Dispositivo destinado a projetar água. convertê-los em indicações adequadas. abandono da edificação. divisórias. de acordo com a norma específica. com dedicação exclusiva. 4.67 Bomba principal: Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a recalcar água para os sistemas de combate a incêndio. e que tenha sido aprovado no curso de formação.90 Combustibilidade dos elementos de revestimento das fachadas das edificações: Característica de reação ao fogo dos materiais utilizados no revestimento das fachadas dos edifícios.72 Botijão portátil: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP) com capacidade nominal de até 5 kg de GLP. 4. 4.88 Cobertura: Elemento construtivo. 4.74 Brigada de incêndio: Grupo organizado de pessoas.69 Bombeiro público (Militar ou civil): Pessoa pertencente a uma corporação de atendimento às emergências públicas.65 Bomba de pressurização (“jockey”): Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a manter o sistema pressurizado em uma faixa preestabelecida. 4.70 Bombeiro voluntário: Pessoa pertencente a uma organização não governamental que presta serviços de atendimento às emergências públicas. calor.87 Circulação de uso comum: Passagem que dá acesso à saída de mais de uma unidade autônoma. 4.0 m3 de GLP (equivalente a 307 botijões de 13 kg ou 88 de 45 kg). 4. 4.0 m3 de GLP (acima de 307 botijões de 13 kg ou 88 de 45 kg). conexões e acessórios. 4. voluntárias ou não. medida em m3.83 Causa: Origem de caráter humano ou material. dotado de elemento sensível à elevação de temperatura. 4. pisos e tetos. treinadas e capacitadas para atuar na prevenção.82 Carretel axial: Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semi-rígidas.66 Bomba de reforço: Dispositivo hidráulico destinado a fornecer água aos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente. . 4. 4. localizado no topo da edificação. e) Classe V: acima de 4000 kg ou 8. ou da própria administração do estabelecimento. b) Classe II: até 1.81 Carga de incêndio específica: Valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado.5 m3 de GLP (equivalente a 193 botijões de 13 kg ou 56 de 45 kg). c) Classe III: até 2.77 Canalização: Rede de tubos. 4.85 Central de gás: Área devidamente delimitada. determinados nas normas técnicas em vigor. 4. expresso em megajoule (MJ) por metro quadrado (m2). com a função de protegê-la da ação dos fenômenos naturais (chuva.0 m3 de GLP (equivalente a 41 botijões de 13 kg ou 12 de 45 kg).78 Capacidade extintora: Medida do poder de extinção de fogo de um extintor.73 Botoeira “liga-desliga”: Acionador manual. 4.80 Carga de incêndio: Soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço. comandar e controlar os demais componentes do sistema. 4. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP.71 Botijão: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP). inclusive o revestimento das paredes. 4. combate a um princípio de incêndio e prestar os primeiros socorros.64 Bomba com motor elétrico: Equipamento para combate a incêndio cuja força provém da eletricidade. d) Classe IV: até 4000 kg ou 8. 4.75 Camada de fumaça (“smoke layer”): Espessura acumulada de fumaça abaixo de uma barreira física ou térmica. relacionada com um acidente. 4.68 Bombeiro profissional civil: Pessoa pertencente a uma empresa especializada. 4. 4.84 Central de alarme: Equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção. obtida em ensaio prático normalizado. em forma de chuva.520 kg ou 5. destinados ao armazenamento de gás liquefeito de petróleo (GLP) para consumo. que podem contribuir para a propagação e radiação do fogo.0 m3 de GLP (equivalente a 83 botijões de 13 kg ou 24 de 45 kg). do tipo liga-desliga.76 Câmara de espuma: Dispositivo dotado de selo de vapor destinado a conduzir a espuma para o interior do tanque de armazenamento de teto cônico. destinada a conduzir água para alimentar o sistema de combate a incêndio. 4. 4.

impedindo a passagem de calor ou fumaça. portas. concebida pelo arquiteto ou engenheiro. d) registros corta-fogo nas tubulações de ventilação e de ar condicionado que transpassam as paredes de compartimentação. selos e “dampers” corta-fogo.95 Compartimentação vertical: Medida de proteção. separando pavimentos consecutivos. com superfície lisa. 4.99 Comunicação visual: Conjunto de informações visuais aplicadas em uma edificação. 4. c) selagem corta-fogo nas passagens das instalações prediais existentes nas paredes de compartimentação. g) parapeitos ou abas resistentes ao fogo. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador. destinado ao pisoteio e o espelho que é a parte vertical do degrau. construídos para evitar ou minimizar a propagação do incêndio de dentro para fora de seus limites. na qual se tem a divisão em nível (cômodos) ou vão vertical (pé direito). tais como: localização de ambientes. com a finalidade de facilitar o seu embarque. separando aberturas de pavimentos consecutivos. ar. prestação de serviços e propagandas. saídas. 4. arredondada e contínua. aplicada em áreas de escadas e rampas destinadas a servir de apoio para as pessoas durante o deslocamento. interna ou externamente ao edifício.104 Corrimão ou mainel: Barra. calor e gases. animais. b) portas e vedadores corta-fogo nas paredes de compartimentação de áreas. e trabalhando como gerador quando o sistema está com a tensão baixa. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e dificulte a sua propagação no plano vertical. f) paredes corta-fogo entre unidades autônomas e áreas comuns.106 Degrau: Conjunto de elementos de uma escada composta pela face horizontal conhecida como “piso”. c) enclausuramento de dutos (“shafts”) por meio de paredes corta-fogo. Incluem-se neste conceito os elementos de vedação abaixo descritos: Compartimentação vertical a) entrepisos ou lajes corta-fogo de compartimentação de áreas. legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico. não se tratando especificamente de sinalização de emergência. determinado pela norma correspondente. avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.92 Compartimentação vertical e horizontal: Medidas de proteção passiva. e) paredes corta-fogo de isolamento de riscos entre unidades autônomas. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. que lhe define a altura. 4. 4.98 Compensadores síncronos: Equipamento que compensa reativos do sistema. plantas ou ecossistemas) ou de bens materiais. 4. com a finalidade de orientar sua população. 4.105 Dano: Lesões a pessoas. f) paredes resistentes ao fogo na envoltória do edifício. g) portas corta-fogo de ingresso de unidades autônomas. e) selagem corta-fogo dos dutos (“shafts”) na altura dos pisos e/ou entrepisos.102 Cor de segurança: Aquela para a qual é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança ou saúde. espaços ou andares. analisar. 4. conferida à edificação em relação às suas divisões internas.96 Compartimentar: Separar um ou mais locais do restante da edificação por intermédio de paredes resistentes ao fogo. possui resistência mecânica à variação térmica no tempo requerido de resistência ao fogo . compreendendo um ou mais cômodos. solo.TRRF.97 Compartimento: Parte de uma edificação. cano ou peça similar. 4. . no mesmo pavimento ou para pavimentos elevados consecutivos. 4. 4. Compartimentação horizontal a) paredes corta-fogo de compartimentação de áreas. 4. 4.103 Corpo técnico: Grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG.107 Densidade populacional (d): Número de pessoas em uma área determinada (pessoas/m2).4. desembarque e transbordo entre diferentes meios de transporte.100 Contêiner: Grande caixa metálica de dimensões e características padronizadas. h) registros corta-fogo nas aberturas em cada pavimento dos dutos de ventilação e de ar condicionado. 4.91 Como construído (“as built”): Documentos. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. para acondicionamento de cargas em geral a transportar. tendo como objetivos propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP).94 Compartimentação horizontal: Medida de proteção. desenhos ou plantas do sistema. 4. b) vedadores corta-fogo nos entrepisos ou lajes cortafogo. destruição de recursos naturais (água. d) enclausuramento das escadas por meio de paredes e portas corta-fogo. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e evite a sua propagação no plano horizontal. constituída de elementos de construção resistentes ao fogo.101 Cor de contraste: Aquela que contrasta com a cor de segurança a fim de fazer com que a última se sobressaia.93 Compartimentação: Característica construtiva. cujas características básicas são a vedação térmica e a estanqueidade à fumaça. 4. separando ambientes. destinados a evitar ou minimizar a propagação do fogo. onde o elemento construtivo estrutural e de vedação. trabalhando como carga quando o sistema está com a tensão alta.

estabelecida a partir do limite de área de armazenamento. acima da cobertura da edificação.126 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação de calor.119 Dosador: Equipamento destinado a misturar quantidades determinadas de “extrato formador” de espuma e água. 4.120 Duto de entrada de ar (DE): Espaço no interior da edificação. esguichos de fluxo direcional. às escadas. Estes dispositivos podem ter formas como as de tubos abertos. sem efeito estrutural e que. pode ser suprimida facilmente em caso de reforma. 4. do manipulador. podendo também exercer a atividade de liquefação de gás natural. 4. Observação: Em qualquer caso. 4. 4. 4. b) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas.128 Edificação principal: Construção que abriga a atividade principal sem a qual as demais edificações não teriam função.117 Distribuição de GNL a granel: Compreende as atividades de aquisição ou recepção. que serão realizadas por pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras. detecta princípios de incêndio podendo ser ativado.121 Duto de saída de ar (DS): Espaço vertical no interior da edificação.124 Edificação aberta lateralmente: Edificação ou parte de edificação que. 4. 4. decorrente da passagem de corrente elétrica. armazenamento. que conduza ar puro. ou pequenas câmaras de geração com bocas de saídas abertas. devidamente ventilados e livres de fumaça em caso de incêndio. com aberturas dispostas de forma a poderem ser consideradas uniformemente distribuídas. de gases e fumaça para o ar livre. 4. 4. mantendo-os.127 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo.129 Edificação térrea: Edificação de um pavimento podendo possuir mezaninos. dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de uma corrente compacta de baixa velocidade. que permite o recalque de água para o sistema. que permite a saída.123 Edificação: Área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação. com sede e administração no País. medida perpendicularmente à face exposta da edificação. antecâmaras ou acessos.112 Dispositivo de recalque: Registro para uso do Corpo de Bombeiros.118 Divisória ou tabique: Parede interna. coletado ao nível inferior desta. Podem ser: Dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de aspersão e terminam em um defletor ou uma calha que distribui a espuma. transvasamento. equipamento ou material. convecção de gases quentes e ou transmissão direta de chamas.113 Dispositivos de descarga: Equipamentos que aplicam a espuma sob forma de neblina e que aplicam o agente numa corrente compacta de baixa velocidade. 4. ao eixo da rua ou a uma linha imaginária entre duas edificações ou áreas compartimentadas do mesmo lote. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas. baixa ou atingindo o teto. por meio de transporte próprio ou contratado.4. 4. 4. portanto. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. 4. sobrelojas e jiraus. 4. controle de qualidade e comercialização do gás natural liquefeito (GNL).115 Distância máxima horizontal de caminhamento: Afastamento máximo a ser percorrido pelo usuário para alcançar um acesso.110 Destravadores eletromagnéticos: Dispositivo de controle de abertura com travamento determinado pelo acionamento magnético. convecção de gases quentes ou a transmissão direta de chama.114 Distância de segurança: Afastamento entre uma face exposta da edificação ou de um local compartimentado à divisão do lote. por calor. responsável pela radiação de calor.109 Deslizador de espuma: Dispositivo destinado a facilitar a aplicação suave da espuma sobre líquidos combustíveis armazenados em tanques. exclusivamente. para permitir a ventilação. com isso. . em cada pavimento: a) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. 4. basicamente.125 Edificação destinada ao comércio de fogos de artifício no varejo: Local destinado ao armazenamento e venda de fogos de artifício e estampido industrializados. 4. 4. chama ou fumaça.111 Detector automático de incêndio: Dispositivo que. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas. 4. em qualquer pavimento.122 Duto (“plenum”): Condição de dimensionamento do sistema de pressurização no qual se admite apenas um ponto de pressurização.116 Distância mínima de segurança: Afastamento mínimo entre a área de armazenamento de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) e outra instalação necessária para a segurança do usuário.108 Descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. podem ter ou não defletores ou calhas incluídos como partes integrantes do sistema. quando sensibilizado por fenômenos físicos e/ou químicos. de edificação e do público em geral. dispensando-se o duto interno e/ou externo para pressurização. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro do edifício e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas ou. 4. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido. 4.

136 EPI: Equipamentos de proteção individual. 4. 4. 4.135 Entrepiso: Conjunto de elementos de construção. decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional. 4.147 Escada não enclausurada ou escada comum (NE): Escada que embora possa fazer parte de uma rota de saída. com ou sem espaços vazios. 4.145 Escada enclausurada à prova de fumaça (EPF): Escada cuja caixa é envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo.131 Efeito do sistema: Efeito causado pelo erro de projeto e/ou instalação com configurações inadequadas do sistema onde o ventilador está instalado. geralmente com dois ou mais pavimentos que se comunicam internamente. tubulações e sistemas.4.138 EPI de nível “B”: É o nível de proteção intermediário. 4. causado pela diferença de temperatura interna e externa. Os átrios e shoppings cobertos são exemplos de espaços amplos. em cada pavimento.141 Escada aberta: Escada não enclausurada por paredes e porta corta-fogo.144 Escada enclausurada: Escada protegida com paredes resistentes ao fogo e portas corta-fogo. 4. 4. 4.157 Estação de carregamento: Instalação especialmente construída para carregamento de caminhões-tanques ou de vagões-tanques. para exposições de produtos com possibilidade de respingos. cujo acesso é por antecâmara igualmente enclausurada ou local aberto. destinado a dar forma.158 Estação fixa de emulsificação: Local onde se situam bombas.150 Esguicho regulável: Acessório hidráulico que dá forma ao jato. 4. 4.148 Escoamento (E): Número máximo de pessoas possíveis de abandonar um recinto dentro do tempo máximo de abandono.153 Espaços comuns (“communicating space”): Espaços dentro de uma edificação com comunicação com espaços amplos adjacentes.151 Espaço confinado: Local onde a presença humana é apenas momentânea para prestação de um serviço de manutenção em máquinas. permitindo o uso d’água em forma de chuveiro de alta velocidade. sendo por inalação. 4. 4. 4.152 Espaço livre exterior: Espaço externo à edificação para o qual abram seus vãos de ventilação e iluminação.155 Espaços separados (“separated spaces”): Espaços dentro de edificações que são isolados das áreas grandes por barreiras de fumaça. propiciando um seguro abandono. 4. 4. 4. Utiliza-se roupa encapsulada de proteção química.133 Elemento estrutural: Todo e qualquer elemento de construção do qual dependa a resistência e a estabilidade total ou parcial da edificação. 4. Pode ser constituído por logradouro público ou pátio amplo. pode mover-se ou acumular-se sem restrições.134 Emergência: Situação crítica e fortuita que representa perigo à vida. de modo a evitar fogo e fumaça em caso de incêndio. ingestão ou absorção cutânea. 4. dosadores.149 Esguicho: Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras. 4. permitindo desta forma eficaz ventilação. os quais não podem ser utilizados no suprimento de ar. sendo dotada de guarda-corpo ou gradil (Barreiras) e corrimãos em todas sua extensão (degraus e patamares). 4. cuja condição de estanqueidade à fumaça é obtida por intermédio de pressurização. 4. Os espaços comuns podem permitir aberturas diretamente dentro dos espaços amplos ou podem conectar-se por meio de passagens abertas. 4.146 Escada enclausurada protegida (EP): Escada devidamente ventilada situada em ambiente envolvido por paredes resistentes ao fogo e dotada de portas corta-fogo. 4. “halls” e outros. . ocasionando redução do desempenho do ventilador em termos de vazão. tanto no espaço amplo como no espaço comum. dentro do qual a fumaça proveniente de um incêndio. comunica-se diretamente com os demais ambientes como corredores. com proteção respiratória de pressão positiva. compreendidos entre a parte inferior do forro de um pavimento e a parte superior do piso do pavimento imediatamente superior.142 Escada aberta externa (AE): Escada de emergência precedida de porta corta-fogo (PCF) no seu acesso.154 Espaços comuns e amplos (“large volume spaces”): Espaço descompartimentado.130 Efeito chaminé (“Stack effect”): Fluxo de ar vertical dentro das edificações. 4.143 Escada à prova de fumaça pressurizada (PFP): Escada à prova de fumaça. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto. 4. válvulas e reservatórios de extrato formador de espuma. nos quais a fumaça proveniente de um incêndio pode propagar-se livremente. não possuindo portas corta-fogo. direção e controle ao jato. ao meio ambiente e ao patrimônio.156 Espuma mecânica: Agente extintor constituído por um aglomerado de bolhas produzidas por agitação da água com Líquido Gerador de Espuma (LGE) e ar. Utiliza-se roupa de proteção química conforme especificação da tabela de compatibilidade da roupa.137 EPI de nível “A”: É o nível máximo de proteção para todas as possíveis vias de intoxicação. 4.132 Elemento de compartimentação: Elemento de construção que compõe a compartimentação da edificação.139 EPI de nível “C”: É o nível mínimo necessário a qualquer tipo de acidente envolvendo produtos químicos. cuja projeção esteja fora do corpo principal da edificação. 4.140 EPR: Equipamentos de proteção respiratória. visando restringir o movimento da fumaça.

4. 4. 4. 4.180 Fonte de energia alternativa: Dispositivo destinado a fornecer energia elétrica ao(s) ponto(s) de luz de emergência na falta ou falha de alimentação na rede elétrica da concessionária. 4.161 Estado de funcionamento do sistema: Condição na qual a(s) fonte(s) de energia alimenta(m). que emitirá ou receberá a propagação de um incêndio. adotando-se para o cálculo do escoamento. destinado a combater princípios de incêndio. possibilitando o acesso operacional dos equipamentos de combate e seu posicionamento em relação a ela. que produz ruídos e efeitos luminosos. 4. 4.166 Exercício simulado: Atividade prática realizada periodicamente para manter a brigada e os ocupantes das edificações com condições de enfrentar uma situação real de emergência. 4. os dispositivos da iluminação de emergência.168 Expedidor: Pessoa responsável pela contratação do embarque e transporte de logística envolvendo produtos perigosos expressos em nota fiscal ou conhecimento de transporte internacional. entre outros. 4. propano. 4.174 Fator de massividade (“fator de forma”) (m-1): Razão entre o perímetro exposto ao incêndio e a área da seção transversal de um perfil estrutural. produzindo calor intenso e pressões elevadas. 4.181 Formulário de segurança contra incêndios: Documento que contém os dados básicos da edificação. misturada formando uma massa. nitrogênio ou outros componentes normalmente encontrados no gás natural. solicitar alterações em Processo e Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros. 4.169 Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases. efetivamente. portátil ou sobre rodas. ou de qualquer outra forma.160 Estado de flutuação: Condição em que a bateria de acumuladores elétricos recebe uma corrente necessária para a manutenção de sua capacidade nominal. A fachada deve possuir pelo menos um meio de acesso ao interior do edifício e não ter obstáculos.164 Estanqueidade: Propriedade de um elemento construtivo da vedação de impedir a passagem de gases e/ou chamas. respeitando-se os turnos de trabalho. decorrente de um material submetido a pirólise ou combustão.171 Fachada: Face de uma edificação constituída de vedos e aberturas. solicitar reconsideração de ato em vistoria. 4. 4.167 Exercício simulado parcial: Atividade prática abrangendo apenas uma parte da planta. 4. 4. que juntamente com a quantidade de ar que é conduzida. de acordo com a descrição da NBR 14432. sistemas previstos e trâmite no Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). 4.184 Gás liquefeito de petróleo (GLP): Produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano. butano.175 Filtro de partículas: Elemento destinado a realizar retenção de partículas existentes no escoamento de ar e que estão sendo arrastadas por este fluxo. É responsável pela segurança veicular.176 Fluxo (F): Número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/min) em um determinado meio de abandono.183 Fumaça (“smoke”): Partículas de ar transportadas na forma sólida.178 Fluxo luminoso residual: Fluxo luminoso medido após o tempo de autonomia garantida pelo fabricante no funcionamento do sistema. 4. solicitar juntada de documentos. 4. 4.162 Estado de repouso do sistema: Condição na qual o sistema foi inibido de iluminar propositadamente. compatibilidade entre os produtos e a identificação de seus riscos. 4. Tanto inibido manualmente com religamento automático ou por meio de célula fotoelétrica. 4. podendo apresentar-se em mistura entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos. 4.163 Estado de vigília do sistema: Condição em que a fonte de energia alternativa (sistema de iluminação de emergência) está pronta para entrar em funcionamento na falta ou na falha da rede elétrica da concessionária. para conservar energia e manter a bateria em estado de carga para uso em emergência. 4.4. líquida e gasosa.170 Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual.185 Gás natural liqüefeito (GNL): Fluido no estado líquido em condições criogênicas. propeno.159 Estação móvel de emulsificação: Veículo especificado para transporte de extrato formador de espuma (EFE) e o seu emulsionamento com a água. 4. composto predominantemente de metano e que pode conter quantidades mínimas de etano.177 Fluxo luminoso nominal: Fluxo luminoso medido após 2 min de funcionamento do sistema.165 Exaustão: Princípio pelo qual os gases e produtos de combustão são retirados do interior do túnel.186 Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de .182 Formulário para atendimento técnico (FAT): Instrumento administrativo utilizado pelo interessado para sanar dúvidas. fluxo igual a 88 pessoas por minuto (F=88). 4. contemplando duas unidades de passagem.173 Faixa de estacionamento: Trecho das vias de acesso que se destina ao estacionamento e operação das viaturas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG).179 Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico. signatários. quando do escurecimento da noite. sem obstrução.172 Fachada de acesso operacional: Face da edificação localizada ao longo de uma via pública ou privada com largura livre maior ou igual a 6 m. 4. buteno).

4. embutido em parede. sendo vedada sua utilização em caráter comercial. Este elemento terminal é utilizado para direcionar e/ou distribuir de modo adequado o fluxo de ar em determinado ambiente. em princípio. tampões. 4. incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais. 4. 4. 4.205 Hidrante urbano: Ponto de tomada de água provido de dispositivo de manobra (registro) e união de engate rápido.210 Iluminação de emergência: Sistema que permite clarear áreas escuras de passagens. 4. 4. bem como proporcionar a execução de intervenção ou garantir a continuação do trabalho em certas áreas.214 Incêndio: é o fogo sem controle.192 Habite-se: Documento em que a Prefeitura Municipal local aceita as obras e serviços realizados e autoriza a sua ocupação. servindo como proteção contra eventuais quedas de um nível para outro.195 Heliponto edificações.208 Iluminação de balisamento: Sistema composto por símbolos iluminados que indicam a rota de fuga em caso de emergência.188 Grelha de insuflamento: Dispositivo utilizado nas redes de distribuição de ar. rampas. tais como: pátio estacionamento. equipamentos de manutenção etc. horizontais e verticais. ao uso de helicópteros civis. incolores. maciça ou não delimitando as faces laterais abertas de escadas.191 Guarda ou guarda-corpo: Barreira protetora vertical. ao nível do solo ou elevada. São inodoros. são alimentadas automaticamente pela fonte de alimentação de energia alternativa. 4.207 Iluminação de ambiente ou aclaramento: Iluminação com intensidade suficiente para garantir a saída segura de todas as pessoas do local em caso de emergência.204 Hidrante para sistema de espuma: Equipamento destinado a alimentar com água ou solução de espuma as mangueiras para combate a incêndio. metrô.212 Iluminação não permanente: Sistema no qual.198 Heliponto público: Local destinado ao uso de helicópteros em geral. 4. 4. patamares. de de de de 4. mangueiras de incêndio e demais acessórios. 4. 4.189 Grupo motoventilador: Equipamento composto por motor elétrico e ventilador. galerias e assemelhados. balcões. terraços.213 Iluminação permanente: Sistema no qual.197 Heliponto privado: Local destinado ao uso de helicópteros civis. na falta de iluminação normal. 4.199 Heliportos: Helipontos públicos dotados instalações e facilidades para apoio de helicópteros e embarque e desembarque de pessoas. só em caso de falta da fonte normal. 4. podendo estar no interior de um abrigo de mangueira. locais abastecimento.190 Grupo motogerador: Equipamento cuja força provém da explosão do combustível misturado ao ar.200 Heliportos elevados: Heliportos localizados sobre edificações. as lâmpadas de iluminação de emergência não são alimentadas pela rede elétrica da concessionária e. elevado: Local instalado sobre de bombas e/ou mangueiras para o serviço de extinção de incêndios. aeroportos. 4. maus condutores de eletricidade e não corrosivos.193 Heliponto: Área homologada ou registrada.196 Heliponto militar: Local destinado ao uso de helicópteros militares. 4. 4. 4. utilizada para pousos e decolagens de helicópteros. estação de passageiros.194 Heliponto civil: Local destinado. 4. etc.ozônio.202 Hidrante de coluna: Aparelho ligado à rede pública de distribuição de água.211 Iluminação de emergência e de aclaramento: Sistema composto por dispositivos de iluminação de ambientes para permitir a saída fácil e segura das pessoas para o exterior da edificação. com a finalidade de insulflar ar dentro de um corpo de escada de segurança para pressurizá-la e expulsar a possível entrada de fumaça. ligado à rede pública de abastecimento de água.203 Hidrante de parede: Ponto de tomada de água instalado na rede particular. posicionado no final de cada trecho.201 Hidrante: Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores. as lâmpadas de iluminação de emergência são alimentadas pela rede elétrica da concessionária. podendo ser emergente (de coluna) ou subterrâneo (de piso). Por exemplo: centros médicos. 4. 4.187 Gerador de espuma: Equipamento que se destina a facilitar a mistura da solução com o ar para a formação de espuma. de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas.209 Iluminação de balizamento ou de sinalização: Iluminação de sinalização com símbolos e/ou letras que indicam a rota de saída que pode ser utilizada em caso de emergência.206 Iluminação auxiliar: Iluminação destinada a permitir a continuação do trabalho. 4. sendo comutadas automaticamente para a fonte de alimentação de energia alternativa em caso de falta e/ou falha da fonte normal. 4. em caso de falha do sistema normal de iluminação. 4. 4. que permite a adaptação . 4. com a finalidade de gerar energia elétrica. em caso de interrupção da alimentação normal. 4.

4. contenção ou distribuição de fluídos líquidos ou gasosos. 4. postos de serviço ou refinarias. a interface da camada de fumaça é um limite efetivo dentro da zona de diminuição de impacto. 4. 4. 4. expresso em minutos.232 Jato compacto: Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas.229 Inundação total: Descarga de gases limpos. emanadas de outra atingida por incêndio. 4. 4. Normalmente.224 Instalações sob comando: O agente extintor fica armazenado em depósitos fixos e é conduzido através de tubulações rígidas até pontos táticos. cuja característica básica é a impossibilidade técnica de uma edificação ser atingida pelo calor irradiado. Podem ser de comando automático ou manual.4. ventilação.215 Incêndio natural: Variação de temperatura que simula o incêndio real. 4. por meio da queima e/ou outro meio previsto e autorizado na legislação competente. Na prática. onde existem válvulas terminais (difusores). equipado na sua extremidade livre um esguicho difusor com válvula de comando manual de jato.216 Incêndio-padrão: Elevação padronizada de temperatura em função do tempo. θO é a temperatura do ambiente antes do início do aquecimento em graus Celsius. por meio da intervenção do homem. 4. hidráulica.235 Jato de linha de mangueira: Jato de espuma de um esguicho que pode ser segurado e dirigido manualmente. que está apoiado em posição e que pode ser dirigido por um homem. os . reguladores.223 Instalação interna: Conjunto de tubulações. Abaixo desse limite efetivo. dada pela seguinte expressão: θg=θo + 345 log (8t+1) Onde: t é o tempo. A reação do esguicho usualmente limita o fluxo da solução a aproximadamente 1000L/min no máximo. geração ou controle de energia. 4. na qual se tem a separação física de uma edificação em relação às demais circunvizinhas. características térmicas dos elementos de vedação e da carga de incêndio específica. registros e aparelhos de utilização de gás. com os necessários complementos. ocupação de toda espécie. conduzido ou propagado pela convecção de massas gasosas aquecidas. que pode ter vários metros de espessura. em graus Celsius no instante t. O fluxo de solução de 1200L/min ou mais pode ser usado.227 Instrução técnica: Documento elaborado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais com objetivo de normalizar medidas e procedimentos de segurança.236 Jirau: Entende-se por jirau o piso compreendido entre dois pavimentos contíguos. concebida pelo arquiteto/engenheiro. estendendo-se radialmente do ponto de choque da coluna de fogo contra o teto. a densidade da fumaça na zona de transição cai a zero.217 Inibidor de vórtice: Acessório de tubulação destinado a eliminar o efeito do vórtice dentro de um reservatório. prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco. geralmente tomada igual a 20º C.231 Itinerário: Trajeto a ser percorrido pelas guarnições do Corpo de Bombeiros na ida ou no regresso do atendimento de uma emergência. θg é a temperatura dos gases. Este equipamento é de comando manual. em função da geometria.230 Isolamento de risco: Característica construtiva. elétrica.221 Instalações fixas de mangotinhos: Dispositivo com suprimento fixo de gases compreendendo um ou mais cilindros que alimentam um mangotinho acondicionado em um carretel de alimentação axial.225 Instalações temporárias: Locais que não possuem características construtivas em caráter definitivo podendo ser desmontadas e transferidas para outros locais. as tubulações são complementadas com mangotinhos até o local do foco de incêndio onde o agente é aplicado.220 Instalações fixas de aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás carbônico diretamente sobre o material que queima. destinado à condução e ao uso do gás no interior da edificação. 4. acessórios e equipamentos que conduzem e utilizam o GLP para consumo. e.226 Instalador: Pessoa física ou jurídica responsável pela execução da instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. mas. 4.228 Interface da camada de fumaça (“smoke layer interface”): Limite teórico entre uma camada de fumaça e a fumaça provinda do ar externo (livre).219 Instalação de gás liquefeito de petróleo (GLP): Sistema constituído de tubulações. para fins de atividades de produção industrial. de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado. onde líquidos inflamáveis são armazenados e processados. 4. 4. 4.234 Jato de fumaça sob o teto (“ceiling jet”): Fluxo de fumaça sob o teto. observado na extremidade do esguicho. 4. 4. que necessite de proteção contra incêndio previsto na legislação. ou outra. previamente estabelecido por meio de croqui.218 Instalação: Toda montagem mecânica. medidores. Destes pontos. por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido. a temperatura do jato de fumaça sob o teto será maior que a camada de fogo adjacente. eletroeletrônica.222 Instalações industriais: Conjunto de equipamentos que não se enquadram como depósitos. 4. 4.233 Jato de espuma de monitor (canhão): Jato de grande capacidade de esguicho. cuja montagem tenha caráter permanente ou temporária. 4. 4.

em um lote de recipientes. por efeito de variação de temperatura e pressão.242 Limite do lote de recipientes: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP).241 Limite de área de armazenamento: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP). 4.8ºC. Nota: Um lanço de escada nunca pode ter menos de três degraus. possuindo altura do pé direito diferenciado do pé direito do pavimento tipo e com área de projeção em planta que não ultrapasse a metade da área do piso imediatamente abaixo. também conhecido como líquido Classe I. onde a saída é possível apenas em um sentido.todos os tipos de lubrificantes.8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37. 4.255 Maior risco: Aquele que possa existir oriundo de instalações projetadas ou existentes que requeira a maior demanda de água para o combate a incêndio.251 Local de risco: Área interna ou externa da edificação. Não constitui jirau.253 Loteamento: Parcelamento do solo com abertura de novos sistemas de circulação ou prolongamento.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37.4ºC .249 Listagem confiável: Relação de dados e características de projeto de equipamentos ou dispositivos. 4. 4. Nota: Sobre esta linha. 4.248 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que.256 Mangotinho: Ponto de tomada de água onde há uma simples saída contendo válvula de abertura rápida. 4. em conseqüência. ou de choque mecânico.quais tenham entre si altura suficiente para a interposição de um terceiro nível. se tornem auto-reativos e.10 m de largura.244 Linha de percurso de uma escada: Linha imaginária sobre a qual sobe ou desce uma pessoa que segura o corrimão.8ºC. em um lote de recipientes. mangueira flexível de abastecimento e central de gás liquefeito de petróleo (GLP). . 4.8ºC. níveis cujo aproveitamento seja constituído por escritórios. no estado puro ou nas especificações comerciais. subdividido como segue: a) classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37.246 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37. 4. subdividindo-se em: a) classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22.247 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37. modificação ou ampliação dos existentes.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. 4. 4. polimerizem ou venham a explodir. 4. todos os degraus possuem piso de largura igual.todos os tipos de óleo combustível. acrescida da largura do corredor de inspeção. mais perto da borda.245 Linha de solução: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a solução de espuma mecânica. aguarrás e querosene (iluminante e de aviação). 4. 4.252 Local de saída única: Condição de um pavimento da edificação. O acesso a este nível pode utilizar a escada principal da edificação ou possuir escada exclusiva. publicada pelo fabricante e reconhecida por órgãos regulamentadores ou normativos. 4. É comum o seu emprego em edificações industriais e comércio atacadista. aceita pelo proprietário da instalação ou seu preposto legal designado. 4. pois. estando afastada 0.254 Lotes de recipientes: Conjunto de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) sem que haja corredor de inspeção entre estes. o qual não configure um pavimento. quando este for exigido. Sua função principal é de acondicionamento de materiais. 4.239 Laudo: Peça na qual o profissional habilitado relata o que observou e dá as suas conclusões. ou fechamentos de área para fins de qualquer espécie. c) classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22.8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de óleo diesel. 4. onde haja a probabilidade de um perigo se materializar causando um dano.8ºC – todos os tipos de álcool. 4.250 Local de abastecimento: Área determinada pelo conjunto de veículo abastecedor. ficando.8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação).238 Largura do degrau (b): Distância entre o bocel do degrau e a projeção do bocel do degrau imediatamente superior. 4. A principal característica do jirau em relação à sobreloja ou ao mezanino reside na característica de poder ser contido lateralmente apenas por duas paredes e com a possibilidade de ter ou não guardacorpo nas outras laterais. 4. b) classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. c) classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93. servindo como área de depósito.4º C .237 Lanço de escada: Sucessão ininterrupta de degraus entre dois patamares sucessivos.70m. a linha de percurso coincide com o eixo da escada. na estocagem ou no transporte. Nas escadas de menos de 1.240 Leiaute: Distribuição física de elementos num determinado espaço. nem subir altura superior a 3. se decomponham. medida horizontalmente sobre a linha de percurso da escada. – solventes (conforme ficha de segurança do produto).55m da borda livre da escada ou da parede. b) classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60º C e inferior a 93.243 Linha de espuma: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a espuma. inclusive os degraus ingrauxidos nos locais em que a escada faz deflexão.

recebem tratamento para melhor se comportarem frente à ação do calor. 4. É composto de parte descritiva. localizar. fabricado com fios naturais ou artificiais. 4. . semi-rígida. prevista no Regulamento de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. antes do início da medição (ajuste do “zero”). submetidos à ignição ou combustão. 4.adaptador (se necessário). em seu processo químico. ao se entrar na edificação. 4. mangueira esguicho regulável e demais acessórios. depósito. usado para canalizar água. produzido por esguichos especiais. havendo comunicação entre os módulos. ao meio ambiente e ao patrimônio. 4. 4.278 Monitor portátil (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e encontra-se num suporte móvel ou sobre rodas.259 Manômetro: Instrumento que realiza a medição de pressões efetivas ou relativas. ou ainda aqueles protegidos por produtos que dificultem a queima.276 Monitor (canhão): Equipamento destinado a formar e orientar jatos de água ou espuma de grande volume e alcance. 4. 4. 4.280 Neblina de água: Jato de pequenas partículas d’água. O módulo habitável pode ser formado por um ou mais contêineres conjugados. 4. além de instalação elétrica e/ou hidráulica.275 Módulo habitável: Contêiner adaptado. dispostos horizontalmente (afastados ou não entre si) ou verticalmente. podendo ou não possuir proteção metálica ou têxtil. limitar sua propagação. premissas e etapas utilizados para definir. 4. visando relacionar os meios humanos e materiais disponíveis por uma empresa.265 Materiais incombustíveis: Produtos ou substâncias que. 4. são agregados à mesma com fins de conforto. 4. Permite o ajuste do valor inicial.272 Meio de Fuga: Medidas que estabelecem rotas de fuga seguras aos ocupantes de uma edificação. 4.273 Memorial: Conceitos. com ou sem emprego de escadas. submetidos à ignição ou combustão.261 Mapeamento de risco: Estudo desenvolvido pelo responsável por uma edificação em conjunto com o Corpo de Bombeiros.257 Mangueira de incêndio: Tubo flexível. 4. 4. não fazendo parte da estrutura principal.260 Manômetro de líquido ajustável: Tipo de manômetro que permite a realização da avaliação da diferença de pressão entre dois ambientes por meio da comparação entre alturas de colunas de líquido dito manométrico.283 Nível de descarga: Nível no qual uma porta externa conduz ao exterior.274 Mezanino: Pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares. 4.263 Materiais de acabamento: Produtos ou substâncias que. não apresentam rachaduras. O monitor pode ser alimentado com a solução mediante tubulação permanente ou mangueiras. ábacos e tabelas. que recebeu portas e janelas.277 Monitor fixo (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e está montado num suporte estacionário fixo ao nível do solo ou em elevação. cálculos. 4. deformações excessivas e não desenvolvem elevada quantia de fumaça e gases.269 Megajoule (MJ): Medida de capacidade calorífica dos corpos e materiais.267 Máximo enchimento: Volume máximo de gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido que um recipiente pode armazenar com segurança. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação. 4. derretimento. estética ou segurança. estabelecida pelo Sistema Internacional de Unidades – SI. 4. através de portas. 4. sala de treinamento ou de aula. sala de reuniões. 4. 4. 4. 4. sendo considerado andar o mezanino que possuir área superior à metade da área do andar subdividido. almoxarifado ou guarita. empregado como escritório. solução ou espuma. visando preservar os ocupantes num nível que não exista ameaça de vida.271 Meio de Alerta: Dispositivos ou equipamentos destinados a avisar os ocupantes de uma edificação por ocasião de uma emergência qualquer.264 Materiais fogo-retardantes: Produtos ou substâncias que.258 Mangueira flexível: Tubo flexível de material sintético com características comprovadas para uso do gás liquefeito de petróleo (GLP). desde a concepção até a sua implantação e manutenção. apresentam baixa taxa de queima e pouco desenvolvimento de fumaça.268 Medidas de proteção contra incêndio e pânico: Conjunto de ações e dispositivo a serem instalados nas edificações e áreas de risco necessários a evitar o surgimento de incêndio e pânico.262 Materiais combustíveis: Produtos ou substâncias (não resistentes ao fogo) que sofrem ignição ou combustão quando sujeitos a calor.266 Materiais semicombustíveis: Produtos ou substâncias que. seguido da qualificação e otimização da capacidade de reação.270 Meio defensável (“tenable environment”): Meio no qual a fumaça e o calor estão limitados e restritos. possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à incolumidade das pessoas.282 Nível de acesso: Ponto do terreno em que atravessa a projeção do paramento externo da parede do prédio. 4. 4. Nota: É aplicado para a determinação da altura da edificação.279 Mudança de ocupação: Consiste na alteração de uso da edificação que motive a mudança de classificação na tabela 1.281 Nível: Parte da edificação não contida em um mesmo plano. de modo que pode ser transportado para cena do incêndio.

290 Operação automática: Atividade que não depende de qualquer intervenção humana para determinar o funcionamento da instalação de gás.303 Pavimento de descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este.288 Ocupação temporária: Atividade desenvolvida de caráter temporário. o nível de transição das estruturas da edificação. 4. cujo perímetro aberto tenha. 70% do perímetro total. para emissão de parecer técnico quanto aos sinistros e exigências de proteção contra incêndio e pânico nas edificações. ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio.297 Parede corta-fogo: Elemento construtivo que. reação desordenada. e ao uso de pedestres ou veículos. 4. federal. visando a separar uma edificação em relação à outra.293 Operador: Profissional habilitado a executar a operação de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP podendo acumular a função de motorista. sob a ação do fogo. no mínimo. onde os pilares se encontram com os elementos de fundação ou onde os pilares mudam de forma e ficam aparentes. municipal.295 Pânico: Susto ou pavor repentino.294 Órgão competente: Órgão público. dividido pela área de aberturas existentes na mesma fachada. individual ou coletiva.4.304 Percentual de aberturas em uma fachada: Relação entre a área total (edificações não compartimentadas) ou área parcial (edificações compartimentadas) da fachada de uma edificação. 4. de propagação rápida. como tal. no local ou em laboratório especializado. levando-se em consideração o risco de ativação das estruturas ou o potencial danoso aos usuários. através do exame técnico das edificações. constituída por 4. mantendo sua integridade e as características de vedação contra gases e fumaça. mediante exame técnico das edificações.307 Pesquisa de incêndio: Apuração das causas.289 Ocupações temporárias em instalações permanentes: Instalações de caráter temporário e transitório. em desnível subterrâneo. feiras.284 Nível de segurança: Enquadramento dado ao nível potencial de risco que a edificação oferece em sua utilização prevista. destinada à rolagem de helicópteros entre área de pouso ou de decolagem e a área de estacionamento ou de serviços.285 Ocupação: Atividade ou uso da edificação. isolação térmica e estabilidade).287 Ocupação predominante: Atividade ou uso principal exercido na edificação. em desnível aéreo. .309 Piso: Superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito. aberto em pelo menos três lados. 4. 4.296 Pantográfica: Porta paralelogramos articulados. 4. aberto em pelo menos duas faces opostas. desde que reúna as habilitações necessárias. 4. 4.302 Pavimento: Está compreendido entre o plano de piso e o plano do teto imediatamente acima do piso de referência. e ao uso de pedestres. não definitivo em local com características de estrutura construtiva permanente.306 Perigo: Propriedade de causar dano inerente a uma substância. provoca nas pessoas. 4. apontando as causas que o motivaram. em atendimento ao projeto arquitetônico. 4.305 Perícia técnica: Consiste no levantamento e apuração efetuado por profissional do CBMMG. também. 4. 4.308 Pilotis: Local edificado de uso comum. 4. mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem. legalmente habilitado. 4.286 Ocupação mista: Edificação que abriga mais de um tipo de ocupação. Também se inclui nesta categoria.298 Parede corta-fogo portante: Elemento construtivo. 4.292 Operação manual: Atividade que depende da ação do elemento humano. Considera-se. conserva suas características de resistência mecânica.301 Passarela: Obra de arte destinada à transposição de vias. podendo ser anexadas ocupações temporárias.299 Parede resistente ao fogo (parede de compartimentação): Elemento estrutural resistente ao fogo por um determinado período de tempo. estadual. tais como: circos. 4. individual ou coletiva. que provoca nas pessoas.300 Passagem subterrânea: Obra de arte destinada à transposição de vias. espetáculos e parques de diversões. 4. de propagação rápida. o local coberto.310 Pista de rolagem: Pista de dimensões definidas. 4. susto ou pavor que repentino.291 Operação de abastecimento: Atividade de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP. 4. conforme concebida pelo arquiteto ou engenheiro. no local ou em laboratório especializado. 4. 4. desenvolvimento e conseqüências dos incêndios atendidos pelo CBMMG. é estanque à propagação da chama e proporciona um isolamento térmico tal que a temperatura medida sobre a superfície não exposta não ultrapasse 140ºC durante um tempo especificado. 4. 4. a uma instalação ou a um procedimento. 4. bem como das causas do desenvolvimento e conseqüências dos incêndios. materiais e equipamentos. com características de resistência ao fogo (estanqueidade. 4. materiais e equipamentos. reação desordenada.

com uma única ou mais edificações. ao meio ambiente e às propriedades. invólucro(s) e/ou outros(s) componente(s) que têm a função de promover o aclaramento do ambiente ou a sinalização. aqueles produtos cujo manuseio e tráfego apresentam risco à vida. podendo ser em mais de uma folha. vedando aberturas em paredes. Defesa Civil. 4. 4. 4. objetivando diminuir a possibilidade da ocorrência de um princípio de incêndio e pânico. cabos. envolvendo as medidas de proteção ativa e passiva. Quando instaladas nas escadas de segurança. eletrodutos. Será sempre pelo número máximo diário de pessoas. considerando-se os turnos de trabalho e a natureza da ocupação.313 Plano de intervenção de incêndio: Plano estabelecido em função dos riscos da edificação para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência. É um dispositivo móvel que. 4. 4. contendo informações através de legenda específica da localização. 4.320 Poço de sucção: Elemento construtivo do reservatório. b) paredes corta-fogo e de compartimentação.312 Plano de Auxílio Mútuo (PAM): Plano que tem por objetivo conjugar os esforços dos órgãos públicos (Corpo de Bombeiros.328 Posto de abastecimento e serviço: Atividade onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos. 4. f) reserva de incêndio. 4. e estabelecer o comportamento a ser adotado frente à emergência.330 Procedimento sumário: Constitui-se na ação de análise e vistoria do CBMMG em edificações de uso coletivo.317 Planta de risco: Mapa simplificado no formato A0.325 População flutuante: Número de pessoas que não se enquadra no item de população fixa.319 Poço de instalação: Passagem essencialmente vertical deixada numa edificação com finalidade específica de facilitar a instalação de serviços tais como: dutos de ar-condicionado.329 Prevenção contra incêndio e pânico: Conjunto de ações e medidas que visam a orientação das pessoas. A1. 4.314 Plano global de segurança: Integração de todas as medidas de prevenção contra incêndios e pânico que garantam a segurança efetiva das pessoas (aspecto humano) e do edifício. e outros. ao meio ambiente e ao patrimônio individual ou público.Deve atender ás exigências de resistência mecânica. com tempo mínimo de resistência ao fogo.332 Produtos perigosos: Todas as substâncias cuja liberação ou ameaça de liberação cause risco ao ser humano. 4. c) hidrantes externos.331 Processo de segurança contra incêndio e pânico (PSCIP): Documentação que contém os elementos formais das medidas de proteção contra incêndio e pânico de uma edificação ou área de risco que deve ser apresentada no CBMMG para avaliação em análise técnica. monta-cargas. g) armazenamento de produtos perigosos. arranjo e previsão dos meios de segurança contra incêndio e riscos existentes. A2. elevadores. retarda a propagação do incêndio de um ambiente para outro. indispensável à elaboração de um PPI. 4. com representantes de todos os órgãos envolvidos no atendimento de uma emergência. 4. tubos de lixo. h) vias de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros. instalado nas aberturas da parede de compartimentação. Polícia etc) e brigadas de incêndio e de abandono das empresas privadas. 4. 4. destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado.323 População: Número de pessoas para as quais uma edificação. em caso de sinistro.322 Ponto de luz: Dispositivo constituído de lâmpada(s) ou outros dispositivos de iluminação. conforme o Manual de Defesa Civil Estudos de Riscos e Medicina de Desastres.318 Planta: Desenho onde estão situadas uma ou mais empresas. 4.321 Ponto de abastecimento: Ponto de interligação entre o engate de enchimento da mangueira de abastecimento e a válvula do recipiente que deve ser abastecido. d) número de pavimentos.4. marco e acessórios). bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações. Ou ainda. i) hidrantes públicos próximos da edificação (se houver).316 Planta de bombeiro: Representação gráfica da edificação.327 Posto de comando: Local fixo ou móvel. elaborado por profissionais de grupo multidisciplinar (Engenheiros ou Técnicos que atuem na área de segurança de incêndio e ambiental). 4. A3 ou A4.315 Plano particular de intervenção (PPI): Procedimento peculiar de atendimento de emergência em locais previamente definidos. ventilação.324 População fixa: Número de pessoas que permanece regularmente na edificação. destinadas à circulação de pessoas e de equipamentos. bem como os terceiros nestas condições. tubulações hidráulico-sanitárias. em conjunto com o Corpo de Bombeiros. com área de até 750 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados) regulados por meios de instrução técnica. indicando: a) principais riscos. 4. em escala padronizada. . e) registro de recalque. 4. 4. estanqueidade e isolamento térmico. 4. possibilitam que os ocupantes das edificações atinjam os pisos de descarga com as suas integridades físicas garantidas.326 Porta corta-fogo (PCF): Dispositivo construtivo(Conjunto de folha(s) de porta.311 Planilha de levantamento de dados: Instrumento utilizado para a catalogação de todas as informações e dados da empresa. ou parte dela é projetada. 4.

342 Rampa: Parte construtiva inclinada de uma rota de saída.359 Reservatório de escorva: Reservatório de água com volume necessário para manter a tubulação de sucção da bomba de incêndio sempre cheia d’água.360 Reservatório elevado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado acima do nível do terreno natural com a tubulação formando uma coluna d’água. a qual opera independente da vontade do usuário.338 Propagação por condução: Decorrente do contato direto de chamas pela fachada ou pela cobertura (em colapso) de um incêndio em uma edificação. na instalação hidráulica de combate a incêndio das edificações. 4.347 Rede de distribuição: Parte do sistema de abastecimento formado de tubulações e órgãos acessórios. gasolina natural ou outras fontes de hidrocarbonetos. que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos.352 Registro de fluxo: Dispositivo com a função de direcionar o fluxo de ar. inclusive das especificações de materiais e equipamentos.334 Profissional legalmente habilitado: Pessoa física ou jurídica que goza do direito. 4. 4. 4. pela cobertura (em colapso). destinada a colocar água potável à disposição dos consumidores. 4. etc.350 Reforma: Alterações nas edificações e áreas de risco sem aumento de área construída. 4. conforme sua área de especialização. . a partir de petróleo. que se propaga para outra edificação contígua.357 Reserva de incêndio: Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio. 4. inclusive a sua proteção. que se destina a unir dois níveis ou setores de um recinto de evento. projetado para resistir à passagem de ar ou fumaça. 4. 4.336 Projetista: Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto. em escala comercial. evitando que a pressão assuma valores maiores por onde ocorra escape do ar.353 Registro de fumaça (“smoke damper”): Dispositivo utilizado no sistema de controle de fumaça.348 Rede elétrica da concessionária: Energia elétrica fornecida pela concessionária do município. de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio.340 Propagação por radiação térmica: Aquela emitida por um incêndio em uma edificação. segundo as leis vigentes. 4. com capacidade superior a 0. 4. instalados nos dutos de ventilação e dutos de exaustão. É considerado transportável para efeito de proteção contra incêndio o recipiente com volume máximo de 500L. devidamente registrado nos Conselhos Regionais competentes. dutos e demais equipamentos empregados na transmissão de energia do sistema. 4.345 Rede de alimentação: Conjunto de condutores elétricos.361 Reservatório enterrado ou subterrâneo: Reserva de incêndio cuja parte superior encontra-se instalada abaixo do nível do terreno natural. Um registro de fumaça pode ser combinado. elevações. composto de plantas. de forma contínua.339 Propagação por convecção: Decorrente de gases quentes emitidos pelas aberturas existentes na fachada ou pela cobertura da edificação incendiada. que atingem a fachada da outra edificação adjacente. 4.25m³. em quantidade e pressão recomendada. quando utilizada duplicidade de equipamentos. engenharias.355 Registro de recalque: Dispositivo hidráulico destinado a permitir a introdução de água proveniente de fontes externas. destinado a interrromper o fluxo de água das instalações hidráulicas de combate a incêndio em edificações.356 Registros corta-fogo (“dampers”): Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. 4. 4. 4.346 Rede de detecção. que se propaga por radiação por meio de aberturas existentes na fachada. ou pela própria fachada (composta de material combustível) para uma outra edificação adjacente. 4.333 Profissional habilitado: Toda pessoa com formação em higiene. sinalização e alarme: Conjunto de dispositivos de atuação automática destinados a detectar calor. 4.343 Recipiente estacionário: Recipiente fixo. assim como do memorial.354 Registro de paragem: Dispositivo hidráulico manual. segurança e medicina do Trabalho.344 Recipiente transportável: Recipiente que pode ser transportado manualmente ou por qualquer outro meio. detalhes e perspectivas isométricas e. 4. 4. necessárias à definição das características principais do sistema de combate a incêndio.358 Reservatório ao nível do solo: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado no mesmo nível do terreno natural. 4.349 Refinaria: Unidade industrial na qual são produzidos líquidos inflamáveis. 4.341 Quadro de áreas: Tabela que contém as áreas individualizadas das edificações e seus pavimentos.351 Registro (“dumper”) de sobrepressão: Dispositivo que atua como regulador em ambiente que deva ser mantido em determinado nível de pressão. 4.335 Profundidade de piso em subsolo: Profundidade medida em relação ao nível de descarga da edificação. normalmente utilizado na saída dos grupos moto-ventiladores. 4. 4. 4. seções. 4.337 Projeto: Conjunto de peças gráficas e escritas.4. 4. atendendo a requisitos de resistência a fogo e fumaça. fumaça ou chama e a atuar equipamentos de proteção e dispositivos de sinalização e alarme.

estanqueidade e isolação e/ou características de vedação aos gases e chamas. restaurantes. Podem ser áreas livres. de largo emprego na zona rural para cobertura de ranchos. desde que na ocorrência de um sinistro ele contribua de alguma forma para o agravamento da situação de forma significativa e em termos proporcionais.364 Responsável técnico: Profissional habilitado para elaboração e/ou execução de atividades relacionadas a segurança contra incêndio e pânico.380 Selos corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. realizado na superfície ou pouco acima desta.370 Risco primário: Risco principal do produto de acordo com tabela do Decreto 96. 4. para acesso e descarga. “halls”. balcões.367 Risco isolado: Risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados. b) Ocorrendo concentração de público. 4. a ocupação que possuir maior carga de incêndio pôr m².4. 18Mai88. escadas. tais como bares. proporcionado por portas. 4. adotar-se-á para efeito da classificação do maior risco. lanchonetes. instalados nas passagens de eletrodutos e tubulações que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos.369 Risco predominante: Atividade principal exercida na edificação. devidamente protegido e sinalizado. rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes.376 Saída única: Local em um setor do recinto de evento. 4.044. 4. de resistir à ação do fogo por um determinado período de tempo.362 Reservatório semi-enterrado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado abaixo do nível do terreno natural e com a parte superior acima do nível do terreno natural.371 Risco secundário: Risco subsidiário do produto de acordo com tabela do Decreto 96. conforme o tipo de trem de pouso do helicóptero. Batalhões. onde a saída é possível apenas em um sentido.382 Separação de riscos de incêndio: Recursos que visam a separar fisicamente edificações ou equipamentos. com resistência mínima à exposição ao fogo de 2 horas.377 Sapé. ou ainda o maior nível de risco. 4. no fabrico de vassouras e também utilizadas como cobertura de edificações destinadas à reunião de público. prevalecerá como sendo o maior risco. Notas: a) Ocorrendo equivalência na somatória da carga de incêndio. que se caracterizam pela distância medida horizontalmente entre as fachadas de edificações adjacentes. corredores. 4.378 Segurança contra incêndio: Conjunto de ações e recursos internos e externos à edificação ou área de risco. em comunicação com o logradouro. a ser percorrido pelo usuário em caso de incêndio e pânico. passagem coberta. protegido do incêndio ou pânico. 4.044. a ser percorrido pelo usuário. casas de espetáculos etc. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. escadas. 4. 4. ou que predomina sobre os demais. vestíbulo.373 Saída de emergência: Caminho contínuo. 4.383 Separação entre edificações: Distância segura entre cobertura e fachada de edificações adjacentes. Fachadas de edificações adjacentes. que conduzam o usuário de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço aberto. 4. que permitem controlar a situação de incêndio e pânico e remoção das pessoas do local do sinistro em segurança. 4.379 Segurança: Compromisso a cerca da relativa proteção da exposição a riscos. que se caracteriza pela distância medida horizontalmente entre a cobertura de uma edificação e a fachada de outra edificação adjacente. para o dimensionamento das saídas de emergências. 4. mantendo sua integridade.384 Serviço de segurança contra incêndio e pânico: Compreende a Diretoria de Atividades Técnicas. que também pode ser definido como risco principal na edificação. barreiras de proteção.372 Rolagem: Movimento do helicóptero de um ponto para outro. 4.381 Separação corta-fogo: Elemento de construção que funciona como barreira contra a propagação do fogo. suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra.368 Risco isolado de central de GLP: Distância da central de gás liquefeito de petróleo (GLP) à projeção da edificação. 4. Companhias e Pelotões do CBMMG que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas .365 Risco: Acontecimento possível. 18Mai88. passadiço ou balcão. futuro e incerto seja quanto a sua realização. piaçava (ou piaçaba): Fibras vegetais de fácil combustão. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. “halls”. 4.375 Saída horizontal: Passagem de um edifício para outro por meio de porta corta-fogo. rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes. 4. vestíbulos. independente da vontade humana ou não e de cuja ocorrência decorrem prejuízos de qualquer natureza. 4. 4.374 Saída ou rota de fuga: Caminho contínuo proporcionado por portas. 4. seja quanto à época em que poderá ocorrer.366 Risco iminente: É a constatação de situação atual e iminente de exposição ao perigo e a probabilidade de ocorrência de um sinistro que deve ser fundamentada pelo bombeiro militar durante a realização de vistoria levando se em consideração a exposição ao perigo potencial e as medidas de proteção adotadas no local. 4. corredores.363 Resistência ao fogo: Propriedade de um elemento construtivo. anteparos e/ou paredes de material incombustível. avaliado conforme norma existente. passagens externas.

4. permitindo o menor dano possível ao patrimônio e preservando a vida humana.392 Sinistro: Ocorrência de prejuízo ou dano. com o conseqüente abandono da área. localizada em região urbana. 4.394 Sistema de carregamento: Dispositivo para o abastecimento de tanques de combustível de motores de veículos. bombas de incêndio (quando necessário). 4. 4. Sua função principal é de acondicionamento de materiais. válvulas e dispositivos sensíveis à elevação de temperatura. equipamentos de segurança contra incêndios e riscos potenciais de uma edificação ou áreas relacionadas a produtos perigosos. no setor de prevenção de incêndio do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais para realização de vistoria na edificação. 4.401 Sistema preventivo eficiente: Entende-se pelo conjunto de equipamentos. os quais tenham entre si altura suficiente para a interposição de um terceiro nível.390 Sinais visuais: Compreendem a combinação de símbolos. 4. abastecimento de água. de forma rápida e eficaz. onde esses espaços ocupados são abertos permitindo comunicação direta com a área de pedestres. ligado à fonte da solução produtora.388 “Shopping” coberto (“covered mall”): Espaço amplo criado por uma área coberta de pedestre em uma edificação agregando um número de ocupantes.389 Simulado: Emprego técnico e tático dos meios disponíveis. de forma a processar água sobre o foco de incêndio em uma densidade adequada para extinguí-lo ou controlá-lo em seu estágio inicial. ou fechamentos de área para provadores. que engloba uma ou mais unidades de abastecimento. servindo como área de depósito.396 Sistema de controle de fumaça (“smoke management system”): Sistema projetado. observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. hidráulicas ou outros dispositivos necessários. 4. 4.387 “Shaft”: Abertura existente na edificação.399 Sistema de prevenção contra incêndio e pânico: Sistema constituído de equipamentos. 4. escritório ou loja). com os tipos descritos abaixo: . neste caso onde existir lojas (sala. escritórios ou outros usos similares. cujo funcionamento dependa da ação humana para funcionar e possua carga extintora de comprovada eficiência. A sobreloja pode ocupar toda a área de projeção em planta do pavimento imediatamente abaixo. em situação não real. 4. visando o treinamento dos participantes.edificações e áreas de risco. causado por incêndio ou acidente. bares. área de apoio aos funcionários e afins. ou determinará o alarme para a edificação. estando equipado com aspersores de neblina para descarga e distribuição na área a ser protegida. formas geométricas. 4. que permite a passagem e interligação de instalações elétricas. tais como lojas de varejo.395 Sistema de chuveiros automáticos: Conjunto integrado de tubulações. que inclui todos os métodos isolados ou combinados.402 Sobreloja: Entende-se por sobreloja o piso compreendido entre dois pavimentos contíguos. realizados por pessoal especializado. Não se exclui destes. o qual não configure um pavimento. que resulta na intensidade de uma exposição. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta norma. 4.400 Sistema preventivo eficaz automático: Entendese por todo equipamento que não dependa da ação humana para entrar em funcionamento e que debele o incêndio ainda no início. 4. acessórios.404 Sprinkler: Ver chuveiro automático.398 Sistemas de hidrantes ou de mangotinhos: Conjunto de dispositivos de combate a incêndio composto por reserva de incêndio. 4. rede de tubulação. para modificar o movimento da fumaça.406 Subestação compacta: Instalação atendida ou não. possuindo altura do pé direito diferenciado do pé direito do pavimento tipo. notificando sua ocorrência a uma central. utilizado para atender solicitação de autoridade pública. 4.405 Subestação atendida: Instalação operada localmente e que dispõe de pessoas permanentes ou estacionadas. mas com acesso exclusivo por este. vertical ou horizontal. a existência. a localização e os procedimentos referentes a saídas de emergência.386 Severidade da exposição: Soma total da energia produzida com a evolução de um incêndio. 4. que repassará este aviso a uma equipe de intervenção. 4.385 Setor: Espaço delimitado por elementos construtivos que condicionam a circulação das pessoas para outras partes do recinto. Só existe sobreloja em edificações comercial ou mista. A principal característica da sobreloja em relação ao jirau ou ao mezanino reside na característica de poder ser contido lateralmente por quatro paredes e com a possibilidade de ter ou não guarda-corpo em uma ou mais laterais. níveis cujo aproveitamento seja constituído por escritórios. mensagens. 4. entretenimento e diversão. 4.393 Sistema de aspersão de espuma: Sistema especial. 4. materiais e conjuntos que atuam na proteção da vida e das edificações.403 Solicitação de vistoria por autoridade pública: Instrumento administrativo. explosão etc.397 Sistema de detecção e alarme: Conjunto de dispositivos que visa a identificar um princípio de incêndio. 4. dimensões e cores. 4.391 Sinalização de emergência: Conjunto de sinais visuais que indicam. permitindo ainda a lotação ordenada do local.

411 Supervisão (“supervision”): Autoteste do sistema de controle de fumaça. 4.415 Tanques de maior risco: Reservatório contendo líquidos combustíveis ou inflamáveis e que possui maior demanda de vazão de espuma mecânica. próximo às juntas. 4. desde a reserva de incêndio até os hidrantes ou mangotinhos. e é através deste fluxo de ar que são estabelecidas a trajetória que serão percorridas pelo ar que gera a pressurização. podendo os transformadores permanecer ou não enclausurados. 4.a) Subestação abrigada: Instalação total ou parcialmente abrigada. Não será considerado subsolo o pavimento que possuir ventilação natural e tiver sua laje de cobertura acima de 1.420 Temperatura crítica: Temperatura que causa o colapso no elemento estrutural.435 Unidade de processamento: Estabelecimento ou parte de estabelecimento cujo objetivo principal é misturar.429 Tubo-luva de proteção: Dispositivo no interior do qual a tubulação de gás (GLP.0 minuto. 4. Nota: Capacidade de uma unidade de passagem é o número de pessoas que passa por esta unidade em 1.428 Trajetórias de escape: Vazão de ar que sai dos ambientes pressurizados. fica permanentemente sem água no seu interior. estabelecida pelas normas.418 Tanque vertical: Reservatório de base apoiada sobre o solo. 4. 4. natural ou outro similar) é montada. 4. 4. 4. . na qual o circuito de condutores ou dispositivos de função são monitorados para acompanhar a falha ou integridade dos condutores e dos equipamentos que controlam o sistema. soldas e conexões. sendo pressurizada por viatura de combate a incêndios. que visa a controlar a temperatura entre – 35ºC a – 40ºC de forma a manter o gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido sem a necessidade de pressurização.419 Taxa de aplicação: Vazão de solução de espuma a ser lançada sobre a área da superfície líquida em chamas. com limitação de área do empreendimento. 4. aquecer. nos termos da Lei Federal nº 4591.412 Tanque: Reservatório cilíndrico para armazenar líquidos combustíveis ou inflamáveis. 4.417 Tanque de teto flutuante: Reservatório cujo teto será diretamente apoiado na superfície do líquido no qual flutua.427 Torre de espuma: Equipamento portátil destinado a facilitar a aplicação da espuma em tanques. acrescida de outras edificações separadas e distanciadas entre si. 4.408 Subestação elétrica convencional: Instalação de pátio que se encontra ao ar livre.431 Tubulação seca: Parte do sistema de hidrantes.423 Tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF): Duração de resistência ao fogo dos elementos construtivos de uma edificação. constituída de dependências e instalações de uso privativo e de parcela de dependências e instalações de uso comum da edificação. para determinar a qualidade ou comportamento de um sistema de acordo com as condições estabelecidas na Instrução Técnica.414 Tanque atmosférico refrigerado: Reservatório equipado com sistema de refrigeração. que por condições específicas. aspectos econômicos e sociais.416 Tanque de teto cônico: Reservatório com teto soldado na parte superior do costado. conexões e outros acessórios destinados a conduzir água.433 Unidade autônoma: Parte da edificação vinculada a uma fração ideal de terreno.432 Túnel rodoviário: Passagem horizontal construída embaixo da terra ou da água usado para o tráfego de automóveis. 4. separar ou processar. 4.407 Subestação de uso múltiplo: Instalação convencional. de outra forma. fixada em 0. definida no projeto do sistema.434 Unidade de passagem: Largura mínima para a passagem de uma fila de pessoas.424 Terceiros: Prestadores de serviço. sujeita às limitações da lei. 4.20m do perfil do terreno. b) Subestação subterrânea: instalações que se encontram situadas abaixo do nível do solo. de 16 de dezembro de 1964. 4. 4.430 Tubulação: Conjunto de tubos. 4. 4. e cuja finalidade é diminuir o risco de um princípio de incêndio.413 Tanque atmosférico não refrigerado: Reservatório não equipado com sistema de refrigeração.55 m. atingir a proteção contra incêndio existente nos dutos de sucção e/ou pressurização.422 Tempo máximo de abandono (t): Duração considerada para que todos os ocupantes do recinto consigam atingir o espaço livre exterior. assinalada por designação especial numérica. 4.426 Teste: Verificação ou prova (fazer funcionar experimentalmente). c) Subestação de uso múltiplo: Instalação localizada em uma única área compartilhada pelo proprietário e por terceiros. 4.425 Terraço: Local descoberto sobre uma edificação ou ao nível de um de seus pavimentos acima do pavimento térreo. de único proprietário.410 Subsolo: Pavimento situado abaixo do perfil do terreno. nafta. 4. 4. para efeitos de identificação. 4. 4. visando ainda ao não confinamento de gás em locais não ventilados. 4. 4.421 Tempo de comutação: Intervalo de tempo entre a interrupção da alimentação da rede elétrica da concessionária e a entrada em funcionamento do sistema de iluminação de emergência. 4.409 Subestação não-atendida: Instalação telecontrolada ou operada localmente por pessoas não permanentes ou não estacionadas. devido a fatores diversos. 4.

avenidas.443 Veículo transportador: Veículo que dispõe de tanque criogênico. destinadas à passagem de instalações elétricas. 4. ou caminhos e similares). 4.líquidos inflamáveis. 4.438 Válvulas: Acessórios de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações.441 Vedadores corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. 4. 4.453 Vigas principais: Elementos estruturais ligados diretamente aos pilares ou a outros elementos estruturais que sejam essenciais à estabilidade do edifício como um todo.451 Viaduto: Obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior. 4. também.446 Veneziana de tomada de ar: Dispositivo localizado em local fora do risco de contaminação por fumaça proveniente do incêndio e por partículas que proporcionam o suprimento de ar adequado para o sistema de pressurização. vielas. 4. 4. hidráulicas.449 Via de acesso: Espaço destinado para as viaturas do CBMMG adentrarem no entorno à edificação.436 Unidade extintora: Extintor que atende a capacidade extintora mínima prevista em norma em função do risco e natureza do fogo. 4. 4. 4.456 Vítima: Pessoa ou animal que sofreu qualquer tipo de lesão ou dano. limitada pela parede perimetral do edifício. bifurcações ou outros acessórios com a finalidade de direcionar o fluxo de ar.439 Varanda: Parte da edificação. em casos de abandono de emergência. 4. credenciado para o serviço de vistoria do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. tendo pelo menos uma das faces aberta para o logradouro ou área de ventilação. 4. . que se caracteriza por aberturas situadas em lados opostos das paredes de uma edificação. instalados nas aberturas das paredes de compartimentação ou dos entrepisos. sendo uma localizada junto ao piso e a outra situada junto ao teto. 4. 4. 4. especialmente projetado e utilizado para o transporte e transvasamento de gás natural liquefeito (GNL) e devidamente certificado pelo INMETRO.440 Vazamento: Vazão de ar que sai do ambiente e/ou da rede de dutos de modo não desejável causando perda de uma parcela do ar que é insuflado. à diminuição da perda de carga localizada.448 Ventilação cruzada: Movimentação de ar. visando.455 Vistoriador: Servidor público militar. situados na área urbana e caracterizados principalmente por possuírem imóveis edificados ao longo de sua extensão. 4. Nesta definição não estão incluídas as refinarias.454 Vistoria: É o ato de certificar o cumprimento das exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco por meio de exame no local. à área de risco e à faixa de estacionamento. destilarias ou unidades químicas.445 Velocidade (v): Distância percorrida por uma pessoa em uma unidade de tempo (m/min). 4.452 Vias de acesso para atendimento a emergências: Áreas ou locais definidos para passagem de pessoas. não em balanço.450 Via urbana: Espaços abertos destinados à circulação pública (tais como ruas.437 Válvula de retenção: Dispositivo hidráulico destinado a evitar o retorno da água para o reservatório.447 Ventilação constante: Movimentação constante de ar em um ambiente.444 Veios: Dispositivos instalados no interior de curvas. e/ou para transporte de equipamentos ou materiais para extinção de incêndios. 4. etc. 4.442 Veículo abastecedor: Veículo especificamente homologado para transporte e transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) a granel. 4.

03 SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Definições 4 – Referências normativas 5 – Procedimentos ANEXO Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio e pânico .IT .

mg. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. proporcional à escala de qualquer desenho do projeto. NBR 14100 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos para projeto. que. aplicam-se as definições constantes da Instrução Técnica 02 (Terminologia de proteção contra incêndio).m. 4 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Lei nº 14.2 Adota-se a NBR 14100 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos. _______________________________________________ Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 2. 3 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica. que define uma categoria de segurança contra incêndio e por um símbolo suplementar. a área na cor preta existente no interior de algum dos símbolos pode ser substituída por hachuras ou pode ser pontilhada. define o significado específico do conjunto. Decreto Estadual nº 44.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 03 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima.2 Os símbolos gráficos são compostos por uma forma geométrica básica. 5.4 Caso seja conveniente.br Email: dat3@cbmmg. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: . 355 . 2 APLICAÇÃO 2.Bairro Centro CEP 30.270.5 Os significados de todos os símbolos utilizados devem ser representados em uma legenda.bombeiros.1 Os símbolos gráficos que devem constar nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco são apresentadas no Anexo. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Os símbolos gráficos constantes desta Instrução Técnica se aplicam aos projetos de segurança contra incêndio.gov. 5. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.3 As dimensões dos símbolos devem estar em uma mesma escala.br SIMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece os símbolos gráficos a serem utilizados nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco.130. de forma clara e de fácil identificação pelo leitor. 5. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.gov.190-000 Site: www. quando colocado no interior da forma geométrica básica. com as inclusões e adequações de exigências constantes nesta instrução. 5.

Anexo (normativo) Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio .

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04 ACESSO DE VIATURAS NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela para colocação de via de acesso e faixa de estacionamento B – Portão de Acesso 2 – Aplicação 3 – Referências bibliográficas C – Tipos de Retornos 4 – Definições 5 – Procedimentos D – Desnível Longitudinal e Lateral E – Faixa de Estacionamento .IT .

4 Quando o acesso for provido de portão. Augusto de Lima. 5. respeitadas as medidas mínimas indicadas.gov.1.1 Condições gerais 5.4.2.1. 1991.000 quilogramas-força.Fire Department Aerial Apparatus.1. 5.2 Características das faixas de estacionamento 5.190-000 Site: www.1.1. 355 .1.1. sendo recomendativa a todas as demais edificações e áreas de risco. 5. que não os especificados acima.1.1 Largura: mínima de 8.1.00 m.000 quilogramas-força. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1. uma estratégia ou uma tática. Código de Prevenção Inglês. 5. Lei nº 14.270. mas que garantam a entrada e a saída de viaturas.1.br Email: dat3@. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da Instrução Técnica 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico .1.2.2 Comprimento: mínimo de 15.1. Estacionamento de viaturas em locais de sinistro.1.1.1. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas. em formato de “Y” (Figura 3) ou em formato de “T” (Figura 4).3 e 5.1 Características da via de acesso 5. desde que atendam aos itens 5.00 m de comprimento devem possuir retorno circular (Figura 2).50 m.1.1.1.1. The Building Regulations.1. 1991.1.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa condições mínimas exigíveis para o acesso e estacionamento de viaturas de bombeiros nas edificações e áreas de risco. Eduardo. 5.cbmmg.mg.1.1. 5.1.1.1.130. First Edition.gov.1 Largura: mínima de 6.00 m e altura mínima de 4. .mg.2. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. visando disciplinar o seu emprego operacional na busca e salvamento de vítimas e no combate a incêndios. São Paulo. INTERNATIONAL FIRE SERVICE TRAINING ASSOCIATION .1. (Figura 1).1.2.Bairro Centro CEP 30.3 Suportar viaturas com peso de 25.1.2 Suportar viaturas com peso de 25. 5.1. este deverá atender à largura mínima de 4.6 São aceitos outros tipos de acessos com retornos.00 m. 5.bombeiros.1.1. Decreto Estadual nº 44.5 As vias de acesso que excedam 45.1.1. Oklahoma State University. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica deve ser observada para os portões de acesso de condomínios de residências unifamiliares. 5. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.1.3 Desobstrução em toda a largura e com altura livre mínima de 4. BELEZIA. 1998.1 Via de acesso e faixa de estacionamento. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 04 ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREA DE RISCO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.1.1.1. 5 PROCEDIMENTOS 5. 5.00 m.1. condomínios comerciais e condomínios industriais.1. 5.50 m. Monografia elaborada no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais-I/98 da PMESP.1.

2.2.2.1.00 m.2. (Figura 7). 5. 5.2.1. 5. deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento.2.3.1 Deve possuir via de acesso atendendo ao disposto no item 5.3 Condomínio de residências unifamiliares. 5. árvores ou qualquer outro elemento que possa obstruir a operação das viaturas.2.2 Condições específicas.2.1. 5.1.1. (Figuras 5 e 6).2.1.5 Deve existir pelo menos uma faixa de estacionamento paralela a uma das faces da edificação que possua aberturas (portas e ou janelas). (Figura 7).2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 5.1.1. 5.2.4 No caso da edificação ser constituída de risco isolados.00 m. medidas a partir de sua borda mais próxima do edifício.1.2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 5.2. tanto longitudinal quanto transversal. 5. 5.1.1.1.00 m2.1 Quando a edificação principal estiver afastada mais de 20.1.1.00 m na via pública. 5.2.00 m. painéis.6 A distância máxima da faixa de estacionamento até a face da edificação deve ser de 8. esta deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento.2.1.500. cada risco deve ser atendido pela via de acesso e ter pelo menos uma faixa de estacionamento.3 A faixa de estacionamento deve atender ao disposto nos itens 5.1 e subitens.2. 5.2.1 e subitens. com placas de <proibido parar e estacionar> e com sinalização de solo demarcadas com faixas amarelas e identificadas com as palavras “RESERVADO PARA VIATURAS DO CORPO DE BOMBEIROS” .2.1.2.2 e subitens.1 e subitens.1. cada risco deve ser atendido pela via de acesso e ter pelo menos uma faixa de estacionamento.3 No caso da edificação possuir riscos isolados que ultrapassem 1.2 Edificações com altura superior a 12.00 m da via pública.7 A faixa de estacionamento deve estar livre de postes.2.2. a contar do meio fio. 5.8 A faixa de estacionamento deve ser adequadamente sinalizada.1.1 No caso da edificação apresentar afastamento superior a 10. 5.1. 5.1 Edificações com altura menor ou igual a 12. 5.1.1. (Anexo A) 5.2.4 Recomenda-se que o desnível máximo da faixa de estacionamento não ultrapasse o valor de 5%.5. . 5.

ANEXO A Tabela para colocação de via de acesso e faixa de estacionamento Tipo de Edificação Edificação com altura menor ou igual a 12 metros Edificação com altura maior que 12 metros Condomínio de residências unifamiliares Tabela Afastamento em relação ao meio fio Edifício principal afastado mais que 20 metros Edifício principal afastado menos que 20 metros Edifício principal afastado mais que 10 metros Edifício principal afastado menos que 10 metros Todos Via de acesso e faixa de estacionamento Nenhuma Via de acesso e faixa de estacionamento Nenhuma Via de acesso .

ANEXO B Portão de acesso Figura 1 – Altura e largura mínimas de acesso à edificação .

ANEXO C Tipos de retornos Figura 2 – Retorno circular Figura 3 – Retorno em Y .

Figura 4 – Retorno em T .

ANEXO D Desnível longitudinal e lateral de via de acesso Figura 6 – Desnível longitudinal Fonte: Fire Department Aerial Apparatus Figura 5 – Desnível lateral Fonte: Fire Department Aerial Apparatus .

ANEXO E Faixa de estacionamento Figura 7 – Faixa de estacionamento .

.05 SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCO) SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela 4 (índice para distâncias de Segurança) B – Tabela 5 (Proteções de Aberturas) C – Exemplos de dimensionamento 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e Conceitos 5 – Relação entre os tipos de propagação e os arranjos físicos das edificações 6 – Procedimentos 7– Recomendações e distâncias de separação entre edificações de propriedades distintas.IT .

considerando-se duas edificações no mesmo lote ou propriedade. altura. NFPA 80A – Recommended Practice for Protection of Buildings from Exterior Fire Exposures. Ed. responsável pela radiação de calor.mg.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 05 SEPARAÇAO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCO) DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Figura 1.gov. RELAÇÃO ENTRE OS TIPOS DE PROPAGAÇÃO E OS ARRANJOS FÍSICOS DAS EDIFICAÇÕES . ou retardar a propagação permitindo a evacuação do público. para considerar-se uma edificação como risco isolado em relação à (s) outra (s) adjacente (s) na mesma propriedade (Fig. independentemente de sua ocupação. 4. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.3 As edificações situadas no mesmo lote que não atenderem as exigências de isolamento de risco serão consideradas como uma única edificação para o dimensionamento das medidas de proteção previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.br Email: dat3@cbmmg. Augusto de Lima. 4.1). 5.190-000 Site: www. Eletrônica. Decreto Estadual nº 44.130.Bairro Centro CEP 30. volume. 355 .1 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. convecção de gases quentes e/ou transmissão direta das chamas. número de pavimentos.gov.270. NBR 14432 .mg.1. É a que exige a maior distância de afastamento. para que uma edificação seja considerada independente em relação à adjacente. 4.1 Esta Instrução Técnica aplica-se a todas as edificações.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e artigo 3º do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.bombeiros. convecção de gases quentes e transmissão de chama. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 2 APLICAÇÃO 2. convecção dos gases quentes ou a transmissão direta da chama. considera-se isolamento de risco a distância ou a proteção. área total e área específica de pavimento. 1996 edition. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.1.Separação entre edificações no mesmo lote 2.2 Para fins de previsão das exigências de medidas de segurança contra incêndio. 2.2 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação do calor. para evitar que o incêndio proveniente de uma edificação se propague para outra. USA.br 1 OBJETIVO O objetivo desta Instrução é de determinar critérios para isolar externamente os riscos de propagação do incêndio por radiação de calor.

d) entre edificações geminadas.8). Figura 4 .1 Isolamento de risco O isolamento de risco pode ser obtido: a) isolamento (distância de separação) entre fachadas de edificações adjacentes (Fig.Propagação entre duas edificações geminadas com altura diferenciada.5). c) por parede corta-fogo entre edificações contíguas (Fig.Parede corta fogo .3). Figura 5 .Distância de segurança entre a cobertura e fachada.1 O tipo de propagação e o conseqüente tipo de isolamento a ser adotado dependem do arranjo físico das edificações que. 4). por sua vez.5. determinam os tipos de propagações indicadas a seguir: a) entre as fachadas das edificações adjacentes por radiação térmica (Fig. pelas aberturas localizadas em suas fachadas e/ou pelas coberturas das mesmas. pelas três formas de transferência de energia (Fig.Distância de Segurança Figura 3 .Propagação entre fachadas b) entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada da outra edificação (Fig. c) entre duas edificações geminadas. por meio da cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de outra edificação.Propagação entre duas edificações geminadas de mesma altura.2). b) isolamento (distância de separação) entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de uma edificação adjacente (Fig.Propagação entre cobertura e fachada. Figura 7 . 6 PROCEDIMENTOS 6. e Figura 2 . Figura 8 . por transmissão direta de chamas e convecção de gases quentes (Fig. Figura 6 . 7). 6).

1.1. Tabela 2 .1.largura e altura do painel radiante localizados na fachada. Caso esta edificação tenha inicialmente a classificação “I”.2 Parâmetros preliminares a serem determinados para distâncias de separações: 6. Observação: Caso a edificação possua proteção por chuveiros automáticos.1. Classificação da Severidade Figura 9 . 6.1.1.1.1.7 Para determinação dos valores de Carga de Incêndio consultar a IT 09.2. 6. devem ser consideradas sem compartimentação.1.1.1. 6.Severidade da Carga de Incêndio para o Isolamento de Risco.1.1.2. e as edificações classificam-se. conforme Tabela 2. Tabela 1 .1.1.se reduzir o índice “α” da tabela 4 – anexo A em 50% (com a previsão de chuveiros automáticos).1. área de aberturas existentes e a resistência dos vedos (elementos de vedação) ao fogo. a classificação da severidade será reduzida em um nível.2.Exposição entre edificações I Figura 9 – Exposição entre edificações Carga de Incêndio (MJ/m2) 0 – 680 681 até 1460 Acima de 1461 II III 6.2.1.1 Para determinar a distância de separação acima descrita. 6. deve-se: 1º Passo Relacionar as dimensões (largura/altura ou altura/largura) do setor da fachada a ser considerado na edificação conforme Tabela 1.1.6 A carga de incêndio é outro fator a ser considerado.4 O tamanho do compartimento está relacionado com a dimensão do incêndio e a relação .1.2. 6. 6.1 Isolamento de risco por distância de separação entre fachadas: 6.5 A Tabela 1 indica qual a parte da fachada a ser considerada no dimensionamento.3 Dentre vários fatores que determinam a severidade de um incêndio. 6.1 A propagação por radiação térmica depende basicamente do nível de radiação proveniente de uma edificação em chamas.3. considerando a radiação térmica.3 Procedimentos distância de separação para dimensionamento da Medidas de Parte da fachada a ser considerada proteção contra no dimensionamento incêndio existentes Compartimentação Horizontal Vertical Não Não Edifícios térreos Toda a fachada do edifício H≥2 Pavimentos Toda a fachada do edifício 6. 2º Passo Determinar a porcentagem de aberturas y no setor a ser considerado (Fig. pode.1 Para dimensionamento da distância de separação segura entre edificações (d).1.6. dividindo-se sempre o maior parâmetro pelo menor (largura e altura) para obter o valor x.1. então.1.2 O nível de radiação está associado a severidade do incêndio. Observação: Se o valor x obtido for um valor intermediário na Tabela 4 (anexo A). para esta IT.10).Determinação da Fachada para o dimensionamento. ao Fogo) inferiores aos especificados na Tabela A da IT 06. deve-se considerar o risco que o edifício adjacente (expositor) gera ao edifício a ser considerado isolado (em exposição) (Fig 9).1.2. b) para edifícios residenciais. Sim Não Toda a fachada Toda fachada da da área do área do maior maior compartimento compartimento Não se aplica Toda a fachada do pavimento Toda fachada da área do maior compartimento Não Sim Sim Sim Não se aplica Observações: a) edificações com os TRRF (Tempos Requeridos de Resistência . deve-se adotar o valor imediatamente superior.2. considera-se compartimentadas as unidades residenciais separadas por paredes que atendam aos critérios de TRRF especificados na Instrução Técnica N° 06 para unidades autônomas. dois têm importância significativa e estão relacionados com o tamanho do compartimento incendiado e a carga de incêndio da edificação.

esta deve atender a “TRRF” da Tabela “A” da IT nº 06.2 Caso a edificação possua compartimentação horizontal.Figura 10 .3. β = coeficiente de segurança que assume os valores de 1.4 Fatores redutores de distância de separação 6.1.4.0 m (β2).1.1.1.1.1 Os fatores especificados na tabela 5 (Anexo B) são redutores da distância de separação (d). 4º Passo Com os valores x e y obtidos e a classificação da severidade.1.3 O distanciamento horizontal previsto na tabela 3.Porcentagem de aberturas na fachada Observação: Se o valor obtido y for um valor intermediário na Tabela 4 (Anexo A).1. deve ser considerado o maior compartimento para se dimensionar a distância de separação. 6.1.2 Caso a cobertura não atenda a “TRRF” acima referenciada.5m (β1) ou de 3. b) β2 = 3. obtendo-se o índice α.1.1.3.1. 5º Passo À distância de separação é obtida multiplicando-se o índice α pela menor dimensão do setor considerado na fachada (largura ou altura). ou. 6.2 FÓRMULA GERAL d = α x (largura ou altura) + β ONDE: d = distância de separação em metros. pode ser substituído por paredes corta-fogo. prolongando acima do topo da fachada.3 Na tabela anterior. pode ser considerado quando a fachada da edificação adjacente for “cega”.2 para o edifício mais baixo. α = coeficiente obtido da Tabela 4 (Anexo A). considera-se o número de pavimentos que contribuem para o incêndio e que variam conforme a existência de compartimentação vertical. 6.6 Para a distância de separação entre as edificações adjacentes com a mesma altura. 6. deve-se adotar as distâncias contidas na Tabela 3.7 Quando a cobertura como um todo tiver TRRF que atenda à tabela A da IT nº 06. 6. deve-se adotar a maior das distâncias de separação utilizando-se os métodos descritos em 6.3.1.3. pode-se desconsiderar o dimensionamento decorrente da propagação pela cobertura. e considerando a resistência de acordo com a tabela A da IT Nº 06.2. permanecendo o dimensionamento conforme o item 6. em função da relação (largura/ altura ou altura /largura).50 metros nos municípios que possuem Corpo de Bombeiros Militar com viaturas para combate a incêndios. fica dispensado o dimensionamento previsto no item 6.1. 6. 6.1. da porcentagem de aberturas e da classificação de severidade.4 O distanciamento horizontal.Distância mínima de separação entre a cobertura da edificação menor em relação a outra adjacente de maior altura.3.3.1. Observação O fator de segurança β assume dois valores (ver exemplos de cálculos do Anexo “C”): a) β1 = 1. consultar a Tabela 4 (Anexo A).1. 6.5 Proteção por paredes corta-fogo em edificações contíguas (geminadas) Número de pisos que contribuem para a propagação pela cobertura 1 2 Distância de separação horizontal em metros 4 6 .1 Para que não ocorra a propagação pela cobertura. 6.1 Cada edificação possui resistência ao fogo parcial da cobertura. considerando as fachadas que recebem exposição de calor proveniente de edificações adjacentes localizadas dentro do mesmo lote.2.00 metros nos municípios que não possuem Corpo de Bombeiros Militar. 6. 6. acrescentando o fator de segurança β.3. com altura igual ou superior ao distanciamento obtido. permanecendo somente o dimensionamento pelas fachadas das edificações. prevista na tabela 3.2 Isolamento de risco por distância de separação entre cobertura e fachada 6. Figura 11 – Prolongamento horizontal da parede corta-fogo substituindo o afastamento entre aberturas. a área a ser computada na determinação da distância da separação (d) será aquela desprotegida.3. conforme a existência de Corpos de Bombeiros Militar no município. Tabela 3 .1.1 para qualquer dos dois edifícios e em 6.3.5 Nas edificações com alturas diferenciadas. 3º Passo Verificar a carga de incêndio da edificação e classificá-la conforme Tabela 2.2.2. deve-se adotar o valor imediatamente superior.1. 6. Considerações gerais 6.1.1.1. 3 ou mais 8 6.1. que é a base de cálculo para a distância segura entre edificações.

1.1.6 A parede corta-fogo deve ter resistência suficiente para suportar. construída de acordo com as normas técnicas. recomenda-se alterar as dimensões do painel radiante ou compartimentar o edifício internamente (ver Figura a): .1. abrindo para o espaço livre exterior.1. não inferior a 120 minutos.1 Separação entre fachadas de uma edificação e a divisa do terreno 7. 6. atendendo aos requisitos dos itens 6. transmissões de dados e outros que não possibilitem a migração do incêndio.6. 6.5.5.1. equipamentos de grande porte ou linhas de produção industriais descaracterizam o afastamento entre as edificações.7.1.1.7 O tempo mínimo de resistência ao fogo deve ser igual ao TRRF da estrutura principal.5. são considerados isolados os riscos que estiverem separados por parede corta-fogo.2 A espessura da parede corta-fogo deve ser dimensionada em função do material empregado.1.8 e 6.5. as seguintes regras devem ser adotadas: 6.3 Para reduzir as distância de segurança.1.1.1.5.1 Para determinar a distância de afastamento entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno. sendo admissível apenas às guardas e proteções laterais. 6.1. escadas com materiais incombustíveis.5.1.1.1. também incombustíveis. 6.1. exceto tubulações de água. contidos na Tabela 5. ou no máximo a 15 cm deste. 7.5.6. 6. em cada pavimento.1.1.1. serão consideradas isoladas quando atenderem aos requisitos abaixo: 6.1. com ventilação permanente (janelas) nas extremidades. com altura máxima de 12 m e com área útil de construção até 750 m² em cada torre (incluindo-se a área da escada.9 A distância mencionada no item anterior poderá ser substituída pelo prolongamento horizontal de 1m da parede corta-fogo (ver figura 11). 6. deverá ser prevista uma distância de compensação da parede.5. ou b) houver parede corta-fogo executada conforme item 6.7. e não em uma parede corta-fogo. Serão admitidas nas áreas adjacentes às passagens cobertas construções destinadas a sanitários. elevadores.2 Para aplicar os conceitos de 6. 6. não haverá necessidade de prolongamento da parede corta-fogo. 7 RECOMENDAÇÃO DE SEPARAÇÃO ENTRE DISTINTAS DISTÂNCIA DE PROPRIEDADES Prever distância de separação mínima entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno. recomenda-se ventilação para o escoamento da fumaça para a área externa por meio de interrupções ou barreiras de fumaça instaladas na parte inferior da cobertura da passagem. serão considerados isolados quando: a) houver estruturas e paredes distintas sem aberturas de comunicação e com afastamentos entre aberturas de lados opostos. considerando-se como distância de afastamento a metade do valor calculado (d). 6. 6.1.1.2. quando necessário.5. de no mínimo 1m entre dois telhados ou coberturas. As passagens cobertas destinadas a trânsito de veículos.8 As aberturas situadas em lados opostos de uma parede corta-fogo devem ser afastadas de no mínimo 2m entre si. impactos de cargas ou equipamentos normais em trabalho dentro da edificação.1.1. 6.1. mesmo que protegida.6.1. dotada de venezianas ou outro material (inclusive venezianas tipo “maxiar”) que assegure a ventilação permanente.1. Caso ocorra dilatação destes consolos decorrente de um incêndio.1. deve ser utilizado o parâmetro descrito em 6.1 No caso de edifícios residenciais.5.5.1.1 Independente dos critérios anteriores. b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0. telefônicos.1. 6. exceção feita quando os compartimentos que contenham estas aberturas forem considerados áreas frias (banheiro.3 As passagens cobertas deverão possuir as laterais totalmente abertas.3. estanqueidade e estabilidade.6 Passagens cobertas 6. porém. com ventilação permanente.1.6. dividindo por 2 (d/2).1 Existindo diferença de altura nas paredes. 6.7.1.1 As passagens deverão ser utilizadas exclusivamente para o trânsito de pessoas. 6.2 As janelas devem: a) estar situadas junto ao teto. considera-se a fachada do edifício expositor em relação a divisa do terreno.1.6.4 A estrutura da parede corta-fogo deve ser desvinculada da estrutura das edificações adjacentes (incluindo lajes e telhados ou qualquer outro elemento estrutural). sem grandes danos.4 Para passagens cobertas com largura superior a 10 m. de acordo com os ensaios realizados por laboratórios técnicos oficiais ou de acordo com normas técnicas.1. reservatórios de água e similares.10 A parede corta-fogo não deve possuir nenhum tipo de abertura.1.5. interligadas por passagens cobertas.7 Edifícios Residenciais 6.1. 7.1 Houver afastamento entre as torres de no mínimo 4 m. área de serviço etc).3 Nos casos de edifícios contíguos.5.1.7.1 No caso de edificações que obedeçam aos critérios de afastamento. 6. 6.1. Neste caso não se pode aplicar os meios de proteção das aberturas.2 Todos os materiais utilizados na construção das passagens cobertas deverão ser incombustíveis. 6.5.9. materiais e equipamentos de pequeno porte. podendo haver ligação por meio de uma escada simples. de forma a permitir o escoamento da fumaça. atendendo ao previsto em 6. eletrônicos. 7.1.7.6.1.3 A parede corta-fogo deve ultrapassar um metro (1m) acima dos telhados ou das coberturas dos riscos. guarita de recepção.5 As armações dos telhados ou das coberturas podem ficar apoiadas em consolos (suportes). 6. constituídos por duas torres. proporcionalmente).1. devendo apresentar as características de isolamento térmico.50 m2.

Figura a .Separação entre edificações em lotes distintos .Observação: Entende-se “lote” como “propriedade”.

.51 0.91 7.48 0.11 4. 100 50 .13 4.30 6.60 6.22 1.01 8.34 2.TABELA 4 .67 3.16 0.71 2.18 2.14 1.36 5.51 0.34 1.43 5..32 0..9 0.6 3 0..57 8. 100 0.07 2.79 3.83 5.53 4..90 1.33 1.43 4.56 7. 60 .63 9.34 10.5 0.72 ÍNDICE PARA AS DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA α 0.92 8.1 .16 5.67 0.12 5.63 3.94 1.51 0.6 1.95 3.95 1.15 2.02 1.50 0.71 2.24 9.78 8.51 0.29 7.51 4.88 0. 80 . .34 1.31 3.61 5.84 1.01 5.95 1.80 3.5 12.4 0.28 2.77 7.64 7.20 5.18 10.33 1.93 4.80 6.66 0.34 1.43 0.64 2.20 3.94 2.74 5.3 0.95 1.08 2.95 6.28 7.56 6. .52 4.49 0.73 0.76 3.32 1.17 3.74 1.36 3.30 2.23 8.44 3. 60 30 ..6 0.76 2.55 2.92 1.60 4.X 1.89 10.05 2.08 2.05 1.11 1.95 3.85 2.80 1.52 1.40 0..85 2.77 4..1 0.5 60 30 15 80 40 20 100 50 25 .12 3.04 2.8 13.93 4.3 2.5 3.8 0.79 1.71 2.23 1.24 5.51 0.95 1.39 1.6 2.84 3..1 2.93 1.34 1.08 2.70 4.55 3..03 2. 80 40 .54 4.24 6.41 6.00 1.0 1.51 0.71 2.99 2.95 1.15 5.3 1.38 2..94 1.52 1..88 1.94 1..22 5.37 1..78 0.0 11.34 2..69 2.37 4.51 0.74 5.59 3.52 6.44 0.82 3.02 2..33 1.58 1.30 7.33 4.17 1.2 4 5 6 8 10 13 16 20 25 32 40 I II III % ABERTURAS 20 10 5 30 15 7.51 11.8 2.54 2.10 1.93 2.77 3.51 0.13 3.4 1..66 1.68 1.73 3.51 0.30 1.13 2.54 2.79 4.87 3.42 1.07 5.46 0.ÍNDICE DAS DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA α d = α x (Largura ou altura) + β ANEXO A INTENSIDADE DE EXPOSIÇÃO Classificação da Severidade y RELAÇÃO LARGURA/ ALTURA (OU INVERSA) .81 3.88 3.0 2.93 2.71 2..5 40 20 10 50 25 12.57 2.34 1.63 1.48 4.13 0..68 6.9 1 1.65 0.08 2.70 2.2 1.95 5.51 1.50 0.56 1.51 0.73 2.26 1.19 0.26 3.48 2.81 3.12 3.27 1.94 10.

MAS REVESTIDAS COM MATERIAIS COMBUSTÍVEIS.5 m Reduzir a distância de segurança em 75%.5m Reduzir a distância a 1. Proteção Ineficiente Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância a 1. Proteção das aberturas das fachadas com janelas providas de vidros aramados (resistência por 90 min) A distância é eliminada A distância é eliminada A distância é eliminada Proteção Ineficiente. Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 75%.ANEXO B TABELA 5 (PROTEÇÕES DAS ABERTURAS) EDIFICAÇÃO EM EXPOSIÇÃO CARACTERÍSTICAS DOS ELEMENTOS DE VEDAÇÃO (PAREDES EXTERNAS) TIPOS DE PROTEÇÃO ESTRUTURAS E PAREDES COMBUSTÍVEIS. com o máximo exigido de 6 m. com A distância é eliminada resistência ao fogo de 120 min. Parede corta-fogo entre as edificações. Reduzir a distância a 1. Prevendo cortina d’água por inundação.5m Reduzir a distância a 1. Obs: Cortina d’água em toda a fachada.5m. com Janelas providas de vidro ordinário. Reduzir a distância de segurança em 50% Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % .) Prevendo cortina d’água por inundação. (comum) Obs: Cortina d’água em toda a fachada.5m Reduzir a distância a 1. PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA SUPERIOR A 90 MINUTOS. Proteção das aberturas das fachadas com elemento de proteção (corta-fogo) por 30 min. PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA SUPERIOR A 90 MINUTOS. com o máximo exigido de 3 m. PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA INFERIOR A 90 MINUTOS. com Janelas providas de vidro aramado (resistente a 30 min.

obtendo-se 5. X = 50/3= 16.50 m c) instalando cortina d’água automática de inundação em todas as aberturas providas de vidro ordinário – reduzir a distância em 50%. Pela Tabela 5 .vedos . com superfície radiante de largura igual a 50 m e altura de 18 m ( sem chuveiros automáticos e com compartimentação horizontal e vertical entre pisos.02 m e adicionando-se mais o “índice β” de1.ANEXO C EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DE AFASTAMENTOS 1. obtendo-se o índice “α“ = “2./ área total da fachada). obtendo-se o índice “α“ = “1. conforme carga de Incêndio (ver Tabela 2) = Classificação de severidade “II”. 2. Obs: verifica-se neste exemplo a importância da compartimentação de áreas.88”. com superfície radiante de 50m de largura e altura de 15 m (sem compartimentação). temos: a) cobrindo todas as aberturas com proteção para 90 minutos – reduzir a distância a 1. 2º. Terá como distância de separação a medida calculada abaixo: Obs. 1º Passo: Relação largura/altura. obtém-se 44.88 x 15 m = 43. com percentual de aberturas de 20%. 4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”. 4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”. 3º Passo: Determinar a classificação da severidade. . pé direito de 3 metros).5 m. consultar a Tabela 4. 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão (15m) pelo índice “α“. 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão da maior área compartimentada (50 m comprimento e 3 metros de pé direito) pelo índice α .: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros. Passo: Determinação do percentual de abertura Y= 20% (área considerada da fachada . b) instalando cortina d’água automática de inundação em todas aberturas providas com vidro aramado com proteção para 45 minutos .vedos . 2º Passo: Determinação do percentual de abertura. Em uma edificação de escritórios que tenha uma carga incêndio de 700 MJ/m2. a distância de separação será calculada abaixo: Obs.7 (adotar índice “20” na Tabela 4).52 m de distância. 1º. consultar a Tabela 4. temos: a) cobrindo todas as aberturas com proteção para 90 minutos – reduzir a distância a 1.333 (adotar índice “4” na Tabela 4). Pela Tabela 5. com percentual de aberturas de 60%. Em uma edificação de escritórios que possui uma carga de Incêndio de 700 MJ/m2. conforme carga de Incêndio (ver Tabela 2) = Classificação de severidade “II”.7 m de distância (D=α x (menor dimensão) + β). X = 50/15= 3. Então: 2./ área total da fachada).: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros.34 m = 4. b) instalando cortina d’água automática de inundação em todas aberturas providas com vidro aramado com proteção para 45 minutos – reduzir a 1. Então 3 x 1. Y= 60% (área considerada da fachada .reduzir a 1. 3º Passo: Determinar a severidade.50 m. 5 m.50 m.2m e adicionando-se o índice “β” =1. c) instalando cortina d’água automática de inundação em todas as aberturas providas de vidro ordinário – reduzir a distância em 50% (1/2).50m. Passo: Relação largura/altura.34”.

06 SEGURANÇA ESTRUTURAL DAS EDIFICAÇÕES SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) B – Tabela de resistência ao fogo para alvenarias tempo equivalente de 2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas C – Método do resistência ao fogo 4 – Definições 5 – Procedimentos .IT .

2 APLICAÇÃO 2. .bombeiros. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Componentes construtivos estruturais Determinação da resistência ao fogo.Bairro Centro CEP 30. Decreto Estadual nº 44.Ações e segurança nas estruturas – Procedimento NBR 8800 .Projeto e execução de obras de concreto Procedimento NBR 6120 .190-000 Site: www. . No momento da publicação de norma nacional sobre o assunto. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. NBR 6118 .Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios . adota-se o Eurocode em sua última edição. esta passará a ser adotada nos termos desta IT. Augusto de Lima. 2.mg.Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio NBR 11711 – Porta e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais .gov. em situação de incêndio. ou norma similar reconhecida internacionalmente.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas edificações e áreas de risco onde for exigida a segurança estrutural contra incêndio. 355 .2 Na ausência de Norma Nacional sobre dimensionamento das estruturas em situação de incêndio.br SEGURANÇA ESTRUTURAL DAS EDIFICAÇÕES 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições a serem atendidas pelos elementos estruturais e de compartimentação que integram as edificações para que.Procedimento NBR 9062 .Cargas para cálculo de estruturas de edifícios – Procedimento NBR 6479 – Portas e vedadores – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio NBR 8681 .130.br Email: dat3@cbmmg. seja evitado o colapso estrutural por tempo suficiente para possibilitar o atendimento das prescrições contidas nas disposições preliminares do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 5628 . conforme exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Lei nº 14.gov. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: .Procedimento NBR 9077 .270.Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado .Especificação NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência Especificação Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.Saídas de emergência em edifícios Procedimento NBR 10636 .Julho 2005 INSTRUÇÃO TÉCNICA – 06 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.mg.

Procedimento Regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O’BRIEN .1 – Elementos estruturais de aço e elementos estruturais mistos de aço e concreto. devem ter.7. de acordo com as normas técnicas nacionais ou. 5. quando o espaço analisado possuir características construtivas e cargas de incêndio uniformes.6 Cobertura 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica.5. o mesmo TRRF das estruturas principais da edificação. 5. 5.5. de acordo com normas ou especificações estrangeiras internacionalmente reconhecidas.“Fire Safety of Bare External Structure Steel”.5 Dimensionamento de elementos estruturais em situação de incêndio 5.3 Na utilização do método do tempo equivalente.3.4 O método do tempo equivalente não pode ser empregado nas condições abaixo: a) Edificações do grupo L (explosivos).2 Os elementos de compartimentação (externa e internamente à edificação. aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. b) atendimento a tabelas elaboradas a partir de resultados obtidos em ensaios de resistência ao fogo . contudo.5 No dimensionamento desse método.15 desta IT. c) modelos matemáticos (analíticos) devidamente normalizados ou internacionalmente reconhecidos. Devem ser calculados de acordo com a NBR 14323 – 1999 . 5.1 Para as escadas e elevadores de segurança. quando se tratar de ocupação mista).3 Método do Tempo Equivalente 5.3. não podendo ser inferior a 120 (cento e vinte) minutos.1 Para edificação com altura menor ou igual a 6 m. no mínimo. 5.5. 5. 5.4 Ensaios Os ensaios devem ser realizados em laboratórios reconhecidos. as fachadas.2 Elementos estruturais de concreto Devem ser calculados de acordo com a NBR–15200 – 2004 . conforme os critérios estabelecidos nesta Instrução Técnica e em seu Anexo A. desta IT. porém. os elementos de compartimentação.Projeto de estruturas de concreto em situação de Incêndio – Procedimento. 5 PROCEDIMENTOS 5. fica limitada a redução de 30 min dos valores dos TRRF constantes da Tabela A do Anexo A. admitese o uso do método acima descrito. 5. ao TRRF igual ao estabelecido no Anexo A desta Instrução Técnica. paredes externas e as selagens dos shafts e dutos de instalações) e os elementos estruturais essenciais à estabilidade destes elementos.Dimensionamento de estruturas de aço de edifícios em situação de incêndio – Procedimento. As estruturas das coberturas que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A devem ter.3. conforme metodologia descrita no Anexo C. os TRRF resultantes dos cálculos não poderão ter valores inferiores a 30 minutos: 5.2 Para edificação com altura superior a 6. c) Edificações com estruturas de madeira. incluindo as lajes. Módulos maiores podem ser utilizados. adotar módulos de no máximo 500 m2 de área de piso. poderão ser utilizadas normas ou especificações estrangeiras internacionalmente reconhecidas. 5. admite-se o uso do método do tempo equivalente de resistência ao fogo em substituição aos TRRF estabelecidos nesta instrução. constituídos pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas. dutos e antecâmaras. 5.Dimensionamento de estrutura de aço em situação de incêndio – Procedimento NBR 14432/2001 – Exigência de resistência ao fogo de elementos de construção de edificações – Procedimento NBR 14762/2001 – Dimensionamento de estruturas de aço construídas por perfis formados a frio – Procedimento NBR 15200/2004 – Projeto de estrutura de concreto em situação de incêndio .7.00 m. Será considerado o TRRF de maior valor obtido (observar item 5. b) Edificações de divisões M1 (túneis).7 – Elementos de Compartimentação 5.1 Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) são aplicados aos elementos estruturais e de compartimentação. na ausência destas. o .NBR 14323 .3 Outros materiais estruturais Na ausência de normas nacionais.3. M2 (parques de tanques) e M3 (centrais de comunicação e energia). devem atender. 5.2 Para comprovar os TRRF constantes desta Instrução Técnica são aceitas as seguintes metodologias: a) execução de ensaios específicos de resistência ao fogo em laboratórios. no mínimo. 5.3. no mínimo.

5. de acordo com norma estrangeira reconhecida internacionalmente. B. 5. as celas dos presídios e assemelhados.2. para as ocupações dos grupos A (A2 e A3). no mínimo. 5. Caso contrário.1 Os elementos estruturais encapsulados estarão livres da ação de incêndio desde que o encapsulamento tenha o TRRF no mínimo igual ao que seria exigido para o elemento considerado.7.12 Estruturas externas 5.12. não podendo ser inferior ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo.11 Isenção de TRRF 5.“Fire Safety of Bare External Structure Steel” ou regulamento similar.3 Para outros materiais estruturais. O ensaio de resistência ao fogo deve mencionar as soluções adotadas para as selagens das aberturas (penetrações) no forro (tais como: iluminação. as salas de aula.1 O elemento estrutural situado no exterior da edificação pode ser considerado livre da ação do incêndio. estanqueidade. 5. de acordo com norma técnica nacional ou.2 As propriedades térmicas e o desempenho dos materiais de proteção térmica quanto à aderência.1 A escolha. as portas da destas unidades. Nota: São consideradas unidades autônomas os apartamentos residenciais. combustibilidade.9.10 Subsolo Os subsolos das edificações devem ter o TRRF estabelecido em função do TRRF da ocupação a que pertencer. quando o seu afastamento das aberturas existentes na fachada for suficiente para garantir que a sua elevação de temperatura não superará a temperatura crítica considerada. TRRF de 120 (cento e vinte minutos). 5. e) determinação da temperatura das chamas nas proximidades dos elementos estruturais. projetados conforme normas técnicas. H3. o procedimento para a verificação da possibilidade de aceitação do item anterior deve ser analítico. 5. os apartamentos de hotéis.12.14 Edificação aberta lateralmente . devem ser projetadas (considerando medidas ativas e passivas) visando atender aos objetivos do Regulamento de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros. devidamente ensaiado (conjunto).13. 5.8.13 Estruturas encapsuladas 5.13.3 As propriedades dos materiais que variem com a temperatura devem ser por meio da função de variação correspondente ou deve ser adotado o valor característico a 600 0C.3 As paredes divisórias entre unidades autônomas. as enfermarias e quartos de hospitais. g) determinação da temperatura do aço no ponto mais crítico. E e H (H2.1 e 5. sendo que o TRRF mínimo para as selagens dos shafts e dutos de instalações serão de 60 (sessenta) minutos.12. essas devem ter o TRRF conforme o estabelecido nesta Instrução Técnica.4 Os elementos de compartimentação usados como isolamento de riscos e os elementos estruturais essenciais à estabilidade desta compartimentação devem ter. devem ser determinados por ensaios realizados em laboratório nacional ou estrangeiro reconhecido internacionalmente. 5. H5 e H6) devem possuir TRRF mínimo de 60 (sessenta) minutos. conforme Anexo A. que possuam sistemas de chuveiros automáticos.1As edificações isentas de TRRF. conforme Anexo A. 5. na ausência desta. atendendo ao TRRF mínimo igual ao que seria exigido para o elemento protegido considerado.7.1 Nas ocupações mencionadas no item anterior.12. Esta regra pode ser dispensada para as ocupações que possuam sistemas de chuveiros automáticos. de acordo com a respectiva ocupação.1 Os mezaninos que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A.2 seja superior à temperatura crítica das estruturas calculadas. motéis e flats. 5.9. perfis.12.2. envolvendo os seguintes passos: a) definição das dimensões do setor que pode ser afetado pelo incêndio.9 Materiais de proteção térmica 5.2 Caso a temperatura determinada de acordo com o item 5.8 Mezaninos 5. d) determinação da altura. dimensionamento e aplicação de materiais de proteção térmica são de responsabilidade exclusiva do(s) responsável(eis) técnico(s) pelo projeto. 5.3. ar-condicionado e outras).2. usar a regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O’BRIEN . independente do TRRF da edificação. 5. b) determinação da carga de incêndio específica. suportes e selagens das aberturas. 5. f) cálculo da transferência de calor para os elementos estruturais.1 Para atender aos itens 5.12. que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada não necessitam ser do tipo resistente ao fogo. as isenções não são admitidas. aceita-se método analítico internacionalmente reconhecido. c) determinação da temperatura atingida pelo incêndio. 5. toxidade e outras propriedades. 5.9. projetados conforme normas técnicas. profundidade e largura das chamas emitidas para o exterior da edificação. Tal situação deve ser tecnicamente comprovada pelo responsável técnico pelo projeto estrutural.7.2 Considera-se forro resistente ao fogo o conjunto envolvendo as placas. 5. 5.2 Para estruturas de aço.11.12.12.mesmo TRRF da estrutura principal da edificação. devem ter os TRRF conforme estabelecido nesta Instrução Técnica.

c) especificações e condições de isenções e/ou reduções de TRRF.18 Memorial de Segurança da Estrutura Quando da solicitação da Vistoria junto ao CBMMG. para efeito desta instrução.14. detalhar a solução adotada. em cada pavimento: a) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas. 5. deverá ser anexado um Memorial de Proteção dos Elementos Construtivos. 5. caso não haja compartimentação garantindo a separação destas ocupações. aplicam-se os seguintes critérios para o estabelecimento dos Tempos Requeridos de Resistência ao Fogo (TRRF): a) o valor correspondente à ocupação que deve atender às exigências mais rigorosas. ANEXO A . 5. com aberturas dispostas de forma que possam ser consideradas uniformemente distribuídas. d) tipo e espessuras de materiais de proteção térmica utilizados nos elementos construtivos. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. como sendo todas as vigas cuja ruína pode provocar o colapso de toda a edificação ou de parte da mesma. quando for o caso. 5. Para outros materiais estruturais. b) o valor correspondente a cada uma das ocupações.2 Em qualquer caso. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro da edificação e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas. para permitir a ventilação. ou requisitos de dimensões e cobrimento de armadura nas estruturas de concreto. b) os TRRF para os diversos elementos construtivos. e) termo de Responsabilidade Técnica pela execução do projeto de segurança da estrutura em situação de incêndio. 5.15 Ocupação mista À edificação que apresentar ocupação mista. caso haja compartimentação garantindo a separação entre elas. nas estruturas de aço.5.1 Será considerada aberta lateralmente a edificação ou parte de edificação que.16 Vigas principais Considerar. com os seguintes dados: a) método empregado para se atingir os TRRF dos elementos estruturais da edificação. ou seja. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas.14. não provoca o colapso de outras partes da edificação. b)tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas.17 Vigas secundárias São as vigas cuja ruína tem efeito apenas localizado.

de isolamento de riscos e de compartimentação.7. c) os elementos estruturais de cobertura cujo colapso. nas condições do item A2.2.3. descritos em 5. conforme consta na IT-04 (Acesso e estacionamento de viatura na edificação e áreas de risco). b) a estrutura e paredes de vedação das escadas e elevadores de segurança. conforme instrução técnica a respeito. quando: a) a cobertura da edificação não tiver função de piso ou não for usada como rotas de fuga para saídas de emergência.17 desta instrução. 5.2 Edificações térreas pertencentes às divisões F5. A2. obedecendo-se às recomendações contidas nesta instrução e nas considerações a seguir: A1 Os tempos entre parênteses podem ser usados em subsolo nos quais a área bruta de cada pavimento seja menor ou igual a 500 m² e em edificações nas quais cada pavimento acima do solo tenha área menor ou igual a 750 m². A2.6 As escadas abertas (escadas simples).1. c) às edificações do grupo L (explosivos) e das divisões M1 (túneis).1 Estas condições não se aplicam às edificações com altura superior a 80 metros. não comprometa a estabilidade da estrutura principal da edificação. que perfaçam no mínimo 50% do perímetro da edificação.14 desta instrução e com as estruturas dimensionadas conforme Anexo D da NBR-14432:2001. c) a edificação possuir carga de incêndio específica menor ou igual a 500 MJ/m2. acabamentos ou revestimentos. a critério do responsável técnico pelo projeto estrutural. A2. com pelo menos duas fachadas para acesso e estacionamento operacional de viaturas. A2. a critério do responsável técnico pelo projeto estrutural.3 (tempo equivalente) fica a critério do responsável técnico.3 Edificações ISENTAS de TRRF.14 desta instrução.4 As coberturas das edificações que atendam aos requisitos abaixo: a) não tiverem função de piso. 5. A2. H5 .5 O TRRF das vigas secundárias. conforme item 5.6 A opção de escolha pra determinação do TRRF conforme item 5. A2 Condições de isenção e redução dos TRRF. não podendo haver em qualquer hipótese sobreposições de isenções. 3. em função do item A2 e sub itens ou em função de aços não convencionais.7. as rotas de fuga e as condições de ventilação dimensionadas conforme regulamentações vigentes.5.5 Os mezaninos que apresentem área inferior a 750m² cuja estrutura não dependa da estrutura principal do edifício. caso atendam um dos seguintes requisitos abaixo: a) forem providas de chuveiros automáticos. não necessita ser maior que: a) 60 minutos para as edificações de classes P1 a P4. A2. comprovado através de estudos técnicos. sendo que as áreas abaixo referem-se à área total construída da edificação: A2.1. A2.1 Edificações de classe P1 e P2 com área menor ou igual a 750 m2 . c) forem consideradas lateralmente abertas. A2. I3 podem ter os TRRF constantes da Tabela A reduzidos em 30 minutos. b) não forem usadas como rotas de fuga para saídas de emergência. I3 . M2 (parques de tanques) e M3 (centrais de comunicação e energia). b) 90 minutos para as edificações de classe P5. A2.3. .3. b) possuírem área total menor ou igual a 5000m2.3.7. desde que não possuam materiais combustíveis incorporados em suas estruturas.(normativo) Tempos requeridos de resistência ao fogo Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) devem ser determinados conforme a Tabela A deste anexo. 3. conforme item 5. G5. não for essencial à estabilidade de um elemento de compartimentação.3 Edificações pertencentes às divisões G1 e G2. H5 .2 As isenções e reduções abaixo não se aplicam: a) aos subsolos com área superior a 500m². de classes P3 a P4. b) a estrutura considerada da edificação. A2.1 As edificações desta seção para obterem o benefício de isenção ou redução dos TRRF devem atender aos objetivos do Regulamento de Segurança contra Incêndio do CBMMG e possuírem as saídas de emergência. quando abertos lateralmente conforme item 5. comprovado através de estudos técnicos.3. A2.4 As edificações térreas pertencente às divisões F5. G5. A2.

pessoais e técnicos Educacional e cultura física Locais de reunião de público A-1 a A-3 B-1 e B-2 C-1 C-2 e C-3 D-1 a D-3 E-1 a E-6 F-1.Tabela A – Tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) Para a classificação detalhada das ocupações (grupo e divisão) consultar Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais . F-5 e F-6. O TRRF dos subsolos não pode ser inferior ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo (ver item 5. Profundidade do Subsolo h Grupo Ocupação/Uso Divisão Edificação Baixa Classe S2 h > 10m 90 90 90 90 90 90 90 90 Classe S1 h ≤ 10m 60 60 60 60 60 60 60 60 Classe P1 h ≤ 6m 6m < h ≤ 12m Altura da edificação h Edificação Média Altura 12m < h ≤ 23m Medianamente Alta 30m < h ≤ 54m Alta h > 54m CT CT CT CT CT CT CT CT Classe P2 30 60 (30) 60(30) 60(30) 60 (30) 30 60 Classe P3 60 60 60 60 60 60 60 23m < h ≤ 30m Classe P4 90 90 90 90 90 90 90 30 Classe P5 120 120 120 120 120 120 120 CT A B C D E Residencial Serviços de hospedagem Comercial varejista Serviços profissionais.11 F-3. L-2 e L-3 M-1 M-2 M-3 30 30 30 60 120 150 90 30 30 60 60 CT 30 30 120 (90) 120 (90) L M NOTAS da TABELA A: 1.8. 4. Os tempos entre parênteses podem ser usados nas edificações nas quais cada pavimento tenha área menor ou igual a 750m². 3. Explosivos Especial CT 90 CT 120 CT CT = Consultar Corpo Técnico junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. desde que haja compartimentação vertical entre os pavimentos. poderão ser exigidos os mesmos TRRF das edificações da Classe P5 . H-3 e H-5 I-1 I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 L-1. 2. F-2. F-4 e F-7 30 30 60 (30) 60 30 30 60 (30) F 60 60 30 CT F-9 G-1 e G-2 não abertos lateralmente e G-3 a G-6 G-1 e G-2 abertos lateralmente G 90 90 90 90 90 (60) 120 120 60 90 90 120 120 150 120 60 (30) 60 (30) 60 60 60 (30) 90 90 30 60 (30) 60 (30) 90 120 150 90 30 30 30 30 30 30 60 (30) 60 (30) 30 60 60 30 30 60 (30) 60 30 60 60 30 60 (30) 90 (60) 30 30 60 90 (60) CT 90 30 90 90 60 90 120 (90) 120 60 120 120 120 120 120 60 60 120 120 CT 120 CT CT CT CT CT CT CT CT CT Serviços automotivos H I Serviços de saúde e institucionais Industrial J Depósitos H-1 e H-4 H-2.10.10) Para edificações com altura entre 54m a 80m.

5 cm x 10 cm x 20 cm: Massa: 1. 1 cimento: 2.5 agregado graúdo (granito pedra nº 3): armadura simples posicionada à meia espessura das paredes. e massas de 13 kg e 17 kg respectivamente 1 1 1 - 1 1 1 1 1 8 8 8 4 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 1 1 1 1 2 2 2 2 9 9 9 9 1. com dimensões 2.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Cal Areia Espessura média da argamassa de assentame nto (cm) - 1 1 1 1 5 5 5 5 1 1 1 1 1 1 3 3 1 1 2 2 9 9 2.5 1.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Bloco de 14 cm sem revestimento Bloco de 19 cm sem revestimento Bloco de 14 cm com revestimento Bloco de 19 cm com revestimento Paredes de tijolos cerâmicos de oito furos (dimensões nominais dos tijolos 10 cm x 20 cm x 20 cm (massa 2. .Anexo B (informativo) Tabela de resistência ao fogo para alvenarias Características das paredes Traço em volume de argamassa de revestimento Chapisco Cimento Areia Emboço Cimento Cal Areia Espessura de argamassa de revestimen to (cada face) (cm) Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios de avaliação (horas) Espessura total da parede (cm) Duração do ensaio (min) Integridade Estanqueidade Isolação térmica Resistência ao fogo (horas) Paredes ensaiadas (*) Traço em volume da argamassa do assentamento Cimento Meio .9 Kg) Paredes de concreto armado monolítico sem revestimento Meio .5 2.8m totalmente expostas ao fogo (em uma face) (**) Ensaio encerrado sem ocorrência de falência em nenhum dos três critérios de avaliação.5 19 17 22 13 23 11.50A diâmetro ¼ polegada (*) Paredes sem função estrutural ensaiadas totalmente vinculadas dentro da estrutura de concreto armado.5 16 120 150 185 150 300 (**) 150 210 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 1½ 2 3 2 ≥4 1 3 1½ 2 3 2 >4 1½ 3 Traço do concreto em volume.5 1.5 10 20 15 25 120 395 (**) 300 300 (**) ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 1½ ≥6 4 ≥5 1½ ≥6 4 >6 Parede de tijolos de barro cozido (dimensões nominais dos tijolos).5 kg 1 1 8 1 - - - - - - 14 100 ≥ 1½ ≥ 1½ 1½ 1½ Parede de blocos vazados de concreto (2 furos) (blocos com dimensões nominais): 14 cm x 19 cm x 39 cm e 19 cm x 19 cm x 39 cm.8m x 2. possuindo malha de lados 15 cm.5 areia média: 3.tijolo sem revestimento Um tijolo sem revestimento Meio . de aço CA.5 1.

Anexo C (normativo) Método do tempo equivalente de resistência ao fogo O tempo equivalente a ser determinado de acordo com a formulação abaixo não poderá ter valores menores de TRRF conforme o especificado no item 5. determinado conforme a tabela C2. teto e paredes) (m2) Aν .040 0. qfi – carga de incêndio (MJ/m²). a favor da segurança.área de ventilação vertical (janelas.055 0.3. pisos e tetos.: Não computar forros e revestimentos que possam ser destruídos pela ação do incêndio. pode ser utilizado o menor valor de b ( ρ c λ ). . este valor é determinado conforme a expressão abaixo: b = ∑ bi Ai At .Fator K b= ρcλ (J/m s 2 1/2 °C) K (min .massa específica do elemento de vedação do compartimento (kg/m3) c – calor específico do elemento de vedação do compartimento (MJ/kg°C) λ . K – fator determinado conforme tabela C1.3 desta instrução técnica: teq = qfi γn γs K W E Onde: teq – tempo equivalente (minutos). Tabela C1 . m2 / MJ) 0.070 ρ c λ > 2500 720 ≤ ρ c λ ≤ 2500 ρ c λ < 720 ρ . γs = γs1 γs2 – coeficiente de segurança que depende do risco de incêndio e das conseqüências do colapso da edificação. determinado conforme Tabela C5.Aν Onde: bi é o fator b do elemento de compartimentação i Ai – área do elemento de compartimentação i (m2) At – área total do compartimento (piso. portas e similares) (m2) Obs. γn = γn1 γn2 γn3 – coeficiente adimensional que leva em conta a presença de medidas de proteção ativa da edificação. E – fator de correção que depende do material da estrutura.condutividade térmica do elemento de vedação (W/m°C) Notas: 1) Quando houver elementos de compartimentação com diferentes camadas de material. determinado conforme tabelas C3 e C4. 2) Quando houver diferentes valores de b em paredes. W – fator associado à ventilação do ambiente.

90 0. deve ser adotado o respectivo γn igual a 1.00 3. venda de acessórios de automóveis.75 2. depósitos de: produtos farmacêuticos.00 1.γs1 6 < h ≤ 12 1. bebidas alcoólicas Montagem de automóveis. livraria. hangar.25 1. galeria de arte.65 2. Tabela C3 .00 3.65 3.10 1.35 1.80 3. escola. igreja. correio.50 3.00 3.00 3.00 1.00 3.00 3.janelas (m²) Ah – área de ventilação horizontal -piso (m²) Af – área de piso (m²) ⎤ ⎥ ⎥ ⎥ ≥ 0 .00 3.3 ⎢ A ⎟ ⎛ 6 ⎞ f⎠ ⎢ 0 .00 1.45 Média Alta .15 1. frigorífico. laboratório fotográfico.00 3.00 3.00 12 < h ≤ 23 23 < h ≤ 30 30 < h ≤ 80 1.4 ⎡ ⎛ A ⎞ ⎢ 90 ⎜ 0 .00 3.45 1. farmácia.60 Na ausência de algum meio de proteção indicado na tabela C2. teatro.0 Normal 1. restaurante. oficina elétrica ou mecânica.00 Tabela C4 .9 0.40 1.60 3.10 1.00 3.00 3. 62 + ⎝ W =⎜ ⎟ ⎢ H ⎠ ⎛ A ⎞A ⎝ ⎢ 1 + 12 .60 0. residência. 4 − v ⎟ ⎜ 0 .25 1.00 1. 5 ⎜ 1 + 10 v ⎟ h ⎜ ⎢ A ⎟ A f⎠ f ⎝ ⎢ ⎣ H – altura do compartimento (m) Av – área de ventilação vertical .90 2.00 H > 80 1. museu. hotel.15 2. oficina de pintura de automóveis 1.00 3.00 3.00 h≤6 1. hospital.10 1.05 1.85 2.30 1.00 3.70 2.25 1. depósitos em geral cinema.Característica da edificação Área do compartimento (m2) Térrea ≤ 750 ≤ 1000 ≤ 2500 ≤ 5000 ≤ 7500 ≤ 10000 ≤ 20000 ≥65000 1.00 Altura da edificação (m) .25 1. consultório médico.2 1.85 3. indústria mecânica Laboratório químico.5 ⎥ ⎥ ⎥ ⎥ ⎦ Tabela C2 .60 1.Fatores das medidas de segurança contra incêndio Valores de γn1 γn2 γn3 Existência de chuveiros Existência de detecção Brigada contra incêndio (γn2) automáticos (γn1) automática (γn3) Não profissional Profissional 0.60 3.00 3. indústria de papel.45 1.70 1.20 1.85 Pequena biblioteca. escritório.15 1.35 3.Risco de ativação valores de γs2 risco de ativação do incêndio exemplos de ocupação 0.

incluindo aberturas). At = Área total do compartimento (paredes.0 13.7 V Nota: No caso de estruturas mistas de aço e concreto. Onde: V – grau de ventilação do compartimento calculado. onde aplicável. teto e piso.0 1.Tabela C5 – Valores do Fator E Material da estrutura Concreto armado Aço revestido termicamente Aço sem revestimento térmico Fator E 1. em metro (m). o valor mais desfavorável de E. heq = Altura média das janelas. utilizar.20 m½ Aν = Área total de aberturas verticais (m²). conforme a seguinte expressão: V = Aν√heq At Nota: Limites de aplicação: 0.02 m½ ≤ V ≤ 0. .

IT .07 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A – Compartimentação horizontal e vertical B – Tabela de área máxima de Compartimentação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos. NBR 9441 – Execução de sistemas de detecção e alarme de Incêndio. 1. conforme previsto nas tabelas 7A a 7M do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.270.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 07 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. estabelecendo detalhamentos técnicos relativos à área de compartimentação. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.Esta Instrução Técnica estabelece os parâmetros da compartimentação horizontal e compartimentação vertical. NBR 6118 – Projetos de estrutura de concreto.gov.mg. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14. 355 . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 1. ISO 1182 – Building materials .2 A compartimentação horizontal se destina a impedir a propagação de incêndio no pavimento de origem para outros ambientes no plano horizontal.190-000 Site: www.130. NBR 11711 – Portas e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais. NBR 5628 – Componentes construtivos estruturais – determinação da resistência ao fogo. Augusto de Lima.3 A compartimentação vertical se destina a impedir a propagação de incêndio no sentido vertical. entre pavimentos elevados consecutivos. ou seja.bombeiros. NBR 14323 – Dimensionamento de estrutura de aço de edifício em situação de incêndio .mg. NBR 10636 – Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo.Procedimento. .br 1 OBJETIVO 1.br Email: dat3@cbmmg.1. NBR 11742 – Porta corta-fogo para saídas de emergência – Especificação. Decreto Estadual nº 44.gov.combustibility test.non . NBR 14432 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – procedimento. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 6479 – Portas e vedadores – determinação da resistência ao fogo.Bairro Centro CEP 30. de 31 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 14925 – Unidades envidraçadas resistentes ao fogo para uso em edificações. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações onde são exigidas a compartimentação horizontal e vertical.

1 Anexo A).1. 5. pela existência de obstáculos na abertura. para isto devem ser consideradas as condições de dimensionamento estabelecidas na IT-05 (Separações entre Edificações). por exemplo.1. 5 PROCEDIMENTOS 5.2 Vedadores Corta-Fogo As aberturas nas paredes de corta-fogo de compartimentação de passagem exclusivas de materiais devem ser protegidas por vedadores corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) os vedadores corta-fogo devem atender ao disposto na NBR 11711.1.2 Características de construção: Para os ambientes compartimentados horizontalmente entre si. 5. devem ser afastadas horizontalmente entre si por trecho de parede com 02 (dois) metros de extensão devidamente consolidada à parede de compartimentação e apresentando a mesma resistência ao fogo (fig.3 Proteção das aberturas nas paredes de compartimentação: As aberturas existentes nas paredes de compartimentação devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo. estes atendendo às condições da NBR 14925 e apresentando resistência ao fogo conforme as condições do item 5. de acordo com o prescrito na IT 06. a 1. d) na impossibilidade de serem utilizados vedadores corta-fogo. c) quando houver necessidade de passagem entre ambientes compartimentados providos de portas de acordo com a NBR 11711. com reforços estruturais adequados. c) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de incêndio.1.1 A compartimentação horizontal é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) paredes de compartimentação.4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. c) vedadores corta-fogo. f) afastamento horizontal entre aberturas. estar distanciadas de forma a evitar a propagação do incêndio por radiação térmica. i) cada setor compartimentado deverá possuir facilidade de acesso para alcançar as saídas de emergência. 1. g) as aberturas situadas em fachadas paralelas ou ortogonais.1 Compartimentação horizontal 5. pertencentes a áreas de compartimentação horizontal distintas dos edifícios. desde que a área da . o fechamento automático dos vedadores deve ser comandado por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441. c) as paredes mencionadas no item anterior devem ser dimensionadas estruturalmente de forma a não entrarem em colapso caso ocorra à ruína da cobertura do edifício do lado afetado pelo incêndio. no mínimo. 5.1 A compartimentação horizontal deve ser compatibilizada com atendimento a IT 08.1 Portas corta-fogo As portas destinadas à vedação de aberturas em paredes de compartimentação devem ser do tipo cortafogo. pode-se utilizar alternativamente a proteção por cortina d'água. b) caso a classe de ocupação não se refira a edifícios industriais ou depósitos. b) no caso de edificações que possuem elementos estruturais de cobertura combustíveis. por esteiras transportadoras.2. f) a resistência ao fogo da parede de compartimentação. devem ser instaladas portas de acordo com a NBR 11742.0m acima da linha de cobertura (telhado).4. vedadores ou vidros corta-fogo. serão exigidos os seguintes requisitos: a) a parede de compartimentação deverá ser construída entre o piso e o teto devidamente vinculada à estrutura do edifício. com extensão mínima de 1(um) metro. aplicam-se as definições constantes na IT 02 (Terminologia de proteção contra incêndio e pânico). b) portas corta-fogo.Anexo A). h) as distâncias requeridas no item anterior podem ser suprimidas caso as aberturas sejam protegidas por portas.1.3. a parede de compartimentação deverá estender-se. 5. desde que as dimensões máximas especificadas nesta norma sejam respeitadas. permitindo o abandono rápido das pessoas (fig. d) as aberturas situadas na mesma fachada. deve ser determinada por meio da NBR 10636. de forma que cada área compartimentada seja dotada de saídas para o exterior da edificação e áreas adjacentes. já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para situação de incêndio. externa à edificação. d) registros corta-fogo ("dampers"). representados.1. e) selos corta-fogo. no que tange aos panos de alvenaria ou de painéis fechando o espaço entre os elementos estruturais. em lados opostos da parede de compartimentação.1. sendo aplicáveis as seguintes condições: a) as portas corta-fogo devem atender ao disposto na NBR 11742 para saída de emergência e NBR 11711 para compartimentação em ambientes comerciais e industriais.2 desta IT. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e deve ser prevista a possibilidade de fechamento dos dispositivos de forma manual na central do sistema. b) na situação de compartimentação de áreas de edificações comerciais e industriais são aceitas também portas corta-fogo de acordo com a NBR 11742. devem.3. 5. e) a distância mencionada no item anterior poderá ser substituída por um prolongamento da parede de compartimentação.

Áreas superiores a 750. 5. o fechamento automático dos registros deve ser comandados por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441.4 Características de resistência ao fogo: 5.2 Em subsolos não destinados exclusivamente ao estacionamento de veículos.). 5. os quartos de hotéis. c) enclausuramento de elevadores e monta-carga. 5. que devem também ter os requisitos de resistência ao fogo.4 Registro corta-fogo (dampers) Quando os dutos de ventilação. a área de compartimentação será de 750. as enfermarias e quartos de hospital.1. e) a falha do dispositivo de acionamento do registro corta-fogo deve dar-se na posição de segurança.2.4 Em complementação aos sistemas de proteção. ou seja. conforme IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações).R.5.1. A cortina d´água pode ser interligada ao sistema de hidrantes. que não possam ser dotados de registros corta-fogo.3. 5. f) vedadores corta-fogo. 5. ar condicionado e/ou exaustão. porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos.5. As seguintes condições devem ser atendidas: a) os registros corta-fogo devem ser ensaiados para caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.R. B. além da adequada selagemcortafogo da abertura em torno dos dutos.5 m2.3. H3. b) enclausuramento de escadas por meio de parede corta-fogo de compartimentação. as salas de aula.1. os apartamentos residenciais. devem existir registros corta-fogo devidamente ancorados à parede corta-fogo de compartimentação. 5. para efeito desta IT. g) os elementos construtivos corta-fogo / pára-chama de separação vertical entre pavimentos consecutivos. 5.1. 5. E e H (H2.2 Os elementos de proteção de aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação podem apresentar valor de TRRF de 30 (trinta) minutos menor que a resistência das paredes corta-fogo de compartimentação.3 As paredes divisórias entre unidades autônomas e entre unidades e as áreas comuns para as ocupações dos grupos A (A2 e A3). hidro-sanitárias.2 Compartimentação vertical 5.5. 5.00 m2 deverão possuir medidas de proteção analisadas por Corpo Técnico. e) registros corta-fogo ("dampers").1.1 A compartimentação horizontal está dispensada nas áreas destinadas exclusivamente a estacionamento de veículos. c) no caso da classe de ocupação não se referir aos edifícios industriais ou depósitos. as áreas de compartimentação horizontal devem ser separadas por paredes corta-fogo devendo atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (T. poços para outras finalidades por meio de porta pára-chama (observar IT 06). d) selos corta-fogo.1.3. conforme prescrito na IT 06.abertura não ultrapasse 1. telefônicas e outros que permitam a comunicação direta entre áreas compartimentadas devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.1 No interior da edificação. devem ser dotados de proteção em toda a extensão (de ambos os lados das paredes) garantindo resistência ao fogo igual à das paredes. O mesmo se aplica às portas de unidades autônomas que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada.1 A compartimentação vertical é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) entrepisos corta-fogo. f) os dutos de ventilação.00 m2. que deverá possuir acionamento automático. d) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de fumaça. atendendo aos parâmetros da IT 18 e normas técnicas específicas.4. os subsolos deverão possuir aberturas de ventilação adequadas ao exterior. motéis e flats. b) os registros corta-fogo devem ser dotados de acionamentos automáticos comandados por meio de fusíveis bimetálicos ou por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441.1. c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem.5.5 Condições especiais da compartimentação horizontal 5.1 São consideradas unidades autônomas.4.1.1.1. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e permitir o fechamento por decisão humana na central do sistema. H5 e H6) devem possuir requisitos mínimos de resistência ao fogo de acordo com o prescrito na IT 06 – Segurança Estrutural nas Edificações.F. 5.3 Selos corta-fogo Quaisquer aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação destinadas à passagem de instalações elétricas.5.1. . que permitam realizar a exaustão de gases e fumaça do ambiente. as celas de presídios e assemelhados. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento do registro. ar condicionado ou exaustão atravessarem paredes corta.fogo de compartimentação. b) os tubos plásticos de diâmetro interno superior a 40mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo em um dos lados da parede.

1 Compartimentação vertical na envoltória do edifício As seguintes condições devem ser atendidas pelas fachadas com intuito de dificultar a propagação vertical do incêndio pelo exterior dos edifícios: a) deve existir separação na fachada entre aberturas de pavimentos consecutivos. elementos de separação.1.3 – anexo A). de forma a garantir a resistência ao fogo do conjunto. deve ser determinada pela NBR 10636. .2.h) selagem perimetral corta-fogo.90 m além do plano externo da fachada (fig.2. b) devem ser previstos atrás destas fachadas. cuja resistência ao fogo não deve ser comprometida pelas transposições que intercomunicam pavimentos.2.2. fechando o espaço entre elementos estruturais. monta-carga e outras finalidades deverão ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação. 5. exceção feita aos vidros laminados. d) os selos corta-fogo perimetrais indicados no item anterior deverão ser detalhados.1.2.2. Deve atender às seguintes condições: a) no interior da edificação. ou seja. instalados parapeitos. no mínimo. 0. 5. atendendo as seguintes condições: a) a resistência ao fogo da parede de compartimentação. devem existir registros corta-fogo. Caso estes registros não possam ser instalados.1 Nas edificações com fachadas totalmente envidraçadas ou “fachadas-cortina” serão exigidas as seguintes condições: a) os caixilhos e os componentes transparentes ou translúcidos devem ser compostos por materiais incombustíveis. estes devem apresentar altura mínima de 1. 5. as quais devem atender aos requisitos da IT-08(Saídas de Emergências nas Edificações). no que se refere aos panos de alvenaria ou de painéis pré-moldados. d) os elementos de separação entre aberturas de pavimentos consecutivos e as fachadas cegas devem ser consolidadas adequadamente aos entrepisos.20m separando aberturas de pavimentos consecutivos (fig. c) quando a separação for provida por meio dos prolongamentos dos entrepisos. construídas e instalados de acordo com NBR 11711/1992.2 Características de construção: 5. devidamente consolidadas de forma adequada às lajes dos pavimentos. devidamente ancorados à laje. que podem ser constituir de vigas e/ou parapeito ou prolongamento dos entrepisos além do alinhamento da fachada.2 Compartimentação vertical no interior dos edifícios A compartimentação vertical no interior dos edifícios é provida por meio de entrepisos. c) os poços destinados a elevadores. A resistência ao fogo dos entrepisos deve ser determinada por meio de ensaio segundo a NBR 5628 ou dimensionada de acordo com norma brasileira pertinente. e) as fachadas pré-moldadas devem ter seus elementos de fixação devidamente protegidas contra a ação do incêndio e as frestas com as vigas e/ou lajes devidamente seladas. A incombustibilidade destes materiais deve ser determinada em ensaio utilizando-se o método ISO 1182.2. b) as aberturas existentes nos entrepisos.2. deverão ser protegidas por vedadores corta-fogo. já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para a situação do incêndio. todas as aberturas no entrepiso destinadas às passagens das instalações de serviços devem ser vedadas por selos corta-fogo.2. 2 – anexo A). tais selos devem ser fixados aos elementos de separação de modo que sejam estruturalmente independentes dos caixilhos da fachada. f) os materiais transparentes ou translúcidos das janelas devem ser incombustíveis. e) no caso de dutos de ventilação. atendendo os requisitos da IT 01 (Procedimentos Administrativos). Suas aberturas devem ser protegidas por vedadores pára-chamas as quais deverão apresentar resistência ao fogo igual às das paredes. exceção feita aos vidros laminados. seguindo-se as orientações contidas na IT 06. como apresentado a seguir: 5.2. tais selos podem ser substituídos por paredes corta-fogo de compartimentação cegas posicionadas entre piso e teto. Os entrepisos podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de outros materiais que garantam a separação física dos pavimentos. toda tubulação deve estar protegida de forma a apresentar resistência ao fogo conforme requisitos da IT-06. d) as escadas devem ser enclausuradas por meio paredes de compartimentação e portas corta-fogo.1 Escadas As escadas devem ser enclausuradas por meio de paredes corta-fogo de compartimentação e portas cortafogo. As aberturas existentes nos entrepisos devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo. de acordo com o inciso 5. ar-condicionado e exaustão que atravessarem as lajes. além da selagem da passagem destes equipamentos. b) quando a separação for provida por meio de vigas e/ou parapeitos.3.2. c) as frestas ou as aberturas entre a “fachada-cortina” e os elementos de separação devem ser vedados com selos corta-fogo em todo perímetro.2. com resistência ao fogo.3 Entrepisos Os entrepisos devem enquadrar-se na categoria compartimentação e podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de materiais que garantam a separação física de pavimentos no interior dos edifícios. vigas ou prolongamentos dos entrepisos. de forma a não comprometer a resistência ao fogo destes elementos. as abas devem projetar-se. a incombustibilidade destes materiais devem ser determinadas em ensaios utilizando-se o método ISO 1182.2. 5.

comandados por sistema de detecção automática de fumaça instalados no(s) hall(s) de acesso às escadas.5 Aberturas de passagem de dutos de ventilação. b) as portas de andar do monta-carga não devem permanecer abertas em razão de presença da cabine.3.3. c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem. 5. telefônicas e outras.2. além da adequada selagem corta-fogo da abertura em torno do duto. hidrosanitárias.1. As portas dos andares de elevadores devem ser classificadas como pára-chamas.4 Prumadas das instalações de serviço Quaisquer aberturas existentes nos entrepisos destinadas à passagem de instalação elétrica.2. mantidas permanentemente abertas e comandadas por sistema de detecção automática de fumaça. i) as portas de andar de elevadores e as portas de enclausuramento dos halls devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.2. b) as portas de andares de elevadores não devem permanecer abertas em razão da presença da cabine. os trechos das escadas que provém do subsolo ou dos pavimentos elevados devem ser enclausurados de maneira equivalente a todos os outros pavimentos. As portas de andar devem ser classificadas como pára-chamas. c) as portas pára-chamas conforme item anterior podem ser substituídas pelo enclausuramento dos halls do acesso aos elevadores. requerendo na primeira situação um esforço máximo de 130 N. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento da porta. 5.1. d.2. c) as portas corta-fogo utilizadas para enclausuramento das escadas devem ser construídas integralmente com materiais incombustíveis.2.3. nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura.2. e. 5.1.2.2. h)o enclausuramento dos halls dos elevadores permitirá a disposição do elevador de emergência em seu interior. por meio de parede e porta corta-fogo. fechando automaticamente em caso de incêndio e atendendo ainda ao disposto das letras "f" e "g" constantes do item 5. f) as portas mencionadas no item anterior não devem estar incluídas nas rotas de fuga.3.3. 5.b) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas e entre as antecâmaras e a escada devem atender ao disposto na NBR 11742. desde que sejam utilizados dispositivos elétricos que permitirão seu fechamento em caso de incêndio.2. e) a falha dos dispositivos de acionamento das portas corta-fogo deve dar-se na posição de segurança. As seguintes condições devem ainda ser consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas nas letras "a" e "b" constantes do item 5. d) alternativamente às portas pára-chamas do montacarga.2. g) as portas retráteis corta-fogo também devem ser abertas ou fechadas no local de sua instalação.1.2. e) numa outra alternativa às portas pára-chamas de andar constitui-se de enclausuramento dos halls dos elevadores. de acordo com a NBR 9441. f e g constantes do item 5. b) os tubos plásticos com diâmetro interno superior a 40 mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo abaixo do entrepisos.2. os “halls” de acesso aos elevadores devem ser enclausurados conforme as condições estabelecidas das alíneas c. e. As seguintes condições devem ser adicionalmente consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas nas alíneas a e b constantes do item 5.2. manual ou mecanicamente. exceção feita à pintura de acabamento. de acordo com a NBR 9441. ar condicionado e exaustão.2.3. comandadas por sistema de detecção automática de fumaça devendo atender ao disposto na NBR 11742 e as disposições das alíneas d. nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura. d) quando a escada de segurança for utilizada como via de circulação vertical em situação de uso normal dos edifícios suas portas corta-fogo podem permanecer abertas. g) nos pavimentos de descarga. d) as portas corta-fogo mencionadas no item anterior devem fechar automaticamente em caso de incêndio.2. f) a situação ("status") das portas corta-fogo (aberto ou fechado) deve ser indicada na central do sistema de detecção e permitir o fechamento por decisão humana na central do sistema.3 Monta-cargas Os poços destinados à monta-carga devem ser constituídos por paredes de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos. ar condicionado ou exaustão atravessarem os entrepisos. por meio de portas retráteis corta-fogo. deverá existir registros corta-fogo devidamente ancorados ao entrepisos e serem atendidas as condições .3. Quando dutos de ventilação.2.2 Elevadores Os poços destinados a elevadores devem ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos. f e g do item 5. caracterizados de acordo com o método ISO 1182. ou seja.2.2. h) a exigência de resistência ao fogo das paredes de enclausuramento da escada também se aplica as antecâmaras quando estas existirem.3. que permitam a comunicação direta entre os pavimentos de um edifício devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.2. c) as portas mencionadas devem ser ensaiadas seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.3.

3.3. dutos e antecâmaras.estabelecidas nas alineas a. devem ser dotados de proteção em toda a extensão garantindo a adequada resistência ao fogo. em caso de acionamento.2.2. c. e. c.2.4. c.1. porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos.3. como esgoto e águas pluviais. devendo ser compostos integralmente por materiais incombustíveis.2. Se os vedadores apresentarem fechamento automático. de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal.1.2.5. c) a prumada de ventilação permanente deve ser compartimentada em relação às demais áreas da edificação não destinadas a banheiros ou similares por meio de paredes e portas corta-fogo.1. quanto às resistências ao fogo devem estar caracterizadas através dos procedimentos de ensaio da NBR 6479.3. comandado por sistema de detecção automática de fumaça. devem estar de acordo com a NBR 9441.2.2. conforme IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações). ou seja.2.9 Prumadas de ventilação permanente Os dutos de ventilação permanentes de banheiro e similares devem atender às seguintes condições para que não comprometam a compartimentação vertical dos edifícios: a) devem ser integralmente compostos por materiais incombustíveis. constituídas pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas. cada derivação das prumadas deve ser protegidas por registro corta-fogo. é necessário que as seguintes condições adicionais sejam atendidas: a) compartimentação do átrio deve ser feita em todos os pavimentos servidos. As paredes de enclausuramento devem atender ao disposto nas alíneas a e b constantes do item 5.2. A condição básica a ser atendida por qualquer átrio é a seguinte: a) cada átrio deve fazer parte exclusivamente de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal. d) os vedadores corta-fogo podem ser retráteis. no mínimo. d e e constantes no item 5.2.3 Como exceção às regras estabelecidas em 5. 5.3 Características de resistência ao fogo 5.3.2. b. c. incluindo as fachadas sem aberturas (cegas) devem atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) conforme IT 06. e) as paredes que compõem estas prumadas devem atender os disposto nas alíneas a e b constantes no item 5. 5.2. ar condicionado e exaustão.3.2. devera atender ás condições estabelecidas nas alíneas a.3. 5. não possam ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos. ar condicionado e exaustão devem apresentar. ou seja.3. d) alternativamente disposto na alínea c.2. podendo.2 tem-se o seguinte: a) as paredes de enclausuramento das escadas e elevadores de segurança.2.2. d e e constantes do item 5. b. 5. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através dos dutos de ventilação permanente.3.3.3.2. b) cada prumada de ventilação deve fazer parte. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através do átrio nos pavimentos.7. 5.2. 5. b.3.2.2.3.2. b) as selagens das prumadas das instalações de serviço e os registros protegendo aberturas de passagem de dutos de ventilação.2. cujo o acionamento deve atender as condições estabelecidas nas alíneas a.2 Os elementos de proteção das transposições nos entrepisos (selagens corta-fogo) e os elementos de compartimentação vertical na envoltória do edifício. ao TRRF igual ao estabelecido na IT 06.3.1 e 5. 5. Portas e vedadores corta-fogo podem apresentar TRRF de 30 (trinta) minutos menor que as paredes. 5.1 Para que a existência do átrio não afete a compartimentação vertical.1.3.1.1 Os entrepisos devem atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF).3. devem atender. os tempos requeridos de . constituírem-se por paredes corta-fogo de compartimentação.3.4. 5.1.1 Caso os dutos de ventilação.8 Prumadas enclausuradas As prumadas totalmente enclausuradas por onde passam as instalações de serviço. e) as condições de fechamento das portas mencionadas no item anterior devem ser tais que não ofereçam risco de provocar acidentes e ferimentos nas pessoas. porém não podendo ser inferior a 120 (cento e vinte) minutos. d e e constantes no item 5. em seu perímetro interno ou no perímetro da área de circulação que o rodeia em cada pavimento.7 Átrios Os átrios devem ser entendidos como espaços no interior de edifícios que interferem na compartimentação horizontal ou vertical.1. não necessitam ser seladas desde que as paredes sejam corta-fogo e as derivações das instalações que as transpassam sejam devidamente seladas (conforme condições definidas em outros tópicos desta IT).6 Aberturas de passagem de materiais As aberturas nos entrepisos de passagem exclusiva de materiais devem ser protegidas por vedadores cortafogo atendendo às seguintes condições estabelecidas nas alíneas a.2.2. vidros corta-fogo e vedadores corta-fogo. no mínimo. devendo atender a uma série de condições para não facilitarem a propagação do incêndio. b.3. b) os elementos de compartimentação do átrio devem apresentar resistência ao fogo. de correr ou de deslocamento horizontal.4. d constantes do item 5. c) as paredes de compartimentação devem atender às condições estabelecidas nas alíneas a e b constantes do item 5. inclusive. exclusivamente. as derivações existentes nos pavimentos devem ser protegidas por registros corta-fogo. Neste caso.

3 Áreas máximas de compartimentação Para o estabelecimento das áreas máximas de compartimentação horizontal deve-se atender aos valores estabelecidos no Anexo B. porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos. escadas.9 (prumadas de ventilação permanente) devem apresentar resistência mínima ao fogo de respectivamente.4 Não será considerada compartimentação vertical nos casos de interligação de pavimentos consecutivos (nos pisos acima do térreo).5 As escadas.resistência ao fogo. ar condicionado ou exaustão. e e) as paredes e portas corta-fogo tratadas em 5. . desde que o somatório de área desses pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para compartimentação horizontal.2. dutos e shafts de instalação de subsolos devem ser compartimentados integralmente em relação ao piso térreo. quando não podem ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos devem ser protegidos em toda a extensão de forma a garantir a resistência mínima ao fogo de 120 (cento e vinte) minutos. rampa de circulação ou escadas rolantes. por intermédio de átrios. c) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas em cada pavimento devem apresentar resistência mínima ao fogo de 90 (noventa) minutos. 60 (sessenta) minutos e 30 (trinta) minutos. 5. conforme IT 06. 5. 5. piso de descarga e demais pisos elevados. de forma a dificultar a propagação do fogo e facilitar as operações de combate a incêndio. quando forem únicas (escadas sem antecâmaras) e de 60 (sessenta) minutos quando a escada for dotada de antecâmara. rampas. conforme anexo B. destinadas à circulação de pessoas. d) os dutos de ventilação.6 Recomenda-se que as áreas descobertas destinadas ao armazenamento de produtos combustíveis possuam afastamento dos limites da propriedade bem como corredores internos que proporcionem o fracionamento do risco. limitando-se no máximo a 3 (três) pavimentos consecutivos. porém nunca inferior ao TRRF estabelecido na IT 06. 5.2.3.

ANEXO “A” COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL .

ANEXO “A” (CONTINUAÇÃO)

Fig. 3 – Compartimentação Vertical (Prolongamento dos Entrepisos)

alvenaria
PISO

fachada envidraçada
TETO

alvenaria

FIG. 04 - COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL - FACHADA ENVIDRAÇADA Fig. 4 – Compartimentação Vertical (Fachadas Envidraçadas)

ANEXO “B” TABELA DE ÁREA MÁXIMA DE COMPARTIMENTAÇÃO (m²) GRUPO TIPO DENOMINAÇÃO ALTURA A-1, A-2, A-3 B-1, B-2 C-1; C-2 C-3 D-1, D-2, D-3, D-4 E-1,E-2, E-3, E-4, E-5 e E-6 F-1, F-2, F-3, F4, e F-9 F-5, F-6 e F-8 F-7 F-10 G-1, G-2, G-3 G-4 G-5 H-1, H-2, H-4, H-5 e H-6 (*) H-3 I-1 e I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 L-1 L-2 e L-3 M-1 M-2 M-3 M-4, M5, M-6 e M-7 I Edificação Baixa Um pavimento – – 5.000(1) 5.000(1) 5.000 – – – – 5.000(1) – 10.000 – – – 7.500(1) – 10.000(1) 7.500(1) 4.000(1) 100 CT CT 1.000 5.000 750 H≤6,00m – 5.000 3.000(1) 2.500(1) 2.500(1) – – – – 2.500(1) – 5.000 – – 10.000 5.000 – 5.000 3.000 2.500 CT CT CT 500 3.000 CT 6,00m<H ≤ 12,00m – 4.000 2.000 1.500 1.500 – – TIPO DE EDIFICAÇÕES II Edificação de Média Altura III IV Edificação Edificação Mediamen Alta te Alta Acima de 54,00m – 1.500 1.500 2.000 1.500 – – 800 CT 800 – 1.000 – 1.000 2.000 1.500 – 1.500 1.000 1.000 CT CT CT CT CT CT

12,00m<H≤ 23,00m<H≤ 30,00m<H 23,00m 30,00m ≤ 54,00m – 3.000 2.000 1.000 1.000 – – – 2000 1.500 2.000 800 – – – 1.500 1.500 2.000 1.500 – – 800 CT 800 – 1.000 – 1.000 2.000 1.500 – 1.500 1.000 1.000 CT CT CT CT CT CT

– 2.000 1.000 CT CT CT 1.500 1.000 1.000 – – – 3.000 2.000 1.000 Ver IT específica ou Corpo Técnico – – 5.000 3.000 – 3.000 2.000 1.500 CT CT CT CT 2.000 CT – 2.000 3.000 1.500 – 1.500(1) 2.500 2.000 CT CT CT CT 1.000 CT – 1.500 1.500 1.000 – 2.000 1.500 1.500 CT CT CT CT CT CT

NOTAS ESPECÍFICAS: 1) A área de compartimentação pode ser aumentada em 100%, caso haja sistema de detecção de fumaça (IT nº 14). 2) A edificação destinada à clínica de internação (divisão H-6) será enquadrada como (H-3) de acordo como o exigido no Decreto Estadual 43.805/04. 3) CT – Corpo Técnico

NOTAS GENÉRICAS: a) Observar os casos permitidos de substituição da compartimentação de áreas, por sistema de chuveiros automático, acrescidos, em alguns casos, dos sistemas de detecção automática , conforme tabela de exigência do b) Os locais assinalados com traço (–) estão dispensados da compartimentação horizontal, mantendo-se a compartimentação vertical, de acordo com as tabelas de exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.
c) Não será considerada a compartimentação vertical nos casos de interligação de pisos ou pavimentos consecutivos, por intermédio de atrium, escadas, rampas de circulação ou escadas rolantes, desde que a somatória de área dos pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para cada grupo e tipo de edificação, limitando-se no máximo a três pisos. Esta exceção não se aplica para as compartimentações das fachadas e selagens dos “shafts” e dutos de instalações.

d) No caso desta IT, as edificações térreas dotadas de subsolo para cálculo de área máxima de compartimentação deverão ser enquadradas na classe II desta tabela, caso esse subsolo não seja compartimentado em relação ao térreo.

IT - 08
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES

SUMÁRIO
1 – Objetivo

ANEXOS
Tabelas

2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 08

SAIDAS DE EMERGENCIA
DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

1 OBJETIVO 1.1 Estabelecer critérios mínimos necessários para o dimensionamento das “Saídas de Emergência em Edificações”, visando a que sua população possa abandoná-las, em caso de incêndio ou pânico, completamente protegida em sua integridade física e permitir o acesso de guarnições de bombeiros para o combate ao fogo ou retirada de pessoas; 1.2 Adequação das exigências de proteção contra incêndio e pânico, atendendo a NBR 9077/93 da Associação Brasileira de Normas Técnicas quanto aos requisitos mínimos necessários para o dimensionamento das saídas de emergência nas edificações; 1.3 Padronizar critérios para análise de projetos de Prevenção Contra Incêndio e pânico em Minas Gerais; 1.4 Orientar os profissionais que atuam na elaboração de projetos e execução de obras submetidas à aprovação do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações novas, podendo, entretanto, servir como exemplo de situação ideal que deve ser buscada em adaptações de edificações em uso, consideradas suas devidas limitações. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.

Decreto Estadual nº 44.270, de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 9077 - Saídas de Emergências em Edifícios. NBR 9050 - Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente. NBR 9441 - Execução de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio. NBR 13434-1 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 1: Princípio de projeto. NBR 13434-2 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 2: Símbolos e suas formas, dimensões e cores. NBR 10898 - Sistemas de iluminação de emergência. BS (British Standard) 5588/86. NBR 11742 – Porta Corta-Fogo para saídas de emergência. NBR 13768 – Acessórios para PCF em saídas de emergência. NBR 11785 – Barra antipânico – Requisitos. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes nas referências normativas e IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Classificação das edificações 5.1.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica, as edificações são classificadas: a) quanto à ocupação, de acordo com a Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e

Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais; b) quanto à altura, dimensões em planta e características construtivas, de acordo, respectivamente, com as Tabelas 1, 2 e 3 desta Instrução Técnica. 5.2 Componentes da saída de emergência 5.2.1 A saída de emergência compreende o seguinte: a) acesso; b) rotas de saídas horizontais, quando houver, e respectivas portas ou ao espaço livre exterior, nas edificações térreas; c) escadas ou rampas; d) descarga. 5.3 Cálculo da população 5.3.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população da edificação. 5.3.2 O cálculo da população de cada pavimento da edificação é de acordo com os coeficientes da tabela 4, considerando sua ocupação, dada na Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5.3.3 Devem ser incluídas nas áreas de pavimento exclusivamente para o cálculo da população: a) as áreas de terraços, sacadas e assemelhadas, excetuadas aquelas pertencentes às edificações dos grupos de ocupação A, B e H; b) as áreas totais cobertas das edificações F-3 e F-6 inclusive canchas e assemelhados; c) as áreas de escadas, rampas e assemelhados, no caso de edificações dos grupos F-3, F-6 e F-7, quando em razão de sua disposição em planta, esses lugares puderem, eventualmente, ser utilizados como arquibancadas. 5.3.4 Exclusivamente para o cálculo da população, as áreas de sanitários, corredores e elevadores nas ocupações C, D, E e F, são excluídas das áreas de pavimento. 5.4 Dimensionamento das saídas de emergência 5.4.1 Largura das saídas 5.4.1.1 A largura das saídas deve ser dimensionada em função do número de pessoas que por elas deva transitar, observando os seguintes critérios: a) os acessos são dimensionados em função dos pavimentos que sirvam à população; b) as escadas, rampas e descargas são dimensionadas em função do pavimento de maior população, o qual determinam as larguras mínimas para os lanços correspondentes aos demais pavimentos, considerandose o sentido da saída. 5.4.1.2 A largura das saídas, isto é, dos acessos, escadas, descargas, e outros, é dada pela seguinte fórmula:

N= P C Onde: N = Número de unidades de passagem, arredondado para número inteiro maior. P = População, conforme coeficiente da tabela 4 do anexo e critérios das seções 5.3 e 5.4.1.1. C = Capacidade da unidade de passagem conforme tabela 4 do anexo. 5.4.2 Larguras mínimas a serem adotadas As larguras mínimas das saídas de emergência, em qualquer caso, devem ser as seguintes: a) 1,10 m, correspondente a duas unidades de passagem de 55cm, para as ocupações em geral, ressalvando o disposto a seguir; b) 1,65 m, correspondente a três unidades de passagem de 55 cm, para as escadas, os acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2 e H-3; c) 1,65 m, correspondente a três unidades de passagem de 55 cm, para as rampas, acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2; d) 2,20 m, correspondente a quatro unidades de passagem de 55 cm, para as rampas, acessos às rampas (corredores e passagens) e descarga das rampas, nas ocupações do grupo H, divisão H-3. 5.4.3 Exigências adicionais sobre largura de saídas 5.4.3.1 A largura das saídas deve ser medida em sua parte mais estreita, não sendo admitidas saliências de alizares, pilares e outros, com dimensões maiores que as indicadas na Figura 1, e estas somente em saídas com largura superior a 1,10 m.

Figura 1 - Medida da largura em corredores e passagens

5.4.3.2 As portas que abrem para dentro de rotas de saída, em ângulo de 180º, em seu movimento de abrir, no sentido do trânsito de saída, não podem diminuir a largura efetiva destas em valor menor que a metade (ver figura 2), sempre mantendo uma largura mínima livre de 1,10 m para as ocupações em geral e de 1,65 m para as divisões H-2 e H-3. 5.4.3.3 As portas que abrem no sentido do trânsito de saída, para dentro de rotas de saída, em ângulo de 90º, devem ficar em recessos de paredes, de forma a não reduzir a largura efetiva em valor maior que 0,10 m (ver figura 2).

Figura 2 – Abertura das portas no sentido do trânsito de saída.

5.5 Acessos 5.5.1 Generalidades 5.5.1.1 Os acessos devem satisfazer às seguintes condições: a) permitir o escoamento fácil de todos os ocupantes da edificação; b) permanecer desobstruídos em todos os pavimentos; c) ter larguras de acordo com o estabelecido em 5.4; d) ter pé direito mínimo de 2,50 m, com exceção de obstáculos representados por vigas, vergas de portas, e outros, cuja altura mínima livre deve ser de 2,00 m; e) ser sinalizados e iluminados (iluminação de emergência de balizamento) com indicação clara do sentido da saída, de acordo com o estabelecido na IT13 (Iluminação de emergência) e na IT-15 (Sinalização de emergência). 5.5.1.2 Os acessos devem permanecer livres de quaisquer obstáculos, tais como móveis, divisórias móveis, locais para exposição de mercadorias, e outros, de forma permanente, mesmo quando o prédio esteja supostamente fora de uso. 5.5.2 Distâncias máximas a serem percorridas 5.5.2.1 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior, área de refúgio, escada comum de saída de emergência, protegida ou à prova de fumaça), tendo em vista o risco à vida humana decorrente do fogo e da fumaça, devem considerar: a) o acréscimo de risco quando a fuga é possível em apenas um sentido; b) o acréscimo de risco em função das características construtivas da edificação; c) a redução de risco em caso de proteção por chuveiros automáticos ou detectores; d) a redução de risco pela facilidade de saídas em edificações térreas. 5.5.2.2 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir as portas de acesso às edificações e o acesso às escadas ou as portas das escadas (nos pavimentos) constam da tabela 5 e devem ser contadas a partir da porta de acesso do compartimento mais distante, desde que o caminhamento interno deste compartimento não ultrapasse 15,00 m. Caso o caminhamento interno deste compartimento seja maior que 15,00 metros, o excedente a 15,00 metros será contado na distância máxima a ser percorrida. 5.5.2.3 No caso das distâncias máximas a percorrer para as rotas de fuga que não forem definidas no

projeto arquitetônico, como, por exemplo, escritório de plano espacial aberto e galpão sem o arranjo físico interno (leiaute), deve ser consideradas as distâncias diretas comparadas aos limites da tabela 5, nota a, reduzidas em 30% (trinta por cento). 5.5.2.4 Para uso da tabela 5 devem ser consideradas as características construtivas da edificação, constante da tabela 3, edificações classes X, Y e Z. 5.5.2.5 Em edificações térreas, pode ser considerada como saída, para efeito da distância máxima a ser percorrida, qualquer abertura, sem grades fixas, com peitoril, tanto interna como externamente, com altura máxima de 1,20 m, vão livre com área mínima de 1,20 m² e nenhuma dimensão inferior a 1,00 m. 5.5.3 Número de saídas nos pavimentos 5.5.3.1 O número de saídas exigido para os diversos tipos de ocupação, em função da altura, dimensões em planta e características construtivas de cada edificação, encontra-se na tabela 6. 5.5.3.2 No caso de 2 (duas) ou mais escadas, a distância mínima de trajeto entre suas portas devem ser de 10,00 m, exceto quando as escadas estiverem na área central do pavimento e com acessos em lados opostos. 5.5.3.3 Havendo necessidade de acrescer escadas, estas devem ser do tipo que a exigida por esta Instrução Técnica (Tabela 6). 5.5.4 Portas de saídas de emergência 5.5.4.1 As portas das rotas de saída e aquelas das salas com capacidade acima de 50 pessoas, em comunicação com os acessos e descargas devem abrir no sentido do trânsito de saída (ver figura 2). 5.5.4.2 Nas edificações do grupo A (divisão A1 e A2), as portas de acesso ao logradouro público e que não se comunicam diretamente com as caixas de escada estão isentas da exigência do item 5.5.4.1. 5.5.4.3 A largura, vão livre ou “luz” das portas, comuns ou corta-fogo, utilizadas nas rotas de saída, deve ser dimensionada como estabelecido em 5.4, admitindo-se uma redução no vão de luz, isto é, no livre, das portas em até 75 mm de cada lado (golas), para o contramarco e alizares. As dimensões mínimas de luz deve ser as especificadas abaixo,considerando o resultado do cálculo das unidades de passagem: a) 0,80m valendo por uma unidade de passagem, com N ≤ 1. b) 1,00 m ,valendo por duas unidades de passagem, com 1 ≤ N ≤ 2; c) 1,5 m, em duas folhas, valendo por 3 unidades de passagem, com 2 ≤ N ≤ 3;
d) 2,0 m, em duas folhas, valendo por 4 unidades de passagem, com 3 ≤ N ≤ 4.

Nota: 1) Porta com dimensão maior ou igual a 2,20 m, exigese coluna central. 2) Porta com dimensão maior que 1,20 m deverá ter duas folhas.

5.5.4.4 As portas das antecâmaras das escadas à prova de fumaça e das paredes corta-fogo devem ser do tipo corta-fogo (PCF), obedecendo a NBR 11742, no que lhe for aplicável. 5.5.4.5 As portas das antecâmaras, escadas e outros, devem ser providas de dispositivos mecânicos e automáticos, de modo a permanecerem fechadas, porém, destrancadas, no sentido do fluxo de saída, sendo admissível que se mantenham abertas, desde que disponham de dispositivo de fechamento, quando necessário, conforme estabelecido na NBR 11742. 5.5.4.6 Se as portas dividem corredores que constituem rotas de saída, devem: a) ter condições de reter a fumaça, ou seja, devem ser corta-fogo e a prova de fumaça conforme estabelecido na NBR 11.742 e ser providas de visor transparente de área mínima de 0,07 m², com altura mínima de 25 cm; b) abrir no sentido do fluxo de saída; c) abrir nos dois sentidos, caso o corredor possibilite saída nos dois sentidos. 5.5.4.7 Para as ocupações do grupo F com capacidade acima de 200 pessoas será obrigatória a instalação de barra antipânico nas portas de saídas de emergência, conforme NBR 11.785, das salas das rotas de saída, das portas de comunicação com os acessos às escadas e descargas. 5.5.4.7.1 As ocupações de Divisão F-2, térreas (com ou sem mezaninos), com área máxima construída de 1.500 m², podem ser dispensadas da exigência anterior, desde que haja placa indicativa, conforme IT 15, de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos, atentando para o item 5.5.4.1 desta Instrução Técnica. 5.5.4.7.2 Nas rotas de fuga não se admite portas de enrolar ou de correr, exceto quando esta for utilizada somente como porta de segurança da edificação, devendo permanecer aberta durante todo o transcorrer dos eventos, desde que haja placa indicativa, conforme IT 15, de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos, atentando para o item 5.5.4.1. desta Instrução Técnica. 5.5.4.8 É vedados o uso de peças plásticas em fechaduras, espelhos, maçanetas, dobradiças e outros, em portas de: a) rotas de saídas; b) entrada em unidades autônomas; e c) salas com capacidade acima de 50 pessoas. 5.5.4.9 A colocação de fechaduras nas portas de acesso e descargas é permitida, desde que seja possível a abertura pelo lado interno, sem necessidade de chave, admitindo-se que a abertura pelo lado externo seja feita apenas por meio de chave, dispensando-se maçanetas, etc. 5.6 Rampas 5.6.1 Obrigatoriedade O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) para unir dois pavimentos de diferentes níveis em acesso a áreas de refúgio em edificações com ocupações dos grupos H-2 e H-3; b) na descarga e acesso de elevadores de emergência;

c) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada; d) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações em que houver usuários de cadeiras de rodas (ver NBR-9050). 5.6.2 Condições de atendimento 5.6.2.1 O dimensionamento das rampas deve obedecer ao estabelecido em 5.4 5.6.2.2 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras, devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. 5.6.2.3 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível, tendo comprimento mínimo de 1,10 m, medidos na direção do trânsito, sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3,70 m. 5.6.2.4 As rampas podem suceder um lanço de escada, no sentido descendente de saída, mas não podem precedê-lo. 5.6.2.4.1 No caso de edificações dos grupos H2 e H3 as rampas não poderão suceder ao lanço de escada e viceversa. 5.6.2.5 Não é permitida a colocação de portas em rampas; estas devem estar situadas sempre em patamares planos, com largura não-inferior à da folha da porta de cada lado do vão. 5.6.2.6 O piso das rampas deve apresentar condições antiderrapante e permanecerem antiderrapante com o uso. 5.6.2.7 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga ao especificado em 5.8. 5.6.2.8 As exigências de sinalização, iluminação, ausência de obstáculos, e outros, dos acessos aplicamse, com as devidas alterações, às rampas. 5.6.2.9 Devem atender as condições estabelecidas nas alíneas a, b, c, d, e, f, g, h e i do item 5.7.1 desta IT. 5.6.2.10 Devem ser classificadas, a exemplo das escadas, como NE, EP, PF, seguindo para isso as condições especificas e cada uma delas estabelecidas nos itens 5.7.7, 5.7.8, 5.7.9, 5.7.10, 5.7.11, 5.7.12 e 5.7.13. 5.6.3 Declividade 5.6.3.1 A declividade máxima das rampas externas à edificação deve ser de 10% (1:10). 5.6.3.2 As declividades máximas das rampas internas devem ser de: a) 10%, isto é, 1:10, nas edificações de ocupações A, B, E, F e H; b) 12,5%, isto é, 1:8, quando o sentido de saída é na descida, nas edificações de ocupações D e G; sendo a saída em rampa ascendente, a inclinação máxima é de 10%; c) 12,5%, isto é, 1:8 nas ocupações C, I e J. 5.6.3.3 Quando, em ocupações em que sejam admitidas rampas de mais de 10% em ambos os sentidos, o sentido da saída for ascendente, deve ser dado um acréscimo de 25% na largura calculada conforme 5.4.

5.7 Escadas 5.7.1 Generalidades Em qualquer edificação, os pavimentos sem saída em nível para o espaço livre exterior devem ser dotados de escadas, enclausuradas ou não, as quais devem: a) ser constituída com material estrutural e de compartimentação incombustível; b) oferecer resistência ao fogo nos elementos estruturais além da incombustibilidade, conforme a IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações); c) ser dotadas de guarda-corpos em seus lados abertos conforme item 5.8; d) ser dotadas de corrimãos em todos os lados; e) atender a todos os pavimentos, acima e abaixo da descarga, mas terminando obrigatoriamente no piso da descarga, não podendo ter comunicação direta com outro lanço na mesma prumada (ver figura 3), devendo ter compartimentação, conforme a IT 07 na divisão entre os lanços ascendentes e descendentes em relação ao piso de descarga, exceto para escadas tipo NE (escada comum), onde devem ser acrescidas de sinalização iluminação de emergência e de sinalização de balizamento (IT 13 e 15), indicando a rota de fuga e descarga; f) ter os pisos com condições antiderrapantes e permanecerem antiderrapantes com o uso; g) quando houver exigência de duas ou mais escadas de emergência e estas ocuparem a mesma caixa de escada (volume), não será aceita comunicação entre si, devendo haver compartimentação entre ambas, de acordo com a IT 07. Quando houver exigência de uma escada e for utilizado o recurso arquitetônico de construir duas escadas em um único corpo, estas serão consideradas como uma única escada, quanto aos critérios de acesso, ventilação e iluminação. h) atender ao item 5.5.1.2.
TERMINAÇÃO DA ESCADA NO PISO DA DESCARGA SEM COMUNICAÇÃO DIRETA COM OUTRO LANÇO DA MESMA PRUMADA

b) ser medidas no ponto mais estreito da escada ou patamar, excluindo os corrimãos (mas não os guardacorpos ou balaustradas), que se podem projetar até 10 cm de cada lado, sem obrigatoriedade de aumento na largura das escadas; c) ter, quando se desenvolver em lanços paralelos, espaço mínimo de 10 cm entre lanços, para permitir localização de guarda-corpo ou fixação do corrimão. 5.7.3 Dimensionamento de degraus e patamares 5.7.3.1 Os degraus devem: a) ter altura h (ver figura 4) compreendida entre 16,0 cm e 18,0 cm, com tolerância de 0,5 cm; b) ter largura b (ver figura 4) dimensionada pela fórmula de Blondel: 63 cm ≤ (2h + b) ≤ 64 cm; c) ser balanceados quando o lanço da escada for curvo (escada em leque), ou em aspiral, quando se tratar de escadas não destinadas a saídas de emergências (ver item 5.7.5.1) caso em que a medida do degrau (largura do degrau) será feita segundo a linha de percurso e a parte mais estreita destes degraus ingrauxidos não tenham menos de 15 cm (ver figura 5) e 07 cm, respectivamente; d) ter, num mesmo lanço, larguras e alturas iguais e, em lanços sucessivos de uma mesma escada, diferenças entre as alturas de degraus de, no máximo, 0,5 cm; e) ter bocel (nariz) de 1,5 cm, no mínimo, ou, quando este inexistir, balanço da quina do degrau sobre o imediatamente inferior com este mesmo valor mínimo (ver figura 4).

BOCEL

1,5 cm

b

h
h = altura do espelho b = largura do degrau

QUINA

1,5 cm

PISO DA DESCARGA

b h

LANÇOS DOS ANDARES INFERIORES AO PISO DA DESCARGA

Figura 4 – Altura e largura dos degraus (escada com ou sem bocel)

Figura 3 – Segmentação das escadas no piso da descarga

5.7.2 Largura As larguras das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) ser proporcionais ao número de pessoas que por elas devam transitar em caso de emergência, conforme 5.4;

5.7.3.2 O lanço mínimo deve ser de três degraus e o lanço máximo, entre dois patamares consecutivos, não deve ultrapassar 3,70 m de altura.

7. atendendo ao prescrito em 5. sempre a lei de Blondel: a) ocupações A até G: h = 20 cm b) ocupações H: h = 19 cm c) ocupações I até M: h = 23 cm 5. apenas um corrimão nas escadas com até 1.7. . 2 ou 3). LANÇO MÍNIMO T RÊS DEGRAUS LANÇO DA ES CADA P AMAR AT Com primento do patam ar P = (2h + b)n + b Figura 6 – Lanço mínimo e comprimento dos patamares 5. excetuadas as escadas não enclausuradas em edificações com altura menor ou igual a 12 metros. medido na direção do trânsito.3 Nas edificações com altura menor ou igual a 12.4.3 (dimensionamento dos degraus.4.7.1 a 5. nem para a localização de quaisquer móveis ou equipamentos.1. permitindo a fácil evacuação da obra e o acesso dos bombeiros.5 Escadas não destinadas a saídas de emergência 5.7.3 O comprimento dos patamares deve ser (ver figura 6): a) dado pela fórmula: p = (2h + b)n + b onde n é um número inteiro (1.7.0 m. 5.7. centros de distribuição elétrica.2 As caixas de escadas não podem ser utilizadas como depósitos.4. devem: a) atender aos mezaninos e áreas privativas de qualquer edificação. respeitando-se.6 Escadas em edificações em construção Em edificações em construção.7.70 m. b) a escada for exigida como segunda saída. conforme 5.3). as seguintes alturas máximas h dos degraus. conforme lei de Blondel.7. G e J. D.1 A escada comum (NE) deve atender aos requisitos de 5. quando se enquadrar em uma das seguintes situações: a) pertencerem ao grupo de ocupação A. bastando.3.7.10 m de largura e dispensando-se corrimãos intermediários.7. 5.5.7 Escadas não enclausuradas ou escada comum 5.8.0 m as escadas não enclausuradas utilizadas para saídas de emergências poderão ser construídas com “b” 55cm Figura 5 – Escada com lanços curvos e degraus balanceados 5. 5.c. balanceamento e outros). não destinadas a saídas de emergência. exceto os previstos especificamente nesta Instrução Técnica. f) atender ao prescrito em 5.7. as escadas devem ser construídas concomitantemente com a execução da estrutura. 5.2 Admitem-se nas escadas secundárias.7. porém. com altura da escada não superior a 3.7.7.7.7. e nas escadas curvas (escadas em leque) dispensa-se à aplicação da fórmula dos patamares (5. e) ser dotadas de guardas em seus lados abertos.5 Os pontos de fixação das escadas metálicas na caixa de escada devem possuir Tempo de Resistência ao Fogo de 120 (cento e vinte) minutos.5. 5.7.1 As escadas em leque.5.3. 5. para passagem para rede elétrica.4 Em ambos os lados de vão da porta. 5. b) no mínimo. b) ter a largura mínima de 80 cm. respeitadas as demais exigências para escadas de saídas de emergência.4.7. das guardas. exceto 5. no mínimo. mesmo por curto espaço de tempo. desde que a população seja inferior a 20pessoas. quando se tratar de escada reta. com largura de 90 cm e degraus ingrauxidos. dutos e assemelhados. exclusivamente de serviço e não destinadas a saídas de emergência. em espiral e de lances retos consideradas como escadas secundárias.4.7.7. bastando que o patamar tenha um mínimo de 80 cm. 120 (cento e vinte) minutos. não se aplicando neste caso.2 Nas edificações com população igual ou inferior a 50 pessoas será admitido qualquer tipo de escada de emergência. deve haver patamares com comprimento mínimo igual à largura da folha da porta. armários para medidores de gás.4 As paredes das caixas de escadas enclausuradas devem garantir e possuir Tempo de Resistência ao Fogo por. igual à largura da escada quando há mudança de direção da escada sem degraus ingrauxidos. dos acessos e das descargas devem ter acabamento liso.3 Nas caixas de escadas.7.4 Caixas das escadas 5. desde que haja outra escada que atenda a toda população que não pode ultrapassar 50 pessoas. nos mesmos grupos de ocupação citados na alínea a.3. porém.1 As paredes das caixas de escadas. a fórmula anterior. 5.7. 5. B. d) ser dotadas de corrimãos.7.7.3. c) ter os pisos em condições antiderrapantes e permaneçam antiderrapantes com o uso.1 com altura menor ou igual a 6. não podem existir aberturas para tubulações de lixo.3. g) as escadas secundárias podem ser constituídas de material combustível.8.

7. b) ter sua ligação com a caixa da escada por meio de antecâmaras ventiladas. À distância das venezianas podem ser reduzidas para 1.11). em projeção horizontal. 5. c) possuir dois dutos de ventilação conforme especificado no item 5.7. em condições análogas à tomada de ar dos dutos de ventilação (ver 5.2) >20cm PCF JANELA P/ VENTILAÇÃO DO ACESSO (CONFORME 5.80 m².80 m². as linhas de bocéis convergindo em um ponto (centro da circunferência). 5.7. com área mínima de 0.8.7. executadas nos moldes do especificado em 5.7. em todos os pavimentos (exceto no da descarga. situadas junto ao teto ou.2 A largura das escadas deverão ser entre 1. plástico. junto ao teto sendo vedados os tipos de abrir com o eixo vertical e “maxiar”.7. devendo ficar junto ao solo da caixa da escada podendo ser no piso do pavimento térreo ou no patamar intermediário entre o pavimento térreo e o pavimento imediatamente superior.7.3. vestiários ou área de serviço. a 15 cm deste.8.80 m². devendo distar pelo menos 3. 1.7.375 m (para b = 27 cm) . 5. em cada pavimento (ver figura 9). com área de 1.7. Nota: PCF = Porta Corta Fogo por 90 min. no mínimo.7.4 A escada enclausurada protegida deve possuir ventilação permanente inferior. c) ser dotadas de venezianas ou outro material que assegure a ventilação permanente. c) ser dotadas.8 Escadas enclausuradas protegidas (EP) 5. Co Ø m nf ín or .7. para caso de aberturas instaladas em banheiros.10 m acima do piso do patamar ou degrau adjacente e tendo largura mínima de 80 cm.97 m (escada com degraus b = 32 cm) a 1. de qualquer outra abertura.7.3.10 m e 1.8.1. e) os caixilhos. havendo. m e 5. devendo estar localizada na parede junto ao teto ou no máximo a 15 cm deste.1 As escadas enclausuradas protegidas (ver figura 8) devem atender aos requisitos de 5. 7. largura mínima de 0. com resistência de 90 minutos de fogo. pois bomba ou escaparate com diâmetro mínimo de 0.7. b) ter as portas de acesso a esta caixa de escada do tipo Corta-fogo (PCF). b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0. 1 C> 15 cm JANELA (CONFORME 5.2 As janelas das escadas protegidas devem: a) estar situadas junto ao teto ou.12. devendo pelo menos uma das faces da janela estar a no máximo 15 cm do teto.8.3. onde isto é facultativo). m 65 Figura 7 – Escada curva admissível como saída de emergência 5. 3. d) ser dotadas de janela que permita a ventilação em seu término superior.8. no máximo. conforme alínea c de 5.2.7.7. madeira.8. sendo vedado o uso de perfis ocos. estando o peitoril. os corredores de acesso devem: a) ser ventilados por janelas abrindo para o espaço livre exterior.a) VIDRO ARAMADO Figura 9 . podendo ser aceita quando centralizada acima dos lances de degraus. a 15 cm deste. Poderá esta ventilação ser por veneziana na própria porta de saída . que permita a entrada de ar puro. no mínimo.10 ou 5.Ventilação da escada enclausurada protegida e seu acesso APARTAMENTO OU ESCRITÓRIO PCF Figura 8 – Escada enclausurada protegida.3. de janelas abrindo para o espaço livre exterior. poderão ser do tipo basculante.4.1. 7. com área mínima de 0. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote. atendendo ao previsto em 5.7.7. exceto no caso de ocupações da divisão F3 (Centro Esportivo e de Exibição). sem corrimão intermediário.ver figura 7.1 Os lanços curvos deverão ser constituídos de degraus ingrauxidos iguais. ou. de outras aberturas.65 m. chapa dobrada. e outros. 5.7.00 m.1 a 5.7.8.3 Na impossibilidade de colocação de janela na caixa da escada enclausurada protegida. que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível.1. caso normal 5. a 1.11. podendo esta distância ser reduzida para 2.8. sem antecâmara. e: a) ter suas caixas isoladas por paredes resistentes a 2 horas de fogo. d) ser construídas em perfis metálicos reforçados.00 m. com espessura mínima de 3 mm.20 m² no mínimo. no mínimo.c.80 m.40 m. exceto 5.8.lanços curvos.7.7. 5.

e: a) ter suas caixas enclausuradas por paredes resistentes a 4 h de fogo.00m Junto ao piso Junto ao teto (ausência de viga) 2º Pavimento Veneziana ou tela Fechado na base Pilotis Pilotis Entrada de ar CORTE 1-1 Figura 11 – Duto de ar – Desenho esquemático (ver figura 10) CORTE 2-2 5. com fecho acionável por chave ou ferramenta especial.10 e os últimos em 5.12.5 mm. . que permita a entrada de ar puro. com elevador de emergência (posição exemplificativa) na antecâmara. Figura 10 – Escada enclausurada à prova de fumaça. E – elevador comum EE – elevador de emergência DE – duto de entrada de ar DS – duto de saída de ar PCF – porta corta-fogo Caixa d’água Casa de Máquinas ar Fechado no alto Último Pavimento ar Ante câmara Ante câmara >2.4. deve obedecer aos seguintes requisitos: a) ser obtida por abertura provida de caixilho de perfil metálico reforçado.5 mm.c.1 As escadas enclausuradas à prova de fumaça (ver figuras 10 e 11 e 12) devem atender ao estabelecido em 5.7.7. 5.9.térrea ou em local conveniente da caixa da escada ou corredor da descarga.3.1 a 5.9 Escadas enclausuradas à prova de fumaça 5. exceto 5. devendo ser aberto somente para fins de manutenção ou emergências.2 A iluminação natural das caixas de escadas enclausuradas.1.9. transparente ou não. com espessura mínima de 6. quando houver. recomendáveis. b) ter ingresso por antecâmaras ventiladas.7. malha de 12. mas não indispensável. c) ser providas de portas corta-fogo (PCF) com resistência de 60 minutos ao fogo. terraços ou balcões.7.7.7.7.7. atendendo as primeiras ao prescrito em 5. b) este caixilho deve ser guarnecido com vidro aramado.

com área mínima de 0.5 cm. d) ser ventiladas por dutos de entrada e saída de ar.7. 5. casas de máquinas.00 m acima de qualquer elemento construtivo existente sobre a cobertura. e se situarem em nível superior a qualquer elemento construtivo do prédio (reservatórios. da porta de entrada da antecâmara.11.2. e) ter a abertura de entrada de ar do duto respectivo situada junto ao piso ou. e) ter. pelo menos. e a abertura de entrada de ar situada.5 vezes a área da secção do duto. sua secção deve ser aumentada para compensar a redução.2 Os dutos de saída de ar (gases e fumaça) devem: a) ter aberturas somente nas paredes que dão para as antecâmaras.1 Os dutos de ventilação natural devem formar um sistema integrado: o duto de entrada de ar (DE) e o duto de saída de ar (DS).5 cm por 2.6 A tomada de ar do duto de entrada de ar deve ficar. c) ter revestimento interno liso. ao nível do solo ou abaixo deste. em qualquer caso. com resistência de 60 minutos de fogo cada. e de 23 cm de espessura.00 m.84 m² e.c) em paredes dando para o exterior. quando atenderem a mais de 15 antecâmaras. g) ter.1 As antecâmaras. h) ter a abertura de saída de ar situada. i) ter paredes resistentes ao fogo por no mínimo 120 min. com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2.7. 5. 5.10. Nota: A abertura exigida na alínea e poderá ser projetada junto ao teto do primeiro pavimento que possua acesso direto ao exterior (Exemplo: piso térreo). obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. a uma parede de tijolos maciços. e) ter abertura em sua extremidade inferior ou junto ao teto do 1o pavimento. 5.7. no mínimo.00 m². de preferência.00 m. de 15 cm de espessura. c) atender às condições das alíneas a à c e f de 5. a 15 cm deste. quando retangular. b) ter revestimento interno liso. em parede dando para antecâmara ou varanda. duas faces opostas com área nunca inferior a 1. quando de secção retangular. 5.00 m acima do eixo da abertura da antecâmara do último pavimento servido pelo duto. área não-inferior a 0. c) ser dotadas de porta corta-fogo (PCF) na entrada e na comunicação da caixa da escada.7. quando atenderem a até 15 antecâmaras.7.50 m e a soma de suas áreas não deve ultrapassar 10% da área da parede em que estiverem situadas. d) elevar-se no mínimo a 3.11. b) ter pé-direito mínimo de 2. quando retangular.4 Os dutos de entrada de ar devem: a) ter paredes resistentes ao fogo por 2 horas. 5. no caso de edificações com mais de 30 m de altura. c) ter. no máximo. igual à do duto.11. devem: a) ter comprimento mínimo de 1.50 m².5 A secção da parte horizontal inferior do duto de entrada de ar deve: a) ser. devendo esta abertura ser guarnecidas por telas de arame. no mínimo. b) ser igual a 1. medida eixo a eixo. n = número de antecâmaras ventiladas pelo duto. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. g) ser fechados na base. d) havendo mais de uma abertura de iluminação. obedecer à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões.00 m² cada uma.11 Dutos de ventilação natural 5.2 são as mínimas absolutas.7. 5. b) ter isolamento térmico e inércia térmica equivalente. j) as aberturas dos dutos de entrada e saída de ar das antecâmaras deverão ser guarnecidas por telas de arame. a 15 cm deste.3 As paredes dos dutos de saídas de ar devem: a) ser resistentes. no mínimo. guarnecidas ou não por venezianas ou equivalente. b) ter secção mínima calculada pela seguinte expressão: s = 0.84 m² e.11.7.7.7.10 Antecâmaras 5. sua área máxima não pode ultrapassar 0.11. quando não forem totalmente abertos no topo. 5.4.7. em m². com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2.2 a 5. pode ser de até 1. medida em planta. medida em planta.7 As dimensões dos dutos dadas em 5.7. muretas e outros). no máximo. cumeeiras.11.00 m. com área mínima de 0. f) ter a abertura de saída de ar do duto respectivo situada junto ao teto ou no máximo. a uma distância horizontal de 3. entre as aberturas de entrada e de saída de ar.11.7.11. que não diminua a área efetiva de ventilação.5 (uma vez e meia) a área da secção do trecho vertical do duto de entrada de ar. possuindo acesso direto ao exterior. d) ser totalmente fechados em sua extremidade superior. de acordo com 5. aceitando-se mesmo recomendando o cálculo exato pela mecânica dos fluídos destas secções.5 cm por 2. a distância vertical mínima de 2.11.11. para ingressos nas escadas enclausuradas (ver figura 10).105 x n onde: s = secção mínima.7. no máximo.84 m² e. que assegure a captação de ar fresco respirável.7.11. a uma distância horizontal de 3. no mínimo. devendo estas aberturas serem dispostas em. a distância entre elas não pode ser inferior a 0. da porta de entrada da escada. em especial no caso da .5 cm. isto é. aberturas de saída de ar com área efetiva superior ou igual a 1. rebocada. longe de qualquer eventual fonte de fumaça em caso de incêndio.50 m. devendo seu topo situar-se a 1. f) não serem utilizados para a instalação de quaisquer equipamentos ou canalizações. em edificações com altura igual ou inferior a 30 m.80 m. a 2 horas de fogo.

12. para qualquer altura da edificação.8. para ingresso em escadas enclausuradas. portanto da escada aberta externa deverá ser construída em material incombustível. quando: a) o prédio for dotado de chuveiros automáticos.2 A distância horizontal entre o paramento externo dos guarda-corpos dos balcões.12. c) ter piso praticamente em nível e desnível máximo de 3. devem atender aos seguintes requisitos: a) ser dotados de portas corta-fogo na entrada e na saída com resistência mínima de 60 min. c) as aletas possuam um ângulo de no mínimo 45 graus em relação ao plano vertical da janela d) as antecâmaras deverão atender o item 5.30 metros.13 Escadas à prova de fumaça pressurizada (PFP) As escadas à prova de fumaça pressurizadas ou escadas pressurizadas podem sempre substituir as escadas enclausuradas protegidas (EP) e as escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF).5 m2. atendendo ao prescrito no item 5.7.7. varandas e terraços 5.4 Será aceita uma distância de 1.30 m. i) será admitido este tipo de escada com altura até 30m.7. tais aberturas deverão ser delimitadas por paredes estanques nos termos da Instrução Técnica – 06. e) ter altura de peitoril de 1.1.7.2 pode ser reduzida à metade.14 Escada Aberta Externa (AE): 5. 5.00 (três) m quando a altura da edificação for inferior ou igual a 12.7.00 m. atendendo os critérios estabelecidos na Instrução Técnica – 06 (Segurança Estrutural nas Edificações) com TRF de 02 horas. varanda ou terraço para o ingresso na escada enclausurada à prova de fumaça (PF).5 Será aceita a ventilação no balcão da escada à prova de fumaça. h) na existência de shafts. desde que: a) área efetiva mínima de ventilação seja de 1.7. d) entre a escada aberta e a fachada da edificação deverá ser interposta outra parede com TRF mínimo de 02 (duas) horas. não situado no último pavimento. igual a um terço da altura da edificação.7. varandas e terraços que sirvam para ingresso às escadas enclausuradas à prova de fumaça e qualquer outra abertura desprotegida do próprio prédio ou das divisas do lote deve ser. mas nunca a menos de 3. d) em se tratando de terraço a céu aberto.7.00 m quando a altura da edificação for superior a 12. f) a distância do paramento externo da escada aberta até o limite de outra edificação no mesmo terreno ou limite da propriedade deverá atender aos critérios adotados na Instrução Técnica 05 (Separação entre Edificações). 5.7. Figura 12 – Escada enclausurada do tipo PF ventilada por balcão 5. b) manter raio mínimo de escoamento exigido em função da largura da escada.20 m.7.a).7. b) e c).15 metros. desde que entre elas seja interposta uma parede com TRF mínimo de 02 (duas) horas (ver figura 12).00m.0 m de outras aberturas. e) toda abertura desprotegida do próprio prédio até escada deverá ser mantida distância mínima de 3.existência de subsolos e em prédios de excepcional altura ou em locais sujeitos a ventos excepcionais.14.7. varandas. ressalvada o estabelecido em 5.3. terminando obrigatoriamente neste. b) as distâncias entre as aletas das aberturas das janelas tenham espaçamentos de no mínimo 0. isto é.1 As escadas abertas externas (ver figuras 13 e 14) podem substituir os demais tipos de escadas e devem atender aos requisitos de 5. c) na edificação considerada não houver ocupações pertencentes aos grupos C ou I. mas nunca a menos de 3. b) ter guarda-corpo de material incombustível e não vazado com altura mínima de 1.3 A distância estabelecida em 5.3. f) ter distância de no mínimo 3. 5.1 a 5.20 m. b) o somatório das áreas das aberturas da parede fronteira à edificação considerada não ultrapassar um décimo da área total desta parede.12. 5.10. g) a estrutura.12. devendo atender a todas as exigências da Instrução Técnica 10 (Pressurização de Escadas de Segurança). 5.11.1 Os balcões.12. Figura 13 – Escada externa aberta .2 e: a) ter seu acesso provido de porta corta-fogo com resistência mínima de 90 (noventa) minutos. no mínimo. através de janela com ventilação permanente.12.7. 5.00 m.8. c) atender tão somente aos pavimentos acima do piso de descarga. dutos ou outras aberturas verticais que tangenciam a projeção da escada aberta externa.1. terraços e assemelhados. o acesso deve ser protegido por marquise com largura mínima de 1.12 Acesso em escada enclausurada por balcões. a um sexto da altura.3. entre a abertura desprotegida do próprio prédio até o paramento externo do balcão. 5. 5.12.00 m e de 8.7.0 cm dos compartimentos internos do prédio e da caixa de escada enclausurada.

8. as paredes. se for o caso. mezaninos e outros (ver figura 15).1 Toda saída de emergência.2. grades. em saídas de emergência. 5.8.8.20 kPa aplicada à área bruta da guarda ou equivalente da qual façam parte.8 Guardas e corrimãos 5.2. 5. de seus patamares. Figura 14 – Escada externa aberta 5. escadas. rampas e outros. vidros de segurança laminados ou aramados e outros. b) ter seus painéis. b) ser isentas de aberturas.2. além do corrimão principal.2 A altura dos guarda-corpos. telas e assemelhados.1. corrimãos construídos por elementos com arestas vivas.2. sempre que houver qualquer desnível maior de 19 cm.1 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas. reentrâncias ou quaisquer elementos que possam enganchar em roupas. podendo ser reduzida para até 92 cm nas escadas internas. de 1. deve ser. tábuas largas na horizontal e outros. patamares.2 Corrimãos 5.1. longarinas intermediárias. mezaninos. sem interrupção nos patamares. quando medida verticalmente do topo da guarda a uma linha que una as pontas dos bocéis ou quinas dos degraus.entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso. longarinas.8.1 Guarda-corpos e balaustradas 5.4 As guardas constituídas por balaustradas.1. Figura 16 – Pormenores de corrimãos 5.3.8. exigindo-se o uso de vidros aramados ou de segurança laminados. sem encontrar quaisquer obstruções.20 m (vinte centímetros) do início e término da escada com suas extremidades voltadas para a parede ou com solução alternativa. permitindo um contínuo deslocamento da mão ao longo de toda a sua extensão. esta medida tomada verticalmente da forma especificada em 5.1. as reações devidas a este carregamento não precisam ser adicionadas às Figura 15 – Dimensões de guardas e corrimãos 5.2 (ver figura 15). adotando-se a condição que conduzir a maiores tensões (ver figura 17). sempre que for possível.1. prolongando-se. de modo que uma esfera de 15 cm de diâmetro não possa passar por nenhuma abertura.3 A altura dos guarda-corpos em escadas externas. seu diâmetro varia entre 38 mm e 65 mm (ver figura 16).3 Os corrimãos devem ser projetados de forma a poderem ser agarrado fácil e confortavelmente.2 Uma escada pode ter corrimãos em diversas alturas. de balcões e assemelhados. as guardas vazadas.2. deve haver corrimãos nas alturas indicadas para os respectivos usuários. saliências. 5.05 m de altura. as grades de balaustradas. medido como especificado em 5. além do corrimão principal na altura normal exigida. Em escolas. arestas ou soluções de continuidade. para evitar quedas.4 Os corrimãos devem estar afastados 40 mm no mínimo.2. deve ser de no mínimo. 5.8.5 Não são aceitáveis.30 m.05 m ao longo dos patamares.3 Exigências estruturais 5.8. 5.8.6 Para auxílio dos deficientes visuais.1 os guarda-corpos de alvenaria ou concreto. corredores. devem ser protegidos de ambos os lados por paredes ou guarda-corpos contínuos. terraços. das paredes ou guardas às quais forem fixados.1.8. balaústres e assemelhados calculados para resistir a uma carga horizontal de 1.8.8.8. No caso de secção circular. as divisórias leves e outros elementos de construção que envolva as saídas de emergência devem ser projetados de forma a: a) resistir a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados ou calculadas para resistir a uma força horizontal de 730 N/m aplicada a 1. balcões.2. grades.8. isto é. medida internamente. pelo menos 0.8. os corrimãos das escadas deverão ser contínuos. jardins-de-infância e assemelhados. corredores. 5. as esquadrias. devendo estar situados . c) ser constituídas por materiais não estilhaçáveis.8. sendo em escadas. devem: a) ter balaústres verticais.8. exceto para as ocupações do grupo I e J para as escadas e saídas não emergenciais. 5. galerias. 5. no mínimo. 1. escadas. telas.

8. exclusivamente monumentais de ocupação G-1.2. que exijam máximo apoio com ambas às mãos em corrimãos.1 Escadas com mais de 2.1Enquanto não houver norma específica referente a elevadores de emergência.8. conforme itens 5. 5. em escadas largas.3 Nas ocupações institucionais H2 e H-3.2.. ainda. desde que o guarda-corpo atenda também os preceitos do corrimão.12.4. quando forem utilizadas por grandes multidões. 5. b) ter suas portas metálicas abrindo para antecâmara ventilada.9. 5. e 5. 5. excepcionalmente.9. para patamar de escada pressurizada ou local análogo do ponto de vista de segurança contra fogo e fumaça. independentemente de sua largura. 1.3.8.5. sempre que sua altura ultrapassar 12 m. pode-se dispensar o corrimão.4.7.2 Exigências 5.4 Corrimãos intermediários 5. 5. independentemente dos elevadores de uso comum. sem prejuízo do fechamento do vão do poço nos demais pavimentos.10 m de largura.3. que possibilite que ele seja ligado a um gerador externo na falta de energia elétrica na rede pública.2 As extremidades dos corrimãos intermediários devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. b) nas ocupações institucionais H-2 e H-3. d) deve estar ligado a um grupo moto gerador (GMG) de emergência. no mínimo. às seguintes condições: a) estar localizado no pavimento da descarga. ressalvado o caso de escadas em ocupações dos tipos H-2 e H-3. 5. o elevador de emergência deve ter cabine com dimensões apropriadas para o transporte de maca. 5. d) possuir duplo comando automático e manual reversível.8. onde pode ser prevista.8. Figura 17 – Pormenores construtivos de instalação de guardas e cargas a que elas devem resistir 5. em caso de emergência. c) possuir dispositivo de retorno e bloqueio do carro no pavimento da descarga. Os lanços determinados pelos corrimãos intermediários devem ter. c) ter circuito de alimentação de energia elétrica com chave própria independente da chave geral do edifício. aplicada em qualquer ponto deles. possuindo este circuito chave reversível no piso da descarga.8.cargas especificadas na alínea precedente (ver figura 17).9. 5.80 m. de modo que as respectivas portas permaneçam abertas. utilizadas por pessoas muito idosas e deficientes físicos. e ao seguinte (ver figura 10): a) ter sua caixa enclausurada por paredes resistentes a 4 horas de fogo.3 Escadas externas de caráter monumental podem. uma unidade de passagem especial com 69 cm entre corrimãos. para hall enclausurado e pressurizado. para varanda conforme 5.2.8. nos termos de 5.2.20 m de largura devem ter corrimão intermediário. no máximo.2. ter apenas dois corrimãos laterais.8. b) possuir chave de comando de reversão para permitir a volta do elevador a este piso. mediante chamada apropriada.10. e em torres exclusivamente monumentais de ocupação F-2.2 O painel de comando deve atender.4.4.8.9. 5.9. desta Instrução Técnica.2.7.2 Os corrimãos devem ser calculados para resistirem a uma carga de 900 N.9 Elevadores de emergência 5.3 Nas escadas tipo NE.3. anulando as chamas existentes. a cada 1. verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos.1 Obrigatoriedade É obrigatória a instalação de elevadores de emergência: a) em todas as edificações residenciais A-2 e A-3 com altura superior a 80 m e nas demais ocupações com altura superior a 60 m. estes devem atender a todas as normas gerais de segurança previstas nas NBR 5410 e NBR 7192. .

sendo.8. e 2. como especificado em 5.11.1 Tipos 5. isolando-o de todo compartimento que com ele se comunique.2 Nestas ocupações H-1 e H-2. b) a existência de compartimentação de área no pavimento será aceita como área de refúgio.2 A estrutura dos prédios dotados de áreas de refúgio deve ter resistência conforme Instrução Técnica – 06 (Segurança Estrutural na Edificação). e/ou entre estas áreas e saídas deve ser em nível ou caso haja desnível.5.1 Em ocupações em H-2 e H-3.11. 5.10 Área de refúgio 5. com larguras correspondentes às suas respectivas áreas e não menores que as mínimas absolutas de 1. não podendo ser utilizada como depósito de qualquer natureza.1 A descarga. b) área em pilotis. as áreas de refúgio não devem ter áreas superiores a 2. as larguras das saídas de emergência podem ser reduzidas em até 50%.11. b) ter pisos e paredes revestidos com materiais resistentes ao fogo.1.10. c) ter portas corta-fogo com resistência de 60 minutos de fogo. H-2 e H-3 com altura superior a 12. recepção. 5. 5.1. que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública.2.000 m². desde que cada local compartimentado tenha acesso direto às saídas. salas de medidores. em rampas.7. 5.10.3 Admite-se que a descarga seja feita por meio de saguão ou hall térreo não enclausurado. pode ser constituída por: a) corredor ou átrio enclausurado.10.3 Em edificações dotadas de áreas de refúgio. a comunicação entre as áreas de refúgio Figura 19 – Descarga através de hall térreo não enclausurado 5. Nesses casos a área mínima de refúgio de cada pavimento ficará restrita a 30% dos leitos existentes naquele pavimento.10.4 As caixas de corrida (poço) e casas de máquinas dos elevadores de emergência devem ser enclausuradas e totalmente isoladas das caixas de corrida e casa de máquinas dos demais elevadores.11 Descarga 5. cada uma delas.4 A área em pilotis que servir como descarga deve: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza.1 Conceituação e exigências 5. atendendo as condições estabelecidas na alínea d do item 5. restaurantes e outros. 5.2. a uma escada/rampa de emergência (ver figura 18). sala de estar e salão de festas (ver figura 19).3 Hospitais e assemelhados 5.11.10. bem como nas ocupações E-6.1. as paredes que definem as áreas de refúgio devem apresentar resistência ao fogo conforme a IT 06 e as condições estabelecidas na IT 07. sendo admitido nesse saguão ou hall elevadores.1. quando necessário. b) ser mantida livre e desimpedida.2 O corredor ou átrio enclausurado que for utilizado como descarga deve: a) ter paredes resistentes ao fogo por tempo equivalente ao das paredes das escadas que a ele conduzirem.1 Área de refúgio é a parte de um pavimento separada do restante por paredes corta-fogo e portas corta-fogo.10. tendo acesso direto. tais com apartamentos. desde que entre o final da descarga e a fachada ou alinhamento predial (passeio) mantenha-se um espaço livre para acesso ao exterior. Nota: Não será exigida a alínea a nas edificações onde as escadas exigidas forem do tipo NE . 5. conforme IT 06. 5.escadas não enclausuradas e altura até 12. portaria.9.00 m. parte da saída de emergência de uma edificação. quando a escada for à prova de fumaça.11.10 m para as edificações em geral. quando a escada for enclausurada protegida. A caixa de corrida (poço) deve ter abertura de ventilação permanente em sua parte superior.6.1. ou resistência a 90 minutos de fogo. desde que entre o acesso à escada e a área externa (fachada ou .2 Obrigatoriedade É obrigatória a existência de áreas de refúgio nos seguintes casos: a) em edificações institucionais de ocupação E-5.10. dotada de divisores físicos que impeçam tal utilização.3.20 m para as ocupações H-2 e H-3. c) corredor a céu aberto. atendendo-se às dimensões exigidas em 5.11.1. E-6.10. sala de espera. 5. Figura 18 – Desenho esquemático da área de refúgio 5.00 m.1.3. desde que tenha acesso direto às saídas de emergência (escadas ou rampas).1.

65 e 2. na qual o piso se ache abaixo do pavimento da descarga.11. desde que seja agregado à largura desta uma unidade de saída (0.14.14.2 Edificações sem janelas.3. b) a largura calculada conforme 5.3. 5.12. 5.55 m). b) estas aberturas tenham peitoril à não mais de 1.13 Acesso sem obstáculos 5.2 Iluminação de emergência 5.1 Iluminação das rotas de saída As rotas de saída devem ter iluminação natural e/ou artificial em nível suficiente.2 e 5.1 No dimensionamento da descarga. Mesmo nos casos de edificações destinadas a uso unicamente durante o dia.alinhamento predial) possua um espaço reservado e desimpedido.2. Figura 21 – Acesso de galeria comercial à descarga .12. e outros) e ter as larguras exigidas pela NBR 9050. em pelo menos dois lados de.12. 5. extintores de incêndio.1 As rotas de saída destinadas ao uso de doentes e deficientes físicos. inclusive usuários de cadeiras de rodas.1. ressalvados os casos descritos em 5.12 Iluminação de emergência e sinalização de saída 5. e a 1.11.5 O elevador de emergência pode estar ligado ao hall de descarga. a soma das larguras das escadas que a ela concorrem.1. ressalvando o especificado em 5.2.12.Generalidades Conceituação Figura 20 – Dimensionamento de corredores de descarga e e 5.2. 5.11. subsolo edificações sem janelas . ou parte delas.00 m lineares de parede periférica. no mínimo. 2. 5.00 m² de aberturas inteiramente acima do solo a cada 15. 5.13.1 Construções subterrâneas ou subsolos 5. é indispensável à iluminação artificial noturna.1 A iluminação de emergência deve ser executada obedecendo à Instrução Técnica 15.11.2 Não são considerados subsolos.3 Outros ambientes com acesso 5.14.11. que não possuem meios de acesso direto ao exterior através de suas paredes periféricas ou aberturas para ventilação ou salvamento através das janelas ou grades fixas existentes. devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem. 5. tanto do lado interno como do externo.4. 5.1 As edificações sem janelas são aquelas edificações.14.3 Sinalização de saída 5.14.20 m. de acordo com a NBR 5413. sendo facilmente identificáveis. nas edificações classificadas com H-2 e H-3 por sua ocupação.1. no mínimo com largura de 2.3. ou parte dela.12.1 Galerias comerciais (galerias de lojas) podem ter acesso à descarga desde que a ligação seja feita por meio de antecâmara enclausurada e ventilada. os pavimentos nas condições seguintes: a) o pavimento que for provido.2 Dimensionamento 5.2 A largura das descargas não pode ser inferior: a) a 1. não sendo necessário que a descarga tenha.2.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica. interna e externamente.14. nos prédios em geral.10 m.10 (ver figura 21). em toda a sua extensão.2 Estas rotas devem permanecer livres de quaisquer obstáculos ou saliências nas paredes (móveis.1 A sinalização de saída deve ser executada obedecendo à Instrução Técnica 15. considera-se construção subterrânea ou subsolo a edificação. de forma a permitir operações de salvamento provenientes do exterior.20 m. devem possuir rampas e elevadores de segurança ou outros dispositivos onde houver diferença de nível entre pavimentos. nos termos de 5. 5. 5.1.14.2.20 m acima do piso interno e que não tenham medida alguma menor que 60 cm (luz). c) estas aberturas sejam de fácil manuseio. considerando-se esta largura para cada segmento de descarga entre saídas de escadas (ver figura 20). para efeito de saídas de emergência.2. 5.7.11.13.2.14 Construções subterrâneas. 5. 5.14.

14. deverá.14. em parte. não destinada à garagem. espaçados.5. obedecendo às alíneas a. . c) é obrigatório à adoção de áreas de refúgio em subsolo com área superior a 500 m².3 Uma edificação não-térrea não é considerada sem janelas quando: a) existem acessos conforme a alínea a de 5. com. permitir a saída conveniente de seus usuários e atender as exigências abaixo: a) para subsolos com áreas de construção superior a 500 m² ou população total superior a 100 pessoas.1. 5.15 Exigências para edificações ou áreas de risco em que sejam feitas modificações quanto ao tipo de ocupação. pelo menos. considerando que. 60 cm de largura livre por 1. b e c de 5.2.2. subsolos e edificações sem janelas. 5.14. A existência de compartimentação de área no pavimento será aceita com área de refugio. no mínimo. b) todos os pavimentos acima do térreo tiverem aberturas de acesso ou janelas em dois lados do prédio. obedecendo às alíneas b e c de 5. 5. devem.1. com altura ascendente de até 12 m. ou totalmente. sem passagem pela descarga térrea. ter no mínimo duas saídas de emergência. d) nos subsolos das edificações com exigência de escada tipo EP ou PF. b) nos casos em que for comprovada tecnicamente a inviabilidade da adaptação. Nesse caso a área de refúgio fica restrita a 30 % no mínimo. painel de acesso ou janelas espaçadas a não mais de 50 metros nas paredes exteriores.14.14. b) quando. exige-se escada simplesmente enclausurada com PCF P-90. com distância mínima de 10 m entre elas. vierem a ser.2.14.10 m de altura livre. qualquer incêndio ou fumaça tende a provocar pânico. 15 m nestas paredes. b) estas aberturas têm dimensões mínimas de 60 cm x 60 cm. da área de cada pavimento. modificadas quanto ao seu tipo de ocupação deverão atender as exigências desta Instrução Técnica. com excesso de público ou população superior a 50 pessoas.1 As construções subterrâneas. ter ao menos uma das saídas direta ao exterior. o interessado propor medidas alternativas a ser avaliada pelo Corpo Técnico. em áreas sem acesso direto ao exterior e sem janelas para permitir ventilação e auxílio de bombeiros. subsolos e as edificações sem janelas. 5. no mínimo. no caso de subsolo.2. em lados opostos. desde que tenha acesso direto a saída de emergência (escadas ou rampas). além das demais exigências desta Instrução Técnica que lhes forem aplicáveis. por qualquer motivo.14.3. a) as edificações e/ou áreas de risco que.2.2 Uma edificação térrea ou porção dela não é considerada sem janelas quando: a) o pavimento tem portas ao nível do solo. exceto para subsolos destinados a estacionamento de veículos. Alturas superiores a 12 m exige-se pressurização da escada (ver IT 10).2.3 Exigências especiais para construções subterrâneas.

00 m 12.ANEXOS .Tabelas Tabela 1 .00 m < H ≤ 30.00 m Acima de 54.Classificação das edificações quanto à altura Tipo I II III IV Denominação Edificação Baixa Edificação de Média Altura Edificação Mediamente Alta Edificação Alta Altura H ≤ 12.00 m 30.00 m Tabela 2 .00 m < H ≤ 54.Classificação das edificações quanto às suas dimensões em planta Natureza do Enfoque Código Classe da edificação Parâmetros de área N Quanto à área do maior Pavimento (Sp) O P Q R S T U De pequeno pavimento De grande pavimento Com pequeno subsolo Com grande subsolo Edificações pequenas Edificações médias Edificações grandes Edificações muito grandes Sp < 750 m² Sp > 750 m² Ss < 500 m² Ss > 500 m² St < 750 m² 750 m < St < 1500 m² 1500 m² < St < 5000 m² At > 5000 m² Quanto à área dos pavimentos situados abaixo da soleira de Entrada (Ss) Quanto à área total St (soma das áreas de todos os Pavimentos da edificação) .

Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do c) colapso estrutural. a) Não possuem TRRF. mesmo que existam condições de isenção na IT 06 Edificações em que o crescimento e a b) Não possuam compartimentação vertical completa. ser sempre projetados e executados dentro do tipo “Z”. propagação do incêndio podem ser de acordo com a IT 07. Nota: Os prédios devem. mesmo que existam condições fáceis e onde a estabilidade pode ser de isenção no Regulamento de Segurança Contra ameaçada pelo incêndio Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. de isenção no Regulamento de Segurança Contra b) propagação vertical do incêndio. preferencialmente. mesmo que existam condições a) Rápido crescimento do incêndio. mesmo que existam condições de isenção no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. Y Edifícios onde nenhuma das duas condições abaixo está presente: Edificações concebidas para limitar: Z a) O rápido crescimento do incêndio.Tabela 3 . . X Edifícios onde apenas uma das duas condições está presente: a) Não possuem TRRF. Estado de Minas Gerais. b) propagação vertical do incêndio. de acordo com a IT 07. de acordo com a IT 07. mesmo que existam condições de Edificações onde um dos três eventos isenção na IT 06 é provável: b) Não possuam compartimentação vertical completa.Classificação das edificações quanto às suas características construtivas CÓDIGO TIPO ESPECIFICAÇÃO Edifícios em que estão presentes as seguintes condições: a) Não possuem TRRF. c) colapso estrutural. mesmo que existam condições de isenção na IT 06 b) Não possuam compartimentação vertical completa.

5 m²) + (I) Uma pessoa por 40 vagas de veículo Uma pessoa por 20 m² de área (E) Uma pessoa por 7 m² de área (E) Duas pessoas por dormitório e uma pessoa por 4 m² de área de alojamento (E) Uma pessoa e meia por leito + uma pessoa por 7.00 m² de área (E) (J) Uma pessoa por 7. arquibancadas e outros. G-3. M-5 e M-7 M-4 Notas: (A) Os parâmetros dados nesta Tabela são os mínimos aceitáveis para o cálculo da população. F-6 e F-7 F-4 G-1 e G-6 G G2. F9 e F-11 F-3. F-8.00 m² de área (E) (G) Uma pessoa por 3.Dados para o dimensionamento das saídas Ocupação População Grupo A B C D E E-5 e E-6 F-1 e F-10 F F-2.50 m² de área de sala de aula (F) Uma pessoa por 1. Nos demais casos devem sofrer redução como abaixo especificado. G-4 e G-5 H-1 e H-6 H-2 H H-3 H-4 e H-5 I J L L-1 L-2 e L-3 M-1e M-6 M M-3. devem ser cotejados com os obtidos em função da localização de assentos. para maior segurança. Estas percentagens de redução são cumulativas.00 m² de área Uma pessoa por m² de área (E) (G) Duas pessoas por m² de área (E) (G) (1:0.00 m² de área (E) Uma pessoa por 1.00 m² de área de ambulatório (H) + (I) Uma pessoa por 10.00 m² de área + (I) Uma pessoa por 10.00 m² de área Uma pessoa por 4. Em projetos específicos. Divisão A-1 e A-2 A-3 E-1 a E-4 Duas pessoas por dormitório (C) Duas pessoas por dormitório e uma pessoa por 4 m² de área de alojamento (D) Uma pessoa por 15.00 m² de área Uma pessoa por 10.50 m² de área de sala de aula (F) Uma pessoa por 3. máquinas. F-5. e adotados os mais exigentes.Tabela 4 . quando for o caso.00 m² de área(J) Uma pessoa por 3.00 m² de área (C) (A) Capacidade da U de passagem Acesso e descargas Escadas e rampas Portas 60 45 100 100 60 100 30 22 30 100 75 100 100 60 30 60 100 60 45 22 45 60 100 100 30 100 100 100 100 100 60 60 75 60 45 100 100 100 100 (B) As capacidades das unidades de passagem (número de pessoas que passa em 1 minuto) em escadas e rampas estendem-se para lanços retos e saída descendente.00 m² de área Uma pessoa por 30. .

G-3. (G) As cozinhas e suas áreas de apoio. (H) Em hospitais e clínicas com internamento (H-3). D. exceto as áreas de sanitários. (F) Auditórios e assemelhados. escadas. com mais de 10 m². Tabela 5 . b) lanços ascendentes de escada com degraus até 17.00 m 30.00 m 50. bem como salões de festas e centros de convenções em hotéis são considerados nos grupos de ocupação F-2.00 m 35.00 m 35.5 cm de altura: redução de 15%. gabinetes e outras dependências que possam ser usadas como dormitórios (inclusive para empregadas) são considerados como tais. F-6 e outros. F. com degraus até 17 cm de altura: redução de 10%. Em apartamentos mínimos. em apartamentos maiores (três e mais dormitórios). quando discriminado o tipo de área (por ex. G-4. em escolas.5%): redução de 20%. (D) Alojamento = dormitório coletivo. G-1.Distâncias máximas a serem percorridas Sem chuveiros ou sem detectores automáticos Saída única X Y Qualquer Qualquer C. a área de pavimento correspondente ao ambulatório. c) lanços ascendentes de escadas com degraus até 18 cm de altura: redução de 20%.00 m Mais de uma saída 20.00 m 40.00 m 45.00 m 55. rampas e corredores. as distâncias definidas acima serão reduzidas a 30% (trinta por cento). B.00 m 65. (I) O símbolo “+” indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (não cobertos por esta Instrução Técnica). Do contrário. considera-se uma pessoa para cada 6 m² de área de pavimento. é a área útil interna da dependência em questão.a) lanços ascendentes de escadas.00 m Z A. (J) A parte de atendimento ao público de comércio atacadista deve ser considerada como do grupo C. e) rampas ascendentes de mais de 10% (máximo: 12.: área do alojamento). escritório panorâmico e outros). I. L e M Tipo de edificação Grupo e divisão de ocupação Com chuveiros ou com detectores automáticos Saída única 25. na base de uma pessoa por 7m². sala de eventos.00 m 20. as salas de costura.00 m 50.00 m Mais de uma saída 35. d) rampas ascendentes. a sala deve ser considerada como dormitório. isto é. é necessária a apresentação de leiaute definido em planta baixa (de salão aberto. conforme o caso. H. declividade até 10%: redução de 1% por grau percentual de inclinação (1% a 10%. sem divisões em planta.00 m 10. (E) Por ”Área” entende-se a “Área do pavimento” que abriga a população em foco. (C) Em apartamentos de até dois dormitórios. acresce-se à área calculada por leito. E. uma pessoa por 7 m² de área.00 m 45. nas ocupações F-6 e F-8. que tenham pacientes ambulatoriais. .G-2 e J Notas: a) para que ocorra as distâncias previstas na tabela 5. têm sua ocupação admitida como no grupo D.00 m 60.

Tabela 6 . A-2* A-3 B-1 B-2 C-1 C-2 C-3 E-1 E-2 E-3 E-4 E-5 E-6 F-1 F-2 F-3 F-4 F-5 F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 F-11 G-1 G-2 G-3 G-4 G-5 G-6 H-1 H-2 H-3 H-4 H-5 H-6 I-1 I-2 I-3 L-1 L-2 L-3 M-1 M-2 M-3 M-4 M-5 N (área de pavimentos < ou igual a 750 m² ) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 O (área de pavimento > 750 m² ) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Nº 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 2 2 2 2 2 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 1 2 2 2 1 1 2 2 1 2 2 1 2 Tipo Esc NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE EP NE NE NE Nº 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 + + 1 1 1 1 1 1 2 2 + 2 2 1 2 Tipo Esc EP EP PF PF EP EP PF EP EP EP EP EP EP EP EP PF NE + PF PF PF EP EP EP NE EP PF EP NE NE EP PF PF + + PF EP EP PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 2 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 2 + + 1 2 2 2 1 2 3 3 + 3 2 1 2 Tipo Esc PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP EP PF PF PF PF + + PF EP PF PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 2 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 2 + + 1 2 2 2 1 2 3 3 + 3 2 1 2 Tipo Esc PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP EP PF PF PF PF + + PF EP PF PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 1 2 Tipo Esc NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE Nº 2* 2 2 2 2 2 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 + + 2 2 2 3 2 3 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc EP EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF EP NE EP PF PF EP EP EP PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF Nº 2* 2 2 2 2 3 3 2 3 3 3 3 3 3 2 2 2 + 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 + + 2 2 2 3 2 4 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF Nº 2* 2 2 2 2 3 3 2 3 3 3 3 3 3 2 2 2 + 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 + + 2 2 2 3 2 4 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF A B C D E F G H I J L M .Número de saídas e tipos de escada Dimensão Altura (em metros) Ocupação Gr. Div.

deve possuir elevador de emergência (ver figura 10) e áreas de refúgio (ver figura 18).00 m = além das saídas de emergências por escadas (tabela 6). e mais as dos indicados na seqüência abaixo: b) Abreviatura dos tipos de escada: NE = Escada não enclausurada (escada comum). d) Grupo H-2 e H-3: 1) altura até 12. EP = Escada enclausurada protegida (escada protegida). desde que a edificação possua até 36 metros de altura e a(s) escadas(s) propostas atendam aos parâmetros de distância máxima a percorrer (tabela 5) e quantidade mínima de unidades de passagem para a lotação prevista na tabela 4. 2) altura superior a 12. As áreas de refúgio quando situada somente em alguns pavimentos de níveis diferentes deve ter seus acessos ligados por rampa (5. . g) o número de escadas de emergência depende também do dimensionamento das saídas pelo cálculo da população e das distâncias a serem percorridas. e) havendo necessidade de 2 (duas) ou mais escadas de segurança.7. devem ser consultadas as tabelas anteriores. Div.14 desta Instrução Técnica. = Tipo de escada. = Grupo de ocupação (uso) .conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. uma delas poderá ser do tipo Aberta Externa.NOTAS a) Para o uso desta tabela. no mínimo uma deve ser por rampa.não se aplica. c) Outros símbolos e abreviaturas usados nesta tabela: Nºs = Números de saídas mínimos obrigatórios. .conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. onde são dadas as significações dos códigos alfabéticos e alfanuméricos utilizados. em qualquer caso. não havendo mais de quatro unidades autônomas por pavimento.1. + = Símbolo que indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (ocupação não coberta por esta IT). f) a quantidade mínima de escadas previstas nesta tabela pode ser desconsiderada. Tipo esc. Gr. atendendo ao item 5. = Subdivisão do grupo de ocupação .00 m = havendo exigência de mais de uma saída para emergência.a). * = Admite saída única nas habitações multifamiliares (A-2). PF = Escada à prova de fumaça. As edificações que possuam área de refúgio em todos os pavimentos (exceto pavimento térreo) não há necessidade de rampa interligando os diferentes níveis em acessos às áreas de refúgio.6.

IT .09 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇOES E ÁREA DE RISCO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e conceitos 5 – Procedimentos ANEXOS A – Cargas de Incêndio Específicas por Ocupação B – Método para Levantamento da Carga de Incêndio Específica .

pisos e tetos.bombeiros.4 Em todos os casos de medição direta da densidade de carga de incêndio. a critério do responsável técnico pelo projeto de segurança contra incêndio.3 Nas edificações em que a densidade de carga de incêndio superar em quantidade os valores característicos dados nesta Instrução. a densidade de carga de incêndio característica poderá ser determinada por medição direta. o laudo técnico correspondente deve ser submetido à aprovação do Corpo Técnico do CBMMG.270. 2. 1995. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS 4.Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www.1 Definições Para efeito desta Instrução Técnica.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 09 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREA DE RISCO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. conforme prescreve o contido no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. inclusive os revestimentos das paredes. segundo o método descrito no Anexo B.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. divisórias. levando em consideração .2.2 Densidade de carga de incêndio ou Carga de incêndio específica 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Decreto Estadual nº 44. 1987. TRVB 126. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Augusto de Lima. Eurocode 1 – ENV 1991-2-2. aplicam-se os conceitos abaixo descritos: 4.br Email: dat3@cbmmg. 4.1 As densidades de carga de incêndio constantes do anexo A desta instrução aplicam-se às edificações e áreas de riscos para classificação do risco e determinação do nível de exigência das medidas de segurança contra incêndio. 355 .gov. conforme o item 2. 2. European Committee for Standardization.2. NBR – 14432 .1 Carga de incêndio É a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço. conforme a ocupação e uso específico. todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.br 1 OBJETIVO Estabelecer valores característicos de carga de incêndio nas edificações e áreas de risco. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio.mg. 2. deverá necessariamente ser feita a medição direta. Liga Federal de Combate a Incêndio da Áustria. nas situações em que há uma aceitável uniformidade na sua distribuição espacial.mg.2 Quando a densidade de carga de incêndio não for uniformemente distribuída sobre a área de piso da edificação. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.2 Conceitos Para efeito desta Instrução.2.130. 4. 2 APLICAÇÃO 2.Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento.gov.

Risco Carga Incêndio MJ/m2 Baixo Até 300 MJ/m2 Médio Acima de 300 até 1. Pode-se admitir a similaridade entre as edificações comerciais (grupo “C”) e industriais (grupo “I”). sendo de no máximo 500 m². a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio. 5. 5. 5.1.0 megajoules. explosivos (Grupo “L”) e ocupações especiais (Grupo “M”) aplica-se a metodologia constante do Anexo B. Excepcionalmente.3 Considerar que 1 kg (um quilograma) de madeira seca equivale a 19. 5. destinadas a depósitos (Grupo “J”).2. expresso em megajaule (MJ) por metro quadrado (m²) ou em quilogramas equivalente de madeira seca. sendo que para edificações. 5.4 Para determinação do risco de incêndio a que se refere à tabela 3 e 4 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5 PROCEDIMENTOS 5.200 MJ/m2 .2 O levantamento da carga de incêndio específica constante do Anexo B deve ser realizado em módulos de área em que a distribuição da carga de incêndio seja considerada uniforme.200 MJ/m2 Alto Acima de 1. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio.1 A carga de incêndio específica do piso analisado deve ser tomada como sendo o maior entre a média das cargas de incêndio dos dois módulos de maior valor ou 85% da carga de incêndio do módulo de maior valor.1 Para determinação da carga de incêndio específica das edificações aplica-se a tabela constante do Anexo A.É o valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado. as edificações e áreas de risco quanto à Carga Incêndio se classificam em: CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À CARGA INCÊNDIO.1 Ocupações não listadas na tabela do Anexo A devem ter os valores da carga de incêndio específica determinados por similaridade. módulos maiores de 500 m² podem ser utilizados quando o espaço analisado possuir materiais combustíveis com potenciais caloríficos semelhantes e uniformemente distribuídos.

metal ou vidro. Artigos de cera Artigos de couro. Automóveis Bebidas destiladas Brinquedos Calçados Drogarias (incluindo depósitos) Ferragens Floricultura Galeria de quadros Livrarias Lojas de departamento ou centro de compras (Shoppings) Máquinas de costura ou de escritório Materiais fotográficos Móveis Papelarias Perfumarias Produtos têxteis Relojoarias Supermercados Tapetes Tintas e vernizes Verduras frescas Vinhos Vulcanização Divisão A-3 A-2 A-1 A-3 B-1 B-1 B-2 C –1 C –2 C –1 C -1 C -1 C –1 C -2 C –2 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –1 C –2 C –2/ C –3 C –1 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –2 Carga de incêndio (qfi) em MJ/m2 300 300 300 300 500 500 300 40 700 300 300 300 300 2100 800 200 700 500 500 1000 300 80 200 1000 800 300 300 400 700 400 600 600 400 800 1000 200 200 1000 Residencial Serviço de Hospedagem Comercial varejista. esportivos. borracha. Loja .ANEXO A (normativo) Cargas de incêndio específicas por ocupação Para a classificação detalhada das ocupações (Divisão) consultar a Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Ocupação/Uso Descrição Alojamentos estudantis Apartamentos Casas térreas ou sobrados Pensionatos Hotéis Motéis Apart-hotéis Açougue Antigüidades Aparelhos domésticos Armarinhos Armas Artigos de bijouteria.

Artigos de argila.Serviços profissionais. boates e similares. couro. teatros e similares Circos e assemelhados Centros esportivos e de exibição Clubes sociais. cerâmica ou porcelanas. Hospitais em geral Presídios e similares Quartéis e similares Aparelhos eletroeletrônicos. feltro. Acessórios para automóveis Acetileno Alimentação Artigos de borracha. fotográficos. espuma. Estações e terminais de passageiros Exposições Igrejas e templos Museus Restaurantes Estacionamentos Oficinas de conserto de veículos e manutenção Postos de abastecimentos (tanque enterrado) Hangares Asilos Clínicas e consultórios médicos ou odontológicos. Artigos de bijuteria D -2 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -4 D -4 D -3 D -3 D -3 D -3 D -1 E-3 E-5 E-5 E-1/E2/E4/E6 F-1 F-5 F -7 F-3 F-6 F-4 F -10 F-2 F-1 F-8 G-1/G-2 G-4 G-3 G -5 H -2 H -6 H-1/H-3 H-5 H-4 I-2 I–1 I-2 I-2 I–2 I–1 I–1 300 400 100 200 400 1000 700 300 500 300 300 600 200 500 400 300 300 300 300 2000 600 500 150 600 200 Adotar Anexo B 200 300 300 200 300 300 200 350 200 300 100 450 400 300 700 800 600 200 200 . ópticos. pessoais e técnicos Educacional e cultura física Locais de reunião de público Serviços automotivos e assemelhados Serviços de saúde e Institucionais Industrial Agências bancárias Agências de correios Centrais telefônicas Cabeleireiros Copiadora Encadernadoras Escritórios Estúdios de rádio ou de televisão ou de fotografia Laboratórios químicos Laboratórios (outros) Lavanderias Oficinas elétricas Oficinas hidráulicas ou mecânicas Pinturas Processamentos de dados Academias de ginástica e similares Pré-escolas e similares Creches e similares Escolas em geral Bibliotecas Cinemas. cortiça.

Industrial Artigos de cera Artigos de gesso Artigos de mármore Artigos de peles Artigos de plásticos em geral Artigos de tabaco Artigos de vidro Automotiva e autopeças (exceto pintura) Automotiva e autopeças (pintura) Aviões Balanças Baterias Bebidas destilada Bebidas não alcoólicas Bicicletas Brinquedos Café (inclusive torrefação) Caixotes barris ou pallets de madeira Calçados Carpintarias e marcenarias Cera de polimento Cerâmica Cereais Cervejarias Chapas de aglomerado ou compensado Chocolate Cimento Cobertores. Colas Colchões (exceto espuma) Condimentos. Confeitarias Congelados Couro sintético Defumados Discos de música Doces Espumas Farinhas Feltros Fermentos Fiações Fibras sintéticas Fios elétricos Flores artificiais Fornos de secagem com grade de madeira Forragem Fundições de metal Galpões de secagem com grade de madeira Geladeiras Gelatinas Gesso Gorduras comestíveis I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–3 I–3 I–2 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I-3 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 1000 80 40 500 1000 200 80 300 500 600 300 800 500 80 200 500 400 1000 600 800 2000 200 1700 80 300 400 40 600 800 500 40 400 800 1000 200 600 800 3000 2000 600 800 600 300 300 300 1000 2000 40 400 1000 800 80 1000 . tapetes. conservas.

industrial Gráficas (empacotamento) Gráficas (produção) Guarda-chuvas Instrumentos musicais Janelas e portas de madeira Jóias Laboratórios farmacêuticos Laboratórios químicos Lápis Lâmpadas Laticínios Malharias Máquinas de lavar de costura ou de escritório Massas alimentícias Mastiques Materiais sintéticos ou plásticos Metalúrgica Montagens de automóveis Motocicletas Motores elétricos Móveis Óleos comestíveis Padarias Papéis (acabamento) Papéis (preparo de celulose) Papéis (procedimento) Papelões betuminados Papelões ondulados Pedras Perfumes Pneus Produtos adesivos Produtos de adubo químico Produtos alimentícios (expedição) Produtos com ácido acético Produtos com ácido carbônico Produtos com ácido inorgânico Produtos com albumina Produtos com alcatrão Produtos com amido Produtos com soda Produtos de limpeza Produtos graxos Produtos refratários Rações Relógios Resinas Roupas Sabões Sacos de papel I–3 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–1 I–1 I–1 I–3 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–3 I–1 I–3 I–2 I–1 I–2 2000 400 300 600 800 200 300 500 600 40 200 300 300 1000 1000 2000 200 300 300 300 600 1000 1000 500 80 800 2000 800 40 300 700 1000 200 1000 200 40 80 2000 800 2000 40 2000 1000 200 2000 300 3000 500 300 800 .

industrial Sacos de juta Sorvetes Sucos de fruta Tapetes Têxteis em geral Tintas e solventes Tintas látex Tintas não-inflámaveis Transformadores Tratamento de madeira Tratores Vagões Vassouras ou escovas Velas de cera Vidros ou espelhos Vinagres Demais atividades não enquadradas acima I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–3 I–1 I–1 500 80 200 600 700 4000 800 200 200 3000 300 200 700 1300 200 80 Demais usos levantamento da carga de incêndio conforme Anexo B .

Lubrificante.1 abaixo. Mi .1 . ocasião em que Mi deverá ser reavaliado.Anexo B (normativo) Método para levantamento da carga de incêndio específica B. em metro quadrado.1 Os valores da carga de incêndio específica para as edificações destinadas a depósitos. B.área do piso do compartimento.4 Além dos potenciais caloríficos dados na Tabela B. em megajoule por metro quadrado de área de piso. B.massa total de cada componente i do material combustível. explosivos e ocupações especiais podem ser determinadas pela seguinte expressão: q fi = ∑M A i Hi f Onde: qinc . Af . Lã Lixo de cozinha Madeira Metano Metanol Monóxido de carbono N-Butano N-Octano N-Pentano Palha Papel Petróleo Poliacrilonitric o Policarbonato H (MJ/kg) 17 41 23 18 19 50 19 10 45 44 45 16 17 41 30 29 Tipo de material Poliéster Poliestireno Polietileno Polimetilmetacrilico Polioximetileno Poliuretano Polipropileno Polivinilclorido Propano PVC Resina melamínica Seda H (MJ/kg) 31 39 44 24 15 23 43 16 46 17 18 19 . B.Valores do potencial calorífico específico Tipo de material Acetona Acrílico Algodão Benzeno Borracha Celulose C-Hexano Couro D-glucose Epóxi Etano Etanol Eteno Etino Fibra sintética 6. Tabela B. resultados obtidos por meio de ensaios específicos em conecalorímetros podem ser utilizados.1. Hi .valor da carga de incêndio específica. em quilograma. conforme Tabela B.2 O levantamento da carga de incêndio deverá ser realizado conforme item 5 (Procedimento) desta Instrução.3 A compensação do teor de umidade de uma determinada massa de material combustível poderá ser feita desde que demonstrado por meio de ensaio específico.potencial calorífico específico de cada componente i do material combustível. Esse valor não poderá ser excedido durante a vida útil da edificação exceto quando houver alteração de ocupação.6 H (MJ/kg) 30 28 18 40 Espuma – 37 Tiras – 32 16 43 19 15 34 47 26 50 48 29 Tipo de material Grãos Graxa. em megajoule por quilograma.

10 PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Tabela 1 – Níveis de pressurização/ Tabela 2 – áreas típicas de escape para quatro tipos de PCF B .Resumo de exigências para os diversos tipos de edificações com sistemas de pressurização C – Condições para instalação de casa de máquinas de pressurização no pavimento cobertura D – Condição para não se revestir os dutos metálicos de sucção e/ou pressurização E – esquema geral do sistema de pressurização (com duto no interior da escada) F – (Informativo) Características das paredes G – Módulo de cálculo de vazão do sistema de pressurização de escada 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .IT .

270.Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.mg.480 – Saídas de emergência em edifícios – Escada de Segurança – Controle de fumaça por pressurização. Lei nº 14. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Lei Complementar 54.1 Conceitos básicos do sistema de pressurização 5. NBR 10. NBR 9441 . 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações de acordo com o descrito na NBR 9077. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 .gov.Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. Constituição Estadual de 1989. Constituição Federal de 1988.1. Augusto de Lima. NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos. Decreto Estadual nº 44.Sinalização de emergência.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 10 PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. NBR 14. 1. de modo a permitir a fuga dos ocupantes de uma edificação no caso de incêndio. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento da pressurização de escadas de segurança em edificações. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: BS-5588 Parte 4 (British Standards Institution) Pressurização de escadas de segurança.Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente – Procedimento.190-000 Site: www.bombeiros. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Esse sistema também pode ser acionado em qualquer caso de necessidade de abandono da edificação.mg.898 . IT 08 – Saídas de emergência em edificações.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.130. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.gov.Bairro Centro CEP 30. NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência. BR 9050 . preservando-se um fluxo de ar através de uma ou várias trajetórias de escape. 355 . IT 15 .br Email: dat3@cbmmg.2 Manter as escadas de emergência livres da fumaça.1 Princípio geral da pressurização a) considera-se um espaço pressurizado quando este receber um suprimento contínuo de ar que possibilite manter um diferencial de pressão entre este espaço e os adjacentes. .Sistemas de iluminação de emergência. que conduzem o ar para o exterior da edificação.br 1 OBJETIVO 1. NBR 9077 – Saídas de emergências em edifícios.

é o diferencial de pressão (Pa) N . no trecho de distribuição. b) ar externo suprido mecanicamente.2.1. 50 Pa. considerando-se todas as PCF (portas corta-fogo) de acesso à escada fechadas.2 Pressurização de um ou dois estágios O sistema de pressurização pode ser projetado de duas formas: 5.b) para a finalidade prevista nesta IT. tal como ilustrado na Figura 1.2 Os edifícios utilizados por crianças.3 Para obtenção dos níveis de pressurização no interior dos espaços pressurizados.6 Vazão de ar (condição padrão de ar com densidade de 1.3 É facultativa a utilização do sistema de pressurização de um ou dois estágios.5. N = 2 No caso de frestas em vãos estreitos. para o dimensionamento do damper de alívio.2. desde que não haja possibilidade técnica de adequação. atendendo as seguintes condições: a) desenvolvimento do cálculo do suprimento de ar necessário considerando as duas situações previstas no item 5. tais como frestas em torno de janelas. 5. considerando todas as singularidades.1.é o fluxo de ar (m3/s) A . 5. devem ser avaliadas as perdas de carga localizadas em todos os componentes de captação e distribuição do sistema (dutos.1.1.1.). e escape de ar considerando as portas abertas na quantidade estipulada no Anexo B desta IT (equação 3). 5. ou mmH2O ( milímetro de coluna d’água ) Potência = CV (Cavalo Vapor) ou HP (Horse Power) Temperatura em Graus Celsius = ºC Altura da Edificação ( h ) = m 5.204 kg/m3) 5.1. ou seja. que devem constar de memorial de cálculo. b) desenvolvimento do cálculo das perdas de carga ao longo da rede de captação e distribuição ar.1 O nível de pressurização utilizado para fins de processo não deve ser menor que o apresentado na Tabela 1 do Anexo A desta IT e não deve ultrapassar o limite de 60 Pa. devidamente justificada.1. venezianas. c) a velocidade do fluxo de ar em todo o trecho de captação deve ser de 4 a 8m/s e. 5.1 Sistema de um estágio: para operar somente em situação de emergência.é um índice que varia de 1 a 2 No caso de frestas em torno de uma PCF. 5.5. idosos e ou pessoas incapacitadas precisam de considerações especiais.6. com previsão para um nível maior de pressurização que entra em funcionamento em uma situação de emergência. Essa equação depende diretamente da área de restrição e do diferencial de pressão entre os ambientes contíguos.é a área de restrição (m2) P . ou ainda. rugosidades das superfícies internas dos dutos. que devem estar dentro dos limites estipulados nesta IT. para funcionamento contínuo. N = 1.1. d) fonte de energia garantida. na determinação da capacidade de vazão e pressão dos moto-ventiladores. o diferencial de pressão deve ser mantido em nível adequado para impedir a entrada de fumaça no interior da escada.1 Cálculo do suprimento de ar a) para se determinar o primeiro valor de suprimento de ar necessário para se obter um certo diferencial de pressão entre o ambiente a ser pressurizado e os ambientes contíguos.1.1. dampers. Tabelas e ábacos de fabricantes de acessórios podem ser considerados para determinação das perdas de carga de singularidades. joelhos.1.1. podem existir elementos de restrição posicionados em paralelo. Devem constar também a velocidade do fluxo de ar em todos os trechos e acessórios. A área de restrição é determinada pelo escape de ar para fora do espaço a ser pressurizado. apesar da força criada pelo diferencial de pressão. Equação 1: Q = 0.5 Níveis de pressurização adotados 5. uma combinação desses. ou 5. grelhas. a partir da velocidade e vazão.6 Suprimento de ar necessário 5. pelas frestas ao redor de uma PCF. etc. como apresentado na Figura 2.6.1.4 Unidades adotadas Toda e qualquer proposta de sistema de pressurização deve seguir os critérios de apresentação e desenvolvimento de acordo com o estabelecido abaixo: Vazão ( Q ) = m3/s Velocidade ( V ) = m/s Área ( A ) = m2 Pressão ( P ) = Pa ( Pascal ).5. c) o método estabelecido nesta IT também se aplica às escadas de segurança com pavimentos abaixo dos de descarga.827 x A x (P)(1/N) onde: Q . quando o ar passa. como por exemplo. O diferencial de pressão é o mínimo estabelecido nesta IT. 5. ou em série. e. a fim de assegurar que as PCF possam ser abertas. podendo ser aceito diferente desses parâmetros quando se tratar de edificação existente. saídas dos moto-ventiladores. 5.2. deve-se adotar a equação 1.1. c) trajetória de escape do ar.6 abaixo: escape de ar com todas as portas do espaço pressurizado fechadas (equação 2). . de 10 a 15m/s.3 Elementos pressurização básicos de um sistema de São elementos básicos de um sistema de pressurização: a) sistema de acionamento e alarme.2 Sistema de dois estágios: incorporar um nível baixo de pressurização.2 Trajetórias de escape em série e paralelo a) na trajetória de escape do ar para fora de um espaço pressurizado.

produz. b) por meio do vão de luz das PCF consideradas na condição abertas. e) o número de PCF abertas a ser utilizado nos cálculos depende do tipo de edificação. na quantidade estipulada do Anexo B desta IT. levando-se em consideração a condição padrão do ar. em edificações onde existem locais de ATotal = A1 + A2 + A3 + A4 Figura 2 . e das frestas das demais PCF fechadas da escada. b) de 25% para atender a hipótese de vazamentos nãoidentificados. de 4 m/s. deve ser considerada uma velocidade média do ar. temos: 1 ( ATotal) 2 = 1 1 1 1 + + + 2 2 2 ( A1 ) ( A2 ) ( A3 ) ( A4 ) 2 d) o escape total e efetivo de uma combinação de trajetórias de escape do ar em série e em paralelo. com os outros equivalentes (PCF em paralelo). como demonstrado na Figura 2 acima. 5. a área total de escape é determinada pela simples soma de todas as áreas de escape envolvidas. considerar acréscimo no suprimento total de ar necessário. devendo ser adotado os valores constantes na tabela 2 do anexo A desta IT.6. 5. c) por meio das frestas no entorno de portas de elevadores e janelas existentes no espaço pressurizado. considerando-se todas as portas fechadas (m³/s).1. se houver grande abertura entre a área pressurizada e os espaços adjacentes. quando do abandono da edificação.6. devendo possibilitar a manutenção de uma velocidade de ar mínima de 1. e é inevitável que estas sejam abertas ocasionalmente. d) a abertura intermitente das PCF.0 m/s saindo através das PCF consideradas abertas. ou QFT = QF + 25% (vazamentos em dutos de alvenaria ou mistos) + 25% (vazamentos não identificados).8. considerando-se o número de ocupantes e as dificuldades encontradas para o abandono. por exemplo). f) uma PCF considerada aberta adicional (com relação ao estabelecido no Anexo B desta IT) deve ser considerada no cálculo do suprimento de ar do sistema de pressurização. 5.Trajetórias de escape do ar em série c) no caso das portas em série. devendo obedecer aos critérios estipulados no Anexo B desta IT. sendo que esses valores percentuais devem ser considerados independentemente do comprimento dos dutos. somada às perdas pelas frestas das demais PCF consideradas na condição fechadas. conforme critério estabelecido no Anexo B.1. como a PCF da escada e a PCF da antecâmara não ventilada a ela associada. levando-se em consideração a condição padrão do ar.4 Vazamentos em dutos e vazamentos nãoidentificados . Nota: A vazão total de escape pelas frestas pode ser calculada pelas equações abaixo: Equação 2: QFT = QF + 15% (vazamentos em dutos metálicos) + 25% (vazamentos não identificados). pode ser obtido combinando-se sucessivamente grupos simples de escape isolados (PCF da escada e da antecâmara pressurizada do mesmo pavimento). A pressurização projetada não pode ser mantida. A vazão de ar determinada pela Equação 1 deve ser avaliada para que seja obtida uma condição satisfatória para minimizar a infiltração de fumaça no interior da escada nesta situação. momentaneamente. De maneira geral.5 Portas corta-fogo abertas e outras aberturas a) para ser eficaz. c) quando de uma abertura permanente (uma janela dentro da caixa de escada. desta IT.6. onde: QFT = vazão total das frestas com todas as portas fechadas (m³/s). com as portas do ambiente conforme Figura 1 acima.1.A espaço pressurizado A 4 1 A 2 A 3 Figura 1 .1.3 Área de escape a partir de uma escada pressurizada. b) os critérios para verificação da velocidade do ar a que se referem os itens seguintes são os estipulados no item 5. a escada de emergência deve ter seus acessos protegidos por PCF. considerando todas as portas da caixa de escada fechadas: a) de 15% para vazamentos em dutos metálicos ou 25% para dutos construídos em alvenaria ou mistos. então: No desenvolvimento do cálculo. através desta abertura.Trajetórias de escape do ar em paralelo b) no caso de trajetórias de escape do ar em paralelo. o escape de ar a partir de uma escada ocorre: a) por meio das frestas em torno das PCF (quando essas estiverem fechadas).6. uma perda de pressão no interior da escada. QF = vazamento através das frestas.

deve ser de 04 (quatro) para edificações com até 60 (sessenta) metros de altura. nos sentidos ascendente e descendente (pavimentos superiores e inferiores ao nível da descarga) dentro do critério de altura da Tabela do Anexo B. a partir do pavimento. deve ser exigida. conforme especificado abaixo. cada PCF dupla deve ser computada como uma PCF aberta e não como duas. em todos os níveis de pavimento. através de vasos comunicantes.devem ser consideradas todas as PCF duplas e. 2) PCF duplas. com aberturas permanentes para o exterior da edificação. Esse critério deve ser desconsiderado quando o local de reunião de público estiver no piso de descarga (térreo ou nível com saída direta para o exterior) ou em mezaninos do piso térreo com acessos através de escadas exclusivas. e) a casa de máquinas deve ser independente e isolada em relação aos demais elevadores. QPA = vazamento de ar através das portas consideradas abertas (m³/s). para tanto: 1) avaliar as condições para se manter as antecâmaras pressurizadas até o limite de 60 Pa. em contato com esse ambiente pressurizado deve ser de 4 PCF simples. complementar com PCF simples. 3) PCF duplas e PCF simples. f) alternativamente.6 Elevador de emergência A antecâmara de segurança do elevador de emergência deve ser pressurizada. com paredes de resistência mínima a 2 horas de fogo e acessos protegidos por PCFP90. 5. quando todos os acessos à escada pressurizada ocorrer apenas através de PCF simples. Obs. Nota: A vazão total requerida para o sistema de pressurização de escadas deve ser calculada pela equação abaixo: Equação 3: ● Se QFT > QPA então QT = QFT ● Se QFT < QPA então QT = QPA onde: QT = vazão total requerida do sistema de pressurização.7 Antecâmara de segurança a) para as edificações estabelecidas no Anexo B desta IT. ou seja. nesse caso. funcionará como duto de pressurização. embora devem ser somados o vão de luz real de cada PCF dupla e simples consideradas.7 e da Tabela do Anexo B desta IT. desses.: Em todos os casos levar em consideração a condição padrão do ar.1.1.6. quando a quantidade de PCF duplas instaladas for igual ou superior à quantidade de PCF abertas .critério esse estipulado no Anexo B desta IT para efeito de dimensionamento de vazão por meio de PCF abertas. refeitórios. a antecâmara. o número de PCF duplas ou simples calculadas (respeitando-se suas áreas). controlados por venezianas reguláveis e independentes em cada nível de pavimento.1. impedindo que a pressão interna se eleve acima dos 60 Pa. Nesses casos.critério esse estipulado no Anexo B desta IT para efeito de dimensionamento de vazão por meio de PCF abertas . QFT = vazão total das frestas com todas as portas fechadas (m³/s). na quantidade devida. 5.6.reunião de público com capacidade para 50 ou mais pessoas (tais como auditórios. deve ser pressurizada pelo mesmo sistema da escada. g) devem ser considerados os vãos e frestas reais de todas as PCF da caixa da escada pressurizada. Obs. de modo a permitir o escape de ar insuflado para as antecâmaras do elevador. além da pressurização da escada de segurança. pode ser adotada a pressurização das antecâmaras do elevador de emergência a partir do poço do elevador que. conforme os critérios do item 5.2.6. neste caso.. Essa antecâmara deve possuir as seguintes características: 1) ser interposta entre a escada pressurizada e as áreas comuns ou privativas da edificação. quando não pressurizada por duto exclusivo. salas de exposição e assemelhados). e apresentar as seguintes características: a) no topo da caixa de alvenaria do elevador deve ser prevista abertura permanente ou damper de alívio. h) em edificações existentes é comum o uso da pressurização de um amplo hall e o uso da PCF no acesso às unidades residenciais ou unidades de escritório etc. . a fim de impedir que a pressão no interior dessas antecâmaras dificulte a abertura das PCF de acesso.1. proveniente das frestas das portas do poço instaladas em cada pavimento. de forma a manter um gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança – neste caso considerar o escape de ar através dessas janelas no cálculo do suprimento total de ar necessário para o sistema de pressurização da escada (adotar as frestas e vão reais efetivos). como estabelecido na Figura 1 do item 5. 2) precaver-se de que haja um fluxo de ar contínuo entre esse espaço pressurizado com os ambientes contíguos e.: O número máximo de PCF por pavimento. no acesso à antecâmara de segurança. d) ser protegida por PCF-P90.6. na quantidade estipulada no Anexo B desta IT: 1) PCF simples. quando a quantidade de PCF duplas for inferior à quantidade de PCF consideradas abertas . Características diferentes devem ser avaliadas pelo Corpo Técnico do CBMMG. considerando-se a partir do piso de descarga. a existência de uma antecâmara de segurança. considerando-se as resistências das frestas no entorno das portas dos elevadores e PCF de acesso em cada pavimento. sendo que acima desse valor é exigido o cálculo de 5 PCF abertas. b) as frestas das portas do elevador e das PCF de acesso às antecâmaras devem ser suficientes para promover o escape de ar. c) quando contígua com a escada pressurizada.

e) para atender a todas as hipóteses de escapes de ar e de vazamentos não-identificados. ou dispositivos complementares. i) visando a selagem. grupo moto-ventilador. na face externa à escada. 5.publicação 20190 .6. garantindo o seu funcionamento com relação às condições descritas nesta IT. d) pisos escorregadios nas proximidades das PCF de acesso aos espaços pressurizados devem ser evitados. bem como o acesso ao Corpo de Bombeiros. localizadas em níveis inferiores ao piso de descarga. deve ser considerado o controle da porosidade das paredes que envolvem as escadas. b) escadas conjugadas em um mesmo volume ou com aberturas entre si. e serem instaladas de forma a atender às premissas básicas do processo de pressurização de escadas. devem ser instalados sistemas independentes de pressurização para cada escada.8 Estimativa da velocidade de saída do ar através da PCF aberta a) na prática. sistema de controle de fumaça. a velocidade de saída do ar deve ser obtida dividindo-se a vazão de ar de suprimento (Equação 1) pela área de abertura total. a vazão de ar deve ser aumentada até que seja alcançado o valor requerido.2. c) todos os componentes do sistema de pressurização (dutos. nas casas de máquinas). grupo moto-gerador automatizado) devem ser protegidos contra o fogo por no mínimo 2 (duas) horas (exceção feita às portas corta-fogo que devem ser do tipo P-90. Obs. dispositivos de fechamento devem ser dimensionados de forma a vencer esta força. g) quando a pressurização da escada dificulta o fechamento das PCF (como exemplo. como por exemplo.Saídas de Emergência em Edificações.6. devem possuir as mesmas características mencionadas acima. devido ao excesso de ar que pode ser necessário. 4) a antecâmara de segurança deve possuir dimensões mínimas de acordo com a IT 08 . tanto no acesso à antecâmara de segurança quanto no acesso à escada pressurizada. 5. PCF posicionada no pavimento de descarga). devem dar as garantias do projetado na pressurização. em termos de vazão. segundo critérios da IT 15 – Sinalização de Emergência.9 Efeito do sistema Com a finalidade de eliminar o risco de redução de desempenho do ventilador. junto a esta PCF. a fim de garantir o abandono dos ocupantes da edificação. caso haja impossibilidade técnica de adaptação. Tais dispositivos devem ser capazes de mantê-las fechadas contra a pressão do sistema de pressurização.2 Edifícios com múltiplas escadas a) em edifícios com múltiplas escadas pressurizadas. invariavelmente a escada pressurizada deve ser provida de dispositivos que impeçam que a pressão no seu interior eleve-se acima de 60 Pa. haja vista reduzir o nível de confiabilidade necessária para edificações com elevada .1. e) portas corta-fogo devem estar de acordo com a NBR 11742 da ABNT. k) caso exista algum compartimento ou equipamento que. a pressurização perde sua função e deve ser reavaliada. as antecâmaras de segurança das escadas pressurizadas e dos elevadores de emergência.2. j) deve ser previsto sistema de detecção de fumaça e iluminação de emergência nos seguintes locais: casa de máquinas de pressurização. no ambiente onde se localizar os acionadores manuais alternativos dos moto-ventiladores. como forma de não prejudicar o estabelecido no item 5.1 Aspectos gerais a) sistema de pressurização de escada de segurança para edificação com altura superior a 90 metros deve ser objeto de análise do Corpo Técnico do CBMMG. contidos nesta IT. em qualquer outro local que possua contato direto com a escada pressurizada.1. h) deve ser prevista sinalização orientativa nas PCF. construídos em alvenaria. possa gerar dúvida quanto à sua real interferência no sistema de pressurização. f) atenção especial deve ser dada às edificações que possuam acesso de pessoas portadoras de deficiência física. bem como dos dutos de sucção e pressurização. o processo deve ser submetido à análise do Corpo Técnico do CBMMG.6.1. atendendo-se aos procedimentos contidos nas Normas ASNI / ASHRAE 51 ou a AMCA-210 e o Manual da AMCA "Fans and Systems" . sala do grupo moto-gerador automatizado. b) a edificação deve ser planejada de forma a atender aos requisitos do sistema de pressurização. 5. garantindo-se dessa forma o gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança. 5) a pressurização da escada e da antecâmara de segurança pode ser realizada utilizando-se de somente um conjunto moto-ventilador. com os seguintes dizeres: “ESCADA PRESSURIZADA”. Caso contrário. funcionando como vasos comunicantes entre si. não devem ser aceitas. b) a área de abertura total deve ser calculada somando-se as áreas das PCF consideradas abertas (ver Anexo B desta IT) e as frestas das demais PCF previstas na escada.6 desta IT. Tais dispositivos não podem alterar as características de resistência ao fogo das PCF. 5. b) as edificações existentes estão isentas do cumprimento do estabelecido neste item.2 A edificação 5. d) sobre o valor de vazão de ar obtido conforme alínea a ou alinea c devem ser aplicados os fatores de vazamentos em dutos e de vazamentos não-identificados.: Quando exigido (ver Anexo B). direta ou indiretamente. é recomendado que o "efeito do sistema" seja levado em consideração. c) quando a velocidade obtida no cálculo especificado na alínea a for inferior ao parâmetro mínimo estabelecido.2) ser protegida por PCF-P60."O fator do efeito do sistema" (System Effect Factor) e suas tabelas. 3) deve haver um diferencial de pressão entre a antecâmara de segurança e o interior da escada pressurizada.

As PCF de acesso a esse compartimento devem ser do tipo PCF/P-90.0 m. que garantam o bloqueio da passagem de fumaça em caso de incêndio. h) caso o afastamento de 2. no mínimo.4 alínea f. medida no plano horizontal.0 metros entre as tubulações que conduzem gás GLP. a fim de diminuir o risco das rotas de fuga serem atingidas pela fumaça oriunda do incêndio. componentes elétricos e de controle.4 Estruturas de proteção e garantias de funcionamento do sistema de pressurização a) a edificação deve proporcionar a proteção adequada contra incêndio para todos os componentes que garantam o funcionamento do sistema de pressurização. não devem passar por ambientes que possam prejudicar (com danos mecânicos. com relação ao estabelecido na IT 08 . com diâmetro nominal mínimo 1. que garanta a diminuição de risco de captação da fumaça de um incêndio pelo . e) cabos elétricos e dutos de sucção e/ou pressurização devem estar devidamente protegidos contra a ação do fogo em caso de incêndio. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta IT.5 vezes maior que a tubulação a ser envolvida. necessários ao sistema de pressurização. Caso isso não seja atendido. entre a entrada e saída do tubo-luva de proteção e os dutos de sucção e/ou pressurização.0 metros desses riscos. i) o grupo moto-ventilador. Portanto. O acesso à "antecâmara de segurança" deve ser protegido por uma PCF/P-90.Saídas de Emergência em edificações. no seu caminhamento. j) caso o compartimento casa de máquinas do grupo moto-ventilador esteja posicionado em pavimento subsolo.2. medido no plano horizontal. O afastamento. sendo que tais casos devem ser analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG. de ferro galvanizado ou aço carbono. de acordo com NBR 9441 da ABNT. d) o sistema de alarme e detecção de incêndio também deve ser o responsável pelo comando das alterações necessárias no sistema de ventilação e ar condicionado. não podem servir funcionalmente a outros tipo de instalações. seus acessórios. para que não seja exigido o revestimento contra incêndio. e) detector de fumaça dentro dos dutos de retorno do ar condicionado deve ser utilizado como sistema auxiliar de acionamento do sistema de pressurização. estar posicionados o mais próximo possível ao teto (laje) dos ambientes. devem ser alojados em compartimentos resistentes ao fogo por. Também deve ser previsto sistema de detecção no acesso a esse conjunto compartimento casa de máquinas. escadas simples ou enclausuradas atendendo aos mesmos espaços. b) os dutos de sucção e/ou pressurização. c) em um mesmo edifício não devem existir escadas de segurança pressurizadas. deve ser de no mínimo 1. seus ancoramentos ou seus revestimentos contra incêndio. todo o sistema de circulação de ar existente na edificação deve ser projetado para imediata interrupção do seu funcionamento. bem como. químicos ou do próprio incêndio) a eficiência do sistema de pressurização. devidamente identificada na cor vermelha e suportado de forma independente. que deve dar início a todas estas alterações na operação desses sistemas.2. devem ser analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG. deve ser prevista distância mínima. devem estar afastados de sistemas de vasos sob pressão. devem. O sinal. alíneas f. gases naturais.4. devendo o mesmo ser adequadamente instalado e ter sua eficiência comprovada por meio de ensaio. g e h desta IT. de forma a evitar a captação de fumaça que porventura passe pelas frestas desta PCF.concentração de pessoas ou elevado nível de altura. de 2. d) os ancoramentos dos dutos e outros acessórios. de nafta ou similares. esses dispositivos devem ser utilizados quando existir o risco desses dutos e/ou sistemas contribuírem para o alastramento do incêndio. c) sistemas de exaustão podem ser mantidos ligados desde que promovam um fluxo favorável ao sentido do escape de ar do sistema de pressurização de escada.3 Relação entre a Pressurização e o Sistema de Ar Condicionado a) a circulação de ar promovida pelo sistema de condicionamento de ar ou de exaustão mecânica deve ser projetada de modo a manter a trajetória do fluxo de ar no sentido contrário ao estabelecido para o abandono da população da edificação. f) os dutos de sucção e/ou pressurização. 5. desde que se atendam os requisitos do item 5. deve vir da mesma fonte que aciona a pressurização na situação de emergência. em que não consiga os afastamentos estabelecidos no Anexo D (todos desta IT). Esta solução pode ser substituída por outra. inviabilizando a redundância das saídas de emergência e comprometendo o funcionamento do sistema de pressurização da escada.2. o acesso à casa de máquinas do grupo moto-ventilador ser protegido por uma porta estanque. ou não atenderem os critérios de compartimentação horizontal e/ou vertical. de preferência. além da proteção que garanta resistência ao fogo por 2 (duas) horas nos dutos de sucção e/ou pressurização.2. garantindo o acionamento e o funcionamento do sistema de pressurização para no mínimo 2 (duas) horas. g) para os riscos citados no item 5. devem ser previstos dispositivos de fechamento automático. duas horas. c) os dutos de sucção e/ou pressurização. e os dutos de sucção e/ou pressurização não seja cumprido. Casos específicos em que se comprove a não interferência da escada pressurizada sobre as demais. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta IT. em seu caminhamento interno ou externamente à edificação. de nafta ou similares e depósitos ou tanques de combustível. baterias de GLP ou sistemas alimentados por gás natural. deve ser previsto uma "antecâmara de segurança" entre esse compartimento e o pavimento. essas tubulações de gás devem ser envolvidas por tubo-luva de proteção. Essa "antecâmara de segurança" pode possuir dimensões reduzidas. sendo que quaisquer outras instalações devem estar posicionadas logo abaixo. 5. ou outro pavimento que possa causar risco de captação da fumaça de um incêndio. b) na situação de emergência (entrada em funcionamento do sistema de pressurização).

deve ser providenciada proteção contra eventuais acidentes pessoais. alínea b desta IT. devidamente comprovada a inviabilidade. devendo ser analisada pelo Corpo Técnico do CBMMG. e possuir filtro de partículas classe G-1. alínea b desta IT. de acordo com os critérios estabelecidos no Anexo B desta IT. nos compartimentos casa de máquinas do grupo motoventilador e do grupo moto-gerador automatizado. 5. e afastada da tomada de ar 5.compartimento casa de máquinas do grupo motoventilador. o grupo moto-gerador e seus acessórios devem estar posicionados no pavimento térreo ou próximo deste. . Os dutos de tomada de ar frio devem. conforme NBR 6401. 3) não é permitido conjugar a captação de ar do sistema de pressurização com a saída da extração de fumaça dos subsolos. requisitos mínimos devem ser providenciados de modo a diminuir o risco de captação da fumaça que sobe pelas fachadas do edifício. quanto ao isolamento térmico e/ou de resistência ao fogo. l) o grupo moto-gerador automatizado e seus acessórios.2.3. integridade e estanqueidade. m) o circuito formado pela tomada de ar frio e saída do ar aquecido (do compartimento casa de máquinas do grupo moto-gerador). de acordo com os critérios do Anexo B desta IT. Medidas para minimizar a influência da ação dos ventos sobre o sistema de pressurização. em edificações existentes. por intempéries ou mesmo quando da manutenção geral da edificação. a saber: 1) construção de uma parede alta. posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação.3. bem como o escape dos gases da combustão. deve ser garantida que a tomada de ar frio seja realizada próximo ao pavimento térreo. k) quando o sistema de interligação do grupo motoventilador for realizado por correias. devem ser adequadamente projetados como forma de garantir a alimentação elétrica dos sistemas de segurança e sistema de pressurização das edificações. para o perfeito funcionamento do grupo moto-gerador automatizado e seus acessórios. podem ser utilizados 02 (dois) grupos moto-ventiladores. o mesmo nível de proteção estabelecido no item 5.4.3. e) caso seja aceita a tomada de ar ao nível da cobertura da edificação. c) nos edifícios residenciais e escritórios com até 60 metros de altura e nos edifícios escolares com até 30 (trinta) metros de altura. a tomada de ar deve ser realizada através de duto de captação de um local sem risco de fumaça de incêndio até o compartimento que abriga o conjunto moto-ventilador. medida no plano horizontal. que pode ser substituído pela ligação independente do grupo motoventilador.2 Tomada de ar a) é essencial que o suprimento de ar usado para pressurização nunca esteja em risco de contaminação pela fumaça proveniente de um incêndio no edifício. através de dutos. 2) caso necessário. se passarem por áreas de risco. para o sistema de pressurização. no mínimo. alínea i desta IT. da entrada do sistema (tomada de ar) até a saída (por meio das PCF e/ou periferia do edifício) também devem ser adotadas. com as mesmas características. pode ser permitida quando não houver condições técnicas de se cumprir o estabelecido no item 5. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida. devem atender as seguintes características: 1) localizarem-se no pavimento térreo ou próximo deste. Cuidados especiais. possuir proteção que garanta resistência ao fogo por no mínimo 2 (duas) horas.1 Ventilador a) o conjunto moto-ventilador deve atender a todos os requisitos desta IT. no mínimo. Caso não exista condição técnica para o cumprimento dessa exigência.2. tendo em vista a vibração originária do funcionamento do grupo moto-gerador. sendo do tipo metálico lavável.3. tal parede deve ser 1. devem ter em seu compartimento. n) cuidados especiais devem ser tomados para evitar a entrada de água ou produtos agressivos. para atuarem especificamente na situação de emergência. b) a tomada de ar e instalação do grupo moto-ventilador e seus acessórios. pode ser permitida sua instalação no pavimento cobertura. d) a tomada de ar em nível da cobertura. devem ser tomados para os dutos de saída do ar aquecido e dutos de escape de gases da combustão. 4) o compartimento que abriga o conjunto motoventilador deve permitir facilidades de acesso para manutenção. é permitido o uso de somente um ventilador com um motor.0 m. quanto à instalação do conjunto motoventilador. Obs: Ver Anexo C desta IT. sendo que cada grupo deve. p) nas edificações existentes não é obrigatório o uso do grupo moto-gerador automatizado. por meio de grade ou outro dispositivo que possua mesma finalidade e eficiência. mesmo quando estiver posicionado em nível subterrâneo.2. c) em edificações existentes e quando não houver condições técnicas de se cumprir o estabelecido no item 5. sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio.3 A Instalação e equipamentos 5. quando exigidos. o) o grupo moto-ventilador deve estar posicionado em compartimento diferente do que abriga o grupo motogerador automatizado. Tais compartimentos devem ser projetados com vistas a garantir a manutenção de sua estabilidade. 5. Preferencialmente. b) em todos os edifícios devem ser previstos sistemas moto-ventiladores em duplicata. para atuarem especificamente no estágio de emergência e em conjunto.0 m mais alta que o nível da tomada de ar. para proporcionar a pressurização requerida. De forma substitutiva.

com costuras longitudinais lacradas à máquina.5 m2 e triangulares. b) os dutos devem. possua revestimento com argamassa. que garanta resistência ao fogo por 2 (duas) horas.4 Grelhas de insuflamento de ar a) para a pressurização de uma escada. de um andar a outro. que deve ser objeto de análise específica de cada caso. na dependência da geometria da escada. sendo que. desde que sejam somente para a distribuição do ar de pressurização. que ficarem posicionados de forma aparente. 4) incombustibilidade do revestimento. devem ser previstas várias grelhas de insuflamento.3. sem o cimento. o ponto de descarga de qualquer duto vertical que possa eventualmente descarregar fumaça de um incêndio. através de duto.T (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) foi realizado na situação de uma parede não estrutural na condição mais desfavorável. utilizando a norma brasileira. f) da mesma forma. o traço em volume da argamassa de assentamento. ou seja. a tabela do Anexo F desta IT pode ser utilizada como referência.0 m. Obs. c) cuidados especiais devem ser tomados na ancoragem dos dutos do sistema de pressurização. para edificações existentes. Neste caso o processo deve ser analisado pelo Corpo Técnico do CBMMG.0 m acima da tomada de ar. onde é apresentado “Traço em volume de argamassa de assentamento”. 5. o valor mínimo para o cimento. tanto na tomada de ar quanto na sua distribuição.3. a disposição preferida para um sistema de distribuição de ar para pressurização consiste em um duto vertical que corre adjacente aos espaços pressurizados. desta IT. 5. devem. medido no plano horizontal. localizadas a intervalos regulares por toda a altura da escada. que evitaria o cumprimento normal de suas funções. e) recomenda-se que o nível de ruído transmitido pelo sistema de pressurização no interior da escada não deve ultrapassar a 85 dB. não é estabelecido o valor para cimento pois.P. acima da temperatura ambiente. no mínimo.0 m. alínea b.2) construção de uma parede alta. Deve-se verificar os efeitos da "resistência fluido-dinâmica" associada ao escoamento vertical do ar pela escada. que se manifesta em série. Obs. d) dutos de alvenaria podem ser utilizados. mesmo que esses dutos estejam posicionados em pavimentos subsolos ou na face externa do edifício.2. principalmente às condições de um incêndio. O método de teste deve ser o recomendado pela SMACNA. e na sua ausência a norma ISO 6944 .: Os critérios acima devem ser definidos em testes normalizados de resistência ao fogo de dutos de ventilação. ser evitados. e posicionadas de modo a haver uma distância máxima de dois pavimentos entre grelhas adjacentes. posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação. por meio da literatura “HVAC Air Duct Leakage Test Manual”. Esse duto deve atender aos requisitos estabelecidos no item 5. de preferência. 2.4.Fire Resistance Tests Ventilation Ducts ou similar. na condição desocupada. e que a sua superfície interna. deve também estar afastado 2. da tomada de ar do sistema de pressurização. em relação ao nível da tomada de ar. Obs. Obs: Ver Anexo C desta IT. para evitar que a elevação da temperatura na superfície interna do duto não alcance 140 ºC (temperatura média) e 180 ºC (temperatura máxima pontual). além de atender as condições de exigência relativas aos dutos metálicos. j) caso se adote parede sem função estrutural para proteger dutos metálicos verticalizados. com objetivo de se obter uma superfície lisa e estanque.3 Sistema de distribuição de ar a) nos edifícios com vários pavimentos. havendo impossibilidade técnica justificada de execução desse duto. portanto. deve ser de 1 (um). quando for necessário o uso de revestimento resistente ao fogo para sua proteção. i) os revestimentos resistentes ao fogo aplicados diretamente sobre os dutos metálicos de ventilação. com material de vedação adequado. Os aspectos construtivos devem obedecer às recomendações da SMACNA. fumaça e gases quentes. quando não se conseguir o afastamento de 5. mesmo . à medida do possível. com áreas internas inferiores a 0. de modo que o seu acionamento não prejudique o suprimento de ar. devem possuir tratamento de revestimento contra o fogo. medidos no plano horizontal. medida no plano vertical. pode ser aceita a distribuição de ar através de duto plenum. Os pontos de saída devem ser balanceados para permitir a saída de quantidades iguais de ar em cada grelha. deve ser submetida à avaliação do Corpo Técnico do CBMMG. h) os dutos metálicos. b) os dispositivos de ajuste e balanceamento das grelhas de insuflamento não podem permitir alterações. O problema fica. devendo obrigatoriamente haver uma grelha no piso de descarga (pavimento térreo) e uma no último pavimento. Dutos para pressurização. tendo em vista o aumento de peso causado por esses revestimentos. 3) isolamento térmico. ser construídos em metal laminado.Metal and Flexible” e “HVAC System Duct Design”. Exceção se faz quando do caminhamento do duto externo à edificação com os afastamentos citados no Anexo D desta IT. e preferencialmente o seu ponto de descarga deve ficar posicionado o mais próximo possível. quando submetidos às condições de trabalho esperadas. ou revestida com chapas metálicas ou outro material incombustível. 2) estabilidade ao colapso do duto. A utilização de dutos confeccionados em outros materiais.: Ver Anexo C desta IT. Porém. atendendo aos seguintes critérios abaixo: 1) integridade a passagem de chamas. preferencialmente. o ensaio no I. g) registros corta-fogo não devem ser usados na rede de dutos de tomada ou distribuição do ar de pressurização. através das literaturas “HVAC Duct Construction . um teste de vazamento nos dutos pode ser aplicado de forma a se verificar a exatidão dos parâmetros adotados. devem demonstrar resistência ao fogo por um período mínimo de 2 (duas) horas.: Na segunda coluna da tabela do Anexo F desta IT. f) caso necessário.

3.4 e Anexo B. aparentes ou embutidas em forros sem resistência contra incêndio. e) os circuitos elétricos do sistema de pressurização.: Todos os ambientes que possuem acesso direto à escada pressurizada devem estar protegidos pelo sistema de detecção de fumaça. e) orienta-se que.2. como forma de diminuir o chamado "efeito do sistema". um dispositivo de controle automático de pressão diferencial. um funcionando como reserva do outro. ao registro de sobre-pressão. a não ser por pessoal técnico capacitado. 5. deve ser o de detecção automática. de início de funcionamento do grupo moto-ventilador. como forma principal de acionamento do sistema de pressurização. por meio das PCF consideradas abertas. b) esse registro é colocado entre um espaço pressurizado e um espaço interno ou externo. de forma a identificar a parada de um grupo moto-ventilador e possibilitar o imediato acionamento do outro. sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de prevenção ou combate a incêndios. c) alternativamente. com autonomia de funcionamento de acordo com os critérios do Anexo B desta IT e acionado automaticamente quando houver interrupção no fornecimento de energia normal para o sistema de pressurização.:1) A existência de sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de combate a incêndios não isenta a necessidade de instalação de sistema de detecção e alarme. desta IT. c) a instalação do detector de fumaça dentro do espaço pressurizado não é aceitável. b) os demais sistemas de emergência (tais como iluminação de emergência. no hall interno de acesso à escada pressurizada e nos seus corredores principais de acesso. deve se dar a partir de um sistema automático de detecção de fumaça. O edifício deve possuir um sistema de fornecimento de energia de emergência por meio de um grupo motogerador automatizado. 5. esse detector deve ser posicionado no lado de menor pressão de todas as PCF de comunicação entre a escada pressurizada e o espaço adjacente. Se os circuitos elétricos do sistema de pressurização passarem por áreas de risco. registros corta-fogo. para se manter um diferencial de pressão adequado. e IT 14 . considerando-se a influência da ação dos ventos. pontual ou linear. de acordo com as Normas Técnicas Oficiais.que acidentais. todas as indicações da central de . c) o comando elétrico. ou damper motorizado acionado por sensor diferencial de pressão. Em todos os edifícios deve haver tal sistema. Esse registro deve ser posicionado fora das áreas de risco e afastados de acordo com o Anexo E desta IT. bombas de pressurização hidráulicas de incêndio.7 Sistema de acionamento e alarme a) o sistema principal para acionamento do sistema de pressurização. elevadores de segurança etc. a fim de impedir que a pressão se eleve acima de 60 Pa. quando todas as PCF estiverem fechadas. na situação de emergência. com pelo menos dois pontos de detecção por pavimento. quando todas as PCF estiverem fechadas. cuja instalação é exigida nos locais citados no item 5. sob comando de um controlador de pressão com sensor instalado no interior da escada pressurizada. g) o painel da central de comando de alarme/detecção deve sinalizar o setor atingido. deve ser previsto registro de sobre-pressão. sem necessariamente operar o sistema de pressurização de escadas. d) para sistemas de pressurização que se utilizam 02 (dois) conjuntos moto-ventiladores.3. desde que se dê garantia de funcionamento.) podem ser alimentados pelo mesmo grupo moto-gerador automatizado. como redundância para melhor confiabilidade do sistema. não sendo permitido que um laço de alarme/detecção supervisione mais de um pavimento. devem ser protegidos contra a ação do calor do incêndio.3. e a velocidade mínima necessária referida à condição padrão do ar. f) a instalação dos detectores automáticos ou acionadores manuais de alarme devem seguir as orientações do Corpo de Bombeiros e subsidiariamente o que preceitua a IT 14 . Obs. e) procedimentos devem ser adotados no sentido de se testar o sistema de alarme de incêndio. suas lâminas sejam posicionadas de forma perpendicular ao eixo do ventilador. para a plena utilização do sistema de detecção e alarme. podem ser adotados sistemas que modulem a capacidade dos ventiladores de pressurização. de modo a garantir o funcionamento e permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. pelo tempo de utilização do grupo moto-gerador automatizado. deve ser instalado no sistema de dutos. d) as instalações elétricas devem estar de acordo com a NBR 5410 da ABNT. quando se utilizar registros (dampers) nas descargas dos ventiladores. d) o uso do sistema de detecção não isenta o uso do sistema de alarme manual. no mínimo. 5. devem ser acondicionados de forma a garantir a operação do sistema conforme tempo preconizado nesta IT. após montagens e testes. na situação de emergência. Obs.6 Sistemas de controle a) considerando-se a diversidade de condições a que o sistema é submetido. b) nos edifícios em que os detectores de fumaça foram instalados apenas para acionar a situação de emergência do sistema de pressurização.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. 2) o treinamento da brigada de combate a incêndios e a elaboração de plano de abandono e emergências. devem ser elaborados e constantemente avaliados.5 Sistema elétrico a) deve ser assegurado o fornecimento de energia elétrica para o sistema de pressurização e de segurança existente na edificação durante o incêndio.

somente pode ser realizada de modo manual no painel de comando do grupo moto-ventilador. Não pode existir. o sinal que opera tais dispositivos deve ser o mesmo que aciona o grupo moto-ventilador no estágio de emergência. de forma complementar. c) todo equipamento acionado automaticamente para proporcionar o escape do ar de pressurização. de preferência. caso exista. ou seja. Deve-se apresentar o laudo de teste do sistema de detecção. deve inibir o acionamento do sistema de pressurização. deve sempre ser instalado em cada local abaixo descrito: 1) na sala de controle central de serviços do edifício. que se utilizam dos destravadores eletromagnéticos. se este for distante da sala de controle central.T. p) o tempo máximo de fechamento das PCF de acesso à escada pressurizada.R. cujo retardo pode causar a contaminação da escada pela fumaça oriunda do incêndio. utilizando-se de aberturas em pelo menos 02 (duas) de suas faces.Compartimentação horizontal e compartimentação vertical. também. dessa forma. bem como o devido recolhimento da A. quando o sistema for de dois estágios. desde que não comprometa a compartimentação vertical exigida para a edificação – as aberturas devem ser protegidas nos moldes do especificado na IT 07 Compartimentação horizontal e compartimentação vertical. 5. 2) no compartimento do grupo moto-ventilador e seus acessórios.alarme/detecção devem ser informadas na língua portuguesa. do sistema de pressurização. que permanecem normalmente fechadas. na condição normal de uso da edificação. j) o detector de fumaça instalado na sala dos motoventiladores deve possuir laço exclusivo e independente (ou similar) dos demais e funcionar de forma diferenciada. n) o sistema de detecção deve ser submetido aos testes de acordo com a IT 14 . realizar o desligamento do sistema de pressurização. desde que possua fácil comunicação com todo o edifício. ou manualmente na própria PCF. e funcionem no caso de ativação do sistema de pressurização. um mínimo de vazão correspondente a 15% da vazão volumétrica média que escapa de 1 (uma) PCF aberta (com velocidade de 1. r) um acionador remoto manual. baseado na operação automática dos dispositivos instalados para esta finalidade. sendo que o seu circuito deve ser ligado à central de comando do sistema de detecção e alarme. também com as interferências da pressurização. q) os acionadores manuais de alarme.3. sendo que não é permitido. . s) a parada do sistema de pressurização. de acordo com os critérios estabelecidos na IT 14 Sistemas de detecção e alarme de incêndio. devem sempre permitir o acionamento do sistema de pressurização em situação de emergência. Sensores independentes. no total. i) o sistema de pressurização deve ser acionado imediatamente quando a central de alarme e detecção de incêndio receber sinal de ativação do detector de fumaça/calor e/ou acionador manual de alarme de incêndio instalados na edificação. O monitoramento através do sistema de detecção de fumaça desse compartimento deve ser realizado através de um laço exclusivo e independente (ou similar) em relação aos demais detectores de fumaça e acionadores manuais de alarme da edificação. ao ser acionado. por meio da central de alarme. Dessa forma devem ser adotados mecanismos adequados que impeçam que o falso alarme desative o funcionamento do conjunto motoventilador. 4) método do escape de ar através de extração mecânica. do edifício. h) qualquer sinal de alarme ou defeito deve ser interpretado pela central de alarme/detecção como alarme e deve acionar o sistema de pressurização. deve ser de 30 segundos. e nunca substitutiva. 2) método do escape de ar através de aberturas especiais no perímetro do edifício. m) a lógica do sistema deve contemplar a necessidade de se evitar que o sistema de pressurização da escada entre em funcionamento automaticamente em caso da existência real de fumaça no interior do compartimento que abriga o conjunto moto-ventilador. O sistema deve permitir ainda o destravamento manual por meio da central de comando do sistema de alarme. l) Somente é aceito. respeitadas as considerações dos itens seguintes. para garantia do sistema de pressurização. (Anotação de Responsabilidade Técnica). que acionem apenas os dispositivos de escape. do tipo “liga”. o sistema de alarme e detecção de incêndio deve ativar o sistema de pressurização antes mesmo do reconhecimento do sinal de alarme pela pessoa responsável pela vigilância. Para tanto. deve ser incluído nos procedimentos de manutenção. Esse sistema tem a função de destravar a PCF automaticamente na falta de energia elétrica ou quando acionado o sistema de pressurização de escadas. O funcionamento de moto-ventiladores não pode depender da ativação dos dispositivos sonoros (sirenes). b) nos edifícios onde haja necessidade de sistema de escape do ar de pressurização. o) é permitido o uso de destravadores eletromagnéticos para PCF de acesso à escada pressurizada.8 Sistema de escape do ar utilizado para pressurização a) no dimensionamento do sistema de pressurização devem ser previstas áreas de escape de ar para o exterior da edificação. proveniente de um incêndio em suas adjacências. comprovando que foram realizados os testes de acordo com a referida norma. Tais aberturas em cada pavimento devem proporcionar. não são permitidos.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. 3) na portaria ou guarita de entrada do edifício. sistemas com acionadores manuais que sejam supervisionados pela central de alarme e detecção.0 m/s). quando da solicitação da vistoria junto ao Corpo de Bombeiros. em situação de emergência. qualquer tipo de dispositivo capaz de impedir a entrada em funcionamento do sistema de pressurização ou qualquer outro sistema de segurança contra incêndio. seguindo critérios adotados na IT 07 . o projetista pode adotar uma das alternativas abaixo: 1) método do escape de ar por janelas. 3) método do escape de ar através de dutos verticais.

separam o espaço pressurizado dos recintos ocupados do edifício. entre os valores medidos e os níveis de pressurização especificados. 2) áreas de vazamento para fora do espaço pressurizado excessivas. ou por baixo dela. b) todos os sistemas de emergência devem ser colocados em operação semanalmente. É importante que o tubo que passa através da fresta da PCF. revelar trajetórias indesejáveis de fluxo da fumaça provocadas por defeitos na construção. Pequenas sondas são colocadas de cada lado da PCF. e/ou seu representante legal. A posição da sonda de medição deve ser escolhida de acordo com esses critérios. As medições efetuadas em campo devem seguir as recomendações da AMCA 203. entre os espaços pressurizados e os espaços não pressurizados adjacentes. b) deve ser medida a vazão de ar dos ventiladores e a vazão de ar através de todas as grelhas de insuflamento. com cada componente operando satisfatoriamente e sendo controlado pelo sistema de acionamento no seu modo correto de operação em emergência. com manuais em português. e) o sistema de detecção deve ser submetido aos testes. os motivos desta divergência devem ser detectados e corrigidos. c) sistemas que se utilizam de duplicidade de motores. que inclui: o sistema de detectores de fumaça ou qualquer outro tipo de sistema de alarme de incêndio utilizado. efetivamente. Os cuidados com esses equipamentos devem ser incluídos no programa de manutenção anual do edifício. HVAC AIR DUCT LEAKAGE TEST MANUAL ou da Recomendação técnica DW/143 da Heating and Ventilation Contractors' Association (HVAC). 5. c) o teste deve ser feito quando o edifício estiver concluído. e devem ser apresentados quando da solicitação de vistoria. deve ser feita com o auxílio de um manômetro de líquido ajustável. também considerando as interferências da pressurização.3 Correção de divergências no nível de pressurização obtido a) se houver qualquer divergência séria. por exemplo. condições devem ser dadas para o teste individualizado.7 desta IT. síndico.5 Testes de aprovação 5.1 Aspectos gerais a) um teste de fumaça não é satisfatório para se determinar o correto funcionamento de uma instalação de pressurização. a fim de garantir que cada um dos grupos moto-ventiladores de pressurização esteja funcionando.5. e 3) áreas de escape do ar para fora do edifício insuficiente. Este processo introduz a extremidade livre em uma região de ar parado.3. podendo haver a interligação com outros sistemas automáticos de combate. b) o teste de aprovação da pressurização deve consistir de: 1) medição do diferencial de pressão entre a escada e os espaços não pressurizados adjacentes com todas as PCF fechadas. Há três razões principais que explicam a não obtenção do nível de pressurização projetado: 1) vazão de ar insuficiente. de acordo com a IT 14 . quando o sistema for de dois estágios. Para a avaliação do teste de escape podem ser utilizados os procedimentos previstos no MANUAL SMACNA. visto que não se pode garantir que todas as condições climáticas adversas possam estar presentes no momento da execução do teste. d) os diferenciais de pressão devem ser verificados anualmente. atravesse-a e penetre suficientemente no espaço. Sugere-se que esta sonda tenha uma dobra em L (de pelo menos 50mm. dutos (sucção e/ou pressurização) e suas ancoragens e proteções contra incêndio. 2) medição da velocidade do ar que sai de um conjunto representativo (de acordo com estipulado no cálculo) de PCF abertas que.5. sendo que uma das sondas passa através de uma fresta da PCF. . Uma lista de verificações dos procedimentos de manutenção deve ser fornecida aos proprietários do edifício ao final das obras. ou outro instrumento sensível e adequadamente calibrado. d) nos sistemas com dois estágios são exigidas medições apenas com o segundo estágio operando (estágio de emergência). pelos responsáveis da instalação do sistema.3. b) um local conveniente para medir o diferencial de pressão é por meio de uma PCF fechada.2 Medição dos diferenciais de pressão a) a medição dos diferenciais de pressão. quando fechadas. 5. Esses cuidados são de inteira responsabilidade do proprietário da edificação. de comprimento). Entretanto. podendo ser prevista a instalação permanente de equipamentos para esta finalidade. às vezes. 5. com os sistemas de condicionamento de ar e de pressurização balanceados e todo o sistema pronto e funcionando.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. a fim de se detectar os níveis de escape e o suprimento total de ar que chega à escada.4 Integração com outras medidas ativas de proteção contra incêndio O acionamento do sistema de pressurização deve estar em conformidade com o item 5. 5. afastando a superfície da PCF do rebaixo no batente. permitindo de forma secundária. o mecanismo de comutação. este teste pode. para que depois da inserção através da fresta. pela literatura “Field Performance Measurement of Fan System”.5. Estas medições devem ser efetuadas com as PCF da escada fechadas. c) é importante que a inserção da sonda não modifique as características de escape da PCF. os sistemas para o fornecimento de energia em emergência. o acionamento do sistema. para que a extremidade livre fique em uma região de ar parado. o grupo moto-ventilador.9 Procedimentos de manutenção a) todo equipamento de pressurização deve ser submetido a um processo regular de manutenção. As duas sondas a seguir são ligadas ao manômetro por meio de tubos flexíveis. a sonda possa ser girada em ângulo reto em relação à fresta. suas correias de interligação.5. portas cortafogo e o equipamento do sistema de escape do ar acionado automaticamente.

estas devem ser reduzidas.5. o escape de ar a partir dos espaços não pressurizados deve ser examinado para se ter certeza que está em conformidade com o processo e as necessidades desta IT. áreas de vazamentos adicionais não previstas. Se qualquer PCF tiver folgas inaceitavelmente grandes. pode ser aumentada a vazão de entrada de ar até o nível desejado de pressurização a ser atingido. dando-se atenção especial à folga na sua parte inferior. 5. Devem ser localizadas.c) caso a vazão de ar que entra na escada esteja de acordo com a prevista em processo. d) caso a vazão de ar não atinja o nível previsto. Como alternativa. que devem ser vedadas. c) o número de PCF abertas durante a realização das medições deve seguir o estabelecido no Anexo B desta IT. . O nível de pressurização medido não deve ser menor que 90% do valor projetado. devem ser verificadas as frestas em redor das PCF. sendo necessário condições estáveis de vento e com o edifício vazio.4 Medição da velocidade média do ar através de uma PCF aberta a) esta medida deve ser tomada com um anemômetro de fio quente ou outro instrumento com resolução e exatidão adequados e devidamente calibrado. o escape deve ser aumentado para os valores recomendados. b) a velocidade média através da PCF aberta deve ser obtida por meio da média aritmética de pelo menos doze medições em pontos uniformemente distribuídos no vão da PCF. nem exceder a 60 Pa. também. Se for inadequado. mesmo diante de escapes adicionais ou de condições insuficientes.

sendo que 10 Pa equivalem a 1.89 (cada) Área de escape PCF aberta (m²) 1. o processo deve ser submetido à avaliação do Corpo Técnico do CBMMG.28 3.03 0.89 (cada) 2. suas dimensões devem ser verificadas junto aos fabricantes.64 1.045 0.64 3. TABELA 2 – ÁREAS TÍPICAS DE ESCAPE PARA QUATRO TIPOS DE PCF TAMANHO (m) 2.06 TIPO DE PCF PCF simples.10 x 0. batente rebaixado permitindo a SAÍDA do espaço pressurizado PCF dupla com ou sem rebaixo central dando ACESSO PCF dupla com ou sem rebaixo central permitindo SAÍDA Observação: Nos outros tipos de PCF. .10 x 0.10 x 0.89 2. portas de elevadores.ANEXO A TABELA 1 – NÍVEIS DE PRESSURIZAÇÃO VALORES DE DIFERENCIAL DE PRESSÃO SISTEMA DE 1 ESTÁGIO SISTEMA DE 2 ESTÁGIOS 1º ESTÁGIO 50 15 2º ESTÁGIO 50 Observações: 1) Pa = Pascal.0 mmH2O 2) Quando pavimentos subterrâneos necessitem ser pressurizados.89 2. PCF duplas.28 Área de escape PCF fechada (m²) 0.10 x 0. batente rebaixado dando ACESSO ao espaço pressurizado PCF simples.04 0.

7) na antecâmara de segurança do compartimento destinado ao conjunto moto-ventilador. pelo menos. quando o acesso à saída de emergência pressurizada atender diretamente as áreas privativas. III . H Serviço de saúde e institucional I Indústria Acima de 12 metros . II – Todos os pavimentos que dão acesso à saída de emergência pressurizada devem ser supervisionados por. 4) em todos os ambientes com acesso direto à saída de emergência pressurizada. 5) no compartimento destinado ao conjunto moto-ventilador (laço exclusivo e independente ou similar).Toda edificação dotada de sistema de pressurização de escada e/ou elevador de emergência deve possuir sistema de detecção automática de fumaça nos seguintes locais: 1) no hall comum ou privativo de acesso à saída de emergência pressurizada. dois pontos de detecção de fumaça. quando este atender ao sistema de pressurização de escadas. 3) em todos os corredores de circulação privativos. em áreas comuns. utilizados como rota de fuga para acesso à saída de emergência pressurizada.ANEXO B RESUMO DE EXIGÊNCIAS PARA OS DIVERSOS TIPOS DE EDIFICAÇÕES COM SISTEMAS DE PRESSURIZAÇÃO G R U P O OCUPAÇÃO/ USO (4) CRITÉRIO DE ALTURA (7) NÚMERO DE PCF CONSIDERADAS ABERTAS (8) GRUPO MOTO-GERADOR AUTOMATIZADO (Autonomia de 4 h) LOCAIS A SEREM SUPERVISIONADOS PELO SISTEMA DE DETECÇÃO AUTOMÁTICA DE FUMAÇA (1) A Residencial (2) (3) Até 80 metros Acima de 80 metros Até 30 metros Acima de 30 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 21 metros (5) Acima de 21 metros (6) Até 30 metros Acima de 30 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros 1 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 4 2 2 2 2 2 2 NÃO (exceto Convento) SIM SIM SIM SIM SIM NÃO (Apav < 750 m²) SIM NÃO SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM B Serviço de Hospedagem C Comercial D Serviço profissional (2) E Educacional e cultura física (2) Local de Reunião Pública F G Serviço automotivo I . quando este estiver localizado em pavimento subsolo. 2) em todos os corredores de circulação. 6) no compartimento destinado ao grupo moto-gerador.A previsão de detecção automática de fumaça nos locais descritos no item I acima não isenta a edificação da instalação desse mesmo sistema em outros locais que porventura sejam exigidos pelo Regulamento de Segurança Contra Incêndio.

do tipo Convento.7 desta IT. devendo.1. para edificações residenciais com altura igual ou superior a 80 metros e demais ocupações com altura igual ou superior a 60 metros. podem ser utilizados 02 (dois) grupos moto-ventiladores. no mínimo. (3) Em edificações com altura superior a 12 metros. (4) Devem ser pressurizadas as escadas dos subsolos que possuir as seguintes características: a) que tiver uso distinto de estacionamento de veículos sem distinção de altura. (6) Somente é exigido antecâmara de segurança nos acessos à escada pressurizada.6.6. estas devem possuir compartimentação do tipo corta-fogo em relação a esse hall. caso possua loja ou dependências com carga-incêndio. para atuarem especificamente no estágio de emergência e em conjunto”.7 desta IT. alínea c: “Nos edifícios residenciais e escritórios com até 60 metros de altura e nos edifícios escolares com até 30 (trinta) metros de altura.6 e 5. ser descontínua no piso de descarga. esse pavimento seja destinado única e exclusivamente a hall de recepção ou. essa antecâmara pode ser dispensada apenas no nível térreo (piso de descarga) quando este não estiver em local de risco de incêndio.1. (7) Quando a edificação for dotada de elevador de emergência. b) que tiver uso de estacionamento de veículos com profundidade maior que 12 metros. ou seja. (2) Conforme item 5. (5) Edificações isentas de uso do grupo moto-gerador desde que a área de cada pavimento seja inferior a 750 m2.G R U P O OCUPAÇÃO/ USO (4) CRITÉRIO DE ALTURA (7) NÚMERO DE PCF CONSIDERADAS ABERTAS (8) GRUPO MOTO-GERADOR AUTOMATIZADO (Autonomia de 4 h) LOCAIS A SEREM SUPERVISIONADOS PELO SISTEMA DE DETECÇÃO AUTOMÁTICA DE FUMAÇA (1) J Depósito Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros 2 2 2 2 2 2 SIM SIM SIM SIM SIM SIM L Explosivos (idem ao descrito na mesma coluna da página anterior) M Especial (1) A exigência de sistema de detecção de fumaça para o sistema de pressurização não isenta a edificação das demais exigências previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio. a escada. seus acessos devem ser protegidos por antecâmara de segurança. Em ambos os casos a escada e o número de PCF calculadas seguem o mesmo critério de dimensionamento dos pavimentos superiores.3. é permitido o uso de somente um ventilador com um motor.1. de acordo com item 5. sendo que cada grupo deve. inclusive para os pavimentos situados abaixo do piso de descarga. . De forma substitutiva. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida. conforme descrito no item 5.6. é exigido grupo moto-gerador automatizado.1. em todos os pavimentos.

ANEXO C .

ANEXO D .

.

tijolo sem revestimento Um tijolo sem revestimento Meio .5 1.5 16 120 150 185 150 300 (**) 150 210 ≥ 2 ≥ 2 ≥ 3 ≥ 2 ≥ 4 2 3 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 1½ 2 3 2 ≥ 4 1 3 1½ 2 3 2 >4 1½ 3 Paredes de tijolos cerâmicos de oito furos (dimensões nominais dos tijolos 10 cm x 20 cm x 20 cm (massa 2. e massas de 13 kg e 17 kg respectivamente. . Paredes de concreto armado monolítico sem revestimento Traço do concreto em volume.5 1.8m totalmente expostas ao fogo (em uma face).(informativo) Característica das Paredes Características das paredes Traço em volume de argamassa de revestimento Chapisco Emboço Cal Areia Espessura de argamassa de revestimento (cada face) (cm) Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios de avaliação (horas) Espessura total da parede (cm) Duração do ensaio (min) Integridade Estanqueidade Isolação térmica Resistência ao fogo (horas) Paredes ensaiadas (*) Traço em volume da argamassa do assentamento Cimento Cal Areia Espessura média da argamassa de assentamento (cm) Cimento Areia Cimento Parede de tijolos de barro cozido (dimensões nominais dos tijolos).5 19 17 22 13 23 11.9 Kg).tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento - 1 1 1 1 5 5 5 5 1 1 1 1 1 1 3 3 1 1 2 2 9 9 2.5 1. possuindo malha de lados 15 cm. de aço CA50A diâmetro ¼ poleda. (**) Ensaio encerrado sem ocorrência de falência em nenhum dos três critérios de avaliação.ANEXO F .5 10 20 15 25 120 395 (**) 300 300 (**) ≥2 ≥ 6 ≥ 4 ≥ 6 ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 1½ ≥ 6 4 ≥5 1½ ≥ 6 4 >6 Parede de blocos vazados de concreto (2 furos) (blocos com dimensões nominais): 14 cm x 19 cm x 39 cm e 19 cm x 19 cm x 39 cm. (*) Paredes sem função estrutural ensaiadas totalmente vinculadas dentro da estrutura de concreto armado. 5 cm x 10 cm x 20 cm: Massa: 1. 1 cimento: 2. 1 1 8 1 - - - - - - 14 100 ≥ 1½ ≥ 1½ 1½ 1½ 1 1 1 - 1 1 1 1 1 8 8 8 4 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 1 1 1 1 2 2 2 2 9 9 9 9 1. com dimensões 2.5 kg Meio .5 2.8m x 2.5 areia média: 3.5 agregado gaúcho (granizo pedra nº 3): armadura simples posicionada à meia espessura das paredes.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Bloco de 14 cm sem revestimento Bloco de 19 cm sem revestimento Bloco de 14 cm com revestimento Bloco de 19 cm com revestimento Meio .

51 m² c) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de saída do espaço pressurizado(APS): .edifício de serviços profissionais) 5) Área de vazamento por meio de frestas das portas corta-fogo (PCF) que comunicam a escada pressurizada com os diversos pavimentos – adotar PCF simples: a) 0.04 m² – porta simples. consideradas fechadas. dando acesso ao espaço pressurizado. adotamos “2”. b) 0. 6) Área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta. área de vazamento por meio de frestas para PCF de saída = 0. permitindo a saída do espaço pressurizado.03 m² API = 0.04m². em caso de situação de incêndio – adotar PCF simples: 1. c) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos deve ser de 50 Pa 2) Cálculo das áreas de restrição . batente rebaixado. adotamos “50” (conforme Anexo A da IT). batente rebaixado. 7) Fator de segurança: a) 15% para vazamentos em dutos metálicos b) 25% para vazamentos em dutos de alvenaria ou mistos c) 25% para vazamentos não identificados 8) Velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: V = 1m/s 9) Fórmula para cálculo do escape de ar por meio das frestas das PCF: Q = 0.64 m². II . área de vazamento por meio de frestas para PCF de ingresso = 0.é o fluxo de ar (m3/s) A .é a área de restrição (m2) P .03m². N .é o diferencial de pressão (Pa).827 x A x (P)(1/N) onde: Q . NPS = 01.ANEXO G MODELO DE CÁLCULO DE VAZÃO DO SISTEMA DE PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA I – Dados para o desenvolvimento do cálculo de vazão de ar 1) Quantidade de pavimentos com acesso à escada pressurizada: 18 2) Quantidade total de portas corta-fogo (PCF) de ingresso à escada de segurança: NPI = 17 3) Quantidade total de PCF de saída da escada de segurança: NPS = 01 4) Quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (conforme Anexo B .(A): a) Dados: NPI = 17. b) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de ingresso ao espaço pressurizado( API): API = 17 x 0.é um índice que varia de 1 a 2.escape de ar por meio de frestas .03 m² – porta simples.Cálculo do suprimento de ar necessário para se obter o diferencial de pressão entre a escada e os ambientes contíguos: 1) Condições: a) situação de emergência (incêndio) b) todas as PCF da escada pressurizada.

55 x (50)1/2 QPF = 3.55 m² P = 50 Pa N=2 Portanto.03 m².22 m³/s / 3.(QPF) Cálculo de QPF: QPF = 0.04 m² A = 0. .03 x 16 APA = 3. QPF = 0. a vazão de ar QPF deve se aumentada até que se obtenha a referida velocidade mínima de passagem do ar estipulada.APS = 01 x 0.22 m³/s 4) Cálculo da velocidade de ar para 1 porta aberta considerando a vazão de ar de pressurização para portas fechadas a) Dado: ● Área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta: AVL = 1.76 m² c) Cálculo da velocidade de ar através do vão de luz das PCF consideradas abertas mais frestas das PCF consideradas fechadas (VPA): VPA = QPF / APA VPA = 3.55 m² 3) Cálculo do fluxo de ar necessário para o sistema de pressurização considerando as PCF fechadas .22 m³/s ● Velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: VPA(min) = 1m/s ● Fórmulas utilizadas: APA = AVL x NPA + APF x NPF VPA = QPF / APA = ou > 1 m³/s b) Cálculo da área de restrição por meio do vão de luz das PCF consideradas abertas ( APA): APA = AVL x NPA + APF x NPF APA = 1. ● Quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (sendo 1 de ingresso e 1 de saída) ● Área de passagem de ar por meio das frestas de uma porta corta-fogo fechada: APF = 0.827 x 0. ● Quantidade de PCF fechadas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPF = 16 ● Vazão de ar de pressurização para portas fechadas: QPF = 3.0 m/s.64 m².86 m/s Como a velocidade encontrada é menor do que 1.76 m² VPA = 0.04 m² APS = 0.827 x A x (P)(1/N) onde: QPF = ? A = 0.64 m² x 02 + 0.04 m² d) cálculo da área total de restrição (A): A = 0.51 m² + 0.

25 QTPF = 5.15 + 3.04 m³/s Transformando a vazão em m³/h: QD = 2.04 m³/s x 3600 s QD = 7.22 m³/s QD = 2. para uma vazão em excesso de 2.d) Cálculo da vazão de ar corrigida para se obter a velocidade mínima através do vão de luz das PCF consideradas abertas mais frestas das PCF consideradas fechadas (VPA).344 m³/h.3.26 m³/s .936 m³/h Portanto a vazão total requerida para o conjunto moto-ventilador é de 5. QPFC = APA x VPA(min) QPFC = 3.76 x 1.76 x 1.26m³/s x 3.600s QTPF = 18.15 + QPF x 1.0 m/s QPFC = 3.76 m³/s 5) Cálculo do fluxo de ar considerando os incremento dos valores referenciais de perdas em dutos e vazamentos não identificados – (QTPF) a) Dado: ● Fator de segurança quanto ao tipo de duto: dutos metálicos: 15% = 1. c) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos deve ser de pelo menos 50 Pa.QPF QD = 5.15 ● Fator de segurança para vazamentos não identificados: 25% = 1.344 m³/h Portanto o damper de alívio deve ser capaz de manter a pressão interna no interior do espaço pressurizado abaixo de 60 Pa.25 QTPF = 3.936 m³/h. . b) todas as PCF da escada pressurizada consideradas fechadas. 2) Cálculo da vazão de ar em excesso para dimensionamento do damper de alívio (QD): QD = QTPF .04 m³/s ou 7.25 b) Cálculo de QTPF: QTPF = QPF x 1.26 m³/s ou 18.76 m² x 1. d) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos não deve ser superior a 60 Pa. III .Cálculo da vazão de ar em excesso para se manter o diferencial de pressão entre a escada e os ambientes contíguos: 1) Condições: a) situação de emergência (incêndio).26 m³/s Transformando a vazão em m³/h: QTPF = 5.

IT .11 PLANO DE INTERVENÇAO DE INCÊNDIO SUMÁRIO ANEXOS 1 – Objetivo A – Planilha de levantamento de dados 2 – Aplicação B – Fluxograma do Plano de Intervenção de Incêndio 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e conceitos 5 – Procedimentos .

1997. Maj.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 11 PLANO DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.270. 4ª edição. Augusto de Lima. Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo. 54. 18th edition.2 Análise preliminar de riscos: 5. “Manual de Regulamentação de Segurança contra Incêndios”. “Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas”.bombeiros. Society of Fire Protection Engeniering. 1992. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E FUNDACENTRO. 1994.130.gov.Bairro Centro CEP 30. 1ª edição. c) padronização das formas de intervenção operacional nos locais de risco. Gerald. 5. 2nd edition. Lei nº 14. PROCEDIMENTOS 5. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. b) a elaboração de Planos de Intervenção Incêndio. 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Para efeito desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e pânico. National Fire Protection Association. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. NBR 14608 – Bombeiro Profissional. FireEx Internacional de Proteção Industrial Ltda.190-000 Site: www. National Fire Protection Association. 5. NBR 14023 – Registro de Atividades de Bombeiros.1 Para a elaboração de um Plano de Intervenção de Incêndio é necessário realizar uma análise preliminar de riscos.mg. “Introdução à Análise de Risco – sistemática e métodos”. buscando identificá-los. “The SFPE Handbook of Fire Protection Engeniering. Sellie. “Seminário sobre a Intervenção dos Bombeiros no Meio Industrial" .Instituto de Engenharia de São Paulo. “Handbook”. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e áreas de risco onde. Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 355 . Decreto Estadual nº 44. Civil. NR 23 – Proteção Contra Incêndio.br Email: dat3@cbmmg.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece princípios gerais para: a) o levantamento de riscos de incêndios. NBR 14276 – Programa de Brigada de Incêndio. Ministério do Trabalho.mg.gov. 1997.2.1 As edificações relacionadas no item 2 desta IT devem possuir um Plano de Intervenção de Incêndio. de acordo com as tabelas de exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais é necessária a elaboração de um Plano de Intervenção de Incêndio. . levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei Estadual Complementar nr.

3 Uma cópia da Planta de Risco deve permanecer num local como portaria. acesso principal ou recepção. no mínimo.3 O Plano de intervenção de incêndio de uma edificação contém os seguintes dados: a) planilha de Levantamento de Dados. 5. proporcionando sua utilização em simulados e treinamentos. 5.3. 5. b) paredes corta-fogo e de compartimentação. a critério do Corpo de Bombeiros. 5.4.6 A partir do Levantamento de Dados e do mapeamento das áreas de risco. por meio do preenchimento da planilha de levantamento de dados contida no anexo A.2. e) hidrante de recalque.8 O responsável pelo uso da edificação deverá entregar ao Corpo de Bombeiros responsável pela área da edificação o Plano de Intervenção para análise e aprovação. o plano é arquivado em três vias: a) uma via anexa ao Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico (Pscip).4 O Plano deverá ser confeccionado pelo Responsável Técnico habilitado com Assessoria do Corpo de Bombeiros. b) descrição das possíveis causas de incêndio. na primeira renovação do AVCB da edificação ou área de risco.5. responsável pela área da edificação.2. e) a proteção do meio ambiente. f) reserva de incêndio. 5. recomenda-se que se realize.2.6 Uma vez elaborado e ratificado pelo Corpo de Bombeiros. um simulado com a participação integrada da brigada de emergências da edificação e do Corpo de Bombeiros. 5.1 O Plano de Intervenção de Incêndio consiste num planejamento prévio para a provável ocorrência de uma emergência e visa facilitar o reconhecimento da edificação por parte da população e das equipes de emergência.4 Em conjunto com a planilha de levantamento de dados da edificação deve ser apresentada uma Planta de Risco. 5.2. cujo modelo encontra-se na IT 01 – Procedimentos Administrativos.3.2. no caso de ocorrer um incêndio/sinistro. 5.2.3. c) hidrantes internos e externos. b) uma via no acesso principal da edificação. em escala padronizada. 5.3.3. f) facilidade de encontrar os meios e rotas para retirada da população. 5. aprovado no Corpo de Bombeiros. busca-se garantir: a) a segurança da população fixa e flutuante do edifício.3.1 A Planta de Risco acima citada é a mesma elaborada no processo de segurança contra incêndio e pânico. 5.3.5 O Plano de intervenção de incêndio será avaliado por um Oficial do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico das Unidades e Frações de Bombeiros. 5. 5.5 Conforme a complexidade dos riscos existentes. de forma que seja acessível às guarnições do Corpo de Bombeiros. 5. técnicos. d) a orientação aos usuários temporários. indicando: a) principais riscos.3.11 As edificações e projetos já aprovados e liberados pelas leis municipais deverão adequar-se no contido desta Instrução Técnica. c) as ações a serem tomadas pelos responsáveis pelo uso e funcionários. no segundo ano consecutivo.2. 5. Este Plano de Intervenção de Incêndio deve ser objeto de uso freqüentes em treinamentos e simulados.2 A Planta de Risco deve ser elaborada no formato A2. e) os itinerários mais indicados para as viaturas do Corpo de Bombeiros.4. d) o controle da propagação de incêndios. juntamente com responsável pelo uso da edificação.10 Durante o período de validade do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros. h) vias de acesso às Viaturas do Corpo de Bombeiros. d) número de pavimentos.2. g) armazenamento de produtos perigosos. é elaborado o Plano de Intervenção de Incêndio.3 O levantamento do risco de incêndios é elaborado pelo Responsável Técnico.2. tipo e quantidade. 5. podendo ser em mais de uma folha. em caso de emergências. j) acrescentar tipo de escada. i) hidrantes públicos próximos da edificação (se houver).3.2. A3 ou A4. 5.2 Por meio do plano de intervenção de incêndio.7 O Plano de Intervenção de Incêndio deverá ser de conhecimento da população permanente da edificação. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema.3 Plano de Intervenção de Incêndio 5.2 A Análise preliminar de riscos é o estudo prévio sobre a existência de riscos. c) uma via em arquivo digitalizado em CD não regrávavel . b) a segurança da população das edificações vizinhas.4. especialistas em gerenciamento de emergências). . c) a segurança dos profissionais responsáveis pelo socorro.3.9 O plano de intervenção deverá ser apresentado ao CBMMG. f) outros dados julgados necessários. 5. o levantamento deve ser elaborado por profissionais de um grupo multidisciplinar (engenheiros. conforme item 5.3.

............:.................. junto ao leito carroçável ou no seu interior a utilização de viaturas ou equipamentos de Bombeiro: ( ) sim ( ) não 1...................... Anexar planta baixa do prédio........................: colocar a quantidade entre os parênteses Hidrante de recalque: ( ) Sim ( ) Não Hidrante público mais próximo da edificação:.................... casa de bomba......................................................................min.... POPULAÇÃO FIXA E FLUTUANTE:..... .............. Nº DE FUNCIONÁRIOS:...................................ANEXO A PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE DADOS OCUPAÇÃO:...............................min....................................................... Corpo de Bombeiros (193): End.............................................. 2..........m3 Capacidade Reservada para Incêndio:........................... PONTOS CRÍTICOS DA EDIFICAÇÃO: Assinalar na implantação: central de GLP....................... Período em que estão na edificação:................:..... PROPRIETÁRIO:............. Policiamento (190): End.............m Atrás......................... 4... Pronto Socorro (192): End...................... Localização:.......................... HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:.....................1 Hidrantes: ( ) simples ( ) duplo ( ) interno ( ) externo ( ) não possui quantidade:...................................................................... ........ Tempo-resposta:..................................................................... O prédio possibilita.................... Vias de acesso e pontos de referência: ............................................. BAIRRO:............................... ENDEREÇO:....m2 Área construída:................... outras que oferecer um risco maior.m 2............................................................ 2................... 3....................................... Qual o hidrante público mais próximo: ..... EQUIPAMENTOS E SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO: 2................................m Tipo de estrutura: ( ) concreto ( ) metálica ( ) madeira ( ) outras especificar:.............................3 Bombas de recalque: ( ) elétrica ( ) óleo ( ) gasolina ( ) vapor Sendo elétrica..........m Frente.m Distância em relação às edificações vizinhas: Direita................... Tempo-resposta:.....................m2 Altura da edificação:.......................... há gerador para emergência: ( ) sim ( ) não Localização do hidrante de recalque:........ 2............6 Socorros externos: localização e tempo / resposta: Obs: medir o deslocamento em velocidade moderada em situação normal de trânsito.................................:.................................... Material de acabamento dos pisos:............................................................................... Nº de Pavimentos:........................ Material de acabamento das paredes:...................................................... Quantidade de brigadistas...m Esquerda......................4 Reservatório de água para incêndio: ( ) subterrâneo ( ) elevado Capacidade:............. DADOS SOBRE O ABANDONO DE ÁREA Quais as saídas de emergências? Há área de refúgio? Há comunicação com outras edificações? Há pessoas com dificuldade para locomoção? Há pontos fixos para ancoragem de cordas? Há escada mecânica disponível na Fração de Bombeiros mais próxima alcança todos os pavimentos? Há rotas de fuga com iluminação de emergência? ............. Tempo-resposta:..............................min.................5 Pessoal treinado: ( ) Bombeiros profissionais ( ) Brigada de Incêndio ( ) Socorristas Responsável pela brigada:................................................... Tipo (s) de mangueira (s): ( ) 38 mm ( ) 63 mm Obs.......2 Instalações Automáticas: Chuveiros automáticos ( ) sim ( ) não Gás carbônico (CO2): ( ) sim ( ) não Gases especiais: ( ) sim ( ) não Sistema de detecção de incêndio e alarme: ( ) sim ( ) não 2...............................m3 Manancial natural ou artificial nas proximidades: ..... DADOS RELATIVOS A CONSTRUÇÃO DO IMÓVEL: Área do terreno:........................... 2................................ Material da cobertura:..................................................................................

................................................ 9........................Há rotas de fuga sinalizadas? 5.................. Sentido do vento predominante:. POSSIBILIDADE DE ENCHENTE: ( ) sim ( ) não ( ) Córrego ( ) Lagoa ( ) Outros 7............................................................................................ Abastecimento de gás: ( ) GLP ( ) GN 6............................................... Esta planilha está sujeita a alterações de acordo com as peculiaridades de cada plano de intervenção de incêndio........................... Telefone:............................... 8................................................ .............. RESPONSÁVEL TÉCNICO Nome:............ Fração de Bombeiros mais próxima: End......... Telefone de contato:......... Capacitação técnica (CREA) :........................... 10............:...................................... Comandante:.............................. TIPO DE VIZINHANÇA: .....

ANEXO B Fluxograma do Plano de Intervenção de Incêndio Preencher a planilha de levantamento de dados a partir da primeira renova ç ão do AVCB Análise dos riscos e elaboração da planta de risco Elaboração do plano de intervenção de incêndio Avaliação do Plano de Intervenção pelo proprietário ou responsável pela elaboração em conjunto com o Comandante da Fração de Bombeiros mais próxima. Exercícios simulados envolvendo os Órgãos Públicos de emergência e Planos de auxílio mútuo .

IT .Questionário de avaliação de brigadista.12 BRIGADA DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Questionário de avaliação de bombeiro profissional civil 5 – Procedimentos .Currículo básico do curso de formação da Brigada de Incêndio C .Tabela de percentual de composição da Brigada de Incêndio cálculo para 2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas B . 4 – Definições D .

ou seja. aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. que é obtido levando-se em conta o grupo e a divisão de ocupação da planta. NBR 14608 . NBR 9444 . de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. conforme condições descritas a seguir: 1ª Condição: Determinar população fixa da edificação.gov.Extintor de incêndio classe A – Ensaio de fogo em engradado de madeira. o qual o número de brigadista está descrito na tabela do anexo A.Sistema de proteção contra descargas atmosférica.Saída de emergência em edifícios.Extintor de incêndio classe B – Ensaio de fogo em líquido inflamável.Viaturas de combate a incêndio .gov.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 12 BRIGADA DE INCÊNDIO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.130.Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio.mg.1 Esta instrução técnica estabelece as condições mínimas para a formação. NBR 5419 . de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Augusto de Lima.br 1 OBJETIVO 1.br Email: dat3@cbmmg.1 Composição da brigada de incêndio 5.mg. Exemplo: Prédios residenciais necessitam treinar todos funcionários do condomínio e um morador (ou empregado) por pavimento. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 14276 .Registro de atividades de bombeiros.Bairro Centro CEP 30. aquela que regularmente permanece na edificação. Decreto Estadual nº 44. NBR 13860 . NBR 9443 .1.Veículos para atendimento a emergências médicas e resgate. NBR 14277 . 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta instrução técnica.Bombeiro profissional civil.270.Programa de brigada de incêndio.Campo para treinamento de combate a incêndio. Obs: Há casos especiais para base de cálculo.190-000 Site: www. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. treinamento e reciclagem da brigada de incêndio para atuação em edificações e áreas de risco no estado de Minas Gerais. 2ª Condição: Se a população fixa (PF) for menor que 10 pessoas: Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.1 A brigada de incêndio deve ser composta pela população fixa e o percentual de cálculo do anexo A. NBR 145610 . NBR 9077 . 2 APLICAÇÃO Esta instrução técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco enquadradas na tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5 PROCEDIMENTOS 5. NBR 14023 . NBR 14096 .bombeiros. 355 .

63 Nº de brigadistas por pavimento = 6 pessoas Área Industrial População fixa = 116 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (116 . calcula-se o número de brigadistas separadamente por grupo de ocupação: Área administrativa População fixa = 19 pessoas por pavimento (três pavimentos) Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 30% + (19-10) x 10% = 3 + 0.42 Nº de brigadistas por pavimento = 13 pessoas Nº total de brigadistas (área administrativa + área industrial) No total de brigadistas = (4 x 3) + 13 = 12 + 13 = 25 No total de brigadistas = 25 pessoas b) edificações sem compartimentação dos pavimentos e sem isolamento dos riscos. se as unidades forem compartimentadas e os riscos forem isolados.9 Nº de brigadistas por pavimento = 4 pessoas Área industrial População fixa = 116 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (116 . 5. Nº brig = [10 x 40%] + [(60 – 10) x 10%] Nº brig = 4 + (50 x 10%) Nº brig = 4 + 5 = 9 brigadistas 5. multiplicamos este valor de porcentagem da coluna 2 (acima de 10) do anexo A. PF (população fixa) = número de pessoas que permanecem regularmente na edificação. deve-se prever os turnos. 3º Passo: Com o resultado obtido no 2º passo. 1º Passo: Aplicar a porcentagem da coluna 1 (até 10) do anexo A para as primeiras 10 pessoas.3 Sempre que o resultado obtido do cálculo do número de brigadistas por pavimento for fracionário. ou seja: Número de brigadista = PF x % C1 do anexo A (“até 10”).42 = 12. calcula-se o número de brigadistas por meio do grupo de ocupação de maior risco: No caso utiliza-se o grupo da área industrial Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Área administrativa População fixa = 19 pessoas por pavimento (três pavimentos) Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (19-10) x 7% = 5 + 9 x 7% = 5 + 0. % C1 = porcentagem de cálculo da coluna 1 da tabela do anexo A. onde: Número de brigadistas = Número de brigadistas por pavimento ou compartimento.1. 10 x 40% = 4. O número de brigadistas só é calculado por grupo de ocupação. considerando os turnos de trabalho. ou seja. deve-se arredondá-lo para mais.Número de brigadistas por pavimento ou compartimento = [população fixa por pavimento] x [% e cálculo da coluna 1 (C1) do anexo A (coluna “até 10”)]. 4º Passo: Portanto.: Edificação com ocupação de agência bancária (D-2) tendo uma população fixa de 60 pessoas.6 Nº de brigadistas por pavimento = 4 pessoas 5. a natureza de trabalho e os eventuais afastamentos.1.9 = 3. 2º Passo: Em seguida pegaremos a população fixa e subtraímos de 10 pessoas.2 Para os números mínimos de brigadistas. 50 x 10% = 5. Exemplo: planta com duas edificações. ou seja. Exemplo: Loja População fixa = 9 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = (9 x 40%) = 3. para dimensionamento do número de brigadista quando à população fixa for maior que 10 pessoas.42 = 12. % C2 = porcentagem de cálculo da coluna 2 da tabela do anexo A. Obs: Portanto.63 = 5. ou seja.42 Nº de brigadistas por pavimento = 13 pessoas Nº total de brigadistas (área administrativa + área industrial) No total de brigadistas = (6 x 3) + 13 = 18 + 13 = 31 Nº total de brigadistas = 31 pessoas . o número de brigadista será a soma do valor obtido no 1º passo com o valor obtido no 3º passo. ou seja. sendo a primeira uma área de escritórios com três pavimentos e 19 pessoas por pavimento e a segunda uma indústria de médio potencial de risco com um pavimento e 116 pessoas: a) edificações com pavimentos compartimentados e riscos isolados.1. 4 + 5 = 9. deve-se proceder conforme exemplo: Ex. 3ª Condição: Se a população fixa for maior que 10 pessoas: = [(população fixa por pavimento de 10 pessoas) x (% de cálculo da coluna 1 do anexo A)] + [(população fixa por pavimento menos 10 pessoas) x (% de cálculo da coluna 2 (C2) do anexo A)].10) x 7% = 5 + 106 x 7% = 5 + 7.4 Quando em uma planta houver mais de um grupo de ocupação. ou seja: Número de brigadistas = [10 x % C1] + [(PF – 10) x % C2].10) x 7% = 5 + 106 x 7% = 5 + 7. 60 – 10 = 50 pessoas. o número de brigadistas deve ser calculado levando-se em conta o grupo de ocupação de maior risco.

e) ter responsabilidade legal. 5.1 Ações de prevenção: a) avaliação dos riscos existentes. Findo esse prazo. devem ter um líder por pavimento/compartimento e um chefe da brigada para cada edificação.4.4.5 Atribuições da brigada de incêndio 5.4. c) período de treinamento. e) encaminhamento do relatório aos setores competentes. b) preferencialmente possuir experiência anterior como brigadista. 5.Caso nenhum candidato atenda aos critérios básicos relacionados.5.5 Aqueles que concluírem o curso com aproveitamento mínimo de 70% na avaliação teórica e prática receberão certificado de brigadista.7 A avaliação teórica é realizada na forma escrita.1. É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo. b) Líder: responsável pela coordenação e execução das ações de emergência em sua área de atuação (pavimento/compartimento). será facultada a parte teórica.4.5. devem ser selecionados aqueles que atendam ao maior número de requisitos.3.3. 8 horas conforme anexo B. conforme parte A do anexo B.3 Organização da brigada 5. d) nome. c) possuir boa condição física e boa saúde. 5. .4. 5.4.5 A composição da brigada de incêndio deve levar em conta a participação de pessoas de todos os setores. que é coordenado pelo chefe da brigada dessa edificação (ver exemplo 2).2 O curso deve enfocar.1 No certificado do brigadista devem constar os seguintes dados: a) nome completo do treinando com Registro Geral (RG). que devem ser coordenados pelo coordenador geral da brigada (ver exemplo 3). 5. principalmente os riscos inerentes ao grupo de ocupação. sendo a parte prática de. f) orientação à população fixa e flutuante.1 Os candidatos a brigadista. com mais de um pavimento/compartimento. devidamente registrado no Conselho Regional competente ou no Ministério do Trabalho e os militares as Forças Armadas. deverá ser realizado novo treinamento nos termos do item 5.3 A periodicidade do treinamento do brigadista deve ser de no máximo 02 (dois) anos. expedido por profissional habilitado.5.2 Organograma da brigada de incêndio a) o organograma da brigada de incêndio da empresa varia de acordo com o número de edificações. 5. o número de pavimentos em cada edificação e o número de empregados em cada pavimento/compartimento. b) as empresas que possuem em sua planta somente uma edificação com apenas um pavimento/compartimento. 5. c) Chefe da brigada: responsável por uma edificação com mais de um pavimento/compartimento.4. com mais de um pavimento/compartimento.6 O profissional habilitado na formação de brigada de incêndio é toda pessoa com formação Técnico de Segurança do Trabalho.4 Aos componentes da brigada que já tiverem freqüentado o curso anterior. e a avaliação prática é realizada de acordo com o desempenho do aluno nos exercícios realizados. Exceção para o grupo A e divisões G-1 e G-2. 5. c) as empresas que possuem em sua planta somente uma edificação.5. 5.5. e) citar que o certificado está em conformidade com esta instrução técnica. preferencialmente dissertativa. das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares. selecionados conforme o item 5. f) ser alfabetizado. com 2º grau completo e que possua especialização em prevenção e combate a incêndio (carga horária mínima 60 horas-aulas) e Emergências Médicas (carga horária mínina de 40 horasaulas).1 Brigada de incêndio A brigada de incêndio deve ser organizada funcionalmente como segue: a) Brigadistas: membros da brigada que executam as atribuições de 5. desde que o brigadista seja aprovado em pré-avaliação com 70% de aproveitamento.2 Ações de emergência: a) identificação da situação. g) exercícios simulados. d) as empresas que possuem em sua planta mais de uma edificação. d) Coordenador geral: responsável geral por todas as edificações que compõem uma planta. É escolhido dentre os brigadistas que tenham sido aprovados no processo seletivo.2.4 Programa do curso de formação de brigada de incêndio 5. habilitação e registro do instrutor. Nota . 5. 5. enfocando apenas a parte de prevenção e combate a incêndio e fazendo 2 horas práticas de combate a incêndio. 5. b) alarme/abandono de área. d) possuir bom conhecimento das instalações.1. b) inspeção geral dos equipamentos de combate a incêndio.2 Critérios básicos para seleção de candidatos a brigadista Os candidatos a brigadista devem atender preferencialmente aos seguintes critérios básicos: a) permanecer na edificação. no mínimo.4. 5. devem ter um líder que deve coordenar a brigada (ver exemplo 1).4. É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo. conforme parte B do anexo B. d) elaboração de relatório das irregularidades encontradas. b) carga horária. a carga horária total deve ser de 4 horas. devem ter um líder para cada pavimento/compartimento. ou quando houver alteração de 50% dos membros da Brigada. c) inspeção geral das rotas de fuga. devem freqüentar curso com carga horária mínima de 12 horas.

5. c) apresentação de problemas relacionados à prevenção de incêndios encontrados nas inspeções para que sejam feitas propostas corretivas.7. mantendo ou restabelecendo suas funções vitais com SBV (Suporte Básico da Vida) e RCP (Reanimação Cardio-Pulmonar) até que se obtenha o socorro especializado. a energia elétrica dos equipamentos. quadros de aviso ou similar. deve ser realizada uma reunião extraordinária para avaliação e correção das falhas ocorridas. Havendo necessidade. colete ou capacete para facilitar sua identificação e auxiliar na sua atuação.6 Procedimentos básicos de emergência 5. 5. onde são discutidos os seguintes assuntos: a) funções de cada membro da brigada dentro do plano. conforme comunicação preestabelecida. h) instrução de abandono de área com segurança. desde o início até o final do sinistro. com o objetivo de propor medidas corretivas para evitar a repetição da ocorrência. e) primeiros socorros. b) tempo gasto no abandono. 5.6.7.8 Procedimentos complementares 5. removendo para local seguro.4 Corte de energia Cortar. d) tempo gasto no atendimento de primeiros socorros.5 Abandono de área Proceder ao abandono da área parcial ou total. g) participação do Corpo de Bombeiros e tempo gasto para sua chegada. permanecendo até a definição final. fazer uma reunião extraordinária para discussão e providências a serem tomadas. a uma distância mínima de 100 m do local do sinistro.6.6. acionar o Corpo de Bombeiros e apoio externo.1 Reuniões ordinárias Devem ser realizadas reuniões mensais com os membros da brigada. por meio de meios de comunicação disponíveis. c) no caso de uma situação real ou simulado de emergência.3 Exercícios simulados Deve ser realizado. 5. 5.7.2 Reuniões extraordinárias Após a ocorrência de um sinistro ou quando identificada uma situação de risco iminente. 5. com registro em ata. Deve ser elaborada ata na qual conste: a) horário do evento. qualquer pessoa pode alertar.Plano de Auxílio Mútuo).6. j) falhas operacionais.1 Alerta Identificada uma situação de emergência.3 Primeiros socorros Prestar primeiros socorros às possíveis vítimas. setor.7 Isolamento da área Isolar fisicamente a área sinistrada. 5. c) tempo gasto no retorno. Imediatamente após o simulado. quando necessário.6 Confinamento do sinistro Evitar a propagação do sinistro e suas conseqüências.c) acionamento do Corpo de Bombeiros e/ou ajuda externa.8. f) comportamento da população. da área ou geral.8.2 Análise da situação Após o alerta. e) alterações ou mudanças do efetivo da brigada. 5. bloco ou edificação. g) combate ao princípio de incêndio. a brigada deve ficar a sua disposição. 5. e desencadear os procedimentos necessários.3.6. i) recepção e orientação ao Corpo de Bombeiros. a cada 12 meses. 5. os ocupantes e os brigadistas. j) preenchimento do formulário de registro de trabalho dos bombeiros. no mínimo um exercício simulado no estabelecimento ou local de trabalho com participação de toda a população. de acordo com o número de brigadistas e os recursos disponíveis no local.6.10 Com a chegada do Corpo de Bombeiros.7 Controle do programa de brigada de incêndio 5.6. 5. f) controle do pânico. deve ser estabelecido previamente um sistema de comunicação entre os . d) atualização das técnicas e táticas de combate a incêndio. a solicitação para acompanhamento do simulado.8 Extinção Eliminar o sinistro. sinalizando a existência da brigada de incêndio e indicando seus integrantes com suas respectivas localizações.11 Para a elaboração dos procedimentos básicos de emergência deve-se consultar o fluxograma constante no Exemplo 4 do Organogramas de brigadas de incêndio.6.2 Comunicação interna e externa a) nas plantas em que houver mais de um pavimento.6. restabelecendo a normalidade. b) condições de uso dos equipamentos de combate a incêndio. h) ajuda externa (PAM .1 Identificação da brigada a) devem ser distribuídos em locais visíveis e de grande circulação. de modo a garantir os trabalhos de emergência e evitar que pessoas não autorizadas adentrem ao local.6. quando possível ou necessário. 5. 5.7. e) atuação da brigada. l) demais problemas levantados na reunião. k) encaminhamento do formulário ao Corpo de Bombeiros para atualização de dados estatísticos. 5. 5. 5. que podem ser priorizados ou realizados simultaneamente. d) corte de energia. i) falhas de equipamentos.1 Deverá ser apresentada ao Corpo de Bombeiros com antecedência de 30 (trinta) dias. As decisões tomadas são registradas em ata e enviadas às áreas competentes para as providências pertinentes. f) outros assuntos de interesse. 5.6.9 Investigação Levantar as possíveis causas do sinistro e suas conseqüências e emitir relatório para discussão nas reuniões extraordinárias. b) o brigadista deve utilizar constantemente em lugar visível um crachá que o identifique como membro da Brigada. o brigadista deve usar braçadeira. a brigada deve analisar a situação.

9 Avaliação 5. para estes casos.9. sistemas de som interno. nos parâmetros desta IT. durante as vistorias técnicas. etc.10. deve ser exigida a reciclagem nos termos da NBR 14608.10 Disposições finais 5. deve ser avaliado outro brigadista e caso este também não acerte o mínimo estipulado acima. encanadores. com efetivo mínimo de 5 (cinco) bombeiros profissionais civis (por turno de 24 horas) e viatura de combate a incêndio devidamente equipada. o vistoriador deve escolher um brigadista e fazer 6 (seis) perguntas dentre as 23 (vinte e três) constantes do anexo C.10. Quando isto não ocorrer. 5. b) essa comunicação pode ser feita por meio de telefones.2.5 A edificação que possuir posto de bombeiro interno. 5. c) caso seja necessária à comunicação com meios externos (Corpo de Bombeiros ou Plano de Auxílio Mútuo) a telefonista ou o rádio-operador é a (o) responsável por ela. 5.10. para distribuição das tarefas conforme 5.Viaturas de combate a incêndio . 5. por turno de 24 horas. o(s) setor(es) próximo(s) e o(s) local(is) de maior risco. 5. 5.1 O descumprimento dos requisitos estabelecidos por esta instrução técnica será motivo para o órgão técnico do Corpo de Bombeiros não fornecer ou cassar o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). devendo priorizar o(s) local(is) sinistrado(s).10.2. telefonistas e técnicos especializados na natureza da ocupação. 5.1 Os integrantes da brigada de incêndio podem ser avaliados pelo Corpo de Bombeiros.3 As edificações que possuem bombeiro profissional civil. o(s) pavimento(s) superior(es) a este(s).2 Ficam isentas da exigência de brigada de incêndio. desde que o bombeiro profissional ministre treinamento periódico ao demais funcionários. interfones. devem ser avaliados pelo Corpo de Bombeiros.8. de acordo com o anexo C desta instrução técnica.10.8. 5. para cada bombeiro. terão decréscimo na proporção de 20% na quantidade mínima de brigadistas. Quando isto não ocorrer.8. Chefe da brigada ou Líder. as edificações especificadas nas disposições constantes no anexo A e nas subdivisões da tabela 7. alto-falantes.1 Recomenda-se.9.1 Para esta avaliação. 5.1 Para esta avaliação. computados.5 Grupo de apoio O grupo de apoio é formado com a participação da Segurança Patrimonial de eletricistas. até o limite de 60%.1. deve ser exigido um novo treinamento. o vistoriador deve escolher um bombeiro civil e fazer 8 (oito) perguntas dentre as 30 (trinta) constantes do anexo D.10. se faz necessário que essa pessoa seja devidamente treinada e que esteja instalada em local seguro e estratégico para o abandono.4 A formação e reciclagem do bombeiro profissional civil devem atender as exigências da NBR 14608 da ABNT. sistemas de alarme. 5. O avaliado deve acertar no mínimo 4 (quatro) das perguntas feitas. quadros sinópticos. conforme o caso) determina o início do abandono. de acordo com o anexo D desta instrução técnica. que execute exclusivamente serviços de prevenção e proteção contra incêndio. a permanência de pessoas capacitadas a operar os equipamentos de combate a incêndios existentes na edificação. . deve ser avaliado outro bombeiro e caso este também não acerte o mínimo estipulado acima. durante as vistorias técnicas.brigadistas. 5. do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.9.6.4 Ponto de encontro Devem ser previstos um ou mais pontos de encontro dos brigadistas. 5.9.3 Ordem de abandono O responsável máximo da brigada de incêndio (Coordenador geral. O avaliado deve acertar no mínimo 3 (três) das perguntas feitas.poderá ficar isenta da brigada de incêndio. rádios. 5.2 Os bombeiros profissionais civis. Para tanto. a fim de facilitar as operações durante a ocorrência de uma situação real ou simulado de emergência. nos parâmetros da NBR 14096 .

Exemplos de organogramas de brigadas de incêndio: Exemplo 1: Empresa com uma edificação. um pavimento e cinco brigadistas. a primeira com três pavimentos e dois brigadistas por pavimento. CHEFE DA BRIGADA LÍDER LÍDER LÍDER BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA Exemplo 3: Empresa com duas edificações. C O O R D EN ADO R G ER AL C HEFE D A BR IG AD A CH EFE D A BR IG AD A LÍD ER LÍD ER LÍD ER LÍD ER BR IG AD IST A BR IG AD IST A BR IG ADIST A BR IG ADIST A BR IG AD IST A BR IG AD IST A . três pavimentos e três brigadistas por pavimento. LÍDER BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA Exemplo 2: Empresa com uma edificação. e a segunda com um pavimento e quatro brigadistas por pavimento.

não Há vítimas? não Há incêndio? sim sim não Há necessidade de socorro? não Há necessidade de cortar a energia elétrica? sim CORTE DE ENERGIA não Há necessidade de abandono de área? sim ABANDONO ÁREA DE não Há necessidade de isolamento de área? sim ISOLAMENTO DE ÁREA não Há necessidade de confinamento da área? sim CONFINAMENTO DA ÁREA não Há necessidade de combate? sim PRIMEIROS SOCORROS sim COMBATE AO INCÊNDIO não Há necessidade de remoção? sim O sinistro foi controlado? não Socorro especializado sim INVESTIGAÇÃO Cópia para os setores responsáveis Elaboração de relatório Cópia para arquivo Fim .Exemplo 4: Fluxograma de procedimento de emergência da brigada de incêndio (recomendação) Início ALERTA Análise da situação. não Há emergência? sim Acionamento do Corpo de Bombeiros e apoio externo Procedimentos necessários.

ANEXO A Percentual de cálculo para composição da brigada de incêndio População fixa por pavimento Acima de 10 Grupo A Residencial B Serviço de Hospedagem Divisão Descrição A-1 Habitação unifamiliar A-2 A-3 B-1 B-2 C-1 Habitação multifamiliar Habitação coletiva (*) Hotel e assemelhado Hotel residencial (**) Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem baixa carga de incêndio Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem média carga de incêndio Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem alta carga de incêndio Local para prestação de serviço profissional ou condução de negócios Até 10 Isento Fazem parte da brigada de incêndio todos os funcionários da edificação 50% 10% 50% 10% 50% 10% 40% 40% 50% 30% 5% 5% 20% 10% C Comercial C-2 C-3 D-1 D-2 D Serviço profissional Agência bancária Serviço de reparação (exceto os classificados em G e I) 40% 10% D-3 40% 10% D-4 Laboratório 40% 10% E Educacional e cultura física E-1 E-2 E-3 E-4 E-5 E-6 F-1 F-2 F-3 F-4 Escola em geral Escola especial Espaço para cultura física Centro de treinamento profissional Pré-escola Escola para portadores de deficiências Local onde há objeto de valor inestimável Local religioso e velório Centro esportivo e de exibição Estação e terminal de passageiro Arte cênica e auditório F Local de Reunião Pública F-5 40% 20% 40% 20% 40% 20% 40% 20% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa 60% 20% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa 60% 20% 40% 10% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 Clube social e diversão Construção provisória Local para refeição Recreação pública Exposição de objetos e animais .

edificações das forças 30% 10% H-4 institucional armadas e policiais Faz parte da brigada de incêndio Local onde a liberdade das pessoas sofre H-5 todos os funcionários da restrições edificação H-6 Clínica e consultório médico e odontológico 40% 20% Todo tipo de atividade industrial (baixa carga I-1 40% 5% incêndio) I Todo tipo de atividade industrial (média carga I-2 50% 7% Indústria incêndio) Todo tipo de atividade industrial (alta carga I-3 60% 10% incêndio) J-1 Depósitos de material incombustível 40% 10% J-2 Todo tipo de depósito (baixa carga incêndio) 40% 10% J J-3 Todo tipo de depósito (média carga incêndio) 50% 20% Depósito Faz parte da brigada de incêndio J-4 Todo tipo de depósito (alta carga incêndio) toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio L-1 Comércio toda a população fixa L Faz parte da brigada de incêndio L-2 Indústria Explosivos toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio L-3 Depósito toda a população fixa M-1 Túnel Isento M-2 Parque de tanque 60% 10% Faz parte da brigada de incêndio M M-3 Central de comunicação e energia toda a população fixa Especial M-4 Propriedade em transformação 30% 5% M-5 Processamento de lixo 50% 7% M-6 Terra selvagem Isento (*) Na divisão A-3 não se aplica o índice à população fixa com idade acima de 60 anos e abaixo de 18 anos. (**) Na divisão H-5 o índice aplica-se somente aos funcionários da edificação.Garagem sem acesso de público e sem Faz parte da brigada de incêndio abastecimento toda a população fixa Garagem com acesso de público e sem Faz parte da brigada de incêndio G-2 G abastecimento toda a população fixa Serviço automotivo Faz parte da brigada de incêndio G-3 Local dotado de abastecimento de combustível toda a população fixa G-4 Serviço de conservação. 60% 20% Serviço de saúde e Repartição pública. G-1 . manutenção e reparos 50% 10% H-1 Hospitais veterinários e assemelhados 50% 10% Faz parte da brigada de incêndio Local onde pessoas requerem cuidados especiais H-2 todos os funcionários da por limitações físicas ou mentais edificação H H-3 Hospital e assemelhado.

EPI. C – Avaliação Módulo 01 Avaliação Assunto Geral Objetivos Avaliar individualmente os alunos conforme descrito no item 5. responsabilidades e comportamento do brigadista. abafamento. manuseio. Conhecer as classes de incêndio. abandono de local com sinistro.ANEXO B Currículo básico do curso de formação de brigada de incêndio OBJETIVO: Proporcionar aos alunos conhecimentos básicos sobre prevenção. pontos de encontro e chamada e controle de pânico.4. Praticar as técnicas dos módulos 11 a 14 da parte A. comunicações 10 Abandono de área Procedimentos Conhecer as técnicas de abandono de área. em local adequado. irradiação e convecção Classificação e características Isolamento. B – Parte Prática Módulo 01 Prática 02 Prática Assunto Combate a incêndios Primeiros Socorros Objetivos Praticar as técnicas de combate a incêndio. crianças e bebês. 07 Agentes extintores Água (jato/neblina). hidrantes. Conhecer os agentes. 11 Análise de vítimas Avaliação Primária Conhecer as técnicas de exame primário (sinais vitais) 12 Vias aéreas Causas de obstrução e Conhecer os sintomas de obstruções em adultos.Ventilação artificial e Conhecer as técnicas de RCP com 1 e 2 Pulmonar) compressão cardíaca externa socorristas para adultos. A . Conhecer os métodos e suas aplicações. INSTRUTORES E AVALIADORES: Profissionais habilitados. Conhecer os equipamentos suas aplicações e a incêndio mangueiras e acessórios. Conhecer os processos de propagação do fogo. remoção e iluminação 09 Equipamentos de Tipos e funcionamento Conhecer os meios mais comuns de sistemas e detecção. . arrombamento. isolamento e extinção de princípios de incêndio. CO2.Parte Teórica Módulo 01 Introdução Assunto Objetivos do curso e o brigadista Combustão e seus elementos Condução. liberação crianças e bebês conscientes e inconscientes. TURMAS: Composta de no máximo 20 alunos. 08 Equipamentos de combate Extintores. corte. PQS. alarme e manuseio. 14 Hemorragias Classificação e tratamento Reconhecimento e técnicas de hemostasia em hemorragias externas. suas características e espumas e outros aplicações. 13 RCP (Reanimação Cardio. 02 Teoria do fogo 03 Propagação do fogo 04 Classes de incêndio 05 Métodos de extinção 06 Ventilação Conhecer os métodos e técnicas de ventilação de ambientes em chamas e sua importância. Conhecer o tetraedro do fogo. resfriamento e extinção química Técnicas de ventilação Objetivos Conhecer os objetivos gerais do curso. saída organizada.7. além de técnicas de primeiros socorros.

esguicho proporcionador ou câmara de aplicação: CERTO ERRADO 11 – Cite três elementos que formam o tetraedro do fogo: CERTO ERRADO 12 – Quais são os métodos de extinção do fogo? CERTO ERRADO 13 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe A? CERTO ERRADO . 1 – Quantas escadas de segurança existem na edificação? CERTO ERRADO 2 – As portas corta-fogo de uma escada de segurança podem permanecer abertas? CERTO 3 – Onde se localiza a central de alarme? CERTO ERRADO ERRADO 4 – Onde se localiza a central de iluminação de emergência? CERTO ERRADO 5 – Onde se localiza a central de deteção de incêndio? CERTO ERRADO 6 – Solicitado para que apontasse um detector de incêndio instalado na edificação: CERTO ERRADO 7 – Solicitado para que apontasse um acionador manual do sistema de alarme instalado na edificação: CERTO ERRADO 8 – Qual a cor da tubulação do sistema de hidrantes? CERTO ERRADO 9 – Solicitado que demonstrasse a forma de acionamento de um hidrante existente na edificação: CERTO ERRADO 10 – Solicitado que demonstrasse a forma de funcionamento do sistema de espuma por meio de aparelho entre linhas. As perguntas devem estar limitadas aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. aos integrantes da brigada de incêndio que constam no atestado fornecido. O bombeiro vistoriador deve assinalar CERTO. quando o brigadista errar ou não responder. quando a resposta estiver correta e ERRADO.ANEXO C Questionário de Avaliação de Brigadista O presente questionário deve ser aplicado durante a realização das vistorias.

:_________________________________________ Nº Vistoria:_______________ Nº Proposta:______________ Nome do avaliado (1) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Nome do avaliado (2) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Data:____/____/_________ ___________________________________ Avaliado (1) _______________________________ Avaliado (2) ____________________________________ Vstoriador (Avaliador) ______________________________ Testemunha .Como é o acionamento manual do sistema fixo de gás (CO2 ou outros)? CERTO ERRADO Ocupação: _____________________End.14 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe B? CERTO ERRADO 15 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe C? CERTO ERRADO 16 – Solicitado que demonstrasse a forma de utilização de um extintor de incêndio existente na edificação: CERTO ERRADO 17 – Qual o telefone para acionamento do Corpo de Bombeiros? CERTO ERRADO 18 – Qual a seqüência para análise primária de uma vítima? CERTO ERRADO 19 – Como deve ser a RCP em um adulto atendido por um único socorrista? CERTO ERRADO 20 – Onde se localiza a chave geral de energia elétrica da edificação? CERTO ERRADO 21.Perguntado sobre os procedimentos de teste do funcionamento do sistema de chuveiros automáticos: CERTO ERRADO 22.Qual o procedimento para se efetuar a troca de um bico de chuveiro automático? CERTO ERRADO 23.

a partir do hidrante. 1 – Quais os elementos que formam o tetraedro do fogo? CERTO 2 – Quais os métodos de extinção do fogo? CERTO ERRADO ERRADO 3 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe C? CERTO ERRADO 4 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe A? CERTO ERRADO 5 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe B? CERTO ERRADO 6 – Quais as temperaturas ou pontos do fogo? CERTO ERRADO 7 – Para que serve a válvula de recalque instalada na calçada da edificação? CERTO ERRADO 8 – Cite dois cuidados que se deve ter com as mangueiras de incêndio: CERTO ERRADO 9 – Cite qual o número de telefone usado para acionamento do Corpo de Bombeiros: CERTO ERRADO 10 – Demonstre a forma de utilização de um extintor de incêndio de CO2 : CERTO ERRADO 11 – Demonstre. O bombeiro vistoriador deve assinalar CERTO. como deve ser armada uma linha de combate a incêndio. quando a resposta estiver correta e ERRADO. As perguntas devem estar limitadas aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. quando operada por uma única pessoa: CERTO ERRADO 12 – Mostre na edificação a localização da bomba de incêndio: CERTO ERRADO 13 – Explique qual o procedimento para se efetuar a troca de um bico de chuveiro automático: CERTO ERRADO 14 – Qual a seqüência da análise primária de uma vítima? . quando o brigadista não souber a resposta. aos bombeiros profissionais civis que trabalham na edificação.ANEXO D Questionário de avaliação de bombeiro profissional civil O presente questionário deve ser aplicado durante a realização das vistorias.

Demonstre a colocação da máscara autônoma contra gases: CERTO ERRADO .Para que serve a válvula de governo e alarme do sistema de chuveiro automático? CERTO ERRADO 29.Para que serve o sistema de pressurização em escada de emergência? CERTO ERRADO 25.O que significa um X junto ao número da ONU numa placa de identificação de produtos perigosos? CERTO ERRADO 24.O que significa um extintor com capacidade 2A e 20B? CERTO ERRADO 26.Como deve ser tratada uma vítima de ataque epiléptico? CERTO ERRADO 22.cite duas providências que devem ser tomadas em caso de vítima de choque elétrico: CERTO ERRADO 23.CERTO ERRADO 15 – Demonstre o emprego do respirador manual (ambu) em uma vítima com parada respiratória: CERTO ERRADO 16 – Descreva dois sintomas de uma vítima com ataque cardíaco: CERTO ERRADO 17 – Demonstre a aplicação de massagem cardíaca e respiração em um adulto com auxílio do respirador manual (ambu): CERTO ERRADO 18 – Como se procede a RCP em uma vítima atendida por dois socorristas? CERTO ERRADO 19 – Como deve ser tratada uma vítima com hemorragia venosa no braço? CERTO ERRADO 20 – Cite dois cuidados que se devem ter com uma vítima de queimadura de 2º grau: CERTO ERRADO 21.Onde se localiza o barrilete do sistema de combate a incêndio da edificação? CERTO ERRADO 27.Qual a primeira providência a ser tomada antes da retirada de uma pessoa retida em um elevador? CERTO ERRADO 28.

30.:_________________________________________ Nº Vistoria:_______________ Nº Proposta:______________ Nome do avaliado (1) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Nome do avaliado (2) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Data :____/____/_________ ______________________________ Avaliado (1) ______________________________ Avaliado (2) ______________________________ Vistoriador(Avaliador) ______________________________ Testemunha .Explique dois processos para se efetuar ventilação em um ambiente tomado por fumaça: CERTO ERRADO Ocupação: _____________________End.

13 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .IT .

1. com acesso protegido por PCF (P90).1.Sistema de iluminação de emergência. 355 .130.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica.Sistema de iluminação de emergência IT 08 . bem como seus comandos.Bairro Centro CEP 30. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.4 A distância máxima entre dois pontos de iluminação de aclaramento deve ser de 15m ponto a ponto.1 Outro distanciamento entre pontos poderá ser aceito desde que atenda a NBR 10898.2 Adota-se a NBR 10898 . sem risco de incêndio.1 Na impossibilidade de reduzir a tensão de alimentação das luminárias. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão 4 DEFINIÇÕES .bombeiros. Decreto Estadual nº 44. para o seu perfeito funcionamento.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições necessárias para o projeto e instalação do sistema de iluminação de emergência em edificações e áreas de risco. 5. NBR 10898 . 5. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais 2 APLICAÇÃO 2. devem ter tensão máxima de alimentação de 30 volts.2 No caso de grupo moto-gerador instalado em local confinado. naquilo que não contrariar o disposto nesta Instrução Técnica. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.4 Quando a tomada de ar externa for realizada por meio de duto.gov.1. NBR 6150 .5. 5.270. levando-se em consideração o disposto na NBR 10898/1999.2 Os componentes da fonte de energia centralizada de alimentação de iluminação de emergência.190-000 Site: www. 5 PROCEDIMENTOS 5.mg.3 No caso de instalação aparente.gov.5 m de altura e as luminárias de balizamento (ou de sinalização).Eletroduto de PVC rígido – Especificação.br Email: dat3@cbmmg.3 Na condição acima descrita.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 13 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.1.1 Deve-se garantir acesso controlado e desobstruído desde a área externa da edificação até o grupo motogerador. este deve ser construído ou protegido por material resistente ao fogo por 2 horas.4.Saída de Emergência em Edificações. 2. pode ser utilizado um Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. deverá ser garantido que a tomada de ar frio seja realizada sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio. 5.5 As luminárias de aclaramento (ou de ambiente). o GMG deve ser instalado em compartimento resistente ao fogo por 2 horas. a tubulação e as caixas de passagem devem ser metálicas ou em PVC rígido antichama. devem ser instalados em local não acessível ao público.1 Grupo Moto-Gerador (GMG) 5. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . 5. 5. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.1 Esta Instrução Técnica se aplica às edificações e áreas de risco onde é exigido o sistema de iluminação de emergência. quando instaladas a menos de 2. 5. Augusto de Lima. 5.Terminologia de Proteção contra incêndio e Pânico. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E 4. 5. ventilado e que não ofereça risco de acidentes aos usuários.mg. conforme NBR 6150.

6 O CBMMG. 30 mA com disjuntor 5. .interruptor diferencial de termomagnético de 10 A. poderá exigir que os equipamentos utilizados no sistema de iluminação de emergência sejam devidamente certificados por órgão competente. na vistoria.

14 SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Procedimentos .IT .

1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento dos sistemas de detecção e alarme de incêndio.mg. Quando a alimentação auxiliar for por gerador. 5. onde os procedimentos para elaboração do Projeto Técnico devem atender à IT 01 .3 Todo sistema deve ter duas fontes de alimentação. NBR 13848 .Detectores automáticos de fumaça para proteção contra incêndio.270.190-000 Site: www.2 Adequar o texto da NBR 9441 .gov. conforme Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.br Email: dat3@cbmmg. de 01 de Abril 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5. 5 PROCEDIMENTOS 5.br SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO 1 OBJETIVOS 1.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 14 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. conforme IT 03 – Símbolos Gráficos para Projeto de Segurança Contra Incêndio. sendo que no regime de alarme deve ser de no mínimo 15 minutos. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. na segurança e proteção de uma edificação.1 O Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico de sistemas de detecção e alarme de incêndio deve conter os elementos necessários ao seu completo entendimento. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. A principal é a rede de tensão alternada e a auxiliar é constituída por baterias ou “no-break”. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. esta deve ter autonomia mínima de 24 horas em regime de supervisão.2 Os detalhes para execução gráfica do Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico devem atender aos procedimentos exigidos pelo Corpo de Bombeiros (CBMMG).gov. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 2 APLICAÇÃO Aplica-se a todas as edificações onde se exigem os sistemas de detecção e alarme de incêndio. Augusto de Lima. para aplicação na análise e vistoria dos projetos técnicos de proteção contra incêndio submetidos ao Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais (CBMMG). NBR 9441 .130.Procedimentos Administrativos.Acionador manual para utilização em sistemas de detecção e alarme de incêndio.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico.Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio.Quando a fonte de alimentação auxiliar for constituída por bateria de acumuladores ou “no-break”. do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Geraise da IT 02 .Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. NBR 11863 . 355 . Decreto Estadual nº 44.Bairro Centro CEP 30. para suprimento das indicações sonoras e/ou visuais ou o tempo necessário para a evacuação da edificação.bombeiros. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução são adotadas as definições da NBR 9441.mg. 1. deverá ter .

onde se tem naturalmente uma situação acústica elevada. não deve ser superior a 16 (dezesseis) metros.8 Preferencialmente. respeitadas as características técnicas da central.17 Nas centrais de detecção e/ou alarme é obrigatório conter um painel/esquema ilustrativo indicando a localização com identificação dos acionadores manuais ou detectores dispostos na área da edificação. 5. Os mezaninos estarão dispensados desta exigência. desde que exista brigada de incêndio na edificação. será obrigatória a instalação de detectores nos entreforros e entrepisos (pisos falsos) que contenham instalações com materiais combustíveis.19 Deverá ser apresentado ao Corpo de Bombeiros. pode-se ainda optar por uma mensagem eletrônica automática de orientação de abandono. os sistemas de alarme poderão seguir normas internacionais aceitas. uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) preenchida pelo responsável técnico pela instalação do sistema de detecção. para se evitar tumulto. espetáculos. 5. os acionadores manuais devem ser localizados junto aos hidrantes. sendo que só será aceita essa comunicação.5 da NBR 9441. 5. Caso a edificação não tenha pessoal instruído para tomar as providências necessárias (na sala de segurança ou portaria 24 horas). . mas obrigatoriamente deverá ter essa supervisão na central. que deve ser audível em toda edificação. Quando a central for do tipo inteligente. discoteca. não seja possível ouvir o alarme geral. caso não sejam tomadas às ações necessárias para verificar o pré-alarme da central. tipo: casas de show. 5. 5. em qualquer ponto da área protegida até o acionador manual mais próximo.1 a 5. quando houver a exigência de sistema de detecção e alarme.7. 5. será obrigatória a instalação de avisadores visuais e sonoros. Mesmo com o pré-alarme na central de segurança.18 Nos locais de reunião de público.6.8. 5. salões de baile. etc.os mesmos parâmetros de autonomia mínima prevista anteriormente.11 Onde houver sistema de detecção instalado. a central deve possuir um temporizador para o acionamento posterior do alarme geral.13 Quando houver exigência de sistema de detecção para uma edificação. quando do pedido de vistoria. junto à central. dispensa-se a presença dos leds nos acionadores. Esse painel pode ser substituído por um display da central que indique a localização do acionamento. ao invés do alarme geral. Casos não contemplados por esta instrução e que não contrariem o Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais 5. música. como pré-alarme. exceto para ocupação da divisão F6 da tabela 1. 5. 5.16 Os acionadores manuais instalados na edificação devem obrigatoriamente conter a indicação de funcionamento (cor verde) e alarme (cor vermelha) indicando o funcionamento e supervisão do sistema.15 Os eletrodutos e a fiação devem atender aos itens 5. 5. dança. atendendo o item 5. 5. 5. 5. mediante apresentação de cópia da norma adotada (traduzida) e ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).12 Nos locais onde.4 As centrais de detecção e alarme deverão ter dispositivo de teste dos indicadores luminosos e dos sinalizadores acústicos.3.1 Em locais de grande concentração de pessoas.9 Nas edificações com mais de um pavimento.10 Nas edificações já construídas que não existir norma brasileira específica. poderá haver um pré-alarme (sinal sonoro) apenas na sala de segurança.14 Os elementos de proteção contra calor que contenham a fiação do sistema deverão ter resistência mínima de 60 minutos. será obrigatória a instalação de acionadores manuais. Nesses tipos de locais.3. com tempo de retardo de no máximo 2 minutos.6 A central deve acionar o alarme geral da edificação. danceteria.5 A central de alarme/detecção e o painel repetidor devem ficar em local onde haja constante vigilância humana e de fácil visualização. deverá ser previsto pelo menos um acionador manual em cada pavimento. devido a sua atividade sonora intensa. 5. será obrigatória também a instalação de avisadores visuais. garantindo que os detectores foram instalados de acordo com o prescrito na NBR 9441. 5. quando a central do sistema for do tipo convencional. o alarme geral é obrigatório para toda a edificação. do Anexo I do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.8. onde o acionador manual é opcional. caso o acionador manual do piso principal dê cobertura/caminhamento para a área do mezanino.7 A distância máxima a ser percorrida por uma pessoa. 5.

15 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .IT .Formas geométricas e dimensões para a sinalização de emergência B .Simbologia para sinalização de emergência 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C .Exemplos de instalação de sinalização 4 – Definições 5 – Procedimentos gerais 6 – Procedimentos específicos .

2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco. Norma ISO 6309 – Fire protection – safety signs. 5.mg. Norma BS 5499-1 – Fire safety signs. Norma ISO 3864 .1 Finalidade A sinalização de emergência tem como finalidade reduzir o risco de ocorrência de incêndio. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.Bairro Centro CEP 30. Spain.Safety colours and safety signs.br Email: dat3@cbmmg.2.bombeiros. Directive 92/58/EEC (OJ L 245) Minimum requirements for the provision of safety and/or health signs at work Germany. Italy 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. dimensões e cores – 2004.gov.2 Características da sinalização de emergência. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5.mg.gov. exceto residências unifamiliares. . 5 PROCEDIMENTOS GERAIS 5. Decreto Estadual nº 44. 355 . Portaria nº 204 do Ministério dos transportes – Instruções complementares ao Regulamento do Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 13434 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 1: Princípios de projeto – Parte 2: Símbolos e suas formas.130. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. alertando para os riscos existentes e garantir que sejam adotadas ações adequadas à situação de risco.270.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições exigíveis que devem satisfazer o sistema de sinalização de emergência em edificações e áreas de risco. notices and graphic symbols. and colours. Augusto de Lima.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 15 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Norma BS 5378-1 – Safety signs Specifications for colour and design. que orientem as ações de combate e facilitem a localização dos equipamentos e das rotas de saída para abandono seguro da edificação em caso de incêndio. Specification for fire safety signs.190-000 Site: www.1 Características básicas NBR 7500 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais.

5. 5.2.3.1 Rotas de saída Visa indicar o trajeto completo das rotas de fuga até uma saída de emergência (indicação continuada). que devem ser alocados convenientemente no interior da edificação e áreas de risco.2.2 Obstáculos Visa indicar a existência de obstáculos nas rotas de fuga. esta também deve ser .1 Sinalização básica A sinalização básica é o conjunto mínimo de sinalização que uma edificação deve apresentar. b) a sinalização de orientação das rotas de saída deve ser localizada de modo que à distância de percurso de qualquer ponto da rota de saída até a sinalização seja de. escadas.2 Sinalização complementar A sinalização complementar é o conjunto de sinalização composto por faixas de cor ou mensagens complementares à sinalização básica. quando for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo.3.3 Sinalização de orientação e salvamento A sinalização de saída de emergência própria de segurança contra incêndio e pânico deve assinalar todas as mudanças de direção. no máximo. distanciadas entre si em.4 Equipamentos Visa indicar a localização e os tipos de equipamentos de combate a incêndios e alarme disponíveis no local. a saber: a) a sinalização de portas de saída de emergência deve ser localizada imediatamente acima das portas. 6 PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS 6.3. distanciadas em no máximo 15 m entre si. Adicionalmente.3 Tipos de sinalização A sinalização de emergência divide-se em sinalização básica e sinalização complementar. distribuída em mais de um ponto dentro da área de risco. porém. 6. A sinalização complementar tem a finalidade de: 1) Complementar. 15 m. de acordo com sua função: 5.80 m medida do piso acabado à base da sinalização.1. 6.3.3 Orientação e Salvamento Visa indicar as rotas de saída e as ações necessárias para o seu acesso e uso.80 m medida do piso acabado à base da sinalização.3 Mensagens escritas Visa informar o público sobre: a) uma sinalização básica. 2) informar circunstâncias específicas em uma edificação ou áreas de risco.80 m medida do piso acabado à base da sinalização. no máximo a 0. das quais esta última não é dependente.1 Implantação da sinalização básica Os diversos tipos de sinalização de emergência devem ser implantados em função de características específicas de uso e dos riscos.1. 3) demarcar áreas para assegurar corredores de circulação destinados às rotas de saídas e acesso a equipamentos de combate a incêndio e alarme.2 Características específicas a) as formas geométricas e as dimensões das sinalizações de emergência são as constantes do Anexo A. próxima ao risco isolado ou distribuída ao longo da área de risco generalizadas.2 Alerta Visa alertar para áreas e materiais com potencial de risco de incêndio.2.5 Identificação de sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio Visa identificar. b) indicação de obstáculos e riscos de utilização das rotas de saída. 5. tais como: pilares. constituído por quatro categorias.3.10 m da verga.4 Demarcações de áreas Visa definir um layout no piso. b) as simbologias das sinalizações de emergência são as constantes do Anexo B.2. 5. instalações de máquinas ou equipamentos industriais e em locais destinados a estacionamento de veículos.1. d) a lotação admitida em recintos destinados à reunião de público.3. conforme segue: 5.2. em áreas utilizadas para depósito de materiais. c) mensagens escritas que acompanham a sinalização básica. nas seguintes situações: a) indicação continuada de rotas de saída. etc. e ser instalada segundo sua função. 5. através de um conjunto de faixas de cor.3. desníveis de piso.2.1 Sinalização de proibição A sinalização de proibição própria de segurança contra incêndio e pânico deve ser instalada em local visível e a uma altura de 1. a sinalização básica.1 Proibição Visa proibir e coibir ações capazes de conduzir ao início do incêndio ou ao seu agravamento.3.3. 5.3. que garanta acesso do público às rotas de saída e aos equipamentos de combate a incêndio e alarme. fechamento de vãos com vidros ou outros materiais translúcidos e transparentes.1. 5. 4) identificar sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio. b) as medidas de proteção contra incêndio existentes na edificação ou áreas de risco. onde for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo. etc. 6. choques elétricos e contaminação por produtos perigosos. de modo que pelo menos uma delas possa ser claramente visível de qualquer posição dentro da área. 5. as tubulações e acessórios utilizados para sistemas de hidrantes e chuveiros automáticos quando aparentes. arestas de paredes e vigas. através de pintura diferenciada. mensagens e cores. bem como em função de necessidades básicas para a garantia da segurança contra incêndio na edificação (ver exemplos no Anexo C).1. através de mensagens escritas.3. no máximo. saídas. símbolos ou mensagens escritas.2 Sinalização de alerta A sinalização de alerta própria de segurança contra incêndio e pânico deve ser instalada em local visível e a uma altura de 1.A sinalização de emergência faz uso de símbolos. centralizada a uma altura de 1. 5. definidos nesta Instrução Técnica. 5. ou diretamente na folha da porta.1. explosão. 15 m.1. 5. c) as circunstâncias específicas de uma edificação e áreas de risco.

depósito e locais utilizados para movimentação de mercadorias e de grande varejo. em todas as faces. utilizados em esquadrias destinadas a portas e painéis (com função de divisórias ou de fachadas. a sinalização deve estar a uma altura constante entre 0. com largura mínima de 50mm. informando o público sobre: a) os sistemas de proteção contra incêndio (ativos e passivos) instalados na edificação. aplicada horizontalmente em toda sua extensão. deve ser implantada também a sinalização de piso. Caso exista a necessidade de utilização de outros idiomas. desde que não assentadas sobre muretas com altura mínima de 1. deve ser aplicada à sinalização a cada mudança de direção.2.80 m do piso acabado. b) rebaixo de teto.40 m do piso acabado. de forma que na direção de saída de qualquer ponto seja possível visualizar o ponto seguinte.instalada.4 As mensagens que indicam circunstâncias específicas de uma edificação e área de risco devem ser utilizadas em placas a serem instaladas nas seguintes situações: 1) no acesso principal da edificação. medidas a partir das extremidades internamente consideradas. d) quando se tratar de hidrante e extintor de incêndio.2 Implantação da sinalização complementar 6. d) a mensagem escrita “SAIDA” deve estar sempre grafada no idioma português. c) quando o equipamento encontrar-se instalado em pilar. de forma a evidenciar o piso de descarga). A sinalização deve ser instalada de modo que a sua base esteja a 1.ou. c) quando aplicada sobre o piso. 6.00 m de altura). a sua localização deve ser indicada a partir do ponto de boa visibilidade mais próxima. sem no entanto. tais como vidros. na altura constante compreendida entre 1. d) elementos translúcidos e transparentes. em cor contrastante com o ambiente. com comprimento mínimo de 1. madeira. b) nas situações previstas na alínea c do item anterior. área de fabricação.). a) o espaçamento entre cada uma delas deve ser de até 3. podendo ser aplicada.2 A sinalização complementar de indicação de obstáculos ou de riscos nas circulações das rotas de saída deve ser implantada toda vez que houver uma das seguintes condições: a) desnível de piso.1 Quando houver necessidade de mensagens em um ou mais idiomas. devem ser aplicados textos adicionais. 6.1 A sinalização complementar de indicação de obstáculos e riscos na circulação de rotas de saída deve ser instalada de acordo com os seguintes critérios: 1) faixa zebrada. alternadamente.10m em cada face. instalada junto à parede.4 Sinalização de equipamentos de combate a incêndio A sinalização apropriada de equipamentos de combate a incêndios deve estar a uma altura de 1. etc. sobre o patamar de acesso de cada pavimento.80 m. essas podem ser adicionadas. 6. na área de risco. e devem ser escritas na língua portuguesa.00 m e 1.3.3 As mensagens escritas específicas que acompanham a sinalização básica devem se situar imediatamente adjacente à sinalização complementar. devem ser aplicadas tarjas. c) o número do telefone de emergência para acionamento de socorro público – Corpo de Bombeiros (193) . à sinalização deve estar centralizada em relação à largura da rota de saída. e) em escadas contínuas. d) quando aplicada nas paredes. conforme Anexo B: a) nas situações previstas nas alíneas a e c do item anterior. sendo que o conjunto não deve distar mais que 7.2. b) quando a visualização direta do equipamento ou sua sinalização não for possível no plano horizontal. c) a sinalização de identificação dos pavimentos no interior da caixa de escada de emergência deve estar a uma altura de 1.50 m do piso acabado. . deve-se incluir uma sinalização de saída de emergência com seta indicativa da direção do fluxo através dos símbolos (Anexo B – código S3 ou S4 na parede frontal aos lances de escadas e S5 acima da porta de saída. por toda a extensão dos obstáculos. protendida. o número de telefone da Polícia Militar (190). devem ser aplicadas. devem ser aplicadas.2. na falta de Posto de Bombeiros no Município. Ainda: a) quando houver. 6. à parede direita e esquerda da rota de saída.2.1.5 m do equipamento. medida do piso acabado à base da sinalização. verticalmente. indicando a direção do fluxo. respeitado o limite máximo de 30 m. horizontalmente. quando utilizada.50 m do piso acabado à base da sinalização. substituir a mensagem na língua portuguesa. f) a abertura das portas em escadas não deve obstruir a visualização de qualquer sinalização.1 A sinalização complementar de indicação continuada das rotas de saída é facultativa e. deve ser aplicada sobre o piso acabado ou sobre as paredes de corredores e escadas destinadas a saídas de emergência. além da identificação do pavimento de descarga no interior da caixa de escada de emergência. atendendo os seguintes critérios: (ver exemplos no Anexo C). b) independente do critério anterior. 6.2. e imediatamente acima do equipamento sinalizado.0 m na linha horizontal. a uma altura de 0. 6. b) a característica estrutural da edificação (metálica. instalados em garagem. c) outras saliências resultantes de elementos construtivos ou equipamentos que reduzam a largura das rotas de saída.2.2. prejudicando a sua utilização. devem ser sinalizadas todas as faces do pilar que estiverem voltadas para os corredores de circulação de pessoas ou veículos.25 m e 0. A sinalização deve incluir o símbolo do equipamento em questão e uma seta indicativa. obstáculos que dificultem ou impeçam a visualização direta da sinalização básica no plano vertical.0m. 6. 2) nas situações previstas na alínea d do item anterior.80 m medido do piso acabado à base da sinalização. de tal forma a ser visualizada em ambos os sentidos da escada (subida e descida). com largura mínima de 0. a mesma sinalização deve ser repetida a uma altura suficiente para a sua visualização. concreto armado.

h) os equipamentos de origem estrangeira. devem possuir as orientações necessárias à sua operação na língua portuguesa. 6. em substituição à sinalização apropriada de saída com o efeito fotoluminescente. com comprimento mínimo de 1. a quantidade e os perigos que oferecem às pessoas e meio-ambiente. sem bordas laterais. 6. cujas atividades se desenvolvem sem aclaramento natural ou artificial suficientes para permitir o acúmulo de energia no elemento fotoluminescente das sinalizações de saídas.2) no acesso principal dos recintos destinados a reunião de público. formando um retângulo ou quadrado. indicando a quantidade total de recipientes de acordo com a capacidade máxima individual de cada tipo. c) a sinalização de emergência deve ser instalada perpendicularmente aos corredores de circulação de pessoas e veículos.4. para indicar as vagas de estacionamento de veículos em garagens ou locais de carga e descarga. tratando-se de sistemas diferenciados de proteção contra incêndio (sistema de hidrantes e sistema de chuveiros automáticos). bem como a capacidade máxima individual de cada tipo. 6. regularizados em projeto aprovado no CBMMG.2. g) os recintos destinados à reunião de público.2.6. máquinas e equipamentos industriais.04 m2.4 A tampa de abrigo do registro de recalque deve ser pintada na cor vermelha. complementarmente e. em litros ou metros cúbicos. acrílico. etc. nos acessos às saídas de emergência.. 4) próximo aos produtos armazenados. informando o público sobre: a) os sistemas de proteção contra incêndio (ativos e passivos) instalados na área de risco. e b) depósitos de mercadorias 6. nunca exclusivamente. ser adotada outro idioma. c) os gases combustíveis armazenados em tanques fixos.1 Além das sinalizações previstas nesta Instrução Técnica. devem possuir luminária de balizamento com a indicação de saída (mensagem escrita e/ou símbolo correspondente). dispostas perpendicularmente ao sentido de fluxo de pedestres (faixa de pedestres). f) as sinalizações complementares de indicação continuada das rotas de saída e de indicação de obstáculos devem possuir efeito fotoluminescente. dificultando a sua visualização.2. paralelas entre si e com o espaçamento variando entre uma e duas vezes a largura da faixa adotada. d) as expressões escritas utilizadas nas sinalizações de emergência devem seguir as regras. regularizados em projeto aprovado no CBMMG. alarme de incêndio e equipamentos de combate a incêndio devem possuir efeito fotoluminescente.2. permitindo-se condições de fácil visualização. em todo o perímetro das áreas destinadas a depósito de mercadorias.2. 6.3 Os acessórios hidráulicos (válvulas de retenção.2.6. deve ser indicada uma nota no projeto técnico de segurança contra incêndio e pânico referente ao . a fim de identificar o corredor de acesso para pedestres localizado junto a: a) vagas de estacionamento de veículos.20m. separados por categoria. em quilogramas.4 Projeto de sinalização de emergência Para fins de apresentação junto ao Corpo de Bombeiros. utilizados na segurança contra incêndio.2. devem ter pintura na cor vermelha.05 m e 0. através de faixas contínuas com largura entre 0. 6.6. 3) na cor branca.5 As sinalizações complementares destinadas à demarcação de áreas devem ser implantadas no piso acabado.). 6. fechada com material transparente (vidro. termos e vocábulos da língua portuguesa. a fim de indicar uma separação entre os locais desses materiais e os corredores de circulação de pessoas e veículos.3 Requisitos São requisitos básicos para que a sinalização de emergência possa ser visualizada e compreendida no interior da edificação ou área de risco: a) a sinalização de emergência deve destacar-se em relação à comunicação visual adotada para outros fins. não embutidas na alvenaria (parede e piso). 2) na cor branca ou amarela.2. válvulas de governo e alarme) devem receber pintura na cor vermelha. deve haver indicação específica no interior dos respectivos abrigos: inscrição “H” para hidrantes e “CA” ou “SPK” para chuveiros automáticos. podendo. 6.5 Quando houver dois ou mais registros de recalque na edificação. b) a sinalização de emergência não deve ser neutralizada pelas cores de paredes e acabamentos. nas seguintes situações: 1) na cor branca ou amarela. registros de paragem. 3) no acesso principal da área de risco.6 As sinalizações complementares destinadas à identificação de sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio devem ser implantadas da seguinte forma: 6.20 m.6. sem prejuízo do sistema de iluminação de emergência. regularizados em projeto aprovado no CBMMG. identificado com o dístico “incêndio” – fundo vermelho com inscrição na cor branca ou amarela. em litros ou metros cúbicos e em quilogramas. b) os produtos líquidos combustíveis armazenados.1 Para o sistema de proteção por hidrantes e chuveiros automáticos as tubulações aparentes.6. bem como a capacidade máxima individual dos tanques. indicando o nome comercial e científico do produto.2 As portas dos abrigos dos hidrantes: a) devem ser pintadas na cor vermelha devidamente identificadas com o dístico “incêndio” – fundo vermelho com inscrição na cor branca ou amarela. indicando a quantidade total de recipientes transportáveis ou tanques. e) as sinalizações básicas de emergência destinadas à orientação e salvamento. indicando a lotação máxima admitida. as áreas de armazenamento de produtos perigosos devem ser sinalizadas de acordo com a NBR 7500. d) os gases combustíveis armazenados em recipientes transportáveis. instalados na edificação. etc. 6. e) outros produtos perigosos armazenados. indicando a quantidade total de tanques. b) podem possuir abertura no centro com área mínima de 0. regularizada em projeto aprovado no CBMMG. indicando o tipo.

6 Manutenção A sinalização de emergência utilizada na edificação e áreas de risco deve ser objeto de inspeção periódica para efeito de manutenção. quando elaborado.atendimento das exigências contidas nesta IT. conforme indicado na Tabela 4 do Anexo A. 6. 6. deve ser constituído de memoriais descritivos do sistema de sinalização e de plantas-baixa da edificação onde constem os tipos e dimensões das sinalizações apropriadas à edificação. faixas e outros elementos empregados para indicar: a) sinalizações de orientação e salvamento.4 A sinalização de emergência complementar de rotas de saída aplicadas nos pisos acabados devem atender os mesmos padrões exigidos para os materiais empregados na sinalização aérea do mesmo tipo. __________________________________________ . d) Sinalização complementar de indicação de obstáculos e de riscos na circulação de rotas de saída. 6. a simbologia indicativa da sinalização deve ser a prevista por esta IT.5. b) possuir espessura suficiente para que não sejam transferidas para a superfície da placa possíveis irregularidades das superfícies onde forem aplicadas. quando angular.5.2 É recomendada a elaboração de projeto executivo do sistema de sinalização de emergência. bem como o quadro de quantidades de placas de sinalização discriminados por tipo e dimensões.2 Devem utilizar elemento fotoluminescente para as cores branca e amarela dos símbolos. entretanto tal projeto não necessita ser encaminhado para análise do Corpo de Bombeiros. 6.3.2. 6. b) equipamentos de combate a incêndio e alarme de incêndio. b) chapas metálicas.4. 6. 6. veículos e utilização de produtos e materiais utilizados para limpeza de pisos.4. conforme abaixo: Nota: O sistema de sinalização de emergência atenderá ao contido na Instrução Técnica nº 15 do CBMMG. 6.3. devendo atender as propriedades calorimétricas.1 Os materiais utilizados para a confecção das sinalizações de emergência devem atender às seguintes características: a) possuir resistência mecânica.5 As placas utilizadas na sinalização podem ser do tipo plana ou angular. de resistência à luz e resistência mecânica. devem constar a altura mínima de letras (conforme Tabela 2 do Anexo A) para cada placa indicando-se através de linha fina de chamada.5. 6. onde: a) na parte superior do círculo deve constar o código do símbolo.4.1 As demais sinalizações aplicadas em pisos acabados podem ser executadas em tinta que resista a desgaste. de forma a adequar tecnicamente a edificação aos parâmetros desta IT. 6. conforme Anexo B.5.5. conforme Tabela 1 do Anexo A. 6.3 O material fotoluminescente deve atender a norma DIN 67510 ou outra norma internacionalmente aceita. b) na parte inferior do círculo devem constar as dimensões (diâmetro.5.4. 6. 6.1 Quando as sinalizações utilizarem-se de mensagens escritas.4.1 Os materiais que constituem a pintura das placas e películas devem ser atóxicos e não-radioativos.3 O projeto executivo de sinalização de emergência. indicadas através de um círculo dividido ao meio na posição a serem instaladas.1 Nos detalhes de sistemas a serem apresentados em projeto técnico.2 Deve ainda constar do projeto uma legenda contendo todos os símbolos adotados em conformidade com o Anexo B desta IT. quando suas propriedades físicas e químicas deixarem de produzir o efeito visual para as quais foram confeccionadas. c) outros materiais semelhantes.4. c) Sinalização complementar de indicação continuada de rotas de saída.5.5 Material Os seguintes materiais podem ser utilizados para a confecção das sinalizações de emergência: a) placas em materiais plásticos. altura e/ou largura) da placa (em milímetros). devem seguir as especificações conforme demonstrado na figura abaixo: Figura 1 – Instalação de placa angular 6. desde a simples limpeza até a substituição por outra nova. decorrente de tráfego de pessoas. por um período de tempo considerável. até a edição de norma nacional.

. 2. em m2.utilizadas para implantar símbolos de orientação. Dimensões básicas da sinalização A > L2 2000 onde: A = área da placa. L = Distância do observador à placa. c) Quadrada e retangular . Formas da sinalização: a) Circular . conforme Tabela 1.ANEXO A FORMAS GEOMÉTRICAS E DIMENSÕES PARA A SIMALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA Tabela 1 – Formas geométricas e dimensões das placas de sinalização Cota (mm) Distância máxima de visibilidade (m) 4 6 8 10 12 14 16 18 20 24 28 30 Sinal Forma geométrica Proibição D 101 151 202 252 303 353 404 454 505 606 706 757 Alerta L 136 204 272 340 408 476 544 612 680 816 951 1019 L Orientação. 3. em metros. socorro.0H) 89 134 179 224 268 313 358 402 447 537 626 671 63 95 126 158 190 221 253 285 316 379 443 474 NOTAS: 1. Esta relação é válida para L < 50 m. b) Triangular . alarme e mensagens escritas (ver forma geométrica da Tabela 1).utilizada para implantar símbolos de alerta (ver forma geométrica da Tabela 1). salvamento e equipamentos H (L=2. sendo que deve ser observada a distância mínima de 4 m. A Tabela 1 apresenta valores referenciais para algumas distâncias pré-definidas.utilizada para implantar símbolos de proibição e ação de comando (ver forma geométrica da Tabela 1). emergência. identificação de equipamentos utilizados no combate a incêndio.

b) cor de fundo (cor de segurança): vermelha. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. e) margem (opcional): amarelo. d) margem (opcional): fotoluminescente. Distância de leitura com maior impacto (m) 4 6 8 9 10 12 16 18 24 25 27 30 Altura mínima (mm) 300 350 400 500 600 700 750 800 900 1000 1500 1500 Distância de leitura com maior impacto (m) 36 42 48 60 72 84 90 96 108 120 180 180 . b) cor do fundo (cor de segurança): verde. 6. c) moldura: preta. em m L = distância do observador à placa. elas devem ser grafadas obedecendo à relação: h> L 125 onde: h = altura da letra. 7. Tabela 2 – Altura mínima das letras em placas de sinalização em função da distância de leitura Altura mínima (mm) 30 50 65 75 85 100 135 150 200 210 225 250 Notas: 1. Sinalização de equipamentos: a) forma: quadrada ou retangular. c) barra diametral e faixa circular (cor de segurança): vermelha. em metros. Sinalização de orientação e salvamento: a) forma: quadrada ou retangular. e) margem (opcional): branca. b) cor do fundo (cor de contraste): amarela. 2. 5. d) cor do símbolo: preta. Sinalização de alerta: a) forma: triangular. d) cor do símbolo (cor de segurança): preta. d) margem (opcional): fotoluminescente. b) cor de contraste: branca. Todas as palavras e sentenças devem apresentar letras em caixa alta. A Tabela 2 apresenta valores de altura de letra para distâncias pré-definidas.4. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. fonte Universo 65 ou Helvetica Bold. No caso de emprego de letras. Sinalização de proibição: a) forma: circular.

Essas cores têm a finalidade de contrastar com a cor de segurança. de 35%.5/ - 5R 4/14 485C C0 M100 Y91 K0 C0 M9 Y94 K0 C79 M0 Y87 K76 C0 M0 Y0 K100 R255 G0 B23 R255 G255 B0 R0 G61 B0 R0 G0 B0 O padrão de cores básico é o Munsell Book of Colors®. Tabela 4 – Símbolos para identificação de placas em planta baixa de projeto executivo: Sinalização retangular Sinalização quadrada Sinalização triangular Sinalização circular . para a sinalização de orientação e salvamento e de equipamentos.0/ 419C Branco N 9. As cores Pantone® foram convertidas do sistema Munsell Book of Colors®. Aplicação das cores de segurança: a) Vermelha . As cores de contraste devem ser fotoluminescentes. respectivamente. onde este valor deve ser.as cores de contraste são a branca ou amarela. Cores de segurança .a cor de segurança deve cobrir. Notas: 1. 3. Cores de contraste . b) Verde . 3) Os valores das tabelas CMYK e RGB para impressão gráfica foram convertidos do sistema Pantone®. 2. A essa cor é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança. emergência. 5. 50% da área do símbolo. 4. Cores de sinalização .5G ¾ 350C Preto N 1.as cores de segurança e cores de contraste são apresentadas na tabela 3.utilizada para símbolos de proibição.Tabela 3 – Cores de segurança e contraste Denominação das Cores: Vermelho Munsell Book of Colors® 1 Pantone® 2 CMYK 3 RGB 1) 2) Referência Amarelo 5Y 8/12 108C Verde 2. no mínimo. para sinalização de proibição e alerta. de modo a fazer com que esta se sobressaia. conforme especificado na tabela 3. identificação de equipamentos de combate a incêndio e alarme. exceto no símbolo de proibição. no mínimo.utilizada para símbolos de orientação e salvamento. c) Preta .utilizadas para símbolos de alerta e sinais de perigo.

equipamentos de Faixa circular e barra combate a incêndio. A especificação de cada cor designada abaixo é apresentada na tabela 3 do anexo A. Toda situação onde o uso de água for impróprio para extinguir o fogo. acompanhados de exemplos de aplicação. rotas de fuga. em cor preta emergência. Todo o local onde a utilização de chama pode aumentar o risco de incêndio Todo local onde fumar pode aumentar o risco de incêndio Aplicação P5 Proibido obstruir este local . em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P3 Proibido utilizar água para apagar o fogo Pictograma: balde de água sobre o fogo. diametral: vermelha etc. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P2 Proibido produzir chama Pictograma: fósforo com chama. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P4 Proibido utilizar elevador em caso de incêndio Pictograma: elevador e chama. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Em locais sujeitos a depósito de mercadorias onde a obstrução pode Fundo: branca apresentar perigo de Pictograma: símbolo de acesso às saídas de pallet.).Símbolos da sinalização básica Os símbolos adotados por esta norma para sinalização de emergência são apresentados a seguir. Sinalização de Proibição Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: circular Fundo: branca P1 Proibido fumar Pictograma: cigarro. 1.ANEXO B SIMBOLOGIA PARA A SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA I . Símbolo: circular Nos locais de acesso aos elevadores comuns e monta-cargas.

em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais ou gases que oferecem risco de explosão. Símbolo: triangular Fundo: amarela A4 Cuidado.2. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais corrosivos. risco de corrosão Pictograma: Mão corroída. Sinalização de Alerta Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: triangular Fundo: amarela A1 Alerta geral Pictograma: ponto de exclamação. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a instalações elétricas que oferecem risco de choque. em cor preta Faixa triangular: preta Aplicação Toda vez que não houver símbolo específico de alerta. Símbolo: triangular Fundo: amarela A3 Cuidado. risco de choque elétrico Pictograma: raio. risco de explosão Pictograma: explosão. risco de incêndio Pictograma: chama. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais altamente inflamáveis. deve sempre estar acompanhado de mensagem escrita específica. Símbolo: triangular Fundo: amarela A2 Cuidado. . Símbolo: triangular Fundo: amarela A5 Cuidado.

em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de produtos tóxicos. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais radioativos. . risco de exposição a produtos tóxicos Fundo: amarela Pictograma: produto tóxico. Símbolo: triangular A7 Cuidado. risco de radiação Pictograma: símbolo radioativo.Símbolo: triangular Fundo: amarela A6 Cuidado.

A seta indicativa deve ser posicionada de acordo com o sentido a ser sinalizado S1 S2 S3 S5 S7 . especialmente para ser fixado em colunas Dimensões mínimas: L = 1.3.0 H Indicação de uma saída de emergência a ser afixada acima da porta. para indicar o seu acesso Símbolo: retangular Saída de emergência S4 Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente a) indicação do sentido do acesso a uma saída que não esteja aparente b) indicação do sentido do uma saída por rampas c) indicação do sentido da saída na direção vertical (subindo ou descendo) S6 NOTA.5 H. Sinalização de Orientação e Salvamento Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação Indicação do sentido (esquerda ou direita) de uma saída de emergência. Indicação do sentido (esquerda ou direita) de uma saída de emergência Dimensões mínimas: L = 2.

com altura de letra sempre > 50 mm Indicação da saída de emergência. com ou sem complementação do pictograma fotoluminescente (seta ou imagem. com fotoluminescentes (seta altura de letra sempre > ou imagem. ou ambos) 50 mm Fundo: verde Símbolo: retangular . ou ambos) S13 Saída de emergência S14 S15 Saída de emergência S16 Indicação da saída de emergência.Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação S8 S9 Símbolo: retangular Fundo: verde Escada de emergência Pictograma: fotoluminescente Indicação do sentido de fuga no interior das escadas Indica direita ou esquerda. descendo ou subindo O desenho indicativo deve ser posicionado de acordo com o sentido a ser sinalizado S10 S11 S12 Símbolo: retangular Fundo: verde Mensagem “SAÍDA” ou Mensagem “SAÍDA” e/ou pictograma e/ou seta direcional: fotoluminescente. utilizada como complementação Mensagem “SAÍDA”: do pictograma fotoluminescente.

Fundo: verde S21 . que significa 1º Subsolo. Indicação do pavimento. Indicação da forma de acionamento da barra antipânico instalada sobre a porta cortafogo. Número do pavimento Pode se formar pela associação de duas placas. quando for o caso S20 Símbolo: Quadrada Acesso a um dispositivo para abertura de uma porta de saída Orienta uma providência para obter Pictograma: mão com acesso a uma chave ou uma ferramenta um modo de abertura da quebrando um painel de saída de emergência vidro. Pode ser complementada pela mensagem “aperte e empurre”. Por exemplo: 1 o + SS = 1 o SS. fotoluminescente.Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: retangular ou quadrada Fundo: verde Aplicação Exemplos Mensagem indicando número do pavimento. no interior da escada (patamar) S17 S18 S19 Instrução de abertura da porta corta-fogo por barra antipânico Símbolo: quadrado ou retangular Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente.

4. Sinalização de Equipamentos de Combate a Incêndio e Alarme Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação E1 Alarme sonoro Indicação do local de instalação do alarme de incêndio E2 Ponto de acionamento de alarme de incêndio ou bomba de incêndio Comando manual de alarme ou bomba de incêndio Símbolo: quadrada Deve vir sempre acompanhado de uma mensagem escrita. designando o equipamento acionado por aquele ponto E3 Fundo: vermelha Pictograma: fotoluminescente E4 Telefone ou interfone de emergência Indicação da posição do interfone para comunicação de situações de emergência a uma central E5 Extintor de incêndio Indicação de localização dos extintores de incêndio .

Símbolo: Quadrado E11 Válvula de controle do sistema de chuveiros automáticos Fundo: vermelho Pictograma: chuveiro automático fotoluminescente Indicação da localização da válvula de controle do sistema de chuveiros automáticos . para evitar a proliferação de sinalizações correlatas. alarme de incêndio e extintores).Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação Indicação de localização dos extintores de incêndio com informações complementares ( exemplo de numeração para controle) E6 Extintor de incêndio E7 Mangotinho Indicação de localização do mangotinho E8 Abrigo de mangueira e hidrante Indicação do abrigo da mangueira de incêndio sem hidrante E9 Hidrante de incêndio Indicação da localização do hidrante com ou sem mangueiras Símbolo: Quadrado E10 Coleção de equipamentos de combate a incêndio Fundo: vermelho Pictograma: semicírculo fotoluminescente Indica a localização de um conjunto de equipamentos de combate a incêndio (hidrante.

indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme NOTAS: 1. a fim de obter quatro tipos básicos de sinalização de segurança.00 m) Aplicação E12 Sinalização de solo para equipamentos de combate a incêndio (hidrantes e extintores) Fundo: vermelha (0. Deve sempre ser acompanhado do símbolo do(s) equipamento(s) que estiver(em) oculto(s).Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: quadrada (1.00 m x 1. .15m) Usado para indicar a localização dos equipamentos de combate a incêndio e alarme. observando-se os requisitos da tabela 1 do anexo A para proporcionalidades paramétricas e tabela 3 do anexo A para as cores. para evitar a sua obstrução E13 Seta à esquerda. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme Símbolo: quadrada Fundo: vermelha Pictograma: seta indicativa fotoluminescente Indicação da localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme.70 m x 0. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme E16 Seta diagonal à direita. E15 Seta diagonal à esquerda.70 m) Pictograma: borda amarela (largura = 0. Sinalizações básicas As formas geométricas e as cores de segurança e de contraste devem ser utilizadas somente nas combinações descritas a seguir. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme E14 Seta à direita.

a sinalização de proibição deve obedecer a: a) forma: circular. d) cor do símbolo (cor de segurança): preta. e) margem (opcional): branca. c) moldura: preta.3 Sinalização de orientação e salvamento . b) cor de contraste: branca. b) cor de fundo (cor de segurança): vermelha.2 Sinalização de alerta .4 Sinalização de equipamentos . d) cor do símbolo: preta.1 Sinalização de proibição . e) margem (opcional): branca. f) proporcionalidades paramétricas. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. b) cor do fundo (cor de segurança): verde.a sinalização de equipamentos de combate a incêndio deve obedecer: a) forma: quadrada ou retangular.a sinalização de orientação deve obedecer a: a) forma: quadrada ou retangular. c) barra diametral e faixa circular (cor de segurança): vermelha. f) proporcionalidades paramétricas. e) proporcionalidades paramétricas.a sinalização de alerta deve obedecer a: a) forma: triangular. d) margem (opcional): fotoluminescente. e) proporcionalidades paramétricas. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. 1. 1. d) margem (opcional): fotoluminescente. 1. .1. b) cor do fundo (cor de contraste): amarela.

II . o tipo de estrutura e os telefones de emergência. fotoluminescente. Pictograma: mensagem escrita “porta cortafogo mantenha fechada”. dimensões e cores da sinalização complementar é estabelecida neste capítulo. . Fundo: verde Pictograma: mensagem escrita “aperte e empurre”. 1. M5 Indicação da saída de emergência e a rota de fuga específica. Símbolo: retangular Nas portas corta-fogo instaladas nas saídas de emergência. Fundo: verde Pictograma: mensagem escrita “Lotação Máxima admitida: xx pessoas sentadas xy pessoas em pé”. Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: quadrado ou retangular Fundo: cor contrastante com a mensagem Aplicação Ver figura 1 M1 Indicação dos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação.Sinalização Complementar A padronização de formas. Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente com mensagemadjacente escrita “rota de fuga” Indicaçãoda rota de fuga específica para organizar o fluxo de pessoas. Mensagens Escritas A complementação da sinalização básica por sinalização complementar composta por mensagem escrita deve atender aos requisitos de dimensionamento apresentados nas Tabelas 1 e 2 do Anexo A. Símbolo: retangular Na entrada principal da edificação. Pictograma: mensagem escrita referente aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. Símbolo: retangular Nas entradas principais dos recintos de reunião de público. conforme plano de abandono. M3 Aperte e empurre o dispositivo de abertura da porta. M2 Indicação da lotação máxima admitida no recinto de reunião de público. M4 Manter a porta cortafogo da saída de emergência fechada. fotoluminescente Símbolo: retangular Fundo: verde Nas portas de saídas de emergência com dispositivo anti-pânico.

fotoluminescente. de acordo com os critérios especificados no texto desta norma. Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente com mensagemadjacente escrita “rota de fuga” Indicaçãoda rota de fuga específica para organizar o fluxo de pessoas. .Símbolo: retangular Indicação da saída de emergência e a rota de fuga específica. Indicação continuada de rotas de fuga A indicação continuada de rotas de fuga deve ser realizada por meio de setas indicativas. M6 Figura 1 – modelo de sinalização tipo M1 2. Nas paredes. instaladas no sentido das saídas. conforme plano de abandono. e/ou nos pisos de rotas de saída. próximo ao piso. com as seguintes especificações abaixo: Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: retangular Fundo: verde Aplicação C1 Ver figura 2 Direção da rota de saída Pictograma: seta indicativa prolongada.

conforme símbolos abaixo. Indicação de obstáculos Obstáculos nas rotas de saídas devem ser sinalizados por meio de uma faixa zebrada. com largura mínima de 100mm. As listas amarelas e pretas ou brancas fotoluminescentes e vermelhas devem ser inclinadas a 45 o e com largura mínima de 50 mm cada.C2 C3 Símbolo: quadrado C4 Direção da rota de saída Fundo: verde Pictograma: seta. Complementa uma sinalização básica de orientação e salvamento C5 C6 C7 Figura 2 – Detalhe da sinalização tipo C-1 3. fotoluminescente. .

Nas paredes. porém 45 0 não possui sistema de iluminação de emergência. Fundo: amarelo Utilizada quando o Pictograma: listas ambiente interno ou pretas inclinadas a 45 0 externo possui sistema de iluminação de emergência.Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação O1 Obstáculo Nas paredes. muretas Símbolo: retangular ou e outros elementos que podem constituir um quadrado obstáculo à circulação de pessoas e veículos. vigas. vigas. cancelas. cancelas. pilares. muretas Símbolo: retangular ou e outros elementos que podem constituir um quadrado obstáculo à circulação de pessoas e veículos. pilares. O2 Obstáculo . Fundo: branco Utilizada quando o fotoluminescente ambiente possui Pictograma: listas iluminação artificial em vermelhas inclinadas a situação normal.

Sinalização de porta corta-fogo (vista do .ANEXO C EXEMPLOS DE INSTALAÇÃO DE SINALIZAÇÃO Figura 1 .Sinalização de porta corta-fogo (vista da escada) hall) Figura 2 .

Sinalização de porta corta-fogo do terreno (vista da escada) Figura 4 .Sinalização de elevadores Figura 5 – Sinalização de portas com barras antipânico (modelos 1 e 2) .Figura 3 .

Sinalização de hidrante .Sinalização de extintores Figura 7 .Figura 6 .

Figura 8 .Sinalização complementar. . Exemplo de rodapé.

sinalização complementar de saídas e obstáculos. .Figura 9 – Sinalização de saída sobre verga de portas. sinalização complementar de saída e obstáculos. Figura 10 – Sinalização de saída sobre porta corta-fogo.

Figura 11 – Sinalização de saída sobre paredes e vergas de portas Figura 12 – Sinalização de saída sobre porta corta-fogo .

Figura 13 – Sinalização de saída perpendicular ao sentido da fuga. em dupla face. em dupla face. . Figura 14 – Sinalização de saída no sentido da fuga.

Figura 15 – Sinalização de saída em rampa ________________________________________ .

Procedimentos 7 – Certificação e validade/garantia .IT .16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Generalidades gerais 6.

4.Extintores de incêndio com carga d’água. em função do risco.1 Área protegida: Área em metros quadrados de piso.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas edificações e área de risco.Extintores de Incêndio classe A – ensaio de fogo em engradado de madeira NBR 9444 .Bairro Centro CEP 30.br SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio em edificações e/ou áreas de risco por meio de extintores de incêndio (portáteis ou sobre rodas).Extintores de incêndio com carga de espuma mecânica.Extintores de Incêndio classe C – ensaio de condutividade elétrica. 2 APLICAÇÃO 2. do ponto de fixação do extintor a qualquer ponto da área protegida pelo extintor. 355 .Sistema de Proteção por Extintores de Incêndio.270.6 Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual.2 Naquilo que não contrarie o disposto nesta instrução técnica. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. a ser percorrida por um operador. manutenção e recarga em extintores de incêndio.190-000 Site: www. 4. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. NBR 12962 .1 a 4.4 Capacidade extintora: Medida do poder de extinção do fogo de um extintor. NBR 13485 . NBR 10721 .gov. constituídos de recipiente e acessórios contendo o . 4. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.5 Distância máxima a ser percorrida: Distância máxima real. NBR 11716 . obtida em ensaio prático normalizado.2 Agente extintor: Substância utilizada para a extinção do fogo. medida em litro ou quilograma. são adotadas as definições de 4.Extintores de incêndio com carga de gás carbônico. Decreto Estadual nº 44. adota-se a NBR 12693 . 2. protegida por uma unidade extintora. Augusto de Lima. 4. 4. em metros. 4. NBR 11715 .br Email: dat3@cbmmg.Extintores de incêndio portáteis com carga de halogenados.gov.3 Carga: Quantidade de agente extintor contido no extintor de incêndio. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.bombeiros. NBR 12992 . atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico no Estado de Minas Gerais. NBR 11751 .11.130.mg.Inspeção.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 16 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.Extintores de incêndio classe B – ensaio de fogo em líquido inflamável.Extintores de incêndio com carga de pó.Manutenção de terceiro nível (vistorias em extintores de incêndio). 4 DEFINIÇÕES Para efeitos desta Instrução Técnica.mg. NBR 11762 . NBR 9443 .

paredes ou divisórias.2. . com altura recomendada entre 0. 4.10 Sinalização: Marcação pelo piso.2. apoiados em suportes apropriados e afixados ao solo.2.20 metros do piso acabado.6 O extintor com agente de múltiplo uso ABC poderá substituir qualquer tipo de extintor de classes específicas A. 5.2. k) transformadores. b) permaneça protegido contra intempéries e danos físicos em potencial.3 Os extintores não devem ser instalados em escadas. 5. até 1.2.7 Quando os extintores de incêndio forem instalados em abrigos embutidos na parede ou divisória. 5 Generalidades 5.2. 5. no mínimo uma unidade extintora adequada às classes de risco existente no local. b) casa de bombas. um extintor de incêndio a não mais de 10 m da entrada principal da edificação e das escadas nos demais pavimentos.1 Seleção do agente extintor segundo a classificação do fogo consta na tabela 1.2.agente extintor destinado a combater princípios de incêndio. além da sinalização.9 Princípio de incêndio: Período inicial da queima de materiais. no máximo. divisórias ou colunas.10 Em locais de riscos especiais devem ser instalados extintores de incêndio que atendam o item 6. i ) escada rolante (casa de máquinas).9 Deve ser instalado. 4. não sendo aceitas combinações de dois ou mais extintores. 5. 5.1 Condições gerais O extintor deve ser instalado de maneira que: CLASSE DO FOGO A B C D Nota: Tabela 1 – Seleção do agente extintor segundo a classificação AGENTE EXTINTOR ÁGUA ESPUMA GÁS PÓ BC PÓ ABC HIDROCARBONETOS MECÂNICA CARBONICO ALOGENADOS (A) (P) (P) (A) (A) (P) (NR) (A) (A) (NR) (A) (A) (A) (A) (A) (A) (A) (A) Deve ser verificada a compatibilidade entre o metal combustível e o agente extintor (A) Adequado à classe do fogo (NR) Não recomendado à classe do fogo (P) Proibido à classe de fogo. e) Haja menor probabilidade do fogo bloquear seu acesso.2. coluna e/ou teto. de forma que a parte inferior do extintor permaneça no mínimo 0. c) permaneça desobstruído e devidamente sinalizado de acordo com o estabelecido na IT 15 .7 Extintor portátil: Extintor que possui massa total até 196 N (20 Kgf). 5.8 As unidades extintoras devem ser as correspondentes a um só extintor. independente da proteção geral da edificação ou risco. devem resistir a 3 (três) vezes a massa total do extintor.2.1.2.2. 4. que não pode ficar trancado. para que todos os usuários fiquem familiarizados com a sua localização.4 É permitida a instalação de extintores sobre o piso acabado. desde que permaneçam. 5. 5. j ) quadro de redução para baixa tensão.60 metros do piso.2. a alça de suporte de manuseio deve variar.2.Sinalização de Emergência. 4. enquanto o incêndio é incipiente.11 Unidade extintora: Extintor que atende à capacidade extintora mínima prevista nesta norma. 5.2.8 Extintor sobre rodas: Extintor que possui massa total superior a 196 N (20Kgf). 5. a) seja visível.2. em função do risco e da natureza do fogo.20 m do piso. d) casa de máquinas.2.2. d) sejam adequados à classe de incêndio predominante dentro dá área de risco a ser protegida. à exceção do extintor de espuma mecânica.2. c) casa de força elétrica. g) elevador (casa de máquinas). compostos químicos ou equipamentos. f ) incinerador. 4.2 Instalação 5. destinada a indicar a presença de um extintor.1 O suporte de fixação dos extintores em paredes. e) galeria de transmissão. B e C dentro de uma edificação ou área de risco. l ) contêineres de telefonia.2. pelo menos.5 Cada pavimento deve possuir. 5.2. h) ponte rolante.2 Para a fixação em colunas. parede.2.10 m e 0.2.2 Extintores portáteis 5. tais como: a) casa de caldeira. deve existir uma superfície transparente que possibilite a visualização do extintor no interior do abrigo.

5.m) outros que necessitam de proteção adequada. 5. considerando o complemento por extintores portáteis.2. 5. Tab. área e distância a serem percorridas para o fogo classe A RISCO Baixo Médio Alto Unidade extintora 2A 2A 4ª Área máxima protegida pela capacidade extintora de 1A 270 m2 135 m2 90 m2 Área máxima protegida por 800 m2 800 m2 800 m2 extintor Distância máxima a ser 20 m 20 m 20 m percorrida até o extintor Tab.3 O emprego de extintores sobre rodas só é computado como proteção efetiva em locais que permita o livre acesso.3.2 Dimensionamento 6. desde que atendam aos requisitos desta IT e que não distem mais que 5 metros do risco a proteger.3.EXTINTORA TIPO DE CARGA MÍNIMA ÁGUA ESPUMA MECÂNICA DIÓXIDO DE CARBONO PÓ BC PÓ ABC COMPOSTOS HALOGENADOS 2-A 2-A: 10-B 5-B:C 20-B:C 2-A: 20-B:C 5-B: C 2A 3A 4A 6A 10A 20A 30A 540m 2 360 m2 800 m2 800 m 2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 540 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 . 5. Gás Liquefeito de Petróleo e Gás Natural devem ser seguidas as Instruções Técnicas 22.2. 6. de forma alternada entre extintores portáteis e sobre rodas na área de risco. 5 . 5. 2 Capacidade extintora mínima de extintor portátil CAP. 23 e 24.Determinação da unidade extintora. no máximo.2 Os extintores sobre rodas devem ser localizados em pontos estratégicos e sua área de proteção deve ser restrita ao nível do piso que se encontram.3. devem ser substituídos. por extintores que atendam à tabela 2 e 3 do item 6.2. as distâncias máximas a serem percorridas e a carga incêndio são as previstas nas tabelas 4.4 As distâncias máximas a serem percorridas pelo operador de extintores sobre rodas devem ser de 1.2.2.3. a área de proteção.1 Fogo da classe A e B A capacidade extintora mínima dos extintores de incêndio. 3 Capacidade extintora mínima de extintor sobre rodas TIPO DE CARGA ÁGUA ESPUMA MECÂNICA DIÓXIDO DE CARBONO PÓ BC CAP.1.2.1 Capacidade extintora A capacidade extintora mínima de cada tipo de extintor para que se constitua uma unidade extintora dever ser a especificada na tabela 2 e 3. admitindose. Obs: As unidades extintoras que atendem a proteção geral da edificação poderão substituir a proteção dos riscos especiais. 4 . b) edifícios destinados à garagem coletiva e oficinas mecânicas sempre que tenham área superior a 200 m2 e não possuam hidrantes.1 Os extintores portáteis e sobre rodas (carreta) constantes dos projetos aprovados com data anterior à publicação desta Instrução Técnica.3 Extintores sobre rodas 5. 80-B:C PÓ ABC 6.2. 5. 6 PROCEDIMENTOS 6.2. 6 e 7.3. quando reprovado por não ser possível fazer sua manutenção.1 Não é permitida a proteção de edificações ou áreas de risco unicamente por extintores sobre rodas.5 A proteção por extintores sobre rodas deve ser obrigatória: a) nas edificações onde houver manipulação e ou armazenamento de explosivos e líquidos inflamáveis ou combustíveis.11 Para proteção por extintores de incêndio em instalações de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis. exceto quando os reservatórios de inflamáveis/combustíveis forem enterrados.Área máxima a ser protegida por extintor RISCO EXTINTOR CLASSE A BAIXO MÉDIO ALTO 270 m2 405 m2 540 m 2 Tab. a proteção da metade da área total correspondente ao risco.1 desta Instrução Técnica. Tab. 5. EXTINTORA MÍNIMA 6-A 6-A: 40-B 10-B:C 80-B:C 6-A.5 (uma vez e meia) os valores estabelecidos para os extintores portáteis nesta Instrução Técnica.2.

observando a distância máxima.2 Fogo da classe C e D 6. Tab.Tab. a ser percorrida será de acordo com a tabela 8.2.Determinação da unidade extintora e distância a ser percorrida para o fogo classe B RISCO UNIDADE EXTINTORA 10B 20B 20B 40B 40B 80B DISTÂNCIA MÁXIMA A SER PERCORRIDA (m) 10 15 10 15 10 15 BAIXO MÉDIO ALTO 7.1 Os extintores devem possuir marca de conformidade concedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação. 7. área a ser protegida.2. Tab. RISCO BAIXO MÉDIO ALTO CARGA INCÊNDIO (MJ/m2) Até 300 MJ/m2 Acima de 300 até 1200 MJ/m2 Acima de 1. Certificação e validade/garantia 7.2. em metros. 6 .200 MJ/m 2 6. a ser percorrida será de acordo com a tabela 8. 8 – Classe do fogo e distância máxima a ser percorrida CLASSE DO FOGO C D DISTÂNCIA MÁXIMA A SER PERCORRIDA (em metros) 20 20 . 7 – Classificação das Edificações e Áreas de Risco quanto a Carga Incêndio.2 A determinação do tipo e quantidade de agente extintor para a classe D deve ser baseada no metal combustível específico.1 Para a proteção por extintores para a classe C devese utilizar extintores não condutores de eletricidade para proteger os operadores em situações onde são encontrados equipamentos energizados.2 Para efeito de vistoria do Corpo de Bombeiros o prazo de validade/garantia de funcionamento dos extintores deve ser aquele estabelecido pelo fabricante e ou da empresa de manutenção certificada pelo Sistema Brasileiro de Certificação. A distância máxima em metros. sua configuração. 6.2.2. bem como recomendações do fabricante do agente extintor.

IT .17 SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHOS PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Casos de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos 2 – Aplicação 3 – Referências Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .Figura A.1 .Bombas de incêndio D .Sistema de Mangotinho com ponto de tomada de água para mangueira de incêndio de 40 mm B – Reservatórios C .

Decreto Estadual nº 44. 20.130. aceitação e manuseio.190-000 Site: www. com rosca NPT.br Email: dat3@cbmmg. 2 APLICAÇÃO Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias as instalações de Sistemas de Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio.Bairro Centro CEP 30.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 2: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 1. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. para tubulação – Especificação.75 Mpa. para condução de fluídos – Especificação. NBR 5626 – Instalação predial de água fria. Hidrantes urbanos de incêndio – NBR 6414 – Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca – Designação.mg.1 – Dimensões Básicas – Padronização. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. NBR 5647-4 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6. instalação. manutenção. de acordo com o previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.bombeiros. dimensões e tolerâncias – Padronização. bem como as características dos componentes de Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para uso exclusivo de Combate a Incêndio.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 17 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 5590 – Tubo de aço-carbono com ou sem costura. NBR 5667 – Especificações.gov.270. NBR 10897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático – Procedimento.60 Mpa.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 3: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0.mg.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 4: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0. Augusto de Lima. NBR 5587 – Tubos de aço para condução.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 1: Requisitos gerais.br SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHOS PARA COMBATE A INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições necessárias exigíveis para dimensionamento. com rosca ANSI/ASME B1. 355 . NBR 5647-1 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6. . NBR 5647-2 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6.0 Mpa. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. NBR 6925 – Conexão de ferro fundido maleável. NBR 10351 – Conexões injetadas de PVC rígido com junta elástica para redes e adutoras de água – Especificação. NBR 6943 – Conexão de ferro maleável para tubulações – Classe 10 – Especificações. de classes 150 e 300. NBR 5647-3 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6. NBR 5580 – Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluídos – Especificação.gov. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. pretos ou galvanizados por imersão a quente.

podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido. que permite recalque de água para o sistema. Instalações Hidráulicas e Sanitárias – Hélio Creder – Livros Técnicos e Científicos Editora S. Associação Brasileira de Normas Técnicas. AWS A5. 4. NBR 14105 – Manômetros com sensor de elemento elástico – Recomendações de fabricação e uso. Instalações Hidráulicas de Combate a Incêndio nas Edificações – Telmo Brentano – EDIPUCS – Porto Alegre. médio e pesados sem costura. desenhos ou plantas do sistema. NBR 13432 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimentos. .997.1 Abrigo – Compartimento. NBR 13434 – Parte 1 . dotado de porta. dimensões e cores.995. esguichos.6 Dispositivo de recalque – Dispositivo para uso do corpo de Bombeiros. NBR 12779 – Mangueiras de Incêndio . capaz de proteger contra intempéries e danos diversos. ao ponto mais alto do piso do último pavimento.2 Altura da edificação – Medida.3 Bomba de reforço – Bomba hidráulica centrífuga destinada a fornecer água aos hidrantes e/ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente.2 Bomba de pressurização (jockey) – bomba hidráulica centrífuga destinada a manter o sistema automaticamente pressurizado em uma faixa preestabelecida 4. para condução de água e outros fluídos – Especificação. 4.Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Símbolos e suas formas.3 Bombas de incêndio 4. IT 22 – Sistema de Hidrantes e de Mangotinhos para Combate a Incêndio .Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de São Paulo. EN 694 – Fire-fighting hoses – Semi-rigid hoses for fixed systems. Bombas e Instalações de Bombeamento – Archibald Joseph Macintyre – Livros Técnicos e Científicos Editora S. A – Rio de Janeiro/RJ – 2º edição – 1. 4. quando estes não puderem ser abastecidos somente pelo reservatório elevado. NBR 14349 – União para mangueira de incêndio – Requisitos e métodos de ensaio.3. ANSI/ASME B1. ASTM B 584/1998 – Standard specification for copper alloy sand castings for general applications. embutido ou aparente. ASTM A 234 – Specification for piping fitting wrought carbon steel and alloy steel for moderate and elevate temperature.NBR 11720 – Conexão para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar – Especificações. manutenção e cuidados. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio. ASTM B 30 – Specification for copper-base alloys in ingot form ASTM B 62 – Specification for composition bronze or ounce metal castings.20.Inspeção. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador.1 Bomba principal – Bomba hidráulica centrífuga destinada a recalcar a água para os sistemas de combate a incêndio. NBR 13714 – Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para Combate a Incêndio.A – Rio de Janeiro/RJ – 5º edição – 1.991.8 – Brazing filler metal (Classifications BcuP-3 or Bcup-4). destinado a armazenar mangueiras. Hickey – NFPA – Boston/Massachussaets/EUA – 1980 Fire Protection Engineering – NFPA – 2ª edição – 1. ASTM B 283 – Specification for copper and copper – Alloy die forgings (hot-pressed). ASTM D 2000 – Classification system for rubber products in automotive applications. 4. entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (de pessoas).7 NH – Hose coupling screw threads.5 Como construído – Documentos.4 Carretel axial – Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semi-rígidas. BS 5041 Part 1 – Specification for landing valves for wet risers.3. NBR 12912 – Rosca NPT para tubos – Dimensões – Padronização. NBR 11861 – Mangueira de incêndio – Requisitos e métodos de ensaio. em metros.3. 4 DEFINIÇÕES 4. NBR 13206 – Tubo de cobre leve. NBR 13434 – Parte 2 . 2004.Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Princípios de projeto. 4. 4. Hydraulics for Fire Protection – Harry E. sob a projeção externa da parede do prédio.

4 e 5).3 Recalque 5. de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio. conforme prescrito na IT 01 – Procedimentos Administrativos.20 Reserva de incêndio – Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio.1 Os sistemas de combate a incêndio estão classificados em sistema de mangotinho (tipo 1) e sistemas de hidrantes (tipos 2.12 Mangotinho – Ponto de tomada de água onde há uma (simples) saída contendo válvula de abertura rápida.1.1 O sistema a ser instalado deve corresponder um memorial. municipal. 3. 4.19 Recalque – Válvula angular diâmetro 2½”corpo em latão. se houver necessidade. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação. dimensionamentos e uma perspectiva isométrica da tubulação (sem escala.23 Tubulação – Conjunto de tubos. segundo as leis vigentes. 4. 5.11 Jato compacto – Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas. detalhes e perspectivas isométricas e. ábacos e tabelas. conforme especificado na tabela 2. 4.1. seções.8 Kgf/cm2 (200PSI).18 Projeto – Conjunto de peças gráficas ou escritas. com cotas e com os hidrantes numerados).2 Projeto 5. constando cálculos. 5 PROCEDIMENTOS 5. composto de plantas.21 Rota de fuga – Trajeto que deve ser percorrido pelos ocupantes da edificação a partir de qualquer ponto. com chave especial.24 Válvula – Acessório de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações. inclusive. localizar. 4. bombas de incêndio (quando necessário). conexão de saída rosca externa 5FPP. premissas e etapas utilizados para definir. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta IT. direção e controle ao jato. rede de tubulação.8 Hidrante – Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores.7 Esguicho – Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras. conexões e outros acessórios destinados a conduzir a água. 4. vedação em borracha (etileno-propileno).14 Órgão competente – Órgão público federal.2 Quando a vazão do sistema for superior a 1000 LPM. sendo que o prolongamento da tubulação deve ter diâmetro no mínimo igual ou superior ao existente na tubulação de recalque do sistema. esguicho regulável e demais acessórios. consistindo em um prolongamento de diâmetro no mínimo igual ao da tubulação principal. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto. das especificações de materiais e equipamentos.3. estadual.2. 4. elevações. cálculos. 5.2 Todos os parâmetros. É composto de parte descritiva.13 Memorial – Conceitos. capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio. assim como o memorial. adaptador (se necessário). de qualquer pavimento. rosca interna 11FPP (BSTP). 4. 5.17 Projetista – Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto. 4.9 Inibidor de vórtice – Acessório da tubulação de sucção da bomba destinado a eliminar o efeito do vórtice (redemoinho) dentro de um reservatório. 4. tabelas e outros recursos utilizados no projeto e no dimensionamento devem ser relacionados no memorial. haste ascendente com castelo quadrado para uso específico do CBMMG. desde a concepção até a sua implantação e manutenção. 4.15 Poço de sucção – Aspecto construtivo do reservatório. 4. até um local seguro completamente livre dos efeitos de um incêndio. 4. Não é admitida a referência a outro projeto para justificar a aplicação de qualquer informação no memorial.3. segundo a Constituição Federal. observado na extremidade de descarga do esguicho.1 Requisitos Gerais 5. pressão mínima de trabalho 13. conexão de entrada de 2½”.1. 4. 4.2. 4. 4.4. ábacos.2 O Corpo de Bombeiros pode solicitar documentos relativos ao sistema. 5. destinado a dar forma. o dispositivo de recalque deve possuir um registro de recalque adicional com as mesmas características definidas em 5. destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado. tampões. mangueiras de incêndio e demais acessórios. 5. . ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas.16 Profissional legalmente habilitado – Pessoa física ou jurídica que goza do direito. cujos engates devem ser compatíveis com junta de união tipo “engate rápido” de DN 65mm. 4.3. bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações.22 Sistema de hidrantes ou de mangotinhos – Sistema de combate a incêndio composto por reserva de incêndio. necessárias à definição das características principais do sistema de hidrante ou mangotinho. mangueira semi-rígida.1 Todos os sistemas devem ser dotados de dispositivos de recalque.10 Instalador – Pessoa física ou jurídica responsável pela instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. desde a reserva do incêndio até os hidrantes ou mangotinhos.

b) a tampa deve ser articulada e requadro em ferro fundido ou material similar. 5. d) jato compacto de 19 mm para sistema tipo 4.6.3. 5.6.1. conforme Anexo A.5 Válvulas mangotinhos de abertura para hidrantes ou 5.3.4.6 Requisitos específicos 5. com a introdução voltada para a rua e para baixo em um ângulo de 45º e a uma altura entre 0.4. A localização do dispositivo de recalque sempre deve permitir aproximação da viatura apropriada para o recalque da água. 5.60m e 1. Classe 300.00 m da válvula angular ou esferas. pode ser selada para evitar o uso indevido.8 As mangueiras de incêndio. possuindo apoio ou fixação própria.4 Abrigo .1.5 O dispositivo de recalque pode ser instalado na fachada principal da edificação. 5.1.1 As mangueiras de incêndio devem ser acondicionadas dentro dos abrigos em ziguezague ou aduchadas conforme especificado na NBR 12779. 5. 5.50 m do nível do piso acabado. de passagem plena e diâmetro mínimo DN25 (1”). em materiais metálicos. ou no muro da divisa com a rua. d) a introdução voltada para cima em ângulo de 45º e posicionada.4 Os abrigos devem ser em cor vermelha.1 Os tipos de sistemas previstos são dados na tabela 2. sendo que para o sistema tipo 1 a mangueira semi-rígida deve estar na posição enrolada.5 Para cada ponto de hidrante ou de mangotinho são obrigatórios os materiais descritos na tabela 3.3 Os abrigos podem ser construídos em alvenaria com caixa interna metálica.40 m x 0.2 No interior do abrigo pode ser instalada a válvula angular. deve possuir as seguintes características. Figura 1 – Dispositivo de recalque no passeio público 5.5. a 0. 5.00m em relação ao piso do passeio da propriedade.3.60 m e pintada da cor vermelha.6. 5. identificada pela palavra “INCÊNDIO”. no entanto. abertura rápida. c) jato compacto de 16 mm para sistema tipo 3. para o livre acesso dos bombeiros. 5. 5. em madeira em fibra ou em vidro laminado.4.15 m de profundidade em relação ao piso do passeio.1 As válvulas dos hidrantes devem ser do tipo angulares de diâmetro DN65 (2½”). com haste ascendente. a partir do logradouro público. 5. 5.7 É vedada a instalação do dispositivo de recalque em local que tenha circulação ou passagem de veículos. desde que sinalizados de acordo com a IT 15 – Sinalização de Emergência. desde que o seu manuseio e manutenção estejam garantidos. sendo que as mangueiras de incêndio semi-rígidas podem ser acondicionadas enroladas. no máximo.3 Preferencialmente o dispositivo de recalque deve ser instalado de fronte ao acesso principal da edificação.2 As válvulas para mangotinhos devem ser do tipo abertura rápida. em que for instalado o sistema do tipo 1 devem ser dotada de ponto de tomada de água de engate rápido para mangueira de incêndio de diâmetro 40 mm (1½”). com fundo permeável ou dreno.6 O hidrante de recalque pode ser constituído de um hidrante de coluna externo.6. a tomada de água e a botoeira de acionamento da bomba de incêndio podem ser instaladas dentro do abrigo desde que não impeçam a manobra ou a substituição de qualquer peça.5.5 O abrigo deve ter utilização exclusiva conforme estabelecido nesta Instrução Técnica. 5.50 m da guia do passeio.7 A porta do abrigo não pode ser trancada.4. e) jato compacto de 25 mm para sistema tipo 5. localizado a uma distância máxima de 10. independente da tubulação que abastece o hidrante ou mangotinho. e) registro tipo globo angular 45º ∅ 63mm situado a no máximo 0. c) estar afastada a 0. conforme Figura 1: a) ser enterrado em caixa de alvenaria. permitindo sua utilização com facilidade e rapidez.6. devendo ser identificado e pintado na cor vermelha. 5.5. 5. b) jato compacto de 13 mm para sistema tipo 2.6.4.1.1 Tipos de sistemas 5.4.4. 5. 2) vedação etileno propileno. devendo estar em local visível e de fácil acesso.4 As vazões da tabela 2 devem ser obtidas no requinte do esguicho acoplado à sua respectiva mangueira de incêndio.1. 5. 5.4.3. Esta Válvula deve: 1) permitir o fluxo de água nos dois sentidos e instalada de forma a garantir seu adequado manuseio. com ou sem o uso de carretéis axiais ou em forma de oito.4 Quando o dispositivo de recalque estiver situado no passeio público.6 Os abrigos dos sistemas de hidrantes ou de mangotinhos não devem ser instalados a mais de 3. 5.2 As vazões da tabela 2 correspondem a: a) esguicho regulável na posição de maior vazão para sistema tipo 1. com castelo quadrado de uso específico do CBMMG.0 metros até o local de estacionamento das viaturas do Corpo de Bombeiros.3 As edificações.3. com dimensões de 0.

7 Nos casos de mais de um tipo de ocupação (ocupações mistas) na edificação (que requeira proteção por sistemas distintos).5 m do piso. desde que comprovada a adequação técnica dos componentes empregados e atendido o requisito especificado em 5. de alvenaria. 5. desde que seja atendida a vazão mínima para cada esguicho prescrita na tabela 2 e alcance do jato.v2 v2 + k.1 Os pontos de tomada de água devem ser posicionados: a) nas proximidades das portas externas. v . dos diâmetros dos acessórios e dos suportes.1 O dimensionamento deve consistir na determinação do caminhamento das tubulações. as vazões obtidas conforme a tabela 2 e condições de 5.8. 5. considerando-se. g .5 Independente do procedimento de dimensionamento estabelecido. em metros de coluna d’água. Lt é o comprimento total. Usualmente. no plano horizontal. em locais congestionados devem ser localizados ao lado de edifícios baixos.é a perda de carga. . em litros por minuto. a não mais de 10 m.6.é a somatória dos coeficientes de perda de carga das singularidades (conexões). D .12.7.3 A utilização do sistema não deve comprometer a fuga dos ocupantes da edificação. 5.6 O local mais desfavorável considerado nos cálculos deve ser aquele que proporciona menor pressão dinâmica no esguicho. deve ser considerado o uso simultâneo dos dois jatos de água mais desfavoráveis considerados nos cálculos.é a velocidade do fluído. considerando-se o comprimento da(s) mangueira(s) de incêndio através de seu trajeto real e desconsiderando-se o alcance do jato de água. recomenda-se a utilização de esguichos reguláveis em função da melhor efetividade no combate. em metros.8 Cada sistema deve ser dimensionado de modo que as pressões dinâmicas nas entradas dos esguichos não ultrapassem o dobro daquela obtida no esguicho mais desfavorável considerado no cálculo.1 e 5. antecâmaras ou outros locais determinados exclusivamente para servirem de rota de fuga dos ocupantes. 5. 5.8. quando o trajeto real da mangueira de incêndio ultrapassar a 30 metros. para qualquer tipo de sistema especificado. sendo que os resultados alcançados têm que satisfazer a uma das seguintes equações apresentadas: a) Darcy-Weisbach (“formula universal”) e fórmula geral para perdas de carga localizadas: hf = f. em metros. por segundo.8.0 a 1.7. k . 2 e 3) ou dois esguichos (sistema tipo 4 e 5). J é a perda de carga por atrito em metros por metros. portanto. D.é a aceleração da gravidade em metros por segundo. 5.7 Distribuição dos Hidrantes e ou Mangotinhos 5.2 No caso de projetos utilizando hidrantes externos. deverá atender ao afastamento de no mínimo 15 m ou uma vez e meia a altura da parede externa da edificação a ser protegida.8. sem que haja a necessidade de adentrar as escadas. desde que atenda os demais parâmetros desta IT. 5. C é o fator de Hazem Willians (ver tabela 1) D é o diâmetro interno do tubo em milímetros.8. deve ser projetado de tal forma que dê proteção em toda a edificação. no mínimo.2.4 Quando não for possível os afastamentos previstos no item 5. 5.4 Para o dimensionamento. 2.3 Especificamente nas ocupações Residenciais (A2 e A3).1.8.7.é o comprimento da tubulação (tubos).87 x 104 onde: hf é a perda de carga em metros de coluna d’água. Situações que requeiram pressões superiores à estipulada serão aceitas. b) em posições centrais nas áreas protegidas. f . o dimensionamento dos sistemas deve ser feito para cada tipo de sistema individualmente ou dimensionado para atender o maior risco.é o diâmetro interno.8. devendo atender a alínea a obrigatoriamente. sendo a soma dos comprimentos da tubulação e dos comprimentos equivalentes das conexões.8.8. 5.é o fator de atrito (diagramas de Moody e HunterRouse). desde que comprovadas as suas adequações técnicas.1.8. L. Pode-se utilizar quaisquer dispositivos para redução de pressão. conforme item 5.1.85 x C-1. e d) de 1.10 O cálculo hidráulico da somatória de perda de carga nas tubulações deve ser executado por métodos adequados para este fim.8. L . poderá ser admitido a utilização de até 45 metros de mangueiras. desde que devidamente dimensionados por cálculo hidraúlico. c) fora das escadas ou antecâmaras de fumaça. g onde: hf .85 x D-4. próximos a torres de concreto ou alvenaria munidas de escadas ou próximos aos cantos formados por paredes resistentes. nesse caso deve haver uma redução de mangueira de 2 ½” para 1 ½”. em cada jato de água. Q é a vazão. 5. g 2. Recomenda-se que sejam utilizadas mangueiras de incêndio de 65 mm de diâmetro para redução da perda de carga e o último lance de 40 mm para facilitar seu manuseio. 5. em metros por segundo.8.8 Dimensionamento do sistema 5.4.12. 5. 5.7. necessários e suficientes para garantir o funcionamento dos sistemas previstos nesta Instrução Técnica. os hidrantes externos devem ser localizados onde a probabilidade de danos pela queda de paredes seja pequena e impeça que o operador seja bloqueado pelo fogo e fumaça. escadas e/ou acesso principal a ser protegido.2. podendo ser utilizados até 60 m de mangueira de incêndio (preferencialmente em lances de 15 m).9 Recomenda-se que o sistema seja dimensionado de forma que a pressão máxima de trabalho em qualquer ponto não ultrapasse 100 mca (1000kPa). b) Hazen-Williams hf = J x L J = 605 x Q1.2 Os hidrantes ou mangotinhos devem ser distribuídos de tal forma que qualquer ponto da área a ser protegida seja alcançado por um esguicho (sistemas tipo 1.7.5.

5 O inibidor de vórtice e poço de sucção para reservatório elevado deve ser conforme o anexo B. rios.6 O reservatório que também acumula água para consumo normal da edificação deve ser adequado para preservar a qualidade da água. quando necessários. C-84800 e C-86400 da ASMT B 584. 5.3 Os componentes de vedação devem ser em borracha.1 O alcance do jato compacto produzido por qualquer sistema adotado conforme tabela 2 não deve ser inferior a 8 m.. etc. ou bronze ASMT B 62. C-83800. desde que atenda aos parâmetros da IT 18 . A .8. pelo menos dois lados em uma malha que envolva quadras de processamento ou armazenamento.Os valores de "C" de Hazen Willians são válidos para tubos novos 5. 5. 5. deve ser feito o dimensionamento de vazão da bomba e de reservatório para o maior risco e os esguichos e mangueiras podem ser previstos de acordo com os riscos específicos.3 Pode ser admitida a alimentação de outros sistemas de proteção contra incêndio.10.8 O reservatório pode ser subdividido. em metros por segundo.2 Os componentes que não satisfaçam a todas as especificações das normas existentes ou às exigências dos órgãos competentes e entidades envolvidas devem ser submetidos a ensaios e verificações.9.8.1. a fim de obterem aceitação formal da utilização nas condições específicas da instalação expedidas pelos órgãos competentes.9.1.11.é a área interna da tubulação. 5.12.11 Componentes das instalações 5. deve existir válvulas de paragem com aste ascendente.13 No sistema de malha ou anel fechado.2 Devem ser construídos em latão ligas C-37700. 5.12 A velocidade máxima da água na tubulação não deve ser superior a 5m/s.7 As águas provenientes de fontes naturais tais como: lagos. 5.9. com o jato paralelo ao solo com o esguicho regulado para jato compacto. 5.8. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato.11.4 Deve ser previsto reservatório construído conforme o anexo B (normativo). 5.10 Os reservatórios devem ser dotados de meios que assegurem uma reserva efetiva e ofereçam condições seguras para inspeção. com o jato paralelo ao solo. Outros materiais podem ser utilizados.1 Geral 5. 5.10 Bombas de incêndio 5. 5. 5.5. em metros quadrados.3 No caso de ocupações mistas com uma bomba de incêndio principal.9.12.9.1 Os componentes das instalações devem ser previstos em normas.14 Para efeito de equilíbrio de pressão nos pontos de cálculos é admitida a variação máxima de para mais ou para menos 0. . garantindo sempre fluxo de água na prumada.9.Sistema de Chuveiros Automáticos.11 A velocidade da água no tubo de sucção das bombas de incêndio não devem ser superior a 2 m/s (sucção negativa) ou 3 m/s (sucção positiva). desde que comprovada a sua adequação técnica e aprovado pelo órgão competente. 5. mesmo com a bomba impossibilitada de funcionar.é a velocidade da água. 5. conforme ASMT D 2000. conforme a NBR 5626. devem ser captadas conforme descrito no anexo B.10. 5. 5. Tabela 1 .1. 5.Fator "C" de Hazen-Williams 5. liga 864 da ASMT B 30 para fundidos. para fundidos.9. no caso de rompimento ou bloqueio dos outros dois. Tipo de tubo Fator "C" Ferro fundido ou dúctil sem revestimento 100 interno Aço preto (sistema de tubo seco) 100 Aço preto (sistema de tubo molhado) 120 Galvanizado 120 Plástico 150 Ferro fundido ou dúctil com revestimento 140 interno de cimento Cobre 150 Nota . A altura manométrica total da bomba deve ser calculada para o hidrante mais desfavorável do sistema.2 O volume de água da reserva de incêndio encontra-se na tabela 4.11. ou em especificações reconhecidas e aceitas pelos órgãos Oficiais.12 Esguichos 5. localizadas de tal maneira que.0 kPa). a qual deve ser calculada conforme equação indicada em 5.12.9.8.9 Não é permitida a utilização da reserva de incêndio pelo emprego conjugado de reservatórios subterrâneos e elevados. açudes. sob comando ou automáticos.1 A bomba de incêndio deve ser do tipo centrífuga acionada por motor elétrico ou combustão. 5. Q .2 As prescrições e recomendações encontram-se no anexo C (normativo). Quando o reservatório for elevado deverá ser instalado um sistema de passagem secundária (by pass).referências normativas. a qual deve ser calculada pela equação: V = Q/A para o cálculo da área deve ser considerado o diâmetro interno da tubulação.é a vazão de água. 5.8. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato.10.9 Reservatório e Reserva de Incêndio 5.1.50 mca (5.9.1 A reserva de incêndio deve ser prevista para permitir o primeiro combate durante determinado tempo. possam ficar em operação.9. 5.11. Onde: V .12.1 O alcance do jato para esguicho regulável produzido por qualquer sistema adotado conforme tabela 2 não deve ser inferior a 8 m. conforme aquelas descritas no item 3 .1. C-46400 e C-48500 da ASMT B 283 para forjados ou C83600. em metros cúbicos por segundo. através da interligação das tubulações. desde que todas unidades estejam ligadas diretamente a tubulação de sucção da bomba de incêndio e tenha subdivisões em unidades mínimas de 3 m³. 5.

16.50 m e fora da projeção da planta da edificação satisfazendo a todos os requisitos de resistência à pressão interna e a esforços mecânicos necessários ao funcionamento da instalação. 5.4 As válvulas devem satisfazer aos ensaios de estanqueidade pertinentes.16. desde que comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema.7 NH/98.3 As roscas de saída das válvulas para acoplamento do engate rápido devem ser conforme a NBR 5667 ou ANSI/ASME B1.1 e A. 5. selo de conformidade e certificado de teste. 5.2 As dimensões e os materiais para a confecção dos adaptadores tipo engate rápido devem atender a NBR 14349.16. para proporcionar o seu perfeito funcionamento.15.10 A tubulação deve ser fixada nos elementos estruturais da edificação por meio de suportes metálicos.13.13. 5.1 A tubulação do sistema não deve ter diâmetro nominal inferior a DN65 (2½”).5 É recomendada a instalação de válvulas de bloqueio adequadamente posicionadas.13 Os tubos de aço devem ser conforme as NBR 5580.1. que passam em dutos verticais ou horizontais e que sejam visíveis através da porta de inspeção. conexões e acessórios diversos deve garantir a estanqueidade e a estabilidade mecânica da junta e não deve sofrer comprometimento de desempenho.15.16. 5. não excedendo os comprimentos máximos estabelecidos na tabela 2.12 A tubulação enterrada com tipo de acoplamento ponta e bolsa devem ser provida de blocos de ancoragem nas mudanças de direção e abraçadeiras com tirantes nos acoplamentos conforme especificado na NBR 10897/90.16. no ponto de hidrante considerado. 5.1. 5.15.3 Outros tipos de tubos e conexões que utilizem sistemas de acoplamento. 5. considerando também toda a influência que a ocupação final é capaz de exercer.16.16.15. 5. 5.14. com objetivo de proporcionar manutenção em trechos da tubulação sem desativação do sistema.1 As uniões de engate rápido entre mangueiras de incêndio devem ser conforme a NBR 14349. 2 da BS 5041 PARTE 1/87. não sendo permitido lance superior a 20 m (vinte metros). conforme a NBR 10897.16. . 5. de modo que cada ponto de fixação resista a cinco vezes a massa do tubo cheio de água mais a carga de 100 Kg.16.2 As roscas de entrada das vávulas devem ser de acordo com a NBR 6414 ou NBR 12912. 5. 5.4 O acionador do esguicho regulável.5. deve permitir a modulação da conformação do jato e o fechamento total do fluxo.1 Na ausência de normas brasileiras aplicáveis as válvulas. escorvas e outros dispositivos devem ser dimensionados conforme a aplicação. 5. é recomendável que atendam aos requisitos da BS 5041 parte 1/87. somente devem ser utilizados enterrados a 0. Válvulas 5. ou materiais diferentes dos já citados.6 O adaptador tipo “engate rápido” para acoplamento das mangueiras deve obedecer a 5.14. somente poderão ser utilizados. recursos para simulação e ensaios.16 Tubulações e conexões 5. 5. através de laudo de laboratório oficial competente. após comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema. 5.14 As conexões de ferro maleável devem ser conforme a NBR 6925 ou NBR 6943.14.1 A mangueira de incêndio para uso de hidrante deve atender às condições da NBR 11861.12. 5. 5. mantendo seu funcionamento normal. 5.16. quando estiverem em posição fechada.15. se submetidos à aprovação do CBMMG. de alavanca ou de colar.8 Todo e qualquer material previsto ou instalado deve ser capaz de resistir ao efeito do calor e esforços mecânicos.13. 20.14 Uniões / Engates 5. na forma de tubos e conexões. 5.11 Os materiais termoplásticos.9 O meio de ligação entre os tubos.16. se for exposto ao fogo.12. deve-se preferencialmente utilizar lances de mangueiras de 15 m. devem ser do tipo indicadoras.5 Cada esguicho instalado deve ser adequado aos valores de pressão disponível e de vazão de água.6 Os trechos das tubulações do sistema. especificados em A 1.16. NBR 5587 ou NBR 5590. através de Laudo de laboratório oficial competente.16. 5. 5.2 A mangueira de incêndio semi-rígida para uso de mangotinho deve atender às condições da EN 694/96 para o sistema tipo 1.3 O comprimento total das mangueiras que servem cada saída a um ponto de hidrante ou mangotinho deve ser suficiente para vencer todos os desvios e obstáculos que existem.6 As válvulas que comprometem o abastecimento de água a qualquer ponto do sistema. rígidos e espaçados em no máximo 4 m.5 As tubulações aparentes do sistema devem ser em cor vermelha. A tubulação de aço quando enterrada deve ser protegida com fita adesiva anticorrosiva ou outro processo de isolamento tecnicamente adequado suficiente para evitar a corrosão externa.1. 5.1.15.15.1.12.13 Mangueira de incêndio 5. devem ser em cor vermelha.16.7 As tubulações destinadas à alimentação dos hidrantes e de mangotinhos não podem passar pelos poços de elevadores e/ou dutos de ventilação. 5. conforme NBR 12779. 5. Recomenda-se a utilização de dispositivos de travamento para manter as válvulas na posição aberta.16.2 Para sistemas tipo 1 ou 2 pode ser utilizada tubulação com diâmetro nominal DN50 (2”). Para sistemas de hidrantes. 5.16 Os tubos de cobre devem ser conforme a NBR 13206.15 As conexões de aço devem ser conforme ASTM A 234/97. 5.4 Os drenos. 5. Os métodos de ensaios constantes no Laudo fornecido pelo laboratório oficial deverão ser realizados através de procedimento no mínimo igual ou superior aos recomendados para as tubulações e conexões especificadas na NBR 13714.16. 5.

BcuP-4. desde que alimentada por fonte alternativa de energia.4 A pressão de acionamento a que podem estar submetidos os pressostatos corresponde a no máximo 70% da sua maior pressão de funcionamento.18.16.8. sendo utilizado para atender as condições do item 5. 5. 5. conforme cada ocupação respectiva. tais como: tanques isolados ou parques de tanques sejam separados das demais construções de acordo com a IT 22 – Armazenamento de Líquidos Inflamáveis ou Combustíveis. sendo. precedidos por registro esfera de abertura rápida. Não são tolerados quaisquer vazamentos no sistema. as bombas de incêndio devem atender os maiores valores de pressão e de vazão dos cálculos obtidos.1 A proteção por sistemas de hidrantes para as áreas de risco destinadas a parques de tanques ou tanques isolados. 2) para edificações do Grupo A.19 As conexões de PVC devem ser conforme a NBR 10351. sendo especificados pelo projetista. para garantia do nível de água e pode ser utilizada no reservatório de água somente para supervisionar seu nível.17.1. 5. 5.18.4 Nas áreas de edificações. 5.6 O sistema deverá ser ensaiado sob pressão hidrostática equivalente a 1. caso o trajeto real a percorrer pelo operador ultrapasse 30 m.500 kpa no mínimo. . Tabela 2 .5.7 A instalação e o ensaio deverão ser elaborados por profissional legalmente habilitado.18. considerando a não simultaneidade de eventos. devem seguir os parâmetros definidos pela tabela 4. 5.1 Os instrumentos devem ser adequados ao trabalho a que se destinam.17.18 Considerações Gerais 5.5 Para fins de dimensionamento da reserva de incêndio para os casos do sistema de hidrantes. pelas suas características e localização no sistema.5 A chave de nível deve ser utilizada em tanque de escorva. desde que atendam o item 5. Outros tipos de solda podem ser usados. Tal dispositivo deve ser capaz de operar normalmente após longos períodos de repouso ou falta de uso (ver B. obrigatoriamente.17. de acordo com AWS A5.18.17. devem atender as IT 19 . 5. 5. ou 1. o volume da reserva do sistema de hidrantes calculado para as condições do item 5. a rede de hidrantes pode possuir uma bomba de pressurização para completar a altura manométrica necessária. de resfriamento ou de espuma.18.6 do anexo B).5 vez a pressão máxima de trabalho. que será apresentada durante a vistoria final.2 Devem ser instalados manômetros na instrumentação de partida da bomba de recalque.7.Tipos de Sistema de Proteção por Hidrantes ou Mangotinhos Sistema Tipo Esguicho Mangueiras de incêndio Diâmetro Comprimento (mm) Máximo (m) 25 ou 32 45¹ 40 303 40 40 ou 65 65 30 30 30 Número de expedições Vazão mínima ao hidrante mais desfavorável (LPM)* 1002 125 250 400 650 Mangotinho Hidrante Hidrante Hidrante Hidrante 1 2 3 4 5 Jato regulável Jato compacto Ø 13 mm ou regulável Jato compacto Ø 16 mm ou regulável Jato compacto Ø 19 mm ou regulável Jato compacto Ø 25 mm ou regulável Simples Simples Simples Simples Duplo * as vazões correspondem a cada saída.Sistemas de proteção por espuma. 5.17. 5.2 O dimensionamento do sistema de hidrantes.18.18 Os tubos de PVC devem ser conforme as NBR 5647-1.17 As conexões de cobre devem ser conforme a NBR 11720. durante 2 horas. onde seja necessária a proteção por sistemas de resfriamento e/ou de proteção por espuma. 3) para as edificações A2 e A3.8.8.18.16. 5. de acordo com o item 5. caso as áreas de risco. tais como tanque ou parque de tanques. 5.17 Instrumentos do sistema 5. utilizando solda capilar com material de enchimento BcuP-3.16.16. NBR 5647-2.3 Quando o conjunto do sistema hidraúlico de combate a incêndio for único (bombas de incêndio e tubulações). sendo confeccionada a respectiva ART de Execução. 5.3 Os manômetros devem ser conforme a NBR 14105/98. será adotada a vazão mínima de 80 LPM.8/92 ou equivalentes. poderá ser utilizado 45 m de mangueiras. NBR 5647-3 e NBR 5647-4. 5. Notas: 1) acima de 30 m de comprimento de mangueiras semi-rígidas é obrigatório o uso de carretéis axiais.Sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e IT 20 .7 não é somado ao volume da reserva de água dos demais sistemas.9.

G-2.I. 12 m³ Tipo 1 R. E-5. 50 m³ Tipo 5 R.I.18.I. H-2. E-6. 20 m³ Tipo 2 R.000 Tipo 1 R. H-3. E-4. C-3.I. 20 m³ Tipo 4 R. I-1.001 até 15. 16 m³ Tipo 2 R. 16 m³ Tipo 1 R.001 até 30. F-7.B-1. F-3.001 até 10. E-1.000 De 6. 20 m³ Tipo 4 R.I.I. D-4 . H1. D-4 L-2 e L-3 C-2. E-2. 800 MJ/m 2 ----------------------------------------D-1. 12 m³ Tipo 3 R. 35 m³ Tipo 2 R.I. F-6.001 até 6.I.I. 20 m³ Tipo 4 R. 50 m³ Tipo 5 R. C-1.I.000 De 15. 90 m³ Tipo 3 R.I. Reserva de Incêndio. 35 m³ Tipo 2 R. 8 m³ Tipo 2 R.I. F-9 e H-4 M-1 F-8. I-2. B-2. 18 m³ Tipo 3 R.I.000 Acima de 30. 30 m³ Tipo 5 R. 140 m³ Até 3.1 desta I.I.I. D-3 . 47 m³ Tipo 3 R. H-6. J-4. J-3 Carga Incêndio até 300 MJ/m2 ------------------------------------------------------------D-1. A-3. 6 m³ Tipo 1 R.Tabela 3 – Componentes para cada hidrante simples ou mangotinho Materiais Tipos de Sistemas 1 2 3 4 Abrigo(s) Sim Sim Sim Sim Mangueira(s) de incêndio Não Sim Sim Sim Chave(s) para hidrantes.I. G-4. 80 m³ Tipo 5 R. 40 m³ Tipo 3 R.I.I.I.I. 30 m³ Tipo 3 R. D-3.-----------------------e M-3 Carga Incêndio > 300 MJ/ m 2 Carga Incêndio > I-3.I. 30 m³ Tipo 5 R. G-3. E. F-10.I. 12 m³ Tipo 2 R.I. 2) Para a divisão M –2 adotar o item 5.I.I. F-1 Carga Incêndio acima de 300 2 até 800 MJ/m > 300 MJ/m² C-2. D-2. 8 m³ Tipo 1 R.I. 45 m³ Tipo 5 R. L-1 e 3. 110 m³ Tipo 5 R. I-2 e J-3 F-1 Tipo 3 R. engate rápido Não Sim Sim Sim Esguicho Sim Sim Sim Sim Mangueira semi-rígida Sim Não Não Não 5 Sim Sim Sim Sim Não Tabela 4 – Tipo de Sistema e Volume de Reserva de Incêndio mínima (m3) Grupo/Divisão Área das edificações e áreas de risco (m 2 ) A-2. J-2 -------------------------------------. F-2.I. G-5.000 De 3.I.I. H-5. 25 m³ Tipo 3 R. J-1.I. F-5. 25 m³ Tipo 1 R. 60 m³ Nota: 1) R. G-1.000 De 10.T. .I. F-4.

ANEXO A (normativo) Sistema de mangotinho com ponto de tomada de água para mangueira de incêndio de 40mm. Válvula de abertura rápida Abrigo Mangueira semi-rígida Tomada de água para mangueira de 40 mm Esguicho regulável * A tomada de água para mangueira de 40mm poderá ser instalada fora da caixa do mangotinho. .

3 e tabela B.3 Para o cálculo da capacidade efetiva. Os drenos podem partir do fundo do reservatório. B. B.1.3. semienterrado ou subterrâneo.3 A tubulação de descida do reservatório elevado para abastecer os sistemas de hidrantes ou de mangotinhos deve ser provido de uma válvula de gaveta e uma válvula de retenção. conforme exemplos das figuras B.3. Na impossibilidade da saída de consumo ficar na lateral do reservatório.3. no trecho da RTI.Anexo B (normativo) Reservatórios B.3. o reservatório deve dispor de um poço de sucção como demonstrado nas figuras B.1.3. B.2 A capacidade efetiva do reservatório deve ser mantida permanentemente. B. B.1 Geral B.2 Reservatório elevado (ação da gravidade) B.1 a B. B. o tubo d’água de consumo deverá ser envelopado com concreto. deve ser totalmente protegido por parede resistente ao fogo.3 A construção do reservatório deve ser em concreto armado ou metálico.8 Caso não seja previsto o poço de sucção.1 Quando o abastecimento é feito somente pela ação da gravidade. B. deve ser considerada como altura a distância entre o nível normal da água e o nível X da água.3.1.2.1.1 a B.1 a B. pode-se desconsiderar a dimensão A da tabela B.Dimensões de poços de sucção Diâmetro nominal do Dimensão A tubo de sucção (mm) (mm) 65 80 100 150 200 250 250 310 370 500 620 750 Dimensão B (mm) 80 80 100 100 150 150 B. B. desde que garanta-se as resistências: ao fogo.1 e B. deve-se atender aos requisitos de B. devendo a saída de incêndio ser pelo fundo e a de consumo pela lateral desse reservatório. com o ponto de tomada da sucção da bomba principal localizado junto ao fundo deste.2 Quando a altura do reservatório elevado não for suficiente para fornecer as vazões e pressões requeridas.1.1. B. ainda assim deverão ser previstas. sentido reservatório–sistema. para os pontos dos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo.2.2.1 Os reservatórios construídos em fibra.3.1 a B.2 O reservatório deve conter uma capacidade efetiva. A válvula de retenção deve ter passagem livre. B. A instalação desta bomba deve atender ao Anexo C e demais itens desta Instrução Técnica. além dos requisitos desta IT. e deve ser determinado pela dimensão A da tabela B.5 É recomendado que a reposição da capacidade efetiva seja efetuada à razão de 1LPM por metro cúbico de reserva. e com as dimensões mínimas A e B da tabela B.3. respeitando-se também as dimensões mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção. conforme as figuras B. deve-se utilizar uma bomba de reforço. B. B.4 O reservatório deve ser provido de sistemas de drenagem e ladrão conveniente dimensionados e independentes.3 Reservatório ao nível do solo.1 Quando o reservatório atender a outros abastecimentos. B. B. Podem ser utilizados reservatórios confeccionados com outros materiais. B. considerando-se o sentido reservatório–sistema. B. B.3. em sistema “by pass”.2. as dimensões mínimas A e B da tabela B.1 (ver tabela abaixo): Tabela B.1. .1. o abastecimento dos sistemas de hidrantes ou mangotinhos deve ser efetuado através de bombas fixas. B.1 Nestas condições. ou até uma piscina da edificação a ser protegida.1.9 No caso de reservatório ao nível do solo. respeitando-se também as distâncias mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção.1 .6. de fácil acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros.3.1. mecânicas e intempéries.10 O reservatório deve ter localização. refrigeração de ar condicionado. e b) da face superior do tubo de adução (quando a adução for feita nas paredes laterais dos reservatórios) até os hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo.1. Essa altura é considerada: a) do fundo do reservatório (quando a adução for feita na parte inferior do reservatório) até os hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo. B.4 O nível X é calculado como o mais baixo nível. não computando-se como reserva de incêndio.5 Quando o tubo de sucção D for dotado de um dispositivo antivórtice. desde que garantida a reserva efetiva permanente. dentro do possível.1. para garantir as pressões e vazões mínimas para aqueles pontos. as tomadas de água destes devem ser instaladas de modo a garantir o volume que reserve a capacidade efetiva para o combate.6 Não se deve utilizar o dispositivo antivórtice quando a captação no reservatório de incêndio ocorrer em posição horizontal.1.6 O reservatório pode ser tanque de acumulação de água para resfriamento de máquinas. obedecendo aos requisitos desta IT. conforme ilustrado nas figuras B. antes de ser criado um vórtice com a bomba principal em plena carga.3. semi-enterrado ou subterrâneo. o reservatório elevado deve estar à altura suficiente para fornecer as vazões e pressões mínimas requeridas para cada sistema.3.7 Sempre que possível.3.

Figura B.2 .Tomada lateral de sucção para bomba principal Figura B.3 – Tomada Inferior de sucção para bomba principal .1 .Tomada superior de sucção para bomba principal Figura B.

a posição da tubulação de sucção da bomba principal em relação às paredes da câmara.6. a outra pode ser suspensa para limpeza. B.4.4. as aberturas do ralo citado devem impedir a passagem de uma esfera de 25 mm de diâmetro. B.8 É recomendável que duas grades sejam previstas.6 o conduto de alimentação deve possuir uma inclinação mínima constante de 0.4.2. independente.3 A altura total dos canais abertos ou adufas deve ser tal que comporte o nível mais alto de água conhecido da fonte. localizada abaixo do nível de água e 14 com uma área agregada de aberturas de no mínimo 15 cm² para cada dm³/min da vazão Q. a entrada do conduto de alimentação deve possuir um ralo. a água deve passar através de uma grade de arame ou uma placa de metal perfurada.1 Para estes casos. represa. e Q .4. não deve ser inferior ao indicado na tabela B. em milímetros.4.4 a B.7 Antes de entrar na câmara de decantação. B. açudes.10 Nos casos da figura B.é a máxima vazão da bomba principal.4 Fontes naturais (lagos. indicadas nas figuras B. rios. submerso no mínimo um diâmetro abaixo do nível de água conhecido .4.4. para as correspondentes larguras W e vazão Q. B. a grade deve ser suficientemente resistente para suportar a pressão exercida pela água em caso de obstrução. B. no sentido da câmara de decantação.4. suas dimensões devem ser conforme as figuras B. rios.4 Cada bomba principal deve possuir uma câmara de sucção com respectiva câmara de decantação.4 e B.4 e B.6.11 Ainda nos casos da figura B.68 x Q 0.9 Deve ser feita uma previsão para que as câmaras de sucção e de decantação possam ser isoladas periodicamente para a limpeza e manutenção. B.4 x √h onde h é a profundidade da câmara de decantação. B. lagos ou lagoas. B.5 As dimensões da câmara de sucção. lagoas) B. B.4.2.6 A câmara de decantação deve possuir a mesma largura e profundidade da câmara de sucção e o comprimento mínimo igual a 4.B. em decímetros cúbicos por minuto.6 a profundidade da água em canais abertos ou adufas (incluindo a adufa entre a câmara de decantação e a câmara de sucção).4.4. Figura B 4 – Alimentação natural do reservatório de incêndio . sendo que enquanto uma delas se encontra em operação.é o diâmetro interno do conduto. para o açude. abaixo do menor nível de água conhecido de fonte. B. e um diâmetro que obedeça à seguinte equação: D = 21.357 onde: D .8%.2 Nos casos das figuras B. a parte submersa da tubulação em relação ao menor nível de água conhecido e a sua distância em relação ao fundo.6 são idênticas. incluindo a tabela B.

Alimentação natural de reservatório por conduto .6 .5 –Alimentação natural de reservatório por canal Figura B.Figura B.

Tabela B.2 – Níveis de água e largura mínima para canais e adufa em função da vazão de alimentação Profundidade do local mm 250 w (mm) 88 125 167 215 307 334 410 500 564 750 1113 1167 1500 2000 4500 Q máx (dm³/min) 280 497 807 1197 2064 2341 3157 4185 4953 7261 12054 12792 17379 24395 60302 W (mm) 82 112 143 176 235 250 291 334 361 429 527 539 600 667 819 1000 500 Q máx Dm³/mim 522 891 1383 1960 3159 3506 4482 5592 6340 8307 11415 11816 13903 16273 21949 29173 W (mm) 78 106 134 163 210 223 254 286 306 353 417 425 462 500 581 667 2000 1000 Q máx (dm³/min) 993 1687 2593 3631 5647 6255 7825 9577 10749 13670 18066 18635 21411 24395 31142 38916 203320 .

devendo ser utilizada para este fim.1.1 Bomba elétrica: a) painel energizado. C. C. para compensar pequenas perdas de pressão. podendo ser na própria casa de bomba.1. deverão possuir acesso no mínimo através de escadas do tipo marinheiro. C. sem interposição de correias e correntes. Esta condição é conseguida quando a linha do eixo da bomba se situa abaixo do nível X de água.14. 1.10 As bombas de incêndio.15 As bombas principais devem ser dotadas de manômetro para determinação da pressão em sua descarga. inclusive viabilidade de remoção completa de qualquer das bombas de incêndio.5 As bombas principais devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica. b) bomba em funcionamento. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio. C. de acordo com os critérios adotados. C.1.1. c) baixa carga da bateria.1. acima do que é considerada condição de sucção negativa (ver figura C.1. deve possuir pelo menos uma bomba elétrica ou de combustão interna.13. indicando pelo menos os seguintes eventos: C.e d) falta de energia no comando da partida . tendo a(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes atendendo a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e/ou sistemas de proteção por espuma.1.1.2 As dimensões das casas de bombas devem ser tais que permitam acesso em toda volta das bombas de incêndio e espaço suficiente para qualquer serviço de manutenção local. fogo ou umidade.9.1. C. o que for menor. instalado em local seguro da edificação e que permita fácil acesso.8 O funcionamento automático é indicado pela simples abertura de qualquer ponto de hidrante da instalação. C. devem ser instaladas em condição de sucção positiva.2 e ligados nos painéis de comando e chaves de partida dos motores de cada bomba.12 Não é recomendada a instalação de bombas de incêndio com pressões superiores a 100 mca (1Mpa).1.1 A pressão máxima de operação da bomba de pressurização (jockey) instalada no sistema deve ser igual à pressão da bomba principal . tal bomba deve ter vazão máxima de 20 LPM.1. possuindo sinalização ótica e acústica.2 As automatizações da bomba de pressurização (jockey) para ligá-la e desligá-la automaticamente e da bomba principal para somente ligá-la automaticamente devem ser feitos através de pressostatos instalados conforme apresentado na figura C.1.13. . armazenamento. medida sem vazão (shutoff). C. deverão também ser dotadas de manovacuômetro para determinação da pressão em sucção. C. ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão. b) bomba em funcionamento.6 A automatização da bomba principal ou de reforço deve ser executada de maneira que.2 Bomba de combustão interna: a) painel energizado. C. c) falta de fase. C.1. e d) chave na posição manual ou painel desligado.14.2.1 Geral C.4 As bombas de incêndio devem ser protegidas contra danos mecânicos. deve ser dotado de uma botoeira para ligar manualmente tais bombas. C. conforme 5. agentes químicos.Anexo C (normativo) Bombas de Incêndio C. manipulação.14 O painel de sinalização das bombas principal ou de reforço.1 As casas de bombas quando estiverem em compartimento enterrado ou em barriletes. é suficiente para manter a demanda do sistema de hidrantes e mangotinhos. C. C. C. C.3 As bombas de incêndio devem. localizado na casa de bombas. ou a 1/3 da capacidade efetiva do reservatório. Admite-se que a linha de centro do eixo da bomba se situe 2 m acima do nível X de água.16 As edificações que tenham áreas de risco destinadas a produção.9 As bombas de incêndio. movida com motor à explosão (não sujeita à automatização). manter a rede do sistema de hidrantes ou de mangotinhos devidamente pressurizada em uma faixa preestabelecida e.1. ser utilizadas somente para este fim. C. sendo uma elétrica e a outra.5 m de pé direito. sendo que o barrilete deve possuir no mínimo 1. transferência e distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis. uma bomba de pressurização (jockey) deve ser instalada. possuindo a montante uma válvula de paragem e a jusante uma válvula de retenção e outra de paragem. deve ser previsto pelo menos um ponto de acionamento manual para a(s) mesma(s). preferencialmente. nas bombas de incêndio e no painel de comando.13 Quando for necessário.11 A capacidade das bombas principais. elétrica ou de combustão interna. Nos casos em que foram instaladas em condição de sucção negativa. intempéries.1).1.1.1. Recomenda-se que o diferencial de pressão entre os acionamentos seqüênciais das bombas seja de aproximadamente 10 mca (100 kPa). em vazão e pressão.1. C. devem atingir pleno regime em aproximadamente 30 segundos após a sua partida. após a partida do motor seu desligamento seja somente manual no seu próprio painel de comando.7 Quando a(s) bomba(s) de incêndio for(em) automatizada(s).1.1.1 Quando o abastecimento é feito por bomba de incêndio. C.

3 Nos casos em que houver necessidade de instalação de bomba de reforço.2. para os pontos de hidrantes ou mangotinhos que atendam as pressões e vazões mínimas requeridas em função da ação da gravidade. .2. C. exceto quando estes últimos se destinem a sistemas de proteção e combate a incêndio que utilizem a água como agente de combate. C.Figura C.1 – Condição positiva de sucção da bomba de incêndio Vem das bombas Vai para hidrantes/mangotinhos Sistema de automatização da bomba principal 1 2 2 Sistema de automatização da bomba de 1 pressurização (Jockey) 3 ∅ 15 mm (1/2") 3 NA NA 5 4 4 5 3 NF ∅ 15 mm (1/2") NF 3 6 Figura C. C. pode ser dispensado as botoeiras junto a estes hidrantes ou mangotinho.2. não devendo passar em áreas de risco. devendo ser mostrado nos cálculos hidráulicos e detalhe isométrico da rede. ou quando aparentes em eletrodutos metálicos.3): a) ter a sua própria tubulação de sucção.2 Quando o acionamento for manual devem ser previstas botoeiras do tipo “liga-desliga”. desde que atenda os seguintes requisitos (ver figura C. para sistemas do tipo 2 e 3 no mínimo de 200 litros e diâmetro de 19mm. sendo a bomba de reforço acionada por botoeira do tipo “liga-desliga”.6 É permitida a instalação de bombas de incêndio com as sucções acima do nível de água.1 As bombas de incêndio dos sistemas de hidrantes e de mangotinhos podem dispor de dispositivos para acionamento automático ou manual.2. conforme especificado no item B.2 – Cavalete de automação das bombas principal e de pressurização C.2.5 As bombas de incêndio não podem ser instaladas em salas que contenham qualquer outro tipo de máquina ou motor. junto a cada hidrante ou mangotinho. d) o volume do reservatório de escorva e o diâmetro da tubulação que abastece a bomba de incêndio devem ser para sistemas do tipo 1 no mínimo de 100 litros e diâmetro de 19 mm respectivamente e.2.2. C.4 Os condutores elétricos das botoeiras devem ser protegidos contra danos físicos e mecânicos através de eletrodutos rígidos embutidos nas paredes. c) ter meios adequados que mantenham a tubulação de sucção sempre cheia de água. b) ter a válvula de pé com crivo no extremo da tubulação de sucção.2.2 Bombas de incêndio acopladas a motores elétricos C. e) o reservatório de escorva deve ter seu abastecimento por outro reservatório elevado e possuir de forma alternativa abastecimento pela rede pública de água da concessionária local. C.

3 – Exemplo de afogamento de bomba de incêndio .Reservatória de Escorva VR VP Manômetro Abastecimento direto da Rede Pública Tubulação de Recalque VR VP Manovacuômetro Bomba de Incêndio Reserva de Incêndio Válvula de Pé de Crivo VR=Válvula de Retenção VP=Válvula de Paragem Figura C.

2. C. C. C. . régua de bornes. b) número de série.20 Todos os fios devem ser anilhados. C.Válvula –gaveta 3 .2. leiaute. Figura C.12 Nos casos em que a bomba de reforço.2.7 A alimentação elétrica das bombas de incêndio deve ser independente do consumo geral.5 . as bombas de incêndio acionadas por motor elétrico podem ser alimentadas por um gerador diesel.2 O período de aceleração do motor não deve exceder 10 segundos.2. C. b) tipo.Reservatório Nota: NA . sem prejuízo do funcionamento do motor da bomba de incêndio (ver figura C.2.e i) freqüência.Normalmente aberta NF .2.2.18 O painel deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba de incêndio e convenientemente protegido contra respingos de água e penetração de poeira. d) vazão nominal. f) rotações por minutos de regime.Válvula de retenção 4 .14 Cada bomba principal ou de reforço deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante.2. C. fogo e umidade.15 Os motores elétricos também devem ser caracterizados através de placa de identificação. for automatizada por chave de fluxo. e) potência. a plena carga.21 O alarme acústico do painel deve ser tal que. diagrama elétrico interno e listagem dos materiais aplicados.Pontos de hidrantes /mangotinhos 6 . conforme especificado em B. em hertz. C. a instalação pode ser conforme esquematizado na figura C. c) modelo.Chave de fluxo com retardo 5 . C.2.Bomba de reforço 2 . volte a funcionar normalmente quando surgir um novo evento. h) corrente de funcionamento.Esquema de instalação de bomba de reforço abastecendo os pontos de hidrantes mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo Entrada Legenda: 1 . em CV.2.11 Os fios elétricos de alimentação do motor das bombas de incêndio. C.22 O sistema de proteção dos motores elétricos deve ser conforme a NBR 5410. de acordo com o diagrama elétrico correspondente. C.13 A bomba de pressurização (jockey) pode ser sinalizada apenas com recurso ótico. ampéres.1 O sistema de partida deve ser do tipo magnético.2.C.2. d) número de série. exibindo: a) nome do fabricante. C.2.4).4 – Esquema de ligação elétrica para acionamento da bomba de incêndio C.9 A entrada de força para a edificação a ser protegida deve ser dimensionada para suportar o funcionamento das bombas de incêndio em conjunto com os demais componentes elétricos da edificação. atendendo ao requisito de C. indicando bomba em funcionamento.5.2. c) modelo da bomba. uma vez cancelado por botão de impulso.17.e g) diâmetro do rotor.Registro de recalque 7 .Normalmente fechada Chave Geral Chave para Bomba Consumo Figura C.2.8 Na falta de energia da concessionária. f) rotações por minuto sob a tensão nominal.10 As chaves elétricas de alimentação das bombas de incêndio devem ser sinalizadas com a inscrição “ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE INCÊNDIO –NÃO DESLIGUE”. g) tensão de entrada em volts.2.9.17.16 O painel de comando para proteção e partida automática do motor da bomba de incêndio deve ser selecionado de acordo com a potência em CV do motor .17 A partida do motor elétrico deve estar de acordo com as recomendações da NBR 5410 ou da concessionária local.19 O painel deve ser fornecido com os desenhos dimensionais. C. C. C. diagrama elétrico.2. e) pressão nominal. C.2. de forma a permitir o desligamento geral da energia.2. quando dentro da área protegida pelo sistema de hidrantes devem ser protegidos contra danos mecânicos e químicos. C.2.2.

3 Os sistemas de refrigeração aceitáveis devem ser os descritos em C.1. C. e) potência em CV. C. o qual volta sempre à posição normal.3.3.3.3 Por meio de radiador no próprio motor.3. C.6 – Arrefecimento da bomba principal elétrica . o sistema de partida deve ser sempre automático. sem chances de retornar ao seu interior. com pressões limitadas pelo fabricante do motor.8 O motor a explosão deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante. aos dois jogos de baterias (principal e reserva). para a partida. c) modelo.3.12 Nos casos em que houver apenas uma bomba de incêndio. de acordo com as especificações do fabricante. C. C.3. e f) rotações por minuto nominal. sem que haja danos às suas placas.1 O motor a combustão deve ser instalado em ambiente cuja temperatura não seja.3.3. A saída de água do trocador também deve ser posicionada conforme C.3. C. o estado de carga de cada jogo de baterias. em qualquer hipótese.3.3.3. no local onde forem instaladas. C.1.4.3.2 As bombas de incêndio devem ter condição de operar a plena carga.3.5 O escapamento dos gases do motor deve ser provido de silencioso. C. C. as quais devem ser múltiplas . C.6). com suas respectivas tubulações de alimentação para bomba injetora. localizadas na casa de bombas.3. C. vindo água fria diretamente da bomba específica para este fim. Deve ser instalada sob o tanque uma bacia de contenção com volume mínimo de uma vez e meia a capacidade do tanque de combustível.3. independente.3. Vai para o reservatório ou tanque escorva União assento plano Figura C.1 A injeção direta de água.2.1.3. considerando o regime contínuo de funcionamento. para cada sistema existente na edificação.3. C.3.3. inferior à mínima recomendada pelo fabricante e dotado de sistema de pré-aquecimento permanentemente ligado. cada um deve ser dotado de seu próprio tanque de combustível.3.3.3 A aspiração de ar para combustão pode ser natural ou forçada (turbo). devem ser mantidas carregadas por um sistema de flutuação automática. as quais devem ser múltiplas.C.7 Existindo mais de um motor a explosão. da bomba para o bloco do motor. não sendo permitido o emprego de ar comprimido. A saída de água de resfriamento deve passar no mínimo 15cm acima do bloco do motor e terminar em um ponto onde possa ser observada sua descarga. C. acionado diretamente pelo motor ou por correias.4 Por meio de ventoinhas ou ventilador.2 São dotados de sistema de arrefecimento por ar ou água. de preferência no próprio motor.6 O tanque de combustível do motor deve ser montado de acordo com as especificações do fabricante e deve conter um volume de combustível suficiente para manter o conjunto moto-bomba operando a plena carga durante o tempo de no mínimo duas vezes o tempo de funcionamento dos abastecimentos de água.2 Por trocador de calor.3. por meio de um carregador duplo de baterias.3.10 As baterias do motor a explosão.1.1 São dotados de injeção direta de combustível por bomba injetora ou de ar comprimido.4 Dispõe de controlador de rotação.3. sendo direcionados para serem expelidos fora da casa de bombas. a fim de se evitar o superaquecimento das mesmas. C. durante 6 horas ininterruptas. C. determinando ainda.9 Um painel de comando deve ser instalado no interior da casa de bombas. C. C. C.3. sendo o ventilador acionado diretamente pelo motor ou por intermédio de correias. derivada da voluta da bomba e com retorno preferencialmente para o reservatório ou tanque de escorva (ver figura C. de acordo com as especificações do fabricante. C. O sistema de flutuação deve ser capaz de atender.5 Dispõe de meios de operação manual. b) tipo. tolerada uma faixa de + 10% seja qual for a carga. sem apresentar quaisquer avarias. d) número de série.1 a C. por motor à explosão. por meio de amperímetros e voltímetros.11 O sistema de flutuação automática deve ser capaz de carregar uma bateria descarregada em até 24 horas.23 As bombas de incêndio com vazão nominal acima de 600 LPM deverão dispor de um fluxo contínuo de água através de uma tubulação de 6mm ou placa de orifício de 6mm.3 Bombas acopladas a motores de combustão interna C.4 A entrada de ar para a combustão deve ser provida de um filtro adequado. C.3.1.1. indicando bomba em funcionamento e sistema automático desligado (chave seletora na posição manual).3. C.3. o qual deve manter a rotação nominal.3.

D.1. D. sujeitos a reação com água. . D.2 Ginásios poliesportivos e piscinas cobertas. D.1 Podem ser considerados casos especiais de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos as áreas das edificações com as seguintes ocupações: D. D. desde que o caminhamento máximo adotado seja o comprimento estabelecido na tabela 2 desta IT.2 Fica isenta a instalação de pontos de hidrantes ou de mangotinhos em edículas.1.2. e que o hidrante ou mangotinho do pavimento mais próximo assegure sua proteção e o acesso aos locais citados não seja através de escada enclausurada. D. desde que quando embalados a carga incêndio não ultrapasse 100 MJ/m2 .ANEXO D (normativo) Casos de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos. Neste caso deve ser protegido por agente extintor específico ou sistemas especiais indicado para o risco. mezaninos. ou nos pavimentos superiores de zeladoria com área até 70 m2 e apartamentos “duplex” ou “triplex”.1 Áreas exclusivamente destinadas a processos industriais com carga de incêndio igual ou inferior a 100 MJ/ m2.1. desde que não utilizados para outros eventos que não atividades esportivas e desde que as áreas de apoio não ultrapassem 750 m2.4 Nas áreas específicas de depósitos com materiais combustíveis. D. sobreloja.1 Nestes casos o cálculo da vazão deve atender a tabela 2.1.1.3 Processos industriais com altos fornos onde o emprego de água seja desaconselhável.5 Depósito de materiais incombustíveis.

IT – 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Hidrantes de recalque do sistema de chuveiros automáticos B – Sinalização dos Hidrantes de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos e do Sistema de Hidrantes 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C – Planilha de Cálculo Hidráulico 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Certificação e validade/garantia .

suas atualizações ou outra norma que vier substituíla. podendo deixar de abranger certas áreas. se o assunto não for por elas contemplado. deve ser elaborada uma proposta de Projeto Técnico.Bairro Centro CEP 30. Decreto Estadual nº 44. 2. área de operação. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la com as adequações constantes no item 5 desta instrução. sendo aceita a norma NFPA – 13 da National Fire Protection Assiciation. contendo além do especificado nas normas técnicas da ABNT.1 Deverá haver uma cópia do projeto citado no item anterior à disposição na edificação para dirimir possíveis dúvidas do agente vistoriador. como espaços ocultos.2 Adota-se a NBR 10.mg. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. 5. cabe ao Responsável Técnico apresentar requerimento detalhando Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e pânico. .gov.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica visa a adequar o texto da norma NBR 10. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. 355 .190-000 Site: www.270.2 A classificação do risco.Proteção contra incêndio por chuveiro automático. Augusto de Lima. NBR 10897 .1 Os sistemas de proteção por chuveiros automáticos serão elaborados de acordo com critérios estabelecidos em normas técnicas brasileiras. com simbologia atendendo ao contido na IT 03.gov.130. que não atendam às normas atuais.4 Nas edificações.br Email: dat3@cbmmg. de acordo com o Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO 2. devendo ser apresentado o projeto executivo de chuveiros automáticos. as exigências previstas na IT 01 – Procedimentos Adminstrativos. 5 PROCEDIMENTOS 5.897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. conforme estabelece a NBR 10897.mg. onde houver exigência da instalação do sistema de chuveiros automáticos.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.3.3 Para fins de apresentação junto ao Corpo de Bombeiros. 5. deve-se atender a toda área de edificação. 5.bombeiros. 5. 5.5 Para as edificações já construídas anteriores à vigência desta IT.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações onde é exigida a instalação de chuveiros automáticos. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. tabelas e demais parâmetros técnicos deverão seguir os critérios contidos nas normas técnicas.897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático para aplicação na análise e vistoria de processos submetidos ao Corpo de Bombeiros.

a instalação desta válvula de governo pode ser dispensada. 5.os itens que necessitam de dispensa da exigências com as argumentações e a impossibilidade técnica.3 O hidrante de recalque para chuveiros automáticos e o hidrante de recalque para hidrantes. 5. 5. 5. Estes equipamentos podem ser protegidos contra a descarga de água proveniente destes por meio de anteparos nãocombustíveis.2 Se for comprovado tecnicamente ser impossível a especificação anterior. 5. 5. pode ser substituído pelo alarme elétrico.20 Quando for necessária a redução de pressão. de modo que atenda às funções da válvula de governo e alarme.1 Em prédios comerciais a tomada de recalque pode ser localizada preferencialmente na fachada principal ou muro de divisa com a rua. a reserva de incêndio deve ser calculada em função da vazão de risco mais grave e do tempo de funcionamento do risco predominante. o painel de comando(s) da(s) bomba(s) principal(is) deverá permitir que. substituindo-se por válvula de retenção instalada na expedição da bomba e chave de fluxo para acionamento do alarme.13 As tubulações para hidrantes e mangotinhos devem ser conectadas às tubulações principais.14 Quando não houver necessidade da instalação de mais do que uma válvula de governo e sendo a reserva efetiva. situada acima do pavimento mais elevado. 5.9 Para edificações que possuam estoques de mercadorias.10 O dimensionamento do sistema pode ser feito por tabelas. devem ser garantidas as vazões e pressões mínimas exigidas.1 O circuito do alarme de que trata este item deverá ser supervisionado. 5.00m em relação ao piso. Admite-se a conexão da tubulação de mangotinhos após a válvula de governo e alarme se protegerem área diferente daquela que os chuveiros estejam dando cobertura. apresentando as medidas mitigadoras adotadas.15 Nas edificações elevadas. segundo anexo A.16 Para o sistema de pressurização. para apreciação do Corpo Técnico. ficando as tomadas de fundo para o sistema de chuveiros automáticos.18.21 Em reservatórios elevados o ponto de tomada de água para consumo deve ser lateral. 5. para cada válvula de governo e alarme.11 Nos casos em que hidrantes e mangotinhos são instalados em conjunto com o sistema de chuveiros automáticos. tabelas e cálculo hidráulico ou cálculo total. ficando sob o controle da respectiva válvula de governo e alarme. possuindo mecanismos que possibilitem a fácil supervisão dos circuitos. normalmente presente nas válvulas de governo e alarme. 5. 5. 15. antes das válvulas de governo e alarme. .8 Nos casos de edificações com ocupação mista. a uma altura mínima de 0. 5. com as indicações constantes no anexo B e especificações da NBR 10897. interligando a mesma ao sistema de alarme principal da edificação. 5. o desligamento somente possa ser ativado manualmente.17.4 Quando a rede de alimentação for comum para chuveiros e hidrantes e existir franco e fácil acesso aos hidrantes externos. 5. os demais pavimentos podem conter apenas as chaves de fluxo secundárias. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la. quando independentes obedecerão à sinalização segundo o anexo B desta IT. 5.12 O hidrante de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos deverá possuir duas entradas de água de 63 mm de diâmetro. constituídas de múltiplos pavimentos. previstos na NBR 10897. 5. a distância livre mínima do defletor do chuveiro ao topo do estoque deverá ser de 456mm para chuveiros standard e para chuveiros especiais. sendo que após a instalação de pelo menos uma para cada limite de área atendida. mantendose a reserva exclusiva definida para o sistema. 5.6 A área de aplicação deve ser sempre considerado como a área do piso. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la.1 Quando for feito o dimensionamento por cálculo hidráulico. de forma que estejam em condições de operar mesmo quando o sistema de chuveiros estiver em manutenção. sendo somadas as reservas efetivas de água para o combate a incêndios. de forma a avisar quando passar água no sistema a partir do funcionamento de um único chuveiro. 5. e que atendam aos requisitos técnicos previstos nas normas técnicas oficiais. estes podem substituir o hidrante de recalque. deverão ser utilizadas válvulas redutoras de pressão.7 Não é permitida a falta de chuveiros pela simples presença de equipamentos elétricos.18 O painel de comando elétrico que compõe o sistema de proteção por chuveiros automáticos deve ser conforme prevê a NBR 10897. 5. após a partida do(s) motor(es). segundo o anexo A desta IT.17 O gongo hidráulico.12.1 O painel de comando deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba e convenientemente protegido contra os respingos provenientes destas. deve constar no projeto enviado ao Corpo de Bombeiros a planilha de cálculo hidráulico conforme o anexo C desta IT. deverá ser de 916mm. providas de adaptadores de engate rápido conforme figura do anexo B. aprovadas para o uso em instalações de proteção contra incêndios.10.19 Não são aceitas placas de orifícios para balanceamento do sistema de chuveiros automáticos. 5. de acordo com o risco e a norma adotada.60 m e máxima de 1. serão aceitos os limites máximos para cada válvula de governo e alarme.12. a tomada de recalque pode ser localizada dentro de uma caixa de alvenaria.12. em sistemas conjugados ou não.12. com tampa metálica. 5. 5.

que será apresentada durante o pedido de vistoria conforme a IT 01. 6 CERTIFICAÇÃO E VALIDADE/GARANTIA Os componentes do sistema deverão possuir selo de homologação dos laboratórios responsáveis: ABNT.26 A instalação e o ensaio deverão ser elaborados por profissional legalmente habilitado. sem interposição de correias ou correntes. 5.24 As bombas devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica a motores elétricos ou a diesel. .25 Deverá o sistema de chuveiros automáticos. sendo permitida a sucção negativa quando comprovadamente for inviável a primeira condição. UL.22 A bomba deve operar com sua capacidade nominal dentro de 30 segundos após a partida. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la. 5. as bombas devem ser instaladas sob condição de sucção positiva (afogadas). sendo confeccionada a respectiva ART de Execução. de conformidade com a NBR 10897. 5. 5. ser provido de uma conexão de ensaio (dreno).23 Sempre que possível. para verificação em vistoria e manutenção da tubulação.5. FM. ULC e LPC.

ANEXO A Hidrantes de recalque do sistema de chuveiros automáticos .

ANEXO B Sinalização dos Hidrantes de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos e do Sistema de Hidrantes .

ANEXO C Memória de cálculo do dimensionamento do sistema de chuveiros automáticos vazão Chuveiro Balanceada Calculado Trecho Chuveiro Trecho Diâmetro Referência Adotado Memória de Cálculo Comprimento Equivalente Total Perda de Carga Desnível Unitária Total Pressão Observações Fator K * Real 1 2 3 4 Nó A Nó B Nó C MB R’i-MB R’i - 1/mim 1/mim 1/mim mm mm pol m m m m m m mca KPa (*) 1/mim a mca-1/2 ou 1/mim x Kpa-1/2 _ _ .

IT - 19
SISTEMA DE RESFRIAMENTO PARA LIQUIDOS E GASES INFLAMAVEIS E COMBUSTIVEIS

SUMÁRIO
1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 19

DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro. CEP 31.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

SISTEMA DE RESFRIAMENTO PARA LIQUIDOS E GASES INFLAMAVEIS E COMBUSTIVEIS

1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para segurança contra incêndio, exigências e práticas recomendadas para a elaboração de projetos de sistemas de resfriamento com água. 2 APLICAÇÃO 2.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e áreas de risco destinadas a produção, manipulação, armazenamento, transferência, distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis, relacionados a: a) destilaria, refinaria e unidade de processamento; b) plataforma de carregamento, estação de carregamento, e envasamento de gás liqüefeito de petróleo ( GLP ); c) parques de tanques ou tanques isolados; d) armazém e áreas destinadas a líquidos e gases combustíveis e inflamáveis, acondicionados em recipientes transportáveis. 2.2 Esta Instrução Técnica não se aplica: a) armazenagem de líquidos reativos ou instáveis; b) instalações marítimas off-shore; c) armazenagem de líquidos criogênicos e gases liquefeitos; d) aspectos toxicológicos dos produtos; e) instalações de armazenagem de líquidos combustíveis e inflamáveis que disponham de Normas Brasileiras específicas, tais como aeroportos. 3 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA NORMATIVA E

Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44.270, de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 7505 – Armazenagem de petróleo, seus derivados líquidos e álcool carburante. NBR 13860- Glossário de termos relacionados a segurança contra incêndios. NB – 98 - Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis. Petrobrás, N-1203 D, de julho de 1997 – Projetos de sistemas fixos de combate a incêndio com água e espuma. Petrobrás, N-1645 D, de dezembro de 1999 – Critérios de segurança para projetos de instalações fixas de armazenamento de gás liquefeito de petróleo. NFPA-15 - Standard for Water Spray Fixed Systems for Fire Protection - edição 1996. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica, aplicam-se as definições da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico, complementada pelas seguintes definições: 4.1 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37,8ºC, subdividido como segue: a) Classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37,8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de

Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas:

óleo diesel, aguarrás e querosene (iluminante e de aviação). b) Classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93,4ºC - todos os tipos de óleo combustível. c) Classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93,4ºC - todos os tipos de lubrificantes. 4.2 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37,8ºC, também conhecido como líquido Classe I, subdividindo-se em: a) Classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação). b) Classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37,8ºC – todos os tipos de álcool. c) Classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22,8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8ºC. – solventes (conforme ficha de segurança do produto). 4.3 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que, no estado puro ou nas especificações comerciais, por efeito de variação de temperatura e pressão, ou de choque mecânico, na estocagem ou no transporte, se tornem autoreativos e em conseqüência se decomponham, polimerizem ou venham a explodir. 4.4 Área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação. 4.5 Área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação. 4.6 Área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação. 4.7 Área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais, podendo ser edificada ou aberta, sobre piso, com ou sem acabamento ou em terreno natural, esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada, conforme o caso. 4.8 Risco isolado: é o risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados, suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra. 4.9 Posto de abastecimento interno: Instalação interna a uma indústria ou empresa cuja finalidade única é o abastecimento de combustível e ou lubrificantes para sua frota própria ou de seu uso. 4.10 Posto de abastecimento: Local restrito onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos, aeronaves, barcos, etc.

5.1 O resfriamento pode ser realizado por meio de: a) linha manual com esguicho regulável; b) canhão monitor manual ou automático; c) aspersores fixos. 5.2 O armazenamento em tanques subterrâneos não necessita de proteção contra incêndios por resfriamento. 5.3 Para o projeto dos sistemas de proteção consideram-se dois conceitos fundamentais: a) dimensionamento pelo maior risco isolado; b) não simultaneidade de eventos, isto é, o dimensionamento deve ser feito baseando-se na ocorrência de apenas um incêndio. 5.4 Independentemente das facilidades de combate ao fogo, grupos de vasos com espaçamento horizontal inferior a 7,5 metros devem ser considerados como único risco. 5.5 Cada quadra de unidade de processo constitui um risco isolado. 5.6 O suprimento deve ser baseado em uma fonte inesgotável (mar, rio, lago) o qual deve ser capaz de demanda de 100% da vazão de projeto em qualquer época do ano ou condição climática. Na inviabilidade desta solução, deve ser previsto um reservatório com capacidade para atender à demanda de 100% da vazão de projeto durante o período de tempo descrito abaixo: a) 06 horas para refinarias, terminais, bases de distribuição e outras instalações com capacidade de armazenamento de petróleo e derivados igual ou superior a 40.000 m3; b) 04 horas para parques de tanques ou outras instalações com capacidade entre 10.000 m3 e 40.000 m3; c) 03 horas para parques de armazenamento de gases liquefeitos de petróleo, sob pressão, em esferas e cilindros, plataforma de carregamento, estação de carregamento e envasamento com qualquer capacidade e em qualquer tipo de instalação. Os casos particulares tratados nesta instrução técnica devem atender às respectivas autonomias estabelecidas; d) 02 horas para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 1000 m3 e 10.000 m3; e) 01 hora para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 120 m3 e 1.000 m3; f) 45 minutos para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 50 m3 e 120 m3; g) 30 minutos para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 20 m3 e 50 m3; 5.6.1 Para o cálculo do volume do reservatório, deve ser considerada a capacidade de armazenamento do maior risco isolado. 5.6.1.1 Os casos citados nas alíneas a, b e c do item 5.6, se o abastecimento do reservatório for simultâneo ao incêndio, o seu volume poderá ser reduzido

5 PROCEDIMENTOS

proporcionalmente às condições deste abastecimento, desde que o volume mínimo do reservatório atende a demanda para 120 minutos. No caso de reabastecimento por bombeamento, as bombas e os respectivos acionadores devem atender aos mesmos requisitos das bombas principais de combate a incêndio. 5.6.2 A água usada no sistema em operação pode ser doce ou salgada e sem tratamento. 5.6.3 O sistema deve ficar pressurizado com água doce, a fim de evitar-se a rápida formação de incrustações e corrosão. No caso de utilização de água salgada, toda a tubulação deve estar adequada para esta finalidade. 5.6.4 No caso de material sólido em suspensão deve ser previsto dispositivo para a retenção das impurezas e limpeza das linhas sem interrupção do abastecimento. 5.6.5 Para cálculo do suprimento de água deve ser adotado o valor correspondente ao maior risco para: a) resfriamento de unidade de processo; b) resfriamento de um tanque atmosférico em chamas e dos tanques vizinhos; c) aplicação de espuma a um tanque e resfriamento dos tanques vizinhos; e. d) resfriamento de vasos de pressão para o armazenamento de gases liquefeitos. 5.6.6 Para a aplicação da espuma consultar a IT 20 Sistema de Proteção por Espuma. 5.6.7 No(s) dimensionamento(s) da(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes que atenderem a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis, será obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio, sendo uma elétrica e a outra movida com motor à explosão (não sujeita à automatização); ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão. Outros arranjos de bombas de incêndio aceitáveis são duas bombas elétricas principais alimentadas por um grupo moto-gerador automatizado com autonomia mínima de 06 horas de funcionamento ou duas bombas de incêndio com motor a explosão (podendo uma delas ter acionamento manual). 5.6.7.1 Será permitida a instalação de uma única bomba para locais que contenham tanques de armazenamento com capacidade máxima de 120 m³, bem como para os recipientes de GLP citados nos itens 5.12.1.1 e 5.12.2.2. 5.7 Hidrantes e canhões monitores 5.7.1 Em todos os locais onde haja risco de vazamento ou derrame de produto devem ser previstos hidrantes. 5.7.2 Os hidrantes devem ser instalados em locais de fácil acesso, mesmo que haja necessidade de estender uma derivação da rede principal. 5.7.3 A quantidade mínima de linhas de resfriamento e canhões monitores deve ser calculada em função da demanda de água de combate a incêndio. No caso de utilização de anéis de resfriamento nos tanques, esta demanda pode ser abatida da vazão total para dimensionamento da quantidade de hidrantes. Deve ser previsto pelo menos uma linha ou canhão para cada tanque

vizinho e duas linhas ou canhões para o tanque em chamas, simultaneamente considerando o cenário do cálculo hidráulico. 5.7.3.1 Após a definição do cenário de combate a incêndio pelo maior risco, os dimensionamentos do sistema hidráulico deve levar em consideração o funcionamento simultâneo de todas as linhas manuais e canhões monitores necessários para atender à demanda de água para o sistema de resfriamento. O projetista deve levar em consideração também o sistema de proteção por espuma, de acordo com a IT 20. 5.7.4 Em bacias com capacidade de armazenamento não superior a 35.000 m3, a distância máxima entre hidrantes deve ser de 60 m e devem ser localizados de tal forma que o comprimento de mangueira seja no máximo 60 m. 5.7.5 Em bacias com capacidade de armazenamento superior a 35.000 m3, a distância máxima entre hidrantes deve ser de 100 m e devem ser localizados de tal forma que o comprimento de mangueira seja no máximo 90 m. 5.7.6 Os hidrantes devem possuir no mínimo duas saídas com diâmetro nominal de 65 mm, dotadas de válvulas e de conexões de engate rápido. A altura destas válvulas em relação ao piso deve estar compreendida entre 1 m e 1,5 m. 5.7.7 Os canhões monitores podem ser fixos ou portáteis para água ou espuma, ou ainda para ambos. 5.7.8 Os hidrantes e os canhões fixos, quando manualmente operados, devem ser localizados a distância de 1,5 ( uma vez e meia) a altura do tanque, a partir do seu costado, para aqueles com diâmetro até 9 metros, e de 15 metros a 75 metros do costado para os tanques com diâmetros superiores a 9 metros. 5.7.9 Atendendo-se às necessidades de vazão e pressão da rede de hidrantes, os canhões monitores usados para resfriamento ou extinção de incêndio em tanques verticais ou horizontais devem ser capazes de resfriar teto e o costado. 5.7.10 A vazão mínima de água para as linhas manuais de resfriamento deverá ser de 200 LPM, com o emprego obrigatório de esguichos reguláveis. Para as áreas cobertas a pressão mínima será de 343,2 KPa (35,00 mca) e para as áreas descobertas será de 441,3 Kpa (45,00 mca). 5.7.11 Cada ponto da área de risco ou dos tanques e cilindros a serem protegidos devem ser atendidos pelo menos por uma linha manual de resfriamento. 5.7.12 Os canhões monitores devem ser especificados para permitir uma vazão mínima de 800 LPM na pressão de 549,25 kpa (56 mca), um giro horizontal de 360º e um curso vertical de 80º para cima e de 15º para baixo da horizontal, admitindo-se o emprego de esguichos que produzam somente jato sólido. Para efeito de projeto, deve ser considerado o alcance máximo na horizontal de 45 m quando em jato. 5.8 Refinaria, destilaria ou unidade de processo de refinaria 5.8.1 Uma unidade de processo deve ser protegida por meio de hidrantes e canhões monitores fixos. Em caso de vasos que armazenam gases inflamáveis liquefeitos sob

pressão devem ser usados aspersores fixos, conforme NFPA-15/96. 5.8.1.1 A vazão do sistema deve ser determinada em função da área definida pelo limite de bateria da unidade de processo, multiplicada pela taxa de 3 LPM/m2, devendo-se adotar como vazão mínima 4.000 LPM e como vazão máxima 20.000 LPM. 5.8.2 Os canhões monitores podem ser substituídos por sistemas de aspersores fixos, projetados conforme NFPA15/96. 5.9 Plataforma de carregamento, estação de carregamento e envasamento de cilindros de gás liquefeito de petróleo 5.9.1 Nas instalações é indispensável à utilização de aspersores fixos projetados conforme a NFPA-15/96. 5.9.2 A área a ser considerada deve levar em conta o transbordamento decorrente das operações de carga e descarga. O propósito que o dimensionamento deve considerar a proteção das áreas da ilha de carregamento em torno do caminhão ou vagão tanque. Havendo canaleta para captação de derrame de produto na área de carregamento e descarga, considerar a área circunscrita ao canalete como referência para o direcionamento da proteção. 5.10 Parques de tanques ou tanques isolados 5.10.1 Os tanques de armazenamento de superfície ou aéreos com volume total e igual ou inferior a 120 m3, contendo: a) líquidos combustíveis classe IIIA, não necessitam de sistema de resfriamento, desde que estejam isolados e em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais. b) líquidos classe IIIB, isenta-se do sistema de resfriamento, desde que o produto não seja pré-aquecido e os tanques estejam isolados e em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais. 5.10.2 Para o resfriamento através de aspersores deverá haver uma superposição entre os jatos dos aspersores, equivalente a 10% de dimensão linear coberta por cada aspersor. 5.10.2.1 Para tanques com altura acima de 10 m, será obrigatória a colocação de anéis de aspersores a partir do topo do tanque, sendo o espaçamento entre os anéis dimensionados de acordo com o desempenho do equipamento e especificação do fabricante, não havendo necessidade de anéis na base do tanque. 5.10.2.2 Deverá ser previsto no mínimo um anel de resfriamento instalado a partir do topo do tanque. 5.10.2.3 Quando a altura dos tanques for inferior a 10 metros, será aceito o resfriamento por meio de linhas manuais, ou canhões monitores. 5.10.3 Para efeito de cálculo, são considerados vizinhos os tanques que atendam a um dos seguintes requisitos:

a) quando o tanque considerado em chamas for vertical e a distância entre seu costado e o costado (ou parede externa) do tanque vizinho for menor que 1,5 vez o diâmetro do tanque em chamas ou 15 m, o que for menor; b) quando o tanque considerado em chamas for horizontal e a distância entre o costado (ou parede externa) do tanque vizinho e a base do dique do tanque considerado em chamas for menor que 7,5 m. 5.10.4 Quando forem utilizados aspersores nos tanques verticais, estes devem ser distribuídos de forma a possibilitar uma lâmina de água continua sobre a superfície a ser resfriada, sendo permitido apenas sua instalação no costado, nos casos de tanques com solda de baixa resistência entre costado e teto (conforme API 650). 5.10.4.1 Não é considerada proteção por aspersores a utilização de apenas um bico no centro do teto do tanque. 5.10.4.2 Para cálculo da vazão necessária ao resfriamento dos tanques verticais atmosféricos devem ser adotados os seguintes critérios: a) tanque em chamas: 2 LPM/m2 da área do costado; b) tanques vizinhos: 1) utilizando aspersores 2 LPM/m2 da área determinada na tabela 1; ou 2) utilizando canhões monitores ou linhas manuais: conforme a tabela 2. Tabela 1 – Aspersores
(N ¹) Área a ser resfriada 1 área do costado >1 Soma das áreas dos costados ¹) N = número de tanques verticais vizinhos.

Tabela 2 – Canhões monitores ou linhas manuais

)

≤2

Dist. entre costados (m) ≤8 > 8 e ≤ 12 > 12

Taxa

2)

)

8 5 3

>2

Dist. entre costados (m) ≤8 > 8 e ≤ 12 > 12

Taxa

3)

8 5 3

N = número de tanques verticais vizinhos. L/min. por m² de ½ do soma das áreas do teto e tanque vizinho. Para tanque de teto flutuante não considerada a área do teto. 3) L/min. por m² de 1/3 do soma das áreas do teto e tanque vizinho. Para tanque de teto flutuante não considerada a área do teto.
2)

1)

costado do deverá ser costado do deverá ser

5.10.5 A vazão mínima necessária ao resfriamento dos tanques horizontais deve ser de 2 LPM/m² da área da sua projeção horizontal. 5.10.5.1 Para efeito de cálculo, somente são resfriados tanques horizontais vizinhos quando: a) o tanque em chamas for vertical; b) não estiverem no interior da mesma bacia de contenção do tanque em chamas. 5.10.5.2 Neste caso, não deve ser considerada a aplicação de água na bacia do tanque em chamas, devido ao fato de que em um incêndio em tanque horizontal pode ocorrer vazamento para a bacia de contenção.

5.10.6 Caso o tanque vizinho seja do tipo teto flutuante, para o resfriamento só deve ser considerada a metade da área do costado. 5.10.7 Nos tanques para armazenamento refrigerado, deve ser prevista a aspersão de água com baixa velocidade e distribuição uniforme sobre o teto e costado, calculada à base de 3 LPM/m2 de área a ser protegida. 5.10.7.1 Para o cálculo da vazão total, devem ser considerados os tanques situados a distância inferior a 1,5 (uma vez e meia) o diâmetro do tanque em chamas, sendo válido dividir-se o sistema de aspersão em setores, para melhor aproveitamento da quantidade de água disponível. 5.10.7.2 O teto deve ser totalmente resfriado e a superfície lateral mínima a ser molhada não deve ser inferior a um terço (1/3) da superfície lateral total do tanque. 5.11 Armazém e áreas destinadas a líquidos combustíveis e inflamáveis acondicionados em recipientes transportáveis 5.11.1 As áreas com capacidade acima de 20 m3 de líquidos inflamáveis ou combustíveis, devem prever o sistema de resfriamento por meio de linhas manuais com esguichos reguláveis. 5.11.2 A altura e largura da pilhas de recipientes devem atender ao estabelecido nas Normas Técnicas Oficiais (ex: NB 98 e NBR 7505). 5.11.3 Cada ponto da área de risco a ser protegido deve ser atendido, simultaneamente, por no mínimo uma linha de resfriamento. 5.11.3.1 As tomadas de água para abastecimento das linhas de resfriamento (hidrantes) devem atender aos parâmetros da IT 17 - Sistema de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio. 5.12 Resfriamento de vasos de pressão que armazenem Gases Liquefeitos de Petróleo 5.12.1 Recipientes transportáveis 5.12.1.1 Quando o volume armazenado for superior a 6.240 Kg e inferior a 49.920 kg será exigida a proteção por linhas manuais de resfriamento, calculadas conforme os itens 5.7.10 e 5.7.11 com autonomia mínima de 30 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.1.2 Quando o volume armazenado for superior a 49.920 e inferior a 99.840 kg de GLP será exigida a proteção suplementar por canhões monitores com o funcionamento simultâneo das linhas manuais, devendo ser atendidos os itens 5.7.10, 5.7.11 e 5.7.12, e autonomia mínima de 60 minutos do reservatório de incêndio, devendo ser considerado no mínimo 2 linhas manuais e um canhão monitor em funcionamento simultâneo. 5.12.1.3 Quando o volume armazenado for superior a 99.840 kg de GLP o sistema de resfriamento deverá ser avaliado pelo Corpo Técnico, ou poderá ser adotada Norma Técnica estrangeira reconhecida internacionalmente. 5.12.2 Recipientes estacionários verticais e horizontais

5.12.2.1 Quando a bateria de cilindros de GLP possuir uma capacidade superior a 8.000 kg, aplicam-se as exigências dos itens 5.12.2.2 a 5.12.2.5. 5.12.2.2 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for inferior a 8000 kg, prever proteção por linhas manuais de resfriamento, calculado conforme os itens 5.7.10 e 5.7.11 com autonomia mínima de 30 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.2.3 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for superior a 8.000 kg e menor ou igual a 24.000 kg, além das linhas manuais de resfriamento, prever proteção suplementar com o uso de canhões monitores com o funcionamento simultâneo das linhas manuais, devendo ser atendidos os itens 5.7.10, 5.7.11 e 5.7.12, e autonomia mínima de 60 minutos do reservatório de incêndio. 5.12.2.4 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for superior a 24.000 kg e menor ou igual a 60.000 kg prever proteção por aspersores instalados de forma a proteger toda a superfície exposta, inclusive os suportes (pés). A água deverá ser aplicada por meio de aspersores fixos instalados em anéis fechados de tubulação com uma autonomia mínima de 120 minutos do reservatório de incêndio. 5.12.2.4.1 Os aspersores, instalados acima da linha do equador, dos tanques horizontais, verticais e esferas de gás, não serão considerados para proteção da superfície situada abaixo daquela, sendo necessária à instalação de um outro anel de aspersores abaixo da linha do Equador. 5.12.2.4.2 Toda a superfície exposta do(s) tanque(s) deverá estar protegida com os jatos dos aspersores da seguinte forma: Os aspersores deverão ser distribuídos de forma que exista uma superposição entre os jatos, equivalente a 10% de dimensão linear coberta por cada aspersor. 5.12.2.5 Quando a capacidade de armazenamento individual for superior a 60.000 kg prever proteção por aspersores instalados de forma a proteger toda a superfície exposta, inclusive os suportes (pés). A água deverá ser aplicada por meio de aspersores fixos instalados em anéis fechados de tubulação com uma autonomia mínima de 180 minutos do reservatório de incêndio. Atender inclusive os itens 5.12.2.4.1 e 5.12.2.4.2. 5.12.2.6 O emprego de aspersores não dispensa os hidrantes (linhas manuais) devendo inclusive ser previsto pelo menos um canhão monitor portátil que poderão ser empregados no caso de falha do sistema de aspersores. No entanto para o dimensionamento do sistema hidráulico não haverá a necessidade de serem somadas as vazões necessárias para as linhas manuais, canhão monitor e aspersores, sendo suficiente o dimensionamento da demanda de água para os aspersores. 5.12.2.7 Os afastamentos requeridos para os recipientes de GLP tanto estacionários quanto transportáveis devem atender as Normas Técnicas Oficiais e a IT 23.

5.12.3 Esferas

5.12.3.1 A vazão de água destinada a cada esfera, por meios fixos, deve ser a soma dos valores correspondentes a: a) resfriamento de toda a superfície, calculada multiplicando-se a taxa de 5 LPM/m2 pela superfície total; b) complementação do resfriamento definido no item anterior, com a colocação de um aspersor para a região de junção do costado com coluna de suporte, a vazão de cada aspersor corresponde a 10% do valor determinado na alínea a, dividido pelo número de colunas; c) curva e válvula de retenção da linha de enchimento, quando esta penetra no cilindro pelo topo (conforme norma Petrobrás N-1645-D/99), o número de aspersores e a respectiva vazão devem ser calculados para que o conjunto receba, pelo menos, 5 LPM/m2, mas o total não deve ser inferior a 100 LPM. d) prever uma autonomia mínima de 180 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.4 A vazão destinada a cada cilindro horizontal ou vertical, por meios fixos (aspersores), deve ser a soma dos valores determinados conforme os critérios abaixo: a) lançamento de água segundo a taxa mínima de 5 LPM/m2, uniformemente distribuídos por aspersores sobre toda a superfície; b) proteção, por aspersores, da válvula de bloqueio, curva e válvula de retenção da linha de enchimento, quando esta penetra no cilindro pelo topo (conforme norma Petrobrás N-1645-D/99), o número de aspersores e a respectiva vazão devem ser calculados para que o conjunto receba, pelo menos, 5 LPM/m2 mas o total não deve ser inferior a 100 LPM. 5.12.5 Deve ser previsto resfriamento para a esfera submetida a fogo, bem como para as esferas e baterias de cilindros cuja distância, costado a costado em chamas, seja inferior a 30 m. 5.12.6 Um ou mais cilindros de volume individual igual superior a 200 m3 devem ser considerados equivalentes a uma esfera, para efeito do item 5.12.5. 5.12.7 Nos demais casos de cilindros, devem ser resfriadas esferas e baterias de cilindros cuja distância, costado a costado, seja inferior a 7,5 m. 5.12.7.1 Caso as baterias de cilindros de GLP com capacidade individual de no máximo 60.000 kg estiverem afastados de 7,50 m entre si, podem ser considerados. 5.12.8 Quando o suprimento de água sair da rede de água de incêndio deve-se somar a maior vazão estabelecida, segundo os critérios expressos em 5.12.5, 5.12.6 e 5.12.7, ao valor correspondente ao uso de dois canhões monitores fixos, cada qual com 1.200 LPM, lançando água sobre o bocal de saída do vaso em chamas, mais a vazão correspondente à injeção de água prevista na norma Petrobras N-1645-D/99. 5.12.9 A localização dos cilindros e esferas de GLP devem atender às Normas Técnicas Oficiais.
_______________________________________________

IT - 20
SISTEMA DE PROTEÇÃO POR ESPUMA

SUMÁRIO
1 – Objetivo

ANEXOS
A - Figura 1 - Guia de Qualidade da espuma para tanques de armazenamento B - Exemplo ilustrativo de Cálculo dos Sistemas de Espuma

2 – Aplicação 3 – Referências Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Condições específicas

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 20

SISTEMA DE PROTEÇÃO POR ESPUMA
DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica tem como objetivo adequar o texto da NBR 12.615 – Sistema de combate a incêndio por espuma da ABNT, para aplicação na análise e vistoria de projetos/processos submetidos ao Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias a existência de produção, manipulação, armazenamento e distribuição de líquidos combustíveis ou inflamáveis localizadas no interior de edificações ou a céu aberto para Combate a Incêndio, de acordo com o previsto na Tabela 7M.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para maior entendimento desta Instrução Técnica, é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44.270, 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 12.615 – Sistema de combate a incêndio por espuma. NFPA 11 – Standard for Low-Expansion Foam 1998 Edition.

NFPA 13 – Standard for the installation of sprinkler systems. NBR 5363 – Invólucros à prova de explosão para equipamentos elétricos – especificação. NBR 5418 – Instalações elétricas em ambientes com líquidos, gases ou vapores inflamáveis – procedimento. NBR 7821 – Tanques soldados para armazenamento de petróleo e derivados – procedimento. ANSI B 31.1 - Piping and piping systems. Boletim API 650 – Apêndice H – Welded steel tanks for oil storage. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica, aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Generalidades 5.1.1 A espuma mecânica ou espuma de ar, para as finalidades desta Instrução Técnica, deve ser entendida como um agregado de bolhas cheias de ar, geradas por meios puramente mecânicos, de soluções aquosas contendo um concentrado de origem animal, sintética ou vegetal. 5.1.2 A espuma mecânica ou espuma de ar é útil como agente de prevenção e extinção ao fogo nas situações mais variadas; satisfazendo a todas as exigências referentes a um fluido de densidade muito baixa e alta capacidade de absorção do calor. A espuma mecânica não é considerada um agente adequado para incêndios em gases. Sua densidade, sendo menor que as dos líquidos inflamáveis,

para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica.4.3. 5.4 Em tanques ou recipientes que contenham produtos quentes. d) vazão de água em litros por minuto.1 Os tanques ou recipientes devem estar localizados.2 Os tanques de LGE devem ser projetados de modo a disporem de respiros adequados.4 Os sistemas de proteção ou extinção considerados nesta Instrução Técnica devem ser projetados e construídos de forma que a espuma gerada não seja . o uso de espuma mecânica não é aconselhado. estejam em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas oficiais. e) tempo máximo.1.permite que seja usada principalmente para formar uma cobertura flutuante. vazão e/ou armazenamento de todos os equipamentos propostos. de modo que não seja ultrapassada a temperatura de 45ºC no interior da massa líquida.2.1. limpeza e tomada de amostras. 5.1. desde que tenham diâmetro inferior a 9 metros. g) especificação técnica e capacidade de geração. 5. cuja temperatura esteja acima do ponto de ebulição da água.6. 5. jatos plenos deste agente extintor não devem ser usados contra equipamentos elétricos energizados.1.1.3 Os tanques de armazenamentos de superfícies ou aéreos.6 Mistura da água com o Líquido Gerador de Espuma (LGE) Os métodos propostos para se obter uma mistura adequada de água e LGE são dados em 5.1. dependendo sempre de operador.4 Mistura de LGE efetuada por meio de bomba ou vaso de pressão e dosador que controlam automaticamente as vazões de LGE. sempre que possível.3. taxas de aplicação e dosagens recomendadas. com volume total igual ou inferior a 120 m3. 5. 5.1 e 5.6. incluindo a reserva do volume total de LGE necessário. extinguindo. inclusive local. não necessitam de sistema de espuma.3 e 5. boca de visita para facilitar a inspeção. 5.1 Mistura de LGE efetuada diretamente por esguichos de espuma portáteis.1 a 5.3.4o C isenta-se do sistema de espuma. 5.6.2 Os testes de funcionamento e aceitação final dos sistemas de proteção ou extinção considerados neste capítulo devem ser realizados na presença do vistoriador do Corpo de Bombeiros e à luz dos documentos indicados nos itens 5. de vazão fixa. em função das vazões de água.1. 5.2 Mistura de LGE efetuada na linha de mangueiras por meio de proporcionadores de linha de vazão fixa. cobrindo e resfriando o combustível de forma a interromper a evaporação dos vapores e impedir a sua mistura com o oxigênio do ar.3 Estes projetos devem apresentar as seguintes informações básicas: a) detalhe dos diversos riscos a serem protegidos.3 Os recipientes devem conter rótulo de identificação do tipo de LGE.4oC. 5. 5.6.3. c) geração por meio de equipamentos fixos do tipo bocal. incluindo a reserva do volume total necessário. indicando a aplicabilidade. para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica.6. 5.1 O LGE deve ser armazenado em tanques ou recipientes metálicos protegidos convenientemente contra corrosão.6.1.1 Os projetos devem ser executados por Empresas ou profissionais que possuam atribuições específicas e os requisitos técnicos necessários. arranjo físico e pontos de maior perigo. em que a mistura (água + LGE) pode transitar pelas tubulações sem perder suas propriedades espumigenas.1.2 Gerador de espuma mecânica 5.4 podem ser obtidos por meio de estações de emulsionamento fixas ou móveis (viaturas emulsionadoras).15. 5. 5. c) taxas de aplicação da mistura (água + LGE) e da espuma. contendo líquidos combustíveis com ponto de fugor entre 60oC e 93. portanto. Em tanques contendo combustíveis líquidos de alta viscosidade os quais tenham permanecido em queima por período prolongado. podem ser aceitas diferentes taxas de tempo.6.3 Mistura de LGE efetuada por dispositivo dosador instalado entre a descarga e admissão da bomba de água. válvulas de descarga. estejam em bacia de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais.1.2.6. dispositivo de enchimento de medição e controle constante de nível. exigidas pelo sistema proposto. 5. independendo do operador. desde que o produto não seja pré-aquecido.1.1 Os métodos propostos por esta Instrução Técnica para se obter a espuma mecânica são: a) geração por meio de equipamentos portáteis do tipo bocal. em ponto eqüidistantes dos riscos a proteger. de 15 minutos Para produtos com tensão de vapores elevados. b) especificação técnica do LGE a ser utilizado pelo sistema proposto.3.6. f) vazão de LGE em litros por minuto (LPM) exigidas pelo sistema proposto. 5.4 Projetos de sistemas de proteção ou extinção por meio de espuma mecânica 5. para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica.2 A relação entre a quantidade de espuma produzida pelos equipamentos e a quantidade de solução de espuma (coeficiente de expansão) deve ser de ordem de 8 (oito) vezes como o valor máximo e 4 (quatro) vezes como o valor mínimo.1.6.4. Permite variação de vazão.4.5 A espuma mecânica é condutora de eletricidade. a aplicação da espuma mecânica deverá ser precedida de judicioso estudo da situação.15. b) por meio de equipamentos semi-eixos do tipo bocal.3 Armazenamento do líquido gerador de espuma em instalações fixas 5.1 Para líquidos com ponto de fulgor superior a 93. 5. O tempo de permanência da espuma sobre a superfície do líquido deve ser.1. expresso em minutos. 5. os tanques tenham diâmetro inferior a 9 metros. 5.1. 5.5.2. Permitem ampla variação de vazão. no mínimo. nas estações de emulsionamento.1.5 Os métodos indicados em 5.1.1.4.

1 O item básico para se determinar à eficiência do sistema de proteção ou extinção por meio de espuma mecânica deve ser o fluxo de água (volume por unidade de tempo).4 Quando a mistura de água com LGE for efetuada em estação fixa de emulsionamento.5. Diâmetro de até 9 m e altura até 6 m Linhas de espuma (proteção primária) Diâmetro acima de 9 m e até 18 m Canhões monitores Diâmetro acima de 18 m Câmaras de espuma (*) Para definição do maior risco.1 Para empresas que sejam participantes de um Plano de Auxílio Mútuo (PAM).1 5. devem ser consideradas ainda as proteções suplementares de espuma para a bacia de contenção e sistemas de resfriamento conforme instrução técnica específica.7.5. 5. 5. 5) instrumentos para indicação de pressão e fluxo de água.1 Podem ser aceitas dosagens de LGE inferiores a 6% para solventes polares. sua eficiência para o produto a ser protegido. b) estação móvel de emulsionamento (viatura).3 A vazão de água determinada pelo maior risco a ser protegido.7.6. 5. 5.1 A mistura de água com LGE pode ser feita por meio de: a) estação fixa de emulsionamento. semifixos e portáteis. desde que devidamente atestada. devem ser observados os seguintes requisitos: a) a estação deve estar localizada.5.3.5 A escolha do sistema de combate a incêndio por espuma adequado ao tanque de maior risco deve atender aos requisitos mínimos constantes da Tabela 1.1 Independente da proteção por espuma indicada ao tanque de maior risco. válvulas de controle e respectivas tubulações dentro das necessidades do projeto. 2) bomba de extrato formador.4 A reserva de água para o sistema de proteção contra incêndio por espuma deve garantir um suprimento mínimo de 120 minutos para a cobertura do maior risco previsto no projeto.7. vide 6. d) a estação fixa pode dispor dos seguintes equipamentos básicos para a mistura de água e LGE: 1) bomba de água.5. válvulas de controle e respectivas tubulações dentro das necessidades do projeto. onde seja possível a reposição dos estoques do LGE.3 Nos casos de taxas de aplicação inferiores às estabelecidas nesta Instrução Técnica.7 Estação de emulsionamento 5. desenvolvidos em laboratórios certificados pelo Sistema Brasileiro de Certificação. porém com a necessária qualidade de modo que a espuma gerada não sofra efeitos adversos. pode ser dispensada a reserva de reposição acima descrita. mais o volume necessário para o enchimento das tubulações adutoras. 5. em pontos eqüidistantes dos riscos a proteger e protegida suficientemente contra danos causados pelo fogo e ou explosão e com fácil acesso a veículos de abastecimento de LGE.7. multiplicadas pelo tempo de operação recomendado. por meio de ensaios específicos normatizados.2. Tabela 1. 5. c) a estação fixa deve dispor de sistemas elétricos e de comunicação suficientemente protegidos contra danos causados pelo fogo e ou explosão. LGE.2 A vazão de água deve ser determinada em relação ao maior risco a ser protegido (tanque e bacia de contenção).6 A alimentação de água da estação de emulsionamento pode ser obtida a partir da rede de alimentação dos hidrantes.5 Suprimento de água 5.6 Suprimento de LGE 5.5. considerando os tempos de descarga previsto. 5. 5.Proteção Minima ao Tanque Características do tanque Sistemas de proteção Por espuma linhas manuais de espuma da área considerada no projeto. 4) válvulas de controle e alinhamento de água e mistura.2.5.2.aplicada no interior de equipamentos durante a execução de testes. oficialmente constituído. sendo uma carga inicial e outra como carga de reposição.6. 3) recipiente para o armazenamento do LGE nas quantidades previstas no projeto.7. 5.6. 5. 5.2 Os projetos de sistemas de extinção por meio de espuma mecânica devem prever a disponibilidade de LGE na quantidade mínima de duas vezes o volume necessário para a cobertura do maior risco da área.5 O suprimento de água para os sistemas de espuma mecânica pode ser feito com água doce ou salgada. deve ser adicionada à vazão necessária para alimentar equipamentos móveis a serem previstos no projeto (esguichos para espuma ou água) e à vazão necessária para o sistema de resfriamento. dentro de 24 horas.4. conforme o disposto em 5. desde que os demais integrantes do PAM comprovem oficialmente que possuem LGE idêntico e em quantidade suficiente para o tipo de incêndio a ser combatido. b) a estação fixa deve ser construída com material resistente ao fogo e dispor de meios de acesso e iluminação natural voltados para áreas de menor risco.4. tanto quanto possível. 5. incluindo os sistemas fixos.5. 5.6. mistura e nível de LGE. os fabricantes devem fornecer justificativas técnicas e resultados de ensaios. 5. pelo fabricante.2 A solução de espuma deve ser obtida à razão de 3% para derivados de petróleo e 6% para solventes polares. 5.1 O suprimento de LGE deve ser determinado mediante cálculo percentual baseado na vazão de solução prevista para a cobertura do maior risco mais a vazão das .

devem ser previstos suportes de apoio e meios que permitam. 5.3 As bombas devem ser projetadas de modo a atender a demanda total do maior risco. g) a posição do painel de operação e dos dispositivos de acionamento e controle deve ser especificada e com indicação das respectivas funções. excepcionalmente. desde que montados sobre veículos e em número suficiente exigido para a operação do sistema. sem prejuízo do funcionamento do conjunto motor-bomba. atentando plenamente as vazões e pressões previstas. 7) dispositivos adequados para abastecimento dos recipientes de LGE por meio de veículos ou recipientes portáteis.10. 5.9 Válvulas de controle 5.9. de modo que a cobertura do maior risco considerado no projeto seja plenamente satisfeita. 5. 5. admissão e descarga. todas as válvulas de acionamento e distribuição devem possuir identificação clara. de freios. de modo a permitir sua operação rápida e perfeita.4.3 As especificações das válvulas principais de acionamento e distribuição devem ser do tipo aprovado para uso na proteção contra incêndio e conforme disposto em 6.1 Em todo sistema de espuma especialmente nas estações fixas de emulsionamento.7.10.8. devem estar situadas em local protegido. 5.9. d) devem ser especificadas as conexões para entrada de água. e) a bomba de LGE e o dosador devem ser especificados com indicações das vazões e pressões mínimas e máximas. 8) dispositivos adequados para permitir inspeções e testes de funcionamento dos equipamentos.5 No caso de rede de tubulações enterradas. o circuito de alimentação elétrica do motor deve ser independente da rede geral. 5. 5. sendo uma elétrica e a outra movida com motor à explosão (não sujeita à automatização). descarga de pré-mistura. ser alimentados por estações móveis de emulsionamento da solução de espuma. 5. i) juntamente com os documentos citados na alínea h. especialmente quando houver tráfego de veículos pesados. visando à facilidade de manutenção. 5. vazão e aceitação final.2 Nas bombas de incêndio com acionamento elétrico. 5.6) dosador (es). esta deve possuir revestimento adequado à corrosão e proteção contra movimentação do solo. 5. as válvulas principais de acionamento e as válvulas de distribuição da prémistura devem possuir dispositivos que identifiquem quando elas estão abertas ou fechadas e. cabine devem obedecer às normas Brasileiras em vigor. devem ser fornecidos certificados de garantia e teste de operação.8. de forma a permitir o desligamento geral da energia elétrica das instalações. suspensão e rodas. 5. abastecimento e descarga LGE. 5.1. bem como dimensões e características gerais do carro. instruções de funcionamento e manutenção dos diversos mecanismos. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio. drenagem adequada.9. f) a bomba d’água deve ser especificada com indicações das vazões e pressões mínimas e máximas.4 Os equipamentos elétricos do sistema devem atender o disposto nas NBR 5363 e NBR 5418.9. bem como o funcionamento de parte do sistema quando forem necessárias manutenções na tubulação. ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão/pressão.2 É permitida a instalação de uma única bomba de incêndio para locais que contenham tanques de armazenamento com capacidade máxima de até 120 m³ e nas situações em que o produto armazenado destina-se a geração de energia. 5.1 É permitida a instalação de duas bombas de incêndio elétricas se uma delas estiver alimentada por gerador automatizado com autonomia mínima de 06 (seis) horas.3 Todos os ramais da rede de tubulações devem ser claramente identificados para facilitar a operação rápida do sistema.2. de modo que a cobertura do maior risco considerado no projeto seja plenamente satisfeita.1 Os equipamentos formadores de espuma adotados devem ser avaliados em função do desempenho . devem ser observados os seguintes requisitos básicos nas especificações técnicas de vistorias de combate a incêndio por espuma: a) o chassi e o motor devem ser preferencialmente de tipo fabricado no Brasil.2. 5.6. nas vazões e pressões previstas. utilizando juntas flexíveis quando possível e necessário.1 Os sistemas fixos podem. nas áreas de risco. h) devem ser previstos para transporte de equipamentos portáteis de combate a incêndio. 5.1.8.11.5 Quando a mistura de água com LGE for efetuada em estação móvel de emulsionamento (viatura). de todos os equipamentos de dosagem. quando necessário.10. 9) dispositivos adequados para permitir a limpeza.4 Quando a rede de tubulações for dimensionada em “anel” devem ser previstas válvulas seccionadoras que permitam manobras d’água e de solução de espuma.10 Rede de tubulações 5.8. com água limpa.8 Bombas de água 5.8. desenhos e fluxograma dos sistemas de emulsionamento. 5.1 Quando instalado o sistema de combate a incêndio por espuma.8.10.4 Quando a rede de tubulações for aérea.1 A rede de tubulações deve ser projetada de acordo com as necessidades dos riscos a proteger.2 A rede de tubulações deve ser instalada de modo que nas emergências ela não venha a ser danificada pelo fogo ou explosão. b) os sistemas elétricos. com capacidade para armazenar o produto no volume previsto no projeto e com os requisitos técnicos exigidos pelas normas Brasileiras em vigor.11 Formadores de espuma 5.10.7.2 Nas estações fixas ou móveis de emulsionamento. 5. c) o tanque de LGE deve ser construído com material resistente a corrosão.

1 A espuma suprida pelos sistemas de neblina deve formar rapidamente um lençol de cobertura e espalhar-se logo ao redor de obstáculos.13.4.1 Esta seção refere-se aos sistemas de extinção de incêndios por espuma.14 Testes de operação e descarga . 5.14.4 Os defletores e deslizadores devem ser projetados e instalados nos tanques de teto cônico.12.1. de modo que a espuma seja aplicada suavemente e que não mergulhe no líquido a uma profundidade maior que 25 mm.1.1.1 O rendimento das câmaras de aplicação da espuma deve ser calculado de acordo com as vazões previstas em projeto. áreas sujeitas a grandes vazamentos. 6.15 Desenhos . assim como catálogos de peças de reposição e os manuais de operação.3 As câmaras.3 Após a execução dos testes de operação e descarga. tanques de mistura.2 Todos os desenhos. sistema de neblina de espuma/água ou sistemas de espuma de alta expansão. salas de bombas. acetona.apresentado pelos fabricantes conforme suas especificações técnicas.15. 5.3 Os projetos devem prever que os hidrantes possam funcionar com água e/ou pré-mistura (água + LGE).3 deve receber o visto da autoridade competente em proteção contra incêndio da localidade e o “de acordo” do representante da empresa contratante que assistiu a todos os testes e os acompanhou.1. áreas fechadas e prédios. Aplicações típicas seriam em áreas de estocagem.14.Aceitação 5.2 Estes sistemas destinam-se particularmente a proteger estoques e manuseio de líquidos inflamáveis e líquidos combustíveis em interior de prédios e estruturas. 6.2) 5. existentes em indústrias. As espumas descarregadas de tais sistemas devem ter um coeficiente de expansão variando entre quatro e oito valores de “25% do tempo de drenagem”.13 Sistema de hidrantes (ver 6. catálogos. a empresa projetista e a montadora devem emitir laudo técnico à empresa contratante do sistema. e das vazões de água e espuma previstas no projeto. devem ser instalados de modo que seu funcionamento seja garantido mesmo em caso de explosão.14.2 Limitações Quando o risco envolvido for constituído por líquidos inflamáveis. 5.2 Os testes devem ser obrigatoriamente realizados na presença de autoridade competente em proteção contra incêndio da localidade. 6.4 Junto aos hidrantes com solução de espuma. usinas de destilação e refinarias.1.13.15.1 Generalidades 6. quando necessário.. conforme especificação técnica do equipamento fornecida pelo fabricante.4 O laudo técnico citado em 5.11.12.1 Os sistemas de espuma para tanques devem ser complementados por sistemas de hidrantes para alimentar mangueiras e garantir a extinção de focos de incêndio em áreas adjacentes aos riscos previstos nos projetos.1. 5. chaves e ferramentas especiais de apoio para combate ao fogo. 6. como. atendendo às taxas de aplicação previstas nesta Instrução Técnica e o alcance efetivo de combate ao risco considerado. defletores e deslizadores. 5. os quais são solúveis em água. ou à proteção geral do conteúdo de uma sala ou prédio podendo estar incluída ou não a própria edificação. 5.14.13. devem existir armários para guarda de mangueiras. 5. tanques abertos.Catálogos de peças de reposição manuais de operação inspeção e manutenção 5. o montador deve proceder aos testes de operação e descarga do sistema. 5. 5.3 Esta seção não trata dos sistemas de chuveiros de espuma/água. líquidos .2 As câmaras devem ser instaladas a distâncias iguais entre si ao redor do tanque. destinados à proteção contra riscos específicos em salas.12. etc.1.12.3.2 Devem ser adotadas as pressões e vazões nos bocais de descarga necessária à operação do sistema. éter (solventes polares). 5.2 Os formadores de espuma devem ser instalados junto às câmaras de espuma ou afastados destas. 5.3 Qualidade da espuma 6.1 Sistemas fixos de extinção para inflamáveis/combustíveis em áreas fechadas. inspeção e manutenção preventiva e corretiva.1. 6 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 6. 6. defletores e deslizadores para aplicação da espuma 5. 5. de representante de empresa contratante do sistema e de representante da empresa projetista e da montadora.1.1. listas.1 Após a instalação de todos os equipamentos previstos no projeto. salvo quando forem disponíveis viaturas que possam conduzir tais materiais ao local desejado em tempo hábil.14.13. tais como álcool. 5. de modo que a cobertura do líquido possa ser efetuada uniformemente.5 As câmaras devem possuir dispositivos que permitam a realização de testes sem a penetração de espuma nos tanques. por exemplo: tanques de pintura por submersão. variando entre 30 e 60 segundos. porém de modo a facilitar as inspeções e manutenção. esquemas. 5. manuais de operação e de manutenção devem ser apresentados em Língua Portuguesa.3.12 Câmaras. devem ser usados espuma específica para tal utilização e equipamento adequado.1 A empresa projetista e/ou a montadora deve(m) fornecer à empresa contratante desenhos de toda as partes que compõem o sistema projetado. 5. esguichos.12. equipamentos de processo. 5. processo de extração por solventes. sendo que tal desempenho (especificação de pressão e vazão) deve ser levada em conta nos cálculos hidráulicos para dimensionamento do sistema.

1.6. não deverão ser misturados LGE de origens ou tipos diferentes.7.1.1. enquanto o incêndio está sendo extinto. Estes dispositivos detectores acionam o sistema operando uma válvula de controle de água ou outro dispositivo acionador.4.1. altura máxima de uso. usando-se o mesmo suprimento de LGE e água.4 Para os tanques sem cobertura com aplicadores situados nas paredes do costado. a taxa de aplicação deve ser de 6.4. estão contidos dentro dos sistemas. Quando o objetivo básico do sistema é a extinção do fogo no chão. 6.3 A operação do sistema deve permitir o acionamento manual.7.5 l/min/m² para hidrocarbonetos e 9.1. de modo que o sistema possa cobrir toda a área a ser protegida.8 l/min/m² para solventes polares de área protegida. 6.7. Nos casos em que existam superfícies horizontais interpostas que possam acumular a espuma. o sistema deverá ser reavaliado e corrigido para as características do novo produto utilizado. 6. em áreas onde dois ou mais riscos possam ser envolvidos simultaneamente devido ao reduzido afastamento entre eles. suplementadas por meios auxiliares manuais de acionamento. para assegurar imediata operação do sistema.7 Os sistemas podem ser projetados para a operação de um ou vários riscos. em toda a área. inclusive água.5. devendo ser observadas as recomendações do fabricante de LGE que for usado.2 O equipamento de detecção automática.2 Se houver modificação do LGE.6.7.). 6.1. elas serão admitidas. misturada apropriadamente.5. deve ser interligado de forma a operar os equipamentos formadores da solução de espuma.1.1.6. os aplicadores devem estar situados o mais alto possível na área e espaçados de acordo com as suas características de descarga (densidade.1. 6. 6. o LGE deve ser mantido sob pressão.5 Quando as linhas de LGE. estes devem estar situados e espaçados de modo que a espuma se espalhe. como por exemplo tanques de LGE.2 Nos sistemas projetados para a proteção de salas ou prédios onde são usados aplicadores de espuma em forma de neblina.1 Quando são usados aplicadores no nível do solo.5. se o usuário obtiver através do fabricante dos equipamentos ou LGE recomendações de taxas diferentes.3).1 A dimensão de um sistema deve ser a menor possível.6.1.3 Tanques abertos contendo líquidos inflamáveis podem ser protegidos por aplicadores instalados no costado interno do tanque.5 Operação 6. com maior rapidez possível.7. seja ele pneumático.1. ou grupos de risco. 6. aplicação. a cobertura equipamento específico pela espuma tem a vantagem de criar um efeito isolante contra a exposição ao calor. e a liberação desta pressão do sistema coloca-o em operação.1 O somatório da descarga dos aplicadores ou chuveiros de espuma deve ter a taxa mínima de solução de 6.1. 6. de modo a garantir o funcionamento de todo o sistema.6. a qual.7. deve ser inspecionado a intervalos freqüentes. distribuídos na área de risco. devendo ser observadas as recomendações do fabricante do LGE que for usado. cada risco deve ser protegido com um sistema próprio. forma de neblina. 6. deve ser dedicada . 6.1. equipamento proporcionador.1 Os sistemas devem ser projetados para operação automática. proporcionadores.6.6.5 l/min/m² para hidrocarbonetos e 9.6.4 Quando a área e equipamentos forem permanentemente supervisionados. 6. 6.2 A espuma suprida por dispositivos que produzam uma corrente compacta de baixa velocidade deve ter características dentro dos limites que constam da Figura 1 (ver 6. O restante do sistema.1.6.3. a espuma é descarregada de todos os aspersores ao mesmo tempo.1. 6.1. para os pontos de formação de mistura do sistema.6 Partes do sistema. ou. suprimento adequado de água. A pressão pode ser mantida por uma bomba auxiliar. entretanto. devem ser instaladas em pontos acessíveis para facilitar a operação nas emergências. Tais sistemas usualmente têm um tanque de suprimento de água que fica pressurizado com ar ou gás comprimido.5. As válvulas com controle automático devem ficar tão perto do risco a proteger quando possível.1 Os sistemas considerados nesta seção consistem em dispositivos de detecção. 6.5 Quando pequenos tanques abertos são protegidos por sistema de neblina de espuma. 6. deve ser enviada aos geradores e aplicadores de espuma. sistema apropriado de tubulações.1 No sistema automático devem existir dispositivos detectores e de acionamento. geradores de espuma e dispositivos de descarga construídos de forma a distribuírem a espuma uniformemente sobre o risco.7 Taxa de aplicação para hidrocarbonetos e solventes polares As taxas abaixo relacionadas são as recomendadas. são dispensadas as detecções e/ou acionamento automático. entretanto. o sistema deve ser projetado de modo a proteger todos os riscos simultaneamente. 6. cobrindo todo risco. descarregando a espuma diretamente na superfície do líquido.2 Estes sistemas são do tipo de dilúvio com aplicadores abertos.2. de forma que seja necessário um trecho curto de tubulação entre a válvula e os dispositivos de descarga.1.6.1.8 l/min/m² para solventes polares.3 Salvo manifestação expressa dos fabricantes.6 Projetos dos sistemas 6.1. por sua vez. forem projetadas com uma distância maior que 15 m.1.1. estas devem ser levadas em conta ao se calcular a taxa de descarga.1. suprimento de LGE.4 Descrições dos sistemas 6.1. então. 6. 6. 6. 6. bombas e válvulas de controle.1. etc. hidráulico ou elétrico. velocidade de lançamento.4. caso ocorra falha do sistema de detecção automática. 6.3 Sistemas do tipo autônomo são aqueles que todos os componentes e extrato formador.1.4 A proteção de equipamentos específicos pode ser feita mediante aplicação de espuma por cima ou por aplicadores direcionados para o equipamento.1. 6.

6.2 Devem ser aplicadas as seções 6.7. 6. suficiente para reabastecer o sistema de acordo com 5. Se o sistema descarrega a uma taxa acima do mínimo especificado em 5.2 A tubulação distribuidora de espuma deve possuir drenos e ter uma inclinação para estes de 5 mm por metro linear. 6.7.3.3. para se garantir que a taxa de aplicação seja alcançada. tanques horizontais e pequenos tanques verticais.1. no mínimo. A solda de acordo com a ANSI B31.2 6. Em ambientes fechados onde há risco de explosão.2.2.7. 6.2 e 6. mas não deve ser inferior a 7 minutos.1.9. 6. entretanto a sua instalação não anula a exigência do alarme local.1.1. Quando o sistema for projetado para dar uma taxa de aplicação maior que a especificada em 6. 6. para indicar a operação do equipamento de detecção.1. 6. 6.1 A tubulação dos sistemas deve ser calculada e dimensionada a fim de obter uma distribuição uniforme da espuma e compensar a perda da pressão de água.8.3. a tubulação deve ser fixada em suportes não ligados ao telhado.1. 6. de 3 minutos.2.1.1.3 É de fundamental importância a obediência às recomendações do fabricante do LGE. um aspersor para cada 9 m² de área protegida.1.10.2 Deve ser previsto um alarme indicador de defeitos para apontar a falha do equipamento de detecção automática que realize uma supervisão constante e continuada de todas as partes dos circuitos elétricos de detecção.2. contudo.8.2.1 O suprimento total de LGE deve ser a soma das quantidades definidas em 5.2.2. no mínimo.10.4 Os padrões de instalação para tubulações de espuma devem ser os previstos na norma para a instalação de Sistema de Chuveiros Automáticos (NFPA nº 13).9. além da carga inicial deve haver uma quantidade de LGE de reserva.1. Os acessórios podem ser montados nas estruturas e nos suportes dos equipamentos industriais.2. 6.9 Suprimento de LGE 6.1 a 6. equipamentos.11. 6.5 L/min/m² hidrocarbonetos e 9.2.1.11.3 No caso de tanques com 37 m² ou mais de superfície.3 Suprimento de reserva Deve haver um estoque de reserva de LGE de acordo com 5.8. 6.2. a duração da descarga deve ser de 5 minutos para hidrocarbonetos. 6.10.2. que destroem espuma comum.2.1. no mínimo.2. deve ser instalado um alarme local.1 A taxa mínima de aplicação da solução de espuma deve ser de 6.1. 6.1 Para proteção em áreas planas.2. com acionamento independente do fluxo de água.1. o tempo final não deve ser inferior a 7 minutos. deve ser baseada na variação máxima de 15% da descarga média prevista por aplicador.1 Geral Os estoques a serem mantidos devem ser a soma das quantidades em 6.8 L/min/m2 para solventes polares.2 Taxa de aplicação 6.6. pode ser prevista uma redução proporcional do tempo de descarga. de 10 minutos.10.3 Suprimento de LGE 6. Central de alarme é recomendável.1 Para cada sistema.atenção especial ao volume da descarga que realmente entra no tanque.3.10.1. Estes aspersores devem . 6. 6. A ajustagem nas dimensões das tubulações. exigem o uso de espuma do tipo álcool.11 Alarmes 6.1 A tubulação deve ser apoiada de maneira segura e protegida.3.2 Suprimento operacional Deve haver uma quantidade de LGE suficiente para suprir o sistema à taxa de projeto durante o período de 10 minutos.10 Tubulação dos sistemas 6. 6.6 Líquidos solúveis em água e solventes polares.1.8 Tempo de operação 6.9.1. contanto que o sistema supra a taxa de aplicação prevista em projeto.2. 6.1. a fim de se obter descarga uniforme.6.1.1 Esta seção refere-se a sistemas que descarregam a espuma na forma de neblina para extinção de incêndios em vazamentos sob ou ao redor de estruturas.1.1.1 Campo de aplicação 6.1.2.1.7. a duração da descarga deve ser.1.1. 6. c) deve haver um bordo livre não inferior a 15 cm entre a superfície do líquido e a parte superior do costado do tanque.1.7. a menos que a especificação dos aspersores permita um maior espaçamento. Os sistemas projetados para estas espumas precisam de considerações especiais e podem requerer maiores taxas de aplicação. A tubulação de suprimento dos aplicadores que protegem uma determinada área não deve passar sobre outro risco da mesma área. então o tempo de operação pode ser reduzido proporcionalmente.2. a duração da descarga da espuma deve ser. 6.2.8.2 Sistemas de neblina de espuma para líquidos inflamáveis/combustíveis em áreas abertas (Proteção externa) 6.6.2.4 Dispositivos de descarga (Número e local) Deve haver.2.1.3 Não deve ser permitido perfurar ou atarraxar os suspensores em partes da estrutura portadora de carga.3.1 para tubulação de pressão é permissível quando pode ser feita sem criar risco. Para suprimento de reserva. b) para aplicadores montados sobre o costado de tanques.1 e 6.1.3.2 Para tanques com menos de 37 m² de superfície: a) para os aplicadores da neblina de espuma suspensos.1.2. 6. 6. aplicar as regras de tempo de operação válidas para tanques ao ar livre.2.

.. asfaltos em chama ou líquidos que se encontrem à temperatura acima do ponto de ebulição da água..... Condições outras que as de rotina podem exigir o uso de taxas de aplicação mais altas.... 6.6 Tubulação dos sistemas 6...3ºC.estar situados de forma a proporcionarem boa distribuição da espuma. uma vantagem adicional será obtida pela colocação dos aspersores de modo que a espuma envolva o equipamento dentro da área protegida. salvo quando existirem situações anormais...3........ 6...... devem ser usados tubos e acessórios galvanizados.2 podem ser de operação automática.2 Tanques para uso exclusivo de líquidos classe III (ponto de fulgor superior a 60ºC) não necessitam da proteção de sistemas fixos de espuma.............5 Metiletilcetona. 5..3...... Estes aspersores podem então ser instalados em plano e elevação de modo a permitirem proteção mais efetiva ao risco.....6... 6... contendo líquidos inflamáveis e/ou combustíveis..6..... mais as linhas de mangueiras suplementares necessárias.....6.........5 Acetato de etila.5 Acrilonitrila. de forma que possam ser operados com segurança... observadas as recomendações do fabricante de LGE empregado... este para tubulação subterrânea.. ao ar livre. Portanto...2.3 A tubulação de LGE deve ser de aço-carbono preto ou ferro fundido..2 Deve ser consultado o Capítulo 3 da NFPA nº 13 quanto às exigências relativas a tubulação......1 Campo de aplicação Esta seção refere-se a sistemas de espuma para a proteção de tanques verticais de armazenamento à pressão atmosférica...1 A tubulação de solução deve ser limpa após o uso ou prova. para se minimizar a ebulição turbilhonar e o conseqüente extravasamento do líquido estocado.. neste caso.2..8ºC podem exigir taxas de aplicação mais altas. Embora o conteúdo comparativamente baixo de água das espumas possa arrefecer beneficamente tais líquidos pode também causar ebulição turbilhonar violenta e extravasamento do conteúdo dos tanques..3.9. quando exposta. Cuidado especial deve ser dispensado na aplicação de espumas em tanques contendo bicos quentes........5. pelo menos 6.. Entretanto..2....1 A taxa mínima de aplicação da solução deve ser a seguinte: a) para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos: 1) a taxa de aplicação da solução de espuma deve ser de... válvulas.....3 Sistemas fixos para tanques de armazenamento em áreas abertas 6.............3 Nos tanques destinados ao armazenamento de aguardente... Em todos os casos.....2 Taxas de aplicação 6... devendo haver........2...5 Acetona. 6. ou.... Taxas convenientes de aplicação devem ser determinadas por teste..5 Operação 6.3..2... 6.5......3.. 6....... aspersores podem ser instalados em cima dos equipamentos ou tanques fechados... em vez de estarem uniformemente espaçados pela área a ser protegida. Notas: 1) Líquidos inflamáveis que têm o ponto de ebulição inferior a 37.1 Operação automática Os sistemas de espuma tratados em 6. Atmosferas corrosivas podem exigir equipamentos com maior proteção.. os controles devem estar situados em lugar acessível. 6. as câmaras de espuma devem ser substituídas por canhões monitores. mediante câmaras fixas de espuma...6.....2 Operação manual Para todos os sistemas.... o sistema deverá ser reavaliado e corrigido para as características do novo LGE.... inclusive proteção contra corrosão (galvanização ou outros meios)..6.. Os sistemas que usam esta espuma necessitam de projeto especial de engenharia.. Nos sistemas de aspersores ao ar livre......1. 2) Para líquidos de alta viscosidade..2.. acessórios de tubulação e suspensores. 6... tais como estocagem de produtos de alto valor ou líquidos aquecidos acima de seu ponto de fulgor.. b) para tanques contendo outros líquidos inflamáveis e combustíveis exigindo espumas especiais: 1) líquidos solúveis em água e certos líquidos polares são destruidores das espumas comuns. aquecidos acima de 93.. 6. 3) salvo manifestações expressa dos fabricantes. suficientemente distante do risco... exigindo o uso de espuma do tipo álcool.2....3................ não devem ser misturados LGE de fabricantes ou de tipos diferentes. c) taxas de aplicação mínimas recomendadas com emprego de dispositivos de descargas tipo II: Tipo de Líquido Taxa de solução (L/min/m²) Álcool metílico e etílico...............6. deve ser adequadamente protegida contra impacto e ação do fogo...5 l/min/m² da área de superfície de líquido do tanque a ser protegido. podem ser recomendáveis taxas iniciais de aplicação mais baixas...... Os sistemas devem basear-se no maior fluxo de solução para a proteção do maior tanque da área............ 6... a proteção do dique/bacia de contenção por linhas manuais...... 2) se houver modificação do LGE utilizado.. os fabricantes do LGE e do equipamento gerador de espuma devem ser consultados quanto às limitações e devem ser solicitadas recomendações baseadas na aprovação oficial ou testes específicos de fogo.....1..1..1 Os tanques horizontais ficam dispensados da instalação de câmara de espuma.8 ..2.

óleos combustíveis leves.Produtos com álcool isopropílico. Querosene. exige consideração especial. dependendo das características do LGE. 1. o tempo de trânsito da solução pode ser limitado. O tempo de operação deve ser de 30 minutos na taxa de aplicação especificada. que um tempo menor possa ser admitido. uso de dispositivos geradores de espuma não construídos especificamente ou não testados adequadamente para uma solução particular de espuma de álcool.2. Gasolina. LGE adicional deve ser providenciado para se permitir à operação das Para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos Tipos de aplicação de espuma Tipo I Tipo II linhas de espuma simultaneamente com as instalações fixas de espuma para o período estabelecido na tabela 3. benzol.2. cetona. Se a taxa de aplicação de espuma for mais alta que a especificada em 6.3. como proteção suplementar para casos de incêndios em vazamentos. temperatura da água e natureza do risco a proteger. nafta.2. com pontos de fulgor acima de 93. É de fundamental importância a obediência às recomendações do fabricante do LGE utilizado.3. a menos que o fabricante do LGE tenha estabelecido.. a 50ºC).3. a 50ºC.7ºC a 93. Diesel automotivo e líquidos similares.1 Quantidade de LGE A quantidade de LGE a ser armazenada deve ser determinada multiplicando-se o fluxo total em litros por minuto de cada tanque pelo indicado em 6.068x104 m² /s.3.3.2 Mangueira para aplicação manual de espuma O suprimento a ser mantido em estoque deve ser a soma das quantidades definidas em 6. em tese de fogo.3. método de aplicação e características do líquido ao qual a espuma deve ser aplicada. óleos combustíveis pesados. resíduo viscoso seco (mais de 50 s Saybolt-Furol.3. altas taxas de aplicação podem ser recomendáveis para se reduzir o risco de poluição da área.4. O maior valor resultante deve ser somado à quantidade necessária para as mangueiras previstas em 6.3.7ºC Petróleo cru 15 25 20 30 30 55 30 55 6. mediante aumento das taxas de aplicação utilizadas. Tabela 2 – Tempos mínimos de Operação do Sistema Mangueiras e esguichos produtores de espuma devem ser providenciados em adição às instalações de espuma dos tanques.3. 2) o tempo de trânsito da solução é o que transcorre entre a injeção do LGE na água e a mistura do ar.3. pressão de operação. providenciando-se uma cobertura mais rápida do líquido. 6.4. d) aplicar a segunda e a terceira subalíneas de 6. pode ser feita uma redução proporcional no tempo.3.1.3. cada mangueira deve ter vazão de solução de pelo menos 400 L/min.2. 6. etc. e misturas de solventes polares em geral podem exigir taxas de aplicação mais altas. O tempo máximo de trânsito da solução de cada instalação especifica deve estar dentro dos limites estabelecidos pelo fabricante do LGE e normalmente não deve ultrapassar 3 minutos.3. metioisobutílica. 6. álcool butílico.2 Tempo mínimo de descarga O sistema deve ser capaz de operar na taxa de suprimento especificada em 6. para o maior tanque a ser protegido. com pontos de fulgor de 37.3.4.4. que são especialmente destruidores de espuma. éter isopropílico.2 e ao LGE necessário ao enchimento das tubulações.3ºC. Tabela 3 – Número de Linhas de Espumas Suplementares . Notas: 1) a resistência da espuma mecânica tipo álcool a solventes e ao fogo pode ser afetada adversamente por fatores como tempo excessivo de trânsito da solução. com pontos de fulgor abaixo de 37. monômero de metacrilato metílico.4. Para a finalidade desta exigência.3 Suprimento do LGE 6. desde que não seja inferior a 70% dos tempos mínimos apresentados na Tabela 2. O número de mangueiras deve ser conforme especificado na Tabela 3. falta de se manter a dosagem dentro dos limites da concentração recomendada.4.3ºC.2. a menos que sejam aprovadas como apropriadas para aplicação pelas câmaras tipo II. A proteção de produtos como aminas e anidridos.1 As quantidades de LGE necessárias à alimentação das linhas de espuma devem ser somadas às quantidades exigidas para o sistema fixo.4.3.3.1. 6.3.1 a 6. 3) para a proteção de líquidos inflamáveis ou combustíveis tóxicos.4 Inflamáveis e combustíveis polares solúveis em água As espumas tipo álcool exigem aplicação suave pelas câmaras tipo I. nos períodos mínimos de tempo indicados na Tabela 2.1 Geral Óleos lubrificantes. 6.1.

Bacias de tanques com diâmetros (m) Inferior ou igual a 10 Superior a 10 até 20 Superior a 20 até 30 Superior a 30 até 40 Superior a 40 Vazão de solução de espuma (L/min) 400 400 800 800 1200 No Tempo de mínimo uso de linhas (min) 1 2 4 4 6 10 20 20 30 30 Mais de 24.2 6. O teto flutuante é equipado com selo de vedação tipo pantógrafo. para se permitirem manutenção apropriadas.5 até 48. de acordo com as exigências estabelecidas na NBR 7821. dependendo dos danos do selo. com o topo aberto.5 até 36.5 até 42. testes e substituição dos selos de vedação. podendo deslocar a solução de espuma das tubulações para o tanque. proceder como indicado a seguir: Notas: 1) para área total até 400 m² . Quando o suprimento de água continuar após o esgotamento do LGE. e cada câmara deve ser dimensionada para suprir espuma à mesma vazão. 6. diretamente no invólucro do selo tubular e na superfície do líquido estocado.6 Tanques com teto flutuante com topo aberto 6. O número de câmaras de espuma deve estar de acordo com a tabela 4 abaixo. 6.2 Os dispositivos de inspeção devem proporcionar perfeita simulação de seu funcionamento por ocasião das vistorias técnicas. As câmaras de espuma devem estar firmemente montadas no topo do costado e situadas de modo a eliminarem a possibilidade de escoar o líquido armazenado para as tubulações de espuma e de modo que a explosão inicial e o conseqüente arrancamento do teto do tanque não as sujeitem a danos. Usualmente é possível utilizar pessoal treinado para a extinção de incêndio no anel circular. distância da instalação ou falta de pessoal para combate a incêndios.uma linha de 200 L/min.4. Estes tanques têm desempenho excelente quanto a incêndios.3. Quando forem projetadas duas ou mais câmaras. 6.1. Uma delas prevê a descarga da espuma acima do selo pantográfico.3.3.1 Quando forem instalados dispositivos fixos de descarga acima do selo pantográfico ou acima do protetor metálico.5 Câmaras de espuma 6.5. limitações de tempo de trânsito podem exigir uso de linhas separadas de água e de LGE e a necessidade de se efetuar a mistura do LGE perto do esguicho de espuma e não na estação central de espuma. O seu projeto obedece tanto às razões de prevenção de incêndios quanto às de conservação do produto.3 Duas técnicas são reconhecidas para aplicação da espuma por um sistema fixo/semifixo.3. A outra prevê a descarga da espuma sob o selo pantográfico diretamente na superfície do líquido ou atrás do protetor metálico. Quando operados automaticamente são capazes de operar das duas maneiras.6. 2) Testes práticos demonstraram que a espuma pode deslocar-se efetivamente através de 30 m de superfície de líquido incendiado. 6. As câmaras de descargas devem dispor de dispositivos adequados de inspeção. ou selo tubular com protetor metálico contra chuva.5 Mais de 36.6.6. a injeção subsuperficial pode ser usada para se reduzirem às distâncias de deslocamento da espuma. 6.1 Para a proteção dos tanques. quebrável sob baixa pressão. diafragmas ou flutuadores que facilmente podem submergir não estão incluídos nesta definição. não é necessária quantidade adicional de LGE.5.2 Sistemas de espuma podem não ser exigidos em tanques de teto flutuante.1 As câmaras de descarga devem estar munidas de selo de vedação. para prevenir a entrada de vapores nas câmaras de descarga e nas tubulações.4 Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE conforme indicado em 5.3.4. Em tanques grandes. O projeto pode prever uma instalação fixa ou semifixa. com o emprego de equipamento portátil.6. devem ser usadas câmaras de espuma. Entretanto. há locais onde a proteção fixa pode ser recomendável devido a calor dos produtos estocados. 6. elas devem estar igualmente espaçadas à volta do tanque.5 Mais de 42.1 São tanques com topo aberto que têm teto flutuante com divisões fechadas ou pontões construídos com chapas de aço. Mantas de plástico.5. Os sistemas fixos de espumas podem ser operados manual ou automaticamente. 6. Tabela 4 – Número de Câmaras de Espuma Diâmetro do tanque (m) Até 24. ou outro tipo de vedação.3.3.6.5 até 55 Mais de 55 até 61 2 3 4 5 6 Nota: 1) Acrescentar uma câmara para cada 465 m² de superfície líquida. 6.3. inspeção.5 (inclusive) nº mínimo de câmaras 1 .3.3. quando o tanque ultrapassar o diâmetro de 61 m.1. 2) no caso de solução de espuma tipo álcool.5 Mais de 48.3 Exigências para se encherem as tubulações Deve haver uma quantidade de LGE suficiente para se produzir à solução de espuma para se encherem as tubulações instaladas entre a estação fixa de emulsionamento e o tanque mais distante.3. ou do protetor metálico.3.

3.7. ésteres. A área total aberta destes respiros deve ser igual ou superior a 0. 6. distância das instalações ou falta de pessoal de combate a incêndio. com bastante fluidez. inclusive tubulação. de modo que o fabricante do tanque possa dimensionar corretamente a ventilação. ou o protetor contra intempérie e com a escada móvel do teto flutuante. observar o seguinte procedimento: a) se o tanque for construído de acordo com as recomendações. 6. Caso um tanque de teto flutuante coberto não seja de acordo com estas recomendações. No caso de incêndio é difícil extinguir o fogo nestes tanques. anidridos. b) se o tanque não estiver dentro das recomendações. c) A espuma deve ser do tipo de baixa expansão.a) montar sobre o teto flutuante. usualmente associada com tempos de drenagem perto do limite inferior aceitável (ver tabela 2). b) a proposta do sistema de espuma deve prever a não interferência dos seus dispositivos. A taxa mínima deve ser de 20 l/min/m² da área.7.3. 2) os respiros ou abertura de ventilação devem estar situados no costado do tanque. com ventilação instalada conforme determinado no Boletim API 650-Apêndice H (ver nota). com o teto flutuante. Proteção fixa pode ser recomendável em certos locais devido ao valor dos produtos estocados. exceto durante o carregamento inicial e por um breve período depois desta operação.3.60 m² por metro de diâmetro do tanque.3 Não se exigem válvulas separadas para cada dispositivo de carga de espuma para os sistemas em tanques de teto flutuante com o topo aberto. aplicar o sistema de espuma como para tanques de teto flutuante (ver 6. medido ao redor da circunferência do tanque. cetonas. Nas áreas totais. e) a taxa de aplicação e o suplemento do LGE devem ser calculados considerando-se a área da coroa circular entre o costado do tanque e a borda do teto flutuante.4). acima do selo do teto flutuante.1 Os sistemas fixos não são exigidos em tanques com teto flutuante cobertos.3.2 Para a proteção com espuma para estes tanques. aldeídos. c) a taxa de aplicação e o suprimento de LGE devem ser calculados considerando-se a área da coroa circular entre o anteparo e o costado do tanque.3.3. O espaçamento máximo entre os aplicadores não deve ser maior que 18 m.9. pelo menos. b) para os vedadores tipo pantográfico o anteparo circular não é exigido. Os respiros devem ser também adequados para aliviar qualquer vácuo gerado embaixo do teto fixo durante as operações de descarga. ele deve ser considerado como tanque de teto fixo. O suprimento deve ser adequado para operar o sistema durante 20 minutos. aplicar o sistema de espuma como para os tanques de teto fixo (ver alínea a do item 6. a 300mm da borda deste. e de maneira alguma deve haver menos de quatro respiros igualmente espaçados.3. A possibilidade de incêndio é grandemente reduzida em comparação com outros tipos de tanques.3. o anteparo circular é exigido somente quando o topo do selo está a menos de 160 mm abaixo da borda superior do teto flutuante. O espaçamento máximo entre os respiros deve ser de 10 m. Um respiro deve estar instalado no centro ou na maior elevação do teto fixo e deve ser equipado com uma tampa contra intempérie com área mínima aberta de 0.3. A finalidade do anteparo é reter a espuma na área do solo e garantir uma altura suficiente (no mínimo 600 mm) para fazer com que a espuma escoe lateralmente e cubra todo o selo de modo a garantir a vedação de pontos onde o selo haja sofrido ruptura. e outros.8 l/min/m². com o teto flutuante.033 m². Estes respiros devem ser adequados para a saída do ar e gases do espaço sob o teto fixo durante as operações de recebimento (enchimento). dependendo da volatilidade do produto.4 mm (chapa 10).6).9 Aplicação de espuma pelo sistema subsuperficial em tanques de teto fixo. O espaçamento máximo entre os aplicadores não deve ser maior que 40 m.3. As taxas mínimas de solução de espuma recomendadas com emprego de dispositivo de descarga tipo II devem ser de.3.1).6. 6. cobertos por um teto fixo com ventilação para a atmosfera e com um teto metálico fechado flutuando na superfície do líquido. o sistema de ventilação deve ser suficiente para manter os vapores abaixo do limite inferior de inflamabilidade.1 Geral Sistemas de aplicação subsuperficial não são indicados para a proteção de produtos como álcool.2 Quando se deseja instalar dispositivos fixos de espuma embaixo do selo ou do protetor metálico. contendo hidrocarbonetos líquidos 6. O comprador deve especificar as taxas de recebimento.8 Dispositivos complementares Recomenda-se que pelo menos um canhão monitor seja providenciado como proteção complementar para o caso de uma câmara ser danificada pela explosão do tanque (ver 6. respiros convenientes devem ser instalados para se evitar esforço excessivo da borda do teto ou da membrana de selo. 6. com o emprego de equipamento portátil. O suprimento deve ser adequado para operar o sistema durante 10 minutos. ou ranhuras devem ser de 280 mm²/m² da área da coroa circular entre o costado do tanque e o anteparo. 6. Notas: 1) em ventilação em tanques com teto flutuante coberto. inclusive tubulação. 6. tanques com teto flutuante. d) a proposta do sistema de espuma deve prever a não interferência dos seus dispositivos.7 Tanques com teto flutuante cobertos No âmbito desta Instrução Técnica.2.3. um anteparo circular feito de chapa de aço de espessura de pelo menos 3. medido ao redor da circunferência. graças ao tipo de construção “gaiola de Faraday” desta classe de tanques. as articulações do seio ou a escada móvel do teto flutuante. as indicações seguintes devem ser observadas como guia de construção: a) para os vedadores tipo selo tubular. O anteparo deve ter ranhuras cortadas na parte inferior para permitir a drenagem da água de chuva. 6. 9.6. Hidrocarbonetos líquidos que .

6. A velocidade da espuma no ponto de descarga para o tanque não deve exceder 3 m/s. as válvulas destas devem ser dispostas para que a espuma entre somente no tanque a ser protegido.5. 6. Além do controle oferecido pelo efeito abafador da espuma e o efeito resfriador da água que alcança a superfície.3 Tanques horizontais e tanques pressurizados Os sistemas fixos ou semifixos de espuma não se aplicam a tanques horizontais nem a tanques pressurizados.Saídas de Espuma Diâmetro do tanque (m) De 18 a 24.11. e não deve exceder 6 m/s para os líquidos de outros tipos.3. II e III 1 1 2 1 3 2 4 2 5 2 6 3 465 m² 700 m² As exigências mínimas referentes às linhas de mangueiras e hidrantes de espuma são especificadas em 6.3. a menos que a segunda seja parte integrante do gerador de espuma de alta contrapressão a ser ligado na hora do uso. cada linha de suprimento de espuma deve estar equipada com uma válvula de descarga e uma válvula de retenção. Para distribuição uniforme da espuma.1 6. a 50ºC e ponto de fluidez de -9. 6.9. O fabricante do LGE deve ser consultado e a ele devem ser solicitadas recomendações. acrescentar uma saída para cada tanque.9. 3) Incêndios em combustíveis mais pesados que foram extintos pela aplicação subsuperficial correspondem.10.4 Exigências suplementares mangueiras e hidrantes de espuma de linhas de Tabela 5 . aos óleos combustíveis que em temperatura do ambiente (15. de modo que o percurso não exceda 30 m. As saídas devem ser dimensionadas de modo que não sejam ultrapassados os limites da pressão de descarga do gerador de espuma e da velocidade da espuma.1. Quando linhas de produto são empregadas para espuma. Os LGE fluorproteínicos e os AFFF oferecem desempenho satisfatório neste processo de aplicação.9.1. petróleo cru e hexano. a menos que testes efetivos provem que velocidades mais altas são satisfatórias. 6. Nº mínimo de saídas Líquidos Líquidos de classe de classe 1A e 1B 1C. o controle e a extinção do incêndio podem ser ainda favorecidos pela movimentação do produto frio para a superfície.5 (inclusive) Mais de 24.3.2.3. em vez de se instalarem bocas adicionais no tanque.5 Mais de 42.1 Suprimento de LGE O suprimento mínimo de LGE a ser mantido deve ser a soma das quantidades definidas para as câmaras de descarga do tipo II e linhas de espuma suplementares conforme indicado em 6.3. 6.2 Os tanques devem ter saídas de espuma conforme o determinado na Tabela 5 abaixo: Notas : 1) líquidos da classe IA exigem consideração especial. 6.9.5 Mais de 36. as saídas podem ter conexões no costado ou a espuma pode ser alimentada por meio de uma tomada múltipla de tubos para o interior do tanque.10. ela deve ser drenada até o nível do ponto de aplicação. 6.3 Taxas A taxa mínima deve ser conforme indicado na alínea a do item 6.S. prolongando ou impossibilitando a extinção.4ºC.5 m. 6. e cada saída deve ser dimensionada para descarregar a espuma à mesma vazão.5 até 48. antes de se colocar o sistema de espuma em operação.5 até 55 Mais de 55 até 61 Mais de 61.3.5. 6.3. estas devem ficar espaçadas igualmente ao redor do tanque.3.5 Saídas de espuma As saídas de espuma para tanques podem ser o extremo aberto da tubulação de suprimento de espuma ou do próprio produto estocado.5 até 36. .5 Mais de 48.3.10. 6.4. 6.3.4.9.5ºC) tenham viscosidade de 25 S. acima das saídas de espuma.2 e 6.5.U.2.5 até 42.9.1 Quando duas ou mais saídas são necessárias.3.2 Produtos e equipamentos geradores de espuma Produtos e equipamentos geradores de espuma para a aplicação sub-superficial devem ser aprovados para esta finalidade.3 Quanto à altura das saídas de espuma.contêm tais produtos misturados podem exigir taxas de aplicação mais altas.3. contendo gasolina. a eficácia da espuma será reduzida devido à sua diluição.9. 2) Esta tabela baseia-se em extrapolação de dados de testes de fogo em tanques de diâmetros de 7. em viscosidade.2 Válvulas nos sistemas Em adição às exigências especificadas em 6.3. As conexões no costado podem ser feitas nas tampas das portas de inspeção.9. Estes sistemas também não devem ser aplicados a tanques do teto flutuante.3.3. 28 m e 35 m.9. Havendo água no fundo do tanque.2. partindo de uma só conexão no costado.4. para os líquidos de classe IB.3.3. Caso isto não seja feito. estas devem estar situadas acima do nível de água.3. respectivamente.10 Tubulação do sistema de espuma 6.1 Tubos para espuma O dimensionamento dos tubos ou das linhas de saída usadas além do gerador de espuma deve ser tal que a contrapressão esteja dentro da faixa das pressões para as quais o sistema foi projetado.3.

b) quando a tubulação for apoiada sobre o solo. Monitores fixos podem ser instalados para a proteção de áreas de estocagem de tambores ou áreas limitadas por diques.2 A tubulação das câmaras de descarga. pode estar enterrada a uma profundidade de 0. Linhas de mangueiras são também usadas para a extinção de incêndios nos anéis de vedação dos tanques de teto flutuante. incêndios em áreas limitadas por diques e incêndios em tanques diques e incêndios em tanques com teto fixo.6. 6.1 Toda tubulação no interior dos diques. exceto as dos hidrantes. deve haver válvulas entre a descarga de cada proporcionador e o coletor de descarga. O fabricante dos sistemas (canhão e LGE) deve ser consultado quanto à taxa de aplicação ideal para estes casos.60 m ou montada acima do solo. para aqueles com diâmetro até 09 (nove) metros. É preferencial que a descarga seja dirigida ao centro do tanque para reduzir o espaço percorrido pela espuma.2.3. devido à dificuldade de se dirigir à espuma para o espaço anelar. dentro do dique ou de 15 m de distância de tanques sem dique.3. A fim de obter-se a máxima flexibilidade.3.1. podem ser soldados ao tanque mediante suportes de chapas de aço situadas perpendicularmente ao tanque.3. A linha de água para cada proporcionador deve ter válvula separada. e dentro de 15 m de distância nos tanques sem diques. Uma das seguintes técnicas pode ser empregada: a) quando a tubulação for enterrada. Preferencialmente.11. ou de mangueiras. deve possuir suportes inferiores e laterais.11 Tubulação 6.12 Válvulas nos sistemas Todas as válvulas.12. Portanto. 6. 6. e de 15 a 75 m dos costados para os tanques com diâmetros superiores a 09 (nove) metros.11. uma junta articulada ou giratória ou outro meio conveniente deve instalada na base de cada tubo de subida para a câmara. conforme estabelecido em 6. b) um diâmetro para tanques de diâmetro de 15 m ou mais. São indicados quando usados isoladamente para a extinção de focos em derrames.12. desde a distância de 15 m do costado do tanque. deve ser construída do modo a absorver as forças no sentido para cima e as do choque devido à ruptura do teto do tanque. Este sistema pode ser empregado em vez de juntas articuladas ou giratórias.4 Canhões monitores e mangueiras para proteção em áreas abertas 6. de modo que a junta articulada ou giratória da câmara ou outro meio conveniente não seja necessário. c) quando os tubos das câmaras são de 100 mm ou maiores. Dependendo dos ventos. quando necessário.5 vez (uma vez e meia) a altura do tanque a partir dos costados. São necessários hidrantes de solução de espuma.3. Os hidrantes (observar número mínimo).1 Generalidades Estes equipamentos são sistemas nos quais a espuma é aplicada por meio de canhões monitores fixos ou semifixos.2 As válvulas de controle remoto podem ser permitidas à distância menor que as prescritas nas alíneas a e b do item 6. posições dos canhões e modo de aplicação podem reduzir a eficácia do jato de espuma. 2) Incêndios grandes em derrames têm sido extintos com linhas de mangueiras ou canhões monitores. Nas instalações fixas. em quantidade suficiente para formar uma cobertura eficiente.3. não se deve depender dos monitores exclusivamente como recursos principais da extinção para tanques de teto fixo com mais de 18 m de diâmetro.4. Notas : 1) incêndios em tanques de grandes diâmetros têm sido extintos por meio de monitores de grande vazão de espuma. Caso haja conexões rosqueadas. se apropriadamente suportada e protegida contra donos mecânicos. quando toda a superfície do líquido estava envolvida. devem ser do tipo que permitem a verificação visual das posições “aberta” e “fechada”. 6. Eles.11. Fatores como vento. conforme especificado em 6. normalmente. Devido às suas limitações. porém não deve ficar impedida de deslocar-se para cima. usar tubos de aço-carbono todos soldados. nestes casos. devem estar situados à distância de 1.13 Hidrantes de espuma Sistemas fixos com estação central devem ter hidrantes para linhas de espuma para uso suplementar em incêndios em vazamentos. Deve haver um suporte em cada anel do costado. as tubulações de alimentação para cada câmara de espuma devem ter válvulas individuais fora do dique em instalações fixas.3. descarregando para um mesmo equipamento. 6. quando estiverem adequadamente protegidas.1 As válvulas de controle devem estar situadas fora dos diques e às seguintes distâncias do costado do tanque que protegem: a) 15 m para tanques de diâmetro menor que 15 m. estas devem ser soldadas como reforço.3. Onde dois ou mais proporcionadores de espuma estiverem instalados em paralelo. 6. 6. o efeito de tiragem das chamas pode impedir que a espuma alcance a superfície dos líquidos incendiado.4. A espuma deve ser aplicada contínua e uniformemente. hidrantes de água com geradores portáteis ou outros dispositivos aprovados.3. As válvulas de controle para dirigir a espuma ou solução para o tanque apropriado podem estar na estação central de espuma ou podem estar em pontos onde as tubulações derivam da linha principal de alimentação. Monitores operando ao nível do solo normalmente não são recomendados para extinção de incêndio nas bordas dos tetos flutuantes. cada um com duas bocas de descarga pelo menos. monitores portáteis ou montados em . do próprio tanque e da intensidade do incêndio. devido às condições do local e da ocorrência de um possível derrame em grandes parques de tanques. de forma a permitir a elevação da câmara e a flexão do tubo de subida.12.3.3 Deve haver um dispositivo para permitir teste hidrostático do sistema até a câmara.3. para dar flexibilidade nesse sentido. deve-se considerar um acréscimo de cerca de 20% na taxa de aplicação de espuma. são recomendados como proteção auxiliar em conjunto com sistemas fixos.

É de fundamental importância à obediência às recomendações do fabricante do LGE utilizado. 6. A proteção de produtos como aminas e anidridos.5 L/min/m² de superfície do líquido a ser protegido. fora dos diques.. exige LGE testados.. os fabricantes do LGE e do equipamento gerador de espuma devem ser consultados quanto às limitações e recomendações baseadas em testes práticos. os jatos devem ser limitados para uso com LGE especiais tipo álcool aprovado para a descarga tipo II.3. 6.3.3 a 6..4. 6.. que são especialmente destruidores de espuma. Os sistemas que usam espumas exigem projetos especiais de engenharia.068 x 10-4 m²/S a 50º C). Diesel.4.8ºC podem exigir taxas de aplicação mais altas. Notas: 1) 1íquidos inflamáveis com ponto de ebulição inferior a 37.7..4.4.4.2 Tempos mínimos da descarga O equipamento deve ser capaz de funcionar com a taxa mínima de descarga de 6.2. 2) Para a proteção de líquidos inflamáveis ou combustíveis que são altamente tóxicos. Deve-se tomar cuidado quando da aplicação da espuma ou líquidos que estão aquecidos acima do ponto de ebulição da água. 6. falhas na mistura (água + LGE) dentro dos limites recomendados de concentração.5 L/min/m². O tempo máximo de trânsito da solução para cada instalação deve estar dentro dos limites estabelecidos pelo fabricante do LGE. É de fundamental importância à obediência às recomendações do fabricante do LGE. O procedimento de combate a incêndios em áreas isoladas por diques é extinguir ou limitar com segurança uma área e seguir avançar para extinguir a próxima seção dentro do dique.3. e de 15 m a 75 m do costado para os tanques com diâmetros superiores a 09 (nove) metros.4..8 l/min/m². monômero de metacrilatometílico. quando a profundidade não ultrapassar 25mm.4. pode causar também violenta erupção turbilhonar e transbordamento do produto.2.2.50 minutos.1 Geral Os suprimentos a serem mantidos devem ser a soma das quantidades definidas em 6.. óleos combustíveis leves.7. especialmente para cada produto. ou seja.4.3. de 6.4. Taxas convenientes de aplicação devem ser determinadas por teste.1 Para hidrocarbonetos líquidos: a) para a proteção de tanques.2.3ºC.3.2 Taxas de aplicação A taxa mínima de aplicação baseada na premissa de que toda a espuma possa alcançar a área a proteger deve ser a seguinte: Na determinação das exigências totais de vazão da solução. sendo que a vazão deste último deve ser calculada em função da taxa de aplicação e o diâmetro do tanque considerado.4. 2) deve-se atuar com cuidado ao se aplicarem jatos de espuma em produtos de alta viscosidade aquecidos acima de 93ºC. pressões de operação.3.3. com os pontos de fulgor de 37.1. os quais são destruidores de espuma comuns.2.4.35 minutos. cetona metiloisobutílica.5 Aplicar as recomendações da segunda e da terceira subalíneas de 6. podem ser necessárias maiores taxas de aplicação para se reduzir o risco ao pessoal. no mínimo.2.2.7 Nos casos em que o sistema de combate a incêndio por espuma seja composto unicamente por linhas de espuma e/ou canhões monitores.2.4.4 Para LGE aprovados somente para descarga tipo I deve ser consultado o fabricante. líquidos solúveis em água e certos líquidos inflamáveis. .. éter isopropílico e misturas de solventes polares em geral podem exigir taxas de aplicação mais altas. 6. a taxa de aplicação da solução deve ser. exigem o uso de espumas tipo álcool. para os seguintes períodos de tempo: a) para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos: 1) óleos lubrificantes. 6. conforme estabelecido em 6.6..3. O tempo de trânsito da solução. 6. combustíveis e solventes polares. 6.4.2 Para outros líquidos inflamáveis e combustíveis que exigem LGE especiais. devem ser previstas linhas para a proteção da bacia de contenção de acordo com a tabela 3 e outra linha (ou canhão) para a proteção do tanque.3ºC. o tempo transcorrido entre a injeção do LGE na água e a indução de ar pode ser limitado.1 Os hidrantes devem ser localizados à distância de 1. Embora o baixo conteúdo de água na espuma possa resfriar beneficamente tais combustíveis.3 Suprimento de LGE 6.. 6.2.4.3 As taxas de aplicação mínimas recomendadas para LGE aprovados para descarga tipo II devem ser 9.2.2. Esta técnica deve ser continuada até a extinção completa do fogo. resíduo viscoso seco (mais de 1. os tubos de espuma ou solução devem terminar em conexões que fiquem a uma distância segura dos tanques.8ºC a 93. 6.reboques são preferíveis aos fixos. Em geral as espumas tipo álcool podem ser efetivamente aplicadas por meio de motores ou linhas de espuma em focos de vazamento. podendo exigir taxas de aplicação de 8 L/min/m² ou mais altas...2. 6.. b) aplicar as recomendações da segunda e da terceira subalíneas de 6.1.1..5 vez (uma vez e meia) a altura do tanque a partir do seu costado. Caso contrário. Misturas de líquidos inflamáveis com um faixa ampla de pontos de ebulição podem desenvolver uma onda de calor após queima prolongada. 6.4. 2) querosene.4. para aqueles com diâmetro até 09 (nove) metros. para o tempo mínimo descrito em 6. álcool butílico.4. Notas: 1) A resistência da espuma tipo álcool pode ser afetada adversamente por fatores como tempo excessivo de trânsito da solução. providenciando-se cobertura mais rápida. dependendo das características do LGE da temperatura da água e da natureza do risco a proteger. etc.4.4.8 Nos sistemas com canhões monitores. (1) óleos combustíveis secos. obedecendo às mesmas distâncias descritas em 6.6 Produtos como álcool isopropílico... etc.1. com os pontos de fulgor acima de 93.. devem ser consideradas as perdas potenciais de espuma ao vento e a outros fatores indicados em na nota 1 do item 6.2. Em todo caso.2. método de aplicação e características do produto. uso de dispositivos geradores não projetados especificamente para a aplicação..

4. espumas tipo álcool exigem procedimentos especiais de conforme indicado em 6.3 Exigências para tanques A quantidade de LGE deve ser determinada pela multiplicação da vazão total em L/min para cada tanque. Jatos adicionais de espuma devem ser previstos como proteção adicional para incêndios no solo.3.4.8ºC. pelo menos como especificado em 6.65 minutos.3.5 Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE.3. independente do produto armazenado é de 20 minutos.4. 6.. quando existir um hidrante na área a ser protegida. b) devem ser calculadas duas linhas de espuma de 400 l/min.. como especificado no item 6. .4. quando existirem dois ou mais hidrantes na área a ser protegida.3.1.. 4) petróleo cru .4.2 e 6.3. 6. 6.4. 6..2 O número de linhas de espuma deve ser determinado em função da área a ser protegida obedecendo ao critério descrito em 6.3. funcionando simultaneamente.1 São considerados armazéns individuais aqueles que atendam aos critérios construtivos e afastamentos estabelecidos na IT 22.3. 6.4.6.. 6. com volume médio de estoque superior a 20.3.3..4. 6.5. Devem ser as mesmas que foram especificadas em 6. b) para tanques contendo outros líquidos inflamáveis e combustíveis que exigem espumas especiais..65 minutos.5 Exigências relativas ao enchimento das tubulações.3.3.5.3) gasolina.3 Descargas mínimas de solução de espuma: a) deve ser calculada uma linha de espuma de 400 l/min.000 litros. O maior valor resultante deve determinar a quantidade adequada.5.5. 6.5.6 As disposições acima se aplicam aos locais onde houver processos com manipulação de líquidos combustíveis ou inflamáveis. de forma que toda área de risco seja protegida com pelo menos uma linha de comprimento máximo de 30 m. O tempo de operação deve ser de 65 minutos à taxa de aplicação especificada..5.2.4.13. devem ser protegidos por linhas de espuma. nafta. a menos que o fabricante do LGE tenha estabelecido outro valor.. com os pontos de fulgor abaixo de 37. Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE como especificado em 6. diesel automotivo e líquidos similares. 6.5.4. pelo tempo indicado no item 6..1.1 Armazéns que contenham líquidos combustíveis ou inflamáveis acondicionados.5.4.4. 6.4 Tempos mínimos de descarga da solução de espuma O tempo mínimo de aplicação..2.5 Linhas de espuma para proteção de líquidos combustíveis ou inflamáveis acondicionados 6..2. 6.4 Exigências relativas a jatos suplementares de mangueiras e hidrantes. benzol.

Guia de Qualidade da espuma para tanques de armazenamento .ANEXO A Figura 1 .

000 l (estimado) f) quantidade de solução água-extrato para operação de câmaras tipo I 5.5 = 5.000= 1.000 + 20. com câmaras de Tipo I e II e extrato a 3. n) quantidade de extrato (6%) para suprimento do sistema com câmaras tipo II 6/100 x 324.500 + 20. i) quantidade total de solução água-extrato para operação do sistema com câmaras tipo I 153. j) quantidade total de solução água-extrato para operação do sistema com câmaras tipo II 280.100 x 30 = 153.000 = 324.000 = 11. h) quantidade de solução água-extrato para operação de linhas de mangueira (2 linhas de 400 l/min).350 l.5%) para suprimento do sistema com câmara tipo I 3. e) quantidade de solução água-extrato para enchimento da canalização 20.000 + 24. k) quantidade de extrato (3.100 x 55 = 280.5/100 x 324.000 = 197.000 l. Calcular o sistema fixo de espuma e o suprimento de extrato e água necessários. a) Diâmetro do tanque = 31.800 l.500 = 19.000 l.000 l.900 l. l) quantidade de extrato (6%) para suprimento do sistema com câmara tipo I 6/100 x 197.5%) para suprimento do sistema com câmaras tipo II 3.000 + 24. m) quantidade de extrato (3. p) número mínimo de câmaras = 2 câmaras .500 = 11.100 l/min.500 l.000 = 6. 800 x 30 = 24.500 l.500 l.5/100 x 197.5% e 6%.ANEXO “B” EXEMPLO ILUSTRATIVO DE CÁLCULO DE SISTEMA DE ESPUMA 1) Em um parque de armazenamento de inflamáveis. g) quantidade de solução água-extrato para operação de câmaras tipo II 5. ento d) quantidade de solução água-extrato para proteção do dique (2 linhas 400 l/min) 400 x 2 = 800 l/min. o maior tanque de gasolina tem 31.6 m de diâmetro.6 m b) área do tanque = 785 m² c) quantidade de solução água-extrato para proteção do tanque 785 x 6.500 l. o) quantidade de extrato (6%) para suprimento das linhas manuais 6/100 x 24.

21 SISTEMA FIXO DE GASES PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1.Referências Bibliográficas 4 .IT .Definições 5 – Procedimentos .Objetivo 2 .Aplicação 3 .

incolores.130. por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido. decidir pelo emprego de sistemas fixos de gases. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 O Responsável Técnico deve analisar as características da edificação e de comum acordo com o proprietário. Obs.gov. Augusto de Lima. b) equipamentos ou objetos com alto valor agregado e sensíveis ao uso dos agentes extintores convencionais .: O CO2 não é considerado gás limpo por sua ação asfixiante na concentração de extinção. Podem ser de comando automático ou manual. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 21 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. a) Inundação total: Descarga de gases. NBR 9441 – Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. 4 DEFINIÇÕES 4. NBR 12232 – Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com gás carbônico (CO2) por inundação total para transformadores e reatores de potência contendo óleo isolante.bombeiros. maus condutores de eletricidade e não corrosivos. 355 . de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado. etc). São inodoros.br Email: dat3@cbmmg. Decreto Estadual nº 44. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. 2 APLICAÇÃO 2. 5. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.br SISTEMA FIXO DE GASES PARA COMBATE A INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as exigências técnicas e operacionais para as instalações de sistema fixo de gases para combate a incêndio.2 O emprego de sistemas fixos de gases é recomendável nas situações em que o uso da água ou outro agente extintor pode causar danos adicionais aos objetos ou equipamentos daquela edificação.1 Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de ozônio. NFPA – 12 – Standard on carbon dioxide estinguinshing systems.mg.270. a fim de garantir o correto funcionamento dos equipamentos e a segurança das pessoas. ou ainda quando os resíduos do combate a incêndio são difíceis de serem controlados e podem trazer danos ao meio ambiente. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. quando houver risco pessoal no uso do agente extintor convencional.mg. NFPA – 2001 – Standard on clean agent fire estinguinshing systems. b) Aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás diretamente sobre o material que queima.1 Esta Instrução Técnica se aplica em locais cujo emprego de água é desaconselhável para o combate a incêndios em virtude de riscos decorrentes de sua utilização ou para aqueles locais cujo valor agregado dos objetos.gov. ou equipamentos é elevado.Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www. justificando o não emprego da água. Exemplos: a) objetos de valor inestimável (obras de arte. dividem-se em compostos halogenados em mistura de gases inertes. 3 REFERÊNCIA NORMATIVA Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.

e) se automático. etc). centrais de sensoreamento remoto. mangotinhos e chuveiros automáticos). como: nível de concentração onde não se observam efeitos adversos às pessoas. b) laudo técnico do agente extintor (gás) que declare a não toxidade à saúde humana e a não agressividade ao meio ambiente na concentração de projeto. o agente escolhido deve ser certificado como gás limpo. localização da central de alarme e baterias do sistema de detecção utilizado no acionamento do sistema fixo. 5. controles de subestações elétricas. 5. (Ex: HALON).3 No projeto técnico de proteção contra incêndios devem ser apresentadas as seguintes informações: a) norma adotada. centrais de telecomunicações. Para tanto. c) equipamentos energizados (transformadores. os sistemas de chuveiros automáticos podem ser substituídos pelo sistema fixo de gases limpos.4 Nos locais onde houver presença humana não podem ser utilizados sistemas de inundação total com agentes extintores cuja concentração de projeto é superior ao nível de concentração onde não se observam efeitos adversos às pessoas.9 Excepcionalmente. d) forma de acionamento (manual ou automático). (Ex: quando da abertura da porta de acesso em contêiner de torres de telefonia celular). mas não substituí-los. Deve ser previsto desligamento automático do sistema fixo de gás quando da entrada de pessoa no ambiente. h) indicar em planta o local ou equipamento a ser protegido. etc). d) locais onde haja necessidade de isolamento do meio externo (laboratórios onde se armazenam agentes patológicos. g) indicar o tempo de retardo para evacuação do local protegido antes do acionamento do sistema fixo. por organismo de certificação reconhecido pelo Sistema Brasileiro de Certificação. e) dados ou informações de valor inestimável (CPD. i) apresentar especificações do agente utilizado.5 Nos locais onde não houver presença humana e protegidos com sistema de inundação total utilizando agente extintor na concentração acima daquela onde não se observam efeitos adversos às pessoas. quando não é possível controlar a água residual do combate a incêndios.8 Os sistemas fixos de gases para combate a incêndio podem complementar. o sistema de chuveiros automáticos pode ser acionado manualmente quando o sistema fixo de gases limpos não tiver sido eficiente. nos casos onde seja necessário evitar contaminação do ambiente externo.6 Não podem ser utilizados como agentes extintores quaisquer gases que provoquem a destruição da camada de ozônio. os pontos de detecção e a localização do(s) cilindro(s) do sistema fixo. 5. f) localização em planta do ponto de desativação do sistema. 5. agindo antes dos sistemas hidráulicos (hidrantes. c) agente extintor empregado. indicar em planta a localização do ponto de acionamento alternativo do sistema. produtos radioativos.7 Deve ser adotada a simbologia gráfica conforme dispõe a IT 03 . b) tipo de sistema fixo (inundação total ou aplicação local). etc). (Ex: sistema de inundação total com CO2 nos CPD).(máquinas automatizadas em linhas de produção.10 Nos locais onde o emprego da água pode danificar equipamentos. porém sujeitos à manutenção eventual. 5. conforme Protocolo de Montreal. arquivos convencionais de documentos importantes. volume total armazenado nos cilindros e outras. concentração de projeto em percentagem e em volume. 5. 5. etc). CPD. exceto o CO2. na falta deste.Símbolos Gráficos para Projeto de Segurança Contra Incêndio. conforme seja necessário. 5. .11 Devem ser apresentados os seguintes laudos: a) laudo de funcionamento do sistema fixo e respectiva ART do Responsável Técnico. nível mais baixo de concentração onde se observam efeitos adversos às pessoas. 5. ou. por organismo internacional de ensaio e certificação.

Tabelas de distanciamentos B .Procedimento de controle de vazamento 7 .Isolamento de tanques – risco isolado .Proteção por extintores de incêndio 8 .Detalhe de arrumação de armazenagem fracionada 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C – Exemplo de recipiente para classe de líquido inflamável com aspersores ou equivalente 4 – Definições 5 – Procedimentos de afastamento 6 .IT – 22 ARMAZENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A .

Procedimento. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. Gases.mg. Augusto de Lima.br Email: dat3@cbmmg. NBR-7505 . b) armazenagem de álcool carburante em usina.bombeiros. 2 APLICAÇÃO 2. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. API 620 – Recommended rules for disign and construction of large. c) instalações marítimas off-shore. NR-20 – Líquidos combustíveis e inflamáveis. f) instalações de armazenagem de líquidos combustíveis e inflamáveis que disponham de Normas Brasileiras específicas. 355 .gov. API 650 – Welded steel tanks for oil storage. or Vapors and of Hazardous (Classified) Locations for Electrical Installations in Chemical Process Areas. aplicam-se as definições constantes da IT 02 .1 Esta Instrução Técnica se aplica às edificações ou áreas de risco em que haja armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis.270. low pressure storage tanks. NBR-7820 . consultar as normas abaixo ou outras específicas: NFPA 30 – Flammable and combustible liquids code. 4 DEFINIÇÕES 4.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 22 ARMAZENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Decreto Estadual nº 44. d) armazenagem de líquidos criogênicos e gases liquefeitos.Bairro Centro CEP 30. NFPA 497 – Recommended Practice for the Classification of Flammable Liquids.130. NBR-5418 .Armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. Parte 1: Armazenagem em tanques estacionários. armazenamento. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR-7505 .br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições mínimas necessárias para as instalações de armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. e) aspectos toxicológicos dos produtos. 2. NBR 7974 – Produtos de Petróleo – Determinação do Ponto de Fulgor pelo Vaso Fechado TAG. welded.1.1 Esta Instrução Técnica não se aplica: a) armazenagem de líquidos reativos ou instáveis. Parte 4: Proteção contra incêndio.Instalações elétricas em ambiente com líquidos. NB-98 – Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis. tais como aeroportos.mg.190-000 Site: www. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. gases e vapores inflamáveis . 3. .Segurança nas instalações de produção.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica. NFPA 69 – Standard on Explosion Prevention Systems. manuseio e transporte de etanol (álcool etílico). no tocante a afastamentos e controle de vazamentos.2 Na ausência de informações desta Instrução Técnica.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e Art 3o do Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.gov.

8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação).1.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 2 do anexo A. 5. c) a parte externa mais próxima de um equipamento fixo.4 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de tanques no interior de edifícios 5.2 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37.1. barcos.8ºC – todos os tipos de álcool. 5. sobre piso. à pressão manométrica igual ou inferior a 103.1.1.2.1.todos os tipos de lubrificantes. 5 e 6 5. 4. 4.2. IIIA e IIIB são permitidas.8ºC. 5.1 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva e líquidos instáveis e classe IIIB).1.5 Todo tanque de superfície utilizado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis sujeitos a ebulição eruptiva. . no estado puro ou nas especificações comerciais.5 m. b) classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93. c) classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22. c) classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93.9 Posto de abastecimento interno: Instalação interna a uma indústria ou empresa cuja finalidade única é o abastecimento de combustível e ou lubrificantes para sua frota própria ou de seu uso. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 5 do anexo A. esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada. por efeito de variação de temperatura e pressão.2 Para os espaçamentos relativos a tanques de superfície fora dos parques de tanques nas Unidades de Produção seguirá o disposto nesta Instrução.7 Área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais. 5. 5.1 As distâncias de segurança são aquelas compreendidas entre o costado do tanque e: a) o costado de um outro tanque ou vaso de pressão.1. podendo ser edificada ou aberta. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 3 do anexo A. 4. cicloexano e óleo fúsel em unidades de processamento de álcool 5. 5. 4.8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de óleo diesel.2. com ou sem acabamento ou em terreno natural.8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37. – solventes (conforme ficha de segurança do produto).1 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37.1. etc. operando a pressões superiores a 17.8 Risco isolado: Risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados. 4. 4. na estocagem ou no transporte.1. suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra.1. subdividindo-se em: a) classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22.2. 5. 4.2 kPa manométricas (2.2 O espaçamento entre tanques deve ser determinado conforme a tabela 7.3 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos instáveis.10 Posto de serviço: Local público onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos. também conhecido como líquido Classe I.3 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de etanol (álcool etílico). deverá ser localizado de acordo com a Tabela 1 do anexo A. aguarrás e querosene (iluminante e de aviação). b) classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22.1. subdividido como segue: a) classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. 4.4ºC .11 Posto de abastecimento: Local restrito onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos. se tornem auto-reativos e. d) o limite de propriedade. que permitam pressões superiores às mencionadas.1.2 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva e líquidos instáveis e classe IIIB). conforme o caso. 2.5 psi) ou equipado com respiradouros de emergência. II.1. no interior de edificações.3 As demais distâncias mínimas de segurança encontram-se nas tabelas 1.4.4 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos combustíveis classe IIIB (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva).2. se decomponham. b) a parede externa mais próxima ou projeção da cobertura de uma edificação. deverá ser localizado de acordo com a tabela 4 do anexo A. operando a pressões iguais ou inferiores a 17.1 Deverão ser previstos os espaçamentos da NBR 7820.4ºC .Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1 Armazenamento de líquidos Classe I.4 kPa (15 psi).2 kPa manométricas (2.6 Área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação. aeronaves. 4.3. desde satisfação as recomendações deste item. e) a base interna de um dique. ou de choque mecânico. 4. medida no topo do tanque 5. 5 PROCEDIMENTOS DE AFASTAMENTOS 5. 5. polimerizem ou venham a explodir. em conseqüência.3 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que.1 A distância mínima do costado de um tanque e a base interna do dique é de 1.2 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis contidos em tanques estacionários de superfície.4 Área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação.8ºC.3.1. 5.5 Área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação. 5. 4.todos os tipos de óleo combustível. que não permitam que a pressão ultrapasse aqueles limites. 4.8ºC.5 psi) ou equipado com respiradouros de emergência.

5.7 Quando houver a necessidade de tanque de consumo no interior da edificação (parte do processo para abastecimento exclusivo de equipamento) a capacidade deste não pode ser superior a 2. etc.5. de forma a não constituir riscos para outras instalações ou para terceiros. filtro. aprovado.4. preferência no pavimento térreo ou mezanino técnico (utilizado para o líquido ser utilizado por gravidade). individual ou coletivo. distância de segurança ao seu redor de 2. a 15 metros de distância de edifícios ou do limite mais próximo da propriedade adjacente.2 A armazenagem de quantidades maiores do que 300 tambores de líquidos inflamáveis das Classes II e III deverá ser dividida em grupos. Os acessos devem permanecer desobstruídos. O acúmulo de vapores inflamáveis. o acúmulo de vapores inflamáveis. 5.. produzir corrosão ou tamponamento.2 kPa deve ter sua saída direcionada de tal maneira que previna o aquecimento ou a chama direta em qualquer parte do tanque.2 No caso da armazenagem com líquidos das classes IB e IC é permitido apenas a utilização de corta chama.4. Não poderá ser obstruído. localizados. Sua operacionalidade não poderá ser afetada por água de chuva. nesse caso deverá haver uma válvula de bloqueio fora da edificação.4.5. em desnível de 0. a qualquer momento.4.3 Não deverão ser usados dispositivos de alívio de pressão e vácuo ou corta chamas nos tanques que armazenam líquidos inflamáveis das classes IB e IC cujos vapores possam se congelar. considerando uma faixa lateral de 1.0 metros e a instalação elétrica deve ser antiexplosão nessa área.5 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem fracionada fora de edifícios 5. permitindo-se o uso de venezianas ou telas grossas. As conexões dos tanques deverão ser construídas e instaladas de tal forma que nem vapores nem líquidos possam escapar para dentro do compartimento.4. no evento da combustão dos vapores que estiverem sendo exalados. 5.4. A ventilação do ambiente deve ser como se segue: 5. dentro dos limites de inflamabilidade ou explosividade. Deverá ficar pelo menos 3. obstruindo a passagem de vapores. Todos os materiais de acabamento e revestimento da instalação (portas. IB e IC devem permanecer normalmente fechados exceto quando na função de alívio da pressão ou do vácuo. caso exista um sistema de chuveiros automáticos de água ou espuma.6 metros. 5. com a finalidade de ventilação.000 litros.6 Fica proibido a instalação de tanque no interior de edificações. 5. resistência mínima ao fogo de 1½ hora. a 20 metros de distância de edifícios ou do limite mais próximo da propriedade adjacente e cada grupo de recipientes deverá ser separado dos outros grupos por uma distância mínima de 15 metros. deverá ser instalada e usada ventilação forçada. 5. 5. 5. cada grupo com o limite máximo de 100 tambores localizados.6 metros acima da linha do solo. com resistência mínima ao fogo de duas horas.1 Os dispositivos de alívio de pressão de tanques que armazenam líquidos das classes IA. o acúmulo de vapores inflamáveis.4 Os pisos dos locais de armazenagem devem ser de material incombustível.8 Para instalações no interior de edificações.3 Nenhum tanque que não seja enterrado pode ser localizado à distância horizontal inferior a 3. 5. Esses tanques geralmente são abastecidos por outros tanques fora da edificação.4.4. após tratamento por filtros.1 Deverá possuir ventilação suficiente para impedir. Não poderão estar localizadas em áreas não seguras ou de risco. 5. Deverão ser providenciados meios para que possa ser utilizado equipamento portátil que sirva para retirar quaisquer vapores que se possam acumular em caso de vazamento. e cada grupo de tambores deverá ser separado dos outros grupos por uma distância mínima de 10 metros. insetos. trocador de calor. porém deverá ter controle de vazamento. evidenciado por um detector de vapores combustíveis.4.15 m em relação ao piso do local.000 litros. confinado em local que restrinja a sua funcionalidade ou no interior do edifício. somente no topo.) devem ser construídas de material não-combustível. 5. pelo menos. pelo menos.4. 5.2. deverá ser localizada a uma distância mínima de 7. em conjunto com um sistema de drenagem para local distante. A qualidade dos gases deverá ser definida pelo órgão ambiental competente.3 Estas distâncias poderão ser reduzidas. de espessura mínima de 15 cm.5. 5.4. sem aterro. A descarga destes gases deverá se realizar na parte externa da edificação.4. Os lados. deverão ser no nível do piso e deverão estar desobstruídas. 5.1 A armazenagem de quantidades maiores do que 100 tambores de líquidos inflamáveis da Classe I deverá ser dividida em grupos.4 Os dispositivos de alívio de pressão de tanques devem estar localizados na parte externa do edifício.4. Onde a ventilação natural for insuficiente para impedir. As portas de acesso às bombas de abastecimento devem ser de fechamento automático. As aberturas para o exterior. janelas. com resistência mínima ao fogo de 2 (duas) horas.5.4. tais como bomba. deverá ser considerado como violação do estabelecido nesta IT. Nesse caso o tanque poderá ficar no interior da edificação. exceto no caso do item 5. a 50%.4. ou em compartimentos especiais. o ponto de abastecimento deve ser separado das outras edificações por paredes ou barreiras.5 Outros equipamentos associados com tanques de armazenamento.2 No projeto do sistema de ventilação deve-se considerar a densidade relativamente alta dos vapores combustíveis. com volume superior a 25. a qualquer momento.7.4.4 A saída dos vapores dos dispositivos de alívio de pressão que forem regulados para uma pressão de abertura superior a 17.2 Líquidos inflamáveis e combustíveis deverão ser armazenados em tanques enterrados. As aberturas de ventilação deverão ser realizadas por dutos com válvula tipo “damper”.5 m ao redor do .4.5.4. que não poderá estar interligada ao sistema de ventilação de outra parte da edificação ou de outro local. aquecedor. sujeita à chama ou calor. possuindo abertura de inspeção. 5. 5. condensar ou cristalizar. sol.1 O compartimento especial deve ser substancialmente impermeável a líquidos e hermético a vapores ou gases.00 m de qualquer fonte de calor. etc.7. o topo e o fundo do compartimento deverão ser de concreto armado.4. preferencialmente em concreto. cada grupo com o limite máximo de 300 tambores.7.

5.1.1. 5.6. A área de armazenagem deverá ser livre de vegetação e de outros materiais combustíveis.6. A armazenagem deve ser feita conforme item 5.6.1.2.2 Residencial e Serviço de Hospedagem: é proibida a armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis.2. a armazenagem deve ser efetuada em recipientes fechados.6.1. instaladas de maneira a fecharem.1. do tipo aprovado.1 Os postos de serviço e garagens devem possuir equipamentos ou sistemas que evitem a contaminação do subsolo devido a vazamentos.6 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem fracionada no interior de edifícios 5. construídas de acordo com o item 5.6. Os depósitos devem ser construídos de material não combustível.1.1.7. conforme NBR 13786 ou determinações do Órgão Ambiental competente.1 Este item aplica-se à armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis em tambores ou outros recipientes portáteis. em caso de incêndio. a parede contígua a essa propriedade deve ser não combustível. ainda assim. exceto os necessários para a manutenção e operação dos equipamentos específicos do prédio. Caso o armazém esteja situado a uma distância menor que 3 m do limite da propriedade adjacente.6. que não constitua risco para líquidos inflamáveis e combustíveis. no interior das edificações. sem interrupção. a parede contígua deve ser sem interrupção.1 5.6. pelo menos 0. para conter o líquido em caso de vazamento.2. a parede contígua a essa propriedade deve ser sem interrupção.6. guardados em compartimentos para armazenagem ou recintos que não possuam portas que se comuniquem com partes do edifício usadas pelo público.6. 5.1. 5. que.2. em substituição das soleiras e rampas. que. A proteção contra vazamento deve ser feita por meio de sistemas associados ou não a equipamentos que evitem a contaminação do subsolo com produto ou que detectem imediatamente um vazamento. 5. são canaletas de contenção.1. devem ter paredes. 5. Líquidos inflamáveis e combustíveis. pisos e tetos com resistência mínima contra o fogo não inferior a 60 minutos.4 Deverá ser providenciada ventilação adequada. que não ultrapassem a capacidade individual de 1. A calefação deve ser restringida às unidades de vapor de baixa pressão.2.6 Depósito: a armazenagem deve ser feita de acordo com a Tabela 8. nos laboratórios e em outros pontos de uso. em quantidades limitadas ao necessário para exibição aos clientes e para fins mercantis.6. derramamentos e transbordamentos dos produtos. escadas ou áreas normalmente usadas para a saída ou passagem de pessoas.2.000 litros. ou água quente. b) poço de monitoramento de vapor.1 Líquidos inflamáveis e combustíveis: não devem ser armazenados (inclusive para venda) nas proximidades de saídas.1.7 Adota-se este procedimento quando se tratar de postos de abastecimento e serviços com tanques subterrâneos 5. pisos e tetos construídos de material não combustível. devem estar colocados em recipientes não maiores que um litro ou em latões de segurança.6. 5.1.7.1.2 Aberturas para outras salas ou edifícios serão providas de soleiras ou rampas elevadas. Caso o armazém esteja situado a uma distância de 3 a 10 m de um prédio ou limite da propriedade adjacente. Onde o estoque excede 650 litros.local de armazenamento. em conformidade com a Resolução CONAMA 273: a) poço de monitoramento de águas subterrâneas. conduzem a um tanque de contenção. Educacional. 5.5 Equipamentos e fiação elétricos situados nas salas de armazenamento interno usados para líquidos inflamáveis devem ser do tipo antiexplosão. Cultura Física. na qual posteriormente possa ser feita uma construção. pode estar armazenado na mesma área. demonstrações e serviços próprios de laboratório. as portas deverão ser corta-fogo.1 Projeto e construção armazenamento interno de salas de 5.3 Serviço Profissional.1. na qual posteriormente possa ser feita uma construção. com resistência ao fogo não inferior a duas horas. feita de material não combustível: as soleiras ou rampas terão. Local de Reunião de Público. com resistência mínima contra o fogo de 180 minutos. automaticamente. Essa armazenagem deve ser feita em recipientes metálicos ou latões de segurança. Caso o depósito esteja situado a uma distância de 10 a 15 m de um prédio ou limite da propriedade adjacente.6. tal estoque deve ser guardado em salas ou partes do edifício que cumpram as exigências de construção do item 5. dos quais não pode ser mais do que 220 litros de líquidos inflamáveis (Classe I). 5.6. 5. Esta proteção deve ser exercida por uma ou mais das normas técnicas abaixo. Material não combustível.1 Salas de armazenamento interno deverão obedecer às seguintes exigências gerais de construção: paredes.3 Uma alternativa permissível. sendo preferida ventilação natural à ventilação mecânica.6.6. 5. exceto quando em lojas de varejo de um só pavimento.2 Formas de armazenagem e suas limitações 5. interligadas entre si. .6. evitando que atinja outras áreas de armazenagem ou edifícios. de acordo com o item 6.6.6. ou elétrica a provada para os locais de perigo classe I.1.2. com resistência mínima contra o fogo de 120 minutos. com resistência mínima contra o fogo de 240 minutos. na qual posteriormente possa ser feita uma construção.15 m de altura.5 Indústria: a armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis deve ser feita de acordo com a Tabela 8.4 Comercial: em salas ou áreas acessíveis ao público. à prova de passagem de líquidos. 5. Serviço de Saúde e Institucional: a armazenagem deve ser limitada ao que for necessário para limpeza. fechados. em salas resistentes ao fogo.

g) câmara de acesso a boca-de-visita. e) monitoramento em sistemas de contenção secundária. 5.3. d) declive do piso de no mínimo 1% na direção do ponto de coleta nos primeiros 15 metros a partir do tanque ou até o dique. devendo ser adotado o maior destes valores. a empresa deverá apresentar a Licença de Operação – LO ou o protocolo de entrega da documentação no Órgão Ambiental (FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais). l) contenção de vazamento na descarga. para não expor a perigo devem ser fechados.c) ensaio de estanqueidade que devem contemplar não só os tanques. obedecendo a NBR 5418 ou outra internacionalmente aceita. vistoria e fiscalização dos órgãos competentes.8 Adota-se este procedimento quando se tratar de postos de abastecimento e serviços com tanques aéreos 5.2 Não é permitido qualquer construção diferente de tanque a suas tubulações no seu interior.000 litros (exclusive).5. 5. Em instalações com capacidade até 1000 m³ será permitida a existência de apenas uma via para a passagem de um veículo de combate a incêndio ou 3 m. suas bases a dos diques Intermediários. mantidas fechadas. 6. j) caixa separadora de água e óleo. 6. A proteção contra vazamento deve ser feita por meio de sistemas associados ou não a equipamentos que evitem a contaminação do subsolo com produto ou que detectem imediatamente um vazamento.5 Em locais. 6. mais os volumes equivalentes aos deslocamentos dos demais tanques. Quando estes canais de fuga passarem próximo de edificações ou áreas de risco. 5.8. igual ao volume do maior tanque. Estas vias devem ser pavimentadas ou estabilizadas a ter largura compatível para a passagem simultânea de dois veículos de combate a incêndio.5.2 Em locais.4 Os postos de serviço e garagens devem possuir equipamentos ou sistemas que evitem a contaminação do subsolo devido a vazamentos. conforme NBR 7505-1 ou determinações do Órgão Ambiental competente. com tanque aéreo. h) contenção de vazamento sob a unidade abastecedora. Tais recursos devem ser construídos por diques que formem uma bacia de contenção ao redor dos tanques ou por bacias de contenção a distância.8. e) ser provida de meios que facilitem o acesso de pessoas a equipamentos ao seu interior. c) no caso da bacia de contenção que possua um único tanque. 5. propriedades adjacentes ou atinja cursos de água. sua capacidade volumétrica deve ser no mínimo igual ao volume deste tanque mais o volume correspondente a base deste tanque. b) a capacidade volumétrica da bacia de contenção de tanques horizontais deve ser no mínimo igual ao volume de todos tanques horizontais nela contidos.3 Não são permitidos. enterrado ou subterrâneo.2 A área ocupada pelos tanques deve dispor de recursos de controle de vazamento de produto. 5. II a IIIA.1 As instalações projetadas e construídas devem obedecer às boas práticas de engenharia. deverão ser previstas as exigências da NBR 7820.5. g) para tanques ou parque de tanques com armazenagem superior a 120 m3. . a empresa deverá apresentar a Licença de Operação – LO ou o protocolo de entrega da documentação no Órgão Ambiental (FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais). Esta proteção deve ser exercida por uma ou mais das técnicas. n) proteção da linha do respiro do tanque.4 A bacia de contenção deve atender as seguintes condições: a) a capacidade volumétrica da bacia de contenção deve ser. produtos sujeitos a ebulição turbilhonar ou óleos combustíveis a tanques que contenham produtos das classes I. k) descarga selada. m) proteção da linha de enchimento do tanque. as válvulas do sistema de drenagem deve estar posicionadas a pelo menos 15 metros do dique e mantidas fechadas. i) canaleta de contenção na projeção da cobertura.8. ou 5 m. com canais de fuga. II ou IIIA. ameace instalações importantes. o que for maior.1 A bacia de contenção deve ser adjacente no mínimo a duas vias diferentes. 5.5. em conformidade com a Resolução CONAMA 273/2000. em uma mesma bacia de contenção. desde que atenda no mínimo aos requisitos da Norma Brasileira. o) alarme contra transbordamento. em situação normal e em casos de emergência. 6. no mínimo. derramamentos e transbordamentos dos produtos.2 Todas as instalações e equipamentos elétricos nos parques de tanques devem ser adequados à classificação elétrica da área. f) seu sistema de drenagem deve ser dotado de válvulas posicionadas no lado externo.8.3 As bombas de transferência de produto devem ficar posicionadas fora da bacia de contenção. mas também suas tubulações. o que for maior.1 Todos os tanques que armazenam líquidos combustíveis e/ou inflamáveis deverão ser providos de bacias de contenção (exceto os tanques subterrâneos). 6. para conduzir o produto derramado ou vazado.4 Quando o líquido inflamável ou combustível se enquadrar no item 5. cuja instalação possua tanque enterrado ou subterrâneo.proteção catódica associada ao revestimento.3 Devem ser providos meios para evitar que qualquer descarga acidental de líquidos Classe I. 6. aos procedimentos e controle de qualidade inerente e documentado adequadamente para viabilizar a aprovação. cuja instalação possua armazenagem com acima de 15. mais o volume de deslocamento da base deste tanque.5 Bacia de contenção 6. tanques que contenham produtos aquecidos. f) proteção contra corrosão . 6. d) válvula de retenção na linha de sucção. Não é permitido bomba de transferência dentro da bacia de contenção.7.8. 6 PROCEDIMENTOS DE CONTROLE DE VAZAMENTO 6. se necessário.

Para o líquido classe IIIB. 40B:C 40B:C 40B:C SOBRE RODAS Quant. exceto a alínea a.2 No caso de acúmulo de líquido.5. b) adotar sistemas fixos de resfriamento ou cortinas de água. e compatível com o produto a ser bombeado.7.8 Adota-se este procedimento quando houver tanques existentes Para os tanques existentes que não cumprirem os afastamentos das normas em que devam se enquadrar. no mínimo. de acordo com a tabela 8. 6. no caso de dique de terra. para qualquer classe de produto.7.7 Contenção externa de produtos fracionados acondicionados no interior de edifícios ou depósitos 6. c) os canais de fuga devem possuir selo hidráulico (sifão corta-chamas) que evite a propagação de chamas e seu encaminhamento deve ser tal que. conforme a tabela a seguir: Tabela A . com a anuência do Órgão Ambiental competente. considerando as movimentações do líquido e o agente extintor. deve ser de 3 m. deverão cada camada ser compactada antes da deposição da camada seguinte.h) a altura máxima do dique. conforme as exigências de 6. que interligadas entre si. a uma via na qual esta altura nos trechos frontais aos tanques não ultrapasse 3 m. ou a somatória da capacidade dos tanques. j) dique de terra deve ser construído com camadas sucessivas de espessura não superior a 0.2 m para compensar a redução originada pela acomodação do terreno. pode ser utilizada uma bacia de contenção a distância com capacidade parcial. a distância entre a borda do líquido e o limite de qualquer construção importante. o dique deve ser protegido da erosão.000 01 02 04 Cap.2 m de largura por 0. d) caso não seja viável prever 100% de capacidade de contenção a distância. a mistura só pode ser retirada do tanque por meio de bomba a ar comprimido. quando for isolado. deve ser assegurado por declive do piso de no mínimo 1% nos primeiros 15 m a partir do tanque. mais 0.4 A bacia de contenção deve possuir volume que possa conter o volume da maior pilha. 7. Ext. não há necessidade do tanque de contenção. i) um ou mais lados externos do dique pode ter altura superior a 3 m. como estabelecido acima. esta parede deve ter os seus limites ultrapassando um metro acima do topo do tanque ou do edifício adjacente.7.15 metros de profundidade. com resistência mínima de 120 minutos.2 m para conter as movimentações do líquido e. conduzem a um tanque de contenção.000 De 5. PROTEÇÃO INCÊNDIO POR EXTINTORES DE 7. medida pela parte interna. para a quantificação de agente extintor a ser utilizado. c) aumento do número de canhões de espuma ou de resfriamento. e dois metros da projeção das laterais do tanque. igual ao volume do maior tanque a ela interligado. As canaletas de drenagem devem ser revestidas com material impermeável. podendo ser utilizada a tabela de afastamentos de tanques subterrâneos. quando estiver cheia com sua capacidade máxima. compatível com os produtos. 01 01 02 Cap. d) construção de uma parede corta-fogo com resistência mínima de 120 minutos.6 alínea b. tais como: a) aumento da taxa de aplicação dos sistemas de resfriamento e espuma. A diferença entre o volume necessário e a capacidade da bacia de contenção a distância deve ser provido pela contenção em torno dos tanques. desde que todos os tanques sejam adjacentes. 6.000 De 10.3 A canaleta de contenção deve ser construída de acordo com o item 6. l) a superficie superior do dique de terra deve ser plana. mais 0.000 a 10. caso o líquido drenado entre em combustão. não se aplicando para tanques horizontais. e) construção de uma parede corta-fogo ao redor do tanque (altura acima do topo dos tanques horizontais).6 m. instalações ou propriedades adjacentes.3 m. propriedade adjacente ou via pública.4. 6.7. as chamas não exponham outros tanques. e) a bacia de contenção a distância deve estar localizada de modo que. antiexplosão e corrosão. com as dimensões mínimas de 0. quando utilizado.6 alínea c. Inferior a 5. Ext mín. ou qualquer tanque. a altura do dique deve ser o somatório da altura que atenda a capacidade volumétrica da bacia de contenção. b) o escoamento do líquido para o canal de fuga. deverá ser apresentada proposta de proteções suplementares para ser analisada pelo CBMMG. 6. 6. no mínimo.1 A ocupação com presença de produtos perigosos em estado líquido deve ser contornada por canaleta de contenção. não deverão ser utilizado para este fim material de facil combustão.6 Bacia de contenção a distância A contenção a distância poderá ser adotada atendendo as seguintes condições: a) a capacidade volumétrica da bacia de contenção a distância deve ser. seja no mínimo 15 m.1 Deve ser considerada a capacidade de cada tanque. preenchida com areia. horizontal a ter uma largura mínima de 0. 80B:C 80B:C 80B:C .000 a 20. na direção desse canal. adotando-se o mais alto entre os dois. com inclinação de acordo com o item 6.Proteção por extintores EXTINTORES CAPACIDADE DE ARMAZENAGEM (LITROS) PORTÁTEIS Quant. 6. k) a distância mínima entre a base externa do dique (pé do dique) e o limite de propriedade não deverá ser inferior a 3 m.

exceto nos locais que disponham de viaturas de combate a incêndio.5 Os extintores destinados a proteção dos tanques devem ser instalados em conjunto cujos caminhamentos máximos para acesso ao tanque devem atender à IT 16. 8. para fins de proteção contra incêndio. . 8. 7. com a interposição de uma parede corta-fogo com resistência mínima ao fogo de 120 minutos e ultrapassando a altura do maior tanque. somente para parque com no máximo 6 (seis) tanques aéreos isolados.1 Os tanques aéreos com capacidade igual ou inferior a 20 m³.De 20.2 Os tanques enterrados terão proteção por extintores somente próximo do local de enchimento e/ou saída (bomba): 2 extintores de 20B. que ficará a critério do responsável pela área de risco. serão considerados isolados. 7.000 Acima de 100. ISOLAMENTO DE TANQUES – RISCO ISOLADO 8. a não mais de 150 metros do tanque mais desfavorável.2 Esta distância pode ser reduzida à metade.3 Para armazenagem de líquidos em recipientes abertos deve ser considerada a proporção de 20B:C para cada metro quadrado de superfície de líquido inflamável.1 e 8.3 É permitida a proteção por extintor. 7. conforme itens 8.4 Para bacias de contenção a distância. deve ser prevista proteção por extintores. poderão estar todos localizados e centralizados num abrigo sinalizado. no mínimo duas vezes o diâmetro do maior tanque e em bacias de contenção distintas.2.000 a 100. 8. desde que tenha condições técnicas de conduzir estes extintores por veículo de emergência da própria edificação ou área de risco.6 Os extintores. levando-se em conta o volume da bacia de contenção e a tabela A. em locais onde haja parques de tanques. quando distanciarem entre si.000 06 08 40B:C 40B:C 02 03 80B:C 80B:C 7. 7.

nunca importante na mesma propriedade.50 m para o primeiro e 1. II.(pressão de operação de 17.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.50 m nunca inferior a 4.2 KPa Usando sistema de inertização ou proteção por espuma e resfriamento ½ do valor da Tabela 6 ½ do valor da Tabela 6 (*) Proteção por extintores o valor da Tabela 6 o valor da Tabela 6 (*) Tanques que.50 m para o segundo. inferior a 4.ANEXO A Tabela 1. . incluindo o pública ou qualquer edificação lado oposto da via pública. de acordo com a definição constante na Tabela 7M. só é exigido proteção por extintores.2 KPa ou menor) Distância mínima em metros da Distância mínima em metros do linha da propriedade onde haja ou lado mais próximo de qualquer via possa haver construção.Líquidos Classe I. IIIA . o maior valor metade do diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque Tipo de Tanque Proteção Teto Flutuante Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores Proteção por espuma e resfriamento o diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque metade do diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque Vertical com solda de baixa resistência entre o teto e o costado (conforme API 650) (*) Proteção por extintores o diâmetro do tanque 1/3 do diâmetro do tanque Horizontal e Vertical com dispositivo de alívio de emergência limitado a pressão de 17.

2 kg/cm Manométricas (2.5 psi) (*) Proteção por extintores Tabela 6.Tabela 2.50 m Proteção Qualquer Tipo Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores 3 vezes a tabela 6. conf. só é exigido proteção por extintores. IIIA (pressão de operação superior a 17.2 KPa. mas. mas não menor que 7. mas não menor que 7.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. .2 kg/cm manométricas Quatro vezes a distância da (2. nunca menos de 15 m Nunca menos de 15 m Horizontal ou vertical Com respiradouros de Inertilizado ou proteção Duas vezes à distância da tabela 6. mas não menor que 7. Tabela 3 Líquidos instáveis ( P ≤ 103.50 m 1/2 a tabela 6. nunca menos de 15 m Nunca menos de 15 m permitam Pressões superiores a 17.50 m (*) Tanques que. mas nunca menos Nunca menos de 30 m de 30 m (*) Tanques que. de acordo com a definição constante na Tabela 7M. mas.5 m por espuma e resfriamento 7. Tipo de Tanque Distância mínima em metros Distância mínima em metros do lado mais da linha da propriedade onde próximo de qualquer via pública ou qualquer haja ou possa haver edificação importante na mesma propriedade construção.Líquidos Classe I.50 m 1 1/2 a tabela 6.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. mas não menor que 7. API 620). nunca menos de Nunca menos de 7. emergência que por espuma e resfriamento mas. de acordo com a definição constante na Tabela 7M.5m Horizontal ou vertical Com respiradouros de emergência que impeçam pressões (*) Proteção por extintores superiores a 17. incluindo o lado oposto da via pública 1 1/2 a tabela 6.5 psi) 2 ½ vezes à distância da tabela 6.4 KPa) Tipo de tanque Proteção Distância mínima em metros da Distância mínima em linha da propriedade adjacente metros das Vias públicas As mesmas distâncias Inertilizado ou proteção da tabela 6. só é exigido proteção por extintores. II.

00 metros 1/2 o diâmetro do tanque 1/6 o diâmetro do tanque Teto Flutuante Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores Sistema Inerte ou de espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores o diâmetro do tanque o diâmetro do tanque 1/6 o diâmetro do tanque 1/3 o diâmetro do tanque Teto Fixo 2 vezes o diâmetro do tanque 2/3 o diâmetro do tanque (*) Tanques que.Líquidos sujeitos a ebulição eruptiva Tipo de Tanque Proteção Distância mínima em metros da linha Distância mínima do lado mais da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou haver construção.50 45.00 190 a 380 ≥ 380 4. incluindo o lado Qualquer prédio importante na oposto da via pública.Tabela 4 .50 Tabela 5 . só é exigido proteção por extintores. de acordo com a definição constante na Tabela 7M. não devendo mesma propriedade ser menor que 15. incluindo o lado edificação importante na mesma propriedade oposto da via pública (m) (m) 1. .6 Distância mínima em metros da linha Distância mínima em metros do lado mais da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou qualquer haver construção.00 1.00 4.50 1.00 3.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.50 114 a 190 3.Líquidos da Classe III B Capacidade do Tanque (m³) ≤ 45.6 a 114 3.50 4.50 3.

00 30.50 18.6 45.1 a 1900 1901 a 3800 3801 a 7600 7601 a 11400 > 11400 4.00 24.50 4.50 16.00 .50 49.50 4.50 7. (m³) (m) (m) < 45. oposto da via pública. incluindo o lado edificação importante na mesma propriedade.7 a 190 190.50 6.50 52.00 15.50 4.1 a 380 380.50 13.Tabela 6 – Tabela de referência Capacidade Distância mínima em metros da linha Distância mínima em metros do lado mais do da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou qualquer Tanque haver construção.50 10.00 40.

00 metro Tanques com diâmetro superior a 45.00 metros de 1.6 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes Se possuírem dique de contenção conforme o item 6. mínimo de 1.00 metro adjacentes.00 metro Líquidos da Classe IIIA 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes.ANEXO B Tabela 7 – Distância mínima entre costados de tanques Tanque de teto fixo ou horizontal Tanque de teto flutuante Líquidos da Classe I ou II Todos os tanques com 1/6 da soma dos diâmetros 1/6 da soma dos diâmetros o diâmetro inferior a dos tanques adjacentes. mínimo dos dois tanques 45.5 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/3 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes .00 metros Se possuírem contenção a distância conforme o item 6. mínimo de 1.

.000 (50) 2.20 Nota: (1) Os números das colunas de total em litros representam o número de litros que podem ser armazenados por pilha e os números entre parênteses representam.44 (4) 10.91 (1) PROIBIDO 0.40 Laterais (m) 2.000 Nível de solo e superiores III-A III-B Porões 21.50 Total Litros (tambores) SEM PROTEÇÃO MÁXIMO POR PILHA Largura (m) Altura Largura das Passagens (m) Principais (m) 2.22 (2) 0.22 (2) 2. (4) Ver exemplo no Anexo C.44 (4) 1. o número de tambores de 200 litros correspondentes àquela quantidade em litros.63 (4) 2.91 (1) 2. nas colunas de largura e altura. representam as larguras e as alturas da pilha e os números entre parênteses representam o número correspondente de tambores de 200 litros que.40 1.20 10.10 CLASSE DE LÍQUIDO INFLAMÁVEL E COMBUSTÍVEL NÍVEL DE ARMAZENAGEM PROIBIDO 2.40 1.83 (2) 2.83 (2) 2.20 PROIBIDO (210) 3.73 (3) 2.Arrumação de Recipientes COM ASPERSORES OU EQUIVALENTES MÁXIMO POR PILHA Total Litros (tambores) Largura (m) Altura (m) Largura das Passagens Principais (m) IA IB IC II Nível de solo e superiores Porões 42.44 (4) PROIBIDO 3.40 1.63 (6) Nível de solo e superiores Porões 20.000 1.20 5. (3) No caso de armazenamento de bombonas (20 litros) poderá fazer empilhamento de até 4. produzirão tal pilha.500 (12) 1.50 2. quando arrumados juntos.44 (4) 1.40 1.000 (100) 2.40 1.40 Laterais (m) 1.Tabela 8 .000 (48) 2. (2) Os números.83 (2) PROIBIDO 1.000 (105) 2.

(medidas em metros) .

IT .23 MANIPULAÇÃO. B – Implantação da central de GLP e local de estacionamento do veículo abastecedor. 2 – Aplicação 3 – Referencias Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 . COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela de afastamentos de segurança para as áreas de amarzenamento de recipientes transportáveis de GLP. ARMAZENAMENTO.Condições de segurança para cerca elétrica nas proximidades de centrais prediais de GLP .

Central predial de gás liqüefeito de petróleo – procedimento. 2. b) manipulação. instalação interna e sistema de abastecimento a granel de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). Decreto Federal nº 1. anexo I. Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Decreto Federal nº 1.501 .br Email: dat3@cbmmg.455/98.021 – Fiscalização da distribuição. Portaria N° 76 de 21 de julho de 1966. . destinados à comercialização. 2 APLICAÇÃO 2. Exercício da atividade de distribuição e revenda de GLP. de 26 de maio de 1997). NR20 de 08 de Junho de 1978 (líquidos combustíveis e inflamáveis).270. ARMAZENAMENTO. do Conselho Nacional de Petróleo. Portaria 27 de 16 de setembro de 1996. NBR 5419 . operação de segurança de terminais de gás liqüefeito de petróleo).Centrais prediais e industriais de gás liqüefeito de petróleo ( GLP ) – sistema de abastecimento a granel. Decreto Federal Nº 2. COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de manipulação. comercialização. NBR 14. Portaria nº 204/1997-MT. do armazenamento e comércio de combustíveis. d) central de GLP (recipientes transportáveis e estacionários) e abastecimento a granel. Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho. 355 . de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.024 .Proteção de Estruturas contra descargas atmosféricas/pára-raios.Fiscalização da distribuição. transportáveis e distribuição de GLP.gov. central GLP. armazenamento de recipientes estacionários.190-000 Site: www. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.mg.078 – Proteção do consumidor (e outras providencias). Decreto Estadual nº 44. Portaria Nº 47 de 24 de março de 1999. NBR 13932 – Instalações internas de gás liqüefeito de petróleo (GLP) – projeto e execução. distribuição e revenda de GLP é regulamentada pela Lei de uso e ocupação do solo de cada município do Estado de Minas Gerais.1 Esta Instrução Técnica aplica-se nas edificações e áreas de riscos destinadas a: a) terminais de armazenamento de GLP.bombeiros. da Agência Nacional de Petróleo (ANP) – GLP a granel.br MANIPULAÇÃO. utilização. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. NBR 13523 . c) armazenamento de recipientes transportáveis de GLP. atendendo o prescrito no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.130. (condições de proteção contra incêndio nos postos de revendas e depósitos de GLP).gov.Bairro Centro CEP 30. do Departamento Nacional de Combustíveis.mg. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Lei Federal nº 8.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 23 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. (instalação. Augusto de Lima. do armazenamento e comércio de combustíveis. Aprova as Instruções Complementares aos Regulamentos dos transportes Rodoviários e Ferroviários de Produtos Perigosos (Suplemento ao Diário Oficial da União de nº 98.2 A localização da instalação destinada à manipulação. armazenamento. armazenamento.

00 38.0 Maior que 3.785.1.Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio. 5 PROCEDIMENTOS 5.00 Afastamento de edificações (m) 3. 5. transportáveis e distribuição de GLP 5.0 ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes.2 Armazenamento de recipientes transportáveis de GLP destinados à comercialização: 5.0 757.01 a 265. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. 5. Tabela 2 .1 Os Tanques estacionários destinados a envasamentos de recipientes devem possuir registro de fechamento por meio de controle com acionamento à distância para os casos de vazamento.Unidade e capacidade extintora de pó BC para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP.0 454.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.1. aplicam-se as definições constantes da IT 02 .Afastamento mínimo de segurança para os tanques de armazenamento de GLP: Capacidade volumétrica (m3) 0.5 15.01 120.4 Os recipientes acima de 500 litros devem estar afastados de edificações e divisas de outra propriedade e entre tanques.00 8. são classificadas em classes que requerem afastamentos de segurança e devem atender a exigências conforme anexo A. armazenamento de recipientes estacionários.00 120.0 V 8 10 40 B 40 B 1. .2 As unidades de processo destinadas a envasamento de recipientes (carrossel) devem ser providas de sistema fixo de resfriamento (nebulizadores tipo dilúvio). adotam-se as normas brasileiras afins. NBR 14. 5. Os locais destinados ao carregamento de veículos-tanque devem ser providos de sistema fixo de resfriamento.01 a 757. Armazenamento Classe I Quantidade de GLP Até 520 Kg ou 40 botijões Até 1560 Kg ou 120 botijões Até 6240 Kg ou 480 botijões Até 24960 Kg ou 1920 botijões Até 49920 Kg ou 3840 botijões Até 99840 Kg Extintor Quantidade 2 Capacidade 40 B II III (*) IV 3 40 B 4 40 B 8 40 B 1.1. conforme tabela 1: Tabela 1 .01 a 3. (*) O afastamento entre tanques de capacidade acima de 120 m3.5 Os Sistemas de Proteção Contra Incêndios devem ser previstos de acordo com as IT 16 .3.01 a 454.00 61.01 a 8.00 91.785.0 341.570 – Instalações Internas para uso alternativo dos gases GN e GLP – Projeto e Execução. 5.0 (*) Prever sistema de proteção por hidrantes para área de armazenamento acima de 6240 Kg ou 480 botijões.1.2 A instalação para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC e hidrantes de acordo com a tabela 2. a Portaria n° 76 do Conselho Nacional de Petróleo e a NR-20.00 2.0 23.Extintores de Incêndio e IT 17 .3 Os Tanques estacionários de GLP com volume acima de 500 litros devem possuir dispositivos de bloqueio de válvula automática (válvulas de excesso de fluxo). não pode ser inferior a três metros.0 7. (nebulizadores ou canhão monitor) com válvula de acionamento à distância.1 As áreas de armazenamento de recipientes transportáveis estão divididas em função da quantidade de GLP estocado.01 a 120.1 Para fins dos critérios de segurança na instalação e operação de terminais de GLP. manipulação.5 VI ( * ) 3.2.NBR 8460 – Recipiente transportável de aço para Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) – Requisitos e métodos de ensaios.0 265.1.1 Bases de armazenamento e engarrafamento das distribuidoras.2.01 a 341.00 30. 5. 5.50 a 2.0 Afastamento mínimo entre tanques (m) 1. 5.1.

parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP cheios.11. 5.10 m de altura que abram de dentro para fora.2.2.10 Em posto de serviços somente é permitida a instalação de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios. 5. podendo ser coberta ou não.50 m de pé direito e haver permanentemente 1. possuir acesso através de 03 ou mais aberturas de no mínimo 1. entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios.00 m de largura entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios.2.11.10 Acondicionar os recipientes transportáveis de GLP cheios. devendo ser definidas e demarcadas as respectivas áreas de armazenamento. 5. observados os mesmos cuidados dispensados aos recipientes cheios de GLP. no mínimo. parcialmente utilizados ou vazios.8 A área de armazenamento Classe V deve comportar botijões dispostos em lotes. metade do seu perímetro fechado ou vedado com muros ou similares. 1.2. 5.50 m de largura e 2. 5. da chuva e da umidade. 5. que abram de dentro para fora.00 m de largura. 5. bem como possuir corredor de inspeção de. bem como possuir corredor de inspeção de. quando aplicadas ao fechamento das áreas de armazenamento.2.6 A área de armazenamento Classe III deve possuir acesso através de 02 ou mais aberturas de no mínimo 1.0 m desta. conforme Portaria 27 do DNC.3 Estar afastado de outros produtos inflamáveis. no mínimo. por capacidade nominal que a instalação está apta a armazenar.2.12 Manter no local para todas as áreas de armazenamento. 5. demarcação delimitando a área de armazenamento e os lotes de recipientes transportáveis de GLP.2.11.2. . 5.2. sendo esta construída de material resistente ao fogo. acesso através de aberturas com as dimensões mínimas previstas para estas. 5. permitindo-se aos vazios o empilhamento de até 05 (cinco) unidades.10 m de altura que abram de dentro para fora. entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios. porém com menor resistência mecânica que a estrutura das paredes e do muro.2.20 m de largura e 2.5 m de ralos.11. 5.10 m de altura.11 Quando possuir instalações elétricas.11.11. 1. parcialmente utilizados ou vazios para consumo próprio.2 Quando coberta deverá ter no mínimo 2.2.3 Para as instalações de armazenamento transportáveis de GLP cheios. possuir acesso através de 02 ou mais aberturas de no mínimo 1. líquidos e materiais necessários para teste de vazamento de GLP. bem como possuir corredor de inspeção de.2.8 Não possuir no piso da área de armazenamento e até a uma distância de 3. aberturas para a captação de águas pluviais. em complemento ao muro previsto no item 5.1 Possuir ventilação natural.4.16 Não permitir a circulação de pessoas estranhas ao manuseio dos recipientes transportáveis. 5. desde que resistente ao fogo. caixas de gordura e esgotos.2. parcialmente utilizados ou vazios das classes I e II. 5. 1. no mínimo.10 m de altura que abram de dentro para fora. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento.5. para esgotos ou outra finalidade. 5.11.7 Possuir. bem como de galerias subterrâneas e similares. 5.2. indicando a classe da área de armazenamento e o limite máximo de recipientes transportáveis de GLP.7 A área de armazenamento Classe IV deve comportar botijões dispostos em lotes.4 Ter o restante do perímetro da área de armazenamento fechado com estrutura do tipo tela de arame ou similar. 5. 5.2.11.2.2.14 Armazenar os botijões vazios ou parcialmente utilizados separadamente dos cheios.3 e 5. de fontes de calor e faíscas. deve-se exibir placas de advertências em lugares visíveis.2.2.10 m de altura que abram de dentro para fora.5 A área de armazenamento Classe II deve possuir acesso através de uma ou mais aberturas de no mínimo 1. 5. 5. canaletas.00 m de largura entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios. no piso.2.5 Possuir até 7/8 (sete oitavos) do perímetro fechado com muro ou similar. quando cercada. 5.50 m de largura e 2.11 Para o armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios.20 m de espaço livre entre o topo da pilha de botijões e a cobertura. parcialmente utilizados ou vazios deverá observar as seguintes condições gerais de segurança: 5.00 m de largura.13 Armazenar os botijões cheios ou parcialmente utilizados com empilhamento máximo de 04 (quatro) unidades.11. 5.4.2. estas devem ser especificadas com equipamento que atendam as normas de classificação de área da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). no mínimo.5.2. ou em plataforma elevada por meio de aterro.2.11.4 O local que armazene 05 ou menos recipientes transportáveis de GLP.11. 5. 5.50 m de largura e 2.2. “É EXPRESSAMENTE PROIBIDO FUMAR E USAR FOGO OU QUALQUER INSTRUMENTO QUE PRODUZA FAÍSCAS”.6 Possuir fechamento com estrutura do tipo tela de arame ou similar.11. bem como possuir corredor de inspeção de.4.11.2.00 m de largura e 2.11.4. sinalizando “PERIGO – INFLAMÁVEL”. 5.2. de forma a permitir ampla ventilação.15 Empilhar somente recipiente transportável de GLP com a capacidade nominal igual ou inferior a 13 kg de GLP.2. 5.9 A área de armazenamento Classe VI deve comportar botijões dispostos em lotes.2.2. devem ser observados os seguintes requisitos: 5.11.2.1 Situar-se ao nível de solo.11. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento. de forma a permitir ampla ventilação.3 Ter a área de armazenamento.4.11.2 Estar protegido do sol.11. no máximo.2. rebaixos ou similares.2.12 Exibir placa. 5. quando a área de armazenamento não for cercada como indicado nos itens 5. 1.2.4 Estar afastado no mínimo 1. possuir acesso através de 04 ou mais aberturas de no mínimo 2.11. ralos. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento. parcialmente cheios ou vazios na área de armazenamento em posição vertical com a válvula voltada para cima. 5.9 Possuir.

3 Os recipientes transportáveis devem atender aos afastamentos mínimos em relação à projeção das coberturas de edificações. Tabela 6 .5 > 4.0 Acima de 8.2. sendo proibido sua instalação em locais confinados.0 De 2.0 metros de fontes de ignição. 5. o afastamento mínimo até a cerca será desconsiderado.4 Os recipientes estacionários devem atender aos afastamentos da projeção das edificações. Extintor sobre Central de GLP Extintor Portátil rodas Quantidade de GLP Nº Capac.6 até 8. canaletas. poços.0 estacionamento e trânsito de veículos) Redes elétricas 3. caso seja interposta uma parede entre o recipiente e o ponto considerado com resistência ao fogo por duas horas.5 15 Hidrogênio ( Nm ). incluindo reserva Até 11 11.5 7.5 m3. onde ficará assentado o(s) recipientes. 2) 3. de acordo com a tabela 3: Tabela 3 . c) a laje ou terraço da edificação.6. forros. constantes da tabela 5: 5.3. b) só poderão ser executadas se atenderem às Normas Técnicas Brasileiras de Construção Civil.3 Central de GLP (recipientes transportáveis. constantes da tabela 4: Tabela 4 . 5. tais como porão.3. e) os recipientes devem ser instalados em áreas que permitam a circulação de ar e com os distanciamentos abaixo relacionados (os ralos e fontes de ignição devem estar localizados fora do limite das muretas citadas na alínea c do item 5. exceto oxigênio e hidrogênio. permitindo ser igual a zero. estacionários e abastecimento a granel) 5. garagem subterrânea. .5 metros de ralos. (kg) Até 270 1 2 2 20 B 20 B 20 B 1 80 B 271 a 1800 Acima de 1800 Oxigênio ( Nm3).6 Os recipientes estacionários e transportáveis de GLP devem ser situados no exterior das edificações em locais ventilados.9 0 0 3 7.1 até 2.1 até 5. armazenados em áreas Classe I ou II têm o seu empilhamento limitado a uma altura máxima de 1.1: 1) 1.1 Os recipientes (transportáveis ou estacionários) devem atender aos afastamentos de segurança. cheios.0 metros de entrada de ar condicionado e poços de ventilação. águas 1.2 Os afastamentos acima podem ser reduzidos pela metade.3.Unidade e capacidade extintora de pó BC.50 m.60 metros de altura com tempo de resistência ao fogo de no mínimo 02 (duas) horas. incluindo reserva Até 11 11 a 85 > 85 5.0 0 1. a) em locais que não disponham de área adequada no nível de acesso principal à edificação.0(1) De 1. conforme NBR 10636.40 a 0.13 Os recipientes transportáveis de GLP com capacidade nominal inferior a 13 kg.5 15 0 0 6 6 3 Tabela 5 .5 pluviais. deverá ter superfície plana e cercado por muretas de 0. 5. 5.9 Acima de 1.5 De 5.3. ralos.3. Nº Capac.1 a 566 Acima de 566 7.5.0 7.3. onde for instalado o(s) recipiente(s) deve ser dimensionado para suportar o(s) recipiente(s) cheio com água. a ser instalado junto à central de GLP.6. Materiais de fácil combustão 3.5 A central de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC na capacidade conforme tabela 6.5 3.0 Fontes de ignição (inclusive 3.Afastamentos de recipientes transportáveis em relação à projeção das edificações: Quantidade de GLP Afastamento (kg) (m) Até 540 A partir de 540 até 1080 A partir de 1080 até 2520 A partir de 2520 até 4000 0 1.5 3.1 As instalações de recipientes abastecidas com GLP no local. d) a laje ou terraço. Os extintores não deverão ser instalados na parede de central de GLP. Capacidade Conjunta GLP ( m3 ) Até 4.Afastamentos de recipientes (transportáveis ou estacionário) em relação a locais de risco: Afastamento Locais (m) Aberturas de dutos de esgoto. etc.0 7.0 Depósitos de materiais inflamáveis ou 6. somente serão permitidas se atenderem as seguintes exigências.0 comburentes.3.5 5. parcialmente utilizados ou vazios.5 Capacidade Conjunta GLP ( m3) Até 1. 3) 6.5 Adotar tabela 1 (1) Para centrais com reservatórios de capacidade volumétrica de até 0. devendo ficar em locais que permitam o acesso em caso de incêndio na central.Afastamentos de recipientes Estacionários em relação à projeção das edificações: Capacidade Volumétrica do tanque Afastamento (m³) (m) Até 1.3. laje e terraço de edificações.

4 A tubulação da rede interna não pode passar no interior de: a) dutos de lixo. j) locais de captação de ar para sistemas de ventilação.5 metros de ralos.5. 5. sendo permitida o limite total de 4. poderá ser feita uma linha de abastecimento: a) esta linha de abastecimento deve ser executada externa à edificação. i) limitados à capacidade volumétrica individual de 4.4.0 m3 para instalações em residências. exceto quando destinada à conexão de equipamento hermeticamente isolado. 5.2.8 Os recipientes de GLP não podem apresentar vazamentos.4 É proibida a utilização de tubulações de gás como aterramento elétrico.4. sendo que estes vazios devem ser sempre visitáveis e previstos em área de ventilação permanente e garantida.2 Quando a mangueira de enchimento não puder ser observada pelos seus operadores em seu comprimento total. h) qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria. observando as seguintes distâncias: 1) 3. c) o ponto de abastecimento em edificações que possuem linha de abastecimento deve ser localizado a pelo menos. os quais devem conter apenas as tubulações de gás.5. deve-se colocar entre elas um material isolante elétrico.4 Instalações internas de GLP: 5.5 metros.4. corrosão.4. g) na linha de abastecimento pode ter instalada uma conexão para purga do gás. serviços de hospedagem e 16. ar condicionado e águas pluviais. g) a localização dos recipientes deve permitir acesso fácil e desimpedido par todas as válvulas e ter espaço suficiente para manutenção. i) qualquer tipo de forro falso ou compartilhamento não ventilado. mediante propostas encaminhadas pelo Responsável Técnico devidamente fundamentadas com medidas de segurança adicionais. Esta conexão deve ser instalada dentro da central. 5. e) compartimentos de equipamentos elétricos. além das exigências contidas na NBR 13932. conexões e acessórios. f) a linha de abastecimento deve estar distante de janelas. ou por estas e o solo.4. conforme o item 5. g) poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento.0 m3 para instalações comerciais e industriais. próximo ao recipiente e obedecendo ao distanciamento referido na alínea. amassamentos.3.0 m3. identificada e protegida mecanicamente de forma a garantir a integridade da mesma em toda a sua extensão. 5. 5.6. 5.5 Quando o cruzamento de tubulações de gás e condutores elétricos for inevitável.0 metros de materiais de fácil combustão e ponto de combustão. 5.8 metros acima do nível do solo. c) dutos para incineradores de lixo.3.4.5. quando aparentes. as tubulações.4. 5.5.4. h) o local da Central deve ser acessado por escada fixa ou outro meio seguro e permanente de acesso. devidamente protegido e identificado.1 As tubulações instaladas devem ser estanques e desobstruídas.1 Em locais que possam ocorrer choques mecânicos. 5.6. 3) 1. danos por fogo ou outras evidências de condição insegura e devem apresentar bom estado de conservação das válvulas.3 Na travessia de elementos estruturais. Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para esse fim (shafts). e) no caso de se utilizar uma linha de abastecimento a mesma deve ser provida de válvula de alívio hidrostático instalada dentro da central. com ou sem costura.2 As válvulas e os reguladores de pressão devem ser instalados de modo a permanecer protegidos contra danos físicos e permitir fácil acesso. líquido não inflamáveis e demais acessórios. aberturas e linha de para raios de pelo menos 1.5 em relação a aberturas situadas abaixo. 5.4. devem ser protegidas. conservação e substituição a qualquer tempo.5. no mínimo SCH 40 se for feita com conexos soldadas e no mínimo SCH 80 se for feita com conexões roscadas. d) o ponto de abastecimento quando instalado em linhas de abastecimento deve ser provido de no mínimo uma válvula de abastecimento e uma válvula de bloqueio manual.1 As tubulações aparentes devem: . b) reservatório de água. 2.3 A tubulação não pode ser considerada como elemento estrutural nem ser instalada interna a ele. garantindo os afastamentos necessários contidos nesta instrução técnica.6. 5. operação e manutenção da instalação. com ventilação permanente nas extremidades. b) a linha de abastecimento deve ser executada com tubulação.0 metros de reservatórios que contenham fluídos inflamáveis.4. e devem ser previstos acessórios que garantam que a mangueira e engate de enchimento não rompam devido ao peso. 4) 3.7 A central de GLP localizada junto à passagem de veículos deve possuir obstáculo de proteção. 5. tomada de ar.5 Proteção: 5. 2) 6.4.4. Acima desta altura.3. próxima ao recipiente e obedecendo ao distanciamento de segurança de 1. portas. rebaixos ou canaletas e dos veículos abastecedores. 5. k) todo e qualquer local que propicie o acumulo de gás vazado. sem a devida ventilação.0 metros de aberturas (janelas.f) o local da Central e da área de evaporação devem ser impermeabilizados. f) compartimentos destinados a dormitórios.2 A instalação de gás deve ser provida de válvula de fechamento manual em cada ponto em que se tornarem convenientes para a segurança. d) poços e elevadores.4. caberá ao CBMMG através do Corpo Técnico analisar e decidir. k) a central não deve estar localizada sobre casa de máquinas e reservatórios superior de água. j) o limite máximo de altura da instalação da Central em relação ao nível de descarga da edificação fica restrito a 15 metros. deve ser utilizado um tubo-luva.6 Localização 5. etc) das edificações.

sendo que as duas devem ter saída para a projeção horizontal fora da edificação.00 metros a contar do ponto de abastecimento e do módulo de operação do veículo abastecedor (traseira do veículo abastecedor). em local seguro e protegido contra a entrada de água.3 O abastecimento deve ser realizado no interior da área onde é descarregado o produto. travamento e aterramento do veículo transportador. é vedado que a mangueira flexível passe por: a) áreas internas às edificações. 5. e prevenção por extintores. b) deverá haver espaço livre para manobra. deve-se atender aos parágrafos 1º e 2º do artigo 4º da Portaria ANP nº 47. em cujas adjacências exista uma cerca eletrificada.1. manter um afastamento mínimo de 25 mm entre a tubulação e as suas paredes internas. piscinas. c) em áreas sociais tais como hall.PROIBIDO FUMAR”. c) no caso de dutos.4 No impedimento de atendimento aos critérios do item acima.5. 6. estabilização e aterramento. entre o ponto de estacionamento do veículo abastecedor e a central de GLP. d) ter resistência mecânica adequada a possíveis esforços decorrentes das condições de uso. 6 CONDIÇÕES DE SEGURANÇA PARA CERCA ELÉTRICA NAS PROXIMIDADES DE CENTRAIS PREDIAIS DE GLP 6.5. b) nos casos em que não for possível a extremidade inferior estar fora da projeção horizontal. de forma a . 5. sendo vedado o içamento ou lançamento de mangueiras por cordas com resistência a tração inferior a 1.50 m. 5. na possibilidade que os fios condutores se romperem.5.5. de 24 de março de 1999. g) ser executado com material incombustível e resistente à água.3 Recomenda-se o uso mínimo de conexões nas tubulações situadas no interior do tubo-luva. caixas de gordura.30 m.1 A cobertura da central de GLP deverá ser constituída unicamente por materiais incombustíveis isolantes e que estes. 5. b) nas proximidades de fontes de calor ou fontes de ignição como tubulações de vapor. à prova de geração de energia que possa iniciar um incêndio. 5. 5. podendo ser visualmente ou por intermédio de aparelhos de comunicação.4. distante no máximo 50 cm entre eles. impedindo a aproximação de pessoa não habilitada dentro de um raio mínimo de 3. possuir abertura captada de algum ambiente permanentemente ventilado. grades ou em outros condições inadequadas. c) ter afastamento de no mínimo 2 m de pára-raios e seus respectivos pontos de aterramento. 6.1 A construção de centrais de GLP.5. desligamento.2 A cobertura da central de GLP deverá conter rugosidades ou saliências que impeçam condutividade elétrica através de água da chuva. ficando obrigada a orientar os usuários do sistema quanto às normas de segurança a que devam ser obedecidas. d) em caso de superposição de tubulação. a tubulação de gás deve ficar abaixo das outras tubulações.9 As Normas de Segurança acima citadas referem-se ao correto posicionamento. animais e outros objetos estranhos. para a coexistência de ambas onde se encontram. galerias subterrâneas e similares. é responsável pelo procedimento de segurança nas operações de transvasamento. bem como do acionamento das luzes de alerta. respeitando-se o horário de menor fluxo de pessoas no local do abastecimento. 02 (dois) operadores com treinamento dirigido à operação de abastecimento das centrais de GLP e operação de veículos abastecedores.4. 5.6. fornos. 5.2 Na impossibilidade de atender o item acima. bueiros.5 Deve haver comunicação ininterrupta entre os operadores durante a manobra de abastecimento. estacionamento e escape rápido do veículo abastecedor. e) estar convenientemente protegido contra a corrosão. podem ser previstos dispositivos ou sistemas que garantam a exaustão de gás eventualmente vazado. se o condutor for protegido por conduite.5. 5. sob quaisquer condições atmosféricas mantenham estas condições. c) o veículo abastecedor não pode ficar posicionado de forma a interferir na rota de fuga das pessoas. que coloquem em risco a integridade dos equipamentos. O caminhamento deve ser feito de forma adequada. em locais sujeitos ao tráfego de veículos sobre a mangueira. desligamento. 5. no mínimo. dentre outros procedimentos que se façam necessários.6. 5. como ralos.1 O caminhamento máximo da mangueira flexível deve ser de 55 (cinqüenta e cinco) metros.5. de acordo com a NBR 5419. dentre outros procedimentos que se façam necessários. salões de festas.5. e 0. de forma a não permitir que.7 O local de abastecimento deve ser sinalizado (proibição e alerta). esgoto. h) estar adequadamente suportado.5 Instalações de GLP com abastecimento a granel: 5.2 O tubo-luva quando for utilizado deve: a) ter no mínimo duas aberturas situadas nas suas extremidades. f) não apresentar vazamento em toda a sua extensão. devendo manter um afastamento mínimo de 3 (três) metros dessa. nos casos contrários.1. ele fique pendente em mais de 50 cm na região sobre a central. etc.a) ter as distâncias mínimas entre a tubulação de gás e condutores de eletricidade de 0.5. 5.8 A pessoa jurídica autorizada a exercer a atividade de distribuição de Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) a granel.6. sinalização por meio de cones e placas de advertências “PERIGO . play-grounds. d) próximo a aberturas no piso.000 Kgf ou outros métodos inadequados. não transpondo muros. a segurança dos operadores ou dificultem o contato visual e a manobra das mangueiras.4 Os abrigos de medidores de consumo de GLP devem possuir proteção por um extintor de pó BC. a cerca eletrificada deverá possuir apoios com isoladores.6 Devem ser realizadas por. Opcionalmente. b) ter um afastamento das demais tubulações suficiente para ser realizada manutenção nas mesmas. observando o correto posicionamento.4. devendo atender aos seguintes critérios: a) o estacionamento do veículo abastecedor deve ser em área aberta e ventilada.

deverá ter a sua primeira linha eletrificada a uma altura superior a 250 cm. desde que este fique recuado um mínimo de 30 cm da projeção da cobertura e laterais.4 A cerca eletrificada deverá estar a uma altura mínima de 100 cm acima da laje de cobertura da central de GLP. serão admitidas as condições acima descritas. impedindo o centelhamento.1. de forma a produzir centelhamento. até atingir o afastamento de 3 m da central. nas venezianas laterais ou cilindros. 6.impossibilitar o aterramento no portão central.1.1. em sua parte mais baixa. esta poderá ser instalada a 210 cm da continuidade do muro. na parte mais baixa. na direção zenital.1. e no lado oposto ao da abertura dos portões de acesso aos cilindros. em ambos os lados. até a projeção da cerca eletrificada no solo. em sua parte mais baixa ou a 280 cm em sua parte mais alta. aparente. se inclinada na direção do logradouro público. 6.3 A cerca elétrica deverá possuir os afastamentos entre os apoios descritos no item 6. não admitindo que ele fique sobre a central de GLP. 6. 6.1. deverá estar a uma altura superior a 300 cm.8 A cerca eletrificada.1. desde que esta cobertura e estrutura de sustentação da cobertura sejam de materiais isolantes e incombustíveis e mantenham as condições previstas na NBR 13. o qual possa servir de aterramento.6 Será permitido o emprego de portões metálicos na central de GLP. em caso de contato com um ou mais fios da cerca eletrificada.9 Havendo algum obstáculo ou recuo do muro ou gradil que impeça o contato acidental de objetos ou parte do corpo na parte eletrificada.7 Para centrais de GLP de recipientes estacionários com capacidade de 1m3.1. 6. se inclinada para o lado do logradouro público. medidos da lateral destas.1. 6.5 Não deverá possuir qualquer tipo de objeto metálico. quando isolada sobre o muro ou gradil.523. na construção da central ou na proteção desta. . 6.

10 m Não Não Não Não 3.0 7.840 ---------Três de 1.10 m 1 Sim Sim Sim 7.0 7.10 m 1 Não Não Sim 5.80 (m) Limites da propriedade sem muro ou muro de altura inferior a 1.0 15.50 m x 2.0 ---------Não Não Não Não 1.80 (m) Vias públicas (m) Escolas.0 10. bocais e respiradores de tanques de inflamáveis.0 CLASSE II 1560 120 8.5 30. cinemas.0 180 15.0 CLASSE IV 24960 1.50 m x 2.5 150 15.0 8.20 m x 2. templos.0 3.00 m x 2.0 15.0 . descargas de motores a explosão e máquinas que produzam calor (m) Outras fontes de ignição (m) CLASSE I 520 40 4.50 m x 2.0 30 7.0 50.0 8.5 100 15.0 20.0 7.0 20 5.0 CLASSE III 6240 480 ---------Duas de 1.0 CLASSE VI 99840 7680 ---------Quatro ou mais de 2. hospitais e demais locais de reunião pública (m) Bombas de combustíveis.10 m 1 Sim Sim Sim 10.10 m 1 Sim Sim Sim 6.5 3.5 3.0 5.5 80 15.0 Uma de 1.0 7.0 CLASSE V 49920 3.920 ---------Duas de 1.5 5.0 3.ANEXO A Tabela: Afastamentos de segurança para as áreas de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP EXIGÊNCIAS Capacidade máxima (kg) Número de botijões P-13 (unidades) Área mínima de armazenamento (m2) Número e dimensões de portas para o exterior (unidades) Largura do corredor de inspeção (m) Obrigatoriedade de lotes Proteção por sistema de hidrantes para combate a incêndio e resfriamento Detector de vazamento Limites da propriedade delimitada com muro de 1.

ANEXO B IMPLANTAÇÃO DA CENTRAL DE GLP E LOCAL DE ESTACIONAMENTO DO VEÍCULO ABASTECEDOR .

PLANTA BAIXA DA CENTRAL DE GLP .FIGURA 1 .

FIGURA 2 .VISTA “A” DA CENTRAL DE GLP .

VISTA “B” DA CENTRAL DE GLP ALTURA MÍNIMA 1.FIGURA 3 .80 M .

VISTA “C” DA CENTRAL DE GLP ABERTURA OPCIONAL .FIGURA 4 .

Obstáculo de proteção da bomba .24 COMERCIALIZAÇÃO.IT . DISTRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS NATURAL SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXO Único .

1 Utilização e Instalação de gás natural (GN) Além do disposto nas NBR 13932 e NBR 14570. ampliação e operação das centrais de distribuição de GNL. DISTRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS NATURAL 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de comercialização.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.Bairro Centro CEP 30.br Email: dat3@cbmmg.mg. NBR 13932 .1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações destinadas a: a) comercialização e utilização de gás combustível comprimido (GN). e) compartimentos de equipamentos elétricos. ou por estas e o solo. c) distribuição de gás natural liqüefeito (GNL). NBR 14570 – Instalações internas para uso alternativo dos gases GN e GLP . Portaria nº 118 de 11JUL2000 da Agência Nacional de Petróleo (regulamenta as atividades de distribuição de gás natural liqüefeito (GNL) a granel e de construção.mg. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução aplicam-se as definições constantes da IT 02 . Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para esse fim (shafts). c) dutos para incineradores de lixo. Decreto Estadual nº 44.gov.190-000 Site: www. os quais devem conter apenas as tubulações de gás. . sem a devida ventilação. f) compartimentos destinados a dormitórios.Instalações internas de GLP . de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Augusto de Lima. ar condicionado e águas pluviais. distribuição e utilização de GÁS NATURAL (Gás Combustível Comprimido). 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 12236 – Critérios de projeto. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.bombeiros. exceto quando destinada à conexão de equipamento hermeticamente isolado. com Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. NBR 12693 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio. montagem e operação de postos de gás combustível comprimido.270. d) poços e elevadores. conforme as exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. devese atentar para que a tubulação da rede interna não passe no interior de: a) dutos de lixo. b) abastecimento de gás combustível comprimido (GCC). 5 PROCEDIMENTOS 5. g) poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento. 355 . líquido não inflamáveis e demais acessórios. NBR 13103 . 2 APLICAÇÃO 2. h) qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria. b) reservatório de água.projeto e execução.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 24 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.projeto e execução.130.Adequação de ambientes residenciais para instalação de aparelhos que utilizam gás combustível.br COMERCIALIZAÇÃO. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.gov.

“DESLIGAR RÁDIOS.1. desligamento. 5.3. dentre outros procedimentos. além do sistema de proteção contra incêndio exigido para os demais riscos.00 m da bomba de abastecimento de gás natural.3 O local de abastecimento deve possuir placas de advertência quanto às regras de segurança a serem adotadas pelos usuários. . travamento e aterramento do veículo transportador. 5. prevendo distâncias seguras de permanência do usuário. sinalização por meio de cones e prevenção por extintores.20 m situado à distância não inferior a 1. além de esclarecimentos tais como: “PROIBIDO FUMAR”.ventilação permanente nas extremidades.3 O veículo transportador deve estacionar em área aberta e ventilada e possuir espaço livre para manobra e escape rápido. 5. 5.2 O ponto de abastecimento deve possuir obstáculo de proteção mecânica com altura mínima de 0. 5. bem como do acionamento das luzes de alerta. 5. capacidade 80B. CELULARES. quanto às normas de segurança a que devem ser obedecidas. k) todo e qualquer local que propicie o acúmulo de gás vazado.3 Distribuição de GNL 5. EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS”.3. ficando obrigada a orientar aos usuários do sistema. l) paredes construídas com tijolos vazados observando a ressalva da alínea h do item 5.1 A pessoa jurídica autorizada a exercer a atividade de distribuição de gás combustível comprimido (GCC) a granel é responsável pelo procedimento de segurança nas operações de transvasamento.2 As normas de segurança acima citadas referem-se ao correto posicionamento.2.3. exceto quando utilizado tubo-luva. j) locais de captação de ar para sistemas de ventilação.2 Postos de abastecimento de gás combustível comprimido (GN) 5.2. sendo que estes vazios devem ser sempre visitáveis e previstos em área de ventilação permanente e garantida. junto à passagem de veículos.2. i) qualquer tipo de forro falso ou compartilhamento não ventilado.1 Os locais onde haja abastecimento de gás combustível comprimido (GN) devem ser protegidos por uma unidade extintora sobre rodas de Pó BC.

ANEXO A OBSTÁCULO DE PROTEÇÃO DA BOMBA Bomba de GN ATERRAMENTO Bomba de GN 1.20 m 1.00 m 0.20 m OBSTÁCULO CONTRA CHOQUES MECÂNICOS OBSTÁCULO CONTRA CHOQUES MECÂNICOS .00 m 0.

Disposição do local de apresentação .25 FOGOS DE ARTIFÍCIO E PIROTECNIA SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 –Procedimentos para comércio varejista de fogos de artifício 6 – Procedimentos para espetáculos pirotécnicos ANEXO Único .IT .

de 21 de novembro de 2000.069.devem portanto. 2.gov.br Email: dat3@cbmmg. 2.4 Com relação à área de 100 m² para uso exclusivo de loja de fogos de artifícios.270. de 10 de janeiro de 2002. Decreto Federal nº 3. depósitos e comércio de explosivos e de fogos de artifício no atacado e shows pirotécnicos. Código do Consumidor – Lei n° 8. com as necessárias adaptações previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. de 13 de julho de 1990 – art 244.848. . 355 . Decreto Estadual nº 44.190-000 Site: www. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Art 12 caput.3 As ocupações destinadas à fabricação. fica reservado pelo menos 60% da área para demais atividades pertinentes a este comércio. caput.078. 2 APLICAÇÃO 2.bombeiros.665. Art 8 caput e § 3º.mg. Código Civil Brasileiro – Lei n° 10. de 01 de Abril de 2006– Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. § 1º e inciso II. devendo o projeto atender ao Código de Obras Municipal.br 1 OBJETIVO Esta instrução técnica tem por objetivo estabelecer as condições necessárias de segurança contra incêndios e pânico em edificações destinadas ao comércio de fogos de artifício no varejo e Espetáculos Pirotécnicos.1 Aplica-se às edificações novas destinadas ao comércio varejista de fogos de artifício. Munições e Explosivos DEAME e das Delegacias de Polícia do interior. 2. Augusto de Lima.2 Aplica-se também às edificações existentes e de uso misto. seguir as orientações e exigências daqueles Órgãos .mg. que por legislação são de responsabilidade do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército Brasileiro e Polícia Civil do Estado de Minas Gerais através da Delegacia Especializada de Armas. 3 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA NORMATIVA E Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.Bairro Centro CEP 30. art 253. com ênfase: Art 6 caput e incisos I e II. Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei n° 88.gov. Da nova redação ao Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados (R-105). levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. até 100 m2 conforme Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Art 18 § 6º e incisos I e II. e Art 68.130.406. Decreto Lei n° 2. de 07 de dezembro de 1940 – Código Penal. NFPA 1123 – Code for fireworks display – 2000 Edition. de 11 de setembro de 1990.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 25 FOGOS DE ARTIFÍCIO E PIROTECNIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.

Portaria do Ministério dos Transportes n° 204.3 Deflagração: fenômeno característico dos chamados baixos explosivos. conter ou proteger produtos durante sua movimentação. NBR 5419 . 4. admitindo-se acréscimo de 25%. Código Penal. que consiste na autocombustão de um corpo (composto de combustível. NBR 9077 .Envelope para o transporte de carga perigosa – Dimensão e utilização – Padronização.11 Produto controlado pelo Exército e/ou Polícia Civil: produto que. Estatuto da Criança e do Adolescente e o R105. 4. contido apenas pelo equipamento de transporte.4 Embalagem: elemento ou conjunto de elementos destinados a envolver. deva ter seu uso restrito a pessoas físicas e jurídicas legalmente habilitadas. 4. . de 17 de março de 2000 – Secretaria de Segurança Pública de Minas Gerais. 2. 5. sua utilização. totalizando 1900 MJ/m³. comercialização ou consumo.Símbolos de riscos e manuseios para o transporte e armazenamento de material – Simbologia.Preenchimento da ficha de emergência para transporte de carga perigosa – procedimento. Aprova as instruções complementares aos regulamentos dos transportes rodoviários e ferroviários de produtos perigosos.7 Explosão em massa: aquela que afeta virtualmente toda a carga de maneira instantânea. que se tornará responsável pelo treinamento.Sistema de proteção contra descargas elétricas atmosféricas. 6 e 8.6 Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases.Instalações elétricas de baixa tensão. NBR 8286 . 3. Resolução 5416.Embalagens de produtos perigosos – Classe 1.Emprego da simbologia para o transporte rodoviário de produtos perigosos – Procedimento. 4. NBR 5410 . produzindo calor intenso e pressões elevadas.Transporte de produtos perigosos – Terminologia. derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. devido ao seu poder de destruição ou outra propriedade.1 Área de estocagem: local destinado ao acondicionamento de fogos de artifícios industrializados.Saídas de emergências em edifícios. moral e psicologicamente. NBR 7501 . e dá outras providências (balões com mechas). vaso. Código Civil. transporte. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta instrução técnica. NBR 7504 . 4. 4. de 03 de janeiro de 1980 – Dispõe sobre a fiscalização de produtos controlados prevista no Decreto 55649.Características e dimensões – Padronização.Ficha de emergência para transporte de cargas perigosas. de janeiro de 1965 e dá outras providencias. de modo a garantir a segurança social e militar do país. devidamente treinada por órgão ou instituição similar. aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e as seguintes: 4. armazenamento. adotando-se como parâmetro à carga de incêndio de 1520 MJ /m³. 4. comburente e outros). 4. 54. Lei Estadual complementar nr. capacitadas técnica.8 Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico. NBR 7503 . Dispõe sobre as sanções penais e administrativas. de 20 de maio de 1997.9 Manuseio de produtos controlados: trato com produto controlado com finalidade específica como por exemplo. Resolução 6429.605 de 12 de dezembro de 1998. Resolução 6751. que produz ruídos e efeitos luminosos. de 09 de setembro de 2004 – Polícia Civil de Minas Gerais. respeitando o Código do Consumidor. 4. NBR 7500 . 4. 4. em qualquer estado físico. Lei n° 9.5 Comércio de fogos de artifício no varejo: local destinado à venda de fogos de artifício de classes. seja ele tanque.2 Carga a granel: produto que é transportado sem qualquer embalagem. armazenamento e manipulação.10 Pessoa habilitada: pessoa dotada de conhecimento técnico e treinada para comercializar fogos de artifício. caçamba ou container. manutenção. o qual ocorre por camadas e a velocidades controladas (de alguns décimos de milímetros até quatrocentos metros por segundo). NBR 8285 . em acordo com as condições legais exigidas. NBR 11584 .

obedecerá aos critérios abaixo. c) terminais de abastecimento de gás liquefeito de petróleo e similares.25 m.4. e 5) demais fogos de artifício. 5. 5. atendendo à IT 06. deverá obedecer aos critérios estabelecidos pela DEAME. com esquadrias ou outras opções que mantenham aberturas fixas.3 Estocagem 5. b) Classe B 1) os fogos de estampido que contenham até 0.2. 5. atendendo todas as recomendações do Decreto 3665 – R 105 do Ministério da Defesa. “morteirinhos de jardim”. por peça. 5. permitida até 2. porém. protegido contra elevações bruscas de temperatura. de transportes ou estocagem. R-105. por peça. sem estampido. c) para a Classe C e D.7 Não são permitidas instalações para venda de fogos de artifício nos locais de reunião de público.6 Possuir afastamento de no mínimo 200 metros das seguintes edificações e áreas de risco: a) posto de serviços de combustível.50 (dois vírgula cinqüenta) gramas de pólvora.1 Para edificações térreas até 100 m2 com paredes justapostas a outra edificação. 2) foguetes.13 Substância sujeita a combustão espontânea: substância sujeita a aquecimento espontâneo nas condições normais de pressão e temperatura. por peça. Deverá também possuir entrada distinta da edificação adjacente.5 m³.1 Os fogos de artifício deverão estar dispostos de forma fracionada em prateleira arejada.1 Somente são permitidas instalações para venda de fogos de artifícios em edificações térreas até 100 m2.12 Rótulo: elemento que apresenta informações como.4 Fica proibida a estocagem e comercialização de fogos de artifício a granel. com mais de 2. 4. b) Classe B. seja de qualquer natureza. A área de ventilação cruzada deve ser protegida contra intempéries.5 Os fogos de artifício somente poderão ser expostos à venda devidamente acondicionados e com rótulos explicativos de seu efeito e de seu manejo e onde estejam . e umidade que possam influir a degradação dos produtos: a) Classe A. por peça. com espessura mínima de 0.3.2. cujas bombas contenham mais de 6 (seis) gramas de pólvora. e 2) foguetes. desembarque e entrega.2. 112. 5. símbolos e/ou expressões emolduradas referentes à natureza.2. (exemplos: sacos de papel. que se aquecem em contato com ar. 2) fogos de estampido que contenham até 0. incisos I e II: a) Classe A 1) fogos de vista.2 A estocagem de fogos de artifício em áreas urbanas. com ou sem flecha. trânsito. “serpentes voadoras” e outros equiparáveis. de ráfia. de apito ou de lágrimas. construída de material incombustível. 4.2 gramas de pólvora por peça. e de qualquer tipo de embalagem. 4) morteiros com tubos de ferro. sendo.3 A edificação deverá possuir sistema de proteção para descarga atmosférica e aterramento. desde que a parede da loja de fogos de artifícios seja construída em material incombustível.2 Características das edificações 5. 5. inclusive no balcão de venda. manuseio e identificação do produto. 5 PROCEDIMENTOS PARA COMÉRCIO VAREGISTA DE FOGOS DE ARTIFÍCIO 5. 5.2.3 Fica vedada a estocagem de pólvora com fogos de artifício e outros explosivos.3. com ou sem flecha.2. 3) “pots-à-feu”. inflamáveis e/ou combustíveis líquidos e/ou gasosos. 3) baterias. c) Classe C 1) fogos de estampido que contenham acima de 25 (vinte cinco) centigramas de pólvora.1 Classificação de fogos de artifício considerado para fins desta Instrução Técnica.5 As instalações elétricas devem ser a prova de explosão e executadas de acordo com a NBR 5410 Instalações Elétricas de Baixa Tensão.1.3.14 Tráfego: conjunto de atos relacionados com o transporte de produtos controlados e compreende as fases de embarque. 5.2 O piso deverá possuir características de antifaísca (piso liso). capazes de se incendiarem.3. será permitida a instalação para vendas de fogos de artifícios. cujas bombas contenham até 6 (seis) gramas de pólvora. 5.3. 5. b) fábricas e depósitos de explosivos. 5.4 As áreas de estocagem de fogos de artifício devem possuir ventilação cruzada junto ao teto. 5. sem bomba.2. 5. 2) foguetes com ou sem flecha.5 m³. conforme Decreto Federal n° 3665 de 21 de novembro de 2000.2. plástico e estopa). d) Classe D 1) fogos de estampido. art. devendo ser ventilado e seco. permitida até 2.25g de pólvora.

6. de instalações públicas. distância de rede elétrica. NÃO SE “QUEIMA DE FOGOS. pirotécnicos. área de segurança em escala e público estimado. ÁREA DE ISOLAMENTO. c) autorização da Prefeitura do Município. 5) quantidade de placas será determinada de modo a existir pelo menos uma em cada quadrante por onde possa ser possível a aproximação de pessoas. etc. estacionamento.2mm ou 02 (duas) girândolas. 6 PROCEDIMENTOS PARA ESPETÁCULOS PIROTÉCNICOS 6. dutos e tubulações.3 Para a realização de espetáculos pirotécnicos deverá ser observados as seguintes condições específicas: 6. balcão de vendas e circulação. com placas de advertência. iluminação de emergência.3.1 A disposição do local de apresentação consta nas figuras 1 e 2 do anexo único. bem como os seguintes documentos: 1) autorização da autoridade competente para a queima de fogos. obedecendo aos seguintes critérios: a) para fogos de artifício. “minishow”. para o comércio de fogos de artifício. devidamente sinalizadas. Munições e Explosivos – DEAME para comercialização de fogos de artifício. alarmes audiovisuais. estabelecer restrições complementares. artifícios pirotécnicos e artefatos similares na presença de público deverão atender ao Regulamento Técnico 03 – espetáculos pirotécnicos do Exército Brasileiro. das categorias C e D. NÃO FUME” FOGOS. no formato A3 ou A4.3. contendo cotas dos perímetros. hidrantes. contrato de queima de fogos no qual conste o rescaldo sob responsabilidade da contratada. cerca de isolamento. 6. conforme as condicionantes locais. deve apresentar a dimensão mínima estabelecida na tabela 1 correspondente ao tubo de lançamento de maior calibre utilizado na apresentação. atendendo a IT 16.5. acima de 02(dois) conjuntos de até 06(seis) tubos de lançamento de até 76. 5. cavaletes ou similares. 2) relação de fogos. ou ainda. 3) declaração formal do blaster de que foi verificado a inexistência abaixo da superfície do solo. onde for realizado espetáculos pirotécnicos deverá ser apresentada no Corpo de Bombeiros.1 O local de apresentação. fluvial ou em terra. d) memorial descritivo de construção assinado por engenheiro responsável pela edificação e respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). b) cópia autenticada de requerimento protocolado junto à Delegacia Especializada de Armas.2 Local de apresentação As circunstâncias de cada apresentação são únicas. 4) no projeto deverá constar a delimitação da área de queima e isolamento por cordões. disposição do sistema de segurança contra incêndio e pânico (sinalização de saída de emergência. 6. no local da apresentação. atendendo a IT 15.2. com utilização de fogos de artifício. As dimensões mínimas das letras serão de 20x20 cm com traço cheio variando de 3 a 4 cm de espessura. c) saída de emergência atendendo a IT 8. 6.3. em letras vermelhas sobre fundo branco. tornando-os mais rígidos. os seguintes documentos: a) planta baixa da disposição dos armários de estocagem. que cite os artigos do Código do Consumidor sobre o limite de idade para compra de fogos de artifícios. com os respectivos dizeres abaixo. bem como às demais prescrições desta Instrução Técnica. . cabendo adicionar mais uma unidade quando o comprimento linear de um quadrante exceder a 100 m.4 mm. etc.discriminadas sua denominação usual.1 A realização de espetáculos pirotécnicos. NÃO ULTRAPASSE” b) para os fogos de artifícios das Classes C e D em quantidade inferior ao estipulado na alínea a. considerando sempre como essencial à necessidade de modificar os critérios. sua classificação e procedência. isenta-se as medidas acima. b) sinalização de emergência com luminárias a prova de explosão. devendo ser observadas as instruções do fabricante constantes nas embalagens. com 120 (cento e vinte) tubos de até 25.2 A segurança contra incêndio e pânico em áreas. área e largura da saída de emergência (quando se tratar de área fechada). “ÁREA DE QUEIMA DE APROXIME.5 Proteção contra incêndio e pânico 5. reservas ecológicas e quaisquer outras sensíveis a ação de fogos de artifício. juntamente com a cópia da carteira de blaster. 5. conforme previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais: a) extintor de incêndio. e) quadro em local visível na loja.1 As edificações de que trata esta Instrução técnica deverão dispor das seguintes medidas de proteção contra incêndio. magnitude do evento em função da quantidade total de composição pirotécnica e provável número de espectadores. veículos. será apresentado ao Corpo de Bombeiros um croqui da área em escala 1/100.4 Documentação Deverá ser apresentado junto com o processo de segurança contra incêndio e pânico. edificações. o que requer criteriosa análise quanto às premissas estabelecidas nesta instrução. extintores.

8 203. no mínimo 25 m.2 mm essa distância deve elevar-se para 40 m.5 A área de disparo. ou seja.4 177.2.6 O local de queimas de fogos de artifício de solo deve situar-se.6 127. O último prazo para liberação será de seis horas antes do início do evento. depósitos de materiais inflamáveis.2.2 A distância mínima de separação exigida entre qualquer tubo de lançamento e a área reservada aos espectadores (em oposição a área de queda) está apresentada na tabela 2.Fonte de risco especial (m) 85 128 171 213 256 299 341 6.2 85 128 171 213 256 299 341 76.4 177.3. estabelecimentos policiais ou correcionais. no mínimo.0 152. 6. .6 127. o tubo de lançamento deve manter um afastamento do centro do local de apresentação.2.3 A distância mínima de separação entre qualquer tubo de lançamento. das áreas reservadas aos espectadores e ao estacionamento de veículos.3.4 177. a localização da peça deve ser aproximadamente no centro do local da apresentação. A primeira vistoria ocorrerá 24 horas antes do evento.2. explosivos ou tóxicos está na tabela 3. conforme figura 2. conforme figura 1. 6. deve ser estabelecida de forma que qualquer ponto da trajetória provável mantenha um afastamento de. estacionamento.2 101.0 152. bem como postos de combustível. 6. No caso de fogos de artifício com diâmetro igual ou superior a 76.8 203. hospitais. 6.3.6 127.0 152.2 Distância Tubo de lançamento vertical (m) 43 64 85 107 128 149 171 Distância Tubo de lançamento inclinado (m) 29 43 58 70 85 98 113 6. tendo o centro do círculo como centro de simetria. No emprego das velas romanas e de fogos de ação múltipla. no sentido da área prevista para os espectadores entre 1/6 e 1/3 do raio do círculo do local de apresentação.3. contida no local da apresentação.7 Para tubo de lançamento posicionado verticalmente. e locais com exigência de precauções especiais.2 Distância . deve ser adotado o maior valor entre 40 m ou 22 m para cada 25 mm de diâmetro do tubo do maior calibre utilizado.2. Para posição inclinada. etc.2.3.2 Diâmetro externo mínimo (m) Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76. escolas. Tabela 2 – Área reservada ao público Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76.2. 8 m de qualquer objeto ou obstáculo e que a área de queda se situe em oposição à área prevista para os espectadores.2 101.8 O ângulo de inclinação do tubo de lançamento deve ser estabelecido de modo que o ponto de queda da bomba falhada situa-se simetricamente em posição ao tubo de lançamento.8 203. 6.2 76.4 Solicitação de vistoria no mínimo de 48 horas de antecedência ao evento.2 101. na vertical ou inclinado.2 6.3.3.Tabela 3 – Precauções adicionais Tabela 1 – Local de apresentação Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76.

ANEXO ÚNICO ( disposição do local de apresentação) .

IT .26 HELIPONTO E HELIPORTO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A – Orientações de sinais e ajudas visuais B – Figuras Modelos de conFiguração de helipontos e sinalização de solo C – Dimensionamento de extintores em helipontos 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

gov.mg. . somente a palavra “heliponto” será utilizada nas presentes Instruções.1 Em todos os casos.1. aplicam-se as definições constantes da IT 02 .bombeiros. de fevereiro de 1974 do Ministério da Aeronáutica. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 4301 de 21Dez2001. Augusto de Lima.270.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. as quais em hipótese alguma poderão substituir as demais exigências para as edificações nas quais os helipontos estiverem implantados. 5.2 Requisitos de segurança para helipontos 5.3.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para proteção contra incêndio de helipontos e heliportos.4 Área periférica 5.Bairro Centro.1 Em heliponto situado ao nível do solo.gov.3 Escolha do local 5.130. além da faixa periférica (Figura 2 do anexo B). NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. 1995 Edition.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 26 HELIPONTO E HELIPORTO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.1 Condições Gerais: 5. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações e/ou áreas de risco que possuam helipontos ou heliportos. adotando. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica. além das exigências desta Instrução Técnica. CEP 30. as exigências da Portaria nº 18/GM5 de 14 de fevereiro de 1974 do Ministério da Aeronáutica. Portaria nº 18/GM5. Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer).4. 5. 355 . é recomendável que haja uma cerca de segurança de um metro de altura circundando os limites da área periférica com objetivo de evitar que animais ou Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.br Email: dat3@cbmmg. Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 92-1 de 24Jan2000 Edificações. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. 5 PROCEDIMENTOS 5. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.2. deve-se atender às considerações descritas na Portaria Nº 18/GM5/74. NFPA 418 .Standar for heliports. Decreto Estadual nº 44. deve-se obedecer às exigências e aprovação do órgão governamental responsável pela aprovação e fiscalização dos helipontos. especialmente no tocante às rotas de fuga.190-000 Site: www.1 Tendo em vista que um heliporto é um heliponto público dotado de facilidades de apoio e de embarque e desembarque de pessoas e cargas. com as adequações necessárias.1 Para se escolher o local destinado à construção de um heliponto.mg.

5. 5. 5. dependem de autorização da Autoridade Aeronáutica Regional. Se a plataforma for construída.5.6.5. 5. 5. conforme IT 06 e 07. a proteção contra-incêndio deve ser considerada sob três aspectos: a) prevenção contra incêndio em helipontos situados ao nível de solo. com vistas a evitar acidentes com pessoas que transitem pela área de pouso e suas imediações. d) o piso deve ser incombustível e ter isolamento térmico.2.1 As prescrições estabelecidas neste item são as mínimas exigidas para um razoável grau de proteção ao fogo e de salvamento em área de pouso e decolagem de helicópteros.6 Avisos de segurança 5. podem suportar a carga de um helicóptero pela instalação de uma plataforma de distribuição de carga.3. equipamentos. 5. após análise dos obstáculos constituidos por outros edifícios.5.1 Para operações noturnas é necessária a existência de luzes indicativas dos limites da área de pouso e das obstruções existentes em torno da área de pouso e decolagem.8.8. 5.8.2 As áreas de refúgio para helipontos serão obrigatórias nos casos em que a IT 08 .8.8 Prevenção e extinção de incêndio 5. c) terraços em edifícios considerados existentes.3 As áreas de refúgio para helipontos poderão ter outra utilização. recomenda-se que sua altura não seja inferior aquela dos peitoris do terraço e não dificulte o pouso e decolagem da aeronave.3 Áreas de pouso e decolagem de emergências para helicópteros.5. de forma análoga ao sistema de iluminação de emergência. 5. 5. embarque de carga com ou sem pessoal.7. desde que preencham os requisitos do item 5.4. c) medidas para extinção de incêndio e de salvamento em acidentes ocorridos em helipontos elevados. Tais avisos devem conter recomendações expressas principalmente para o caso de aproximação de pessoas. .2 As áreas de pouso/decolagem devem ser sinalizadas conforme Anexo A.5. quando delimitada pela fachada da edificação. e) a escada para acesso a área de refúgio pode ser construída fora da prumada da escada de segurança principal. e f) possuir guarda-corpo com 1. etc. sendo que a ligação entre ambas deve ser feita através de uma circulação direta.5. 5. 5.3 Para helipontos situados fora da jurisdição de um aeroporto. mediante cálculo estrutural.7 Balizamento luminoso 5. além de outras estabelecidas pelo Serviço Contra Incêndio do Comando da Aeronáutica. 5. mantendo as condições de enclausuramento. b) prevenção contra incêndio em helipontos elevados. devendo ser afixados avisos de “Proibido Fumar” em todos os pontos de acesso.2. 5.5.4 Prevenção contra incêndio em helipontos ao nível do solo deverá obedecer às recomendações previstas neste item. além da quelas previstas para acúmulo de pessoas (área de refúgio). 5.10 m de altura em paredes com tempo de resistência ao fogo de 120 minutos. os sistemas de proteção contra o fogo e o de salvamento devem ser dimensionados com base na Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 92-1 de 24Jan2000 ou outra que venha substituí-la. bem como em edificações com mais de 60 m de altura. 5.5. os detalhes são apresentados de acordo com norma do Ministério da Aeronáutica. 5. conforme IT 06.1.2 As sinalizações luminosas de balizamento para as aeronaves devem possuir autonomia mínima de 120 minutos para funcionamento na ausência de fornecimento de energia elétrica pela concessionária local.1 Em todos helipontos devem ser colocados cartazes contendo Avisos de Segurança. como salas de espera por exemplo. As instalações.1 As áreas de refúgio para helipontos devem atender aos seguintes quesitos: a) possuir área superior à metade da área total do último pavimento. c) as vias de acesso devem ser dotadas de paredes resistentes ao fogo para 120 minutos. estando os rotores do helicóptero em movimento.2 Quando o heliponto está localizado em um aeroporto.7.1 A área de pouso e decolagem deve ser dimensionada para as características (peso e dimensões) do maior helicoptero que irá utilizá-la.Saídas de Emergência especificarem a exigência de áreas de refúgio para a edificação considerada.5 Helipontos elevados 5. b) ser precedida de porta corta-fogo (PCF) de 90 minutos no seu acesso.5. e dimensionadas em função da população do prédio conforme IT 08 .2 Projeto estrutural 5.1 A construção de áreas de pouso e decolagem de emergência para helicópteros com a finalidade de prever a evacuação dos ocupantes de edifícios em caso de incêndio ou outra calamidade.6.pessoas estranhas entrem na área de pouso (Figura 2 do Anexo B). 5.1 ConFiguração de Área de Pouso a) desde que não seja possível construir um heliponto ao nível do solo pode-se prever sua instalação em local elevado. Ênfase deverá ser dado aos avisos visando evitar colisão de pessoas com o rotor de cauda dos helicópteros.4.4.4 Área de refúgio para helipontos 5.2 Não é permitido fumar dentro do raio de 15 m da área de pouso/decolagem.4. b) a área de pouso pode abranger a totalidade da superfície do terreno ou apenas parte dele.Saídas de Emergência nas Edificações.5.

Sistema de Proteção por Extintores.8. porém este sistema pode ser ligado ao de água pluvial.8.4. devidamente protegidos contra as intempéries.9. 5. 5.5 A proteção contra incêndio em helipontos elevados deve obedecer às recomendações previstas neste item. além daquelas previstas nos itens anteriores. 5.8. 5.8.8.8.8. c) possibilidade de rápida evacuação dos usuários do heliponto e dos demais andares do prédio.8 E recomendável que os responsáveis pelo heliponto elevado solicitem e facilitem visitas periódicas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais com jurisdição na área.8. manuseado por pessoal treinado conforme IT 12 .1 Nos helipontos elevados. deve-se exigir as quantidades mínimas de extintores.4.8.2 Não é permitido o armazenamento do combustível em helipontos elevados. sendo adequadamente sinalizados. bota.2 Os extintores portáteis ou sobre rodas.6 Prevendo a eventualidade de um acidente em heliponto elevado. 5. devem ser guardados em locais ou caixas. deverá haver pessoal habilitado para sua operação. com a conseqüente possibilidade de propagação de fogo. depois da separação do óleo ou combustível da água por um separador sifonado com capacidade suficiente para reter a carga total de combustível para capacidade da maior aeronave prevista para o heliponto em questão. 5. os seguintes requisitos devem ser atendidos: a) existência de fácil acesso ao heliponto elevado.9 Devem ser observados ainda os demais requisitos para Homologação ou registro de Helipontos junto aos órgãos regionais competentes do Comando da Aeronáutica.5 Pelo menos dois dos homens encarregados da proteção contra incêndios e das operações de salvamento devem dispor de EPI específico para fogo e salvamento (capa. 5. . para possibilitar o transporte de equipamentos necessário ao combate a incêndio de grandes proporções. 5.5.5.8. 5.1 Em helipontos não localizados em aeroportos. 5.3 Os aparelhos extintores de incêndio devem ser distribuídos uniformemente nas proximidades da área de pouso/decolagem.8. de forma a atender o caminhamento especificado na IT 16 . d) adequada sinalização das saídas de emergência.8.9. nunca inferior a 30 m. com a finalidade de se familiarizarem com o local e com os caminhos mais rápidos para lá chegarem em casos de emergência.8. 5. 5. a proteção do helicóptero deverá ser feita com equipamento portátil apropriado.4 Qualquer que seja o tipo de extintor utilizado.4.4 O armazenamento de combustível deve estar a uma distância de segurança da área de pouso. a estrutura na qual se situa a área de pouso deve ser de material incombustível. capacete.7 Recomenda-se a existência de confiáveis meios de comunicação entre o heliponto e o Quartel do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais da região.5. conforme Anexo C. serra manual para metais e escada articulada ou de apoio.9 Sistemas de combate a Incêndio 5. 5. no que couberem.8.Brigada de Incêndio.9.Brigada de Incêndio. de acordo com o peso total do helicóptero atendido. 5. b) as portas que dão para a área de pouso deverão ter PCFP90.10 Helipontos elevados localizados em edificações que possuam sistema de proteção por hidrantes devem ser cobertos por este tipo de proteção visando à área de pouso considerando uma vazão mínima de 300 LPM. com altura compatível com as dimensões do helicóptero. conforme previsto na IT 12 .4. balaclava e luvas).8.9.8.3 A drenagem das áreas de pouso. podendo ser por telefone.9.6 Deve haver.8.9. 5. em local protegido e devidamente sinalizado.2 Os extintores de pó especial deverão ser compatíveis com a utilização conjunta com espuma. ferramentas portáteis de arrombamento. oferecendo fácil acesso e visibilidade. 5. decolagem e de estacionamento deve ser independente do sistema de drenagem geral do prédio.8. 5. de modo que seja assegurada uma rápida assistência em casos de acidentes e/ou de fogo.1 Durante as operações de reabastecimento e de partida.

2. nas guias.1.3.8.2 As dimensões dos algarismos indicadores da resistência do seu piso deverão ser reduzidas de 1/3 (um terço) de seu tamanho original (Figura 10 do Anexo B). 1. As frações de toneladas deverão ser arredondados para o número inteiros inferior mais próximo.Tais faixas serão idênticas às delimitadoras da área de toque (Figura 13 do Anexo B). deverão ser traçadas linhas guias.1 Nos helicópteros públicos.4. 1. quer sejam públicos ou privados ou militares.3 As dimensões da cruz são as constantes da Figura 10 do Anexo B. 1. na forma.9 Marcação de pátio de estacionamento 1.7.1. deverão apresentar um número indicador do peso máximo. 1.7 Sinais Delimitadores de área de pouso e decolagem 1. A cor usada deverá ser a amarela. nas áreas de pouso e emergências ou ocasionais. são os constantes da Figura 7 do Anexo B. 1. dentro de um triângulo eqüilátero com o vértice pintado apontado para o norte magnético. os contornos das figuras poderão ser pintados em preto (ver Figuras 4. exceto quando a resistência do piso for inferior a 1 (uma) tonelada. deverá haver faixas delimitando a área de pouso. Quando houver necessidade de utilizar dois algarismos para indicar a resistência do piso.1 O sinal de identificação da área de pouso será uma letra indicadora do tipo de heliponto (público. 1.4 Helipontos militares 1.8 Marcação de pistas de rolagem 1. devendo o triângulo ser fosforescente. colocado no centro da área de toque. bem como garantida a segurança do pessoal e dos equipamentos. 1.6 A cor utilizada deverá ser a branca ou amarela.5. as dimensões dos algarismos indicadores da resistência do seu piso deverão ser também reduzidas de um terço do seu tamanho original (Figura 6 do anexo B). 1.3 Helipontos privados 1. privados. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 8 do Anexo B. 1.5.1 O sinal de identificação de um heliponto militar será a letra M. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 9 do Anexo B. deverá ser prevista a separação adequada entre os rotores dos helicópteros adjacentes. o algarismo indicado da resistência do piso deverá ser precedido do algarismo zero (Figura 12 do Anexo B). em toneladas.5. (Figuras 10 e 11 do Anexo B).1. deverão os mesmos ser reduzidos de um terço do seu tamanho original (Figura 5 do Anexo B). correspondente à resistência do seu piso.1 Usa-se a mesma forma de marcação prevista para os helipontos em geral. privado ou militar).1. 1.1 Os pátios de estacionamento deverão ser claramente sinalizados. Ajudas visuais 1. devendo-se ter o cuidado para que essas faixas não sejam confundidas com outras existentes perto da área de pouso. 1. Nesse caso. a fim de que sejam facilitadas as manobras executadas pelos helicópteros. As frações de toneladas deverão ser arredondadas para o número inteiro superior mais próximo. . bem como da letra indicadora do tipo de heliponto e do número indicador da resistência do piso. 1.5 Heliponto em hospital 1. A letra H será sempre utilizada nestes helipontos.6.9. além do sinal de identificação. fosforescente. 5 e 6 do Anexo B).2 Helipontos públicos 1. na forma. 1. Para maior contraste.1 Sinais de identificação de helipontos 1. 1.1.5 As dimensões e o posicionamento do triângulo dentro da área de toque. colocado à direita do vértice pintado do triângulo e com a mesma letra.1. deverá ser prevista a marcação de guias das mesmas.Anexo A Orientações de sinais e ajudas visuais Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica 1.1 O sinal ou marca de identificação da área de pouso será um círculo possuindo no seu interior um número indicativo da tonelagem.1 O sinal de identificação de um heliponto privado será a letra P. orientada para o norte magnético. correspondente à resistência do piso (do helicóptero). dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 7 do Anexo B.3 As dimensões e as formas dos algarismos e das letras serão as constantes da Figura 4 do Anexo B. 1.6 Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros 1.1 O sinal de identificação de um heliponto público será a letra H na forma.4 Nas áreas de pouso circulares. Caso necessário. em hospitais.1 Quando houver necessidade de pista de rolagem.2 Os helipontos.

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 01: Áreas de Pouso e decolagem e Áreas de Toque Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 02: Área Periférica e cerca de segurança Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 03: Pátio de Estacionamento de Helipontos Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 04: Dimensões e Formas dos Algarismos Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 05: Indicações de resistência do peso Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 06: Indicação da resistência do piso em heliponto Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

2 .ANEXO B Figuras e Modelos Figura 07: Heliponto Público Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica OBSERVAÇÕES 1 – Cor branca ou amarela fosforescente.Escala : 1 :100 3 – Cotas em metros .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 08: Heliponto Privado Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 09: Heliponto Militar Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 10: Heliponto em Hospital Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 11: Heliponto em Hospital – Várias posições Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .ANEXO B Figuras e Modelos Figura 12: Área de pouso e decolagem de emergência com menos de uma tonelada.

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 13: Luzes de limite para área de pouso Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 6A:80B 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC. Helipontos elevados . 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC. de 20 B:C cada um.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 10A:120B. Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 10A:120B 6 (seis) unidades extintoras de pó BC. (2) acima de 4. de 20B:C cada um. (1) até 4.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 30A: 240B.500 Kg Helipontos ao nível do solo (2) acima de 4. de 20 B:C cada um.ANEXO C Tabela de dimensionamento de extintores em helipontos Tipo de heliponto Capacidade em Kg Quantidade de extintores 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC. (1) até 4. de 20B:C.

IT .Tabela de incompatibilidade entre produtos B .Programa de matérias .27 MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS PERIGOSOS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Exigências complementares ANEXOS A .

Decreto Federal nº 3. Augusto de Lima. de 26 de maio de 1997). 355 .270. estacionamentos e garagens. manipulam ou armazenem Produtos Perigosos. Norma Regulamentadora nº 9 . 29 de dezembro de 1994 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –CIPA. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Decreto nº 96.bombeiros. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.º 20 – Ministério do Trabalho – Líquidos combustíveis e inflamáveis. Norma Regulamentadora nº 16 – Ministério do Trabalho – alterada pelas Portarias nº 026 de 02 de agosto de 2000 e nº 545 de 10 de julho de 2000 – Atividades e Operações Perigosas.º 420.665. Decreto Estadual nº 44. Resolução Nº 420 – Agência Nacional de Transportes Terrestres .Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT .EPI. Norma Regulamentadora nº 5 – Ministério do Trabalho – alterada pela Portaria nº 25. dispõe sobre a Identificação de entradas e saídas de postos de abastecimento de combustíveis. Norma Regulamentadora nº 6 – Ministério do Trabalho – Equipamentos de Proteção Individual .1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e/ou áreas de risco que produzam.gov.130.044. Portaria nº 204/1997-MT.004.Ministério do Trabalho Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. 25 e 26.004. oficinas.ANTT – de 12 de fevereiro de 2. no que se referem à identificação de embalagens.de 25 de agosto de 2. 2 APLICAÇÃO 2. Regulamento Federal para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos.gov. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Resolução Nº 701. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Portaria nº 27 de 19 de setembro de 1996 do Departamento Nacional de Combustíveis (atual ANP – Agência Nacional do Petróleo) – Gás Liquefeito de Petróleo. de 12 de fevereiro de 2004 em alguns itens específicos. . acondicionamento e compatibilidade entre produtos. 18Maio88. Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.Bairro Centro CEP 30. que altera a Resolução N. Aprova as Instruções Complementares aos Regulamentos dos transportes Rodoviários e Ferroviários de Produtos Perigosos (Suplemento ao Diário Oficial da União de nº 98. Instruções complementares ao Regulamento do Transporte terrestre de Produtos Perigosos. sendo que prevalecerão as disposições das Instruções Técnicas 24.br Email: dat3@cbmmg. Da nova redação ao Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados (R-105).mg. Resolução CONTRAN nº 38/98. Norma Regulamentadora nº 19 – Ministério do Trabalho – Explosivos.br MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS PERIGOSOS 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece os parâmetros de segurança à edificação e área que contenha Produtos Perigosos.190-000 Site: www.mg. Norma Regulamentadora n. de 21 de novembro de 2000. Norma Regulamentadora nº 15 – Ministério do Trabalho – Atividades e operações insalubres.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 27 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.

3 Para substâncias não descritas na tabela A. admitindo-se ainda. 18th edition. NBR 12235 – Armazenamento de resíduos sólidos. Fire Protection Handbook. 5. 1997.04. NBR 5382 – Verificação de Iluminância de Interiores. aplicam-se as definições constantes da IT 02 .2.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e os glossários das normas CNEN-NN 2. 6. NBR 10898 – Sistema de Iluminação de emergência. 5 PROCEDIMENTOS 5.3 Instalação Para todas as classes de produtos perigosos devem ser previstas guaritas externas à edificação em área mais afastada junto ao perímetro externo. conforme 1. será analisado cada caso específico.1 O funcionamento das edificações com áreas reservadas para manipulação. NBR 14095 .Norma Regulamentadora nº 23 – Ministério do Trabalho – Proteção contra incêndios. 4ª edição. com Equipamentos de Proteção Individual (EPI).1. . NBR 7500 – Identificação para o transporte terrestre. Norma Regulamentadora nº 26 – Ministério do Trabalho – Sinalização de segurança. Neste caso os produtos deverão ser armazenados em locais diferentes ou a distâncias seguras. de fácil acesso.619 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Incompatibilidade química. NBR 14.03 – Proteção contra incêndio em Usinas Nucleoelétricas.04 – Licenciamento de instalações CNEN-NN 6.04 – Funcionamento de serviços de radiografia Industrial.02 – Licenciamento de Instalações CNEN-NN 2.Ficha de Emergência e envelope para o transporte terrestre de Produtos Perigosos – Características. NBR 9734 – Conjunto de Equipamentos para avaliação de emergência e fuga no transporte rodoviário de produtos perigosos.03 e CNEN-NE 2. Deve haver a construção de canaletas de coleta e contenção em número suficiente para garantir o abandono das pessoas e a intervenção das guarnições do Corpo de Bombeiros. dimensões e preenchimento. movimentação e armazenamento de produtos. NBR 9735 – Conjunto de Equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos.2 Para o armazenamento de produtos perigosos devese observar o contido no anexo A (Tabela de incompatibilidade entre produtos).2 Distância internas Deve ser mantida uma distância mínima entre as áreas com a presença de produtos perigosos de pelo menos quatro metros das demais edificações. National Fire Protection Association. manuseio. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica.2. FUNDACENTRO (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho) . NBR 14064 – Atendimento a emergência no transporte terrestre de produtos perigosos. NBR 7195 – Cores de segurança. NBR 6493 – Emprego de cores para identificação de tubulações. após o Processo de Proteção Contra Incêndio ter sido aprovado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais. 1994. CNEN-NE nucleares.2. 5. NFPA 801 .Ministério do Trabalho . NBR 10004 – Resíduos Sólidos – Classificação.Área de estacionamento para veículo rodoviário de transporte de produtos perigosos.04 – Proteção contra incêndio em instalações nucleares do ciclo do combustível. 1998 edition. 5.Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas. NBR 5413 – Iluminância de Interiores. tais como baias e bacias de contenção. CNEN-NE radiativas. estoque e movimentação interna de produtos perigosos fica condicionado à autorização e fiscalização dos órgãos competentes para expedição do alvará de funcionamento. Fire Protection for Facilities Handling Radioativite Materials.1 A canaleta de coleta e contenção deve ser executada de forma a não permitir a mistura de produtos incompatíveis. NBR 7501 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Terminologia. National Fire Protection Association. 5.1 Características Gerais 5. CNEN-NE 2. NBR 12710 – Proteção contra incêndio por extintores no transporte de produtos perigosos. 5. a utilização de dispositivos que impeçam que um produto entre em contato com outro. NBR 7503 .

além das exigências específicas das normas do CNEN. 5. conduzem a um tanque de contenção. inclusive quando for acionada a iluminação de emergência. b) capacetes de boa resistência. 5. acrescidas no programa de treinamento de brigada de combate a incêndio. c) máscara panorâmica com filtro para o produto ou polivalente ou EPR. 5.5. 5.04. 5.classificação e utilização previstas na NBR 9734 para atuação em caso de emergência. As canaletas de drenagem devem ser revestidas com material impermeável. 5. levando-se em consideração as taxas de aplicação de espuma especifica para o produto. 5. e) botas para uso em produtos perigosos.02 e CNEN-NN 6. Os EPI deverão ser certificados com fé pública por órgão de certificação nacional. Nota.3 Os locais que armazenem no mínimo 250 kg de gases infectantes. de acordo com a IT 23.5 Condições específicas para gases perigosos 5. 5.1 Nas edificações que recebem caminhões-tanque ou contêineres-tanque em seus pátios internos devem ser previstos pelo menos uma vaga para estacionamento de veículo com vazamento para controle e contenção do produto transportado.4 Os locais de armazenamento classificados. de acordo com o tipo de proteção exigido. . com inclinação para o tanque de contenção de modo a permitir um rápido escoamento do líquido ou das águas residuais de combate a incêndio ou rescaldo. comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP). 5. conforme previsto na NBR 14095.1 A ocupação com a presença de produtos perigosos em estado líquido deve ser contornada por uma canaleta de contenção. d) estar afastado. da chuva e da umidade. a mistura só pode ser retirada do tanque por meio de bomba a ar comprimido.8 Iluminação O sistema elétrico deve ser todo blindado e garantir uma boa visibilidade em toda a área. devem estar afastados no mínimo 150 metros de locais de reunião de público. desde que tenham riscos primário ou subsidiário de inflamabilidade.4. no mínimo.7 Sistema de contenção e drenagem 5.2 A classificação de áreas de armazenagem obedecem ao mesmo critério da IT 23.2 No caso de acúmulo de líquido. 5.2 Na solicitação de vistoria para emissão do AVCB. caso haja incompatibilidade entre os mesmos.04. interligadas entre si. conforme casos mais extremos. 5.6.5 Em todas as classes de instalações fixas de gases deve-se adotar o painel de segurança e rótulo de risco. caixas de gordura e de esgotos. tóxicos e corrosivos com limite de tolerância abaixo de 500 mg/kg. 5. no caso de gases infectantes.5.6 Instalações nucleares ou radiativas 5.4 Área identificada A área da edificação que contenha Produtos Perigosos deve ser restrita de tal forma que impeça o acesso de pessoas não autorizadas.7. especificados por meio da NBR 7500. compatível com os produtos. que.4 A canaleta deve receber grade. Além de indicação do tipo de EPI mais adequado.7. 6.Manipulação. bem como de galerias subterrâneas e similares.2 m de largura por 0.7. 5382 e 10898 ).5.Acesso de viaturas na edificação e área de risco. de acordo com as normas CNENNE 1. 5. antiexplosão e corrosão.5. O conjunto EPI consiste em: a) luvas para produtos perigosos em cano longo. em caso de incêndio ou contaminação que os riscos se propaguem para outra edificação e/ou áreas de risco. evitando. com o mínimo de 06 horas/aula teóricas e práticas sobre produtos perigosos.15 m de profundidade. hospitais e habitações unifamiliares. de forma a impedir que o produto contido escoe para outras canaletas. b) estar o recipiente protegido do sol. tóxicos ou corrosivos devem ser observados os seguintes requisitos: a) possuir ventilação natural. de 1. Armazenamento. B ou C).5 A bacia de contenção deve possuir um volume que possa abrigar o líquido e o agente extintor durante 30 minutos de combate ao sinistro.7.1 A brigada de incêndio deve também ser treinada nas primeiras ações emergenciais envolvendo produtos perigosos. 5. de forma a impedir o assoreamento e resistir à passagem de veículos em harmonia com a IT 04 .3. 5. privilegiando-se os locais de guarda dos equipamentos de proteção individual.1 As classes de armazenagem de gases perigosos devem possuir as mesmas proteções ativa e passiva determinadas pela IT 23 .5.6. no mínimo 20 metros. quando possuírem peso específico maior que “1”. deverá haver as fichas de emergências (NBR 7503) dos produtos manipulados na edificação. com as dimensões mínimas de 0. materiais de controle de vazamentos e rotas de fuga ( NBR 5413. 5. c) estar o recipiente afastado de outros gases envasados. e compatível com o produto a ser bombeado. demonstrado em planílha de cálculos.5 m de ralos.7. deverá ser apresentado a autorização de funcionamento expedida pelo CNEN. com alto grau de risco de contaminação de pele e respiratória.9 Equipamentos de proteção individual (EPI) O número de conjuntos EPI deve ser igual ao número de pessoas habilitadas e credenciadas a lidar com os produtos. para melhor segurança dos usuários. 5. O fabricante dos produtos perigosos deverá indicar o tecido e/ou o material do EPI compatível com os produtos. d) roupas para ações de controle de vazamentos (nível A.1 Estas instalações devem obedecer ao Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais no que couber.3 A canaleta de contenção deve ser construída em nível com caixa sifonada. tendo como base o currículo do curso constante no Anexo B. escolas.

como por exemplo. c) saída de emergência bem localizada e sinalizada. b) os armários devem ser confeccionados em materiais não combustíveis. c) indicar o número de trabalhadores expostos aos riscos. . de 29dez94 do Ministério do Trabalho. 5. 6. d) o laboratório deve possuir um sistema de identificação das substâncias armazenadas.4 É vedado a presença de animais.10 Sinalização Além da sinalização de paredes e pilares para a fácil localização dos sistemas ativo e passivo de prevenção e combate a incêndios. portanto deve ser: a) somente para quantidades limitadas. salvo se houver compatibilidade entre os produtos. e c) deve-se observar a compatibilidade dos gases a serem armazenados no mesmo local.Deve-se observar o contido na NBR 9734 para a seleção de EPI a ser utilizado em caso de acidentes conforme cada tipo de produto envolvido. com portas em vidro para possibilitar a visão de seu conteúdo. c) refrigeração ambiental caso a temperatura ambiente ultrapasse a 38 ºC. 6. b) identificar com círculos coloridos os riscos físicos. 6. d) anexar ao PPI os nomes técnicos e comerciais dos produtos perigosos. alimentos e medicamentos de consumo humano e animal junto com produtos perigosos. ao nível do teto para retirada de vapores leves e ao nível do solo para retirada dos vapores mais pesados. deverão ser observadas as características daquele que oferecer maior risco. d) sistema de exaustão. b) possuir janelas na parede voltada para o exterior. sob a orientação do Comandante da Unidade e/ou Fração de Bombeiros responsável pela área da edificação. e f) iluminação feita com lâmpadas à prova de explosão. além de porta para o acesso do Corpo de Bombeiros de houver necessidade. e) refrigeração ambiental caso a temperatura ambiente ultrapasse a 38 ºC. EXIGÊNCIAS COMPLEMENTARES 6.2 Os cilindros de gases devem ser armazenados em locais específicos: a) área coberta e bem ventilada. um sistema de fichas contendo informações a respeito da natureza das substâncias. incompatibilidade química. com seus respectivos ensaios de manuseio. com suas respectivas Fichas de Emergência (NBR 7503) e seu local de armazenamento e estoque. contemplando: a) identificação dos riscos existentes conforme mapa de riscos físicos.1 O armazenamento de produtos perigosos deve ocorrer em local com características de segurança específicas tais como: a) construído com pelo menos uma de suas paredes voltadas para o exterior da edificação. químicos e biológicos expressos na Portaria nº 25. conforme IT 11.3 O armazenamento de produtos químicos em laboratório só é permitido em pequenas quantidades. b) na posição vertical e amarrados com corrente. 6. conforme o capítulo 8. e) seguir as orientações sobre sinalização e rotulagem de embalagens externas e internas para acondicionamento de produtos. dentre outras. volume. da Portaria 204 do Ministério dos Transportes. e f) pintar todas tubulações externas na edificação de acordo com o produto na qual ela é utilizada (NBR6493). químicos e biológicos de acordo com sua grandeza. e o tempo de evasão da edificação. o gerente de logística de produtos perigosos deve reunir todas as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação. Em caso de se ter mais de um produto armazenado ou manipulado no local. para serem expressas em um Plano de Intervenção de Incêndio.

óleos ou qualquer matéria orgânica. prata. Acetileno. Ácido acético. matéria combustível. metais alcalinos terrosos seus hidretos e óxidos. amônia. anilina. ácido nítrico. metais em pó. Álcalis e ácido nítrico. papel. peróxido de hidrogênio. I2. ácido nítrico. ácido cianídrico. hidrazina. flúor. bromo. butadieno. (anidra ou aquosa). Bromo. permanganatos e peróxidos. Umidade (no ar ou água). éter de petróleo. sais de mercúrio prata. ácido iodídrico. Bromo. iodo. bismuto e suas ligas. graxas. anilina óxido Cr(IV). metais finamente divididos. carbonetos. glicerina. Álcoois e outras substâncias orgânicas oxidáveis. Amônia. Ácido Acético Ácido Cianídrico Ácido Crômico [Cr (VI)] Ácido Fluorídrico Ácido Fórmico Ácido Nítrico (concentrado) Ácido Nítrico Ácido Oxálico Ácido Perclórico Ácido Pícrico Ácido Sulfídrico Água Alumínio e suas ligas (principalmente em pó) Amônia Amônio Nitrato Anilina Bismuto e suas ligas Bromo Carbeto de Cálcio ou de Sódio . metais em pó. Ácido perclórico. substâncias orgânicas ou combustíveis finamente divididos. cloro. cobre. madeira. cloratos. agentes redutores. permanganatos e peroxídos. cloratos. compostos clorados nitratos. fósforo e etilfeno. Soluções ácidas ou alcalinas. Ácido nítrico.ANEXO A Tabela de incompatibilidade entre produtos Substâncias Acetileno Acetona Incompatível com Cloro. peróxidios. Anidrido acético. cloro. magnésio e outros metais. hidrogênio. gás cianídrico. etc. ácido nítrico e ácido sulfúrico. álcoois. nitrometano e agentes oxidantes. percloratos e permanganatos de potássio. Ácido nítrico fumegante ou ácidos oxidantes. carbetos de sódio e terebentina. ácido fluorídrico. naftaleno. pentóxido de fósforo. óxido de cromo IV. líquido e gases inflamáveis. ácido crômico. ácido acético. oxicloreto de fósforo. Ácidos. Etileno glicol. ácido acético. mercúrio e prata. peróxido de bário. Hg. líquidos e gases combustíveis. anilina. ácido fluorídrico. Cloreto de acetilo. ácido sulfúrico e trióxido de enxofre. pentacloreto de fósforo. butano e outros gases de petróleo. mercúrio. clorato de potássio. hipoclorito de Ca. Cl. ácido perclórico. compostos contendo hidroxilas. agentes oxidantes. persulfato de amônio e água. substâncias nitráveis. Metais em pó. álcoois. Ácido acético glacial. ácido crômico. Br2 HF. anidrido acético. perclorato de potássio. hipoclorito de cálcio. Amônia aquecida com óxidos ou sais de metais pesados e fricção com agentes oxidantes. agentes oxidantes. Prata. líquidos.

ácido crômico. amônia. Flúor. substâncias orgânicas oxidáveis ou combustíveis. Acetileno. benzeno. óxidos ou oxalatos de metais pesados (nitratos. (especialmente solventes orgânicos). papel. ácido oxálico. Acetileno. peróxido de hidrogênio. de Ácidos ou seus vapores. percloratos. nitritos Hg (IV) nitratos. Ácidos. Ácido acético. Ácidos. agentes oxidante. Amônia ou carvão ativo. Ar (oxigênio) ou qualquer matéria oxidante. dióxido de carbono. Nitrato de amônio. metais em pó.Carvão Ativo Cianetos Cloratos e Percloratos Cloratos Potássio ou Percloratos Hipoclorito de cálcio. ácido nítrico com etanol. butano. metano e fosfina. cloro. fósforo e enxofre. ácidos. glicerina. terebentina. Ácidos ou matéria orgânica. Cloratos e percloratos. substâncias combustíveis. metais em pó. naftaleno. amônia. açúcar e sulfetos. de fósforo. peróxido de hidrogênio. matéria oxidável. amônia. Maioria das substâncias (armazenar separado). sais de amônio. Amônia. bismuto. peróxidos fosfatos e sulfatos). álcoois. . sais de amônio. butadieno. peróxido de sódio. Ar. umidade no ar e água.fósforo. matéria combustível. halogênios. acetonas. metais alcalinos. Ácidos. Cloratos de Sódio Cloreto de Zinco Cloro Cobre Cromo IV Óxido Dióxido de Cloro Flúor Enxofre Fósforo Fósforo Branco Fósforo vermelho Hidreto de Lítio e Alumínio Hidrocarbonetos (benzeno. Matéria oxidante. ferro. enxofre. anidrido acético. cianetos. (anidra ou aquosa) e hidrogênio. etc) Hidrogênio Peróxido Hidroperóxido de Cumeno Hipoclorito de Cálcio Iodo Líquidos inflamáveis Lítio Magnésio (principal/em pó) Mercúrio Cobre. gasolina. peróxido de hidrogênio. hidrogênio. bromo. alumínio. acetato de etila e água. líquidos combustíveis. sulfeto de hidrogênio. oxidantes. nitratos e ácido nítrico. propano. álcool pentóxido. ácido nítrico. butano e outros gases de petróleo. Ácidos e álcalis. acetileno. madeira. carboneto de sódio e terebentina. cloratos. metais em pó. enxofre. cromo. Carbonatos. Acetileno. Acetona. peróxido de sódio. Ácidos (minerais ou orgânicos). Qualquer matéria oxidante. hidrocarbonetos cloráveis.

nitratos de amônio ou outros sais de amônio. Compostos orgânicos combustíveis. Na) Nitrato Dióxido de carbono. cobre. compostos orgânicos. pralogenados. Compostos orgânicos. metais em pó. óleos. acetona. compostos orgânicos combustíveis finamente divididos. água. halogênios. hidrogênio. acetato de sódio. ésteres. chumbo. cloreto estagnoso. ácido nítrico com etanol. peróxidos. álcoois benzaldeído. etilenoglicol. glicerina. Ácidos. Mg. Enxofre. Peróxidos Peróxidos (orgânicos) Peróxido de Bário Peróxido de Hidrogênio 3% Metais pesados. Acetileno. Li. fósforo. matéria oxidável e água. Crômio. cloratos. glicerina. bicarbonato de sódio e água. Cianeto de sódio ou potássio. substâncias oxidáveis. furfural. ferro. cloratos e nitratos. acetato de etila e outras substâncias oxidáveis. amoníaco. carvão ativado. ácido sulfúrico. ácido oxálico e tartárico. Permanganato ou Persulfato Permanganato de Potássio Benzaldeído. Ce. metanol. Álcoois inorgânicos. com a maioria dos metais ou seus sais. Compostos de amônio. Ar (unidade e/ou oxigênio) ou água. substância orgânica. dissulfeto de carbono. ácido clorídrico. graxas. compostos de amônia. água e zinco em pó. Matéria combustível. Ácido (mineral ou orgânico). substâncias oxidáveis. Peróxido de Sódio Potássio Prata Zinco em pó Zircônio (principal/em pó) .Metais Alcalinos e Alcalinos Terrosos (Ca. cloretos. Nitrato de amônio Nitrito Nitrito de Sódio Nitro-parafinas Óxido de Mercúrio Oxigênio (líquido enriquecido com O2) Pentóxido de Fósforo ou ar Gases inflamáveis. acetato de etila. dimetilformamida. Materiais combustíveis. metais em pó. hidrocarbonetos clorados e Água. enxofre. K. piridina. Ácido acético glacial. materiais oxidantes tais como ácidos. anidrido acético. nitratos metálicos. acetileno. tetracloreto de carbono. etileno glicol. enxofre e zinco. líquidos ou sólidos como acetona. Tetracloreto de carbono e outros carbetos. etanol. metais alcalinos. Perclorato de Amônio. Ácidos ou água. aminas. álcoois. hidrazina. fósforo.

2 Rotas de exposição 2.1 Equipamentos de proteção respiratória 3.3 Fichas de Emergências 1. IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS PRODUTOS PERIGOSOS 1. AÇÕES EMERGENCIAIS 4.2 Roupas de proteção 3.3 Efeitos das substâncias no organismo 3.1 Identificação 4. TOXICOLOGIA 2.Programa de Matérias 1.4 Manual da ABIQUIM 2.3 Níveis de proteção 4.4 Contenção 4.5 Descontaminação .2 Painéis de segurança