DECRETO Nº 44270, 31 DE MARÇO DE 2006

Regulamenta a Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001, que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de atribuição que lhe confere o inciso VII do art. 90, da Constituição do Estado, e tendo em vista a Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001,

DECRETA:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º Este Decreto contém o regulamento de segurança contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Parágrafo único. Incumbe ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais - CBMMG, as ações de que trata este Decreto. Art. 2º As exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco devem ser cumpridas visando atender aos seguintes objetivos: I - proporcionar condições de segurança contra incêndio e pânico aos ocupantes das edificações e áreas de risco, possibilitando o abandono seguro e evitando perdas de vida; II - minimizar os riscos de eventual propagação do fogo para edificações e áreas adjacentes, reduzindo danos ao meio ambiente e patrimônio; III - proporcionar meios de controle e extinção do incêndio e pânico; IV - dar condições de acesso para as operações do Corpo de Bombeiros Militar; e V - garantir as intervenções de socorros de urgência.

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CAPÍTULO II DAS DEFINIÇÕES

Art. 3º Para efeito deste Decreto aplicam-se as definições a seguir descritas: I - altura ascendente ou altura do subsolo da edificação: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga, sob a projeção do paramento externo da parede da edificação, ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo); II - altura da edificação ou altura descendente: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (nível térreo, 2º piso, ou pilotis, desde que haja acesso dos usuários ao exterior da edificação), sob a projeção do paramento externo da parede da edificação, ao piso do último pavimento, excluindo o ático, casa de máquinas, barriletes, reservatórios d’água, pavimento superior da cobertura (duplex), e assemelhados; III - ampliação: é o aumento da área construída da edificação; IV - análise: é o ato formal de verificação das exigências das medidas de proteção contra incêndio das edificações e áreas de risco no processo de segurança contra incêndio; V - andar ou pavimento: é o volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos, ou entre o nível do piso e o nível imediatamente superior; VI - área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação; VII - área do pavimento: é a área em metro quadrado, calculada a partir das paredes externas; VIII - área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação; IX - área protegida: é a área dotada de medidas ativa e passivo para proteção contra incêndio e pânico; X - área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação; XI - área edificada: entende-se por área edificada toda a área que possuir piso e teto construídos, pertencentes ao imóvel; XII - área imprópria ao uso: são áreas que por sua característica geológica ou topográfica impossibilitam a sua exploração. Exemplificam esta definição os taludes em aclive acentuado, barrancos em pedra, lagos mesmo os artificiais, riachos e poços, dentre outros; XIII - área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais, podendo ser edificada ou aberta, sobre piso, com ou sem acabamento ou em terreno natural, esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada, conforme o caso;

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XIV - área de risco: área onde haja possibilidade da ocorrência de um sinistro; XV - área utilizável: é toda aquela que de alguma forma pode ser utilizável para manobra de veículos, ações de carga e descarga, movimentação de pessoas e/ou materiais sem parte edificada. Excetuam-se destas as áreas destinadas a jardinagem, passeios públicos e áreas impróprias ao uso; XVI - ático: parte do volume superior de uma edificação, destinada a abrigar máquinas e equipamentos, casa de máquinas de elevadores, placas e equipamentos de aquecimento solar, aquecedores de água a gás ou elétricos localizados na cobertura do edifício, caixas de água e circulação vertical; XVII - auto de vistoria do Corpo de Bombeiros - AVCB: documento emitido pelo CBMMG, certificando que a edificação possui as condições de segurança contra incêndio e pânico, previstas na legislação, estabelecendo um período de revalidação; XVIII - carga de incêndio: é a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço, inclusive o revestimento das paredes, divisórias, pisos e tetos; XIX - compartimentação: é a característica construtiva, concebida pelo arquiteto ou engenheiro, na qual se tem a divisão em nível (cômodos) ou vão vertical (pé direito), cujas características básicas são a vedação térmica e a estanqueidade à fumaça, em que o elemento construtivo estrutural e de vedação possui resistência mecânica à variação térmica no tempo requerido de resistência ao fogo - TRRF, determinado pela norma correspondente, impedindo a passagem de calor ou fumaça, conferida à edificação em relação às suas divisões internas; XX - corpo técnico: é um grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG, legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico, tendo como objetivos propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP), analisar, avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas neste Decreto; XXI - edificação: é a área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação, equipamento ou material; XXII - edificação térrea: é a edificação de um pavimento, podendo possuir mezaninos, sobrelojas e jiraus; XXIII - emergência: é a situação crítica e fortuita que representa perigo à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio, decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional;

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XXIV - Instrução Técnica: é o documento elaborado pelo Corpo de Bombeiros Militar com objetivo de normalizar medidas e procedimentos de segurança, prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco; XXV - incêndio: é o fogo sem controle; XXVI - isolamento de risco: é a característica construtiva, concebida pelo arquiteto ou engenheiro, na qual se tem a separação física de uma edificação em relação às demais circunvizinhas, cuja característica básica é a impossibilidade técnica de uma edificação ser atingida pelo calor irradiado, conduzido ou propagado pela convecção de massas gasosas aquecidas, emanadas de outra atingida por incêndio; XXVII - mezanino: é o pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares, sendo considerado andar o mezanino que possuir área superior a metade da área do andar subdividido; XXVIII - mudança de ocupação: consiste na alteração de uso da edificação que motive a mudança de classificação na Tabela 1 do Anexo deste Decreto; XXIX - medidas de proteção contra incêndio e pânico: é o conjunto de ações e dispositivos a serem instalados nas edificações e áreas de risco necessários a evitar o surgimento de incêndio e pânico, limitar sua propagação, possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à incolumidade das pessoas, ao meio ambiente e ao patrimônio; XXX - megajoule - MJ: é a medida de capacidade calorífica dos corpos e materiais, estabelecida pelo Sistema Internacional de Unidades - SI; XXXI - nível: é a parte da edificação não contida em um mesmo plano; XXXII - nível de descarga: é o nível no qual uma porta externa conduz ao exterior; XXXIII - nível de segurança: é o enquadramento dado ao nível potencial de risco que a edificação oferece em sua utilização prevista, conforme concebida pelo arquiteto ou engenheiro; XXXIV - ocupação: é a atividade ou uso da edificação; XXXV - ocupação mista: é a edificação que abriga mais de um tipo de ocupação; XXXVI - ocupação predominante: é a atividade ou uso principal exercido na edificação, levando-se em consideração o risco de ativação das estruturas ou o potencial danoso aos usuários; XXXVII - pânico: susto ou pavor que, repentino, provoca nas pessoas reação desordenada, individual ou coletiva, de propagação rápida; XXXVIII - pavimento: está compreendido entre o plano de piso e o plano do teto imediatamente acima do piso de referência;

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XXXIX - perícia técnica: consiste no levantamento e apuração efetuado

por

profissional do CBMMG, legalmente habilitado, para emissão de parecer técnico quanto aos sinistros e exigências de proteção contra incêndio e pânico nas edificações, mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem, bem como das causas do desenvolvimento e conseqüências dos incêndios, através do exame técnico das edificações, materiais e equipamentos, no local ou em laboratório especializado, apontando as causas que o motivaram; XL - piso: superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito; XLI - prevenção contra incêndio e pânico: conjunto de ações e medidas que visam a orientação das pessoas, objetivando diminuir a possibilidade da ocorrência de um princípio de incêndio e pânico, e estabelecer o comportamento a ser adotado frente à emergência; XLII - procedimento sumário: constitui-se na ação de análise e vistoria do CBMMG em edificações de uso coletivo, com área de até 750 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados) regulado por meio de Instrução Técnica, em conformidade com o disposto no § 10 do art. 5º; XLIII - processo se segurança contra incêndio e pânico - PSCIP: é a documentação que contém os elementos formais das medidas de proteção contra incêndio e pânico de uma edificação ou área de risco que deve ser apresentada no CBMMG para avaliação em análise técnica; XLIV - reforma: alteração na edificação e áreas de risco sem aumento de área construída; XLV - responsável técnico: profissional legalmente habilitado perante o órgão de fiscalização profissional, para elaboração ou execução das atividades relacionadas com a segurança contra incêndio e pânico; XLVI - risco: é o acontecimento possível, futuro e incerto, seja quanto a sua realização, seja quanto à época em que poderá ocorrer, independente da vontade humana ou não e de cuja ocorrência decorrem prejuízos de qualquer natureza; XLVII - risco isolado: é o risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados, suficientes para evitar a propagação de incêndio de um para o outro; XLVIII - risco predominante: é a atividade principal exercida na edificação, que também pode ser definido como o risco principal na edificação, ou o que predomina sobre os demais, ou ainda o maior nível de risco, desde que na ocorrência de um sinistro ele contribua de alguma forma para o agravamento da situação de forma significativa e em termos proporcionais; XLIX – risco iminente: É a constatação de situação atual e iminente de exposição ao perigo e a probabilidade de ocorrência de um sinistro que deve ser fundamentada pelo Bombeiro Militar durante a realização de vistoria levando-se em consideração a exposição ao perigo potencial e as medidas de proteção adotadas no local;

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L - saída ou rota de fuga: caminho contínuo apresentando-se por portas, acessos, corredores, halls, escadas, rampas, ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelo usuário, para acesso e descarga; LI - saída de emergência: caminho contínuo, devidamente protegido e sinalizado, proporcionado por portas, corredores, halls, passagens externas, balcões, vestíbulos, escadas, rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelos usuários em caso de um incêndio e pânico, que conduzam os usuários de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço aberto, protegido do incêndio ou pânico, em comunicação com o logradouro; LII - segurança contra incêndio e pânico: é o conjunto de ações e recursos internos e externos à edificação ou área de risco que permitem controlar a situação de incêndio e pânico e remoção das pessoas do local de sinistro em segurança; LIII - serviço de segurança contra incêndio e pânico: compreende a Diretoria de Atividades Técnicas, Batalhões, Companhias e Pelotões do CBMMG que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco, observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas neste Decreto; LIV - sistema de prevenção contra incêndio e pânico: sistema constituído de equipamentos, materiais e conjuntos que atuam na proteção da vida e das edificações; LV - sistema preventivo eficaz automático: entende-se por todo equipamento que não dependa da ação humana para entrar em funcionamento e que debele o incêndio ainda no início, permitindo o menor dano possível ao patrimônio e preservando a vida humana; LVI - sistema preventivo eficiente: entende-se pelo conjunto de equipamentos, cujo funcionamento dependa da ação humana para funcionar e possua carga extintora de comprovada eficiência; LVII - vistoria: é o ato de certificar o cumprimento das exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco por meio de exame no local.

CAPÍTULO III DA COMPETÊNCIA DO CBMMG

Art. 4º Ao CBMMG cabe estudar, pesquisar, analisar, planejar, vistoriar, periciar, fiscalizar, aplicar sanções administrativas, dispor sobre as medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco e demais ações previstas neste Decreto. Art. 5º As exigências constantes das tabelas de medidas de prevenção contra incêndio e pânico previstas no Anexo deste Decreto aplicam-se às edificações e áreas de risco por ocasião:

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I - da construção ou modificações que comprometam a eficiência dos meios preventivo contra incêndio e pânico; II - da mudança da ocupação ou uso, ou ainda ampliações de área construída e; III - a todas as edificações e áreas de risco existentes ou que surjam a partir da publicação deste Decreto. § 1º As exigências para edificações existentes, que não possuam Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico – PSCIP, aprovado até a data da publicação deste Decreto, são as constantes das Tabelas 8 e 8A. § 2º Os sistemas de proteção instalados em edificação, com base na legislação municipal da época, terão validade para definição de qualquer exigência relativa à proteção contra incêndio. § 3º As edificações projetadas ou em construção, cujo PSCIP tenha sido aprovado pelo CBMMG, até a data da publicação deste Decreto, terão garantidos os direitos de acordo com a legislação anterior, inclusive a emissão do AVCB. § 4º As edificações existentes, cujos PSCIP foram aprovados e liberados pelo CBMMG, sofrerão vistorias permanentes, observada a legislação vigente à época de sua aprovação inicial. § 5º Não se aplicam as exigências deste Decreto às edificações residenciais unifamiliares, exceto àquelas que compõem um conjunto arquitetônico formado pelo menos por uma edificação tombada pelo patrimônio histórico e edificações vizinhas, estas ainda que não tombadas, de tal modo que o efeito do incêndio gerado em uma delas possa atingir as outras. § 6º As medidas de proteção contra incêndio e pânico em edificações históricas deverão ser especificadas através de Instrução Técnica. § 7º As edificações contendo ocupações mistas são consideradas conforme os seguintes critérios: I - os parâmetros correspondentes à ocupação que apresentar exigências mais rigorosas, caso não haja compartimentação garantindo a separação destas ocupações; e II - os parâmetros correspondentes às exigências a cada uma das ocupações, caso haja compartimentação, garantindo a separação entre elas. III – Não é considerada ocupação mista o conjunto de atividades, onde predomina uma atividade principal que possua atividades secundarias fundamental para a concretização da primeira. § 8º As edificações e áreas de risco que não tenham sua ocupação ou seu uso definido são consideradas como indefinidas e submetem-se às exigências específicas do corpo técnico, devendo ser classificadas no maior risco possível para a edificação.

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§ 9º Na ausência de normas ou omissão de regras gerais e específicas ou quando da impossibilidade técnica do cumprimento de qualquer das exigências contidas neste Decreto, os casos especiais serão analisados por corpo técnico, admitindo-se adotar literaturas internacionais científicas consagradas, desde que atendam aos objetivos propostos. § 10. A edificação de uso coletivo, com área de até 750,00 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados), poderá atender aos requisitos para o procedimento sumário, a ser regulado por Instrução Técnica.

CAPÍTULO IV DO SERVIÇO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO

Art. 6º É de responsabilidade do CBMMG, por intermédio do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico: I - credenciar seus oficiais e praças por meio de cursos e treinamentos, ministrados por profissionais legalmente capacitados, para desenvolvimento das atividades de verificação da conformidade das medidas de prevenção contra incêndio e pânico; II - analisar o processo de segurança contra incêndio e pânico; III - realizar a vistoria nas edificações e áreas de risco por intermédio de profissionais credenciados; IV - expedir o respectivo AVCB; V - cassar o AVCB ou o ato de aprovação do processo, no caso apuração de irregularidade; e VI – realizar pesquisas no campo da prevenção, do combate ao incêndio e ao pânico, por intermédio profissionais legalmente habilitados. Parágrafo único. É da competência do Comandante-Geral do CBMMG a homologação, por meio de portarias, das Instruções Técnicas expedidas pelo Diretor de Atividades Técnicas.

CAPÍTULO V DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS

Seção I Da Tramitação

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Art. 7º O processo será iniciado com o protocolo de requerimento, devidamente instruído com o projeto técnico que deve conter plantas, especificações das medidas de segurança contra incêndio e pânico e demais documentos necessários à demonstração do atendimento das disposições técnicas contidas na forma deste Decreto e respectivas Instruções Técnicas. § 1º O CBMMG, por intermédio do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico, deverá manter disponível ao proprietário ou responsável técnico interessado as informações sobre o andamento do processo. § 2º O proprietário ou o responsável técnico da edificação poderá solicitar informações sobre o andamento do processo ou do pedido de vistoria ao Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico do CBMMG, que deverá se pronunciar no prazo de até dois dias úteis. § 3º As medidas de segurança contra incêndio e pânico submetidas à aprovação do CBMMG devem ser projetadas e executadas por profissionais ou empresas habilitadas pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura - CREA-MG.

Seção II Da Análise do Processo

Art. 8º A análise do processo de segurança contra incêndio e pânico é de competência da Diretoria de Atividades Técnicas, Batalhões, Companhias e Pelotões do CBMMG, que terão prazo de quinze dias úteis para este fim. § 1º O processo será objeto de análise por oficial ou praça (Sub Ten e Sargento) credenciado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. § 2º Atendidas as disposições contidas neste Decreto, o processo será deferido. § 3º O indeferimento do processo deverá ser motivado com base na inobservância das disposições contidas neste Decreto e respectivas Instruções Técnicas, devendo a documentação ser devolvida ao interessado, com a capitulação que caracterizou as irregularidades, para as devidas correções. § 4º Após as correções, o interessado apresentará o processo para nova análise e o CBMMG terá o prazo de quinze dias úteis para pronunciar-se a respeito. § 5º O processo será aprovado desde que regularizado ou sanadas as notificações apontadas em análise. § 6º Nas edificações destinadas à realização de eventos diversos, o interessado deverá apresentar ao CBMMG, no prazo definido em Instrução Técnica, o PSCIP contendo as adaptações para o evento específico, mesmo que a edificação possua AVCB.

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10. § 2º O AVCB será expedido após verificado no local. constatada qualquer irregularidade nas medidas de proteção contra incêndio e pânico. não se encontrem entre aquelas relacionadas na Tabela 1 do Anexo. § 7º Apurada a continuidade do descumprimento de notificações para correções das irregularidades o AVCB será cassado mediante procedimento administrativo. o CBMMG providenciará a notificação do responsável para sanar as irregularidades. responsável pelo uso. com exceção das construções provisórias que terão prazo estabelecido em Instrução Técnica. § 8º O requerente será notificado quanto ao resultado da análise do processo. serão desprezadas para efeito de vistoria. será feita mediante solicitação do proprietário. ainda. as alterações nas edificações que não implicarem em modificação do nível de segurança e não estiverem enquadradas nos incisos I. que foram sanadas as possíveis notificações apontadas em vistoria. responsável técnico legalmente habilitado ou representante legal. Companhias e Pelotões do CBMMG realizar vistorias. nas edificações e áreas de risco. § 4º O AVCB terá validade de dois anos.§ 7º Serão objeto de análise específica pelo Corpo Técnico. II e III do art. o funcionamento e a execução das medidas de segurança contra incêndio e pânico. § 5º A critério do CBMMG. 9º A vistoria para a emissão do AVCB. É atribuição da Diretoria de Atividades Técnicas. suprindo a ação protetora daquela dispensada. 5º. que concorram para a modificação do nível de segurança. § 1º O prazo para realização da vistoria será de quinze dias úteis a contar do protocolo do pedido. Seção IV Da Vistoria nas Edificações e Áreas de Risco para fins de Fiscalização Art. Seção III Da Vistoria para fins de Emissão do AVCB Art. as edificações e áreas de risco cuja ocupação ou uso. § 3º Após a expedição do AVCB. de outras de mesma natureza que possam reduzir a condição de risco. por parte do CBMMG. 10 . de acordo com o processo aprovado em análise e. nas edificações e áreas de risco. só devendo executar as medidas de segurança contra incêndio e pânico após a sua aprovação. Batalhões. § 6º A impossibilidade técnica de execução de uma medida de proteção contra incêndio e pânico não impede a exigência. para a fiscalização de que trata este Decreto.

utilizados em edificação de uso coletivo. instalação. observando-se o critério estabelecido no § 2º. A multa deverá ser aplicada levando-se em consideração o nível de segurança constatado. 13. em relação ao uso. 11.0645 UFEMG. Art. persistindo a conduta infracional. § 5º Após a primeira multa.multa.0645 a 2. A pessoa física ou jurídica responsável pela comercialização. § 1º A advertência escrita. § 6º A pena de interdição será aplicada sempre que houver situação de nível de segurança IV e/ou risco iminente devidamente fundamentado. CAPÍTULO VI DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS Art. será aplicada multa de 80. 16. nova multa será aplicada na primeira reincidência. em forma de notificação. será aplicada na primeira vistoria. 14. de forma a permitir que o responsável tenha tempo para corrigir as irregularidades. devendo ser gradual e possuir o caráter instrutivo antes do punitivo. cujo o Valor de Referência (VR) é de 80. e III . 13 e o disposto no art. manutenção e conservação de aparelhos de prevenção contra incêndio e pânico. 12. conforme o disposto no § 2º do art.advertência escrita. § 4º Persistindo a infração. constatado o descumprimento deste Decreto ou de norma técnica regulamentar.interdição. II . As especificações técnicas do cadastro a que se refere o caput serão definidas pelo CBMMG por meio de Instrução Técnica. deverá cadastrar-se no CBMMG para o exercício dessas atividades. e assim sucessivamente. § 2º As multas deverão seguir uma sequência lógica de aplicação. 11 .Seção V Do Cadastro de Pessoas Físicas e Jurídicas Art. combinado com o art. Parágrafo único. do art. 13.401. A inobservância do disposto neste Decreto sujeita o infrator às seguintes sanções administrativas: I . os períodos previstos para a aplicação de novas multas por reincidência deverão ser de no mínimo trinta dias. § 3º Sessenta dias após a formalização da advertência escrita.9216 UFEMG (Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais).

12 . § 1º O pedido de reconsideração será dirigido à autoridade que praticou o ato e protocolado no órgão a que esta pertencer.75 x FR Cassação do AVCB Cassação do AVCB Cassação do AVCB Nível I Nível II Nível III Nível IV Nível de segurança constatado § 3º O fator de risco . a proteção à vida em primeiro plano. para incêndio e pânico.III VR x 5 x FR VR x 4 x FR VR x 5 x FR VR x 3. após as devidas notificações e advertências. Art. e havendo uma quarta reincidência a edificação terá o AVCB cassado. 14.75 x FR VR x 3. CAPÍTULO VII DA RECONSIDERAÇÃO DE ATO E DOS RECURSOS ADMINISTRATIVOS Seção I Procedimentos e Prazos do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico Art. Quando houver discordância do ato administrativo praticado pelo CBMMG. será aplicada multa.75 x FR VR x 3. A multa será dobrada na primeira reincidência e multiplicada por três na segunda. conforme o quadro abaixo: Nível de segurança aprovado ou constatado Nível . a qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes. e neste se verificar que houve incremento do fator de risco. o proprietário. o patrimônio. ainda.§ 1º A multa será aplicada levando-se em conta o risco predominante no qual se avaliará a prevalência do pânico sobre o incêndio e considerando-se.FR e níveis estão descritos na Tabela 3 e a descrição da classificação dos riscos nas Tabelas 4 e 5 do Anexo. 15.II Nível . respectivamente. § 2º Caso haja alguma variação entre o nível de segurança aprovado ou constatado em vistoria anterior e o nível de segurança na data da vistoria atual.I Nível . o responsável pelo uso ou responsável técnico poderá apresentar pedido de reconsideração do ato. repetindo-se o valor da segunda reincidência na terceira. e em segundo.

Caberá recurso ao Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG. § 4ºDo indeferimento. responsável pelo uso ou responsável técnico. § 3º. Seção II Prazo para Interposição de Recurso Art. mediante solicitação fundamentada do responsável técnico. e podendo ser consultada por qualquer cidadão interessado.CCPCIP. do ato administrativo praticado pelo CBMMG. Art. 17. 16. 15. onde o recurso tiver sido interposto. quando houver justificado motivo. Companhia ou Batalhão de Bombeiros Militar. casos fortuitos ou motivos de força maior. pelo proprietário.§ 2º Do indeferimento do pedido de reconsideração previsto no § 1º. no prazo de quinze dias a contar do conhecimento. previsto no § 3º. no caso de indeferimento do recurso previsto no parágrafo anterior. definido como período de advertência. cuja decisão deverá proferida no prazo de quinze dias úteis. Os recursos previstos no art. com comprovação da impossibilidade técnica.130 de 2001. devidamente fundamentados. caberá interposição de recurso ao Comandante de Pelotão. Parágrafo único. contados do seu recebimento. que acatando ou indeferindo o pedido indicará o período necessário para sanar as irregularidades. Somente serão aceitas solicitações de prorrogação de prazos para correção de irregularidades no projeto e na execução. 4º da Lei nº 14. O prazo de sessenta dias previsto no § 2º do art. para analisar e emitir parecer no prazo de trinta dias. CAPÍTULO VIII DOS EVENTOS PÚBLICOS 13 . que deverá convocar o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado . contados do seu recebimento. § 6º A decisão ficará à disposição dos interessados na Organização Bombeiro Militar. poderá ser prorrogado. cuja decisão caberá às autoridades previstas no § 2º art. cuja decisão deverá ser proferida dentro do prazo de quinze dias úteis. caberá recurso ao Comandante Geral do CBMMG. sendo de caráter público. § 5º Recebido o parecer da CCPCIP o Comandante-Geral decidirá em até quinze dias úteis. 15 serão interpostos. proprietário ou representante legal.

quando necessárias. 20. nas de recepção de público e nas demais onde ocorrerem tais eventos. feiras e assemelhados. 19. Em se tratando de edificações e áreas de risco já construídas é de inteira responsabilidade do proprietário ou do responsável pelo uso. e II . 12. 21.utilizar a edificação de acordo com o uso para o qual foi projetada. O proprietário do imóvel ou o responsável pelo uso obrigam-se a manter as medidas de proteção contra incêndio e pânico em condições de utilização e manutenção adequadas.Art. o fiel cumprimento do que foi projetado. e ao responsável pela obra. § 1º O disposto no caput aplica-se na realização de eventos em edificações temporárias. a qualquer título: I . sob pena de incorrer no disposto no art. mediante documentos hábeis. O proprietário.adotar as providências cabíveis para a adequação da edificação e das áreas de risco às exigências deste Decreto. deverão contar com profissional habilitado como responsável pela segurança do evento e dos sistemas preventivos existentes ou projetados. devem comprovar a titularidade ou o direito sobre a edificação e área de risco. de que trata este Decreto. 22. sendo aquele profissional o responsável técnico pela segurança e pelas instalações. objeto da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica perante o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Minas Gerais CREA-MG. 18. Art. Art. CAPÍTULO IX DOS DIREITOS E RESPONSABILIDADES DO PROPRIETÁRIO OU RESPONSÁVEL PELO USO DO IMÓVEL Art. Art. Para as edificações e áreas de risco a serem construídas caberá aos respectivos autores ou responsáveis técnicos o detalhamento técnico dos projetos e das instalações das medidas de segurança contra incêndio e pânico. CAPÍTULO X DA CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO 14 . Os eventos públicos. independentemente das responsabilidades civis e penais cabíveis. quando necessário. o responsável pelo uso ou o seu representante legal podem tratar de seus interesses perante o CBMMG e. como espetáculos. § 2º As atividades a cargo do profissional nos eventos e os procedimentos serão estabelecidas em Instrução Técnica própria.

controle de fumaça. XXI – sistema fixo de gases limpos e dióxido de carbono .alarme de incêndio.espuma.sinalização de emergência.chuveiros automáticos. XVI . II -quanto ao risco: a) quanto ao nível de segurança: de acordo com a Tabela 3 do Anexo.compartimentação horizontal. caracterizando-a como ocupação mista.hidrante ou mangotinhos. 23. Para efeito deste Decreto.Art.separação entre edificações (isolamento de risco).brigada de incêndio.controle de materiais de acabamento. XVII . II . III . XX .CO2. e c) quanto ao pânico: de acordo com a Tabela 5 do Anexo.saídas de emergência. X . XII . 24. As medidas de proteção contra incêndio e pânico das edificações e área de risco são as constantes abaixo: I .quanto à ocupação: a) de acordo com a Tabela 1 do Anexo. XI . IX .segurança estrutural nas edificações. V .acesso de viatura até a edificação. podendo conter na mesma edificação um ou mais tipos de ocupação. CAPÍTULO XI DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Art. VII . VIII .elevador de segurança.iluminação de emergência. IV . XV . b) quanto à segurança contra incêndio:de acordo com a Tabela 4 do Anexo .compartimentação vertical.resfriamento. XIV .gerenciamento de risco de incêndio e pânico. VI . as edificações e áreas de risco são assim classificadas: I .extintores. XVIII . 15 . XIX .

As edificações e áreas de risco enquadradas conforme o art. § 1º Para a execução e implantação das medidas de proteção contra incêndio e pânico. XXIII . § 2º As medidas de proteção contra incêndio e pânico devem ser projetadas e executadas objetivando a preservação da vida humana. quando: I . no mínimo.for provida de heliporto ou heliponto. § 3º Será exigido sistema de controle de fumaça para edificações com altura superior a sessenta metros. desde que comprovada a sua eficácia.plano de intervenção de incêndio. com a característica de risco baixo para pânico e incêndio. § 2º As edificações e áreas de risco deverão ainda atender à Instrução Técnica respectiva. 25. e XXIV . exceto para ocupações residenciais. evitando ou confinando o incêndio.XXII . 26.outras especificadas em IT.utilizar cobertura de sapê. as edificações e áreas de risco devem atender às exigências previstas nas Instruções Técnicas e. constante do Capítulo XI. a comprovação é que a eficácia seja. piaçava ou similares. na sua falta. 16 . evitando ou controlando o pânico. às normas técnicas da ABNT.sistema de proteção contra descargas atmosféricas . na legislação específica ou nas literaturas internacionais científicas consagradas. III . O responsável técnico poderá apresentar medidas de proteção contra incêndio e pânico diferentes das exigíveis neste Decreto. As edificações e áreas que pela sua concepção estrutural puderem ser classificadas como nível I de segurança. nas normas brasileiras da ABNT aplicáveis. Parágrafo único. e IV . Art. § 1º Cada medida de proteção contra incêndio e pânico. CAPÍTULO XII DAS EXIGÊNCIAS DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Art. poderão ser dispensadas da exigência de equipamentos de combate a incêndio. 5º devem atender às exigências de sistema preventivo de acordo com o mínimo exigível.houver comercialização ou utilização de gás liqüefeito de petróleo -GLP. conforme este Decreto. igual às também exigíveis neste Decreto. 27.houver manipulação ou armazenamento de produtos perigosos. deve obedecer os parâmetros estabelecidos na Instrução Técnica respectiva.SPDA. No caso do disposto no caput. Art. II .

IV – promover a integração entre as várias instituições que compõem o CCPCIP. c) Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte – CDL/BH. e VI – opinar sobre casos omissos ou de dúvidas na aplicação deste Decreto. e) Associação Comercial de Minas – AC-MINAS. 17 . 28. Art. O Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado será composto por onze membros da seguinte forma: I – seis representantes como membros natos: a) o Chefe do Estado Maior do CBMMG. quando for o caso. 29. determinando as normas e os procedimentos de seu funcionamento. o Secretário-Executivo. II – opinar. d) Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais – FECOMÉRCIO-MG. objetivando otimizar as ações do CBMMG que propiciem segurança à comunidade. que é seu Presidente. Bares e Restaurantes e Similares de Belo Horizonte – SINDHORB. incluindo intervenções e soluções excepcionais a eles relacionados. d) três Comandantes de Batalhões de Bombeiros Militar.CCPCIP Art. como membros convidados. b) o Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG. sendo o mais moderno. II – cinco representantes. de último grau. a que se referem os §§ 4º e 5º do art. 15. V – elaborar o seu regimento interno. III – manifestar a respeito de temas e casos relacionados à prevenção e combate a incêndio e pânico. b) Sindicato dos Hotéis.CCPCIP. indicados dentre as dez entidades e órgão abaixo relacionados: a) Conselho Regional de Engenharia. para a deliberação do Comandante-Geral do CBMMG. com as seguintes atribuições: I – discutir e apresentar sugestões quando da elaboração de Instruções Técnicas. Fica instituído o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado . mediante avaliação e emissão de parecer nos recursos administrativos. Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais – CREA/MG. órgão consultivo do CBMMG. c) um Comandante operacional de Bombeiros – COB.CAPÍTULO XIII DO CONSELHO CONSULTIVO DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DO ESTADO . submetidos à decisão do Comandante-Geral.

30. ao de qualidade.f) Sociedade Mineira de Engenheiros – SME. indicarão seus representantes titulares do Conselho e dos relacionados nas alíneas de f a j os representantes suplentes daqueles. além do voto comum. i) Câmara do Mercado Imobiliário – CMI. homologará e publicará o regimento interno aprovado pelos membros do Conselho. h) Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – FIEMG. § 3º Para o cumprimento das atribuições previstas no art. por meio de ato próprio. CAPÍTULO XIV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 18 . e II . § 1º Os titulares do órgão e das entidades. sendo válida a maioria simples de votos.o órgão e entidades que tenham representantes como suplentes indicarão seus representantes como titulares e assim sucessivamente a cada mandato. e será substituído em seus impedimentos eventuais pelo oficial superior mais antigo que compõe o Conselho. g) Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Automotivos e Lojas de Conveniência do Estado de Minas Gerais . § 6º O Comandante-Geral do CBMMG. Art. para posterior votação.MINASPETRO. não lhe cabendo qualquer remuneração. relacionados nas alíneas de a a e do inciso II. § 2º O mandato dos membros convidados do Conselho é de dois anos. O CBMMG dará o apoio logístico para o funcionamento do Conselho. § 4º O Presidente do Conselho terá direito. e j) Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais – SINDUSCON-MG. 28 as matérias submetidas aos membros do CCPCIP deverão ser instruídas e apresentadas com a devida fundamentação técnica e legal. § 5º A função de membro do Conselho é considerada de relevante interesse público. observada a seguinte regra: I – decorrido o primeiro mandato o órgão e entidades que tenham representantes como titulares indicarão seus representantes como suplentes.

33. Art. ou por intermédio da Unidade ou da fração da circunscrição onde a edificação ou área de risco estiver localizada. 32.805. propondo soluções alternativas. diretamente à Diretoria de Atividades Técnicas do CBMMG. acompanhado de Anotação de Responsabilidade Técnica – ART. 19 . que emitirá parecer para decisão do dirigente daquela Diretoria. Os casos omissos ou os especiais. 218º da Inconfidência Mineira e 185º da Independência do Brasil. não previstos neste Decreto. Fica revogado o Decreto nº 43. as quais serão analisadas pelo Corpo Técnico do CBMMG.Art. de 19 de dezembro de 2001. aos 31 de março de 2006. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. o responsável técnico deverá encaminhar laudo circunstanciado. Art. em Belo Horizonte. 31. serão analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG e submetidos à apreciação do Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais –CCPCIP. Parágrafo único. Na impossibilidade técnica de cumprimento das exigências deste Decreto. que emitirá parecer ao Comandante Geral do CBMMG. Palácio da Liberdade.

residências geriátricas. escolas maternais. jardins-de-infância. Escola em geral cursos supletivos e pré-universitários e assemelhados. A Residencial A-3 Habitação coletiva B-1 B Serviço de Hospedagem B-2 Hotel e assemelhado Hotel residencial C-1 C Comércio com baixa carga de Armarinhos. segundo e terceiro graus. de Escola especial cultura geral. conventos. de cultura estrangeira. Hotéis. escolas religiosas e assemelhados. Laboratórios de análises clínicas sem internação. motéis. Laboratório laboratórios químicos. profissional ou condução de repartições públicas. Centro de compras Centro de compras em geral (shopping centers). casas de fisioterapia e assemelhados. Escolas de primeiro. hotéis residenciais) e assemelhados. pousadas. hospedarias. artigos incêndio hospitalares e outros. ginásticas (artística. classificados em G-4) chaveiros. deficientes visuais e auditivos e assemelhados. centros negócios profissionais e assemelhados. Comércio com média e alta galerias comerciais. Comercial C-2 C-3 D-1 Escritórios administrativos ou técnicos. assistência técnica. casas de cômodos e divisão A3 com mais de 16 leitos. dança. louças. albergues. supermercados em geral. e assemelhados. pintura de letreiros e outros. carga de incêndio mercados e outros. Creches. Hotéis e assemelhados com cozinha própria nos apartamentos (incluem-se apart-hotéis. sauna. sem acompanhamento médico. magazines. Capacidade máxima de 16 leitos. reparação e Serviço de reparação (exceto os manutenção de aparelhos eletrodomésticos. 20 . Edifícios de lojas de departamentos. internatos. pensões. cabeleireiros. artigos de metal. Pensionatos. de Escolas para excepcionais. de línguas.ANEXO TABELA 1 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À OCUPAÇÃO Grupo Ocupação/Uso Divisão A-1 A-2 Descrição Habitação unifamiliar Habitação multifamiliar Exemplos Casas térreas ou assobradadas (isoladas e não isoladas) e condomínios horizontais. Escolas de artes e artesanato. Agência bancária Agências bancárias e assemelhadas. Locais de ensino e/ou práticas de artes marciais. D Serviço profissional D-2 D-3 D-4 E-1 E-2 E-3 E Educacional e cultura física E-4 E-5 E-6 Lavanderias. Centro de profissional Pré-escola Escola para deficiências portadores treinamento Escolas profissionais em geral. Edifícios de apartamento em geral. futebol e outros que não estejam incluídos em F-3). mosteiros. alojamentos. instituições Local para prestação de serviço financeiras (que não estejam incluídas em D-2). fotográficos e assemelhados. musculação e outros) Espaço para cultura física esportes coletivos (tênis.

H-3 21 . clínicas com internação. e F-7 F-8 F-9 Jardim zoológico. pista de patinação e assemelhados. Abrigos para abastecimento. estações de passageiro.F-1 Local onde há objeto de valor Museus. Recreação pública. sambódromos. show-room. transbordo em geral e assemelhados. Hospitais. Edificações permanentes objetos F-10 Exposição animais. Oficinas de veículos de manutenção e reparos. Hangares. público e sem abastecimento. Auditórios em geral. Hospitais. clubes sociais. salões de baile. Centro esportivo e de exibição. Estádios. hospitais Locais onde pessoas requerem psiquiátricos. prontos-socorros. Local para refeição. máquinas agrícolas e rodoviárias. crematórios. cemitérios. aquários. postos de saúde e puericultura e assemelhados com internação. galerias de arte. (sem recauchutagem). de estúdios de rádio e televisão e assemelhados. retificadoras de motores. aeroportos. necrotérios. Restaurantes. Todos sem celas. óperas. autódromos. ginásios e piscinas com arquibancadas. Edificações permanentes. Garagem sem acesso de Garagens automáticas. bares. Hospital veterinário. auditórios Arte cênica. borracharia Serviço de conservação. bibliotecas e assemelhados. casa de saúde. Estação e terminal de metrô. Local dotado de abastecimento Postos de abastecimento e serviço. abrigos geriátricos. aeronaves com ou sem G-4 G-5 G-6 H-1 Garagem sem acesso de Garagem de veículos de carga e coletivos. álcool. templos. e assemelhados. Teatros em geral. assemelhados. heliponto. E limitações físicas ou mentais. clínicas veterinárias (inclui-se alojamento com ou sem adestramento) H Serviço de saúde e institucional H-2 Asilos. feiras em geral e assemelhados. cinemas. capelas. com abastecimento. orfanatos. parques recreativos assemelhados. históricos. lanchonetes. público. portos. bilhares. de combustível. Clubes sociais e Diversão. sinagogas. planetários. ambulatórios e postos de atendimento de urgência. Local religioso e velório. Garagem com acesso de Garagens coletivas sem automação. tratamento de cuidados especiais por dependentes de drogas. boliche e casa de show e assemelhados. de Salões e salas de exposição de objetos e e animais. Estações rodoferroviárias e lacustre. rodeios. F-2 F-3 F-4 F Local de Reunião de Público F-5 F-6 Igrejas. mesquitas. com movimentação de cenários. Circos. Oficinas de conserto de veículos. carga e coletivos. Hospital e assemelhado. salas de funerais e assemelhados. palcos sem F-11 G-1 G-2 G-3 G Serviço automotivo E Assemelhados Auditórios. Boates. reformatórios. público e sem abastecimento. arenas em geral. refeitórios. Construção provisória. centro de documentos inestimável. cafés. cantinas e assemelhados. restaurantes dançantes.

tribunais. móveis. centrais de transmissão. metais. armazenamento e distribuição de líquidos ou gases combustíveis e inflamáveis. refinarias. esculturas de pedra. incêndio superior a 1. Depósitos com carga de incêndio até 300MJ/m2 Depósitos com carga de incêndio acima de 300 2 até 1. ceras. Depósitos de incombustível. destilarias. cartórios. Central de energia. elevadores de grãos. M Especial M-2 Edificação destinada a produção. comunicação e Central telefônica. centrais das forças armadas e policiais. Indústria de material explosivo. edificações Judiciário. suco de frutas. areias. Todos com celas. fábricas de caixas e assemelhados. máquinas). L-1 L Explosivos Comércio. unidades de Clínicas médicas. automóveis. manipulação. postos policiais e assemelhados. quartéis. armas. J-4 Todo tipo de Depósito. presídios) e instituições assemelhadas. pedras. Túnel rodoferroviário e lacustre. J-1 J-2 J Depósito J-3 Todo tipo de Depósito. H Serviço de saúde e institucional H-5 H-6 I-1 I Indústria I-2 I-3 Fabricação de explosivos. Locais com carga de materiais oxidantes. material Edificações sem processo industrial que armazenam tijolos. ambulatórios e assemelhados. atividades industriais Locais onde há alto risco de que envolvam líquidos e gases inflamáveis. artigos de metal. relógios. aparelhos de rádio e som. onde os processos não envolvem a utilização intensiva de materiais combustíveis (aço. sabão.200MJ/m Depósitos onde a carga de incêndio ultrapassa a 1. Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam baixo potencial de incêndio.200MJ/m² espuma sintética. tintas. delegacias. Legislativo e Repartição pública. borracha e assemelhados. Depósito. louças. M-3 22 . de polícia. de distribuição de energia e central de Processamentos de dados. tais como: artigos de vidro. destinados a transporte de passageiros ou cargas diversas. fotogravuras. Locais com carga de incêndio até 2 300MJ/m Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam médio potencial de incêndio. L-2 L-3 Indústria. Clínicas médicas em geral.H-4 Edificações do Executivo. tais como fábricas em geral. Comércio em geral de fogos de artifício e assemelhados. Tanques ou Parque de Tanques.200MJ/m². alimentos marcenarias. M-1 Túnel. bebidas destiladas. prisões em geral (casa de pessoas sofre restrições. ferramentas. manicômios. Depósito de material explosivo. Todos sem internação. Todo tipo de Depósito. incêndio. gesso. centros de comunicação. Atividades que manipulam materiais com médio risco de incêndio. e veterinárias. jóias. odontológicas hemodiálise. metais e outros materiais incombustíveis.200MJ/m Atividades que manipulam materiais com baixo risco de incêndio. serralheria. detenção. Locais com carga de incêndio acima de 2 300 até 1. Local onde a liberdade das reformatórios. Hospitais psiquiátricos. cimentos. instrumentos musicais. penitenciárias.

Área aberta destinada a armazenamento de containers.M-4 Especial M M-5 Propriedade em transformação.00 m 12. parque floresta. M-6 Terra selvagem. sistemas ou equipamentos de combate a incêndio.00 m TABELA 3 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO AO NÍVEL DE SEGURANÇA Nível de Segurança Risco ao Pânico Risco a Segurança Contra Incêndio/Carga Incêndio Baixo Fator de Risco (FR) 0 1 2 3 4 5 6 7 8 I Baixo Médio Alto Baixo II Médio Médio Alto Baixo III Alto Médio Alto IV Ausência de medidas de prevenção ao pânico. Floresta reserva ecológica. M-7 Pátio de Containers.00 m 30.00 m < H ≤ 30.00 m < H ≤ 54. reciclagem ou armazenamento de material recusado/descartado. TABELA 2 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES QUANTO À ALTURA Tipo I II III IV Denominação Edificação Baixa Edificação de Média Altura Edificação Mediamente Alta Edificação Alta Altura H ≤ 12. Propriedade destinada ao processamento. 23 .00 m Acima de 54. inexistentes ou sem condições de uso ou em condições precárias de uso. Processamento de lixo. Locais em construção ou demolição. onde estes se fizerem necessários.

isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio. de acordo com a norma NBR7500 da ABNT. 4 e 5 e subclasse 2. c) todas as substâncias das classes 1. quando exigido nas Tabelas 7 a 8A deste Decreto.TABELA 4 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO A SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO NA EDIFICAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Risco Descrição das condições de segurança contra incêndio Edificação ou área de risco com carga incêndio até 300MJ/m 2 e possuir compartimentação. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio.Incluem-se nesta categoria os locais destinados a armazenamento e/ou comércio de: a) explosivos e/ou fogos de artifício. etc. b) existência de sistemas preventivos eficientes que assegurem condições mínimas de segurança para a evacuação da população máxima prevista.1 da classificação de risco da Organização das Nações Unidas (ONU). Alto . este será sempre confinado ao seu ponto de origem. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio. assegurando que na possibilidade da ocorrência de incêndio. permitindo em caso de incêndio. a possibilidade de propagação deste para outras divisões e/ou níveis. b) líquidos combustíveis e inflamáveis e gases inflamáveis. 3. Neste caso é imperativo a existência dos seguintes dispositivos que permitem a evacuação dos usuários em segurança para o exterior da edificação ou área de risco: a) áreas de refúgio e/ou rotas seguras de fuga. em qualquer quantidade. quando exigido nas Tabelas 7 a 8A deste Decreto. d) edificações com carga incëndio superior a 1200MJ/m 2 24 . Edificação ou área de risco que não possui compartimentação. assegurando que na possibilidade da ocorrência de incêndio. este será sempre confinado ao seu ponto de origem. Baixo Médio 2 Edificação ou área de risco com carga incêndio acima de 300 até 1200MJ/m e possuir compartimentação.

corredor e demais ambientes de acesso ao público apresentam piso em condições escorregadias. Portas a) Abrindo no sentido de fuga. 25 . Locais que mesmo possuindo medidas de segurança contra incêndio e pânico. f) dutos de Ventilação e entrada de ar. Sistema de exaustão de fumaça. Locais onde um ou mais itens da condição para risco baixo são obrigatórios. b) guarda corpo em ambos os lados. b) iluminação de emergência. escadas e corredores com largura inferior ao estabelecido em norma. abafados e propícios a esfumaçamentos. 2 Adensamento populacional até 1 pessoa por 2. c) sistema de exaustão de fumaça. mas não foram respeitados. M É D I O 2 2 Locais onde o adensamento populacional seja maior que 1 pessoa por 2.0 m 2 Rampa. d) sinalização de emergência.TABELA 5 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO AO PÂNICO Risco Ambientes da Edificação ou área de risco Medidas de prevenção ao pânico de acordo com as normas a) Piso em condições antiderrapante. g) antecâmaras. e) iluminação de emergência.0 m no local de maior concentração. Corredores com comprimento superior aos definidos em norma para uma ou mais saída. foyer. Ambientes de aceso ao público sem ventilação. halls. B A I X O Corredor a) Sinalização de emergência. ainda oferecem um dos seguintes ambientes: A L T O Rampas. b) barra antipânico. Escadas e Rampas c) corrimão em ambos os lados. Locais onde o adensamento populacional seja igual ou maior que 2 pessoas por 1.0 m e menor que 2 pessoas por 1. Átrios.0 m .

B – a Divisão L1 (Explosivos) está limitada a edificação térrea até 100m2 (observar Instrução Técnica especifica). F1 e F5 F7. H4 e H6 H2 e H3 H5 L L1 Controle de Acabamento Materiais de - - - X - X Saídas de Emergência X X1 X X X2 X X X1 X X X3 X X X1 X X X1 X X X1 X X X1 X X X1 X X X4 X Sinalização de Emergência Extintores NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 6m. NOTAS GENÉRICAS: A – para a divisão M. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º). F6. e 4 – luminárias à prova de explosão.F8 e F11 X X H IeJ H1. 26 . F3. A3. D – para as edificações de uso/ocupação residencial (classificação A). a área considerada para fins de exigências previstas na Tabela 7. 3 – para edificação com lotação superior a 50 pessoas ou altura superior a 6m. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. G – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. C – os subsolos das edificações devem ser compartimentados com PCF P-90 em relação aos demais pisos contíguos. ver tabelas específicas. E e G B C F2. Incêndio D. F4. E – quando a área da edificação de uso/ocupação residencial (classificação A) estiver compreendida entre 750m e 1200m e a 2 2 altura for superior a 12 metros. F – para as divisões L2 e L3.00 m 2 F Medidas de Segurança Contra A2. será exigido sistema de hidrante ou mangotinho e as medidas de segurança contra incêndio estabelecidas na Tabela 7. será igual ou menor à 1200 m2 .TABELA 6 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO À CARGA INCÊNDIO Risco Carga Incêndio (MJ/ m2) Baixo Até 300 Médio Acima de 300 até 1200 Alto Acima de 1200 TABELA 7 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 750 m E ALTURA INFERIOR OU IGUAL A 12. 2 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços. 3º).

Exigido para o portão de acesso ao condomínio. 27 . não será computado para a altura da edificação. NOTAS GENÉRICAS: A – o pavimento superior da unidade duplex do último piso.TABELA 7 A EDIFICAÇÕES DO GRUPO A COM ÁREA SUPERIOR A 1200 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos GRUPO A – RESIDENCIAL A-2 – A-3 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X1 X X X X X 12 < H ≤ 30 X1 30 < H ≤ 54 X1 X X X X X X X X Acima de 54 X1 X X X X X X X X X X x X X X X X NOTA ESPECÍFICA: 1 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.

NOTA GENÉRICA: A _ a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3º). 4– os detectores de incêndio devem ser instalados em todos os quartos. 3 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviço. 28 . 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos.TABELA 7 B EDIFICAÇÕES DO GRUPO B COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio GRUPO B – SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM B-1 e B-2 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X6 - 12 < H ≤ 30 X6 X X1 X2 X X X X3 X5 X X X - 30 < H ≤ 54 X6 X X1 X2 X X X X X3 X X5 X X X X Acima de 54 X6 X X1 X2 X X X X X3 X X5 X X X X Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X3 - X5 X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. e 6 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso ao condomínio. 5 – os acionadores manuais devem ser instalados nos corredores. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º).

7 – recomendado para as vias de acesso e faixa de estacionamento. Exigido para o portão de acesso ao condomínio comercial.000m². podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º). 4 – somente para edificações acima de 60m. 3º). 5 – somente quando houver áreas de depósitos superiores a 750m². 29 . H ≤ 12 X7 X² X X6 X8 X X X X X 9 12 < H ≤ 30 X7 X X² X 3 30 < H ≤ 54 X7 X X2 X3 X X X6 X X X5 X X X X¹ X X9 Acima de 54 X7 X X2 X3 X X X6 X X X X X X X¹ X X9 X X X6 X X X5 X X X X¹ X9 2 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. C-2 e C-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – obrigatório o uso de hidrantes. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.TABELA 7 C EDIFICAÇÕES DO GRUPO C COM ÁREA SUPERIOR A 750 m 2 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO C – COMERCIAL C-1. 8 – quando a edificação possuir área total construída igual e/ou superior a 2. 9 – somente para edificações C2 e C3 NOTA GENÉRICA: A _ a área a ser considerada para definição de exigências é a área total da edificação mais a área utilizável (item X e XV do Art. 6 – somente para edificações de divisão C-3 (Shopping centers).

2 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 5 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º). 7 – somente para D2 e D4. 30 . 4 – somente para edificações acima de 60m. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.TABELA 7 D EDIFICAÇÕES DO GRUPO D COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. e 6 – obrigatório o uso de hidrantes. 3º). X X X X X X7 X5 12 < H ≤ 30 X5 X X1 X3 X X X X X X X X 6 2 GRUPO D – SERVIÇOS PROFISSIONAIS D-1 = D-2 = D-3 = D-4 Classificação quanto à altura (em metros) 30 < H ≤ 54 X5 X X1 X3 X X X X X X X X 6 Acima de 54 X5 X X2 X3 X X X4 X X X 1 X X X X 6 X7 X X7 X X 4 X7 NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos.

B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 5 – somente para E 1. 4 – obrigatório o uso de hidrantes. 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.TABELA 7 E EDIFICAÇÕES DO GRUPO E COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso 2 GRUPO E – EDUCACIONAL E CULTURAL E-1 = E-2 = E-3 = E-4 = E-5 = E-6 Classificação quanto à altura (em metros) Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação X3 - X3 X3 X3 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X1 X X X X X X X X X5 X X1 X X X X X X X X X 4 X X2 X X X X X X X X X4 X X5 - X - X X X X X X 5 X X5 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 31 . 3º). NOTAS GENÉRICAS: A – os locais destinados a laboratórios devem ter proteção em função dos produtos utilizados. e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 2 – poderá ser substituído por controle de fumaça e chuveiros automáticos.

2 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos quando houver aberturas entre pavimentos. 3º). 32 .1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-1 .TABELA 7 F. F-2 e F-11 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso 2 GRUPO F – LOCAL DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-1 Classificação quanto à altura (em H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ Acima de 54 54 Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio F-2 e F-11 Classificação quanto à altura H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ Acima de 54 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Detecção de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: X3 X X4 X X X X X X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X3 X X4 X X X X X X6 X3 X X X X4 X X X X X X X6 X3 X X1 X X X4 X X X X X X5 X X6 X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X6 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 5 – obrigatório o uso de hidrantes. 3º). 6 – somente F1 e F2 NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 4 – somente para locais com público acima de 1000 (hum mil) pessoas. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.

3º). 5 – os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo (Fica vedada a instalação dos equipamentos em arquibancadas e áreas de circulação de expectadores). NOTAS GENÉRICAS: A – os locais de comércio ou atividades distintas das divisões F3 e F4 terão as medidas de proteção conforme suas respectivas ocupações. F-9 E F-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 2 GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-3 = F-9 Classificação quanto à altura (em metros) F-4 Classificação Quanto à altura (em metros) Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X3 X X X X X X5 X5 X7 X3 X X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X1 X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X1 X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X - X3 X X1 X X X4 X X X X X X6 - X3 X X1 X X X4 X X X X X X X6 X - X3 X X1 X X X4 X X X X X X X6 X - X X X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 7– somente F3. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 4 – somente para locais com público acima de 1000 pessoas. 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 2 – somente para a divisão F-3.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-3.TABELA 7 F. 3º). 33 . 6 – obrigatório o uso de hidrantes.

podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 5 _ obrigatório o uso de hidrantes.3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-5. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. F-6 E F-8 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio 2 GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-5 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 F-6 e F-8 Classificação Quanto à altura (em metros) Acima de 54 Acima H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X X X X X X6 X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X5 X X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X5 X X4 X X X X X3 X X X X X X X5 X X4 X - X4 X X¹ - X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X X X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X X X X X3 X X - X X X X X X X X X6 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio. 3 – somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça. 3º). 6 _ somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 500 pessoas NOTAS GENÉRICAS: A – nos locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas é obrigatória a comunicação ao público da localização das saídas de emergência. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. detecção de incêndio e chuveiros automáticos.TABELA 7 F. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º). bem como dos sistemas de segurança contra incêndio existentes no local. 34 .

3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque.4 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-7 E F-10 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-7 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 F-10 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 3 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X X4 X X X X - X - X3 X X 1 X3 X X1 X2 X X X4 X X X X X X5 X X3 X X1 X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X4 - X2 X X X4 X X X X X X5 - x X X X - NOTAS ESPECÍFÍCAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º). 35 . 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 5 – obrigatório o uso de hidrantes. 3º). NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 4 – somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas.TABELA 7 F. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.

podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º). NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. 3º). 4 – somente para edificações classificadas em G2. 2 – deve haver pelo menos um acionador manual. 5 – obrigatório o uso de hidrante. 36 .TABELA 7 G. no máximo a 10 m da saída de emergência.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-1 E G-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X X X 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-1 e G-2 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X 3 12 < H ≤ 30 X3 X X X4 X2 X X X - 30 < H ≤ 54 X3 X X1 X X X X4 X2 X X X5 X Acima de 54 X3 X X1 X X X X4 X2 X X X5 X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. por pavimento.

4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º).2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-3. no máximo 5 m da saída de emergência. 37 . G-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-3 Classificação quanto à altura (em G-4 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança contra Incêndio metros) H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X4 X X X2 X X X5 X X4 X X X4 X X1 X3 X X X X X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X6 X - X4 X X1 X3 X X X X X X2 X X X6 X - X2 X X X - X2 X X X6 - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.TABELA 7 G. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável” (item X e XV do Art. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. por pavimento. 5 – o sistema de hidrantes deverá ter características especiais para combate a incêndio em líquidos inflamáveis. 3º). 6 – obrigatório o uso de hidrantes. 2 – deverá haver pelo menos um acionador manual. 3 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.

por pavimento. 38 . 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º). NOTAS GENÉRICAS: A – Para ocupação da divisão G5. 3º). G-6 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-5 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 G-6 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X2 X X X5 - X4 X X X X X X X2 X X X5 - X4 X X X X X X X X2 X X X5 X X4 X X X X X X X X2 X X X5 X X4 X X X2 X X X5 - X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X5 - X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X5 X X4 X X1 X3 X X X X X X2 X X X5 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. no máximo 5 m da saída de emergência.TABELA 7 G. complementada pelas exigências específicas do Ministério da Aeronáutica.3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-5. aplica-se a tabela acima. 2 – deverá haver pelo menos um acionador manual. 5 – o sistema de hidrantes deverá ter características especiais para combate a incêndio em líquidos inflamáveis. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. 3 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.

3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos.TABELA 7 H. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. e 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 2 – acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores. 39 . podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 5 – obrigatório o uso de hidrantes NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3º).1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-1 E H-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m 2 Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-1 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H-2 Classificação quanto à altura (em metros) Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação X4 X4 X4 X4 X4 X4 X4 X4 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X X2 X X X - X X X X X X2 X X X - X X3 X X X X X2 X X X - X X X X X X X X2 X X X5 X - X X X X X X X X X3 X X X X X X X X1 X2 X X X5 X X X X X X X X1 X2 X X X X X X X X X X1 X2 X X X5 X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – os detectores deverão ser instalados em todos os quartos. 3º).

3º). 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.TABELA 7H. 4 – obrigatório o uso de hidrante. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3 – Recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 40 . 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-3 E H-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-3 Classificação quanto à altura (em metros) H-4 Classificação Quanto à altura (em metros) Acima de 54 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural Contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Plano de Intervenção de Incêndio Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X3 X X X X X - X3 X X X X X X X X1 X X X - X3 X X X2 X X X X X X1 X X X4 X X3 X X X X X X X X X1 X X X4 X X3 X X3 X X X X X X X3 X X X2 X X X X X X X X X4 X - X3 X X X X X X X X X X X X4 X - X X X X - X X X X X - x X x x NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – acionadores manuais serão obrigatório nos corredores.

NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.TABELA 7H. (Fica vedado a instalação dos equipamentos em áreas onde os detentos tenham acesso. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 5 – obrigatório o uso de hidrante. a edificação será enquadrada como H-3.). etc. nas prisões em geral (Casas de Detenção. 41 . Penitenciárias. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3º). 2 – caso haja internação em um número maior de 20 leitos na Divisão H-6 (clínica). 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. Presídios. os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo.3 ESPECIFICACOES DE DIVISAO H-5E H-6 COM AREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL Divisão H-5 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H-6 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X X X1 X1 - X4 X X X X X X X X4 X X X X X X X X1 X1 - X4 X X X X X X X X4 X - X4 X X X - X4 X X4 X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X - X X X X X - X1 X1 - X1 X1 - X5 - X5 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – para a Divisão H-5.

obrigatório o uso de hidrante.recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-1 E I-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e Uso GRUPO I – INDUSTRIAL I-1 Classificação quanto à altura (em metros) I-2 Classificação quanto à altura (em metros) Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X2 X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X3 - X2 X X1 X X X X X X X X X X3 X X2 X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X3 - X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3 . 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º). 2 . Exigido para o portão de acesso ao condomínio industrial.TABELA 7 I. 42 .

3 – obrigatório o uso de hidrantes. Exigido para o portão de acesso ao condomínio industrial. 3º). NOTAS GENÉRICAS: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3º). e 2 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.TABELA 7 I. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 43 .2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-3 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) GRUPO I – INDUSTRIAL I-3 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X2 X X1 X X X X X X X X X3 12 < H ≤ 30 X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X 30 < H ≤ 54 X2 X X X X X X X X X X X X X3 X Acima de 54 X2 X X X X X X X X X X X X X X3 X X x x x NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.

44 . 3º). 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque 4 – obrigatório o uso de hidrantes NOTAS GENÉRICAS: A – para as edificações de uso/ocupação depósito de materiais incombustíveis(J1). 2 – somente para shafts e dutos de instalações e fachadas. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º).1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-1 E J-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão J-1 Classificação quanto à altura (em metros) GRUPO J – DEPÓSITO J-2 Classificação Quanto à altura (em Metros) Acima de 54 2 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acesso de Viaturas na edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X 3 X3 X X X X X X X - X3 X X2 X X X X X X X X4 - X3 X X2 X X X X X X X X4 - X3 X X X X X - X3 X X X X X X X X X4 - X3 X X1 X2 X X X X X X X X4 - X3 X X1 X2 X X X X X X X X X4 X X X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. a área considerada será superior a 1000m².TABELA 7 J.

TABELA 7 J . 3º). 4 – obrigatório o uso de hidrantes NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 2 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º). 45 .2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-3 E J-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão J-3 Classificação quanto à altura (em metros) GRUPO J – DEPÓSITO J-4 Classificação quanto à altura (em metros) 2 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X2 X3 X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X - X2 X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X3 X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X X4 - X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 3 – Somente se a área total for superior a 1500 m². podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.

somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico.TABELA 7 L-1 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio GRUPO L – EXPLOSIVOS L-1 (COMÉRCIO) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H≤6 6 < H ≤ 12 NOTA GENÉRICA: A – será permitida somente edificação com área até 100 m² .Vide Tabela 7 B – divisões L2 e L3. 46 .

4 – obrigatório o uso de hidrante NOTAS GENÉRICAS: A – todos os túneis em paralelo devem ter interligação conforme Instrução Técnica de “Proteção Contra Incêndio em Túnel”. com guarda-corpo em ambos os lados) com largura mínima de 1. e B – os túneis com extensão superior a 1000m devem ser submetidos à análise em Corpo Técnico.00m. 2 – a brigada de incêndio deve ser pessoal treinado da companhia de tráfego ou administradora da via. detector de incêndio). além das exigências acima. 3 – deve ser ligado a sistema automático de acionamento (ex. 47 .1 EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-1 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-1 TÚNEL Extensão em metros (m) Medidas de Segurança contra Incêndio Até 200 Segurança estrutural nas edificações Saídas de emergência nas edificações Controle de fumaça em espaços comuns e amplos Plano de Intervenção de incêndio Brigada de Incêndio Sistema de Iluminação de Emergência Sistema de Comunicação Sistema Circuito de TV Sistema de proteção por extintores Sistema de hidrantes e de mangotinhos X X1 De 200 à 500 X X1 X X X2 X X X De 500 à 1000 X X1 X3 X X2 X X X X Acima de 1000 X X1 X3 X X2 X X X X X4 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – considerar saídas como sendo passarelas laterais (corredores de circulação.TABELA 7 M.

240kg Líquidos acima de 20 m ou gases acima de 6. 5 – poderá ser substituído por chuveiros automáticos. 48 . 3 – luminárias à prova de explosão.3 X4 X X X X X X X X3 X X X X X X5 X2 - X X - X6 X6 1 – somente quando a área construída for superior a 750 m².240kg Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Resfriamento Espuma SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: X4 X X X - X4 X X X X X X X X2 X4 X X X X X X X 1. 6 – somente tanques ou parque de tanques NOTA GENÉRICA: A – deverão ser verificadas as exigências quanto ao armazenamento constantes das IT específica. e 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque.240kg acima de 6.TABELA 7 M.2 EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-2 (QUALQUER ÁREA E ALTURA) Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-2 – Líquidos e gases combustíveis e Inflamáveis(volume total) Tanques ou cilindros Medidas de Segurança Contra Incêndio Líquidos até 20 m³ ou gases até 6.240kg 3 Produtos acondicionados Líquidos acima Líquidos até 20 3 3 m ou gases até de 20 m ou gases 6. conforme exigências da IT específica. 2 – somente para líquidos inflamáveis.

o sistema de chuveiros automáticos para a divisão M-3 pode ser substituído por sistema de gases.dispensada em centrais de distribuição ou transmissão de energia elétrica.para as centrais de distribuição ou transmissão de energia elétrica deve-se observar também os critérios da IT especifica. 3 . e 2 .TABELA 7M.recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque.3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-3 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-3 – Centrais de Comunicação e Energia Classificação Quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação X2 12 < H ≤ 30 X2 30 < H ≤ 54 X2 Acima de 54 X2 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X X X X X3 X X X X X X X X X X X X3 X1 X X X X X X X X X X X X X X3 X1 X X X X X X X X X X X X X X3 X1 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1. através de supressão total do ambiente. NOTA GENÉRICA: A . 49 .

M-5.TABELA 7 M.M-5 . 50 .M-6 e M-7 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores X X X X 12 < H ≤ 30 X X X X 30 < H ≤ 54 X X X X Acima de 54 X X X X NOTA GENÉRICA: 1 – nas divisões M-5.4 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-4. M-6 E M-7 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-4 . quando houver edificação (construção) com área superior a 750m². o processo deve ser analisado pelo Corpo Técnico. M-6 e M-7.

B EeG C F2. às edificações existentes. F4. conforme previsto no art.somente para edificações com altura superior a 54 m ou com áreas classificadas em risco alto. 5º. F1 e F5 F8 e F11 X H IeJ H1. 3º). 2 .somente para as edificações com altura superior a 30 m. 6 – luminárias à prova de explosão. F3. entretanto sem projeto aprovado pelo CBMMG. terão exigências definidas conforme Tabela 8A B – esta tabela aplica-se. e será exigida somente nas rotas de fuga (escadas destinadas a uso restrito estão isentas). E Para as edificações do grupo G área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. NOTAS GENÉRICAS: A – as edificações existentes que não se enquadrarem nesta Tabela. 3º). (Fica vedado a instalação dos equipamentos em áreas onde os internos tenham acesso). C – para as divisões L2 e L3. F6. 51 .os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo. 3 . 4 – para edificação com lotação superior a 100 pessoas ou altura superior a 12m. H3. 7 . H2 e H5 H4 e H6 X1 X5 X1 X1 X5 L L1 Alarme de incêndio X7 X5 X1 X1 X1 X1 X5 X5 X Brigada de incêndio X5 X X5 X5 X 5 Saídas de Emergência X Iluminação de Emergência X X1 X X - X X X X X X1 X X - X X1 X3 X - X X1 X X X3 X6 Sinalização de Emergência Hidrantes e Mangotinhos Extintores Chuveiros automáticos X1 X1 X X X X X X X X3 X X X X3 X X X X4 X3 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 12 m ou área superior a 2000m². D. 3º). D – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. desde que não se modifique a ocupação da edificação.TABELA 8 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES EXISTENTES COM ÁREA SUPERIOR A 1200m² OU ALTURA SUPERIOR A 12m F Medidas de Segurança contra Incêndio A. 5– a adaptação a ser feita em escadas e rampas diz respeito a pisos. §1º deste Decreto. guarda-corpo e corrimão. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. exclusivamente.

A3. 2 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços. F1 e F5 H1.F8 e F11 X X X X X3 X X X X1 X X X1 X X X1 X Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Sinalização de Emergência Extintores X X1 X X2 X1 X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 6m. C – para as divisões L2 e L3. E e G B C H IeJ H5 X X X1 X X X1 X L L1 X X X4 X F2. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. 3 – para edificação com lotação superior a 50 pessoas ou altura superior a 6m. 3º). NOTAS GENÉRICAS: 2 A . B . E.os subsolos das edificações devem ser compartimentados com PCF P-90 em relação aos demais pisos contíguos.a Divisão L1 (Explosivos) está limitada a edificação térrea até 100 m (observar Instrução Técnica especifica). F3.00 m F Medidas Incêndio de Segurança contra A2. D. 52 . F4. F6.TABELA 8A 2 EXIGÊNCIAS PARA AS EDIFICAÇÕES EXISTENTES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 1200 m E ALTURA INFERIOR OU IGUAL A 12. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º).Para as edificações do grupo G área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. 3º). H4 e H6 H2 e H3 F7. e 4 – luminárias à prova de explosão. D – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.

II multa. 2º Para os fins do artigo 1º. Art. Parágrafo único Consideram-se edificação ou espaço destinado a uso coletivo. constatado o descumprimento desta lei ou de norma técnica regulamentar.000. 4º A inobservância do disposto no artigo 3º desta Lei sujeita o infrator às seguintes sanções administrativas: I advertência escrita. destruí-los ou substituí-los por outros que não atendam às exigências legais e regulamentares. ocultá-los. valores que serão corrigidos aplicada multa de R$100. removê-los. 1º A prevenção e o combate a incêndio e pânico em edificação ou espaço destinado a uso coletivo no Estado serão feitos com a observância do disposto nesta lei. § 1º A advertência escrita será aplicada na primeira vistoria. o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais CBMMG. de 13 de dezembro de 1999. no exercício da competência que lhe é atribuída no inciso I do art. inutilizá-los. os edifícios ou residenciais. III estabelecimento de normas técnicas relativas à segurança das pessoas e seus bens contra incêndio ou qualquer tipo de catástrofe.LEI 14130/ 2001 DISPÕE SOBRE A PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO NO ESTADO DE MINAS GERAIS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. por seus representantes. § 2º Sessenta dias após a formalização da advertência escrita. em seu nome. II planejamento. IV aplicação de sanções administrativas nos casos previstos em lei. 3º da Lei Complementar nº 54. . Art. industriais ou de prestação de serviços e os prédios de apartamentos I . será (cem reais) a R$3. III interdição.00 (três mil reais). 3º Constituem infrações sujeitas a sanção administrativa: espaços comerciais. decretou e eu. II .00 monetariamente de acordo com índice oficial. para os fins desta lei. persistindo a conduta infracional. Art. alterar-lhes as características.deixar de instalar os instrumentos preventivos especificados em norma técnica regulamentar ou instalá-los em desacordo com as especificações do projeto de prevenção contra incêndio e pânico ou com as normas técnicas regulamentares. sanciono a seguinte Lei: Art. desenvolverá as seguintes ações: I análise e aprovação do sistema de prevenção e combate a incêndio e pânico.não fazer a manutenção adequada dos instrumentos a que se refere o inciso I. coordenação e execução das atividades de vistoria de prevenção a incêndio e pânico nos locais de que trata esta lei. O Povo do Estado de Minas Gerais.

Parágrafo único .§ 3º Persistindo a infração. nova multa será aplicada em dobro e cumulativamente. em evento público realizado no Estado. Art. Parágrafo único As especificações técnicas do cadastro a que se refere o “caput” deste artigo serão definidas pelo CBMMG. Art. Art. na forma estabelecida em regulamento pelo CBMMG. em Belo Horizonte. 11 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Palácio da Liberdade. Art. 1º o laudo de vistoria e liberação para seu funcionamento. comercialização. Art. sob pena de interdição imediata do estabelecimento. 10 O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de sessenta dias contados da data de sua publicação. aos 19 de dezembro de 2001. manutenção e conservação de aparelhos de prevenção contra incêndio e pânico utilizados em edificação de uso coletivo deverá cadastrar-se no CBMMG para o exercício dessas atividades. instalação. 12 Revogam-se as disposições em contrário. Art. 8º – Fica proibido ao militar da ativa ser proprietário ou consultor de empresa de projeto. 5º .É obrigatória a presença de responsável técnico. instalação. Art. 6º .Será afixado na parte externa da edificação ou do espaço destinado a uso coletivo referidos no parágrafo único do art. 9º Esta Lei estende-se.Serão aplicadas ao infrator do disposto neste artigo as penalidades previstas em lei. § 4º A pena de interdição será aplicada quando houver risco iminente de incêndio ou pânico. no que couber.Governador do Estado . Art. emitido pelo CBMMG. Itamar Franco . às edificações e espaços destinados ao uso coletivo já existentes na data de sua publicação. manutenção e conservação nas áreas de prevenção e combate a incêndio e pânico. 7º A pessoa física ou jurídica responsável pela comercialização.

IT – 01 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXOS A – Cartão de identificação do Projeto Técnico B – Formulário de Segurança Contra Incêndio C – Planta de Risco de Incêndio (implantação) D – Planta das medidas de Segurança Contra Incêndio e Pânico E – Memorial Industrial de Prevenção Contra Incêndio e Pânico F – Formulário para Atendimento Técnico G – Atestado de Brigada de Incêndio H – Modelo de Requerimento em grau de recurso I – Modelo de Pedido de Vistoria J – Informativo (medidas de segurança) K – PTS – Formulário de Segurança Contra Incêndio L – Termo de Compromisso do Proprietário M – Atestado de abrangência do Grupo Motogerador N – Memorial de Segurança Contra Incêndio das estruturas. .

br 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para apresentação de processo de segurança contra incêndio e pânico. chuveiros automáticos. b) independente da área da edificação ou área de risco.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 01 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.270. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. NBR-10068 Folha de desenho – Leiaute e dimensões. 2 APLICAÇÃO 2. d) projeto técnico para ocupação temporária em Edificação Permanente.130. 5 PROCEDIMENTOS 5. 5. NBR-10647 Desenho técnico. .mg.1.1 Projeto Técnico 5. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. quando esta apresentar risco no qual necessite de sistemas fixos (hidrantes. NBR-10067 Princípios gerais de representação em desenho técnico.gov. nas edificações ou áreas de risco no Estado de Minas Gerais.mg.1.Bairro Centro CEP 30.1. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. NBR-8196 Emprego de escalas.190-000 Site: www.1 Formas de apresentação As medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco devem ser apresentadas ao CBMMG para análise por meio de: a) projeto técnico. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 . c) projeto técnico para instalação e ocupação temporária. NBR-13273 Desenho técnico – referência a itens. NBR-6492 Representação de projetos de arquitetura.778.br Email: dat3@cbmmg. entre outros). Decreto Estadual nº 44.1 Características da edificação e área de risco: O Projeto técnico deve ser utilizado para apresentação dos sistemas de proteção contra incêndio e pânico das edificações ou áreas de risco: a) com área de construção acima de 750 m². b) projeto técnico simplificado.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e pânico. 2. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 355 . Lei estadual nº 15. alarme e detecção. NBR-14432 Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações.1 A presente Instrução Técnica aplica-se aos processos de segurança contra incêndio e pânico no Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). NBR-14699 Desenho técnico – representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas – preparos e dimensões. NBR-14611 Desenho técnico – representação simplificada em estruturas metálicas. Augusto de Lima.bombeiros.gov. atendendo ao Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. devem ser adotadas as medidas previstas nesta Instrução Técnica.2 Quando houver legislação municipal (Código de Obras) que exija medidas de segurança contra incêndio nas edificações. de 26 de outubro de 2005.

2. Munições e Explosivos (DEAME). dentre outros.2 Pasta do projeto técnico Pasta aberta. matérias .1.1. conforme Instrução Técnica 05.6. na cor branca. e) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto técnico.1.1.6. d) locais de reunião de público com população acima de 100 (cem) pessoas. 5. especificados em Instruções Técnicas. conforme (anexo D).6. 5. . que contém os dados básicos da edificação e área de risco. sem elástico. pressão e perda de carga.2. incolor.1.3 Memorial do sistema fixo de gases para combate a incêndio.1.2.5 Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) a) deve ser apresentada pelo responsável técnico que elaborou o Projeto Técnico. sistema de espuma e resfriamento). Documento da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais que autoriza a atividade e especifica a quantidade máxima de fogos de artifícios e/ou explosivos a serem comercializados. f) documentos complementares solicitados. utilizando as referências de vazão.1.1. c) formulário de segurança contra incêndio de projeto técnico (anexo B).1 Cartão de identificação Ficha elaborada em papel cartão ou equivalente. 5. 5. j) memorial de cálculos de sistema fixo de combate a incêndio (hidrante. no campo “descrição das atividades profissionais contratadas” deve estar especificado o serviço pelo qual o profissional se responsabiliza. e e) onde a edificação e área de risco haja necessidade de comprovação da situação de separação entre edificações e área de risco.primas. 5. sprinkler e resfriamento) e rotas de fuga e outros. 5. g) planta de risco de incêndio.1. quando se tratar de edificação industrial. produtos acabados. em duas vias (anexo C) quando houver a exigência de plano de intervenção (IT11). 5.2. Deve ter dimensões de 230 mm a 280 mm (largura) x 315 mm a 350mm (comprimento) e altura conforme a quantidade de documentos. b) pasta do projeto técnico. semi-rígida. exceção feita ao campo denominado Descrição complementar que ficará a critério do RT.1. 5.1.1.1 Memorial industrial Descrição dos processos industriais. signatários. degraus das escadas. indicando as disposições das edificações no terreno. 5.2. quando necessário.1. com grampo.2. entre outros. quando este transferir seu poder de signatário. conforme anexo B.1. medidas de segurança contra incêndio e pânico previstos. e. rotas de fuga. chuveiros automáticos.1.1.1.1.1. c) a assinatura do contratante (proprietário ou responsável pelo uso) não é facultativa.2.c) edificação e/ou área de risco que necessite de proteção de suas estruturas contra a ação do calor proveniente de um incêndio.4 Procuração do proprietário Deve ser apresentado com firma reconhecida sempre que terceiro assine documentação do Projeto técnico pelo proprietário. (anexo E).2. Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento do sistema fixo de gases para combate a incêndio. d) procuração do proprietário.3 Formulário de Segurança Contra Incêndio de Projeto Técnico Documento que contém os dados básicos da edificação e áreas de risco. devendo: a) ser apresentado como a primeira folha do Projeto Técnico. b) os campos devem ser preenchidos.2 Composição O Projeto técnico é composto pelos seguintes documentos: a) cartão de identificação (anexo A). 5.1. líquidos inflamáveis ou combustíveis com ponto de fulgor.1.2. suspensa.4 Autorização da Delegacia especializada de Armas. estoques.2. com finalidade de controle do Projeto técnico no CBMMG ( anexo A).2. h) implantação.1.1.6 Documentos complementares Documentos solicitados pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG a fim de subsidiar a análise do Projeto técnico quando as características da edificação e/ou área de risco a exigirem 5. No desenvolvimento dos cálculos hidráulicos para as medidas de segurança de espuma e resfriamento deve ser levado em conta o desempenho dos equipamentos. quando for o caso. nas dimensões de 21 cm (largura) x 15 cm (comprimento). pressurização de escada.2 Memorial de cálculo Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos sistemas fixos de combate a incêndio (hidrantes. sendo necessário a apresentação de catálogos Técnicos.1.6. com frente de plástico transparente. b) ser preenchido na íntegra. d) deve ser apresentada a 1ª via original ou fotocópia autenticada. que acondiciona todos os documentos do Projeto técnico afixado na seqüência estabelecida no item 5. i) planta das medidas de segurança contra incêndio. que deve ser juntada na via que fica no Corpo de Bombeiros.

1. A3. contendo o dimensionamento.1. conforme IT 08 – Saída de Emergência.1.2.1. sendo que a primeira via permanece no Projeto Técnico.2. plantas aprovadas em Prefeitura. conforme IT 09 – (Carga de Incêndio nas edificações e áreas de risco).7 Planta de risco de incêndio Mapa simplificado no formato A4. entre outros). f) reserva de incêndio. (se houver).1.1.1. É obrigatório somente quando houver a exigência de plano de intervenção de incêndio. b) paredes corta-fogo e de compartimentação.2.1. 5.1.14 construção Memorial ou laudo descritivo de Documento com a descrição das características estruturais da edificação e área de risco. A1 ou A0 (conf.6.6.6. a segunda via deve permanecer na portaria da edificação e área de risco.1.2. 5.1.6.2.1. 5. o 5.2.2. NBR 10. indicando: a) os principais riscos.2. ocupação e data da edificação existente (Processo do CBMMG.1.1. da NBR-9441.1. 5. 5.9 Documento comprobatório É o documento que comprova a área construída.6. b) quando houver uma única edificação e área de risco.1. 5.6.2.7 Autorização do Departamento de Aviação Civil (DAC) Documento que autoriza o uso de heliporto.1.1.11 Planilha de levantamento de dados Planilha que descreve o estudo prévio sobre a existência de riscos.6.068 Folha de Desenho – Leiaute e dimensões). 5.5. conforme anexo C. i) hidrantes urbanos próximos da edificação. heliponto ou área de pouso e decolagem ocasional (APDO) conforme IT 26 Heliponto e Heliporto.1. da localização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio. A3. e) registro de recalque.6.15 Memorial de cálculo de pressurização da escada Memória de cálculo de vazão de ar do sistema de pressurização da escada. obrigatória somente nos seguintes casos: a) quando houver mais de uma edificação e área de risco a ser representada. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um processo ou sistema.3.1. bem como os riscos existentes na edificação e área de risco.5 Autorização da Prefeitura do Município para comércio de fogos de artifício Documento do Poder Executivo Municipal que autoriza o comércio de fogos de artifício e/ou explosivos. g) armazenamento de produtos perigosos.3. 5.2.1.1. onde as suas dimensões não possam ser representadas em uma única folha. contendo informações por meio de legenda padronizada pelo CBMMG – IT 03 .2.9 Planta das medidas de segurança contra incêndio Representação gráfica da edificação e/ou área de risco. c) hidrantes externos.16 Memorial de cálculo de isolamento de risco Memorial descritivo dos cálculos realizados para o dimensionamento do isolamento de risco entre edificações e área de risco.7.8 Implantação Folha única no formato A4.1.1.1.2.1. h) vias de acesso para as viaturas do Corpo de Bombeiros.1.1. 5.8 Memorial de dimensionamento da carga de incêndio Memorial descritivo da carga de incêndio dos materiais existentes na edificação e área de risco.1. d) número de pavimentos.Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio.10 Memorial de cálculo de dimensionamento de saídas de emergência em locais de reunião de público Planilha descritiva dos cálculos realizados para dimensionamento de saídas de emergência. 5. ou qualquer instalação que trabalhe com fontes radioativas.1 A planta de risco deve ser elaborada em 2 (duas vias).6.6.1.6. A2 ou A1 em escala padronizada. Documento emitido pelo CNEN autorizando funcionamento da edificação ou área de risco.1.13 Licença de funcionamento para instalações radioativas.6 Memorial descritivo de ocupação Memorial descritivo de ocupação quando na edificação forem comercializados outros materiais que não apenas fogos de artifício.2. imposto predial.1.2. 5. Apresentação da planta das medidas de segurança contra incêndio .1.1. 5. 5. podendo ser em mais de uma folha. conforme IT 11 – Plano de Intervenção de Incêndio. conforme anexo C.1.2.6.1. nucleares ou de radiografia industrial. A2. conforme descrito no item 5.12 Quadro resumo do sistema de detecção Descrição do sistema de detecção instalado conforme tabela 2 do anexo B.2. 5. 5.

l) especificação dos chuveiros automáticos. e dos detalhes de proteção estrutural. combustíveis e outros. esta poderá ser fracionada. A1 (594mm x 840mm) ou A0 (840mm x 1188mm).3. j) quando o Projeto técnico apresentar dificuldade para visualização das medidas contra incêndio alocadas em um espaço da planta. g) seguir a forma de apresentação gráfica conforme padrão adotado por normas oficiais. e) a implantação deve estar em escala. tais como: dutos de ventilação da escada. 4) áreas construídas e áreas de risco com suas características. k) detalhe da sucção da bomba de incêndio. 5) as plantas das medidas de segurança contra incêndio devem ser apresentadas com as medidas de segurança contra incêndio na cor vermelha. 12) miniatura da implantação com hachuramento da área sempre que houver planta fracionada em mais de uma folha. as edificações circunvizinhas e os logradouros que delimitam a quadra. A3 (297mm x 420mm) . A2 (420mm x 594mm) . compartimentação vertical e escadas. tais como: a) legenda. conforme anexo J. h) depósitos de metais pirofóricos. conforme planta chave. d) quadro de localização da edificação e áreas de risco. b) isométrico. j) nota sobre o sistema de sinalização adotado. d) cabinas de pintura. c) adotar escala que permita a visualização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio.Deve ser apresentada da seguinte forma: a) ser elaborada no formato A4 (210mm x 297 mm). devem ser apresentados em planta de corte. c) dutos e aberturas que possibilitem a propagação do calor.1. b) indicação do peso suportado pela pavimentação da via (Kgf). deve ser feita linha de chamada em círculo com linha pontilhada com alocação dos símbolos exigidos. devido à grande quantidade de elementos gráficos. b) as escalas adotadas devem ser as estabelecidas em normas oficiais. h) o quadro de áreas da edificação deve ser colocado em uma das folhas. g) detalhes de degraus. f) áreas com risco de explosão. 10) medidas de proteção passiva contra incêndio nas plantas de corte. escadas. 6) o esquema isométrico da tubulação deve ser apresentado de acordo com o inciso II – (detalhes específicos que devem constar em planta). 8) quadro resumo das medidas de segurança contra incêndio indicando as normas e/ou legislações aplicadas nas respectivas medidas de segurança constantes do Projeto Técnico. 5. 2) legenda de todos os sistemas utilizados no Projeto técnico. i) a apresentação da planta da fachada. 3) nota em planta com a indicação dos equipamentos móveis ou fixos ou sistemas de segurança instalados que possuírem a mesma capacidade ou dimensão. b) casa de caldeira ou vasos de sob pressão. i) depósito de produtos perigosos. distância verga-peitoril. k) a apresentação de Projeto Técnico Preliminar com a representação do sistema de chuveiros automáticos deve ser feita em planta separada. tais como: a) tanques de combustível (substância e capacidade). além de anotar sob título de cada planta a respectiva área. II – Detalhes específicos que devem constar na planta de acordo com o sistema projetado na edificação ou área de risco constante nas respectivas Instruções Técnicas: 1) Acesso de viaturas até a edificação e área de risco: a) largura do portão de entrada e da via de acesso. detalhes de estruturas e outros quando houver a exigência específica destes detalhes construtivos. j) outros riscos que necessitem de segurança contra incêndio.Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio) a localização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio na planta baixa. m) quadro de sistemas de gases e líquidos inflamáveis. . porém em ordem numérica seqüencial do Projeto Técnico. e) locais de armazenamento de recipientes contendo gases inflamáveis (capacidade do recipiente e quantidade armazenada). Nota: Os detalhes genéricos constantes do Projeto Técnico devem ser apresentados na primeira folha ou. devem constar nas próximas folhas. 7) quadro de situação da edificação. contudo deve adotar numeração que indique onde está localizada tal área na implantação. d) quando a planta de uma área construída ou área de risco não couber integralmente em escala reduzida em condições de legibilidade na folha “A0”. 9) cotas dos desníveis em planta baixa. indicando. antecâmaras. quando houver. nos casos em que tais detalhes não caibam nesta. g) centrais prediais de gases inflamáveis. e) quadro de áreas.1 Conteúdo da planta das medidas de segurança contra incêndio I – Detalhes genéricos que devem constar em todas as plantas: 1) símbolos gráficos (IT 03 . c) quadro resumitivo das medidas de segurança. com escala. 11) localização e independência do sistema elétrico em relação à chave geral de energia da edificação e áreas de risco sempre que a medida de segurança contra incêndio tiver seu funcionamento baseado em motores elétricos. distinguindo-as dos demais detalhes da planta.Símbolos gráficos. i) detalhe do registro de recalque. f) detalhe de corrimãos e guarda corpo. preferencialmente 1:50 e no mínimo 1:200. f) adotar os símbolos gráficos conforme IT 03 .1. h) detalhes da ventilação efetiva da escada de segurança.

h) casa de máquinas do elevador de emergência (quando houver exigência). f) quando o sistema for abrangido por grupo moto gerador. árvores ou outro tipo de obstrução. os locais isentos de revestimento. n) juntar o memorial de cálculo de vazão e pressão do sistema de pressurização do elevador de emergência (quando houver exigência). g) o caminhamento dos dutos. bem como as dimensões do dique de contenção. 2) vedador corta-fogo. 9) Sistema de alarme e detecção de incêndio: a) localização pontual dos detectores. b) identificar os tipos de estruturas no formulário de segurança contra incêndio. e) detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança (quando houver). . c) identificar em planta as áreas das estruturas protegidas com material resistente ao fogo e. b) juntar o memorial de carga de incêndio (quando necessário). 5) Saídas de emergências nas edificações: a) detalhes de degraus. g) juntar o memorial de cálculo de isolamento de risco. independente do tipo de estrutura. painéis. g) indicar barra antipânico (quando houver). e) fonte alternativa de energia do sistema.00 m de comprimento. f) parede corta-fogo de isolamento de risco. d) localização da central de detecção de incêndio. parede corta-fogo e porta corta-fogo da sala do grupo motogerador quando o mesmo estiver localizado em área com risco de captação de fumaça ou gases quentes provenientes de um incêndio. se for o caso. 4) Compartimentação horizontal e compartimentação vertical a) indicar as áreas compartimentadas e o respectivo quadro de áreas. devem constar em projeto técnico a abrangência. conforme Anexo A da IT 06. e) localização da fonte de energia alternativa do sistema. e) indicar o retorno para as vias de acesso com mais de 45. j) indicar a lotação do ambiente quando se tratar de local de reunião de público. c) indicar o tempo de resistência ao fogo dos elementos estruturais indicados. h) nota indicando que a faixa de estacionamento deve ficar livre de postes. j) acionadores manuais dos motoventiladores localizados na sala do grupo motoventilador e no local de supervisão predial com permanência humana constante. individualizando a lotação por ambiente. e) indicar a fachada da edificação considerada para o cálculo de isolamento de risco. duto de saída. b) indicar o isolamento proporcionado: 1) aba horizontal 2) aba vertical 3) afastamento de aberturas perpendiculares à parede corta-fogo de compartimentação. k) elementos de compartimentação de risco (parede e porta corta-fogo) da sala do grupo motoventilador. autonomia e sistema de automatização. d) indicação da altura mínima livre. b) localização do ponto de captação de ar. 6) Pressurização de escadas de segurança: a) sala do grupo moto ventilador. 3) selo corta-fogo. 4) porta corta-fogo. d) largura das escadas. 3) Segurança estrutural nas edificações a) constar o tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF) das estruturas em nota ou legenda. f) as grelhas de insuflamento. devem ser indicadas as luminárias a serem acionadas em caso de emergência. i) localização da placa de proibição de estacionamento na faixa de estacionamento das viaturas do Corpo de Bombeiros. g) indicação da porcentagem de inclinação da faixa de estacionamento. l) antecâmara de segurança e indicação da porta estanque quando a sala do grupo motoventilador estiver localizada em pavimento que possa causar risco de captação de fumaça de um incêndio. b) detalhes de corrimãos. c) detectores de acionamento do sistema. d) indicar os elementos corta-fogo: 1) parede corta-fogo de compartimentação. i) antecâmaras de segurança (quando houver exigência). 8) Sistema de iluminação de emergência: a) os pontos de iluminação de emergência. b) indicar a ocupação. c) o reservatório de combustível do grupo moto gerador e sua capacidade. g) duto de entrada. b) quando o sistema de iluminação de emergência for alimentado por grupo moto-gerador que não abranja todas as luminárias da edificação. f) largura das portas de saída de emergência.c) localização da placa de advertência de desobstrução da via de acesso para emergência. m) juntar o memorial de cálculo de vazão e pressão do sistema de pressurização da escada. d) o posicionamento da central do sistema. i) apresentação esquemática do sistema em corte. quando for o caso. d) indicar a abertura nas fachadas. 2) Separações entre edificações Para as edificações objetos de cálculo: a) indicar a distância de outras edificações. h) a localização do grupo moto gerador. f) largura e comprimento da faixa de estacionamento. c) detalhes de guarda-corpos. b) os acionadores manuais de alarme de incêndio. 7) Carga de incêndio nas edificações e/ou área de risco a) indicar a carga de incêndio específica para as ocupações não listada na IT 09. h) detalhe ou nota em planta da proteção dos dutos quando passarem por área de risco. c) indicar a carga de incêndio.

10) Sistema de sinalização de emergência: a) deve ser lançada uma nota referenciando o atendimento do sistema de sinalização de emergência de acordo com a IT 15 –Sinalização de emergência. 16) Sistema fixo de gases limpos e CO2: . b) indicar qual tanque é considerado o de maior risco para efeito de cálculo. lagoa. b) área de aplicação dos chuveiros hachurada. f) localização do painel de alarme. d) indicar o registro de recalque bem como detalhe que mostre suas condições de instalação. i) deve constar o detalhe da sucção quando o reservatório for subterrâneo ou ao nível do solo. d)deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. vazão e potência. g) locais onde foram substituídos os chuveiros por detectores de incêndio. n) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento do sistema no barrilete. quando o sistema de acionamento for automatizado. açude. f) definição do maior risco a proteger. 11) Sistema de proteção por extintores portáteis ou sobre rodas: a) indicar as unidades extintoras. aspersores. j) quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lagoa. vazão e potência. m) quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lago. 14) Sistema de resfriamento para líquidos inflamáveis e gases inflamáveis e combustíveis a) indicar as instalações. h) indicar os canhões monitores. h) deve constar a perspectiva isométrica completa (sem escala e com cotas). e) indicar as áreas dos costados e tetos dos tanques considerados no cálculo hidráulico. i) apresentar quadro que contenha as seguintes informações: 1) indicação do tanque 2) produto armazenado 3) volume 4) ponto de fulgor 5) diâmetro e altura do tanque 6) juntar o memorial de cálculo do sistema de resfriamento. g) juntar o memorial de cálculo do sistema de proteção por espuma. f) indicar a vazão e pressão das bombas de incêndio. cilindros ou esferas de GLP. f) indicar a bomba de incêndio principal e jockey (quando houver) com indicação de pressão. indicar sua localização. etc). conforme IT 15. f) fonte alternativa de energia do sistema. h) deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial. bem como. b) indicar as posições e detalhes da sinalização de emergência. k) devem ser indicados os pontos de chuveiros automáticos em toda a edificação e área de risco. c) indicar os tanques considerados vizinhos ao tanque de maior risco. indicar sua localização. e. e) indicar as especificações dos equipamentos envolvidos no cálculo. j) devem ser apresentadas todas as tubulações de distribuição com respectivos diâmetros. e. d) posição dos cabeçotes de testes. c) indicar as câmaras de espuma. 12) Sistema de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio: a) indicar os hidrantes ou mangotinhos.c) os sinalizadores sonoros e visuais. 15) Sistema de proteção por espuma: a) indicar os esguichos lançadores ou proporcionadores e canhões monitores. b) indicar os reservatórios do extrato formador de espuma (EFE). e) painel repetidor (quando houver). bomba de incêndio e registro de recalque. b) indicar as botoeiras de acionamento da bomba de incêndio. c) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento no barrilete. g) quando forem usadas mangueiras de incêndio e esguichos com comprimentos e requintes diferentes. k) juntar o memorial de cálculo do sistema de hidrantes. devem ser indicadas as respectivas medidas ao lado do símbolo do hidrante. b)quando forem usadas unidades extintores com capacidades diferentes de um mesmo agente. tanques. lago. o) indicar a capacidade e a localização do reservatório de incêndio. d) indicar as taxas de vazão para o resfriamento do tanque em chama e tanques vizinhos. 13) Sistema de Chuveiros automáticos: a) localização das bombas do sistema com indicação da pressão. e) área de cobertura e localização das válvulas de governo e alarme (VGA) e dos comandos secundários (CS). l) localização do registro de recalque. açude etc). e com permanência humana constante. p) juntar o memorial de cálculo do sistema de chuveiro automático. para os respectivos riscos. deve ser indicada a capacidade ao lado de cada símbolo. bem como a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial com permanência humana constante. i) toda a tubulação abrangida pelo cálculo deve ter seu diâmetro e comprimento cotado no esquema isométrico. g) indicar a capacidade e a localização do reservatório de incêndio. e) indicar o reservatório de incêndio e sua capacidade. indicando volume e forma de armazenagem. c) tipos de chuveiros especificados. d) central do sistema.

coifas e similares. 19) Comercialização. b) indicar as vias de acesso a veículos de emergência. b) indicar tipo de tanque (elevado. capacidade e localização da reserva de incêndio. d) localização da central de GLP (quando houver). temperaturas de queima e poder calorífico do produto. f) distribuição dos hidrantes. e. c) indicar as paredes corta-fogo de isolamento de risco utilizadas no local. g) indicar medidas de segurança contra incêndio adotado. b) afastamentos dos limites do terreno e de postos de abastecimento de combustíveis.a) indicar a botoeira alternativa para acionamento do sistema fixo. instalações. b) indicar a capacidade dos cilindros. e) indicar as áreas de refúgio. e. quando houver. i) juntar o memorial de cálculo do sistema de gases limpos e CO2. quando o abastecimento for a granel. b) indicar a capacidade de carga do heliponto 22) Cobertura de sapê. quando for o caso. lajes de cobertura. d) afastamentos entre tanques. c) localização de fogões. i) indicar o sistema de comunicação interna. telhados. e) o produto químico. b) detalhe em planta das espessuras das paredes. e) Indicar a bateria de cilindros de gases. aspersores. bem como da capacidade total da central. e. distribuição e utilização de gás combustível comprimido (gás natural e distribuição): a) indicar os compressores. limites de propriedades e dimensões das bacias de contenção. 18) Proteção contra incêndio nos locais de manipulação. c) indicar as defensas das laterais do túnel. transformadores e reguladores de tensão. gases inflamáveis. b) indicar o sistema de exaustão. canhões monitores. subterrâneo. f) indicar as rotas de fuga e as saídas de emergência. e. edificações. c) indicar a central do sistema de detecção e alarme. . e. 26) Subestações elétricas: a) indicar as áreas destinadas aos reatores. 25) Pátio de contêineres: Indicar as áreas de segregação de cargas e respectivas proteções. f) indicar as áreas protegidas pelo sistema fixo de gases. d) indicar os detalhes de corrimãos. h) indicar o sistema de drenagem de líquidos e bacia de contenção. Indicar o caminhamento da tubulação de distribuição do gás natural. c) vazão dos hidrantes. fogos de artifício ou seus depósitos. c) indicar tipo de superfície do tanque (teto flutuante ou fixo). g) indicar o tempo de retardo para evacuação do local. heliportos ou área de pouso e decolagem ocasional (APDO): a) sinalização do heliponto conforme previsto na IT 26 – Heliponto e Heliporto. 17) Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis: a) indicar tanques. e g) indicar a pressão manométrica medida no topo do tanque para que se possa utilizar as tabelas de afastamentos. d) traçado da rede de água que abastece os hidrantes com indicação de seus diâmetros. para postos que comercializem gás combustível comprimido. 24) Túnel rodoviário: a) indicar a interligação dos túneis paralelos (quando for o caso). e) sistema de proteção da central. b) indicar a botoeira de desativação do sistema de gases. d) indicar os detectores de incêndio. c) afastamentos das divisas de terrenos. e. d) indicar a bacia de contenção com drenagem do óleo isolante e a caixa separadora de óleo e água. c) indicar o local de estacionamento do veículo abastecedor quando o gás natural for distribuído por este meio de transporte. 20) Fogos de artifício: a) croqui das edificações limítrofes (ocupação identificada). b) raio de ação do hidrante. sua capacidade armazenada e ponto de fulgor. b) indicar as distâncias mínimas de afastamentos previstos na tabela I da NBR 12236/94. 21) Helipontos. vias públicas. 27) Cozinhas profissionais: a) indicar o caminhamento dos dutos de exaustão. bomba de incêndio. e. piaçava e similares: a) especificar o tipo de cobertura utilizada. pisos. estocagem e unidades de abastecimento de gás. dentre outros. e. num raio de 100 metros. armazenamento. 23) Hidrantes públicos: a) posicionamento dos hidrantes. h) Juntar a planilha de cálculos utilizadas no dimensionamento da proteção dos tanques. b) indicar o sistema fixo de extinção a ser instalado. h)deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP): a) localização da central de GLP. d) local de estacionamento do veículo abastecedor. registro de recalque e forma de acionamento do sistema. áreas edificadas no mesmo lote e local de risco. j) indicar o sistema do circuito interno de televisão. e) detalhamento do sistema de água nebulizada para os casos de subestação compartilhada. vertical ou horizontal). cilindros ou esferas considerados de maior risco para elaboração dos cálculos. e.

4 Apresentação do Projeto técnico para análise junto ao CBMMG a) o Projeto técnico deve ser apresentado em uma via no formato correspondente na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG. 5. c) a mudança de leiaute da edificação e área de risco que implique na adoção de nova medida de segurança.1 o RT deverá apresentar um CD não regravável.7. c) constatada a inabilitação técnica do responsável técnico que atuou no Projeto técnico. 30) Eventos temporários: a) planta baixa.T. contendo o projeto completo nos termos da alínea b do item 5. 5. portas. hidrantes. carimbe e devolva-as ao requerente. portas. b) o Projeto técnico deverá ser analisado conforme ordem cronológica de entrada. vazão. tais como: tipos e quantidades de escadas. ao tempo da aprovação. lotação e outros. 2) número de brigadistas previstos. estacionamento. 5. e. Nesta ocasião deverá ser apresentado também um CD não regravável com capa acrílica. acesso. etc).5 Prazos de análise a) o Serviço de Segurança Contra Incêndio tem o prazo máximo de 15 (quinze) dias úteis para analisar o Projeto técnico. disposição do sistema de segurança contra incêndio e pânico (sinalização de saída de emergência. rampas. baseado na legislação vigente à época da elaboração do Projeto técnico anulado. contendo cota dos perímetros. b) a mudança de ocupação da edificação e área de risco com ou sem agravamento de risco que implique: 1) no redimensionamento dos elementos da saída de emergência. ao Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia do Estado de Minas Gerais (CREA-MG). conforme IT 35. tais como: pressão. c) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário. c) memorial descritivo contendo todos os dados técnicos da instalação. f) havendo indício de crime o responsável pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio deve comunicar o fato ao Ministério Público.1. alarmes audiovisuais.1.4 desta IT.1. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio.1.1.7. deve ser procedida a anulação do ato de aprovação do Projeto técnico. não prevista no projeto anterior. responsável técnico. tais como: tipos e quantidades de escadas. analisado e aprovado pelo CBMMG é de inteira responsabilidade do R. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior). constando as irregularidades nos sistemas projetados e a formulação de outras exigências. incolor devidamente identificado.28) Sistema de proteção contra descargas atmosféricas: a) plantas baixas e cortes da edificação mostrando o encaminhamento dos condutores e transição entre níveis. e. área e largura da saída de emergência. tais como: nível de proteção. c) nota em planta constando: 1) equipe médica necessária. b) croqui da área em formato A3 ou A2 contendo planta baixa.1. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente.1. d) o acesso às informações do processo que originou a anulação do ato de aprovação do Projeto técnico deve ser disponibilizado aos interessados. método aplicado. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio. e) o ato de anulação deve ser comunicado ao proprietário/responsável pelo uso. rampas. nº de descidas.1. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente. acesso. pontos de equalização de potenciais e aterramento e bitola dos condutores. devem ter o seu Projeto técnico substituído: a) a ampliação de área construída que implique em: 1) redimensionamento dos elementos da saída de emergência. para fins de arquivo no CBMMG.1. d) o interessado deve comparecer ao CBMMG com o comprovante de pagamento da taxa de segurança pública respectiva (TSP) e após a análise. d) o aumento da altura da edificação e área de risco que implique: . veículos edificações.1. extintores. b) após aprovado. b) detalhes de pontos importantes da instalação como conexões e pontos de medição e aterramento. A fidelidade das cópias e do CD com o projeto original. tais como: pressão. vazão. conforme público previsto para o evento. c) a ordem do item anterior pode ser alterada para o atendimento das ocupações ou atividades temporárias. reservas ecológicas e quaisquer outras sensíveis à ação dos fogos de artifícios. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior). contendo o projeto completo.1. 5. o interessado deverá apresentar no mínimo uma e no máximo três cópias do projeto para que o CBMMG rubrique. distância de rede elétrica. o Corpo de Bombeiros disponibilizará ao interessado a aprovação ou emitirá um relatório. cota dos perímetros. conforme cada caso. se for o caso.1. iluminação de emergência. para o ato praticado.7 Substituição ou atualização do Projeto técnico 5. b) o Projeto técnico anulado deve ser substituído por novo Projeto técnico. lotação e outros.6 Cassação a) a qualquer tempo o CBMMG pode anular a aprovação do Projeto técnico que não tenha atendido todas as exigências da legislação vigentes à época da aprovação. Prefeitura Municipal e na hipótese da alínea c.1 Substituição do Projeto técnico: A edificação ou área de risco que se enquadrar dentro de uma das condições abaixo relacionadas. espaçamento médio das descidas. 29) Segurança contra incêndio em edificações históricas: Memorial descritivo do cálculo do coeficiente de segurança mínimo adotado. Nota: Nos casos previstos no item 5.1.1.

2 Atualização do Projeto técnico: É a complementação de informações ou alterações técnicas relativas ao Projeto técnico aprovado.2 não podem ser apresentadas. quando este transferir seu poder de signatário. para fins de regularização no CBMMG.4 Apresentação para avaliação e vistoria junto ao CBMMG a) o Projeto Técnico Simplificado deve ser apresentado em uma via no formato correspondente na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG e será encaminhado para a Seção de Vistoria.1. carimbe e devolva-a ao requerente. o RT ou responsável pela edificação poderá obter orientações no Serviço de Segurança Contra Incêndio da Unidade do Corpo de Bombeiros quanto à proteção necessária. . vazão.4 desta IT.7. via Formulário para Atendimento Técnico(FAT). podendo inclusive apresentar plantas para melhores esclarecimentos. atestando formalmente ao interessado que as medidas de segurança contra incêndio e pânico atendem ou não ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais. acesso.2.1.1. rampas.1. c) formulário de segurança contra incêndio para PTS (anexo K).1) no redimensionamento dos elementos da saída de emergência. Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária ou Projeto técnico para Ocupação Temporária em Edificação Permanente.2. 5.1.1. especificados em Instruções Técnicas. b) cartão de identificação (anexo A). nos termos da alínea b do item 5. previsto no item 5. f) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto técnico. houver acúmulo de plantas que dificultem a compreensão e o manuseio do Projeto técnico por parte do Serviço de Segurança Contra Incêndio. por meio de documentos encaminhados ao Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. por meio de Projeto Técnico. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio.7. devendo encaminhar em pasta de projeto técnico o FAT. o R. tais como: tipos e quantidades de escadas. constando às medidas de segurança contra incêndio e pânico. São aceitas as modificações ou complementações desde que não se enquadrem nos casos previstos no item 5. e b) as edificações definidas no item 5. d) o setor de vistoria do CBMMG fará uma analise prévia encaminhando resposta do FAT ao interessado juntamente com uma cópia das plantas devidamente rubricadas. g) documentos complementares solicitados.1: 5.1 Características da edificação e/ou área de risco O Procedimento Sumário é utilizado na apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e/ou áreas de risco com área até 750 m² que não atendam aos requisitos para Projeto Técnico.1. bem como os documentos indicados no item 5. 5. analisado e aprovado pelo CBMMG é de inteira responsabilidade do R.2 Composição a) pasta do Projeto técnico em uma via. por ocasião da vistoria o RT deverá encaminhar ao CBMMG a pasta do projeto técnico com resposta do FAT e plantas das medidas previstas devidamente autenticadas pelo CBMMG. e) sempre que em decorrência de ampliações ou diversas alterações.T.2. quando for o caso. cuja vistoria do CBMMG não poderá ocorrer nos prazos previstos nesta IT.1. cartão de identificação. duas cópias das plantas das medidas de segurança contra incêndio e pânico e a Taxa de Segurança Pública. i) comprovante de pagamento da Taxa de Segurança Pública. portas. para fins de arquivo no CBMMG.2 Projeto Técnico Simplificado O Projeto Técnico Simplificado será analisado e vistoriado mediante procedimento sumário. h) memorial de cálculos de rotas de fuga e outros. que ficam apensos ao Projeto técnico devendo juntar ao FAT o comprovante de pagamento da taxa de segurança pública respectiva (TSP). que deve ser juntada na via que fica no Corpo de Bombeiros. nesta ocasião deverá ser apresentado também um CD não regravável.2. contendo o projeto completo.1 5. c) a edificação ou área de risco a construir que se enquadre no presente procedimento.2.1. tais como: pressão.2. complementando a Taxa de Segurança Pública. a decisão para substituição do Projeto técnico caberá ao Diretor de Atividades Técnicas e nos BBM.T deverá apresentar no mínimo uma e no máximo duas cópias para que o CBMMG rubrique. Nota: A fidelidade das cópias e do CD com o projeto original. d) planta baixa.1. nos casos previstos no Decreto 43. 5. lotação e outros. quando necessário. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente.1. Companhias e Pelotões ao respectivo comandante.779/04. e) procuração do proprietário. se for o caso. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior).1.3 Condições gerais a) o responsável pela edificação que se enquadre no presente procedimento poderá obter orientações no Serviço de Segurança Contra Incêndio da Unidade do Corpo de Bombeiros quanto à proteção necessária.1. em atenção a pedido fundamentado do Chefe do Serviço de Segurança Contra Incêndio.1. e) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário. 5. b) depois de aprovado em vistoria.

Estes documentos. b) pasta do Projeto técnico.4 Apresentação para avaliação junto ao CBMMG a) o Projeto Técnico para Instalação e ocupação temporária deve ser apresentado. juntamente com a pasta. áreas de riscos. d) a pasta contendo a documentação deve ser formada quando do início das atividades ou quando da primeira vez que houver presença no Estado de Minas Gerais. formulário de segurança contra incêndio e ART. devem ser apresentados no Serviço de Segurança Contra Incêndio. brinquedos de parques de diversões. instalações. b) lotação da edificação e área de risco.1. prevalece à proteção da edificação permanente desde que atenda aos requisitos para a atividade em questão.T. o Serviço de Segurança Contra Incêndio pode declinar do princípio da cronologia e realizar a análise no menor prazo possível desde que o projeto atenda aos requisitos da IT 33. e) a apresentação em folha tamanho até A0. todos os documentos devem receber carimbo padrão de aprovação. i) nos demais municípios. caso não haja irregularidades. após este prazo a edificação passa a ser regida pelas regras do item 5. d) os símbolos gráficos dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio conforme IT 03 . 5.devem ser desmontadas e transferidas para outros locais após o prazo máximo de 06 (seis) meses. arquibancadas. não há a necessidade de se refazer a documentação. bem como a respectiva documentação necessária. g) a TSP da direito a uma vistoria.1.f) o interessado deve comparecer ao Corpo de Bombeiros com o comprovante de pagamento da Taxa de Segurança Pública (TSP) correspondente a vistoria. 5. com cotas de todos os perímetros. enfim.3 Planta de instalação de ocupação temporária A planta deve conter: a) toda área. entre outros. 7) outras montagens mecânicas ou eletroeletrônicas.T deverá apresentar no mínimo uma e no máximo duas cópias para que o CBMMG rubrique. rodeios.1. d) se no interior da edificação permanente for acrescida instalação temporária tais como boxe. 5) armações de circos.3. f) planta das medidas de segurança contra incêndio ou croqui. arenas e outras áreas destinadas à permanência de público. c) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário. parques de diversão.3. feiras agropecuárias.3. onde devem ser conferidos para a realização da vistoria e conseqüente liberação. feiras de exposições. b) aprovado. 2) arquibancadas e arenas desmontáveis.1. a critério do interessado.1. do processo ou pelo responsável pelo uso ou pelo proprietário a respectiva vistoria e emitido o respectivo Auto de Vistoria. Isto se fará diante do Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros com atribuições no município. tudo o que for fisicamente instalado. quando este transferir seu poder de signatário. esta instalação deve ser regularizada de acordo com o item 5. estande. sempre com a cota da respectiva área. b) a edificação e área de risco permanente deve atender todas as exigências de segurança contra incêndio previstas no Decreto Estadual ou legislação a que foi submetido o projeto para aprovação.2 Composição a) cartão de Identificação. cada vez que for montada a instalação ou ocupação. h) depois de instalada toda a proteção exigida.1.1.3. carimbe e devolva-a ao requerente. 6) instalações elétricas. palcos. deverá ser solicitada pelo R. c) indicação de todas as dependências. com validade somente para o endereço onde esteja localizada a instalação à época da vistoria.3 Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária 5. j) a pasta deve ser devolvida ao interessado juntamente com a emissão do AVCB. assinado pelo proprietário e responsável técnico. equipamentos. .Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio. 3) brinquedos de parques de diversão. f) completada a orientação. toda vez que solicitar nova vistoria. g) a pasta do interessado deve acompanhar a instalação ou a ocupação em todo o Estado de Minas Gerais. áreas e larguras das saídas. 5. centrais de gases inflamáveis. o R. sendo que uma das pastas deve ser devolvida ao interessado e a outra pasta deve ficar arquivada no Serviço de Segurança Contra Incêndio do município de origem. c) se for acrescida instalação temporária em área externa junto à edificação permanente. 5. shows artísticos entre outros . e) ART do responsável técnico sobre: 1) lona de cobertura com material retardante de ignição (quando houver). 4) palcos. 5. exceto o cartão de identificação. em uma via para análise.1.3.1 Características da instalação Instalações tais como: circos. e) nesta primeira ocasião.4 Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente É o procedimento adotado para evento temporário em edificação permanente e deve atender as seguintes exigências: a) o evento temporário deve possuir o prazo máximo de 6 (seis) meses de duração. k) devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve orientar o interessado sobre todas as condições de segurança contra incêndio exigidas. e. c) formulário de segurança contra incêndio (anexo B) d) procuração do proprietário. 8) grupo moto-gerador.1. e deve ser apresentada no Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros da localidade. (anexo A). juntamente com as exigências para a atividade temporária que se pretende nela desenvolver.

2) área menor que 1. com base em legislação municipal. .4.5 Generalidades Para a apresentação de projeto técnico devem ser observadas as seguintes disposições gerais: a) cada medida de segurança contra incêndio deve ser dimensionada conforme o critério existente em uma única norma. 5. para que o Projeto técnico possa ser reanalisado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio. ao analista.1.3 O interessado solicitará o pedido de vistoria na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros indicando o número do Projeto Técnico aprovado. pelo analista.4. d) a norma estrangeira deverá ser apresentada sempre em seu texto total e traduzida para a língua portuguesa. g) na ampliação ou reforma. anexada ao Projeto técnico no ato de sua entrega para análise.1. detecção e alarme de incêndio.5.2.3 e/ou 5.6 Podem ser apresentadas cópias dos documentos especificados nos itens especificados em 5. proprietário ou responsável pelo uso. deve-se seguir a legislação pertinente.1.3. 5. chuveiros automáticos. f) devem ser adotados os modelos de documentos exemplificados nas Instruções Técnicas para apresentação nos Processos Técnicos. quando não for possível atuar o mesmo responsável técnico pelo processo originalmente apresentado. o interessado deve encaminhar resposta circunstanciada sobre os itens emitidos.2. os sistemas de proteção instalados em edificações terão validade para qualquer definição de qualquer exigência relativa a proteção contra incêndio e pânico.2. b) é permitido o uso de norma estrangeira. quanto a não obrigatoriedade daquela medida ou parte dela. serão as constantes nas tabelas 8 e 8A do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais). m) nos casos de extravio de protocolo de análise.1. 5.2.4. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve realizar a pesquisa pelo endereço. com base em legislação municipal. 5. esclarecendo as providências adotadas.200 m2 e altura inferior a 12 metros.1. 3) não possua sistemas fixos instalados (hidrante.1.2. quando tratar-se de eventos temporários em edificações permanentes em locais diferentes. o interessado poderá apresentar por meio de Formulário Técnico(FAT) pedido de reconsideração de ato.4.1.1. p) o projeto técnico de edificações existentes aprovados. devidamente fundamentado.4. obrigatoriamente.2 Apresentação do procedimento para avaliação junto ao CBMMG Conforme seções 5. segundo e terceiro grau nos termos do item 5.4 Caso o interessado não saiba informar o número do Projeto técnico.2 e/ou 5. dispensando símbolos e brasões neles contidos. 5.1. etc). i) quando for emitido relatório de irregularidades constatadas na análise do Projeto técnico pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio. devem ser rubricadas pelo responsável técnico ou proprietário ou responsável pelo uso. n) as exigências de medidas de segurança contra incêndio e pânico nas edificações que tiverem seus projetos arquitetônicos protocolados nas Prefeituras Municipais até 01 de Julho de 2005. deverá apresentá-la.2. poderá ser atualizado ou substituído com base nas exigências da tabela 8 A do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1 Composição Conforme seções 5.2. o) nas atualizações ou substituições realizadas em projetos aprovados.2 Procedimentos de vistoria 5. c) se o responsável técnico fizer uso de norma estrangeira. quando o sistema de segurança estabelecido oferecer melhor nível de segurança. o interessado poderá solicitar recurso em primeiro.2. deverá encaminhar uma solicitação por escrito ou formulário para atendimento técnico (FAT) ao serviço de segurança contra incêndio.1. até a sua aprovação final. 5.1.1.1 Solicitação de vistoria 5. j) quando houver a discordância do interessado em relação à notificação emitida durante a análise. 5. 5. através de tradutor juramentado. Nota: O projeto técnico com as medidas de segurança contra incêndio e pânico deverá atender aos parâmetros estabelecidos no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais e nas Instruções Técnicas. l) o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve orientar o interessado para cumprimento das disposições do Decreto Estadual de Regulamentação de Lei de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.3. ao proprietário ou responsável pelo uso.10 desta IT.1.2 Qualquer pessoa munida dos documentos préestabelecidos pode protocolar a solicitação de vistoria da edificação e área de risco. h) todas as páginas dos documentos onde não haja campo para assinatura. desde que a edificação atenda aos seguintes requisitos: 1) mesmo uso/ocupação da tabela 8 A. e) a medida de segurança contra incêndio não exigida ou dimensionada acima dos parâmetros normalizados deve ser orientada por escrito.1. responsável pelo uso ou responsável técnico com a apresentação dos documentos constantes do item 5. desde que devidamente autenticados. vedado o uso de mais de um texto normativo para uma mesma medida de segurança contra incêndio.1. esclarecendo o fato ocorrido.1.5 É obrigatória a assinatura da ART pelo contratante (proprietário ou responsável pelo uso). e pelo responsável técnico. k) do indeferimento do pedido de reconsideração de ato.3.4. excetuando as alíneas g e i da seção 5.1. o qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes. o responsável técnico.1 A vistoria do CBMMG na edificação é realizada mediante solicitação do proprietário.

deve implicar na atualização do Projeto técnico. será permitida a vistoria para áreas parciais desde que haja condição de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros e as respectivas guarnições.10 Quando houver a discordância do interessado em relação ao relatório emitido durante vistoria.2.1. 5. Estes equipamentos deverão seguir os parâmetros previstos em normas. podem ser aceitos como sistemas adicionais de segurança. 5.1.2. liberar ou notificar pequenas variações entre o processo e a execução. de acordo com a área especificada no Projeto técnico a ser vistoriado. . 5. A liberação somente ocorrerá.7. desde que o projeto atenda os requisitos da IT 33 .2.2.1. desde que estas variações não ensejam motivos para atualização.5 No caso do item 5.2.270. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve declinar do princípio da cronologia.2.2.2. pedido de reconsideração de ato devidamente fundamentado.10 desta IT.2.2. e realizar a vistoria do Projeto técnico para Instalações e Ocupações Temporárias e do Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente no menor prazo possível. sempre que possível. 5. será correspondente a área solicitada. 5.2.2. 5. quando constatado em vistoria que os equipamentos instalados conforme o Projeto técnico. desde que atendam aos critérios de risco isolado previstos na IT 05 .2. quando constatado em vistoria a existência de sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio instalados na edificação que não estejam previstos no Projeto técnico original e que seja possível avaliar no local.14 O vistoriador tem discricionariedade para.1. especificando a área a ser vistoriada.1.2.6 O Projeto técnico que for substituído por iniciativa do interessado somente para regularizar em planta as medidas de segurança contra incêndio que não constavam no Projeto Técnico anterior.Separação entre edificações. uma placa indicativa contendo a lotação máxima permitida. o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter. 5. o interessado deve esclarecer posteriormente por meio de Formulário de Atendimento Técnico (FAT) a proteção adotada para avaliação no Serviço de Segurança Contra Incêndio.2. Neste caso não será emitido o Auto de Vistoria até o atendimento dos itens pendentes.11 Quando um Projeto técnico englobar várias edificações que atendam aos critérios de risco isolado e que possuam sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio instalados e independentes.9 Quando ocorrer à necessidade de nova vistoria na edificação ou área de risco devido às irregularidades constatadas em vistoria anterior.1 O responsável pela edificação a ser vistoriada deve prover de pessoa habilitada com conhecimento do funcionamento dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios para que possa manuseá-los. 5.8 Cópia da irregularidade ou a aprovação da vistoria deve ser anotada no relatório de vistoria. após aprovação junto ao chefe da vistoria.2. 5. que deve ser deixado pelo vistoriador na edificação e áreas de risco com o acompanhante mediante recibo.12 Os sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios e pânico instalados na edificação. porém. não atendem as exigências de segurança contra incêndio vigentes à época.2 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 5.2. e não previstos no Projeto técnico.2. O não cumprimento deste termo ensejará a não emissão de novo AVCB. 5. ao vistoriador.2.2. 5.Evento Temporário.2.1. conforme anexo L. após dois anos. 5.2. por meio de Formulário de Atendimento Técnico. 5.9 O pagamento da TSP para área parcialmente construída. onde deverá ser submetido a reanálise.7 Quando constatado em vistoria que o Projeto técnico possui alguma irregularidade passível de cassação.7. caso não atenda às condições previstas na legislação vigente à época. 5. modificação. deve ser emitido o Auto de Vistoria mediante a apresentação de termo de compromisso do proprietário.12 Devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação.2. 5. o interessado deve apresentar na seção de protocolo o último relatório de vistoria (original ou cópia) emitida pelo vistoriador. Neste caso não será emitido o Auto de Vistoria.2. 5.2. deve ser encaminhado ao Serviço de Segurança Contra Incêndio o Formulário para Atendimento Técnico.2.10 É permitida a vistoria para áreas parcialmente construídas. para apresentação de novo Projeto Técnico atualizado de acordo com as exigências previstas na legislação à época da aprovação do Projeto. 5. 5.2.1. segundo e terceiro grau nos termos do item 5.1. o interessado poderá solicitar recurso em primeiro. se não for possível avaliar no local da vistoria a interferência do sistema de proteção adicional.1. 5.1 deve implicar na apresentação de novo Projeto técnico.14 Deve ser observada pelo Serviço de Segurança contra incêndio a ordem cronológica do número seqüencial de entrada para a realização da vistoria.4.2 Durante a vistoria 5.2.11 Indeferido o pedido de reconsideração de ato. desde que não interfiram na cobertura dos sistemas originalmente previstos no Projeto técnico. o CBMMG deve fornecer um protocolo de acompanhamento da vistoria que contenha um número seqüencial de entrada.13 Após o pagamento da respectiva TSP. na entrada da edificação e áreas de risco. substituição ou cassação da aprovação/liberação.2.2. o qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes.2.2. 5. o relatório de vistoria com os itens verificados e um termo de autorização assinado pelo chefe da vistoria e vistoriador deverá ser anexado ao projeto técnico.1. deve ser substituído.2. sempre que possível. exceto se não estiver cumprindo as normas em vigor.2.8 Para a solicitação de vistoria de área parcialmente construída. 5.4 Nos casos de Projeto técnico regidos por legislação anterior ao Decreto 44.7 Deve ser recolhido a taxa de segurança pública (TSP) junto a instituição bancária autorizada.2.3 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 5. segundo critérios de conveniência e oportunidade.5.1.2.13 Em local de reunião de público.2. quando da realização da vistoria. deve ser emitido o relatório de vistoria ao interessado notificando as irregularidades.2.2.2. este poderá apresentar.1. o vistoriador deverá encaminhar o Projeto técnico para o Serviço de Segurança Contra Incêndio. No caso de liberação. que atendam às exigências de segurança contra incêndio vigente à época.

2.3.4. que possua AVCB e procedido à advertência e multas.9 Após emissão do AVCB para a edificação e áreas de risco o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter o AVCB original ou cópia na entrada da edificação e áreas de risco em local visível ao público. e havendo uma quarta reincidência a edificação terá o AVCB cassado. 5.2. o respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). conforme previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.3 Após a primeira multa os períodos previstos para a aplicação de novas multas por reincidência deverão ser de no mínimo 30 dias.1 Após a realização da vistoria na edificação e área de risco e aprovação pelo vistoriador.4 O proprietário ou responsável pelo uso poderá recorrer do ato de cassação por meio de recurso junto ao Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros.3. informando a cassação do AVCB. esclarecendo o motivo do pedido. A inobservância do disposto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2.1 e 5. .3. o responsável técnico. 5. Neste caso.3.2. 5. 5. Deverá ser recolhida a TSP para segunda via. conforme especificado nos itens 5. desde que não seja caracterizada situação de nível IV ou Risco Iminente de Incêndio ou Pânico devidamente fundamentado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico.2.3. para a cassação do AVCB. 5.5 Nos casos de extravio do protocolo da vistoria.3.2.3.2. 5.2. 5. 5. será o profissional que se responsabilizou pela emissão da ART de instalação das medidas de segurança contra incêndio.3.3 Cassação do Auto de Vistoria do CBMMG A cassação será aplicada quando constatada pelo CBMMG sua ilegitimidade ou ilegalidade e pelo reiterado descumprimento das notificações. 5. podem ser emitidos os AVCB para as respectivas áreas.3.2.3.0645 a 2.3.2 Persistindo a infração. onde o respectivo serviço de segurança contra incêndio deve emitir a fotocópia com a autenticação do CBMMG.3.3 Emissão do Auto de Vistoria do CBMMG 5. c) interdição. sujeita o infrator às sanções administrativas: a) advertência.2. após a formalização da advertência escrita.2.1 Quando constatado pelo CBMMG que ocorreram alterações prejudiciais nas medidas de segurança contra incêndio e pânico da edificação ou área de risco. dentro do mesmo Projeto Técnico. respeitando a complexidade da medida de segurança. 5.401.3.1 Sessenta dias.3. seguido do termo “e outros”. deve o proprietário ou responsável pelo uso encaminhar solicitação por escrito ou FAT ao Serviço de Segurança Contra Incêndio. repetindo-se o valor da segunda reincidência na terceira.3.2. 5.3. 5.4 A multa será dobrada na primeira reincidência. 5. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito ou Formulário para Atendimento Técnico (FAT) ao Serviço de Segurança Contra Incêndio. 5.4 A retirada do AVCB no protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio só é permitida com a apresentação do respectivo protocolo de vistoria. será aplicada multa de 80.3.2.3. e multiplicada por três na segunda.3 Da multa e interdição dos estabelecimentos. 5. conforme especificado no item 5. esclarecendo o fato ocorrido. que ensejará em interdição do estabelecimento ou área de risco.2.2 Multa 5. 5.9216 UFEMG (Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais).3.2.3.11 Os AVCB devem ser emitidos especificando a área total aprovada no Projeto Técnico e a área parcial referente à subdivisão requerida.3.2. será aplicada na primeira vistoria.8 O AVCB somente pode ser emitido para edificação e área de risco que tenha todas as medidas de segurança contra incêndio e pânico instaladas e em funcionamento.3.2. constatado o descumprimento das medidas de segurança contra incêndio e pânico previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais ou norma técnica regulamentar. 5.3.7 Nos casos de extravio da primeira via do AVCB. apenas é incluído no AVCB o nome de um profissional. b) multa. o serviço de segurança contra incêndio deve emitir ofício ao interessado.3. obedecida à ordem alfabética.3.5. de acordo com o Projeto técnico aprovado.2 O responsável técnico que deve ter seu nome incluso no Auto de Vistoria.3. persistindo a conduta infracional. quando houver necessidade de nova remição por mudança de dados apresentados erroneamente pelo interessado.10 Quando houver edificação e áreas de risco onde seja solicitado a emissão de AVCB para áreas construídas e endereços distintos. 5.3. o solicitante deve recolher a TSP para emissão de novo AVCB.6 A via original do AVCB deve ser devolvida ao Serviço de Segurança Contra Incêndio. 5. deve ser emitido pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.2 Para a avaliação da irregularidade constatada na instalação ou funcionamento da medida de segurança contra incêndio e pânico deve ser levado em consideração à possibilidade da reparação imediata e ininterrupta pelo proprietário ou responsável pelo uso. 5.3 Verificado que o proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação e área de risco não tomou as providências necessárias para a reparação das irregularidades. deve ser instaurado o procedimento administrativo pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.3.2.3. de forma a permitir que o responsável tenha tempo para corrigir as irregularidades.3 Quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndios existentes na edificação e área de risco. 5. nova multa será aplicada na primeira reincidência e assim sucessivamente.1 Advertência escrita A advertência escrita em forma de notificação.

não podendo ultrapassar o prazo máximo de 6 (seis) meses. 5.4.3 O pagamento da TSP de vistoria dá direito a realização de uma vistoria. 5. sinalização de emergência e compartimentação horizontal e vertical e outros).6. Anotação de Responsabilidade Técnica: a) de instalação e/ou de manutenção das medidas de segurança contra incêndio e pânico (hidrantes e mangotinhos.6. e) de instalação e/ou manutenção do revestimento dos elementos estruturais protegidos contra o fogo.5 O CBMMG deve providenciar a cassação do AVCB.1 O AVCB tem validade de 02 anos. quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas.1 As alterações de dados referentes ao Projeto técnico de proteção contra incêndios que não impliquem na substituição.5.3. Plano estabelecido em função dos riscos da edificação e áreas de risco para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência. 5.4. não deve ser recolhida nova TSP. mediante recolhimento da respectiva TSP. NOTA .1.6. 5.2 Para Projeto técnico de Instalação e Ocupação Temporária e Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente. e só deve ser válido para o endereço onde foi efetuada a vistoria. 5.3. 5.4.6.5 Pode ser emitida uma única ART.2 A Anotação de Responsabilidade Técnica deve ser emitida para os serviços específicos de instalação e/ou manutenção das medidas de segurança contra incêndio previstas na edificação e áreas de risco. deverá ser paga a TSP equivalente à área a ser vistoriada. desde que a edificação e área de risco permaneça com as medidas de proteção contra incêndio e pânico previstas no projeto em condições de utilização e manutenção adequadas. o prazo de validade do AVCB deverá ser para o período da realização do evento. b) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de utilização de gases inflamáveis.2 O interessado deve comparecer na Unidade do CBMMG com atribuição no município onde se localiza a edificação. j) de instalação e/ou manutenção do emprego de material de acabamento e revestimento k) outros.5 Quando o retorno de vistoria for provocado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio. 5. 5. 5.4 Interdição A pena de interdição será aplicada sempre que houver situação de nível de segurança IV e/ou risco iminente devidamente fundamentado. g) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de chuveiros automáticos.3. disponibilizando o acesso às informações referente ao processo aos interessados.4.10 Memorial de Segurança contra Incêndio das Estruturas Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos revestimentos das estruturas contra ação do calor e outros conforme IT 06.6. extintores.3. iluminação de emergência. 5. 5.6 A Prefeitura e o Ministério Público devem ser informados por ofício sobre o ato de cassação do AVCB.4 A ART de manutenção é exigida durante fiscalização do Corpo de Bombeiros.4 Documentos necessários para a solicitação de vistoria de acordo com o risco e/ou medida de segurança existente na edificação e áreas de risco 5.3 A ART de instalação é exigida quando da solicitação da primeira vistoria da edificação e áreas de risco. 5. saídas de emergência. Caso sejam constatadas irregularidades pelo vistoriador.4. 5. devendo ser apresentada no ato da vistoria nota fiscal dos extintores de empresas devidamente credenciadas no CBMMG. com o comprovante do pagamento da TSP referente ao serviço de vistoria. h) de instalação e/ou manutenção do sistema de detecção de incêndio.9 Atestado de abrangência do grupo motogerador (GMG) Documento que contém informações sobre a abrangência. autonomia e automatização.4.4.5. i) de instalação e/ou manutenção do sistema de controle de fumaça. alarme de incêndio.4. 5.3.8 Plano de intervenção de incêndio (quando da renovação do AVCB).4.5.6 Podem ser emitidas várias ART desmembradas com as respectivas responsabilidades por medidas específicas.5 Prazos de auto de vistoria 5. c) de instalação e/ou manutenção do grupo moto gerador.Fica dispensada a apresentação de ART de instalação de extintores. devem ser encaminhadas por meio de Formulário para Atendimento Técnico juntamente com cópias de documentos autenticadas que comprovem o teor da solicitação. 5.4.4 O prazo máximo para realização de vistoria pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio é de 15 (quinze) dias úteis.6 O proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação ou área de risco é responsável pela manutenção . após a conclusão do procedimento.6 Disposições gerais da vistoria 5. quando houver apenas um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas. f) de inspeção e/ou manutenção de vasos sob pressão.6. d) de instalação e/ou manutenção do sistema de pressurização da escada de segurança. 5. 5. 5.7 Atestado de brigada contra Incêndio Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teóricos e práticos de prevenção combate a incêndio e pânico. 5. 5.

5. podendo ser acionado para: a) propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP).2 A TSP deve ser recolhida através dos bancos e conta corrente indicados pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio com atribuições no município onde está localizada a edificação (ou meios eletrônicos que permitam prova inequívoca do pagamento). 5.938 de 29 de . 3) utilização de novos sistemas construtivos ou de novos conceitos de sistemas de segurança contra incêndios. que trata da consolidação da legislação tributária do Estado de Minas Gerais.1 será de competência do Comandante Geral.9.3 A dispensa do pagamento da respectiva TSP está descrita e definida na lei Estadual 14.763 de 26 de dezembro de 1975.1 A solicitação do interessado pode ser feita no modelo do anexo F ou modelo semelhante confeccionado com recursos da informática e pode ser acompanhado de documentos que elucidem a dúvida ou comprovem os argumentos apresentados. 5.8.2 O Corpo Técnico poderá ser utilizado nas fases de análise.7. vistoria. 5. endereço e telefone do órgão solicitante.7. avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas no regulamento de incêndio.7. 5.1 Quando o motivo da apresentação do Formulário for provocado pela administração do Serviço de Segurança Contra Incêndio. 5.8. bem como para solucionar os casos especiais.2 O interessado quando do preenchimento do Formulário para Atendimento Técnico deve propor questão específica sobre aplicação da legislação. em três vias. seu procurador ou o responsável técnico.5 Prazo do FAT A contar da data do protocolo.3. 5. o proprietário.3. inclusive recursos ou quando da necessidade nas decisões de assuntos relacionados aos sistemas e medidas de segurança contra incêndio e pânico.7 Formulário para atendimento técnico dezembro de 2003. c) estudo preliminar como forma de garantir ao interessado a manutenção de exigências de futuro Projeto técnico. 2) utilização de normas internacionais. c) para tirar dúvidas quanto a procedimentos administrativos e técnicos. respeitando a ordem cronológica de entrada do pedido.3 O acionamento do Corpo Técnico para as questões especificadas no item 5. que altera a Lei 6.6.3 Apresentação 5.7. motivação do pedido e identificação do funcionário público signatário.7. a exemplo de: 1) solicitação de isenção de sistemas de segurança contra incêndios.1 Apresentação A solicitação de vistoria pode ser feita via ofício com timbre do órgão público. 5.2 Somente devem ser aceitos formulários preenchidos por meios digitais ou datilografados.e funcionamento dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio sob pena de cassação do AVCB. ficando vedado perguntas genéricas que deixem a cargo do Serviço de Segurança Contra Incêndio a busca da solução específica.7. 4) casos em que o Serviço de Segurança Contra Incêndio e pânico não possua os instrumentos adequados para a avaliação em análise e/ou vistoria. b) para solicitação de retificação de dados do Projeto técnico de segurança contra incêndio. 5.7.6 Taxa de Segurança Pública (TSP) 5.1 É um grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG. ou.7.2 Prazo de solicitação de vistoria por autoridade pública A contar da data de entrada do ofício no Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG.1 O Formulário para Atendimento Técnico deverá ser utilizado nos seguintes casos: a) para solicitação de substituição e retificação do AVCB.8 Solicitação de vistoria por autoridade pública 5.7. atendendo à Lei que regulamenta a TSP.9 Corpo Técnico 5. 5. conforme Lei que regulamenta o ato.9. b) analisar. 5. Chefe do Estado-Maior e do Diretor de Atividades Técnicas. 5. legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico.4 Competência Podem fazer uso do presente instrumento. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve responder no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis. d) para pedido de reconsideração de ato praticado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio (Notificações de análises e vistoria).6. 5. contendo endereço da edificação. e) para atualização de Projeto técnico.6. 5.7. 5. f) outras situações a critério do Serviço de Segurança Contra Incêndio. a administração deve responder nos prazos legais das requisições e as demais solicitações em 15 (quinze) dias úteis. A solicitação de vistoria por autoridade pública só pode ser realizada nos casos em que o interessado pela vistoria seja o responsável pelas edificações ou área de risco da administração pública.9. e. o interessado fica isento do pagamento da TSP.7.9. ou a autoridade solicitante tenha competência para impor aos proprietários de edificações privadas e públicas a vistoria.

que deverá convocar o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado . pelo proprietário.10. 5. a comissão será composta pelo Sub Comandante da Fração e dois sub tenente/Sargento do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico.10.10. Companhia ou Batalhão de Bombeiros Militar. 5. no prazo de quinze dias a contar do conhecimento. 5.1 Quando houver discordância do ato administrativo praticado pelo CBMMG.10. 5.10. para analisar e emitir parecer no prazo de trinta dias.6 Os recursos serão interpostos. 5. caberá recurso ao Comandante Geral do CBMMG.3. cuja decisão deverá proferida no prazo de quinze dias úteis.7.10.3 Nas Companhias e Pelotões de Bombeiros destacados. responsável pelo uso ou responsável técnico.5. 5.2 caberá interposição de recurso ao Comandante de Pelotão.7.7.2 O pedido de reconsideração será dirigido à autoridade que praticou o ato e protocolado no órgão a que esta pertencer.10.1 A comissão para análise de recurso será composta por oficiais do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico para análise de recursos em primeiro e segundo grau. sendo um oficial intermediário e dois oficiais subalternos. o proprietário.4 Caberá recurso ao Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG. do ato administrativo praticado pelo CBMMG. o responsável pelo uso ou responsável técnico poderá apresentar pedido de reconsideração do ato. sendo um oficial intermediário e dois oficiais subalternos.4.4 A comissão para análise de recurso em segundo grau será composta por três oficiais do Corpo Técnico. no caso de indeferimento do recurso previsto em 5. previsto em 5. Recebido o parecer . 5. contados do seu recebimento.10 Da reconsideração administrativos de ato e recursos do CCPCIP o Comandante-Geral decidirá em até quinze dias úteis.10. na ausência de oficiais.10.2 A comissão de recurso em primeiro grau será composta por três oficiais do Batalhão de Bombeiros e Companhias Independentes. 5.10.10.5 Do indeferimento.10. 5. a qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes.7.CCPCIP.10.7 Comissões para análise de recursos 5.3 Do indeferimento do pedido de reconsideração previsto no 5. contados do seu recebimento. 5. cuja decisão deverá ser proferida dentro do prazo de quinze dias úteis.10.

Existente: Ocupação: Em ___/___/__ _ Em ___/___/__ _ Em ___/___/__ _ Em Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Nome: Nome: Nome: Nome: Vistoriador: data ___/___/____ Parecer CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Bairro: Proprietário ou responsável p/ uso: Técnico Responsável: CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE GERAIS ___/___/__ Assinatura: _ Aprovado em ____/____/______ Assinatura: Assinatura: Assinatura: Vistoriador: data ___/___/____ Parecer m 2 Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Projeto N.º Município: Retirado por: Ass. m2 RG: Fone: . Seç de Análise RG: RG: RG: RG: Em ___/___/____ Ch S Vistoria: Fone: Fone: Fone: Fone: UF: Retirado por: Ass.º Protocolista Vistoriador: data ___/___/____ Parecer A construir: Analista AVCB ANEXO A . NOTIFICAÇÃO RETIRADA DO PROJETO Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Áreas .: RG: Fone: Fone: Fone: Protocolo nº AVCB nº Ch.Rua: VISTORIAS APROV.FRENTE ANEXO A – VERSO Protocolo nº AVCB nº Em ____/____/________ Em ___/___/____ Ch S Vistoria n. Compl. m2 CREA: RG: Fone: Protocolo nº AVCB nº Em ___/___/____ Ch S Vistoria: Total : Retirado por: Ass.

madeira. madeira.. Análise: *Apresentar quando da renovação de AVCB. . /uso: Ass. S. outros): Estrutura de sustentação da cobertura (concreto.: Carga Incêndio Baixa Média Alta Estrutura portante (concreto. aço.º. FORMA DE APRESENTAÇÃO PROTOCOLO (uso do CBMMG) Projeto técnico Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária Projeto técnico para Ocupação Temporária em Edificação Permanente 4.º de pav. Complemento:: : Lote Quarteirão Bairro: Município UF Proprietário: Responsável pelo uso: : Fone Responsável Técnico: CREA Fone N. Ch. outros): 3. IDENTIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO E/OU ÁREA DE RISCO Logradouro Público: N. Divisão e Descrição: Área existente: a construir: Total Altura da edificação: N. RESERVA D’ÁGUA Reservatório ( ) Elevado Reserva de Consumo: ( ) subterrâneo . do Responsável Técnico: Ass.ANEXO B CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS FORMULARIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DE PROJETO TÉCNICO 1.º e ano)__________/_______ Uso. m3 RTI de HI m3 RTI de SPK m3 5. MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Acesso de viatura do Corpo de Bombeiros Separação entre edificações Segurança estrutural nas edificações Compartimentação horizontal Compartimentação vertical Saídas de emergência Elevador de emergência Gerenciamento de risco de incêndio Brigada de incêndio Iluminação de emergência Detecção de incêndio Controle de materiais de acabamento 6.. do Proprietário/Resp. Analista: Alarme de incêndio Sinalização de emergência Extintores Hidrantes e/ou mangotinhos Chuveiros automáticos Resfriamento Espuma Sistema fixo de gases limpos e dióxido de carbono (CO2) Plano de intervenção de incêndio (*) Escada pressurizada Controle de fumaça Outros(especificar) Fogos de artifício Vaso sob pressão (caldeira) Outros (especificar) Ass.º do Processo anterior: ___________/________ Decreto Adotado (n. RISCOS ESPECIAIS Armazenamento de líquidos inflamáveis/combustíveis Gás Liquefeito de Petróleo Armazenamento de produtos perigosos Ass. aço. ..

E + 4 RESID ÊNCIA AQ U CAN T ÁREA INA S 1 . 01 1 0 .1:750 Assunto: Ocupação: PLANTA DE RISCO PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Local: Proprietário: Resp. T= t érreo.9 0 min Parede Cort a-fogo . 3 PRODUÇÃO E+ 3 ED. 4 TRANSPORTE DE MATERIAL E+ 3 ED. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . 2 ED.1 2 0 min Paredes de compart iment ação Regist ro de recalque ED. . Técnico Projeto Completo Esc.E OCIAL + 2 Vaso sob pressão (caldeira) Ent rada para o CB Combat e a Incêndio ED.ANEXO "C" 1 0 .0 0 Hidrant e público de coluna Hidrant e público subt errâneo Reserva de incêndio C PRO DUÇ DES ÃO ENV OLV IMEN 1 -E TO + 2 OR EC E D ADMINISTRAÇÃO 1. 6 Escada c/resist ência 9 0 min Cent ral Predial de GLP ESTACIONAMENTO GELADOS ED.0 0 Parede Cort a-fogo . Y= paviment o acima do t érreo) PLANTA DE RISCO DE INCÊNDIO (IMPLANTAÇÃO) Folha 1/1 Proprietário Resp. 0 5 DEPÓSITO X-T-Y (X = paviment o abaixo do t érreo.

Gaveta R. Gaveta R. Gaveta BOMBA DE INCÊNDIO H2 Proprietário Resp. Gaveta V. . Retenção OBSERVAÇÃO: H1 R. Técnico Folha 1/5 Projeto Completo Esc.ANEXO "D" . Retenção V.1:250 Assunto: PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Ocupação: INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Local: Proprietário: Resp.FL 01/05 INFORMAÇÕES SOBRE OS SISTEMAS LEGENDA Reserva de Incêndio R. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .

A A Proprietário Resp. Técnico B Folha 2/5 Projeto Completo Esc. TÉRREO Proprietário: Resp.1:125 Assunto: PROJETO TÉCN ICO DE PROTEÇÃ O CONTRA INCÊNDIO Ocupação: Local: PAV. . Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .

03/05 A A Proprietário Folha 3/5 Resp. .B ANEXO "D" . Técnico Projeto Completo Esc. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .FL. TIPO (1 ao 9 andar) Assunto: PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃ O CONTRA INCÊNDIO Ocupação: Local: Proprietário: Resp.1:125 PAV.

1:125 Assunto: PROJETO TÉCN ICO DE PROTEÇÃO CON TRA INCÊNDIO Ocupação: Local: COBERTURA Proprietário: Resp.FL. 04/05 Proprietário Folha 4/5 Resp. Técnico Projeto Completo Esc. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .ANEXO "D" . .

5/5 Proprietário Resp.ANEXO "D" . . Técnico CORTE A-A CORTE B-B Folha 5/5 Projeto Completo Esc.FL. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .1:250 Assunto: Ocupação: Local: CORTES PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Proprietário: Resp.

ANEXO “ E “ CORPO DE BOMBEIROS MEMORIAL INDUSTRIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 1. do Proprietário ou Resp. ESPECIFICAR QUANTIDADE DO PROCESSO DE LÍQUIDOS E GASES INFLAMÁVEIS ____________________________ Ass. MATÉRIA(S)-PRIMA(S) UTILIZADA(S) 3. do Técnico Responsável _________________________________ Ass.: pode ser anexado também o fluxograma de produção) 5.º DO PROCESSO: e-mail: 2. PROCESSO INDUSTRIAL (Obs. IDENTIFICAÇÃO EMPRESA: ATIVIDADE INDUSTRIAL: ENDEREÇO: MUNICÍPIO: N. p/uso . PRODUTO(S) ACABADO(S) 4. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES 6.

Técnico INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO. INSTALAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Endereço: Área (m2): Projeto técnico nº: Altura (m): Ocupação: Vistoria nº: ______________________________________ Nome: Assinatura RG/CREA .ANEXO F CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS FORMULÁRIO PARA ATENDIMENTO TÉCNICO DATA: ___/___/___ Solicitante: Proprietário Finalidade da Consulta: Resp. pelo uso Procurador Nº: Resp.

de_______________ de 20 . NOME COMPLETO Qualificação Profissional Registro Nº 00000 Só é válido com a comprovação da capacitação técnica do signatário (anexar cópia da credencial) . __.Atesto para os devidos fins que as pessoas abaixo relacionadas participaram com bom aproveitamento do treinamento de "Brigada de Incêndio" ministrado na Edificação localizada na __________________ nº _____ – Bairro ___________ – Município de ___________ -MG e estão aptas ao manuseio dos equipamentos de prevenção e combate a incêndio da edificação: NOME RG _______________________ .

participaram do curso de treinamento de Brigadistas com ____ horas aulas realizado na Escola de Treinamento de Brigadas de Incêndio do CBMMG.ANEXO G ATESTADO DE FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO Atesto. de_______________ de 20 . na cidade de . no bairro . para os devidos fins. funcionários da (empresa) . __. que as pessoas abaixo relacionadas. situada à Rua/Av . nº . Tendo concluído com aproveitamento o curso e estando aptas para operarem os sistemas e equipamentos de proteção e combate a incêndios instalados na edificação: NOME RG _______________________ . no período de ___/_____/200_ a ___/___/200_. ________________________________ Assinatura do CBMMG .

quando for o caso). p/uso Assinatura do Responsável Técnico . Local: Data: Assinatura do proprietário/Resp. INSTALAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Ocupação: Vistoria nº: Pedido: Motivo do pedido: (incluir fundamentação legal. p/uso: Área (m2): Altura (m): Projeto técnico____________________ nº: Documento de referência: Recurso ao DAT ( ) INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO.ANEXO H CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS MODELO DE REQUERIMENTO EM GRAU DE RECURSO Solicitante: Recurso à Unidade/fração ( ) Endereço: Proprietário/Resp.

ANEXO”I” CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS PEDIDO DE VISTORIA Projeto nº Endereço Vistoria Proprietário Responsável pelo uso Responsável Técnico Telefone de contato ( ) parcial1 ( ) final Área Taxa Data Atendente 1 – necessário apresentação do FAT .

16 AGUA PRESSURIZADA . 38mm – COMPR.ANEXO “J” EXTINTORES IT.2A PÓ QUIMICO SECO BC – 20 B:C GAS CARBONICO BC – 5 B:C ILUMINAÇÃO DE EMERGENCIA CONFORME IT 13 ALARME E DETECÇÃO CONFORME IT 14 HIDRANTES TUBULAÇAO 63/100/150mm FERRO GALVANIZADO HIDRANTES – MANG. TEXTIL I INDUSTRIAL I-2 CARGA DE INCENDIO – IT 09 OCUPAÇÃO/USO DESCRIÇÃO DIVISÃO CARGA DE INCENDIO EM MJ/M² I TEXTIL EM GERAL I-2 700 MJ/M² CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E AREAS DE RISCO QUANTO A CARGA DE INCENDIO RISCO CARGA DE INCENDIO MJ/M² MEDIO 700 MJ/M² . 30m ESGUICHOS REGULAVEIS – IT 17 SINALIZAÇÃO DE EMERGENCIA CONFORME IT 15 BRIGADA DE INCÊNDIO CONFORME IT 12 CLASSIFICAÇÃO GRUPO OCUPAÇÃO DIVISÃO DESCRIÇÃO TEXTIL EM GERAL EXEMPLOS ATULAMENTE IND.

ELEMENTOS ESTRUTURAIS Estrutura portante (concreto. madeira. outros): Estrutura de sustentação da cobertura (concreto. aço.º de pav.: Ocupação do subsolo: Total: Complemento: UF: MG Fone: ( ) Fone: ( ) Carga Incêndio (MJ/m²): 2. madeira. divisão e descrição: Nº Município: e-mail: e-mail: A construir: m n. MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Sinalização de emergência Controle de materiais de acabamento Saídas de emergência Iluminação de emergência Extintores 5. aço. RISCOS ESPECIAIS Armazenamento de líquidos inflamáveis/combustíveis Gás Liqüefeito de Petróleo Armazenamento de produtos perigosos ______________________________________ Ass: Proprietário ou Responsável pelo uso ______________________________________ Ass: Responsável Técnico Fogos de artifício Vaso sob pressão (caldeira) Outros (especificar) _________________________________ Ass: Vistoriador do Corpo de Bombeiros _________________________________ Ass:Chefe da Seção de Vistoria . outros): 3. FORMA DE APRESENTAÇÃO Protocolo (uso do Corpo de Bombeiros) Projeto Técnico Simplificado 4. IDENTIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO E/OU ÁREA DE RISCO Logradouro Público: Bairro: Proprietário: Responsável pelo uso: Áreas(m²) Existente : Detalhes : Altura: Uso.ANEXO “K ” CORPO DE BOMBEIROS MILITARDE MINAS GERAIS FORMULÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PARA PTS 1.

2. nos moldes previstos na IT 01 . bairro _________________ .ANEXO “L” TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO Visando a concessão do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros da CBMMG.Procedimentos Administrativos. de acordo com o previsto no item 5. ____ de ______________ de 200__.4. a edificação situada na ____________________________ nº . ____________.município de __________________ -MG. prevendo as medidas de segurança contra incêndio exigidas. ________________________________ Nome: Endereço: Proprietário/Responsável legal pelo imóvel . Comprometo-me a substituir o atual Projeto Técnico acima descrito. que possui Projeto Técnico aprovado nesse Corpo de Bombeiros sob o nº ___________.2. ora desatualizado devido a não previsão em planta das medidas de segurança contra incêndio exigidas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. da IT 01.

ANEXO “M” CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS ATESTADO DE ABRANGÊNCIA DO GRUPO MOTOGERADOR Eu. atesto que o Grupo Motogerador existente na edificação situada na __________________________________________________________________. visando a concessão do Auto de Vistoria do CBMMG. tendo as seguintes características: Motor ( marca e modelo): Potência: Tensão: Tipo de acionamento: Combustível: Capacidade do Tanque: Autonomia: Abrangência: Local: Data: _____________________________________ Assinatura do Responsável Técnico Nº da ART: . encontra-se instalado de acordo com as exigência da NBR 10898/99.______________________________________________Registrado no CREA sob o nº __________________.

7 da IT-06.. seja por ensaios.. Tudo conforme item 5..) existentes na edificação em referência encontramse instalados em conformidade com as informações abaixo. Ou isenção de TRRF para os pilares externos protegidos por alvenaria cega. atesta que os SISTEMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS (metálicas-de concreto-de maderia. ou UL nº etc – citar os ensaios.. com os seguintes TRRF: ____________________________________. DETERMINAÇÃO DO TEMPO REQUERIDO DE RESISTÊNCIA AO FOGO (TRRF) CRITÉRIOS PARA DETERMINAÇÃO DO TRRF: para a definição dos TRRF’s foi adotada (por exemplo: Tabela A da Instrução Técnica n° 06. métodos analíticos etc e norma(s)] . Classe P4 da Instrução Técnica n° 06. • As compartimentações. Técnico CREA nº . da Instrução Técnica n° 06.18 da Instrução Técnica n° 06 do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. Edificação: Logradouro Público/n°: Responsável pelo Uso: Altura(s) da Edificação (m): Ocupação: Data: (Nome da Edificação) (Endereço) (nome) (altura) (Data) METODOLOGIA PARA SE ATINGIR OS TRRF DOS ELEMENTOS ESTRUTURAIS [citar norma(s) empregada(s)] A metodologia adotada foi. visando a concessão do Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros. Tempo de Resistência Requerido ao Fogo (TRRF): Exemplo: • As estruturas principais terão TRRF de 90 min para colunas. ou método do tempo equivalente ou outros devidamente comprovados. Ou Isenção dos perfis confinados em área fria. Procedimentos” da referida Instrução Técnica.. contraventamentos e vigas principais conforme Tabela A... selagens de shafts e divisórias entre unidades autônomas serão executadas conforme segue: _______________________________________.. ____________________________________ Nome: Resp. Grupo D. MATERIAIS DE PROTEÇÃO CONTRA FOGO E RESPECTIVAS ESPESSURAS DE PROTEÇÃO [citar cartas de cobertura adotadas] Materiais Utilizados: (citar todos materiais utilizados na proteção) Espessuras Adotadas: (vide Tabela em anexo x carta de cobertura). e especificar se é para pilares.....ANEXO “N” MEMORIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS Nome da Empresa. conforme folhas. • Observações: _______________________________________________ ISENÇÕES OU REDUÇÕES DE TRRF Exemplos: (Não foi adotada nenhuma condição para redução ou isenção de TRRF na presente edificação. [descrever a metodologia. cartas de coberturas. vigas etc). tudo conforme IT 06). conforme o item “5. As espessuras foram calculadas com base nos ensaios laboratoriais acima mencionados. de acordo com os procedimentos da Norma . • As vigas secundárias terão TRRF de 60 min. Os ensaios de resistência ao fogo adotado foram o Relatório (IPT nº.). registrada no CREA sob n° ______________. conforme Anexo A. escadas de segurança.. atendendo o disposto no item 5..

IT – 02 TERMINOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Termos e Definições .

2 Abertura desprotegida: Porta. ISO 8421-3 . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio.270. janela ou qualquer outra abertura não dotada de vedação com o exigido índice de proteção ao fogo.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica padroniza os termos e definições utilizados no CBMMG.gov. . 4. ISO 8421-5 . 4.Explosion detection and suppression means. 4. vestíbulos. 355 . Decreto Estadual nº 44. Augusto de Lima. aplicam-se os seguintes termos e definições. 4 DEFINIÇÕES Para efeitos desta Instrução Técnica. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. dotado de porta trinco e visor transparente.1 Abandono de edificação: O mesmo que evacuação da edificação. constituindo a rota de saída horizontal (rota de fuga). esguichos.3 Abrigo de mangueiras: Compartimento. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. embutido ou aparente. ISO 8421-1 General Terms and phenomena of fire. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14. ISO 8421-8 . Os acessos podem ser constituídos por corredores.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 02 TERMINOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. 4. ficando em local seguro. rescul services and handling hazardous materials. passagens.gov. ISO 8421-2 .Fire detection and alarm. ISO 8421-4 . ou qualquer parte da parede externa da edificação com índice de resistência ao fogo menor que o exigido para a face exposta da edificação.General Terms and phenomena of fire. ISO 8421-7 . 4. que tem como finalidade conduzir a água da Estação de Tratamento de Águas (ETA).6 Adutora: Canalização.190-000 Site: www. varandas e terraços. balcões.Terms specific to fire-fighting. geralmente de grande diâmetro. 4.Strutural fire protection.130. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as atividades de Segurança Contra Incêndio do CBMMG.mg. até as redes de distribuição. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos.5 Acompanhante: Pessoa com conhecimentos da operacionalidade dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios instalados na edificação. área de refúgio ou descarga para saída do recinto do evento.Smoke control.4 Acesso: Caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor.Evacuation and means of escape.Bairro Centro CEP 30.br Email: dat3@cbmmg. que acompanha o vistoriador. ISO 8421-6 . NBR 13860/97 Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio.Fire extinction equipment. é a retirada organizada e segura da população usuária de uma edificação conduzida à via pública ou espaço aberto exterior à edificação. destinado a armazenar mangueiras. executando os testes necessários na vistoria. ISO 8421-1 .bombeiros.mg. para alcançar a escada ou rampa.

parapeitos e vergas que não apresentam resistência ao fogo.8 Agente extintor: Produto utilizado para extinguir o fogo. por dutos de entrada e saída de ar ou por ventilação forçada (pressurização). 4. localizado dentro dos limites do heliporto ou heliponto. 4. que poderá ser utilizado para pousos e decolagens de Helicópteros.10 Alarme de incêndio: Dispositivo de acionamento automático ou manual e desligamento manual. barriletes. 4. específica e por prazo limitado. 4. treliça. desde que haja acesso dos usuários ao exterior da edificação).17 Anemômetro: Instrumento que realiza a medição da velocidade de gases. reservatórios d’água. ficando entre este (s) e o logradouro público ou área externa com acesso aos setores. etc). em caráter temporário.9 Alambrado: Tela de arame ou outro material similar. 4. no processo de segurança contra incêndio.19 Antecâmara: Recinto que antecede a caixa da escada.11 Altura ascendente ou altura do subsolo da edificação: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga. Tipo II: Utiliza aplicadores que não depositam a espuma suavemente na superfície do líquido. 4. 4. com dimensões definidas.18 Anemômetro de fio quente ou termo anemômetro: Tipo de anemômetro que opera associando o efeito de troca de calor convectiva no elemento sensor (fio quente) com a velocidade do ar que passa pelo mesmo. próximo ao local de resgate de vítimas com uso de helicópteros para casos de impossibilidade de abandono da edificação pelas rotas de fuga previamente dimensionadas.20 Aplicação por espuma: Tipo I: utiliza aplicador que deposita a espuma suavemente na superfície do líquido. 4. casa de máquinas. pavimento superior da cobertura (duplex) e assemelhados. para pousos e decolagens de helicópteros mediante autorização prévia. 4. esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada. 4. 2º piso. 4. 4. ou pilotis. com resistências mecânicas de 5000 N / m.1 m/s.24 Área de aberturas na fachada de uma edificação: Superfície aberta nas fachadas (janelas. 4. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade. onde o Helicóptero pousa e decola.30 Área de pouso e decolagem: Local do Heliponto ou Heliporto. . Tipo III: Utiliza equipamentos que aplicam a espuma por meio de jatos que atingem a superfície do líquido em queda livre.26 Área de armazenamento: Aquela destinada à guarda de materiais. ao piso do último pavimento. separado desta por porta corta-fogo e situado em helipontos ou heliportos elevados. 4. 4. 4. ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo).27 Área de estacionamento: Local destinado ao estacionamento de helicópteros.29 Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros: Local construído sobre edificações. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema. 4.15 Análise preliminar de risco: Estudo prévio sobre a existência de riscos. que pode ser usado. sobre piso. 4. cadastrado no Comando Aéreo Regional respectivo. ou entre o nível do piso e o nível imediatamente superior. com ou sem acabamento ou em terreno natural.34 Área de risco: Área onde haja possibilidade de ocorrência de um sinistro.23 Área da edificação: Somatória da área a construir e da área construída de uma edificação. provocando o mínimo de submergência.13 Ampliação: Aumento da área construída da edificação. 4. com ventilação natural garantida por janela para o exterior. com acesso à escada de emergência. 4. destinado a alertar as pessoas sobre a existência de um incêndio no risco protegido. 4. 4.7 Afastamento horizontal entre aberturas: Distância mínima entre as aberturas nas fachadas (parede externa) dos setores compartimentados. 4.28 Área do pavimento: Área em metro quadrado (m2).16 Andar: Volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos.33 Área de refúgio: Local seguro que é utilizado temporariamente pelo usuário. podendo ser edificada ou aberta. 4.32 Área de refúgio para helipontos: Local ventilado. previamente delimitado.12 Altura da edificação ou altura descendente: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (nível térreo.31 Área de pouso e decolagem ocasional (APDO): Local de dimensões definidas. conforme o caso. paredes. do órgão regional do Comando Aéreo Regional. 4. acessado através das saídas de emergência de um setor ou setores. portas. 4.25 Área de armazenagem: Local destinado à estocagem de fogos de artifício industrializado.22 Área construída: Somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação. elementos vazados – cobogó. sob a projeção o paramento externo da parede da edificação. mas que são projetados para reduzir a submergência e agitar a superfície do líquido. em geral com valores em torno de 0. e pelas quais pode-se irradiar o incêndio. excluindo o ático. Possibilita realizar medições de valores baixos de velocidade.4.14 Análise: Ato formal de verificação das exigências das medidas de proteção contra incêndio das edificações e áreas de risco.21 Área a construir: Somatória da área em metros quadrados a serem construídas da edificação. calculada a partir das paredes externas. sob a projeção do paramento externo da parede da edificação. 4.

dentre outros. Nota: Se o degrau não possui bocel. latas. com dimensões definidas. onde são acondicionados recipientes (tais como tambores. 4. 4. 4. certificando que a edificação possui as condições de segurança contra incêndio e pânico. baldes.54 Avisador sonoro e visual: Dispositivo que emite sinais audíveis e visíveis de alerta combinados. previstas na legislação. 4.38 Áreas de produção: Locais onde se localizam poços de petróleo.49 Átrio (“Atrium”): Espaço amplo criado por um andar aberto ou conjuntos de andares abertos. caixas de água e circulação vertical.48 Ático: Parte do volume superior de uma edificação.53 Avisador sonoro: Dispositivo que emite sinais audíveis de alerta. para aplicação de agente extintor 4. 4. 4. 4.36 Área de venda: Local destinado à permanência de pessoas para escolha e compra de produtos.55 Avisador visual: Dispositivo que emite sinais visuais de alerta.59 Banzo: Parte lateral das escadas de incêndio onde se fixam os degraus.62 Bocel ou nariz do degrau: Borda saliente do degrau sobre o espelho. pertencentes ao imóvel.40 Área imprópria ao uso: São áreas que por sua característica geológica ou topográfica impossibilitam a sua exploração. 4. neste caso obrigatoriamente inclinada. 4. 4. tendo. 4. a saliência do bocel ou da quina sobre o degrau imediatamente inferior não pode ser menor que 15 mm em projeção horizontal. arredondada inferiormente ou não. 4. Exemplificam esta definição os taludes em aclive acentuado. tal como uma parede. com a finalidade de coletar vazamentos de óleo isolante. eletricidade. placas e equipamentos de aquecimento solar.42 Área total da edificação: Somatória da área a construir e da área construída da edificação. duto de coleta e dreno. 4. movimentação de pessoas e/ou materiais sem parte edificada.46 Aspersor: Dispositivo utilizado nos chuveiros automáticos ou sob comando. 4.. ações de carga e descarga. 4. Inclui-se nesta definição toldos e coberturas. estabelecendo um período de revalidação. controlado pela central. preenchido com pedra britada. 4. excluindo-se o de descarga.44 Armazém de líquidos inflamáveis: Construção destinada. escada rolante e “shafts” de hidráulica.45 Armazém de produtos acondicionados: Área coberta ou não. 4. 4. andar ou teto. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar. conectando dois ou mais pavimentos cobertos. ar condicionado e cabos de comunicação..51 Autonomia do sistema: Tempo mínimo em que o sistema se mantém em funcionamento.57 Bacia de contenção: Região delimitada por uma depressão do terreno ou diques destinada a conter integralmente o vazamento de produtos líquidos dos tanques. 4. 4. 4. aquecedores de água a gás ou elétricos localizados na cobertura do edifício. casa de máquinas de elevadores.47 Atestado de brigada contra incêndio: Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teórico e prático de prevenção e combate a incêndio e pânico.35 Área de toque: Parte da área de pouso e decolagem.52 Avisador: Dispositivo previsto para chamar a atenção de todas as pessoas dentro de uma área de perigo. 4. tanto vertical quanto horizontal. uma face aberta para o espaço livre exterior.41 Área protegida: Área dotada de medidas ativa e passiva para proteção contra incêndio e pânico. passeios públicos e áreas impróprias ao uso.56 Bacia de contenção de óleo isolante: Dispositivo constituído por grelha. exclusivamente a armazenagem de recipientes de líquidos inflamáveis. tonéis. adequados para controlar o movimento da fumaça. riachos e poços. 4. Excetua-se desta as áreas destinadas a jardinagens.4. etc. barrancos em pedra. As barreiras de fumaça podem ter aberturas que são protegidas por dispositivos de fechamento automático ou por dutos de ar. destinada a abrigar máquinas e equipamentos. 4. garantindo a eficiência desse sistema. chamas ou calor de um local ou instalação para outro contíguo. 4. 4.63 Bomba com motor de combustão interna (motores do ciclo Otto ou Diesel): Equipamento .37 Área do maior pavimento: Área do maior pavimento da edificação. que é projetada e construída para restringir o movimento da fumaça. chama-se quina do degrau. a linha de concorrência dos planos do degrau e do espelho. 4. lagos (mesmo os artificiais).61 Barreiras de proteção: Dispositivos que evitam a passagem de gases.50 Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB): Documento emitido pelo CBMMG. excetuando-se os locais destinados à escada.60 Barreiras de fumaça (“smoke barriers”): Membrana.43 Área utilizável: é toda aquela que de alguma forma pode ser utilizada para manobra de veículos. com fechamento na cobertura.) que contenham produtos ou materiais combustíveis ou produtos inflamáveis.39 Área edificada: Entende-se por área edificada toda a área que possuir piso e teto construídos.58 Balcão ou sacada: Parte do pavimento da edificação em balanço em relação à parede externa do prédio. pelo menos.

comandar e controlar os demais componentes do sistema. expresso em megajoule (MJ) por metro quadrado (m2). 4. 4.84 Central de alarme: Equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção.64 Bomba com motor elétrico: Equipamento para combate a incêndio cuja força provém da eletricidade. abandono da edificação. pisos e tetos.79 Capacidade volumétrica: Capacidade total em volume que o recipiente pode comportar. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP.73 Botoeira “liga-desliga”: Acionador manual.520 kg ou 5. de acordo com a norma específica. 4. destinada a conduzir água para alimentar o sistema de combate a incêndio. d) Classe IV: até 4000 kg ou 8. 4.67 Bomba principal: Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a recalcar água para os sistemas de combate a incêndio.71 Botijão: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP). 4. que contém os recipientes transportáveis ou estacionário (s) e acessórios.0 m3 de GLP (equivalente a 307 botijões de 13 kg ou 88 de 45 kg). . 4.68 Bombeiro profissional civil: Pessoa pertencente a uma empresa especializada. 4. 4. quando estes não puderem ser abastecidos pelo reservatório elevado. ou da própria administração do estabelecimento. 4. obtida em ensaio prático normalizado. com dedicação exclusiva. 4. convertê-los em indicações adequadas. divisórias.66 Bomba de reforço: Dispositivo hidráulico destinado a fornecer água aos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente. 4. 4.65 Bomba de pressurização (“jockey”): Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a manter o sistema pressurizado em uma faixa preestabelecida.080 kg ou 2. que presta serviços de prevenção de incêndio e atendimento de emergência em edificações e eventos. e que tenha sido aprovado no curso de formação. conexões e acessórios.77 Canalização: Rede de tubos. determinados nas normas técnicas em vigor. treinadas e capacitadas para atuar na prevenção.para o combate a incêndio cuja força provém da expansão do combustível misturado com o ar na presença de fonte ígnea ou pela variação de pressão. 4.70 Bombeiro voluntário: Pessoa pertencente a uma organização não governamental que presta serviços de atendimento às emergências públicas. 4.89 Combate a incêndio: Conjunto de ações táticas destinadas a extinguir ou isolar o incêndio com uso de equipamentos manuais ou automáticos. 4.69 Bombeiro público (Militar ou civil): Pessoa pertencente a uma corporação de atendimento às emergências públicas.78 Capacidade extintora: Medida do poder de extinção de fogo de um extintor.82 Carretel axial: Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semi-rígidas. c) Classe III: até 2.76 Câmara de espuma: Dispositivo dotado de selo de vapor destinado a conduzir a espuma para o interior do tanque de armazenamento de teto cônico. 4.86 Chuveiro automático: Dispositivo destinado a projetar água. vento etc. destinados ao armazenamento de gás liquefeito de petróleo (GLP) para consumo. 4. 4.80 Carga de incêndio: Soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço.85 Central de gás: Área devidamente delimitada. em forma de chuva. dotado de elemento sensível à elevação de temperatura. 4. 4.0 m3 de GLP (acima de 307 botijões de 13 kg ou 88 de 45 kg). localizado no topo da edificação.0 m3 de GLP (equivalente a 83 botijões de 13 kg ou 24 de 45 kg).81 Carga de incêndio específica: Valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado.75 Camada de fumaça (“smoke layer”): Espessura acumulada de fumaça abaixo de uma barreira física ou térmica. 4. calor. dentro de uma área preestabelecida. inclusive o revestimento das paredes. relacionada com um acidente. b) Classe II: até 1.5 m3 de GLP (equivalente a 193 botijões de 13 kg ou 56 de 45 kg). que podem contribuir para a propagação e radiação do fogo. com a função de protegê-la da ação dos fenômenos naturais (chuva. medida em m3.). combate a um princípio de incêndio e prestar os primeiros socorros. 4. voluntárias ou não.74 Brigada de incêndio: Grupo organizado de pessoas.72 Botijão portátil: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP) com capacidade nominal de até 5 kg de GLP. 4. 4.87 Circulação de uso comum: Passagem que dá acesso à saída de mais de uma unidade autônoma. e) Classe V: acima de 4000 kg ou 8. para bomba principal. do tipo liga-desliga.88 Cobertura: Elemento construtivo. 4. quarto de hotel ou assemelhado. Classificação segundo sua capacidade máxima de armazenamento de recipientes: a) Classe I: até 540 kg ou 1. 4.83 Causa: Origem de caráter humano ou material.0 m3 de GLP (equivalente a 41 botijões de 13 kg ou 12 de 45 kg). 4.90 Combustibilidade dos elementos de revestimento das fachadas das edificações: Característica de reação ao fogo dos materiais utilizados no revestimento das fachadas dos edifícios.

99 Comunicação visual: Conjunto de informações visuais aplicadas em uma edificação. 4.105 Dano: Lesões a pessoas. g) parapeitos ou abas resistentes ao fogo. com superfície lisa. analisar. destinados a evitar ou minimizar a propagação do fogo. 4. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e evite a sua propagação no plano horizontal. selos e “dampers” corta-fogo. 4. c) selagem corta-fogo nas passagens das instalações prediais existentes nas paredes de compartimentação. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. b) portas e vedadores corta-fogo nas paredes de compartimentação de áreas. espaços ou andares. avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. desenhos ou plantas do sistema. .94 Compartimentação horizontal: Medida de proteção. ar. Incluem-se neste conceito os elementos de vedação abaixo descritos: Compartimentação vertical a) entrepisos ou lajes corta-fogo de compartimentação de áreas. e) paredes corta-fogo de isolamento de riscos entre unidades autônomas. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e dificulte a sua propagação no plano vertical.95 Compartimentação vertical: Medida de proteção. com a finalidade de facilitar o seu embarque. para acondicionamento de cargas em geral a transportar.98 Compensadores síncronos: Equipamento que compensa reativos do sistema. plantas ou ecossistemas) ou de bens materiais. 4. 4. tais como: localização de ambientes. com a finalidade de orientar sua população. 4. saídas. não se tratando especificamente de sinalização de emergência. f) paredes corta-fogo entre unidades autônomas e áreas comuns. separando aberturas de pavimentos consecutivos. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. c) enclausuramento de dutos (“shafts”) por meio de paredes corta-fogo. arredondada e contínua. animais. conferida à edificação em relação às suas divisões internas. tendo como objetivos propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP). Compartimentação horizontal a) paredes corta-fogo de compartimentação de áreas. solo. destruição de recursos naturais (água. 4. 4. legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico. separando ambientes.107 Densidade populacional (d): Número de pessoas em uma área determinada (pessoas/m2).93 Compartimentação: Característica construtiva. determinado pela norma correspondente.104 Corrimão ou mainel: Barra. impedindo a passagem de calor ou fumaça. 4. desembarque e transbordo entre diferentes meios de transporte.TRRF.4.96 Compartimentar: Separar um ou mais locais do restante da edificação por intermédio de paredes resistentes ao fogo. d) enclausuramento das escadas por meio de paredes e portas corta-fogo. separando pavimentos consecutivos. 4. no mesmo pavimento ou para pavimentos elevados consecutivos. e trabalhando como gerador quando o sistema está com a tensão baixa. que lhe define a altura. concebida pelo arquiteto ou engenheiro. 4. cujas características básicas são a vedação térmica e a estanqueidade à fumaça.103 Corpo técnico: Grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG. onde o elemento construtivo estrutural e de vedação. possui resistência mecânica à variação térmica no tempo requerido de resistência ao fogo . portas.92 Compartimentação vertical e horizontal: Medidas de proteção passiva. g) portas corta-fogo de ingresso de unidades autônomas. prestação de serviços e propagandas. trabalhando como carga quando o sistema está com a tensão alta. construídos para evitar ou minimizar a propagação do incêndio de dentro para fora de seus limites. aplicada em áreas de escadas e rampas destinadas a servir de apoio para as pessoas durante o deslocamento. e) selagem corta-fogo dos dutos (“shafts”) na altura dos pisos e/ou entrepisos. cano ou peça similar. compreendendo um ou mais cômodos. constituída de elementos de construção resistentes ao fogo. na qual se tem a divisão em nível (cômodos) ou vão vertical (pé direito). d) registros corta-fogo nas tubulações de ventilação e de ar condicionado que transpassam as paredes de compartimentação. b) vedadores corta-fogo nos entrepisos ou lajes cortafogo. interna ou externamente ao edifício. 4.106 Degrau: Conjunto de elementos de uma escada composta pela face horizontal conhecida como “piso”.101 Cor de contraste: Aquela que contrasta com a cor de segurança a fim de fazer com que a última se sobressaia. 4. f) paredes resistentes ao fogo na envoltória do edifício.97 Compartimento: Parte de uma edificação.91 Como construído (“as built”): Documentos. h) registros corta-fogo nas aberturas em cada pavimento dos dutos de ventilação e de ar condicionado. calor e gases. 4. 4. 4.102 Cor de segurança: Aquela para a qual é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança ou saúde. destinado ao pisoteio e o espelho que é a parte vertical do degrau.100 Contêiner: Grande caixa metálica de dimensões e características padronizadas.

coletado ao nível inferior desta.118 Divisória ou tabique: Parede interna. podem ter ou não defletores ou calhas incluídos como partes integrantes do sistema. dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de uma corrente compacta de baixa velocidade. ou pequenas câmaras de geração com bocas de saídas abertas. 4. do manipulador. em qualquer pavimento. de edificação e do público em geral. 4.111 Detector automático de incêndio: Dispositivo que. ao eixo da rua ou a uma linha imaginária entre duas edificações ou áreas compartimentadas do mesmo lote. 4. antecâmaras ou acessos. exclusivamente. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido. às escadas. Podem ser: Dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de aspersão e terminam em um defletor ou uma calha que distribui a espuma. 4. 4. 4. 4.117 Distribuição de GNL a granel: Compreende as atividades de aquisição ou recepção. 4. 4. decorrente da passagem de corrente elétrica. com sede e administração no País.113 Dispositivos de descarga: Equipamentos que aplicam a espuma sob forma de neblina e que aplicam o agente numa corrente compacta de baixa velocidade. armazenamento. responsável pela radiação de calor. controle de qualidade e comercialização do gás natural liquefeito (GNL). 4. convecção de gases quentes e ou transmissão direta de chamas. 4. 4. quando sensibilizado por fenômenos físicos e/ou químicos. baixa ou atingindo o teto. estabelecida a partir do limite de área de armazenamento.112 Dispositivo de recalque: Registro para uso do Corpo de Bombeiros.128 Edificação principal: Construção que abriga a atividade principal sem a qual as demais edificações não teriam função. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas. sobrelojas e jiraus. 4. convecção de gases quentes ou a transmissão direta de chama. com isso. equipamento ou material.125 Edificação destinada ao comércio de fogos de artifício no varejo: Local destinado ao armazenamento e venda de fogos de artifício e estampido industrializados.115 Distância máxima horizontal de caminhamento: Afastamento máximo a ser percorrido pelo usuário para alcançar um acesso. que conduza ar puro. que permite a saída. Estes dispositivos podem ter formas como as de tubos abertos. basicamente.109 Deslizador de espuma: Dispositivo destinado a facilitar a aplicação suave da espuma sobre líquidos combustíveis armazenados em tanques. que permite o recalque de água para o sistema. de gases e fumaça para o ar livre.114 Distância de segurança: Afastamento entre uma face exposta da edificação ou de um local compartimentado à divisão do lote. esguichos de fluxo direcional. medida perpendicularmente à face exposta da edificação. detecta princípios de incêndio podendo ser ativado. por calor.116 Distância mínima de segurança: Afastamento mínimo entre a área de armazenamento de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) e outra instalação necessária para a segurança do usuário. transvasamento. mantendo-os.4. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas.124 Edificação aberta lateralmente: Edificação ou parte de edificação que. pode ser suprimida facilmente em caso de reforma.121 Duto de saída de ar (DS): Espaço vertical no interior da edificação.126 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação de calor. portanto.110 Destravadores eletromagnéticos: Dispositivo de controle de abertura com travamento determinado pelo acionamento magnético.123 Edificação: Área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação. devidamente ventilados e livres de fumaça em caso de incêndio.129 Edificação térrea: Edificação de um pavimento podendo possuir mezaninos.119 Dosador: Equipamento destinado a misturar quantidades determinadas de “extrato formador” de espuma e água. chama ou fumaça.127 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo. dispensando-se o duto interno e/ou externo para pressurização. 4. b) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas.122 Duto (“plenum”): Condição de dimensionamento do sistema de pressurização no qual se admite apenas um ponto de pressurização. por meio de transporte próprio ou contratado. 4. Observação: Em qualquer caso. 4. que serão realizadas por pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras. acima da cobertura da edificação. para permitir a ventilação. 4. com aberturas dispostas de forma a poderem ser consideradas uniformemente distribuídas. em cada pavimento: a) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. 4. . podendo também exercer a atividade de liquefação de gás natural. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro do edifício e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas ou. sem efeito estrutural e que.120 Duto de entrada de ar (DE): Espaço no interior da edificação. 4. 4.108 Descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. 4.

4. 4.156 Espuma mecânica: Agente extintor constituído por um aglomerado de bolhas produzidas por agitação da água com Líquido Gerador de Espuma (LGE) e ar. 4.146 Escada enclausurada protegida (EP): Escada devidamente ventilada situada em ambiente envolvido por paredes resistentes ao fogo e dotada de portas corta-fogo.147 Escada não enclausurada ou escada comum (NE): Escada que embora possa fazer parte de uma rota de saída.157 Estação de carregamento: Instalação especialmente construída para carregamento de caminhões-tanques ou de vagões-tanques. dosadores. 4. destinado a dar forma. 4. 4.136 EPI: Equipamentos de proteção individual. 4.154 Espaços comuns e amplos (“large volume spaces”): Espaço descompartimentado. Os espaços comuns podem permitir aberturas diretamente dentro dos espaços amplos ou podem conectar-se por meio de passagens abertas.148 Escoamento (E): Número máximo de pessoas possíveis de abandonar um recinto dentro do tempo máximo de abandono. 4. 4. compreendidos entre a parte inferior do forro de um pavimento e a parte superior do piso do pavimento imediatamente superior.144 Escada enclausurada: Escada protegida com paredes resistentes ao fogo e portas corta-fogo. cuja projeção esteja fora do corpo principal da edificação. 4.150 Esguicho regulável: Acessório hidráulico que dá forma ao jato. 4.137 EPI de nível “A”: É o nível máximo de proteção para todas as possíveis vias de intoxicação. 4. 4. de modo a evitar fogo e fumaça em caso de incêndio. Os átrios e shoppings cobertos são exemplos de espaços amplos.135 Entrepiso: Conjunto de elementos de construção.149 Esguicho: Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras. 4. 4. nos quais a fumaça proveniente de um incêndio pode propagar-se livremente.152 Espaço livre exterior: Espaço externo à edificação para o qual abram seus vãos de ventilação e iluminação. 4. 4.153 Espaços comuns (“communicating space”): Espaços dentro de uma edificação com comunicação com espaços amplos adjacentes. cuja condição de estanqueidade à fumaça é obtida por intermédio de pressurização. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto. visando restringir o movimento da fumaça. 4. Utiliza-se roupa encapsulada de proteção química. permitindo desta forma eficaz ventilação. dentro do qual a fumaça proveniente de um incêndio. válvulas e reservatórios de extrato formador de espuma.131 Efeito do sistema: Efeito causado pelo erro de projeto e/ou instalação com configurações inadequadas do sistema onde o ventilador está instalado. sendo por inalação. cujo acesso é por antecâmara igualmente enclausurada ou local aberto.138 EPI de nível “B”: É o nível de proteção intermediário. permitindo o uso d’água em forma de chuveiro de alta velocidade. causado pela diferença de temperatura interna e externa.145 Escada enclausurada à prova de fumaça (EPF): Escada cuja caixa é envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo. 4. sendo dotada de guarda-corpo ou gradil (Barreiras) e corrimãos em todas sua extensão (degraus e patamares). para exposições de produtos com possibilidade de respingos. 4. 4. 4. ao meio ambiente e ao patrimônio. em cada pavimento.142 Escada aberta externa (AE): Escada de emergência precedida de porta corta-fogo (PCF) no seu acesso. com proteção respiratória de pressão positiva. 4.158 Estação fixa de emulsificação: Local onde se situam bombas. ingestão ou absorção cutânea. 4. decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional. direção e controle ao jato.134 Emergência: Situação crítica e fortuita que representa perigo à vida.155 Espaços separados (“separated spaces”): Espaços dentro de edificações que são isolados das áreas grandes por barreiras de fumaça.140 EPR: Equipamentos de proteção respiratória.151 Espaço confinado: Local onde a presença humana é apenas momentânea para prestação de um serviço de manutenção em máquinas.143 Escada à prova de fumaça pressurizada (PFP): Escada à prova de fumaça. Utiliza-se roupa de proteção química conforme especificação da tabela de compatibilidade da roupa. 4. 4. não possuindo portas corta-fogo. propiciando um seguro abandono. geralmente com dois ou mais pavimentos que se comunicam internamente. 4. tubulações e sistemas.139 EPI de nível “C”: É o nível mínimo necessário a qualquer tipo de acidente envolvendo produtos químicos. pode mover-se ou acumular-se sem restrições. Pode ser constituído por logradouro público ou pátio amplo.141 Escada aberta: Escada não enclausurada por paredes e porta corta-fogo.132 Elemento de compartimentação: Elemento de construção que compõe a compartimentação da edificação.130 Efeito chaminé (“Stack effect”): Fluxo de ar vertical dentro das edificações. “halls” e outros. tanto no espaço amplo como no espaço comum. ocasionando redução do desempenho do ventilador em termos de vazão. 4. comunica-se diretamente com os demais ambientes como corredores. os quais não podem ser utilizados no suprimento de ar.4.133 Elemento estrutural: Todo e qualquer elemento de construção do qual dependa a resistência e a estabilidade total ou parcial da edificação. . com ou sem espaços vazios.

168 Expedidor: Pessoa responsável pela contratação do embarque e transporte de logística envolvendo produtos perigosos expressos em nota fiscal ou conhecimento de transporte internacional. 4.171 Fachada: Face de uma edificação constituída de vedos e aberturas. destinado a combater princípios de incêndio.166 Exercício simulado: Atividade prática realizada periodicamente para manter a brigada e os ocupantes das edificações com condições de enfrentar uma situação real de emergência. butano. possibilitando o acesso operacional dos equipamentos de combate e seu posicionamento em relação a ela.169 Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases.165 Exaustão: Princípio pelo qual os gases e produtos de combustão são retirados do interior do túnel. sistemas previstos e trâmite no Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG).178 Fluxo luminoso residual: Fluxo luminoso medido após o tempo de autonomia garantida pelo fabricante no funcionamento do sistema.184 Gás liquefeito de petróleo (GLP): Produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano. 4. entre outros.186 Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de .4. produzindo calor intenso e pressões elevadas. efetivamente. 4. compatibilidade entre os produtos e a identificação de seus riscos. contemplando duas unidades de passagem.159 Estação móvel de emulsificação: Veículo especificado para transporte de extrato formador de espuma (EFE) e o seu emulsionamento com a água. os dispositivos da iluminação de emergência.183 Fumaça (“smoke”): Partículas de ar transportadas na forma sólida. 4. 4. 4.167 Exercício simulado parcial: Atividade prática abrangendo apenas uma parte da planta. 4. adotando-se para o cálculo do escoamento. decorrente de um material submetido a pirólise ou combustão.175 Filtro de partículas: Elemento destinado a realizar retenção de partículas existentes no escoamento de ar e que estão sendo arrastadas por este fluxo. que juntamente com a quantidade de ar que é conduzida. sem obstrução. É responsável pela segurança veicular. 4.179 Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico.162 Estado de repouso do sistema: Condição na qual o sistema foi inibido de iluminar propositadamente. solicitar juntada de documentos. propano.176 Fluxo (F): Número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/min) em um determinado meio de abandono. signatários. 4. de acordo com a descrição da NBR 14432. 4. solicitar alterações em Processo e Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros. respeitando-se os turnos de trabalho.163 Estado de vigília do sistema: Condição em que a fonte de energia alternativa (sistema de iluminação de emergência) está pronta para entrar em funcionamento na falta ou na falha da rede elétrica da concessionária.173 Faixa de estacionamento: Trecho das vias de acesso que se destina ao estacionamento e operação das viaturas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG).180 Fonte de energia alternativa: Dispositivo destinado a fornecer energia elétrica ao(s) ponto(s) de luz de emergência na falta ou falha de alimentação na rede elétrica da concessionária. 4. 4. 4. 4. 4. nitrogênio ou outros componentes normalmente encontrados no gás natural. quando do escurecimento da noite. solicitar reconsideração de ato em vistoria. ou de qualquer outra forma.181 Formulário de segurança contra incêndios: Documento que contém os dados básicos da edificação. 4. que produz ruídos e efeitos luminosos. líquida e gasosa. composto predominantemente de metano e que pode conter quantidades mínimas de etano.185 Gás natural liqüefeito (GNL): Fluido no estado líquido em condições criogênicas. 4.177 Fluxo luminoso nominal: Fluxo luminoso medido após 2 min de funcionamento do sistema. 4. misturada formando uma massa. 4.172 Fachada de acesso operacional: Face da edificação localizada ao longo de uma via pública ou privada com largura livre maior ou igual a 6 m. fluxo igual a 88 pessoas por minuto (F=88). Tanto inibido manualmente com religamento automático ou por meio de célula fotoelétrica. que emitirá ou receberá a propagação de um incêndio.164 Estanqueidade: Propriedade de um elemento construtivo da vedação de impedir a passagem de gases e/ou chamas. A fachada deve possuir pelo menos um meio de acesso ao interior do edifício e não ter obstáculos. 4. 4.161 Estado de funcionamento do sistema: Condição na qual a(s) fonte(s) de energia alimenta(m). 4. podendo apresentar-se em mistura entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos. 4. buteno).182 Formulário para atendimento técnico (FAT): Instrumento administrativo utilizado pelo interessado para sanar dúvidas. para conservar energia e manter a bateria em estado de carga para uso em emergência. propeno. 4. 4. portátil ou sobre rodas.174 Fator de massividade (“fator de forma”) (m-1): Razão entre o perímetro exposto ao incêndio e a área da seção transversal de um perfil estrutural.160 Estado de flutuação: Condição em que a bateria de acumuladores elétricos recebe uma corrente necessária para a manutenção de sua capacidade nominal. 4. 4.170 Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual.

metrô. 4.214 Incêndio: é o fogo sem controle.187 Gerador de espuma: Equipamento que se destina a facilitar a mistura da solução com o ar para a formação de espuma. patamares. 4.204 Hidrante para sistema de espuma: Equipamento destinado a alimentar com água ou solução de espuma as mangueiras para combate a incêndio. 4.194 Heliponto civil: Local destinado. 4. 4. na falta de iluminação normal. incolores.ozônio. só em caso de falta da fonte normal. 4. 4. etc.213 Iluminação permanente: Sistema no qual. 4. podendo estar no interior de um abrigo de mangueira. tais como: pátio estacionamento. 4. 4. podendo ser emergente (de coluna) ou subterrâneo (de piso). 4. 4.195 Heliponto edificações. galerias e assemelhados.199 Heliportos: Helipontos públicos dotados instalações e facilidades para apoio de helicópteros e embarque e desembarque de pessoas. 4.188 Grelha de insuflamento: Dispositivo utilizado nas redes de distribuição de ar.196 Heliponto militar: Local destinado ao uso de helicópteros militares. horizontais e verticais. sendo comutadas automaticamente para a fonte de alimentação de energia alternativa em caso de falta e/ou falha da fonte normal.190 Grupo motogerador: Equipamento cuja força provém da explosão do combustível misturado ao ar. maus condutores de eletricidade e não corrosivos. 4. 4. Este elemento terminal é utilizado para direcionar e/ou distribuir de modo adequado o fluxo de ar em determinado ambiente. servindo como proteção contra eventuais quedas de um nível para outro.210 Iluminação de emergência: Sistema que permite clarear áreas escuras de passagens. 4. mangueiras de incêndio e demais acessórios. Por exemplo: centros médicos. 4.208 Iluminação de balisamento: Sistema composto por símbolos iluminados que indicam a rota de fuga em caso de emergência. posicionado no final de cada trecho. 4.191 Guarda ou guarda-corpo: Barreira protetora vertical. equipamentos de manutenção etc.209 Iluminação de balizamento ou de sinalização: Iluminação de sinalização com símbolos e/ou letras que indicam a rota de saída que pode ser utilizada em caso de emergência. são alimentadas automaticamente pela fonte de alimentação de energia alternativa. 4. embutido em parede. as lâmpadas de iluminação de emergência não são alimentadas pela rede elétrica da concessionária e. tampões.197 Heliponto privado: Local destinado ao uso de helicópteros civis.203 Hidrante de parede: Ponto de tomada de água instalado na rede particular.189 Grupo motoventilador: Equipamento composto por motor elétrico e ventilador.201 Hidrante: Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores. as lâmpadas de iluminação de emergência são alimentadas pela rede elétrica da concessionária.206 Iluminação auxiliar: Iluminação destinada a permitir a continuação do trabalho.192 Habite-se: Documento em que a Prefeitura Municipal local aceita as obras e serviços realizados e autoriza a sua ocupação. ao uso de helicópteros civis. incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais. 4.211 Iluminação de emergência e de aclaramento: Sistema composto por dispositivos de iluminação de ambientes para permitir a saída fácil e segura das pessoas para o exterior da edificação. elevado: Local instalado sobre de bombas e/ou mangueiras para o serviço de extinção de incêndios. sendo vedada sua utilização em caráter comercial. de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas. locais abastecimento. em caso de falha do sistema normal de iluminação. com a finalidade de gerar energia elétrica. São inodoros. maciça ou não delimitando as faces laterais abertas de escadas. 4. 4. 4. rampas. em princípio. estação de passageiros. de de de de 4. ao nível do solo ou elevada. balcões.193 Heliponto: Área homologada ou registrada. ligado à rede pública de abastecimento de água.205 Hidrante urbano: Ponto de tomada de água provido de dispositivo de manobra (registro) e união de engate rápido. 4.202 Hidrante de coluna: Aparelho ligado à rede pública de distribuição de água. 4.200 Heliportos elevados: Heliportos localizados sobre edificações. em caso de interrupção da alimentação normal. com a finalidade de insulflar ar dentro de um corpo de escada de segurança para pressurizá-la e expulsar a possível entrada de fumaça. utilizada para pousos e decolagens de helicópteros. 4. aeroportos.207 Iluminação de ambiente ou aclaramento: Iluminação com intensidade suficiente para garantir a saída segura de todas as pessoas do local em caso de emergência.212 Iluminação não permanente: Sistema no qual. terraços. 4. que permite a adaptação .198 Heliponto público: Local destinado ao uso de helicópteros em geral. bem como proporcionar a execução de intervenção ou garantir a continuação do trabalho em certas áreas.

por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido. contenção ou distribuição de fluídos líquidos ou gasosos. 4.218 Instalação: Toda montagem mecânica.232 Jato compacto: Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas. Podem ser de comando automático ou manual. 4. acessórios e equipamentos que conduzem e utilizam o GLP para consumo. para fins de atividades de produção industrial. 4. equipado na sua extremidade livre um esguicho difusor com válvula de comando manual de jato. que está apoiado em posição e que pode ser dirigido por um homem. cuja característica básica é a impossibilidade técnica de uma edificação ser atingida pelo calor irradiado. A reação do esguicho usualmente limita o fluxo da solução a aproximadamente 1000L/min no máximo. em graus Celsius no instante t.223 Instalação interna: Conjunto de tubulações. onde existem válvulas terminais (difusores). destinado à condução e ao uso do gás no interior da edificação. ventilação.233 Jato de espuma de monitor (canhão): Jato de grande capacidade de esguicho.221 Instalações fixas de mangotinhos: Dispositivo com suprimento fixo de gases compreendendo um ou mais cilindros que alimentam um mangotinho acondicionado em um carretel de alimentação axial. O fluxo de solução de 1200L/min ou mais pode ser usado.234 Jato de fumaça sob o teto (“ceiling jet”): Fluxo de fumaça sob o teto. estendendo-se radialmente do ponto de choque da coluna de fogo contra o teto. postos de serviço ou refinarias. previamente estabelecido por meio de croqui.230 Isolamento de risco: Característica construtiva. mas. concebida pelo arquiteto/engenheiro. 4. emanadas de outra atingida por incêndio. θg é a temperatura dos gases. 4. onde líquidos inflamáveis são armazenados e processados. 4.4. ou outra. 4.236 Jirau: Entende-se por jirau o piso compreendido entre dois pavimentos contíguos. 4. 4. geralmente tomada igual a 20º C. a densidade da fumaça na zona de transição cai a zero.224 Instalações sob comando: O agente extintor fica armazenado em depósitos fixos e é conduzido através de tubulações rígidas até pontos táticos. 4. 4. eletroeletrônica. ocupação de toda espécie. os . 4.235 Jato de linha de mangueira: Jato de espuma de um esguicho que pode ser segurado e dirigido manualmente. 4. Destes pontos. características térmicas dos elementos de vedação e da carga de incêndio específica.222 Instalações industriais: Conjunto de equipamentos que não se enquadram como depósitos. na qual se tem a separação física de uma edificação em relação às demais circunvizinhas. expresso em minutos. 4. e. a interface da camada de fumaça é um limite efetivo dentro da zona de diminuição de impacto.229 Inundação total: Descarga de gases limpos. prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco. 4. por meio da queima e/ou outro meio previsto e autorizado na legislação competente.226 Instalador: Pessoa física ou jurídica responsável pela execução da instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. Este equipamento é de comando manual. conduzido ou propagado pela convecção de massas gasosas aquecidas. medidores. hidráulica. dada pela seguinte expressão: θg=θo + 345 log (8t+1) Onde: t é o tempo. por meio da intervenção do homem. cuja montagem tenha caráter permanente ou temporária. que pode ter vários metros de espessura. a temperatura do jato de fumaça sob o teto será maior que a camada de fogo adjacente. geração ou controle de energia. 4. 4. Abaixo desse limite efetivo. as tubulações são complementadas com mangotinhos até o local do foco de incêndio onde o agente é aplicado. que necessite de proteção contra incêndio previsto na legislação. elétrica. registros e aparelhos de utilização de gás. observado na extremidade do esguicho. 4. reguladores.215 Incêndio natural: Variação de temperatura que simula o incêndio real.216 Incêndio-padrão: Elevação padronizada de temperatura em função do tempo. 4.225 Instalações temporárias: Locais que não possuem características construtivas em caráter definitivo podendo ser desmontadas e transferidas para outros locais.231 Itinerário: Trajeto a ser percorrido pelas guarnições do Corpo de Bombeiros na ida ou no regresso do atendimento de uma emergência. Normalmente. θO é a temperatura do ambiente antes do início do aquecimento em graus Celsius.227 Instrução técnica: Documento elaborado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais com objetivo de normalizar medidas e procedimentos de segurança. 4. em função da geometria. 4.220 Instalações fixas de aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás carbônico diretamente sobre o material que queima.217 Inibidor de vórtice: Acessório de tubulação destinado a eliminar o efeito do vórtice dentro de um reservatório.228 Interface da camada de fumaça (“smoke layer interface”): Limite teórico entre uma camada de fumaça e a fumaça provinda do ar externo (livre). com os necessários complementos. Na prática.219 Instalação de gás liquefeito de petróleo (GLP): Sistema constituído de tubulações. de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado.

4.239 Laudo: Peça na qual o profissional habilitado relata o que observou e dá as suas conclusões. 4. modificação ou ampliação dos existentes.8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37. inclusive os degraus ingrauxidos nos locais em que a escada faz deflexão.238 Largura do degrau (b): Distância entre o bocel do degrau e a projeção do bocel do degrau imediatamente superior. A principal característica do jirau em relação à sobreloja ou ao mezanino reside na característica de poder ser contido lateralmente apenas por duas paredes e com a possibilidade de ter ou não guardacorpo nas outras laterais. o qual não configure um pavimento. onde haja a probabilidade de um perigo se materializar causando um dano. em um lote de recipientes. acrescida da largura do corredor de inspeção.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. 4. se tornem auto-reativos e.4º C . 4.240 Leiaute: Distribuição física de elementos num determinado espaço. mais perto da borda. 4. 4.8ºC. em um lote de recipientes. também conhecido como líquido Classe I. aceita pelo proprietário da instalação ou seu preposto legal designado.todos os tipos de óleo combustível.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. servindo como área de depósito.quais tenham entre si altura suficiente para a interposição de um terceiro nível.241 Limite de área de armazenamento: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP).todos os tipos de lubrificantes.247 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37. pois. 4. todos os degraus possuem piso de largura igual. c) classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93.248 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que. 4.55m da borda livre da escada ou da parede.251 Local de risco: Área interna ou externa da edificação.4ºC . estando afastada 0. c) classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22. possuindo altura do pé direito diferenciado do pé direito do pavimento tipo e com área de projeção em planta que não ultrapasse a metade da área do piso imediatamente abaixo.244 Linha de percurso de uma escada: Linha imaginária sobre a qual sobe ou desce uma pessoa que segura o corrimão. Nota: Sobre esta linha.254 Lotes de recipientes: Conjunto de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) sem que haja corredor de inspeção entre estes. 4. ou de choque mecânico.8ºC. polimerizem ou venham a explodir. medida horizontalmente sobre a linha de percurso da escada. ficando. 4. 4. . em conseqüência.252 Local de saída única: Condição de um pavimento da edificação. 4. É comum o seu emprego em edificações industriais e comércio atacadista. ou fechamentos de área para fins de qualquer espécie.253 Loteamento: Parcelamento do solo com abertura de novos sistemas de circulação ou prolongamento. por efeito de variação de temperatura e pressão. 4. se decomponham.246 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37. Sua função principal é de acondicionamento de materiais. aguarrás e querosene (iluminante e de aviação). no estado puro ou nas especificações comerciais.243 Linha de espuma: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a espuma. 4.250 Local de abastecimento: Área determinada pelo conjunto de veículo abastecedor. subdividindo-se em: a) classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. b) classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60º C e inferior a 93.8ºC.242 Limite do lote de recipientes: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP). O acesso a este nível pode utilizar a escada principal da edificação ou possuir escada exclusiva. quando este for exigido. publicada pelo fabricante e reconhecida por órgãos regulamentadores ou normativos.249 Listagem confiável: Relação de dados e características de projeto de equipamentos ou dispositivos. níveis cujo aproveitamento seja constituído por escritórios.8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de óleo diesel.8ºC – todos os tipos de álcool. onde a saída é possível apenas em um sentido. Não constitui jirau.70m.256 Mangotinho: Ponto de tomada de água onde há uma simples saída contendo válvula de abertura rápida.8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação). 4. subdividido como segue: a) classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37.255 Maior risco: Aquele que possa existir oriundo de instalações projetadas ou existentes que requeira a maior demanda de água para o combate a incêndio. 4. 4. a linha de percurso coincide com o eixo da escada.245 Linha de solução: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a solução de espuma mecânica. 4. Nas escadas de menos de 1. b) classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. 4. nem subir altura superior a 3. Nota: Um lanço de escada nunca pode ter menos de três degraus. na estocagem ou no transporte. mangueira flexível de abastecimento e central de gás liquefeito de petróleo (GLP). 4. – solventes (conforme ficha de segurança do produto).237 Lanço de escada: Sucessão ininterrupta de degraus entre dois patamares sucessivos.10 m de largura.

de modo que pode ser transportado para cena do incêndio.278 Monitor portátil (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e encontra-se num suporte móvel ou sobre rodas. 4. 4. 4. visando relacionar os meios humanos e materiais disponíveis por uma empresa. localizar.274 Mezanino: Pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares.273 Memorial: Conceitos. 4. 4. 4. 4. através de portas. O monitor pode ser alimentado com a solução mediante tubulação permanente ou mangueiras.269 Megajoule (MJ): Medida de capacidade calorífica dos corpos e materiais. 4.270 Meio defensável (“tenable environment”): Meio no qual a fumaça e o calor estão limitados e restritos. além de instalação elétrica e/ou hidráulica. 4.259 Manômetro: Instrumento que realiza a medição de pressões efetivas ou relativas. 4. premissas e etapas utilizados para definir. 4.266 Materiais semicombustíveis: Produtos ou substâncias que.267 Máximo enchimento: Volume máximo de gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido que um recipiente pode armazenar com segurança.263 Materiais de acabamento: Produtos ou substâncias que. são agregados à mesma com fins de conforto.258 Mangueira flexível: Tubo flexível de material sintético com características comprovadas para uso do gás liquefeito de petróleo (GLP). semi-rígida.282 Nível de acesso: Ponto do terreno em que atravessa a projeção do paramento externo da parede do prédio. fabricado com fios naturais ou artificiais. em seu processo químico. 4. havendo comunicação entre os módulos. sala de treinamento ou de aula.261 Mapeamento de risco: Estudo desenvolvido pelo responsável por uma edificação em conjunto com o Corpo de Bombeiros. 4. 4. almoxarifado ou guarita.264 Materiais fogo-retardantes: Produtos ou substâncias que. apresentam baixa taxa de queima e pouco desenvolvimento de fumaça. derretimento.265 Materiais incombustíveis: Produtos ou substâncias que.277 Monitor fixo (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e está montado num suporte estacionário fixo ao nível do solo ou em elevação. cálculos. 4. com ou sem emprego de escadas. deformações excessivas e não desenvolvem elevada quantia de fumaça e gases.262 Materiais combustíveis: Produtos ou substâncias (não resistentes ao fogo) que sofrem ignição ou combustão quando sujeitos a calor. visando preservar os ocupantes num nível que não exista ameaça de vida. 4. não apresentam rachaduras. estética ou segurança. podendo ou não possuir proteção metálica ou têxtil. 4.257 Mangueira de incêndio: Tubo flexível. depósito. não fazendo parte da estrutura principal. 4. desde a concepção até a sua implantação e manutenção. produzido por esguichos especiais. submetidos à ignição ou combustão.260 Manômetro de líquido ajustável: Tipo de manômetro que permite a realização da avaliação da diferença de pressão entre dois ambientes por meio da comparação entre alturas de colunas de líquido dito manométrico. Nota: É aplicado para a determinação da altura da edificação. recebem tratamento para melhor se comportarem frente à ação do calor. É composto de parte descritiva. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação.275 Módulo habitável: Contêiner adaptado. usado para canalizar água. 4.281 Nível: Parte da edificação não contida em um mesmo plano. 4. sala de reuniões. antes do início da medição (ajuste do “zero”). 4. ábacos e tabelas. 4.272 Meio de Fuga: Medidas que estabelecem rotas de fuga seguras aos ocupantes de uma edificação. que recebeu portas e janelas. possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à incolumidade das pessoas. prevista no Regulamento de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. 4. estabelecida pelo Sistema Internacional de Unidades – SI. 4.268 Medidas de proteção contra incêndio e pânico: Conjunto de ações e dispositivo a serem instalados nas edificações e áreas de risco necessários a evitar o surgimento de incêndio e pânico.279 Mudança de ocupação: Consiste na alteração de uso da edificação que motive a mudança de classificação na tabela 1. mangueira esguicho regulável e demais acessórios.adaptador (se necessário).276 Monitor (canhão): Equipamento destinado a formar e orientar jatos de água ou espuma de grande volume e alcance. solução ou espuma. 4. 4. Permite o ajuste do valor inicial. O módulo habitável pode ser formado por um ou mais contêineres conjugados.280 Neblina de água: Jato de pequenas partículas d’água. sendo considerado andar o mezanino que possuir área superior à metade da área do andar subdividido.283 Nível de descarga: Nível no qual uma porta externa conduz ao exterior. limitar sua propagação. submetidos à ignição ou combustão. 4. empregado como escritório. dispostos horizontalmente (afastados ou não entre si) ou verticalmente. ao se entrar na edificação. ao meio ambiente e ao patrimônio.271 Meio de Alerta: Dispositivos ou equipamentos destinados a avisar os ocupantes de uma edificação por ocasião de uma emergência qualquer. ou ainda aqueles protegidos por produtos que dificultem a queima. . seguido da qualificação e otimização da capacidade de reação.

destinada à rolagem de helicópteros entre área de pouso ou de decolagem e a área de estacionamento ou de serviços. 4. 4. 4. Considera-se. podendo ser anexadas ocupações temporárias. 70% do perímetro total. 4. 4. 4. não definitivo em local com características de estrutura construtiva permanente. 4.300 Passagem subterrânea: Obra de arte destinada à transposição de vias. 4. no local ou em laboratório especializado. onde os pilares se encontram com os elementos de fundação ou onde os pilares mudam de forma e ficam aparentes.299 Parede resistente ao fogo (parede de compartimentação): Elemento estrutural resistente ao fogo por um determinado período de tempo. também. individual ou coletiva. 4. o nível de transição das estruturas da edificação. 4. que provoca nas pessoas. a uma instalação ou a um procedimento. em desnível subterrâneo.295 Pânico: Susto ou pavor repentino.310 Pista de rolagem: Pista de dimensões definidas. 4. como tal. visando a separar uma edificação em relação à outra. o local coberto.287 Ocupação predominante: Atividade ou uso principal exercido na edificação.309 Piso: Superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito. e ao uso de pedestres ou veículos. através do exame técnico das edificações. mediante exame técnico das edificações.298 Parede corta-fogo portante: Elemento construtivo. levando-se em consideração o risco de ativação das estruturas ou o potencial danoso aos usuários. bem como das causas do desenvolvimento e conseqüências dos incêndios. 4. mantendo sua integridade e as características de vedação contra gases e fumaça. mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem. no local ou em laboratório especializado. Também se inclui nesta categoria. provoca nas pessoas. de propagação rápida. com características de resistência ao fogo (estanqueidade. 4. 4. reação desordenada. em atendimento ao projeto arquitetônico. ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio.305 Perícia técnica: Consiste no levantamento e apuração efetuado por profissional do CBMMG.294 Órgão competente: Órgão público.302 Pavimento: Está compreendido entre o plano de piso e o plano do teto imediatamente acima do piso de referência. susto ou pavor que repentino. 4.303 Pavimento de descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. estadual. feiras. aberto em pelo menos três lados.301 Passarela: Obra de arte destinada à transposição de vias. legalmente habilitado. 4.297 Parede corta-fogo: Elemento construtivo que. conforme concebida pelo arquiteto ou engenheiro. individual ou coletiva.4. constituída por 4. 4. 4. desde que reúna as habilitações necessárias. tais como: circos. 4. aberto em pelo menos duas faces opostas. isolação térmica e estabilidade). sob a ação do fogo.289 Ocupações temporárias em instalações permanentes: Instalações de caráter temporário e transitório.286 Ocupação mista: Edificação que abriga mais de um tipo de ocupação. 4. . cujo perímetro aberto tenha.296 Pantográfica: Porta paralelogramos articulados. municipal.288 Ocupação temporária: Atividade desenvolvida de caráter temporário.306 Perigo: Propriedade de causar dano inerente a uma substância.285 Ocupação: Atividade ou uso da edificação. materiais e equipamentos. 4. é estanque à propagação da chama e proporciona um isolamento térmico tal que a temperatura medida sobre a superfície não exposta não ultrapasse 140ºC durante um tempo especificado. 4. no mínimo. conserva suas características de resistência mecânica.291 Operação de abastecimento: Atividade de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP. apontando as causas que o motivaram.292 Operação manual: Atividade que depende da ação do elemento humano.307 Pesquisa de incêndio: Apuração das causas. 4. federal. espetáculos e parques de diversões. para emissão de parecer técnico quanto aos sinistros e exigências de proteção contra incêndio e pânico nas edificações.290 Operação automática: Atividade que não depende de qualquer intervenção humana para determinar o funcionamento da instalação de gás. e ao uso de pedestres. dividido pela área de aberturas existentes na mesma fachada. de propagação rápida.284 Nível de segurança: Enquadramento dado ao nível potencial de risco que a edificação oferece em sua utilização prevista. materiais e equipamentos. em desnível aéreo. desenvolvimento e conseqüências dos incêndios atendidos pelo CBMMG.293 Operador: Profissional habilitado a executar a operação de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP podendo acumular a função de motorista. 4.308 Pilotis: Local edificado de uso comum. reação desordenada.304 Percentual de aberturas em uma fachada: Relação entre a área total (edificações não compartimentadas) ou área parcial (edificações compartimentadas) da fachada de uma edificação. 4.

c) hidrantes externos. Quando instaladas nas escadas de segurança.325 População flutuante: Número de pessoas que não se enquadra no item de população fixa.Deve atender ás exigências de resistência mecânica.317 Planta de risco: Mapa simplificado no formato A0. podendo ser em mais de uma folha.321 Ponto de abastecimento: Ponto de interligação entre o engate de enchimento da mangueira de abastecimento e a válvula do recipiente que deve ser abastecido.324 População fixa: Número de pessoas que permanece regularmente na edificação. objetivando diminuir a possibilidade da ocorrência de um princípio de incêndio e pânico. 4. A2. Defesa Civil.316 Planta de bombeiro: Representação gráfica da edificação. 4. É um dispositivo móvel que. ao meio ambiente e às propriedades. A1. instalado nas aberturas da parede de compartimentação. considerando-se os turnos de trabalho e a natureza da ocupação. f) reserva de incêndio. 4.328 Posto de abastecimento e serviço: Atividade onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos. Ou ainda.332 Produtos perigosos: Todas as substâncias cuja liberação ou ameaça de liberação cause risco ao ser humano. arranjo e previsão dos meios de segurança contra incêndio e riscos existentes. Será sempre pelo número máximo diário de pessoas. eletrodutos. 4.315 Plano particular de intervenção (PPI): Procedimento peculiar de atendimento de emergência em locais previamente definidos. 4. indicando: a) principais riscos.312 Plano de Auxílio Mútuo (PAM): Plano que tem por objetivo conjugar os esforços dos órgãos públicos (Corpo de Bombeiros.322 Ponto de luz: Dispositivo constituído de lâmpada(s) ou outros dispositivos de iluminação. destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado. tubulações hidráulico-sanitárias.320 Poço de sucção: Elemento construtivo do reservatório. h) vias de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros.326 Porta corta-fogo (PCF): Dispositivo construtivo(Conjunto de folha(s) de porta. e) registro de recalque. 4. e estabelecer o comportamento a ser adotado frente à emergência. 4.313 Plano de intervenção de incêndio: Plano estabelecido em função dos riscos da edificação para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência. bem como os terceiros nestas condições. elaborado por profissionais de grupo multidisciplinar (Engenheiros ou Técnicos que atuem na área de segurança de incêndio e ambiental). 4. em escala padronizada. aqueles produtos cujo manuseio e tráfego apresentam risco à vida. 4. 4. tubos de lixo. indispensável à elaboração de um PPI. cabos. 4. .311 Planilha de levantamento de dados: Instrumento utilizado para a catalogação de todas as informações e dados da empresa. marco e acessórios). retarda a propagação do incêndio de um ambiente para outro. 4. 4. d) número de pavimentos. 4. destinadas à circulação de pessoas e de equipamentos.314 Plano global de segurança: Integração de todas as medidas de prevenção contra incêndios e pânico que garantam a segurança efetiva das pessoas (aspecto humano) e do edifício.329 Prevenção contra incêndio e pânico: Conjunto de ações e medidas que visam a orientação das pessoas. bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações. monta-cargas.4. 4. b) paredes corta-fogo e de compartimentação. 4. elevadores. ventilação. ou parte dela é projetada. vedando aberturas em paredes. com área de até 750 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados) regulados por meios de instrução técnica. Polícia etc) e brigadas de incêndio e de abandono das empresas privadas. envolvendo as medidas de proteção ativa e passiva. ao meio ambiente e ao patrimônio individual ou público.318 Planta: Desenho onde estão situadas uma ou mais empresas. com representantes de todos os órgãos envolvidos no atendimento de uma emergência. possibilitam que os ocupantes das edificações atinjam os pisos de descarga com as suas integridades físicas garantidas. 4.327 Posto de comando: Local fixo ou móvel. 4. i) hidrantes públicos próximos da edificação (se houver). com tempo mínimo de resistência ao fogo. com uma única ou mais edificações.323 População: Número de pessoas para as quais uma edificação. conforme o Manual de Defesa Civil Estudos de Riscos e Medicina de Desastres.331 Processo de segurança contra incêndio e pânico (PSCIP): Documentação que contém os elementos formais das medidas de proteção contra incêndio e pânico de uma edificação ou área de risco que deve ser apresentada no CBMMG para avaliação em análise técnica. estanqueidade e isolamento térmico. g) armazenamento de produtos perigosos. invólucro(s) e/ou outros(s) componente(s) que têm a função de promover o aclaramento do ambiente ou a sinalização. em caso de sinistro. 4.330 Procedimento sumário: Constitui-se na ação de análise e vistoria do CBMMG em edificações de uso coletivo. contendo informações através de legenda específica da localização.319 Poço de instalação: Passagem essencialmente vertical deixada numa edificação com finalidade específica de facilitar a instalação de serviços tais como: dutos de ar-condicionado. e outros. 4. A3 ou A4. em conjunto com o Corpo de Bombeiros. 4.

4. instalados nos dutos de ventilação e dutos de exaustão. 4.345 Rede de alimentação: Conjunto de condutores elétricos. 4.342 Rampa: Parte construtiva inclinada de uma rota de saída.359 Reservatório de escorva: Reservatório de água com volume necessário para manter a tubulação de sucção da bomba de incêndio sempre cheia d’água. de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio. 4. 4. destinada a colocar água potável à disposição dos consumidores. 4. seções.341 Quadro de áreas: Tabela que contém as áreas individualizadas das edificações e seus pavimentos. 4. que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. 4. 4. segundo as leis vigentes. 4. necessárias à definição das características principais do sistema de combate a incêndio. 4.340 Propagação por radiação térmica: Aquela emitida por um incêndio em uma edificação. sinalização e alarme: Conjunto de dispositivos de atuação automática destinados a detectar calor. 4.353 Registro de fumaça (“smoke damper”): Dispositivo utilizado no sistema de controle de fumaça. inclusive das especificações de materiais e equipamentos. elevações.346 Rede de detecção. engenharias.361 Reservatório enterrado ou subterrâneo: Reserva de incêndio cuja parte superior encontra-se instalada abaixo do nível do terreno natural. destinado a interrromper o fluxo de água das instalações hidráulicas de combate a incêndio em edificações. pela cobertura (em colapso).351 Registro (“dumper”) de sobrepressão: Dispositivo que atua como regulador em ambiente que deva ser mantido em determinado nível de pressão. atendendo a requisitos de resistência a fogo e fumaça.352 Registro de fluxo: Dispositivo com a função de direcionar o fluxo de ar. 4.334 Profissional legalmente habilitado: Pessoa física ou jurídica que goza do direito.360 Reservatório elevado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado acima do nível do terreno natural com a tubulação formando uma coluna d’água. .347 Rede de distribuição: Parte do sistema de abastecimento formado de tubulações e órgãos acessórios. etc.25m³.335 Profundidade de piso em subsolo: Profundidade medida em relação ao nível de descarga da edificação. que se destina a unir dois níveis ou setores de um recinto de evento.348 Rede elétrica da concessionária: Energia elétrica fornecida pela concessionária do município. 4. 4.350 Reforma: Alterações nas edificações e áreas de risco sem aumento de área construída.349 Refinaria: Unidade industrial na qual são produzidos líquidos inflamáveis. inclusive a sua proteção. a partir de petróleo. em quantidade e pressão recomendada. 4.4. assim como do memorial. detalhes e perspectivas isométricas e. dutos e demais equipamentos empregados na transmissão de energia do sistema. 4. que atingem a fachada da outra edificação adjacente. de forma contínua. composto de plantas. 4. que se propaga por radiação por meio de aberturas existentes na fachada.358 Reservatório ao nível do solo: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado no mesmo nível do terreno natural. quando utilizada duplicidade de equipamentos. ou pela própria fachada (composta de material combustível) para uma outra edificação adjacente.338 Propagação por condução: Decorrente do contato direto de chamas pela fachada ou pela cobertura (em colapso) de um incêndio em uma edificação. projetado para resistir à passagem de ar ou fumaça.354 Registro de paragem: Dispositivo hidráulico manual. em escala comercial. 4. 4.355 Registro de recalque: Dispositivo hidráulico destinado a permitir a introdução de água proveniente de fontes externas. 4.336 Projetista: Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto.343 Recipiente estacionário: Recipiente fixo. que se propaga para outra edificação contígua.337 Projeto: Conjunto de peças gráficas e escritas. com capacidade superior a 0. segurança e medicina do Trabalho. 4. 4.339 Propagação por convecção: Decorrente de gases quentes emitidos pelas aberturas existentes na fachada ou pela cobertura da edificação incendiada. 4. a qual opera independente da vontade do usuário. devidamente registrado nos Conselhos Regionais competentes. gasolina natural ou outras fontes de hidrocarbonetos. 4.356 Registros corta-fogo (“dampers”): Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. É considerado transportável para efeito de proteção contra incêndio o recipiente com volume máximo de 500L. 4.357 Reserva de incêndio: Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio.344 Recipiente transportável: Recipiente que pode ser transportado manualmente ou por qualquer outro meio. normalmente utilizado na saída dos grupos moto-ventiladores. evitando que a pressão assuma valores maiores por onde ocorra escape do ar. Um registro de fumaça pode ser combinado. conforme sua área de especialização. na instalação hidráulica de combate a incêndio das edificações. fumaça ou chama e a atuar equipamentos de proteção e dispositivos de sinalização e alarme. 4.333 Profissional habilitado: Toda pessoa com formação em higiene. 4.

363 Resistência ao fogo: Propriedade de um elemento construtivo. instalados nas passagens de eletrodutos e tubulações que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. 4. vestíbulo. de resistir à ação do fogo por um determinado período de tempo.378 Segurança contra incêndio: Conjunto de ações e recursos internos e externos à edificação ou área de risco. “halls”. no fabrico de vassouras e também utilizadas como cobertura de edificações destinadas à reunião de público. para acesso e descarga.374 Saída ou rota de fuga: Caminho contínuo proporcionado por portas. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. 4. rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes.384 Serviço de segurança contra incêndio e pânico: Compreende a Diretoria de Atividades Técnicas. 4. realizado na superfície ou pouco acima desta.364 Responsável técnico: Profissional habilitado para elaboração e/ou execução de atividades relacionadas a segurança contra incêndio e pânico.365 Risco: Acontecimento possível. Notas: a) Ocorrendo equivalência na somatória da carga de incêndio. passagem coberta. com resistência mínima à exposição ao fogo de 2 horas. Podem ser áreas livres. barreiras de proteção. passadiço ou balcão. independente da vontade humana ou não e de cuja ocorrência decorrem prejuízos de qualquer natureza. piaçava (ou piaçaba): Fibras vegetais de fácil combustão. onde a saída é possível apenas em um sentido. 4.379 Segurança: Compromisso a cerca da relativa proteção da exposição a riscos.369 Risco predominante: Atividade principal exercida na edificação.044.366 Risco iminente: É a constatação de situação atual e iminente de exposição ao perigo e a probabilidade de ocorrência de um sinistro que deve ser fundamentada pelo bombeiro militar durante a realização de vistoria levando se em consideração a exposição ao perigo potencial e as medidas de proteção adotadas no local. estanqueidade e isolação e/ou características de vedação aos gases e chamas. 4. proporcionado por portas.372 Rolagem: Movimento do helicóptero de um ponto para outro. de largo emprego na zona rural para cobertura de ranchos. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos.370 Risco primário: Risco principal do produto de acordo com tabela do Decreto 96. 4. prevalecerá como sendo o maior risco. 18Mai88. para o dimensionamento das saídas de emergências. futuro e incerto seja quanto a sua realização.375 Saída horizontal: Passagem de um edifício para outro por meio de porta corta-fogo.368 Risco isolado de central de GLP: Distância da central de gás liquefeito de petróleo (GLP) à projeção da edificação.044. 4. 4. seja quanto à época em que poderá ocorrer. Fachadas de edificações adjacentes. 4. escadas.382 Separação de riscos de incêndio: Recursos que visam a separar fisicamente edificações ou equipamentos. ou ainda o maior nível de risco.383 Separação entre edificações: Distância segura entre cobertura e fachada de edificações adjacentes.376 Saída única: Local em um setor do recinto de evento. 4. 4. 4. Batalhões. a ser percorrido pelo usuário em caso de incêndio e pânico. que também pode ser definido como risco principal na edificação. 4. ou que predomina sobre os demais. lanchonetes. 4. 4. anteparos e/ou paredes de material incombustível. suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra.381 Separação corta-fogo: Elemento de construção que funciona como barreira contra a propagação do fogo. rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes. casas de espetáculos etc.373 Saída de emergência: Caminho contínuo. a ser percorrido pelo usuário. desde que na ocorrência de um sinistro ele contribua de alguma forma para o agravamento da situação de forma significativa e em termos proporcionais.377 Sapé. que conduzam o usuário de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço aberto.367 Risco isolado: Risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados. que se caracteriza pela distância medida horizontalmente entre a cobertura de uma edificação e a fachada de outra edificação adjacente. corredores. conforme o tipo de trem de pouso do helicóptero. b) Ocorrendo concentração de público. tais como bares. 4. adotar-se-á para efeito da classificação do maior risco. 4.4. mantendo sua integridade. que permitem controlar a situação de incêndio e pânico e remoção das pessoas do local do sinistro em segurança. protegido do incêndio ou pânico.380 Selos corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo.371 Risco secundário: Risco subsidiário do produto de acordo com tabela do Decreto 96. 4. 4. vestíbulos. devidamente protegido e sinalizado. que se caracterizam pela distância medida horizontalmente entre as fachadas de edificações adjacentes. restaurantes. a ocupação que possuir maior carga de incêndio pôr m². corredores. 4. 4.362 Reservatório semi-enterrado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado abaixo do nível do terreno natural e com a parte superior acima do nível do terreno natural. Companhias e Pelotões do CBMMG que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas . “halls”. 18Mai88. balcões. avaliado conforme norma existente. passagens externas. 4. escadas. em comunicação com o logradouro.

que engloba uma ou mais unidades de abastecimento. causado por incêndio ou acidente.386 Severidade da exposição: Soma total da energia produzida com a evolução de um incêndio. A sobreloja pode ocupar toda a área de projeção em planta do pavimento imediatamente abaixo. Só existe sobreloja em edificações comercial ou mista. 4.396 Sistema de controle de fumaça (“smoke management system”): Sistema projetado. 4. acessórios. 4. 4. de forma rápida e eficaz. observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. que inclui todos os métodos isolados ou combinados.394 Sistema de carregamento: Dispositivo para o abastecimento de tanques de combustível de motores de veículos. a localização e os procedimentos referentes a saídas de emergência. 4. níveis cujo aproveitamento seja constituído por escritórios. para modificar o movimento da fumaça. vertical ou horizontal. de forma a processar água sobre o foco de incêndio em uma densidade adequada para extinguí-lo ou controlá-lo em seu estágio inicial.385 Setor: Espaço delimitado por elementos construtivos que condicionam a circulação das pessoas para outras partes do recinto.402 Sobreloja: Entende-se por sobreloja o piso compreendido entre dois pavimentos contíguos. escritórios ou outros usos similares.399 Sistema de prevenção contra incêndio e pânico: Sistema constituído de equipamentos. realizados por pessoal especializado. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta norma. mensagens. ou fechamentos de área para provadores.392 Sinistro: Ocorrência de prejuízo ou dano.390 Sinais visuais: Compreendem a combinação de símbolos. notificando sua ocorrência a uma central.406 Subestação compacta: Instalação atendida ou não. no setor de prevenção de incêndio do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais para realização de vistoria na edificação.388 “Shopping” coberto (“covered mall”): Espaço amplo criado por uma área coberta de pedestre em uma edificação agregando um número de ocupantes.404 Sprinkler: Ver chuveiro automático. 4. que permite a passagem e interligação de instalações elétricas. Não se exclui destes. permitindo ainda a lotação ordenada do local. 4. com o conseqüente abandono da área. mas com acesso exclusivo por este. 4. bares. ligado à fonte da solução produtora. hidráulicas ou outros dispositivos necessários. 4.405 Subestação atendida: Instalação operada localmente e que dispõe de pessoas permanentes ou estacionadas. onde esses espaços ocupados são abertos permitindo comunicação direta com a área de pedestres. 4. materiais e conjuntos que atuam na proteção da vida e das edificações.387 “Shaft”: Abertura existente na edificação. que resulta na intensidade de uma exposição. dimensões e cores. bombas de incêndio (quando necessário).400 Sistema preventivo eficaz automático: Entendese por todo equipamento que não dependa da ação humana para entrar em funcionamento e que debele o incêndio ainda no início. formas geométricas. válvulas e dispositivos sensíveis à elevação de temperatura.398 Sistemas de hidrantes ou de mangotinhos: Conjunto de dispositivos de combate a incêndio composto por reserva de incêndio. estando equipado com aspersores de neblina para descarga e distribuição na área a ser protegida. utilizado para atender solicitação de autoridade pública. 4.391 Sinalização de emergência: Conjunto de sinais visuais que indicam.401 Sistema preventivo eficiente: Entende-se pelo conjunto de equipamentos. rede de tubulação. que repassará este aviso a uma equipe de intervenção. 4. neste caso onde existir lojas (sala. equipamentos de segurança contra incêndios e riscos potenciais de uma edificação ou áreas relacionadas a produtos perigosos. o qual não configure um pavimento. 4. permitindo o menor dano possível ao patrimônio e preservando a vida humana.389 Simulado: Emprego técnico e tático dos meios disponíveis. Sua função principal é de acondicionamento de materiais. em situação não real. abastecimento de água. visando o treinamento dos participantes. 4.edificações e áreas de risco. explosão etc. 4. 4. tais como lojas de varejo. cujo funcionamento dependa da ação humana para funcionar e possua carga extintora de comprovada eficiência.403 Solicitação de vistoria por autoridade pública: Instrumento administrativo. 4. os quais tenham entre si altura suficiente para a interposição de um terceiro nível. A principal característica da sobreloja em relação ao jirau ou ao mezanino reside na característica de poder ser contido lateralmente por quatro paredes e com a possibilidade de ter ou não guarda-corpo em uma ou mais laterais.397 Sistema de detecção e alarme: Conjunto de dispositivos que visa a identificar um princípio de incêndio. área de apoio aos funcionários e afins. a existência. 4.393 Sistema de aspersão de espuma: Sistema especial. 4. possuindo altura do pé direito diferenciado do pé direito do pavimento tipo. com os tipos descritos abaixo: . escritório ou loja).395 Sistema de chuveiros automáticos: Conjunto integrado de tubulações. 4. 4. 4. ou determinará o alarme para a edificação. entretenimento e diversão. localizada em região urbana. servindo como área de depósito.

4. 4. 4.420 Temperatura crítica: Temperatura que causa o colapso no elemento estrutural. e é através deste fluxo de ar que são estabelecidas a trajetória que serão percorridas pelo ar que gera a pressurização. separar ou processar.428 Trajetórias de escape: Vazão de ar que sai dos ambientes pressurizados. b) Subestação subterrânea: instalações que se encontram situadas abaixo do nível do solo. 4. fixada em 0. para efeitos de identificação.431 Tubulação seca: Parte do sistema de hidrantes. de 16 de dezembro de 1964. 4. conexões e outros acessórios destinados a conduzir água. podendo os transformadores permanecer ou não enclausurados. definida no projeto do sistema.415 Tanques de maior risco: Reservatório contendo líquidos combustíveis ou inflamáveis e que possui maior demanda de vazão de espuma mecânica. 4. fica permanentemente sem água no seu interior.435 Unidade de processamento: Estabelecimento ou parte de estabelecimento cujo objetivo principal é misturar. 4.430 Tubulação: Conjunto de tubos. visando ainda ao não confinamento de gás em locais não ventilados. 4. e cuja finalidade é diminuir o risco de um princípio de incêndio. Nota: Capacidade de uma unidade de passagem é o número de pessoas que passa por esta unidade em 1. 4. 4.410 Subsolo: Pavimento situado abaixo do perfil do terreno. 4. estabelecida pelas normas. natural ou outro similar) é montada.421 Tempo de comutação: Intervalo de tempo entre a interrupção da alimentação da rede elétrica da concessionária e a entrada em funcionamento do sistema de iluminação de emergência. aspectos econômicos e sociais. aquecer.408 Subestação elétrica convencional: Instalação de pátio que se encontra ao ar livre. 4. 4. 4.416 Tanque de teto cônico: Reservatório com teto soldado na parte superior do costado.418 Tanque vertical: Reservatório de base apoiada sobre o solo. de outra forma. assinalada por designação especial numérica. com limitação de área do empreendimento.0 minuto. 4. 4. soldas e conexões.423 Tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF): Duração de resistência ao fogo dos elementos construtivos de uma edificação. 4. que por condições específicas. acrescida de outras edificações separadas e distanciadas entre si. c) Subestação de uso múltiplo: Instalação localizada em uma única área compartilhada pelo proprietário e por terceiros.429 Tubo-luva de proteção: Dispositivo no interior do qual a tubulação de gás (GLP. desde a reserva de incêndio até os hidrantes ou mangotinhos. nafta. .422 Tempo máximo de abandono (t): Duração considerada para que todos os ocupantes do recinto consigam atingir o espaço livre exterior. devido a fatores diversos. 4. 4.417 Tanque de teto flutuante: Reservatório cujo teto será diretamente apoiado na superfície do líquido no qual flutua. nos termos da Lei Federal nº 4591. próximo às juntas.412 Tanque: Reservatório cilíndrico para armazenar líquidos combustíveis ou inflamáveis.432 Túnel rodoviário: Passagem horizontal construída embaixo da terra ou da água usado para o tráfego de automóveis. constituída de dependências e instalações de uso privativo e de parcela de dependências e instalações de uso comum da edificação. atingir a proteção contra incêndio existente nos dutos de sucção e/ou pressurização.426 Teste: Verificação ou prova (fazer funcionar experimentalmente). 4. 4.433 Unidade autônoma: Parte da edificação vinculada a uma fração ideal de terreno. 4.424 Terceiros: Prestadores de serviço.55 m. sujeita às limitações da lei.414 Tanque atmosférico refrigerado: Reservatório equipado com sistema de refrigeração.407 Subestação de uso múltiplo: Instalação convencional. 4. 4.411 Supervisão (“supervision”): Autoteste do sistema de controle de fumaça. Não será considerado subsolo o pavimento que possuir ventilação natural e tiver sua laje de cobertura acima de 1. de único proprietário.409 Subestação não-atendida: Instalação telecontrolada ou operada localmente por pessoas não permanentes ou não estacionadas.419 Taxa de aplicação: Vazão de solução de espuma a ser lançada sobre a área da superfície líquida em chamas.425 Terraço: Local descoberto sobre uma edificação ou ao nível de um de seus pavimentos acima do pavimento térreo. para determinar a qualidade ou comportamento de um sistema de acordo com as condições estabelecidas na Instrução Técnica. 4.20m do perfil do terreno. 4. 4.434 Unidade de passagem: Largura mínima para a passagem de uma fila de pessoas. sendo pressurizada por viatura de combate a incêndios. 4.427 Torre de espuma: Equipamento portátil destinado a facilitar a aplicação da espuma em tanques.413 Tanque atmosférico não refrigerado: Reservatório não equipado com sistema de refrigeração.a) Subestação abrigada: Instalação total ou parcialmente abrigada. que visa a controlar a temperatura entre – 35ºC a – 40ºC de forma a manter o gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido sem a necessidade de pressurização. 4. na qual o circuito de condutores ou dispositivos de função são monitorados para acompanhar a falha ou integridade dos condutores e dos equipamentos que controlam o sistema.

451 Viaduto: Obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior. e/ou para transporte de equipamentos ou materiais para extinção de incêndios. avenidas. destinadas à passagem de instalações elétricas.445 Velocidade (v): Distância percorrida por uma pessoa em uma unidade de tempo (m/min).442 Veículo abastecedor: Veículo especificamente homologado para transporte e transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) a granel. 4. em casos de abandono de emergência. 4.446 Veneziana de tomada de ar: Dispositivo localizado em local fora do risco de contaminação por fumaça proveniente do incêndio e por partículas que proporcionam o suprimento de ar adequado para o sistema de pressurização. não em balanço. 4.455 Vistoriador: Servidor público militar. . ou caminhos e similares).450 Via urbana: Espaços abertos destinados à circulação pública (tais como ruas. 4. 4.447 Ventilação constante: Movimentação constante de ar em um ambiente. credenciado para o serviço de vistoria do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.453 Vigas principais: Elementos estruturais ligados diretamente aos pilares ou a outros elementos estruturais que sejam essenciais à estabilidade do edifício como um todo. bifurcações ou outros acessórios com a finalidade de direcionar o fluxo de ar. 4. 4. limitada pela parede perimetral do edifício. 4.436 Unidade extintora: Extintor que atende a capacidade extintora mínima prevista em norma em função do risco e natureza do fogo. 4. também. 4. 4.444 Veios: Dispositivos instalados no interior de curvas.441 Vedadores corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. 4. visando. Nesta definição não estão incluídas as refinarias. hidráulicas.437 Válvula de retenção: Dispositivo hidráulico destinado a evitar o retorno da água para o reservatório. vielas.454 Vistoria: É o ato de certificar o cumprimento das exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco por meio de exame no local. 4. 4. 4.438 Válvulas: Acessórios de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações. que se caracteriza por aberturas situadas em lados opostos das paredes de uma edificação. 4.452 Vias de acesso para atendimento a emergências: Áreas ou locais definidos para passagem de pessoas. 4. 4.456 Vítima: Pessoa ou animal que sofreu qualquer tipo de lesão ou dano.448 Ventilação cruzada: Movimentação de ar. instalados nas aberturas das paredes de compartimentação ou dos entrepisos. especialmente projetado e utilizado para o transporte e transvasamento de gás natural liquefeito (GNL) e devidamente certificado pelo INMETRO. destilarias ou unidades químicas.443 Veículo transportador: Veículo que dispõe de tanque criogênico. 4. à diminuição da perda de carga localizada.440 Vazamento: Vazão de ar que sai do ambiente e/ou da rede de dutos de modo não desejável causando perda de uma parcela do ar que é insuflado.439 Varanda: Parte da edificação. sendo uma localizada junto ao piso e a outra situada junto ao teto.líquidos inflamáveis. 4. tendo pelo menos uma das faces aberta para o logradouro ou área de ventilação. à área de risco e à faixa de estacionamento. etc.449 Via de acesso: Espaço destinado para as viaturas do CBMMG adentrarem no entorno à edificação. 4. situados na área urbana e caracterizados principalmente por possuírem imóveis edificados ao longo de sua extensão.

03 SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Definições 4 – Referências normativas 5 – Procedimentos ANEXO Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio e pânico .IT .

3 As dimensões dos símbolos devem estar em uma mesma escala. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5. que.br SIMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece os símbolos gráficos a serem utilizados nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco. 355 . 5 PROCEDIMENTOS 5. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. _______________________________________________ Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.1 Os símbolos gráficos que devem constar nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco são apresentadas no Anexo.mg. 5. Augusto de Lima.Bairro Centro CEP 30.4 Caso seja conveniente. 5. proporcional à escala de qualquer desenho do projeto.gov.130. Decreto Estadual nº 44.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 03 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.m.br Email: dat3@cbmmg.190-000 Site: www. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: . a área na cor preta existente no interior de algum dos símbolos pode ser substituída por hachuras ou pode ser pontilhada.bombeiros.2 Os símbolos gráficos são compostos por uma forma geométrica básica. aplicam-se as definições constantes da Instrução Técnica 02 (Terminologia de proteção contra incêndio). de forma clara e de fácil identificação pelo leitor. define o significado específico do conjunto.2 Adota-se a NBR 14100 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos.1 Os símbolos gráficos constantes desta Instrução Técnica se aplicam aos projetos de segurança contra incêndio. quando colocado no interior da forma geométrica básica.gov. 2. 3 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica. 2 APLICAÇÃO 2. com as inclusões e adequações de exigências constantes nesta instrução. 5. que define uma categoria de segurança contra incêndio e por um símbolo suplementar. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.270.5 Os significados de todos os símbolos utilizados devem ser representados em uma legenda. NBR 14100 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos para projeto. 4 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Lei nº 14.

Anexo (normativo) Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio .

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04 ACESSO DE VIATURAS NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela para colocação de via de acesso e faixa de estacionamento B – Portão de Acesso 2 – Aplicação 3 – Referências bibliográficas C – Tipos de Retornos 4 – Definições 5 – Procedimentos D – Desnível Longitudinal e Lateral E – Faixa de Estacionamento .IT .

5 PROCEDIMENTOS 5.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa condições mínimas exigíveis para o acesso e estacionamento de viaturas de bombeiros nas edificações e áreas de risco. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1.1.00 m.00 m.1.1.6 São aceitos outros tipos de acessos com retornos.1.1. 5. 5.1. 355 .1.br Email: dat3@.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 04 ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREA DE RISCO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.1.1.1 Via de acesso e faixa de estacionamento.mg. visando disciplinar o seu emprego operacional na busca e salvamento de vítimas e no combate a incêndios.1.1.1.1. Lei nº 14. 5.2. 5.1.000 quilogramas-força.4. 1991.1 Condições gerais 5.1.gov. Monografia elaborada no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais-I/98 da PMESP.1.3 Desobstrução em toda a largura e com altura livre mínima de 4.00 m e altura mínima de 4.1.gov. 5.50 m. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica deve ser observada para os portões de acesso de condomínios de residências unifamiliares. 5.1 Largura: mínima de 8. First Edition.000 quilogramas-força.5 As vias de acesso que excedam 45.3 e 5. Código de Prevenção Inglês. (Figura 1). 1991.1. sendo recomendativa a todas as demais edificações e áreas de risco.1.00 m.2.1.2 Características das faixas de estacionamento 5.1.2. 5.1.1.1. 5.1.Bairro Centro CEP 30. 5. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da Instrução Técnica 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico .1. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas. BELEZIA.00 m de comprimento devem possuir retorno circular (Figura 2). Eduardo.130.1 Características da via de acesso 5. desde que atendam aos itens 5.1. este deverá atender à largura mínima de 4.1. que não os especificados acima.1. 5. São Paulo. Oklahoma State University. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.cbmmg.1.Fire Department Aerial Apparatus.bombeiros. 1998. mas que garantam a entrada e a saída de viaturas. Estacionamento de viaturas em locais de sinistro.mg.50 m. Augusto de Lima.1.1.4 Quando o acesso for provido de portão.1.1. condomínios comerciais e condomínios industriais. The Building Regulations. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. uma estratégia ou uma tática.1.1. .1. respeitadas as medidas mínimas indicadas. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.2 Suportar viaturas com peso de 25.2 Comprimento: mínimo de 15. em formato de “Y” (Figura 3) ou em formato de “T” (Figura 4).190-000 Site: www. 5. Decreto Estadual nº 44.3 Suportar viaturas com peso de 25.2.1.1 Largura: mínima de 6.1.1.270.1. INTERNATIONAL FIRE SERVICE TRAINING ASSOCIATION .

(Anexo A) 5.2 Edificações com altura superior a 12.1. (Figura 7).2. 5.1.2.2.1 e subitens.2.1.2.1 Quando a edificação principal estiver afastada mais de 20. 5.1.3 Condomínio de residências unifamiliares.1. 5.4 Recomenda-se que o desnível máximo da faixa de estacionamento não ultrapasse o valor de 5%. deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento. 5.2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 5.2.2. 5. a contar do meio fio.5 Deve existir pelo menos uma faixa de estacionamento paralela a uma das faces da edificação que possua aberturas (portas e ou janelas).00 m2.7 A faixa de estacionamento deve estar livre de postes.500.2.3 A faixa de estacionamento deve atender ao disposto nos itens 5.1.1.00 m.2.1. 5. painéis.00 m. 5. (Figura 7).6 A distância máxima da faixa de estacionamento até a face da edificação deve ser de 8.1. com placas de <proibido parar e estacionar> e com sinalização de solo demarcadas com faixas amarelas e identificadas com as palavras “RESERVADO PARA VIATURAS DO CORPO DE BOMBEIROS” . .2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 5.3.2.1 Edificações com altura menor ou igual a 12.4 No caso da edificação ser constituída de risco isolados.1. 5.2.2. 5.8 A faixa de estacionamento deve ser adequadamente sinalizada.2.1.1 e subitens.00 m.2.00 m da via pública. 5.5. esta deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento.1.1.1.1 No caso da edificação apresentar afastamento superior a 10.2.1.1 e subitens.2.1.2.1.2 e subitens. medidas a partir de sua borda mais próxima do edifício.00 m na via pública. tanto longitudinal quanto transversal.1.1. 5. 5.2. 5. árvores ou qualquer outro elemento que possa obstruir a operação das viaturas.2 Condições específicas.3 No caso da edificação possuir riscos isolados que ultrapassem 1.1. (Figuras 5 e 6).1 Deve possuir via de acesso atendendo ao disposto no item 5. 5. 5.1. cada risco deve ser atendido pela via de acesso e ter pelo menos uma faixa de estacionamento. cada risco deve ser atendido pela via de acesso e ter pelo menos uma faixa de estacionamento.2.2.

ANEXO A Tabela para colocação de via de acesso e faixa de estacionamento Tipo de Edificação Edificação com altura menor ou igual a 12 metros Edificação com altura maior que 12 metros Condomínio de residências unifamiliares Tabela Afastamento em relação ao meio fio Edifício principal afastado mais que 20 metros Edifício principal afastado menos que 20 metros Edifício principal afastado mais que 10 metros Edifício principal afastado menos que 10 metros Todos Via de acesso e faixa de estacionamento Nenhuma Via de acesso e faixa de estacionamento Nenhuma Via de acesso .

ANEXO B Portão de acesso Figura 1 – Altura e largura mínimas de acesso à edificação .

ANEXO C Tipos de retornos Figura 2 – Retorno circular Figura 3 – Retorno em Y .

Figura 4 – Retorno em T .

ANEXO D Desnível longitudinal e lateral de via de acesso Figura 6 – Desnível longitudinal Fonte: Fire Department Aerial Apparatus Figura 5 – Desnível lateral Fonte: Fire Department Aerial Apparatus .

ANEXO E Faixa de estacionamento Figura 7 – Faixa de estacionamento .

.IT .05 SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCO) SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela 4 (índice para distâncias de Segurança) B – Tabela 5 (Proteções de Aberturas) C – Exemplos de dimensionamento 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e Conceitos 5 – Relação entre os tipos de propagação e os arranjos físicos das edificações 6 – Procedimentos 7– Recomendações e distâncias de separação entre edificações de propriedades distintas.

4. 2 APLICAÇÃO 2. 5.Separação entre edificações no mesmo lote 2.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e artigo 3º do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.2 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação do calor. independentemente de sua ocupação. 2. 4. para que uma edificação seja considerada independente em relação à adjacente.br Email: dat3@cbmmg. volume.Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Figura 1.1 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo. 4.1. altura.190-000 Site: www. considera-se isolamento de risco a distância ou a proteção. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 05 SEPARAÇAO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCO) DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.130. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. área total e área específica de pavimento. 355 . de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. convecção de gases quentes e/ou transmissão direta das chamas.mg.gov.2 Para fins de previsão das exigências de medidas de segurança contra incêndio. Augusto de Lima. Ed.bombeiros. para considerar-se uma edificação como risco isolado em relação à (s) outra (s) adjacente (s) na mesma propriedade (Fig.1.1 Esta Instrução Técnica aplica-se a todas as edificações. ou retardar a propagação permitindo a evacuação do público. NBR 14432 . responsável pela radiação de calor. considerando-se duas edificações no mesmo lote ou propriedade. NFPA 80A – Recommended Practice for Protection of Buildings from Exterior Fire Exposures.Bairro Centro CEP 30.1). É a que exige a maior distância de afastamento. Decreto Estadual nº 44. 1996 edition. convecção dos gases quentes ou a transmissão direta da chama. número de pavimentos.270. convecção de gases quentes e transmissão de chama. Eletrônica. RELAÇÃO ENTRE OS TIPOS DE PROPAGAÇÃO E OS ARRANJOS FÍSICOS DAS EDIFICAÇÕES .br 1 OBJETIVO O objetivo desta Instrução é de determinar critérios para isolar externamente os riscos de propagação do incêndio por radiação de calor. para evitar que o incêndio proveniente de uma edificação se propague para outra.mg. USA.gov.3 As edificações situadas no mesmo lote que não atenderem as exigências de isolamento de risco serão consideradas como uma única edificação para o dimensionamento das medidas de proteção previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.

4). Figura 4 .Propagação entre fachadas b) entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada da outra edificação (Fig. Figura 6 . determinam os tipos de propagações indicadas a seguir: a) entre as fachadas das edificações adjacentes por radiação térmica (Fig.1 Isolamento de risco O isolamento de risco pode ser obtido: a) isolamento (distância de separação) entre fachadas de edificações adjacentes (Fig.Distância de Segurança Figura 3 .5). c) por parede corta-fogo entre edificações contíguas (Fig. e Figura 2 . por sua vez. 7).8).2).Propagação entre duas edificações geminadas de mesma altura. pelas três formas de transferência de energia (Fig.3). 6).Parede corta fogo .Propagação entre cobertura e fachada.5. Figura 7 .Propagação entre duas edificações geminadas com altura diferenciada.1 O tipo de propagação e o conseqüente tipo de isolamento a ser adotado dependem do arranjo físico das edificações que. pelas aberturas localizadas em suas fachadas e/ou pelas coberturas das mesmas. d) entre edificações geminadas. c) entre duas edificações geminadas. Figura 5 . 6 PROCEDIMENTOS 6. Figura 8 . por transmissão direta de chamas e convecção de gases quentes (Fig. por meio da cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de outra edificação.Distância de segurança entre a cobertura e fachada. b) isolamento (distância de separação) entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de uma edificação adjacente (Fig.

2º Passo Determinar a porcentagem de aberturas y no setor a ser considerado (Fig. deve-se adotar o valor imediatamente superior. a classificação da severidade será reduzida em um nível. Tabela 2 .6.1.1.1.3 Dentre vários fatores que determinam a severidade de um incêndio.4 O tamanho do compartimento está relacionado com a dimensão do incêndio e a relação . considera-se compartimentadas as unidades residenciais separadas por paredes que atendam aos critérios de TRRF especificados na Instrução Técnica N° 06 para unidades autônomas.1 Isolamento de risco por distância de separação entre fachadas: 6.1.1 A propagação por radiação térmica depende basicamente do nível de radiação proveniente de uma edificação em chamas. deve-se: 1º Passo Relacionar as dimensões (largura/altura ou altura/largura) do setor da fachada a ser considerado na edificação conforme Tabela 1. deve-se considerar o risco que o edifício adjacente (expositor) gera ao edifício a ser considerado isolado (em exposição) (Fig 9).1. conforme Tabela 2. 6.1.1.1. Observação: Se o valor x obtido for um valor intermediário na Tabela 4 (anexo A).2.1. para esta IT.Severidade da Carga de Incêndio para o Isolamento de Risco.1. ao Fogo) inferiores aos especificados na Tabela A da IT 06.2.1.2 O nível de radiação está associado a severidade do incêndio.1 Para dimensionamento da distância de separação segura entre edificações (d).1.3.3 Procedimentos distância de separação para dimensionamento da Medidas de Parte da fachada a ser considerada proteção contra no dimensionamento incêndio existentes Compartimentação Horizontal Vertical Não Não Edifícios térreos Toda a fachada do edifício H≥2 Pavimentos Toda a fachada do edifício 6.10).7 Para determinação dos valores de Carga de Incêndio consultar a IT 09. 6.Exposição entre edificações I Figura 9 – Exposição entre edificações Carga de Incêndio (MJ/m2) 0 – 680 681 até 1460 Acima de 1461 II III 6.2.1. 6. 6.2. devem ser consideradas sem compartimentação.1. dividindo-se sempre o maior parâmetro pelo menor (largura e altura) para obter o valor x. Tabela 1 .1. Classificação da Severidade Figura 9 .1.largura e altura do painel radiante localizados na fachada.5 A Tabela 1 indica qual a parte da fachada a ser considerada no dimensionamento. b) para edifícios residenciais. e as edificações classificam-se. dois têm importância significativa e estão relacionados com o tamanho do compartimento incendiado e a carga de incêndio da edificação.1 Para determinar a distância de separação acima descrita.1.1.1. considerando a radiação térmica. Caso esta edificação tenha inicialmente a classificação “I”. Observação: Caso a edificação possua proteção por chuveiros automáticos. pode. 6. 6.Determinação da Fachada para o dimensionamento.1.1. então.2 Parâmetros preliminares a serem determinados para distâncias de separações: 6.2.1. Sim Não Toda a fachada Toda fachada da da área do área do maior maior compartimento compartimento Não se aplica Toda a fachada do pavimento Toda fachada da área do maior compartimento Não Sim Sim Sim Não se aplica Observações: a) edificações com os TRRF (Tempos Requeridos de Resistência .6 A carga de incêndio é outro fator a ser considerado. 6.2.se reduzir o índice “α” da tabela 4 – anexo A em 50% (com a previsão de chuveiros automáticos).2.1. área de aberturas existentes e a resistência dos vedos (elementos de vedação) ao fogo.

3. α = coeficiente obtido da Tabela 4 (Anexo A).2 Caso a cobertura não atenda a “TRRF” acima referenciada. deve ser considerado o maior compartimento para se dimensionar a distância de separação. acrescentando o fator de segurança β.1. b) β2 = 3.2 para o edifício mais baixo. 3 ou mais 8 6. a área a ser computada na determinação da distância da separação (d) será aquela desprotegida.3. 6.2. fica dispensado o dimensionamento previsto no item 6.1.2.1.1. pode ser substituído por paredes corta-fogo.1 Os fatores especificados na tabela 5 (Anexo B) são redutores da distância de separação (d).1. que é a base de cálculo para a distância segura entre edificações. 6. Observação O fator de segurança β assume dois valores (ver exemplos de cálculos do Anexo “C”): a) β1 = 1.2. e considerando a resistência de acordo com a tabela A da IT Nº 06. 6. 6.1. β = coeficiente de segurança que assume os valores de 1.3.4 Fatores redutores de distância de separação 6. 6.3.2 Isolamento de risco por distância de separação entre cobertura e fachada 6.1.4 O distanciamento horizontal. obtendo-se o índice α.3 O distanciamento horizontal previsto na tabela 3. esta deve atender a “TRRF” da Tabela “A” da IT nº 06.50 metros nos municípios que possuem Corpo de Bombeiros Militar com viaturas para combate a incêndios.3. deve-se adotar as distâncias contidas na Tabela 3.2 Caso a edificação possua compartimentação horizontal.1. 6.5m (β1) ou de 3.3 Na tabela anterior. pode ser considerado quando a fachada da edificação adjacente for “cega”. deve-se adotar a maior das distâncias de separação utilizando-se os métodos descritos em 6.3.1.0 m (β2).00 metros nos municípios que não possuem Corpo de Bombeiros Militar. 5º Passo À distância de separação é obtida multiplicando-se o índice α pela menor dimensão do setor considerado na fachada (largura ou altura). Considerações gerais 6. 6.1.5 Nas edificações com alturas diferenciadas. consultar a Tabela 4 (Anexo A). conforme a existência de Corpos de Bombeiros Militar no município.1.1. ou.1. 6.1. considera-se o número de pavimentos que contribuem para o incêndio e que variam conforme a existência de compartimentação vertical. deve-se adotar o valor imediatamente superior.Figura 10 .1 Cada edificação possui resistência ao fogo parcial da cobertura. 6.1 Para que não ocorra a propagação pela cobertura. 6.2 FÓRMULA GERAL d = α x (largura ou altura) + β ONDE: d = distância de separação em metros.1.1. prevista na tabela 3.1. 4º Passo Com os valores x e y obtidos e a classificação da severidade. 6.1. permanecendo o dimensionamento conforme o item 6. permanecendo somente o dimensionamento pelas fachadas das edificações.1 para qualquer dos dois edifícios e em 6. Figura 11 – Prolongamento horizontal da parede corta-fogo substituindo o afastamento entre aberturas.1.2. com altura igual ou superior ao distanciamento obtido.7 Quando a cobertura como um todo tiver TRRF que atenda à tabela A da IT nº 06.3.Distância mínima de separação entre a cobertura da edificação menor em relação a outra adjacente de maior altura.6 Para a distância de separação entre as edificações adjacentes com a mesma altura. prolongando acima do topo da fachada. da porcentagem de aberturas e da classificação de severidade. 3º Passo Verificar a carga de incêndio da edificação e classificá-la conforme Tabela 2. Tabela 3 .3.Porcentagem de aberturas na fachada Observação: Se o valor obtido y for um valor intermediário na Tabela 4 (Anexo A). pode-se desconsiderar o dimensionamento decorrente da propagação pela cobertura.4.1.5 Proteção por paredes corta-fogo em edificações contíguas (geminadas) Número de pisos que contribuem para a propagação pela cobertura 1 2 Distância de separação horizontal em metros 4 6 .1. considerando as fachadas que recebem exposição de calor proveniente de edificações adjacentes localizadas dentro do mesmo lote. em função da relação (largura/ altura ou altura /largura). 6.1.3.

mesmo que protegida. devendo apresentar as características de isolamento térmico.3 Nos casos de edifícios contíguos.1.2 Todos os materiais utilizados na construção das passagens cobertas deverão ser incombustíveis.6. de forma a permitir o escoamento da fumaça.5.1.1 Separação entre fachadas de uma edificação e a divisa do terreno 7. escadas com materiais incombustíveis.7 O tempo mínimo de resistência ao fogo deve ser igual ao TRRF da estrutura principal. 7.6 A parede corta-fogo deve ter resistência suficiente para suportar.1. serão consideradas isoladas quando atenderem aos requisitos abaixo: 6. também incombustíveis.5.1 Existindo diferença de altura nas paredes.50 m2.1 Houver afastamento entre as torres de no mínimo 4 m. 6. 6. área de serviço etc). dividindo por 2 (d/2).9.1. 6. constituídos por duas torres.1.1. atendendo aos requisitos dos itens 6. com ventilação permanente.6 Passagens cobertas 6. 6.1.1.1.5.1. 6. exceção feita quando os compartimentos que contenham estas aberturas forem considerados áreas frias (banheiro. exceto tubulações de água. equipamentos de grande porte ou linhas de produção industriais descaracterizam o afastamento entre as edificações. deverá ser prevista uma distância de compensação da parede.2 A espessura da parede corta-fogo deve ser dimensionada em função do material empregado.1.5. contidos na Tabela 5.1 As passagens deverão ser utilizadas exclusivamente para o trânsito de pessoas. considerando-se como distância de afastamento a metade do valor calculado (d).7 Edifícios Residenciais 6. podendo haver ligação por meio de uma escada simples. Serão admitidas nas áreas adjacentes às passagens cobertas construções destinadas a sanitários. 6. 7 RECOMENDAÇÃO DE SEPARAÇÃO ENTRE DISTINTAS DISTÂNCIA DE PROPRIEDADES Prever distância de separação mínima entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno.1.1. de no mínimo 1m entre dois telhados ou coberturas.5.2 As janelas devem: a) estar situadas junto ao teto. deve ser utilizado o parâmetro descrito em 6. abrindo para o espaço livre exterior.6.7. recomenda-se alterar as dimensões do painel radiante ou compartimentar o edifício internamente (ver Figura a): . Caso ocorra dilatação destes consolos decorrente de um incêndio.1.6. materiais e equipamentos de pequeno porte.1. e não em uma parede corta-fogo.1. não haverá necessidade de prolongamento da parede corta-fogo.1.5.4 Para passagens cobertas com largura superior a 10 m. com altura máxima de 12 m e com área útil de construção até 750 m² em cada torre (incluindo-se a área da escada. considera-se a fachada do edifício expositor em relação a divisa do terreno.2.5. estanqueidade e estabilidade.5.6.7. transmissões de dados e outros que não possibilitem a migração do incêndio.1.1.3 A parede corta-fogo deve ultrapassar um metro (1m) acima dos telhados ou das coberturas dos riscos. b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0.1.1. elevadores.5.1 Para determinar a distância de afastamento entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno.1.7.8 As aberturas situadas em lados opostos de uma parede corta-fogo devem ser afastadas de no mínimo 2m entre si. recomenda-se ventilação para o escoamento da fumaça para a área externa por meio de interrupções ou barreiras de fumaça instaladas na parte inferior da cobertura da passagem.3. 7.7.1. ou b) houver parede corta-fogo executada conforme item 6.1 No caso de edifícios residenciais.3 Para reduzir as distância de segurança.5. 6.1. eletrônicos. guarita de recepção.1. com ventilação permanente (janelas) nas extremidades.6.1. 6.1. 6.1.5. porém. construída de acordo com as normas técnicas. 6.5.6. 6. dotada de venezianas ou outro material (inclusive venezianas tipo “maxiar”) que assegure a ventilação permanente. de acordo com os ensaios realizados por laboratórios técnicos oficiais ou de acordo com normas técnicas. ou no máximo a 15 cm deste.1 No caso de edificações que obedeçam aos critérios de afastamento.7.9 A distância mencionada no item anterior poderá ser substituída pelo prolongamento horizontal de 1m da parede corta-fogo (ver figura 11).1.5.1. impactos de cargas ou equipamentos normais em trabalho dentro da edificação. 6.1. 6. em cada pavimento. sendo admissível apenas às guardas e proteções laterais.3 As passagens cobertas deverão possuir as laterais totalmente abertas. proporcionalmente).1.1.5 As armações dos telhados ou das coberturas podem ficar apoiadas em consolos (suportes). 6. Neste caso não se pode aplicar os meios de proteção das aberturas. telefônicos.1.4 A estrutura da parede corta-fogo deve ser desvinculada da estrutura das edificações adjacentes (incluindo lajes e telhados ou qualquer outro elemento estrutural).8 e 6. 7. 6.10 A parede corta-fogo não deve possuir nenhum tipo de abertura.1 Independente dos critérios anteriores.1.1.1.1. interligadas por passagens cobertas. sem grandes danos.5.1. 6. são considerados isolados os riscos que estiverem separados por parede corta-fogo.1. quando necessário. As passagens cobertas destinadas a trânsito de veículos. 6.1. não inferior a 120 minutos. reservatórios de água e similares.2 Para aplicar os conceitos de 6. atendendo ao previsto em 6. serão considerados isolados quando: a) houver estruturas e paredes distintas sem aberturas de comunicação e com afastamentos entre aberturas de lados opostos. as seguintes regras devem ser adotadas: 6.

Figura a .Separação entre edificações em lotes distintos .Observação: Entende-se “lote” como “propriedade”.

37 1.3 2.46 0.11 1. 60 .12 5.39 1. 100 50 ..51 1.30 6.5 12.77 4.76 2.8 0.68 1.4 0.52 1.10 1.74 5.77 7.5 3..32 0.48 4.13 2.30 7.50 0.03 2.34 1.08 2.11 4.94 1.07 2.17 1.95 1.0 11.37 4.68 6.60 6.95 1.92 1.65 0.40 0.22 1.94 1.84 1.95 1..24 5.95 5.93 2.3 1..19 0.1 2.05 2.20 3.50 0.6 3 0.02 2.95 3.61 5.20 5.33 1.51 0.94 10.99 2.27 1.ÍNDICE DAS DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA α d = α x (Largura ou altura) + β ANEXO A INTENSIDADE DE EXPOSIÇÃO Classificação da Severidade y RELAÇÃO LARGURA/ ALTURA (OU INVERSA) .43 5.38 2.51 11.72 ÍNDICE PARA AS DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA α 0.5 40 20 10 50 25 12.71 2.66 0.07 5. .36 5.0 2.51 0.12 3.60 4.2 4 5 6 8 10 13 16 20 25 32 40 I II III % ABERTURAS 20 10 5 30 15 7.56 6.69 2.70 4.79 3.66 1.3 0.42 1.76 3.51 0..13 0.90 1.71 2.88 1.93 4. 60 30 .44 0..95 1..51 0.16 5.15 5.63 9.6 2.88 0.33 4.77 3.51 0.08 2.52 6.51 4.95 1.X 1.01 5.6 1.57 2.52 1.70 2. 80 40 .08 2.88 3.85 2.29 7.55 2..51 0.TABELA 4 .34 2.73 2.71 2.23 1.05 1.31 3.34 2.9 0..80 1.34 1.56 7.74 5.80 6.78 8...51 0.56 1.33 1.79 4.16 0.93 4.41 6.8 2...17 3.67 3.6 0.48 2.4 1.89 10.81 3.34 1.53 4.1 0.34 1.28 7.54 2.34 1.78 0.24 6.74 1.87 3..44 3..5 0.9 1 1.14 1.83 5.57 8.93 2.18 2.91 7.73 0. .12 3.43 0.5 60 30 15 80 40 20 100 50 25 .02 1.84 3.04 2.80 3. 100 0.8 13.67 0.54 2..01 8.92 8.18 10.82 3.13 4. 80 .26 1.64 7. .33 1.59 3.51 0.22 5.95 6.79 1.81 3.94 1.51 0.54 4.26 3.51 0.1 .63 1.0 1.64 2.85 2.55 3.24 9.52 4.48 0.32 1.58 1.63 3.94 2.2 1.34 10.73 3..93 1.36 3.71 2.13 3.00 1.08 2.23 8.30 1.71 2.30 2..28 2.43 4.15 2.49 0.95 3.

PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA INFERIOR A 90 MINUTOS. MAS REVESTIDAS COM MATERIAIS COMBUSTÍVEIS.) Prevendo cortina d’água por inundação. Parede corta-fogo entre as edificações. PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA SUPERIOR A 90 MINUTOS. Reduzir a distância de segurança em 50% Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % . com A distância é eliminada resistência ao fogo de 120 min. com o máximo exigido de 6 m. com Janelas providas de vidro aramado (resistente a 30 min. (comum) Obs: Cortina d’água em toda a fachada.5m Reduzir a distância a 1.5m. Reduzir a distância a 1. com Janelas providas de vidro ordinário.5m Reduzir a distância a 1. Proteção das aberturas das fachadas com janelas providas de vidros aramados (resistência por 90 min) A distância é eliminada A distância é eliminada A distância é eliminada Proteção Ineficiente. Proteção das aberturas das fachadas com elemento de proteção (corta-fogo) por 30 min.ANEXO B TABELA 5 (PROTEÇÕES DAS ABERTURAS) EDIFICAÇÃO EM EXPOSIÇÃO CARACTERÍSTICAS DOS ELEMENTOS DE VEDAÇÃO (PAREDES EXTERNAS) TIPOS DE PROTEÇÃO ESTRUTURAS E PAREDES COMBUSTÍVEIS. Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 75%. com o máximo exigido de 3 m. PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA SUPERIOR A 90 MINUTOS.5m Reduzir a distância a 1. Prevendo cortina d’água por inundação. Proteção Ineficiente Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância a 1. Obs: Cortina d’água em toda a fachada.5 m Reduzir a distância de segurança em 75%.

1º Passo: Relação largura/altura.: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros. Terá como distância de separação a medida calculada abaixo: Obs.: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros.reduzir a 1.333 (adotar índice “4” na Tabela 4). 3º Passo: Determinar a severidade.50 m. 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão (15m) pelo índice “α“./ área total da fachada). conforme carga de Incêndio (ver Tabela 2) = Classificação de severidade “II”. Passo: Determinação do percentual de abertura Y= 20% (área considerada da fachada . X = 50/15= 3. com percentual de aberturas de 60%. 3º Passo: Determinar a classificação da severidade. temos: a) cobrindo todas as aberturas com proteção para 90 minutos – reduzir a distância a 1.2m e adicionando-se o índice “β” =1. Pela Tabela 5 . 2º Passo: Determinação do percentual de abertura. pé direito de 3 metros). Obs: verifica-se neste exemplo a importância da compartimentação de áreas.34 m = 4.50 m. a distância de separação será calculada abaixo: Obs. Em uma edificação de escritórios que tenha uma carga incêndio de 700 MJ/m2.52 m de distância.ANEXO C EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DE AFASTAMENTOS 1. consultar a Tabela 4. 2. Y= 60% (área considerada da fachada . 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão da maior área compartimentada (50 m comprimento e 3 metros de pé direito) pelo índice α . 4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”. temos: a) cobrindo todas as aberturas com proteção para 90 minutos – reduzir a distância a 1. b) instalando cortina d’água automática de inundação em todas aberturas providas com vidro aramado com proteção para 45 minutos – reduzir a 1.50m. obtém-se 44. 1º.50 m c) instalando cortina d’água automática de inundação em todas as aberturas providas de vidro ordinário – reduzir a distância em 50%.88”.02 m e adicionando-se mais o “índice β” de1. obtendo-se o índice “α“ = “1. consultar a Tabela 4. Então 3 x 1. 5 m.34”. com superfície radiante de largura igual a 50 m e altura de 18 m ( sem chuveiros automáticos e com compartimentação horizontal e vertical entre pisos.vedos . obtendo-se o índice “α“ = “2./ área total da fachada).vedos . Passo: Relação largura/altura. Então: 2. 2º. .88 x 15 m = 43. obtendo-se 5. Pela Tabela 5. com percentual de aberturas de 20%.7 (adotar índice “20” na Tabela 4). com superfície radiante de 50m de largura e altura de 15 m (sem compartimentação). Em uma edificação de escritórios que possui uma carga de Incêndio de 700 MJ/m2. c) instalando cortina d’água automática de inundação em todas as aberturas providas de vidro ordinário – reduzir a distância em 50% (1/2). conforme carga de Incêndio (ver Tabela 2) = Classificação de severidade “II”.5 m. X = 50/3= 16. b) instalando cortina d’água automática de inundação em todas aberturas providas com vidro aramado com proteção para 45 minutos . 4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”.7 m de distância (D=α x (menor dimensão) + β).

IT .06 SEGURANÇA ESTRUTURAL DAS EDIFICAÇÕES SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) B – Tabela de resistência ao fogo para alvenarias tempo equivalente de 2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas C – Método do resistência ao fogo 4 – Definições 5 – Procedimentos .

.Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios .270.Procedimento NBR 9062 .Bairro Centro CEP 30.gov. esta passará a ser adotada nos termos desta IT.Procedimento NBR 9077 .2 Na ausência de Norma Nacional sobre dimensionamento das estruturas em situação de incêndio.Componentes construtivos estruturais Determinação da resistência ao fogo. 2. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Lei nº 14.Especificação NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência Especificação Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.130.Ações e segurança nas estruturas – Procedimento NBR 8800 .Julho 2005 INSTRUÇÃO TÉCNICA – 06 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.Projeto e execução de obras de concreto Procedimento NBR 6120 . Decreto Estadual nº 44.mg.mg. No momento da publicação de norma nacional sobre o assunto.br SEGURANÇA ESTRUTURAL DAS EDIFICAÇÕES 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições a serem atendidas pelos elementos estruturais e de compartimentação que integram as edificações para que.Cargas para cálculo de estruturas de edifícios – Procedimento NBR 6479 – Portas e vedadores – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio NBR 8681 . . levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: . NBR 5628 . em situação de incêndio. Augusto de Lima. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. seja evitado o colapso estrutural por tempo suficiente para possibilitar o atendimento das prescrições contidas nas disposições preliminares do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.bombeiros.gov. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. conforme exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado .Saídas de emergência em edifícios Procedimento NBR 10636 . 2 APLICAÇÃO 2.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas edificações e áreas de risco onde for exigida a segurança estrutural contra incêndio.Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio NBR 11711 – Porta e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais . adota-se o Eurocode em sua última edição. NBR 6118 . 355 .br Email: dat3@cbmmg.190-000 Site: www. ou norma similar reconhecida internacionalmente.

5 Dimensionamento de elementos estruturais em situação de incêndio 5. b) Edificações de divisões M1 (túneis). conforme metodologia descrita no Anexo C. 5.2 Para comprovar os TRRF constantes desta Instrução Técnica são aceitas as seguintes metodologias: a) execução de ensaios específicos de resistência ao fogo em laboratórios. os TRRF resultantes dos cálculos não poderão ter valores inferiores a 30 minutos: 5.5 No dimensionamento desse método.Procedimento Regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O’BRIEN . 5. as fachadas. M2 (parques de tanques) e M3 (centrais de comunicação e energia). devem ter. conforme os critérios estabelecidos nesta Instrução Técnica e em seu Anexo A. As estruturas das coberturas que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A devem ter.1 – Elementos estruturais de aço e elementos estruturais mistos de aço e concreto. Módulos maiores podem ser utilizados.2 Para edificação com altura superior a 6.3.5.3.Dimensionamento de estrutura de aço em situação de incêndio – Procedimento NBR 14432/2001 – Exigência de resistência ao fogo de elementos de construção de edificações – Procedimento NBR 14762/2001 – Dimensionamento de estruturas de aço construídas por perfis formados a frio – Procedimento NBR 15200/2004 – Projeto de estrutura de concreto em situação de incêndio . no mínimo. aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.“Fire Safety of Bare External Structure Steel”. 5. devem atender. 5. admite-se o uso do método do tempo equivalente de resistência ao fogo em substituição aos TRRF estabelecidos nesta instrução. o . quando se tratar de ocupação mista). 5.4 Ensaios Os ensaios devem ser realizados em laboratórios reconhecidos. de acordo com as normas técnicas nacionais ou. constituídos pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas. 5. desta IT. 5 PROCEDIMENTOS 5. admitese o uso do método acima descrito. 5.3. incluindo as lajes.2 Os elementos de compartimentação (externa e internamente à edificação.7 – Elementos de Compartimentação 5.3 Outros materiais estruturais Na ausência de normas nacionais. paredes externas e as selagens dos shafts e dutos de instalações) e os elementos estruturais essenciais à estabilidade destes elementos. no mínimo.3. b) atendimento a tabelas elaboradas a partir de resultados obtidos em ensaios de resistência ao fogo .1 Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) são aplicados aos elementos estruturais e de compartimentação.Projeto de estruturas de concreto em situação de Incêndio – Procedimento. 5. fica limitada a redução de 30 min dos valores dos TRRF constantes da Tabela A do Anexo A. adotar módulos de no máximo 500 m2 de área de piso.2 Elementos estruturais de concreto Devem ser calculados de acordo com a NBR–15200 – 2004 . no mínimo. contudo. 5.1 Para as escadas e elevadores de segurança.15 desta IT.7.4 O método do tempo equivalente não pode ser empregado nas condições abaixo: a) Edificações do grupo L (explosivos).Dimensionamento de estruturas de aço de edifícios em situação de incêndio – Procedimento. porém. ao TRRF igual ao estabelecido no Anexo A desta Instrução Técnica. 5. 5.00 m.NBR 14323 . Será considerado o TRRF de maior valor obtido (observar item 5. c) modelos matemáticos (analíticos) devidamente normalizados ou internacionalmente reconhecidos. de acordo com normas ou especificações estrangeiras internacionalmente reconhecidas.1 Para edificação com altura menor ou igual a 6 m.6 Cobertura 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. Devem ser calculados de acordo com a NBR 14323 – 1999 . 5. dutos e antecâmaras. na ausência destas.3 Na utilização do método do tempo equivalente.5. o mesmo TRRF das estruturas principais da edificação.5. c) Edificações com estruturas de madeira.3 Método do Tempo Equivalente 5.7. quando o espaço analisado possuir características construtivas e cargas de incêndio uniformes. os elementos de compartimentação. não podendo ser inferior a 120 (cento e vinte) minutos. poderão ser utilizadas normas ou especificações estrangeiras internacionalmente reconhecidas.3.

5. B.14 Edificação aberta lateralmente . atendendo ao TRRF mínimo igual ao que seria exigido para o elemento protegido considerado.2 Considera-se forro resistente ao fogo o conjunto envolvendo as placas. 5.1 Para atender aos itens 5.2. de acordo com norma estrangeira reconhecida internacionalmente. o procedimento para a verificação da possibilidade de aceitação do item anterior deve ser analítico. Esta regra pode ser dispensada para as ocupações que possuam sistemas de chuveiros automáticos. 5.2.3 Para outros materiais estruturais.7. d) determinação da altura. 5.8 Mezaninos 5.11 Isenção de TRRF 5. envolvendo os seguintes passos: a) definição das dimensões do setor que pode ser afetado pelo incêndio. estanqueidade.13.12. c) determinação da temperatura atingida pelo incêndio. não podendo ser inferior ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo. motéis e flats.1 Os elementos estruturais encapsulados estarão livres da ação de incêndio desde que o encapsulamento tenha o TRRF no mínimo igual ao que seria exigido para o elemento considerado.1 O elemento estrutural situado no exterior da edificação pode ser considerado livre da ação do incêndio.2 Para estruturas de aço.10 Subsolo Os subsolos das edificações devem ter o TRRF estabelecido em função do TRRF da ocupação a que pertencer. para as ocupações dos grupos A (A2 e A3).8. combustibilidade. ar-condicionado e outras). devidamente ensaiado (conjunto). devem ser projetadas (considerando medidas ativas e passivas) visando atender aos objetivos do Regulamento de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros.3 As paredes divisórias entre unidades autônomas. 5. H3. conforme Anexo A. f) cálculo da transferência de calor para os elementos estruturais.4 Os elementos de compartimentação usados como isolamento de riscos e os elementos estruturais essenciais à estabilidade desta compartimentação devem ter.12 Estruturas externas 5. 5.2 Caso a temperatura determinada de acordo com o item 5. independente do TRRF da edificação. as enfermarias e quartos de hospitais. 5.12. usar a regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O’BRIEN . TRRF de 120 (cento e vinte minutos). devem ser determinados por ensaios realizados em laboratório nacional ou estrangeiro reconhecido internacionalmente. H5 e H6) devem possuir TRRF mínimo de 60 (sessenta) minutos. 5. de acordo com a respectiva ocupação. conforme Anexo A.1 e 5. os apartamentos de hotéis.1 Nas ocupações mencionadas no item anterior.9. 5. 5.2 As propriedades térmicas e o desempenho dos materiais de proteção térmica quanto à aderência. e) determinação da temperatura das chamas nas proximidades dos elementos estruturais. projetados conforme normas técnicas. g) determinação da temperatura do aço no ponto mais crítico.1 A escolha.12.mesmo TRRF da estrutura principal da edificação. na ausência desta. suportes e selagens das aberturas.2 seja superior à temperatura crítica das estruturas calculadas.9. 5. essas devem ter o TRRF conforme o estabelecido nesta Instrução Técnica. 5.13 Estruturas encapsuladas 5.3. perfis. 5.9. b) determinação da carga de incêndio específica. O ensaio de resistência ao fogo deve mencionar as soluções adotadas para as selagens das aberturas (penetrações) no forro (tais como: iluminação. que possuam sistemas de chuveiros automáticos. as celas dos presídios e assemelhados. profundidade e largura das chamas emitidas para o exterior da edificação.12.1As edificações isentas de TRRF. 5. 5.12. Tal situação deve ser tecnicamente comprovada pelo responsável técnico pelo projeto estrutural. dimensionamento e aplicação de materiais de proteção térmica são de responsabilidade exclusiva do(s) responsável(eis) técnico(s) pelo projeto. que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada não necessitam ser do tipo resistente ao fogo. Caso contrário. as isenções não são admitidas. devem ter os TRRF conforme estabelecido nesta Instrução Técnica.9 Materiais de proteção térmica 5.12. toxidade e outras propriedades.12. de acordo com norma técnica nacional ou. 5.11.2. no mínimo.7. quando o seu afastamento das aberturas existentes na fachada for suficiente para garantir que a sua elevação de temperatura não superará a temperatura crítica considerada. as portas da destas unidades. projetados conforme normas técnicas.3 As propriedades dos materiais que variem com a temperatura devem ser por meio da função de variação correspondente ou deve ser adotado o valor característico a 600 0C. 5.1 Os mezaninos que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A. sendo que o TRRF mínimo para as selagens dos shafts e dutos de instalações serão de 60 (sessenta) minutos.13.12. E e H (H2.7. Nota: São consideradas unidades autônomas os apartamentos residenciais. aceita-se método analítico internacionalmente reconhecido.“Fire Safety of Bare External Structure Steel” ou regulamento similar. as salas de aula.

5. ou seja.14.1 Será considerada aberta lateralmente a edificação ou parte de edificação que. b)tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas.5. não provoca o colapso de outras partes da edificação. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. detalhar a solução adotada. ANEXO A . 5. para efeito desta instrução. como sendo todas as vigas cuja ruína pode provocar o colapso de toda a edificação ou de parte da mesma. caso haja compartimentação garantindo a separação entre elas. quando for o caso. c) especificações e condições de isenções e/ou reduções de TRRF.2 Em qualquer caso. d) tipo e espessuras de materiais de proteção térmica utilizados nos elementos construtivos.14. com os seguintes dados: a) método empregado para se atingir os TRRF dos elementos estruturais da edificação.17 Vigas secundárias São as vigas cuja ruína tem efeito apenas localizado. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas. nas estruturas de aço.16 Vigas principais Considerar. em cada pavimento: a) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. para permitir a ventilação. com aberturas dispostas de forma que possam ser consideradas uniformemente distribuídas. b) os TRRF para os diversos elementos construtivos. ou requisitos de dimensões e cobrimento de armadura nas estruturas de concreto. caso não haja compartimentação garantindo a separação destas ocupações. deverá ser anexado um Memorial de Proteção dos Elementos Construtivos.15 Ocupação mista À edificação que apresentar ocupação mista. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro da edificação e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas. Para outros materiais estruturais. e) termo de Responsabilidade Técnica pela execução do projeto de segurança da estrutura em situação de incêndio. 5. 5. 5. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas. aplicam-se os seguintes critérios para o estabelecimento dos Tempos Requeridos de Resistência ao Fogo (TRRF): a) o valor correspondente à ocupação que deve atender às exigências mais rigorosas. b) o valor correspondente a cada uma das ocupações.18 Memorial de Segurança da Estrutura Quando da solicitação da Vistoria junto ao CBMMG.

descritos em 5.7. b) possuírem área total menor ou igual a 5000m2. não necessita ser maior que: a) 60 minutos para as edificações de classes P1 a P4. A2. A2. as rotas de fuga e as condições de ventilação dimensionadas conforme regulamentações vigentes. b) 90 minutos para as edificações de classe P5.7.1 Estas condições não se aplicam às edificações com altura superior a 80 metros. nas condições do item A2.2. A2.6 As escadas abertas (escadas simples).14 desta instrução e com as estruturas dimensionadas conforme Anexo D da NBR-14432:2001. não comprometa a estabilidade da estrutura principal da edificação.5 Os mezaninos que apresentem área inferior a 750m² cuja estrutura não dependa da estrutura principal do edifício. c) às edificações do grupo L (explosivos) e das divisões M1 (túneis).3. quando: a) a cobertura da edificação não tiver função de piso ou não for usada como rotas de fuga para saídas de emergência.(normativo) Tempos requeridos de resistência ao fogo Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) devem ser determinados conforme a Tabela A deste anexo. comprovado através de estudos técnicos. desde que não possuam materiais combustíveis incorporados em suas estruturas. H5 . não for essencial à estabilidade de um elemento de compartimentação. caso atendam um dos seguintes requisitos abaixo: a) forem providas de chuveiros automáticos.5 O TRRF das vigas secundárias.4 As edificações térreas pertencente às divisões F5. de isolamento de riscos e de compartimentação. comprovado através de estudos técnicos.3. 3. não podendo haver em qualquer hipótese sobreposições de isenções.17 desta instrução.3 (tempo equivalente) fica a critério do responsável técnico. sendo que as áreas abaixo referem-se à área total construída da edificação: A2. acabamentos ou revestimentos. c) forem consideradas lateralmente abertas. b) a estrutura considerada da edificação. A2.1 As edificações desta seção para obterem o benefício de isenção ou redução dos TRRF devem atender aos objetivos do Regulamento de Segurança contra Incêndio do CBMMG e possuírem as saídas de emergência.3 Edificações ISENTAS de TRRF.2 Edificações térreas pertencentes às divisões F5.3 Edificações pertencentes às divisões G1 e G2.5. I3 podem ter os TRRF constantes da Tabela A reduzidos em 30 minutos. G5. com pelo menos duas fachadas para acesso e estacionamento operacional de viaturas.3. I3 . . de classes P3 a P4. 5. 3. A2 Condições de isenção e redução dos TRRF.7. A2. c) a edificação possuir carga de incêndio específica menor ou igual a 500 MJ/m2.4 As coberturas das edificações que atendam aos requisitos abaixo: a) não tiverem função de piso. conforme consta na IT-04 (Acesso e estacionamento de viatura na edificação e áreas de risco).3. conforme item 5.2 As isenções e reduções abaixo não se aplicam: a) aos subsolos com área superior a 500m². conforme item 5. que perfaçam no mínimo 50% do perímetro da edificação. em função do item A2 e sub itens ou em função de aços não convencionais. A2. obedecendo-se às recomendações contidas nesta instrução e nas considerações a seguir: A1 Os tempos entre parênteses podem ser usados em subsolo nos quais a área bruta de cada pavimento seja menor ou igual a 500 m² e em edificações nas quais cada pavimento acima do solo tenha área menor ou igual a 750 m².6 A opção de escolha pra determinação do TRRF conforme item 5. b) não forem usadas como rotas de fuga para saídas de emergência.1. A2. A2. 5. A2. c) os elementos estruturais de cobertura cujo colapso.1 Edificações de classe P1 e P2 com área menor ou igual a 750 m2 . conforme instrução técnica a respeito.3.14 desta instrução. A2. b) a estrutura e paredes de vedação das escadas e elevadores de segurança. M2 (parques de tanques) e M3 (centrais de comunicação e energia). A2. A2. a critério do responsável técnico pelo projeto estrutural. quando abertos lateralmente conforme item 5. a critério do responsável técnico pelo projeto estrutural. H5 . G5.1.

4. Explosivos Especial CT 90 CT 120 CT CT = Consultar Corpo Técnico junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.8. poderão ser exigidos os mesmos TRRF das edificações da Classe P5 .11 F-3.10. F-5 e F-6. L-2 e L-3 M-1 M-2 M-3 30 30 30 60 120 150 90 30 30 60 60 CT 30 30 120 (90) 120 (90) L M NOTAS da TABELA A: 1.10) Para edificações com altura entre 54m a 80m. O TRRF dos subsolos não pode ser inferior ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo (ver item 5. Os tempos entre parênteses podem ser usados nas edificações nas quais cada pavimento tenha área menor ou igual a 750m². pessoais e técnicos Educacional e cultura física Locais de reunião de público A-1 a A-3 B-1 e B-2 C-1 C-2 e C-3 D-1 a D-3 E-1 a E-6 F-1. desde que haja compartimentação vertical entre os pavimentos. 3. F-4 e F-7 30 30 60 (30) 60 30 30 60 (30) F 60 60 30 CT F-9 G-1 e G-2 não abertos lateralmente e G-3 a G-6 G-1 e G-2 abertos lateralmente G 90 90 90 90 90 (60) 120 120 60 90 90 120 120 150 120 60 (30) 60 (30) 60 60 60 (30) 90 90 30 60 (30) 60 (30) 90 120 150 90 30 30 30 30 30 30 60 (30) 60 (30) 30 60 60 30 30 60 (30) 60 30 60 60 30 60 (30) 90 (60) 30 30 60 90 (60) CT 90 30 90 90 60 90 120 (90) 120 60 120 120 120 120 120 60 60 120 120 CT 120 CT CT CT CT CT CT CT CT CT Serviços automotivos H I Serviços de saúde e institucionais Industrial J Depósitos H-1 e H-4 H-2. F-2.Tabela A – Tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) Para a classificação detalhada das ocupações (grupo e divisão) consultar Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais . H-3 e H-5 I-1 I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 L-1. 2. Profundidade do Subsolo h Grupo Ocupação/Uso Divisão Edificação Baixa Classe S2 h > 10m 90 90 90 90 90 90 90 90 Classe S1 h ≤ 10m 60 60 60 60 60 60 60 60 Classe P1 h ≤ 6m 6m < h ≤ 12m Altura da edificação h Edificação Média Altura 12m < h ≤ 23m Medianamente Alta 30m < h ≤ 54m Alta h > 54m CT CT CT CT CT CT CT CT Classe P2 30 60 (30) 60(30) 60(30) 60 (30) 30 60 Classe P3 60 60 60 60 60 60 60 23m < h ≤ 30m Classe P4 90 90 90 90 90 90 90 30 Classe P5 120 120 120 120 120 120 120 CT A B C D E Residencial Serviços de hospedagem Comercial varejista Serviços profissionais.

5 kg 1 1 8 1 - - - - - - 14 100 ≥ 1½ ≥ 1½ 1½ 1½ Parede de blocos vazados de concreto (2 furos) (blocos com dimensões nominais): 14 cm x 19 cm x 39 cm e 19 cm x 19 cm x 39 cm. de aço CA.5 1.5 1.tijolo sem revestimento Um tijolo sem revestimento Meio .5 1.Anexo B (informativo) Tabela de resistência ao fogo para alvenarias Características das paredes Traço em volume de argamassa de revestimento Chapisco Cimento Areia Emboço Cimento Cal Areia Espessura de argamassa de revestimen to (cada face) (cm) Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios de avaliação (horas) Espessura total da parede (cm) Duração do ensaio (min) Integridade Estanqueidade Isolação térmica Resistência ao fogo (horas) Paredes ensaiadas (*) Traço em volume da argamassa do assentamento Cimento Meio . 1 cimento: 2. possuindo malha de lados 15 cm.5 10 20 15 25 120 395 (**) 300 300 (**) ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 1½ ≥6 4 ≥5 1½ ≥6 4 >6 Parede de tijolos de barro cozido (dimensões nominais dos tijolos). .50A diâmetro ¼ polegada (*) Paredes sem função estrutural ensaiadas totalmente vinculadas dentro da estrutura de concreto armado.9 Kg) Paredes de concreto armado monolítico sem revestimento Meio .tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Bloco de 14 cm sem revestimento Bloco de 19 cm sem revestimento Bloco de 14 cm com revestimento Bloco de 19 cm com revestimento Paredes de tijolos cerâmicos de oito furos (dimensões nominais dos tijolos 10 cm x 20 cm x 20 cm (massa 2.5 agregado graúdo (granito pedra nº 3): armadura simples posicionada à meia espessura das paredes.5 areia média: 3.5 16 120 150 185 150 300 (**) 150 210 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 1½ 2 3 2 ≥4 1 3 1½ 2 3 2 >4 1½ 3 Traço do concreto em volume. com dimensões 2.5 2.8m x 2.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Cal Areia Espessura média da argamassa de assentame nto (cm) - 1 1 1 1 5 5 5 5 1 1 1 1 1 1 3 3 1 1 2 2 9 9 2. e massas de 13 kg e 17 kg respectivamente 1 1 1 - 1 1 1 1 1 8 8 8 4 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 1 1 1 1 2 2 2 2 9 9 9 9 1.8m totalmente expostas ao fogo (em uma face) (**) Ensaio encerrado sem ocorrência de falência em nenhum dos três critérios de avaliação.5 19 17 22 13 23 11. 5 cm x 10 cm x 20 cm: Massa: 1.

055 0. Tabela C1 .3 desta instrução técnica: teq = qfi γn γs K W E Onde: teq – tempo equivalente (minutos). determinado conforme tabelas C3 e C4. 2) Quando houver diferentes valores de b em paredes. determinado conforme a tabela C2.070 ρ c λ > 2500 720 ≤ ρ c λ ≤ 2500 ρ c λ < 720 ρ . teto e paredes) (m2) Aν . W – fator associado à ventilação do ambiente. K – fator determinado conforme tabela C1. portas e similares) (m2) Obs.Aν Onde: bi é o fator b do elemento de compartimentação i Ai – área do elemento de compartimentação i (m2) At – área total do compartimento (piso. este valor é determinado conforme a expressão abaixo: b = ∑ bi Ai At . γs = γs1 γs2 – coeficiente de segurança que depende do risco de incêndio e das conseqüências do colapso da edificação.massa específica do elemento de vedação do compartimento (kg/m3) c – calor específico do elemento de vedação do compartimento (MJ/kg°C) λ . determinado conforme Tabela C5.área de ventilação vertical (janelas.: Não computar forros e revestimentos que possam ser destruídos pela ação do incêndio. pode ser utilizado o menor valor de b ( ρ c λ ). E – fator de correção que depende do material da estrutura.3. γn = γn1 γn2 γn3 – coeficiente adimensional que leva em conta a presença de medidas de proteção ativa da edificação. pisos e tetos. m2 / MJ) 0.Fator K b= ρcλ (J/m s 2 1/2 °C) K (min . qfi – carga de incêndio (MJ/m²).040 0. a favor da segurança.Anexo C (normativo) Método do tempo equivalente de resistência ao fogo O tempo equivalente a ser determinado de acordo com a formulação abaixo não poderá ter valores menores de TRRF conforme o especificado no item 5. .condutividade térmica do elemento de vedação (W/m°C) Notas: 1) Quando houver elementos de compartimentação com diferentes camadas de material.

15 2. galeria de arte.γs1 6 < h ≤ 12 1. indústria mecânica Laboratório químico. igreja.90 0.30 1. 62 + ⎝ W =⎜ ⎟ ⎢ H ⎠ ⎛ A ⎞A ⎝ ⎢ 1 + 12 .00 h≤6 1.85 Pequena biblioteca.10 1.25 1.25 1. depósitos de: produtos farmacêuticos.05 1.60 3.00 Tabela C4 . venda de acessórios de automóveis.00 3.00 Altura da edificação (m) .45 1.00 3.9 0.Fatores das medidas de segurança contra incêndio Valores de γn1 γn2 γn3 Existência de chuveiros Existência de detecção Brigada contra incêndio (γn2) automáticos (γn1) automática (γn3) Não profissional Profissional 0.35 3.45 Média Alta .50 3.00 3.00 3.70 1.00 3.00 3. hospital.25 1.40 1.00 3.00 3.75 2. consultório médico.10 1.00 3. deve ser adotado o respectivo γn igual a 1.60 Na ausência de algum meio de proteção indicado na tabela C2.90 2. correio.60 1.00 1. restaurante.2 1. laboratório fotográfico.00 3.45 1.85 2. farmácia.Risco de ativação valores de γs2 risco de ativação do incêndio exemplos de ocupação 0. oficina de pintura de automóveis 1. oficina elétrica ou mecânica. Tabela C3 .00 1. 4 − v ⎟ ⎜ 0 . escritório.00 H > 80 1.85 3.janelas (m²) Ah – área de ventilação horizontal -piso (m²) Af – área de piso (m²) ⎤ ⎥ ⎥ ⎥ ≥ 0 .10 1. hotel.00 12 < h ≤ 23 23 < h ≤ 30 30 < h ≤ 80 1. indústria de papel. hangar. depósitos em geral cinema.70 2. 5 ⎜ 1 + 10 v ⎟ h ⎜ ⎢ A ⎟ A f⎠ f ⎝ ⎢ ⎣ H – altura do compartimento (m) Av – área de ventilação vertical .00 3.0 Normal 1. livraria.15 1.00 3.65 3. bebidas alcoólicas Montagem de automóveis.15 1. frigorífico.65 2.25 1.00 1. museu.00 3.00 3.3 ⎢ A ⎟ ⎛ 6 ⎞ f⎠ ⎢ 0 . residência.35 1.80 3. escola.Característica da edificação Área do compartimento (m2) Térrea ≤ 750 ≤ 1000 ≤ 2500 ≤ 5000 ≤ 7500 ≤ 10000 ≤ 20000 ≥65000 1.60 3.20 1.4 ⎡ ⎛ A ⎞ ⎢ 90 ⎜ 0 .5 ⎥ ⎥ ⎥ ⎥ ⎦ Tabela C2 .60 0.00 3.00 3.00 1. teatro.

0 13.02 m½ ≤ V ≤ 0.0 1. em metro (m). teto e piso. conforme a seguinte expressão: V = Aν√heq At Nota: Limites de aplicação: 0.20 m½ Aν = Área total de aberturas verticais (m²).7 V Nota: No caso de estruturas mistas de aço e concreto. . At = Área total do compartimento (paredes. onde aplicável. Onde: V – grau de ventilação do compartimento calculado. utilizar. o valor mais desfavorável de E. incluindo aberturas). heq = Altura média das janelas.Tabela C5 – Valores do Fator E Material da estrutura Concreto armado Aço revestido termicamente Aço sem revestimento térmico Fator E 1.

IT .07 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A – Compartimentação horizontal e vertical B – Tabela de área máxima de Compartimentação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

190-000 Site: www. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Augusto de Lima. 355 . 1.br Email: dat3@cbmmg.Procedimento. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações onde são exigidas a compartimentação horizontal e vertical. NBR 10636 – Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo. entre pavimentos elevados consecutivos.gov.3 A compartimentação vertical se destina a impedir a propagação de incêndio no sentido vertical.Bairro Centro CEP 30. NBR 6479 – Portas e vedadores – determinação da resistência ao fogo. NBR 5628 – Componentes construtivos estruturais – determinação da resistência ao fogo. ISO 1182 – Building materials .br 1 OBJETIVO 1.combustibility test. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 1. Decreto Estadual nº 44. NBR 14323 – Dimensionamento de estrutura de aço de edifício em situação de incêndio . NBR 14432 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – procedimento. de 31 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. ou seja. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14. estabelecendo detalhamentos técnicos relativos à área de compartimentação.1.270. NBR 14925 – Unidades envidraçadas resistentes ao fogo para uso em edificações. NBR 11742 – Porta corta-fogo para saídas de emergência – Especificação.130. conforme previsto nas tabelas 7A a 7M do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 6118 – Projetos de estrutura de concreto.2 A compartimentação horizontal se destina a impedir a propagação de incêndio no pavimento de origem para outros ambientes no plano horizontal. . atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.mg.non . NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos. NBR 9441 – Execução de sistemas de detecção e alarme de Incêndio. NBR 11711 – Portas e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais.gov.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 07 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.Esta Instrução Técnica estabelece os parâmetros da compartimentação horizontal e compartimentação vertical.mg.bombeiros.

1. e) selos corta-fogo. desde que as dimensões máximas especificadas nesta norma sejam respeitadas. desde que a área da . b) portas corta-fogo. com extensão mínima de 1(um) metro. b) no caso de edificações que possuem elementos estruturais de cobertura combustíveis. 5. aplicam-se as definições constantes na IT 02 (Terminologia de proteção contra incêndio e pânico). no que tange aos panos de alvenaria ou de painéis fechando o espaço entre os elementos estruturais.2 Vedadores Corta-Fogo As aberturas nas paredes de corta-fogo de compartimentação de passagem exclusivas de materiais devem ser protegidas por vedadores corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) os vedadores corta-fogo devem atender ao disposto na NBR 11711.2 desta IT. pertencentes a áreas de compartimentação horizontal distintas dos edifícios.1 A compartimentação horizontal deve ser compatibilizada com atendimento a IT 08. devem ser afastadas horizontalmente entre si por trecho de parede com 02 (dois) metros de extensão devidamente consolidada à parede de compartimentação e apresentando a mesma resistência ao fogo (fig. o fechamento automático dos vedadores deve ser comandado por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441. externa à edificação. permitindo o abandono rápido das pessoas (fig.0m acima da linha de cobertura (telhado).1 A compartimentação horizontal é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) paredes de compartimentação.Anexo A).1. pode-se utilizar alternativamente a proteção por cortina d'água. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e deve ser prevista a possibilidade de fechamento dos dispositivos de forma manual na central do sistema. para isto devem ser consideradas as condições de dimensionamento estabelecidas na IT-05 (Separações entre Edificações).3 Proteção das aberturas nas paredes de compartimentação: As aberturas existentes nas paredes de compartimentação devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo. f) a resistência ao fogo da parede de compartimentação. estes atendendo às condições da NBR 14925 e apresentando resistência ao fogo conforme as condições do item 5. devem ser instaladas portas de acordo com a NBR 11742. por esteiras transportadoras. vedadores ou vidros corta-fogo.1. representados.2. d) na impossibilidade de serem utilizados vedadores corta-fogo. f) afastamento horizontal entre aberturas. d) as aberturas situadas na mesma fachada. 5 PROCEDIMENTOS 5. sendo aplicáveis as seguintes condições: a) as portas corta-fogo devem atender ao disposto na NBR 11742 para saída de emergência e NBR 11711 para compartimentação em ambientes comerciais e industriais. e) a distância mencionada no item anterior poderá ser substituída por um prolongamento da parede de compartimentação. estar distanciadas de forma a evitar a propagação do incêndio por radiação térmica. a parede de compartimentação deverá estender-se. deve ser determinada por meio da NBR 10636.1 Portas corta-fogo As portas destinadas à vedação de aberturas em paredes de compartimentação devem ser do tipo cortafogo.3. c) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de incêndio.3.4. de acordo com o prescrito na IT 06. por exemplo.1.2 Características de construção: Para os ambientes compartimentados horizontalmente entre si.1. b) caso a classe de ocupação não se refira a edifícios industriais ou depósitos. pela existência de obstáculos na abertura. devem. c) vedadores corta-fogo. d) registros corta-fogo ("dampers"). h) as distâncias requeridas no item anterior podem ser suprimidas caso as aberturas sejam protegidas por portas. 5. b) na situação de compartimentação de áreas de edificações comerciais e industriais são aceitas também portas corta-fogo de acordo com a NBR 11742. 5. com reforços estruturais adequados. já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para situação de incêndio. a 1. c) as paredes mencionadas no item anterior devem ser dimensionadas estruturalmente de forma a não entrarem em colapso caso ocorra à ruína da cobertura do edifício do lado afetado pelo incêndio.1 Compartimentação horizontal 5. serão exigidos os seguintes requisitos: a) a parede de compartimentação deverá ser construída entre o piso e o teto devidamente vinculada à estrutura do edifício. 1. de forma que cada área compartimentada seja dotada de saídas para o exterior da edificação e áreas adjacentes. g) as aberturas situadas em fachadas paralelas ou ortogonais.1.4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. 5. i) cada setor compartimentado deverá possuir facilidade de acesso para alcançar as saídas de emergência.1. no mínimo. em lados opostos da parede de compartimentação. 1 Anexo A). 5. c) quando houver necessidade de passagem entre ambientes compartimentados providos de portas de acordo com a NBR 11711.

as áreas de compartimentação horizontal devem ser separadas por paredes corta-fogo devendo atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (T. 5.1. d) selos corta-fogo. f) os dutos de ventilação. c) no caso da classe de ocupação não se referir aos edifícios industriais ou depósitos.1. os subsolos deverão possuir aberturas de ventilação adequadas ao exterior.00 m2 deverão possuir medidas de proteção analisadas por Corpo Técnico. os quartos de hotéis.2 Os elementos de proteção de aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação podem apresentar valor de TRRF de 30 (trinta) minutos menor que a resistência das paredes corta-fogo de compartimentação. conforme prescrito na IT 06.4. que permitam realizar a exaustão de gases e fumaça do ambiente. 5. A cortina d´água pode ser interligada ao sistema de hidrantes. as enfermarias e quartos de hospital.F. . c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem. ar condicionado e/ou exaustão.4 Características de resistência ao fogo: 5. b) os registros corta-fogo devem ser dotados de acionamentos automáticos comandados por meio de fusíveis bimetálicos ou por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441.fogo de compartimentação.1. 5.R.1. atendendo aos parâmetros da IT 18 e normas técnicas específicas.2.1. os apartamentos residenciais.1 São consideradas unidades autônomas. poços para outras finalidades por meio de porta pára-chama (observar IT 06). e) a falha do dispositivo de acionamento do registro corta-fogo deve dar-se na posição de segurança. as salas de aula. As seguintes condições devem ser atendidas: a) os registros corta-fogo devem ser ensaiados para caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.5. devem ser dotados de proteção em toda a extensão (de ambos os lados das paredes) garantindo resistência ao fogo igual à das paredes.3. 5.00 m2.3 As paredes divisórias entre unidades autônomas e entre unidades e as áreas comuns para as ocupações dos grupos A (A2 e A3). 5.4 Registro corta-fogo (dampers) Quando os dutos de ventilação.1 A compartimentação vertical é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) entrepisos corta-fogo. E e H (H2. f) vedadores corta-fogo.1.1.5 m2. d) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de fumaça.abertura não ultrapasse 1. 5. hidro-sanitárias. c) enclausuramento de elevadores e monta-carga.3. 5. g) os elementos construtivos corta-fogo / pára-chama de separação vertical entre pavimentos consecutivos.1. O mesmo se aplica às portas de unidades autônomas que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada. que não possam ser dotados de registros corta-fogo.2 Em subsolos não destinados exclusivamente ao estacionamento de veículos.1.5. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento do registro.1.5.R. b) os tubos plásticos de diâmetro interno superior a 40mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo em um dos lados da parede. 5.4. H5 e H6) devem possuir requisitos mínimos de resistência ao fogo de acordo com o prescrito na IT 06 – Segurança Estrutural nas Edificações. que deverá possuir acionamento automático. B. b) enclausuramento de escadas por meio de parede corta-fogo de compartimentação. ou seja.5 Condições especiais da compartimentação horizontal 5. além da adequada selagemcortafogo da abertura em torno dos dutos. ar condicionado ou exaustão atravessarem paredes corta. H3.1.3 Selos corta-fogo Quaisquer aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação destinadas à passagem de instalações elétricas.5. 5.5.3.1 No interior da edificação. motéis e flats. as celas de presídios e assemelhados. que devem também ter os requisitos de resistência ao fogo. para efeito desta IT.1 A compartimentação horizontal está dispensada nas áreas destinadas exclusivamente a estacionamento de veículos.).4 Em complementação aos sistemas de proteção. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e permitir o fechamento por decisão humana na central do sistema. a área de compartimentação será de 750. devem existir registros corta-fogo devidamente ancorados à parede corta-fogo de compartimentação. conforme IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações). porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos. o fechamento automático dos registros deve ser comandados por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441.2 Compartimentação vertical 5. 5. Áreas superiores a 750. telefônicas e outros que permitam a comunicação direta entre áreas compartimentadas devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. e) registros corta-fogo ("dampers").

que podem ser constituir de vigas e/ou parapeito ou prolongamento dos entrepisos além do alinhamento da fachada. cuja resistência ao fogo não deve ser comprometida pelas transposições que intercomunicam pavimentos. e) as fachadas pré-moldadas devem ter seus elementos de fixação devidamente protegidas contra a ação do incêndio e as frestas com as vigas e/ou lajes devidamente seladas.3. devidamente consolidadas de forma adequada às lajes dos pavimentos.3 – anexo A). as abas devem projetar-se. no que se refere aos panos de alvenaria ou de painéis pré-moldados.2. como apresentado a seguir: 5. .90 m além do plano externo da fachada (fig.3 Entrepisos Os entrepisos devem enquadrar-se na categoria compartimentação e podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de materiais que garantam a separação física de pavimentos no interior dos edifícios.1. f) os materiais transparentes ou translúcidos das janelas devem ser incombustíveis.1 Escadas As escadas devem ser enclausuradas por meio de paredes corta-fogo de compartimentação e portas cortafogo. A incombustibilidade destes materiais deve ser determinada em ensaio utilizando-se o método ISO 1182.2. b) as aberturas existentes nos entrepisos. Deve atender às seguintes condições: a) no interior da edificação.2 Compartimentação vertical no interior dos edifícios A compartimentação vertical no interior dos edifícios é provida por meio de entrepisos. todas as aberturas no entrepiso destinadas às passagens das instalações de serviços devem ser vedadas por selos corta-fogo. já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para a situação do incêndio. exceção feita aos vidros laminados. de forma a não comprometer a resistência ao fogo destes elementos. d) os elementos de separação entre aberturas de pavimentos consecutivos e as fachadas cegas devem ser consolidadas adequadamente aos entrepisos.1 Nas edificações com fachadas totalmente envidraçadas ou “fachadas-cortina” serão exigidas as seguintes condições: a) os caixilhos e os componentes transparentes ou translúcidos devem ser compostos por materiais incombustíveis.2. c) os poços destinados a elevadores.2. Os entrepisos podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de outros materiais que garantam a separação física dos pavimentos. tais selos devem ser fixados aos elementos de separação de modo que sejam estruturalmente independentes dos caixilhos da fachada. Suas aberturas devem ser protegidas por vedadores pára-chamas as quais deverão apresentar resistência ao fogo igual às das paredes. b) devem ser previstos atrás destas fachadas. no mínimo. a incombustibilidade destes materiais devem ser determinadas em ensaios utilizando-se o método ISO 1182. de forma a garantir a resistência ao fogo do conjunto. atendendo os requisitos da IT 01 (Procedimentos Administrativos). Caso estes registros não possam ser instalados. e) no caso de dutos de ventilação. seguindo-se as orientações contidas na IT 06. de acordo com o inciso 5.2. toda tubulação deve estar protegida de forma a apresentar resistência ao fogo conforme requisitos da IT-06. d) as escadas devem ser enclausuradas por meio paredes de compartimentação e portas corta-fogo. atendendo as seguintes condições: a) a resistência ao fogo da parede de compartimentação. As aberturas existentes nos entrepisos devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo.2.20m separando aberturas de pavimentos consecutivos (fig. 2 – anexo A). 5. A resistência ao fogo dos entrepisos deve ser determinada por meio de ensaio segundo a NBR 5628 ou dimensionada de acordo com norma brasileira pertinente. exceção feita aos vidros laminados. 5. fechando o espaço entre elementos estruturais. 0. devidamente ancorados à laje.1 Compartimentação vertical na envoltória do edifício As seguintes condições devem ser atendidas pelas fachadas com intuito de dificultar a propagação vertical do incêndio pelo exterior dos edifícios: a) deve existir separação na fachada entre aberturas de pavimentos consecutivos.2.2. c) as frestas ou as aberturas entre a “fachada-cortina” e os elementos de separação devem ser vedados com selos corta-fogo em todo perímetro. ou seja. monta-carga e outras finalidades deverão ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação. devem existir registros corta-fogo.2. instalados parapeitos. além da selagem da passagem destes equipamentos.2. estes devem apresentar altura mínima de 1. 5.2 Características de construção: 5. d) os selos corta-fogo perimetrais indicados no item anterior deverão ser detalhados. elementos de separação.1.2.h) selagem perimetral corta-fogo. ar-condicionado e exaustão que atravessarem as lajes.2. b) quando a separação for provida por meio de vigas e/ou parapeitos. vigas ou prolongamentos dos entrepisos. tais selos podem ser substituídos por paredes corta-fogo de compartimentação cegas posicionadas entre piso e teto. 5. deve ser determinada pela NBR 10636. as quais devem atender aos requisitos da IT-08(Saídas de Emergências nas Edificações).2. deverão ser protegidas por vedadores corta-fogo. com resistência ao fogo. c) quando a separação for provida por meio dos prolongamentos dos entrepisos. construídas e instalados de acordo com NBR 11711/1992.

comandadas por sistema de detecção automática de fumaça devendo atender ao disposto na NBR 11742 e as disposições das alíneas d.2 Elevadores Os poços destinados a elevadores devem ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos. h) a exigência de resistência ao fogo das paredes de enclausuramento da escada também se aplica as antecâmaras quando estas existirem. por meio de portas retráteis corta-fogo. e. deverá existir registros corta-fogo devidamente ancorados ao entrepisos e serem atendidas as condições .3. Quando dutos de ventilação. manual ou mecanicamente. c) as portas corta-fogo utilizadas para enclausuramento das escadas devem ser construídas integralmente com materiais incombustíveis. de acordo com a NBR 9441. c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem. c) as portas mencionadas devem ser ensaiadas seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.3. que permitam a comunicação direta entre os pavimentos de um edifício devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. As portas de andar devem ser classificadas como pára-chamas.2.1. telefônicas e outras. c) as portas pára-chamas conforme item anterior podem ser substituídas pelo enclausuramento dos halls do acesso aos elevadores. d.3. d) as portas corta-fogo mencionadas no item anterior devem fechar automaticamente em caso de incêndio. além da adequada selagem corta-fogo da abertura em torno do duto.3.1. exceção feita à pintura de acabamento. 5. d) alternativamente às portas pára-chamas do montacarga. b) as portas de andares de elevadores não devem permanecer abertas em razão da presença da cabine.2.2. g) nos pavimentos de descarga.2.2. desde que sejam utilizados dispositivos elétricos que permitirão seu fechamento em caso de incêndio.3 Monta-cargas Os poços destinados à monta-carga devem ser constituídos por paredes de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos.3. de acordo com a NBR 9441. mantidas permanentemente abertas e comandadas por sistema de detecção automática de fumaça. 5. b) os tubos plásticos com diâmetro interno superior a 40 mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo abaixo do entrepisos.3.2. i) as portas de andar de elevadores e as portas de enclausuramento dos halls devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. 5.1. requerendo na primeira situação um esforço máximo de 130 N.2. As seguintes condições devem ser adicionalmente consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas nas alíneas a e b constantes do item 5. comandados por sistema de detecção automática de fumaça instalados no(s) hall(s) de acesso às escadas.2. os trechos das escadas que provém do subsolo ou dos pavimentos elevados devem ser enclausurados de maneira equivalente a todos os outros pavimentos.2.2. fechando automaticamente em caso de incêndio e atendendo ainda ao disposto das letras "f" e "g" constantes do item 5.3. f e g do item 5. ar condicionado e exaustão.2. por meio de parede e porta corta-fogo. f) as portas mencionadas no item anterior não devem estar incluídas nas rotas de fuga.4 Prumadas das instalações de serviço Quaisquer aberturas existentes nos entrepisos destinadas à passagem de instalação elétrica. ou seja.2. nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura.2. nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura.3. hidrosanitárias. f e g constantes do item 5. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento da porta. os “halls” de acesso aos elevadores devem ser enclausurados conforme as condições estabelecidas das alíneas c. f) a situação ("status") das portas corta-fogo (aberto ou fechado) deve ser indicada na central do sistema de detecção e permitir o fechamento por decisão humana na central do sistema. 5.2. As seguintes condições devem ainda ser consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas nas letras "a" e "b" constantes do item 5.2.b) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas e entre as antecâmaras e a escada devem atender ao disposto na NBR 11742.2.2. e) a falha dos dispositivos de acionamento das portas corta-fogo deve dar-se na posição de segurança. g) as portas retráteis corta-fogo também devem ser abertas ou fechadas no local de sua instalação.2. b) as portas de andar do monta-carga não devem permanecer abertas em razão de presença da cabine. ar condicionado ou exaustão atravessarem os entrepisos.5 Aberturas de passagem de dutos de ventilação. caracterizados de acordo com o método ISO 1182. d) quando a escada de segurança for utilizada como via de circulação vertical em situação de uso normal dos edifícios suas portas corta-fogo podem permanecer abertas. e.1. As portas dos andares de elevadores devem ser classificadas como pára-chamas.3. e) numa outra alternativa às portas pára-chamas de andar constitui-se de enclausuramento dos halls dos elevadores.2. h)o enclausuramento dos halls dos elevadores permitirá a disposição do elevador de emergência em seu interior.

podendo. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através dos dutos de ventilação permanente.3. como esgoto e águas pluviais.3.2.2.2. de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal. é necessário que as seguintes condições adicionais sejam atendidas: a) compartimentação do átrio deve ser feita em todos os pavimentos servidos. A condição básica a ser atendida por qualquer átrio é a seguinte: a) cada átrio deve fazer parte exclusivamente de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal. ou seja.7.4.2. em seu perímetro interno ou no perímetro da área de circulação que o rodeia em cada pavimento.1 e 5. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através do átrio nos pavimentos.3.1.2. e) as condições de fechamento das portas mencionadas no item anterior devem ser tais que não ofereçam risco de provocar acidentes e ferimentos nas pessoas. ao TRRF igual ao estabelecido na IT 06. 5. não possam ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos.9 Prumadas de ventilação permanente Os dutos de ventilação permanentes de banheiro e similares devem atender às seguintes condições para que não comprometam a compartimentação vertical dos edifícios: a) devem ser integralmente compostos por materiais incombustíveis.3.1 Os entrepisos devem atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF).2 tem-se o seguinte: a) as paredes de enclausuramento das escadas e elevadores de segurança.3. porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos. de correr ou de deslocamento horizontal.2.3. 5. comandado por sistema de detecção automática de fumaça. e. quanto às resistências ao fogo devem estar caracterizadas através dos procedimentos de ensaio da NBR 6479. ar condicionado e exaustão. e) as paredes que compõem estas prumadas devem atender os disposto nas alíneas a e b constantes no item 5.2. b. no mínimo.3. b) as selagens das prumadas das instalações de serviço e os registros protegendo aberturas de passagem de dutos de ventilação. d) os vedadores corta-fogo podem ser retráteis. d e e constantes no item 5. b) cada prumada de ventilação deve fazer parte. incluindo as fachadas sem aberturas (cegas) devem atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) conforme IT 06.2.2. em caso de acionamento. dutos e antecâmaras. Se os vedadores apresentarem fechamento automático.2. vidros corta-fogo e vedadores corta-fogo.2.3. os tempos requeridos de . 5.4.5.4. d e e constantes do item 5.2. b. ou seja.2.estabelecidas nas alineas a.2.8 Prumadas enclausuradas As prumadas totalmente enclausuradas por onde passam as instalações de serviço.2.3. 5. devem ser dotados de proteção em toda a extensão garantindo a adequada resistência ao fogo.2.2 Os elementos de proteção das transposições nos entrepisos (selagens corta-fogo) e os elementos de compartimentação vertical na envoltória do edifício. constituídas pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas. d e e constantes no item 5. 5. 5. devera atender ás condições estabelecidas nas alíneas a. conforme IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações).1. porém não podendo ser inferior a 120 (cento e vinte) minutos. cada derivação das prumadas deve ser protegidas por registro corta-fogo.1 Para que a existência do átrio não afete a compartimentação vertical. d) alternativamente disposto na alínea c.1.6 Aberturas de passagem de materiais As aberturas nos entrepisos de passagem exclusiva de materiais devem ser protegidas por vedadores cortafogo atendendo às seguintes condições estabelecidas nas alíneas a.2.3. b. exclusivamente. devem estar de acordo com a NBR 9441. b. 5.3. 5.3. c.3. ar condicionado e exaustão devem apresentar. As paredes de enclausuramento devem atender ao disposto nas alíneas a e b constantes do item 5. b) os elementos de compartimentação do átrio devem apresentar resistência ao fogo.3.3. cujo o acionamento deve atender as condições estabelecidas nas alíneas a. as derivações existentes nos pavimentos devem ser protegidas por registros corta-fogo.3. c) as paredes de compartimentação devem atender às condições estabelecidas nas alíneas a e b constantes do item 5. constituírem-se por paredes corta-fogo de compartimentação. devendo atender a uma série de condições para não facilitarem a propagação do incêndio.1 Caso os dutos de ventilação. c. devendo ser compostos integralmente por materiais incombustíveis.1.2. devem atender.3. c) a prumada de ventilação permanente deve ser compartimentada em relação às demais áreas da edificação não destinadas a banheiros ou similares por meio de paredes e portas corta-fogo.3 Características de resistência ao fogo 5.2.2. inclusive.1.1. Portas e vedadores corta-fogo podem apresentar TRRF de 30 (trinta) minutos menor que as paredes.2. no mínimo.2. não necessitam ser seladas desde que as paredes sejam corta-fogo e as derivações das instalações que as transpassam sejam devidamente seladas (conforme condições definidas em outros tópicos desta IT).2. c.7 Átrios Os átrios devem ser entendidos como espaços no interior de edifícios que interferem na compartimentação horizontal ou vertical. Neste caso.1.2.3 Como exceção às regras estabelecidas em 5. c.3. 5. d constantes do item 5.

limitando-se no máximo a 3 (três) pavimentos consecutivos. 5. rampas. 5.9 (prumadas de ventilação permanente) devem apresentar resistência mínima ao fogo de respectivamente. conforme IT 06. porém nunca inferior ao TRRF estabelecido na IT 06. 60 (sessenta) minutos e 30 (trinta) minutos. quando não podem ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos devem ser protegidos em toda a extensão de forma a garantir a resistência mínima ao fogo de 120 (cento e vinte) minutos. e e) as paredes e portas corta-fogo tratadas em 5. 5.6 Recomenda-se que as áreas descobertas destinadas ao armazenamento de produtos combustíveis possuam afastamento dos limites da propriedade bem como corredores internos que proporcionem o fracionamento do risco. destinadas à circulação de pessoas. quando forem únicas (escadas sem antecâmaras) e de 60 (sessenta) minutos quando a escada for dotada de antecâmara.5 As escadas. c) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas em cada pavimento devem apresentar resistência mínima ao fogo de 90 (noventa) minutos. conforme anexo B. por intermédio de átrios. rampa de circulação ou escadas rolantes.2.3.3 Áreas máximas de compartimentação Para o estabelecimento das áreas máximas de compartimentação horizontal deve-se atender aos valores estabelecidos no Anexo B.4 Não será considerada compartimentação vertical nos casos de interligação de pavimentos consecutivos (nos pisos acima do térreo). porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos. dutos e shafts de instalação de subsolos devem ser compartimentados integralmente em relação ao piso térreo. escadas.2. 5. d) os dutos de ventilação. de forma a dificultar a propagação do fogo e facilitar as operações de combate a incêndio.resistência ao fogo. piso de descarga e demais pisos elevados. . desde que o somatório de área desses pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para compartimentação horizontal. ar condicionado ou exaustão.

ANEXO “A” COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL .

ANEXO “A” (CONTINUAÇÃO)

Fig. 3 – Compartimentação Vertical (Prolongamento dos Entrepisos)

alvenaria
PISO

fachada envidraçada
TETO

alvenaria

FIG. 04 - COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL - FACHADA ENVIDRAÇADA Fig. 4 – Compartimentação Vertical (Fachadas Envidraçadas)

ANEXO “B” TABELA DE ÁREA MÁXIMA DE COMPARTIMENTAÇÃO (m²) GRUPO TIPO DENOMINAÇÃO ALTURA A-1, A-2, A-3 B-1, B-2 C-1; C-2 C-3 D-1, D-2, D-3, D-4 E-1,E-2, E-3, E-4, E-5 e E-6 F-1, F-2, F-3, F4, e F-9 F-5, F-6 e F-8 F-7 F-10 G-1, G-2, G-3 G-4 G-5 H-1, H-2, H-4, H-5 e H-6 (*) H-3 I-1 e I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 L-1 L-2 e L-3 M-1 M-2 M-3 M-4, M5, M-6 e M-7 I Edificação Baixa Um pavimento – – 5.000(1) 5.000(1) 5.000 – – – – 5.000(1) – 10.000 – – – 7.500(1) – 10.000(1) 7.500(1) 4.000(1) 100 CT CT 1.000 5.000 750 H≤6,00m – 5.000 3.000(1) 2.500(1) 2.500(1) – – – – 2.500(1) – 5.000 – – 10.000 5.000 – 5.000 3.000 2.500 CT CT CT 500 3.000 CT 6,00m<H ≤ 12,00m – 4.000 2.000 1.500 1.500 – – TIPO DE EDIFICAÇÕES II Edificação de Média Altura III IV Edificação Edificação Mediamen Alta te Alta Acima de 54,00m – 1.500 1.500 2.000 1.500 – – 800 CT 800 – 1.000 – 1.000 2.000 1.500 – 1.500 1.000 1.000 CT CT CT CT CT CT

12,00m<H≤ 23,00m<H≤ 30,00m<H 23,00m 30,00m ≤ 54,00m – 3.000 2.000 1.000 1.000 – – – 2000 1.500 2.000 800 – – – 1.500 1.500 2.000 1.500 – – 800 CT 800 – 1.000 – 1.000 2.000 1.500 – 1.500 1.000 1.000 CT CT CT CT CT CT

– 2.000 1.000 CT CT CT 1.500 1.000 1.000 – – – 3.000 2.000 1.000 Ver IT específica ou Corpo Técnico – – 5.000 3.000 – 3.000 2.000 1.500 CT CT CT CT 2.000 CT – 2.000 3.000 1.500 – 1.500(1) 2.500 2.000 CT CT CT CT 1.000 CT – 1.500 1.500 1.000 – 2.000 1.500 1.500 CT CT CT CT CT CT

NOTAS ESPECÍFICAS: 1) A área de compartimentação pode ser aumentada em 100%, caso haja sistema de detecção de fumaça (IT nº 14). 2) A edificação destinada à clínica de internação (divisão H-6) será enquadrada como (H-3) de acordo como o exigido no Decreto Estadual 43.805/04. 3) CT – Corpo Técnico

NOTAS GENÉRICAS: a) Observar os casos permitidos de substituição da compartimentação de áreas, por sistema de chuveiros automático, acrescidos, em alguns casos, dos sistemas de detecção automática , conforme tabela de exigência do b) Os locais assinalados com traço (–) estão dispensados da compartimentação horizontal, mantendo-se a compartimentação vertical, de acordo com as tabelas de exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.
c) Não será considerada a compartimentação vertical nos casos de interligação de pisos ou pavimentos consecutivos, por intermédio de atrium, escadas, rampas de circulação ou escadas rolantes, desde que a somatória de área dos pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para cada grupo e tipo de edificação, limitando-se no máximo a três pisos. Esta exceção não se aplica para as compartimentações das fachadas e selagens dos “shafts” e dutos de instalações.

d) No caso desta IT, as edificações térreas dotadas de subsolo para cálculo de área máxima de compartimentação deverão ser enquadradas na classe II desta tabela, caso esse subsolo não seja compartimentado em relação ao térreo.

IT - 08
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES

SUMÁRIO
1 – Objetivo

ANEXOS
Tabelas

2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 08

SAIDAS DE EMERGENCIA
DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

1 OBJETIVO 1.1 Estabelecer critérios mínimos necessários para o dimensionamento das “Saídas de Emergência em Edificações”, visando a que sua população possa abandoná-las, em caso de incêndio ou pânico, completamente protegida em sua integridade física e permitir o acesso de guarnições de bombeiros para o combate ao fogo ou retirada de pessoas; 1.2 Adequação das exigências de proteção contra incêndio e pânico, atendendo a NBR 9077/93 da Associação Brasileira de Normas Técnicas quanto aos requisitos mínimos necessários para o dimensionamento das saídas de emergência nas edificações; 1.3 Padronizar critérios para análise de projetos de Prevenção Contra Incêndio e pânico em Minas Gerais; 1.4 Orientar os profissionais que atuam na elaboração de projetos e execução de obras submetidas à aprovação do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações novas, podendo, entretanto, servir como exemplo de situação ideal que deve ser buscada em adaptações de edificações em uso, consideradas suas devidas limitações. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.

Decreto Estadual nº 44.270, de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 9077 - Saídas de Emergências em Edifícios. NBR 9050 - Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente. NBR 9441 - Execução de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio. NBR 13434-1 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 1: Princípio de projeto. NBR 13434-2 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 2: Símbolos e suas formas, dimensões e cores. NBR 10898 - Sistemas de iluminação de emergência. BS (British Standard) 5588/86. NBR 11742 – Porta Corta-Fogo para saídas de emergência. NBR 13768 – Acessórios para PCF em saídas de emergência. NBR 11785 – Barra antipânico – Requisitos. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes nas referências normativas e IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Classificação das edificações 5.1.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica, as edificações são classificadas: a) quanto à ocupação, de acordo com a Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e

Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais; b) quanto à altura, dimensões em planta e características construtivas, de acordo, respectivamente, com as Tabelas 1, 2 e 3 desta Instrução Técnica. 5.2 Componentes da saída de emergência 5.2.1 A saída de emergência compreende o seguinte: a) acesso; b) rotas de saídas horizontais, quando houver, e respectivas portas ou ao espaço livre exterior, nas edificações térreas; c) escadas ou rampas; d) descarga. 5.3 Cálculo da população 5.3.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população da edificação. 5.3.2 O cálculo da população de cada pavimento da edificação é de acordo com os coeficientes da tabela 4, considerando sua ocupação, dada na Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5.3.3 Devem ser incluídas nas áreas de pavimento exclusivamente para o cálculo da população: a) as áreas de terraços, sacadas e assemelhadas, excetuadas aquelas pertencentes às edificações dos grupos de ocupação A, B e H; b) as áreas totais cobertas das edificações F-3 e F-6 inclusive canchas e assemelhados; c) as áreas de escadas, rampas e assemelhados, no caso de edificações dos grupos F-3, F-6 e F-7, quando em razão de sua disposição em planta, esses lugares puderem, eventualmente, ser utilizados como arquibancadas. 5.3.4 Exclusivamente para o cálculo da população, as áreas de sanitários, corredores e elevadores nas ocupações C, D, E e F, são excluídas das áreas de pavimento. 5.4 Dimensionamento das saídas de emergência 5.4.1 Largura das saídas 5.4.1.1 A largura das saídas deve ser dimensionada em função do número de pessoas que por elas deva transitar, observando os seguintes critérios: a) os acessos são dimensionados em função dos pavimentos que sirvam à população; b) as escadas, rampas e descargas são dimensionadas em função do pavimento de maior população, o qual determinam as larguras mínimas para os lanços correspondentes aos demais pavimentos, considerandose o sentido da saída. 5.4.1.2 A largura das saídas, isto é, dos acessos, escadas, descargas, e outros, é dada pela seguinte fórmula:

N= P C Onde: N = Número de unidades de passagem, arredondado para número inteiro maior. P = População, conforme coeficiente da tabela 4 do anexo e critérios das seções 5.3 e 5.4.1.1. C = Capacidade da unidade de passagem conforme tabela 4 do anexo. 5.4.2 Larguras mínimas a serem adotadas As larguras mínimas das saídas de emergência, em qualquer caso, devem ser as seguintes: a) 1,10 m, correspondente a duas unidades de passagem de 55cm, para as ocupações em geral, ressalvando o disposto a seguir; b) 1,65 m, correspondente a três unidades de passagem de 55 cm, para as escadas, os acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2 e H-3; c) 1,65 m, correspondente a três unidades de passagem de 55 cm, para as rampas, acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2; d) 2,20 m, correspondente a quatro unidades de passagem de 55 cm, para as rampas, acessos às rampas (corredores e passagens) e descarga das rampas, nas ocupações do grupo H, divisão H-3. 5.4.3 Exigências adicionais sobre largura de saídas 5.4.3.1 A largura das saídas deve ser medida em sua parte mais estreita, não sendo admitidas saliências de alizares, pilares e outros, com dimensões maiores que as indicadas na Figura 1, e estas somente em saídas com largura superior a 1,10 m.

Figura 1 - Medida da largura em corredores e passagens

5.4.3.2 As portas que abrem para dentro de rotas de saída, em ângulo de 180º, em seu movimento de abrir, no sentido do trânsito de saída, não podem diminuir a largura efetiva destas em valor menor que a metade (ver figura 2), sempre mantendo uma largura mínima livre de 1,10 m para as ocupações em geral e de 1,65 m para as divisões H-2 e H-3. 5.4.3.3 As portas que abrem no sentido do trânsito de saída, para dentro de rotas de saída, em ângulo de 90º, devem ficar em recessos de paredes, de forma a não reduzir a largura efetiva em valor maior que 0,10 m (ver figura 2).

Figura 2 – Abertura das portas no sentido do trânsito de saída.

5.5 Acessos 5.5.1 Generalidades 5.5.1.1 Os acessos devem satisfazer às seguintes condições: a) permitir o escoamento fácil de todos os ocupantes da edificação; b) permanecer desobstruídos em todos os pavimentos; c) ter larguras de acordo com o estabelecido em 5.4; d) ter pé direito mínimo de 2,50 m, com exceção de obstáculos representados por vigas, vergas de portas, e outros, cuja altura mínima livre deve ser de 2,00 m; e) ser sinalizados e iluminados (iluminação de emergência de balizamento) com indicação clara do sentido da saída, de acordo com o estabelecido na IT13 (Iluminação de emergência) e na IT-15 (Sinalização de emergência). 5.5.1.2 Os acessos devem permanecer livres de quaisquer obstáculos, tais como móveis, divisórias móveis, locais para exposição de mercadorias, e outros, de forma permanente, mesmo quando o prédio esteja supostamente fora de uso. 5.5.2 Distâncias máximas a serem percorridas 5.5.2.1 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior, área de refúgio, escada comum de saída de emergência, protegida ou à prova de fumaça), tendo em vista o risco à vida humana decorrente do fogo e da fumaça, devem considerar: a) o acréscimo de risco quando a fuga é possível em apenas um sentido; b) o acréscimo de risco em função das características construtivas da edificação; c) a redução de risco em caso de proteção por chuveiros automáticos ou detectores; d) a redução de risco pela facilidade de saídas em edificações térreas. 5.5.2.2 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir as portas de acesso às edificações e o acesso às escadas ou as portas das escadas (nos pavimentos) constam da tabela 5 e devem ser contadas a partir da porta de acesso do compartimento mais distante, desde que o caminhamento interno deste compartimento não ultrapasse 15,00 m. Caso o caminhamento interno deste compartimento seja maior que 15,00 metros, o excedente a 15,00 metros será contado na distância máxima a ser percorrida. 5.5.2.3 No caso das distâncias máximas a percorrer para as rotas de fuga que não forem definidas no

projeto arquitetônico, como, por exemplo, escritório de plano espacial aberto e galpão sem o arranjo físico interno (leiaute), deve ser consideradas as distâncias diretas comparadas aos limites da tabela 5, nota a, reduzidas em 30% (trinta por cento). 5.5.2.4 Para uso da tabela 5 devem ser consideradas as características construtivas da edificação, constante da tabela 3, edificações classes X, Y e Z. 5.5.2.5 Em edificações térreas, pode ser considerada como saída, para efeito da distância máxima a ser percorrida, qualquer abertura, sem grades fixas, com peitoril, tanto interna como externamente, com altura máxima de 1,20 m, vão livre com área mínima de 1,20 m² e nenhuma dimensão inferior a 1,00 m. 5.5.3 Número de saídas nos pavimentos 5.5.3.1 O número de saídas exigido para os diversos tipos de ocupação, em função da altura, dimensões em planta e características construtivas de cada edificação, encontra-se na tabela 6. 5.5.3.2 No caso de 2 (duas) ou mais escadas, a distância mínima de trajeto entre suas portas devem ser de 10,00 m, exceto quando as escadas estiverem na área central do pavimento e com acessos em lados opostos. 5.5.3.3 Havendo necessidade de acrescer escadas, estas devem ser do tipo que a exigida por esta Instrução Técnica (Tabela 6). 5.5.4 Portas de saídas de emergência 5.5.4.1 As portas das rotas de saída e aquelas das salas com capacidade acima de 50 pessoas, em comunicação com os acessos e descargas devem abrir no sentido do trânsito de saída (ver figura 2). 5.5.4.2 Nas edificações do grupo A (divisão A1 e A2), as portas de acesso ao logradouro público e que não se comunicam diretamente com as caixas de escada estão isentas da exigência do item 5.5.4.1. 5.5.4.3 A largura, vão livre ou “luz” das portas, comuns ou corta-fogo, utilizadas nas rotas de saída, deve ser dimensionada como estabelecido em 5.4, admitindo-se uma redução no vão de luz, isto é, no livre, das portas em até 75 mm de cada lado (golas), para o contramarco e alizares. As dimensões mínimas de luz deve ser as especificadas abaixo,considerando o resultado do cálculo das unidades de passagem: a) 0,80m valendo por uma unidade de passagem, com N ≤ 1. b) 1,00 m ,valendo por duas unidades de passagem, com 1 ≤ N ≤ 2; c) 1,5 m, em duas folhas, valendo por 3 unidades de passagem, com 2 ≤ N ≤ 3;
d) 2,0 m, em duas folhas, valendo por 4 unidades de passagem, com 3 ≤ N ≤ 4.

Nota: 1) Porta com dimensão maior ou igual a 2,20 m, exigese coluna central. 2) Porta com dimensão maior que 1,20 m deverá ter duas folhas.

5.5.4.4 As portas das antecâmaras das escadas à prova de fumaça e das paredes corta-fogo devem ser do tipo corta-fogo (PCF), obedecendo a NBR 11742, no que lhe for aplicável. 5.5.4.5 As portas das antecâmaras, escadas e outros, devem ser providas de dispositivos mecânicos e automáticos, de modo a permanecerem fechadas, porém, destrancadas, no sentido do fluxo de saída, sendo admissível que se mantenham abertas, desde que disponham de dispositivo de fechamento, quando necessário, conforme estabelecido na NBR 11742. 5.5.4.6 Se as portas dividem corredores que constituem rotas de saída, devem: a) ter condições de reter a fumaça, ou seja, devem ser corta-fogo e a prova de fumaça conforme estabelecido na NBR 11.742 e ser providas de visor transparente de área mínima de 0,07 m², com altura mínima de 25 cm; b) abrir no sentido do fluxo de saída; c) abrir nos dois sentidos, caso o corredor possibilite saída nos dois sentidos. 5.5.4.7 Para as ocupações do grupo F com capacidade acima de 200 pessoas será obrigatória a instalação de barra antipânico nas portas de saídas de emergência, conforme NBR 11.785, das salas das rotas de saída, das portas de comunicação com os acessos às escadas e descargas. 5.5.4.7.1 As ocupações de Divisão F-2, térreas (com ou sem mezaninos), com área máxima construída de 1.500 m², podem ser dispensadas da exigência anterior, desde que haja placa indicativa, conforme IT 15, de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos, atentando para o item 5.5.4.1 desta Instrução Técnica. 5.5.4.7.2 Nas rotas de fuga não se admite portas de enrolar ou de correr, exceto quando esta for utilizada somente como porta de segurança da edificação, devendo permanecer aberta durante todo o transcorrer dos eventos, desde que haja placa indicativa, conforme IT 15, de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos, atentando para o item 5.5.4.1. desta Instrução Técnica. 5.5.4.8 É vedados o uso de peças plásticas em fechaduras, espelhos, maçanetas, dobradiças e outros, em portas de: a) rotas de saídas; b) entrada em unidades autônomas; e c) salas com capacidade acima de 50 pessoas. 5.5.4.9 A colocação de fechaduras nas portas de acesso e descargas é permitida, desde que seja possível a abertura pelo lado interno, sem necessidade de chave, admitindo-se que a abertura pelo lado externo seja feita apenas por meio de chave, dispensando-se maçanetas, etc. 5.6 Rampas 5.6.1 Obrigatoriedade O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) para unir dois pavimentos de diferentes níveis em acesso a áreas de refúgio em edificações com ocupações dos grupos H-2 e H-3; b) na descarga e acesso de elevadores de emergência;

c) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada; d) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações em que houver usuários de cadeiras de rodas (ver NBR-9050). 5.6.2 Condições de atendimento 5.6.2.1 O dimensionamento das rampas deve obedecer ao estabelecido em 5.4 5.6.2.2 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras, devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. 5.6.2.3 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível, tendo comprimento mínimo de 1,10 m, medidos na direção do trânsito, sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3,70 m. 5.6.2.4 As rampas podem suceder um lanço de escada, no sentido descendente de saída, mas não podem precedê-lo. 5.6.2.4.1 No caso de edificações dos grupos H2 e H3 as rampas não poderão suceder ao lanço de escada e viceversa. 5.6.2.5 Não é permitida a colocação de portas em rampas; estas devem estar situadas sempre em patamares planos, com largura não-inferior à da folha da porta de cada lado do vão. 5.6.2.6 O piso das rampas deve apresentar condições antiderrapante e permanecerem antiderrapante com o uso. 5.6.2.7 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga ao especificado em 5.8. 5.6.2.8 As exigências de sinalização, iluminação, ausência de obstáculos, e outros, dos acessos aplicamse, com as devidas alterações, às rampas. 5.6.2.9 Devem atender as condições estabelecidas nas alíneas a, b, c, d, e, f, g, h e i do item 5.7.1 desta IT. 5.6.2.10 Devem ser classificadas, a exemplo das escadas, como NE, EP, PF, seguindo para isso as condições especificas e cada uma delas estabelecidas nos itens 5.7.7, 5.7.8, 5.7.9, 5.7.10, 5.7.11, 5.7.12 e 5.7.13. 5.6.3 Declividade 5.6.3.1 A declividade máxima das rampas externas à edificação deve ser de 10% (1:10). 5.6.3.2 As declividades máximas das rampas internas devem ser de: a) 10%, isto é, 1:10, nas edificações de ocupações A, B, E, F e H; b) 12,5%, isto é, 1:8, quando o sentido de saída é na descida, nas edificações de ocupações D e G; sendo a saída em rampa ascendente, a inclinação máxima é de 10%; c) 12,5%, isto é, 1:8 nas ocupações C, I e J. 5.6.3.3 Quando, em ocupações em que sejam admitidas rampas de mais de 10% em ambos os sentidos, o sentido da saída for ascendente, deve ser dado um acréscimo de 25% na largura calculada conforme 5.4.

5.7 Escadas 5.7.1 Generalidades Em qualquer edificação, os pavimentos sem saída em nível para o espaço livre exterior devem ser dotados de escadas, enclausuradas ou não, as quais devem: a) ser constituída com material estrutural e de compartimentação incombustível; b) oferecer resistência ao fogo nos elementos estruturais além da incombustibilidade, conforme a IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações); c) ser dotadas de guarda-corpos em seus lados abertos conforme item 5.8; d) ser dotadas de corrimãos em todos os lados; e) atender a todos os pavimentos, acima e abaixo da descarga, mas terminando obrigatoriamente no piso da descarga, não podendo ter comunicação direta com outro lanço na mesma prumada (ver figura 3), devendo ter compartimentação, conforme a IT 07 na divisão entre os lanços ascendentes e descendentes em relação ao piso de descarga, exceto para escadas tipo NE (escada comum), onde devem ser acrescidas de sinalização iluminação de emergência e de sinalização de balizamento (IT 13 e 15), indicando a rota de fuga e descarga; f) ter os pisos com condições antiderrapantes e permanecerem antiderrapantes com o uso; g) quando houver exigência de duas ou mais escadas de emergência e estas ocuparem a mesma caixa de escada (volume), não será aceita comunicação entre si, devendo haver compartimentação entre ambas, de acordo com a IT 07. Quando houver exigência de uma escada e for utilizado o recurso arquitetônico de construir duas escadas em um único corpo, estas serão consideradas como uma única escada, quanto aos critérios de acesso, ventilação e iluminação. h) atender ao item 5.5.1.2.
TERMINAÇÃO DA ESCADA NO PISO DA DESCARGA SEM COMUNICAÇÃO DIRETA COM OUTRO LANÇO DA MESMA PRUMADA

b) ser medidas no ponto mais estreito da escada ou patamar, excluindo os corrimãos (mas não os guardacorpos ou balaustradas), que se podem projetar até 10 cm de cada lado, sem obrigatoriedade de aumento na largura das escadas; c) ter, quando se desenvolver em lanços paralelos, espaço mínimo de 10 cm entre lanços, para permitir localização de guarda-corpo ou fixação do corrimão. 5.7.3 Dimensionamento de degraus e patamares 5.7.3.1 Os degraus devem: a) ter altura h (ver figura 4) compreendida entre 16,0 cm e 18,0 cm, com tolerância de 0,5 cm; b) ter largura b (ver figura 4) dimensionada pela fórmula de Blondel: 63 cm ≤ (2h + b) ≤ 64 cm; c) ser balanceados quando o lanço da escada for curvo (escada em leque), ou em aspiral, quando se tratar de escadas não destinadas a saídas de emergências (ver item 5.7.5.1) caso em que a medida do degrau (largura do degrau) será feita segundo a linha de percurso e a parte mais estreita destes degraus ingrauxidos não tenham menos de 15 cm (ver figura 5) e 07 cm, respectivamente; d) ter, num mesmo lanço, larguras e alturas iguais e, em lanços sucessivos de uma mesma escada, diferenças entre as alturas de degraus de, no máximo, 0,5 cm; e) ter bocel (nariz) de 1,5 cm, no mínimo, ou, quando este inexistir, balanço da quina do degrau sobre o imediatamente inferior com este mesmo valor mínimo (ver figura 4).

BOCEL

1,5 cm

b

h
h = altura do espelho b = largura do degrau

QUINA

1,5 cm

PISO DA DESCARGA

b h

LANÇOS DOS ANDARES INFERIORES AO PISO DA DESCARGA

Figura 4 – Altura e largura dos degraus (escada com ou sem bocel)

Figura 3 – Segmentação das escadas no piso da descarga

5.7.2 Largura As larguras das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) ser proporcionais ao número de pessoas que por elas devam transitar em caso de emergência, conforme 5.4;

5.7.3.2 O lanço mínimo deve ser de três degraus e o lanço máximo, entre dois patamares consecutivos, não deve ultrapassar 3,70 m de altura.

atendendo ao prescrito em 5. conforme 5.2 Nas edificações com população igual ou inferior a 50 pessoas será admitido qualquer tipo de escada de emergência. respeitadas as demais exigências para escadas de saídas de emergência.7.7. bastando que o patamar tenha um mínimo de 80 cm. não destinadas a saídas de emergência. b) no mínimo. para passagem para rede elétrica.7. e) ser dotadas de guardas em seus lados abertos. 5. LANÇO MÍNIMO T RÊS DEGRAUS LANÇO DA ES CADA P AMAR AT Com primento do patam ar P = (2h + b)n + b Figura 6 – Lanço mínimo e comprimento dos patamares 5.5 Os pontos de fixação das escadas metálicas na caixa de escada devem possuir Tempo de Resistência ao Fogo de 120 (cento e vinte) minutos.1 a 5. desde que haja outra escada que atenda a toda população que não pode ultrapassar 50 pessoas.4 Caixas das escadas 5.0 m as escadas não enclausuradas utilizadas para saídas de emergências poderão ser construídas com “b” 55cm Figura 5 – Escada com lanços curvos e degraus balanceados 5. c) ter os pisos em condições antiderrapantes e permaneçam antiderrapantes com o uso. exceto os previstos especificamente nesta Instrução Técnica.1 As escadas em leque. b) a escada for exigida como segunda saída. mesmo por curto espaço de tempo. exceto 5. b) ter a largura mínima de 80 cm.5 Escadas não destinadas a saídas de emergência 5.4 Em ambos os lados de vão da porta.c. B. quando se enquadrar em uma das seguintes situações: a) pertencerem ao grupo de ocupação A.8.7. medido na direção do trânsito.7. 2 ou 3). das guardas.4. e nas escadas curvas (escadas em leque) dispensa-se à aplicação da fórmula dos patamares (5. porém. no mínimo. respeitando-se.5. 5.3). 5.1.7. f) atender ao prescrito em 5. conforme lei de Blondel.4 As paredes das caixas de escadas enclausuradas devem garantir e possuir Tempo de Resistência ao Fogo por.7.3. G e J.7.0 m. 5. deve haver patamares com comprimento mínimo igual à largura da folha da porta.4. nem para a localização de quaisquer móveis ou equipamentos.3 Nas edificações com altura menor ou igual a 12. balanceamento e outros).3.1 As paredes das caixas de escadas. sempre a lei de Blondel: a) ocupações A até G: h = 20 cm b) ocupações H: h = 19 cm c) ocupações I até M: h = 23 cm 5. devem: a) atender aos mezaninos e áreas privativas de qualquer edificação.4. dutos e assemelhados. não podem existir aberturas para tubulações de lixo. centros de distribuição elétrica.7.4. não se aplicando neste caso. nos mesmos grupos de ocupação citados na alínea a.3. desde que a população seja inferior a 20pessoas. excetuadas as escadas não enclausuradas em edificações com altura menor ou igual a 12 metros. com largura de 90 cm e degraus ingrauxidos.7.3.7.7.70 m.7.7.7. as escadas devem ser construídas concomitantemente com a execução da estrutura. dos acessos e das descargas devem ter acabamento liso.5.1 com altura menor ou igual a 6.7.5.7.4.8. com altura da escada não superior a 3.3 (dimensionamento dos degraus.7. exclusivamente de serviço e não destinadas a saídas de emergência. quando se tratar de escada reta. permitindo a fácil evacuação da obra e o acesso dos bombeiros. apenas um corrimão nas escadas com até 1. a fórmula anterior. em espiral e de lances retos consideradas como escadas secundárias. 120 (cento e vinte) minutos.3.2 Admitem-se nas escadas secundárias. D. g) as escadas secundárias podem ser constituídas de material combustível. bastando.7. as seguintes alturas máximas h dos degraus.3 Nas caixas de escadas. 5.7 Escadas não enclausuradas ou escada comum 5. armários para medidores de gás. . 5. 5. porém. d) ser dotadas de corrimãos. igual à largura da escada quando há mudança de direção da escada sem degraus ingrauxidos.3 O comprimento dos patamares deve ser (ver figura 6): a) dado pela fórmula: p = (2h + b)n + b onde n é um número inteiro (1.6 Escadas em edificações em construção Em edificações em construção. 5.7.7.7.2 As caixas de escadas não podem ser utilizadas como depósitos.7.7.1 A escada comum (NE) deve atender aos requisitos de 5.10 m de largura e dispensando-se corrimãos intermediários. 5.

8.7. Co Ø m nf ín or .1 As escadas enclausuradas protegidas (ver figura 8) devem atender aos requisitos de 5. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote.8.375 m (para b = 27 cm) .2 As janelas das escadas protegidas devem: a) estar situadas junto ao teto ou.1. para caso de aberturas instaladas em banheiros. havendo.3.7.80 m². com resistência de 90 minutos de fogo. que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível. conforme alínea c de 5.11.7.lanços curvos.40 m. e: a) ter suas caixas isoladas por paredes resistentes a 2 horas de fogo.ver figura 7.3. chapa dobrada.4.8 Escadas enclausuradas protegidas (EP) 5. os corredores de acesso devem: a) ser ventilados por janelas abrindo para o espaço livre exterior. no mínimo.11). À distância das venezianas podem ser reduzidas para 1.3. junto ao teto sendo vedados os tipos de abrir com o eixo vertical e “maxiar”. situadas junto ao teto ou. m 65 Figura 7 – Escada curva admissível como saída de emergência 5. devendo ficar junto ao solo da caixa da escada podendo ser no piso do pavimento térreo ou no patamar intermediário entre o pavimento térreo e o pavimento imediatamente superior. com área de 1.7.7. em projeção horizontal.4 A escada enclausurada protegida deve possuir ventilação permanente inferior. a 15 cm deste. 5. e outros.7.7. devendo pelo menos uma das faces da janela estar a no máximo 15 cm do teto. plástico.2 A largura das escadas deverão ser entre 1. c) ser dotadas de venezianas ou outro material que assegure a ventilação permanente. sendo vedado o uso de perfis ocos.8.7. 5. b) ter as portas de acesso a esta caixa de escada do tipo Corta-fogo (PCF). em todos os pavimentos (exceto no da descarga. caso normal 5.8. devendo distar pelo menos 3. de qualquer outra abertura. que permita a entrada de ar puro.8. 5.80 m².7. 3. podendo esta distância ser reduzida para 2. 5. d) ser dotadas de janela que permita a ventilação em seu término superior.00 m. sem corrimão intermediário.7.7. com espessura mínima de 3 mm.2) >20cm PCF JANELA P/ VENTILAÇÃO DO ACESSO (CONFORME 5. com área mínima de 0.3 Na impossibilidade de colocação de janela na caixa da escada enclausurada protegida. madeira. 5. no máximo.10 m acima do piso do patamar ou degrau adjacente e tendo largura mínima de 80 cm. estando o peitoril. com área mínima de 0. devendo estar localizada na parede junto ao teto ou no máximo a 15 cm deste. vestiários ou área de serviço.10 m e 1. b) ter sua ligação com a caixa da escada por meio de antecâmaras ventiladas. 1 C> 15 cm JANELA (CONFORME 5.2.8.10 ou 5.c. ou.7. d) ser construídas em perfis metálicos reforçados. exceto 5. b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0.12.7. no mínimo. podendo ser aceita quando centralizada acima dos lances de degraus. exceto no caso de ocupações da divisão F3 (Centro Esportivo e de Exibição). de janelas abrindo para o espaço livre exterior. no mínimo.7.65 m. as linhas de bocéis convergindo em um ponto (centro da circunferência).1. Poderá esta ventilação ser por veneziana na própria porta de saída .a) VIDRO ARAMADO Figura 9 .7.00 m. e) os caixilhos.7.80 m. a 1.8. c) ser dotadas.20 m² no mínimo.7.1 a 5. largura mínima de 0.3. 7. Nota: PCF = Porta Corta Fogo por 90 min. 7. 1.1. poderão ser do tipo basculante.7. em cada pavimento (ver figura 9). a 15 cm deste. executadas nos moldes do especificado em 5.97 m (escada com degraus b = 32 cm) a 1.7.7. em condições análogas à tomada de ar dos dutos de ventilação (ver 5. c) possuir dois dutos de ventilação conforme especificado no item 5.80 m².Ventilação da escada enclausurada protegida e seu acesso APARTAMENTO OU ESCRITÓRIO PCF Figura 8 – Escada enclausurada protegida.1 Os lanços curvos deverão ser constituídos de degraus ingrauxidos iguais.8. m e 5. de outras aberturas. onde isto é facultativo). pois bomba ou escaparate com diâmetro mínimo de 0. atendendo ao previsto em 5. sem antecâmara.8.7.

que permita a entrada de ar puro. atendendo as primeiras ao prescrito em 5.7.c.10 e os últimos em 5. recomendáveis. deve obedecer aos seguintes requisitos: a) ser obtida por abertura provida de caixilho de perfil metálico reforçado. malha de 12. b) este caixilho deve ser guarnecido com vidro aramado. mas não indispensável. .1 As escadas enclausuradas à prova de fumaça (ver figuras 10 e 11 e 12) devem atender ao estabelecido em 5. b) ter ingresso por antecâmaras ventiladas.5 mm.7.7. e: a) ter suas caixas enclausuradas por paredes resistentes a 4 h de fogo. E – elevador comum EE – elevador de emergência DE – duto de entrada de ar DS – duto de saída de ar PCF – porta corta-fogo Caixa d’água Casa de Máquinas ar Fechado no alto Último Pavimento ar Ante câmara Ante câmara >2.7.1.00m Junto ao piso Junto ao teto (ausência de viga) 2º Pavimento Veneziana ou tela Fechado na base Pilotis Pilotis Entrada de ar CORTE 1-1 Figura 11 – Duto de ar – Desenho esquemático (ver figura 10) CORTE 2-2 5.9. quando houver.1 a 5.7. com elevador de emergência (posição exemplificativa) na antecâmara.5 mm. c) ser providas de portas corta-fogo (PCF) com resistência de 60 minutos ao fogo. com espessura mínima de 6.7. exceto 5.4.2 A iluminação natural das caixas de escadas enclausuradas.3.12. 5.7.7.térrea ou em local conveniente da caixa da escada ou corredor da descarga.9.9 Escadas enclausuradas à prova de fumaça 5. transparente ou não. devendo ser aberto somente para fins de manutenção ou emergências. com fecho acionável por chave ou ferramenta especial. Figura 10 – Escada enclausurada à prova de fumaça. terraços ou balcões.

7. medida em planta.105 x n onde: s = secção mínima.7 As dimensões dos dutos dadas em 5. que assegure a captação de ar fresco respirável.1 Os dutos de ventilação natural devem formar um sistema integrado: o duto de entrada de ar (DE) e o duto de saída de ar (DS).7.11. da porta de entrada da antecâmara. 5.7.7. quando não forem totalmente abertos no topo.00 m acima de qualquer elemento construtivo existente sobre a cobertura.2 Os dutos de saída de ar (gases e fumaça) devem: a) ter aberturas somente nas paredes que dão para as antecâmaras. a 2 horas de fogo. c) atender às condições das alíneas a à c e f de 5.00 m. entre as aberturas de entrada e de saída de ar. guarnecidas ou não por venezianas ou equivalente. d) havendo mais de uma abertura de iluminação.c) em paredes dando para o exterior. a 15 cm deste.7. e a abertura de entrada de ar situada. no máximo. obedecer à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. quando atenderem a até 15 antecâmaras.2. a distância vertical mínima de 2. b) ser igual a 1. pode ser de até 1.11.7.50 m².11.4.84 m² e.2 a 5.11.00 m acima do eixo da abertura da antecâmara do último pavimento servido pelo duto.7. de 15 cm de espessura.5 vezes a área da secção do duto. 5.10. a uma distância horizontal de 3. área não-inferior a 0. a uma distância horizontal de 3.5 cm por 2. aberturas de saída de ar com área efetiva superior ou igual a 1. pelo menos. b) ter revestimento interno liso.7. devem: a) ter comprimento mínimo de 1. para ingressos nas escadas enclausuradas (ver figura 10).7. e se situarem em nível superior a qualquer elemento construtivo do prédio (reservatórios. d) ser ventiladas por dutos de entrada e saída de ar. c) ter. i) ter paredes resistentes ao fogo por no mínimo 120 min. que não diminua a área efetiva de ventilação.11. duas faces opostas com área nunca inferior a 1. e) ter abertura em sua extremidade inferior ou junto ao teto do 1o pavimento. 5.00 m. medida em planta. g) ter. a 15 cm deste.3 As paredes dos dutos de saídas de ar devem: a) ser resistentes. no mínimo. a uma parede de tijolos maciços.80 m.50 m.2 são as mínimas absolutas.11 Dutos de ventilação natural 5. em edificações com altura igual ou inferior a 30 m. rebocada. ao nível do solo ou abaixo deste. quando retangular.5 cm por 2. no mínimo. c) ter revestimento interno liso. f) não serem utilizados para a instalação de quaisquer equipamentos ou canalizações. sua área máxima não pode ultrapassar 0.7.5 A secção da parte horizontal inferior do duto de entrada de ar deve: a) ser. 5. n = número de antecâmaras ventiladas pelo duto. com resistência de 60 minutos de fogo cada. 5. e de 23 cm de espessura.7.5 (uma vez e meia) a área da secção do trecho vertical do duto de entrada de ar. quando retangular. medida eixo a eixo. d) elevar-se no mínimo a 3. possuindo acesso direto ao exterior. de acordo com 5. igual à do duto.84 m² e.11. no mínimo.1 As antecâmaras.7. casas de máquinas. Nota: A abertura exigida na alínea e poderá ser projetada junto ao teto do primeiro pavimento que possua acesso direto ao exterior (Exemplo: piso térreo). obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. b) ter secção mínima calculada pela seguinte expressão: s = 0. da porta de entrada da escada. com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2. aceitando-se mesmo recomendando o cálculo exato pela mecânica dos fluídos destas secções. com área mínima de 0. d) ser totalmente fechados em sua extremidade superior. longe de qualquer eventual fonte de fumaça em caso de incêndio. com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2. e) ter. de preferência. devendo estas aberturas serem dispostas em. devendo esta abertura ser guarnecidas por telas de arame.11. em qualquer caso. g) ser fechados na base.11. em especial no caso da .00 m² cada uma. b) ter isolamento térmico e inércia térmica equivalente. em m². no mínimo. com área mínima de 0. isto é. 5.00 m². j) as aberturas dos dutos de entrada e saída de ar das antecâmaras deverão ser guarnecidas por telas de arame. 5. a distância entre elas não pode ser inferior a 0. sua secção deve ser aumentada para compensar a redução. cumeeiras.84 m² e.7. h) ter a abertura de saída de ar situada. no caso de edificações com mais de 30 m de altura.5 cm.4 Os dutos de entrada de ar devem: a) ter paredes resistentes ao fogo por 2 horas. 5. devendo seu topo situar-se a 1. em parede dando para antecâmara ou varanda. no máximo. e) ter a abertura de entrada de ar do duto respectivo situada junto ao piso ou.5 cm.11. quando atenderem a mais de 15 antecâmaras.11. no máximo.11.10 Antecâmaras 5. quando de secção retangular. b) ter pé-direito mínimo de 2.7.00 m.50 m e a soma de suas áreas não deve ultrapassar 10% da área da parede em que estiverem situadas. muretas e outros). c) ser dotadas de porta corta-fogo (PCF) na entrada e na comunicação da caixa da escada. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. f) ter a abertura de saída de ar do duto respectivo situada junto ao teto ou no máximo.6 A tomada de ar do duto de entrada de ar deve ficar.

para ingresso em escadas enclausuradas. Figura 13 – Escada externa aberta . desde que entre elas seja interposta uma parede com TRF mínimo de 02 (duas) horas (ver figura 12). c) na edificação considerada não houver ocupações pertencentes aos grupos C ou I.existência de subsolos e em prédios de excepcional altura ou em locais sujeitos a ventos excepcionais.2 e: a) ter seu acesso provido de porta corta-fogo com resistência mínima de 90 (noventa) minutos. g) a estrutura.00m.3.7. 5.30 metros. através de janela com ventilação permanente.10.11. f) a distância do paramento externo da escada aberta até o limite de outra edificação no mesmo terreno ou limite da propriedade deverá atender aos critérios adotados na Instrução Técnica 05 (Separação entre Edificações). devem atender aos seguintes requisitos: a) ser dotados de portas corta-fogo na entrada e na saída com resistência mínima de 60 min. para qualquer altura da edificação. 5. b) manter raio mínimo de escoamento exigido em função da largura da escada. d) em se tratando de terraço a céu aberto. atendendo os critérios estabelecidos na Instrução Técnica – 06 (Segurança Estrutural nas Edificações) com TRF de 02 horas.12. terminando obrigatoriamente neste. no mínimo.7. mas nunca a menos de 3. varandas e terraços que sirvam para ingresso às escadas enclausuradas à prova de fumaça e qualquer outra abertura desprotegida do próprio prédio ou das divisas do lote deve ser.8. 5. e) toda abertura desprotegida do próprio prédio até escada deverá ser mantida distância mínima de 3.12. a um sexto da altura. b) as distâncias entre as aletas das aberturas das janelas tenham espaçamentos de no mínimo 0. 5.5 Será aceita a ventilação no balcão da escada à prova de fumaça. i) será admitido este tipo de escada com altura até 30m.20 m. portanto da escada aberta externa deverá ser construída em material incombustível.7. isto é.7. f) ter distância de no mínimo 3.00 m e de 8.14. mas nunca a menos de 3. c) as aletas possuam um ângulo de no mínimo 45 graus em relação ao plano vertical da janela d) as antecâmaras deverão atender o item 5. d) entre a escada aberta e a fachada da edificação deverá ser interposta outra parede com TRF mínimo de 02 (duas) horas.1. c) ter piso praticamente em nível e desnível máximo de 3.7. não situado no último pavimento.00 m.7.0 m de outras aberturas.1 Os balcões. varandas.12. igual a um terço da altura da edificação.7.7.7.8. 5.30 m.7.3. b) o somatório das áreas das aberturas da parede fronteira à edificação considerada não ultrapassar um décimo da área total desta parede.12.00 (três) m quando a altura da edificação for inferior ou igual a 12.7. b) e c).7. Figura 12 – Escada enclausurada do tipo PF ventilada por balcão 5. e) ter altura de peitoril de 1.1 As escadas abertas externas (ver figuras 13 e 14) podem substituir os demais tipos de escadas e devem atender aos requisitos de 5.4 Será aceita uma distância de 1.7. quando: a) o prédio for dotado de chuveiros automáticos. o acesso deve ser protegido por marquise com largura mínima de 1. dutos ou outras aberturas verticais que tangenciam a projeção da escada aberta externa. atendendo ao prescrito no item 5.a).15 metros. ressalvada o estabelecido em 5.0 cm dos compartimentos internos do prédio e da caixa de escada enclausurada.2 A distância horizontal entre o paramento externo dos guarda-corpos dos balcões. desde que: a) área efetiva mínima de ventilação seja de 1.13 Escadas à prova de fumaça pressurizada (PFP) As escadas à prova de fumaça pressurizadas ou escadas pressurizadas podem sempre substituir as escadas enclausuradas protegidas (EP) e as escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF). entre a abertura desprotegida do próprio prédio até o paramento externo do balcão. c) atender tão somente aos pavimentos acima do piso de descarga.00 m.12. terraços e assemelhados.20 m. devendo atender a todas as exigências da Instrução Técnica 10 (Pressurização de Escadas de Segurança). 5.00 m quando a altura da edificação for superior a 12.7. varanda ou terraço para o ingresso na escada enclausurada à prova de fumaça (PF). b) ter guarda-corpo de material incombustível e não vazado com altura mínima de 1.1.2 pode ser reduzida à metade.14 Escada Aberta Externa (AE): 5.12 Acesso em escada enclausurada por balcões.3 A distância estabelecida em 5.5 m2.12. tais aberturas deverão ser delimitadas por paredes estanques nos termos da Instrução Técnica – 06. 5. 5.1 a 5. h) na existência de shafts.12. varandas e terraços 5.3.

galerias. c) ser constituídas por materiais não estilhaçáveis. medida internamente.2.8. sempre que for possível. corrimãos construídos por elementos com arestas vivas. b) ter seus painéis. de seus patamares. isto é. Figura 14 – Escada externa aberta 5. devendo estar situados .1.5 Não são aceitáveis.8 Guardas e corrimãos 5. as reações devidas a este carregamento não precisam ser adicionadas às Figura 15 – Dimensões de guardas e corrimãos 5.20 kPa aplicada à área bruta da guarda ou equivalente da qual façam parte. terraços. 5. grades.8. Figura 16 – Pormenores de corrimãos 5.2. exigindo-se o uso de vidros aramados ou de segurança laminados.1 os guarda-corpos de alvenaria ou concreto.3 Os corrimãos devem ser projetados de forma a poderem ser agarrado fácil e confortavelmente. 5. 5.2. corredores.8.8.05 m de altura. para evitar quedas. pelo menos 0. podendo ser reduzida para até 92 cm nas escadas internas. 5.8. b) ser isentas de aberturas. corredores.8. escadas. sempre que houver qualquer desnível maior de 19 cm.30 m. jardins-de-infância e assemelhados. longarinas. devem ser protegidos de ambos os lados por paredes ou guarda-corpos contínuos. deve ser. telas. medido como especificado em 5.1 Toda saída de emergência. além do corrimão principal na altura normal exigida. mezaninos. os corrimãos das escadas deverão ser contínuos. balcões.3 Exigências estruturais 5.20 m (vinte centímetros) do início e término da escada com suas extremidades voltadas para a parede ou com solução alternativa. no mínimo.05 m ao longo dos patamares. sendo em escadas. vidros de segurança laminados ou aramados e outros. se for o caso. longarinas intermediárias. adotando-se a condição que conduzir a maiores tensões (ver figura 17).3. deve ser de no mínimo.1 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas.2 Corrimãos 5. No caso de secção circular. as esquadrias.4 As guardas constituídas por balaustradas.8. arestas ou soluções de continuidade. permitindo um contínuo deslocamento da mão ao longo de toda a sua extensão.8. em saídas de emergência. das paredes ou guardas às quais forem fixados. sem encontrar quaisquer obstruções. Em escolas.8. 5. deve haver corrimãos nas alturas indicadas para os respectivos usuários. 5.2 (ver figura 15). de 1. tábuas largas na horizontal e outros.1. patamares. as grades de balaustradas.8.2. escadas.8.8.8. reentrâncias ou quaisquer elementos que possam enganchar em roupas. devem: a) ter balaústres verticais.2 Uma escada pode ter corrimãos em diversas alturas.1 Guarda-corpos e balaustradas 5. quando medida verticalmente do topo da guarda a uma linha que una as pontas dos bocéis ou quinas dos degraus. rampas e outros. 5. as guardas vazadas. prolongando-se. mezaninos e outros (ver figura 15).8.8. esta medida tomada verticalmente da forma especificada em 5. 1.2.2 A altura dos guarda-corpos. as paredes. grades. as divisórias leves e outros elementos de construção que envolva as saídas de emergência devem ser projetados de forma a: a) resistir a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados ou calculadas para resistir a uma força horizontal de 730 N/m aplicada a 1. balaústres e assemelhados calculados para resistir a uma carga horizontal de 1.6 Para auxílio dos deficientes visuais. exceto para as ocupações do grupo I e J para as escadas e saídas não emergenciais. telas e assemelhados. 5.4 Os corrimãos devem estar afastados 40 mm no mínimo. de modo que uma esfera de 15 cm de diâmetro não possa passar por nenhuma abertura.1. de balcões e assemelhados.2. saliências.1.1.entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso.8. seu diâmetro varia entre 38 mm e 65 mm (ver figura 16). sem interrupção nos patamares.1.2. além do corrimão principal.3 A altura dos guarda-corpos em escadas externas.

8.8.2. independentemente de sua largura.9. o elevador de emergência deve ter cabine com dimensões apropriadas para o transporte de maca.7. independentemente dos elevadores de uso comum. Figura 17 – Pormenores construtivos de instalação de guardas e cargas a que elas devem resistir 5.2. 5.2. sempre que sua altura ultrapassar 12 m. ainda. em escadas largas. d) possuir duplo comando automático e manual reversível.8.3 Escadas externas de caráter monumental podem.20 m de largura devem ter corrimão intermediário.3. verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos. estes devem atender a todas as normas gerais de segurança previstas nas NBR 5410 e NBR 7192. desta Instrução Técnica. para patamar de escada pressurizada ou local análogo do ponto de vista de segurança contra fogo e fumaça.10 m de largura.8. onde pode ser prevista.3 Nas ocupações institucionais H2 e H-3.2 As extremidades dos corrimãos intermediários devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. 5. anulando as chamas existentes.8. uma unidade de passagem especial com 69 cm entre corrimãos. e 5. 5.9.8.8. e ao seguinte (ver figura 10): a) ter sua caixa enclausurada por paredes resistentes a 4 horas de fogo. a cada 1.4. d) deve estar ligado a um grupo moto gerador (GMG) de emergência.10.2. .9. pode-se dispensar o corrimão. 5. utilizadas por pessoas muito idosas e deficientes físicos. para varanda conforme 5. 5. que possibilite que ele seja ligado a um gerador externo na falta de energia elétrica na rede pública.. c) ter circuito de alimentação de energia elétrica com chave própria independente da chave geral do edifício.8. de modo que as respectivas portas permaneçam abertas. b) nas ocupações institucionais H-2 e H-3. 5. sem prejuízo do fechamento do vão do poço nos demais pavimentos. excepcionalmente. em caso de emergência. 5. nos termos de 5. exclusivamente monumentais de ocupação G-1.2 O painel de comando deve atender. Os lanços determinados pelos corrimãos intermediários devem ter.4.2. desde que o guarda-corpo atenda também os preceitos do corrimão. para hall enclausurado e pressurizado.7.3 Nas escadas tipo NE.1Enquanto não houver norma específica referente a elevadores de emergência. e em torres exclusivamente monumentais de ocupação F-2.1 Obrigatoriedade É obrigatória a instalação de elevadores de emergência: a) em todas as edificações residenciais A-2 e A-3 com altura superior a 80 m e nas demais ocupações com altura superior a 60 m. conforme itens 5. que exijam máximo apoio com ambas às mãos em corrimãos.3. ressalvado o caso de escadas em ocupações dos tipos H-2 e H-3. ter apenas dois corrimãos laterais. 5.2.12.8.3. no mínimo.2 Os corrimãos devem ser calculados para resistirem a uma carga de 900 N.4 Corrimãos intermediários 5. b) possuir chave de comando de reversão para permitir a volta do elevador a este piso. mediante chamada apropriada.5.9. possuindo este circuito chave reversível no piso da descarga.1 Escadas com mais de 2.cargas especificadas na alínea precedente (ver figura 17).4. às seguintes condições: a) estar localizado no pavimento da descarga. b) ter suas portas metálicas abrindo para antecâmara ventilada.2 Exigências 5. c) possuir dispositivo de retorno e bloqueio do carro no pavimento da descarga.80 m.9 Elevadores de emergência 5.9. aplicada em qualquer ponto deles. no máximo. quando forem utilizadas por grandes multidões. 1.4. 5.

como especificado em 5.escadas não enclausuradas e altura até 12. c) ter portas corta-fogo com resistência de 60 minutos de fogo.10.2. que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública.3.10.7.2 A estrutura dos prédios dotados de áreas de refúgio deve ter resistência conforme Instrução Técnica – 06 (Segurança Estrutural na Edificação).1. Figura 18 – Desenho esquemático da área de refúgio 5.10.1 Em ocupações em H-2 e H-3. b) ter pisos e paredes revestidos com materiais resistentes ao fogo.20 m para as ocupações H-2 e H-3.6.10.11. as larguras das saídas de emergência podem ser reduzidas em até 50%. sala de espera.1 Área de refúgio é a parte de um pavimento separada do restante por paredes corta-fogo e portas corta-fogo. 5.3. isolando-o de todo compartimento que com ele se comunique. 5. as paredes que definem as áreas de refúgio devem apresentar resistência ao fogo conforme a IT 06 e as condições estabelecidas na IT 07. atendendo-se às dimensões exigidas em 5. parte da saída de emergência de uma edificação.5. atendendo as condições estabelecidas na alínea d do item 5. 5.1 Conceituação e exigências 5. sendo.11.4 As caixas de corrida (poço) e casas de máquinas dos elevadores de emergência devem ser enclausuradas e totalmente isoladas das caixas de corrida e casa de máquinas dos demais elevadores.1.4 A área em pilotis que servir como descarga deve: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza.1 A descarga. tendo acesso direto. 5. desde que cada local compartimentado tenha acesso direto às saídas. cada uma delas. não podendo ser utilizada como depósito de qualquer natureza. tais com apartamentos. dotada de divisores físicos que impeçam tal utilização.11. portaria.1. c) corredor a céu aberto. as áreas de refúgio não devem ter áreas superiores a 2.00 m.11. 5. quando a escada for enclausurada protegida. b) a existência de compartimentação de área no pavimento será aceita como área de refúgio.11 Descarga 5.9.000 m². 5. salas de medidores. Nesses casos a área mínima de refúgio de cada pavimento ficará restrita a 30% dos leitos existentes naquele pavimento. a uma escada/rampa de emergência (ver figura 18). 5.2 Nestas ocupações H-1 e H-2. e 2.2 Obrigatoriedade É obrigatória a existência de áreas de refúgio nos seguintes casos: a) em edificações institucionais de ocupação E-5.11.1. com larguras correspondentes às suas respectivas áreas e não menores que as mínimas absolutas de 1.11. quando a escada for à prova de fumaça.10 m para as edificações em geral. em rampas.2 O corredor ou átrio enclausurado que for utilizado como descarga deve: a) ter paredes resistentes ao fogo por tempo equivalente ao das paredes das escadas que a ele conduzirem. recepção.1. sala de estar e salão de festas (ver figura 19). pode ser constituída por: a) corredor ou átrio enclausurado. desde que entre o acesso à escada e a área externa (fachada ou . b) ser mantida livre e desimpedida. restaurantes e outros. e/ou entre estas áreas e saídas deve ser em nível ou caso haja desnível.3 Hospitais e assemelhados 5.1 Tipos 5. b) área em pilotis.10 Área de refúgio 5. 5. A caixa de corrida (poço) deve ter abertura de ventilação permanente em sua parte superior. desde que tenha acesso direto às saídas de emergência (escadas ou rampas). E-6.10. Nota: Não será exigida a alínea a nas edificações onde as escadas exigidas forem do tipo NE . H-2 e H-3 com altura superior a 12.1.2. quando necessário. ou resistência a 90 minutos de fogo.1.10.10. bem como nas ocupações E-6. conforme IT 06.00 m.10. desde que entre o final da descarga e a fachada ou alinhamento predial (passeio) mantenha-se um espaço livre para acesso ao exterior.1. a comunicação entre as áreas de refúgio Figura 19 – Descarga através de hall térreo não enclausurado 5.3 Admite-se que a descarga seja feita por meio de saguão ou hall térreo não enclausurado. sendo admitido nesse saguão ou hall elevadores.8.3 Em edificações dotadas de áreas de refúgio.

2. considerando-se esta largura para cada segmento de descarga entre saídas de escadas (ver figura 20). 5.65 e 2. 2. 5. inclusive usuários de cadeiras de rodas.20 m.1. tanto do lado interno como do externo. em toda a sua extensão. considera-se construção subterrânea ou subsolo a edificação.00 m lineares de parede periférica.00 m² de aberturas inteiramente acima do solo a cada 15.10 (ver figura 21).11. c) estas aberturas sejam de fácil manuseio.3.14 Construções subterrâneas.2 Dimensionamento 5.1 Iluminação das rotas de saída As rotas de saída devem ter iluminação natural e/ou artificial em nível suficiente.2 A largura das descargas não pode ser inferior: a) a 1.2.12. no mínimo com largura de 2.1. 5.3 Sinalização de saída 5. não sendo necessário que a descarga tenha.14. nos termos de 5.2.2 Estas rotas devem permanecer livres de quaisquer obstáculos ou saliências nas paredes (móveis. em pelo menos dois lados de. e outros) e ter as larguras exigidas pela NBR 9050.3 Outros ambientes com acesso 5.12. ressalvados os casos descritos em 5. 5. 5.14.Generalidades Conceituação Figura 20 – Dimensionamento de corredores de descarga e e 5.2. de acordo com a NBR 5413. extintores de incêndio. é indispensável à iluminação artificial noturna.11. que não possuem meios de acesso direto ao exterior através de suas paredes periféricas ou aberturas para ventilação ou salvamento através das janelas ou grades fixas existentes. nas edificações classificadas com H-2 e H-3 por sua ocupação.4. os pavimentos nas condições seguintes: a) o pavimento que for provido.1 Construções subterrâneas ou subsolos 5.12. devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem. no mínimo.2 Iluminação de emergência 5.11.1. 5.12 Iluminação de emergência e sinalização de saída 5.2. 5.11. 5. desde que seja agregado à largura desta uma unidade de saída (0.alinhamento predial) possua um espaço reservado e desimpedido. interna e externamente.1. 5.14.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica.20 m acima do piso interno e que não tenham medida alguma menor que 60 cm (luz).14.14.14. Figura 21 – Acesso de galeria comercial à descarga .1 No dimensionamento da descarga.7.13 Acesso sem obstáculos 5. de forma a permitir operações de salvamento provenientes do exterior.2 Edificações sem janelas. subsolo edificações sem janelas .2. b) a largura calculada conforme 5.12. 5.55 m).2 Não são considerados subsolos. e a 1. 5. ou parte delas. na qual o piso se ache abaixo do pavimento da descarga. para efeito de saídas de emergência. b) estas aberturas tenham peitoril à não mais de 1.13.11. nos prédios em geral.13. devem possuir rampas e elevadores de segurança ou outros dispositivos onde houver diferença de nível entre pavimentos.1 A iluminação de emergência deve ser executada obedecendo à Instrução Técnica 15.14.2 e 5.1 A sinalização de saída deve ser executada obedecendo à Instrução Técnica 15. 5.10 m.20 m. ou parte dela.14.5 O elevador de emergência pode estar ligado ao hall de descarga. ressalvando o especificado em 5.2.1 Galerias comerciais (galerias de lojas) podem ter acesso à descarga desde que a ligação seja feita por meio de antecâmara enclausurada e ventilada. Mesmo nos casos de edificações destinadas a uso unicamente durante o dia.3.11.1 As rotas de saída destinadas ao uso de doentes e deficientes físicos. 5.1 As edificações sem janelas são aquelas edificações. a soma das larguras das escadas que a ela concorrem.12. sendo facilmente identificáveis.3.

com excesso de público ou população superior a 50 pessoas. b) todos os pavimentos acima do térreo tiverem aberturas de acesso ou janelas em dois lados do prédio. sem passagem pela descarga térrea. . em áreas sem acesso direto ao exterior e sem janelas para permitir ventilação e auxílio de bombeiros. pelo menos.2.14. b e c de 5. b) estas aberturas têm dimensões mínimas de 60 cm x 60 cm. A existência de compartimentação de área no pavimento será aceita com área de refugio.2. Nesse caso a área de refúgio fica restrita a 30 % no mínimo. 15 m nestas paredes.2 Uma edificação térrea ou porção dela não é considerada sem janelas quando: a) o pavimento tem portas ao nível do solo. o interessado propor medidas alternativas a ser avaliada pelo Corpo Técnico. exige-se escada simplesmente enclausurada com PCF P-90. 5.14. obedecendo às alíneas b e c de 5. qualquer incêndio ou fumaça tende a provocar pânico.3 Uma edificação não-térrea não é considerada sem janelas quando: a) existem acessos conforme a alínea a de 5. modificadas quanto ao seu tipo de ocupação deverão atender as exigências desta Instrução Técnica.14. ter ao menos uma das saídas direta ao exterior. d) nos subsolos das edificações com exigência de escada tipo EP ou PF. em lados opostos. deverá. permitir a saída conveniente de seus usuários e atender as exigências abaixo: a) para subsolos com áreas de construção superior a 500 m² ou população total superior a 100 pessoas. com. em parte.14. ou totalmente. com altura ascendente de até 12 m. no mínimo. considerando que.1 As construções subterrâneas. painel de acesso ou janelas espaçadas a não mais de 50 metros nas paredes exteriores.15 Exigências para edificações ou áreas de risco em que sejam feitas modificações quanto ao tipo de ocupação.10 m de altura livre. ter no mínimo duas saídas de emergência. com distância mínima de 10 m entre elas.2. não destinada à garagem. da área de cada pavimento.14. exceto para subsolos destinados a estacionamento de veículos. c) é obrigatório à adoção de áreas de refúgio em subsolo com área superior a 500 m². no caso de subsolo.3. subsolos e edificações sem janelas. a) as edificações e/ou áreas de risco que. desde que tenha acesso direto a saída de emergência (escadas ou rampas). b) quando.2. devem. b) nos casos em que for comprovada tecnicamente a inviabilidade da adaptação.1.3 Exigências especiais para construções subterrâneas. 60 cm de largura livre por 1. 5. subsolos e as edificações sem janelas. espaçados. vierem a ser. por qualquer motivo.5. 5. além das demais exigências desta Instrução Técnica que lhes forem aplicáveis.1. 5.2.14.14. Alturas superiores a 12 m exige-se pressurização da escada (ver IT 10). obedecendo às alíneas a. no mínimo.2.

00 m Tabela 2 .Classificação das edificações quanto às suas dimensões em planta Natureza do Enfoque Código Classe da edificação Parâmetros de área N Quanto à área do maior Pavimento (Sp) O P Q R S T U De pequeno pavimento De grande pavimento Com pequeno subsolo Com grande subsolo Edificações pequenas Edificações médias Edificações grandes Edificações muito grandes Sp < 750 m² Sp > 750 m² Ss < 500 m² Ss > 500 m² St < 750 m² 750 m < St < 1500 m² 1500 m² < St < 5000 m² At > 5000 m² Quanto à área dos pavimentos situados abaixo da soleira de Entrada (Ss) Quanto à área total St (soma das áreas de todos os Pavimentos da edificação) .00 m < H ≤ 54.00 m 30.00 m 12.00 m < H ≤ 30.Classificação das edificações quanto à altura Tipo I II III IV Denominação Edificação Baixa Edificação de Média Altura Edificação Mediamente Alta Edificação Alta Altura H ≤ 12.Tabelas Tabela 1 .ANEXOS .00 m Acima de 54.

mesmo que existam condições a) Rápido crescimento do incêndio. X Edifícios onde apenas uma das duas condições está presente: a) Não possuem TRRF. Y Edifícios onde nenhuma das duas condições abaixo está presente: Edificações concebidas para limitar: Z a) O rápido crescimento do incêndio. b) propagação vertical do incêndio. de acordo com a IT 07. de acordo com a IT 07. Estado de Minas Gerais. Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do c) colapso estrutural. de isenção no Regulamento de Segurança Contra b) propagação vertical do incêndio. mesmo que existam condições de isenção na IT 06 Edificações em que o crescimento e a b) Não possuam compartimentação vertical completa. propagação do incêndio podem ser de acordo com a IT 07. mesmo que existam condições de isenção no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. mesmo que existam condições fáceis e onde a estabilidade pode ser de isenção no Regulamento de Segurança Contra ameaçada pelo incêndio Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. preferencialmente. c) colapso estrutural. ser sempre projetados e executados dentro do tipo “Z”. . mesmo que existam condições de isenção na IT 06 b) Não possuam compartimentação vertical completa. a) Não possuem TRRF.Classificação das edificações quanto às suas características construtivas CÓDIGO TIPO ESPECIFICAÇÃO Edifícios em que estão presentes as seguintes condições: a) Não possuem TRRF.Tabela 3 . Nota: Os prédios devem. mesmo que existam condições de Edificações onde um dos três eventos isenção na IT 06 é provável: b) Não possuam compartimentação vertical completa.

e adotados os mais exigentes. F9 e F-11 F-3.50 m² de área de sala de aula (F) Uma pessoa por 1. Em projetos específicos. G-4 e G-5 H-1 e H-6 H-2 H H-3 H-4 e H-5 I J L L-1 L-2 e L-3 M-1e M-6 M M-3. Estas percentagens de redução são cumulativas. quando for o caso.5 m²) + (I) Uma pessoa por 40 vagas de veículo Uma pessoa por 20 m² de área (E) Uma pessoa por 7 m² de área (E) Duas pessoas por dormitório e uma pessoa por 4 m² de área de alojamento (E) Uma pessoa e meia por leito + uma pessoa por 7. .00 m² de área (E) Uma pessoa por 1. máquinas. F-6 e F-7 F-4 G-1 e G-6 G G2.00 m² de área Uma pessoa por 10. F-8. F-5.00 m² de área Uma pessoa por 30.00 m² de área(J) Uma pessoa por 3.00 m² de área Uma pessoa por m² de área (E) (G) Duas pessoas por m² de área (E) (G) (1:0.00 m² de área de ambulatório (H) + (I) Uma pessoa por 10.00 m² de área (C) (A) Capacidade da U de passagem Acesso e descargas Escadas e rampas Portas 60 45 100 100 60 100 30 22 30 100 75 100 100 60 30 60 100 60 45 22 45 60 100 100 30 100 100 100 100 100 60 60 75 60 45 100 100 100 100 (B) As capacidades das unidades de passagem (número de pessoas que passa em 1 minuto) em escadas e rampas estendem-se para lanços retos e saída descendente.Dados para o dimensionamento das saídas Ocupação População Grupo A B C D E E-5 e E-6 F-1 e F-10 F F-2.50 m² de área de sala de aula (F) Uma pessoa por 3.00 m² de área + (I) Uma pessoa por 10.00 m² de área Uma pessoa por 4.00 m² de área (E) (J) Uma pessoa por 7. Divisão A-1 e A-2 A-3 E-1 a E-4 Duas pessoas por dormitório (C) Duas pessoas por dormitório e uma pessoa por 4 m² de área de alojamento (D) Uma pessoa por 15.00 m² de área (E) (G) Uma pessoa por 3. devem ser cotejados com os obtidos em função da localização de assentos.Tabela 4 . G-3. M-5 e M-7 M-4 Notas: (A) Os parâmetros dados nesta Tabela são os mínimos aceitáveis para o cálculo da população. para maior segurança. arquibancadas e outros. Nos demais casos devem sofrer redução como abaixo especificado.

Distâncias máximas a serem percorridas Sem chuveiros ou sem detectores automáticos Saída única X Y Qualquer Qualquer C.00 m 45. I. gabinetes e outras dependências que possam ser usadas como dormitórios (inclusive para empregadas) são considerados como tais. (F) Auditórios e assemelhados. isto é. G-1. sem divisões em planta. em apartamentos maiores (três e mais dormitórios). d) rampas ascendentes. em escolas. (C) Em apartamentos de até dois dormitórios. escadas.00 m 35. quando discriminado o tipo de área (por ex. (H) Em hospitais e clínicas com internamento (H-3).G-2 e J Notas: a) para que ocorra as distâncias previstas na tabela 5. e) rampas ascendentes de mais de 10% (máximo: 12.00 m 65. (J) A parte de atendimento ao público de comércio atacadista deve ser considerada como do grupo C.00 m 20. sala de eventos. a área de pavimento correspondente ao ambulatório. b) lanços ascendentes de escada com degraus até 17. E.00 m 60.00 m Mais de uma saída 20. escritório panorâmico e outros). que tenham pacientes ambulatoriais. considera-se uma pessoa para cada 6 m² de área de pavimento. H. G-3. .00 m 30. uma pessoa por 7 m² de área.a) lanços ascendentes de escadas. F. conforme o caso. G-4.00 m 45. acresce-se à área calculada por leito.00 m Z A.00 m 50.5 cm de altura: redução de 15%. (G) As cozinhas e suas áreas de apoio.00 m 35. na base de uma pessoa por 7m².00 m Mais de uma saída 35. com mais de 10 m².: área do alojamento). B. L e M Tipo de edificação Grupo e divisão de ocupação Com chuveiros ou com detectores automáticos Saída única 25. (E) Por ”Área” entende-se a “Área do pavimento” que abriga a população em foco. têm sua ocupação admitida como no grupo D.5%): redução de 20%. Em apartamentos mínimos. é a área útil interna da dependência em questão. a sala deve ser considerada como dormitório. F-6 e outros.00 m 10.00 m 40. exceto as áreas de sanitários. bem como salões de festas e centros de convenções em hotéis são considerados nos grupos de ocupação F-2. Do contrário. nas ocupações F-6 e F-8.00 m 55. (I) O símbolo “+” indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (não cobertos por esta Instrução Técnica). declividade até 10%: redução de 1% por grau percentual de inclinação (1% a 10%. as salas de costura. c) lanços ascendentes de escadas com degraus até 18 cm de altura: redução de 20%. Tabela 5 . (D) Alojamento = dormitório coletivo. com degraus até 17 cm de altura: redução de 10%. D.00 m 50. é necessária a apresentação de leiaute definido em planta baixa (de salão aberto. rampas e corredores. as distâncias definidas acima serão reduzidas a 30% (trinta por cento).

Tabela 6 . Div.Número de saídas e tipos de escada Dimensão Altura (em metros) Ocupação Gr. A-2* A-3 B-1 B-2 C-1 C-2 C-3 E-1 E-2 E-3 E-4 E-5 E-6 F-1 F-2 F-3 F-4 F-5 F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 F-11 G-1 G-2 G-3 G-4 G-5 G-6 H-1 H-2 H-3 H-4 H-5 H-6 I-1 I-2 I-3 L-1 L-2 L-3 M-1 M-2 M-3 M-4 M-5 N (área de pavimentos < ou igual a 750 m² ) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 O (área de pavimento > 750 m² ) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Nº 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 2 2 2 2 2 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 1 2 2 2 1 1 2 2 1 2 2 1 2 Tipo Esc NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE EP NE NE NE Nº 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 + + 1 1 1 1 1 1 2 2 + 2 2 1 2 Tipo Esc EP EP PF PF EP EP PF EP EP EP EP EP EP EP EP PF NE + PF PF PF EP EP EP NE EP PF EP NE NE EP PF PF + + PF EP EP PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 2 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 2 + + 1 2 2 2 1 2 3 3 + 3 2 1 2 Tipo Esc PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP EP PF PF PF PF + + PF EP PF PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 2 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 2 + + 1 2 2 2 1 2 3 3 + 3 2 1 2 Tipo Esc PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP EP PF PF PF PF + + PF EP PF PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 1 2 Tipo Esc NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE Nº 2* 2 2 2 2 2 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 + + 2 2 2 3 2 3 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc EP EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF EP NE EP PF PF EP EP EP PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF Nº 2* 2 2 2 2 3 3 2 3 3 3 3 3 3 2 2 2 + 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 + + 2 2 2 3 2 4 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF Nº 2* 2 2 2 2 3 3 2 3 3 3 3 3 3 2 2 2 + 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 + + 2 2 2 3 2 4 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF A B C D E F G H I J L M .

As áreas de refúgio quando situada somente em alguns pavimentos de níveis diferentes deve ter seus acessos ligados por rampa (5. = Tipo de escada. onde são dadas as significações dos códigos alfabéticos e alfanuméricos utilizados. * = Admite saída única nas habitações multifamiliares (A-2). desde que a edificação possua até 36 metros de altura e a(s) escadas(s) propostas atendam aos parâmetros de distância máxima a percorrer (tabela 5) e quantidade mínima de unidades de passagem para a lotação prevista na tabela 4.7.1. no mínimo uma deve ser por rampa. Gr. d) Grupo H-2 e H-3: 1) altura até 12.não se aplica. deve possuir elevador de emergência (ver figura 10) e áreas de refúgio (ver figura 18). em qualquer caso. g) o número de escadas de emergência depende também do dimensionamento das saídas pelo cálculo da população e das distâncias a serem percorridas.00 m = além das saídas de emergências por escadas (tabela 6). devem ser consultadas as tabelas anteriores. atendendo ao item 5.6.14 desta Instrução Técnica.conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. não havendo mais de quatro unidades autônomas por pavimento.00 m = havendo exigência de mais de uma saída para emergência. . As edificações que possuam área de refúgio em todos os pavimentos (exceto pavimento térreo) não há necessidade de rampa interligando os diferentes níveis em acessos às áreas de refúgio.NOTAS a) Para o uso desta tabela. = Grupo de ocupação (uso) . Div. c) Outros símbolos e abreviaturas usados nesta tabela: Nºs = Números de saídas mínimos obrigatórios. PF = Escada à prova de fumaça. Tipo esc. + = Símbolo que indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (ocupação não coberta por esta IT). = Subdivisão do grupo de ocupação . . uma delas poderá ser do tipo Aberta Externa. e) havendo necessidade de 2 (duas) ou mais escadas de segurança. e mais as dos indicados na seqüência abaixo: b) Abreviatura dos tipos de escada: NE = Escada não enclausurada (escada comum). EP = Escada enclausurada protegida (escada protegida). f) a quantidade mínima de escadas previstas nesta tabela pode ser desconsiderada.a).conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. 2) altura superior a 12.

IT .09 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇOES E ÁREA DE RISCO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e conceitos 5 – Procedimentos ANEXOS A – Cargas de Incêndio Específicas por Ocupação B – Método para Levantamento da Carga de Incêndio Específica .

o laudo técnico correspondente deve ser submetido à aprovação do Corpo Técnico do CBMMG. deverá necessariamente ser feita a medição direta.130. aplicam-se os conceitos abaixo descritos: 4.gov. 1995. Decreto Estadual nº 44. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio.1 Carga de incêndio É a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Augusto de Lima. Liga Federal de Combate a Incêndio da Áustria. conforme prescreve o contido no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. nas situações em que há uma aceitável uniformidade na sua distribuição espacial.2. 2. 4.br Email: dat3@cbmmg.mg.bombeiros.2. conforme o item 2. Eurocode 1 – ENV 1991-2-2. 2. todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.2 Conceitos Para efeito desta Instrução. 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS 4.2. 4. conforme a ocupação e uso específico.270. levando em consideração .mg. divisórias. a critério do responsável técnico pelo projeto de segurança contra incêndio. inclusive os revestimentos das paredes.4 Em todos os casos de medição direta da densidade de carga de incêndio. NBR – 14432 .INSTRUÇÃO TÉCNICA – 09 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREA DE RISCO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. pisos e tetos. TRVB 126. aplicam-se as definições constantes da IT 02 .br 1 OBJETIVO Estabelecer valores característicos de carga de incêndio nas edificações e áreas de risco.Bairro Centro CEP 30. 1987.1 Definições Para efeito desta Instrução Técnica.Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento.190-000 Site: www.2 Quando a densidade de carga de incêndio não for uniformemente distribuída sobre a área de piso da edificação. 2 APLICAÇÃO 2.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. 355 .1 As densidades de carga de incêndio constantes do anexo A desta instrução aplicam-se às edificações e áreas de riscos para classificação do risco e determinação do nível de exigência das medidas de segurança contra incêndio. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. a densidade de carga de incêndio característica poderá ser determinada por medição direta. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio. 2. segundo o método descrito no Anexo B. European Committee for Standardization.gov.2 Densidade de carga de incêndio ou Carga de incêndio específica 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.3 Nas edificações em que a densidade de carga de incêndio superar em quantidade os valores característicos dados nesta Instrução.

5. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio.1 Ocupações não listadas na tabela do Anexo A devem ter os valores da carga de incêndio específica determinados por similaridade.2 O levantamento da carga de incêndio específica constante do Anexo B deve ser realizado em módulos de área em que a distribuição da carga de incêndio seja considerada uniforme. Excepcionalmente. módulos maiores de 500 m² podem ser utilizados quando o espaço analisado possuir materiais combustíveis com potenciais caloríficos semelhantes e uniformemente distribuídos. destinadas a depósitos (Grupo “J”).200 MJ/m2 Alto Acima de 1. 5. expresso em megajaule (MJ) por metro quadrado (m²) ou em quilogramas equivalente de madeira seca.3 Considerar que 1 kg (um quilograma) de madeira seca equivale a 19. explosivos (Grupo “L”) e ocupações especiais (Grupo “M”) aplica-se a metodologia constante do Anexo B. as edificações e áreas de risco quanto à Carga Incêndio se classificam em: CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À CARGA INCÊNDIO. 5.1 Para determinação da carga de incêndio específica das edificações aplica-se a tabela constante do Anexo A.0 megajoules. Risco Carga Incêndio MJ/m2 Baixo Até 300 MJ/m2 Médio Acima de 300 até 1. 5 PROCEDIMENTOS 5. sendo que para edificações.2.4 Para determinação do risco de incêndio a que se refere à tabela 3 e 4 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5.200 MJ/m2 . Pode-se admitir a similaridade entre as edificações comerciais (grupo “C”) e industriais (grupo “I”). 5.1. sendo de no máximo 500 m².1 A carga de incêndio específica do piso analisado deve ser tomada como sendo o maior entre a média das cargas de incêndio dos dois módulos de maior valor ou 85% da carga de incêndio do módulo de maior valor.É o valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado.

borracha. esportivos. Loja . Artigos de cera Artigos de couro.ANEXO A (normativo) Cargas de incêndio específicas por ocupação Para a classificação detalhada das ocupações (Divisão) consultar a Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Automóveis Bebidas destiladas Brinquedos Calçados Drogarias (incluindo depósitos) Ferragens Floricultura Galeria de quadros Livrarias Lojas de departamento ou centro de compras (Shoppings) Máquinas de costura ou de escritório Materiais fotográficos Móveis Papelarias Perfumarias Produtos têxteis Relojoarias Supermercados Tapetes Tintas e vernizes Verduras frescas Vinhos Vulcanização Divisão A-3 A-2 A-1 A-3 B-1 B-1 B-2 C –1 C –2 C –1 C -1 C -1 C –1 C -2 C –2 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –1 C –2 C –2/ C –3 C –1 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –2 Carga de incêndio (qfi) em MJ/m2 300 300 300 300 500 500 300 40 700 300 300 300 300 2100 800 200 700 500 500 1000 300 80 200 1000 800 300 300 400 700 400 600 600 400 800 1000 200 200 1000 Residencial Serviço de Hospedagem Comercial varejista. metal ou vidro. Ocupação/Uso Descrição Alojamentos estudantis Apartamentos Casas térreas ou sobrados Pensionatos Hotéis Motéis Apart-hotéis Açougue Antigüidades Aparelhos domésticos Armarinhos Armas Artigos de bijouteria.

feltro. Hospitais em geral Presídios e similares Quartéis e similares Aparelhos eletroeletrônicos. cerâmica ou porcelanas. couro. Estações e terminais de passageiros Exposições Igrejas e templos Museus Restaurantes Estacionamentos Oficinas de conserto de veículos e manutenção Postos de abastecimentos (tanque enterrado) Hangares Asilos Clínicas e consultórios médicos ou odontológicos.Serviços profissionais. ópticos. Artigos de argila. cortiça. Acessórios para automóveis Acetileno Alimentação Artigos de borracha. teatros e similares Circos e assemelhados Centros esportivos e de exibição Clubes sociais. Artigos de bijuteria D -2 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -4 D -4 D -3 D -3 D -3 D -3 D -1 E-3 E-5 E-5 E-1/E2/E4/E6 F-1 F-5 F -7 F-3 F-6 F-4 F -10 F-2 F-1 F-8 G-1/G-2 G-4 G-3 G -5 H -2 H -6 H-1/H-3 H-5 H-4 I-2 I–1 I-2 I-2 I–2 I–1 I–1 300 400 100 200 400 1000 700 300 500 300 300 600 200 500 400 300 300 300 300 2000 600 500 150 600 200 Adotar Anexo B 200 300 300 200 300 300 200 350 200 300 100 450 400 300 700 800 600 200 200 . pessoais e técnicos Educacional e cultura física Locais de reunião de público Serviços automotivos e assemelhados Serviços de saúde e Institucionais Industrial Agências bancárias Agências de correios Centrais telefônicas Cabeleireiros Copiadora Encadernadoras Escritórios Estúdios de rádio ou de televisão ou de fotografia Laboratórios químicos Laboratórios (outros) Lavanderias Oficinas elétricas Oficinas hidráulicas ou mecânicas Pinturas Processamentos de dados Academias de ginástica e similares Pré-escolas e similares Creches e similares Escolas em geral Bibliotecas Cinemas. boates e similares. fotográficos. espuma.

Industrial Artigos de cera Artigos de gesso Artigos de mármore Artigos de peles Artigos de plásticos em geral Artigos de tabaco Artigos de vidro Automotiva e autopeças (exceto pintura) Automotiva e autopeças (pintura) Aviões Balanças Baterias Bebidas destilada Bebidas não alcoólicas Bicicletas Brinquedos Café (inclusive torrefação) Caixotes barris ou pallets de madeira Calçados Carpintarias e marcenarias Cera de polimento Cerâmica Cereais Cervejarias Chapas de aglomerado ou compensado Chocolate Cimento Cobertores. Colas Colchões (exceto espuma) Condimentos. conservas. tapetes. Confeitarias Congelados Couro sintético Defumados Discos de música Doces Espumas Farinhas Feltros Fermentos Fiações Fibras sintéticas Fios elétricos Flores artificiais Fornos de secagem com grade de madeira Forragem Fundições de metal Galpões de secagem com grade de madeira Geladeiras Gelatinas Gesso Gorduras comestíveis I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–3 I–3 I–2 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I-3 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 1000 80 40 500 1000 200 80 300 500 600 300 800 500 80 200 500 400 1000 600 800 2000 200 1700 80 300 400 40 600 800 500 40 400 800 1000 200 600 800 3000 2000 600 800 600 300 300 300 1000 2000 40 400 1000 800 80 1000 .

industrial Gráficas (empacotamento) Gráficas (produção) Guarda-chuvas Instrumentos musicais Janelas e portas de madeira Jóias Laboratórios farmacêuticos Laboratórios químicos Lápis Lâmpadas Laticínios Malharias Máquinas de lavar de costura ou de escritório Massas alimentícias Mastiques Materiais sintéticos ou plásticos Metalúrgica Montagens de automóveis Motocicletas Motores elétricos Móveis Óleos comestíveis Padarias Papéis (acabamento) Papéis (preparo de celulose) Papéis (procedimento) Papelões betuminados Papelões ondulados Pedras Perfumes Pneus Produtos adesivos Produtos de adubo químico Produtos alimentícios (expedição) Produtos com ácido acético Produtos com ácido carbônico Produtos com ácido inorgânico Produtos com albumina Produtos com alcatrão Produtos com amido Produtos com soda Produtos de limpeza Produtos graxos Produtos refratários Rações Relógios Resinas Roupas Sabões Sacos de papel I–3 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–1 I–1 I–1 I–3 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–3 I–1 I–3 I–2 I–1 I–2 2000 400 300 600 800 200 300 500 600 40 200 300 300 1000 1000 2000 200 300 300 300 600 1000 1000 500 80 800 2000 800 40 300 700 1000 200 1000 200 40 80 2000 800 2000 40 2000 1000 200 2000 300 3000 500 300 800 .

industrial Sacos de juta Sorvetes Sucos de fruta Tapetes Têxteis em geral Tintas e solventes Tintas látex Tintas não-inflámaveis Transformadores Tratamento de madeira Tratores Vagões Vassouras ou escovas Velas de cera Vidros ou espelhos Vinagres Demais atividades não enquadradas acima I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–3 I–1 I–1 500 80 200 600 700 4000 800 200 200 3000 300 200 700 1300 200 80 Demais usos levantamento da carga de incêndio conforme Anexo B .

3 A compensação do teor de umidade de uma determinada massa de material combustível poderá ser feita desde que demonstrado por meio de ensaio específico.valor da carga de incêndio específica. explosivos e ocupações especiais podem ser determinadas pela seguinte expressão: q fi = ∑M A i Hi f Onde: qinc .1 Os valores da carga de incêndio específica para as edificações destinadas a depósitos.Valores do potencial calorífico específico Tipo de material Acetona Acrílico Algodão Benzeno Borracha Celulose C-Hexano Couro D-glucose Epóxi Etano Etanol Eteno Etino Fibra sintética 6.Anexo B (normativo) Método para levantamento da carga de incêndio específica B. Lã Lixo de cozinha Madeira Metano Metanol Monóxido de carbono N-Butano N-Octano N-Pentano Palha Papel Petróleo Poliacrilonitric o Policarbonato H (MJ/kg) 17 41 23 18 19 50 19 10 45 44 45 16 17 41 30 29 Tipo de material Poliéster Poliestireno Polietileno Polimetilmetacrilico Polioximetileno Poliuretano Polipropileno Polivinilclorido Propano PVC Resina melamínica Seda H (MJ/kg) 31 39 44 24 15 23 43 16 46 17 18 19 . B. B. em quilograma. Tabela B. B. Af .potencial calorífico específico de cada componente i do material combustível. conforme Tabela B. em megajoule por quilograma.1 . Mi .massa total de cada componente i do material combustível.2 O levantamento da carga de incêndio deverá ser realizado conforme item 5 (Procedimento) desta Instrução. Hi .6 H (MJ/kg) 30 28 18 40 Espuma – 37 Tiras – 32 16 43 19 15 34 47 26 50 48 29 Tipo de material Grãos Graxa. ocasião em que Mi deverá ser reavaliado. Lubrificante.1 abaixo. resultados obtidos por meio de ensaios específicos em conecalorímetros podem ser utilizados. em megajoule por metro quadrado de área de piso.1.área do piso do compartimento.4 Além dos potenciais caloríficos dados na Tabela B. Esse valor não poderá ser excedido durante a vida útil da edificação exceto quando houver alteração de ocupação. em metro quadrado.

IT .Tabela 1 – Níveis de pressurização/ Tabela 2 – áreas típicas de escape para quatro tipos de PCF B .Resumo de exigências para os diversos tipos de edificações com sistemas de pressurização C – Condições para instalação de casa de máquinas de pressurização no pavimento cobertura D – Condição para não se revestir os dutos metálicos de sucção e/ou pressurização E – esquema geral do sistema de pressurização (com duto no interior da escada) F – (Informativo) Características das paredes G – Módulo de cálculo de vazão do sistema de pressurização de escada 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .10 PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .

Lei nº 14. NBR 9077 – Saídas de emergências em edifícios.130.1 Conceitos básicos do sistema de pressurização 5.mg.898 .Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente – Procedimento.br 1 OBJETIVO 1.gov.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento da pressurização de escadas de segurança em edificações. . que conduzem o ar para o exterior da edificação.Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações de acordo com o descrito na NBR 9077.Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44.Bairro Centro CEP 30.bombeiros.1.480 – Saídas de emergência em edifícios – Escada de Segurança – Controle de fumaça por pressurização. 355 .mg.Sinalização de emergência. NBR 14. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.gov. Constituição Federal de 1988. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: BS-5588 Parte 4 (British Standards Institution) Pressurização de escadas de segurança.1 Princípio geral da pressurização a) considera-se um espaço pressurizado quando este receber um suprimento contínuo de ar que possibilite manter um diferencial de pressão entre este espaço e os adjacentes. NBR 10.br Email: dat3@cbmmg. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 .Sistemas de iluminação de emergência. Augusto de Lima. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.190-000 Site: www. NBR 9441 . de modo a permitir a fuga dos ocupantes de uma edificação no caso de incêndio. BR 9050 .270. IT 08 – Saídas de emergência em edificações.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 10 PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Esse sistema também pode ser acionado em qualquer caso de necessidade de abandono da edificação. IT 15 . 1. Lei Complementar 54.2 Manter as escadas de emergência livres da fumaça. Constituição Estadual de 1989. 5 PROCEDIMENTOS 5. NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos. preservando-se um fluxo de ar através de uma ou várias trajetórias de escape. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.

rugosidades das superfícies internas dos dutos.6 abaixo: escape de ar com todas as portas do espaço pressurizado fechadas (equação 2). . 5.5.1.5 Níveis de pressurização adotados 5. que devem estar dentro dos limites estipulados nesta IT.1. ou em série. quando o ar passa. devem ser avaliadas as perdas de carga localizadas em todos os componentes de captação e distribuição do sistema (dutos.1.827 x A x (P)(1/N) onde: Q . A área de restrição é determinada pelo escape de ar para fora do espaço a ser pressurizado. com previsão para um nível maior de pressurização que entra em funcionamento em uma situação de emergência. a partir da velocidade e vazão. N = 2 No caso de frestas em vãos estreitos. na determinação da capacidade de vazão e pressão dos moto-ventiladores. Tabelas e ábacos de fabricantes de acessórios podem ser considerados para determinação das perdas de carga de singularidades.é a área de restrição (m2) P . como apresentado na Figura 2. c) trajetória de escape do ar. deve-se adotar a equação 1. b) desenvolvimento do cálculo das perdas de carga ao longo da rede de captação e distribuição ar.é o diferencial de pressão (Pa) N . venezianas. para funcionamento contínuo. atendendo as seguintes condições: a) desenvolvimento do cálculo do suprimento de ar necessário considerando as duas situações previstas no item 5.204 kg/m3) 5. 5.1.1. etc.1 Sistema de um estágio: para operar somente em situação de emergência. tais como frestas em torno de janelas. devidamente justificada.1.4 Unidades adotadas Toda e qualquer proposta de sistema de pressurização deve seguir os critérios de apresentação e desenvolvimento de acordo com o estabelecido abaixo: Vazão ( Q ) = m3/s Velocidade ( V ) = m/s Área ( A ) = m2 Pressão ( P ) = Pa ( Pascal ). 50 Pa.6. O diferencial de pressão é o mínimo estabelecido nesta IT. b) ar externo suprido mecanicamente. 5.1. Equação 1: Q = 0. 5.1. dampers.6.2 Sistema de dois estágios: incorporar um nível baixo de pressurização. 5.1. apesar da força criada pelo diferencial de pressão. a fim de assegurar que as PCF possam ser abertas. d) fonte de energia garantida. e escape de ar considerando as portas abertas na quantidade estipulada no Anexo B desta IT (equação 3). N = 1.1. de 10 a 15m/s.6 Vazão de ar (condição padrão de ar com densidade de 1.2. podem existir elementos de restrição posicionados em paralelo.2.é um índice que varia de 1 a 2 No caso de frestas em torno de uma PCF.2 Os edifícios utilizados por crianças.).é o fluxo de ar (m3/s) A . podendo ser aceito diferente desses parâmetros quando se tratar de edificação existente.2 Pressurização de um ou dois estágios O sistema de pressurização pode ser projetado de duas formas: 5. no trecho de distribuição. joelhos. 5.5. idosos e ou pessoas incapacitadas precisam de considerações especiais.1 Cálculo do suprimento de ar a) para se determinar o primeiro valor de suprimento de ar necessário para se obter um certo diferencial de pressão entre o ambiente a ser pressurizado e os ambientes contíguos.b) para a finalidade prevista nesta IT. Devem constar também a velocidade do fluxo de ar em todos os trechos e acessórios. como por exemplo. c) a velocidade do fluxo de ar em todo o trecho de captação deve ser de 4 a 8m/s e.3 Elementos pressurização básicos de um sistema de São elementos básicos de um sistema de pressurização: a) sistema de acionamento e alarme. c) o método estabelecido nesta IT também se aplica às escadas de segurança com pavimentos abaixo dos de descarga. ou ainda. e.6 Suprimento de ar necessário 5.2 Trajetórias de escape em série e paralelo a) na trajetória de escape do ar para fora de um espaço pressurizado.1.1 O nível de pressurização utilizado para fins de processo não deve ser menor que o apresentado na Tabela 1 do Anexo A desta IT e não deve ultrapassar o limite de 60 Pa.1. desde que não haja possibilidade técnica de adequação. tal como ilustrado na Figura 1. uma combinação desses. grelhas. 5.3 É facultativa a utilização do sistema de pressurização de um ou dois estágios. saídas dos moto-ventiladores.2. que devem constar de memorial de cálculo.1.1. ou seja. considerando-se todas as PCF (portas corta-fogo) de acesso à escada fechadas. o diferencial de pressão deve ser mantido em nível adequado para impedir a entrada de fumaça no interior da escada. considerando todas as singularidades.5.3 Para obtenção dos níveis de pressurização no interior dos espaços pressurizados. para o dimensionamento do damper de alívio. ou 5. Essa equação depende diretamente da área de restrição e do diferencial de pressão entre os ambientes contíguos. ou mmH2O ( milímetro de coluna d’água ) Potência = CV (Cavalo Vapor) ou HP (Horse Power) Temperatura em Graus Celsius = ºC Altura da Edificação ( h ) = m 5. pelas frestas ao redor de uma PCF.

de 4 m/s. momentaneamente. A vazão de ar determinada pela Equação 1 deve ser avaliada para que seja obtida uma condição satisfatória para minimizar a infiltração de fumaça no interior da escada nesta situação. considerando todas as portas da caixa de escada fechadas: a) de 15% para vazamentos em dutos metálicos ou 25% para dutos construídos em alvenaria ou mistos.1. considerando-se o número de ocupantes e as dificuldades encontradas para o abandono. se houver grande abertura entre a área pressurizada e os espaços adjacentes. na quantidade estipulada do Anexo B desta IT. f) uma PCF considerada aberta adicional (com relação ao estabelecido no Anexo B desta IT) deve ser considerada no cálculo do suprimento de ar do sistema de pressurização. deve ser considerada uma velocidade média do ar. produz.1. De maneira geral. a área total de escape é determinada pela simples soma de todas as áreas de escape envolvidas. b) os critérios para verificação da velocidade do ar a que se referem os itens seguintes são os estipulados no item 5. devendo possibilitar a manutenção de uma velocidade de ar mínima de 1. considerando-se todas as portas fechadas (m³/s). e é inevitável que estas sejam abertas ocasionalmente. 5. temos: 1 ( ATotal) 2 = 1 1 1 1 + + + 2 2 2 ( A1 ) ( A2 ) ( A3 ) ( A4 ) 2 d) o escape total e efetivo de uma combinação de trajetórias de escape do ar em série e em paralelo. desta IT. por exemplo). 5. como demonstrado na Figura 2 acima. b) de 25% para atender a hipótese de vazamentos nãoidentificados. com as portas do ambiente conforme Figura 1 acima. através desta abertura. ou QFT = QF + 25% (vazamentos em dutos de alvenaria ou mistos) + 25% (vazamentos não identificados). quando do abandono da edificação. somada às perdas pelas frestas das demais PCF consideradas na condição fechadas.8.6.4 Vazamentos em dutos e vazamentos nãoidentificados . como a PCF da escada e a PCF da antecâmara não ventilada a ela associada.5 Portas corta-fogo abertas e outras aberturas a) para ser eficaz. sendo que esses valores percentuais devem ser considerados independentemente do comprimento dos dutos.0 m/s saindo através das PCF consideradas abertas. d) a abertura intermitente das PCF.6.Trajetórias de escape do ar em paralelo b) no caso de trajetórias de escape do ar em paralelo.Trajetórias de escape do ar em série c) no caso das portas em série. levando-se em consideração a condição padrão do ar.1. c) por meio das frestas no entorno de portas de elevadores e janelas existentes no espaço pressurizado. 5.6. e das frestas das demais PCF fechadas da escada.A espaço pressurizado A 4 1 A 2 A 3 Figura 1 . devendo obedecer aos critérios estipulados no Anexo B desta IT. onde: QFT = vazão total das frestas com todas as portas fechadas (m³/s). devendo ser adotado os valores constantes na tabela 2 do anexo A desta IT. Nota: A vazão total de escape pelas frestas pode ser calculada pelas equações abaixo: Equação 2: QFT = QF + 15% (vazamentos em dutos metálicos) + 25% (vazamentos não identificados). o escape de ar a partir de uma escada ocorre: a) por meio das frestas em torno das PCF (quando essas estiverem fechadas). então: No desenvolvimento do cálculo. e) o número de PCF abertas a ser utilizado nos cálculos depende do tipo de edificação. levando-se em consideração a condição padrão do ar. conforme critério estabelecido no Anexo B. considerar acréscimo no suprimento total de ar necessário. pode ser obtido combinando-se sucessivamente grupos simples de escape isolados (PCF da escada e da antecâmara pressurizada do mesmo pavimento). a escada de emergência deve ter seus acessos protegidos por PCF.1. uma perda de pressão no interior da escada. c) quando de uma abertura permanente (uma janela dentro da caixa de escada. A pressurização projetada não pode ser mantida. b) por meio do vão de luz das PCF consideradas na condição abertas.3 Área de escape a partir de uma escada pressurizada. em edificações onde existem locais de ATotal = A1 + A2 + A3 + A4 Figura 2 . QF = vazamento através das frestas.6. com os outros equivalentes (PCF em paralelo).

c) quando contígua com a escada pressurizada. desses. Obs.1. 3) PCF duplas e PCF simples. pode ser adotada a pressurização das antecâmaras do elevador de emergência a partir do poço do elevador que. além da pressurização da escada de segurança. Nesses casos.. considerando-se a partir do piso de descarga. de forma a manter um gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança – neste caso considerar o escape de ar através dessas janelas no cálculo do suprimento total de ar necessário para o sistema de pressurização da escada (adotar as frestas e vão reais efetivos).6. em contato com esse ambiente pressurizado deve ser de 4 PCF simples. complementar com PCF simples. a existência de uma antecâmara de segurança. embora devem ser somados o vão de luz real de cada PCF dupla e simples consideradas.1. neste caso. quando a quantidade de PCF duplas for inferior à quantidade de PCF consideradas abertas . h) em edificações existentes é comum o uso da pressurização de um amplo hall e o uso da PCF no acesso às unidades residenciais ou unidades de escritório etc. QFT = vazão total das frestas com todas as portas fechadas (m³/s). com aberturas permanentes para o exterior da edificação. 2) precaver-se de que haja um fluxo de ar contínuo entre esse espaço pressurizado com os ambientes contíguos e. na quantidade estipulada no Anexo B desta IT: 1) PCF simples. proveniente das frestas das portas do poço instaladas em cada pavimento. Nota: A vazão total requerida para o sistema de pressurização de escadas deve ser calculada pela equação abaixo: Equação 3: ● Se QFT > QPA então QT = QFT ● Se QFT < QPA então QT = QPA onde: QT = vazão total requerida do sistema de pressurização. a fim de impedir que a pressão no interior dessas antecâmaras dificulte a abertura das PCF de acesso. através de vasos comunicantes. Esse critério deve ser desconsiderado quando o local de reunião de público estiver no piso de descarga (térreo ou nível com saída direta para o exterior) ou em mezaninos do piso térreo com acessos através de escadas exclusivas.7 Antecâmara de segurança a) para as edificações estabelecidas no Anexo B desta IT.: Em todos os casos levar em consideração a condição padrão do ar. deve ser exigida. e apresentar as seguintes características: a) no topo da caixa de alvenaria do elevador deve ser prevista abertura permanente ou damper de alívio.6. quando a quantidade de PCF duplas instaladas for igual ou superior à quantidade de PCF abertas . conforme especificado abaixo.critério esse estipulado no Anexo B desta IT para efeito de dimensionamento de vazão por meio de PCF abertas . nesse caso. na quantidade devida. Obs. Essa antecâmara deve possuir as seguintes características: 1) ser interposta entre a escada pressurizada e as áreas comuns ou privativas da edificação. no acesso à antecâmara de segurança. funcionará como duto de pressurização. 2) PCF duplas. o número de PCF duplas ou simples calculadas (respeitando-se suas áreas). a partir do pavimento.: O número máximo de PCF por pavimento. deve ser pressurizada pelo mesmo sistema da escada. refeitórios. considerando-se as resistências das frestas no entorno das portas dos elevadores e PCF de acesso em cada pavimento. cada PCF dupla deve ser computada como uma PCF aberta e não como duas. 5. como estabelecido na Figura 1 do item 5.7 e da Tabela do Anexo B desta IT. para tanto: 1) avaliar as condições para se manter as antecâmaras pressurizadas até o limite de 60 Pa.1. e) a casa de máquinas deve ser independente e isolada em relação aos demais elevadores. de modo a permitir o escape de ar insuflado para as antecâmaras do elevador. impedindo que a pressão interna se eleve acima dos 60 Pa. salas de exposição e assemelhados). deve ser de 04 (quatro) para edificações com até 60 (sessenta) metros de altura.critério esse estipulado no Anexo B desta IT para efeito de dimensionamento de vazão por meio de PCF abertas. controlados por venezianas reguláveis e independentes em cada nível de pavimento. quando todos os acessos à escada pressurizada ocorrer apenas através de PCF simples.devem ser consideradas todas as PCF duplas e. d) ser protegida por PCF-P90. . em todos os níveis de pavimento. nos sentidos ascendente e descendente (pavimentos superiores e inferiores ao nível da descarga) dentro do critério de altura da Tabela do Anexo B. b) as frestas das portas do elevador e das PCF de acesso às antecâmaras devem ser suficientes para promover o escape de ar. f) alternativamente.2. a antecâmara. sendo que acima desse valor é exigido o cálculo de 5 PCF abertas.1. com paredes de resistência mínima a 2 horas de fogo e acessos protegidos por PCFP90.6 Elevador de emergência A antecâmara de segurança do elevador de emergência deve ser pressurizada.6. 5. g) devem ser considerados os vãos e frestas reais de todas as PCF da caixa da escada pressurizada.reunião de público com capacidade para 50 ou mais pessoas (tais como auditórios.6. quando não pressurizada por duto exclusivo. QPA = vazamento de ar através das portas consideradas abertas (m³/s). conforme os critérios do item 5. ou seja. Características diferentes devem ser avaliadas pelo Corpo Técnico do CBMMG.

a fim de garantir o abandono dos ocupantes da edificação.Saídas de Emergência em Edificações. Caso contrário. como por exemplo. b) a edificação deve ser planejada de forma a atender aos requisitos do sistema de pressurização."O fator do efeito do sistema" (System Effect Factor) e suas tabelas. 5. 5) a pressurização da escada e da antecâmara de segurança pode ser realizada utilizando-se de somente um conjunto moto-ventilador.publicação 20190 . 5. a velocidade de saída do ar deve ser obtida dividindo-se a vazão de ar de suprimento (Equação 1) pela área de abertura total.2. i) visando a selagem. devem dar as garantias do projetado na pressurização.1. tanto no acesso à antecâmara de segurança quanto no acesso à escada pressurizada. 3) deve haver um diferencial de pressão entre a antecâmara de segurança e o interior da escada pressurizada. PCF posicionada no pavimento de descarga). em qualquer outro local que possua contato direto com a escada pressurizada. 5.6 desta IT. o processo deve ser submetido à análise do Corpo Técnico do CBMMG. como forma de não prejudicar o estabelecido no item 5. junto a esta PCF. devido ao excesso de ar que pode ser necessário. d) sobre o valor de vazão de ar obtido conforme alínea a ou alinea c devem ser aplicados os fatores de vazamentos em dutos e de vazamentos não-identificados.6.2) ser protegida por PCF-P60. f) atenção especial deve ser dada às edificações que possuam acesso de pessoas portadoras de deficiência física. haja vista reduzir o nível de confiabilidade necessária para edificações com elevada . contidos nesta IT.2 A edificação 5. 4) a antecâmara de segurança deve possuir dimensões mínimas de acordo com a IT 08 . em termos de vazão.1 Aspectos gerais a) sistema de pressurização de escada de segurança para edificação com altura superior a 90 metros deve ser objeto de análise do Corpo Técnico do CBMMG. construídos em alvenaria.8 Estimativa da velocidade de saída do ar através da PCF aberta a) na prática. as antecâmaras de segurança das escadas pressurizadas e dos elevadores de emergência. 5. grupo moto-gerador automatizado) devem ser protegidos contra o fogo por no mínimo 2 (duas) horas (exceção feita às portas corta-fogo que devem ser do tipo P-90. e) portas corta-fogo devem estar de acordo com a NBR 11742 da ABNT. localizadas em níveis inferiores ao piso de descarga. nas casas de máquinas). Obs. j) deve ser previsto sistema de detecção de fumaça e iluminação de emergência nos seguintes locais: casa de máquinas de pressurização. possa gerar dúvida quanto à sua real interferência no sistema de pressurização. sala do grupo moto-gerador automatizado. b) escadas conjugadas em um mesmo volume ou com aberturas entre si.: Quando exigido (ver Anexo B). devem possuir as mesmas características mencionadas acima. atendendo-se aos procedimentos contidos nas Normas ASNI / ASHRAE 51 ou a AMCA-210 e o Manual da AMCA "Fans and Systems" . b) as edificações existentes estão isentas do cumprimento do estabelecido neste item. bem como dos dutos de sucção e pressurização. c) todos os componentes do sistema de pressurização (dutos. não devem ser aceitas. Tais dispositivos devem ser capazes de mantê-las fechadas contra a pressão do sistema de pressurização. na face externa à escada. grupo moto-ventilador. dispositivos de fechamento devem ser dimensionados de forma a vencer esta força. b) a área de abertura total deve ser calculada somando-se as áreas das PCF consideradas abertas (ver Anexo B desta IT) e as frestas das demais PCF previstas na escada. d) pisos escorregadios nas proximidades das PCF de acesso aos espaços pressurizados devem ser evitados.2 Edifícios com múltiplas escadas a) em edifícios com múltiplas escadas pressurizadas. deve ser considerado o controle da porosidade das paredes que envolvem as escadas. c) quando a velocidade obtida no cálculo especificado na alínea a for inferior ao parâmetro mínimo estabelecido. g) quando a pressurização da escada dificulta o fechamento das PCF (como exemplo. Tais dispositivos não podem alterar as características de resistência ao fogo das PCF. bem como o acesso ao Corpo de Bombeiros. e serem instaladas de forma a atender às premissas básicas do processo de pressurização de escadas. caso haja impossibilidade técnica de adaptação.6. sistema de controle de fumaça. ou dispositivos complementares.6. a vazão de ar deve ser aumentada até que seja alcançado o valor requerido. invariavelmente a escada pressurizada deve ser provida de dispositivos que impeçam que a pressão no seu interior eleve-se acima de 60 Pa.2.1. funcionando como vasos comunicantes entre si. e) para atender a todas as hipóteses de escapes de ar e de vazamentos não-identificados. k) caso exista algum compartimento ou equipamento que. direta ou indiretamente. a pressurização perde sua função e deve ser reavaliada.9 Efeito do sistema Com a finalidade de eliminar o risco de redução de desempenho do ventilador. é recomendado que o "efeito do sistema" seja levado em consideração. garantindo o seu funcionamento com relação às condições descritas nesta IT. segundo critérios da IT 15 – Sinalização de Emergência.1. devem ser instalados sistemas independentes de pressurização para cada escada. no ambiente onde se localizar os acionadores manuais alternativos dos moto-ventiladores. garantindo-se dessa forma o gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança. com os seguintes dizeres: “ESCADA PRESSURIZADA”. h) deve ser prevista sinalização orientativa nas PCF.

b) os dutos de sucção e/ou pressurização. i) o grupo moto-ventilador. em que não consiga os afastamentos estabelecidos no Anexo D (todos desta IT). deve vir da mesma fonte que aciona a pressurização na situação de emergência. As PCF de acesso a esse compartimento devem ser do tipo PCF/P-90. o acesso à casa de máquinas do grupo moto-ventilador ser protegido por uma porta estanque. de nafta ou similares. deve ser de no mínimo 1. j) caso o compartimento casa de máquinas do grupo moto-ventilador esteja posicionado em pavimento subsolo.Saídas de Emergência em edificações. devem estar afastados de sistemas de vasos sob pressão. medido no plano horizontal. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta IT. ou não atenderem os critérios de compartimentação horizontal e/ou vertical. 5. com relação ao estabelecido na IT 08 . duas horas. entre a entrada e saída do tubo-luva de proteção e os dutos de sucção e/ou pressurização. alíneas f. de preferência. Caso isso não seja atendido. esses dispositivos devem ser utilizados quando existir o risco desses dutos e/ou sistemas contribuírem para o alastramento do incêndio. deve ser prevista distância mínima. não devem passar por ambientes que possam prejudicar (com danos mecânicos. devidamente identificada na cor vermelha e suportado de forma independente. com diâmetro nominal mínimo 1. inviabilizando a redundância das saídas de emergência e comprometendo o funcionamento do sistema de pressurização da escada. que garantam o bloqueio da passagem de fumaça em caso de incêndio. essas tubulações de gás devem ser envolvidas por tubo-luva de proteção.concentração de pessoas ou elevado nível de altura. de nafta ou similares e depósitos ou tanques de combustível. no mínimo. f) os dutos de sucção e/ou pressurização. químicos ou do próprio incêndio) a eficiência do sistema de pressurização. Também deve ser previsto sistema de detecção no acesso a esse conjunto compartimento casa de máquinas. O afastamento.2. desde que se atendam os requisitos do item 5. g e h desta IT. Essa "antecâmara de segurança" pode possuir dimensões reduzidas. b) na situação de emergência (entrada em funcionamento do sistema de pressurização).0 metros desses riscos. seus ancoramentos ou seus revestimentos contra incêndio. devem ser alojados em compartimentos resistentes ao fogo por. escadas simples ou enclausuradas atendendo aos mesmos espaços.0 metros entre as tubulações que conduzem gás GLP. devendo o mesmo ser adequadamente instalado e ter sua eficiência comprovada por meio de ensaio. sendo que quaisquer outras instalações devem estar posicionadas logo abaixo. que deve dar início a todas estas alterações na operação desses sistemas. Casos específicos em que se comprove a não interferência da escada pressurizada sobre as demais. d) o sistema de alarme e detecção de incêndio também deve ser o responsável pelo comando das alterações necessárias no sistema de ventilação e ar condicionado. devem.5 vezes maior que a tubulação a ser envolvida. O acesso à "antecâmara de segurança" deve ser protegido por uma PCF/P-90. além da proteção que garanta resistência ao fogo por 2 (duas) horas nos dutos de sucção e/ou pressurização. seus acessórios.2. e os dutos de sucção e/ou pressurização não seja cumprido. não podem servir funcionalmente a outros tipo de instalações.0 m. estar posicionados o mais próximo possível ao teto (laje) dos ambientes.3 Relação entre a Pressurização e o Sistema de Ar Condicionado a) a circulação de ar promovida pelo sistema de condicionamento de ar ou de exaustão mecânica deve ser projetada de modo a manter a trajetória do fluxo de ar no sentido contrário ao estabelecido para o abandono da população da edificação.2. e) cabos elétricos e dutos de sucção e/ou pressurização devem estar devidamente protegidos contra a ação do fogo em caso de incêndio. ou outro pavimento que possa causar risco de captação da fumaça de um incêndio. deve ser previsto uma "antecâmara de segurança" entre esse compartimento e o pavimento. medida no plano horizontal. de ferro galvanizado ou aço carbono. gases naturais. Portanto. sendo que tais casos devem ser analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG. no seu caminhamento. que garanta a diminuição de risco de captação da fumaça de um incêndio pelo . O sinal. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta IT. devem ser analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG. em seu caminhamento interno ou externamente à edificação. a fim de diminuir o risco das rotas de fuga serem atingidas pela fumaça oriunda do incêndio.4.4 alínea f. g) para os riscos citados no item 5. de forma a evitar a captação de fumaça que porventura passe pelas frestas desta PCF. necessários ao sistema de pressurização. de 2. c) os dutos de sucção e/ou pressurização. devem ser previstos dispositivos de fechamento automático. para que não seja exigido o revestimento contra incêndio. 5. c) sistemas de exaustão podem ser mantidos ligados desde que promovam um fluxo favorável ao sentido do escape de ar do sistema de pressurização de escada. h) caso o afastamento de 2. d) os ancoramentos dos dutos e outros acessórios. bem como.4 Estruturas de proteção e garantias de funcionamento do sistema de pressurização a) a edificação deve proporcionar a proteção adequada contra incêndio para todos os componentes que garantam o funcionamento do sistema de pressurização. c) em um mesmo edifício não devem existir escadas de segurança pressurizadas. garantindo o acionamento e o funcionamento do sistema de pressurização para no mínimo 2 (duas) horas.2. componentes elétricos e de controle. baterias de GLP ou sistemas alimentados por gás natural. todo o sistema de circulação de ar existente na edificação deve ser projetado para imediata interrupção do seu funcionamento. de acordo com NBR 9441 da ABNT. Esta solução pode ser substituída por outra. e) detector de fumaça dentro dos dutos de retorno do ar condicionado deve ser utilizado como sistema auxiliar de acionamento do sistema de pressurização.

posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação. alínea b desta IT. b) a tomada de ar e instalação do grupo moto-ventilador e seus acessórios. quanto ao isolamento térmico e/ou de resistência ao fogo. Os dutos de tomada de ar frio devem.3. k) quando o sistema de interligação do grupo motoventilador for realizado por correias. . p) nas edificações existentes não é obrigatório o uso do grupo moto-gerador automatizado. devem ser tomados para os dutos de saída do ar aquecido e dutos de escape de gases da combustão. alínea b desta IT. alínea i desta IT. 3) não é permitido conjugar a captação de ar do sistema de pressurização com a saída da extração de fumaça dos subsolos. medida no plano horizontal. integridade e estanqueidade. tendo em vista a vibração originária do funcionamento do grupo moto-gerador. l) o grupo moto-gerador automatizado e seus acessórios. e possuir filtro de partículas classe G-1. c) nos edifícios residenciais e escritórios com até 60 metros de altura e nos edifícios escolares com até 30 (trinta) metros de altura. conforme NBR 6401. para atuarem especificamente na situação de emergência. a saber: 1) construção de uma parede alta. d) a tomada de ar em nível da cobertura. no mínimo. nos compartimentos casa de máquinas do grupo motoventilador e do grupo moto-gerador automatizado. n) cuidados especiais devem ser tomados para evitar a entrada de água ou produtos agressivos. de acordo com os critérios do Anexo B desta IT. para proporcionar a pressurização requerida. devem atender as seguintes características: 1) localizarem-se no pavimento térreo ou próximo deste. para o sistema de pressurização. a tomada de ar deve ser realizada através de duto de captação de um local sem risco de fumaça de incêndio até o compartimento que abriga o conjunto moto-ventilador. de acordo com os critérios estabelecidos no Anexo B desta IT.1 Ventilador a) o conjunto moto-ventilador deve atender a todos os requisitos desta IT. Caso não exista condição técnica para o cumprimento dessa exigência. e) caso seja aceita a tomada de ar ao nível da cobertura da edificação. em edificações existentes. podem ser utilizados 02 (dois) grupos moto-ventiladores. mesmo quando estiver posicionado em nível subterrâneo. deve ser garantida que a tomada de ar frio seja realizada próximo ao pavimento térreo. por meio de grade ou outro dispositivo que possua mesma finalidade e eficiência. bem como o escape dos gases da combustão. devendo ser analisada pelo Corpo Técnico do CBMMG. devem ser adequadamente projetados como forma de garantir a alimentação elétrica dos sistemas de segurança e sistema de pressurização das edificações. quanto à instalação do conjunto motoventilador. 5. sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio. Medidas para minimizar a influência da ação dos ventos sobre o sistema de pressurização. sendo que cada grupo deve. que pode ser substituído pela ligação independente do grupo motoventilador. quando exigidos.0 m mais alta que o nível da tomada de ar. Tais compartimentos devem ser projetados com vistas a garantir a manutenção de sua estabilidade. o) o grupo moto-ventilador deve estar posicionado em compartimento diferente do que abriga o grupo motogerador automatizado. pode ser permitida quando não houver condições técnicas de se cumprir o estabelecido no item 5.compartimento casa de máquinas do grupo motoventilador. para o perfeito funcionamento do grupo moto-gerador automatizado e seus acessórios. da entrada do sistema (tomada de ar) até a saída (por meio das PCF e/ou periferia do edifício) também devem ser adotadas. é permitido o uso de somente um ventilador com um motor. sendo do tipo metálico lavável. pode ser permitida sua instalação no pavimento cobertura. c) em edificações existentes e quando não houver condições técnicas de se cumprir o estabelecido no item 5.2. o grupo moto-gerador e seus acessórios devem estar posicionados no pavimento térreo ou próximo deste. e afastada da tomada de ar 5. b) em todos os edifícios devem ser previstos sistemas moto-ventiladores em duplicata.3 A Instalação e equipamentos 5.2 Tomada de ar a) é essencial que o suprimento de ar usado para pressurização nunca esteja em risco de contaminação pela fumaça proveniente de um incêndio no edifício. por intempéries ou mesmo quando da manutenção geral da edificação. tal parede deve ser 1. De forma substitutiva. Preferencialmente. Obs: Ver Anexo C desta IT. se passarem por áreas de risco.3.2. Cuidados especiais. possuir proteção que garanta resistência ao fogo por no mínimo 2 (duas) horas. requisitos mínimos devem ser providenciados de modo a diminuir o risco de captação da fumaça que sobe pelas fachadas do edifício.3. 2) caso necessário. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida. para atuarem especificamente no estágio de emergência e em conjunto.2. m) o circuito formado pela tomada de ar frio e saída do ar aquecido (do compartimento casa de máquinas do grupo moto-gerador).0 m.3. o mesmo nível de proteção estabelecido no item 5. com as mesmas características. no mínimo. através de dutos. devem ter em seu compartimento.4. 4) o compartimento que abriga o conjunto motoventilador deve permitir facilidades de acesso para manutenção. devidamente comprovada a inviabilidade. 5. deve ser providenciada proteção contra eventuais acidentes pessoais.

i) os revestimentos resistentes ao fogo aplicados diretamente sobre os dutos metálicos de ventilação.0 m. Os aspectos construtivos devem obedecer às recomendações da SMACNA. que deve ser objeto de análise específica de cada caso. que ficarem posicionados de forma aparente. Obs: Ver Anexo C desta IT. e posicionadas de modo a haver uma distância máxima de dois pavimentos entre grelhas adjacentes. Esse duto deve atender aos requisitos estabelecidos no item 5. da tomada de ar do sistema de pressurização. ou revestida com chapas metálicas ou outro material incombustível.P. ser construídos em metal laminado. para evitar que a elevação da temperatura na superfície interna do duto não alcance 140 ºC (temperatura média) e 180 ºC (temperatura máxima pontual). tanto na tomada de ar quanto na sua distribuição.4 Grelhas de insuflamento de ar a) para a pressurização de uma escada. através de duto. Neste caso o processo deve ser analisado pelo Corpo Técnico do CBMMG. Obs. no mínimo. o traço em volume da argamassa de assentamento. que garanta resistência ao fogo por 2 (duas) horas. possua revestimento com argamassa.5 m2 e triangulares. devem possuir tratamento de revestimento contra o fogo. portanto. alínea b. 4) incombustibilidade do revestimento. Dutos para pressurização. através das literaturas “HVAC Duct Construction . e na sua ausência a norma ISO 6944 . quando submetidos às condições de trabalho esperadas. onde é apresentado “Traço em volume de argamassa de assentamento”. por meio da literatura “HVAC Air Duct Leakage Test Manual”. não é estabelecido o valor para cimento pois. quando não se conseguir o afastamento de 5. 2) estabilidade ao colapso do duto.: Ver Anexo C desta IT. Obs. h) os dutos metálicos. posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação.: Na segunda coluna da tabela do Anexo F desta IT. devem demonstrar resistência ao fogo por um período mínimo de 2 (duas) horas.4. com áreas internas inferiores a 0. deve também estar afastado 2. um teste de vazamento nos dutos pode ser aplicado de forma a se verificar a exatidão dos parâmetros adotados. medido no plano horizontal. utilizando a norma brasileira. devem. o valor mínimo para o cimento. A utilização de dutos confeccionados em outros materiais. sendo que. f) da mesma forma. d) dutos de alvenaria podem ser utilizados.3. acima da temperatura ambiente. b) os dispositivos de ajuste e balanceamento das grelhas de insuflamento não podem permitir alterações.0 m acima da tomada de ar. em relação ao nível da tomada de ar. Os pontos de saída devem ser balanceados para permitir a saída de quantidades iguais de ar em cada grelha. 2. deve ser submetida à avaliação do Corpo Técnico do CBMMG. fumaça e gases quentes.Metal and Flexible” e “HVAC System Duct Design”.2) construção de uma parede alta. à medida do possível. Porém. sem o cimento. ou seja. para edificações existentes. e preferencialmente o seu ponto de descarga deve ficar posicionado o mais próximo possível. tendo em vista o aumento de peso causado por esses revestimentos. além de atender as condições de exigência relativas aos dutos metálicos. devem ser previstas várias grelhas de insuflamento. o ensaio no I.3 Sistema de distribuição de ar a) nos edifícios com vários pavimentos. o ponto de descarga de qualquer duto vertical que possa eventualmente descarregar fumaça de um incêndio. mesmo que esses dutos estejam posicionados em pavimentos subsolos ou na face externa do edifício. preferencialmente. O problema fica. quando for necessário o uso de revestimento resistente ao fogo para sua proteção. 5. g) registros corta-fogo não devem ser usados na rede de dutos de tomada ou distribuição do ar de pressurização. Exceção se faz quando do caminhamento do duto externo à edificação com os afastamentos citados no Anexo D desta IT. com objetivo de se obter uma superfície lisa e estanque. localizadas a intervalos regulares por toda a altura da escada. atendendo aos seguintes critérios abaixo: 1) integridade a passagem de chamas. de um andar a outro.0 m. O método de teste deve ser o recomendado pela SMACNA. ser evitados. 3) isolamento térmico. de preferência.: Os critérios acima devem ser definidos em testes normalizados de resistência ao fogo de dutos de ventilação. a disposição preferida para um sistema de distribuição de ar para pressurização consiste em um duto vertical que corre adjacente aos espaços pressurizados. que se manifesta em série. de modo que o seu acionamento não prejudique o suprimento de ar. principalmente às condições de um incêndio. desde que sejam somente para a distribuição do ar de pressurização. na dependência da geometria da escada. a tabela do Anexo F desta IT pode ser utilizada como referência. com material de vedação adequado. havendo impossibilidade técnica justificada de execução desse duto. que evitaria o cumprimento normal de suas funções. j) caso se adote parede sem função estrutural para proteger dutos metálicos verticalizados.3. medida no plano vertical. medidos no plano horizontal. desta IT. b) os dutos devem.T (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) foi realizado na situação de uma parede não estrutural na condição mais desfavorável.Fire Resistance Tests Ventilation Ducts ou similar. f) caso necessário. na condição desocupada. Obs. e) recomenda-se que o nível de ruído transmitido pelo sistema de pressurização no interior da escada não deve ultrapassar a 85 dB. com costuras longitudinais lacradas à máquina. Deve-se verificar os efeitos da "resistência fluido-dinâmica" associada ao escoamento vertical do ar pela escada.2. mesmo . deve ser de 1 (um). 5. c) cuidados especiais devem ser tomados na ancoragem dos dutos do sistema de pressurização. pode ser aceita a distribuição de ar através de duto plenum. devendo obrigatoriamente haver uma grelha no piso de descarga (pavimento térreo) e uma no último pavimento. e que a sua superfície interna.

na situação de emergência. d) o uso do sistema de detecção não isenta o uso do sistema de alarme manual. 5.7 Sistema de acionamento e alarme a) o sistema principal para acionamento do sistema de pressurização. deve ser instalado no sistema de dutos. deve se dar a partir de um sistema automático de detecção de fumaça.: Todos os ambientes que possuem acesso direto à escada pressurizada devem estar protegidos pelo sistema de detecção de fumaça. na situação de emergência. d) as instalações elétricas devem estar de acordo com a NBR 5410 da ABNT. c) a instalação do detector de fumaça dentro do espaço pressurizado não é aceitável. O edifício deve possuir um sistema de fornecimento de energia de emergência por meio de um grupo motogerador automatizado. ou damper motorizado acionado por sensor diferencial de pressão. f) a instalação dos detectores automáticos ou acionadores manuais de alarme devem seguir as orientações do Corpo de Bombeiros e subsidiariamente o que preceitua a IT 14 . e IT 14 . deve ser previsto registro de sobre-pressão. 5. e a velocidade mínima necessária referida à condição padrão do ar. 5. como redundância para melhor confiabilidade do sistema. sob comando de um controlador de pressão com sensor instalado no interior da escada pressurizada. no mínimo.3. ao registro de sobre-pressão. pontual ou linear. de modo a garantir o funcionamento e permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação. devem ser acondicionados de forma a garantir a operação do sistema conforme tempo preconizado nesta IT. deve ser o de detecção automática.) podem ser alimentados pelo mesmo grupo moto-gerador automatizado.6 Sistemas de controle a) considerando-se a diversidade de condições a que o sistema é submetido. Obs. podem ser adotados sistemas que modulem a capacidade dos ventiladores de pressurização. a fim de impedir que a pressão se eleve acima de 60 Pa. bombas de pressurização hidráulicas de incêndio. de forma a identificar a parada de um grupo moto-ventilador e possibilitar o imediato acionamento do outro. Se os circuitos elétricos do sistema de pressurização passarem por áreas de risco. b) nos edifícios em que os detectores de fumaça foram instalados apenas para acionar a situação de emergência do sistema de pressurização. e) os circuitos elétricos do sistema de pressurização. quando todas as PCF estiverem fechadas. Esse registro deve ser posicionado fora das áreas de risco e afastados de acordo com o Anexo E desta IT. um dispositivo de controle automático de pressão diferencial. suas lâminas sejam posicionadas de forma perpendicular ao eixo do ventilador. b) esse registro é colocado entre um espaço pressurizado e um espaço interno ou externo. c) alternativamente. registros corta-fogo. devem ser elaborados e constantemente avaliados.3. como forma principal de acionamento do sistema de pressurização. aparentes ou embutidas em forros sem resistência contra incêndio. com autonomia de funcionamento de acordo com os critérios do Anexo B desta IT e acionado automaticamente quando houver interrupção no fornecimento de energia normal para o sistema de pressurização. não sendo permitido que um laço de alarme/detecção supervisione mais de um pavimento. de acordo com as Normas Técnicas Oficiais.2. b) os demais sistemas de emergência (tais como iluminação de emergência. cuja instalação é exigida nos locais citados no item 5.que acidentais. 2) o treinamento da brigada de combate a incêndios e a elaboração de plano de abandono e emergências. para se manter um diferencial de pressão adequado. e) orienta-se que. d) para sistemas de pressurização que se utilizam 02 (dois) conjuntos moto-ventiladores. devem ser protegidos contra a ação do calor do incêndio.4 e Anexo B. considerando-se a influência da ação dos ventos. quando todas as PCF estiverem fechadas. elevadores de segurança etc. esse detector deve ser posicionado no lado de menor pressão de todas as PCF de comunicação entre a escada pressurizada e o espaço adjacente. por meio das PCF consideradas abertas.5 Sistema elétrico a) deve ser assegurado o fornecimento de energia elétrica para o sistema de pressurização e de segurança existente na edificação durante o incêndio. c) o comando elétrico.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. Obs. quando se utilizar registros (dampers) nas descargas dos ventiladores. um funcionando como reserva do outro.3. g) o painel da central de comando de alarme/detecção deve sinalizar o setor atingido. e) procedimentos devem ser adotados no sentido de se testar o sistema de alarme de incêndio. desde que se dê garantia de funcionamento. de início de funcionamento do grupo moto-ventilador. sem necessariamente operar o sistema de pressurização de escadas. com pelo menos dois pontos de detecção por pavimento. a não ser por pessoal técnico capacitado. sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de prevenção ou combate a incêndios. para a plena utilização do sistema de detecção e alarme. desta IT. como forma de diminuir o chamado "efeito do sistema".:1) A existência de sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de combate a incêndios não isenta a necessidade de instalação de sistema de detecção e alarme. Em todos os edifícios deve haver tal sistema. após montagens e testes. todas as indicações da central de . no hall interno de acesso à escada pressurizada e nos seus corredores principais de acesso. pelo tempo de utilização do grupo moto-gerador automatizado.Sistemas de detecção e alarme de incêndio.

por meio da central de alarme. somente pode ser realizada de modo manual no painel de comando do grupo moto-ventilador. e nunca substitutiva. sendo que não é permitido. b) nos edifícios onde haja necessidade de sistema de escape do ar de pressurização. proveniente de um incêndio em suas adjacências. devem sempre permitir o acionamento do sistema de pressurização em situação de emergência. desde que não comprometa a compartimentação vertical exigida para a edificação – as aberturas devem ser protegidas nos moldes do especificado na IT 07 Compartimentação horizontal e compartimentação vertical. h) qualquer sinal de alarme ou defeito deve ser interpretado pela central de alarme/detecção como alarme e deve acionar o sistema de pressurização. e funcionem no caso de ativação do sistema de pressurização. bem como o devido recolhimento da A. (Anotação de Responsabilidade Técnica). seguindo critérios adotados na IT 07 . deve inibir o acionamento do sistema de pressurização. c) todo equipamento acionado automaticamente para proporcionar o escape do ar de pressurização. 2) no compartimento do grupo moto-ventilador e seus acessórios.0 m/s). 2) método do escape de ar através de aberturas especiais no perímetro do edifício. deve ser incluído nos procedimentos de manutenção. do sistema de pressurização. também. l) Somente é aceito. Para tanto.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. deve ser de 30 segundos. o sinal que opera tais dispositivos deve ser o mesmo que aciona o grupo moto-ventilador no estágio de emergência. no total. para garantia do sistema de pressurização. 3) na portaria ou guarita de entrada do edifício. m) a lógica do sistema deve contemplar a necessidade de se evitar que o sistema de pressurização da escada entre em funcionamento automaticamente em caso da existência real de fumaça no interior do compartimento que abriga o conjunto moto-ventilador. O funcionamento de moto-ventiladores não pode depender da ativação dos dispositivos sonoros (sirenes). deve sempre ser instalado em cada local abaixo descrito: 1) na sala de controle central de serviços do edifício. r) um acionador remoto manual. não são permitidos. n) o sistema de detecção deve ser submetido aos testes de acordo com a IT 14 . o projetista pode adotar uma das alternativas abaixo: 1) método do escape de ar por janelas. que se utilizam dos destravadores eletromagnéticos. s) a parada do sistema de pressurização. de forma complementar. comprovando que foram realizados os testes de acordo com a referida norma. um mínimo de vazão correspondente a 15% da vazão volumétrica média que escapa de 1 (uma) PCF aberta (com velocidade de 1. dessa forma. O monitoramento através do sistema de detecção de fumaça desse compartimento deve ser realizado através de um laço exclusivo e independente (ou similar) em relação aos demais detectores de fumaça e acionadores manuais de alarme da edificação.8 Sistema de escape do ar utilizado para pressurização a) no dimensionamento do sistema de pressurização devem ser previstas áreas de escape de ar para o exterior da edificação. Tais aberturas em cada pavimento devem proporcionar. 5. ou seja.3. q) os acionadores manuais de alarme. se este for distante da sala de controle central. sendo que o seu circuito deve ser ligado à central de comando do sistema de detecção e alarme. desde que possua fácil comunicação com todo o edifício. caso exista. quando da solicitação da vistoria junto ao Corpo de Bombeiros. Sensores independentes. ao ser acionado. realizar o desligamento do sistema de pressurização. que permanecem normalmente fechadas.alarme/detecção devem ser informadas na língua portuguesa. também com as interferências da pressurização. i) o sistema de pressurização deve ser acionado imediatamente quando a central de alarme e detecção de incêndio receber sinal de ativação do detector de fumaça/calor e/ou acionador manual de alarme de incêndio instalados na edificação. 3) método do escape de ar através de dutos verticais. Dessa forma devem ser adotados mecanismos adequados que impeçam que o falso alarme desative o funcionamento do conjunto motoventilador. em situação de emergência.T. p) o tempo máximo de fechamento das PCF de acesso à escada pressurizada. j) o detector de fumaça instalado na sala dos motoventiladores deve possuir laço exclusivo e independente (ou similar) dos demais e funcionar de forma diferenciada. Deve-se apresentar o laudo de teste do sistema de detecção.Compartimentação horizontal e compartimentação vertical. . cujo retardo pode causar a contaminação da escada pela fumaça oriunda do incêndio. de acordo com os critérios estabelecidos na IT 14 Sistemas de detecção e alarme de incêndio. 4) método do escape de ar através de extração mecânica. o) é permitido o uso de destravadores eletromagnéticos para PCF de acesso à escada pressurizada. do edifício. quando o sistema for de dois estágios. na condição normal de uso da edificação. O sistema deve permitir ainda o destravamento manual por meio da central de comando do sistema de alarme. baseado na operação automática dos dispositivos instalados para esta finalidade. sistemas com acionadores manuais que sejam supervisionados pela central de alarme e detecção. utilizando-se de aberturas em pelo menos 02 (duas) de suas faces.R. o sistema de alarme e detecção de incêndio deve ativar o sistema de pressurização antes mesmo do reconhecimento do sinal de alarme pela pessoa responsável pela vigilância. Esse sistema tem a função de destravar a PCF automaticamente na falta de energia elétrica ou quando acionado o sistema de pressurização de escadas. ou manualmente na própria PCF. respeitadas as considerações dos itens seguintes. de preferência. Não pode existir. que acionem apenas os dispositivos de escape. qualquer tipo de dispositivo capaz de impedir a entrada em funcionamento do sistema de pressurização ou qualquer outro sistema de segurança contra incêndio. do tipo “liga”.

4 Integração com outras medidas ativas de proteção contra incêndio O acionamento do sistema de pressurização deve estar em conformidade com o item 5. permitindo de forma secundária. Este processo introduz a extremidade livre em uma região de ar parado. visto que não se pode garantir que todas as condições climáticas adversas possam estar presentes no momento da execução do teste. e/ou seu representante legal. quando o sistema for de dois estágios.7 desta IT. os sistemas para o fornecimento de energia em emergência. para que depois da inserção através da fresta. HVAC AIR DUCT LEAKAGE TEST MANUAL ou da Recomendação técnica DW/143 da Heating and Ventilation Contractors' Association (HVAC). deve ser feita com o auxílio de um manômetro de líquido ajustável. este teste pode.5 Testes de aprovação 5. entre os espaços pressurizados e os espaços não pressurizados adjacentes. de comprimento).5. portas cortafogo e o equipamento do sistema de escape do ar acionado automaticamente. Há três razões principais que explicam a não obtenção do nível de pressurização projetado: 1) vazão de ar insuficiente. 5. b) o teste de aprovação da pressurização deve consistir de: 1) medição do diferencial de pressão entre a escada e os espaços não pressurizados adjacentes com todas as PCF fechadas. com os sistemas de condicionamento de ar e de pressurização balanceados e todo o sistema pronto e funcionando. por exemplo. b) deve ser medida a vazão de ar dos ventiladores e a vazão de ar através de todas as grelhas de insuflamento. pelos responsáveis da instalação do sistema. e) o sistema de detecção deve ser submetido aos testes. revelar trajetórias indesejáveis de fluxo da fumaça provocadas por defeitos na construção. às vezes. . entre os valores medidos e os níveis de pressurização especificados. para que a extremidade livre fique em uma região de ar parado. de acordo com a IT 14 . efetivamente. 5. dutos (sucção e/ou pressurização) e suas ancoragens e proteções contra incêndio. Uma lista de verificações dos procedimentos de manutenção deve ser fornecida aos proprietários do edifício ao final das obras. As duas sondas a seguir são ligadas ao manômetro por meio de tubos flexíveis. a sonda possa ser girada em ângulo reto em relação à fresta.3.3. A posição da sonda de medição deve ser escolhida de acordo com esses critérios. com manuais em português. Estas medições devem ser efetuadas com as PCF da escada fechadas.5. 2) áreas de vazamento para fora do espaço pressurizado excessivas. podendo ser prevista a instalação permanente de equipamentos para esta finalidade. Pequenas sondas são colocadas de cada lado da PCF.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. As medições efetuadas em campo devem seguir as recomendações da AMCA 203. c) sistemas que se utilizam de duplicidade de motores. Sugere-se que esta sonda tenha uma dobra em L (de pelo menos 50mm. com cada componente operando satisfatoriamente e sendo controlado pelo sistema de acionamento no seu modo correto de operação em emergência. Para a avaliação do teste de escape podem ser utilizados os procedimentos previstos no MANUAL SMACNA. o mecanismo de comutação. também considerando as interferências da pressurização. pela literatura “Field Performance Measurement of Fan System”. afastando a superfície da PCF do rebaixo no batente. b) todos os sistemas de emergência devem ser colocados em operação semanalmente. que inclui: o sistema de detectores de fumaça ou qualquer outro tipo de sistema de alarme de incêndio utilizado. separam o espaço pressurizado dos recintos ocupados do edifício. a fim de se detectar os níveis de escape e o suprimento total de ar que chega à escada. os motivos desta divergência devem ser detectados e corrigidos. condições devem ser dadas para o teste individualizado. c) é importante que a inserção da sonda não modifique as características de escape da PCF. a fim de garantir que cada um dos grupos moto-ventiladores de pressurização esteja funcionando. e devem ser apresentados quando da solicitação de vistoria.2 Medição dos diferenciais de pressão a) a medição dos diferenciais de pressão. e 3) áreas de escape do ar para fora do edifício insuficiente.1 Aspectos gerais a) um teste de fumaça não é satisfatório para se determinar o correto funcionamento de uma instalação de pressurização. É importante que o tubo que passa através da fresta da PCF. 5. ou outro instrumento sensível e adequadamente calibrado. síndico. podendo haver a interligação com outros sistemas automáticos de combate. b) um local conveniente para medir o diferencial de pressão é por meio de uma PCF fechada. o acionamento do sistema. suas correias de interligação. Os cuidados com esses equipamentos devem ser incluídos no programa de manutenção anual do edifício. atravesse-a e penetre suficientemente no espaço.3 Correção de divergências no nível de pressurização obtido a) se houver qualquer divergência séria. sendo que uma das sondas passa através de uma fresta da PCF. c) o teste deve ser feito quando o edifício estiver concluído.5. ou por baixo dela. quando fechadas. o grupo moto-ventilador. Entretanto. Esses cuidados são de inteira responsabilidade do proprietário da edificação.5. 5. 2) medição da velocidade do ar que sai de um conjunto representativo (de acordo com estipulado no cálculo) de PCF abertas que. d) nos sistemas com dois estágios são exigidas medições apenas com o segundo estágio operando (estágio de emergência).9 Procedimentos de manutenção a) todo equipamento de pressurização deve ser submetido a um processo regular de manutenção. d) os diferenciais de pressão devem ser verificados anualmente.

O nível de pressurização medido não deve ser menor que 90% do valor projetado. Devem ser localizadas. devem ser verificadas as frestas em redor das PCF. Como alternativa. mesmo diante de escapes adicionais ou de condições insuficientes. nem exceder a 60 Pa. c) o número de PCF abertas durante a realização das medições deve seguir o estabelecido no Anexo B desta IT. b) a velocidade média através da PCF aberta deve ser obtida por meio da média aritmética de pelo menos doze medições em pontos uniformemente distribuídos no vão da PCF. que devem ser vedadas. dando-se atenção especial à folga na sua parte inferior.5. d) caso a vazão de ar não atinja o nível previsto. 5. .c) caso a vazão de ar que entra na escada esteja de acordo com a prevista em processo. Se qualquer PCF tiver folgas inaceitavelmente grandes. pode ser aumentada a vazão de entrada de ar até o nível desejado de pressurização a ser atingido. estas devem ser reduzidas. Se for inadequado.4 Medição da velocidade média do ar através de uma PCF aberta a) esta medida deve ser tomada com um anemômetro de fio quente ou outro instrumento com resolução e exatidão adequados e devidamente calibrado. também. áreas de vazamentos adicionais não previstas. sendo necessário condições estáveis de vento e com o edifício vazio. o escape de ar a partir dos espaços não pressurizados deve ser examinado para se ter certeza que está em conformidade com o processo e as necessidades desta IT. o escape deve ser aumentado para os valores recomendados.

04 0.045 0.89 2. . portas de elevadores.10 x 0. sendo que 10 Pa equivalem a 1.06 TIPO DE PCF PCF simples. suas dimensões devem ser verificadas junto aos fabricantes.89 (cada) Área de escape PCF aberta (m²) 1.28 3.64 1. o processo deve ser submetido à avaliação do Corpo Técnico do CBMMG.28 Área de escape PCF fechada (m²) 0. batente rebaixado dando ACESSO ao espaço pressurizado PCF simples. TABELA 2 – ÁREAS TÍPICAS DE ESCAPE PARA QUATRO TIPOS DE PCF TAMANHO (m) 2. batente rebaixado permitindo a SAÍDA do espaço pressurizado PCF dupla com ou sem rebaixo central dando ACESSO PCF dupla com ou sem rebaixo central permitindo SAÍDA Observação: Nos outros tipos de PCF.10 x 0.89 (cada) 2.64 3.0 mmH2O 2) Quando pavimentos subterrâneos necessitem ser pressurizados.89 2. PCF duplas.ANEXO A TABELA 1 – NÍVEIS DE PRESSURIZAÇÃO VALORES DE DIFERENCIAL DE PRESSÃO SISTEMA DE 1 ESTÁGIO SISTEMA DE 2 ESTÁGIOS 1º ESTÁGIO 50 15 2º ESTÁGIO 50 Observações: 1) Pa = Pascal.03 0.10 x 0.10 x 0.

2) em todos os corredores de circulação. quando o acesso à saída de emergência pressurizada atender diretamente as áreas privativas.Toda edificação dotada de sistema de pressurização de escada e/ou elevador de emergência deve possuir sistema de detecção automática de fumaça nos seguintes locais: 1) no hall comum ou privativo de acesso à saída de emergência pressurizada.A previsão de detecção automática de fumaça nos locais descritos no item I acima não isenta a edificação da instalação desse mesmo sistema em outros locais que porventura sejam exigidos pelo Regulamento de Segurança Contra Incêndio. III . H Serviço de saúde e institucional I Indústria Acima de 12 metros .ANEXO B RESUMO DE EXIGÊNCIAS PARA OS DIVERSOS TIPOS DE EDIFICAÇÕES COM SISTEMAS DE PRESSURIZAÇÃO G R U P O OCUPAÇÃO/ USO (4) CRITÉRIO DE ALTURA (7) NÚMERO DE PCF CONSIDERADAS ABERTAS (8) GRUPO MOTO-GERADOR AUTOMATIZADO (Autonomia de 4 h) LOCAIS A SEREM SUPERVISIONADOS PELO SISTEMA DE DETECÇÃO AUTOMÁTICA DE FUMAÇA (1) A Residencial (2) (3) Até 80 metros Acima de 80 metros Até 30 metros Acima de 30 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 21 metros (5) Acima de 21 metros (6) Até 30 metros Acima de 30 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros 1 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 4 2 2 2 2 2 2 NÃO (exceto Convento) SIM SIM SIM SIM SIM NÃO (Apav < 750 m²) SIM NÃO SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM B Serviço de Hospedagem C Comercial D Serviço profissional (2) E Educacional e cultura física (2) Local de Reunião Pública F G Serviço automotivo I . utilizados como rota de fuga para acesso à saída de emergência pressurizada. 5) no compartimento destinado ao conjunto moto-ventilador (laço exclusivo e independente ou similar). II – Todos os pavimentos que dão acesso à saída de emergência pressurizada devem ser supervisionados por. 3) em todos os corredores de circulação privativos. pelo menos. 6) no compartimento destinado ao grupo moto-gerador. dois pontos de detecção de fumaça. 4) em todos os ambientes com acesso direto à saída de emergência pressurizada. quando este atender ao sistema de pressurização de escadas. quando este estiver localizado em pavimento subsolo. em áreas comuns. 7) na antecâmara de segurança do compartimento destinado ao conjunto moto-ventilador.

3. é exigido grupo moto-gerador automatizado. De forma substitutiva. podem ser utilizados 02 (dois) grupos moto-ventiladores. caso possua loja ou dependências com carga-incêndio. (6) Somente é exigido antecâmara de segurança nos acessos à escada pressurizada. sendo que cada grupo deve. para edificações residenciais com altura igual ou superior a 80 metros e demais ocupações com altura igual ou superior a 60 metros. essa antecâmara pode ser dispensada apenas no nível térreo (piso de descarga) quando este não estiver em local de risco de incêndio. em todos os pavimentos. b) que tiver uso de estacionamento de veículos com profundidade maior que 12 metros.6. (5) Edificações isentas de uso do grupo moto-gerador desde que a área de cada pavimento seja inferior a 750 m2. ser descontínua no piso de descarga. do tipo Convento. seus acessos devem ser protegidos por antecâmara de segurança. é permitido o uso de somente um ventilador com um motor.7 desta IT.6.1. conforme descrito no item 5. Em ambos os casos a escada e o número de PCF calculadas seguem o mesmo critério de dimensionamento dos pavimentos superiores. (4) Devem ser pressurizadas as escadas dos subsolos que possuir as seguintes características: a) que tiver uso distinto de estacionamento de veículos sem distinção de altura. de acordo com item 5.1.G R U P O OCUPAÇÃO/ USO (4) CRITÉRIO DE ALTURA (7) NÚMERO DE PCF CONSIDERADAS ABERTAS (8) GRUPO MOTO-GERADOR AUTOMATIZADO (Autonomia de 4 h) LOCAIS A SEREM SUPERVISIONADOS PELO SISTEMA DE DETECÇÃO AUTOMÁTICA DE FUMAÇA (1) J Depósito Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros 2 2 2 2 2 2 SIM SIM SIM SIM SIM SIM L Explosivos (idem ao descrito na mesma coluna da página anterior) M Especial (1) A exigência de sistema de detecção de fumaça para o sistema de pressurização não isenta a edificação das demais exigências previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio.7 desta IT. devendo. a escada. (2) Conforme item 5. no mínimo. . esse pavimento seja destinado única e exclusivamente a hall de recepção ou. estas devem possuir compartimentação do tipo corta-fogo em relação a esse hall. inclusive para os pavimentos situados abaixo do piso de descarga. (7) Quando a edificação for dotada de elevador de emergência. alínea c: “Nos edifícios residenciais e escritórios com até 60 metros de altura e nos edifícios escolares com até 30 (trinta) metros de altura. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida.6 e 5. para atuarem especificamente no estágio de emergência e em conjunto”.6.1. (3) Em edificações com altura superior a 12 metros.1. ou seja.

ANEXO C .

ANEXO D .

.

e massas de 13 kg e 17 kg respectivamente.5 kg Meio . com dimensões 2.5 agregado gaúcho (granizo pedra nº 3): armadura simples posicionada à meia espessura das paredes.ANEXO F .8m totalmente expostas ao fogo (em uma face). possuindo malha de lados 15 cm.5 2.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Bloco de 14 cm sem revestimento Bloco de 19 cm sem revestimento Bloco de 14 cm com revestimento Bloco de 19 cm com revestimento Meio .5 1.5 1.(informativo) Característica das Paredes Características das paredes Traço em volume de argamassa de revestimento Chapisco Emboço Cal Areia Espessura de argamassa de revestimento (cada face) (cm) Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios de avaliação (horas) Espessura total da parede (cm) Duração do ensaio (min) Integridade Estanqueidade Isolação térmica Resistência ao fogo (horas) Paredes ensaiadas (*) Traço em volume da argamassa do assentamento Cimento Cal Areia Espessura média da argamassa de assentamento (cm) Cimento Areia Cimento Parede de tijolos de barro cozido (dimensões nominais dos tijolos). 5 cm x 10 cm x 20 cm: Massa: 1.9 Kg).5 10 20 15 25 120 395 (**) 300 300 (**) ≥2 ≥ 6 ≥ 4 ≥ 6 ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 1½ ≥ 6 4 ≥5 1½ ≥ 6 4 >6 Parede de blocos vazados de concreto (2 furos) (blocos com dimensões nominais): 14 cm x 19 cm x 39 cm e 19 cm x 19 cm x 39 cm.8m x 2.5 areia média: 3. Paredes de concreto armado monolítico sem revestimento Traço do concreto em volume.5 16 120 150 185 150 300 (**) 150 210 ≥ 2 ≥ 2 ≥ 3 ≥ 2 ≥ 4 2 3 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 1½ 2 3 2 ≥ 4 1 3 1½ 2 3 2 >4 1½ 3 Paredes de tijolos cerâmicos de oito furos (dimensões nominais dos tijolos 10 cm x 20 cm x 20 cm (massa 2. 1 cimento: 2. (*) Paredes sem função estrutural ensaiadas totalmente vinculadas dentro da estrutura de concreto armado.5 1. . de aço CA50A diâmetro ¼ poleda. (**) Ensaio encerrado sem ocorrência de falência em nenhum dos três critérios de avaliação.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento - 1 1 1 1 5 5 5 5 1 1 1 1 1 1 3 3 1 1 2 2 9 9 2. 1 1 8 1 - - - - - - 14 100 ≥ 1½ ≥ 1½ 1½ 1½ 1 1 1 - 1 1 1 1 1 8 8 8 4 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 1 1 1 1 2 2 2 2 9 9 9 9 1.5 19 17 22 13 23 11.tijolo sem revestimento Um tijolo sem revestimento Meio .

ANEXO G MODELO DE CÁLCULO DE VAZÃO DO SISTEMA DE PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA I – Dados para o desenvolvimento do cálculo de vazão de ar 1) Quantidade de pavimentos com acesso à escada pressurizada: 18 2) Quantidade total de portas corta-fogo (PCF) de ingresso à escada de segurança: NPI = 17 3) Quantidade total de PCF de saída da escada de segurança: NPS = 01 4) Quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (conforme Anexo B .edifício de serviços profissionais) 5) Área de vazamento por meio de frestas das portas corta-fogo (PCF) que comunicam a escada pressurizada com os diversos pavimentos – adotar PCF simples: a) 0.é o diferencial de pressão (Pa). permitindo a saída do espaço pressurizado. adotamos “2”.03m². II .é o fluxo de ar (m3/s) A .Cálculo do suprimento de ar necessário para se obter o diferencial de pressão entre a escada e os ambientes contíguos: 1) Condições: a) situação de emergência (incêndio) b) todas as PCF da escada pressurizada. b) 0.(A): a) Dados: NPI = 17.é a área de restrição (m2) P .escape de ar por meio de frestas . b) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de ingresso ao espaço pressurizado( API): API = 17 x 0.03 m² API = 0. dando acesso ao espaço pressurizado. batente rebaixado. c) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos deve ser de 50 Pa 2) Cálculo das áreas de restrição .64 m². batente rebaixado. 7) Fator de segurança: a) 15% para vazamentos em dutos metálicos b) 25% para vazamentos em dutos de alvenaria ou mistos c) 25% para vazamentos não identificados 8) Velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: V = 1m/s 9) Fórmula para cálculo do escape de ar por meio das frestas das PCF: Q = 0.51 m² c) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de saída do espaço pressurizado(APS): . em caso de situação de incêndio – adotar PCF simples: 1. N .03 m² – porta simples.04m². área de vazamento por meio de frestas para PCF de saída = 0.04 m² – porta simples. 6) Área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta.é um índice que varia de 1 a 2.827 x A x (P)(1/N) onde: Q . NPS = 01. adotamos “50” (conforme Anexo A da IT). consideradas fechadas. área de vazamento por meio de frestas para PCF de ingresso = 0.

55 m² P = 50 Pa N=2 Portanto. a vazão de ar QPF deve se aumentada até que se obtenha a referida velocidade mínima de passagem do ar estipulada.(QPF) Cálculo de QPF: QPF = 0.827 x 0.03 m².76 m² c) Cálculo da velocidade de ar através do vão de luz das PCF consideradas abertas mais frestas das PCF consideradas fechadas (VPA): VPA = QPF / APA VPA = 3.22 m³/s 4) Cálculo da velocidade de ar para 1 porta aberta considerando a vazão de ar de pressurização para portas fechadas a) Dado: ● Área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta: AVL = 1.04 m² A = 0. ● Quantidade de PCF fechadas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPF = 16 ● Vazão de ar de pressurização para portas fechadas: QPF = 3.64 m².0 m/s. ● Quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (sendo 1 de ingresso e 1 de saída) ● Área de passagem de ar por meio das frestas de uma porta corta-fogo fechada: APF = 0.55 x (50)1/2 QPF = 3.55 m² 3) Cálculo do fluxo de ar necessário para o sistema de pressurização considerando as PCF fechadas .76 m² VPA = 0.22 m³/s ● Velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: VPA(min) = 1m/s ● Fórmulas utilizadas: APA = AVL x NPA + APF x NPF VPA = QPF / APA = ou > 1 m³/s b) Cálculo da área de restrição por meio do vão de luz das PCF consideradas abertas ( APA): APA = AVL x NPA + APF x NPF APA = 1. .86 m/s Como a velocidade encontrada é menor do que 1.64 m² x 02 + 0.51 m² + 0.827 x A x (P)(1/N) onde: QPF = ? A = 0.APS = 01 x 0.04 m² APS = 0. QPF = 0.04 m² d) cálculo da área total de restrição (A): A = 0.03 x 16 APA = 3.22 m³/s / 3.

76 m³/s 5) Cálculo do fluxo de ar considerando os incremento dos valores referenciais de perdas em dutos e vazamentos não identificados – (QTPF) a) Dado: ● Fator de segurança quanto ao tipo de duto: dutos metálicos: 15% = 1.76 x 1.936 m³/h Portanto a vazão total requerida para o conjunto moto-ventilador é de 5.26 m³/s . QPFC = APA x VPA(min) QPFC = 3.76 x 1.15 + 3. .04 m³/s x 3600 s QD = 7.936 m³/h. d) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos não deve ser superior a 60 Pa. 2) Cálculo da vazão de ar em excesso para dimensionamento do damper de alívio (QD): QD = QTPF .25 QTPF = 5.15 ● Fator de segurança para vazamentos não identificados: 25% = 1. III .0 m/s QPFC = 3.76 m² x 1.15 + QPF x 1. para uma vazão em excesso de 2.26m³/s x 3.344 m³/h.25 b) Cálculo de QTPF: QTPF = QPF x 1.26 m³/s ou 18.25 QTPF = 3.600s QTPF = 18.QPF QD = 5.26 m³/s Transformando a vazão em m³/h: QTPF = 5. c) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos deve ser de pelo menos 50 Pa.22 m³/s QD = 2.04 m³/s Transformando a vazão em m³/h: QD = 2.d) Cálculo da vazão de ar corrigida para se obter a velocidade mínima através do vão de luz das PCF consideradas abertas mais frestas das PCF consideradas fechadas (VPA).344 m³/h Portanto o damper de alívio deve ser capaz de manter a pressão interna no interior do espaço pressurizado abaixo de 60 Pa.3.Cálculo da vazão de ar em excesso para se manter o diferencial de pressão entre a escada e os ambientes contíguos: 1) Condições: a) situação de emergência (incêndio). b) todas as PCF da escada pressurizada consideradas fechadas.04 m³/s ou 7.

11 PLANO DE INTERVENÇAO DE INCÊNDIO SUMÁRIO ANEXOS 1 – Objetivo A – Planilha de levantamento de dados 2 – Aplicação B – Fluxograma do Plano de Intervenção de Incêndio 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e conceitos 5 – Procedimentos .IT .

Civil. Society of Fire Protection Engeniering. b) a elaboração de Planos de Intervenção Incêndio. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44. “Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas”. de acordo com as tabelas de exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais é necessária a elaboração de um Plano de Intervenção de Incêndio. 355 . Sellie. 5. 18th edition.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece princípios gerais para: a) o levantamento de riscos de incêndios. 5. National Fire Protection Association.Instituto de Engenharia de São Paulo.mg.gov. . 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E FUNDACENTRO. Ministério do Trabalho. 1997.gov.mg. Lei nº 14. FireEx Internacional de Proteção Industrial Ltda. 1992. Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. “Introdução à Análise de Risco – sistemática e métodos”.190-000 Site: www. “Seminário sobre a Intervenção dos Bombeiros no Meio Industrial" . 54. 1994. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e áreas de risco onde. “Manual de Regulamentação de Segurança contra Incêndios”. Gerald.2. NBR 14276 – Programa de Brigada de Incêndio. NR 23 – Proteção Contra Incêndio. 4ª edição. 1997. “The SFPE Handbook of Fire Protection Engeniering.br Email: dat3@cbmmg.bombeiros. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.Bairro Centro CEP 30.1 As edificações relacionadas no item 2 desta IT devem possuir um Plano de Intervenção de Incêndio. PROCEDIMENTOS 5. Maj. National Fire Protection Association.270.1 Para a elaboração de um Plano de Intervenção de Incêndio é necessário realizar uma análise preliminar de riscos. 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Para efeito desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e pânico. 2nd edition. Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo. 1ª edição.130. NBR 14023 – Registro de Atividades de Bombeiros. “Handbook”. Augusto de Lima. NBR 14608 – Bombeiro Profissional.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 11 PLANO DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. buscando identificá-los. c) padronização das formas de intervenção operacional nos locais de risco.2 Análise preliminar de riscos: 5. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei Estadual Complementar nr.

5. f) facilidade de encontrar os meios e rotas para retirada da população. na primeira renovação do AVCB da edificação ou área de risco.3. no caso de ocorrer um incêndio/sinistro.2. em caso de emergências. 5. a critério do Corpo de Bombeiros. c) a segurança dos profissionais responsáveis pelo socorro.2. c) as ações a serem tomadas pelos responsáveis pelo uso e funcionários. 5. recomenda-se que se realize.4. Este Plano de Intervenção de Incêndio deve ser objeto de uso freqüentes em treinamentos e simulados.3 Uma cópia da Planta de Risco deve permanecer num local como portaria. responsável pela área da edificação. por meio do preenchimento da planilha de levantamento de dados contida no anexo A.3. b) paredes corta-fogo e de compartimentação. acesso principal ou recepção. juntamente com responsável pelo uso da edificação. é elaborado o Plano de Intervenção de Incêndio.6 A partir do Levantamento de Dados e do mapeamento das áreas de risco.7 O Plano de Intervenção de Incêndio deverá ser de conhecimento da população permanente da edificação. 5. o plano é arquivado em três vias: a) uma via anexa ao Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico (Pscip). de forma que seja acessível às guarnições do Corpo de Bombeiros. f) reserva de incêndio. e) hidrante de recalque.3.5 O Plano de intervenção de incêndio será avaliado por um Oficial do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico das Unidades e Frações de Bombeiros. 5.2 A Análise preliminar de riscos é o estudo prévio sobre a existência de riscos.5. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema. 5. no segundo ano consecutivo. técnicos.1 O Plano de Intervenção de Incêndio consiste num planejamento prévio para a provável ocorrência de uma emergência e visa facilitar o reconhecimento da edificação por parte da população e das equipes de emergência. e) a proteção do meio ambiente. cujo modelo encontra-se na IT 01 – Procedimentos Administrativos. d) o controle da propagação de incêndios. j) acrescentar tipo de escada.4 Em conjunto com a planilha de levantamento de dados da edificação deve ser apresentada uma Planta de Risco. b) uma via no acesso principal da edificação. f) outros dados julgados necessários. tipo e quantidade.2.3. b) descrição das possíveis causas de incêndio. o levantamento deve ser elaborado por profissionais de um grupo multidisciplinar (engenheiros.3. d) a orientação aos usuários temporários.2 A Planta de Risco deve ser elaborada no formato A2.2. 5. 5. no mínimo. indicando: a) principais riscos.4. g) armazenamento de produtos perigosos. c) uma via em arquivo digitalizado em CD não regrávavel . d) número de pavimentos.2. 5.9 O plano de intervenção deverá ser apresentado ao CBMMG.2.3.2. 5. A3 ou A4. i) hidrantes públicos próximos da edificação (se houver).2 Por meio do plano de intervenção de incêndio. aprovado no Corpo de Bombeiros.2. especialistas em gerenciamento de emergências).3. proporcionando sua utilização em simulados e treinamentos. um simulado com a participação integrada da brigada de emergências da edificação e do Corpo de Bombeiros.3 Plano de Intervenção de Incêndio 5.3 O Plano de intervenção de incêndio de uma edificação contém os seguintes dados: a) planilha de Levantamento de Dados.4 O Plano deverá ser confeccionado pelo Responsável Técnico habilitado com Assessoria do Corpo de Bombeiros. 5.6 Uma vez elaborado e ratificado pelo Corpo de Bombeiros.5 Conforme a complexidade dos riscos existentes. . 5. 5.2.10 Durante o período de validade do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros. em escala padronizada.3. podendo ser em mais de uma folha.11 As edificações e projetos já aprovados e liberados pelas leis municipais deverão adequar-se no contido desta Instrução Técnica. 5.3 O levantamento do risco de incêndios é elaborado pelo Responsável Técnico.8 O responsável pelo uso da edificação deverá entregar ao Corpo de Bombeiros responsável pela área da edificação o Plano de Intervenção para análise e aprovação.1 A Planta de Risco acima citada é a mesma elaborada no processo de segurança contra incêndio e pânico. c) hidrantes internos e externos.2. b) a segurança da população das edificações vizinhas.3.4. 5. busca-se garantir: a) a segurança da população fixa e flutuante do edifício. e) os itinerários mais indicados para as viaturas do Corpo de Bombeiros. conforme item 5. 5.3. 5. 5.3. h) vias de acesso às Viaturas do Corpo de Bombeiros.

..................................:............................................................ Pronto Socorro (192): End................. Localização:.. 3.......... PONTOS CRÍTICOS DA EDIFICAÇÃO: Assinalar na implantação: central de GLP.......:.............. Vias de acesso e pontos de referência: ..................................................... Tempo-resposta:............................................. Material de acabamento das paredes:........... 2....................................... O prédio possibilita.......... Qual o hidrante público mais próximo: .............................. Policiamento (190): End......................................6 Socorros externos: localização e tempo / resposta: Obs: medir o deslocamento em velocidade moderada em situação normal de trânsito........................................... ENDEREÇO:...... POPULAÇÃO FIXA E FLUTUANTE:....................m Tipo de estrutura: ( ) concreto ( ) metálica ( ) madeira ( ) outras especificar:................................................................................................ HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:............................................... Tipo (s) de mangueira (s): ( ) 38 mm ( ) 63 mm Obs.....................m 2.................5 Pessoal treinado: ( ) Bombeiros profissionais ( ) Brigada de Incêndio ( ) Socorristas Responsável pela brigada:..................... junto ao leito carroçável ou no seu interior a utilização de viaturas ou equipamentos de Bombeiro: ( ) sim ( ) não 1.....m Atrás...................... Período em que estão na edificação:................. PROPRIETÁRIO:..................................................2 Instalações Automáticas: Chuveiros automáticos ( ) sim ( ) não Gás carbônico (CO2): ( ) sim ( ) não Gases especiais: ( ) sim ( ) não Sistema de detecção de incêndio e alarme: ( ) sim ( ) não 2.............. DADOS SOBRE O ABANDONO DE ÁREA Quais as saídas de emergências? Há área de refúgio? Há comunicação com outras edificações? Há pessoas com dificuldade para locomoção? Há pontos fixos para ancoragem de cordas? Há escada mecânica disponível na Fração de Bombeiros mais próxima alcança todos os pavimentos? Há rotas de fuga com iluminação de emergência? .min...........................................................................................................m2 Altura da edificação:.......... há gerador para emergência: ( ) sim ( ) não Localização do hidrante de recalque:........................................ ............ANEXO A PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE DADOS OCUPAÇÃO:................................................................: colocar a quantidade entre os parênteses Hidrante de recalque: ( ) Sim ( ) Não Hidrante público mais próximo da edificação:...................... Material da cobertura:.......................................................................:..................... Nº de Pavimentos:.............................................m Esquerda.................................................................. BAIRRO:..m3 Manancial natural ou artificial nas proximidades: ...................min.....m3 Capacidade Reservada para Incêndio:................ Corpo de Bombeiros (193): End......................min..........................................m Frente....1 Hidrantes: ( ) simples ( ) duplo ( ) interno ( ) externo ( ) não possui quantidade:...............4 Reservatório de água para incêndio: ( ) subterrâneo ( ) elevado Capacidade:....... outras que oferecer um risco maior............................. EQUIPAMENTOS E SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO: 2.....................3 Bombas de recalque: ( ) elétrica ( ) óleo ( ) gasolina ( ) vapor Sendo elétrica...m2 Área construída:..... 2... Nº DE FUNCIONÁRIOS:................. Tempo-resposta:..... 4.............................. casa de bomba...................................................... Anexar planta baixa do prédio...................... 2.............m Distância em relação às edificações vizinhas: Direita.. Quantidade de brigadistas............................. 2. DADOS RELATIVOS A CONSTRUÇÃO DO IMÓVEL: Área do terreno:............. Tempo-resposta:............... Material de acabamento dos pisos:............................... ..................................

........................................... RESPONSÁVEL TÉCNICO Nome:..................... 10.............................................................. Telefone:.............. Sentido do vento predominante:......... Esta planilha está sujeita a alterações de acordo com as peculiaridades de cada plano de intervenção de incêndio...................... Telefone de contato:............................................................ 9........................ Capacitação técnica (CREA) :.... Comandante:.... Abastecimento de gás: ( ) GLP ( ) GN 6. TIPO DE VIZINHANÇA: ......................... 8............................................................................................................................. POSSIBILIDADE DE ENCHENTE: ( ) sim ( ) não ( ) Córrego ( ) Lagoa ( ) Outros 7.............................. . Fração de Bombeiros mais próxima: End....:....................Há rotas de fuga sinalizadas? 5.......................

ANEXO B Fluxograma do Plano de Intervenção de Incêndio Preencher a planilha de levantamento de dados a partir da primeira renova ç ão do AVCB Análise dos riscos e elaboração da planta de risco Elaboração do plano de intervenção de incêndio Avaliação do Plano de Intervenção pelo proprietário ou responsável pela elaboração em conjunto com o Comandante da Fração de Bombeiros mais próxima. Exercícios simulados envolvendo os Órgãos Públicos de emergência e Planos de auxílio mútuo .

Currículo básico do curso de formação da Brigada de Incêndio C .Questionário de avaliação de bombeiro profissional civil 5 – Procedimentos .Questionário de avaliação de brigadista.IT .Tabela de percentual de composição da Brigada de Incêndio cálculo para 2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas B . 4 – Definições D .12 BRIGADA DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .

treinamento e reciclagem da brigada de incêndio para atuação em edificações e áreas de risco no estado de Minas Gerais. conforme condições descritas a seguir: 1ª Condição: Determinar população fixa da edificação.br 1 OBJETIVO 1. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.Registro de atividades de bombeiros. NBR 14608 . Obs: Há casos especiais para base de cálculo.Sistema de proteção contra descargas atmosférica.1 A brigada de incêndio deve ser composta pela população fixa e o percentual de cálculo do anexo A.br Email: dat3@cbmmg. NBR 14023 . 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta instrução técnica. 355 .gov. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. NBR 9444 . ou seja.Bombeiro profissional civil. o qual o número de brigadista está descrito na tabela do anexo A.Extintor de incêndio classe A – Ensaio de fogo em engradado de madeira.Campo para treinamento de combate a incêndio.Saída de emergência em edifícios. NBR 14277 . NBR 5419 . 2ª Condição: Se a população fixa (PF) for menor que 10 pessoas: Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.Veículos para atendimento a emergências médicas e resgate. aquela que regularmente permanece na edificação.130.190-000 Site: www. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.bombeiros.gov. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 14276 . NBR 9077 .INSTRUÇÃO TÉCNICA – 12 BRIGADA DE INCÊNDIO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. NBR 9443 .Viaturas de combate a incêndio .mg. Exemplo: Prédios residenciais necessitam treinar todos funcionários do condomínio e um morador (ou empregado) por pavimento. NBR 14096 . Augusto de Lima. que é obtido levando-se em conta o grupo e a divisão de ocupação da planta. Decreto Estadual nº 44.Extintor de incêndio classe B – Ensaio de fogo em líquido inflamável.Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio.Programa de brigada de incêndio.mg. NBR 13860 .Bairro Centro CEP 30.1.1 Esta instrução técnica estabelece as condições mínimas para a formação. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Composição da brigada de incêndio 5. 2 APLICAÇÃO Esta instrução técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco enquadradas na tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.270. NBR 145610 . aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.

ou seja. ou seja.1. Obs: Portanto.1. 50 x 10% = 5. 3ª Condição: Se a população fixa for maior que 10 pessoas: = [(população fixa por pavimento de 10 pessoas) x (% de cálculo da coluna 1 do anexo A)] + [(população fixa por pavimento menos 10 pessoas) x (% de cálculo da coluna 2 (C2) do anexo A)].3 Sempre que o resultado obtido do cálculo do número de brigadistas por pavimento for fracionário.6 Nº de brigadistas por pavimento = 4 pessoas 5. Exemplo: Loja População fixa = 9 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = (9 x 40%) = 3.2 Para os números mínimos de brigadistas.Número de brigadistas por pavimento ou compartimento = [população fixa por pavimento] x [% e cálculo da coluna 1 (C1) do anexo A (coluna “até 10”)]. Exemplo: planta com duas edificações. PF (população fixa) = número de pessoas que permanecem regularmente na edificação. calcula-se o número de brigadistas separadamente por grupo de ocupação: Área administrativa População fixa = 19 pessoas por pavimento (três pavimentos) Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 30% + (19-10) x 10% = 3 + 0.10) x 7% = 5 + 106 x 7% = 5 + 7. o número de brigadistas deve ser calculado levando-se em conta o grupo de ocupação de maior risco. 1º Passo: Aplicar a porcentagem da coluna 1 (até 10) do anexo A para as primeiras 10 pessoas. 4º Passo: Portanto. 4 + 5 = 9.9 = 3.63 = 5.42 Nº de brigadistas por pavimento = 13 pessoas Nº total de brigadistas (área administrativa + área industrial) No total de brigadistas = (4 x 3) + 13 = 12 + 13 = 25 No total de brigadistas = 25 pessoas b) edificações sem compartimentação dos pavimentos e sem isolamento dos riscos.10) x 7% = 5 + 106 x 7% = 5 + 7. 2º Passo: Em seguida pegaremos a população fixa e subtraímos de 10 pessoas. sendo a primeira uma área de escritórios com três pavimentos e 19 pessoas por pavimento e a segunda uma indústria de médio potencial de risco com um pavimento e 116 pessoas: a) edificações com pavimentos compartimentados e riscos isolados. ou seja: Número de brigadistas = [10 x % C1] + [(PF – 10) x % C2]. onde: Número de brigadistas = Número de brigadistas por pavimento ou compartimento. para dimensionamento do número de brigadista quando à população fixa for maior que 10 pessoas. % C2 = porcentagem de cálculo da coluna 2 da tabela do anexo A.: Edificação com ocupação de agência bancária (D-2) tendo uma população fixa de 60 pessoas. deve-se proceder conforme exemplo: Ex. a natureza de trabalho e os eventuais afastamentos.9 Nº de brigadistas por pavimento = 4 pessoas Área industrial População fixa = 116 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (116 . Nº brig = [10 x 40%] + [(60 – 10) x 10%] Nº brig = 4 + (50 x 10%) Nº brig = 4 + 5 = 9 brigadistas 5. ou seja: Número de brigadista = PF x % C1 do anexo A (“até 10”). calcula-se o número de brigadistas por meio do grupo de ocupação de maior risco: No caso utiliza-se o grupo da área industrial Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Área administrativa População fixa = 19 pessoas por pavimento (três pavimentos) Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (19-10) x 7% = 5 + 9 x 7% = 5 + 0. o número de brigadista será a soma do valor obtido no 1º passo com o valor obtido no 3º passo. 3º Passo: Com o resultado obtido no 2º passo. O número de brigadistas só é calculado por grupo de ocupação. % C1 = porcentagem de cálculo da coluna 1 da tabela do anexo A.42 = 12. considerando os turnos de trabalho.42 Nº de brigadistas por pavimento = 13 pessoas Nº total de brigadistas (área administrativa + área industrial) No total de brigadistas = (6 x 3) + 13 = 18 + 13 = 31 Nº total de brigadistas = 31 pessoas .42 = 12. 5. 10 x 40% = 4. se as unidades forem compartimentadas e os riscos forem isolados. deve-se arredondá-lo para mais. multiplicamos este valor de porcentagem da coluna 2 (acima de 10) do anexo A.4 Quando em uma planta houver mais de um grupo de ocupação. ou seja.63 Nº de brigadistas por pavimento = 6 pessoas Área Industrial População fixa = 116 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (116 . ou seja.1. deve-se prever os turnos. 60 – 10 = 50 pessoas.

d) as empresas que possuem em sua planta mais de uma edificação. c) período de treinamento. b) Líder: responsável pela coordenação e execução das ações de emergência em sua área de atuação (pavimento/compartimento). devem ter um líder para cada pavimento/compartimento.5. principalmente os riscos inerentes ao grupo de ocupação. o número de pavimentos em cada edificação e o número de empregados em cada pavimento/compartimento.1. devidamente registrado no Conselho Regional competente ou no Ministério do Trabalho e os militares as Forças Armadas. das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares. É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo. b) as empresas que possuem em sua planta somente uma edificação com apenas um pavimento/compartimento.4. Findo esse prazo. desde que o brigadista seja aprovado em pré-avaliação com 70% de aproveitamento. d) nome. b) alarme/abandono de área. e a avaliação prática é realizada de acordo com o desempenho do aluno nos exercícios realizados. 5. será facultada a parte teórica.Caso nenhum candidato atenda aos critérios básicos relacionados. d) Coordenador geral: responsável geral por todas as edificações que compõem uma planta. Nota .4. e) encaminhamento do relatório aos setores competentes. d) possuir bom conhecimento das instalações. É escolhido dentre os brigadistas que tenham sido aprovados no processo seletivo. g) exercícios simulados. e) ter responsabilidade legal. c) as empresas que possuem em sua planta somente uma edificação.4. conforme parte B do anexo B. devem ter um líder que deve coordenar a brigada (ver exemplo 1). f) ser alfabetizado. 5.4.6 O profissional habilitado na formação de brigada de incêndio é toda pessoa com formação Técnico de Segurança do Trabalho.2 Critérios básicos para seleção de candidatos a brigadista Os candidatos a brigadista devem atender preferencialmente aos seguintes critérios básicos: a) permanecer na edificação. d) elaboração de relatório das irregularidades encontradas.4.5. 5. ou quando houver alteração de 50% dos membros da Brigada.1 Ações de prevenção: a) avaliação dos riscos existentes.4 Aos componentes da brigada que já tiverem freqüentado o curso anterior.4 Programa do curso de formação de brigada de incêndio 5. deverá ser realizado novo treinamento nos termos do item 5. 5. 5. 5.4.1 Brigada de incêndio A brigada de incêndio deve ser organizada funcionalmente como segue: a) Brigadistas: membros da brigada que executam as atribuições de 5. com mais de um pavimento/compartimento. habilitação e registro do instrutor. e) citar que o certificado está em conformidade com esta instrução técnica.2. preferencialmente dissertativa.5. b) preferencialmente possuir experiência anterior como brigadista. b) inspeção geral dos equipamentos de combate a incêndio. 5. devem ser selecionados aqueles que atendam ao maior número de requisitos.2 Organograma da brigada de incêndio a) o organograma da brigada de incêndio da empresa varia de acordo com o número de edificações. Exceção para o grupo A e divisões G-1 e G-2. 5. com mais de um pavimento/compartimento. b) carga horária.1 No certificado do brigadista devem constar os seguintes dados: a) nome completo do treinando com Registro Geral (RG). .3. devem freqüentar curso com carga horária mínima de 12 horas.5.5. que devem ser coordenados pelo coordenador geral da brigada (ver exemplo 3).1. 5.4. enfocando apenas a parte de prevenção e combate a incêndio e fazendo 2 horas práticas de combate a incêndio. É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo. a carga horária total deve ser de 4 horas. sendo a parte prática de.3 A periodicidade do treinamento do brigadista deve ser de no máximo 02 (dois) anos.4.5 Aqueles que concluírem o curso com aproveitamento mínimo de 70% na avaliação teórica e prática receberão certificado de brigadista. 5. c) Chefe da brigada: responsável por uma edificação com mais de um pavimento/compartimento.2 Ações de emergência: a) identificação da situação. 5. no mínimo. f) orientação à população fixa e flutuante. devem ter um líder por pavimento/compartimento e um chefe da brigada para cada edificação. 5.2 O curso deve enfocar. c) inspeção geral das rotas de fuga. selecionados conforme o item 5. 8 horas conforme anexo B.5 A composição da brigada de incêndio deve levar em conta a participação de pessoas de todos os setores.7 A avaliação teórica é realizada na forma escrita.1 Os candidatos a brigadista.3. 5. conforme parte A do anexo B. com 2º grau completo e que possua especialização em prevenção e combate a incêndio (carga horária mínima 60 horas-aulas) e Emergências Médicas (carga horária mínina de 40 horasaulas). c) possuir boa condição física e boa saúde.4.3 Organização da brigada 5.5 Atribuições da brigada de incêndio 5. expedido por profissional habilitado. que é coordenado pelo chefe da brigada dessa edificação (ver exemplo 2).

3 Exercícios simulados Deve ser realizado. 5. deve ser realizada uma reunião extraordinária para avaliação e correção das falhas ocorridas. f) outros assuntos de interesse.11 Para a elaboração dos procedimentos básicos de emergência deve-se consultar o fluxograma constante no Exemplo 4 do Organogramas de brigadas de incêndio.6.6. quadros de aviso ou similar. Deve ser elaborada ata na qual conste: a) horário do evento. e) primeiros socorros.6.2 Análise da situação Após o alerta.5 Abandono de área Proceder ao abandono da área parcial ou total. a solicitação para acompanhamento do simulado. com o objetivo de propor medidas corretivas para evitar a repetição da ocorrência.7. l) demais problemas levantados na reunião.8. removendo para local seguro.6.1 Deverá ser apresentada ao Corpo de Bombeiros com antecedência de 30 (trinta) dias.6. k) encaminhamento do formulário ao Corpo de Bombeiros para atualização de dados estatísticos. 5. 5.6. 5. b) o brigadista deve utilizar constantemente em lugar visível um crachá que o identifique como membro da Brigada. sinalizando a existência da brigada de incêndio e indicando seus integrantes com suas respectivas localizações.9 Investigação Levantar as possíveis causas do sinistro e suas conseqüências e emitir relatório para discussão nas reuniões extraordinárias. por meio de meios de comunicação disponíveis.6. colete ou capacete para facilitar sua identificação e auxiliar na sua atuação. i) recepção e orientação ao Corpo de Bombeiros. a uma distância mínima de 100 m do local do sinistro. c) no caso de uma situação real ou simulado de emergência. j) preenchimento do formulário de registro de trabalho dos bombeiros. i) falhas de equipamentos.1 Identificação da brigada a) devem ser distribuídos em locais visíveis e de grande circulação. da área ou geral.7. f) comportamento da população.4 Corte de energia Cortar. 5. de acordo com o número de brigadistas e os recursos disponíveis no local. que podem ser priorizados ou realizados simultaneamente. de modo a garantir os trabalhos de emergência e evitar que pessoas não autorizadas adentrem ao local. Havendo necessidade. d) atualização das técnicas e táticas de combate a incêndio.Plano de Auxílio Mútuo). a energia elétrica dos equipamentos.3 Primeiros socorros Prestar primeiros socorros às possíveis vítimas.7. e desencadear os procedimentos necessários. Imediatamente após o simulado. acionar o Corpo de Bombeiros e apoio externo. h) ajuda externa (PAM .1 Alerta Identificada uma situação de emergência.8 Procedimentos complementares 5.6.2 Reuniões extraordinárias Após a ocorrência de um sinistro ou quando identificada uma situação de risco iminente.6 Procedimentos básicos de emergência 5. 5. 5. com registro em ata. b) condições de uso dos equipamentos de combate a incêndio. quando necessário. 5. e) atuação da brigada. 5.6. 5. As decisões tomadas são registradas em ata e enviadas às áreas competentes para as providências pertinentes. desde o início até o final do sinistro.7 Controle do programa de brigada de incêndio 5. o brigadista deve usar braçadeira. onde são discutidos os seguintes assuntos: a) funções de cada membro da brigada dentro do plano. c) tempo gasto no retorno. b) tempo gasto no abandono.7 Isolamento da área Isolar fisicamente a área sinistrada. permanecendo até a definição final. j) falhas operacionais. no mínimo um exercício simulado no estabelecimento ou local de trabalho com participação de toda a população. 5.3.6 Confinamento do sinistro Evitar a propagação do sinistro e suas conseqüências. conforme comunicação preestabelecida. f) controle do pânico. e) alterações ou mudanças do efetivo da brigada.7. fazer uma reunião extraordinária para discussão e providências a serem tomadas.2 Comunicação interna e externa a) nas plantas em que houver mais de um pavimento. restabelecendo a normalidade. d) tempo gasto no atendimento de primeiros socorros. deve ser estabelecido previamente um sistema de comunicação entre os . setor. h) instrução de abandono de área com segurança. mantendo ou restabelecendo suas funções vitais com SBV (Suporte Básico da Vida) e RCP (Reanimação Cardio-Pulmonar) até que se obtenha o socorro especializado. g) participação do Corpo de Bombeiros e tempo gasto para sua chegada. 5. os ocupantes e os brigadistas. quando possível ou necessário. 5. 5. a brigada deve analisar a situação.10 Com a chegada do Corpo de Bombeiros. 5.6.c) acionamento do Corpo de Bombeiros e/ou ajuda externa. bloco ou edificação. d) corte de energia. a brigada deve ficar a sua disposição.6. c) apresentação de problemas relacionados à prevenção de incêndios encontrados nas inspeções para que sejam feitas propostas corretivas. a cada 12 meses. g) combate ao princípio de incêndio. qualquer pessoa pode alertar.8. 5.8 Extinção Eliminar o sinistro.1 Reuniões ordinárias Devem ser realizadas reuniões mensais com os membros da brigada. 5.

nos parâmetros da NBR 14096 .2 Ficam isentas da exigência de brigada de incêndio. Quando isto não ocorrer. durante as vistorias técnicas.2. do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.Viaturas de combate a incêndio .10.9. até o limite de 60%.1.1 Recomenda-se. computados. quadros sinópticos. para distribuição das tarefas conforme 5.5 A edificação que possuir posto de bombeiro interno. de acordo com o anexo D desta instrução técnica. interfones. encanadores.8.9.4 A formação e reciclagem do bombeiro profissional civil devem atender as exigências da NBR 14608 da ABNT.4 Ponto de encontro Devem ser previstos um ou mais pontos de encontro dos brigadistas. 5. deve ser exigido um novo treinamento. se faz necessário que essa pessoa seja devidamente treinada e que esteja instalada em local seguro e estratégico para o abandono.3 As edificações que possuem bombeiro profissional civil.6. com efetivo mínimo de 5 (cinco) bombeiros profissionais civis (por turno de 24 horas) e viatura de combate a incêndio devidamente equipada. 5. deve ser avaliado outro bombeiro e caso este também não acerte o mínimo estipulado acima. o vistoriador deve escolher um brigadista e fazer 6 (seis) perguntas dentre as 23 (vinte e três) constantes do anexo C. 5. 5. para estes casos.1 Para esta avaliação. Para tanto.10. 5. devem ser avaliados pelo Corpo de Bombeiros. 5. durante as vistorias técnicas.5 Grupo de apoio O grupo de apoio é formado com a participação da Segurança Patrimonial de eletricistas. 5. terão decréscimo na proporção de 20% na quantidade mínima de brigadistas. etc. alto-falantes. por turno de 24 horas. as edificações especificadas nas disposições constantes no anexo A e nas subdivisões da tabela 7. sistemas de alarme. o(s) setor(es) próximo(s) e o(s) local(is) de maior risco.2. a permanência de pessoas capacitadas a operar os equipamentos de combate a incêndios existentes na edificação.1 Os integrantes da brigada de incêndio podem ser avaliados pelo Corpo de Bombeiros.10. rádios. de acordo com o anexo C desta instrução técnica.poderá ficar isenta da brigada de incêndio. conforme o caso) determina o início do abandono.2 Os bombeiros profissionais civis. Quando isto não ocorrer. Chefe da brigada ou Líder.8.1 O descumprimento dos requisitos estabelecidos por esta instrução técnica será motivo para o órgão técnico do Corpo de Bombeiros não fornecer ou cassar o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). desde que o bombeiro profissional ministre treinamento periódico ao demais funcionários. .10.9. c) caso seja necessária à comunicação com meios externos (Corpo de Bombeiros ou Plano de Auxílio Mútuo) a telefonista ou o rádio-operador é a (o) responsável por ela. que execute exclusivamente serviços de prevenção e proteção contra incêndio. 5.9. deve ser exigida a reciclagem nos termos da NBR 14608. o(s) pavimento(s) superior(es) a este(s). 5. O avaliado deve acertar no mínimo 4 (quatro) das perguntas feitas. O avaliado deve acertar no mínimo 3 (três) das perguntas feitas.3 Ordem de abandono O responsável máximo da brigada de incêndio (Coordenador geral. a fim de facilitar as operações durante a ocorrência de uma situação real ou simulado de emergência.10. 5.10 Disposições finais 5. 5.9 Avaliação 5. devendo priorizar o(s) local(is) sinistrado(s). telefonistas e técnicos especializados na natureza da ocupação.brigadistas. b) essa comunicação pode ser feita por meio de telefones.1 Para esta avaliação. o vistoriador deve escolher um bombeiro civil e fazer 8 (oito) perguntas dentre as 30 (trinta) constantes do anexo D. deve ser avaliado outro brigadista e caso este também não acerte o mínimo estipulado acima.8. para cada bombeiro. nos parâmetros desta IT. 5. 5.10. sistemas de som interno.

C O O R D EN ADO R G ER AL C HEFE D A BR IG AD A CH EFE D A BR IG AD A LÍD ER LÍD ER LÍD ER LÍD ER BR IG AD IST A BR IG AD IST A BR IG ADIST A BR IG ADIST A BR IG AD IST A BR IG AD IST A . a primeira com três pavimentos e dois brigadistas por pavimento. CHEFE DA BRIGADA LÍDER LÍDER LÍDER BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA Exemplo 3: Empresa com duas edificações. LÍDER BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA Exemplo 2: Empresa com uma edificação. três pavimentos e três brigadistas por pavimento.Exemplos de organogramas de brigadas de incêndio: Exemplo 1: Empresa com uma edificação. um pavimento e cinco brigadistas. e a segunda com um pavimento e quatro brigadistas por pavimento.

não Há emergência? sim Acionamento do Corpo de Bombeiros e apoio externo Procedimentos necessários. não Há vítimas? não Há incêndio? sim sim não Há necessidade de socorro? não Há necessidade de cortar a energia elétrica? sim CORTE DE ENERGIA não Há necessidade de abandono de área? sim ABANDONO ÁREA DE não Há necessidade de isolamento de área? sim ISOLAMENTO DE ÁREA não Há necessidade de confinamento da área? sim CONFINAMENTO DA ÁREA não Há necessidade de combate? sim PRIMEIROS SOCORROS sim COMBATE AO INCÊNDIO não Há necessidade de remoção? sim O sinistro foi controlado? não Socorro especializado sim INVESTIGAÇÃO Cópia para os setores responsáveis Elaboração de relatório Cópia para arquivo Fim .Exemplo 4: Fluxograma de procedimento de emergência da brigada de incêndio (recomendação) Início ALERTA Análise da situação.

ANEXO A Percentual de cálculo para composição da brigada de incêndio População fixa por pavimento Acima de 10 Grupo A Residencial B Serviço de Hospedagem Divisão Descrição A-1 Habitação unifamiliar A-2 A-3 B-1 B-2 C-1 Habitação multifamiliar Habitação coletiva (*) Hotel e assemelhado Hotel residencial (**) Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem baixa carga de incêndio Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem média carga de incêndio Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem alta carga de incêndio Local para prestação de serviço profissional ou condução de negócios Até 10 Isento Fazem parte da brigada de incêndio todos os funcionários da edificação 50% 10% 50% 10% 50% 10% 40% 40% 50% 30% 5% 5% 20% 10% C Comercial C-2 C-3 D-1 D-2 D Serviço profissional Agência bancária Serviço de reparação (exceto os classificados em G e I) 40% 10% D-3 40% 10% D-4 Laboratório 40% 10% E Educacional e cultura física E-1 E-2 E-3 E-4 E-5 E-6 F-1 F-2 F-3 F-4 Escola em geral Escola especial Espaço para cultura física Centro de treinamento profissional Pré-escola Escola para portadores de deficiências Local onde há objeto de valor inestimável Local religioso e velório Centro esportivo e de exibição Estação e terminal de passageiro Arte cênica e auditório F Local de Reunião Pública F-5 40% 20% 40% 20% 40% 20% 40% 20% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa 60% 20% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa 60% 20% 40% 10% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 Clube social e diversão Construção provisória Local para refeição Recreação pública Exposição de objetos e animais .

G-1 . (**) Na divisão H-5 o índice aplica-se somente aos funcionários da edificação. 60% 20% Serviço de saúde e Repartição pública. edificações das forças 30% 10% H-4 institucional armadas e policiais Faz parte da brigada de incêndio Local onde a liberdade das pessoas sofre H-5 todos os funcionários da restrições edificação H-6 Clínica e consultório médico e odontológico 40% 20% Todo tipo de atividade industrial (baixa carga I-1 40% 5% incêndio) I Todo tipo de atividade industrial (média carga I-2 50% 7% Indústria incêndio) Todo tipo de atividade industrial (alta carga I-3 60% 10% incêndio) J-1 Depósitos de material incombustível 40% 10% J-2 Todo tipo de depósito (baixa carga incêndio) 40% 10% J J-3 Todo tipo de depósito (média carga incêndio) 50% 20% Depósito Faz parte da brigada de incêndio J-4 Todo tipo de depósito (alta carga incêndio) toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio L-1 Comércio toda a população fixa L Faz parte da brigada de incêndio L-2 Indústria Explosivos toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio L-3 Depósito toda a população fixa M-1 Túnel Isento M-2 Parque de tanque 60% 10% Faz parte da brigada de incêndio M M-3 Central de comunicação e energia toda a população fixa Especial M-4 Propriedade em transformação 30% 5% M-5 Processamento de lixo 50% 7% M-6 Terra selvagem Isento (*) Na divisão A-3 não se aplica o índice à população fixa com idade acima de 60 anos e abaixo de 18 anos. manutenção e reparos 50% 10% H-1 Hospitais veterinários e assemelhados 50% 10% Faz parte da brigada de incêndio Local onde pessoas requerem cuidados especiais H-2 todos os funcionários da por limitações físicas ou mentais edificação H H-3 Hospital e assemelhado.Garagem sem acesso de público e sem Faz parte da brigada de incêndio abastecimento toda a população fixa Garagem com acesso de público e sem Faz parte da brigada de incêndio G-2 G abastecimento toda a população fixa Serviço automotivo Faz parte da brigada de incêndio G-3 Local dotado de abastecimento de combustível toda a população fixa G-4 Serviço de conservação.

11 Análise de vítimas Avaliação Primária Conhecer as técnicas de exame primário (sinais vitais) 12 Vias aéreas Causas de obstrução e Conhecer os sintomas de obstruções em adultos. B – Parte Prática Módulo 01 Prática 02 Prática Assunto Combate a incêndios Primeiros Socorros Objetivos Praticar as técnicas de combate a incêndio. isolamento e extinção de princípios de incêndio. 02 Teoria do fogo 03 Propagação do fogo 04 Classes de incêndio 05 Métodos de extinção 06 Ventilação Conhecer os métodos e técnicas de ventilação de ambientes em chamas e sua importância. TURMAS: Composta de no máximo 20 alunos. 07 Agentes extintores Água (jato/neblina). manuseio.Parte Teórica Módulo 01 Introdução Assunto Objetivos do curso e o brigadista Combustão e seus elementos Condução. responsabilidades e comportamento do brigadista. PQS. remoção e iluminação 09 Equipamentos de Tipos e funcionamento Conhecer os meios mais comuns de sistemas e detecção. em local adequado. Conhecer os agentes.4. suas características e espumas e outros aplicações. resfriamento e extinção química Técnicas de ventilação Objetivos Conhecer os objetivos gerais do curso. abandono de local com sinistro.7. irradiação e convecção Classificação e características Isolamento. arrombamento. EPI. corte. pontos de encontro e chamada e controle de pânico. comunicações 10 Abandono de área Procedimentos Conhecer as técnicas de abandono de área. 13 RCP (Reanimação Cardio.Ventilação artificial e Conhecer as técnicas de RCP com 1 e 2 Pulmonar) compressão cardíaca externa socorristas para adultos. Conhecer os processos de propagação do fogo. saída organizada.ANEXO B Currículo básico do curso de formação de brigada de incêndio OBJETIVO: Proporcionar aos alunos conhecimentos básicos sobre prevenção. 08 Equipamentos de combate Extintores. C – Avaliação Módulo 01 Avaliação Assunto Geral Objetivos Avaliar individualmente os alunos conforme descrito no item 5. Conhecer as classes de incêndio. hidrantes. Conhecer o tetraedro do fogo. CO2. A . abafamento. além de técnicas de primeiros socorros. 14 Hemorragias Classificação e tratamento Reconhecimento e técnicas de hemostasia em hemorragias externas. Conhecer os métodos e suas aplicações. . Praticar as técnicas dos módulos 11 a 14 da parte A. Conhecer os equipamentos suas aplicações e a incêndio mangueiras e acessórios. INSTRUTORES E AVALIADORES: Profissionais habilitados. crianças e bebês. liberação crianças e bebês conscientes e inconscientes. alarme e manuseio.

aos integrantes da brigada de incêndio que constam no atestado fornecido. 1 – Quantas escadas de segurança existem na edificação? CERTO ERRADO 2 – As portas corta-fogo de uma escada de segurança podem permanecer abertas? CERTO 3 – Onde se localiza a central de alarme? CERTO ERRADO ERRADO 4 – Onde se localiza a central de iluminação de emergência? CERTO ERRADO 5 – Onde se localiza a central de deteção de incêndio? CERTO ERRADO 6 – Solicitado para que apontasse um detector de incêndio instalado na edificação: CERTO ERRADO 7 – Solicitado para que apontasse um acionador manual do sistema de alarme instalado na edificação: CERTO ERRADO 8 – Qual a cor da tubulação do sistema de hidrantes? CERTO ERRADO 9 – Solicitado que demonstrasse a forma de acionamento de um hidrante existente na edificação: CERTO ERRADO 10 – Solicitado que demonstrasse a forma de funcionamento do sistema de espuma por meio de aparelho entre linhas. esguicho proporcionador ou câmara de aplicação: CERTO ERRADO 11 – Cite três elementos que formam o tetraedro do fogo: CERTO ERRADO 12 – Quais são os métodos de extinção do fogo? CERTO ERRADO 13 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe A? CERTO ERRADO .ANEXO C Questionário de Avaliação de Brigadista O presente questionário deve ser aplicado durante a realização das vistorias. O bombeiro vistoriador deve assinalar CERTO. quando o brigadista errar ou não responder. quando a resposta estiver correta e ERRADO. As perguntas devem estar limitadas aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação.

:_________________________________________ Nº Vistoria:_______________ Nº Proposta:______________ Nome do avaliado (1) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Nome do avaliado (2) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Data:____/____/_________ ___________________________________ Avaliado (1) _______________________________ Avaliado (2) ____________________________________ Vstoriador (Avaliador) ______________________________ Testemunha .14 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe B? CERTO ERRADO 15 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe C? CERTO ERRADO 16 – Solicitado que demonstrasse a forma de utilização de um extintor de incêndio existente na edificação: CERTO ERRADO 17 – Qual o telefone para acionamento do Corpo de Bombeiros? CERTO ERRADO 18 – Qual a seqüência para análise primária de uma vítima? CERTO ERRADO 19 – Como deve ser a RCP em um adulto atendido por um único socorrista? CERTO ERRADO 20 – Onde se localiza a chave geral de energia elétrica da edificação? CERTO ERRADO 21.Qual o procedimento para se efetuar a troca de um bico de chuveiro automático? CERTO ERRADO 23.Como é o acionamento manual do sistema fixo de gás (CO2 ou outros)? CERTO ERRADO Ocupação: _____________________End.Perguntado sobre os procedimentos de teste do funcionamento do sistema de chuveiros automáticos: CERTO ERRADO 22.

quando operada por uma única pessoa: CERTO ERRADO 12 – Mostre na edificação a localização da bomba de incêndio: CERTO ERRADO 13 – Explique qual o procedimento para se efetuar a troca de um bico de chuveiro automático: CERTO ERRADO 14 – Qual a seqüência da análise primária de uma vítima? . quando o brigadista não souber a resposta. a partir do hidrante.ANEXO D Questionário de avaliação de bombeiro profissional civil O presente questionário deve ser aplicado durante a realização das vistorias. como deve ser armada uma linha de combate a incêndio. aos bombeiros profissionais civis que trabalham na edificação. As perguntas devem estar limitadas aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. O bombeiro vistoriador deve assinalar CERTO. quando a resposta estiver correta e ERRADO. 1 – Quais os elementos que formam o tetraedro do fogo? CERTO 2 – Quais os métodos de extinção do fogo? CERTO ERRADO ERRADO 3 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe C? CERTO ERRADO 4 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe A? CERTO ERRADO 5 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe B? CERTO ERRADO 6 – Quais as temperaturas ou pontos do fogo? CERTO ERRADO 7 – Para que serve a válvula de recalque instalada na calçada da edificação? CERTO ERRADO 8 – Cite dois cuidados que se deve ter com as mangueiras de incêndio: CERTO ERRADO 9 – Cite qual o número de telefone usado para acionamento do Corpo de Bombeiros: CERTO ERRADO 10 – Demonstre a forma de utilização de um extintor de incêndio de CO2 : CERTO ERRADO 11 – Demonstre.

cite duas providências que devem ser tomadas em caso de vítima de choque elétrico: CERTO ERRADO 23.Como deve ser tratada uma vítima de ataque epiléptico? CERTO ERRADO 22.Para que serve a válvula de governo e alarme do sistema de chuveiro automático? CERTO ERRADO 29.Demonstre a colocação da máscara autônoma contra gases: CERTO ERRADO .Qual a primeira providência a ser tomada antes da retirada de uma pessoa retida em um elevador? CERTO ERRADO 28.O que significa um X junto ao número da ONU numa placa de identificação de produtos perigosos? CERTO ERRADO 24.O que significa um extintor com capacidade 2A e 20B? CERTO ERRADO 26.Para que serve o sistema de pressurização em escada de emergência? CERTO ERRADO 25.Onde se localiza o barrilete do sistema de combate a incêndio da edificação? CERTO ERRADO 27.CERTO ERRADO 15 – Demonstre o emprego do respirador manual (ambu) em uma vítima com parada respiratória: CERTO ERRADO 16 – Descreva dois sintomas de uma vítima com ataque cardíaco: CERTO ERRADO 17 – Demonstre a aplicação de massagem cardíaca e respiração em um adulto com auxílio do respirador manual (ambu): CERTO ERRADO 18 – Como se procede a RCP em uma vítima atendida por dois socorristas? CERTO ERRADO 19 – Como deve ser tratada uma vítima com hemorragia venosa no braço? CERTO ERRADO 20 – Cite dois cuidados que se devem ter com uma vítima de queimadura de 2º grau: CERTO ERRADO 21.

30.Explique dois processos para se efetuar ventilação em um ambiente tomado por fumaça: CERTO ERRADO Ocupação: _____________________End.:_________________________________________ Nº Vistoria:_______________ Nº Proposta:______________ Nome do avaliado (1) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Nome do avaliado (2) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Data :____/____/_________ ______________________________ Avaliado (1) ______________________________ Avaliado (2) ______________________________ Vistoriador(Avaliador) ______________________________ Testemunha .

13 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .IT .

5. 5. quando instaladas a menos de 2. 355 .5 m de altura e as luminárias de balizamento (ou de sinalização). Decreto Estadual nº 44.3 Na condição acima descrita. 2. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais 2 APLICAÇÃO 2.2 Adota-se a NBR 10898 .gov.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições necessárias para o projeto e instalação do sistema de iluminação de emergência em edificações e áreas de risco. sem risco de incêndio. este deve ser construído ou protegido por material resistente ao fogo por 2 horas.Terminologia de Proteção contra incêndio e Pânico. NBR 10898 . 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E 4.4 A distância máxima entre dois pontos de iluminação de aclaramento deve ser de 15m ponto a ponto.130. para o seu perfeito funcionamento.br Email: dat3@cbmmg.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica.Sistema de iluminação de emergência IT 08 . NBR 6150 .Eletroduto de PVC rígido – Especificação. 5 PROCEDIMENTOS 5.bombeiros. 5.gov.270. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. com acesso protegido por PCF (P90). devem ter tensão máxima de alimentação de 30 volts. 5.Bairro Centro CEP 30.4 Quando a tomada de ar externa for realizada por meio de duto.190-000 Site: www. deverá ser garantido que a tomada de ar frio seja realizada sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5.5 As luminárias de aclaramento (ou de ambiente).1. levando-se em consideração o disposto na NBR 10898/1999.Sistema de iluminação de emergência.2 Os componentes da fonte de energia centralizada de alimentação de iluminação de emergência. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . 5.1 Deve-se garantir acesso controlado e desobstruído desde a área externa da edificação até o grupo motogerador. pode ser utilizado um Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.1. bem como seus comandos. conforme NBR 6150.3 No caso de instalação aparente.5. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão 4 DEFINIÇÕES . 5. a tubulação e as caixas de passagem devem ser metálicas ou em PVC rígido antichama.mg. ventilado e que não ofereça risco de acidentes aos usuários.1 Na impossibilidade de reduzir a tensão de alimentação das luminárias. devem ser instalados em local não acessível ao público. 5.2 No caso de grupo moto-gerador instalado em local confinado.1. Augusto de Lima. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.mg.1.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 13 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.4.1 Esta Instrução Técnica se aplica às edificações e áreas de risco onde é exigido o sistema de iluminação de emergência.1 Outro distanciamento entre pontos poderá ser aceito desde que atenda a NBR 10898.Saída de Emergência em Edificações.1 Grupo Moto-Gerador (GMG) 5. o GMG deve ser instalado em compartimento resistente ao fogo por 2 horas. 5. naquilo que não contrariar o disposto nesta Instrução Técnica.

poderá exigir que os equipamentos utilizados no sistema de iluminação de emergência sejam devidamente certificados por órgão competente.6 O CBMMG. .interruptor diferencial de termomagnético de 10 A. na vistoria. 30 mA com disjuntor 5.

IT .14 SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

2 Adequar o texto da NBR 9441 .Detectores automáticos de fumaça para proteção contra incêndio.3 Todo sistema deve ter duas fontes de alimentação. 5.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 14 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. 5.190-000 Site: www. NBR 13848 . 355 .1 O Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico de sistemas de detecção e alarme de incêndio deve conter os elementos necessários ao seu completo entendimento.gov. NBR 9441 . 5 PROCEDIMENTOS 5.mg.Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. conforme Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. conforme IT 03 – Símbolos Gráficos para Projeto de Segurança Contra Incêndio.br SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO 1 OBJETIVOS 1.Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. para aplicação na análise e vistoria dos projetos técnicos de proteção contra incêndio submetidos ao Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais (CBMMG).bombeiros.br Email: dat3@cbmmg. A principal é a rede de tensão alternada e a auxiliar é constituída por baterias ou “no-break”.130.Bairro Centro CEP 30. deverá ter . na segurança e proteção de uma edificação.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico. Quando a alimentação auxiliar for por gerador.mg. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução são adotadas as definições da NBR 9441. do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Geraise da IT 02 . para suprimento das indicações sonoras e/ou visuais ou o tempo necessário para a evacuação da edificação.Procedimentos Administrativos. 1. NBR 11863 . levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.270. Decreto Estadual nº 44. esta deve ter autonomia mínima de 24 horas em regime de supervisão. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. sendo que no regime de alarme deve ser de no mínimo 15 minutos. 2 APLICAÇÃO Aplica-se a todas as edificações onde se exigem os sistemas de detecção e alarme de incêndio.2 Os detalhes para execução gráfica do Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico devem atender aos procedimentos exigidos pelo Corpo de Bombeiros (CBMMG). atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. de 01 de Abril 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Quando a fonte de alimentação auxiliar for constituída por bateria de acumuladores ou “no-break”. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. onde os procedimentos para elaboração do Projeto Técnico devem atender à IT 01 .Acionador manual para utilização em sistemas de detecção e alarme de incêndio.gov.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento dos sistemas de detecção e alarme de incêndio. Augusto de Lima.

com tempo de retardo de no máximo 2 minutos.12 Nos locais onde.3.13 Quando houver exigência de sistema de detecção para uma edificação. discoteca. espetáculos. será obrigatória a instalação de detectores nos entreforros e entrepisos (pisos falsos) que contenham instalações com materiais combustíveis.5 da NBR 9441. 5.os mesmos parâmetros de autonomia mínima prevista anteriormente. dispensa-se a presença dos leds nos acionadores. a central deve possuir um temporizador para o acionamento posterior do alarme geral. Casos não contemplados por esta instrução e que não contrariem o Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais 5. desde que exista brigada de incêndio na edificação. danceteria.6. onde o acionador manual é opcional.1 a 5.15 Os eletrodutos e a fiação devem atender aos itens 5. respeitadas as características técnicas da central. atendendo o item 5.8. 5. 5. em qualquer ponto da área protegida até o acionador manual mais próximo. mediante apresentação de cópia da norma adotada (traduzida) e ART (Anotação de Responsabilidade Técnica). onde se tem naturalmente uma situação acústica elevada.19 Deverá ser apresentado ao Corpo de Bombeiros.1 Em locais de grande concentração de pessoas. quando a central do sistema for do tipo convencional.17 Nas centrais de detecção e/ou alarme é obrigatório conter um painel/esquema ilustrativo indicando a localização com identificação dos acionadores manuais ou detectores dispostos na área da edificação. pode-se ainda optar por uma mensagem eletrônica automática de orientação de abandono. 5. 5. os acionadores manuais devem ser localizados junto aos hidrantes. 5. Nesses tipos de locais. não seja possível ouvir o alarme geral. 5. 5. 5. do Anexo I do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Mesmo com o pré-alarme na central de segurança. garantindo que os detectores foram instalados de acordo com o prescrito na NBR 9441. exceto para ocupação da divisão F6 da tabela 1. como pré-alarme. sendo que só será aceita essa comunicação.8. Os mezaninos estarão dispensados desta exigência. quando do pedido de vistoria. que deve ser audível em toda edificação. não deve ser superior a 16 (dezesseis) metros.14 Os elementos de proteção contra calor que contenham a fiação do sistema deverão ter resistência mínima de 60 minutos.10 Nas edificações já construídas que não existir norma brasileira específica. 5.18 Nos locais de reunião de público. mas obrigatoriamente deverá ter essa supervisão na central. 5. para se evitar tumulto. os sistemas de alarme poderão seguir normas internacionais aceitas. etc.16 Os acionadores manuais instalados na edificação devem obrigatoriamente conter a indicação de funcionamento (cor verde) e alarme (cor vermelha) indicando o funcionamento e supervisão do sistema.11 Onde houver sistema de detecção instalado. música. dança.7. salões de baile. . Esse painel pode ser substituído por um display da central que indique a localização do acionamento. será obrigatória a instalação de avisadores visuais e sonoros. tipo: casas de show. junto à central. será obrigatória também a instalação de avisadores visuais. devido a sua atividade sonora intensa.4 As centrais de detecção e alarme deverão ter dispositivo de teste dos indicadores luminosos e dos sinalizadores acústicos. será obrigatória a instalação de acionadores manuais.7 A distância máxima a ser percorrida por uma pessoa. 5. o alarme geral é obrigatório para toda a edificação. quando houver a exigência de sistema de detecção e alarme. 5. caso não sejam tomadas às ações necessárias para verificar o pré-alarme da central. ao invés do alarme geral. Quando a central for do tipo inteligente.6 A central deve acionar o alarme geral da edificação. 5. poderá haver um pré-alarme (sinal sonoro) apenas na sala de segurança. caso o acionador manual do piso principal dê cobertura/caminhamento para a área do mezanino.8 Preferencialmente. 5.3. deverá ser previsto pelo menos um acionador manual em cada pavimento. Caso a edificação não tenha pessoal instruído para tomar as providências necessárias (na sala de segurança ou portaria 24 horas).5 A central de alarme/detecção e o painel repetidor devem ficar em local onde haja constante vigilância humana e de fácil visualização. uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) preenchida pelo responsável técnico pela instalação do sistema de detecção. 5.9 Nas edificações com mais de um pavimento.

Exemplos de instalação de sinalização 4 – Definições 5 – Procedimentos gerais 6 – Procedimentos específicos .Formas geométricas e dimensões para a sinalização de emergência B .15 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Simbologia para sinalização de emergência 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C .IT .

gov. Directive 92/58/EEC (OJ L 245) Minimum requirements for the provision of safety and/or health signs at work Germany. notices and graphic symbols.mg. Specification for fire safety signs. Decreto Estadual nº 44.Safety colours and safety signs. and colours.bombeiros.2 Características da sinalização de emergência. 5 PROCEDIMENTOS GERAIS 5. Portaria nº 204 do Ministério dos transportes – Instruções complementares ao Regulamento do Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos.2. Italy 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. 355 .270. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Spain.130. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco.1 Características básicas NBR 7500 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. 5. NBR 13434 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 1: Princípios de projeto – Parte 2: Símbolos e suas formas. Norma BS 5499-1 – Fire safety signs. 5.190-000 Site: www. . que orientem as ações de combate e facilitem a localização dos equipamentos e das rotas de saída para abandono seguro da edificação em caso de incêndio. Norma ISO 3864 .br Email: dat3@cbmmg.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 15 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.gov. alertando para os riscos existentes e garantir que sejam adotadas ações adequadas à situação de risco. Augusto de Lima. Norma BS 5378-1 – Safety signs Specifications for colour and design. Norma ISO 6309 – Fire protection – safety signs. dimensões e cores – 2004.mg. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Bairro Centro CEP 30.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições exigíveis que devem satisfazer o sistema de sinalização de emergência em edificações e áreas de risco. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. exceto residências unifamiliares.1 Finalidade A sinalização de emergência tem como finalidade reduzir o risco de ocorrência de incêndio.

5. distanciadas em no máximo 15 m entre si. 6 PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS 6. porém. no máximo. das quais esta última não é dependente. as tubulações e acessórios utilizados para sistemas de hidrantes e chuveiros automáticos quando aparentes.10 m da verga. através de pintura diferenciada. de acordo com sua função: 5. 5.1.3.3. 2) informar circunstâncias específicas em uma edificação ou áreas de risco. 5. mensagens e cores.3. choques elétricos e contaminação por produtos perigosos. c) as circunstâncias específicas de uma edificação e áreas de risco.80 m medida do piso acabado à base da sinalização. definidos nesta Instrução Técnica.80 m medida do piso acabado à base da sinalização. b) as medidas de proteção contra incêndio existentes na edificação ou áreas de risco.A sinalização de emergência faz uso de símbolos. de modo que pelo menos uma delas possa ser claramente visível de qualquer posição dentro da área. 5.2.1. 6. c) mensagens escritas que acompanham a sinalização básica. 6. escadas.4 Demarcações de áreas Visa definir um layout no piso.3 Tipos de sinalização A sinalização de emergência divide-se em sinalização básica e sinalização complementar. 5.3. instalações de máquinas ou equipamentos industriais e em locais destinados a estacionamento de veículos. onde for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo.2 Alerta Visa alertar para áreas e materiais com potencial de risco de incêndio. Adicionalmente. símbolos ou mensagens escritas.3. no máximo a 0. 5.2 Características específicas a) as formas geométricas e as dimensões das sinalizações de emergência são as constantes do Anexo A. constituído por quatro categorias.1. fechamento de vãos com vidros ou outros materiais translúcidos e transparentes.5 Identificação de sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio Visa identificar. etc. a saber: a) a sinalização de portas de saída de emergência deve ser localizada imediatamente acima das portas. b) indicação de obstáculos e riscos de utilização das rotas de saída.3 Mensagens escritas Visa informar o público sobre: a) uma sinalização básica.3. a sinalização básica. próxima ao risco isolado ou distribuída ao longo da área de risco generalizadas. 3) demarcar áreas para assegurar corredores de circulação destinados às rotas de saídas e acesso a equipamentos de combate a incêndio e alarme.1.1. etc.3 Orientação e Salvamento Visa indicar as rotas de saída e as ações necessárias para o seu acesso e uso.4 Equipamentos Visa indicar a localização e os tipos de equipamentos de combate a incêndios e alarme disponíveis no local. explosão.3 Sinalização de orientação e salvamento A sinalização de saída de emergência própria de segurança contra incêndio e pânico deve assinalar todas as mudanças de direção. através de mensagens escritas.1 Implantação da sinalização básica Os diversos tipos de sinalização de emergência devem ser implantados em função de características específicas de uso e dos riscos.1 Proibição Visa proibir e coibir ações capazes de conduzir ao início do incêndio ou ao seu agravamento. bem como em função de necessidades básicas para a garantia da segurança contra incêndio na edificação (ver exemplos no Anexo C). centralizada a uma altura de 1.2 Obstáculos Visa indicar a existência de obstáculos nas rotas de fuga. desníveis de piso. que devem ser alocados convenientemente no interior da edificação e áreas de risco.1.3. ou diretamente na folha da porta. arestas de paredes e vigas. quando for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo.2 Sinalização de alerta A sinalização de alerta própria de segurança contra incêndio e pânico deve ser instalada em local visível e a uma altura de 1.1 Rotas de saída Visa indicar o trajeto completo das rotas de fuga até uma saída de emergência (indicação continuada). conforme segue: 5.3. 5. 5.2.80 m medida do piso acabado à base da sinalização. nas seguintes situações: a) indicação continuada de rotas de saída. 5.3. em áreas utilizadas para depósito de materiais. 15 m. distribuída em mais de um ponto dentro da área de risco. 5. 6. esta também deve ser . b) as simbologias das sinalizações de emergência são as constantes do Anexo B. 5.1 Sinalização básica A sinalização básica é o conjunto mínimo de sinalização que uma edificação deve apresentar. distanciadas entre si em.2.2 Sinalização complementar A sinalização complementar é o conjunto de sinalização composto por faixas de cor ou mensagens complementares à sinalização básica. b) a sinalização de orientação das rotas de saída deve ser localizada de modo que à distância de percurso de qualquer ponto da rota de saída até a sinalização seja de. através de um conjunto de faixas de cor. que garanta acesso do público às rotas de saída e aos equipamentos de combate a incêndio e alarme. saídas. e ser instalada segundo sua função.1 Sinalização de proibição A sinalização de proibição própria de segurança contra incêndio e pânico deve ser instalada em local visível e a uma altura de 1.2.2. d) a lotação admitida em recintos destinados à reunião de público. A sinalização complementar tem a finalidade de: 1) Complementar.1. no máximo.3.2. 4) identificar sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio. 15 m.3. tais como: pilares.

50 m do piso acabado à base da sinalização. deve-se incluir uma sinalização de saída de emergência com seta indicativa da direção do fluxo através dos símbolos (Anexo B – código S3 ou S4 na parede frontal aos lances de escadas e S5 acima da porta de saída. indicando a direção do fluxo. a sua localização deve ser indicada a partir do ponto de boa visibilidade mais próxima. f) a abertura das portas em escadas não deve obstruir a visualização de qualquer sinalização. desde que não assentadas sobre muretas com altura mínima de 1. d) quando se tratar de hidrante e extintor de incêndio. 6. 6.).2. essas podem ser adicionadas. c) quando o equipamento encontrar-se instalado em pilar. deve ser aplicada sobre o piso acabado ou sobre as paredes de corredores e escadas destinadas a saídas de emergência. 6. área de fabricação. b) a característica estrutural da edificação (metálica. b) nas situações previstas na alínea c do item anterior. a) o espaçamento entre cada uma delas deve ser de até 3. devem ser aplicadas.80 m. concreto armado. com largura mínima de 50mm. b) rebaixo de teto.2.1 A sinalização complementar de indicação continuada das rotas de saída é facultativa e. devem ser aplicados textos adicionais.ou.80 m medido do piso acabado à base da sinalização. instalada junto à parede. 6. horizontalmente. prejudicando a sua utilização. substituir a mensagem na língua portuguesa. deve ser implantada também a sinalização de piso. e devem ser escritas na língua portuguesa. medida do piso acabado à base da sinalização. Caso exista a necessidade de utilização de outros idiomas. na altura constante compreendida entre 1. obstáculos que dificultem ou impeçam a visualização direta da sinalização básica no plano vertical. a mesma sinalização deve ser repetida a uma altura suficiente para a sua visualização.25 m e 0. na falta de Posto de Bombeiros no Município. etc.2 Implantação da sinalização complementar 6. 6. A sinalização deve incluir o símbolo do equipamento em questão e uma seta indicativa. c) quando aplicada sobre o piso. de forma que na direção de saída de qualquer ponto seja possível visualizar o ponto seguinte. em todas as faces.0m. devem ser aplicadas.2. com largura mínima de 0. o número de telefone da Polícia Militar (190). sendo que o conjunto não deve distar mais que 7. c) o número do telefone de emergência para acionamento de socorro público – Corpo de Bombeiros (193) . d) quando aplicada nas paredes. b) independente do critério anterior.3.2.10m em cada face. em cor contrastante com o ambiente.2 A sinalização complementar de indicação de obstáculos ou de riscos nas circulações das rotas de saída deve ser implantada toda vez que houver uma das seguintes condições: a) desnível de piso. com comprimento mínimo de 1.40 m do piso acabado. Ainda: a) quando houver. respeitado o limite máximo de 30 m. medidas a partir das extremidades internamente consideradas.instalada. instalados em garagem. tais como vidros. c) outras saliências resultantes de elementos construtivos ou equipamentos que reduzam a largura das rotas de saída. quando utilizada. 6.0 m na linha horizontal.50 m do piso acabado.4 Sinalização de equipamentos de combate a incêndio A sinalização apropriada de equipamentos de combate a incêndios deve estar a uma altura de 1. deve ser aplicada à sinalização a cada mudança de direção. informando o público sobre: a) os sistemas de proteção contra incêndio (ativos e passivos) instalados na edificação.1 A sinalização complementar de indicação de obstáculos e riscos na circulação de rotas de saída deve ser instalada de acordo com os seguintes critérios: 1) faixa zebrada.2. utilizados em esquadrias destinadas a portas e painéis (com função de divisórias ou de fachadas. devem ser aplicadas tarjas. por toda a extensão dos obstáculos. e) em escadas contínuas. depósito e locais utilizados para movimentação de mercadorias e de grande varejo. de tal forma a ser visualizada em ambos os sentidos da escada (subida e descida). d) a mensagem escrita “SAIDA” deve estar sempre grafada no idioma português. de forma a evidenciar o piso de descarga). a sinalização deve estar a uma altura constante entre 0. além da identificação do pavimento de descarga no interior da caixa de escada de emergência. b) quando a visualização direta do equipamento ou sua sinalização não for possível no plano horizontal.2. madeira.2. e imediatamente acima do equipamento sinalizado. d) elementos translúcidos e transparentes. .1 Quando houver necessidade de mensagens em um ou mais idiomas.00 m e 1.00 m de altura). devem ser sinalizadas todas as faces do pilar que estiverem voltadas para os corredores de circulação de pessoas ou veículos. c) a sinalização de identificação dos pavimentos no interior da caixa de escada de emergência deve estar a uma altura de 1. verticalmente. alternadamente. A sinalização deve ser instalada de modo que a sua base esteja a 1.3 As mensagens escritas específicas que acompanham a sinalização básica devem se situar imediatamente adjacente à sinalização complementar.1. conforme Anexo B: a) nas situações previstas nas alíneas a e c do item anterior. protendida. 2) nas situações previstas na alínea d do item anterior. podendo ser aplicada. sobre o patamar de acesso de cada pavimento.80 m do piso acabado. 6. a uma altura de 0. atendendo os seguintes critérios: (ver exemplos no Anexo C). na área de risco. aplicada horizontalmente em toda sua extensão. à sinalização deve estar centralizada em relação à largura da rota de saída.5 m do equipamento. sem no entanto.4 As mensagens que indicam circunstâncias específicas de uma edificação e área de risco devem ser utilizadas em placas a serem instaladas nas seguintes situações: 1) no acesso principal da edificação. à parede direita e esquerda da rota de saída.

6. a fim de indicar uma separação entre os locais desses materiais e os corredores de circulação de pessoas e veículos. formando um retângulo ou quadrado. indicando a quantidade total de recipientes de acordo com a capacidade máxima individual de cada tipo. não embutidas na alvenaria (parede e piso). 6.2. ser adotada outro idioma. válvulas de governo e alarme) devem receber pintura na cor vermelha. indicando a quantidade total de recipientes transportáveis ou tanques.). e) outros produtos perigosos armazenados. paralelas entre si e com o espaçamento variando entre uma e duas vezes a largura da faixa adotada. dispostas perpendicularmente ao sentido de fluxo de pedestres (faixa de pedestres). em todo o perímetro das áreas destinadas a depósito de mercadorias. termos e vocábulos da língua portuguesa. em substituição à sinalização apropriada de saída com o efeito fotoluminescente.. 3) no acesso principal da área de risco. fechada com material transparente (vidro. 6. máquinas e equipamentos industriais. indicando a quantidade total de tanques. através de faixas contínuas com largura entre 0.2. 6.04 m2. regularizados em projeto aprovado no CBMMG. separados por categoria.4 Projeto de sinalização de emergência Para fins de apresentação junto ao Corpo de Bombeiros.2. 6. cujas atividades se desenvolvem sem aclaramento natural ou artificial suficientes para permitir o acúmulo de energia no elemento fotoluminescente das sinalizações de saídas. indicando a lotação máxima admitida. nos acessos às saídas de emergência. 6. com comprimento mínimo de 1. nunca exclusivamente. etc. podendo.6. devem possuir as orientações necessárias à sua operação na língua portuguesa. f) as sinalizações complementares de indicação continuada das rotas de saída e de indicação de obstáculos devem possuir efeito fotoluminescente. 6. instalados na edificação. informando o público sobre: a) os sistemas de proteção contra incêndio (ativos e passivos) instalados na área de risco.2. deve ser indicada uma nota no projeto técnico de segurança contra incêndio e pânico referente ao . devem ter pintura na cor vermelha.2) no acesso principal dos recintos destinados a reunião de público.4.20m.5 Quando houver dois ou mais registros de recalque na edificação. b) a sinalização de emergência não deve ser neutralizada pelas cores de paredes e acabamentos.4 A tampa de abrigo do registro de recalque deve ser pintada na cor vermelha. em litros ou metros cúbicos.2.6. em litros ou metros cúbicos e em quilogramas. tratando-se de sistemas diferenciados de proteção contra incêndio (sistema de hidrantes e sistema de chuveiros automáticos).1 Para o sistema de proteção por hidrantes e chuveiros automáticos as tubulações aparentes.05 m e 0. sem prejuízo do sistema de iluminação de emergência. e b) depósitos de mercadorias 6.3 Os acessórios hidráulicos (válvulas de retenção. acrílico.2 As portas dos abrigos dos hidrantes: a) devem ser pintadas na cor vermelha devidamente identificadas com o dístico “incêndio” – fundo vermelho com inscrição na cor branca ou amarela. a quantidade e os perigos que oferecem às pessoas e meio-ambiente. indicando o nome comercial e científico do produto. para indicar as vagas de estacionamento de veículos em garagens ou locais de carga e descarga.6.2. g) os recintos destinados à reunião de público. 2) na cor branca ou amarela. regularizados em projeto aprovado no CBMMG. c) os gases combustíveis armazenados em tanques fixos. a fim de identificar o corredor de acesso para pedestres localizado junto a: a) vagas de estacionamento de veículos.1 Além das sinalizações previstas nesta Instrução Técnica. sem bordas laterais. bem como a capacidade máxima individual dos tanques. h) os equipamentos de origem estrangeira. nas seguintes situações: 1) na cor branca ou amarela. em quilogramas. utilizados na segurança contra incêndio.20 m.6. 6. alarme de incêndio e equipamentos de combate a incêndio devem possuir efeito fotoluminescente. devem possuir luminária de balizamento com a indicação de saída (mensagem escrita e/ou símbolo correspondente). bem como a capacidade máxima individual de cada tipo.5 As sinalizações complementares destinadas à demarcação de áreas devem ser implantadas no piso acabado. complementarmente e. d) as expressões escritas utilizadas nas sinalizações de emergência devem seguir as regras. c) a sinalização de emergência deve ser instalada perpendicularmente aos corredores de circulação de pessoas e veículos. etc. identificado com o dístico “incêndio” – fundo vermelho com inscrição na cor branca ou amarela. regularizados em projeto aprovado no CBMMG.3 Requisitos São requisitos básicos para que a sinalização de emergência possa ser visualizada e compreendida no interior da edificação ou área de risco: a) a sinalização de emergência deve destacar-se em relação à comunicação visual adotada para outros fins. registros de paragem. e) as sinalizações básicas de emergência destinadas à orientação e salvamento.2. regularizada em projeto aprovado no CBMMG. dificultando a sua visualização. deve haver indicação específica no interior dos respectivos abrigos: inscrição “H” para hidrantes e “CA” ou “SPK” para chuveiros automáticos. 3) na cor branca.2.6 As sinalizações complementares destinadas à identificação de sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio devem ser implantadas da seguinte forma: 6.6. as áreas de armazenamento de produtos perigosos devem ser sinalizadas de acordo com a NBR 7500. indicando o tipo. permitindo-se condições de fácil visualização. d) os gases combustíveis armazenados em recipientes transportáveis. b) podem possuir abertura no centro com área mínima de 0. b) os produtos líquidos combustíveis armazenados. 4) próximo aos produtos armazenados.

atendimento das exigências contidas nesta IT. de resistência à luz e resistência mecânica. devem constar a altura mínima de letras (conforme Tabela 2 do Anexo A) para cada placa indicando-se através de linha fina de chamada. __________________________________________ . quando elaborado. 6. 6. b) equipamentos de combate a incêndio e alarme de incêndio. devendo atender as propriedades calorimétricas. 6.4. 6.5. por um período de tempo considerável.1 As demais sinalizações aplicadas em pisos acabados podem ser executadas em tinta que resista a desgaste. indicadas através de um círculo dividido ao meio na posição a serem instaladas.5. de forma a adequar tecnicamente a edificação aos parâmetros desta IT.4.2 É recomendada a elaboração de projeto executivo do sistema de sinalização de emergência.1 Nos detalhes de sistemas a serem apresentados em projeto técnico.6 Manutenção A sinalização de emergência utilizada na edificação e áreas de risco deve ser objeto de inspeção periódica para efeito de manutenção.5. 6.5. veículos e utilização de produtos e materiais utilizados para limpeza de pisos.3.3 O material fotoluminescente deve atender a norma DIN 67510 ou outra norma internacionalmente aceita.1 Quando as sinalizações utilizarem-se de mensagens escritas. conforme Tabela 1 do Anexo A. 6. conforme abaixo: Nota: O sistema de sinalização de emergência atenderá ao contido na Instrução Técnica nº 15 do CBMMG.4.4. conforme Anexo B. até a edição de norma nacional. quando angular. quando suas propriedades físicas e químicas deixarem de produzir o efeito visual para as quais foram confeccionadas. a simbologia indicativa da sinalização deve ser a prevista por esta IT. d) Sinalização complementar de indicação de obstáculos e de riscos na circulação de rotas de saída. faixas e outros elementos empregados para indicar: a) sinalizações de orientação e salvamento. c) Sinalização complementar de indicação continuada de rotas de saída.3 O projeto executivo de sinalização de emergência.4 A sinalização de emergência complementar de rotas de saída aplicadas nos pisos acabados devem atender os mesmos padrões exigidos para os materiais empregados na sinalização aérea do mesmo tipo.2. entretanto tal projeto não necessita ser encaminhado para análise do Corpo de Bombeiros.1 Os materiais utilizados para a confecção das sinalizações de emergência devem atender às seguintes características: a) possuir resistência mecânica. 6. deve ser constituído de memoriais descritivos do sistema de sinalização e de plantas-baixa da edificação onde constem os tipos e dimensões das sinalizações apropriadas à edificação. desde a simples limpeza até a substituição por outra nova.5. conforme indicado na Tabela 4 do Anexo A. b) possuir espessura suficiente para que não sejam transferidas para a superfície da placa possíveis irregularidades das superfícies onde forem aplicadas. 6. altura e/ou largura) da placa (em milímetros). devem seguir as especificações conforme demonstrado na figura abaixo: Figura 1 – Instalação de placa angular 6.2 Devem utilizar elemento fotoluminescente para as cores branca e amarela dos símbolos.1 Os materiais que constituem a pintura das placas e películas devem ser atóxicos e não-radioativos.5 Material Os seguintes materiais podem ser utilizados para a confecção das sinalizações de emergência: a) placas em materiais plásticos. onde: a) na parte superior do círculo deve constar o código do símbolo. c) outros materiais semelhantes.5. 6. 6.4. 6.5 As placas utilizadas na sinalização podem ser do tipo plana ou angular.3.5. decorrente de tráfego de pessoas.4. bem como o quadro de quantidades de placas de sinalização discriminados por tipo e dimensões. b) na parte inferior do círculo devem constar as dimensões (diâmetro. b) chapas metálicas. 6. 6.2 Deve ainda constar do projeto uma legenda contendo todos os símbolos adotados em conformidade com o Anexo B desta IT.

socorro. sendo que deve ser observada a distância mínima de 4 m. 2. L = Distância do observador à placa. em m2. A Tabela 1 apresenta valores referenciais para algumas distâncias pré-definidas. conforme Tabela 1. c) Quadrada e retangular .ANEXO A FORMAS GEOMÉTRICAS E DIMENSÕES PARA A SIMALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA Tabela 1 – Formas geométricas e dimensões das placas de sinalização Cota (mm) Distância máxima de visibilidade (m) 4 6 8 10 12 14 16 18 20 24 28 30 Sinal Forma geométrica Proibição D 101 151 202 252 303 353 404 454 505 606 706 757 Alerta L 136 204 272 340 408 476 544 612 680 816 951 1019 L Orientação. salvamento e equipamentos H (L=2.0H) 89 134 179 224 268 313 358 402 447 537 626 671 63 95 126 158 190 221 253 285 316 379 443 474 NOTAS: 1. 3. identificação de equipamentos utilizados no combate a incêndio. b) Triangular . Esta relação é válida para L < 50 m.utilizada para implantar símbolos de alerta (ver forma geométrica da Tabela 1). em metros. emergência. Formas da sinalização: a) Circular .utilizada para implantar símbolos de proibição e ação de comando (ver forma geométrica da Tabela 1). Dimensões básicas da sinalização A > L2 2000 onde: A = área da placa. alarme e mensagens escritas (ver forma geométrica da Tabela 1). .utilizadas para implantar símbolos de orientação.

c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. 2. b) cor do fundo (cor de segurança): verde. d) cor do símbolo: preta. b) cor de fundo (cor de segurança): vermelha. 5. 7. b) cor do fundo (cor de contraste): amarela. b) cor de contraste: branca. Sinalização de orientação e salvamento: a) forma: quadrada ou retangular. A Tabela 2 apresenta valores de altura de letra para distâncias pré-definidas. Sinalização de alerta: a) forma: triangular. No caso de emprego de letras. d) margem (opcional): fotoluminescente. fonte Universo 65 ou Helvetica Bold. e) margem (opcional): branca. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. d) cor do símbolo (cor de segurança): preta.4. elas devem ser grafadas obedecendo à relação: h> L 125 onde: h = altura da letra. c) barra diametral e faixa circular (cor de segurança): vermelha. Tabela 2 – Altura mínima das letras em placas de sinalização em função da distância de leitura Altura mínima (mm) 30 50 65 75 85 100 135 150 200 210 225 250 Notas: 1. Sinalização de equipamentos: a) forma: quadrada ou retangular. 6. em m L = distância do observador à placa. em metros. Distância de leitura com maior impacto (m) 4 6 8 9 10 12 16 18 24 25 27 30 Altura mínima (mm) 300 350 400 500 600 700 750 800 900 1000 1500 1500 Distância de leitura com maior impacto (m) 36 42 48 60 72 84 90 96 108 120 180 180 . e) margem (opcional): amarelo. d) margem (opcional): fotoluminescente. Todas as palavras e sentenças devem apresentar letras em caixa alta. c) moldura: preta. Sinalização de proibição: a) forma: circular.

A essa cor é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança. 5. no mínimo. 3) Os valores das tabelas CMYK e RGB para impressão gráfica foram convertidos do sistema Pantone®. conforme especificado na tabela 3. As cores de contraste devem ser fotoluminescentes. Cores de contraste . onde este valor deve ser. para sinalização de proibição e alerta. identificação de equipamentos de combate a incêndio e alarme.as cores de segurança e cores de contraste são apresentadas na tabela 3.a cor de segurança deve cobrir. no mínimo. 4. As cores Pantone® foram convertidas do sistema Munsell Book of Colors®. Notas: 1. Essas cores têm a finalidade de contrastar com a cor de segurança. emergência. para a sinalização de orientação e salvamento e de equipamentos. de 35%. Cores de segurança . respectivamente. Aplicação das cores de segurança: a) Vermelha .utilizada para símbolos de orientação e salvamento. b) Verde . de modo a fazer com que esta se sobressaia.as cores de contraste são a branca ou amarela. 3.Tabela 3 – Cores de segurança e contraste Denominação das Cores: Vermelho Munsell Book of Colors® 1 Pantone® 2 CMYK 3 RGB 1) 2) Referência Amarelo 5Y 8/12 108C Verde 2.utilizada para símbolos de proibição. 2. c) Preta . exceto no símbolo de proibição. Tabela 4 – Símbolos para identificação de placas em planta baixa de projeto executivo: Sinalização retangular Sinalização quadrada Sinalização triangular Sinalização circular .utilizadas para símbolos de alerta e sinais de perigo. 50% da área do símbolo.0/ 419C Branco N 9.5G ¾ 350C Preto N 1. Cores de sinalização .5/ - 5R 4/14 485C C0 M100 Y91 K0 C0 M9 Y94 K0 C79 M0 Y87 K76 C0 M0 Y0 K100 R255 G0 B23 R255 G255 B0 R0 G61 B0 R0 G0 B0 O padrão de cores básico é o Munsell Book of Colors®.

rotas de fuga. Símbolo: circular Nos locais de acesso aos elevadores comuns e monta-cargas. Sinalização de Proibição Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: circular Fundo: branca P1 Proibido fumar Pictograma: cigarro. A especificação de cada cor designada abaixo é apresentada na tabela 3 do anexo A. diametral: vermelha etc. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P4 Proibido utilizar elevador em caso de incêndio Pictograma: elevador e chama. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P2 Proibido produzir chama Pictograma: fósforo com chama. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P3 Proibido utilizar água para apagar o fogo Pictograma: balde de água sobre o fogo.).ANEXO B SIMBOLOGIA PARA A SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA I . 1.Símbolos da sinalização básica Os símbolos adotados por esta norma para sinalização de emergência são apresentados a seguir. equipamentos de Faixa circular e barra combate a incêndio. acompanhados de exemplos de aplicação. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Em locais sujeitos a depósito de mercadorias onde a obstrução pode Fundo: branca apresentar perigo de Pictograma: símbolo de acesso às saídas de pallet. em cor preta emergência. Toda situação onde o uso de água for impróprio para extinguir o fogo. Todo o local onde a utilização de chama pode aumentar o risco de incêndio Todo local onde fumar pode aumentar o risco de incêndio Aplicação P5 Proibido obstruir este local .

risco de corrosão Pictograma: Mão corroída. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais altamente inflamáveis. Sinalização de Alerta Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: triangular Fundo: amarela A1 Alerta geral Pictograma: ponto de exclamação. Símbolo: triangular Fundo: amarela A4 Cuidado. Símbolo: triangular Fundo: amarela A2 Cuidado. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a instalações elétricas que oferecem risco de choque. Símbolo: triangular Fundo: amarela A5 Cuidado. Símbolo: triangular Fundo: amarela A3 Cuidado. deve sempre estar acompanhado de mensagem escrita específica. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais ou gases que oferecem risco de explosão. em cor preta Faixa triangular: preta Aplicação Toda vez que não houver símbolo específico de alerta.2. risco de explosão Pictograma: explosão. . em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais corrosivos. risco de choque elétrico Pictograma: raio. risco de incêndio Pictograma: chama.

Símbolo: triangular Fundo: amarela A6 Cuidado. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais radioativos. Símbolo: triangular A7 Cuidado. risco de radiação Pictograma: símbolo radioativo. risco de exposição a produtos tóxicos Fundo: amarela Pictograma: produto tóxico. . em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de produtos tóxicos.

especialmente para ser fixado em colunas Dimensões mínimas: L = 1. para indicar o seu acesso Símbolo: retangular Saída de emergência S4 Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente a) indicação do sentido do acesso a uma saída que não esteja aparente b) indicação do sentido do uma saída por rampas c) indicação do sentido da saída na direção vertical (subindo ou descendo) S6 NOTA.A seta indicativa deve ser posicionada de acordo com o sentido a ser sinalizado S1 S2 S3 S5 S7 .0 H Indicação de uma saída de emergência a ser afixada acima da porta.5 H.3. Indicação do sentido (esquerda ou direita) de uma saída de emergência Dimensões mínimas: L = 2. Sinalização de Orientação e Salvamento Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação Indicação do sentido (esquerda ou direita) de uma saída de emergência.

Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação S8 S9 Símbolo: retangular Fundo: verde Escada de emergência Pictograma: fotoluminescente Indicação do sentido de fuga no interior das escadas Indica direita ou esquerda. ou ambos) S13 Saída de emergência S14 S15 Saída de emergência S16 Indicação da saída de emergência. ou ambos) 50 mm Fundo: verde Símbolo: retangular . utilizada como complementação Mensagem “SAÍDA”: do pictograma fotoluminescente. descendo ou subindo O desenho indicativo deve ser posicionado de acordo com o sentido a ser sinalizado S10 S11 S12 Símbolo: retangular Fundo: verde Mensagem “SAÍDA” ou Mensagem “SAÍDA” e/ou pictograma e/ou seta direcional: fotoluminescente. com ou sem complementação do pictograma fotoluminescente (seta ou imagem. com fotoluminescentes (seta altura de letra sempre > ou imagem. com altura de letra sempre > 50 mm Indicação da saída de emergência.

Por exemplo: 1 o + SS = 1 o SS. que significa 1º Subsolo. fotoluminescente. Pode ser complementada pela mensagem “aperte e empurre”. Indicação do pavimento. no interior da escada (patamar) S17 S18 S19 Instrução de abertura da porta corta-fogo por barra antipânico Símbolo: quadrado ou retangular Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente. Indicação da forma de acionamento da barra antipânico instalada sobre a porta cortafogo.Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: retangular ou quadrada Fundo: verde Aplicação Exemplos Mensagem indicando número do pavimento. Fundo: verde S21 . Número do pavimento Pode se formar pela associação de duas placas. quando for o caso S20 Símbolo: Quadrada Acesso a um dispositivo para abertura de uma porta de saída Orienta uma providência para obter Pictograma: mão com acesso a uma chave ou uma ferramenta um modo de abertura da quebrando um painel de saída de emergência vidro.

designando o equipamento acionado por aquele ponto E3 Fundo: vermelha Pictograma: fotoluminescente E4 Telefone ou interfone de emergência Indicação da posição do interfone para comunicação de situações de emergência a uma central E5 Extintor de incêndio Indicação de localização dos extintores de incêndio .4. Sinalização de Equipamentos de Combate a Incêndio e Alarme Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação E1 Alarme sonoro Indicação do local de instalação do alarme de incêndio E2 Ponto de acionamento de alarme de incêndio ou bomba de incêndio Comando manual de alarme ou bomba de incêndio Símbolo: quadrada Deve vir sempre acompanhado de uma mensagem escrita.

para evitar a proliferação de sinalizações correlatas.Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação Indicação de localização dos extintores de incêndio com informações complementares ( exemplo de numeração para controle) E6 Extintor de incêndio E7 Mangotinho Indicação de localização do mangotinho E8 Abrigo de mangueira e hidrante Indicação do abrigo da mangueira de incêndio sem hidrante E9 Hidrante de incêndio Indicação da localização do hidrante com ou sem mangueiras Símbolo: Quadrado E10 Coleção de equipamentos de combate a incêndio Fundo: vermelho Pictograma: semicírculo fotoluminescente Indica a localização de um conjunto de equipamentos de combate a incêndio (hidrante. alarme de incêndio e extintores). Símbolo: Quadrado E11 Válvula de controle do sistema de chuveiros automáticos Fundo: vermelho Pictograma: chuveiro automático fotoluminescente Indicação da localização da válvula de controle do sistema de chuveiros automáticos .

70 m) Pictograma: borda amarela (largura = 0. Deve sempre ser acompanhado do símbolo do(s) equipamento(s) que estiver(em) oculto(s). . indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme E14 Seta à direita. a fim de obter quatro tipos básicos de sinalização de segurança.Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: quadrada (1. observando-se os requisitos da tabela 1 do anexo A para proporcionalidades paramétricas e tabela 3 do anexo A para as cores.15m) Usado para indicar a localização dos equipamentos de combate a incêndio e alarme. para evitar a sua obstrução E13 Seta à esquerda. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme NOTAS: 1.00 m x 1. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme Símbolo: quadrada Fundo: vermelha Pictograma: seta indicativa fotoluminescente Indicação da localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme.70 m x 0.00 m) Aplicação E12 Sinalização de solo para equipamentos de combate a incêndio (hidrantes e extintores) Fundo: vermelha (0. Sinalizações básicas As formas geométricas e as cores de segurança e de contraste devem ser utilizadas somente nas combinações descritas a seguir. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme E16 Seta diagonal à direita. E15 Seta diagonal à esquerda.

3 Sinalização de orientação e salvamento .2 Sinalização de alerta .4 Sinalização de equipamentos . 1. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. . c) moldura: preta. b) cor de fundo (cor de segurança): vermelha. b) cor do fundo (cor de segurança): verde. d) cor do símbolo: preta.a sinalização de proibição deve obedecer a: a) forma: circular. f) proporcionalidades paramétricas. f) proporcionalidades paramétricas. 1.a sinalização de equipamentos de combate a incêndio deve obedecer: a) forma: quadrada ou retangular. e) margem (opcional): branca. e) proporcionalidades paramétricas. b) cor de contraste: branca. d) margem (opcional): fotoluminescente.a sinalização de alerta deve obedecer a: a) forma: triangular. c) barra diametral e faixa circular (cor de segurança): vermelha.a sinalização de orientação deve obedecer a: a) forma: quadrada ou retangular. 1.1. b) cor do fundo (cor de contraste): amarela. d) cor do símbolo (cor de segurança): preta.1 Sinalização de proibição . e) margem (opcional): branca. e) proporcionalidades paramétricas. d) margem (opcional): fotoluminescente. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente.

o tipo de estrutura e os telefones de emergência.Sinalização Complementar A padronização de formas. Fundo: verde Pictograma: mensagem escrita “aperte e empurre”. M5 Indicação da saída de emergência e a rota de fuga específica. 1. Fundo: verde Pictograma: mensagem escrita “Lotação Máxima admitida: xx pessoas sentadas xy pessoas em pé”. . M4 Manter a porta cortafogo da saída de emergência fechada. M2 Indicação da lotação máxima admitida no recinto de reunião de público. Mensagens Escritas A complementação da sinalização básica por sinalização complementar composta por mensagem escrita deve atender aos requisitos de dimensionamento apresentados nas Tabelas 1 e 2 do Anexo A. Pictograma: mensagem escrita referente aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. fotoluminescente. fotoluminescente Símbolo: retangular Fundo: verde Nas portas de saídas de emergência com dispositivo anti-pânico. dimensões e cores da sinalização complementar é estabelecida neste capítulo.II . Símbolo: retangular Nas entradas principais dos recintos de reunião de público. Símbolo: retangular Nas portas corta-fogo instaladas nas saídas de emergência. Símbolo: retangular Na entrada principal da edificação. Pictograma: mensagem escrita “porta cortafogo mantenha fechada”. M3 Aperte e empurre o dispositivo de abertura da porta. Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: quadrado ou retangular Fundo: cor contrastante com a mensagem Aplicação Ver figura 1 M1 Indicação dos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. conforme plano de abandono. Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente com mensagemadjacente escrita “rota de fuga” Indicaçãoda rota de fuga específica para organizar o fluxo de pessoas.

Indicação continuada de rotas de fuga A indicação continuada de rotas de fuga deve ser realizada por meio de setas indicativas. . de acordo com os critérios especificados no texto desta norma. M6 Figura 1 – modelo de sinalização tipo M1 2. conforme plano de abandono. próximo ao piso. Nas paredes. fotoluminescente. com as seguintes especificações abaixo: Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: retangular Fundo: verde Aplicação C1 Ver figura 2 Direção da rota de saída Pictograma: seta indicativa prolongada. Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente com mensagemadjacente escrita “rota de fuga” Indicaçãoda rota de fuga específica para organizar o fluxo de pessoas.Símbolo: retangular Indicação da saída de emergência e a rota de fuga específica. e/ou nos pisos de rotas de saída. instaladas no sentido das saídas.

Complementa uma sinalização básica de orientação e salvamento C5 C6 C7 Figura 2 – Detalhe da sinalização tipo C-1 3. conforme símbolos abaixo. Indicação de obstáculos Obstáculos nas rotas de saídas devem ser sinalizados por meio de uma faixa zebrada. As listas amarelas e pretas ou brancas fotoluminescentes e vermelhas devem ser inclinadas a 45 o e com largura mínima de 50 mm cada. com largura mínima de 100mm.C2 C3 Símbolo: quadrado C4 Direção da rota de saída Fundo: verde Pictograma: seta. fotoluminescente. .

Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação O1 Obstáculo Nas paredes. muretas Símbolo: retangular ou e outros elementos que podem constituir um quadrado obstáculo à circulação de pessoas e veículos. muretas Símbolo: retangular ou e outros elementos que podem constituir um quadrado obstáculo à circulação de pessoas e veículos. Fundo: amarelo Utilizada quando o Pictograma: listas ambiente interno ou pretas inclinadas a 45 0 externo possui sistema de iluminação de emergência. O2 Obstáculo . porém 45 0 não possui sistema de iluminação de emergência. cancelas. pilares. Fundo: branco Utilizada quando o fotoluminescente ambiente possui Pictograma: listas iluminação artificial em vermelhas inclinadas a situação normal. Nas paredes. cancelas. vigas. vigas. pilares.

Sinalização de porta corta-fogo (vista da escada) hall) Figura 2 .ANEXO C EXEMPLOS DE INSTALAÇÃO DE SINALIZAÇÃO Figura 1 .Sinalização de porta corta-fogo (vista do .

Figura 3 .Sinalização de elevadores Figura 5 – Sinalização de portas com barras antipânico (modelos 1 e 2) .Sinalização de porta corta-fogo do terreno (vista da escada) Figura 4 .

Sinalização de hidrante .Sinalização de extintores Figura 7 .Figura 6 .

Figura 8 .Sinalização complementar. . Exemplo de rodapé.

. Figura 10 – Sinalização de saída sobre porta corta-fogo. sinalização complementar de saídas e obstáculos.Figura 9 – Sinalização de saída sobre verga de portas. sinalização complementar de saída e obstáculos.

Figura 11 – Sinalização de saída sobre paredes e vergas de portas Figura 12 – Sinalização de saída sobre porta corta-fogo .

em dupla face. Figura 14 – Sinalização de saída no sentido da fuga. em dupla face.Figura 13 – Sinalização de saída perpendicular ao sentido da fuga. .

Figura 15 – Sinalização de saída em rampa ________________________________________ .

Procedimentos 7 – Certificação e validade/garantia .16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Generalidades gerais 6.IT .

do ponto de fixação do extintor a qualquer ponto da área protegida pelo extintor. NBR 13485 . NBR 9443 .3 Carga: Quantidade de agente extintor contido no extintor de incêndio. a ser percorrida por um operador.4 Capacidade extintora: Medida do poder de extinção do fogo de um extintor. Decreto Estadual nº 44.Inspeção.Extintores de Incêndio classe C – ensaio de condutividade elétrica. NBR 10721 .INSTRUÇÃO TÉCNICA – 16 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.mg. NBR 11715 .130.gov.bombeiros. 2 APLICAÇÃO 2.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas edificações e área de risco. 2. NBR 11762 .1 Área protegida: Área em metros quadrados de piso. em metros. adota-se a NBR 12693 . 4.Extintores de incêndio portáteis com carga de halogenados. Augusto de Lima.br SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio em edificações e/ou áreas de risco por meio de extintores de incêndio (portáteis ou sobre rodas).Sistema de Proteção por Extintores de Incêndio. em função do risco.Extintores de incêndio com carga de espuma mecânica.190-000 Site: www.11.gov. NBR 11716 .6 Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual. 4. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Manutenção de terceiro nível (vistorias em extintores de incêndio). 4.Extintores de incêndio com carga de pó. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. NBR 11751 . NBR 12962 . 4 DEFINIÇÕES Para efeitos desta Instrução Técnica. protegida por uma unidade extintora.Extintores de Incêndio classe A – ensaio de fogo em engradado de madeira NBR 9444 .2 Naquilo que não contrarie o disposto nesta instrução técnica.mg. constituídos de recipiente e acessórios contendo o .270. 4.1 a 4.5 Distância máxima a ser percorrida: Distância máxima real. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. medida em litro ou quilograma. 355 . manutenção e recarga em extintores de incêndio. obtida em ensaio prático normalizado.Extintores de incêndio classe B – ensaio de fogo em líquido inflamável.Extintores de incêndio com carga de gás carbônico. 4. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico no Estado de Minas Gerais. 4.br Email: dat3@cbmmg. são adotadas as definições de 4.Bairro Centro CEP 30.Extintores de incêndio com carga d’água.2 Agente extintor: Substância utilizada para a extinção do fogo. NBR 12992 . de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.

não sendo aceitas combinações de dois ou mais extintores.8 As unidades extintoras devem ser as correspondentes a um só extintor. 5. divisórias ou colunas.1 O suporte de fixação dos extintores em paredes.2. no máximo.10 m e 0.2. paredes ou divisórias. 4.2.9 Deve ser instalado. com altura recomendada entre 0.Sinalização de Emergência.2. de forma que a parte inferior do extintor permaneça no mínimo 0. e) Haja menor probabilidade do fogo bloquear seu acesso. até 1.2 Extintores portáteis 5. coluna e/ou teto. que não pode ficar trancado.2. para que todos os usuários fiquem familiarizados com a sua localização.20 metros do piso acabado.1 Seleção do agente extintor segundo a classificação do fogo consta na tabela 1.60 metros do piso. deve existir uma superfície transparente que possibilite a visualização do extintor no interior do abrigo. c) permaneça desobstruído e devidamente sinalizado de acordo com o estabelecido na IT 15 .2. f ) incinerador.2.2. a alça de suporte de manuseio deve variar. 4.2.20 m do piso.3 Os extintores não devem ser instalados em escadas.9 Princípio de incêndio: Período inicial da queima de materiais.2. 5.2. destinada a indicar a presença de um extintor.1. 5. 5. enquanto o incêndio é incipiente. a) seja visível.10 Sinalização: Marcação pelo piso. 5. d) casa de máquinas. e) galeria de transmissão. h) ponte rolante.2.6 O extintor com agente de múltiplo uso ABC poderá substituir qualquer tipo de extintor de classes específicas A.2. desde que permaneçam. à exceção do extintor de espuma mecânica. 4. k) transformadores. apoiados em suportes apropriados e afixados ao solo. 5. além da sinalização. 4.10 Em locais de riscos especiais devem ser instalados extintores de incêndio que atendam o item 6. g) elevador (casa de máquinas).8 Extintor sobre rodas: Extintor que possui massa total superior a 196 N (20Kgf).2.2 Para a fixação em colunas. tais como: a) casa de caldeira.5 Cada pavimento deve possuir.2.2. 5. 5.2. 5.7 Quando os extintores de incêndio forem instalados em abrigos embutidos na parede ou divisória.11 Unidade extintora: Extintor que atende à capacidade extintora mínima prevista nesta norma. 5.4 É permitida a instalação de extintores sobre o piso acabado. parede. independente da proteção geral da edificação ou risco. devem resistir a 3 (três) vezes a massa total do extintor. l ) contêineres de telefonia. b) permaneça protegido contra intempéries e danos físicos em potencial.2. B e C dentro de uma edificação ou área de risco. 4.7 Extintor portátil: Extintor que possui massa total até 196 N (20 Kgf).1 Condições gerais O extintor deve ser instalado de maneira que: CLASSE DO FOGO A B C D Nota: Tabela 1 – Seleção do agente extintor segundo a classificação AGENTE EXTINTOR ÁGUA ESPUMA GÁS PÓ BC PÓ ABC HIDROCARBONETOS MECÂNICA CARBONICO ALOGENADOS (A) (P) (P) (A) (A) (P) (NR) (A) (A) (NR) (A) (A) (A) (A) (A) (A) (A) (A) Deve ser verificada a compatibilidade entre o metal combustível e o agente extintor (A) Adequado à classe do fogo (NR) Não recomendado à classe do fogo (P) Proibido à classe de fogo. .2. b) casa de bombas. d) sejam adequados à classe de incêndio predominante dentro dá área de risco a ser protegida. 5 Generalidades 5. compostos químicos ou equipamentos. 5.2. j ) quadro de redução para baixa tensão. i ) escada rolante (casa de máquinas).2. em função do risco e da natureza do fogo. um extintor de incêndio a não mais de 10 m da entrada principal da edificação e das escadas nos demais pavimentos. pelo menos.agente extintor destinado a combater princípios de incêndio.2 Instalação 5. c) casa de força elétrica.2. no mínimo uma unidade extintora adequada às classes de risco existente no local.

3 Capacidade extintora mínima de extintor sobre rodas TIPO DE CARGA ÁGUA ESPUMA MECÂNICA DIÓXIDO DE CARBONO PÓ BC CAP. 2 Capacidade extintora mínima de extintor portátil CAP. 5.m) outros que necessitam de proteção adequada.1 Fogo da classe A e B A capacidade extintora mínima dos extintores de incêndio.2.1 Os extintores portáteis e sobre rodas (carreta) constantes dos projetos aprovados com data anterior à publicação desta Instrução Técnica. 6.2.1 Não é permitida a proteção de edificações ou áreas de risco unicamente por extintores sobre rodas. 5.3 O emprego de extintores sobre rodas só é computado como proteção efetiva em locais que permita o livre acesso. a área de proteção. por extintores que atendam à tabela 2 e 3 do item 6.11 Para proteção por extintores de incêndio em instalações de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis. 5. admitindose. Obs: As unidades extintoras que atendem a proteção geral da edificação poderão substituir a proteção dos riscos especiais.3.3. 80-B:C PÓ ABC 6. b) edifícios destinados à garagem coletiva e oficinas mecânicas sempre que tenham área superior a 200 m2 e não possuam hidrantes.2.2. 5 . área e distância a serem percorridas para o fogo classe A RISCO Baixo Médio Alto Unidade extintora 2A 2A 4ª Área máxima protegida pela capacidade extintora de 1A 270 m2 135 m2 90 m2 Área máxima protegida por 800 m2 800 m2 800 m2 extintor Distância máxima a ser 20 m 20 m 20 m percorrida até o extintor Tab.2 Os extintores sobre rodas devem ser localizados em pontos estratégicos e sua área de proteção deve ser restrita ao nível do piso que se encontram.1 desta Instrução Técnica.Área máxima a ser protegida por extintor RISCO EXTINTOR CLASSE A BAIXO MÉDIO ALTO 270 m2 405 m2 540 m 2 Tab. 23 e 24.1.Determinação da unidade extintora. as distâncias máximas a serem percorridas e a carga incêndio são as previstas nas tabelas 4.2. quando reprovado por não ser possível fazer sua manutenção. Gás Liquefeito de Petróleo e Gás Natural devem ser seguidas as Instruções Técnicas 22.5 A proteção por extintores sobre rodas deve ser obrigatória: a) nas edificações onde houver manipulação e ou armazenamento de explosivos e líquidos inflamáveis ou combustíveis.2 Dimensionamento 6.1 Capacidade extintora A capacidade extintora mínima de cada tipo de extintor para que se constitua uma unidade extintora dever ser a especificada na tabela 2 e 3.EXTINTORA TIPO DE CARGA MÍNIMA ÁGUA ESPUMA MECÂNICA DIÓXIDO DE CARBONO PÓ BC PÓ ABC COMPOSTOS HALOGENADOS 2-A 2-A: 10-B 5-B:C 20-B:C 2-A: 20-B:C 5-B: C 2A 3A 4A 6A 10A 20A 30A 540m 2 360 m2 800 m2 800 m 2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 540 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 . 5. no máximo. 6 e 7.3 Extintores sobre rodas 5. exceto quando os reservatórios de inflamáveis/combustíveis forem enterrados. Tab. Tab. a proteção da metade da área total correspondente ao risco. desde que atendam aos requisitos desta IT e que não distem mais que 5 metros do risco a proteger. 5. devem ser substituídos. 4 .2. 5. considerando o complemento por extintores portáteis.2. EXTINTORA MÍNIMA 6-A 6-A: 40-B 10-B:C 80-B:C 6-A.3.3.4 As distâncias máximas a serem percorridas pelo operador de extintores sobre rodas devem ser de 1.2.2. 6 PROCEDIMENTOS 6.5 (uma vez e meia) os valores estabelecidos para os extintores portáteis nesta Instrução Técnica.3. 5. de forma alternada entre extintores portáteis e sobre rodas na área de risco.

RISCO BAIXO MÉDIO ALTO CARGA INCÊNDIO (MJ/m2) Até 300 MJ/m2 Acima de 300 até 1200 MJ/m2 Acima de 1.2. 7. Tab. Certificação e validade/garantia 7. em metros.2. 7 – Classificação das Edificações e Áreas de Risco quanto a Carga Incêndio.Determinação da unidade extintora e distância a ser percorrida para o fogo classe B RISCO UNIDADE EXTINTORA 10B 20B 20B 40B 40B 80B DISTÂNCIA MÁXIMA A SER PERCORRIDA (m) 10 15 10 15 10 15 BAIXO MÉDIO ALTO 7.2. a ser percorrida será de acordo com a tabela 8. Tab.2 Fogo da classe C e D 6.2. 8 – Classe do fogo e distância máxima a ser percorrida CLASSE DO FOGO C D DISTÂNCIA MÁXIMA A SER PERCORRIDA (em metros) 20 20 . área a ser protegida. 6 . bem como recomendações do fabricante do agente extintor. a ser percorrida será de acordo com a tabela 8.1 Os extintores devem possuir marca de conformidade concedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação.2 A determinação do tipo e quantidade de agente extintor para a classe D deve ser baseada no metal combustível específico. 6.1 Para a proteção por extintores para a classe C devese utilizar extintores não condutores de eletricidade para proteger os operadores em situações onde são encontrados equipamentos energizados.Tab. sua configuração.2 Para efeito de vistoria do Corpo de Bombeiros o prazo de validade/garantia de funcionamento dos extintores deve ser aquele estabelecido pelo fabricante e ou da empresa de manutenção certificada pelo Sistema Brasileiro de Certificação.200 MJ/m 2 6. A distância máxima em metros. observando a distância máxima.2.

1 .17 SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHOS PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .IT .Sistema de Mangotinho com ponto de tomada de água para mangueira de incêndio de 40 mm B – Reservatórios C .Casos de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos 2 – Aplicação 3 – Referências Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .Figura A.Bombas de incêndio D .

1 – Dimensões Básicas – Padronização. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. aceitação e manuseio. Augusto de Lima. NBR 5647-2 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6. NBR 5580 – Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluídos – Especificação.gov.130.mg.gov. NBR 5587 – Tubos de aço para condução. para condução de fluídos – Especificação.br SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHOS PARA COMBATE A INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições necessárias exigíveis para dimensionamento. bem como as características dos componentes de Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para uso exclusivo de Combate a Incêndio. Hidrantes urbanos de incêndio – NBR 6414 – Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca – Designação. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.br Email: dat3@cbmmg. com rosca ANSI/ASME B1. para tubulação – Especificação.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 17 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. 355 . levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. NBR 5667 – Especificações.60 Mpa.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 1: Requisitos gerais. NBR 5590 – Tubo de aço-carbono com ou sem costura.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 3: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 2: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 1.bombeiros.mg. pretos ou galvanizados por imersão a quente. dimensões e tolerâncias – Padronização. de acordo com o previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 10897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático – Procedimento. com rosca NPT.0 Mpa. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. . NBR 5647-4 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6.75 Mpa.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 4: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0. NBR 6925 – Conexão de ferro fundido maleável. manutenção.190-000 Site: www.Bairro Centro CEP 30. NBR 5647-3 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 20. Decreto Estadual nº 44. 2 APLICAÇÃO Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias as instalações de Sistemas de Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio. NBR 10351 – Conexões injetadas de PVC rígido com junta elástica para redes e adutoras de água – Especificação. instalação. NBR 5647-1 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6. NBR 5626 – Instalação predial de água fria.270. de classes 150 e 300. NBR 6943 – Conexão de ferro maleável para tubulações – Classe 10 – Especificações.

997.7 NH – Hose coupling screw threads. manutenção e cuidados.3. embutido ou aparente.5 Como construído – Documentos. 2004. ASTM B 30 – Specification for copper-base alloys in ingot form ASTM B 62 – Specification for composition bronze or ounce metal castings.1 Abrigo – Compartimento. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador. desenhos ou plantas do sistema. sob a projeção externa da parede do prédio. IT 22 – Sistema de Hidrantes e de Mangotinhos para Combate a Incêndio . para condução de água e outros fluídos – Especificação. Bombas e Instalações de Bombeamento – Archibald Joseph Macintyre – Livros Técnicos e Científicos Editora S. NBR 11861 – Mangueira de incêndio – Requisitos e métodos de ensaio. destinado a armazenar mangueiras. ASTM B 584/1998 – Standard specification for copper alloy sand castings for general applications. NBR 14349 – União para mangueira de incêndio – Requisitos e métodos de ensaio. 4. Hickey – NFPA – Boston/Massachussaets/EUA – 1980 Fire Protection Engineering – NFPA – 2ª edição – 1. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos. em metros.995.4 Carretel axial – Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semi-rígidas.6 Dispositivo de recalque – Dispositivo para uso do corpo de Bombeiros. NBR 14105 – Manômetros com sensor de elemento elástico – Recomendações de fabricação e uso.Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Símbolos e suas formas.2 Bomba de pressurização (jockey) – bomba hidráulica centrífuga destinada a manter o sistema automaticamente pressurizado em uma faixa preestabelecida 4. ANSI/ASME B1. ASTM D 2000 – Classification system for rubber products in automotive applications. médio e pesados sem costura. NBR 12912 – Rosca NPT para tubos – Dimensões – Padronização. .3.3 Bomba de reforço – Bomba hidráulica centrífuga destinada a fornecer água aos hidrantes e/ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente. EN 694 – Fire-fighting hoses – Semi-rigid hoses for fixed systems. AWS A5. ASTM B 283 – Specification for copper and copper – Alloy die forgings (hot-pressed).20. quando estes não puderem ser abastecidos somente pelo reservatório elevado.3.991. que permite recalque de água para o sistema. NBR 13206 – Tubo de cobre leve.Inspeção. Instalações Hidráulicas e Sanitárias – Hélio Creder – Livros Técnicos e Científicos Editora S. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido.NBR 11720 – Conexão para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar – Especificações. 4. entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (de pessoas). 4.3 Bombas de incêndio 4. A – Rio de Janeiro/RJ – 2º edição – 1.1 Bomba principal – Bomba hidráulica centrífuga destinada a recalcar a água para os sistemas de combate a incêndio.Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de São Paulo. Instalações Hidráulicas de Combate a Incêndio nas Edificações – Telmo Brentano – EDIPUCS – Porto Alegre. Hydraulics for Fire Protection – Harry E. Associação Brasileira de Normas Técnicas. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio.Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Princípios de projeto. dimensões e cores. ao ponto mais alto do piso do último pavimento. 4. 4. NBR 13434 – Parte 2 . esguichos. dotado de porta. BS 5041 Part 1 – Specification for landing valves for wet risers. ASTM A 234 – Specification for piping fitting wrought carbon steel and alloy steel for moderate and elevate temperature. NBR 12779 – Mangueiras de Incêndio . NBR 13714 – Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para Combate a Incêndio.8 – Brazing filler metal (Classifications BcuP-3 or Bcup-4). NBR 13432 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimentos. 4 DEFINIÇÕES 4. 4. NBR 13434 – Parte 1 .2 Altura da edificação – Medida.A – Rio de Janeiro/RJ – 5º edição – 1.

19 Recalque – Válvula angular diâmetro 2½”corpo em latão. mangueira semi-rígida. cálculos.18 Projeto – Conjunto de peças gráficas ou escritas. premissas e etapas utilizados para definir. rosca interna 11FPP (BSTP).16 Profissional legalmente habilitado – Pessoa física ou jurídica que goza do direito. cujos engates devem ser compatíveis com junta de união tipo “engate rápido” de DN 65mm.2. 5. conexão de entrada de 2½”. 4.3. 4. capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio.3.2 Todos os parâmetros.13 Memorial – Conceitos. detalhes e perspectivas isométricas e. elevações.2 Projeto 5.11 Jato compacto – Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas. 4.8 Kgf/cm2 (200PSI).2. desde a concepção até a sua implantação e manutenção. 5. 4.4.9 Inibidor de vórtice – Acessório da tubulação de sucção da bomba destinado a eliminar o efeito do vórtice (redemoinho) dentro de um reservatório.17 Projetista – Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto.7 Esguicho – Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras.12 Mangotinho – Ponto de tomada de água onde há uma (simples) saída contendo válvula de abertura rápida. 4 e 5). rede de tubulação.1. necessárias à definição das características principais do sistema de hidrante ou mangotinho. consistindo em um prolongamento de diâmetro no mínimo igual ao da tubulação principal. constando cálculos. sendo que o prolongamento da tubulação deve ter diâmetro no mínimo igual ou superior ao existente na tubulação de recalque do sistema. conforme prescrito na IT 01 – Procedimentos Administrativos. inclusive. haste ascendente com castelo quadrado para uso específico do CBMMG. 4. direção e controle ao jato. 5. com cotas e com os hidrantes numerados). hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta IT. . segundo as leis vigentes.23 Tubulação – Conjunto de tubos. o dispositivo de recalque deve possuir um registro de recalque adicional com as mesmas características definidas em 5. destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado. com chave especial. 4. 4. de qualquer pavimento. adaptador (se necessário). conexões e outros acessórios destinados a conduzir a água. 4. 4. 5.2 O Corpo de Bombeiros pode solicitar documentos relativos ao sistema. ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas. dimensionamentos e uma perspectiva isométrica da tubulação (sem escala. mangueiras de incêndio e demais acessórios. esguicho regulável e demais acessórios. 5 PROCEDIMENTOS 5.14 Órgão competente – Órgão público federal. pressão mínima de trabalho 13.2 Quando a vazão do sistema for superior a 1000 LPM. conexão de saída rosca externa 5FPP. 4. ábacos. 4.3 Recalque 5.20 Reserva de incêndio – Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio. 4. 3. tampões.1 O sistema a ser instalado deve corresponder um memorial. vedação em borracha (etileno-propileno).1. desde a reserva do incêndio até os hidrantes ou mangotinhos. segundo a Constituição Federal.10 Instalador – Pessoa física ou jurídica responsável pela instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. 4.22 Sistema de hidrantes ou de mangotinhos – Sistema de combate a incêndio composto por reserva de incêndio. bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações. até um local seguro completamente livre dos efeitos de um incêndio.15 Poço de sucção – Aspecto construtivo do reservatório. É composto de parte descritiva. seções. Não é admitida a referência a outro projeto para justificar a aplicação de qualquer informação no memorial. bombas de incêndio (quando necessário). 5. composto de plantas. 4. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação. assim como o memorial. ábacos e tabelas. de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio. tabelas e outros recursos utilizados no projeto e no dimensionamento devem ser relacionados no memorial.8 Hidrante – Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores.3. municipal.1 Os sistemas de combate a incêndio estão classificados em sistema de mangotinho (tipo 1) e sistemas de hidrantes (tipos 2. 4. se houver necessidade. localizar.1 Requisitos Gerais 5.24 Válvula – Acessório de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações. destinado a dar forma. das especificações de materiais e equipamentos.1 Todos os sistemas devem ser dotados de dispositivos de recalque. estadual. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto. 4. observado na extremidade de descarga do esguicho. conforme especificado na tabela 2.21 Rota de fuga – Trajeto que deve ser percorrido pelos ocupantes da edificação a partir de qualquer ponto. 4.1.

localizado a uma distância máxima de 10.1. 5.3 Os abrigos podem ser construídos em alvenaria com caixa interna metálica.8 As mangueiras de incêndio.3. d) a introdução voltada para cima em ângulo de 45º e posicionada. no entanto. 5. 5.5 O abrigo deve ter utilização exclusiva conforme estabelecido nesta Instrução Técnica.3 As edificações. e) jato compacto de 25 mm para sistema tipo 5. com fundo permeável ou dreno.4. permitindo sua utilização com facilidade e rapidez. sendo que para o sistema tipo 1 a mangueira semi-rígida deve estar na posição enrolada. identificada pela palavra “INCÊNDIO”.3. com dimensões de 0.6.6. sendo que as mangueiras de incêndio semi-rígidas podem ser acondicionadas enroladas. abertura rápida.60 m e pintada da cor vermelha. Figura 1 – Dispositivo de recalque no passeio público 5.6 Requisitos específicos 5. com ou sem o uso de carretéis axiais ou em forma de oito. 5.50 m do nível do piso acabado.5 O dispositivo de recalque pode ser instalado na fachada principal da edificação.0 metros até o local de estacionamento das viaturas do Corpo de Bombeiros. Esta Válvula deve: 1) permitir o fluxo de água nos dois sentidos e instalada de forma a garantir seu adequado manuseio. d) jato compacto de 19 mm para sistema tipo 4.3. a partir do logradouro público. independente da tubulação que abastece o hidrante ou mangotinho.4. desde que sinalizados de acordo com a IT 15 – Sinalização de Emergência.3. em que for instalado o sistema do tipo 1 devem ser dotada de ponto de tomada de água de engate rápido para mangueira de incêndio de diâmetro 40 mm (1½”).40 m x 0. 5. 5. de passagem plena e diâmetro mínimo DN25 (1”). com a introdução voltada para a rua e para baixo em um ângulo de 45º e a uma altura entre 0. 5. c) jato compacto de 16 mm para sistema tipo 3.15 m de profundidade em relação ao piso do passeio.4 Quando o dispositivo de recalque estiver situado no passeio público.00m em relação ao piso do passeio da propriedade.1 As válvulas dos hidrantes devem ser do tipo angulares de diâmetro DN65 (2½”). 5.3. desde que o seu manuseio e manutenção estejam garantidos.5.2 As vazões da tabela 2 correspondem a: a) esguicho regulável na posição de maior vazão para sistema tipo 1.6 O hidrante de recalque pode ser constituído de um hidrante de coluna externo.4 As vazões da tabela 2 devem ser obtidas no requinte do esguicho acoplado à sua respectiva mangueira de incêndio.4.4. em materiais metálicos. c) estar afastada a 0. Classe 300. 5. 5.60m e 1. devendo ser identificado e pintado na cor vermelha.1 As mangueiras de incêndio devem ser acondicionadas dentro dos abrigos em ziguezague ou aduchadas conforme especificado na NBR 12779.5 Para cada ponto de hidrante ou de mangotinho são obrigatórios os materiais descritos na tabela 3.4. conforme Anexo A. 5.3 Preferencialmente o dispositivo de recalque deve ser instalado de fronte ao acesso principal da edificação.5 Válvulas mangotinhos de abertura para hidrantes ou 5. 5.7 É vedada a instalação do dispositivo de recalque em local que tenha circulação ou passagem de veículos.5. 5. a 0. com castelo quadrado de uso específico do CBMMG.1. b) jato compacto de 13 mm para sistema tipo 2. devendo estar em local visível e de fácil acesso. 5.5. conforme Figura 1: a) ser enterrado em caixa de alvenaria.6. 5.1 Tipos de sistemas 5.2 As válvulas para mangotinhos devem ser do tipo abertura rápida. 5. 5. deve possuir as seguintes características.1. A localização do dispositivo de recalque sempre deve permitir aproximação da viatura apropriada para o recalque da água. no máximo.6. pode ser selada para evitar o uso indevido. 2) vedação etileno propileno.1.4.2 No interior do abrigo pode ser instalada a válvula angular. 5. ou no muro da divisa com a rua. 5.6. em madeira em fibra ou em vidro laminado. b) a tampa deve ser articulada e requadro em ferro fundido ou material similar. a tomada de água e a botoeira de acionamento da bomba de incêndio podem ser instaladas dentro do abrigo desde que não impeçam a manobra ou a substituição de qualquer peça.6 Os abrigos dos sistemas de hidrantes ou de mangotinhos não devem ser instalados a mais de 3.00 m da válvula angular ou esferas. e) registro tipo globo angular 45º ∅ 63mm situado a no máximo 0.4 Os abrigos devem ser em cor vermelha.4.6.4 Abrigo .7 A porta do abrigo não pode ser trancada. com haste ascendente. possuindo apoio ou fixação própria.50 m da guia do passeio.4.1. para o livre acesso dos bombeiros.1 Os tipos de sistemas previstos são dados na tabela 2.

6 O local mais desfavorável considerado nos cálculos deve ser aquele que proporciona menor pressão dinâmica no esguicho. 2 e 3) ou dois esguichos (sistema tipo 4 e 5). em metros de coluna d’água. desde que atenda os demais parâmetros desta IT.8. 5. 5. poderá ser admitido a utilização de até 45 metros de mangueiras. 5. recomenda-se a utilização de esguichos reguláveis em função da melhor efetividade no combate.10 O cálculo hidráulico da somatória de perda de carga nas tubulações deve ser executado por métodos adequados para este fim.1 Os pontos de tomada de água devem ser posicionados: a) nas proximidades das portas externas.4 Quando não for possível os afastamentos previstos no item 5. para qualquer tipo de sistema especificado.é o diâmetro interno. Pode-se utilizar quaisquer dispositivos para redução de pressão. necessários e suficientes para garantir o funcionamento dos sistemas previstos nesta Instrução Técnica. em cada jato de água. por segundo. em metros por segundo. g 2.8.87 x 104 onde: hf é a perda de carga em metros de coluna d’água. escadas e/ou acesso principal a ser protegido.é o fator de atrito (diagramas de Moody e HunterRouse). portanto. deve ser considerado o uso simultâneo dos dois jatos de água mais desfavoráveis considerados nos cálculos. desde que seja atendida a vazão mínima para cada esguicho prescrita na tabela 2 e alcance do jato. sem que haja a necessidade de adentrar as escadas. c) fora das escadas ou antecâmaras de fumaça. D. conforme item 5.é a velocidade do fluído. Situações que requeiram pressões superiores à estipulada serão aceitas.é a perda de carga. desde que comprovada a adequação técnica dos componentes empregados e atendido o requisito especificado em 5.7. 5.8 Cada sistema deve ser dimensionado de modo que as pressões dinâmicas nas entradas dos esguichos não ultrapassem o dobro daquela obtida no esguicho mais desfavorável considerado no cálculo. deve ser projetado de tal forma que dê proteção em toda a edificação.1.2 No caso de projetos utilizando hidrantes externos. Recomenda-se que sejam utilizadas mangueiras de incêndio de 65 mm de diâmetro para redução da perda de carga e o último lance de 40 mm para facilitar seu manuseio. em litros por minuto. J é a perda de carga por atrito em metros por metros.8. v .2 Os hidrantes ou mangotinhos devem ser distribuídos de tal forma que qualquer ponto da área a ser protegida seja alcançado por um esguicho (sistemas tipo 1. quando o trajeto real da mangueira de incêndio ultrapassar a 30 metros. k .8. 5. sendo a soma dos comprimentos da tubulação e dos comprimentos equivalentes das conexões. no mínimo. dos diâmetros dos acessórios e dos suportes.5 Independente do procedimento de dimensionamento estabelecido. g . b) Hazen-Williams hf = J x L J = 605 x Q1.7 Distribuição dos Hidrantes e ou Mangotinhos 5.1.8. 5. os hidrantes externos devem ser localizados onde a probabilidade de danos pela queda de paredes seja pequena e impeça que o operador seja bloqueado pelo fogo e fumaça.2. em metros.7 Nos casos de mais de um tipo de ocupação (ocupações mistas) na edificação (que requeira proteção por sistemas distintos). b) em posições centrais nas áreas protegidas.8.v2 v2 + k. 2.85 x C-1.8. .1. o dimensionamento dos sistemas deve ser feito para cada tipo de sistema individualmente ou dimensionado para atender o maior risco. g onde: hf . L . sendo que os resultados alcançados têm que satisfazer a uma das seguintes equações apresentadas: a) Darcy-Weisbach (“formula universal”) e fórmula geral para perdas de carga localizadas: hf = f. 5.6. de alvenaria. deverá atender ao afastamento de no mínimo 15 m ou uma vez e meia a altura da parede externa da edificação a ser protegida.0 a 1.12.8. Q é a vazão.7.8 Dimensionamento do sistema 5.9 Recomenda-se que o sistema seja dimensionado de forma que a pressão máxima de trabalho em qualquer ponto não ultrapasse 100 mca (1000kPa). 5. C é o fator de Hazem Willians (ver tabela 1) D é o diâmetro interno do tubo em milímetros. desde que devidamente dimensionados por cálculo hidraúlico.5. em locais congestionados devem ser localizados ao lado de edifícios baixos. no plano horizontal.3 A utilização do sistema não deve comprometer a fuga dos ocupantes da edificação. considerando-se o comprimento da(s) mangueira(s) de incêndio através de seu trajeto real e desconsiderando-se o alcance do jato de água.7.4 Para o dimensionamento. considerando-se. nesse caso deve haver uma redução de mangueira de 2 ½” para 1 ½”. as vazões obtidas conforme a tabela 2 e condições de 5.5 m do piso.4.7.8. e d) de 1. 5.8. a não mais de 10 m.3 Especificamente nas ocupações Residenciais (A2 e A3).é o comprimento da tubulação (tubos). Usualmente. Lt é o comprimento total.é a somatória dos coeficientes de perda de carga das singularidades (conexões).7. devendo atender a alínea a obrigatoriamente.1 e 5.é a aceleração da gravidade em metros por segundo. podendo ser utilizados até 60 m de mangueira de incêndio (preferencialmente em lances de 15 m).1 O dimensionamento deve consistir na determinação do caminhamento das tubulações. 5. em metros.8. D .8.85 x D-4.12. próximos a torres de concreto ou alvenaria munidas de escadas ou próximos aos cantos formados por paredes resistentes. f . 5. L. 5. 5. antecâmaras ou outros locais determinados exclusivamente para servirem de rota de fuga dos ocupantes.2. desde que comprovadas as suas adequações técnicas.

mesmo com a bomba impossibilitada de funcionar.11. 5. ou em especificações reconhecidas e aceitas pelos órgãos Oficiais.12 A velocidade máxima da água na tubulação não deve ser superior a 5m/s.12.Fator "C" de Hazen-Williams 5. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato. 5. deve existir válvulas de paragem com aste ascendente.8 O reservatório pode ser subdividido.9. liga 864 da ASMT B 30 para fundidos.9 Reservatório e Reserva de Incêndio 5. ou bronze ASMT B 62. 5.referências normativas.1 O alcance do jato para esguicho regulável produzido por qualquer sistema adotado conforme tabela 2 não deve ser inferior a 8 m. C-46400 e C-48500 da ASMT B 283 para forjados ou C83600.12.1. A altura manométrica total da bomba deve ser calculada para o hidrante mais desfavorável do sistema. 5.6 O reservatório que também acumula água para consumo normal da edificação deve ser adequado para preservar a qualidade da água.10 Os reservatórios devem ser dotados de meios que assegurem uma reserva efetiva e ofereçam condições seguras para inspeção. conforme aquelas descritas no item 3 . 5.11.2 Devem ser construídos em latão ligas C-37700. desde que todas unidades estejam ligadas diretamente a tubulação de sucção da bomba de incêndio e tenha subdivisões em unidades mínimas de 3 m³. 5. em metros quadrados.Os valores de "C" de Hazen Willians são válidos para tubos novos 5.é a vazão de água. Tabela 1 .9. 5.1 Os componentes das instalações devem ser previstos em normas.10. desde que atenda aos parâmetros da IT 18 . Q . a qual deve ser calculada conforme equação indicada em 5. C-83800. com o jato paralelo ao solo.1 A bomba de incêndio deve ser do tipo centrífuga acionada por motor elétrico ou combustão.11 Componentes das instalações 5.3 Pode ser admitida a alimentação de outros sistemas de proteção contra incêndio.1. a fim de obterem aceitação formal da utilização nas condições específicas da instalação expedidas pelos órgãos competentes.12 Esguichos 5. sob comando ou automáticos. conforme a NBR 5626. quando necessários.50 mca (5.8. rios.9. Tipo de tubo Fator "C" Ferro fundido ou dúctil sem revestimento 100 interno Aço preto (sistema de tubo seco) 100 Aço preto (sistema de tubo molhado) 120 Galvanizado 120 Plástico 150 Ferro fundido ou dúctil com revestimento 140 interno de cimento Cobre 150 Nota . através da interligação das tubulações. Quando o reservatório for elevado deverá ser instalado um sistema de passagem secundária (by pass).1 O alcance do jato compacto produzido por qualquer sistema adotado conforme tabela 2 não deve ser inferior a 8 m.1.10 Bombas de incêndio 5.9.8.5 O inibidor de vórtice e poço de sucção para reservatório elevado deve ser conforme o anexo B.9. 5. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato. deve ser feito o dimensionamento de vazão da bomba e de reservatório para o maior risco e os esguichos e mangueiras podem ser previstos de acordo com os riscos específicos.8.9 Não é permitida a utilização da reserva de incêndio pelo emprego conjugado de reservatórios subterrâneos e elevados. 5. desde que comprovada a sua adequação técnica e aprovado pelo órgão competente.Sistema de Chuveiros Automáticos. etc.9. com o jato paralelo ao solo com o esguicho regulado para jato compacto. 5.1 A reserva de incêndio deve ser prevista para permitir o primeiro combate durante determinado tempo. garantindo sempre fluxo de água na prumada.11. 5.8. 5. em metros por segundo. C-84800 e C-86400 da ASMT B 584. possam ficar em operação.0 kPa). a qual deve ser calculada pela equação: V = Q/A para o cálculo da área deve ser considerado o diâmetro interno da tubulação.9.11 A velocidade da água no tubo de sucção das bombas de incêndio não devem ser superior a 2 m/s (sucção negativa) ou 3 m/s (sucção positiva).11.é a área interna da tubulação. 5.13 No sistema de malha ou anel fechado. pelo menos dois lados em uma malha que envolva quadras de processamento ou armazenamento.3 No caso de ocupações mistas com uma bomba de incêndio principal.1.. localizadas de tal maneira que.7 As águas provenientes de fontes naturais tais como: lagos. Onde: V . Outros materiais podem ser utilizados.3 Os componentes de vedação devem ser em borracha.10.9.9. 5.1 Geral 5.10. em metros cúbicos por segundo.é a velocidade da água.9. A .2 O volume de água da reserva de incêndio encontra-se na tabela 4.8.1. conforme ASMT D 2000. para fundidos.5. .14 Para efeito de equilíbrio de pressão nos pontos de cálculos é admitida a variação máxima de para mais ou para menos 0. 5. 5. devem ser captadas conforme descrito no anexo B. no caso de rompimento ou bloqueio dos outros dois.4 Deve ser previsto reservatório construído conforme o anexo B (normativo). 5. 5.2 As prescrições e recomendações encontram-se no anexo C (normativo). açudes.12. 5. 5.2 Os componentes que não satisfaçam a todas as especificações das normas existentes ou às exigências dos órgãos competentes e entidades envolvidas devem ser submetidos a ensaios e verificações.12.

2 As dimensões e os materiais para a confecção dos adaptadores tipo engate rápido devem atender a NBR 14349. 5.5. 5.16.11 Os materiais termoplásticos. A tubulação de aço quando enterrada deve ser protegida com fita adesiva anticorrosiva ou outro processo de isolamento tecnicamente adequado suficiente para evitar a corrosão externa.16.16. após comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema. 5. recursos para simulação e ensaios.1 As uniões de engate rápido entre mangueiras de incêndio devem ser conforme a NBR 14349.14 Uniões / Engates 5. 5. se submetidos à aprovação do CBMMG.14.15. . 5.16 Tubulações e conexões 5.15.16. devem ser do tipo indicadoras.16.15.1 A tubulação do sistema não deve ter diâmetro nominal inferior a DN65 (2½”).14 As conexões de ferro maleável devem ser conforme a NBR 6925 ou NBR 6943.6 Os trechos das tubulações do sistema. ou materiais diferentes dos já citados. 5.16.3 As roscas de saída das válvulas para acoplamento do engate rápido devem ser conforme a NBR 5667 ou ANSI/ASME B1.16. 5.1 e A.1.2 Para sistemas tipo 1 ou 2 pode ser utilizada tubulação com diâmetro nominal DN50 (2”). na forma de tubos e conexões.12.13 Os tubos de aço devem ser conforme as NBR 5580.1. deve-se preferencialmente utilizar lances de mangueiras de 15 m.5 É recomendada a instalação de válvulas de bloqueio adequadamente posicionadas. selo de conformidade e certificado de teste.1 Na ausência de normas brasileiras aplicáveis as válvulas. desde que comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema.5 Cada esguicho instalado deve ser adequado aos valores de pressão disponível e de vazão de água. que passam em dutos verticais ou horizontais e que sejam visíveis através da porta de inspeção. quando estiverem em posição fechada. não sendo permitido lance superior a 20 m (vinte metros). para proporcionar o seu perfeito funcionamento. mantendo seu funcionamento normal. somente poderão ser utilizados. 5.16. 5.6 As válvulas que comprometem o abastecimento de água a qualquer ponto do sistema.15.4 O acionador do esguicho regulável.7 NH/98.16 Os tubos de cobre devem ser conforme a NBR 13206.13. é recomendável que atendam aos requisitos da BS 5041 parte 1/87. 5.15. escorvas e outros dispositivos devem ser dimensionados conforme a aplicação. no ponto de hidrante considerado.16. conforme a NBR 10897.2 A mangueira de incêndio semi-rígida para uso de mangotinho deve atender às condições da EN 694/96 para o sistema tipo 1. com objetivo de proporcionar manutenção em trechos da tubulação sem desativação do sistema.13. Para sistemas de hidrantes.12.6 O adaptador tipo “engate rápido” para acoplamento das mangueiras deve obedecer a 5. rígidos e espaçados em no máximo 4 m.12 A tubulação enterrada com tipo de acoplamento ponta e bolsa devem ser provida de blocos de ancoragem nas mudanças de direção e abraçadeiras com tirantes nos acoplamentos conforme especificado na NBR 10897/90. conexões e acessórios diversos deve garantir a estanqueidade e a estabilidade mecânica da junta e não deve sofrer comprometimento de desempenho.7 As tubulações destinadas à alimentação dos hidrantes e de mangotinhos não podem passar pelos poços de elevadores e/ou dutos de ventilação. 5.3 O comprimento total das mangueiras que servem cada saída a um ponto de hidrante ou mangotinho deve ser suficiente para vencer todos os desvios e obstáculos que existem. 5. 5. 5. Recomenda-se a utilização de dispositivos de travamento para manter as válvulas na posição aberta. considerando também toda a influência que a ocupação final é capaz de exercer. 2 da BS 5041 PARTE 1/87.50 m e fora da projeção da planta da edificação satisfazendo a todos os requisitos de resistência à pressão interna e a esforços mecânicos necessários ao funcionamento da instalação.16. NBR 5587 ou NBR 5590. 5.16.16. 5. 5.1 A mangueira de incêndio para uso de hidrante deve atender às condições da NBR 11861.4 As válvulas devem satisfazer aos ensaios de estanqueidade pertinentes.5 As tubulações aparentes do sistema devem ser em cor vermelha. especificados em A 1.14.13. conforme NBR 12779. se for exposto ao fogo.15 As conexões de aço devem ser conforme ASTM A 234/97. 5.15. 5.4 Os drenos. através de laudo de laboratório oficial competente. não excedendo os comprimentos máximos estabelecidos na tabela 2. devem ser em cor vermelha. 5.1.1.1.2 As roscas de entrada das vávulas devem ser de acordo com a NBR 6414 ou NBR 12912.15.16. 5. Os métodos de ensaios constantes no Laudo fornecido pelo laboratório oficial deverão ser realizados através de procedimento no mínimo igual ou superior aos recomendados para as tubulações e conexões especificadas na NBR 13714. através de Laudo de laboratório oficial competente.16. 5.14.12. 5.3 Outros tipos de tubos e conexões que utilizem sistemas de acoplamento. somente devem ser utilizados enterrados a 0. 5.13 Mangueira de incêndio 5. 5. deve permitir a modulação da conformação do jato e o fechamento total do fluxo. 5.10 A tubulação deve ser fixada nos elementos estruturais da edificação por meio de suportes metálicos. 5.8 Todo e qualquer material previsto ou instalado deve ser capaz de resistir ao efeito do calor e esforços mecânicos.16. 5. 20.9 O meio de ligação entre os tubos. Válvulas 5. de modo que cada ponto de fixação resista a cinco vezes a massa do tubo cheio de água mais a carga de 100 Kg.16. de alavanca ou de colar. 5.

18.7 A instalação e o ensaio deverão ser elaborados por profissional legalmente habilitado. 5. 3) para as edificações A2 e A3. sendo confeccionada a respectiva ART de Execução.1 Os instrumentos devem ser adequados ao trabalho a que se destinam. 5.1 A proteção por sistemas de hidrantes para as áreas de risco destinadas a parques de tanques ou tanques isolados.16.18 Os tubos de PVC devem ser conforme as NBR 5647-1. Tabela 2 . sendo especificados pelo projetista.18. 5.16. tais como tanque ou parque de tanques. Notas: 1) acima de 30 m de comprimento de mangueiras semi-rígidas é obrigatório o uso de carretéis axiais. desde que atendam o item 5. 5.19 As conexões de PVC devem ser conforme a NBR 10351.7. 5. BcuP-4. devem atender as IT 19 .2 Devem ser instalados manômetros na instrumentação de partida da bomba de recalque.8. . Não são tolerados quaisquer vazamentos no sistema.5. 5. NBR 5647-2.1. 5.18.18 Considerações Gerais 5.17 Instrumentos do sistema 5. utilizando solda capilar com material de enchimento BcuP-3.500 kpa no mínimo. poderá ser utilizado 45 m de mangueiras.6 O sistema deverá ser ensaiado sob pressão hidrostática equivalente a 1.Sistemas de proteção por espuma.4 A pressão de acionamento a que podem estar submetidos os pressostatos corresponde a no máximo 70% da sua maior pressão de funcionamento.16.5 A chave de nível deve ser utilizada em tanque de escorva. 5. as bombas de incêndio devem atender os maiores valores de pressão e de vazão dos cálculos obtidos. sendo utilizado para atender as condições do item 5.5 Para fins de dimensionamento da reserva de incêndio para os casos do sistema de hidrantes. 5. a rede de hidrantes pode possuir uma bomba de pressurização para completar a altura manométrica necessária. considerando a não simultaneidade de eventos. 5.18.17. NBR 5647-3 e NBR 5647-4. caso as áreas de risco. ou 1.18. Tal dispositivo deve ser capaz de operar normalmente após longos períodos de repouso ou falta de uso (ver B.6 do anexo B).3 Os manômetros devem ser conforme a NBR 14105/98. que será apresentada durante a vistoria final. 5. durante 2 horas. 5. obrigatoriamente.9. de resfriamento ou de espuma. devem seguir os parâmetros definidos pela tabela 4.2 O dimensionamento do sistema de hidrantes.Sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e IT 20 . de acordo com AWS A5. precedidos por registro esfera de abertura rápida.8.5 vez a pressão máxima de trabalho.7 não é somado ao volume da reserva de água dos demais sistemas.18. será adotada a vazão mínima de 80 LPM. onde seja necessária a proteção por sistemas de resfriamento e/ou de proteção por espuma. Outros tipos de solda podem ser usados.4 Nas áreas de edificações. para garantia do nível de água e pode ser utilizada no reservatório de água somente para supervisionar seu nível. desde que alimentada por fonte alternativa de energia. de acordo com o item 5.8/92 ou equivalentes. 5.17. sendo.17.17. o volume da reserva do sistema de hidrantes calculado para as condições do item 5.Tipos de Sistema de Proteção por Hidrantes ou Mangotinhos Sistema Tipo Esguicho Mangueiras de incêndio Diâmetro Comprimento (mm) Máximo (m) 25 ou 32 45¹ 40 303 40 40 ou 65 65 30 30 30 Número de expedições Vazão mínima ao hidrante mais desfavorável (LPM)* 1002 125 250 400 650 Mangotinho Hidrante Hidrante Hidrante Hidrante 1 2 3 4 5 Jato regulável Jato compacto Ø 13 mm ou regulável Jato compacto Ø 16 mm ou regulável Jato compacto Ø 19 mm ou regulável Jato compacto Ø 25 mm ou regulável Simples Simples Simples Simples Duplo * as vazões correspondem a cada saída. pelas suas características e localização no sistema. caso o trajeto real a percorrer pelo operador ultrapasse 30 m.17 As conexões de cobre devem ser conforme a NBR 11720.18.17.8. 2) para edificações do Grupo A. tais como: tanques isolados ou parques de tanques sejam separados das demais construções de acordo com a IT 22 – Armazenamento de Líquidos Inflamáveis ou Combustíveis. conforme cada ocupação respectiva.3 Quando o conjunto do sistema hidraúlico de combate a incêndio for único (bombas de incêndio e tubulações).16. 5.

16 m³ Tipo 2 R. H-5. Reserva de Incêndio. D-3 . 800 MJ/m 2 ----------------------------------------D-1.I. 45 m³ Tipo 5 R. 16 m³ Tipo 1 R.B-1. J-1. G-2. I-2. 20 m³ Tipo 4 R. D-4 L-2 e L-3 C-2. C-1.000 De 10. 35 m³ Tipo 2 R. E-5. F-7. J-2 -------------------------------------.000 Acima de 30.I. 20 m³ Tipo 2 R.I. 30 m³ Tipo 5 R. D-4 . E. 30 m³ Tipo 3 R. 12 m³ Tipo 1 R.I. 90 m³ Tipo 3 R. 50 m³ Tipo 5 R.001 até 15.I. F-5. 80 m³ Tipo 5 R. 60 m³ Nota: 1) R. 6 m³ Tipo 1 R. . H-2. H-6. 25 m³ Tipo 1 R. C-3.000 De 3.I.001 até 30.I. F-1 Carga Incêndio acima de 300 2 até 800 MJ/m > 300 MJ/m² C-2. D-2. L-1 e 3. D-3. 18 m³ Tipo 3 R. A-3.I. 12 m³ Tipo 3 R.000 De 15.001 até 10. engate rápido Não Sim Sim Sim Esguicho Sim Sim Sim Sim Mangueira semi-rígida Sim Não Não Não 5 Sim Sim Sim Sim Não Tabela 4 – Tipo de Sistema e Volume de Reserva de Incêndio mínima (m3) Grupo/Divisão Área das edificações e áreas de risco (m 2 ) A-2. 12 m³ Tipo 2 R. 25 m³ Tipo 3 R. H-3. J-3 Carga Incêndio até 300 MJ/m2 ------------------------------------------------------------D-1.T. 2) Para a divisão M –2 adotar o item 5. G-5. I-1. 47 m³ Tipo 3 R.000 Tipo 1 R.I. G-4.18. F-10. F-2.I.001 até 6.I.I.I.000 De 6.I. 140 m³ Até 3.1 desta I. 20 m³ Tipo 4 R. G-3.I. E-2. 40 m³ Tipo 3 R.I.I.I.I.I.I. J-4. B-2. 35 m³ Tipo 2 R. 110 m³ Tipo 5 R.I.I. I-2 e J-3 F-1 Tipo 3 R.I.I. G-1. F-3.I. H1. E-6.I. 30 m³ Tipo 5 R.I.-----------------------e M-3 Carga Incêndio > 300 MJ/ m 2 Carga Incêndio > I-3.I.Tabela 3 – Componentes para cada hidrante simples ou mangotinho Materiais Tipos de Sistemas 1 2 3 4 Abrigo(s) Sim Sim Sim Sim Mangueira(s) de incêndio Não Sim Sim Sim Chave(s) para hidrantes. 8 m³ Tipo 2 R. F-9 e H-4 M-1 F-8.I. 8 m³ Tipo 1 R. E-4. 20 m³ Tipo 4 R. 50 m³ Tipo 5 R. F-6. F-4. E-1.I.

.ANEXO A (normativo) Sistema de mangotinho com ponto de tomada de água para mangueira de incêndio de 40mm. Válvula de abertura rápida Abrigo Mangueira semi-rígida Tomada de água para mangueira de 40 mm Esguicho regulável * A tomada de água para mangueira de 40mm poderá ser instalada fora da caixa do mangotinho.

3. B.1.1 e B. dentro do possível.2.1 Quando o reservatório atender a outros abastecimentos.3. B. deve ser considerada como altura a distância entre o nível normal da água e o nível X da água. B. Essa altura é considerada: a) do fundo do reservatório (quando a adução for feita na parte inferior do reservatório) até os hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo. A válvula de retenção deve ter passagem livre.1. B.10 O reservatório deve ter localização. considerando-se o sentido reservatório–sistema. sentido reservatório–sistema.1 a B.6 Não se deve utilizar o dispositivo antivórtice quando a captação no reservatório de incêndio ocorrer em posição horizontal. o abastecimento dos sistemas de hidrantes ou mangotinhos deve ser efetuado através de bombas fixas.3. A instalação desta bomba deve atender ao Anexo C e demais itens desta Instrução Técnica. além dos requisitos desta IT.2 A capacidade efetiva do reservatório deve ser mantida permanentemente. Na impossibilidade da saída de consumo ficar na lateral do reservatório.1 Os reservatórios construídos em fibra. para garantir as pressões e vazões mínimas para aqueles pontos. as tomadas de água destes devem ser instaladas de modo a garantir o volume que reserve a capacidade efetiva para o combate. para os pontos dos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo.1. deve ser totalmente protegido por parede resistente ao fogo.2. B. pode-se desconsiderar a dimensão A da tabela B.3 Reservatório ao nível do solo.1. .3. deve-se utilizar uma bomba de reforço.1.1.1 . deve-se atender aos requisitos de B.1.1 a B.3 A tubulação de descida do reservatório elevado para abastecer os sistemas de hidrantes ou de mangotinhos deve ser provido de uma válvula de gaveta e uma válvula de retenção.3.6 O reservatório pode ser tanque de acumulação de água para resfriamento de máquinas.1.2 Quando a altura do reservatório elevado não for suficiente para fornecer as vazões e pressões requeridas.1. respeitando-se também as dimensões mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção. devendo a saída de incêndio ser pelo fundo e a de consumo pela lateral desse reservatório. no trecho da RTI.3. B. conforme ilustrado nas figuras B. B.8 Caso não seja previsto o poço de sucção. B.5 Quando o tubo de sucção D for dotado de um dispositivo antivórtice.1 (ver tabela abaixo): Tabela B.2 O reservatório deve conter uma capacidade efetiva. B. o reservatório deve dispor de um poço de sucção como demonstrado nas figuras B.Dimensões de poços de sucção Diâmetro nominal do Dimensão A tubo de sucção (mm) (mm) 65 80 100 150 200 250 250 310 370 500 620 750 Dimensão B (mm) 80 80 100 100 150 150 B. B.1.2. de fácil acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros.7 Sempre que possível. semienterrado ou subterrâneo.3.1 Geral B.1 Quando o abastecimento é feito somente pela ação da gravidade.1 a B.1. e com as dimensões mínimas A e B da tabela B.6. refrigeração de ar condicionado. respeitando-se também as distâncias mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção.3. e b) da face superior do tubo de adução (quando a adução for feita nas paredes laterais dos reservatórios) até os hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo. semi-enterrado ou subterrâneo.3 e tabela B. e deve ser determinado pela dimensão A da tabela B. não computando-se como reserva de incêndio.3. B.1 a B. em sistema “by pass”.2 Reservatório elevado (ação da gravidade) B.4 O nível X é calculado como o mais baixo nível. Podem ser utilizados reservatórios confeccionados com outros materiais. B. B. ou até uma piscina da edificação a ser protegida. B. B. desde que garanta-se as resistências: ao fogo.3 A construção do reservatório deve ser em concreto armado ou metálico.3. B. antes de ser criado um vórtice com a bomba principal em plena carga.3 Para o cálculo da capacidade efetiva. o tubo d’água de consumo deverá ser envelopado com concreto.5 É recomendado que a reposição da capacidade efetiva seja efetuada à razão de 1LPM por metro cúbico de reserva. mecânicas e intempéries. as dimensões mínimas A e B da tabela B. conforme exemplos das figuras B.3. Os drenos podem partir do fundo do reservatório. obedecendo aos requisitos desta IT.3.9 No caso de reservatório ao nível do solo.1. B. conforme as figuras B.1 Nestas condições. com o ponto de tomada da sucção da bomba principal localizado junto ao fundo deste.1. B.4 O reservatório deve ser provido de sistemas de drenagem e ladrão conveniente dimensionados e independentes.3. B.2. desde que garantida a reserva efetiva permanente.Anexo B (normativo) Reservatórios B. ainda assim deverão ser previstas. o reservatório elevado deve estar à altura suficiente para fornecer as vazões e pressões mínimas requeridas para cada sistema.

Figura B.3 – Tomada Inferior de sucção para bomba principal .Tomada superior de sucção para bomba principal Figura B.2 .Tomada lateral de sucção para bomba principal Figura B.1 .

rios. indicadas nas figuras B. a posição da tubulação de sucção da bomba principal em relação às paredes da câmara.4 e B.4 Fontes naturais (lagos.4.4 x √h onde h é a profundidade da câmara de decantação. lagoas) B. B.4. incluindo a tabela B.2 Nos casos das figuras B.6. para as correspondentes larguras W e vazão Q.é a máxima vazão da bomba principal.4. e um diâmetro que obedeça à seguinte equação: D = 21. sendo que enquanto uma delas se encontra em operação.4.6 são idênticas.4. independente.B.2.6.1 Para estes casos. a outra pode ser suspensa para limpeza. B.4. B. represa. a parte submersa da tubulação em relação ao menor nível de água conhecido e a sua distância em relação ao fundo.4 a B.11 Ainda nos casos da figura B. suas dimensões devem ser conforme as figuras B.4.4. a água deve passar através de uma grade de arame ou uma placa de metal perfurada.4. em decímetros cúbicos por minuto.6 o conduto de alimentação deve possuir uma inclinação mínima constante de 0. abaixo do menor nível de água conhecido de fonte.8 É recomendável que duas grades sejam previstas. no sentido da câmara de decantação. B.8%. B.6 a profundidade da água em canais abertos ou adufas (incluindo a adufa entre a câmara de decantação e a câmara de sucção).4 Cada bomba principal deve possuir uma câmara de sucção com respectiva câmara de decantação. não deve ser inferior ao indicado na tabela B.3 A altura total dos canais abertos ou adufas deve ser tal que comporte o nível mais alto de água conhecido da fonte.9 Deve ser feita uma previsão para que as câmaras de sucção e de decantação possam ser isoladas periodicamente para a limpeza e manutenção. B.7 Antes de entrar na câmara de decantação. e Q .4.68 x Q 0. localizada abaixo do nível de água e 14 com uma área agregada de aberturas de no mínimo 15 cm² para cada dm³/min da vazão Q. a grade deve ser suficientemente resistente para suportar a pressão exercida pela água em caso de obstrução.é o diâmetro interno do conduto. B. Figura B 4 – Alimentação natural do reservatório de incêndio .5 As dimensões da câmara de sucção. B. B. açudes. para o açude.10 Nos casos da figura B. em milímetros.4. rios. lagos ou lagoas. B.2.4 e B. submerso no mínimo um diâmetro abaixo do nível de água conhecido . a entrada do conduto de alimentação deve possuir um ralo.357 onde: D .6 A câmara de decantação deve possuir a mesma largura e profundidade da câmara de sucção e o comprimento mínimo igual a 4. as aberturas do ralo citado devem impedir a passagem de uma esfera de 25 mm de diâmetro.

6 .5 –Alimentação natural de reservatório por canal Figura B.Figura B.Alimentação natural de reservatório por conduto .

2 – Níveis de água e largura mínima para canais e adufa em função da vazão de alimentação Profundidade do local mm 250 w (mm) 88 125 167 215 307 334 410 500 564 750 1113 1167 1500 2000 4500 Q máx (dm³/min) 280 497 807 1197 2064 2341 3157 4185 4953 7261 12054 12792 17379 24395 60302 W (mm) 82 112 143 176 235 250 291 334 361 429 527 539 600 667 819 1000 500 Q máx Dm³/mim 522 891 1383 1960 3159 3506 4482 5592 6340 8307 11415 11816 13903 16273 21949 29173 W (mm) 78 106 134 163 210 223 254 286 306 353 417 425 462 500 581 667 2000 1000 Q máx (dm³/min) 993 1687 2593 3631 5647 6255 7825 9577 10749 13670 18066 18635 21411 24395 31142 38916 203320 .Tabela B.

14. b) bomba em funcionamento.2 Bomba de combustão interna: a) painel energizado.1. armazenamento. deverão possuir acesso no mínimo através de escadas do tipo marinheiro.2 e ligados nos painéis de comando e chaves de partida dos motores de cada bomba. e d) chave na posição manual ou painel desligado. é suficiente para manter a demanda do sistema de hidrantes e mangotinhos.16 As edificações que tenham áreas de risco destinadas a produção. nas bombas de incêndio e no painel de comando.1 A pressão máxima de operação da bomba de pressurização (jockey) instalada no sistema deve ser igual à pressão da bomba principal .1. possuindo a montante uma válvula de paragem e a jusante uma válvula de retenção e outra de paragem.1 Quando o abastecimento é feito por bomba de incêndio. C.12 Não é recomendada a instalação de bombas de incêndio com pressões superiores a 100 mca (1Mpa). indicando pelo menos os seguintes eventos: C.13. C. elétrica ou de combustão interna. conforme 5. C.9.2. agentes químicos.1. Recomenda-se que o diferencial de pressão entre os acionamentos seqüênciais das bombas seja de aproximadamente 10 mca (100 kPa).2 As dimensões das casas de bombas devem ser tais que permitam acesso em toda volta das bombas de incêndio e espaço suficiente para qualquer serviço de manutenção local. preferencialmente. ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão.1. transferência e distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis. Admite-se que a linha de centro do eixo da bomba se situe 2 m acima do nível X de água.1. devendo ser utilizada para este fim.e d) falta de energia no comando da partida .1. podendo ser na própria casa de bomba.6 A automatização da bomba principal ou de reforço deve ser executada de maneira que.1).1. inclusive viabilidade de remoção completa de qualquer das bombas de incêndio. de acordo com os critérios adotados. b) bomba em funcionamento.8 O funcionamento automático é indicado pela simples abertura de qualquer ponto de hidrante da instalação. C.1. possuindo sinalização ótica e acústica.3 As bombas de incêndio devem.11 A capacidade das bombas principais.1. c) baixa carga da bateria. intempéries.1 Geral C. o que for menor. C.Anexo C (normativo) Bombas de Incêndio C.1. C. C. 1. C.13.7 Quando a(s) bomba(s) de incêndio for(em) automatizada(s). c) falta de fase. tendo a(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes atendendo a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e/ou sistemas de proteção por espuma. C.13 Quando for necessário. C.15 As bombas principais devem ser dotadas de manômetro para determinação da pressão em sua descarga.4 As bombas de incêndio devem ser protegidas contra danos mecânicos. C.1. uma bomba de pressurização (jockey) deve ser instalada. sem interposição de correias e correntes.1 As casas de bombas quando estiverem em compartimento enterrado ou em barriletes.1. C. C. ou a 1/3 da capacidade efetiva do reservatório. após a partida do motor seu desligamento seja somente manual no seu próprio painel de comando.9 As bombas de incêndio. C. acima do que é considerada condição de sucção negativa (ver figura C. deverão também ser dotadas de manovacuômetro para determinação da pressão em sucção. deve possuir pelo menos uma bomba elétrica ou de combustão interna. fogo ou umidade. devem ser instaladas em condição de sucção positiva.1. C.1.1.1. deve ser dotado de uma botoeira para ligar manualmente tais bombas.2 As automatizações da bomba de pressurização (jockey) para ligá-la e desligá-la automaticamente e da bomba principal para somente ligá-la automaticamente devem ser feitos através de pressostatos instalados conforme apresentado na figura C.1. C.5 As bombas principais devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica. Nos casos em que foram instaladas em condição de sucção negativa.1. medida sem vazão (shutoff). para compensar pequenas perdas de pressão.14. manipulação. deve ser previsto pelo menos um ponto de acionamento manual para a(s) mesma(s). localizado na casa de bombas. tal bomba deve ter vazão máxima de 20 LPM. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio.1. sendo uma elétrica e a outra.1. sendo que o barrilete deve possuir no mínimo 1. ser utilizadas somente para este fim. . devem atingir pleno regime em aproximadamente 30 segundos após a sua partida.14 O painel de sinalização das bombas principal ou de reforço. C. C. instalado em local seguro da edificação e que permita fácil acesso. movida com motor à explosão (não sujeita à automatização). Esta condição é conseguida quando a linha do eixo da bomba se situa abaixo do nível X de água. em vazão e pressão.5 m de pé direito. manter a rede do sistema de hidrantes ou de mangotinhos devidamente pressurizada em uma faixa preestabelecida e. C.1 Bomba elétrica: a) painel energizado.10 As bombas de incêndio.

2. C. . b) ter a válvula de pé com crivo no extremo da tubulação de sucção.2.1 As bombas de incêndio dos sistemas de hidrantes e de mangotinhos podem dispor de dispositivos para acionamento automático ou manual.5 As bombas de incêndio não podem ser instaladas em salas que contenham qualquer outro tipo de máquina ou motor. conforme especificado no item B. C.3 Nos casos em que houver necessidade de instalação de bomba de reforço. C. não devendo passar em áreas de risco.4 Os condutores elétricos das botoeiras devem ser protegidos contra danos físicos e mecânicos através de eletrodutos rígidos embutidos nas paredes.2 Quando o acionamento for manual devem ser previstas botoeiras do tipo “liga-desliga”.2. exceto quando estes últimos se destinem a sistemas de proteção e combate a incêndio que utilizem a água como agente de combate.6 É permitida a instalação de bombas de incêndio com as sucções acima do nível de água.2.2. c) ter meios adequados que mantenham a tubulação de sucção sempre cheia de água.Figura C.2. d) o volume do reservatório de escorva e o diâmetro da tubulação que abastece a bomba de incêndio devem ser para sistemas do tipo 1 no mínimo de 100 litros e diâmetro de 19 mm respectivamente e. ou quando aparentes em eletrodutos metálicos. junto a cada hidrante ou mangotinho. para sistemas do tipo 2 e 3 no mínimo de 200 litros e diâmetro de 19mm. C. e) o reservatório de escorva deve ter seu abastecimento por outro reservatório elevado e possuir de forma alternativa abastecimento pela rede pública de água da concessionária local.2 Bombas de incêndio acopladas a motores elétricos C.2. devendo ser mostrado nos cálculos hidráulicos e detalhe isométrico da rede.1 – Condição positiva de sucção da bomba de incêndio Vem das bombas Vai para hidrantes/mangotinhos Sistema de automatização da bomba principal 1 2 2 Sistema de automatização da bomba de 1 pressurização (Jockey) 3 ∅ 15 mm (1/2") 3 NA NA 5 4 4 5 3 NF ∅ 15 mm (1/2") NF 3 6 Figura C. desde que atenda os seguintes requisitos (ver figura C.2.3): a) ter a sua própria tubulação de sucção. pode ser dispensado as botoeiras junto a estes hidrantes ou mangotinho. sendo a bomba de reforço acionada por botoeira do tipo “liga-desliga”. C. para os pontos de hidrantes ou mangotinhos que atendam as pressões e vazões mínimas requeridas em função da ação da gravidade.2 – Cavalete de automação das bombas principal e de pressurização C.

3 – Exemplo de afogamento de bomba de incêndio .Reservatória de Escorva VR VP Manômetro Abastecimento direto da Rede Pública Tubulação de Recalque VR VP Manovacuômetro Bomba de Incêndio Reserva de Incêndio Válvula de Pé de Crivo VR=Válvula de Retenção VP=Válvula de Paragem Figura C.

C. C.1 O sistema de partida deve ser do tipo magnético. C. f) rotações por minutos de regime. atendendo ao requisito de C.9 A entrada de força para a edificação a ser protegida deve ser dimensionada para suportar o funcionamento das bombas de incêndio em conjunto com os demais componentes elétricos da edificação.Chave de fluxo com retardo 5 .2. exibindo: a) nome do fabricante.2. uma vez cancelado por botão de impulso.4).2. c) modelo da bomba. d) vazão nominal.Normalmente fechada Chave Geral Chave para Bomba Consumo Figura C. volte a funcionar normalmente quando surgir um novo evento. régua de bornes.5 .2.2 O período de aceleração do motor não deve exceder 10 segundos. c) modelo. C. C. a plena carga. indicando bomba em funcionamento. diagrama elétrico interno e listagem dos materiais aplicados.21 O alarme acústico do painel deve ser tal que. f) rotações por minuto sob a tensão nominal.2.2.5.Esquema de instalação de bomba de reforço abastecendo os pontos de hidrantes mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo Entrada Legenda: 1 . sem prejuízo do funcionamento do motor da bomba de incêndio (ver figura C.Válvula –gaveta 3 .16 O painel de comando para proteção e partida automática do motor da bomba de incêndio deve ser selecionado de acordo com a potência em CV do motor .2.e i) freqüência. e) potência. h) corrente de funcionamento.9.19 O painel deve ser fornecido com os desenhos dimensionais. b) número de série.18 O painel deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba de incêndio e convenientemente protegido contra respingos de água e penetração de poeira.15 Os motores elétricos também devem ser caracterizados através de placa de identificação.2.8 Na falta de energia da concessionária.2.7 A alimentação elétrica das bombas de incêndio deve ser independente do consumo geral.Bomba de reforço 2 .Pontos de hidrantes /mangotinhos 6 .14 Cada bomba principal ou de reforço deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante. C.4 – Esquema de ligação elétrica para acionamento da bomba de incêndio C. C. b) tipo.2.2.Reservatório Nota: NA .Normalmente aberta NF .20 Todos os fios devem ser anilhados.2. ampéres.17 A partida do motor elétrico deve estar de acordo com as recomendações da NBR 5410 ou da concessionária local. em hertz. C. C. Figura C. C. leiaute.2.11 Os fios elétricos de alimentação do motor das bombas de incêndio. conforme especificado em B. fogo e umidade.10 As chaves elétricas de alimentação das bombas de incêndio devem ser sinalizadas com a inscrição “ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE INCÊNDIO –NÃO DESLIGUE”.17. em CV. a instalação pode ser conforme esquematizado na figura C.C. C.22 O sistema de proteção dos motores elétricos deve ser conforme a NBR 5410.2. quando dentro da área protegida pelo sistema de hidrantes devem ser protegidos contra danos mecânicos e químicos. de acordo com o diagrama elétrico correspondente. C.2.2. C.13 A bomba de pressurização (jockey) pode ser sinalizada apenas com recurso ótico.12 Nos casos em que a bomba de reforço. C.2. d) número de série. for automatizada por chave de fluxo.Registro de recalque 7 . de forma a permitir o desligamento geral da energia. e) pressão nominal.Válvula de retenção 4 .e g) diâmetro do rotor.17.2. as bombas de incêndio acionadas por motor elétrico podem ser alimentadas por um gerador diesel.2. C. g) tensão de entrada em volts.2. . C. diagrama elétrico.2.

sem que haja danos às suas placas. d) número de série.6). b) tipo. o estado de carga de cada jogo de baterias. o sistema de partida deve ser sempre automático. C. por meio de um carregador duplo de baterias.3. C.3. C. acionado diretamente pelo motor ou por correias. em qualquer hipótese.3 Bombas acopladas a motores de combustão interna C.3. C.1.2 As bombas de incêndio devem ter condição de operar a plena carga. não sendo permitido o emprego de ar comprimido.12 Nos casos em que houver apenas uma bomba de incêndio. por motor à explosão. C. C.3. por meio de amperímetros e voltímetros.3.3. tolerada uma faixa de + 10% seja qual for a carga.3.3. cada um deve ser dotado de seu próprio tanque de combustível.1. devem ser mantidas carregadas por um sistema de flutuação automática.3.1.C. da bomba para o bloco do motor. Deve ser instalada sob o tanque uma bacia de contenção com volume mínimo de uma vez e meia a capacidade do tanque de combustível.3.3.9 Um painel de comando deve ser instalado no interior da casa de bombas. indicando bomba em funcionamento e sistema automático desligado (chave seletora na posição manual).3.3. de acordo com as especificações do fabricante.4 A entrada de ar para a combustão deve ser provida de um filtro adequado.3. C.5 Dispõe de meios de operação manual.3.3 Os sistemas de refrigeração aceitáveis devem ser os descritos em C.3.3. e) potência em CV. determinando ainda.3. o qual volta sempre à posição normal. O sistema de flutuação deve ser capaz de atender.2 São dotados de sistema de arrefecimento por ar ou água. C. independente. sendo direcionados para serem expelidos fora da casa de bombas.3.4 Dispõe de controlador de rotação. C. com suas respectivas tubulações de alimentação para bomba injetora. C. localizadas na casa de bombas.3.3.2. Vai para o reservatório ou tanque escorva União assento plano Figura C. sem apresentar quaisquer avarias. sendo o ventilador acionado diretamente pelo motor ou por intermédio de correias.2 Por trocador de calor.1. C. aos dois jogos de baterias (principal e reserva). e f) rotações por minuto nominal.3. de preferência no próprio motor.7 Existindo mais de um motor a explosão. a fim de se evitar o superaquecimento das mesmas. o qual deve manter a rotação nominal. as quais devem ser múltiplas .10 As baterias do motor a explosão.4. C. C.3 Por meio de radiador no próprio motor.11 O sistema de flutuação automática deve ser capaz de carregar uma bateria descarregada em até 24 horas. no local onde forem instaladas. de acordo com as especificações do fabricante. C.3. vindo água fria diretamente da bomba específica para este fim. inferior à mínima recomendada pelo fabricante e dotado de sistema de pré-aquecimento permanentemente ligado.1.1 O motor a combustão deve ser instalado em ambiente cuja temperatura não seja. sem chances de retornar ao seu interior.3 A aspiração de ar para combustão pode ser natural ou forçada (turbo).1 a C. para cada sistema existente na edificação.3. as quais devem ser múltiplas.3.3. A saída de água do trocador também deve ser posicionada conforme C. durante 6 horas ininterruptas. C. considerando o regime contínuo de funcionamento. derivada da voluta da bomba e com retorno preferencialmente para o reservatório ou tanque de escorva (ver figura C.3.4 Por meio de ventoinhas ou ventilador.3.3.3.1.6 – Arrefecimento da bomba principal elétrica .23 As bombas de incêndio com vazão nominal acima de 600 LPM deverão dispor de um fluxo contínuo de água através de uma tubulação de 6mm ou placa de orifício de 6mm.1 São dotados de injeção direta de combustível por bomba injetora ou de ar comprimido. C. C. com pressões limitadas pelo fabricante do motor. para a partida.1 A injeção direta de água. c) modelo.5 O escapamento dos gases do motor deve ser provido de silencioso. A saída de água de resfriamento deve passar no mínimo 15cm acima do bloco do motor e terminar em um ponto onde possa ser observada sua descarga.6 O tanque de combustível do motor deve ser montado de acordo com as especificações do fabricante e deve conter um volume de combustível suficiente para manter o conjunto moto-bomba operando a plena carga durante o tempo de no mínimo duas vezes o tempo de funcionamento dos abastecimentos de água. C.3. C. C.8 O motor a explosão deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante. C.

1. D.3 Processos industriais com altos fornos onde o emprego de água seja desaconselhável. D. . D. sujeitos a reação com água. ou nos pavimentos superiores de zeladoria com área até 70 m2 e apartamentos “duplex” ou “triplex”.1 Áreas exclusivamente destinadas a processos industriais com carga de incêndio igual ou inferior a 100 MJ/ m2. D. sobreloja.5 Depósito de materiais incombustíveis.2.2 Ginásios poliesportivos e piscinas cobertas.1.ANEXO D (normativo) Casos de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos. desde que o caminhamento máximo adotado seja o comprimento estabelecido na tabela 2 desta IT.1.1. mezaninos. e que o hidrante ou mangotinho do pavimento mais próximo assegure sua proteção e o acesso aos locais citados não seja através de escada enclausurada.1 Nestes casos o cálculo da vazão deve atender a tabela 2. desde que quando embalados a carga incêndio não ultrapasse 100 MJ/m2 .4 Nas áreas específicas de depósitos com materiais combustíveis.1 Podem ser considerados casos especiais de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos as áreas das edificações com as seguintes ocupações: D. D.2 Fica isenta a instalação de pontos de hidrantes ou de mangotinhos em edículas. D.1. Neste caso deve ser protegido por agente extintor específico ou sistemas especiais indicado para o risco. D. desde que não utilizados para outros eventos que não atividades esportivas e desde que as áreas de apoio não ultrapassem 750 m2.

Hidrantes de recalque do sistema de chuveiros automáticos B – Sinalização dos Hidrantes de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos e do Sistema de Hidrantes 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C – Planilha de Cálculo Hidráulico 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Certificação e validade/garantia .IT – 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .

gov. 5. se o assunto não for por elas contemplado. 2 APLICAÇÃO 2.2 Adota-se a NBR 10.5 Para as edificações já construídas anteriores à vigência desta IT. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. podendo deixar de abranger certas áreas.2 A classificação do risco.mg. 5. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la com as adequações constantes no item 5 desta instrução. com simbologia atendendo ao contido na IT 03. sendo aceita a norma NFPA – 13 da National Fire Protection Assiciation. 2. que não atendam às normas atuais. deve ser elaborada uma proposta de Projeto Técnico. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. as exigências previstas na IT 01 – Procedimentos Adminstrativos.3.3 Para fins de apresentação junto ao Corpo de Bombeiros. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. contendo além do especificado nas normas técnicas da ABNT.gov.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. 5. 5 PROCEDIMENTOS 5.897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático para aplicação na análise e vistoria de processos submetidos ao Corpo de Bombeiros. 355 .190-000 Site: www. área de operação. cabe ao Responsável Técnico apresentar requerimento detalhando Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. . devendo ser apresentado o projeto executivo de chuveiros automáticos.1 Os sistemas de proteção por chuveiros automáticos serão elaborados de acordo com critérios estabelecidos em normas técnicas brasileiras. Augusto de Lima. 5.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica visa a adequar o texto da norma NBR 10. de acordo com o Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. suas atualizações ou outra norma que vier substituíla. conforme estabelece a NBR 10897.130. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.mg. NBR 10897 . onde houver exigência da instalação do sistema de chuveiros automáticos.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações onde é exigida a instalação de chuveiros automáticos.Proteção contra incêndio por chuveiro automático.4 Nas edificações. 5. aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e pânico. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.bombeiros. tabelas e demais parâmetros técnicos deverão seguir os critérios contidos nas normas técnicas. como espaços ocultos.270. Decreto Estadual nº 44.br Email: dat3@cbmmg. deve-se atender a toda área de edificação.1 Deverá haver uma cópia do projeto citado no item anterior à disposição na edificação para dirimir possíveis dúvidas do agente vistoriador.897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático.Bairro Centro CEP 30.

5. com as indicações constantes no anexo B e especificações da NBR 10897. 5.17. Admite-se a conexão da tubulação de mangotinhos após a válvula de governo e alarme se protegerem área diferente daquela que os chuveiros estejam dando cobertura.12. 5. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la.1 Em prédios comerciais a tomada de recalque pode ser localizada preferencialmente na fachada principal ou muro de divisa com a rua. estes podem substituir o hidrante de recalque. e que atendam aos requisitos técnicos previstos nas normas técnicas oficiais. 5. a distância livre mínima do defletor do chuveiro ao topo do estoque deverá ser de 456mm para chuveiros standard e para chuveiros especiais.1 O painel de comando deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba e convenientemente protegido contra os respingos provenientes destas. sendo que após a instalação de pelo menos uma para cada limite de área atendida.8 Nos casos de edificações com ocupação mista. com tampa metálica. o desligamento somente possa ser ativado manualmente. antes das válvulas de governo e alarme. constituídas de múltiplos pavimentos. deve constar no projeto enviado ao Corpo de Bombeiros a planilha de cálculo hidráulico conforme o anexo C desta IT. situada acima do pavimento mais elevado. 5. 5. interligando a mesma ao sistema de alarme principal da edificação.1 O circuito do alarme de que trata este item deverá ser supervisionado.os itens que necessitam de dispensa da exigências com as argumentações e a impossibilidade técnica. providas de adaptadores de engate rápido conforme figura do anexo B.12.18.7 Não é permitida a falta de chuveiros pela simples presença de equipamentos elétricos. em sistemas conjugados ou não. quando independentes obedecerão à sinalização segundo o anexo B desta IT. a instalação desta válvula de governo pode ser dispensada. previstos na NBR 10897. substituindo-se por válvula de retenção instalada na expedição da bomba e chave de fluxo para acionamento do alarme. possuindo mecanismos que possibilitem a fácil supervisão dos circuitos. de modo que atenda às funções da válvula de governo e alarme. 5. segundo o anexo A desta IT. de forma que estejam em condições de operar mesmo quando o sistema de chuveiros estiver em manutenção.21 Em reservatórios elevados o ponto de tomada de água para consumo deve ser lateral. normalmente presente nas válvulas de governo e alarme. 5. ficando sob o controle da respectiva válvula de governo e alarme. após a partida do(s) motor(es).6 A área de aplicação deve ser sempre considerado como a área do piso. 5.13 As tubulações para hidrantes e mangotinhos devem ser conectadas às tubulações principais.12 O hidrante de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos deverá possuir duas entradas de água de 63 mm de diâmetro.10. de forma a avisar quando passar água no sistema a partir do funcionamento de um único chuveiro. de acordo com o risco e a norma adotada. deverão ser utilizadas válvulas redutoras de pressão. 5. pode ser substituído pelo alarme elétrico.12. segundo anexo A.00m em relação ao piso.12. 15.19 Não são aceitas placas de orifícios para balanceamento do sistema de chuveiros automáticos. o painel de comando(s) da(s) bomba(s) principal(is) deverá permitir que. a tomada de recalque pode ser localizada dentro de uma caixa de alvenaria.10 O dimensionamento do sistema pode ser feito por tabelas.20 Quando for necessária a redução de pressão. 5. tabelas e cálculo hidráulico ou cálculo total. 5. 5. deverá ser de 916mm. . ficando as tomadas de fundo para o sistema de chuveiros automáticos. apresentando as medidas mitigadoras adotadas. 5.16 Para o sistema de pressurização.9 Para edificações que possuam estoques de mercadorias. a uma altura mínima de 0.3 O hidrante de recalque para chuveiros automáticos e o hidrante de recalque para hidrantes. 5. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la. 5. para cada válvula de governo e alarme.11 Nos casos em que hidrantes e mangotinhos são instalados em conjunto com o sistema de chuveiros automáticos. devem ser garantidas as vazões e pressões mínimas exigidas. 5.60 m e máxima de 1. Estes equipamentos podem ser protegidos contra a descarga de água proveniente destes por meio de anteparos nãocombustíveis.18 O painel de comando elétrico que compõe o sistema de proteção por chuveiros automáticos deve ser conforme prevê a NBR 10897. aprovadas para o uso em instalações de proteção contra incêndios.14 Quando não houver necessidade da instalação de mais do que uma válvula de governo e sendo a reserva efetiva. 5.1 Quando for feito o dimensionamento por cálculo hidráulico. serão aceitos os limites máximos para cada válvula de governo e alarme. mantendose a reserva exclusiva definida para o sistema. a reserva de incêndio deve ser calculada em função da vazão de risco mais grave e do tempo de funcionamento do risco predominante. 5. sendo somadas as reservas efetivas de água para o combate a incêndios.15 Nas edificações elevadas.17 O gongo hidráulico.2 Se for comprovado tecnicamente ser impossível a especificação anterior. para apreciação do Corpo Técnico. 5.4 Quando a rede de alimentação for comum para chuveiros e hidrantes e existir franco e fácil acesso aos hidrantes externos. 5. 5. os demais pavimentos podem conter apenas as chaves de fluxo secundárias.

ser provido de uma conexão de ensaio (dreno).5. 5. UL. de conformidade com a NBR 10897. sem interposição de correias ou correntes. 5.24 As bombas devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica a motores elétricos ou a diesel.23 Sempre que possível. que será apresentada durante o pedido de vistoria conforme a IT 01. 5.22 A bomba deve operar com sua capacidade nominal dentro de 30 segundos após a partida. FM. ULC e LPC. 6 CERTIFICAÇÃO E VALIDADE/GARANTIA Os componentes do sistema deverão possuir selo de homologação dos laboratórios responsáveis: ABNT.26 A instalação e o ensaio deverão ser elaborados por profissional legalmente habilitado. 5. . sendo permitida a sucção negativa quando comprovadamente for inviável a primeira condição.25 Deverá o sistema de chuveiros automáticos. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la. as bombas devem ser instaladas sob condição de sucção positiva (afogadas). para verificação em vistoria e manutenção da tubulação. sendo confeccionada a respectiva ART de Execução.

ANEXO A Hidrantes de recalque do sistema de chuveiros automáticos .

ANEXO B Sinalização dos Hidrantes de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos e do Sistema de Hidrantes .

ANEXO C Memória de cálculo do dimensionamento do sistema de chuveiros automáticos vazão Chuveiro Balanceada Calculado Trecho Chuveiro Trecho Diâmetro Referência Adotado Memória de Cálculo Comprimento Equivalente Total Perda de Carga Desnível Unitária Total Pressão Observações Fator K * Real 1 2 3 4 Nó A Nó B Nó C MB R’i-MB R’i - 1/mim 1/mim 1/mim mm mm pol m m m m m m mca KPa (*) 1/mim a mca-1/2 ou 1/mim x Kpa-1/2 _ _ .

IT - 19
SISTEMA DE RESFRIAMENTO PARA LIQUIDOS E GASES INFLAMAVEIS E COMBUSTIVEIS

SUMÁRIO
1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 19

DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro. CEP 31.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

SISTEMA DE RESFRIAMENTO PARA LIQUIDOS E GASES INFLAMAVEIS E COMBUSTIVEIS

1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para segurança contra incêndio, exigências e práticas recomendadas para a elaboração de projetos de sistemas de resfriamento com água. 2 APLICAÇÃO 2.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e áreas de risco destinadas a produção, manipulação, armazenamento, transferência, distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis, relacionados a: a) destilaria, refinaria e unidade de processamento; b) plataforma de carregamento, estação de carregamento, e envasamento de gás liqüefeito de petróleo ( GLP ); c) parques de tanques ou tanques isolados; d) armazém e áreas destinadas a líquidos e gases combustíveis e inflamáveis, acondicionados em recipientes transportáveis. 2.2 Esta Instrução Técnica não se aplica: a) armazenagem de líquidos reativos ou instáveis; b) instalações marítimas off-shore; c) armazenagem de líquidos criogênicos e gases liquefeitos; d) aspectos toxicológicos dos produtos; e) instalações de armazenagem de líquidos combustíveis e inflamáveis que disponham de Normas Brasileiras específicas, tais como aeroportos. 3 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA NORMATIVA E

Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44.270, de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 7505 – Armazenagem de petróleo, seus derivados líquidos e álcool carburante. NBR 13860- Glossário de termos relacionados a segurança contra incêndios. NB – 98 - Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis. Petrobrás, N-1203 D, de julho de 1997 – Projetos de sistemas fixos de combate a incêndio com água e espuma. Petrobrás, N-1645 D, de dezembro de 1999 – Critérios de segurança para projetos de instalações fixas de armazenamento de gás liquefeito de petróleo. NFPA-15 - Standard for Water Spray Fixed Systems for Fire Protection - edição 1996. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica, aplicam-se as definições da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico, complementada pelas seguintes definições: 4.1 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37,8ºC, subdividido como segue: a) Classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37,8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de

Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas:

óleo diesel, aguarrás e querosene (iluminante e de aviação). b) Classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93,4ºC - todos os tipos de óleo combustível. c) Classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93,4ºC - todos os tipos de lubrificantes. 4.2 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37,8ºC, também conhecido como líquido Classe I, subdividindo-se em: a) Classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação). b) Classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37,8ºC – todos os tipos de álcool. c) Classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22,8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8ºC. – solventes (conforme ficha de segurança do produto). 4.3 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que, no estado puro ou nas especificações comerciais, por efeito de variação de temperatura e pressão, ou de choque mecânico, na estocagem ou no transporte, se tornem autoreativos e em conseqüência se decomponham, polimerizem ou venham a explodir. 4.4 Área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação. 4.5 Área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação. 4.6 Área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação. 4.7 Área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais, podendo ser edificada ou aberta, sobre piso, com ou sem acabamento ou em terreno natural, esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada, conforme o caso. 4.8 Risco isolado: é o risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados, suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra. 4.9 Posto de abastecimento interno: Instalação interna a uma indústria ou empresa cuja finalidade única é o abastecimento de combustível e ou lubrificantes para sua frota própria ou de seu uso. 4.10 Posto de abastecimento: Local restrito onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos, aeronaves, barcos, etc.

5.1 O resfriamento pode ser realizado por meio de: a) linha manual com esguicho regulável; b) canhão monitor manual ou automático; c) aspersores fixos. 5.2 O armazenamento em tanques subterrâneos não necessita de proteção contra incêndios por resfriamento. 5.3 Para o projeto dos sistemas de proteção consideram-se dois conceitos fundamentais: a) dimensionamento pelo maior risco isolado; b) não simultaneidade de eventos, isto é, o dimensionamento deve ser feito baseando-se na ocorrência de apenas um incêndio. 5.4 Independentemente das facilidades de combate ao fogo, grupos de vasos com espaçamento horizontal inferior a 7,5 metros devem ser considerados como único risco. 5.5 Cada quadra de unidade de processo constitui um risco isolado. 5.6 O suprimento deve ser baseado em uma fonte inesgotável (mar, rio, lago) o qual deve ser capaz de demanda de 100% da vazão de projeto em qualquer época do ano ou condição climática. Na inviabilidade desta solução, deve ser previsto um reservatório com capacidade para atender à demanda de 100% da vazão de projeto durante o período de tempo descrito abaixo: a) 06 horas para refinarias, terminais, bases de distribuição e outras instalações com capacidade de armazenamento de petróleo e derivados igual ou superior a 40.000 m3; b) 04 horas para parques de tanques ou outras instalações com capacidade entre 10.000 m3 e 40.000 m3; c) 03 horas para parques de armazenamento de gases liquefeitos de petróleo, sob pressão, em esferas e cilindros, plataforma de carregamento, estação de carregamento e envasamento com qualquer capacidade e em qualquer tipo de instalação. Os casos particulares tratados nesta instrução técnica devem atender às respectivas autonomias estabelecidas; d) 02 horas para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 1000 m3 e 10.000 m3; e) 01 hora para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 120 m3 e 1.000 m3; f) 45 minutos para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 50 m3 e 120 m3; g) 30 minutos para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 20 m3 e 50 m3; 5.6.1 Para o cálculo do volume do reservatório, deve ser considerada a capacidade de armazenamento do maior risco isolado. 5.6.1.1 Os casos citados nas alíneas a, b e c do item 5.6, se o abastecimento do reservatório for simultâneo ao incêndio, o seu volume poderá ser reduzido

5 PROCEDIMENTOS

proporcionalmente às condições deste abastecimento, desde que o volume mínimo do reservatório atende a demanda para 120 minutos. No caso de reabastecimento por bombeamento, as bombas e os respectivos acionadores devem atender aos mesmos requisitos das bombas principais de combate a incêndio. 5.6.2 A água usada no sistema em operação pode ser doce ou salgada e sem tratamento. 5.6.3 O sistema deve ficar pressurizado com água doce, a fim de evitar-se a rápida formação de incrustações e corrosão. No caso de utilização de água salgada, toda a tubulação deve estar adequada para esta finalidade. 5.6.4 No caso de material sólido em suspensão deve ser previsto dispositivo para a retenção das impurezas e limpeza das linhas sem interrupção do abastecimento. 5.6.5 Para cálculo do suprimento de água deve ser adotado o valor correspondente ao maior risco para: a) resfriamento de unidade de processo; b) resfriamento de um tanque atmosférico em chamas e dos tanques vizinhos; c) aplicação de espuma a um tanque e resfriamento dos tanques vizinhos; e. d) resfriamento de vasos de pressão para o armazenamento de gases liquefeitos. 5.6.6 Para a aplicação da espuma consultar a IT 20 Sistema de Proteção por Espuma. 5.6.7 No(s) dimensionamento(s) da(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes que atenderem a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis, será obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio, sendo uma elétrica e a outra movida com motor à explosão (não sujeita à automatização); ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão. Outros arranjos de bombas de incêndio aceitáveis são duas bombas elétricas principais alimentadas por um grupo moto-gerador automatizado com autonomia mínima de 06 horas de funcionamento ou duas bombas de incêndio com motor a explosão (podendo uma delas ter acionamento manual). 5.6.7.1 Será permitida a instalação de uma única bomba para locais que contenham tanques de armazenamento com capacidade máxima de 120 m³, bem como para os recipientes de GLP citados nos itens 5.12.1.1 e 5.12.2.2. 5.7 Hidrantes e canhões monitores 5.7.1 Em todos os locais onde haja risco de vazamento ou derrame de produto devem ser previstos hidrantes. 5.7.2 Os hidrantes devem ser instalados em locais de fácil acesso, mesmo que haja necessidade de estender uma derivação da rede principal. 5.7.3 A quantidade mínima de linhas de resfriamento e canhões monitores deve ser calculada em função da demanda de água de combate a incêndio. No caso de utilização de anéis de resfriamento nos tanques, esta demanda pode ser abatida da vazão total para dimensionamento da quantidade de hidrantes. Deve ser previsto pelo menos uma linha ou canhão para cada tanque

vizinho e duas linhas ou canhões para o tanque em chamas, simultaneamente considerando o cenário do cálculo hidráulico. 5.7.3.1 Após a definição do cenário de combate a incêndio pelo maior risco, os dimensionamentos do sistema hidráulico deve levar em consideração o funcionamento simultâneo de todas as linhas manuais e canhões monitores necessários para atender à demanda de água para o sistema de resfriamento. O projetista deve levar em consideração também o sistema de proteção por espuma, de acordo com a IT 20. 5.7.4 Em bacias com capacidade de armazenamento não superior a 35.000 m3, a distância máxima entre hidrantes deve ser de 60 m e devem ser localizados de tal forma que o comprimento de mangueira seja no máximo 60 m. 5.7.5 Em bacias com capacidade de armazenamento superior a 35.000 m3, a distância máxima entre hidrantes deve ser de 100 m e devem ser localizados de tal forma que o comprimento de mangueira seja no máximo 90 m. 5.7.6 Os hidrantes devem possuir no mínimo duas saídas com diâmetro nominal de 65 mm, dotadas de válvulas e de conexões de engate rápido. A altura destas válvulas em relação ao piso deve estar compreendida entre 1 m e 1,5 m. 5.7.7 Os canhões monitores podem ser fixos ou portáteis para água ou espuma, ou ainda para ambos. 5.7.8 Os hidrantes e os canhões fixos, quando manualmente operados, devem ser localizados a distância de 1,5 ( uma vez e meia) a altura do tanque, a partir do seu costado, para aqueles com diâmetro até 9 metros, e de 15 metros a 75 metros do costado para os tanques com diâmetros superiores a 9 metros. 5.7.9 Atendendo-se às necessidades de vazão e pressão da rede de hidrantes, os canhões monitores usados para resfriamento ou extinção de incêndio em tanques verticais ou horizontais devem ser capazes de resfriar teto e o costado. 5.7.10 A vazão mínima de água para as linhas manuais de resfriamento deverá ser de 200 LPM, com o emprego obrigatório de esguichos reguláveis. Para as áreas cobertas a pressão mínima será de 343,2 KPa (35,00 mca) e para as áreas descobertas será de 441,3 Kpa (45,00 mca). 5.7.11 Cada ponto da área de risco ou dos tanques e cilindros a serem protegidos devem ser atendidos pelo menos por uma linha manual de resfriamento. 5.7.12 Os canhões monitores devem ser especificados para permitir uma vazão mínima de 800 LPM na pressão de 549,25 kpa (56 mca), um giro horizontal de 360º e um curso vertical de 80º para cima e de 15º para baixo da horizontal, admitindo-se o emprego de esguichos que produzam somente jato sólido. Para efeito de projeto, deve ser considerado o alcance máximo na horizontal de 45 m quando em jato. 5.8 Refinaria, destilaria ou unidade de processo de refinaria 5.8.1 Uma unidade de processo deve ser protegida por meio de hidrantes e canhões monitores fixos. Em caso de vasos que armazenam gases inflamáveis liquefeitos sob

pressão devem ser usados aspersores fixos, conforme NFPA-15/96. 5.8.1.1 A vazão do sistema deve ser determinada em função da área definida pelo limite de bateria da unidade de processo, multiplicada pela taxa de 3 LPM/m2, devendo-se adotar como vazão mínima 4.000 LPM e como vazão máxima 20.000 LPM. 5.8.2 Os canhões monitores podem ser substituídos por sistemas de aspersores fixos, projetados conforme NFPA15/96. 5.9 Plataforma de carregamento, estação de carregamento e envasamento de cilindros de gás liquefeito de petróleo 5.9.1 Nas instalações é indispensável à utilização de aspersores fixos projetados conforme a NFPA-15/96. 5.9.2 A área a ser considerada deve levar em conta o transbordamento decorrente das operações de carga e descarga. O propósito que o dimensionamento deve considerar a proteção das áreas da ilha de carregamento em torno do caminhão ou vagão tanque. Havendo canaleta para captação de derrame de produto na área de carregamento e descarga, considerar a área circunscrita ao canalete como referência para o direcionamento da proteção. 5.10 Parques de tanques ou tanques isolados 5.10.1 Os tanques de armazenamento de superfície ou aéreos com volume total e igual ou inferior a 120 m3, contendo: a) líquidos combustíveis classe IIIA, não necessitam de sistema de resfriamento, desde que estejam isolados e em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais. b) líquidos classe IIIB, isenta-se do sistema de resfriamento, desde que o produto não seja pré-aquecido e os tanques estejam isolados e em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais. 5.10.2 Para o resfriamento através de aspersores deverá haver uma superposição entre os jatos dos aspersores, equivalente a 10% de dimensão linear coberta por cada aspersor. 5.10.2.1 Para tanques com altura acima de 10 m, será obrigatória a colocação de anéis de aspersores a partir do topo do tanque, sendo o espaçamento entre os anéis dimensionados de acordo com o desempenho do equipamento e especificação do fabricante, não havendo necessidade de anéis na base do tanque. 5.10.2.2 Deverá ser previsto no mínimo um anel de resfriamento instalado a partir do topo do tanque. 5.10.2.3 Quando a altura dos tanques for inferior a 10 metros, será aceito o resfriamento por meio de linhas manuais, ou canhões monitores. 5.10.3 Para efeito de cálculo, são considerados vizinhos os tanques que atendam a um dos seguintes requisitos:

a) quando o tanque considerado em chamas for vertical e a distância entre seu costado e o costado (ou parede externa) do tanque vizinho for menor que 1,5 vez o diâmetro do tanque em chamas ou 15 m, o que for menor; b) quando o tanque considerado em chamas for horizontal e a distância entre o costado (ou parede externa) do tanque vizinho e a base do dique do tanque considerado em chamas for menor que 7,5 m. 5.10.4 Quando forem utilizados aspersores nos tanques verticais, estes devem ser distribuídos de forma a possibilitar uma lâmina de água continua sobre a superfície a ser resfriada, sendo permitido apenas sua instalação no costado, nos casos de tanques com solda de baixa resistência entre costado e teto (conforme API 650). 5.10.4.1 Não é considerada proteção por aspersores a utilização de apenas um bico no centro do teto do tanque. 5.10.4.2 Para cálculo da vazão necessária ao resfriamento dos tanques verticais atmosféricos devem ser adotados os seguintes critérios: a) tanque em chamas: 2 LPM/m2 da área do costado; b) tanques vizinhos: 1) utilizando aspersores 2 LPM/m2 da área determinada na tabela 1; ou 2) utilizando canhões monitores ou linhas manuais: conforme a tabela 2. Tabela 1 – Aspersores
(N ¹) Área a ser resfriada 1 área do costado >1 Soma das áreas dos costados ¹) N = número de tanques verticais vizinhos.

Tabela 2 – Canhões monitores ou linhas manuais

)

≤2

Dist. entre costados (m) ≤8 > 8 e ≤ 12 > 12

Taxa

2)

)

8 5 3

>2

Dist. entre costados (m) ≤8 > 8 e ≤ 12 > 12

Taxa

3)

8 5 3

N = número de tanques verticais vizinhos. L/min. por m² de ½ do soma das áreas do teto e tanque vizinho. Para tanque de teto flutuante não considerada a área do teto. 3) L/min. por m² de 1/3 do soma das áreas do teto e tanque vizinho. Para tanque de teto flutuante não considerada a área do teto.
2)

1)

costado do deverá ser costado do deverá ser

5.10.5 A vazão mínima necessária ao resfriamento dos tanques horizontais deve ser de 2 LPM/m² da área da sua projeção horizontal. 5.10.5.1 Para efeito de cálculo, somente são resfriados tanques horizontais vizinhos quando: a) o tanque em chamas for vertical; b) não estiverem no interior da mesma bacia de contenção do tanque em chamas. 5.10.5.2 Neste caso, não deve ser considerada a aplicação de água na bacia do tanque em chamas, devido ao fato de que em um incêndio em tanque horizontal pode ocorrer vazamento para a bacia de contenção.

5.10.6 Caso o tanque vizinho seja do tipo teto flutuante, para o resfriamento só deve ser considerada a metade da área do costado. 5.10.7 Nos tanques para armazenamento refrigerado, deve ser prevista a aspersão de água com baixa velocidade e distribuição uniforme sobre o teto e costado, calculada à base de 3 LPM/m2 de área a ser protegida. 5.10.7.1 Para o cálculo da vazão total, devem ser considerados os tanques situados a distância inferior a 1,5 (uma vez e meia) o diâmetro do tanque em chamas, sendo válido dividir-se o sistema de aspersão em setores, para melhor aproveitamento da quantidade de água disponível. 5.10.7.2 O teto deve ser totalmente resfriado e a superfície lateral mínima a ser molhada não deve ser inferior a um terço (1/3) da superfície lateral total do tanque. 5.11 Armazém e áreas destinadas a líquidos combustíveis e inflamáveis acondicionados em recipientes transportáveis 5.11.1 As áreas com capacidade acima de 20 m3 de líquidos inflamáveis ou combustíveis, devem prever o sistema de resfriamento por meio de linhas manuais com esguichos reguláveis. 5.11.2 A altura e largura da pilhas de recipientes devem atender ao estabelecido nas Normas Técnicas Oficiais (ex: NB 98 e NBR 7505). 5.11.3 Cada ponto da área de risco a ser protegido deve ser atendido, simultaneamente, por no mínimo uma linha de resfriamento. 5.11.3.1 As tomadas de água para abastecimento das linhas de resfriamento (hidrantes) devem atender aos parâmetros da IT 17 - Sistema de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio. 5.12 Resfriamento de vasos de pressão que armazenem Gases Liquefeitos de Petróleo 5.12.1 Recipientes transportáveis 5.12.1.1 Quando o volume armazenado for superior a 6.240 Kg e inferior a 49.920 kg será exigida a proteção por linhas manuais de resfriamento, calculadas conforme os itens 5.7.10 e 5.7.11 com autonomia mínima de 30 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.1.2 Quando o volume armazenado for superior a 49.920 e inferior a 99.840 kg de GLP será exigida a proteção suplementar por canhões monitores com o funcionamento simultâneo das linhas manuais, devendo ser atendidos os itens 5.7.10, 5.7.11 e 5.7.12, e autonomia mínima de 60 minutos do reservatório de incêndio, devendo ser considerado no mínimo 2 linhas manuais e um canhão monitor em funcionamento simultâneo. 5.12.1.3 Quando o volume armazenado for superior a 99.840 kg de GLP o sistema de resfriamento deverá ser avaliado pelo Corpo Técnico, ou poderá ser adotada Norma Técnica estrangeira reconhecida internacionalmente. 5.12.2 Recipientes estacionários verticais e horizontais

5.12.2.1 Quando a bateria de cilindros de GLP possuir uma capacidade superior a 8.000 kg, aplicam-se as exigências dos itens 5.12.2.2 a 5.12.2.5. 5.12.2.2 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for inferior a 8000 kg, prever proteção por linhas manuais de resfriamento, calculado conforme os itens 5.7.10 e 5.7.11 com autonomia mínima de 30 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.2.3 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for superior a 8.000 kg e menor ou igual a 24.000 kg, além das linhas manuais de resfriamento, prever proteção suplementar com o uso de canhões monitores com o funcionamento simultâneo das linhas manuais, devendo ser atendidos os itens 5.7.10, 5.7.11 e 5.7.12, e autonomia mínima de 60 minutos do reservatório de incêndio. 5.12.2.4 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for superior a 24.000 kg e menor ou igual a 60.000 kg prever proteção por aspersores instalados de forma a proteger toda a superfície exposta, inclusive os suportes (pés). A água deverá ser aplicada por meio de aspersores fixos instalados em anéis fechados de tubulação com uma autonomia mínima de 120 minutos do reservatório de incêndio. 5.12.2.4.1 Os aspersores, instalados acima da linha do equador, dos tanques horizontais, verticais e esferas de gás, não serão considerados para proteção da superfície situada abaixo daquela, sendo necessária à instalação de um outro anel de aspersores abaixo da linha do Equador. 5.12.2.4.2 Toda a superfície exposta do(s) tanque(s) deverá estar protegida com os jatos dos aspersores da seguinte forma: Os aspersores deverão ser distribuídos de forma que exista uma superposição entre os jatos, equivalente a 10% de dimensão linear coberta por cada aspersor. 5.12.2.5 Quando a capacidade de armazenamento individual for superior a 60.000 kg prever proteção por aspersores instalados de forma a proteger toda a superfície exposta, inclusive os suportes (pés). A água deverá ser aplicada por meio de aspersores fixos instalados em anéis fechados de tubulação com uma autonomia mínima de 180 minutos do reservatório de incêndio. Atender inclusive os itens 5.12.2.4.1 e 5.12.2.4.2. 5.12.2.6 O emprego de aspersores não dispensa os hidrantes (linhas manuais) devendo inclusive ser previsto pelo menos um canhão monitor portátil que poderão ser empregados no caso de falha do sistema de aspersores. No entanto para o dimensionamento do sistema hidráulico não haverá a necessidade de serem somadas as vazões necessárias para as linhas manuais, canhão monitor e aspersores, sendo suficiente o dimensionamento da demanda de água para os aspersores. 5.12.2.7 Os afastamentos requeridos para os recipientes de GLP tanto estacionários quanto transportáveis devem atender as Normas Técnicas Oficiais e a IT 23.

5.12.3 Esferas

5.12.3.1 A vazão de água destinada a cada esfera, por meios fixos, deve ser a soma dos valores correspondentes a: a) resfriamento de toda a superfície, calculada multiplicando-se a taxa de 5 LPM/m2 pela superfície total; b) complementação do resfriamento definido no item anterior, com a colocação de um aspersor para a região de junção do costado com coluna de suporte, a vazão de cada aspersor corresponde a 10% do valor determinado na alínea a, dividido pelo número de colunas; c) curva e válvula de retenção da linha de enchimento, quando esta penetra no cilindro pelo topo (conforme norma Petrobrás N-1645-D/99), o número de aspersores e a respectiva vazão devem ser calculados para que o conjunto receba, pelo menos, 5 LPM/m2, mas o total não deve ser inferior a 100 LPM. d) prever uma autonomia mínima de 180 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.4 A vazão destinada a cada cilindro horizontal ou vertical, por meios fixos (aspersores), deve ser a soma dos valores determinados conforme os critérios abaixo: a) lançamento de água segundo a taxa mínima de 5 LPM/m2, uniformemente distribuídos por aspersores sobre toda a superfície; b) proteção, por aspersores, da válvula de bloqueio, curva e válvula de retenção da linha de enchimento, quando esta penetra no cilindro pelo topo (conforme norma Petrobrás N-1645-D/99), o número de aspersores e a respectiva vazão devem ser calculados para que o conjunto receba, pelo menos, 5 LPM/m2 mas o total não deve ser inferior a 100 LPM. 5.12.5 Deve ser previsto resfriamento para a esfera submetida a fogo, bem como para as esferas e baterias de cilindros cuja distância, costado a costado em chamas, seja inferior a 30 m. 5.12.6 Um ou mais cilindros de volume individual igual superior a 200 m3 devem ser considerados equivalentes a uma esfera, para efeito do item 5.12.5. 5.12.7 Nos demais casos de cilindros, devem ser resfriadas esferas e baterias de cilindros cuja distância, costado a costado, seja inferior a 7,5 m. 5.12.7.1 Caso as baterias de cilindros de GLP com capacidade individual de no máximo 60.000 kg estiverem afastados de 7,50 m entre si, podem ser considerados. 5.12.8 Quando o suprimento de água sair da rede de água de incêndio deve-se somar a maior vazão estabelecida, segundo os critérios expressos em 5.12.5, 5.12.6 e 5.12.7, ao valor correspondente ao uso de dois canhões monitores fixos, cada qual com 1.200 LPM, lançando água sobre o bocal de saída do vaso em chamas, mais a vazão correspondente à injeção de água prevista na norma Petrobras N-1645-D/99. 5.12.9 A localização dos cilindros e esferas de GLP devem atender às Normas Técnicas Oficiais.
_______________________________________________

IT - 20
SISTEMA DE PROTEÇÃO POR ESPUMA

SUMÁRIO
1 – Objetivo

ANEXOS
A - Figura 1 - Guia de Qualidade da espuma para tanques de armazenamento B - Exemplo ilustrativo de Cálculo dos Sistemas de Espuma

2 – Aplicação 3 – Referências Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Condições específicas

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 20

SISTEMA DE PROTEÇÃO POR ESPUMA
DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica tem como objetivo adequar o texto da NBR 12.615 – Sistema de combate a incêndio por espuma da ABNT, para aplicação na análise e vistoria de projetos/processos submetidos ao Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias a existência de produção, manipulação, armazenamento e distribuição de líquidos combustíveis ou inflamáveis localizadas no interior de edificações ou a céu aberto para Combate a Incêndio, de acordo com o previsto na Tabela 7M.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para maior entendimento desta Instrução Técnica, é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44.270, 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 12.615 – Sistema de combate a incêndio por espuma. NFPA 11 – Standard for Low-Expansion Foam 1998 Edition.

NFPA 13 – Standard for the installation of sprinkler systems. NBR 5363 – Invólucros à prova de explosão para equipamentos elétricos – especificação. NBR 5418 – Instalações elétricas em ambientes com líquidos, gases ou vapores inflamáveis – procedimento. NBR 7821 – Tanques soldados para armazenamento de petróleo e derivados – procedimento. ANSI B 31.1 - Piping and piping systems. Boletim API 650 – Apêndice H – Welded steel tanks for oil storage. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica, aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Generalidades 5.1.1 A espuma mecânica ou espuma de ar, para as finalidades desta Instrução Técnica, deve ser entendida como um agregado de bolhas cheias de ar, geradas por meios puramente mecânicos, de soluções aquosas contendo um concentrado de origem animal, sintética ou vegetal. 5.1.2 A espuma mecânica ou espuma de ar é útil como agente de prevenção e extinção ao fogo nas situações mais variadas; satisfazendo a todas as exigências referentes a um fluido de densidade muito baixa e alta capacidade de absorção do calor. A espuma mecânica não é considerada um agente adequado para incêndios em gases. Sua densidade, sendo menor que as dos líquidos inflamáveis,

de modo que não seja ultrapassada a temperatura de 45ºC no interior da massa líquida.3. o uso de espuma mecânica não é aconselhado.1. 5.1. dependendo sempre de operador.1 Os tanques ou recipientes devem estar localizados.6. vazão e/ou armazenamento de todos os equipamentos propostos. indicando a aplicabilidade.2.15. 5. para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica.1.1 O LGE deve ser armazenado em tanques ou recipientes metálicos protegidos convenientemente contra corrosão.3 Os recipientes devem conter rótulo de identificação do tipo de LGE. 5.6.6 Mistura da água com o Líquido Gerador de Espuma (LGE) Os métodos propostos para se obter uma mistura adequada de água e LGE são dados em 5.2 A relação entre a quantidade de espuma produzida pelos equipamentos e a quantidade de solução de espuma (coeficiente de expansão) deve ser de ordem de 8 (oito) vezes como o valor máximo e 4 (quatro) vezes como o valor mínimo.1. podem ser aceitas diferentes taxas de tempo.permite que seja usada principalmente para formar uma cobertura flutuante. válvulas de descarga. estejam em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas oficiais.4 Os sistemas de proteção ou extinção considerados nesta Instrução Técnica devem ser projetados e construídos de forma que a espuma gerada não seja .6.2.3.1.1. c) taxas de aplicação da mistura (água + LGE) e da espuma.4o C isenta-se do sistema de espuma. incluindo a reserva do volume total de LGE necessário. 5. em ponto eqüidistantes dos riscos a proteger.1 Para líquidos com ponto de fulgor superior a 93. f) vazão de LGE em litros por minuto (LPM) exigidas pelo sistema proposto.3 Armazenamento do líquido gerador de espuma em instalações fixas 5.2 Os testes de funcionamento e aceitação final dos sistemas de proteção ou extinção considerados neste capítulo devem ser realizados na presença do vistoriador do Corpo de Bombeiros e à luz dos documentos indicados nos itens 5.1 Os projetos devem ser executados por Empresas ou profissionais que possuam atribuições específicas e os requisitos técnicos necessários.3. 5. para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica.4 Projetos de sistemas de proteção ou extinção por meio de espuma mecânica 5. cobrindo e resfriando o combustível de forma a interromper a evaporação dos vapores e impedir a sua mistura com o oxigênio do ar. em função das vazões de água. estejam em bacia de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais.15.6. extinguindo.1. b) por meio de equipamentos semi-eixos do tipo bocal. a aplicação da espuma mecânica deverá ser precedida de judicioso estudo da situação. 5.4.6. no mínimo. 5.6. d) vazão de água em litros por minuto.4 Em tanques ou recipientes que contenham produtos quentes.2 Mistura de LGE efetuada na linha de mangueiras por meio de proporcionadores de linha de vazão fixa. 5.2 Gerador de espuma mecânica 5.1. Permite variação de vazão.2 Os tanques de LGE devem ser projetados de modo a disporem de respiros adequados.1. inclusive local.1. 5. para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica. expresso em minutos. arranjo físico e pontos de maior perigo. em que a mistura (água + LGE) pode transitar pelas tubulações sem perder suas propriedades espumigenas.5 A espuma mecânica é condutora de eletricidade. O tempo de permanência da espuma sobre a superfície do líquido deve ser. portanto. boca de visita para facilitar a inspeção. não necessitam de sistema de espuma.4.6. taxas de aplicação e dosagens recomendadas. cuja temperatura esteja acima do ponto de ebulição da água. desde que tenham diâmetro inferior a 9 metros.4 podem ser obtidos por meio de estações de emulsionamento fixas ou móveis (viaturas emulsionadoras).3.1 Os métodos propostos por esta Instrução Técnica para se obter a espuma mecânica são: a) geração por meio de equipamentos portáteis do tipo bocal. contendo líquidos combustíveis com ponto de fugor entre 60oC e 93. 5. limpeza e tomada de amostras.1.6. de 15 minutos Para produtos com tensão de vapores elevados.1. 5. com volume total igual ou inferior a 120 m3.3.1. Permitem ampla variação de vazão.5 Os métodos indicados em 5. incluindo a reserva do volume total necessário.1.4.1.3 Estes projetos devem apresentar as seguintes informações básicas: a) detalhe dos diversos riscos a serem protegidos.3 Mistura de LGE efetuada por dispositivo dosador instalado entre a descarga e admissão da bomba de água. os tanques tenham diâmetro inferior a 9 metros. 5.6.4oC.1 e 5. 5.6.4. e) tempo máximo. g) especificação técnica e capacidade de geração.3 e 5. b) especificação técnica do LGE a ser utilizado pelo sistema proposto. 5. 5.2. 5. sempre que possível. de vazão fixa.1 a 5.1 Mistura de LGE efetuada diretamente por esguichos de espuma portáteis.4 Mistura de LGE efetuada por meio de bomba ou vaso de pressão e dosador que controlam automaticamente as vazões de LGE. dispositivo de enchimento de medição e controle constante de nível. 5. desde que o produto não seja pré-aquecido.1. Em tanques contendo combustíveis líquidos de alta viscosidade os quais tenham permanecido em queima por período prolongado. 5. exigidas pelo sistema proposto.5. c) geração por meio de equipamentos fixos do tipo bocal. nas estações de emulsionamento.1. independendo do operador. jatos plenos deste agente extintor não devem ser usados contra equipamentos elétricos energizados. 5. 5.3 Os tanques de armazenamentos de superfícies ou aéreos.

5. Diâmetro de até 9 m e altura até 6 m Linhas de espuma (proteção primária) Diâmetro acima de 9 m e até 18 m Canhões monitores Diâmetro acima de 18 m Câmaras de espuma (*) Para definição do maior risco.1 Podem ser aceitas dosagens de LGE inferiores a 6% para solventes polares.6 A alimentação de água da estação de emulsionamento pode ser obtida a partir da rede de alimentação dos hidrantes.3. sendo uma carga inicial e outra como carga de reposição. pode ser dispensada a reserva de reposição acima descrita. semifixos e portáteis.6. 5.5. 5. Tabela 1. 5.6.1 O item básico para se determinar à eficiência do sistema de proteção ou extinção por meio de espuma mecânica deve ser o fluxo de água (volume por unidade de tempo). pelo fabricante. mistura e nível de LGE.1 5. 5. os fabricantes devem fornecer justificativas técnicas e resultados de ensaios. válvulas de controle e respectivas tubulações dentro das necessidades do projeto. por meio de ensaios específicos normatizados. b) a estação fixa deve ser construída com material resistente ao fogo e dispor de meios de acesso e iluminação natural voltados para áreas de menor risco.5 Suprimento de água 5. b) estação móvel de emulsionamento (viatura).4 Quando a mistura de água com LGE for efetuada em estação fixa de emulsionamento.2.6. LGE.aplicada no interior de equipamentos durante a execução de testes.2.6 Suprimento de LGE 5. devem ser observados os seguintes requisitos: a) a estação deve estar localizada. conforme o disposto em 5.1 Independente da proteção por espuma indicada ao tanque de maior risco. incluindo os sistemas fixos. 4) válvulas de controle e alinhamento de água e mistura.7.1 O suprimento de LGE deve ser determinado mediante cálculo percentual baseado na vazão de solução prevista para a cobertura do maior risco mais a vazão das .4. em pontos eqüidistantes dos riscos a proteger e protegida suficientemente contra danos causados pelo fogo e ou explosão e com fácil acesso a veículos de abastecimento de LGE. considerando os tempos de descarga previsto. devem ser consideradas ainda as proteções suplementares de espuma para a bacia de contenção e sistemas de resfriamento conforme instrução técnica específica.5. mais o volume necessário para o enchimento das tubulações adutoras. 5.5. desde que os demais integrantes do PAM comprovem oficialmente que possuem LGE idêntico e em quantidade suficiente para o tipo de incêndio a ser combatido.4.7. multiplicadas pelo tempo de operação recomendado. 5.3 Nos casos de taxas de aplicação inferiores às estabelecidas nesta Instrução Técnica. d) a estação fixa pode dispor dos seguintes equipamentos básicos para a mistura de água e LGE: 1) bomba de água. sua eficiência para o produto a ser protegido.2 A vazão de água deve ser determinada em relação ao maior risco a ser protegido (tanque e bacia de contenção). c) a estação fixa deve dispor de sistemas elétricos e de comunicação suficientemente protegidos contra danos causados pelo fogo e ou explosão. 5. dentro de 24 horas. desenvolvidos em laboratórios certificados pelo Sistema Brasileiro de Certificação. 5.5 A escolha do sistema de combate a incêndio por espuma adequado ao tanque de maior risco deve atender aos requisitos mínimos constantes da Tabela 1. 2) bomba de extrato formador. 5) instrumentos para indicação de pressão e fluxo de água. deve ser adicionada à vazão necessária para alimentar equipamentos móveis a serem previstos no projeto (esguichos para espuma ou água) e à vazão necessária para o sistema de resfriamento.2 A solução de espuma deve ser obtida à razão de 3% para derivados de petróleo e 6% para solventes polares. tanto quanto possível.7 Estação de emulsionamento 5. 5. porém com a necessária qualidade de modo que a espuma gerada não sofra efeitos adversos.7.2. 5.5. 5. vide 6.1 Para empresas que sejam participantes de um Plano de Auxílio Mútuo (PAM). oficialmente constituído. onde seja possível a reposição dos estoques do LGE.7.2 Os projetos de sistemas de extinção por meio de espuma mecânica devem prever a disponibilidade de LGE na quantidade mínima de duas vezes o volume necessário para a cobertura do maior risco da área. 5.6. 5. válvulas de controle e respectivas tubulações dentro das necessidades do projeto. 5.7.Proteção Minima ao Tanque Características do tanque Sistemas de proteção Por espuma linhas manuais de espuma da área considerada no projeto.4 A reserva de água para o sistema de proteção contra incêndio por espuma deve garantir um suprimento mínimo de 120 minutos para a cobertura do maior risco previsto no projeto. desde que devidamente atestada. 3) recipiente para o armazenamento do LGE nas quantidades previstas no projeto.5.5 O suprimento de água para os sistemas de espuma mecânica pode ser feito com água doce ou salgada.5.3 A vazão de água determinada pelo maior risco a ser protegido.1 A mistura de água com LGE pode ser feita por meio de: a) estação fixa de emulsionamento. 5.

6) dosador (es). 5. 8) dispositivos adequados para permitir inspeções e testes de funcionamento dos equipamentos. esta deve possuir revestimento adequado à corrosão e proteção contra movimentação do solo. as válvulas principais de acionamento e as válvulas de distribuição da prémistura devem possuir dispositivos que identifiquem quando elas estão abertas ou fechadas e. 5. de forma a permitir o desligamento geral da energia elétrica das instalações. atentando plenamente as vazões e pressões previstas.9. 5.1 Os equipamentos formadores de espuma adotados devem ser avaliados em função do desempenho .1 Os sistemas fixos podem. 5. devem estar situadas em local protegido.5 Quando a mistura de água com LGE for efetuada em estação móvel de emulsionamento (viatura).2 A rede de tubulações deve ser instalada de modo que nas emergências ela não venha a ser danificada pelo fogo ou explosão. sendo uma elétrica e a outra movida com motor à explosão (não sujeita à automatização).1 Em todo sistema de espuma especialmente nas estações fixas de emulsionamento. com água limpa.1.8.4 Os equipamentos elétricos do sistema devem atender o disposto nas NBR 5363 e NBR 5418. 5.10 Rede de tubulações 5.4 Quando a rede de tubulações for dimensionada em “anel” devem ser previstas válvulas seccionadoras que permitam manobras d’água e de solução de espuma.3 As bombas devem ser projetadas de modo a atender a demanda total do maior risco.7.8.9. 9) dispositivos adequados para permitir a limpeza.10.10. cabine devem obedecer às normas Brasileiras em vigor.2 Nas bombas de incêndio com acionamento elétrico.2.1 É permitida a instalação de duas bombas de incêndio elétricas se uma delas estiver alimentada por gerador automatizado com autonomia mínima de 06 (seis) horas. todas as válvulas de acionamento e distribuição devem possuir identificação clara. com capacidade para armazenar o produto no volume previsto no projeto e com os requisitos técnicos exigidos pelas normas Brasileiras em vigor. de todos os equipamentos de dosagem. drenagem adequada. desde que montados sobre veículos e em número suficiente exigido para a operação do sistema. ser alimentados por estações móveis de emulsionamento da solução de espuma.6. nas vazões e pressões previstas.10. 5. b) os sistemas elétricos.8.7. d) devem ser especificadas as conexões para entrada de água. bem como o funcionamento de parte do sistema quando forem necessárias manutenções na tubulação.1. c) o tanque de LGE deve ser construído com material resistente a corrosão.11.1 Quando instalado o sistema de combate a incêndio por espuma.5 No caso de rede de tubulações enterradas. devem ser observados os seguintes requisitos básicos nas especificações técnicas de vistorias de combate a incêndio por espuma: a) o chassi e o motor devem ser preferencialmente de tipo fabricado no Brasil. admissão e descarga. 5. h) devem ser previstos para transporte de equipamentos portáteis de combate a incêndio.10. quando necessário.8 Bombas de água 5. bem como dimensões e características gerais do carro. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio. descarga de pré-mistura.9. suspensão e rodas.8. instruções de funcionamento e manutenção dos diversos mecanismos. 5.2 É permitida a instalação de uma única bomba de incêndio para locais que contenham tanques de armazenamento com capacidade máxima de até 120 m³ e nas situações em que o produto armazenado destina-se a geração de energia. 5. 5.8. 5. de modo a permitir sua operação rápida e perfeita.8. o circuito de alimentação elétrica do motor deve ser independente da rede geral. 7) dispositivos adequados para abastecimento dos recipientes de LGE por meio de veículos ou recipientes portáteis. devem ser previstos suportes de apoio e meios que permitam. devem ser fornecidos certificados de garantia e teste de operação. utilizando juntas flexíveis quando possível e necessário.9 Válvulas de controle 5. especialmente quando houver tráfego de veículos pesados. g) a posição do painel de operação e dos dispositivos de acionamento e controle deve ser especificada e com indicação das respectivas funções. 5. 5. f) a bomba d’água deve ser especificada com indicações das vazões e pressões mínimas e máximas. 5.11 Formadores de espuma 5. de modo que a cobertura do maior risco considerado no projeto seja plenamente satisfeita.2. 5. visando à facilidade de manutenção.2 Nas estações fixas ou móveis de emulsionamento.4 Quando a rede de tubulações for aérea. de freios. desenhos e fluxograma dos sistemas de emulsionamento. i) juntamente com os documentos citados na alínea h. sem prejuízo do funcionamento do conjunto motor-bomba. abastecimento e descarga LGE.10. vazão e aceitação final. de modo que a cobertura do maior risco considerado no projeto seja plenamente satisfeita.3 As especificações das válvulas principais de acionamento e distribuição devem ser do tipo aprovado para uso na proteção contra incêndio e conforme disposto em 6.4. excepcionalmente. 5. 5. e) a bomba de LGE e o dosador devem ser especificados com indicações das vazões e pressões mínimas e máximas. ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão/pressão.9. nas áreas de risco.1 A rede de tubulações deve ser projetada de acordo com as necessidades dos riscos a proteger.3 Todos os ramais da rede de tubulações devem ser claramente identificados para facilitar a operação rápida do sistema. 5.

1 A espuma suprida pelos sistemas de neblina deve formar rapidamente um lençol de cobertura e espalhar-se logo ao redor de obstáculos. tanques de mistura. 5. o montador deve proceder aos testes de operação e descarga do sistema.1 O rendimento das câmaras de aplicação da espuma deve ser calculado de acordo com as vazões previstas em projeto. assim como catálogos de peças de reposição e os manuais de operação. inspeção e manutenção preventiva e corretiva. 5. 5. porém de modo a facilitar as inspeções e manutenção. 5.1.2 Estes sistemas destinam-se particularmente a proteger estoques e manuseio de líquidos inflamáveis e líquidos combustíveis em interior de prédios e estruturas.3 Qualidade da espuma 6.1 Esta seção refere-se aos sistemas de extinção de incêndios por espuma. As espumas descarregadas de tais sistemas devem ter um coeficiente de expansão variando entre quatro e oito valores de “25% do tempo de drenagem”.15.3 Após a execução dos testes de operação e descarga. salas de bombas. 6 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 6.4 O laudo técnico citado em 5.Aceitação 5.2 Todos os desenhos.3 Os projetos devem prever que os hidrantes possam funcionar com água e/ou pré-mistura (água + LGE).4. 6. os quais são solúveis em água. de representante de empresa contratante do sistema e de representante da empresa projetista e da montadora. 6.1 Os sistemas de espuma para tanques devem ser complementados por sistemas de hidrantes para alimentar mangueiras e garantir a extinção de focos de incêndio em áreas adjacentes aos riscos previstos nos projetos. variando entre 30 e 60 segundos.2 As câmaras devem ser instaladas a distâncias iguais entre si ao redor do tanque.12. usinas de destilação e refinarias.1 Sistemas fixos de extinção para inflamáveis/combustíveis em áreas fechadas.3 As câmaras. 6.1 Após a instalação de todos os equipamentos previstos no projeto. quando necessário. por exemplo: tanques de pintura por submersão.1.Catálogos de peças de reposição manuais de operação inspeção e manutenção 5.12.11.apresentado pelos fabricantes conforme suas especificações técnicas.2) 5. etc.14. 5.1.15. sendo que tal desempenho (especificação de pressão e vazão) deve ser levada em conta nos cálculos hidráulicos para dimensionamento do sistema.1.2 Os testes devem ser obrigatoriamente realizados na presença de autoridade competente em proteção contra incêndio da localidade.13 Sistema de hidrantes (ver 6. de modo que a cobertura do líquido possa ser efetuada uniformemente.14 Testes de operação e descarga . 5. 6. 6.1. líquidos . Aplicações típicas seriam em áreas de estocagem. a empresa projetista e a montadora devem emitir laudo técnico à empresa contratante do sistema. áreas fechadas e prédios. manuais de operação e de manutenção devem ser apresentados em Língua Portuguesa.13. esquemas.2 Limitações Quando o risco envolvido for constituído por líquidos inflamáveis. conforme especificação técnica do equipamento fornecida pelo fabricante. equipamentos de processo. 5. defletores e deslizadores para aplicação da espuma 5.12. 5.12. 5. 5. atendendo às taxas de aplicação previstas nesta Instrução Técnica e o alcance efetivo de combate ao risco considerado. defletores e deslizadores. devem ser instalados de modo que seu funcionamento seja garantido mesmo em caso de explosão.12.5 As câmaras devem possuir dispositivos que permitam a realização de testes sem a penetração de espuma nos tanques. 5.1.1 A empresa projetista e/ou a montadora deve(m) fornecer à empresa contratante desenhos de toda as partes que compõem o sistema projetado.2 Os formadores de espuma devem ser instalados junto às câmaras de espuma ou afastados destas. destinados à proteção contra riscos específicos em salas.14. ou à proteção geral do conteúdo de uma sala ou prédio podendo estar incluída ou não a própria edificação.1. existentes em indústrias.14.4 Os defletores e deslizadores devem ser projetados e instalados nos tanques de teto cônico.1. processo de extração por solventes.14. salvo quando forem disponíveis viaturas que possam conduzir tais materiais ao local desejado em tempo hábil. tais como álcool..1. devem ser usados espuma específica para tal utilização e equipamento adequado. sistema de neblina de espuma/água ou sistemas de espuma de alta expansão. áreas sujeitas a grandes vazamentos.3 deve receber o visto da autoridade competente em proteção contra incêndio da localidade e o “de acordo” do representante da empresa contratante que assistiu a todos os testes e os acompanhou.12 Câmaras. 5.3 Esta seção não trata dos sistemas de chuveiros de espuma/água. 5. e das vazões de água e espuma previstas no projeto.14.3.4 Junto aos hidrantes com solução de espuma. de modo que a espuma seja aplicada suavemente e que não mergulhe no líquido a uma profundidade maior que 25 mm.1 Generalidades 6. catálogos.3. tanques abertos. esguichos. como.2 Devem ser adotadas as pressões e vazões nos bocais de descarga necessária à operação do sistema.1. 5. listas.13.13. chaves e ferramentas especiais de apoio para combate ao fogo.13. éter (solventes polares). 5.15 Desenhos . devem existir armários para guarda de mangueiras. acetona. 5.

ou. Tais sistemas usualmente têm um tanque de suprimento de água que fica pressurizado com ar ou gás comprimido.7.1. 6. 6.7. 6.4.2 A espuma suprida por dispositivos que produzam uma corrente compacta de baixa velocidade deve ter características dentro dos limites que constam da Figura 1 (ver 6.1. distribuídos na área de risco. a espuma é descarregada de todos os aspersores ao mesmo tempo.6. os aplicadores devem estar situados o mais alto possível na área e espaçados de acordo com as suas características de descarga (densidade. 6.7. estas devem ser levadas em conta ao se calcular a taxa de descarga. por sua vez. a qual. estes devem estar situados e espaçados de modo que a espuma se espalhe. ou grupos de risco.1. como por exemplo tanques de LGE.). velocidade de lançamento. de modo que o sistema possa cobrir toda a área a ser protegida.1. 6.6 Partes do sistema.2 O equipamento de detecção automática. 6. devendo ser observadas as recomendações do fabricante de LGE que for usado. suplementadas por meios auxiliares manuais de acionamento. em áreas onde dois ou mais riscos possam ser envolvidos simultaneamente devido ao reduzido afastamento entre eles. Nos casos em que existam superfícies horizontais interpostas que possam acumular a espuma.7.4 Descrições dos sistemas 6. e a liberação desta pressão do sistema coloca-o em operação. são dispensadas as detecções e/ou acionamento automático. 6.3 A operação do sistema deve permitir o acionamento manual. de forma que seja necessário um trecho curto de tubulação entre a válvula e os dispositivos de descarga. 6. cada risco deve ser protegido com um sistema próprio.1. entretanto.1. Quando o objetivo básico do sistema é a extinção do fogo no chão.1. o sistema deverá ser reavaliado e corrigido para as características do novo produto utilizado.1 No sistema automático devem existir dispositivos detectores e de acionamento.1.3 Tanques abertos contendo líquidos inflamáveis podem ser protegidos por aplicadores instalados no costado interno do tanque.3 Sistemas do tipo autônomo são aqueles que todos os componentes e extrato formador.1. altura máxima de uso. 6.6.1. suprimento adequado de água. 6. em toda a área. de modo a garantir o funcionamento de todo o sistema. deve ser enviada aos geradores e aplicadores de espuma. usando-se o mesmo suprimento de LGE e água.7 Taxa de aplicação para hidrocarbonetos e solventes polares As taxas abaixo relacionadas são as recomendadas.2 Se houver modificação do LGE. enquanto o incêndio está sendo extinto.1 Os sistemas devem ser projetados para operação automática.1. suprimento de LGE.1 A dimensão de um sistema deve ser a menor possível. equipamento proporcionador. 6. o sistema deve ser projetado de modo a proteger todos os riscos simultaneamente.1. 6. a cobertura equipamento específico pela espuma tem a vantagem de criar um efeito isolante contra a exposição ao calor. cobrindo todo risco.5 l/min/m² para hidrocarbonetos e 9. deve ser inspecionado a intervalos freqüentes. etc. então. 6.1. 6. sistema apropriado de tubulações.5.5 l/min/m² para hidrocarbonetos e 9. deve ser interligado de forma a operar os equipamentos formadores da solução de espuma.6 Projetos dos sistemas 6. estão contidos dentro dos sistemas. 6.7.1.5 Operação 6.8 l/min/m² para solventes polares de área protegida.3.1.2 Nos sistemas projetados para a proteção de salas ou prédios onde são usados aplicadores de espuma em forma de neblina. A pressão pode ser mantida por uma bomba auxiliar. geradores de espuma e dispositivos de descarga construídos de forma a distribuírem a espuma uniformemente sobre o risco. devendo ser observadas as recomendações do fabricante do LGE que for usado.1. 6.1.6.3).6.5. descarregando a espuma diretamente na superfície do líquido.6.6.1.8 l/min/m² para solventes polares.7.3 Salvo manifestação expressa dos fabricantes.1 O somatório da descarga dos aplicadores ou chuveiros de espuma deve ter a taxa mínima de solução de 6.5. forma de neblina. para os pontos de formação de mistura do sistema.4 Para os tanques sem cobertura com aplicadores situados nas paredes do costado.4 Quando a área e equipamentos forem permanentemente supervisionados.6.2. elas serão admitidas.5 Quando as linhas de LGE. seja ele pneumático. se o usuário obtiver através do fabricante dos equipamentos ou LGE recomendações de taxas diferentes. a taxa de aplicação deve ser de 6. aplicação.1 Quando são usados aplicadores no nível do solo.1 Os sistemas considerados nesta seção consistem em dispositivos de detecção.4.1. As válvulas com controle automático devem ficar tão perto do risco a proteger quando possível. caso ocorra falha do sistema de detecção automática.4 A proteção de equipamentos específicos pode ser feita mediante aplicação de espuma por cima ou por aplicadores direcionados para o equipamento. para assegurar imediata operação do sistema. proporcionadores. 6. entretanto. 6. bombas e válvulas de controle.5 Quando pequenos tanques abertos são protegidos por sistema de neblina de espuma.1.1.6.1. Estes dispositivos detectores acionam o sistema operando uma válvula de controle de água ou outro dispositivo acionador.6. devem ser instaladas em pontos acessíveis para facilitar a operação nas emergências.1. 6.7 Os sistemas podem ser projetados para a operação de um ou vários riscos. O restante do sistema. com maior rapidez possível. 6. inclusive água.4.5. o LGE deve ser mantido sob pressão.1.2 Estes sistemas são do tipo de dilúvio com aplicadores abertos.6.1. 6. 6. hidráulico ou elétrico. não deverão ser misturados LGE de origens ou tipos diferentes. deve ser dedicada .1. forem projetadas com uma distância maior que 15 m. misturada apropriadamente.

Quando o sistema for projetado para dar uma taxa de aplicação maior que a especificada em 6.11 Alarmes 6.3.2. Central de alarme é recomendável.1 para tubulação de pressão é permissível quando pode ser feita sem criar risco.1 a 6.7.3 É de fundamental importância a obediência às recomendações do fabricante do LGE.3.2.2. Se o sistema descarrega a uma taxa acima do mínimo especificado em 5.1.2.1.8 Tempo de operação 6.8 L/min/m2 para solventes polares. a duração da descarga deve ser de 5 minutos para hidrocarbonetos.2.2 A tubulação distribuidora de espuma deve possuir drenos e ter uma inclinação para estes de 5 mm por metro linear. de 10 minutos. A ajustagem nas dimensões das tubulações.1 Geral Os estoques a serem mantidos devem ser a soma das quantidades em 6.3.2 Taxa de aplicação 6.2 Para tanques com menos de 37 m² de superfície: a) para os aplicadores da neblina de espuma suspensos.6.7. aplicar as regras de tempo de operação válidas para tanques ao ar livre. para se garantir que a taxa de aplicação seja alcançada. tanques horizontais e pequenos tanques verticais. 6. contanto que o sistema supra a taxa de aplicação prevista em projeto. 6.2. entretanto a sua instalação não anula a exigência do alarme local.1.1. além da carga inicial deve haver uma quantidade de LGE de reserva.2 Devem ser aplicadas as seções 6.8. b) para aplicadores montados sobre o costado de tanques.11.3. Os acessórios podem ser montados nas estruturas e nos suportes dos equipamentos industriais.10. 6. 6.1.1.8. 6.2.3 No caso de tanques com 37 m² ou mais de superfície. Em ambientes fechados onde há risco de explosão.2 e 6.7.11.6.8. deve ser baseada na variação máxima de 15% da descarga média prevista por aplicador.2.2.1 Campo de aplicação 6.1. 6.1. de 3 minutos.4 Dispositivos de descarga (Número e local) Deve haver.10. com acionamento independente do fluxo de água.4 Os padrões de instalação para tubulações de espuma devem ser os previstos na norma para a instalação de Sistema de Chuveiros Automáticos (NFPA nº 13).1.1. c) deve haver um bordo livre não inferior a 15 cm entre a superfície do líquido e a parte superior do costado do tanque. 6. Os sistemas projetados para estas espumas precisam de considerações especiais e podem requerer maiores taxas de aplicação. 6. a fim de se obter descarga uniforme. 6.1.2 Suprimento operacional Deve haver uma quantidade de LGE suficiente para suprir o sistema à taxa de projeto durante o período de 10 minutos.1. para indicar a operação do equipamento de detecção.10 Tubulação dos sistemas 6. no mínimo.1 e 6.2.1. equipamentos. Estes aspersores devem .2.3 Suprimento de reserva Deve haver um estoque de reserva de LGE de acordo com 5. suficiente para reabastecer o sistema de acordo com 5.1. no mínimo.1.3.1.2. 6. 6.atenção especial ao volume da descarga que realmente entra no tanque.2. a menos que a especificação dos aspersores permita um maior espaçamento.2 Sistemas de neblina de espuma para líquidos inflamáveis/combustíveis em áreas abertas (Proteção externa) 6.1 A tubulação deve ser apoiada de maneira segura e protegida. 6.3 Não deve ser permitido perfurar ou atarraxar os suspensores em partes da estrutura portadora de carga. 6.10.2 6.10.1.1. 6. que destroem espuma comum.3.1. 6.6 Líquidos solúveis em água e solventes polares.9. 6.2.5 L/min/m² hidrocarbonetos e 9. 6.2.6. 6.2.1 A taxa mínima de aplicação da solução de espuma deve ser de 6.1 A tubulação dos sistemas deve ser calculada e dimensionada a fim de obter uma distribuição uniforme da espuma e compensar a perda da pressão de água.2.1.9. 6. 6.1.7.1 Para proteção em áreas planas.9. mas não deve ser inferior a 7 minutos.1.2.2.1.1 O suprimento total de LGE deve ser a soma das quantidades definidas em 5. então o tempo de operação pode ser reduzido proporcionalmente.1. a duração da descarga deve ser. contudo. 6.1. a tubulação deve ser fixada em suportes não ligados ao telhado.7. no mínimo.2.1. a duração da descarga da espuma deve ser. Para suprimento de reserva.1.10.2. pode ser prevista uma redução proporcional do tempo de descarga. A solda de acordo com a ANSI B31.1 Para cada sistema. um aspersor para cada 9 m² de área protegida.1.1.8.2 Deve ser previsto um alarme indicador de defeitos para apontar a falha do equipamento de detecção automática que realize uma supervisão constante e continuada de todas as partes dos circuitos elétricos de detecção. 6.1 Esta seção refere-se a sistemas que descarregam a espuma na forma de neblina para extinção de incêndios em vazamentos sob ou ao redor de estruturas.2.3. deve ser instalado um alarme local. A tubulação de suprimento dos aplicadores que protegem uma determinada área não deve passar sobre outro risco da mesma área.3 Suprimento de LGE 6.9 Suprimento de LGE 6. o tempo final não deve ser inferior a 7 minutos. exigem o uso de espuma do tipo álcool.

mediante câmaras fixas de espuma.. deve ser adequadamente protegida contra impacto e ação do fogo......... Taxas convenientes de aplicação devem ser determinadas por teste..2 Taxas de aplicação 6.. c) taxas de aplicação mínimas recomendadas com emprego de dispositivos de descargas tipo II: Tipo de Líquido Taxa de solução (L/min/m²) Álcool metílico e etílico...2....3ºC.......2 Operação manual Para todos os sistemas....1.............2.9.....1 Operação automática Os sistemas de espuma tratados em 6. Embora o conteúdo comparativamente baixo de água das espumas possa arrefecer beneficamente tais líquidos pode também causar ebulição turbilhonar violenta e extravasamento do conteúdo dos tanques..3....2. inclusive proteção contra corrosão (galvanização ou outros meios)...6.....1 Os tanques horizontais ficam dispensados da instalação de câmara de espuma. contendo líquidos inflamáveis e/ou combustíveis... 6..6 Tubulação dos sistemas 6.... Atmosferas corrosivas podem exigir equipamentos com maior proteção......... Os sistemas que usam esta espuma necessitam de projeto especial de engenharia..... de forma que possam ser operados com segurança..6...3 A tubulação de LGE deve ser de aço-carbono preto ou ferro fundido........... tais como estocagem de produtos de alto valor ou líquidos aquecidos acima de seu ponto de fulgor....... 6. 6...8 ..... acessórios de tubulação e suspensores... válvulas. asfaltos em chama ou líquidos que se encontrem à temperatura acima do ponto de ebulição da água. para se minimizar a ebulição turbilhonar e o conseqüente extravasamento do líquido estocado. 6.... quando exposta....2....estar situados de forma a proporcionarem boa distribuição da espuma. mais as linhas de mangueiras suplementares necessárias. este para tubulação subterrânea.. exigindo o uso de espuma do tipo álcool.. Entretanto....5..... suficientemente distante do risco....5 Acrilonitrila..3 Nos tanques destinados ao armazenamento de aguardente..1 Campo de aplicação Esta seção refere-se a sistemas de espuma para a proteção de tanques verticais de armazenamento à pressão atmosférica..6... aquecidos acima de 93. Em todos os casos. a proteção do dique/bacia de contenção por linhas manuais.. salvo quando existirem situações anormais.... Estes aspersores podem então ser instalados em plano e elevação de modo a permitirem proteção mais efetiva ao risco.. 6....2 podem ser de operação automática.1 A tubulação de solução deve ser limpa após o uso ou prova.. 6.... as câmaras de espuma devem ser substituídas por canhões monitores...........2. ou....8ºC podem exigir taxas de aplicação mais altas..3 Sistemas fixos para tanques de armazenamento em áreas abertas 6.1 A taxa mínima de aplicação da solução deve ser a seguinte: a) para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos: 1) a taxa de aplicação da solução de espuma deve ser de...6..... observadas as recomendações do fabricante de LGE empregado. 5.3..3. o sistema deverá ser reavaliado e corrigido para as características do novo LGE.....1. 6.. Condições outras que as de rotina podem exigir o uso de taxas de aplicação mais altas..1. Cuidado especial deve ser dispensado na aplicação de espumas em tanques contendo bicos quentes.. Nos sistemas de aspersores ao ar livre......3. devem ser usados tubos e acessórios galvanizados....2... Notas: 1) Líquidos inflamáveis que têm o ponto de ebulição inferior a 37.... aspersores podem ser instalados em cima dos equipamentos ou tanques fechados...... 6..5 l/min/m² da área de superfície de líquido do tanque a ser protegido...5 Acetato de etila.. uma vantagem adicional será obtida pela colocação dos aspersores de modo que a espuma envolva o equipamento dentro da área protegida. Os sistemas devem basear-se no maior fluxo de solução para a proteção do maior tanque da área....2....2.. os controles devem estar situados em lugar acessível....3...3.....6. em vez de estarem uniformemente espaçados pela área a ser protegida.... 6........ b) para tanques contendo outros líquidos inflamáveis e combustíveis exigindo espumas especiais: 1) líquidos solúveis em água e certos líquidos polares são destruidores das espumas comuns. 2) se houver modificação do LGE utilizado. podem ser recomendáveis taxas iniciais de aplicação mais baixas..5 Metiletilcetona... ao ar livre.....5 Acetona.6.........5 Operação 6. 3) salvo manifestações expressa dos fabricantes...5. neste caso... 6...... 2) Para líquidos de alta viscosidade...... pelo menos 6...2 Tanques para uso exclusivo de líquidos classe III (ponto de fulgor superior a 60ºC) não necessitam da proteção de sistemas fixos de espuma.. não devem ser misturados LGE de fabricantes ou de tipos diferentes. devendo haver... Portanto.... os fabricantes do LGE e do equipamento gerador de espuma devem ser consultados quanto às limitações e devem ser solicitadas recomendações baseadas na aprovação oficial ou testes específicos de fogo.2 Deve ser consultado o Capítulo 3 da NFPA nº 13 quanto às exigências relativas a tubulação..

2.4. monômero de metacrilato metílico. 1. óleos combustíveis leves. O tempo de operação deve ser de 30 minutos na taxa de aplicação especificada.1.4 Inflamáveis e combustíveis polares solúveis em água As espumas tipo álcool exigem aplicação suave pelas câmaras tipo I.4.3 Suprimento do LGE 6. álcool butílico.3ºC. altas taxas de aplicação podem ser recomendáveis para se reduzir o risco de poluição da área.1.2. mediante aumento das taxas de aplicação utilizadas.3.3. com pontos de fulgor abaixo de 37. em tese de fogo. 6.4.4.3. 6.3. a menos que sejam aprovadas como apropriadas para aplicação pelas câmaras tipo II.4.1 As quantidades de LGE necessárias à alimentação das linhas de espuma devem ser somadas às quantidades exigidas para o sistema fixo. LGE adicional deve ser providenciado para se permitir à operação das Para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos Tipos de aplicação de espuma Tipo I Tipo II linhas de espuma simultaneamente com as instalações fixas de espuma para o período estabelecido na tabela 3.3. com pontos de fulgor de 37. resíduo viscoso seco (mais de 50 s Saybolt-Furol. O tempo máximo de trânsito da solução de cada instalação especifica deve estar dentro dos limites estabelecidos pelo fabricante do LGE e normalmente não deve ultrapassar 3 minutos.2 e ao LGE necessário ao enchimento das tubulações. pressão de operação. falta de se manter a dosagem dentro dos limites da concentração recomendada.4. pode ser feita uma redução proporcional no tempo.7ºC Petróleo cru 15 25 20 30 30 55 30 55 6. e misturas de solventes polares em geral podem exigir taxas de aplicação mais altas. 6. O número de mangueiras deve ser conforme especificado na Tabela 3.068x104 m² /s. Gasolina. etc. Tabela 3 – Número de Linhas de Espumas Suplementares . nos períodos mínimos de tempo indicados na Tabela 2.2. É de fundamental importância a obediência às recomendações do fabricante do LGE utilizado. d) aplicar a segunda e a terceira subalíneas de 6. a menos que o fabricante do LGE tenha estabelecido. A proteção de produtos como aminas e anidridos. 3) para a proteção de líquidos inflamáveis ou combustíveis tóxicos. Tabela 2 – Tempos mínimos de Operação do Sistema Mangueiras e esguichos produtores de espuma devem ser providenciados em adição às instalações de espuma dos tanques.3. método de aplicação e características do líquido ao qual a espuma deve ser aplicada. exige consideração especial. temperatura da água e natureza do risco a proteger. como proteção suplementar para casos de incêndios em vazamentos.7ºC a 93. o tempo de trânsito da solução pode ser limitado.2 Mangueira para aplicação manual de espuma O suprimento a ser mantido em estoque deve ser a soma das quantidades definidas em 6. que são especialmente destruidores de espuma.3. Se a taxa de aplicação de espuma for mais alta que a especificada em 6.3.2 Tempo mínimo de descarga O sistema deve ser capaz de operar na taxa de suprimento especificada em 6.1 Quantidade de LGE A quantidade de LGE a ser armazenada deve ser determinada multiplicando-se o fluxo total em litros por minuto de cada tanque pelo indicado em 6.4.3..2. dependendo das características do LGE. nafta. para o maior tanque a ser protegido. cada mangueira deve ter vazão de solução de pelo menos 400 L/min.1 Geral Óleos lubrificantes. que um tempo menor possa ser admitido. Diesel automotivo e líquidos similares. a 50ºC).1. uso de dispositivos geradores de espuma não construídos especificamente ou não testados adequadamente para uma solução particular de espuma de álcool. óleos combustíveis pesados. 6. 6. com pontos de fulgor acima de 93.3. Para a finalidade desta exigência. éter isopropílico.3.3.3.1 a 6. desde que não seja inferior a 70% dos tempos mínimos apresentados na Tabela 2. O maior valor resultante deve ser somado à quantidade necessária para as mangueiras previstas em 6. benzol. providenciando-se uma cobertura mais rápida do líquido.3. 2) o tempo de trânsito da solução é o que transcorre entre a injeção do LGE na água e a mistura do ar.3. cetona.3.3ºC.2. Querosene. metioisobutílica.Produtos com álcool isopropílico.3. a 50ºC. Notas: 1) a resistência da espuma mecânica tipo álcool a solventes e ao fogo pode ser afetada adversamente por fatores como tempo excessivo de trânsito da solução.

diafragmas ou flutuadores que facilmente podem submergir não estão incluídos nesta definição.3.3.3.5. A outra prevê a descarga da espuma sob o selo pantográfico diretamente na superfície do líquido ou atrás do protetor metálico. a injeção subsuperficial pode ser usada para se reduzirem às distâncias de deslocamento da espuma.1. 6.3.3.3.4 Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE conforme indicado em 5. Em tanques grandes. de acordo com as exigências estabelecidas na NBR 7821. 6. ou do protetor metálico.3. testes e substituição dos selos de vedação. não é necessária quantidade adicional de LGE. Os sistemas fixos de espumas podem ser operados manual ou automaticamente.2 Os dispositivos de inspeção devem proporcionar perfeita simulação de seu funcionamento por ocasião das vistorias técnicas. diretamente no invólucro do selo tubular e na superfície do líquido estocado.3. com o topo aberto. limitações de tempo de trânsito podem exigir uso de linhas separadas de água e de LGE e a necessidade de se efetuar a mistura do LGE perto do esguicho de espuma e não na estação central de espuma.5 Mais de 42.1 As câmaras de descarga devem estar munidas de selo de vedação.1. há locais onde a proteção fixa pode ser recomendável devido a calor dos produtos estocados. Quando forem projetadas duas ou mais câmaras. 6.3.1 Para a proteção dos tanques. distância da instalação ou falta de pessoal para combate a incêndios.3 Exigências para se encherem as tubulações Deve haver uma quantidade de LGE suficiente para se produzir à solução de espuma para se encherem as tubulações instaladas entre a estação fixa de emulsionamento e o tanque mais distante. dependendo dos danos do selo. podendo deslocar a solução de espuma das tubulações para o tanque. quando o tanque ultrapassar o diâmetro de 61 m. As câmaras de descargas devem dispor de dispositivos adequados de inspeção.Bacias de tanques com diâmetros (m) Inferior ou igual a 10 Superior a 10 até 20 Superior a 20 até 30 Superior a 30 até 40 Superior a 40 Vazão de solução de espuma (L/min) 400 400 800 800 1200 No Tempo de mínimo uso de linhas (min) 1 2 4 4 6 10 20 20 30 30 Mais de 24. ou outro tipo de vedação. para se permitirem manutenção apropriadas. O número de câmaras de espuma deve estar de acordo com a tabela 4 abaixo. 6.5 até 55 Mais de 55 até 61 2 3 4 5 6 Nota: 1) Acrescentar uma câmara para cada 465 m² de superfície líquida.5 Câmaras de espuma 6. e cada câmara deve ser dimensionada para suprir espuma à mesma vazão.2 6. 6. Estes tanques têm desempenho excelente quanto a incêndios.5. Mantas de plástico. com o emprego de equipamento portátil.5 até 48. Quando operados automaticamente são capazes de operar das duas maneiras.6. O teto flutuante é equipado com selo de vedação tipo pantógrafo.3 Duas técnicas são reconhecidas para aplicação da espuma por um sistema fixo/semifixo.5 (inclusive) nº mínimo de câmaras 1 . Tabela 4 – Número de Câmaras de Espuma Diâmetro do tanque (m) Até 24.6.4.1 São tanques com topo aberto que têm teto flutuante com divisões fechadas ou pontões construídos com chapas de aço.5. 6.3. proceder como indicado a seguir: Notas: 1) para área total até 400 m² . para prevenir a entrada de vapores nas câmaras de descarga e nas tubulações.4. 6.6 Tanques com teto flutuante com topo aberto 6.3. elas devem estar igualmente espaçadas à volta do tanque.2 Sistemas de espuma podem não ser exigidos em tanques de teto flutuante. quebrável sob baixa pressão. Usualmente é possível utilizar pessoal treinado para a extinção de incêndio no anel circular.3. Uma delas prevê a descarga da espuma acima do selo pantográfico. Entretanto. 6.5 Mais de 36. devem ser usadas câmaras de espuma.5 até 36. 2) no caso de solução de espuma tipo álcool.5 até 42. Quando o suprimento de água continuar após o esgotamento do LGE.1 Quando forem instalados dispositivos fixos de descarga acima do selo pantográfico ou acima do protetor metálico. As câmaras de espuma devem estar firmemente montadas no topo do costado e situadas de modo a eliminarem a possibilidade de escoar o líquido armazenado para as tubulações de espuma e de modo que a explosão inicial e o conseqüente arrancamento do teto do tanque não as sujeitem a danos. O seu projeto obedece tanto às razões de prevenção de incêndios quanto às de conservação do produto. O projeto pode prever uma instalação fixa ou semifixa. 2) Testes práticos demonstraram que a espuma pode deslocar-se efetivamente através de 30 m de superfície de líquido incendiado.uma linha de 200 L/min. ou selo tubular com protetor metálico contra chuva. inspeção.6.6.6.5 Mais de 48.

4).7 Tanques com teto flutuante cobertos No âmbito desta Instrução Técnica. c) a taxa de aplicação e o suprimento de LGE devem ser calculados considerando-se a área da coroa circular entre o anteparo e o costado do tanque.a) montar sobre o teto flutuante.1). medido ao redor da circunferência do tanque. exceto durante o carregamento inicial e por um breve período depois desta operação. distância das instalações ou falta de pessoal de combate a incêndio. acima do selo do teto flutuante.3. ésteres. as articulações do seio ou a escada móvel do teto flutuante.3. No caso de incêndio é difícil extinguir o fogo nestes tanques. o anteparo circular é exigido somente quando o topo do selo está a menos de 160 mm abaixo da borda superior do teto flutuante. um anteparo circular feito de chapa de aço de espessura de pelo menos 3.3. A possibilidade de incêndio é grandemente reduzida em comparação com outros tipos de tanques. Notas: 1) em ventilação em tanques com teto flutuante coberto. O espaçamento máximo entre os aplicadores não deve ser maior que 40 m. ele deve ser considerado como tanque de teto fixo. aplicar o sistema de espuma como para tanques de teto flutuante (ver 6. ou ranhuras devem ser de 280 mm²/m² da área da coroa circular entre o costado do tanque e o anteparo. e) a taxa de aplicação e o suplemento do LGE devem ser calculados considerando-se a área da coroa circular entre o costado do tanque e a borda do teto flutuante. O comprador deve especificar as taxas de recebimento.3. graças ao tipo de construção “gaiola de Faraday” desta classe de tanques. ou o protetor contra intempérie e com a escada móvel do teto flutuante. 6. o sistema de ventilação deve ser suficiente para manter os vapores abaixo do limite inferior de inflamabilidade. O suprimento deve ser adequado para operar o sistema durante 20 minutos. A área total aberta destes respiros deve ser igual ou superior a 0.6. b) a proposta do sistema de espuma deve prever a não interferência dos seus dispositivos.60 m² por metro de diâmetro do tanque. inclusive tubulação. c) A espuma deve ser do tipo de baixa expansão. 2) os respiros ou abertura de ventilação devem estar situados no costado do tanque.3. 6.9. 6.9 Aplicação de espuma pelo sistema subsuperficial em tanques de teto fixo. inclusive tubulação. pelo menos. 6. 6. 9.1 Geral Sistemas de aplicação subsuperficial não são indicados para a proteção de produtos como álcool.4 mm (chapa 10). Hidrocarbonetos líquidos que .8 l/min/m². com ventilação instalada conforme determinado no Boletim API 650-Apêndice H (ver nota). contendo hidrocarbonetos líquidos 6. respiros convenientes devem ser instalados para se evitar esforço excessivo da borda do teto ou da membrana de selo. b) para os vedadores tipo pantográfico o anteparo circular não é exigido. aldeídos.3. usualmente associada com tempos de drenagem perto do limite inferior aceitável (ver tabela 2). a 300mm da borda deste.3. A finalidade do anteparo é reter a espuma na área do solo e garantir uma altura suficiente (no mínimo 600 mm) para fazer com que a espuma escoe lateralmente e cubra todo o selo de modo a garantir a vedação de pontos onde o selo haja sofrido ruptura. observar o seguinte procedimento: a) se o tanque for construído de acordo com as recomendações. d) a proposta do sistema de espuma deve prever a não interferência dos seus dispositivos. O suprimento deve ser adequado para operar o sistema durante 10 minutos.2 Para a proteção com espuma para estes tanques.1 Os sistemas fixos não são exigidos em tanques com teto flutuante cobertos. O espaçamento máximo entre os respiros deve ser de 10 m. com o teto flutuante. O espaçamento máximo entre os aplicadores não deve ser maior que 18 m. O anteparo deve ter ranhuras cortadas na parte inferior para permitir a drenagem da água de chuva. Nas áreas totais.033 m².6).6.3 Não se exigem válvulas separadas para cada dispositivo de carga de espuma para os sistemas em tanques de teto flutuante com o topo aberto. b) se o tanque não estiver dentro das recomendações. 6.8 Dispositivos complementares Recomenda-se que pelo menos um canhão monitor seja providenciado como proteção complementar para o caso de uma câmara ser danificada pela explosão do tanque (ver 6.3.2.3. Proteção fixa pode ser recomendável em certos locais devido ao valor dos produtos estocados. e outros.3.2 Quando se deseja instalar dispositivos fixos de espuma embaixo do selo ou do protetor metálico. As taxas mínimas de solução de espuma recomendadas com emprego de dispositivo de descarga tipo II devem ser de. tanques com teto flutuante. de modo que o fabricante do tanque possa dimensionar corretamente a ventilação.7. anidridos.3. e de maneira alguma deve haver menos de quatro respiros igualmente espaçados. dependendo da volatilidade do produto. aplicar o sistema de espuma como para os tanques de teto fixo (ver alínea a do item 6. medido ao redor da circunferência. Um respiro deve estar instalado no centro ou na maior elevação do teto fixo e deve ser equipado com uma tampa contra intempérie com área mínima aberta de 0. cetonas. Estes respiros devem ser adequados para a saída do ar e gases do espaço sob o teto fixo durante as operações de recebimento (enchimento). com o emprego de equipamento portátil.7. as indicações seguintes devem ser observadas como guia de construção: a) para os vedadores tipo selo tubular. A taxa mínima deve ser de 20 l/min/m² da área. Os respiros devem ser também adequados para aliviar qualquer vácuo gerado embaixo do teto fixo durante as operações de descarga. 6. cobertos por um teto fixo com ventilação para a atmosfera e com um teto metálico fechado flutuando na superfície do líquido.3. Caso um tanque de teto flutuante coberto não seja de acordo com estas recomendações. com bastante fluidez. com o teto flutuante.

prolongando ou impossibilitando a extinção. em vez de se instalarem bocas adicionais no tanque.9. as válvulas destas devem ser dispostas para que a espuma entre somente no tanque a ser protegido.2.5 Mais de 36.5 até 48.4. 6.3.10.3. Quando linhas de produto são empregadas para espuma. Estes sistemas também não devem ser aplicados a tanques do teto flutuante. aos óleos combustíveis que em temperatura do ambiente (15.1. petróleo cru e hexano. Para distribuição uniforme da espuma.5 Mais de 48.3.11. e cada saída deve ser dimensionada para descarregar a espuma à mesma vazão.1 Tubos para espuma O dimensionamento dos tubos ou das linhas de saída usadas além do gerador de espuma deve ser tal que a contrapressão esteja dentro da faixa das pressões para as quais o sistema foi projetado.3 Quanto à altura das saídas de espuma.9.5 até 55 Mais de 55 até 61 Mais de 61.1. As conexões no costado podem ser feitas nas tampas das portas de inspeção. partindo de uma só conexão no costado.4 Exigências suplementares mangueiras e hidrantes de espuma de linhas de Tabela 5 .3.5.1 6.9.3.9. 6. II e III 1 1 2 1 3 2 4 2 5 2 6 3 465 m² 700 m² As exigências mínimas referentes às linhas de mangueiras e hidrantes de espuma são especificadas em 6. 6.9. as saídas podem ter conexões no costado ou a espuma pode ser alimentada por meio de uma tomada múltipla de tubos para o interior do tanque.3. A velocidade da espuma no ponto de descarga para o tanque não deve exceder 3 m/s.9. respectivamente. estas devem estar situadas acima do nível de água.S. a menos que a segunda seja parte integrante do gerador de espuma de alta contrapressão a ser ligado na hora do uso. ela deve ser drenada até o nível do ponto de aplicação. de modo que o percurso não exceda 30 m.3. contendo gasolina.5 Mais de 42.3. . a 50ºC e ponto de fluidez de -9. o controle e a extinção do incêndio podem ser ainda favorecidos pela movimentação do produto frio para a superfície.10.5 até 42. cada linha de suprimento de espuma deve estar equipada com uma válvula de descarga e uma válvula de retenção. 6.3.2 Válvulas nos sistemas Em adição às exigências especificadas em 6.3.2.4ºC.5 m. a eficácia da espuma será reduzida devido à sua diluição. Nº mínimo de saídas Líquidos Líquidos de classe de classe 1A e 1B 1C.5ºC) tenham viscosidade de 25 S. Havendo água no fundo do tanque. Caso isto não seja feito.U.5 até 36. 3) Incêndios em combustíveis mais pesados que foram extintos pela aplicação subsuperficial correspondem.1 Suprimento de LGE O suprimento mínimo de LGE a ser mantido deve ser a soma das quantidades definidas para as câmaras de descarga do tipo II e linhas de espuma suplementares conforme indicado em 6. estas devem ficar espaçadas igualmente ao redor do tanque.5 Saídas de espuma As saídas de espuma para tanques podem ser o extremo aberto da tubulação de suprimento de espuma ou do próprio produto estocado.5.3.3. 6.5.Saídas de Espuma Diâmetro do tanque (m) De 18 a 24.5 (inclusive) Mais de 24.3.2 Os tanques devem ter saídas de espuma conforme o determinado na Tabela 5 abaixo: Notas : 1) líquidos da classe IA exigem consideração especial. 6. O fabricante do LGE deve ser consultado e a ele devem ser solicitadas recomendações.9.4.3 Taxas A taxa mínima deve ser conforme indicado na alínea a do item 6.2.3. 6.9. 6. As saídas devem ser dimensionadas de modo que não sejam ultrapassados os limites da pressão de descarga do gerador de espuma e da velocidade da espuma. e não deve exceder 6 m/s para os líquidos de outros tipos. a menos que testes efetivos provem que velocidades mais altas são satisfatórias.10 Tubulação do sistema de espuma 6. 2) Esta tabela baseia-se em extrapolação de dados de testes de fogo em tanques de diâmetros de 7. em viscosidade. para os líquidos de classe IB. acrescentar uma saída para cada tanque.3.9. Os LGE fluorproteínicos e os AFFF oferecem desempenho satisfatório neste processo de aplicação. 6.3. 6.2 e 6. Além do controle oferecido pelo efeito abafador da espuma e o efeito resfriador da água que alcança a superfície.3 Tanques horizontais e tanques pressurizados Os sistemas fixos ou semifixos de espuma não se aplicam a tanques horizontais nem a tanques pressurizados.contêm tais produtos misturados podem exigir taxas de aplicação mais altas.4.3.10.2 Produtos e equipamentos geradores de espuma Produtos e equipamentos geradores de espuma para a aplicação sub-superficial devem ser aprovados para esta finalidade.3.3. 28 m e 35 m. acima das saídas de espuma.1 Quando duas ou mais saídas são necessárias. 6. antes de se colocar o sistema de espuma em operação.

3. deve-se considerar um acréscimo de cerca de 20% na taxa de aplicação de espuma.3.3.11.1 Toda tubulação no interior dos diques. Nas instalações fixas. devem ser do tipo que permitem a verificação visual das posições “aberta” e “fechada”. Este sistema pode ser empregado em vez de juntas articuladas ou giratórias. Caso haja conexões rosqueadas. porém não deve ficar impedida de deslocar-se para cima. Dependendo dos ventos. c) quando os tubos das câmaras são de 100 mm ou maiores.13 Hidrantes de espuma Sistemas fixos com estação central devem ter hidrantes para linhas de espuma para uso suplementar em incêndios em vazamentos. Eles. b) um diâmetro para tanques de diâmetro de 15 m ou mais. o efeito de tiragem das chamas pode impedir que a espuma alcance a superfície dos líquidos incendiado. nestes casos.12. uma junta articulada ou giratória ou outro meio conveniente deve instalada na base de cada tubo de subida para a câmara. Monitores fixos podem ser instalados para a proteção de áreas de estocagem de tambores ou áreas limitadas por diques. se apropriadamente suportada e protegida contra donos mecânicos. devem estar situados à distância de 1. e dentro de 15 m de distância nos tanques sem diques. de modo que a junta articulada ou giratória da câmara ou outro meio conveniente não seja necessário. São necessários hidrantes de solução de espuma.6. conforme estabelecido em 6. de forma a permitir a elevação da câmara e a flexão do tubo de subida. e de 15 a 75 m dos costados para os tanques com diâmetros superiores a 09 (nove) metros. Portanto.3 Deve haver um dispositivo para permitir teste hidrostático do sistema até a câmara. Notas : 1) incêndios em tanques de grandes diâmetros têm sido extintos por meio de monitores de grande vazão de espuma. Fatores como vento.11. Preferencialmente.11. deve haver válvulas entre a descarga de cada proporcionador e o coletor de descarga. 6.2 A tubulação das câmaras de descarga.2 As válvulas de controle remoto podem ser permitidas à distância menor que as prescritas nas alíneas a e b do item 6. pode estar enterrada a uma profundidade de 0.2.1. O fabricante dos sistemas (canhão e LGE) deve ser consultado quanto à taxa de aplicação ideal para estes casos. b) quando a tubulação for apoiada sobre o solo. para aqueles com diâmetro até 09 (nove) metros. deve ser construída do modo a absorver as forças no sentido para cima e as do choque devido à ruptura do teto do tanque. incêndios em áreas limitadas por diques e incêndios em tanques diques e incêndios em tanques com teto fixo. 6. são recomendados como proteção auxiliar em conjunto com sistemas fixos. do próprio tanque e da intensidade do incêndio. cada um com duas bocas de descarga pelo menos. As válvulas de controle para dirigir a espuma ou solução para o tanque apropriado podem estar na estação central de espuma ou podem estar em pontos onde as tubulações derivam da linha principal de alimentação. descarregando para um mesmo equipamento.3. ou de mangueiras.3. 6. Os hidrantes (observar número mínimo).4. 6. exceto as dos hidrantes. as tubulações de alimentação para cada câmara de espuma devem ter válvulas individuais fora do dique em instalações fixas. deve possuir suportes inferiores e laterais.12. Deve haver um suporte em cada anel do costado. Uma das seguintes técnicas pode ser empregada: a) quando a tubulação for enterrada.3.5 vez (uma vez e meia) a altura do tanque a partir dos costados. 6. A fim de obter-se a máxima flexibilidade. Linhas de mangueiras são também usadas para a extinção de incêndios nos anéis de vedação dos tanques de teto flutuante. quando estiverem adequadamente protegidas. Onde dois ou mais proporcionadores de espuma estiverem instalados em paralelo. normalmente.12. posições dos canhões e modo de aplicação podem reduzir a eficácia do jato de espuma. desde a distância de 15 m do costado do tanque. devido às condições do local e da ocorrência de um possível derrame em grandes parques de tanques.1 As válvulas de controle devem estar situadas fora dos diques e às seguintes distâncias do costado do tanque que protegem: a) 15 m para tanques de diâmetro menor que 15 m. quando necessário. São indicados quando usados isoladamente para a extinção de focos em derrames.3. não se deve depender dos monitores exclusivamente como recursos principais da extinção para tanques de teto fixo com mais de 18 m de diâmetro. estas devem ser soldadas como reforço. Monitores operando ao nível do solo normalmente não são recomendados para extinção de incêndio nas bordas dos tetos flutuantes. conforme especificado em 6. 6.12 Válvulas nos sistemas Todas as válvulas. monitores portáteis ou montados em . podem ser soldados ao tanque mediante suportes de chapas de aço situadas perpendicularmente ao tanque.1 Generalidades Estes equipamentos são sistemas nos quais a espuma é aplicada por meio de canhões monitores fixos ou semifixos.4 Canhões monitores e mangueiras para proteção em áreas abertas 6. 2) Incêndios grandes em derrames têm sido extintos com linhas de mangueiras ou canhões monitores. hidrantes de água com geradores portáteis ou outros dispositivos aprovados.3. 6. É preferencial que a descarga seja dirigida ao centro do tanque para reduzir o espaço percorrido pela espuma. usar tubos de aço-carbono todos soldados. devido à dificuldade de se dirigir à espuma para o espaço anelar.3. A espuma deve ser aplicada contínua e uniformemente. em quantidade suficiente para formar uma cobertura eficiente.3.60 m ou montada acima do solo. quando toda a superfície do líquido estava envolvida.11 Tubulação 6. A linha de água para cada proporcionador deve ter válvula separada.3.4. dentro do dique ou de 15 m de distância de tanques sem dique. Devido às suas limitações. para dar flexibilidade nesse sentido.

2.1 Os hidrantes devem ser localizados à distância de 1.50 minutos. a taxa de aplicação da solução deve ser.5 Aplicar as recomendações da segunda e da terceira subalíneas de 6. Misturas de líquidos inflamáveis com um faixa ampla de pontos de ebulição podem desenvolver uma onda de calor após queima prolongada.4. especialmente para cada produto. o tempo transcorrido entre a injeção do LGE na água e a indução de ar pode ser limitado. no mínimo. exige LGE testados.2.3. monômero de metacrilatometílico.reboques são preferíveis aos fixos.35 minutos. 2) deve-se atuar com cuidado ao se aplicarem jatos de espuma em produtos de alta viscosidade aquecidos acima de 93ºC.3.4.3 Suprimento de LGE 6.4. fora dos diques.3ºC. para o tempo mínimo descrito em 6. Em geral as espumas tipo álcool podem ser efetivamente aplicadas por meio de motores ou linhas de espuma em focos de vazamento.5 vez (uma vez e meia) a altura do tanque a partir do seu costado. Embora o baixo conteúdo de água na espuma possa resfriar beneficamente tais combustíveis. É de fundamental importância à obediência às recomendações do fabricante do LGE utilizado..2 Para outros líquidos inflamáveis e combustíveis que exigem LGE especiais.4 Para LGE aprovados somente para descarga tipo I deve ser consultado o fabricante..3 As taxas de aplicação mínimas recomendadas para LGE aprovados para descarga tipo II devem ser 9. Diesel. 6. Taxas convenientes de aplicação devem ser determinadas por teste. devem ser previstas linhas para a proteção da bacia de contenção de acordo com a tabela 3 e outra linha (ou canhão) para a proteção do tanque. b) aplicar as recomendações da segunda e da terceira subalíneas de 6. Em todo caso.. O tempo de trânsito da solução.8 l/min/m². É de fundamental importância à obediência às recomendações do fabricante do LGE..4.3.4.6 Produtos como álcool isopropílico.6.068 x 10-4 m²/S a 50º C). 6.3ºC. falhas na mistura (água + LGE) dentro dos limites recomendados de concentração.. uso de dispositivos geradores não projetados especificamente para a aplicação.4. 6.1.1.8ºC podem exigir taxas de aplicação mais altas.4. que são especialmente destruidores de espuma. 2) querosene.3.4.2. pressões de operação. álcool butílico. com os pontos de fulgor acima de 93. e de 15 m a 75 m do costado para os tanques com diâmetros superiores a 09 (nove) metros. (1) óleos combustíveis secos. de 6.2 Taxas de aplicação A taxa mínima de aplicação baseada na premissa de que toda a espuma possa alcançar a área a proteger deve ser a seguinte: Na determinação das exigências totais de vazão da solução. O tempo máximo de trânsito da solução para cada instalação deve estar dentro dos limites estabelecidos pelo fabricante do LGE. Notas: 1) 1íquidos inflamáveis com ponto de ebulição inferior a 37..1 Geral Os suprimentos a serem mantidos devem ser a soma das quantidades definidas em 6. os quais são destruidores de espuma comuns.8ºC a 93. Caso contrário.. ou seja. cetona metiloisobutílica. 6. devem ser consideradas as perdas potenciais de espuma ao vento e a outros fatores indicados em na nota 1 do item 6.1. Notas: 1) A resistência da espuma tipo álcool pode ser afetada adversamente por fatores como tempo excessivo de trânsito da solução. 6..3 a 6. exigem o uso de espumas tipo álcool. os fabricantes do LGE e do equipamento gerador de espuma devem ser consultados quanto às limitações e recomendações baseadas em testes práticos.1.4.7 Nos casos em que o sistema de combate a incêndio por espuma seja composto unicamente por linhas de espuma e/ou canhões monitores. óleos combustíveis leves..4. resíduo viscoso seco (mais de 1.2 Tempos mínimos da descarga O equipamento deve ser capaz de funcionar com a taxa mínima de descarga de 6.4. os jatos devem ser limitados para uso com LGE especiais tipo álcool aprovado para a descarga tipo II.2.2.2.. com os pontos de fulgor de 37. conforme estabelecido em 6. sendo que a vazão deste último deve ser calculada em função da taxa de aplicação e o diâmetro do tanque considerado. Esta técnica deve ser continuada até a extinção completa do fogo.8 Nos sistemas com canhões monitores. Os sistemas que usam espumas exigem projetos especiais de engenharia.4..3.3..3. 6. 6.. 6.1 Para hidrocarbonetos líquidos: a) para a proteção de tanques..2..7. 6. etc. O procedimento de combate a incêndios em áreas isoladas por diques é extinguir ou limitar com segurança uma área e seguir avançar para extinguir a próxima seção dentro do dique. A proteção de produtos como aminas e anidridos. éter isopropílico e misturas de solventes polares em geral podem exigir taxas de aplicação mais altas..2. podem ser necessárias maiores taxas de aplicação para se reduzir o risco ao pessoal.. obedecendo às mesmas distâncias descritas em 6.2. 6. etc. quando a profundidade não ultrapassar 25mm.4. 6. Deve-se tomar cuidado quando da aplicação da espuma ou líquidos que estão aquecidos acima do ponto de ebulição da água.5 L/min/m² de superfície do líquido a ser protegido.4.2.4.7. providenciando-se cobertura mais rápida.4.2. . combustíveis e solventes polares. 6.2. 2) Para a proteção de líquidos inflamáveis ou combustíveis que são altamente tóxicos.4. podendo exigir taxas de aplicação de 8 L/min/m² ou mais altas. pode causar também violenta erupção turbilhonar e transbordamento do produto.5 L/min/m². para aqueles com diâmetro até 09 (nove) metros.4. líquidos solúveis em água e certos líquidos inflamáveis.3.. dependendo das características do LGE da temperatura da água e da natureza do risco a proteger.2. os tubos de espuma ou solução devem terminar em conexões que fiquem a uma distância segura dos tanques. para os seguintes períodos de tempo: a) para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos: 1) óleos lubrificantes.4. método de aplicação e características do produto.2.

devem ser protegidos por linhas de espuma.65 minutos. 6. 6.4 Exigências relativas a jatos suplementares de mangueiras e hidrantes.5.4..2 e 6. 6. 6. Jatos adicionais de espuma devem ser previstos como proteção adicional para incêndios no solo.5..3) gasolina.1 São considerados armazéns individuais aqueles que atendam aos critérios construtivos e afastamentos estabelecidos na IT 22.4.5 Exigências relativas ao enchimento das tubulações.3. de forma que toda área de risco seja protegida com pelo menos uma linha de comprimento máximo de 30 m. como especificado no item 6. 6. a menos que o fabricante do LGE tenha estabelecido outro valor.6 As disposições acima se aplicam aos locais onde houver processos com manipulação de líquidos combustíveis ou inflamáveis.3..13.4..4.1. b) para tanques contendo outros líquidos inflamáveis e combustíveis que exigem espumas especiais.8ºC. 6.4 Tempos mínimos de descarga da solução de espuma O tempo mínimo de aplicação.5 Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE. 6. Devem ser as mesmas que foram especificadas em 6.5.6. funcionando simultaneamente....5 Linhas de espuma para proteção de líquidos combustíveis ou inflamáveis acondicionados 6.4.. quando existir um hidrante na área a ser protegida.3 Exigências para tanques A quantidade de LGE deve ser determinada pela multiplicação da vazão total em L/min para cada tanque.3.3.4.. Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE como especificado em 6.3. benzol. pelo tempo indicado no item 6. 6.4.1..3. com os pontos de fulgor abaixo de 37.65 minutos.3.. 4) petróleo cru .2.1 Armazéns que contenham líquidos combustíveis ou inflamáveis acondicionados.2. pelo menos como especificado em 6.4.3.3. . com volume médio de estoque superior a 20.5. 6. 6..4.3. quando existirem dois ou mais hidrantes na área a ser protegida.3. 6.4. diesel automotivo e líquidos similares. independente do produto armazenado é de 20 minutos. O maior valor resultante deve determinar a quantidade adequada.000 litros.4.2 O número de linhas de espuma deve ser determinado em função da área a ser protegida obedecendo ao critério descrito em 6.5. espumas tipo álcool exigem procedimentos especiais de conforme indicado em 6.5.5.5. b) devem ser calculadas duas linhas de espuma de 400 l/min.2. nafta.3 Descargas mínimas de solução de espuma: a) deve ser calculada uma linha de espuma de 400 l/min. O tempo de operação deve ser de 65 minutos à taxa de aplicação especificada.4.

ANEXO A Figura 1 .Guia de Qualidade da espuma para tanques de armazenamento .

ANEXO “B” EXEMPLO ILUSTRATIVO DE CÁLCULO DE SISTEMA DE ESPUMA 1) Em um parque de armazenamento de inflamáveis.500 = 11.5%) para suprimento do sistema com câmaras tipo II 3. n) quantidade de extrato (6%) para suprimento do sistema com câmaras tipo II 6/100 x 324.500 + 20.000= 1.500 l.000 = 324.5%) para suprimento do sistema com câmara tipo I 3.800 l. o maior tanque de gasolina tem 31.000 l.6 m b) área do tanque = 785 m² c) quantidade de solução água-extrato para proteção do tanque 785 x 6. o) quantidade de extrato (6%) para suprimento das linhas manuais 6/100 x 24.500 l.500 = 19.000 + 24.000 l. m) quantidade de extrato (3. ento d) quantidade de solução água-extrato para proteção do dique (2 linhas 400 l/min) 400 x 2 = 800 l/min.100 x 30 = 153.100 l/min. 800 x 30 = 24.000 = 11. h) quantidade de solução água-extrato para operação de linhas de mangueira (2 linhas de 400 l/min).900 l.5 = 5.000 l (estimado) f) quantidade de solução água-extrato para operação de câmaras tipo I 5. com câmaras de Tipo I e II e extrato a 3. e) quantidade de solução água-extrato para enchimento da canalização 20.5/100 x 324. j) quantidade total de solução água-extrato para operação do sistema com câmaras tipo II 280. a) Diâmetro do tanque = 31.000 + 20. p) número mínimo de câmaras = 2 câmaras .000 + 24.6 m de diâmetro. Calcular o sistema fixo de espuma e o suprimento de extrato e água necessários.350 l.500 l.000 = 197. i) quantidade total de solução água-extrato para operação do sistema com câmaras tipo I 153.500 l.5% e 6%.5/100 x 197.000 l.100 x 55 = 280. l) quantidade de extrato (6%) para suprimento do sistema com câmara tipo I 6/100 x 197. k) quantidade de extrato (3.000 = 6. g) quantidade de solução água-extrato para operação de câmaras tipo II 5.

Referências Bibliográficas 4 .21 SISTEMA FIXO DE GASES PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1.Objetivo 2 .Definições 5 – Procedimentos .IT .Aplicação 3 .

5. justificando o não emprego da água.1 Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de ozônio. dividem-se em compostos halogenados em mistura de gases inertes.2 O emprego de sistemas fixos de gases é recomendável nas situações em que o uso da água ou outro agente extintor pode causar danos adicionais aos objetos ou equipamentos daquela edificação. Podem ser de comando automático ou manual. Obs. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. decidir pelo emprego de sistemas fixos de gases.1 Esta Instrução Técnica se aplica em locais cujo emprego de água é desaconselhável para o combate a incêndios em virtude de riscos decorrentes de sua utilização ou para aqueles locais cujo valor agregado dos objetos. ou ainda quando os resíduos do combate a incêndio são difíceis de serem controlados e podem trazer danos ao meio ambiente. 3 REFERÊNCIA NORMATIVA Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.130. ou equipamentos é elevado.br Email: dat3@cbmmg. São inodoros.Bairro Centro CEP 30. NBR 9441 – Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. NBR 12232 – Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com gás carbônico (CO2) por inundação total para transformadores e reatores de potência contendo óleo isolante. de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado.mg. 4 DEFINIÇÕES 4.gov. NFPA – 12 – Standard on carbon dioxide estinguinshing systems.mg.1 O Responsável Técnico deve analisar as características da edificação e de comum acordo com o proprietário. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. b) equipamentos ou objetos com alto valor agregado e sensíveis ao uso dos agentes extintores convencionais . b) Aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás diretamente sobre o material que queima. 5 PROCEDIMENTOS 5. maus condutores de eletricidade e não corrosivos. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido. 355 .: O CO2 não é considerado gás limpo por sua ação asfixiante na concentração de extinção.gov.br SISTEMA FIXO DE GASES PARA COMBATE A INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as exigências técnicas e operacionais para as instalações de sistema fixo de gases para combate a incêndio.bombeiros. 2 APLICAÇÃO 2. a fim de garantir o correto funcionamento dos equipamentos e a segurança das pessoas. a) Inundação total: Descarga de gases. incolores. Augusto de Lima.190-000 Site: www. NFPA – 2001 – Standard on clean agent fire estinguinshing systems.270. Exemplos: a) objetos de valor inestimável (obras de arte. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. quando houver risco pessoal no uso do agente extintor convencional.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 21 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. etc). Decreto Estadual nº 44.

(Ex: quando da abertura da porta de acesso em contêiner de torres de telefonia celular). 5. h) indicar em planta o local ou equipamento a ser protegido. (Ex: HALON). . b) tipo de sistema fixo (inundação total ou aplicação local). centrais de sensoreamento remoto.10 Nos locais onde o emprego da água pode danificar equipamentos. CPD.5 Nos locais onde não houver presença humana e protegidos com sistema de inundação total utilizando agente extintor na concentração acima daquela onde não se observam efeitos adversos às pessoas. 5. volume total armazenado nos cilindros e outras. ou. controles de subestações elétricas. 5. o sistema de chuveiros automáticos pode ser acionado manualmente quando o sistema fixo de gases limpos não tiver sido eficiente. 5. como: nível de concentração onde não se observam efeitos adversos às pessoas. f) localização em planta do ponto de desativação do sistema.3 No projeto técnico de proteção contra incêndios devem ser apresentadas as seguintes informações: a) norma adotada. 5. Para tanto. os pontos de detecção e a localização do(s) cilindro(s) do sistema fixo.8 Os sistemas fixos de gases para combate a incêndio podem complementar. produtos radioativos. Deve ser previsto desligamento automático do sistema fixo de gás quando da entrada de pessoa no ambiente. 5. etc). e) dados ou informações de valor inestimável (CPD. nos casos onde seja necessário evitar contaminação do ambiente externo. c) agente extintor empregado. b) laudo técnico do agente extintor (gás) que declare a não toxidade à saúde humana e a não agressividade ao meio ambiente na concentração de projeto. por organismo de certificação reconhecido pelo Sistema Brasileiro de Certificação. o agente escolhido deve ser certificado como gás limpo. 5. d) forma de acionamento (manual ou automático). porém sujeitos à manutenção eventual. e) se automático. nível mais baixo de concentração onde se observam efeitos adversos às pessoas. (Ex: sistema de inundação total com CO2 nos CPD). quando não é possível controlar a água residual do combate a incêndios. i) apresentar especificações do agente utilizado. exceto o CO2. etc). etc).6 Não podem ser utilizados como agentes extintores quaisquer gases que provoquem a destruição da camada de ozônio. arquivos convencionais de documentos importantes. indicar em planta a localização do ponto de acionamento alternativo do sistema. por organismo internacional de ensaio e certificação. g) indicar o tempo de retardo para evacuação do local protegido antes do acionamento do sistema fixo. agindo antes dos sistemas hidráulicos (hidrantes. localização da central de alarme e baterias do sistema de detecção utilizado no acionamento do sistema fixo. os sistemas de chuveiros automáticos podem ser substituídos pelo sistema fixo de gases limpos.4 Nos locais onde houver presença humana não podem ser utilizados sistemas de inundação total com agentes extintores cuja concentração de projeto é superior ao nível de concentração onde não se observam efeitos adversos às pessoas. na falta deste. d) locais onde haja necessidade de isolamento do meio externo (laboratórios onde se armazenam agentes patológicos. concentração de projeto em percentagem e em volume. centrais de telecomunicações. 5. etc).(máquinas automatizadas em linhas de produção. mas não substituí-los.7 Deve ser adotada a simbologia gráfica conforme dispõe a IT 03 . mangotinhos e chuveiros automáticos). conforme Protocolo de Montreal. c) equipamentos energizados (transformadores. 5.11 Devem ser apresentados os seguintes laudos: a) laudo de funcionamento do sistema fixo e respectiva ART do Responsável Técnico. conforme seja necessário.Símbolos Gráficos para Projeto de Segurança Contra Incêndio.9 Excepcionalmente.

IT – 22 ARMAZENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A .Detalhe de arrumação de armazenagem fracionada 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C – Exemplo de recipiente para classe de líquido inflamável com aspersores ou equivalente 4 – Definições 5 – Procedimentos de afastamento 6 .Tabelas de distanciamentos B .Procedimento de controle de vazamento 7 .Proteção por extintores de incêndio 8 .Isolamento de tanques – risco isolado .

NBR-7505 . b) armazenagem de álcool carburante em usina.270. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e Art 3o do Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Gases. NR-20 – Líquidos combustíveis e inflamáveis. API 650 – Welded steel tanks for oil storage.bombeiros. Augusto de Lima. low pressure storage tanks. NBR 7974 – Produtos de Petróleo – Determinação do Ponto de Fulgor pelo Vaso Fechado TAG. NFPA 69 – Standard on Explosion Prevention Systems. 4 DEFINIÇÕES 4. no tocante a afastamentos e controle de vazamentos. Decreto Estadual nº 44.Segurança nas instalações de produção. NBR-5418 .gov.Armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1. . gases e vapores inflamáveis . or Vapors and of Hazardous (Classified) Locations for Electrical Installations in Chemical Process Areas. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.mg.190-000 Site: www.1 Esta Instrução Técnica se aplica às edificações ou áreas de risco em que haja armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis.br Email: dat3@cbmmg. armazenamento. NB-98 – Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis. NFPA 497 – Recommended Practice for the Classification of Flammable Liquids. 355 . 2 APLICAÇÃO 2.Procedimento. welded.mg.1 Esta Instrução Técnica não se aplica: a) armazenagem de líquidos reativos ou instáveis. 3. API 620 – Recommended rules for disign and construction of large. e) aspectos toxicológicos dos produtos.gov. NBR-7820 .1 Para os efeitos desta Instrução Técnica. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR-7505 . c) instalações marítimas off-shore.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições mínimas necessárias para as instalações de armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. consultar as normas abaixo ou outras específicas: NFPA 30 – Flammable and combustible liquids code. Parte 1: Armazenagem em tanques estacionários. 2.2 Na ausência de informações desta Instrução Técnica. aplicam-se as definições constantes da IT 02 .130.Instalações elétricas em ambiente com líquidos. tais como aeroportos. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 22 ARMAZENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. manuseio e transporte de etanol (álcool etílico).Bairro Centro CEP 30.Armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. f) instalações de armazenagem de líquidos combustíveis e inflamáveis que disponham de Normas Brasileiras específicas. Parte 4: Proteção contra incêndio. d) armazenagem de líquidos criogênicos e gases liquefeitos.

c) a parte externa mais próxima de um equipamento fixo.2 kPa manométricas (2. se decomponham. operando a pressões superiores a 17.3.8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de óleo diesel. e) a base interna de um dique.7 Área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais. 5 PROCEDIMENTOS DE AFASTAMENTOS 5. subdividido como segue: a) classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37. .1. cicloexano e óleo fúsel em unidades de processamento de álcool 5. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 3 do anexo A.1.10 Posto de serviço: Local público onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos.1. 5. 4.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37.1.5 Área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação.1.5 psi) ou equipado com respiradouros de emergência. à pressão manométrica igual ou inferior a 103.3 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de etanol (álcool etílico).2 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva e líquidos instáveis e classe IIIB). deverá ser localizado de acordo com a Tabela 5 do anexo A. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 2 do anexo A.1. sobre piso. se tornem auto-reativos e.4 Área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação.8ºC.1 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva e líquidos instáveis e classe IIIB). barcos. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 1 do anexo A.1.9 Posto de abastecimento interno: Instalação interna a uma indústria ou empresa cuja finalidade única é o abastecimento de combustível e ou lubrificantes para sua frota própria ou de seu uso.4ºC . suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra.1. conforme o caso. no estado puro ou nas especificações comerciais. que não permitam que a pressão ultrapasse aqueles limites.1 Armazenamento de líquidos Classe I. 5.8ºC – todos os tipos de álcool. IIIA e IIIB são permitidas.2 Para os espaçamentos relativos a tanques de superfície fora dos parques de tanques nas Unidades de Produção seguirá o disposto nesta Instrução. II. b) a parede externa mais próxima ou projeção da cobertura de uma edificação. etc. medida no topo do tanque 5. na estocagem ou no transporte. no interior de edificações. 4.1.1.1. 5.4ºC . operando a pressões iguais ou inferiores a 17. por efeito de variação de temperatura e pressão. 4.2.8ºC.1. – solventes (conforme ficha de segurança do produto).8 Risco isolado: Risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. 5. aguarrás e querosene (iluminante e de aviação).8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37.2.1.2 kPa manométricas (2. c) classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22. que permitam pressões superiores às mencionadas. 5.3 As demais distâncias mínimas de segurança encontram-se nas tabelas 1.2.8ºC.5 psi) ou equipado com respiradouros de emergência. em conseqüência.3 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos instáveis. também conhecido como líquido Classe I. 4. 4.5 Todo tanque de superfície utilizado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis sujeitos a ebulição eruptiva. 5. aeronaves.2 O espaçamento entre tanques deve ser determinado conforme a tabela 7.2 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis contidos em tanques estacionários de superfície. 5 e 6 5.1 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37.1 A distância mínima do costado de um tanque e a base interna do dique é de 1.11 Posto de abastecimento: Local restrito onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos.4 kPa (15 psi). b) classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. 4.4 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de tanques no interior de edifícios 5.Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.3 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que.4. d) o limite de propriedade. 4. subdividindo-se em: a) classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22.4 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos combustíveis classe IIIB (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva). 4.1 As distâncias de segurança são aquelas compreendidas entre o costado do tanque e: a) o costado de um outro tanque ou vaso de pressão.2 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37. b) classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93.1. 4. 5. 4. com ou sem acabamento ou em terreno natural.3. 4. polimerizem ou venham a explodir.1 Deverão ser previstos os espaçamentos da NBR 7820.8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação). 4.5 m. esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada. ou de choque mecânico.todos os tipos de lubrificantes.2.2. c) classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93. deverá ser localizado de acordo com a tabela 4 do anexo A.6 Área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação. 5. podendo ser edificada ou aberta. desde satisfação as recomendações deste item.todos os tipos de óleo combustível. 5. 5. 2.

Todos os materiais de acabamento e revestimento da instalação (portas. obstruindo a passagem de vapores.5.4. deverá ser considerado como violação do estabelecido nesta IT. deverá ser instalada e usada ventilação forçada. 5. individual ou coletivo. a 50%. 5. dentro dos limites de inflamabilidade ou explosividade.4.2 Líquidos inflamáveis e combustíveis deverão ser armazenados em tanques enterrados. preferencialmente em concreto. 5. com resistência mínima ao fogo de 2 (duas) horas.4.4. sol. As aberturas de ventilação deverão ser realizadas por dutos com válvula tipo “damper”.1 Os dispositivos de alívio de pressão de tanques que armazenam líquidos das classes IA. A descarga destes gases deverá se realizar na parte externa da edificação. deverá ser localizada a uma distância mínima de 7. Não poderá ser obstruído. evidenciado por um detector de vapores combustíveis. 5. de espessura mínima de 15 cm. 5.1 A armazenagem de quantidades maiores do que 100 tambores de líquidos inflamáveis da Classe I deverá ser dividida em grupos.5. ou em compartimentos especiais.4 Os dispositivos de alívio de pressão de tanques devem estar localizados na parte externa do edifício. 5.8 Para instalações no interior de edificações.2 No caso da armazenagem com líquidos das classes IB e IC é permitido apenas a utilização de corta chama.4. no evento da combustão dos vapores que estiverem sendo exalados.5. 5.3 Não deverão ser usados dispositivos de alívio de pressão e vácuo ou corta chamas nos tanques que armazenam líquidos inflamáveis das classes IB e IC cujos vapores possam se congelar.4. Sua operacionalidade não poderá ser afetada por água de chuva. Os acessos devem permanecer desobstruídos. com volume superior a 25. em desnível de 0. A qualidade dos gases deverá ser definida pelo órgão ambiental competente.4. possuindo abertura de inspeção. insetos.4.6 metros.4 A saída dos vapores dos dispositivos de alívio de pressão que forem regulados para uma pressão de abertura superior a 17. considerando uma faixa lateral de 1. 5.4 Os pisos dos locais de armazenagem devem ser de material incombustível. A ventilação do ambiente deve ser como se segue: 5.4.7 Quando houver a necessidade de tanque de consumo no interior da edificação (parte do processo para abastecimento exclusivo de equipamento) a capacidade deste não pode ser superior a 2. permitindo-se o uso de venezianas ou telas grossas.3 Estas distâncias poderão ser reduzidas.4. trocador de calor.7. 5. etc. Esses tanques geralmente são abastecidos por outros tanques fora da edificação. aquecedor.2 kPa deve ter sua saída direcionada de tal maneira que previna o aquecimento ou a chama direta em qualquer parte do tanque. sem aterro.000 litros. nesse caso deverá haver uma válvula de bloqueio fora da edificação. com resistência mínima ao fogo de duas horas.6 metros acima da linha do solo. As conexões dos tanques deverão ser construídas e instaladas de tal forma que nem vapores nem líquidos possam escapar para dentro do compartimento.7.. As aberturas para o exterior. em conjunto com um sistema de drenagem para local distante. preferência no pavimento térreo ou mezanino técnico (utilizado para o líquido ser utilizado por gravidade).5 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem fracionada fora de edifícios 5. o acúmulo de vapores inflamáveis. O acúmulo de vapores inflamáveis. porém deverá ter controle de vazamento. confinado em local que restrinja a sua funcionalidade ou no interior do edifício. pelo menos. Não poderão estar localizadas em áreas não seguras ou de risco. filtro.4.1 Deverá possuir ventilação suficiente para impedir. aprovado. o ponto de abastecimento deve ser separado das outras edificações por paredes ou barreiras.5. exceto no caso do item 5. distância de segurança ao seu redor de 2. etc. IB e IC devem permanecer normalmente fechados exceto quando na função de alívio da pressão ou do vácuo. sujeita à chama ou calor. a qualquer momento. 5.7. 5.000 litros. 5.) devem ser construídas de material não-combustível. 5. 5. janelas. deverão ser no nível do piso e deverão estar desobstruídas. o topo e o fundo do compartimento deverão ser de concreto armado.4.2 A armazenagem de quantidades maiores do que 300 tambores de líquidos inflamáveis das Classes II e III deverá ser dividida em grupos. 5. Onde a ventilação natural for insuficiente para impedir. produzir corrosão ou tamponamento. condensar ou cristalizar. a 20 metros de distância de edifícios ou do limite mais próximo da propriedade adjacente e cada grupo de recipientes deverá ser separado dos outros grupos por uma distância mínima de 15 metros.4.00 m de qualquer fonte de calor. cada grupo com o limite máximo de 300 tambores. de forma a não constituir riscos para outras instalações ou para terceiros. a 15 metros de distância de edifícios ou do limite mais próximo da propriedade adjacente. Deverá ficar pelo menos 3.4. o acúmulo de vapores inflamáveis.2.4.15 m em relação ao piso do local. As portas de acesso às bombas de abastecimento devem ser de fechamento automático.5 m ao redor do .4.0 metros e a instalação elétrica deve ser antiexplosão nessa área. após tratamento por filtros. com a finalidade de ventilação. que não poderá estar interligada ao sistema de ventilação de outra parte da edificação ou de outro local. cada grupo com o limite máximo de 100 tambores localizados. Deverão ser providenciados meios para que possa ser utilizado equipamento portátil que sirva para retirar quaisquer vapores que se possam acumular em caso de vazamento.4.5.3 Nenhum tanque que não seja enterrado pode ser localizado à distância horizontal inferior a 3.2 No projeto do sistema de ventilação deve-se considerar a densidade relativamente alta dos vapores combustíveis. somente no topo. Nesse caso o tanque poderá ficar no interior da edificação. pelo menos.5 Outros equipamentos associados com tanques de armazenamento. localizados. caso exista um sistema de chuveiros automáticos de água ou espuma. Os lados.1 O compartimento especial deve ser substancialmente impermeável a líquidos e hermético a vapores ou gases.4. a qualquer momento. 5. e cada grupo de tambores deverá ser separado dos outros grupos por uma distância mínima de 10 metros. resistência mínima ao fogo de 1½ hora. tais como bomba.6 Fica proibido a instalação de tanque no interior de edificações.4.

conforme NBR 13786 ou determinações do Órgão Ambiental competente. feita de material não combustível: as soleiras ou rampas terão.6. nos laboratórios e em outros pontos de uso. Essa armazenagem deve ser feita em recipientes metálicos ou latões de segurança. com resistência mínima contra o fogo de 240 minutos. 5. à prova de passagem de líquidos.4 Comercial: em salas ou áreas acessíveis ao público. Serviço de Saúde e Institucional: a armazenagem deve ser limitada ao que for necessário para limpeza. em caso de incêndio. ou elétrica a provada para os locais de perigo classe I.6. Líquidos inflamáveis e combustíveis. a parede contígua deve ser sem interrupção.local de armazenamento.2 Residencial e Serviço de Hospedagem: é proibida a armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. 5. que. Local de Reunião de Público. 5. pelo menos 0. que não ultrapassem a capacidade individual de 1.1 Os postos de serviço e garagens devem possuir equipamentos ou sistemas que evitem a contaminação do subsolo devido a vazamentos. no interior das edificações.6. 5. .2 Aberturas para outras salas ou edifícios serão providas de soleiras ou rampas elevadas. 5. A proteção contra vazamento deve ser feita por meio de sistemas associados ou não a equipamentos que evitem a contaminação do subsolo com produto ou que detectem imediatamente um vazamento.6 Depósito: a armazenagem deve ser feita de acordo com a Tabela 8. Material não combustível. de acordo com o item 6. fechados. a parede contígua a essa propriedade deve ser sem interrupção. devem estar colocados em recipientes não maiores que um litro ou em latões de segurança.2.6. pode estar armazenado na mesma área. ou água quente. evitando que atinja outras áreas de armazenagem ou edifícios. escadas ou áreas normalmente usadas para a saída ou passagem de pessoas.6. Esta proteção deve ser exercida por uma ou mais das normas técnicas abaixo.000 litros. tal estoque deve ser guardado em salas ou partes do edifício que cumpram as exigências de construção do item 5.6. pisos e tetos construídos de material não combustível. demonstrações e serviços próprios de laboratório.1. b) poço de monitoramento de vapor. 5. devem ter paredes.6.1. na qual posteriormente possa ser feita uma construção. automaticamente.3 Serviço Profissional. Os depósitos devem ser construídos de material não combustível. interligadas entre si. com resistência mínima contra o fogo de 180 minutos.6. Cultura Física.6. Educacional.2.2.1. que.7. 5. pisos e tetos com resistência mínima contra o fogo não inferior a 60 minutos. Caso o armazém esteja situado a uma distância menor que 3 m do limite da propriedade adjacente.1 5.1.5 Equipamentos e fiação elétricos situados nas salas de armazenamento interno usados para líquidos inflamáveis devem ser do tipo antiexplosão.4 Deverá ser providenciada ventilação adequada. derramamentos e transbordamentos dos produtos.1 Salas de armazenamento interno deverão obedecer às seguintes exigências gerais de construção: paredes. instaladas de maneira a fecharem.1 Projeto e construção armazenamento interno de salas de 5.1.1. com resistência mínima contra o fogo de 120 minutos.6. Caso o armazém esteja situado a uma distância de 3 a 10 m de um prédio ou limite da propriedade adjacente. na qual posteriormente possa ser feita uma construção. são canaletas de contenção.2. a armazenagem deve ser efetuada em recipientes fechados.2 Formas de armazenagem e suas limitações 5.6.2.6.6.3 Uma alternativa permissível. em conformidade com a Resolução CONAMA 273: a) poço de monitoramento de águas subterrâneas.1.15 m de altura. exceto quando em lojas de varejo de um só pavimento.1.2.1.6.6. conduzem a um tanque de contenção. 5.6. dos quais não pode ser mais do que 220 litros de líquidos inflamáveis (Classe I). ainda assim. que não constitua risco para líquidos inflamáveis e combustíveis. do tipo aprovado.1. as portas deverão ser corta-fogo. para conter o líquido em caso de vazamento. Onde o estoque excede 650 litros. na qual posteriormente possa ser feita uma construção. em salas resistentes ao fogo.7. 5.1.1. a parede contígua a essa propriedade deve ser não combustível. A área de armazenagem deverá ser livre de vegetação e de outros materiais combustíveis. com resistência ao fogo não inferior a duas horas. exceto os necessários para a manutenção e operação dos equipamentos específicos do prédio.5 Indústria: a armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis deve ser feita de acordo com a Tabela 8.2.1 Este item aplica-se à armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis em tambores ou outros recipientes portáteis.1 Líquidos inflamáveis e combustíveis: não devem ser armazenados (inclusive para venda) nas proximidades de saídas. A armazenagem deve ser feita conforme item 5.1.1. Caso o depósito esteja situado a uma distância de 10 a 15 m de um prédio ou limite da propriedade adjacente. construídas de acordo com o item 5. em quantidades limitadas ao necessário para exibição aos clientes e para fins mercantis. sendo preferida ventilação natural à ventilação mecânica. 5. sem interrupção.6. A calefação deve ser restringida às unidades de vapor de baixa pressão. guardados em compartimentos para armazenagem ou recintos que não possuam portas que se comuniquem com partes do edifício usadas pelo público.6 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem fracionada no interior de edifícios 5. 5. em substituição das soleiras e rampas. 5.6.7 Adota-se este procedimento quando se tratar de postos de abastecimento e serviços com tanques subterrâneos 5.

3 Não são permitidos. conforme NBR 7505-1 ou determinações do Órgão Ambiental competente. sua capacidade volumétrica deve ser no mínimo igual ao volume deste tanque mais o volume correspondente a base deste tanque.2 Em locais. II ou IIIA. igual ao volume do maior tanque. i) canaleta de contenção na projeção da cobertura. f) seu sistema de drenagem deve ser dotado de válvulas posicionadas no lado externo. tanques que contenham produtos aquecidos. as válvulas do sistema de drenagem deve estar posicionadas a pelo menos 15 metros do dique e mantidas fechadas. 5.4 A bacia de contenção deve atender as seguintes condições: a) a capacidade volumétrica da bacia de contenção deve ser.1 As instalações projetadas e construídas devem obedecer às boas práticas de engenharia.5. suas bases a dos diques Intermediários. Tais recursos devem ser construídos por diques que formem uma bacia de contenção ao redor dos tanques ou por bacias de contenção a distância. no mínimo. j) caixa separadora de água e óleo. 5.1 Todos os tanques que armazenam líquidos combustíveis e/ou inflamáveis deverão ser providos de bacias de contenção (exceto os tanques subterrâneos). .5 Em locais. m) proteção da linha de enchimento do tanque. mais o volume de deslocamento da base deste tanque.3 Devem ser providos meios para evitar que qualquer descarga acidental de líquidos Classe I. A proteção contra vazamento deve ser feita por meio de sistemas associados ou não a equipamentos que evitem a contaminação do subsolo com produto ou que detectem imediatamente um vazamento. e) monitoramento em sistemas de contenção secundária. 6. produtos sujeitos a ebulição turbilhonar ou óleos combustíveis a tanques que contenham produtos das classes I. 6 PROCEDIMENTOS DE CONTROLE DE VAZAMENTO 6. b) a capacidade volumétrica da bacia de contenção de tanques horizontais deve ser no mínimo igual ao volume de todos tanques horizontais nela contidos. Não é permitido bomba de transferência dentro da bacia de contenção.8. em uma mesma bacia de contenção.c) ensaio de estanqueidade que devem contemplar não só os tanques. para não expor a perigo devem ser fechados. para conduzir o produto derramado ou vazado.8. Em instalações com capacidade até 1000 m³ será permitida a existência de apenas uma via para a passagem de um veículo de combate a incêndio ou 3 m. d) declive do piso de no mínimo 1% na direção do ponto de coleta nos primeiros 15 metros a partir do tanque ou até o dique. 5. Quando estes canais de fuga passarem próximo de edificações ou áreas de risco. II a IIIA. o que for maior. em conformidade com a Resolução CONAMA 273/2000.8. 5. e) ser provida de meios que facilitem o acesso de pessoas a equipamentos ao seu interior. 6. g) câmara de acesso a boca-de-visita. vistoria e fiscalização dos órgãos competentes. 6. cuja instalação possua tanque enterrado ou subterrâneo. a empresa deverá apresentar a Licença de Operação – LO ou o protocolo de entrega da documentação no Órgão Ambiental (FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais).5. n) proteção da linha do respiro do tanque. f) proteção contra corrosão .8. derramamentos e transbordamentos dos produtos. d) válvula de retenção na linha de sucção. devendo ser adotado o maior destes valores. obedecendo a NBR 5418 ou outra internacionalmente aceita. mantidas fechadas.000 litros (exclusive). o) alarme contra transbordamento.2 Não é permitido qualquer construção diferente de tanque a suas tubulações no seu interior. aos procedimentos e controle de qualidade inerente e documentado adequadamente para viabilizar a aprovação. h) contenção de vazamento sob a unidade abastecedora. enterrado ou subterrâneo. o que for maior. 5. em situação normal e em casos de emergência. l) contenção de vazamento na descarga. 5. se necessário. 6.3 As bombas de transferência de produto devem ficar posicionadas fora da bacia de contenção.2 Todas as instalações e equipamentos elétricos nos parques de tanques devem ser adequados à classificação elétrica da área. mais os volumes equivalentes aos deslocamentos dos demais tanques. 6.7.proteção catódica associada ao revestimento. Estas vias devem ser pavimentadas ou estabilizadas a ter largura compatível para a passagem simultânea de dois veículos de combate a incêndio. ou 5 m.5.5. com tanque aéreo. c) no caso da bacia de contenção que possua um único tanque. 6.2 A área ocupada pelos tanques deve dispor de recursos de controle de vazamento de produto. propriedades adjacentes ou atinja cursos de água.3. deverão ser previstas as exigências da NBR 7820. cuja instalação possua armazenagem com acima de 15.1 A bacia de contenção deve ser adjacente no mínimo a duas vias diferentes.8.4 Quando o líquido inflamável ou combustível se enquadrar no item 5. Esta proteção deve ser exercida por uma ou mais das técnicas. com canais de fuga.5 Bacia de contenção 6. ameace instalações importantes. a empresa deverá apresentar a Licença de Operação – LO ou o protocolo de entrega da documentação no Órgão Ambiental (FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais). desde que atenda no mínimo aos requisitos da Norma Brasileira. 6. g) para tanques ou parque de tanques com armazenagem superior a 120 m3. mas também suas tubulações.4 Os postos de serviço e garagens devem possuir equipamentos ou sistemas que evitem a contaminação do subsolo devido a vazamentos.8 Adota-se este procedimento quando se tratar de postos de abastecimento e serviços com tanques aéreos 5. k) descarga selada.

6. com a anuência do Órgão Ambiental competente.1 A ocupação com presença de produtos perigosos em estado líquido deve ser contornada por canaleta de contenção. 6.3 m.000 a 10. como estabelecido acima.6 Bacia de contenção a distância A contenção a distância poderá ser adotada atendendo as seguintes condições: a) a capacidade volumétrica da bacia de contenção a distância deve ser.7.8 Adota-se este procedimento quando houver tanques existentes Para os tanques existentes que não cumprirem os afastamentos das normas em que devam se enquadrar. ou qualquer tanque. As canaletas de drenagem devem ser revestidas com material impermeável.000 De 10. conduzem a um tanque de contenção. PROTEÇÃO INCÊNDIO POR EXTINTORES DE 7. horizontal a ter uma largura mínima de 0.4. no caso de dique de terra. na direção desse canal. para a quantificação de agente extintor a ser utilizado.2 m de largura por 0. caso o líquido drenado entre em combustão. 6. e) construção de uma parede corta-fogo ao redor do tanque (altura acima do topo dos tanques horizontais). com inclinação de acordo com o item 6. d) caso não seja viável prever 100% de capacidade de contenção a distância. l) a superficie superior do dique de terra deve ser plana. 80B:C 80B:C 80B:C . c) os canais de fuga devem possuir selo hidráulico (sifão corta-chamas) que evite a propagação de chamas e seu encaminhamento deve ser tal que. e) a bacia de contenção a distância deve estar localizada de modo que. Ext mín. não se aplicando para tanques horizontais. conforme a tabela a seguir: Tabela A . esta parede deve ter os seus limites ultrapassando um metro acima do topo do tanque ou do edifício adjacente. Inferior a 5. c) aumento do número de canhões de espuma ou de resfriamento. 01 01 02 Cap. compatível com os produtos. no mínimo. e compatível com o produto a ser bombeado. 6. antiexplosão e corrosão. mais 0.3 A canaleta de contenção deve ser construída de acordo com o item 6. as chamas não exponham outros tanques. conforme as exigências de 6. k) a distância mínima entre a base externa do dique (pé do dique) e o limite de propriedade não deverá ser inferior a 3 m.2 m para conter as movimentações do líquido e.6 m.h) a altura máxima do dique. b) o escoamento do líquido para o canal de fuga. j) dique de terra deve ser construído com camadas sucessivas de espessura não superior a 0. adotando-se o mais alto entre os dois. b) adotar sistemas fixos de resfriamento ou cortinas de água. não deverão ser utilizado para este fim material de facil combustão. propriedade adjacente ou via pública.7.2 m para compensar a redução originada pela acomodação do terreno. Ext. pode ser utilizada uma bacia de contenção a distância com capacidade parcial. com as dimensões mínimas de 0. ou a somatória da capacidade dos tanques. considerando as movimentações do líquido e o agente extintor.1 Deve ser considerada a capacidade de cada tanque.7.000 01 02 04 Cap. tais como: a) aumento da taxa de aplicação dos sistemas de resfriamento e espuma. de acordo com a tabela 8.7 Contenção externa de produtos fracionados acondicionados no interior de edifícios ou depósitos 6. mais 0. a distância entre a borda do líquido e o limite de qualquer construção importante. igual ao volume do maior tanque a ela interligado. seja no mínimo 15 m.Proteção por extintores EXTINTORES CAPACIDADE DE ARMAZENAGEM (LITROS) PORTÁTEIS Quant. deve ser assegurado por declive do piso de no mínimo 1% nos primeiros 15 m a partir do tanque. não há necessidade do tanque de contenção.5. podendo ser utilizada a tabela de afastamentos de tanques subterrâneos. medida pela parte interna. deve ser de 3 m. desde que todos os tanques sejam adjacentes. a mistura só pode ser retirada do tanque por meio de bomba a ar comprimido. quando utilizado. A diferença entre o volume necessário e a capacidade da bacia de contenção a distância deve ser provido pela contenção em torno dos tanques. 6. quando for isolado. exceto a alínea a.000 a 20. 40B:C 40B:C 40B:C SOBRE RODAS Quant. 6. i) um ou mais lados externos do dique pode ter altura superior a 3 m. e dois metros da projeção das laterais do tanque.000 De 5. 7.4 A bacia de contenção deve possuir volume que possa conter o volume da maior pilha.6 alínea c. Para o líquido classe IIIB.2 No caso de acúmulo de líquido. quando estiver cheia com sua capacidade máxima. que interligadas entre si. com resistência mínima de 120 minutos.6 alínea b.7.15 metros de profundidade. preenchida com areia. d) construção de uma parede corta-fogo com resistência mínima de 120 minutos. para qualquer classe de produto. o dique deve ser protegido da erosão. deverão cada camada ser compactada antes da deposição da camada seguinte. no mínimo. instalações ou propriedades adjacentes. a altura do dique deve ser o somatório da altura que atenda a capacidade volumétrica da bacia de contenção. deverá ser apresentada proposta de proteções suplementares para ser analisada pelo CBMMG. a uma via na qual esta altura nos trechos frontais aos tanques não ultrapasse 3 m.

levando-se em conta o volume da bacia de contenção e a tabela A. conforme itens 8. 8. para fins de proteção contra incêndio.5 Os extintores destinados a proteção dos tanques devem ser instalados em conjunto cujos caminhamentos máximos para acesso ao tanque devem atender à IT 16.3 Para armazenagem de líquidos em recipientes abertos deve ser considerada a proporção de 20B:C para cada metro quadrado de superfície de líquido inflamável. desde que tenha condições técnicas de conduzir estes extintores por veículo de emergência da própria edificação ou área de risco.6 Os extintores. a não mais de 150 metros do tanque mais desfavorável.000 a 100.De 20. ISOLAMENTO DE TANQUES – RISCO ISOLADO 8. quando distanciarem entre si. serão considerados isolados. . 8. no mínimo duas vezes o diâmetro do maior tanque e em bacias de contenção distintas. 7.2 Esta distância pode ser reduzida à metade.3 É permitida a proteção por extintor. poderão estar todos localizados e centralizados num abrigo sinalizado.1 e 8. 7. que ficará a critério do responsável pela área de risco. com a interposição de uma parede corta-fogo com resistência mínima ao fogo de 120 minutos e ultrapassando a altura do maior tanque. 7. somente para parque com no máximo 6 (seis) tanques aéreos isolados.000 Acima de 100. deve ser prevista proteção por extintores.4 Para bacias de contenção a distância. 7. em locais onde haja parques de tanques.1 Os tanques aéreos com capacidade igual ou inferior a 20 m³.000 06 08 40B:C 40B:C 02 03 80B:C 80B:C 7.2.2 Os tanques enterrados terão proteção por extintores somente próximo do local de enchimento e/ou saída (bomba): 2 extintores de 20B. 8. exceto nos locais que disponham de viaturas de combate a incêndio.

Líquidos Classe I.2 KPa ou menor) Distância mínima em metros da Distância mínima em metros do linha da propriedade onde haja ou lado mais próximo de qualquer via possa haver construção.(pressão de operação de 17. II.50 m para o primeiro e 1. o maior valor metade do diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque Tipo de Tanque Proteção Teto Flutuante Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores Proteção por espuma e resfriamento o diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque metade do diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque Vertical com solda de baixa resistência entre o teto e o costado (conforme API 650) (*) Proteção por extintores o diâmetro do tanque 1/3 do diâmetro do tanque Horizontal e Vertical com dispositivo de alívio de emergência limitado a pressão de 17.2 KPa Usando sistema de inertização ou proteção por espuma e resfriamento ½ do valor da Tabela 6 ½ do valor da Tabela 6 (*) Proteção por extintores o valor da Tabela 6 o valor da Tabela 6 (*) Tanques que. inferior a 4.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. IIIA .ANEXO A Tabela 1. nunca importante na mesma propriedade. . incluindo o pública ou qualquer edificação lado oposto da via pública.50 m para o segundo. de acordo com a definição constante na Tabela 7M.50 m nunca inferior a 4. só é exigido proteção por extintores.

2 KPa. só é exigido proteção por extintores.4 KPa) Tipo de tanque Proteção Distância mínima em metros da Distância mínima em linha da propriedade adjacente metros das Vias públicas As mesmas distâncias Inertilizado ou proteção da tabela 6.Tabela 2. II. nunca menos de Nunca menos de 7. mas não menor que 7.2 kg/cm manométricas Quatro vezes a distância da (2. mas. conf.5 psi) 2 ½ vezes à distância da tabela 6. de acordo com a definição constante na Tabela 7M. . nunca menos de 15 m Nunca menos de 15 m permitam Pressões superiores a 17. API 620).50 m Proteção Qualquer Tipo Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores 3 vezes a tabela 6.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.50 m (*) Tanques que.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.5 m por espuma e resfriamento 7. nunca menos de 15 m Nunca menos de 15 m Horizontal ou vertical Com respiradouros de Inertilizado ou proteção Duas vezes à distância da tabela 6. incluindo o lado oposto da via pública 1 1/2 a tabela 6. mas não menor que 7. só é exigido proteção por extintores. emergência que por espuma e resfriamento mas.50 m 1 1/2 a tabela 6. de acordo com a definição constante na Tabela 7M.Líquidos Classe I. mas não menor que 7. mas não menor que 7.50 m 1/2 a tabela 6. Tabela 3 Líquidos instáveis ( P ≤ 103. mas. Tipo de Tanque Distância mínima em metros Distância mínima em metros do lado mais da linha da propriedade onde próximo de qualquer via pública ou qualquer haja ou possa haver edificação importante na mesma propriedade construção.5 psi) (*) Proteção por extintores Tabela 6. IIIA (pressão de operação superior a 17. mas nunca menos Nunca menos de 30 m de 30 m (*) Tanques que.5m Horizontal ou vertical Com respiradouros de emergência que impeçam pressões (*) Proteção por extintores superiores a 17.2 kg/cm Manométricas (2.

incluindo o lado edificação importante na mesma propriedade oposto da via pública (m) (m) 1.00 3.Líquidos da Classe III B Capacidade do Tanque (m³) ≤ 45.50 45.00 4.00 190 a 380 ≥ 380 4.50 4.50 Tabela 5 .6 a 114 3. . não devendo mesma propriedade ser menor que 15.Líquidos sujeitos a ebulição eruptiva Tipo de Tanque Proteção Distância mínima em metros da linha Distância mínima do lado mais da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou haver construção.00 1.6 Distância mínima em metros da linha Distância mínima em metros do lado mais da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou qualquer haver construção. só é exigido proteção por extintores. de acordo com a definição constante na Tabela 7M. incluindo o lado Qualquer prédio importante na oposto da via pública.50 3.00 metros 1/2 o diâmetro do tanque 1/6 o diâmetro do tanque Teto Flutuante Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores Sistema Inerte ou de espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores o diâmetro do tanque o diâmetro do tanque 1/6 o diâmetro do tanque 1/3 o diâmetro do tanque Teto Fixo 2 vezes o diâmetro do tanque 2/3 o diâmetro do tanque (*) Tanques que.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.50 1.50 114 a 190 3.Tabela 4 .

00 15.6 45.00 24.50 49. oposto da via pública. (m³) (m) (m) < 45.00 40.50 16.1 a 380 380.00 30.00 .50 18.50 10.50 4.1 a 1900 1901 a 3800 3801 a 7600 7601 a 11400 > 11400 4.50 52.50 7.50 6.50 4.50 4.Tabela 6 – Tabela de referência Capacidade Distância mínima em metros da linha Distância mínima em metros do lado mais do da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou qualquer Tanque haver construção. incluindo o lado edificação importante na mesma propriedade.50 13.7 a 190 190.

00 metro Líquidos da Classe IIIA 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes. mínimo de 1.5 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/3 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes . mínimo de 1.6 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes Se possuírem dique de contenção conforme o item 6.00 metro Tanques com diâmetro superior a 45.00 metros de 1.00 metro adjacentes.00 metros Se possuírem contenção a distância conforme o item 6. mínimo dos dois tanques 45.ANEXO B Tabela 7 – Distância mínima entre costados de tanques Tanque de teto fixo ou horizontal Tanque de teto flutuante Líquidos da Classe I ou II Todos os tanques com 1/6 da soma dos diâmetros 1/6 da soma dos diâmetros o diâmetro inferior a dos tanques adjacentes.

nas colunas de largura e altura.500 (12) 1.40 1.10 CLASSE DE LÍQUIDO INFLAMÁVEL E COMBUSTÍVEL NÍVEL DE ARMAZENAGEM PROIBIDO 2.91 (1) 2.44 (4) PROIBIDO 3. representam as larguras e as alturas da pilha e os números entre parênteses representam o número correspondente de tambores de 200 litros que.40 Laterais (m) 1.63 (4) 2.000 (50) 2.000 (105) 2.22 (2) 2.44 (4) 10.20 Nota: (1) Os números das colunas de total em litros representam o número de litros que podem ser armazenados por pilha e os números entre parênteses representam.40 1. produzirão tal pilha.40 Laterais (m) 2.83 (2) 2.Arrumação de Recipientes COM ASPERSORES OU EQUIVALENTES MÁXIMO POR PILHA Total Litros (tambores) Largura (m) Altura (m) Largura das Passagens Principais (m) IA IB IC II Nível de solo e superiores Porões 42.83 (2) 2. o número de tambores de 200 litros correspondentes àquela quantidade em litros.20 PROIBIDO (210) 3. (3) No caso de armazenamento de bombonas (20 litros) poderá fazer empilhamento de até 4.22 (2) 0. (4) Ver exemplo no Anexo C. quando arrumados juntos.91 (1) PROIBIDO 0.83 (2) PROIBIDO 1.40 1.44 (4) 1. (2) Os números.44 (4) 1.73 (3) 2.40 1.50 Total Litros (tambores) SEM PROTEÇÃO MÁXIMO POR PILHA Largura (m) Altura Largura das Passagens (m) Principais (m) 2.000 (100) 2.40 1.20 5.63 (6) Nível de solo e superiores Porões 20.000 Nível de solo e superiores III-A III-B Porões 21.Tabela 8 .20 10.000 (48) 2.000 1.50 2. .

(medidas em metros) .

IT . COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela de afastamentos de segurança para as áreas de amarzenamento de recipientes transportáveis de GLP.23 MANIPULAÇÃO. B – Implantação da central de GLP e local de estacionamento do veículo abastecedor.Condições de segurança para cerca elétrica nas proximidades de centrais prediais de GLP . ARMAZENAMENTO. 2 – Aplicação 3 – Referencias Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 .

Portaria Nº 47 de 24 de março de 1999. COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de manipulação.mg. do armazenamento e comércio de combustíveis. Exercício da atividade de distribuição e revenda de GLP. Portaria N° 76 de 21 de julho de 1966. 2. Portaria nº 204/1997-MT. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.br Email: dat3@cbmmg.270. Decreto Federal nº 1. Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.2 A localização da instalação destinada à manipulação.gov.024 . atendendo o prescrito no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 5419 .gov. Decreto Federal Nº 2. instalação interna e sistema de abastecimento a granel de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). armazenamento de recipientes estacionários.078 – Proteção do consumidor (e outras providencias). (condições de proteção contra incêndio nos postos de revendas e depósitos de GLP). c) armazenamento de recipientes transportáveis de GLP.Centrais prediais e industriais de gás liqüefeito de petróleo ( GLP ) – sistema de abastecimento a granel. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Lei Federal nº 8. anexo I. comercialização. d) central de GLP (recipientes transportáveis e estacionários) e abastecimento a granel.mg. NBR 13932 – Instalações internas de gás liqüefeito de petróleo (GLP) – projeto e execução.501 . armazenamento.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 23 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. do Departamento Nacional de Combustíveis.130.1 Esta Instrução Técnica aplica-se nas edificações e áreas de riscos destinadas a: a) terminais de armazenamento de GLP.br MANIPULAÇÃO. Portaria 27 de 16 de setembro de 1996. b) manipulação. Decreto Estadual nº 44. da Agência Nacional de Petróleo (ANP) – GLP a granel. Augusto de Lima.190-000 Site: www. NBR 13523 .455/98. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.021 – Fiscalização da distribuição.Central predial de gás liqüefeito de petróleo – procedimento. Aprova as Instruções Complementares aos Regulamentos dos transportes Rodoviários e Ferroviários de Produtos Perigosos (Suplemento ao Diário Oficial da União de nº 98. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Decreto Federal nº 1. do armazenamento e comércio de combustíveis.Fiscalização da distribuição. NBR 14. 2 APLICAÇÃO 2.bombeiros. NR20 de 08 de Junho de 1978 (líquidos combustíveis e inflamáveis). de 26 de maio de 1997). operação de segurança de terminais de gás liqüefeito de petróleo). . destinados à comercialização. (instalação. transportáveis e distribuição de GLP. armazenamento. 355 . central GLP. Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho. do Conselho Nacional de Petróleo.Bairro Centro CEP 30. utilização.Proteção de Estruturas contra descargas atmosféricas/pára-raios. ARMAZENAMENTO. distribuição e revenda de GLP é regulamentada pela Lei de uso e ocupação do solo de cada município do Estado de Minas Gerais.

0 265.0 341. a Portaria n° 76 do Conselho Nacional de Petróleo e a NR-20. 5.01 a 3.00 120.785.0 V 8 10 40 B 40 B 1.01 a 454. Tabela 2 . .Afastamento mínimo de segurança para os tanques de armazenamento de GLP: Capacidade volumétrica (m3) 0.1.0 (*) Prever sistema de proteção por hidrantes para área de armazenamento acima de 6240 Kg ou 480 botijões. 5.1.2 As unidades de processo destinadas a envasamento de recipientes (carrossel) devem ser providas de sistema fixo de resfriamento (nebulizadores tipo dilúvio).Unidade e capacidade extintora de pó BC para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP. 5.01 a 8. manipulação. 5.5 15.00 Afastamento de edificações (m) 3.785.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.00 2.3.0 ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes.5 VI ( * ) 3.00 38. adotam-se as normas brasileiras afins. (nebulizadores ou canhão monitor) com válvula de acionamento à distância.1 As áreas de armazenamento de recipientes transportáveis estão divididas em função da quantidade de GLP estocado.2.50 a 2.00 91.00 30.00 61. Armazenamento Classe I Quantidade de GLP Até 520 Kg ou 40 botijões Até 1560 Kg ou 120 botijões Até 6240 Kg ou 480 botijões Até 24960 Kg ou 1920 botijões Até 49920 Kg ou 3840 botijões Até 99840 Kg Extintor Quantidade 2 Capacidade 40 B II III (*) IV 3 40 B 4 40 B 8 40 B 1.0 757.0 Afastamento mínimo entre tanques (m) 1.2. armazenamento de recipientes estacionários.01 a 757.01 a 341. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica.2 A instalação para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC e hidrantes de acordo com a tabela 2.1 Bases de armazenamento e engarrafamento das distribuidoras.3 Os Tanques estacionários de GLP com volume acima de 500 litros devem possuir dispositivos de bloqueio de válvula automática (válvulas de excesso de fluxo). são classificadas em classes que requerem afastamentos de segurança e devem atender a exigências conforme anexo A.1 Os Tanques estacionários destinados a envasamentos de recipientes devem possuir registro de fechamento por meio de controle com acionamento à distância para os casos de vazamento.0 Maior que 3.1.1. NBR 14. 5 PROCEDIMENTOS 5.01 120.01 a 265. 5. 5.NBR 8460 – Recipiente transportável de aço para Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) – Requisitos e métodos de ensaios.4 Os recipientes acima de 500 litros devem estar afastados de edificações e divisas de outra propriedade e entre tanques. não pode ser inferior a três metros.1 Para fins dos critérios de segurança na instalação e operação de terminais de GLP.0 23.5 Os Sistemas de Proteção Contra Incêndios devem ser previstos de acordo com as IT 16 . aplicam-se as definições constantes da IT 02 .0 7.1.1.Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio. transportáveis e distribuição de GLP 5. Os locais destinados ao carregamento de veículos-tanque devem ser providos de sistema fixo de resfriamento. conforme tabela 1: Tabela 1 .570 – Instalações Internas para uso alternativo dos gases GN e GLP – Projeto e Execução.2 Armazenamento de recipientes transportáveis de GLP destinados à comercialização: 5.Extintores de Incêndio e IT 17 .01 a 120. 5. (*) O afastamento entre tanques de capacidade acima de 120 m3.0 454.00 8.

possuir acesso através de 02 ou mais aberturas de no mínimo 1. quando cercada.7 Possuir. desde que resistente ao fogo. 5.2.3 e 5.10 m de altura que abram de dentro para fora.00 m de largura entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios. sendo esta construída de material resistente ao fogo.2. permitindo-se aos vazios o empilhamento de até 05 (cinco) unidades. entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios. 5.4 O local que armazene 05 ou menos recipientes transportáveis de GLP.5 m de ralos.2 Estar protegido do sol. devem ser observados os seguintes requisitos: 5. líquidos e materiais necessários para teste de vazamento de GLP.2.9 Possuir.11.2. 1. no piso. em complemento ao muro previsto no item 5. 5.4. 5. caixas de gordura e esgotos. 1.11.2.11.2. parcialmente utilizados ou vazios das classes I e II.11.8 Não possuir no piso da área de armazenamento e até a uma distância de 3. 5. podendo ser coberta ou não. acesso através de aberturas com as dimensões mínimas previstas para estas.1 Possuir ventilação natural.11.10 m de altura que abram de dentro para fora.12 Manter no local para todas as áreas de armazenamento. parcialmente utilizados ou vazios para consumo próprio. possuir acesso através de 04 ou mais aberturas de no mínimo 2. 5. 1. 5.2. observados os mesmos cuidados dispensados aos recipientes cheios de GLP. 5. metade do seu perímetro fechado ou vedado com muros ou similares.2. ou em plataforma elevada por meio de aterro. bem como possuir corredor de inspeção de.2.14 Armazenar os botijões vazios ou parcialmente utilizados separadamente dos cheios. sinalizando “PERIGO – INFLAMÁVEL”. 5.10 m de altura que abram de dentro para fora.6 Possuir fechamento com estrutura do tipo tela de arame ou similar.15 Empilhar somente recipiente transportável de GLP com a capacidade nominal igual ou inferior a 13 kg de GLP. quando a área de armazenamento não for cercada como indicado nos itens 5. 5.00 m de largura.10 Em posto de serviços somente é permitida a instalação de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios.11.4.2.13 Armazenar os botijões cheios ou parcialmente utilizados com empilhamento máximo de 04 (quatro) unidades.11.11. parcialmente utilizados ou vazios deverá observar as seguintes condições gerais de segurança: 5.2.11.1 Situar-se ao nível de solo.2. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento.11.5 Possuir até 7/8 (sete oitavos) do perímetro fechado com muro ou similar. no máximo.10 m de altura. 5. rebaixos ou similares.11. conforme Portaria 27 do DNC.20 m de espaço livre entre o topo da pilha de botijões e a cobertura. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento.10 Acondicionar os recipientes transportáveis de GLP cheios.50 m de largura e 2.2. 5.2.2.8 A área de armazenamento Classe V deve comportar botijões dispostos em lotes. .2. no mínimo. estas devem ser especificadas com equipamento que atendam as normas de classificação de área da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). parcialmente cheios ou vazios na área de armazenamento em posição vertical com a válvula voltada para cima. 5.11. 5.2. 5. de forma a permitir ampla ventilação.4. de fontes de calor e faíscas. no mínimo.11 Quando possuir instalações elétricas.00 m de largura. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento.11 Para o armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios.5.50 m de largura e 2.4 Estar afastado no mínimo 1. 5. entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios.2.2.0 m desta. 5.00 m de largura e 2. bem como possuir corredor de inspeção de. aberturas para a captação de águas pluviais.11.3 Estar afastado de outros produtos inflamáveis. possuir acesso através de 03 ou mais aberturas de no mínimo 1.2 Quando coberta deverá ter no mínimo 2. canaletas. 5. 5.50 m de largura e 2.2.4.2.11.10 m de altura que abram de dentro para fora.2. no mínimo. “É EXPRESSAMENTE PROIBIDO FUMAR E USAR FOGO OU QUALQUER INSTRUMENTO QUE PRODUZA FAÍSCAS”. que abram de dentro para fora.11. deve-se exibir placas de advertências em lugares visíveis.2. no mínimo. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento.2.2. bem como de galerias subterrâneas e similares. da chuva e da umidade.16 Não permitir a circulação de pessoas estranhas ao manuseio dos recipientes transportáveis. 5.6 A área de armazenamento Classe III deve possuir acesso através de 02 ou mais aberturas de no mínimo 1.2. 5.2.11. ralos.2. de forma a permitir ampla ventilação. 5. indicando a classe da área de armazenamento e o limite máximo de recipientes transportáveis de GLP.9 A área de armazenamento Classe VI deve comportar botijões dispostos em lotes.5.2. parcialmente utilizados ou vazios. por capacidade nominal que a instalação está apta a armazenar.00 m de largura entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios.12 Exibir placa.2.4 Ter o restante do perímetro da área de armazenamento fechado com estrutura do tipo tela de arame ou similar.3 Ter a área de armazenamento. bem como possuir corredor de inspeção de.7 A área de armazenamento Classe IV deve comportar botijões dispostos em lotes.20 m de largura e 2.50 m de pé direito e haver permanentemente 1. porém com menor resistência mecânica que a estrutura das paredes e do muro. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP cheios. 5.11.3 Para as instalações de armazenamento transportáveis de GLP cheios.11. para esgotos ou outra finalidade.2. 1. 5. demarcação delimitando a área de armazenamento e os lotes de recipientes transportáveis de GLP. 5. 5.4.2. devendo ser definidas e demarcadas as respectivas áreas de armazenamento. 5.2. bem como possuir corredor de inspeção de.11. quando aplicadas ao fechamento das áreas de armazenamento.5 A área de armazenamento Classe II deve possuir acesso através de uma ou mais aberturas de no mínimo 1.

0 Acima de 8.3.3. onde ficará assentado o(s) recipientes. forros.40 a 0. exceto oxigênio e hidrogênio.5 De 5.0 7. Nº Capac. incluindo reserva Até 11 11.3.2. ralos.1 até 5. constantes da tabela 4: Tabela 4 . de acordo com a tabela 3: Tabela 3 .5 3.0 estacionamento e trânsito de veículos) Redes elétricas 3.1 Os recipientes (transportáveis ou estacionários) devem atender aos afastamentos de segurança. Tabela 6 . Materiais de fácil combustão 3.50 m.6 Os recipientes estacionários e transportáveis de GLP devem ser situados no exterior das edificações em locais ventilados. 3) 6. etc. tais como porão. d) a laje ou terraço. 5. somente serão permitidas se atenderem as seguintes exigências.5 Adotar tabela 1 (1) Para centrais com reservatórios de capacidade volumétrica de até 0. c) a laje ou terraço da edificação.0 De 2.6 até 8.0 Depósitos de materiais inflamáveis ou 6. 5. Extintor sobre Central de GLP Extintor Portátil rodas Quantidade de GLP Nº Capac. constantes da tabela 5: 5.Afastamentos de recipientes transportáveis em relação à projeção das edificações: Quantidade de GLP Afastamento (kg) (m) Até 540 A partir de 540 até 1080 A partir de 1080 até 2520 A partir de 2520 até 4000 0 1. a ser instalado junto à central de GLP.5 Capacidade Conjunta GLP ( m3) Até 1. sendo proibido sua instalação em locais confinados.5 m3.3.0 0 1. caso seja interposta uma parede entre o recipiente e o ponto considerado com resistência ao fogo por duas horas. canaletas.5.5 > 4. conforme NBR 10636.5 A central de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC na capacidade conforme tabela 6.3. laje e terraço de edificações.5 7.3 Central de GLP (recipientes transportáveis. águas 1. b) só poderão ser executadas se atenderem às Normas Técnicas Brasileiras de Construção Civil. permitindo ser igual a zero.0 metros de entrada de ar condicionado e poços de ventilação.6. (kg) Até 270 1 2 2 20 B 20 B 20 B 1 80 B 271 a 1800 Acima de 1800 Oxigênio ( Nm3). Capacidade Conjunta GLP ( m3 ) Até 4.0 7.5 metros de ralos.3. .9 0 0 3 7. armazenados em áreas Classe I ou II têm o seu empilhamento limitado a uma altura máxima de 1.5 5. garagem subterrânea. parcialmente utilizados ou vazios.13 Os recipientes transportáveis de GLP com capacidade nominal inferior a 13 kg. devendo ficar em locais que permitam o acesso em caso de incêndio na central.Afastamentos de recipientes (transportáveis ou estacionário) em relação a locais de risco: Afastamento Locais (m) Aberturas de dutos de esgoto.6.4 Os recipientes estacionários devem atender aos afastamentos da projeção das edificações.0(1) De 1. a) em locais que não disponham de área adequada no nível de acesso principal à edificação. e) os recipientes devem ser instalados em áreas que permitam a circulação de ar e com os distanciamentos abaixo relacionados (os ralos e fontes de ignição devem estar localizados fora do limite das muretas citadas na alínea c do item 5. deverá ter superfície plana e cercado por muretas de 0.1 a 566 Acima de 566 7. incluindo reserva Até 11 11 a 85 > 85 5.5 3. poços.0 comburentes. 5.2 Os afastamentos acima podem ser reduzidos pela metade. 2) 3. o afastamento mínimo até a cerca será desconsiderado. cheios.9 Acima de 1.5 pluviais.1: 1) 1.3 Os recipientes transportáveis devem atender aos afastamentos mínimos em relação à projeção das coberturas de edificações.3.1 até 2.3.1 As instalações de recipientes abastecidas com GLP no local. Os extintores não deverão ser instalados na parede de central de GLP. estacionários e abastecimento a granel) 5.60 metros de altura com tempo de resistência ao fogo de no mínimo 02 (duas) horas.5 15 0 0 6 6 3 Tabela 5 .0 Fontes de ignição (inclusive 3. onde for instalado o(s) recipiente(s) deve ser dimensionado para suportar o(s) recipiente(s) cheio com água.Unidade e capacidade extintora de pó BC.0 metros de fontes de ignição.5 15 Hidrogênio ( Nm ). 5.Afastamentos de recipientes Estacionários em relação à projeção das edificações: Capacidade Volumétrica do tanque Afastamento (m³) (m) Até 1.

4.5 metros de ralos. h) o local da Central deve ser acessado por escada fixa ou outro meio seguro e permanente de acesso.0 metros de reservatórios que contenham fluídos inflamáveis. 4) 3. próximo ao recipiente e obedecendo ao distanciamento referido na alínea. 5.0 metros de aberturas (janelas.3 Na travessia de elementos estruturais. deve ser utilizado um tubo-luva.5. operação e manutenção da instalação. i) limitados à capacidade volumétrica individual de 4. b) a linha de abastecimento deve ser executada com tubulação.4.2 A instalação de gás deve ser provida de válvula de fechamento manual em cada ponto em que se tornarem convenientes para a segurança.3. etc) das edificações.0 m3 para instalações comerciais e industriais. identificada e protegida mecanicamente de forma a garantir a integridade da mesma em toda a sua extensão. c) o ponto de abastecimento em edificações que possuem linha de abastecimento deve ser localizado a pelo menos. corrosão.4.6.5 Quando o cruzamento de tubulações de gás e condutores elétricos for inevitável. 5. ar condicionado e águas pluviais. g) na linha de abastecimento pode ter instalada uma conexão para purga do gás. 5.1 As tubulações instaladas devem ser estanques e desobstruídas.5. aberturas e linha de para raios de pelo menos 1. quando aparentes.4.6.4 A tubulação da rede interna não pode passar no interior de: a) dutos de lixo. sendo que estes vazios devem ser sempre visitáveis e previstos em área de ventilação permanente e garantida. poderá ser feita uma linha de abastecimento: a) esta linha de abastecimento deve ser executada externa à edificação. g) a localização dos recipientes deve permitir acesso fácil e desimpedido par todas as válvulas e ter espaço suficiente para manutenção. Acima desta altura. 5. 5. conforme o item 5. 5. com ou sem costura. 5.4 Instalações internas de GLP: 5. i) qualquer tipo de forro falso ou compartilhamento não ventilado. próxima ao recipiente e obedecendo ao distanciamento de segurança de 1. tomada de ar.8 Os recipientes de GLP não podem apresentar vazamentos. 5. 2) 6. d) o ponto de abastecimento quando instalado em linhas de abastecimento deve ser provido de no mínimo uma válvula de abastecimento e uma válvula de bloqueio manual. rebaixos ou canaletas e dos veículos abastecedores. garantindo os afastamentos necessários contidos nesta instrução técnica. no mínimo SCH 40 se for feita com conexos soldadas e no mínimo SCH 80 se for feita com conexões roscadas. 5. observando as seguintes distâncias: 1) 3.4. conservação e substituição a qualquer tempo. d) poços e elevadores. Esta conexão deve ser instalada dentro da central. k) todo e qualquer local que propicie o acumulo de gás vazado. 5.5 metros. Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para esse fim (shafts). conexões e acessórios. sendo permitida o limite total de 4. as tubulações. os quais devem conter apenas as tubulações de gás. e) no caso de se utilizar uma linha de abastecimento a mesma deve ser provida de válvula de alívio hidrostático instalada dentro da central. líquido não inflamáveis e demais acessórios. caberá ao CBMMG através do Corpo Técnico analisar e decidir. portas.1 As tubulações aparentes devem: .1 Em locais que possam ocorrer choques mecânicos. j) locais de captação de ar para sistemas de ventilação.4. f) compartimentos destinados a dormitórios.6. ou por estas e o solo.6 Localização 5.4.3 A tubulação não pode ser considerada como elemento estrutural nem ser instalada interna a ele. 5.5. exceto quando destinada à conexão de equipamento hermeticamente isolado. k) a central não deve estar localizada sobre casa de máquinas e reservatórios superior de água.7 A central de GLP localizada junto à passagem de veículos deve possuir obstáculo de proteção. com ventilação permanente nas extremidades. além das exigências contidas na NBR 13932. mediante propostas encaminhadas pelo Responsável Técnico devidamente fundamentadas com medidas de segurança adicionais.4. devidamente protegido e identificado.0 m3 para instalações em residências. serviços de hospedagem e 16. e) compartimentos de equipamentos elétricos. 2. devem ser protegidas.2.5.3.4.2 As válvulas e os reguladores de pressão devem ser instalados de modo a permanecer protegidos contra danos físicos e permitir fácil acesso. amassamentos.2 Quando a mangueira de enchimento não puder ser observada pelos seus operadores em seu comprimento total. danos por fogo ou outras evidências de condição insegura e devem apresentar bom estado de conservação das válvulas. sem a devida ventilação. f) a linha de abastecimento deve estar distante de janelas. 5.5 Proteção: 5. e devem ser previstos acessórios que garantam que a mangueira e engate de enchimento não rompam devido ao peso. 5.f) o local da Central e da área de evaporação devem ser impermeabilizados. c) dutos para incineradores de lixo. b) reservatório de água. deve-se colocar entre elas um material isolante elétrico. 3) 1.0 m3. j) o limite máximo de altura da instalação da Central em relação ao nível de descarga da edificação fica restrito a 15 metros.0 metros de materiais de fácil combustão e ponto de combustão.5.4. g) poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento.4.8 metros acima do nível do solo.5 em relação a aberturas situadas abaixo.3.4 É proibida a utilização de tubulações de gás como aterramento elétrico.4.4. h) qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria.

d) próximo a aberturas no piso.4. 5. h) estar adequadamente suportado. entre o ponto de estacionamento do veículo abastecedor e a central de GLP.000 Kgf ou outros métodos inadequados. devendo manter um afastamento mínimo de 3 (três) metros dessa. a cerca eletrificada deverá possuir apoios com isoladores. é vedado que a mangueira flexível passe por: a) áreas internas às edificações. 5. g) ser executado com material incombustível e resistente à água.4. c) ter afastamento de no mínimo 2 m de pára-raios e seus respectivos pontos de aterramento. 5.1 A construção de centrais de GLP. para a coexistência de ambas onde se encontram. em local seguro e protegido contra a entrada de água.1.4. 5.5. de acordo com a NBR 5419. fornos. e prevenção por extintores.50 m. 02 (dois) operadores com treinamento dirigido à operação de abastecimento das centrais de GLP e operação de veículos abastecedores.5. a segurança dos operadores ou dificultem o contato visual e a manobra das mangueiras.1. sinalização por meio de cones e placas de advertências “PERIGO . ficando obrigada a orientar os usuários do sistema quanto às normas de segurança a que devam ser obedecidas. etc.5 Instalações de GLP com abastecimento a granel: 5. distante no máximo 50 cm entre eles.1 A cobertura da central de GLP deverá ser constituída unicamente por materiais incombustíveis isolantes e que estes. dentre outros procedimentos que se façam necessários. estabilização e aterramento. play-grounds.2 A cobertura da central de GLP deverá conter rugosidades ou saliências que impeçam condutividade elétrica através de água da chuva. que coloquem em risco a integridade dos equipamentos. 5. salões de festas. observando o correto posicionamento.PROIBIDO FUMAR”.2 Na impossibilidade de atender o item acima.5. possuir abertura captada de algum ambiente permanentemente ventilado. 6. caixas de gordura.6 Devem ser realizadas por. sob quaisquer condições atmosféricas mantenham estas condições. 6 CONDIÇÕES DE SEGURANÇA PARA CERCA ELÉTRICA NAS PROXIMIDADES DE CENTRAIS PREDIAIS DE GLP 6. de forma a . não transpondo muros. dentre outros procedimentos que se façam necessários. em cujas adjacências exista uma cerca eletrificada. e) estar convenientemente protegido contra a corrosão. 5. b) deverá haver espaço livre para manobra.6. 5.1 O caminhamento máximo da mangueira flexível deve ser de 55 (cinqüenta e cinco) metros. animais e outros objetos estranhos.4 Os abrigos de medidores de consumo de GLP devem possuir proteção por um extintor de pó BC.5.00 metros a contar do ponto de abastecimento e do módulo de operação do veículo abastecedor (traseira do veículo abastecedor). impedindo a aproximação de pessoa não habilitada dentro de um raio mínimo de 3. 5. bem como do acionamento das luzes de alerta. 6. se o condutor for protegido por conduite. b) ter um afastamento das demais tubulações suficiente para ser realizada manutenção nas mesmas. 5.9 As Normas de Segurança acima citadas referem-se ao correto posicionamento. d) em caso de superposição de tubulação.5.7 O local de abastecimento deve ser sinalizado (proibição e alerta). como ralos. e 0. no mínimo. bueiros. travamento e aterramento do veículo transportador.a) ter as distâncias mínimas entre a tubulação de gás e condutores de eletricidade de 0.3 Recomenda-se o uso mínimo de conexões nas tubulações situadas no interior do tubo-luva. c) o veículo abastecedor não pode ficar posicionado de forma a interferir na rota de fuga das pessoas. b) nas proximidades de fontes de calor ou fontes de ignição como tubulações de vapor. O caminhamento deve ser feito de forma adequada.5. na possibilidade que os fios condutores se romperem. desligamento. devendo atender aos seguintes critérios: a) o estacionamento do veículo abastecedor deve ser em área aberta e ventilada. a tubulação de gás deve ficar abaixo das outras tubulações. à prova de geração de energia que possa iniciar um incêndio. de forma a não permitir que. sendo vedado o içamento ou lançamento de mangueiras por cordas com resistência a tração inferior a 1. podendo ser visualmente ou por intermédio de aparelhos de comunicação. c) no caso de dutos.2 O tubo-luva quando for utilizado deve: a) ter no mínimo duas aberturas situadas nas suas extremidades. 5.30 m. Opcionalmente.5.5. 5.4 No impedimento de atendimento aos critérios do item acima. ele fique pendente em mais de 50 cm na região sobre a central.6. nos casos contrários. de 24 de março de 1999.3 O abastecimento deve ser realizado no interior da área onde é descarregado o produto. d) ter resistência mecânica adequada a possíveis esforços decorrentes das condições de uso. sendo que as duas devem ter saída para a projeção horizontal fora da edificação. b) nos casos em que não for possível a extremidade inferior estar fora da projeção horizontal. em locais sujeitos ao tráfego de veículos sobre a mangueira. piscinas. f) não apresentar vazamento em toda a sua extensão. c) em áreas sociais tais como hall. galerias subterrâneas e similares.6. desligamento.5 Deve haver comunicação ininterrupta entre os operadores durante a manobra de abastecimento. manter um afastamento mínimo de 25 mm entre a tubulação e as suas paredes internas. 5. esgoto. estacionamento e escape rápido do veículo abastecedor. deve-se atender aos parágrafos 1º e 2º do artigo 4º da Portaria ANP nº 47. é responsável pelo procedimento de segurança nas operações de transvasamento. grades ou em outros condições inadequadas.8 A pessoa jurídica autorizada a exercer a atividade de distribuição de Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) a granel. podem ser previstos dispositivos ou sistemas que garantam a exaustão de gás eventualmente vazado.5. respeitando-se o horário de menor fluxo de pessoas no local do abastecimento.

1. 6. até atingir o afastamento de 3 m da central.8 A cerca eletrificada.1. na parte mais baixa.1. nas venezianas laterais ou cilindros. desde que esta cobertura e estrutura de sustentação da cobertura sejam de materiais isolantes e incombustíveis e mantenham as condições previstas na NBR 13.1. não admitindo que ele fique sobre a central de GLP. na construção da central ou na proteção desta.1.1. medidos da lateral destas. em ambos os lados.9 Havendo algum obstáculo ou recuo do muro ou gradil que impeça o contato acidental de objetos ou parte do corpo na parte eletrificada. 6. 6.4 A cerca eletrificada deverá estar a uma altura mínima de 100 cm acima da laje de cobertura da central de GLP. 6.impossibilitar o aterramento no portão central. em sua parte mais baixa ou a 280 cm em sua parte mais alta.7 Para centrais de GLP de recipientes estacionários com capacidade de 1m3. e no lado oposto ao da abertura dos portões de acesso aos cilindros. . na direção zenital. em caso de contato com um ou mais fios da cerca eletrificada.1. 6. deverá estar a uma altura superior a 300 cm. aparente. até a projeção da cerca eletrificada no solo. 6. o qual possa servir de aterramento. desde que este fique recuado um mínimo de 30 cm da projeção da cobertura e laterais. deverá ter a sua primeira linha eletrificada a uma altura superior a 250 cm. de forma a produzir centelhamento. se inclinada na direção do logradouro público.1. impedindo o centelhamento. quando isolada sobre o muro ou gradil.6 Será permitido o emprego de portões metálicos na central de GLP. em sua parte mais baixa. se inclinada para o lado do logradouro público. 6.3 A cerca elétrica deverá possuir os afastamentos entre os apoios descritos no item 6.5 Não deverá possuir qualquer tipo de objeto metálico. serão admitidas as condições acima descritas.523. esta poderá ser instalada a 210 cm da continuidade do muro.

0 15.0 7. templos.80 (m) Limites da propriedade sem muro ou muro de altura inferior a 1.50 m x 2.0 ---------Não Não Não Não 1.0 15.0 20 5.0 180 15.0 8.0 CLASSE VI 99840 7680 ---------Quatro ou mais de 2.10 m 1 Sim Sim Sim 6.0 10. cinemas. descargas de motores a explosão e máquinas que produzam calor (m) Outras fontes de ignição (m) CLASSE I 520 40 4.5 3.10 m 1 Sim Sim Sim 7. bocais e respiradores de tanques de inflamáveis.5 3.0 7.840 ---------Três de 1.0 CLASSE II 1560 120 8.0 30 7.10 m Não Não Não Não 3.0 7.0 5.0 8.5 100 15.0 7.50 m x 2.0 20.80 (m) Vias públicas (m) Escolas.0 3.0 CLASSE IV 24960 1.10 m 1 Sim Sim Sim 10.0 Uma de 1.20 m x 2.0 CLASSE III 6240 480 ---------Duas de 1.0 CLASSE V 49920 3. hospitais e demais locais de reunião pública (m) Bombas de combustíveis.5 80 15.50 m x 2.5 150 15.0 50.0 .920 ---------Duas de 1.10 m 1 Não Não Sim 5.5 5.00 m x 2.5 30.ANEXO A Tabela: Afastamentos de segurança para as áreas de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP EXIGÊNCIAS Capacidade máxima (kg) Número de botijões P-13 (unidades) Área mínima de armazenamento (m2) Número e dimensões de portas para o exterior (unidades) Largura do corredor de inspeção (m) Obrigatoriedade de lotes Proteção por sistema de hidrantes para combate a incêndio e resfriamento Detector de vazamento Limites da propriedade delimitada com muro de 1.0 3.

ANEXO B IMPLANTAÇÃO DA CENTRAL DE GLP E LOCAL DE ESTACIONAMENTO DO VEÍCULO ABASTECEDOR .

FIGURA 1 .PLANTA BAIXA DA CENTRAL DE GLP .

FIGURA 2 .VISTA “A” DA CENTRAL DE GLP .

80 M .VISTA “B” DA CENTRAL DE GLP ALTURA MÍNIMA 1.FIGURA 3 .

FIGURA 4 .VISTA “C” DA CENTRAL DE GLP ABERTURA OPCIONAL .

IT . DISTRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS NATURAL SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXO Único .24 COMERCIALIZAÇÃO.Obstáculo de proteção da bomba .

NBR 12693 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio. h) qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria. .gov.br Email: dat3@cbmmg.projeto e execução. Decreto Estadual nº 44. NBR 13103 . b) reservatório de água. sem a devida ventilação. ar condicionado e águas pluviais.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações destinadas a: a) comercialização e utilização de gás combustível comprimido (GN). c) dutos para incineradores de lixo.projeto e execução. ou por estas e o solo. distribuição e utilização de GÁS NATURAL (Gás Combustível Comprimido). conforme as exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Augusto de Lima.1 Utilização e Instalação de gás natural (GN) Além do disposto nas NBR 13932 e NBR 14570. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.mg.Bairro Centro CEP 30. ampliação e operação das centrais de distribuição de GNL. NBR 14570 – Instalações internas para uso alternativo dos gases GN e GLP . devese atentar para que a tubulação da rede interna não passe no interior de: a) dutos de lixo. d) poços e elevadores. DISTRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS NATURAL 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de comercialização. NBR 13932 .br COMERCIALIZAÇÃO. b) abastecimento de gás combustível comprimido (GCC).mg. Portaria nº 118 de 11JUL2000 da Agência Nacional de Petróleo (regulamenta as atividades de distribuição de gás natural liqüefeito (GNL) a granel e de construção. 355 .Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para esse fim (shafts). 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução aplicam-se as definições constantes da IT 02 . 2 APLICAÇÃO 2.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 24 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.gov. os quais devem conter apenas as tubulações de gás.Adequação de ambientes residenciais para instalação de aparelhos que utilizam gás combustível. exceto quando destinada à conexão de equipamento hermeticamente isolado. com Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.190-000 Site: www. 5 PROCEDIMENTOS 5. e) compartimentos de equipamentos elétricos.Instalações internas de GLP .bombeiros.130. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.270. g) poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento. c) distribuição de gás natural liqüefeito (GNL). 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 12236 – Critérios de projeto. líquido não inflamáveis e demais acessórios. montagem e operação de postos de gás combustível comprimido. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14. f) compartimentos destinados a dormitórios.

5. desligamento. CELULARES. 5. exceto quando utilizado tubo-luva. .3. k) todo e qualquer local que propicie o acúmulo de gás vazado. junto à passagem de veículos.3. quanto às normas de segurança a que devem ser obedecidas.2. além do sistema de proteção contra incêndio exigido para os demais riscos. 5.20 m situado à distância não inferior a 1.2 Postos de abastecimento de gás combustível comprimido (GN) 5. i) qualquer tipo de forro falso ou compartilhamento não ventilado. prevendo distâncias seguras de permanência do usuário.3.ventilação permanente nas extremidades. 5.2 As normas de segurança acima citadas referem-se ao correto posicionamento. j) locais de captação de ar para sistemas de ventilação.1.00 m da bomba de abastecimento de gás natural. travamento e aterramento do veículo transportador. além de esclarecimentos tais como: “PROIBIDO FUMAR”. sinalização por meio de cones e prevenção por extintores.1 Os locais onde haja abastecimento de gás combustível comprimido (GN) devem ser protegidos por uma unidade extintora sobre rodas de Pó BC. capacidade 80B.2. ficando obrigada a orientar aos usuários do sistema.2 O ponto de abastecimento deve possuir obstáculo de proteção mecânica com altura mínima de 0.3 O local de abastecimento deve possuir placas de advertência quanto às regras de segurança a serem adotadas pelos usuários.3 Distribuição de GNL 5. l) paredes construídas com tijolos vazados observando a ressalva da alínea h do item 5. dentre outros procedimentos. sendo que estes vazios devem ser sempre visitáveis e previstos em área de ventilação permanente e garantida. “DESLIGAR RÁDIOS.1 A pessoa jurídica autorizada a exercer a atividade de distribuição de gás combustível comprimido (GCC) a granel é responsável pelo procedimento de segurança nas operações de transvasamento.3 O veículo transportador deve estacionar em área aberta e ventilada e possuir espaço livre para manobra e escape rápido.2. 5. bem como do acionamento das luzes de alerta. EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS”. 5.

00 m 0.ANEXO A OBSTÁCULO DE PROTEÇÃO DA BOMBA Bomba de GN ATERRAMENTO Bomba de GN 1.20 m 1.20 m OBSTÁCULO CONTRA CHOQUES MECÂNICOS OBSTÁCULO CONTRA CHOQUES MECÂNICOS .00 m 0.

IT .Disposição do local de apresentação .25 FOGOS DE ARTIFÍCIO E PIROTECNIA SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 –Procedimentos para comércio varejista de fogos de artifício 6 – Procedimentos para espetáculos pirotécnicos ANEXO Único .

355 . Código Civil Brasileiro – Lei n° 10.3 As ocupações destinadas à fabricação.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 25 FOGOS DE ARTIFÍCIO E PIROTECNIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.gov.br Email: dat3@cbmmg. . § 1º e inciso II.br 1 OBJETIVO Esta instrução técnica tem por objetivo estabelecer as condições necessárias de segurança contra incêndios e pânico em edificações destinadas ao comércio de fogos de artifício no varejo e Espetáculos Pirotécnicos.078. 3 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA NORMATIVA E Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. de 10 de janeiro de 2002. com as necessárias adaptações previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.665. e Art 68.4 Com relação à área de 100 m² para uso exclusivo de loja de fogos de artifícios.1 Aplica-se às edificações novas destinadas ao comércio varejista de fogos de artifício.069.mg. NFPA 1123 – Code for fireworks display – 2000 Edition.mg. depósitos e comércio de explosivos e de fogos de artifício no atacado e shows pirotécnicos. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.406.848.2 Aplica-se também às edificações existentes e de uso misto. de 01 de Abril de 2006– Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.devem portanto. art 253.gov. de 11 de setembro de 1990. até 100 m2 conforme Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. fica reservado pelo menos 60% da área para demais atividades pertinentes a este comércio. 2 APLICAÇÃO 2. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. Art 12 caput. com ênfase: Art 6 caput e incisos I e II. Da nova redação ao Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados (R-105).bombeiros. devendo o projeto atender ao Código de Obras Municipal.Bairro Centro CEP 30.130. seguir as orientações e exigências daqueles Órgãos . Munições e Explosivos DEAME e das Delegacias de Polícia do interior. caput. Código do Consumidor – Lei n° 8. Decreto Federal nº 3. Art 8 caput e § 3º. Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei n° 88. de 13 de julho de 1990 – art 244. Decreto Estadual nº 44. de 07 de dezembro de 1940 – Código Penal.190-000 Site: www. 2. que por legislação são de responsabilidade do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército Brasileiro e Polícia Civil do Estado de Minas Gerais através da Delegacia Especializada de Armas. 2. de 21 de novembro de 2000. Decreto Lei n° 2. Augusto de Lima. 2. Art 18 § 6º e incisos I e II.270.

Portaria do Ministério dos Transportes n° 204. Estatuto da Criança e do Adolescente e o R105. 4. admitindo-se acréscimo de 25%. 4. de janeiro de 1965 e dá outras providencias. NBR 11584 . respeitando o Código do Consumidor. devido ao seu poder de destruição ou outra propriedade. Aprova as instruções complementares aos regulamentos dos transportes rodoviários e ferroviários de produtos perigosos. em qualquer estado físico.10 Pessoa habilitada: pessoa dotada de conhecimento técnico e treinada para comercializar fogos de artifício. 54. 4. que produz ruídos e efeitos luminosos. NBR 7503 . caçamba ou container. 6 e 8.11 Produto controlado pelo Exército e/ou Polícia Civil: produto que.Sistema de proteção contra descargas elétricas atmosféricas.Preenchimento da ficha de emergência para transporte de carga perigosa – procedimento.6 Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases. NBR 9077 . deva ter seu uso restrito a pessoas físicas e jurídicas legalmente habilitadas. derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. 3. capacitadas técnica. de 03 de janeiro de 1980 – Dispõe sobre a fiscalização de produtos controlados prevista no Decreto 55649. NBR 8286 .Características e dimensões – Padronização. que se tornará responsável pelo treinamento. Código Penal.4 Embalagem: elemento ou conjunto de elementos destinados a envolver. adotando-se como parâmetro à carga de incêndio de 1520 MJ /m³. . contido apenas pelo equipamento de transporte. armazenamento e manipulação. NBR 5410 . 4.5 Comércio de fogos de artifício no varejo: local destinado à venda de fogos de artifício de classes.3 Deflagração: fenômeno característico dos chamados baixos explosivos. Código Civil. Resolução 6429. comburente e outros). 2. vaso. transporte.Envelope para o transporte de carga perigosa – Dimensão e utilização – Padronização. 5. e dá outras providências (balões com mechas). Resolução 6751.Transporte de produtos perigosos – Terminologia. 4. NBR 5419 . comercialização ou consumo. de 17 de março de 2000 – Secretaria de Segurança Pública de Minas Gerais. moral e psicologicamente. Resolução 5416.8 Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico. 4.9 Manuseio de produtos controlados: trato com produto controlado com finalidade específica como por exemplo. de 20 de maio de 1997. manutenção. que consiste na autocombustão de um corpo (composto de combustível. totalizando 1900 MJ/m³. em acordo com as condições legais exigidas. NBR 8285 . devidamente treinada por órgão ou instituição similar.Embalagens de produtos perigosos – Classe 1.Instalações elétricas de baixa tensão. Lei n° 9. 4. NBR 7500 . de 09 de setembro de 2004 – Polícia Civil de Minas Gerais. de modo a garantir a segurança social e militar do país.7 Explosão em massa: aquela que afeta virtualmente toda a carga de maneira instantânea. produzindo calor intenso e pressões elevadas. aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e as seguintes: 4. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta instrução técnica. Lei Estadual complementar nr. armazenamento. conter ou proteger produtos durante sua movimentação. 4.Emprego da simbologia para o transporte rodoviário de produtos perigosos – Procedimento.Símbolos de riscos e manuseios para o transporte e armazenamento de material – Simbologia.605 de 12 de dezembro de 1998.2 Carga a granel: produto que é transportado sem qualquer embalagem. NBR 7501 . seja ele tanque.Ficha de emergência para transporte de cargas perigosas.1 Área de estocagem: local destinado ao acondicionamento de fogos de artifícios industrializados. 4. NBR 7504 . sua utilização. 4. 4. o qual ocorre por camadas e a velocidades controladas (de alguns décimos de milímetros até quatrocentos metros por segundo).Saídas de emergências em edifícios. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas.

3 Fica vedada a estocagem de pólvora com fogos de artifício e outros explosivos. R-105.1 Os fogos de artifício deverão estar dispostos de forma fracionada em prateleira arejada. manuseio e identificação do produto. com mais de 2. obedecerá aos critérios abaixo. d) Classe D 1) fogos de estampido. permitida até 2. b) fábricas e depósitos de explosivos. trânsito. incisos I e II: a) Classe A 1) fogos de vista. cujas bombas contenham mais de 6 (seis) gramas de pólvora.5 m³.1 Para edificações térreas até 100 m2 com paredes justapostas a outra edificação. símbolos e/ou expressões emolduradas referentes à natureza. 4. com espessura mínima de 0.3 A edificação deverá possuir sistema de proteção para descarga atmosférica e aterramento. 5. de apito ou de lágrimas.14 Tráfego: conjunto de atos relacionados com o transporte de produtos controlados e compreende as fases de embarque. sendo. e 2) foguetes. 5. deverá obedecer aos critérios estabelecidos pela DEAME. 5. e 5) demais fogos de artifício. inclusive no balcão de venda. capazes de se incendiarem.5 Os fogos de artifício somente poderão ser expostos à venda devidamente acondicionados e com rótulos explicativos de seu efeito e de seu manejo e onde estejam . c) para a Classe C e D. e de qualquer tipo de embalagem.2. “serpentes voadoras” e outros equiparáveis. 5.3. por peça. b) Classe B 1) os fogos de estampido que contenham até 0. 5. atendendo todas as recomendações do Decreto 3665 – R 105 do Ministério da Defesa. 5. sem bomba.3.2.1. porém.3.2. inflamáveis e/ou combustíveis líquidos e/ou gasosos.2. 5.3. b) Classe B. atendendo à IT 06.3.2.2 O piso deverá possuir características de antifaísca (piso liso). art.6 Possuir afastamento de no mínimo 200 metros das seguintes edificações e áreas de risco: a) posto de serviços de combustível. 3) baterias. cujas bombas contenham até 6 (seis) gramas de pólvora. 2) fogos de estampido que contenham até 0.2. Deverá também possuir entrada distinta da edificação adjacente. 4) morteiros com tubos de ferro.2 gramas de pólvora por peça.2. 4. por peça. por peça. 5. seja de qualquer natureza.5 m³.7 Não são permitidas instalações para venda de fogos de artifício nos locais de reunião de público. 5.1 Somente são permitidas instalações para venda de fogos de artifícios em edificações térreas até 100 m2.3 Estocagem 5. 2) foguetes com ou sem flecha. 5. 3) “pots-à-feu”.4 Fica proibida a estocagem e comercialização de fogos de artifício a granel. por peça. protegido contra elevações bruscas de temperatura. de transportes ou estocagem. de ráfia. 112. “morteirinhos de jardim”. c) terminais de abastecimento de gás liquefeito de petróleo e similares.4.2 A estocagem de fogos de artifício em áreas urbanas. desembarque e entrega. 2) foguetes. e umidade que possam influir a degradação dos produtos: a) Classe A. será permitida a instalação para vendas de fogos de artifícios. que se aquecem em contato com ar. 5. com esquadrias ou outras opções que mantenham aberturas fixas. c) Classe C 1) fogos de estampido que contenham acima de 25 (vinte cinco) centigramas de pólvora. 5 PROCEDIMENTOS PARA COMÉRCIO VAREGISTA DE FOGOS DE ARTIFÍCIO 5.12 Rótulo: elemento que apresenta informações como.2 Características das edificações 5. permitida até 2. devendo ser ventilado e seco. plástico e estopa). 5. construída de material incombustível.50 (dois vírgula cinqüenta) gramas de pólvora.25 m.2. com ou sem flecha.25g de pólvora.5 As instalações elétricas devem ser a prova de explosão e executadas de acordo com a NBR 5410 Instalações Elétricas de Baixa Tensão. desde que a parede da loja de fogos de artifícios seja construída em material incombustível. 5. com ou sem flecha.4 As áreas de estocagem de fogos de artifício devem possuir ventilação cruzada junto ao teto. A área de ventilação cruzada deve ser protegida contra intempéries. (exemplos: sacos de papel. sem estampido.1 Classificação de fogos de artifício considerado para fins desta Instrução Técnica. conforme Decreto Federal n° 3665 de 21 de novembro de 2000.13 Substância sujeita a combustão espontânea: substância sujeita a aquecimento espontâneo nas condições normais de pressão e temperatura.

alarmes audiovisuais. obedecendo aos seguintes critérios: a) para fogos de artifício. iluminação de emergência. onde for realizado espetáculos pirotécnicos deverá ser apresentada no Corpo de Bombeiros. Munições e Explosivos – DEAME para comercialização de fogos de artifício. contendo cotas dos perímetros. b) sinalização de emergência com luminárias a prova de explosão. magnitude do evento em função da quantidade total de composição pirotécnica e provável número de espectadores. estacionamento. atendendo a IT 15. das categorias C e D. 3) declaração formal do blaster de que foi verificado a inexistência abaixo da superfície do solo. de instalações públicas. com os respectivos dizeres abaixo. estabelecer restrições complementares. . ou ainda. distância de rede elétrica. 5. dutos e tubulações.5. que cite os artigos do Código do Consumidor sobre o limite de idade para compra de fogos de artifícios. para o comércio de fogos de artifício.discriminadas sua denominação usual. 6. veículos. devendo ser observadas as instruções do fabricante constantes nas embalagens. pirotécnicos.4 mm.1 As edificações de que trata esta Instrução técnica deverão dispor das seguintes medidas de proteção contra incêndio. c) saída de emergência atendendo a IT 8. c) autorização da Prefeitura do Município.2 Local de apresentação As circunstâncias de cada apresentação são únicas. 6. 2) relação de fogos. será apresentado ao Corpo de Bombeiros um croqui da área em escala 1/100. As dimensões mínimas das letras serão de 20x20 cm com traço cheio variando de 3 a 4 cm de espessura. com 120 (cento e vinte) tubos de até 25. com utilização de fogos de artifício. no local da apresentação. cerca de isolamento. com placas de advertência. 6.2.5 Proteção contra incêndio e pânico 5. tornando-os mais rígidos. b) cópia autenticada de requerimento protocolado junto à Delegacia Especializada de Armas. isenta-se as medidas acima. 6 PROCEDIMENTOS PARA ESPETÁCULOS PIROTÉCNICOS 6. atendendo a IT 16. NÃO FUME” FOGOS. deve apresentar a dimensão mínima estabelecida na tabela 1 correspondente ao tubo de lançamento de maior calibre utilizado na apresentação. 5) quantidade de placas será determinada de modo a existir pelo menos uma em cada quadrante por onde possa ser possível a aproximação de pessoas. os seguintes documentos: a) planta baixa da disposição dos armários de estocagem. hidrantes. extintores. juntamente com a cópia da carteira de blaster. o que requer criteriosa análise quanto às premissas estabelecidas nesta instrução. conforme previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais: a) extintor de incêndio. cabendo adicionar mais uma unidade quando o comprimento linear de um quadrante exceder a 100 m. “minishow”.3. contrato de queima de fogos no qual conste o rescaldo sob responsabilidade da contratada. etc. bem como às demais prescrições desta Instrução Técnica. bem como os seguintes documentos: 1) autorização da autoridade competente para a queima de fogos. área de segurança em escala e público estimado. sua classificação e procedência. acima de 02(dois) conjuntos de até 06(seis) tubos de lançamento de até 76.2 A segurança contra incêndio e pânico em áreas. NÃO ULTRAPASSE” b) para os fogos de artifícios das Classes C e D em quantidade inferior ao estipulado na alínea a. “ÁREA DE QUEIMA DE APROXIME. conforme as condicionantes locais. 4) no projeto deverá constar a delimitação da área de queima e isolamento por cordões. cavaletes ou similares. NÃO SE “QUEIMA DE FOGOS. 5.4 Documentação Deverá ser apresentado junto com o processo de segurança contra incêndio e pânico.1 A realização de espetáculos pirotécnicos.1 A disposição do local de apresentação consta nas figuras 1 e 2 do anexo único. e) quadro em local visível na loja. no formato A3 ou A4. em letras vermelhas sobre fundo branco. d) memorial descritivo de construção assinado por engenheiro responsável pela edificação e respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). reservas ecológicas e quaisquer outras sensíveis a ação de fogos de artifício.3.3 Para a realização de espetáculos pirotécnicos deverá ser observados as seguintes condições específicas: 6. balcão de vendas e circulação.3. considerando sempre como essencial à necessidade de modificar os critérios.1 O local de apresentação. disposição do sistema de segurança contra incêndio e pânico (sinalização de saída de emergência. 6. edificações. ÁREA DE ISOLAMENTO. devidamente sinalizadas. artifícios pirotécnicos e artefatos similares na presença de público deverão atender ao Regulamento Técnico 03 – espetáculos pirotécnicos do Exército Brasileiro.2mm ou 02 (duas) girândolas. etc. fluvial ou em terra. área e largura da saída de emergência (quando se tratar de área fechada).

No caso de fogos de artifício com diâmetro igual ou superior a 76. das áreas reservadas aos espectadores e ao estacionamento de veículos.8 203.2.6 127.4 Solicitação de vistoria no mínimo de 48 horas de antecedência ao evento. . explosivos ou tóxicos está na tabela 3.8 203.2 6.4 177. contida no local da apresentação.3.3.3. no sentido da área prevista para os espectadores entre 1/6 e 1/3 do raio do círculo do local de apresentação.8 203.2 76.4 177. no mínimo.6 127.2 mm essa distância deve elevar-se para 40 m.3. 6. escolas. etc. deve ser adotado o maior valor entre 40 m ou 22 m para cada 25 mm de diâmetro do tubo do maior calibre utilizado.2 Distância . na vertical ou inclinado.3. 6.4 177. O último prazo para liberação será de seis horas antes do início do evento.2.2 A distância mínima de separação exigida entre qualquer tubo de lançamento e a área reservada aos espectadores (em oposição a área de queda) está apresentada na tabela 2.0 152. No emprego das velas romanas e de fogos de ação múltipla.2.2 101. A primeira vistoria ocorrerá 24 horas antes do evento. deve ser estabelecida de forma que qualquer ponto da trajetória provável mantenha um afastamento de. 8 m de qualquer objeto ou obstáculo e que a área de queda se situe em oposição à área prevista para os espectadores. 6. o tubo de lançamento deve manter um afastamento do centro do local de apresentação.2 101. no mínimo 25 m.8 O ângulo de inclinação do tubo de lançamento deve ser estabelecido de modo que o ponto de queda da bomba falhada situa-se simetricamente em posição ao tubo de lançamento.2 Distância Tubo de lançamento vertical (m) 43 64 85 107 128 149 171 Distância Tubo de lançamento inclinado (m) 29 43 58 70 85 98 113 6. tendo o centro do círculo como centro de simetria.3 A distância mínima de separação entre qualquer tubo de lançamento. estacionamento.2 85 128 171 213 256 299 341 76. a localização da peça deve ser aproximadamente no centro do local da apresentação. conforme figura 1. bem como postos de combustível. 6.Tabela 3 – Precauções adicionais Tabela 1 – Local de apresentação Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76.2 Diâmetro externo mínimo (m) Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76.7 Para tubo de lançamento posicionado verticalmente. Tabela 2 – Área reservada ao público Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76. Para posição inclinada. conforme figura 2.Fonte de risco especial (m) 85 128 171 213 256 299 341 6. ou seja. e locais com exigência de precauções especiais.3.2. hospitais.2. depósitos de materiais inflamáveis. estabelecimentos policiais ou correcionais.0 152.2.2 101.0 152.6 O local de queimas de fogos de artifício de solo deve situar-se. 6.6 127.3.2.5 A área de disparo.

ANEXO ÚNICO ( disposição do local de apresentação) .

26 HELIPONTO E HELIPORTO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A – Orientações de sinais e ajudas visuais B – Figuras Modelos de conFiguração de helipontos e sinalização de solo C – Dimensionamento de extintores em helipontos 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .IT .

NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.gov. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. especialmente no tocante às rotas de fuga. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações e/ou áreas de risco que possuam helipontos ou heliportos.3 Escolha do local 5. Decreto Estadual nº 44. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . adotando. Portaria nº 18/GM5.Standar for heliports. as quais em hipótese alguma poderão substituir as demais exigências para as edificações nas quais os helipontos estiverem implantados. deve-se atender às considerações descritas na Portaria Nº 18/GM5/74.3.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 26 HELIPONTO E HELIPORTO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. 5. 5. somente a palavra “heliponto” será utilizada nas presentes Instruções.2 Requisitos de segurança para helipontos 5.1 Em todos os casos.br Email: dat3@cbmmg. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 92-1 de 24Jan2000 Edificações. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica. CEP 30.1 Tendo em vista que um heliporto é um heliponto público dotado de facilidades de apoio e de embarque e desembarque de pessoas e cargas. com as adequações necessárias.190-000 Site: www. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 4301 de 21Dez2001.4 Área periférica 5. de fevereiro de 1974 do Ministério da Aeronáutica.Bairro Centro. .br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para proteção contra incêndio de helipontos e heliportos.1 Para se escolher o local destinado à construção de um heliponto. deve-se obedecer às exigências e aprovação do órgão governamental responsável pela aprovação e fiscalização dos helipontos. NFPA 418 . Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer).1 Condições Gerais: 5.1.130.4.mg. 5.1 Em heliponto situado ao nível do solo.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico. além da faixa periférica (Figura 2 do anexo B). é recomendável que haja uma cerca de segurança de um metro de altura circundando os limites da área periférica com objetivo de evitar que animais ou Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 355 . Augusto de Lima.mg.2. 1995 Edition. 5 PROCEDIMENTOS 5.270.bombeiros. as exigências da Portaria nº 18/GM5 de 14 de fevereiro de 1974 do Ministério da Aeronáutica.gov. além das exigências desta Instrução Técnica.

1 As prescrições estabelecidas neste item são as mínimas exigidas para um razoável grau de proteção ao fogo e de salvamento em área de pouso e decolagem de helicópteros.7.6. além da quelas previstas para acúmulo de pessoas (área de refúgio). Se a plataforma for construída. 5. devendo ser afixados avisos de “Proibido Fumar” em todos os pontos de acesso. 5. 5. mantendo as condições de enclausuramento. 5.8 Prevenção e extinção de incêndio 5.3 As áreas de refúgio para helipontos poderão ter outra utilização. 5. 5. os sistemas de proteção contra o fogo e o de salvamento devem ser dimensionados com base na Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 92-1 de 24Jan2000 ou outra que venha substituí-la. 5.5 Helipontos elevados 5. conforme IT 06. desde que preencham os requisitos do item 5.5. mediante cálculo estrutural. c) as vias de acesso devem ser dotadas de paredes resistentes ao fogo para 120 minutos. 5.1.7 Balizamento luminoso 5. podem suportar a carga de um helicóptero pela instalação de uma plataforma de distribuição de carga.4 Área de refúgio para helipontos 5.5. 5. 5.4 Prevenção contra incêndio em helipontos ao nível do solo deverá obedecer às recomendações previstas neste item. após análise dos obstáculos constituidos por outros edifícios.6 Avisos de segurança 5. estando os rotores do helicóptero em movimento.2.2 Projeto estrutural 5. embarque de carga com ou sem pessoal.5.7.2 As áreas de refúgio para helipontos serão obrigatórias nos casos em que a IT 08 . de forma análoga ao sistema de iluminação de emergência.2 As sinalizações luminosas de balizamento para as aeronaves devem possuir autonomia mínima de 120 minutos para funcionamento na ausência de fornecimento de energia elétrica pela concessionária local. e) a escada para acesso a área de refúgio pode ser construída fora da prumada da escada de segurança principal. dependem de autorização da Autoridade Aeronáutica Regional. 5. como salas de espera por exemplo. d) o piso deve ser incombustível e ter isolamento térmico. a proteção contra-incêndio deve ser considerada sob três aspectos: a) prevenção contra incêndio em helipontos situados ao nível de solo.5. com vistas a evitar acidentes com pessoas que transitem pela área de pouso e suas imediações. equipamentos.Saídas de Emergência especificarem a exigência de áreas de refúgio para a edificação considerada.1 Para operações noturnas é necessária a existência de luzes indicativas dos limites da área de pouso e das obstruções existentes em torno da área de pouso e decolagem. além de outras estabelecidas pelo Serviço Contra Incêndio do Comando da Aeronáutica. e f) possuir guarda-corpo com 1.Saídas de Emergência nas Edificações. c) medidas para extinção de incêndio e de salvamento em acidentes ocorridos em helipontos elevados.4. recomenda-se que sua altura não seja inferior aquela dos peitoris do terraço e não dificulte o pouso e decolagem da aeronave.8.3.5.3 Áreas de pouso e decolagem de emergências para helicópteros. os detalhes são apresentados de acordo com norma do Ministério da Aeronáutica. etc.3 Para helipontos situados fora da jurisdição de um aeroporto.8.2 Quando o heliponto está localizado em um aeroporto. b) a área de pouso pode abranger a totalidade da superfície do terreno ou apenas parte dele.10 m de altura em paredes com tempo de resistência ao fogo de 120 minutos. quando delimitada pela fachada da edificação. bem como em edificações com mais de 60 m de altura.2 Não é permitido fumar dentro do raio de 15 m da área de pouso/decolagem.8.5.1 A área de pouso e decolagem deve ser dimensionada para as características (peso e dimensões) do maior helicoptero que irá utilizá-la. c) terraços em edifícios considerados existentes. 5.1 A construção de áreas de pouso e decolagem de emergência para helicópteros com a finalidade de prever a evacuação dos ocupantes de edifícios em caso de incêndio ou outra calamidade.5.6. Ênfase deverá ser dado aos avisos visando evitar colisão de pessoas com o rotor de cauda dos helicópteros.5. b) prevenção contra incêndio em helipontos elevados. 5.4.5.1 As áreas de refúgio para helipontos devem atender aos seguintes quesitos: a) possuir área superior à metade da área total do último pavimento.5. .4.pessoas estranhas entrem na área de pouso (Figura 2 do Anexo B).5.8.2. 5. 5. sendo que a ligação entre ambas deve ser feita através de uma circulação direta.2 As áreas de pouso/decolagem devem ser sinalizadas conforme Anexo A. As instalações.1 ConFiguração de Área de Pouso a) desde que não seja possível construir um heliponto ao nível do solo pode-se prever sua instalação em local elevado. conforme IT 06 e 07. 5.1 Em todos helipontos devem ser colocados cartazes contendo Avisos de Segurança. e dimensionadas em função da população do prédio conforme IT 08 . b) ser precedida de porta corta-fogo (PCF) de 90 minutos no seu acesso. Tais avisos devem conter recomendações expressas principalmente para o caso de aproximação de pessoas.4.

8. deverá haver pessoal habilitado para sua operação. de acordo com o peso total do helicóptero atendido.10 Helipontos elevados localizados em edificações que possuam sistema de proteção por hidrantes devem ser cobertos por este tipo de proteção visando à área de pouso considerando uma vazão mínima de 300 LPM.4 O armazenamento de combustível deve estar a uma distância de segurança da área de pouso.9 Devem ser observados ainda os demais requisitos para Homologação ou registro de Helipontos junto aos órgãos regionais competentes do Comando da Aeronáutica. a proteção do helicóptero deverá ser feita com equipamento portátil apropriado. 5. c) possibilidade de rápida evacuação dos usuários do heliponto e dos demais andares do prédio.8.5. em local protegido e devidamente sinalizado. 5.8.4. 5. decolagem e de estacionamento deve ser independente do sistema de drenagem geral do prédio.3 Os aparelhos extintores de incêndio devem ser distribuídos uniformemente nas proximidades da área de pouso/decolagem.8. 5.4.8. manuseado por pessoal treinado conforme IT 12 . podendo ser por telefone. de modo que seja assegurada uma rápida assistência em casos de acidentes e/ou de fogo. balaclava e luvas). 5. com altura compatível com as dimensões do helicóptero. conforme Anexo C.1 Durante as operações de reabastecimento e de partida. bota. b) as portas que dão para a área de pouso deverão ter PCFP90.Brigada de Incêndio.7 Recomenda-se a existência de confiáveis meios de comunicação entre o heliponto e o Quartel do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais da região.2 Os extintores de pó especial deverão ser compatíveis com a utilização conjunta com espuma.2 Os extintores portáteis ou sobre rodas.9 Sistemas de combate a Incêndio 5.6 Deve haver.8 E recomendável que os responsáveis pelo heliponto elevado solicitem e facilitem visitas periódicas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais com jurisdição na área.6 Prevendo a eventualidade de um acidente em heliponto elevado. com a finalidade de se familiarizarem com o local e com os caminhos mais rápidos para lá chegarem em casos de emergência. 5.8.1 Em helipontos não localizados em aeroportos. 5.5.9.Sistema de Proteção por Extintores.8. 5.8.Brigada de Incêndio. 5.9.2 Não é permitido o armazenamento do combustível em helipontos elevados. 5. os seguintes requisitos devem ser atendidos: a) existência de fácil acesso ao heliponto elevado. de forma a atender o caminhamento especificado na IT 16 .9.4. . 5. deve-se exigir as quantidades mínimas de extintores.8.4 Qualquer que seja o tipo de extintor utilizado. com a conseqüente possibilidade de propagação de fogo. 5.8.9. 5. oferecendo fácil acesso e visibilidade. ferramentas portáteis de arrombamento. porém este sistema pode ser ligado ao de água pluvial. sendo adequadamente sinalizados.8.8.5 Pelo menos dois dos homens encarregados da proteção contra incêndios e das operações de salvamento devem dispor de EPI específico para fogo e salvamento (capa. nunca inferior a 30 m. serra manual para metais e escada articulada ou de apoio.4. 5.1 Nos helipontos elevados. a estrutura na qual se situa a área de pouso deve ser de material incombustível. 5. além daquelas previstas nos itens anteriores.5 A proteção contra incêndio em helipontos elevados deve obedecer às recomendações previstas neste item. devidamente protegidos contra as intempéries. capacete.3 A drenagem das áreas de pouso. para possibilitar o transporte de equipamentos necessário ao combate a incêndio de grandes proporções.8.8.9. d) adequada sinalização das saídas de emergência. conforme previsto na IT 12 .8. 5.9. no que couberem.5.8. devem ser guardados em locais ou caixas. depois da separação do óleo ou combustível da água por um separador sifonado com capacidade suficiente para reter a carga total de combustível para capacidade da maior aeronave prevista para o heliponto em questão.8. 5.8.

Caso necessário.1 Quando houver necessidade de pista de rolagem.Tais faixas serão idênticas às delimitadoras da área de toque (Figura 13 do Anexo B).1 Os pátios de estacionamento deverão ser claramente sinalizados. 1.Anexo A Orientações de sinais e ajudas visuais Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica 1.3 Helipontos privados 1. bem como da letra indicadora do tipo de heliponto e do número indicador da resistência do piso. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 9 do Anexo B.1. 1.7. a fim de que sejam facilitadas as manobras executadas pelos helicópteros.1 Nos helicópteros públicos.6 A cor utilizada deverá ser a branca ou amarela.1. deverão ser traçadas linhas guias. A cor usada deverá ser a amarela. 1. nas áreas de pouso e emergências ou ocasionais. em hospitais. orientada para o norte magnético. Quando houver necessidade de utilizar dois algarismos para indicar a resistência do piso. na forma.7 Sinais Delimitadores de área de pouso e decolagem 1. deverão os mesmos ser reduzidos de um terço do seu tamanho original (Figura 5 do Anexo B). além do sinal de identificação. privado ou militar). deverá ser prevista a marcação de guias das mesmas. correspondente à resistência do seu piso. nas guias. os contornos das figuras poderão ser pintados em preto (ver Figuras 4. 1.1 O sinal de identificação de um heliponto privado será a letra P.1 O sinal de identificação da área de pouso será uma letra indicadora do tipo de heliponto (público.5.5 As dimensões e o posicionamento do triângulo dentro da área de toque.1 O sinal de identificação de um heliponto militar será a letra M. colocado à direita do vértice pintado do triângulo e com a mesma letra.9 Marcação de pátio de estacionamento 1.6. colocado no centro da área de toque. o algarismo indicado da resistência do piso deverá ser precedido do algarismo zero (Figura 12 do Anexo B). deverão apresentar um número indicador do peso máximo.5 Heliponto em hospital 1. correspondente à resistência do piso (do helicóptero). 1. 1. 1. quer sejam públicos ou privados ou militares.3 As dimensões da cruz são as constantes da Figura 10 do Anexo B. bem como garantida a segurança do pessoal e dos equipamentos. devendo-se ter o cuidado para que essas faixas não sejam confundidas com outras existentes perto da área de pouso.1. são os constantes da Figura 7 do Anexo B.2 Helipontos públicos 1. na forma.4 Nas áreas de pouso circulares.8 Marcação de pistas de rolagem 1.4 Helipontos militares 1. 1. As frações de toneladas deverão ser arredondadas para o número inteiro superior mais próximo.2.3 As dimensões e as formas dos algarismos e das letras serão as constantes da Figura 4 do Anexo B.1 Usa-se a mesma forma de marcação prevista para os helipontos em geral.5.3.4. 5 e 6 do Anexo B). As frações de toneladas deverão ser arredondados para o número inteiros inferior mais próximo. 1. Nesse caso. Para maior contraste.2 Os helipontos. 1. 1. devendo o triângulo ser fosforescente.1 O sinal de identificação de um heliponto público será a letra H na forma.1 Sinais de identificação de helipontos 1. dentro de um triângulo eqüilátero com o vértice pintado apontado para o norte magnético. as dimensões dos algarismos indicadores da resistência do seu piso deverão ser também reduzidas de um terço do seu tamanho original (Figura 6 do anexo B).1. deverá haver faixas delimitando a área de pouso.9.6 Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros 1. Ajudas visuais 1. exceto quando a resistência do piso for inferior a 1 (uma) tonelada. 1. 1. em toneladas. 1. privados. deverá ser prevista a separação adequada entre os rotores dos helicópteros adjacentes. 1.5.8. (Figuras 10 e 11 do Anexo B). fosforescente.1. . A letra H será sempre utilizada nestes helipontos.1. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 8 do Anexo B. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 7 do Anexo B.1 O sinal ou marca de identificação da área de pouso será um círculo possuindo no seu interior um número indicativo da tonelagem.2 As dimensões dos algarismos indicadores da resistência do seu piso deverão ser reduzidas de 1/3 (um terço) de seu tamanho original (Figura 10 do Anexo B).

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 01: Áreas de Pouso e decolagem e Áreas de Toque Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 02: Área Periférica e cerca de segurança Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 03: Pátio de Estacionamento de Helipontos Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 04: Dimensões e Formas dos Algarismos Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 05: Indicações de resistência do peso Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 06: Indicação da resistência do piso em heliponto Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

2 .Escala : 1 :100 3 – Cotas em metros .ANEXO B Figuras e Modelos Figura 07: Heliponto Público Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica OBSERVAÇÕES 1 – Cor branca ou amarela fosforescente.

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 08: Heliponto Privado Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 09: Heliponto Militar Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 10: Heliponto em Hospital Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 11: Heliponto em Hospital – Várias posições Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 12: Área de pouso e decolagem de emergência com menos de uma tonelada. Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 13: Luzes de limite para área de pouso Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

de 20B:C cada um. (1) até 4. 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC. (1) até 4.500 Kg Helipontos ao nível do solo (2) acima de 4. de 20 B:C cada um.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 6A:80B 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC.ANEXO C Tabela de dimensionamento de extintores em helipontos Tipo de heliponto Capacidade em Kg Quantidade de extintores 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC. de 20B:C.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 10A:120B. Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 10A:120B 6 (seis) unidades extintoras de pó BC. de 20 B:C cada um. (2) acima de 4. Helipontos elevados .500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 30A: 240B.

IT .Tabela de incompatibilidade entre produtos B .27 MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS PERIGOSOS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Exigências complementares ANEXOS A .Programa de matérias .

Decreto Estadual nº 44. 18Maio88.EPI.004. Norma Regulamentadora nº 15 – Ministério do Trabalho – Atividades e operações insalubres. Portaria nº 204/1997-MT. dispõe sobre a Identificação de entradas e saídas de postos de abastecimento de combustíveis. que altera a Resolução N. 355 .Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT . Augusto de Lima.mg.mg. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO 2.665.bombeiros.ANTT – de 12 de fevereiro de 2. manipulam ou armazenem Produtos Perigosos. Norma Regulamentadora nº 6 – Ministério do Trabalho – Equipamentos de Proteção Individual .º 20 – Ministério do Trabalho – Líquidos combustíveis e inflamáveis. de 21 de novembro de 2000.º 420.Bairro Centro CEP 30. Regulamento Federal para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos. Da nova redação ao Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados (R-105). Norma Regulamentadora nº 19 – Ministério do Trabalho – Explosivos. de 12 de fevereiro de 2004 em alguns itens específicos. estacionamentos e garagens. 25 e 26. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Portaria nº 27 de 19 de setembro de 1996 do Departamento Nacional de Combustíveis (atual ANP – Agência Nacional do Petróleo) – Gás Liquefeito de Petróleo. oficinas. Resolução CONTRAN nº 38/98. .130. Norma Regulamentadora nº 9 . Norma Regulamentadora n. sendo que prevalecerão as disposições das Instruções Técnicas 24.004.br Email: dat3@cbmmg. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.gov. 29 de dezembro de 1994 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –CIPA. acondicionamento e compatibilidade entre produtos.270. Norma Regulamentadora nº 16 – Ministério do Trabalho – alterada pelas Portarias nº 026 de 02 de agosto de 2000 e nº 545 de 10 de julho de 2000 – Atividades e Operações Perigosas. Aprova as Instruções Complementares aos Regulamentos dos transportes Rodoviários e Ferroviários de Produtos Perigosos (Suplemento ao Diário Oficial da União de nº 98. Decreto Federal nº 3.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e/ou áreas de risco que produzam. Resolução Nº 701. de 26 de maio de 1997).190-000 Site: www. no que se referem à identificação de embalagens. Resolução Nº 420 – Agência Nacional de Transportes Terrestres . Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.de 25 de agosto de 2. Decreto nº 96. Norma Regulamentadora nº 5 – Ministério do Trabalho – alterada pela Portaria nº 25.044.gov. Instruções complementares ao Regulamento do Transporte terrestre de Produtos Perigosos.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 27 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.Ministério do Trabalho Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.br MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS PERIGOSOS 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece os parâmetros de segurança à edificação e área que contenha Produtos Perigosos.

tais como baias e bacias de contenção. 4ª edição. Neste caso os produtos deverão ser armazenados em locais diferentes ou a distâncias seguras. NBR 5413 – Iluminância de Interiores.3 Instalação Para todas as classes de produtos perigosos devem ser previstas guaritas externas à edificação em área mais afastada junto ao perímetro externo.1 Características Gerais 5.03 e CNEN-NE 2. NBR 10898 – Sistema de Iluminação de emergência.2.2. 1994. 5.02 – Licenciamento de Instalações CNEN-NN 2. 1997. de fácil acesso. movimentação e armazenamento de produtos. . dimensões e preenchimento. NBR 7500 – Identificação para o transporte terrestre.04 – Funcionamento de serviços de radiografia Industrial. NBR 10004 – Resíduos Sólidos – Classificação. com Equipamentos de Proteção Individual (EPI). NBR 7503 .Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas. NFPA 801 . Fire Protection Handbook. NBR 9734 – Conjunto de Equipamentos para avaliação de emergência e fuga no transporte rodoviário de produtos perigosos.04 – Licenciamento de instalações CNEN-NN 6. conforme 1. Fire Protection for Facilities Handling Radioativite Materials. Norma Regulamentadora nº 26 – Ministério do Trabalho – Sinalização de segurança. 5 PROCEDIMENTOS 5. National Fire Protection Association.Ficha de Emergência e envelope para o transporte terrestre de Produtos Perigosos – Características. manuseio. National Fire Protection Association. 5. NBR 7195 – Cores de segurança. CNEN-NE nucleares.619 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Incompatibilidade química.3 Para substâncias não descritas na tabela A. após o Processo de Proteção Contra Incêndio ter sido aprovado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais. NBR 14095 . 5. admitindo-se ainda. estoque e movimentação interna de produtos perigosos fica condicionado à autorização e fiscalização dos órgãos competentes para expedição do alvará de funcionamento. NBR 12710 – Proteção contra incêndio por extintores no transporte de produtos perigosos. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica.Área de estacionamento para veículo rodoviário de transporte de produtos perigosos. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . CNEN-NE 2. NBR 9735 – Conjunto de Equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos. CNEN-NE radiativas.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e os glossários das normas CNEN-NN 2.03 – Proteção contra incêndio em Usinas Nucleoelétricas. NBR 14.1 A canaleta de coleta e contenção deve ser executada de forma a não permitir a mistura de produtos incompatíveis.1 O funcionamento das edificações com áreas reservadas para manipulação. 5.1.04 – Proteção contra incêndio em instalações nucleares do ciclo do combustível. será analisado cada caso específico. NBR 5382 – Verificação de Iluminância de Interiores. 1998 edition. NBR 14064 – Atendimento a emergência no transporte terrestre de produtos perigosos. a utilização de dispositivos que impeçam que um produto entre em contato com outro. Deve haver a construção de canaletas de coleta e contenção em número suficiente para garantir o abandono das pessoas e a intervenção das guarnições do Corpo de Bombeiros. NBR 12235 – Armazenamento de resíduos sólidos. NBR 6493 – Emprego de cores para identificação de tubulações. FUNDACENTRO (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho) . 6. NBR 7501 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Terminologia.2 Distância internas Deve ser mantida uma distância mínima entre as áreas com a presença de produtos perigosos de pelo menos quatro metros das demais edificações.2.04.2 Para o armazenamento de produtos perigosos devese observar o contido no anexo A (Tabela de incompatibilidade entre produtos).Ministério do Trabalho . 18th edition. 5.Norma Regulamentadora nº 23 – Ministério do Trabalho – Proteção contra incêndios.

04. 5. 5. caso haja incompatibilidade entre os mesmos. de 1. 6.4.7. demonstrado em planílha de cálculos. no mínimo 20 metros.5 A bacia de contenção deve possuir um volume que possa abrigar o líquido e o agente extintor durante 30 minutos de combate ao sinistro. 5.3 A canaleta de contenção deve ser construída em nível com caixa sifonada. compatível com os produtos. Os EPI deverão ser certificados com fé pública por órgão de certificação nacional.7 Sistema de contenção e drenagem 5.classificação e utilização previstas na NBR 9734 para atuação em caso de emergência. 5. 5. no mínimo.5. c) estar o recipiente afastado de outros gases envasados. em caso de incêndio ou contaminação que os riscos se propaguem para outra edificação e/ou áreas de risco. inclusive quando for acionada a iluminação de emergência. As canaletas de drenagem devem ser revestidas com material impermeável.2 A classificação de áreas de armazenagem obedecem ao mesmo critério da IT 23. 5. que. materiais de controle de vazamentos e rotas de fuga ( NBR 5413.7. para melhor segurança dos usuários. evitando.4 Área identificada A área da edificação que contenha Produtos Perigosos deve ser restrita de tal forma que impeça o acesso de pessoas não autorizadas. Além de indicação do tipo de EPI mais adequado.7.1 A brigada de incêndio deve também ser treinada nas primeiras ações emergenciais envolvendo produtos perigosos.04. antiexplosão e corrosão.6 Instalações nucleares ou radiativas 5. acrescidas no programa de treinamento de brigada de combate a incêndio. 5. B ou C). de acordo com as normas CNENNE 1. devem estar afastados no mínimo 150 metros de locais de reunião de público. conduzem a um tanque de contenção.7. 5. tóxicos ou corrosivos devem ser observados os seguintes requisitos: a) possuir ventilação natural. privilegiando-se os locais de guarda dos equipamentos de proteção individual. com o mínimo de 06 horas/aula teóricas e práticas sobre produtos perigosos.5. Armazenamento.Manipulação. da chuva e da umidade. com as dimensões mínimas de 0.7.9 Equipamentos de proteção individual (EPI) O número de conjuntos EPI deve ser igual ao número de pessoas habilitadas e credenciadas a lidar com os produtos.5. 5. 5. 5. c) máscara panorâmica com filtro para o produto ou polivalente ou EPR. d) roupas para ações de controle de vazamentos (nível A. no caso de gases infectantes. deverá ser apresentado a autorização de funcionamento expedida pelo CNEN. interligadas entre si. escolas. O fabricante dos produtos perigosos deverá indicar o tecido e/ou o material do EPI compatível com os produtos.15 m de profundidade. além das exigências específicas das normas do CNEN. 5. conforme casos mais extremos. hospitais e habitações unifamiliares. b) estar o recipiente protegido do sol. 5. O conjunto EPI consiste em: a) luvas para produtos perigosos em cano longo.2 No caso de acúmulo de líquido.1 As classes de armazenagem de gases perigosos devem possuir as mesmas proteções ativa e passiva determinadas pela IT 23 .1 Estas instalações devem obedecer ao Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais no que couber. 5.Acesso de viaturas na edificação e área de risco. de forma a impedir que o produto contido escoe para outras canaletas. especificados por meio da NBR 7500. desde que tenham riscos primário ou subsidiário de inflamabilidade. e) botas para uso em produtos perigosos. b) capacetes de boa resistência. de acordo com a IT 23.1 A ocupação com a presença de produtos perigosos em estado líquido deve ser contornada por uma canaleta de contenção. e compatível com o produto a ser bombeado.2 m de largura por 0. 5.5. de forma a impedir o assoreamento e resistir à passagem de veículos em harmonia com a IT 04 . tóxicos e corrosivos com limite de tolerância abaixo de 500 mg/kg.3. deverá haver as fichas de emergências (NBR 7503) dos produtos manipulados na edificação. com alto grau de risco de contaminação de pele e respiratória. Nota. 5. bem como de galerias subterrâneas e similares. 5382 e 10898 ).02 e CNEN-NN 6.1 Nas edificações que recebem caminhões-tanque ou contêineres-tanque em seus pátios internos devem ser previstos pelo menos uma vaga para estacionamento de veículo com vazamento para controle e contenção do produto transportado. .5 m de ralos.6. tendo como base o currículo do curso constante no Anexo B. levando-se em consideração as taxas de aplicação de espuma especifica para o produto.5.5 Em todas as classes de instalações fixas de gases deve-se adotar o painel de segurança e rótulo de risco.2 Na solicitação de vistoria para emissão do AVCB.4 Os locais de armazenamento classificados. d) estar afastado.8 Iluminação O sistema elétrico deve ser todo blindado e garantir uma boa visibilidade em toda a área. caixas de gordura e de esgotos. 5.5 Condições específicas para gases perigosos 5. conforme previsto na NBR 14095. com inclinação para o tanque de contenção de modo a permitir um rápido escoamento do líquido ou das águas residuais de combate a incêndio ou rescaldo. comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP).3 Os locais que armazenem no mínimo 250 kg de gases infectantes. de acordo com o tipo de proteção exigido.4 A canaleta deve receber grade.6. quando possuírem peso específico maior que “1”. a mistura só pode ser retirada do tanque por meio de bomba a ar comprimido.

volume. portanto deve ser: a) somente para quantidades limitadas. para serem expressas em um Plano de Intervenção de Incêndio. deverão ser observadas as características daquele que oferecer maior risco. e) seguir as orientações sobre sinalização e rotulagem de embalagens externas e internas para acondicionamento de produtos. incompatibilidade química. como por exemplo.Deve-se observar o contido na NBR 9734 para a seleção de EPI a ser utilizado em caso de acidentes conforme cada tipo de produto envolvido. 6. com seus respectivos ensaios de manuseio. EXIGÊNCIAS COMPLEMENTARES 6. químicos e biológicos expressos na Portaria nº 25.1 O armazenamento de produtos perigosos deve ocorrer em local com características de segurança específicas tais como: a) construído com pelo menos uma de suas paredes voltadas para o exterior da edificação. 6. além de porta para o acesso do Corpo de Bombeiros de houver necessidade. c) refrigeração ambiental caso a temperatura ambiente ultrapasse a 38 ºC. b) os armários devem ser confeccionados em materiais não combustíveis. 5. e f) iluminação feita com lâmpadas à prova de explosão.2 Os cilindros de gases devem ser armazenados em locais específicos: a) área coberta e bem ventilada. alimentos e medicamentos de consumo humano e animal junto com produtos perigosos. contemplando: a) identificação dos riscos existentes conforme mapa de riscos físicos. Em caso de se ter mais de um produto armazenado ou manipulado no local. e o tempo de evasão da edificação. sob a orientação do Comandante da Unidade e/ou Fração de Bombeiros responsável pela área da edificação. c) indicar o número de trabalhadores expostos aos riscos. ao nível do teto para retirada de vapores leves e ao nível do solo para retirada dos vapores mais pesados. da Portaria 204 do Ministério dos Transportes. e f) pintar todas tubulações externas na edificação de acordo com o produto na qual ela é utilizada (NBR6493). b) identificar com círculos coloridos os riscos físicos.4 É vedado a presença de animais. o gerente de logística de produtos perigosos deve reunir todas as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação. 6. com suas respectivas Fichas de Emergência (NBR 7503) e seu local de armazenamento e estoque. d) sistema de exaustão. de 29dez94 do Ministério do Trabalho. . salvo se houver compatibilidade entre os produtos.3 O armazenamento de produtos químicos em laboratório só é permitido em pequenas quantidades. d) anexar ao PPI os nomes técnicos e comerciais dos produtos perigosos. e) refrigeração ambiental caso a temperatura ambiente ultrapasse a 38 ºC.10 Sinalização Além da sinalização de paredes e pilares para a fácil localização dos sistemas ativo e passivo de prevenção e combate a incêndios. d) o laboratório deve possuir um sistema de identificação das substâncias armazenadas. conforme o capítulo 8. e c) deve-se observar a compatibilidade dos gases a serem armazenados no mesmo local. c) saída de emergência bem localizada e sinalizada. químicos e biológicos de acordo com sua grandeza. dentre outras. b) possuir janelas na parede voltada para o exterior. conforme IT 11. com portas em vidro para possibilitar a visão de seu conteúdo. b) na posição vertical e amarrados com corrente. um sistema de fichas contendo informações a respeito da natureza das substâncias. 6.

ácido crômico. ácido fluorídrico. pentóxido de fósforo. permanganatos e peroxídos. mercúrio e prata. butano e outros gases de petróleo. substâncias nitráveis. flúor. Br2 HF. metais em pó. Metais em pó. bismuto e suas ligas. peróxidios. cloratos. Hg. Amônia. amônia. percloratos e permanganatos de potássio. hipoclorito de Ca. etc. éter de petróleo. mercúrio. ácido nítrico e ácido sulfúrico. ácido sulfúrico e trióxido de enxofre. ácido iodídrico. metais alcalinos terrosos seus hidretos e óxidos. Ácido nítrico. cloro. Umidade (no ar ou água). I2. permanganatos e peróxidos. Ácido nítrico fumegante ou ácidos oxidantes. álcoois. prata. anilina. ácido acético. Álcoois e outras substâncias orgânicas oxidáveis. cobre. ácido fluorídrico. Ácido acético glacial. sais de mercúrio prata. pentacloreto de fósforo. álcoois. (anidra ou aquosa). líquidos. Cloreto de acetilo. ácido crômico. Ácido perclórico. hipoclorito de cálcio. perclorato de potássio. substâncias orgânicas ou combustíveis finamente divididos. Soluções ácidas ou alcalinas. persulfato de amônio e água. agentes redutores. clorato de potássio. naftaleno. iodo. ácido nítrico. compostos clorados nitratos. Prata. ácido acético. anilina. bromo. gás cianídrico. Bromo. fósforo e etilfeno.ANEXO A Tabela de incompatibilidade entre produtos Substâncias Acetileno Acetona Incompatível com Cloro. graxas. ácido perclórico. papel. Anidrido acético. metais finamente divididos. Ácido acético. Bromo. magnésio e outros metais. hidrazina. ácido cianídrico. oxicloreto de fósforo. Ácidos. óxido de cromo IV. ácido nítrico. Cl. Etileno glicol. butadieno. hidrogênio. líquido e gases inflamáveis. anilina óxido Cr(IV). madeira. Amônia aquecida com óxidos ou sais de metais pesados e fricção com agentes oxidantes. líquidos e gases combustíveis. anidrido acético. carbetos de sódio e terebentina. Ácido Acético Ácido Cianídrico Ácido Crômico [Cr (VI)] Ácido Fluorídrico Ácido Fórmico Ácido Nítrico (concentrado) Ácido Nítrico Ácido Oxálico Ácido Perclórico Ácido Pícrico Ácido Sulfídrico Água Alumínio e suas ligas (principalmente em pó) Amônia Amônio Nitrato Anilina Bismuto e suas ligas Bromo Carbeto de Cálcio ou de Sódio . matéria combustível. óleos ou qualquer matéria orgânica. Álcalis e ácido nítrico. glicerina. cloratos. cloro. agentes oxidantes. Acetileno. peróxido de bário. compostos contendo hidroxilas. nitrometano e agentes oxidantes. agentes oxidantes. metais em pó. peróxido de hidrogênio. carbonetos.

Cloratos e percloratos. álcoois. ácido oxálico. butano e outros gases de petróleo. nitritos Hg (IV) nitratos. naftaleno. propano. Flúor. . Amônia. Matéria oxidante. de fósforo. sulfeto de hidrogênio. matéria oxidável. ácido nítrico com etanol. terebentina. Ácidos e álcalis. carboneto de sódio e terebentina. papel. cloro.Carvão Ativo Cianetos Cloratos e Percloratos Cloratos Potássio ou Percloratos Hipoclorito de cálcio. ácido nítrico. óxidos ou oxalatos de metais pesados (nitratos. madeira. umidade no ar e água. cianetos. Ácidos (minerais ou orgânicos). glicerina. enxofre. peróxidos fosfatos e sulfatos). bromo. acetonas. butano. cloratos. acetato de etila e água.fósforo. Carbonatos. Ar (oxigênio) ou qualquer matéria oxidante. substâncias combustíveis. amônia. Acetona. ácido crômico. metais alcalinos. ferro. bismuto. agentes oxidante. Ácido acético. metais em pó. amônia. butadieno. Ácidos. Acetileno. Ácidos. sais de amônio. fósforo e enxofre. (especialmente solventes orgânicos). (anidra ou aquosa) e hidrogênio. peróxido de hidrogênio. líquidos combustíveis. percloratos. alumínio. metano e fosfina. metais em pó. Ar. Cloratos de Sódio Cloreto de Zinco Cloro Cobre Cromo IV Óxido Dióxido de Cloro Flúor Enxofre Fósforo Fósforo Branco Fósforo vermelho Hidreto de Lítio e Alumínio Hidrocarbonetos (benzeno. amônia. acetileno. açúcar e sulfetos. Ácidos ou matéria orgânica. nitratos e ácido nítrico. hidrogênio. hidrocarbonetos cloráveis. Amônia ou carvão ativo. peróxido de sódio. matéria combustível. peróxido de hidrogênio. substâncias orgânicas oxidáveis ou combustíveis. anidrido acético. dióxido de carbono. cromo. Maioria das substâncias (armazenar separado). álcool pentóxido. oxidantes. ácidos. gasolina. Acetileno. benzeno. etc) Hidrogênio Peróxido Hidroperóxido de Cumeno Hipoclorito de Cálcio Iodo Líquidos inflamáveis Lítio Magnésio (principal/em pó) Mercúrio Cobre. Ácidos. Qualquer matéria oxidante. de Ácidos ou seus vapores. halogênios. Nitrato de amônio. peróxido de hidrogênio. enxofre. metais em pó. sais de amônio. peróxido de sódio. Acetileno.

água. Perclorato de Amônio. ácido sulfúrico. óleos. ácido clorídrico. Materiais combustíveis. Na) Nitrato Dióxido de carbono. anidrido acético. ésteres. amoníaco. álcoois. hidrocarbonetos clorados e Água. Ácido (mineral ou orgânico). Nitrato de amônio Nitrito Nitrito de Sódio Nitro-parafinas Óxido de Mercúrio Oxigênio (líquido enriquecido com O2) Pentóxido de Fósforo ou ar Gases inflamáveis. Peróxidos Peróxidos (orgânicos) Peróxido de Bário Peróxido de Hidrogênio 3% Metais pesados. ácido oxálico e tartárico. enxofre e zinco. água e zinco em pó. Álcoois inorgânicos. etanol. ácido nítrico com etanol. metais em pó. álcoois benzaldeído. Cianeto de sódio ou potássio. fósforo. cloratos. acetato de etila e outras substâncias oxidáveis. carvão ativado. nitratos metálicos. pralogenados. Crômio. substâncias oxidáveis. aminas. Li. etileno glicol. dimetilformamida. bicarbonato de sódio e água. Ácidos. graxas. metais alcalinos. piridina. substância orgânica. metais em pó. acetato de etila. acetileno. cobre. compostos orgânicos combustíveis finamente divididos. compostos orgânicos. Ar (unidade e/ou oxigênio) ou água. acetona. materiais oxidantes tais como ácidos. halogênios. furfural. substâncias oxidáveis. Enxofre. compostos de amônia. Mg. Compostos orgânicos.Metais Alcalinos e Alcalinos Terrosos (Ca. Peróxido de Sódio Potássio Prata Zinco em pó Zircônio (principal/em pó) . tetracloreto de carbono. líquidos ou sólidos como acetona. Compostos orgânicos combustíveis. com a maioria dos metais ou seus sais. nitratos de amônio ou outros sais de amônio. glicerina. hidrazina. cloreto estagnoso. cloretos. Matéria combustível. metanol. cloratos e nitratos. Ácido acético glacial. Ce. Compostos de amônio. glicerina. Acetileno. fósforo. etilenoglicol. peróxidos. K. dissulfeto de carbono. Tetracloreto de carbono e outros carbetos. enxofre. ferro. hidrogênio. Permanganato ou Persulfato Permanganato de Potássio Benzaldeído. Ácidos ou água. acetato de sódio. matéria oxidável e água. chumbo.

4 Manual da ABIQUIM 2.3 Salvamento 4.2 Roupas de proteção 3. IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS PRODUTOS PERIGOSOS 1.2 Painéis de segurança 1.3 Efeitos das substâncias no organismo 3.3 Níveis de proteção 4. TOXICOLOGIA 2.4 Contenção 4.1 Exposições agudas e crônicas 2.5 Descontaminação .3 Fichas de Emergências 1.2 Isolamento 4.1 Equipamentos de proteção respiratória 3.1 Identificação 4. AÇÕES EMERGENCIAIS 4.2 Rotas de exposição 2.Programa de Matérias 1.1 Rótulos de Risco 1. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL 3.

IT . PIAÇAVA E SIMILARES SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXO Afastamentos da cobertura combustível .28 COBERTURA DE SAPÉ.

Bairro Centro CEP 30. NBR 10898 – Sistema de Iluminação de Emergência. piaçava e similares. 5.3 As saídas de chaminés.1.270.2.gov.2 Fogões. NR 23 – Proteção contra incêndios.2.1 As fontes de calor que podem inflamar as fibras combustíveis devem ser isoladas e mantidas à distância mínima de 5 m. .1 As instalações elétricas devem ser projetadas e executadas segundo normas da ABNT.190-000 Site: www.mg.2 Fontes de calor 5. 5 PROCEDIMENTOS 5. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. PIAÇAVA E SIMILARES 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece condições mínimas de segurança para edificações que tenham suas coberturas construídas com fibras de sapé. 355 . mobilidade e equipamentos urbanos. 5.Materiais de Construção . 5. churrasqueiras e similares devem estar no interior de compartimentos com piso. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 13523 – Central Predial de gás liquefeito de petróleo.bombeiros. fornos. NBR 9050 – Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências a edificações. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações cuja cobertura seja de fibras de sapé. 5.Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante .mg. 5.Portaria 3214 do Ministério do Trabalho. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2.br COBERTURA DE SAPÉ. aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.gov. NBR 5628 – Componentes construtivos estruturais – determinação da resistência ao fogo – método de ensaio.Método de Ensaio.br Email: dat3@cbmmg.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 28 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. piaçava e similares. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. Decreto Estadual nº 44.1.1. coifas e congêneres devem também estar à distância mínima de 2 m de qualquer parte da cobertura combustível e nunca acima de sua Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. paredes e cobertura incombustíveis. NBR 9442 .130. Augusto de Lima. espaço. NBR 13932 – Instalações Internas de Gás Liquefeito de Petról