DECRETO Nº 44270, 31 DE MARÇO DE 2006

Regulamenta a Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001, que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de atribuição que lhe confere o inciso VII do art. 90, da Constituição do Estado, e tendo em vista a Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001,

DECRETA:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º Este Decreto contém o regulamento de segurança contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Parágrafo único. Incumbe ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais - CBMMG, as ações de que trata este Decreto. Art. 2º As exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco devem ser cumpridas visando atender aos seguintes objetivos: I - proporcionar condições de segurança contra incêndio e pânico aos ocupantes das edificações e áreas de risco, possibilitando o abandono seguro e evitando perdas de vida; II - minimizar os riscos de eventual propagação do fogo para edificações e áreas adjacentes, reduzindo danos ao meio ambiente e patrimônio; III - proporcionar meios de controle e extinção do incêndio e pânico; IV - dar condições de acesso para as operações do Corpo de Bombeiros Militar; e V - garantir as intervenções de socorros de urgência.

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CAPÍTULO II DAS DEFINIÇÕES

Art. 3º Para efeito deste Decreto aplicam-se as definições a seguir descritas: I - altura ascendente ou altura do subsolo da edificação: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga, sob a projeção do paramento externo da parede da edificação, ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo); II - altura da edificação ou altura descendente: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (nível térreo, 2º piso, ou pilotis, desde que haja acesso dos usuários ao exterior da edificação), sob a projeção do paramento externo da parede da edificação, ao piso do último pavimento, excluindo o ático, casa de máquinas, barriletes, reservatórios d’água, pavimento superior da cobertura (duplex), e assemelhados; III - ampliação: é o aumento da área construída da edificação; IV - análise: é o ato formal de verificação das exigências das medidas de proteção contra incêndio das edificações e áreas de risco no processo de segurança contra incêndio; V - andar ou pavimento: é o volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos, ou entre o nível do piso e o nível imediatamente superior; VI - área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação; VII - área do pavimento: é a área em metro quadrado, calculada a partir das paredes externas; VIII - área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação; IX - área protegida: é a área dotada de medidas ativa e passivo para proteção contra incêndio e pânico; X - área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação; XI - área edificada: entende-se por área edificada toda a área que possuir piso e teto construídos, pertencentes ao imóvel; XII - área imprópria ao uso: são áreas que por sua característica geológica ou topográfica impossibilitam a sua exploração. Exemplificam esta definição os taludes em aclive acentuado, barrancos em pedra, lagos mesmo os artificiais, riachos e poços, dentre outros; XIII - área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais, podendo ser edificada ou aberta, sobre piso, com ou sem acabamento ou em terreno natural, esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada, conforme o caso;

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XIV - área de risco: área onde haja possibilidade da ocorrência de um sinistro; XV - área utilizável: é toda aquela que de alguma forma pode ser utilizável para manobra de veículos, ações de carga e descarga, movimentação de pessoas e/ou materiais sem parte edificada. Excetuam-se destas as áreas destinadas a jardinagem, passeios públicos e áreas impróprias ao uso; XVI - ático: parte do volume superior de uma edificação, destinada a abrigar máquinas e equipamentos, casa de máquinas de elevadores, placas e equipamentos de aquecimento solar, aquecedores de água a gás ou elétricos localizados na cobertura do edifício, caixas de água e circulação vertical; XVII - auto de vistoria do Corpo de Bombeiros - AVCB: documento emitido pelo CBMMG, certificando que a edificação possui as condições de segurança contra incêndio e pânico, previstas na legislação, estabelecendo um período de revalidação; XVIII - carga de incêndio: é a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço, inclusive o revestimento das paredes, divisórias, pisos e tetos; XIX - compartimentação: é a característica construtiva, concebida pelo arquiteto ou engenheiro, na qual se tem a divisão em nível (cômodos) ou vão vertical (pé direito), cujas características básicas são a vedação térmica e a estanqueidade à fumaça, em que o elemento construtivo estrutural e de vedação possui resistência mecânica à variação térmica no tempo requerido de resistência ao fogo - TRRF, determinado pela norma correspondente, impedindo a passagem de calor ou fumaça, conferida à edificação em relação às suas divisões internas; XX - corpo técnico: é um grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG, legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico, tendo como objetivos propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP), analisar, avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas neste Decreto; XXI - edificação: é a área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação, equipamento ou material; XXII - edificação térrea: é a edificação de um pavimento, podendo possuir mezaninos, sobrelojas e jiraus; XXIII - emergência: é a situação crítica e fortuita que representa perigo à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio, decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional;

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XXIV - Instrução Técnica: é o documento elaborado pelo Corpo de Bombeiros Militar com objetivo de normalizar medidas e procedimentos de segurança, prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco; XXV - incêndio: é o fogo sem controle; XXVI - isolamento de risco: é a característica construtiva, concebida pelo arquiteto ou engenheiro, na qual se tem a separação física de uma edificação em relação às demais circunvizinhas, cuja característica básica é a impossibilidade técnica de uma edificação ser atingida pelo calor irradiado, conduzido ou propagado pela convecção de massas gasosas aquecidas, emanadas de outra atingida por incêndio; XXVII - mezanino: é o pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares, sendo considerado andar o mezanino que possuir área superior a metade da área do andar subdividido; XXVIII - mudança de ocupação: consiste na alteração de uso da edificação que motive a mudança de classificação na Tabela 1 do Anexo deste Decreto; XXIX - medidas de proteção contra incêndio e pânico: é o conjunto de ações e dispositivos a serem instalados nas edificações e áreas de risco necessários a evitar o surgimento de incêndio e pânico, limitar sua propagação, possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à incolumidade das pessoas, ao meio ambiente e ao patrimônio; XXX - megajoule - MJ: é a medida de capacidade calorífica dos corpos e materiais, estabelecida pelo Sistema Internacional de Unidades - SI; XXXI - nível: é a parte da edificação não contida em um mesmo plano; XXXII - nível de descarga: é o nível no qual uma porta externa conduz ao exterior; XXXIII - nível de segurança: é o enquadramento dado ao nível potencial de risco que a edificação oferece em sua utilização prevista, conforme concebida pelo arquiteto ou engenheiro; XXXIV - ocupação: é a atividade ou uso da edificação; XXXV - ocupação mista: é a edificação que abriga mais de um tipo de ocupação; XXXVI - ocupação predominante: é a atividade ou uso principal exercido na edificação, levando-se em consideração o risco de ativação das estruturas ou o potencial danoso aos usuários; XXXVII - pânico: susto ou pavor que, repentino, provoca nas pessoas reação desordenada, individual ou coletiva, de propagação rápida; XXXVIII - pavimento: está compreendido entre o plano de piso e o plano do teto imediatamente acima do piso de referência;

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XXXIX - perícia técnica: consiste no levantamento e apuração efetuado

por

profissional do CBMMG, legalmente habilitado, para emissão de parecer técnico quanto aos sinistros e exigências de proteção contra incêndio e pânico nas edificações, mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem, bem como das causas do desenvolvimento e conseqüências dos incêndios, através do exame técnico das edificações, materiais e equipamentos, no local ou em laboratório especializado, apontando as causas que o motivaram; XL - piso: superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito; XLI - prevenção contra incêndio e pânico: conjunto de ações e medidas que visam a orientação das pessoas, objetivando diminuir a possibilidade da ocorrência de um princípio de incêndio e pânico, e estabelecer o comportamento a ser adotado frente à emergência; XLII - procedimento sumário: constitui-se na ação de análise e vistoria do CBMMG em edificações de uso coletivo, com área de até 750 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados) regulado por meio de Instrução Técnica, em conformidade com o disposto no § 10 do art. 5º; XLIII - processo se segurança contra incêndio e pânico - PSCIP: é a documentação que contém os elementos formais das medidas de proteção contra incêndio e pânico de uma edificação ou área de risco que deve ser apresentada no CBMMG para avaliação em análise técnica; XLIV - reforma: alteração na edificação e áreas de risco sem aumento de área construída; XLV - responsável técnico: profissional legalmente habilitado perante o órgão de fiscalização profissional, para elaboração ou execução das atividades relacionadas com a segurança contra incêndio e pânico; XLVI - risco: é o acontecimento possível, futuro e incerto, seja quanto a sua realização, seja quanto à época em que poderá ocorrer, independente da vontade humana ou não e de cuja ocorrência decorrem prejuízos de qualquer natureza; XLVII - risco isolado: é o risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados, suficientes para evitar a propagação de incêndio de um para o outro; XLVIII - risco predominante: é a atividade principal exercida na edificação, que também pode ser definido como o risco principal na edificação, ou o que predomina sobre os demais, ou ainda o maior nível de risco, desde que na ocorrência de um sinistro ele contribua de alguma forma para o agravamento da situação de forma significativa e em termos proporcionais; XLIX – risco iminente: É a constatação de situação atual e iminente de exposição ao perigo e a probabilidade de ocorrência de um sinistro que deve ser fundamentada pelo Bombeiro Militar durante a realização de vistoria levando-se em consideração a exposição ao perigo potencial e as medidas de proteção adotadas no local;

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L - saída ou rota de fuga: caminho contínuo apresentando-se por portas, acessos, corredores, halls, escadas, rampas, ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelo usuário, para acesso e descarga; LI - saída de emergência: caminho contínuo, devidamente protegido e sinalizado, proporcionado por portas, corredores, halls, passagens externas, balcões, vestíbulos, escadas, rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelos usuários em caso de um incêndio e pânico, que conduzam os usuários de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço aberto, protegido do incêndio ou pânico, em comunicação com o logradouro; LII - segurança contra incêndio e pânico: é o conjunto de ações e recursos internos e externos à edificação ou área de risco que permitem controlar a situação de incêndio e pânico e remoção das pessoas do local de sinistro em segurança; LIII - serviço de segurança contra incêndio e pânico: compreende a Diretoria de Atividades Técnicas, Batalhões, Companhias e Pelotões do CBMMG que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco, observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas neste Decreto; LIV - sistema de prevenção contra incêndio e pânico: sistema constituído de equipamentos, materiais e conjuntos que atuam na proteção da vida e das edificações; LV - sistema preventivo eficaz automático: entende-se por todo equipamento que não dependa da ação humana para entrar em funcionamento e que debele o incêndio ainda no início, permitindo o menor dano possível ao patrimônio e preservando a vida humana; LVI - sistema preventivo eficiente: entende-se pelo conjunto de equipamentos, cujo funcionamento dependa da ação humana para funcionar e possua carga extintora de comprovada eficiência; LVII - vistoria: é o ato de certificar o cumprimento das exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco por meio de exame no local.

CAPÍTULO III DA COMPETÊNCIA DO CBMMG

Art. 4º Ao CBMMG cabe estudar, pesquisar, analisar, planejar, vistoriar, periciar, fiscalizar, aplicar sanções administrativas, dispor sobre as medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco e demais ações previstas neste Decreto. Art. 5º As exigências constantes das tabelas de medidas de prevenção contra incêndio e pânico previstas no Anexo deste Decreto aplicam-se às edificações e áreas de risco por ocasião:

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I - da construção ou modificações que comprometam a eficiência dos meios preventivo contra incêndio e pânico; II - da mudança da ocupação ou uso, ou ainda ampliações de área construída e; III - a todas as edificações e áreas de risco existentes ou que surjam a partir da publicação deste Decreto. § 1º As exigências para edificações existentes, que não possuam Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico – PSCIP, aprovado até a data da publicação deste Decreto, são as constantes das Tabelas 8 e 8A. § 2º Os sistemas de proteção instalados em edificação, com base na legislação municipal da época, terão validade para definição de qualquer exigência relativa à proteção contra incêndio. § 3º As edificações projetadas ou em construção, cujo PSCIP tenha sido aprovado pelo CBMMG, até a data da publicação deste Decreto, terão garantidos os direitos de acordo com a legislação anterior, inclusive a emissão do AVCB. § 4º As edificações existentes, cujos PSCIP foram aprovados e liberados pelo CBMMG, sofrerão vistorias permanentes, observada a legislação vigente à época de sua aprovação inicial. § 5º Não se aplicam as exigências deste Decreto às edificações residenciais unifamiliares, exceto àquelas que compõem um conjunto arquitetônico formado pelo menos por uma edificação tombada pelo patrimônio histórico e edificações vizinhas, estas ainda que não tombadas, de tal modo que o efeito do incêndio gerado em uma delas possa atingir as outras. § 6º As medidas de proteção contra incêndio e pânico em edificações históricas deverão ser especificadas através de Instrução Técnica. § 7º As edificações contendo ocupações mistas são consideradas conforme os seguintes critérios: I - os parâmetros correspondentes à ocupação que apresentar exigências mais rigorosas, caso não haja compartimentação garantindo a separação destas ocupações; e II - os parâmetros correspondentes às exigências a cada uma das ocupações, caso haja compartimentação, garantindo a separação entre elas. III – Não é considerada ocupação mista o conjunto de atividades, onde predomina uma atividade principal que possua atividades secundarias fundamental para a concretização da primeira. § 8º As edificações e áreas de risco que não tenham sua ocupação ou seu uso definido são consideradas como indefinidas e submetem-se às exigências específicas do corpo técnico, devendo ser classificadas no maior risco possível para a edificação.

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§ 9º Na ausência de normas ou omissão de regras gerais e específicas ou quando da impossibilidade técnica do cumprimento de qualquer das exigências contidas neste Decreto, os casos especiais serão analisados por corpo técnico, admitindo-se adotar literaturas internacionais científicas consagradas, desde que atendam aos objetivos propostos. § 10. A edificação de uso coletivo, com área de até 750,00 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados), poderá atender aos requisitos para o procedimento sumário, a ser regulado por Instrução Técnica.

CAPÍTULO IV DO SERVIÇO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO

Art. 6º É de responsabilidade do CBMMG, por intermédio do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico: I - credenciar seus oficiais e praças por meio de cursos e treinamentos, ministrados por profissionais legalmente capacitados, para desenvolvimento das atividades de verificação da conformidade das medidas de prevenção contra incêndio e pânico; II - analisar o processo de segurança contra incêndio e pânico; III - realizar a vistoria nas edificações e áreas de risco por intermédio de profissionais credenciados; IV - expedir o respectivo AVCB; V - cassar o AVCB ou o ato de aprovação do processo, no caso apuração de irregularidade; e VI – realizar pesquisas no campo da prevenção, do combate ao incêndio e ao pânico, por intermédio profissionais legalmente habilitados. Parágrafo único. É da competência do Comandante-Geral do CBMMG a homologação, por meio de portarias, das Instruções Técnicas expedidas pelo Diretor de Atividades Técnicas.

CAPÍTULO V DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS

Seção I Da Tramitação

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Art. 7º O processo será iniciado com o protocolo de requerimento, devidamente instruído com o projeto técnico que deve conter plantas, especificações das medidas de segurança contra incêndio e pânico e demais documentos necessários à demonstração do atendimento das disposições técnicas contidas na forma deste Decreto e respectivas Instruções Técnicas. § 1º O CBMMG, por intermédio do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico, deverá manter disponível ao proprietário ou responsável técnico interessado as informações sobre o andamento do processo. § 2º O proprietário ou o responsável técnico da edificação poderá solicitar informações sobre o andamento do processo ou do pedido de vistoria ao Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico do CBMMG, que deverá se pronunciar no prazo de até dois dias úteis. § 3º As medidas de segurança contra incêndio e pânico submetidas à aprovação do CBMMG devem ser projetadas e executadas por profissionais ou empresas habilitadas pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura - CREA-MG.

Seção II Da Análise do Processo

Art. 8º A análise do processo de segurança contra incêndio e pânico é de competência da Diretoria de Atividades Técnicas, Batalhões, Companhias e Pelotões do CBMMG, que terão prazo de quinze dias úteis para este fim. § 1º O processo será objeto de análise por oficial ou praça (Sub Ten e Sargento) credenciado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. § 2º Atendidas as disposições contidas neste Decreto, o processo será deferido. § 3º O indeferimento do processo deverá ser motivado com base na inobservância das disposições contidas neste Decreto e respectivas Instruções Técnicas, devendo a documentação ser devolvida ao interessado, com a capitulação que caracterizou as irregularidades, para as devidas correções. § 4º Após as correções, o interessado apresentará o processo para nova análise e o CBMMG terá o prazo de quinze dias úteis para pronunciar-se a respeito. § 5º O processo será aprovado desde que regularizado ou sanadas as notificações apontadas em análise. § 6º Nas edificações destinadas à realização de eventos diversos, o interessado deverá apresentar ao CBMMG, no prazo definido em Instrução Técnica, o PSCIP contendo as adaptações para o evento específico, mesmo que a edificação possua AVCB.

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§ 7º Serão objeto de análise específica pelo Corpo Técnico. nas edificações e áreas de risco. § 4º O AVCB terá validade de dois anos. não se encontrem entre aquelas relacionadas na Tabela 1 do Anexo. Companhias e Pelotões do CBMMG realizar vistorias. 10. § 6º A impossibilidade técnica de execução de uma medida de proteção contra incêndio e pânico não impede a exigência. de acordo com o processo aprovado em análise e. nas edificações e áreas de risco. É atribuição da Diretoria de Atividades Técnicas. responsável técnico legalmente habilitado ou representante legal. II e III do art. § 1º O prazo para realização da vistoria será de quinze dias úteis a contar do protocolo do pedido. 9º A vistoria para a emissão do AVCB. o funcionamento e a execução das medidas de segurança contra incêndio e pânico. Seção IV Da Vistoria nas Edificações e Áreas de Risco para fins de Fiscalização Art. Seção III Da Vistoria para fins de Emissão do AVCB Art. constatada qualquer irregularidade nas medidas de proteção contra incêndio e pânico. § 5º A critério do CBMMG. responsável pelo uso. só devendo executar as medidas de segurança contra incêndio e pânico após a sua aprovação. que concorram para a modificação do nível de segurança. será feita mediante solicitação do proprietário. com exceção das construções provisórias que terão prazo estabelecido em Instrução Técnica. o CBMMG providenciará a notificação do responsável para sanar as irregularidades. Batalhões. 10 . as edificações e áreas de risco cuja ocupação ou uso. suprindo a ação protetora daquela dispensada. serão desprezadas para efeito de vistoria. as alterações nas edificações que não implicarem em modificação do nível de segurança e não estiverem enquadradas nos incisos I. § 3º Após a expedição do AVCB. para a fiscalização de que trata este Decreto. ainda. § 2º O AVCB será expedido após verificado no local. § 7º Apurada a continuidade do descumprimento de notificações para correções das irregularidades o AVCB será cassado mediante procedimento administrativo. de outras de mesma natureza que possam reduzir a condição de risco. por parte do CBMMG. 5º. § 8º O requerente será notificado quanto ao resultado da análise do processo. que foram sanadas as possíveis notificações apontadas em vistoria.

13. § 3º Sessenta dias após a formalização da advertência escrita. os períodos previstos para a aplicação de novas multas por reincidência deverão ser de no mínimo trinta dias. A pessoa física ou jurídica responsável pela comercialização. § 4º Persistindo a infração.0645 a 2. deverá cadastrar-se no CBMMG para o exercício dessas atividades. As especificações técnicas do cadastro a que se refere o caput serão definidas pelo CBMMG por meio de Instrução Técnica. § 2º As multas deverão seguir uma sequência lógica de aplicação. CAPÍTULO VI DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS Art. será aplicada na primeira vistoria. nova multa será aplicada na primeira reincidência.Seção V Do Cadastro de Pessoas Físicas e Jurídicas Art.advertência escrita. A inobservância do disposto neste Decreto sujeita o infrator às seguintes sanções administrativas: I . persistindo a conduta infracional. conforme o disposto no § 2º do art. em forma de notificação. utilizados em edificação de uso coletivo.multa. A multa deverá ser aplicada levando-se em consideração o nível de segurança constatado. em relação ao uso. 13. II .0645 UFEMG. § 6º A pena de interdição será aplicada sempre que houver situação de nível de segurança IV e/ou risco iminente devidamente fundamentado. cujo o Valor de Referência (VR) é de 80. § 5º Após a primeira multa. constatado o descumprimento deste Decreto ou de norma técnica regulamentar. Parágrafo único. e III . de forma a permitir que o responsável tenha tempo para corrigir as irregularidades. combinado com o art. devendo ser gradual e possuir o caráter instrutivo antes do punitivo. Art. 11 . do art.interdição. e assim sucessivamente. 16. 12. manutenção e conservação de aparelhos de prevenção contra incêndio e pânico.401. 11. § 1º A advertência escrita.9216 UFEMG (Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais). será aplicada multa de 80. observando-se o critério estabelecido no § 2º. 13 e o disposto no art. instalação. 14.

e havendo uma quarta reincidência a edificação terá o AVCB cassado. após as devidas notificações e advertências. Quando houver discordância do ato administrativo praticado pelo CBMMG.I Nível .75 x FR VR x 3. CAPÍTULO VII DA RECONSIDERAÇÃO DE ATO E DOS RECURSOS ADMINISTRATIVOS Seção I Procedimentos e Prazos do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico Art.§ 1º A multa será aplicada levando-se em conta o risco predominante no qual se avaliará a prevalência do pânico sobre o incêndio e considerando-se.FR e níveis estão descritos na Tabela 3 e a descrição da classificação dos riscos nas Tabelas 4 e 5 do Anexo.III VR x 5 x FR VR x 4 x FR VR x 5 x FR VR x 3. o patrimônio. o proprietário. A multa será dobrada na primeira reincidência e multiplicada por três na segunda. e neste se verificar que houve incremento do fator de risco. repetindo-se o valor da segunda reincidência na terceira.75 x FR VR x 3. para incêndio e pânico. respectivamente. ainda. § 1º O pedido de reconsideração será dirigido à autoridade que praticou o ato e protocolado no órgão a que esta pertencer. conforme o quadro abaixo: Nível de segurança aprovado ou constatado Nível . será aplicada multa.75 x FR Cassação do AVCB Cassação do AVCB Cassação do AVCB Nível I Nível II Nível III Nível IV Nível de segurança constatado § 3º O fator de risco . 14. 15. a qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes. Art. 12 . a proteção à vida em primeiro plano. e em segundo. § 2º Caso haja alguma variação entre o nível de segurança aprovado ou constatado em vistoria anterior e o nível de segurança na data da vistoria atual.II Nível . o responsável pelo uso ou responsável técnico poderá apresentar pedido de reconsideração do ato.

O prazo de sessenta dias previsto no § 2º do art. § 6º A decisão ficará à disposição dos interessados na Organização Bombeiro Militar. cuja decisão caberá às autoridades previstas no § 2º art. do ato administrativo praticado pelo CBMMG. poderá ser prorrogado. previsto no § 3º. devidamente fundamentados. que acatando ou indeferindo o pedido indicará o período necessário para sanar as irregularidades. Art. quando houver justificado motivo.CCPCIP. 15. responsável pelo uso ou responsável técnico. § 4ºDo indeferimento. e podendo ser consultada por qualquer cidadão interessado. 4º da Lei nº 14. Seção II Prazo para Interposição de Recurso Art. cuja decisão deverá ser proferida dentro do prazo de quinze dias úteis. § 5º Recebido o parecer da CCPCIP o Comandante-Geral decidirá em até quinze dias úteis. casos fortuitos ou motivos de força maior. no prazo de quinze dias a contar do conhecimento. Caberá recurso ao Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG. contados do seu recebimento.§ 2º Do indeferimento do pedido de reconsideração previsto no § 1º. caberá recurso ao Comandante Geral do CBMMG. Os recursos previstos no art. CAPÍTULO VIII DOS EVENTOS PÚBLICOS 13 .130 de 2001. § 3º. definido como período de advertência. Somente serão aceitas solicitações de prorrogação de prazos para correção de irregularidades no projeto e na execução. no caso de indeferimento do recurso previsto no parágrafo anterior. cuja decisão deverá proferida no prazo de quinze dias úteis. para analisar e emitir parecer no prazo de trinta dias. pelo proprietário. que deverá convocar o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado . contados do seu recebimento. 15 serão interpostos. caberá interposição de recurso ao Comandante de Pelotão. Companhia ou Batalhão de Bombeiros Militar. 17. mediante solicitação fundamentada do responsável técnico. Parágrafo único. 16. com comprovação da impossibilidade técnica. sendo de caráter público. onde o recurso tiver sido interposto. proprietário ou representante legal.

adotar as providências cabíveis para a adequação da edificação e das áreas de risco às exigências deste Decreto. CAPÍTULO IX DOS DIREITOS E RESPONSABILIDADES DO PROPRIETÁRIO OU RESPONSÁVEL PELO USO DO IMÓVEL Art.Art. 18. Os eventos públicos. Em se tratando de edificações e áreas de risco já construídas é de inteira responsabilidade do proprietário ou do responsável pelo uso. 19. nas de recepção de público e nas demais onde ocorrerem tais eventos. O proprietário do imóvel ou o responsável pelo uso obrigam-se a manter as medidas de proteção contra incêndio e pânico em condições de utilização e manutenção adequadas. mediante documentos hábeis. 22. Para as edificações e áreas de risco a serem construídas caberá aos respectivos autores ou responsáveis técnicos o detalhamento técnico dos projetos e das instalações das medidas de segurança contra incêndio e pânico. Art. quando necessárias. O proprietário. deverão contar com profissional habilitado como responsável pela segurança do evento e dos sistemas preventivos existentes ou projetados. a qualquer título: I . devem comprovar a titularidade ou o direito sobre a edificação e área de risco. como espetáculos. independentemente das responsabilidades civis e penais cabíveis. Art. 12. quando necessário. § 2º As atividades a cargo do profissional nos eventos e os procedimentos serão estabelecidas em Instrução Técnica própria. feiras e assemelhados. de que trata este Decreto.utilizar a edificação de acordo com o uso para o qual foi projetada. 20. objeto da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica perante o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Minas Gerais CREA-MG. 21. e ao responsável pela obra. CAPÍTULO X DA CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO 14 . o fiel cumprimento do que foi projetado. sendo aquele profissional o responsável técnico pela segurança e pelas instalações. e II . sob pena de incorrer no disposto no art. § 1º O disposto no caput aplica-se na realização de eventos em edificações temporárias. o responsável pelo uso ou o seu representante legal podem tratar de seus interesses perante o CBMMG e. Art.

VIII . 15 . 24. XVI .compartimentação vertical. b) quanto à segurança contra incêndio:de acordo com a Tabela 4 do Anexo . XI . As medidas de proteção contra incêndio e pânico das edificações e área de risco são as constantes abaixo: I . caracterizando-a como ocupação mista.elevador de segurança. XII .espuma.iluminação de emergência.acesso de viatura até a edificação. XVII .quanto à ocupação: a) de acordo com a Tabela 1 do Anexo.compartimentação horizontal. III .gerenciamento de risco de incêndio e pânico. XIV . VII .extintores. CAPÍTULO XI DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Art. XVIII . XIX . II .controle de fumaça. XV .CO2.separação entre edificações (isolamento de risco). XXI – sistema fixo de gases limpos e dióxido de carbono . as edificações e áreas de risco são assim classificadas: I .chuveiros automáticos. IV . X . V .brigada de incêndio.segurança estrutural nas edificações.Art. VI .sinalização de emergência. II -quanto ao risco: a) quanto ao nível de segurança: de acordo com a Tabela 3 do Anexo. IX . e c) quanto ao pânico: de acordo com a Tabela 5 do Anexo.saídas de emergência.resfriamento. Para efeito deste Decreto.controle de materiais de acabamento.alarme de incêndio. 23. podendo conter na mesma edificação um ou mais tipos de ocupação.hidrante ou mangotinhos. XX .

com a característica de risco baixo para pânico e incêndio.plano de intervenção de incêndio. e IV . a comprovação é que a eficácia seja.XXII .outras especificadas em IT. No caso do disposto no caput. § 2º As medidas de proteção contra incêndio e pânico devem ser projetadas e executadas objetivando a preservação da vida humana.for provida de heliporto ou heliponto. § 1º Para a execução e implantação das medidas de proteção contra incêndio e pânico. 16 . III . CAPÍTULO XII DAS EXIGÊNCIAS DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Art. As edificações e áreas de risco enquadradas conforme o art. 25. e XXIV . constante do Capítulo XI.houver manipulação ou armazenamento de produtos perigosos.SPDA. na legislação específica ou nas literaturas internacionais científicas consagradas. O responsável técnico poderá apresentar medidas de proteção contra incêndio e pânico diferentes das exigíveis neste Decreto. exceto para ocupações residenciais. poderão ser dispensadas da exigência de equipamentos de combate a incêndio. II . Art. às normas técnicas da ABNT.houver comercialização ou utilização de gás liqüefeito de petróleo -GLP. Art. conforme este Decreto. igual às também exigíveis neste Decreto. As edificações e áreas que pela sua concepção estrutural puderem ser classificadas como nível I de segurança. evitando ou controlando o pânico. Parágrafo único.sistema de proteção contra descargas atmosféricas . quando: I . § 1º Cada medida de proteção contra incêndio e pânico. § 3º Será exigido sistema de controle de fumaça para edificações com altura superior a sessenta metros. § 2º As edificações e áreas de risco deverão ainda atender à Instrução Técnica respectiva.utilizar cobertura de sapê. na sua falta. evitando ou confinando o incêndio. piaçava ou similares. 27. as edificações e áreas de risco devem atender às exigências previstas nas Instruções Técnicas e. no mínimo. desde que comprovada a sua eficácia. XXIII . 5º devem atender às exigências de sistema preventivo de acordo com o mínimo exigível. nas normas brasileiras da ABNT aplicáveis. 26. deve obedecer os parâmetros estabelecidos na Instrução Técnica respectiva.

quando for o caso. Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais – CREA/MG. 28. incluindo intervenções e soluções excepcionais a eles relacionados. III – manifestar a respeito de temas e casos relacionados à prevenção e combate a incêndio e pânico. Bares e Restaurantes e Similares de Belo Horizonte – SINDHORB. 29. com as seguintes atribuições: I – discutir e apresentar sugestões quando da elaboração de Instruções Técnicas. sendo o mais moderno. c) um Comandante operacional de Bombeiros – COB. d) três Comandantes de Batalhões de Bombeiros Militar. b) o Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG. mediante avaliação e emissão de parecer nos recursos administrativos. d) Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais – FECOMÉRCIO-MG. como membros convidados. V – elaborar o seu regimento interno. 15. que é seu Presidente. para a deliberação do Comandante-Geral do CBMMG. a que se referem os §§ 4º e 5º do art. II – opinar.CCPCIP. Fica instituído o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado . indicados dentre as dez entidades e órgão abaixo relacionados: a) Conselho Regional de Engenharia. II – cinco representantes. submetidos à decisão do Comandante-Geral. c) Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte – CDL/BH. objetivando otimizar as ações do CBMMG que propiciem segurança à comunidade. e) Associação Comercial de Minas – AC-MINAS. órgão consultivo do CBMMG. o Secretário-Executivo.CAPÍTULO XIII DO CONSELHO CONSULTIVO DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DO ESTADO . 17 . IV – promover a integração entre as várias instituições que compõem o CCPCIP. determinando as normas e os procedimentos de seu funcionamento. O Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado será composto por onze membros da seguinte forma: I – seis representantes como membros natos: a) o Chefe do Estado Maior do CBMMG. de último grau.CCPCIP Art. b) Sindicato dos Hotéis. Art. e VI – opinar sobre casos omissos ou de dúvidas na aplicação deste Decreto.

§ 5º A função de membro do Conselho é considerada de relevante interesse público. e j) Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais – SINDUSCON-MG. não lhe cabendo qualquer remuneração. sendo válida a maioria simples de votos. e será substituído em seus impedimentos eventuais pelo oficial superior mais antigo que compõe o Conselho. além do voto comum. e II . homologará e publicará o regimento interno aprovado pelos membros do Conselho. relacionados nas alíneas de a a e do inciso II. § 6º O Comandante-Geral do CBMMG. 28 as matérias submetidas aos membros do CCPCIP deverão ser instruídas e apresentadas com a devida fundamentação técnica e legal. § 4º O Presidente do Conselho terá direito. observada a seguinte regra: I – decorrido o primeiro mandato o órgão e entidades que tenham representantes como titulares indicarão seus representantes como suplentes.MINASPETRO. § 1º Os titulares do órgão e das entidades.f) Sociedade Mineira de Engenheiros – SME. § 2º O mandato dos membros convidados do Conselho é de dois anos. por meio de ato próprio. Art.o órgão e entidades que tenham representantes como suplentes indicarão seus representantes como titulares e assim sucessivamente a cada mandato. 30. CAPÍTULO XIV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 18 . O CBMMG dará o apoio logístico para o funcionamento do Conselho. indicarão seus representantes titulares do Conselho e dos relacionados nas alíneas de f a j os representantes suplentes daqueles. para posterior votação. i) Câmara do Mercado Imobiliário – CMI. g) Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Automotivos e Lojas de Conveniência do Estado de Minas Gerais . § 3º Para o cumprimento das atribuições previstas no art. ao de qualidade. h) Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – FIEMG.

aos 31 de março de 2006. Os casos omissos ou os especiais. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. em Belo Horizonte. 33. de 19 de dezembro de 2001. o responsável técnico deverá encaminhar laudo circunstanciado. que emitirá parecer para decisão do dirigente daquela Diretoria. não previstos neste Decreto. as quais serão analisadas pelo Corpo Técnico do CBMMG. propondo soluções alternativas. 31. 218º da Inconfidência Mineira e 185º da Independência do Brasil. 32. Fica revogado o Decreto nº 43. Na impossibilidade técnica de cumprimento das exigências deste Decreto. Art. Parágrafo único. serão analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG e submetidos à apreciação do Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais –CCPCIP. Palácio da Liberdade. acompanhado de Anotação de Responsabilidade Técnica – ART.805. ou por intermédio da Unidade ou da fração da circunscrição onde a edificação ou área de risco estiver localizada. que emitirá parecer ao Comandante Geral do CBMMG.Art. diretamente à Diretoria de Atividades Técnicas do CBMMG. 19 .

mosteiros. albergues. Hotéis. casas de fisioterapia e assemelhados. artigos incêndio hospitalares e outros. centros negócios profissionais e assemelhados. Escolas de primeiro. escolas maternais. carga de incêndio mercados e outros. Comércio com média e alta galerias comerciais. hotéis residenciais) e assemelhados. hospedarias. fotográficos e assemelhados. Escolas de artes e artesanato. Centro de compras Centro de compras em geral (shopping centers). Comercial C-2 C-3 D-1 Escritórios administrativos ou técnicos. cabeleireiros. e assemelhados. escolas religiosas e assemelhados. Laboratórios de análises clínicas sem internação. assistência técnica. ginásticas (artística. motéis. supermercados em geral. Pensionatos. musculação e outros) Espaço para cultura física esportes coletivos (tênis. alojamentos. segundo e terceiro graus. profissional ou condução de repartições públicas. pensões. Escola em geral cursos supletivos e pré-universitários e assemelhados. de Escola especial cultura geral. jardins-de-infância.ANEXO TABELA 1 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À OCUPAÇÃO Grupo Ocupação/Uso Divisão A-1 A-2 Descrição Habitação unifamiliar Habitação multifamiliar Exemplos Casas térreas ou assobradadas (isoladas e não isoladas) e condomínios horizontais. conventos. magazines. sem acompanhamento médico. Edifícios de lojas de departamentos. Laboratório laboratórios químicos. pintura de letreiros e outros. D Serviço profissional D-2 D-3 D-4 E-1 E-2 E-3 E Educacional e cultura física E-4 E-5 E-6 Lavanderias. de cultura estrangeira. Hotéis e assemelhados com cozinha própria nos apartamentos (incluem-se apart-hotéis. casas de cômodos e divisão A3 com mais de 16 leitos. Centro de profissional Pré-escola Escola para deficiências portadores treinamento Escolas profissionais em geral. artigos de metal. classificados em G-4) chaveiros. A Residencial A-3 Habitação coletiva B-1 B Serviço de Hospedagem B-2 Hotel e assemelhado Hotel residencial C-1 C Comércio com baixa carga de Armarinhos. de línguas. 20 . Capacidade máxima de 16 leitos. dança. louças. Creches. futebol e outros que não estejam incluídos em F-3). sauna. internatos. deficientes visuais e auditivos e assemelhados. Agência bancária Agências bancárias e assemelhadas. residências geriátricas. pousadas. de Escolas para excepcionais. instituições Local para prestação de serviço financeiras (que não estejam incluídas em D-2). reparação e Serviço de reparação (exceto os manutenção de aparelhos eletrodomésticos. Edifícios de apartamento em geral. Locais de ensino e/ou práticas de artes marciais.

com abastecimento. e assemelhados. cafés. aeronaves com ou sem G-4 G-5 G-6 H-1 Garagem sem acesso de Garagem de veículos de carga e coletivos. lanchonetes. cantinas e assemelhados. público e sem abastecimento. necrotérios. salas de funerais e assemelhados. ginásios e piscinas com arquibancadas. máquinas agrícolas e rodoviárias. carga e coletivos. (sem recauchutagem). aeroportos. Edificações permanentes. tratamento de cuidados especiais por dependentes de drogas. cemitérios. Hospitais. Garagem sem acesso de Garagens automáticas. Hangares. pista de patinação e assemelhados. bares. Abrigos para abastecimento. históricos. borracharia Serviço de conservação. auditórios Arte cênica. F-2 F-3 F-4 F Local de Reunião de Público F-5 F-6 Igrejas. reformatórios. Oficinas de conserto de veículos. postos de saúde e puericultura e assemelhados com internação. galerias de arte. Recreação pública. arenas em geral. Local dotado de abastecimento Postos de abastecimento e serviço. Garagem com acesso de Garagens coletivas sem automação. salões de baile. Circos. capelas. bilhares. H-3 21 . autódromos. clínicas com internação. planetários. Clubes sociais e Diversão. palcos sem F-11 G-1 G-2 G-3 G Serviço automotivo E Assemelhados Auditórios. Local religioso e velório. centro de documentos inestimável. transbordo em geral e assemelhados. Todos sem celas. cinemas. bibliotecas e assemelhados. com movimentação de cenários. hospitais Locais onde pessoas requerem psiquiátricos. Auditórios em geral. e F-7 F-8 F-9 Jardim zoológico. feiras em geral e assemelhados.F-1 Local onde há objeto de valor Museus. de combustível. Local para refeição. Estádios. prontos-socorros. clínicas veterinárias (inclui-se alojamento com ou sem adestramento) H Serviço de saúde e institucional H-2 Asilos. sinagogas. Centro esportivo e de exibição. restaurantes dançantes. show-room. clubes sociais. público e sem abastecimento. mesquitas. aquários. Boates. Construção provisória. rodeios. portos. sambódromos. orfanatos. Teatros em geral. boliche e casa de show e assemelhados. Hospital e assemelhado. retificadoras de motores. refeitórios. Estações rodoferroviárias e lacustre. estações de passageiro. Hospitais. ambulatórios e postos de atendimento de urgência. óperas. Edificações permanentes objetos F-10 Exposição animais. Hospital veterinário. crematórios. assemelhados. Oficinas de veículos de manutenção e reparos. heliponto. álcool. parques recreativos assemelhados. Estação e terminal de metrô. templos. casa de saúde. público. abrigos geriátricos. de estúdios de rádio e televisão e assemelhados. Restaurantes. E limitações físicas ou mentais. de Salões e salas de exposição de objetos e e animais.

jóias. Local onde a liberdade das reformatórios.200MJ/m Atividades que manipulam materiais com baixo risco de incêndio. de distribuição de energia e central de Processamentos de dados. Locais com carga de incêndio acima de 2 300 até 1. instrumentos musicais. delegacias. comunicação e Central telefônica. edificações Judiciário. Tanques ou Parque de Tanques. Central de energia. Hospitais psiquiátricos. detenção. gesso.H-4 Edificações do Executivo. J-1 J-2 J Depósito J-3 Todo tipo de Depósito. destilarias. Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam baixo potencial de incêndio. L-2 L-3 Indústria. manicômios. tais como fábricas em geral. móveis. Locais com carga de incêndio até 2 300MJ/m Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam médio potencial de incêndio. areias. serralheria. L-1 L Explosivos Comércio. cartórios. alimentos marcenarias. Todo tipo de Depósito.200MJ/m² espuma sintética. unidades de Clínicas médicas. H Serviço de saúde e institucional H-5 H-6 I-1 I Indústria I-2 I-3 Fabricação de explosivos. esculturas de pedra. refinarias. Depósitos com carga de incêndio até 300MJ/m2 Depósitos com carga de incêndio acima de 300 2 até 1. tais como: artigos de vidro. presídios) e instituições assemelhadas. armas. automóveis.200MJ/m Depósitos onde a carga de incêndio ultrapassa a 1. Todos com celas. centrais de transmissão. Depósito de material explosivo. metais. Locais com carga de materiais oxidantes. penitenciárias. quartéis. artigos de metal. cimentos. Indústria de material explosivo. tintas. incêndio. ferramentas. sabão. Comércio em geral de fogos de artifício e assemelhados. de polícia. louças. Todos sem internação. fábricas de caixas e assemelhados. M Especial M-2 Edificação destinada a produção. relógios. Atividades que manipulam materiais com médio risco de incêndio. aparelhos de rádio e som. prisões em geral (casa de pessoas sofre restrições. atividades industriais Locais onde há alto risco de que envolvam líquidos e gases inflamáveis. ceras. manipulação. fotogravuras. armazenamento e distribuição de líquidos ou gases combustíveis e inflamáveis. destinados a transporte de passageiros ou cargas diversas. suco de frutas. centros de comunicação. M-1 Túnel. elevadores de grãos. Túnel rodoferroviário e lacustre. Legislativo e Repartição pública. onde os processos não envolvem a utilização intensiva de materiais combustíveis (aço. bebidas destiladas. M-3 22 . material Edificações sem processo industrial que armazenam tijolos. Depósito. tribunais. ambulatórios e assemelhados. Clínicas médicas em geral. e veterinárias. máquinas). pedras. metais e outros materiais incombustíveis. centrais das forças armadas e policiais. incêndio superior a 1. borracha e assemelhados. Depósitos de incombustível.200MJ/m². postos policiais e assemelhados. odontológicas hemodiálise. J-4 Todo tipo de Depósito.

00 m < H ≤ 30. sistemas ou equipamentos de combate a incêndio. Processamento de lixo. Floresta reserva ecológica. 23 . M-6 Terra selvagem. Locais em construção ou demolição.00 m < H ≤ 54. Propriedade destinada ao processamento. reciclagem ou armazenamento de material recusado/descartado. M-7 Pátio de Containers.M-4 Especial M M-5 Propriedade em transformação.00 m Acima de 54. TABELA 2 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES QUANTO À ALTURA Tipo I II III IV Denominação Edificação Baixa Edificação de Média Altura Edificação Mediamente Alta Edificação Alta Altura H ≤ 12. inexistentes ou sem condições de uso ou em condições precárias de uso. Área aberta destinada a armazenamento de containers.00 m 30.00 m 12. parque floresta. onde estes se fizerem necessários.00 m TABELA 3 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO AO NÍVEL DE SEGURANÇA Nível de Segurança Risco ao Pânico Risco a Segurança Contra Incêndio/Carga Incêndio Baixo Fator de Risco (FR) 0 1 2 3 4 5 6 7 8 I Baixo Médio Alto Baixo II Médio Médio Alto Baixo III Alto Médio Alto IV Ausência de medidas de prevenção ao pânico.

3. permitindo em caso de incêndio. d) edificações com carga incëndio superior a 1200MJ/m 2 24 . b) existência de sistemas preventivos eficientes que assegurem condições mínimas de segurança para a evacuação da população máxima prevista. de acordo com a norma NBR7500 da ABNT. este será sempre confinado ao seu ponto de origem. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio. etc. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio. Baixo Médio 2 Edificação ou área de risco com carga incêndio acima de 300 até 1200MJ/m e possuir compartimentação.Incluem-se nesta categoria os locais destinados a armazenamento e/ou comércio de: a) explosivos e/ou fogos de artifício.1 da classificação de risco da Organização das Nações Unidas (ONU). Alto . quando exigido nas Tabelas 7 a 8A deste Decreto. b) líquidos combustíveis e inflamáveis e gases inflamáveis. Edificação ou área de risco que não possui compartimentação. em qualquer quantidade. 4 e 5 e subclasse 2. assegurando que na possibilidade da ocorrência de incêndio. a possibilidade de propagação deste para outras divisões e/ou níveis.TABELA 4 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO A SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO NA EDIFICAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Risco Descrição das condições de segurança contra incêndio Edificação ou área de risco com carga incêndio até 300MJ/m 2 e possuir compartimentação. Neste caso é imperativo a existência dos seguintes dispositivos que permitem a evacuação dos usuários em segurança para o exterior da edificação ou área de risco: a) áreas de refúgio e/ou rotas seguras de fuga. este será sempre confinado ao seu ponto de origem. quando exigido nas Tabelas 7 a 8A deste Decreto. assegurando que na possibilidade da ocorrência de incêndio. c) todas as substâncias das classes 1.

abafados e propícios a esfumaçamentos. M É D I O 2 2 Locais onde o adensamento populacional seja maior que 1 pessoa por 2. Portas a) Abrindo no sentido de fuga. c) sistema de exaustão de fumaça. Átrios.0 m . Locais que mesmo possuindo medidas de segurança contra incêndio e pânico.0 m e menor que 2 pessoas por 1. B A I X O Corredor a) Sinalização de emergência. b) iluminação de emergência. corredor e demais ambientes de acesso ao público apresentam piso em condições escorregadias. foyer. 25 . escadas e corredores com largura inferior ao estabelecido em norma. Locais onde um ou mais itens da condição para risco baixo são obrigatórios. ainda oferecem um dos seguintes ambientes: A L T O Rampas. Corredores com comprimento superior aos definidos em norma para uma ou mais saída. b) guarda corpo em ambos os lados.0 m no local de maior concentração. g) antecâmaras. e) iluminação de emergência. Locais onde o adensamento populacional seja igual ou maior que 2 pessoas por 1. Escadas e Rampas c) corrimão em ambos os lados. Ambientes de aceso ao público sem ventilação. Sistema de exaustão de fumaça. halls. 2 Adensamento populacional até 1 pessoa por 2.TABELA 5 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO AO PÂNICO Risco Ambientes da Edificação ou área de risco Medidas de prevenção ao pânico de acordo com as normas a) Piso em condições antiderrapante. mas não foram respeitados. f) dutos de Ventilação e entrada de ar. b) barra antipânico. d) sinalização de emergência.0 m 2 Rampa.

00 m 2 F Medidas de Segurança Contra A2. será igual ou menor à 1200 m2 . a área considerada para fins de exigências previstas na Tabela 7. Incêndio D. F4. e 4 – luminárias à prova de explosão. ver tabelas específicas. será exigido sistema de hidrante ou mangotinho e as medidas de segurança contra incêndio estabelecidas na Tabela 7. F – para as divisões L2 e L3. A3. E – quando a área da edificação de uso/ocupação residencial (classificação A) estiver compreendida entre 750m e 1200m e a 2 2 altura for superior a 12 metros. B – a Divisão L1 (Explosivos) está limitada a edificação térrea até 100m2 (observar Instrução Técnica especifica).F8 e F11 X X H IeJ H1. 3º). somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. G – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.TABELA 6 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO À CARGA INCÊNDIO Risco Carga Incêndio (MJ/ m2) Baixo Até 300 Médio Acima de 300 até 1200 Alto Acima de 1200 TABELA 7 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 750 m E ALTURA INFERIOR OU IGUAL A 12. 26 . F1 e F5 F7. D – para as edificações de uso/ocupação residencial (classificação A). F3. NOTAS GENÉRICAS: A – para a divisão M. 3 – para edificação com lotação superior a 50 pessoas ou altura superior a 6m. F6. 3º). H4 e H6 H2 e H3 H5 L L1 Controle de Acabamento Materiais de - - - X - X Saídas de Emergência X X1 X X X2 X X X1 X X X3 X X X1 X X X1 X X X1 X X X1 X X X1 X X X4 X Sinalização de Emergência Extintores NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 6m. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. E e G B C F2. C – os subsolos das edificações devem ser compartimentados com PCF P-90 em relação aos demais pisos contíguos. 2 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços.

Exigido para o portão de acesso ao condomínio. NOTAS GENÉRICAS: A – o pavimento superior da unidade duplex do último piso. 27 .TABELA 7 A EDIFICAÇÕES DO GRUPO A COM ÁREA SUPERIOR A 1200 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos GRUPO A – RESIDENCIAL A-2 – A-3 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X1 X X X X X 12 < H ≤ 30 X1 30 < H ≤ 54 X1 X X X X X X X X Acima de 54 X1 X X X X X X X X X X x X X X X X NOTA ESPECÍFICA: 1 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. não será computado para a altura da edificação.

3º). Exigido para o portão de acesso ao condomínio. 28 . 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 5 – os acionadores manuais devem ser instalados nos corredores. 4– os detectores de incêndio devem ser instalados em todos os quartos. e 6 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. NOTA GENÉRICA: A _ a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.TABELA 7 B EDIFICAÇÕES DO GRUPO B COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio GRUPO B – SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM B-1 e B-2 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X6 - 12 < H ≤ 30 X6 X X1 X2 X X X X3 X5 X X X - 30 < H ≤ 54 X6 X X1 X2 X X X X X3 X X5 X X X X Acima de 54 X6 X X1 X2 X X X X X3 X X5 X X X X Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X3 - X5 X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 3 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviço.

TABELA 7 C EDIFICAÇÕES DO GRUPO C COM ÁREA SUPERIOR A 750 m 2 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO C – COMERCIAL C-1. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 4 – somente para edificações acima de 60m. 8 – quando a edificação possuir área total construída igual e/ou superior a 2. 6 – somente para edificações de divisão C-3 (Shopping centers). 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 3º). Exigido para o portão de acesso ao condomínio comercial. 9 – somente para edificações C2 e C3 NOTA GENÉRICA: A _ a área a ser considerada para definição de exigências é a área total da edificação mais a área utilizável (item X e XV do Art. 7 – recomendado para as vias de acesso e faixa de estacionamento. C-2 e C-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – obrigatório o uso de hidrantes. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. H ≤ 12 X7 X² X X6 X8 X X X X X 9 12 < H ≤ 30 X7 X X² X 3 30 < H ≤ 54 X7 X X2 X3 X X X6 X X X5 X X X X¹ X X9 Acima de 54 X7 X X2 X3 X X X6 X X X X X X X¹ X X9 X X X6 X X X5 X X X X¹ X9 2 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 29 .000m². 5 – somente quando houver áreas de depósitos superiores a 750m². 3º).

5 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º). 2 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 4 – somente para edificações acima de 60m. e 6 – obrigatório o uso de hidrantes. 3º). exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 30 .TABELA 7 D EDIFICAÇÕES DO GRUPO D COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. X X X X X X7 X5 12 < H ≤ 30 X5 X X1 X3 X X X X X X X X 6 2 GRUPO D – SERVIÇOS PROFISSIONAIS D-1 = D-2 = D-3 = D-4 Classificação quanto à altura (em metros) 30 < H ≤ 54 X5 X X1 X3 X X X X X X X X 6 Acima de 54 X5 X X2 X3 X X X4 X X X 1 X X X X 6 X7 X X7 X X 4 X7 NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 7 – somente para D2 e D4.

B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 31 . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º). 2 – poderá ser substituído por controle de fumaça e chuveiros automáticos. 3º). 4 – obrigatório o uso de hidrantes. e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. NOTAS GENÉRICAS: A – os locais destinados a laboratórios devem ter proteção em função dos produtos utilizados. 5 – somente para E 1.TABELA 7 E EDIFICAÇÕES DO GRUPO E COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso 2 GRUPO E – EDUCACIONAL E CULTURAL E-1 = E-2 = E-3 = E-4 = E-5 = E-6 Classificação quanto à altura (em metros) Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação X3 - X3 X3 X3 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X1 X X X X X X X X X5 X X1 X X X X X X X X X 4 X X2 X X X X X X X X X4 X X5 - X - X X X X X X 5 X X5 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.

TABELA 7 F. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 5 – obrigatório o uso de hidrantes. 32 . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 2 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos quando houver aberturas entre pavimentos. 6 – somente F1 e F2 NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3º). 3º). 4 – somente para locais com público acima de 1000 (hum mil) pessoas. F-2 e F-11 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso 2 GRUPO F – LOCAL DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-1 Classificação quanto à altura (em H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ Acima de 54 54 Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio F-2 e F-11 Classificação quanto à altura H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ Acima de 54 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Detecção de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: X3 X X4 X X X X X X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X3 X X4 X X X X X X6 X3 X X X X4 X X X X X X X6 X3 X X1 X X X4 X X X X X X5 X X6 X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X6 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-1 .

NOTAS GENÉRICAS: A – os locais de comércio ou atividades distintas das divisões F3 e F4 terão as medidas de proteção conforme suas respectivas ocupações. F-9 E F-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 2 GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-3 = F-9 Classificação quanto à altura (em metros) F-4 Classificação Quanto à altura (em metros) Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X3 X X X X X X5 X5 X7 X3 X X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X1 X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X1 X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X - X3 X X1 X X X4 X X X X X X6 - X3 X X1 X X X4 X X X X X X X6 X - X3 X X1 X X X4 X X X X X X X6 X - X X X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 7– somente F3.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-3. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 33 . 2 – somente para a divisão F-3. 5 – os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo (Fica vedada a instalação dos equipamentos em arquibancadas e áreas de circulação de expectadores). 6 – obrigatório o uso de hidrantes. 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º). 4 – somente para locais com público acima de 1000 pessoas.TABELA 7 F.

detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 34 .3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-5. 3º). bem como dos sistemas de segurança contra incêndio existentes no local. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 5 _ obrigatório o uso de hidrantes. 3 – somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 6 _ somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 500 pessoas NOTAS GENÉRICAS: A – nos locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas é obrigatória a comunicação ao público da localização das saídas de emergência. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça.TABELA 7 F. 3º). F-6 E F-8 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio 2 GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-5 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 F-6 e F-8 Classificação Quanto à altura (em metros) Acima de 54 Acima H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X X X X X X6 X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X5 X X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X5 X X4 X X X X X3 X X X X X X X5 X X4 X - X4 X X¹ - X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X X X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X X X X X3 X X - X X X X X X X X X6 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.

4 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-7 E F-10 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-7 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 F-10 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 3 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X X4 X X X X - X - X3 X X 1 X3 X X1 X2 X X X4 X X X X X X5 X X3 X X1 X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X4 - X2 X X X4 X X X X X X5 - x X X X - NOTAS ESPECÍFÍCAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.TABELA 7 F. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 4 – somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 5 – obrigatório o uso de hidrantes. 3º). 3º). 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 35 . 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos.

no máximo a 10 m da saída de emergência. por pavimento. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. 3º). 36 . e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º).TABELA 7 G.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-1 E G-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X X X 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-1 e G-2 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X 3 12 < H ≤ 30 X3 X X X4 X2 X X X - 30 < H ≤ 54 X3 X X1 X X X X4 X2 X X X5 X Acima de 54 X3 X X1 X X X X4 X2 X X X5 X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 4 – somente para edificações classificadas em G2. 2 – deve haver pelo menos um acionador manual. 5 – obrigatório o uso de hidrante.

2 – deverá haver pelo menos um acionador manual. 3º). G-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-3 Classificação quanto à altura (em G-4 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança contra Incêndio metros) H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X4 X X X2 X X X5 X X4 X X X4 X X1 X3 X X X X X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X6 X - X4 X X1 X3 X X X X X X2 X X X6 X - X2 X X X - X2 X X X6 - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. por pavimento. no máximo 5 m da saída de emergência. 5 – o sistema de hidrantes deverá ter características especiais para combate a incêndio em líquidos inflamáveis. 3 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável” (item X e XV do Art.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-3. 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 37 .TABELA 7 G. 6 – obrigatório o uso de hidrantes.

complementada pelas exigências específicas do Ministério da Aeronáutica. no máximo 5 m da saída de emergência. 3º).TABELA 7 G. NOTAS GENÉRICAS: A – Para ocupação da divisão G5. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 5 – o sistema de hidrantes deverá ter características especiais para combate a incêndio em líquidos inflamáveis. G-6 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-5 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 G-6 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X2 X X X5 - X4 X X X X X X X2 X X X5 - X4 X X X X X X X X2 X X X5 X X4 X X X X X X X X2 X X X5 X X4 X X X2 X X X5 - X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X5 - X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X5 X X4 X X1 X3 X X X X X X2 X X X5 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 38 . 3 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. 2 – deverá haver pelo menos um acionador manual. 3º).3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-5. por pavimento. aplica-se a tabela acima.

3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º). 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-1 E H-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m 2 Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-1 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H-2 Classificação quanto à altura (em metros) Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação X4 X4 X4 X4 X4 X4 X4 X4 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X X2 X X X - X X X X X X2 X X X - X X3 X X X X X2 X X X - X X X X X X X X2 X X X5 X - X X X X X X X X X3 X X X X X X X X1 X2 X X X5 X X X X X X X X1 X2 X X X X X X X X X X1 X2 X X X5 X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – os detectores deverão ser instalados em todos os quartos. 2 – acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores. e 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 39 .TABELA 7 H. 5 – obrigatório o uso de hidrantes NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.

4 – obrigatório o uso de hidrante. 40 . 3 – Recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º).2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-3 E H-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-3 Classificação quanto à altura (em metros) H-4 Classificação Quanto à altura (em metros) Acima de 54 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural Contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Plano de Intervenção de Incêndio Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X3 X X X X X - X3 X X X X X X X X1 X X X - X3 X X X2 X X X X X X1 X X X4 X X3 X X X X X X X X X1 X X X4 X X3 X X3 X X X X X X X3 X X X2 X X X X X X X X X4 X - X3 X X X X X X X X X X X X4 X - X X X X - X X X X X - x X x x NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – acionadores manuais serão obrigatório nos corredores. 3º). 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.TABELA 7H. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.

Presídios. nas prisões em geral (Casas de Detenção. (Fica vedado a instalação dos equipamentos em áreas onde os detentos tenham acesso. 41 . 5 – obrigatório o uso de hidrante. etc. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º).TABELA 7H. Penitenciárias.3 ESPECIFICACOES DE DIVISAO H-5E H-6 COM AREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL Divisão H-5 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H-6 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X X X1 X1 - X4 X X X X X X X X4 X X X X X X X X1 X1 - X4 X X X X X X X X4 X - X4 X X X - X4 X X4 X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X - X X X X X - X1 X1 - X1 X1 - X5 - X5 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – para a Divisão H-5. 3º). os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 2 – caso haja internação em um número maior de 20 leitos na Divisão H-6 (clínica).). a edificação será enquadrada como H-3.

podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 2 . 42 .1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-1 E I-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e Uso GRUPO I – INDUSTRIAL I-1 Classificação quanto à altura (em metros) I-2 Classificação quanto à altura (em metros) Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X2 X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X3 - X2 X X1 X X X X X X X X X X3 X X2 X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X3 - X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.TABELA 7 I.obrigatório o uso de hidrante. Exigido para o portão de acesso ao condomínio industrial. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3º). 3º).recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. 3 .

Exigido para o portão de acesso ao condomínio industrial. 3 – obrigatório o uso de hidrantes.TABELA 7 I. e 2 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. 43 . 3º). NOTAS GENÉRICAS: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-3 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) GRUPO I – INDUSTRIAL I-3 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X2 X X1 X X X X X X X X X3 12 < H ≤ 30 X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X 30 < H ≤ 54 X2 X X X X X X X X X X X X X3 X Acima de 54 X2 X X X X X X X X X X X X X X3 X X x x x NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.

3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque 4 – obrigatório o uso de hidrantes NOTAS GENÉRICAS: A – para as edificações de uso/ocupação depósito de materiais incombustíveis(J1). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.TABELA 7 J. 3º).1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-1 E J-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão J-1 Classificação quanto à altura (em metros) GRUPO J – DEPÓSITO J-2 Classificação Quanto à altura (em Metros) Acima de 54 2 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acesso de Viaturas na edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X 3 X3 X X X X X X X - X3 X X2 X X X X X X X X4 - X3 X X2 X X X X X X X X4 - X3 X X X X X - X3 X X X X X X X X X4 - X3 X X1 X2 X X X X X X X X4 - X3 X X1 X2 X X X X X X X X X4 X X X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 44 . a área considerada será superior a 1000m². B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 2 – somente para shafts e dutos de instalações e fachadas. 3º).

2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-3 E J-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão J-3 Classificação quanto à altura (em metros) GRUPO J – DEPÓSITO J-4 Classificação quanto à altura (em metros) 2 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X2 X3 X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X - X2 X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X3 X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X X4 - X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 3º). 2 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º). 3 – Somente se a área total for superior a 1500 m². 4 – obrigatório o uso de hidrantes NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.TABELA 7 J . podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 45 .

TABELA 7 L-1 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio GRUPO L – EXPLOSIVOS L-1 (COMÉRCIO) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H≤6 6 < H ≤ 12 NOTA GENÉRICA: A – será permitida somente edificação com área até 100 m² . somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico.Vide Tabela 7 B – divisões L2 e L3. 46 .

com guarda-corpo em ambos os lados) com largura mínima de 1.00m. além das exigências acima. 47 . 3 – deve ser ligado a sistema automático de acionamento (ex. detector de incêndio). 4 – obrigatório o uso de hidrante NOTAS GENÉRICAS: A – todos os túneis em paralelo devem ter interligação conforme Instrução Técnica de “Proteção Contra Incêndio em Túnel”.1 EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-1 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-1 TÚNEL Extensão em metros (m) Medidas de Segurança contra Incêndio Até 200 Segurança estrutural nas edificações Saídas de emergência nas edificações Controle de fumaça em espaços comuns e amplos Plano de Intervenção de incêndio Brigada de Incêndio Sistema de Iluminação de Emergência Sistema de Comunicação Sistema Circuito de TV Sistema de proteção por extintores Sistema de hidrantes e de mangotinhos X X1 De 200 à 500 X X1 X X X2 X X X De 500 à 1000 X X1 X3 X X2 X X X X Acima de 1000 X X1 X3 X X2 X X X X X4 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – considerar saídas como sendo passarelas laterais (corredores de circulação. 2 – a brigada de incêndio deve ser pessoal treinado da companhia de tráfego ou administradora da via. e B – os túneis com extensão superior a 1000m devem ser submetidos à análise em Corpo Técnico.TABELA 7 M.

48 . e 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 2 – somente para líquidos inflamáveis.TABELA 7 M. 5 – poderá ser substituído por chuveiros automáticos. 3 – luminárias à prova de explosão. 6 – somente tanques ou parque de tanques NOTA GENÉRICA: A – deverão ser verificadas as exigências quanto ao armazenamento constantes das IT específica.2 EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-2 (QUALQUER ÁREA E ALTURA) Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-2 – Líquidos e gases combustíveis e Inflamáveis(volume total) Tanques ou cilindros Medidas de Segurança Contra Incêndio Líquidos até 20 m³ ou gases até 6.240kg acima de 6.240kg Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Resfriamento Espuma SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: X4 X X X - X4 X X X X X X X X2 X4 X X X X X X X 1.240kg Líquidos acima de 20 m ou gases acima de 6.3 X4 X X X X X X X X3 X X X X X X5 X2 - X X - X6 X6 1 – somente quando a área construída for superior a 750 m². conforme exigências da IT específica.240kg 3 Produtos acondicionados Líquidos acima Líquidos até 20 3 3 m ou gases até de 20 m ou gases 6.

para as centrais de distribuição ou transmissão de energia elétrica deve-se observar também os critérios da IT especifica. NOTA GENÉRICA: A .TABELA 7M.o sistema de chuveiros automáticos para a divisão M-3 pode ser substituído por sistema de gases.recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. e 2 . 3 .3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-3 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-3 – Centrais de Comunicação e Energia Classificação Quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação X2 12 < H ≤ 30 X2 30 < H ≤ 54 X2 Acima de 54 X2 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X X X X X3 X X X X X X X X X X X X3 X1 X X X X X X X X X X X X X X3 X1 X X X X X X X X X X X X X X3 X1 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1. 49 .dispensada em centrais de distribuição ou transmissão de energia elétrica. através de supressão total do ambiente.

quando houver edificação (construção) com área superior a 750m². M-6 E M-7 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-4 .4 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-4. 50 .M-5 .M-6 e M-7 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores X X X X 12 < H ≤ 30 X X X X 30 < H ≤ 54 X X X X Acima de 54 X X X X NOTA GENÉRICA: 1 – nas divisões M-5. o processo deve ser analisado pelo Corpo Técnico. M-5. M-6 e M-7.TABELA 7 M.

7 .os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo. F4. 2 . 3º). H3. e será exigida somente nas rotas de fuga (escadas destinadas a uso restrito estão isentas). F6. 51 . guarda-corpo e corrimão. 3 . somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. 3º). NOTAS GENÉRICAS: A – as edificações existentes que não se enquadrarem nesta Tabela.TABELA 8 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES EXISTENTES COM ÁREA SUPERIOR A 1200m² OU ALTURA SUPERIOR A 12m F Medidas de Segurança contra Incêndio A. F1 e F5 F8 e F11 X H IeJ H1. C – para as divisões L2 e L3. às edificações existentes. F3. terão exigências definidas conforme Tabela 8A B – esta tabela aplica-se. 6 – luminárias à prova de explosão. 5– a adaptação a ser feita em escadas e rampas diz respeito a pisos. §1º deste Decreto.somente para as edificações com altura superior a 30 m.somente para edificações com altura superior a 54 m ou com áreas classificadas em risco alto. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. H2 e H5 H4 e H6 X1 X5 X1 X1 X5 L L1 Alarme de incêndio X7 X5 X1 X1 X1 X1 X5 X5 X Brigada de incêndio X5 X X5 X5 X 5 Saídas de Emergência X Iluminação de Emergência X X1 X X - X X X X X X1 X X - X X1 X3 X - X X1 X X X3 X6 Sinalização de Emergência Hidrantes e Mangotinhos Extintores Chuveiros automáticos X1 X1 X X X X X X X X3 X X X X3 X X X X4 X3 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 12 m ou área superior a 2000m². E Para as edificações do grupo G área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. entretanto sem projeto aprovado pelo CBMMG. 3º). (Fica vedado a instalação dos equipamentos em áreas onde os internos tenham acesso). D – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. conforme previsto no art. 5º. desde que não se modifique a ocupação da edificação. 4 – para edificação com lotação superior a 100 pessoas ou altura superior a 12m. D. exclusivamente. B EeG C F2.

podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.F8 e F11 X X X X X3 X X X X1 X X X1 X X X1 X Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Sinalização de Emergência Extintores X X1 X X2 X1 X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 6m. E e G B C H IeJ H5 X X X1 X X X1 X L L1 X X X4 X F2.00 m F Medidas Incêndio de Segurança contra A2. F1 e F5 H1. E.TABELA 8A 2 EXIGÊNCIAS PARA AS EDIFICAÇÕES EXISTENTES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 1200 m E ALTURA INFERIOR OU IGUAL A 12. 3º). H4 e H6 H2 e H3 F7. C – para as divisões L2 e L3. A3. 3º). 3º).Para as edificações do grupo G área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. 3 – para edificação com lotação superior a 50 pessoas ou altura superior a 6m. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. 2 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços. F6. e 4 – luminárias à prova de explosão. 52 . D. F4.a Divisão L1 (Explosivos) está limitada a edificação térrea até 100 m (observar Instrução Técnica especifica). F3. B . D – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.os subsolos das edificações devem ser compartimentados com PCF P-90 em relação aos demais pisos contíguos. NOTAS GENÉRICAS: 2 A .

3º da Lei Complementar nº 54. III estabelecimento de normas técnicas relativas à segurança das pessoas e seus bens contra incêndio ou qualquer tipo de catástrofe. os edifícios ou residenciais. II planejamento. será (cem reais) a R$3. Art. por seus representantes. constatado o descumprimento desta lei ou de norma técnica regulamentar. . sanciono a seguinte Lei: Art. O Povo do Estado de Minas Gerais. Art. 3º Constituem infrações sujeitas a sanção administrativa: espaços comerciais. IV aplicação de sanções administrativas nos casos previstos em lei. removê-los. II multa. o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais CBMMG.00 (três mil reais).000. alterar-lhes as características. § 2º Sessenta dias após a formalização da advertência escrita. 2º Para os fins do artigo 1º. 1º A prevenção e o combate a incêndio e pânico em edificação ou espaço destinado a uso coletivo no Estado serão feitos com a observância do disposto nesta lei. para os fins desta lei. Parágrafo único Consideram-se edificação ou espaço destinado a uso coletivo. de 13 de dezembro de 1999.LEI 14130/ 2001 DISPÕE SOBRE A PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO NO ESTADO DE MINAS GERAIS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.não fazer a manutenção adequada dos instrumentos a que se refere o inciso I. II . decretou e eu.deixar de instalar os instrumentos preventivos especificados em norma técnica regulamentar ou instalá-los em desacordo com as especificações do projeto de prevenção contra incêndio e pânico ou com as normas técnicas regulamentares. 4º A inobservância do disposto no artigo 3º desta Lei sujeita o infrator às seguintes sanções administrativas: I advertência escrita. § 1º A advertência escrita será aplicada na primeira vistoria. destruí-los ou substituí-los por outros que não atendam às exigências legais e regulamentares.00 monetariamente de acordo com índice oficial. coordenação e execução das atividades de vistoria de prevenção a incêndio e pânico nos locais de que trata esta lei. em seu nome. no exercício da competência que lhe é atribuída no inciso I do art. desenvolverá as seguintes ações: I análise e aprovação do sistema de prevenção e combate a incêndio e pânico. III interdição. ocultá-los. industriais ou de prestação de serviços e os prédios de apartamentos I . Art. persistindo a conduta infracional. valores que serão corrigidos aplicada multa de R$100. inutilizá-los.

12 Revogam-se as disposições em contrário. Itamar Franco . instalação. Parágrafo único As especificações técnicas do cadastro a que se refere o “caput” deste artigo serão definidas pelo CBMMG. 7º A pessoa física ou jurídica responsável pela comercialização. em evento público realizado no Estado. instalação. 8º – Fica proibido ao militar da ativa ser proprietário ou consultor de empresa de projeto. Palácio da Liberdade.§ 3º Persistindo a infração. nova multa será aplicada em dobro e cumulativamente. na forma estabelecida em regulamento pelo CBMMG. emitido pelo CBMMG. Art.Serão aplicadas ao infrator do disposto neste artigo as penalidades previstas em lei. em Belo Horizonte.Governador do Estado . manutenção e conservação de aparelhos de prevenção contra incêndio e pânico utilizados em edificação de uso coletivo deverá cadastrar-se no CBMMG para o exercício dessas atividades. Art. manutenção e conservação nas áreas de prevenção e combate a incêndio e pânico. Art. sob pena de interdição imediata do estabelecimento. 1º o laudo de vistoria e liberação para seu funcionamento. 5º . comercialização. no que couber. às edificações e espaços destinados ao uso coletivo já existentes na data de sua publicação.É obrigatória a presença de responsável técnico. Art. aos 19 de dezembro de 2001. 9º Esta Lei estende-se.Será afixado na parte externa da edificação ou do espaço destinado a uso coletivo referidos no parágrafo único do art. 11 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 10 O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de sessenta dias contados da data de sua publicação. Art. Art. Parágrafo único . Art. 6º . § 4º A pena de interdição será aplicada quando houver risco iminente de incêndio ou pânico. Art.

IT – 01 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXOS A – Cartão de identificação do Projeto Técnico B – Formulário de Segurança Contra Incêndio C – Planta de Risco de Incêndio (implantação) D – Planta das medidas de Segurança Contra Incêndio e Pânico E – Memorial Industrial de Prevenção Contra Incêndio e Pânico F – Formulário para Atendimento Técnico G – Atestado de Brigada de Incêndio H – Modelo de Requerimento em grau de recurso I – Modelo de Pedido de Vistoria J – Informativo (medidas de segurança) K – PTS – Formulário de Segurança Contra Incêndio L – Termo de Compromisso do Proprietário M – Atestado de abrangência do Grupo Motogerador N – Memorial de Segurança Contra Incêndio das estruturas. .

br Email: dat3@cbmmg. atendendo ao Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Augusto de Lima. NBR-13273 Desenho técnico – referência a itens. Lei estadual nº 15. Decreto Estadual nº 44.gov. NBR-6492 Representação de projetos de arquitetura.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 01 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. de 26 de outubro de 2005. devem ser adotadas as medidas previstas nesta Instrução Técnica. entre outros).mg. 5 PROCEDIMENTOS 5.270.1 Formas de apresentação As medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco devem ser apresentadas ao CBMMG para análise por meio de: a) projeto técnico. alarme e detecção. quando esta apresentar risco no qual necessite de sistemas fixos (hidrantes. NBR-14699 Desenho técnico – representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas – preparos e dimensões. NBR-14432 Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações.mg.1 Projeto Técnico 5.1.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e pânico.190-000 Site: www.2 Quando houver legislação municipal (Código de Obras) que exija medidas de segurança contra incêndio nas edificações.gov.1. nas edificações ou áreas de risco no Estado de Minas Gerais.130. NBR-14611 Desenho técnico – representação simplificada em estruturas metálicas.bombeiros. 2.1. NBR-10067 Princípios gerais de representação em desenho técnico.778.Bairro Centro CEP 30. c) projeto técnico para instalação e ocupação temporária. . 2 APLICAÇÃO 2.1 Características da edificação e área de risco: O Projeto técnico deve ser utilizado para apresentação dos sistemas de proteção contra incêndio e pânico das edificações ou áreas de risco: a) com área de construção acima de 750 m². 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 . 355 . NBR-8196 Emprego de escalas. NBR-10647 Desenho técnico. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.1 A presente Instrução Técnica aplica-se aos processos de segurança contra incêndio e pânico no Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). b) projeto técnico simplificado. chuveiros automáticos. d) projeto técnico para ocupação temporária em Edificação Permanente. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR-10068 Folha de desenho – Leiaute e dimensões. b) independente da área da edificação ou área de risco.br 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para apresentação de processo de segurança contra incêndio e pânico.

quando necessário. semi-rígida. devendo: a) ser apresentado como a primeira folha do Projeto Técnico. estoques. 5. 5.1.1. c) a assinatura do contratante (proprietário ou responsável pelo uso) não é facultativa. Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento do sistema fixo de gases para combate a incêndio. rotas de fuga.2.2.1.1.6 Documentos complementares Documentos solicitados pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG a fim de subsidiar a análise do Projeto técnico quando as características da edificação e/ou área de risco a exigirem 5. conforme anexo B. com finalidade de controle do Projeto técnico no CBMMG ( anexo A).1. e. 5.1. signatários.1 Cartão de identificação Ficha elaborada em papel cartão ou equivalente.1.5 Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) a) deve ser apresentada pelo responsável técnico que elaborou o Projeto Técnico. .1.2.3 Memorial do sistema fixo de gases para combate a incêndio. g) planta de risco de incêndio.1.6. quando for o caso.1.1. pressurização de escada.6. utilizando as referências de vazão. Documento da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais que autoriza a atividade e especifica a quantidade máxima de fogos de artifícios e/ou explosivos a serem comercializados.1. (anexo E).1.1. dentre outros.4 Procuração do proprietário Deve ser apresentado com firma reconhecida sempre que terceiro assine documentação do Projeto técnico pelo proprietário. sendo necessário a apresentação de catálogos Técnicos. 5. entre outros.2.1 Memorial industrial Descrição dos processos industriais.1.2 Pasta do projeto técnico Pasta aberta. d) deve ser apresentada a 1ª via original ou fotocópia autenticada. nas dimensões de 21 cm (largura) x 15 cm (comprimento). b) ser preenchido na íntegra.2 Composição O Projeto técnico é composto pelos seguintes documentos: a) cartão de identificação (anexo A). com frente de plástico transparente. quando este transferir seu poder de signatário. 5.1. f) documentos complementares solicitados. quando se tratar de edificação industrial.1. exceção feita ao campo denominado Descrição complementar que ficará a critério do RT.6.1.2. d) procuração do proprietário.c) edificação e/ou área de risco que necessite de proteção de suas estruturas contra a ação do calor proveniente de um incêndio. j) memorial de cálculos de sistema fixo de combate a incêndio (hidrante. que contém os dados básicos da edificação e área de risco. e e) onde a edificação e área de risco haja necessidade de comprovação da situação de separação entre edificações e área de risco.2.6. conforme (anexo D). incolor. suspensa. no campo “descrição das atividades profissionais contratadas” deve estar especificado o serviço pelo qual o profissional se responsabiliza. b) os campos devem ser preenchidos. matérias . i) planta das medidas de segurança contra incêndio.2 Memorial de cálculo Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos sistemas fixos de combate a incêndio (hidrantes.2. pressão e perda de carga. produtos acabados.1. b) pasta do projeto técnico. sem elástico. sprinkler e resfriamento) e rotas de fuga e outros. líquidos inflamáveis ou combustíveis com ponto de fulgor. 5. 5. 5. Deve ter dimensões de 230 mm a 280 mm (largura) x 315 mm a 350mm (comprimento) e altura conforme a quantidade de documentos.2. conforme Instrução Técnica 05. e) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto técnico. indicando as disposições das edificações no terreno. especificados em Instruções Técnicas. degraus das escadas.primas.4 Autorização da Delegacia especializada de Armas. c) formulário de segurança contra incêndio de projeto técnico (anexo B).3 Formulário de Segurança Contra Incêndio de Projeto Técnico Documento que contém os dados básicos da edificação e áreas de risco. que deve ser juntada na via que fica no Corpo de Bombeiros.1.1. No desenvolvimento dos cálculos hidráulicos para as medidas de segurança de espuma e resfriamento deve ser levado em conta o desempenho dos equipamentos.2. chuveiros automáticos. em duas vias (anexo C) quando houver a exigência de plano de intervenção (IT11). com grampo. 5. h) implantação. medidas de segurança contra incêndio e pânico previstos. 5. d) locais de reunião de público com população acima de 100 (cem) pessoas. sistema de espuma e resfriamento).2. na cor branca.1.1.1.2. que acondiciona todos os documentos do Projeto técnico afixado na seqüência estabelecida no item 5. Munições e Explosivos (DEAME).

onde as suas dimensões não possam ser representadas em uma única folha. podendo ser em mais de uma folha. 5. obrigatória somente nos seguintes casos: a) quando houver mais de uma edificação e área de risco a ser representada.16 Memorial de cálculo de isolamento de risco Memorial descritivo dos cálculos realizados para o dimensionamento do isolamento de risco entre edificações e área de risco.1. A2.1.3.1.7.1.1.1.1. conforme IT 08 – Saída de Emergência.7 Planta de risco de incêndio Mapa simplificado no formato A4. entre outros). 5.2.2. 5. conforme anexo C.2.2.1 A planta de risco deve ser elaborada em 2 (duas vias). da localização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio.15 Memorial de cálculo de pressurização da escada Memória de cálculo de vazão de ar do sistema de pressurização da escada. 5.1.1. imposto predial.2. b) quando houver uma única edificação e área de risco.6. ocupação e data da edificação existente (Processo do CBMMG.2.1.068 Folha de Desenho – Leiaute e dimensões).1.6.6.2. 5. g) armazenamento de produtos perigosos.1. 5. f) reserva de incêndio.6.2.9 Documento comprobatório É o documento que comprova a área construída. NBR 10.1.1.1.13 Licença de funcionamento para instalações radioativas. b) paredes corta-fogo e de compartimentação.1. plantas aprovadas em Prefeitura.1.1. d) número de pavimentos. o 5.11 Planilha de levantamento de dados Planilha que descreve o estudo prévio sobre a existência de riscos.1. heliponto ou área de pouso e decolagem ocasional (APDO) conforme IT 26 Heliponto e Heliporto.6.2. contendo informações por meio de legenda padronizada pelo CBMMG – IT 03 .1. 5.6.8 Implantação Folha única no formato A4. 5.1.7 Autorização do Departamento de Aviação Civil (DAC) Documento que autoriza o uso de heliporto. 5.12 Quadro resumo do sistema de detecção Descrição do sistema de detecção instalado conforme tabela 2 do anexo B.1.10 Memorial de cálculo de dimensionamento de saídas de emergência em locais de reunião de público Planilha descritiva dos cálculos realizados para dimensionamento de saídas de emergência. e) registro de recalque. 5.2.8 Memorial de dimensionamento da carga de incêndio Memorial descritivo da carga de incêndio dos materiais existentes na edificação e área de risco. A3.2. Documento emitido pelo CNEN autorizando funcionamento da edificação ou área de risco. A3.1. contendo o dimensionamento.Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio.2. 5. (se houver).5.9 Planta das medidas de segurança contra incêndio Representação gráfica da edificação e/ou área de risco. nucleares ou de radiografia industrial.1. A1 ou A0 (conf.1.1. bem como os riscos existentes na edificação e área de risco. indicando: a) os principais riscos.2. ou qualquer instalação que trabalhe com fontes radioativas. h) vias de acesso para as viaturas do Corpo de Bombeiros.1. c) hidrantes externos. da NBR-9441.5 Autorização da Prefeitura do Município para comércio de fogos de artifício Documento do Poder Executivo Municipal que autoriza o comércio de fogos de artifício e/ou explosivos.14 construção Memorial ou laudo descritivo de Documento com a descrição das características estruturais da edificação e área de risco. sendo que a primeira via permanece no Projeto Técnico.6.2. 5.1.6. 5.1. 5.1.1. É obrigatório somente quando houver a exigência de plano de intervenção de incêndio. conforme descrito no item 5. conforme IT 09 – (Carga de Incêndio nas edificações e áreas de risco).6. a segunda via deve permanecer na portaria da edificação e área de risco.1.3.6 Memorial descritivo de ocupação Memorial descritivo de ocupação quando na edificação forem comercializados outros materiais que não apenas fogos de artifício. conforme IT 11 – Plano de Intervenção de Incêndio. A2 ou A1 em escala padronizada.1.1. Apresentação da planta das medidas de segurança contra incêndio .1.6. conforme anexo C. i) hidrantes urbanos próximos da edificação.6.6. 5.1.2. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um processo ou sistema.2.

l) especificação dos chuveiros automáticos. i) a apresentação da planta da fachada. c) quadro resumitivo das medidas de segurança.1. devem ser apresentados em planta de corte. 6) o esquema isométrico da tubulação deve ser apresentado de acordo com o inciso II – (detalhes específicos que devem constar em planta). deve ser feita linha de chamada em círculo com linha pontilhada com alocação dos símbolos exigidos. conforme planta chave. h) detalhes da ventilação efetiva da escada de segurança.1 Conteúdo da planta das medidas de segurança contra incêndio I – Detalhes genéricos que devem constar em todas as plantas: 1) símbolos gráficos (IT 03 .Deve ser apresentada da seguinte forma: a) ser elaborada no formato A4 (210mm x 297 mm). 5. d) quando a planta de uma área construída ou área de risco não couber integralmente em escala reduzida em condições de legibilidade na folha “A0”. g) centrais prediais de gases inflamáveis. devido à grande quantidade de elementos gráficos. esta poderá ser fracionada. d) quadro de localização da edificação e áreas de risco. A2 (420mm x 594mm) . e) a implantação deve estar em escala. 4) áreas construídas e áreas de risco com suas características. 10) medidas de proteção passiva contra incêndio nas plantas de corte. 11) localização e independência do sistema elétrico em relação à chave geral de energia da edificação e áreas de risco sempre que a medida de segurança contra incêndio tiver seu funcionamento baseado em motores elétricos. k) a apresentação de Projeto Técnico Preliminar com a representação do sistema de chuveiros automáticos deve ser feita em planta separada. distância verga-peitoril.Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio) a localização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio na planta baixa. e) locais de armazenamento de recipientes contendo gases inflamáveis (capacidade do recipiente e quantidade armazenada). A3 (297mm x 420mm) . detalhes de estruturas e outros quando houver a exigência específica destes detalhes construtivos. tais como: a) tanques de combustível (substância e capacidade). k) detalhe da sucção da bomba de incêndio.Símbolos gráficos. quando houver. j) nota sobre o sistema de sinalização adotado. b) indicação do peso suportado pela pavimentação da via (Kgf). conforme anexo J. g) seguir a forma de apresentação gráfica conforme padrão adotado por normas oficiais. nos casos em que tais detalhes não caibam nesta. e dos detalhes de proteção estrutural. preferencialmente 1:50 e no mínimo 1:200. . compartimentação vertical e escadas. 12) miniatura da implantação com hachuramento da área sempre que houver planta fracionada em mais de uma folha. devem constar nas próximas folhas. combustíveis e outros. II – Detalhes específicos que devem constar na planta de acordo com o sistema projetado na edificação ou área de risco constante nas respectivas Instruções Técnicas: 1) Acesso de viaturas até a edificação e área de risco: a) largura do portão de entrada e da via de acesso. 5) as plantas das medidas de segurança contra incêndio devem ser apresentadas com as medidas de segurança contra incêndio na cor vermelha. b) as escalas adotadas devem ser as estabelecidas em normas oficiais. f) adotar os símbolos gráficos conforme IT 03 . Nota: Os detalhes genéricos constantes do Projeto Técnico devem ser apresentados na primeira folha ou. h) o quadro de áreas da edificação deve ser colocado em uma das folhas. A1 (594mm x 840mm) ou A0 (840mm x 1188mm). tais como: a) legenda. d) cabinas de pintura. 2) legenda de todos os sistemas utilizados no Projeto técnico. tais como: dutos de ventilação da escada. g) detalhes de degraus. contudo deve adotar numeração que indique onde está localizada tal área na implantação. distinguindo-as dos demais detalhes da planta. h) depósitos de metais pirofóricos. c) adotar escala que permita a visualização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio. antecâmaras. c) dutos e aberturas que possibilitem a propagação do calor. indicando. 3) nota em planta com a indicação dos equipamentos móveis ou fixos ou sistemas de segurança instalados que possuírem a mesma capacidade ou dimensão. b) casa de caldeira ou vasos de sob pressão. f) detalhe de corrimãos e guarda corpo. f) áreas com risco de explosão. porém em ordem numérica seqüencial do Projeto Técnico. além de anotar sob título de cada planta a respectiva área. i) depósito de produtos perigosos. 8) quadro resumo das medidas de segurança contra incêndio indicando as normas e/ou legislações aplicadas nas respectivas medidas de segurança constantes do Projeto Técnico. i) detalhe do registro de recalque. j) outros riscos que necessitem de segurança contra incêndio. escadas. m) quadro de sistemas de gases e líquidos inflamáveis. 9) cotas dos desníveis em planta baixa. 7) quadro de situação da edificação. j) quando o Projeto técnico apresentar dificuldade para visualização das medidas contra incêndio alocadas em um espaço da planta. b) isométrico. com escala. as edificações circunvizinhas e os logradouros que delimitam a quadra.1.3. e) quadro de áreas.

b) indicar o isolamento proporcionado: 1) aba horizontal 2) aba vertical 3) afastamento de aberturas perpendiculares à parede corta-fogo de compartimentação. 7) Carga de incêndio nas edificações e/ou área de risco a) indicar a carga de incêndio específica para as ocupações não listada na IT 09.c) localização da placa de advertência de desobstrução da via de acesso para emergência. painéis. devem ser indicadas as luminárias a serem acionadas em caso de emergência. e) localização da fonte de energia alternativa do sistema. f) as grelhas de insuflamento. g) juntar o memorial de cálculo de isolamento de risco. h) detalhe ou nota em planta da proteção dos dutos quando passarem por área de risco. h) nota indicando que a faixa de estacionamento deve ficar livre de postes. d) localização da central de detecção de incêndio. 2) vedador corta-fogo. . c) detalhes de guarda-corpos. duto de saída. k) elementos de compartimentação de risco (parede e porta corta-fogo) da sala do grupo motoventilador. 8) Sistema de iluminação de emergência: a) os pontos de iluminação de emergência. d) indicação da altura mínima livre. g) duto de entrada. b) localização do ponto de captação de ar. d) o posicionamento da central do sistema. conforme Anexo A da IT 06. i) apresentação esquemática do sistema em corte. e) detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança (quando houver). os locais isentos de revestimento. autonomia e sistema de automatização. n) juntar o memorial de cálculo de vazão e pressão do sistema de pressurização do elevador de emergência (quando houver exigência). i) antecâmaras de segurança (quando houver exigência). b) quando o sistema de iluminação de emergência for alimentado por grupo moto-gerador que não abranja todas as luminárias da edificação. e) indicar o retorno para as vias de acesso com mais de 45. l) antecâmara de segurança e indicação da porta estanque quando a sala do grupo motoventilador estiver localizada em pavimento que possa causar risco de captação de fumaça de um incêndio. e) fonte alternativa de energia do sistema. parede corta-fogo e porta corta-fogo da sala do grupo motogerador quando o mesmo estiver localizado em área com risco de captação de fumaça ou gases quentes provenientes de um incêndio. devem constar em projeto técnico a abrangência. 2) Separações entre edificações Para as edificações objetos de cálculo: a) indicar a distância de outras edificações. individualizando a lotação por ambiente. d) indicar a abertura nas fachadas. f) parede corta-fogo de isolamento de risco. 3) Segurança estrutural nas edificações a) constar o tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF) das estruturas em nota ou legenda. c) indicar a carga de incêndio. g) o caminhamento dos dutos. bem como as dimensões do dique de contenção. b) detalhes de corrimãos. b) indicar a ocupação. d) indicar os elementos corta-fogo: 1) parede corta-fogo de compartimentação. g) indicar barra antipânico (quando houver). 5) Saídas de emergências nas edificações: a) detalhes de degraus. quando for o caso. b) juntar o memorial de carga de incêndio (quando necessário). f) largura e comprimento da faixa de estacionamento. h) casa de máquinas do elevador de emergência (quando houver exigência). m) juntar o memorial de cálculo de vazão e pressão do sistema de pressurização da escada. d) largura das escadas. j) indicar a lotação do ambiente quando se tratar de local de reunião de público. e) indicar a fachada da edificação considerada para o cálculo de isolamento de risco. i) localização da placa de proibição de estacionamento na faixa de estacionamento das viaturas do Corpo de Bombeiros. 6) Pressurização de escadas de segurança: a) sala do grupo moto ventilador.00 m de comprimento. j) acionadores manuais dos motoventiladores localizados na sala do grupo motoventilador e no local de supervisão predial com permanência humana constante. g) indicação da porcentagem de inclinação da faixa de estacionamento. c) identificar em planta as áreas das estruturas protegidas com material resistente ao fogo e. c) indicar o tempo de resistência ao fogo dos elementos estruturais indicados. 4) Compartimentação horizontal e compartimentação vertical a) indicar as áreas compartimentadas e o respectivo quadro de áreas. c) o reservatório de combustível do grupo moto gerador e sua capacidade. c) detectores de acionamento do sistema. b) identificar os tipos de estruturas no formulário de segurança contra incêndio. independente do tipo de estrutura. f) largura das portas de saída de emergência. 9) Sistema de alarme e detecção de incêndio: a) localização pontual dos detectores. b) os acionadores manuais de alarme de incêndio. 4) porta corta-fogo. se for o caso. f) quando o sistema for abrangido por grupo moto gerador. 3) selo corta-fogo. h) a localização do grupo moto gerador. árvores ou outro tipo de obstrução.

bem como a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial com permanência humana constante. i) deve constar o detalhe da sucção quando o reservatório for subterrâneo ou ao nível do solo. b) área de aplicação dos chuveiros hachurada. vazão e potência. e) indicar as áreas dos costados e tetos dos tanques considerados no cálculo hidráulico. 14) Sistema de resfriamento para líquidos inflamáveis e gases inflamáveis e combustíveis a) indicar as instalações. 13) Sistema de Chuveiros automáticos: a) localização das bombas do sistema com indicação da pressão. b)quando forem usadas unidades extintores com capacidades diferentes de um mesmo agente. 11) Sistema de proteção por extintores portáteis ou sobre rodas: a) indicar as unidades extintoras. f) fonte alternativa de energia do sistema. etc). b) indicar as botoeiras de acionamento da bomba de incêndio. c) tipos de chuveiros especificados. a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial. conforme IT 15. i) toda a tubulação abrangida pelo cálculo deve ter seu diâmetro e comprimento cotado no esquema isométrico. l) localização do registro de recalque. e) indicar as especificações dos equipamentos envolvidos no cálculo. e. c) indicar as câmaras de espuma. k) juntar o memorial de cálculo do sistema de hidrantes. f) indicar a bomba de incêndio principal e jockey (quando houver) com indicação de pressão. 16) Sistema fixo de gases limpos e CO2: . f) localização do painel de alarme. e. m) quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lago. g) juntar o memorial de cálculo do sistema de proteção por espuma. 12) Sistema de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio: a) indicar os hidrantes ou mangotinhos. d) central do sistema. g) locais onde foram substituídos os chuveiros por detectores de incêndio. cilindros ou esferas de GLP. indicar sua localização. e) painel repetidor (quando houver). indicar sua localização. e) área de cobertura e localização das válvulas de governo e alarme (VGA) e dos comandos secundários (CS). açude. c) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento no barrilete. para os respectivos riscos. h) indicar os canhões monitores. j) devem ser apresentadas todas as tubulações de distribuição com respectivos diâmetros. lago. p) juntar o memorial de cálculo do sistema de chuveiro automático. f) indicar a vazão e pressão das bombas de incêndio. 15) Sistema de proteção por espuma: a) indicar os esguichos lançadores ou proporcionadores e canhões monitores. bem como. g) quando forem usadas mangueiras de incêndio e esguichos com comprimentos e requintes diferentes. o) indicar a capacidade e a localização do reservatório de incêndio. g) indicar a capacidade e a localização do reservatório de incêndio. d)deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. devem ser indicadas as respectivas medidas ao lado do símbolo do hidrante. j) quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lagoa. vazão e potência.c) os sinalizadores sonoros e visuais. d) indicar as taxas de vazão para o resfriamento do tanque em chama e tanques vizinhos. açude etc). h) deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. b) indicar as posições e detalhes da sinalização de emergência. e) indicar o reservatório de incêndio e sua capacidade. k) devem ser indicados os pontos de chuveiros automáticos em toda a edificação e área de risco. b) indicar qual tanque é considerado o de maior risco para efeito de cálculo. deve ser indicada a capacidade ao lado de cada símbolo. lagoa. n) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento do sistema no barrilete. 10) Sistema de sinalização de emergência: a) deve ser lançada uma nota referenciando o atendimento do sistema de sinalização de emergência de acordo com a IT 15 –Sinalização de emergência. i) apresentar quadro que contenha as seguintes informações: 1) indicação do tanque 2) produto armazenado 3) volume 4) ponto de fulgor 5) diâmetro e altura do tanque 6) juntar o memorial de cálculo do sistema de resfriamento. bomba de incêndio e registro de recalque. quando o sistema de acionamento for automatizado. d) posição dos cabeçotes de testes. tanques. aspersores. h) deve constar a perspectiva isométrica completa (sem escala e com cotas). d) indicar o registro de recalque bem como detalhe que mostre suas condições de instalação. c) indicar os tanques considerados vizinhos ao tanque de maior risco. b) indicar os reservatórios do extrato formador de espuma (EFE). indicando volume e forma de armazenagem. e com permanência humana constante. f) definição do maior risco a proteger.

limites de propriedades e dimensões das bacias de contenção. e) sistema de proteção da central. b) afastamentos dos limites do terreno e de postos de abastecimento de combustíveis. c) indicar a central do sistema de detecção e alarme. c) indicar o local de estacionamento do veículo abastecedor quando o gás natural for distribuído por este meio de transporte. cilindros ou esferas considerados de maior risco para elaboração dos cálculos. . 26) Subestações elétricas: a) indicar as áreas destinadas aos reatores. estocagem e unidades de abastecimento de gás. 19) Comercialização. c) indicar as defensas das laterais do túnel. edificações. aspersores. f) distribuição dos hidrantes. e. f) indicar as rotas de fuga e as saídas de emergência. quando o abastecimento for a granel. d) afastamentos entre tanques. 17) Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis: a) indicar tanques. b) indicar a capacidade dos cilindros. d) localização da central de GLP (quando houver). e) Indicar a bateria de cilindros de gases. e) indicar as áreas de refúgio. b) indicar as distâncias mínimas de afastamentos previstos na tabela I da NBR 12236/94. fogos de artifício ou seus depósitos. e. e. 27) Cozinhas profissionais: a) indicar o caminhamento dos dutos de exaustão. para postos que comercializem gás combustível comprimido. g) indicar medidas de segurança contra incêndio adotado. instalações. c) vazão dos hidrantes. b) indicar as vias de acesso a veículos de emergência. 18) Proteção contra incêndio nos locais de manipulação. d) indicar os detalhes de corrimãos. c) indicar as paredes corta-fogo de isolamento de risco utilizadas no local. d) indicar a bacia de contenção com drenagem do óleo isolante e a caixa separadora de óleo e água. capacidade e localização da reserva de incêndio. quando for o caso. pisos. heliportos ou área de pouso e decolagem ocasional (APDO): a) sinalização do heliponto conforme previsto na IT 26 – Heliponto e Heliporto. i) juntar o memorial de cálculo do sistema de gases limpos e CO2. b) indicar a capacidade de carga do heliponto 22) Cobertura de sapê. e. j) indicar o sistema do circuito interno de televisão. 24) Túnel rodoviário: a) indicar a interligação dos túneis paralelos (quando for o caso). e g) indicar a pressão manométrica medida no topo do tanque para que se possa utilizar as tabelas de afastamentos. d) local de estacionamento do veículo abastecedor. coifas e similares. subterrâneo. transformadores e reguladores de tensão.a) indicar a botoeira alternativa para acionamento do sistema fixo. d) indicar os detectores de incêndio. h) Juntar a planilha de cálculos utilizadas no dimensionamento da proteção dos tanques. 23) Hidrantes públicos: a) posicionamento dos hidrantes. e. c) localização de fogões. 25) Pátio de contêineres: Indicar as áreas de segregação de cargas e respectivas proteções. lajes de cobertura. piaçava e similares: a) especificar o tipo de cobertura utilizada. 21) Helipontos. b) indicar o sistema de exaustão. e. d) traçado da rede de água que abastece os hidrantes com indicação de seus diâmetros. e. canhões monitores. e. vias públicas. e. num raio de 100 metros. i) indicar o sistema de comunicação interna. f) indicar as áreas protegidas pelo sistema fixo de gases. h)deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. Indicar o caminhamento da tubulação de distribuição do gás natural. h) indicar o sistema de drenagem de líquidos e bacia de contenção. 20) Fogos de artifício: a) croqui das edificações limítrofes (ocupação identificada). c) indicar tipo de superfície do tanque (teto flutuante ou fixo). bomba de incêndio. registro de recalque e forma de acionamento do sistema. g) indicar o tempo de retardo para evacuação do local. b) indicar o sistema fixo de extinção a ser instalado. bem como da capacidade total da central. vertical ou horizontal). dentre outros. b) indicar tipo de tanque (elevado. sua capacidade armazenada e ponto de fulgor. armazenamento. temperaturas de queima e poder calorífico do produto. quando houver. distribuição e utilização de gás combustível comprimido (gás natural e distribuição): a) indicar os compressores. áreas edificadas no mesmo lote e local de risco. e) detalhamento do sistema de água nebulizada para os casos de subestação compartilhada. comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP): a) localização da central de GLP. c) afastamentos das divisas de terrenos. telhados. b) raio de ação do hidrante. b) detalhe em planta das espessuras das paredes. b) indicar a botoeira de desativação do sistema de gases. gases inflamáveis. e) o produto químico.

5. responsável técnico. nº de descidas.7. contendo o projeto completo. lotação e outros.28) Sistema de proteção contra descargas atmosféricas: a) plantas baixas e cortes da edificação mostrando o encaminhamento dos condutores e transição entre níveis. b) o Projeto técnico deverá ser analisado conforme ordem cronológica de entrada.1. veículos edificações. distância de rede elétrica. A fidelidade das cópias e do CD com o projeto original.1. e. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio. conforme público previsto para o evento. iluminação de emergência. conforme cada caso. o Corpo de Bombeiros disponibilizará ao interessado a aprovação ou emitirá um relatório. f) havendo indício de crime o responsável pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio deve comunicar o fato ao Ministério Público. estacionamento. tais como: pressão.5 Prazos de análise a) o Serviço de Segurança Contra Incêndio tem o prazo máximo de 15 (quinze) dias úteis para analisar o Projeto técnico. contendo cota dos perímetros. d) o acesso às informações do processo que originou a anulação do ato de aprovação do Projeto técnico deve ser disponibilizado aos interessados. 5. c) nota em planta constando: 1) equipe médica necessária.1. método aplicado. d) o aumento da altura da edificação e área de risco que implique: . potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio. portas. tais como: tipos e quantidades de escadas. se for o caso. hidrantes. tais como: pressão. rampas. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior). Nota: Nos casos previstos no item 5. vazão. disposição do sistema de segurança contra incêndio e pânico (sinalização de saída de emergência.1. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior). b) o Projeto técnico anulado deve ser substituído por novo Projeto técnico. e) o ato de anulação deve ser comunicado ao proprietário/responsável pelo uso. rampas. ao Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia do Estado de Minas Gerais (CREA-MG).1. cota dos perímetros.1. extintores. para fins de arquivo no CBMMG.1. vazão.1. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente. carimbe e devolva-as ao requerente. b) detalhes de pontos importantes da instalação como conexões e pontos de medição e aterramento. 5. 5. etc). c) a mudança de leiaute da edificação e área de risco que implique na adoção de nova medida de segurança. analisado e aprovado pelo CBMMG é de inteira responsabilidade do R. b) croqui da área em formato A3 ou A2 contendo planta baixa.1. baseado na legislação vigente à época da elaboração do Projeto técnico anulado.1. c) memorial descritivo contendo todos os dados técnicos da instalação.1. lotação e outros.7 Substituição ou atualização do Projeto técnico 5. b) após aprovado. devem ter o seu Projeto técnico substituído: a) a ampliação de área construída que implique em: 1) redimensionamento dos elementos da saída de emergência. alarmes audiovisuais. tais como: tipos e quantidades de escadas.6 Cassação a) a qualquer tempo o CBMMG pode anular a aprovação do Projeto técnico que não tenha atendido todas as exigências da legislação vigentes à época da aprovação. c) a ordem do item anterior pode ser alterada para o atendimento das ocupações ou atividades temporárias. reservas ecológicas e quaisquer outras sensíveis à ação dos fogos de artifícios. d) o interessado deve comparecer ao CBMMG com o comprovante de pagamento da taxa de segurança pública respectiva (TSP) e após a análise. Prefeitura Municipal e na hipótese da alínea c.1 o RT deverá apresentar um CD não regravável. espaçamento médio das descidas. e. para o ato praticado. ao tempo da aprovação.T. contendo o projeto completo nos termos da alínea b do item 5. área e largura da saída de emergência. o interessado deverá apresentar no mínimo uma e no máximo três cópias do projeto para que o CBMMG rubrique. incolor devidamente identificado.1.4 desta IT. 29) Segurança contra incêndio em edificações históricas: Memorial descritivo do cálculo do coeficiente de segurança mínimo adotado. c) constatada a inabilitação técnica do responsável técnico que atuou no Projeto técnico. c) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário. tais como: nível de proteção. 2) número de brigadistas previstos.7.1 Substituição do Projeto técnico: A edificação ou área de risco que se enquadrar dentro de uma das condições abaixo relacionadas. Nesta ocasião deverá ser apresentado também um CD não regravável com capa acrílica. 30) Eventos temporários: a) planta baixa. b) a mudança de ocupação da edificação e área de risco com ou sem agravamento de risco que implique: 1) no redimensionamento dos elementos da saída de emergência.1. acesso.1. portas. pontos de equalização de potenciais e aterramento e bitola dos condutores. constando as irregularidades nos sistemas projetados e a formulação de outras exigências. deve ser procedida a anulação do ato de aprovação do Projeto técnico. acesso. não prevista no projeto anterior. conforme IT 35.4 Apresentação do Projeto técnico para análise junto ao CBMMG a) o Projeto técnico deve ser apresentado em uma via no formato correspondente na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG.

nesta ocasião deverá ser apresentado também um CD não regravável. cuja vistoria do CBMMG não poderá ocorrer nos prazos previstos nesta IT. duas cópias das plantas das medidas de segurança contra incêndio e pânico e a Taxa de Segurança Pública.1. previsto no item 5. por ocasião da vistoria o RT deverá encaminhar ao CBMMG a pasta do projeto técnico com resposta do FAT e plantas das medidas previstas devidamente autenticadas pelo CBMMG.1.1. cartão de identificação. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior). f) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto técnico. Companhias e Pelotões ao respectivo comandante. e) sempre que em decorrência de ampliações ou diversas alterações. em atenção a pedido fundamentado do Chefe do Serviço de Segurança Contra Incêndio.1. quando necessário.2. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio.4 desta IT.2.1 5. i) comprovante de pagamento da Taxa de Segurança Pública.1. que ficam apensos ao Projeto técnico devendo juntar ao FAT o comprovante de pagamento da taxa de segurança pública respectiva (TSP). portas. nos casos previstos no Decreto 43. b) cartão de identificação (anexo A). bem como os documentos indicados no item 5. 5.1. rampas.1. por meio de Projeto Técnico. tais como: tipos e quantidades de escadas. contendo o projeto completo. podendo inclusive apresentar plantas para melhores esclarecimentos. tais como: pressão. São aceitas as modificações ou complementações desde que não se enquadrem nos casos previstos no item 5.1 Características da edificação e/ou área de risco O Procedimento Sumário é utilizado na apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e/ou áreas de risco com área até 750 m² que não atendam aos requisitos para Projeto Técnico. por meio de documentos encaminhados ao Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. g) documentos complementares solicitados. quando este transferir seu poder de signatário.779/04. o RT ou responsável pela edificação poderá obter orientações no Serviço de Segurança Contra Incêndio da Unidade do Corpo de Bombeiros quanto à proteção necessária. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente.2.2 Atualização do Projeto técnico: É a complementação de informações ou alterações técnicas relativas ao Projeto técnico aprovado. e b) as edificações definidas no item 5.4 Apresentação para avaliação e vistoria junto ao CBMMG a) o Projeto Técnico Simplificado deve ser apresentado em uma via no formato correspondente na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG e será encaminhado para a Seção de Vistoria. b) depois de aprovado em vistoria. Nota: A fidelidade das cópias e do CD com o projeto original.1.2. a decisão para substituição do Projeto técnico caberá ao Diretor de Atividades Técnicas e nos BBM.3 Condições gerais a) o responsável pela edificação que se enquadre no presente procedimento poderá obter orientações no Serviço de Segurança Contra Incêndio da Unidade do Corpo de Bombeiros quanto à proteção necessária.1. para fins de arquivo no CBMMG. vazão.1: 5.7. analisado e aprovado pelo CBMMG é de inteira responsabilidade do R. e) procuração do proprietário. 5. 5. d) planta baixa. devendo encaminhar em pasta de projeto técnico o FAT.1. acesso.1. para fins de regularização no CBMMG.2 Composição a) pasta do Projeto técnico em uma via. complementando a Taxa de Segurança Pública.1. houver acúmulo de plantas que dificultem a compreensão e o manuseio do Projeto técnico por parte do Serviço de Segurança Contra Incêndio.2. e) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário. se for o caso. atestando formalmente ao interessado que as medidas de segurança contra incêndio e pânico atendem ou não ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais.1.1.T deverá apresentar no mínimo uma e no máximo duas cópias para que o CBMMG rubrique.1) no redimensionamento dos elementos da saída de emergência. . que deve ser juntada na via que fica no Corpo de Bombeiros. via Formulário para Atendimento Técnico(FAT).T. o R. c) a edificação ou área de risco a construir que se enquadre no presente procedimento. d) o setor de vistoria do CBMMG fará uma analise prévia encaminhando resposta do FAT ao interessado juntamente com uma cópia das plantas devidamente rubricadas.7.2 não podem ser apresentadas. c) formulário de segurança contra incêndio para PTS (anexo K). quando for o caso.2 Projeto Técnico Simplificado O Projeto Técnico Simplificado será analisado e vistoriado mediante procedimento sumário. 5. carimbe e devolva-a ao requerente. h) memorial de cálculos de rotas de fuga e outros. constando às medidas de segurança contra incêndio e pânico. lotação e outros.2. Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária ou Projeto técnico para Ocupação Temporária em Edificação Permanente. especificados em Instruções Técnicas. nos termos da alínea b do item 5.

todos os documentos devem receber carimbo padrão de aprovação. exceto o cartão de identificação. c) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário.3 Planta de instalação de ocupação temporária A planta deve conter: a) toda área. h) depois de instalada toda a proteção exigida. d) os símbolos gráficos dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio conforme IT 03 . equipamentos.3. devem ser apresentados no Serviço de Segurança Contra Incêndio. quando este transferir seu poder de signatário. não há a necessidade de se refazer a documentação. tudo o que for fisicamente instalado. carimbe e devolva-a ao requerente.Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio. c) se for acrescida instalação temporária em área externa junto à edificação permanente. j) a pasta deve ser devolvida ao interessado juntamente com a emissão do AVCB. b) a edificação e área de risco permanente deve atender todas as exigências de segurança contra incêndio previstas no Decreto Estadual ou legislação a que foi submetido o projeto para aprovação. k) devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação. palcos. 2) arquibancadas e arenas desmontáveis.1. formulário de segurança contra incêndio e ART. 8) grupo moto-gerador. cada vez que for montada a instalação ou ocupação. áreas de riscos. prevalece à proteção da edificação permanente desde que atenda aos requisitos para a atividade em questão. entre outros. b) pasta do Projeto técnico. e) a apresentação em folha tamanho até A0.3 Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária 5. Estes documentos. g) a pasta do interessado deve acompanhar a instalação ou a ocupação em todo o Estado de Minas Gerais. o Serviço de Segurança Contra Incêndio pode declinar do princípio da cronologia e realizar a análise no menor prazo possível desde que o projeto atenda aos requisitos da IT 33.1.1. do processo ou pelo responsável pelo uso ou pelo proprietário a respectiva vistoria e emitido o respectivo Auto de Vistoria. Isto se fará diante do Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros com atribuições no município. e) nesta primeira ocasião. o R.3. onde devem ser conferidos para a realização da vistoria e conseqüente liberação. instalações. 5. juntamente com a pasta. com cotas de todos os perímetros. d) a pasta contendo a documentação deve ser formada quando do início das atividades ou quando da primeira vez que houver presença no Estado de Minas Gerais. 3) brinquedos de parques de diversão. (anexo A). sendo que uma das pastas deve ser devolvida ao interessado e a outra pasta deve ficar arquivada no Serviço de Segurança Contra Incêndio do município de origem. e. deverá ser solicitada pelo R. toda vez que solicitar nova vistoria.3. arenas e outras áreas destinadas à permanência de público. i) nos demais municípios.2 Composição a) cartão de Identificação. shows artísticos entre outros . com validade somente para o endereço onde esteja localizada a instalação à época da vistoria. 5) armações de circos.3. 5. f) planta das medidas de segurança contra incêndio ou croqui.1.1.1. em uma via para análise. bem como a respectiva documentação necessária. sempre com a cota da respectiva área. 7) outras montagens mecânicas ou eletroeletrônicas.T deverá apresentar no mínimo uma e no máximo duas cópias para que o CBMMG rubrique.3. 6) instalações elétricas. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve orientar o interessado sobre todas as condições de segurança contra incêndio exigidas. e deve ser apresentada no Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros da localidade.4 Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente É o procedimento adotado para evento temporário em edificação permanente e deve atender as seguintes exigências: a) o evento temporário deve possuir o prazo máximo de 6 (seis) meses de duração.1. estande. centrais de gases inflamáveis. a critério do interessado.1. f) completada a orientação. esta instalação deve ser regularizada de acordo com o item 5.T. feiras agropecuárias. brinquedos de parques de diversões. arquibancadas. 5.1. 5. b) lotação da edificação e área de risco.4 Apresentação para avaliação junto ao CBMMG a) o Projeto Técnico para Instalação e ocupação temporária deve ser apresentado. d) se no interior da edificação permanente for acrescida instalação temporária tais como boxe. 4) palcos. rodeios. parques de diversão.1 Características da instalação Instalações tais como: circos. enfim. 5.devem ser desmontadas e transferidas para outros locais após o prazo máximo de 06 (seis) meses. g) a TSP da direito a uma vistoria. juntamente com as exigências para a atividade temporária que se pretende nela desenvolver. c) formulário de segurança contra incêndio (anexo B) d) procuração do proprietário. caso não haja irregularidades.f) o interessado deve comparecer ao Corpo de Bombeiros com o comprovante de pagamento da Taxa de Segurança Pública (TSP) correspondente a vistoria. e) ART do responsável técnico sobre: 1) lona de cobertura com material retardante de ignição (quando houver). áreas e larguras das saídas. . feiras de exposições. após este prazo a edificação passa a ser regida pelas regras do item 5. assinado pelo proprietário e responsável técnico. c) indicação de todas as dependências. b) aprovado.

1.6 Podem ser apresentadas cópias dos documentos especificados nos itens especificados em 5. devem ser rubricadas pelo responsável técnico ou proprietário ou responsável pelo uso.4. g) na ampliação ou reforma. 5.3. d) a norma estrangeira deverá ser apresentada sempre em seu texto total e traduzida para a língua portuguesa.1. i) quando for emitido relatório de irregularidades constatadas na análise do Projeto técnico pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio. com base em legislação municipal. deve-se seguir a legislação pertinente. anexada ao Projeto técnico no ato de sua entrega para análise. ao analista.1.1 Solicitação de vistoria 5.3. pelo analista.2 e/ou 5.5 É obrigatória a assinatura da ART pelo contratante (proprietário ou responsável pelo uso). 3) não possua sistemas fixos instalados (hidrante. desde que devidamente autenticados. o) nas atualizações ou substituições realizadas em projetos aprovados. para que o Projeto técnico possa ser reanalisado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.1. ao proprietário ou responsável pelo uso.2 Apresentação do procedimento para avaliação junto ao CBMMG Conforme seções 5.4. o interessado poderá apresentar por meio de Formulário Técnico(FAT) pedido de reconsideração de ato. k) do indeferimento do pedido de reconsideração de ato.5. l) o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve orientar o interessado para cumprimento das disposições do Decreto Estadual de Regulamentação de Lei de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. c) se o responsável técnico fizer uso de norma estrangeira.200 m2 e altura inferior a 12 metros. 5. o interessado poderá solicitar recurso em primeiro. h) todas as páginas dos documentos onde não haja campo para assinatura. vedado o uso de mais de um texto normativo para uma mesma medida de segurança contra incêndio. o qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes. responsável pelo uso ou responsável técnico com a apresentação dos documentos constantes do item 5. m) nos casos de extravio de protocolo de análise. f) devem ser adotados os modelos de documentos exemplificados nas Instruções Técnicas para apresentação nos Processos Técnicos. segundo e terceiro grau nos termos do item 5.1. detecção e alarme de incêndio.1.3 e/ou 5. excetuando as alíneas g e i da seção 5. quando o sistema de segurança estabelecido oferecer melhor nível de segurança.4. devidamente fundamentado.2.1. n) as exigências de medidas de segurança contra incêndio e pânico nas edificações que tiverem seus projetos arquitetônicos protocolados nas Prefeituras Municipais até 01 de Julho de 2005.1.2 Qualquer pessoa munida dos documentos préestabelecidos pode protocolar a solicitação de vistoria da edificação e área de risco. 2) área menor que 1.2. o responsável técnico.2. quanto a não obrigatoriedade daquela medida ou parte dela. desde que a edificação atenda aos seguintes requisitos: 1) mesmo uso/ocupação da tabela 8 A.1. .3. deverá apresentá-la. 5. o interessado deve encaminhar resposta circunstanciada sobre os itens emitidos. b) é permitido o uso de norma estrangeira. 5.4 Caso o interessado não saiba informar o número do Projeto técnico. 5.4.1. 5.1.2. 5. quando tratar-se de eventos temporários em edificações permanentes em locais diferentes.1. j) quando houver a discordância do interessado em relação à notificação emitida durante a análise.1.1 A vistoria do CBMMG na edificação é realizada mediante solicitação do proprietário. obrigatoriamente. proprietário ou responsável pelo uso.4.2. os sistemas de proteção instalados em edificações terão validade para qualquer definição de qualquer exigência relativa a proteção contra incêndio e pânico. etc).2.1. através de tradutor juramentado.5 Generalidades Para a apresentação de projeto técnico devem ser observadas as seguintes disposições gerais: a) cada medida de segurança contra incêndio deve ser dimensionada conforme o critério existente em uma única norma.1. chuveiros automáticos.2 Procedimentos de vistoria 5.2.2. até a sua aprovação final. Nota: O projeto técnico com as medidas de segurança contra incêndio e pânico deverá atender aos parâmetros estabelecidos no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais e nas Instruções Técnicas.4. e) a medida de segurança contra incêndio não exigida ou dimensionada acima dos parâmetros normalizados deve ser orientada por escrito. deverá encaminhar uma solicitação por escrito ou formulário para atendimento técnico (FAT) ao serviço de segurança contra incêndio.3 O interessado solicitará o pedido de vistoria na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros indicando o número do Projeto Técnico aprovado. esclarecendo o fato ocorrido. quando não for possível atuar o mesmo responsável técnico pelo processo originalmente apresentado.10 desta IT. esclarecendo as providências adotadas.1. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve realizar a pesquisa pelo endereço. p) o projeto técnico de edificações existentes aprovados. 5.1 Composição Conforme seções 5.1. dispensando símbolos e brasões neles contidos. poderá ser atualizado ou substituído com base nas exigências da tabela 8 A do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. com base em legislação municipal. serão as constantes nas tabelas 8 e 8A do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais). e pelo responsável técnico.

13 Em local de reunião de público. o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter. quando da realização da vistoria. 5.2.1.8 Cópia da irregularidade ou a aprovação da vistoria deve ser anotada no relatório de vistoria. conforme anexo L. Estes equipamentos deverão seguir os parâmetros previstos em normas.5.1.2.2. 5. 5.2.3 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 5. sempre que possível.1 deve implicar na apresentação de novo Projeto técnico. 5. A liberação somente ocorrerá. porém.12 Os sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios e pânico instalados na edificação.Evento Temporário.1. substituição ou cassação da aprovação/liberação. que deve ser deixado pelo vistoriador na edificação e áreas de risco com o acompanhante mediante recibo. após dois anos.10 Quando houver a discordância do interessado em relação ao relatório emitido durante vistoria. segundo critérios de conveniência e oportunidade.1. o vistoriador deverá encaminhar o Projeto técnico para o Serviço de Segurança Contra Incêndio.2. deve implicar na atualização do Projeto técnico.1.1 O responsável pela edificação a ser vistoriada deve prover de pessoa habilitada com conhecimento do funcionamento dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios para que possa manuseá-los. o interessado poderá solicitar recurso em primeiro. 5. desde que não interfiram na cobertura dos sistemas originalmente previstos no Projeto técnico.6 O Projeto técnico que for substituído por iniciativa do interessado somente para regularizar em planta as medidas de segurança contra incêndio que não constavam no Projeto Técnico anterior.2.2.2 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 5. quando constatado em vistoria a existência de sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio instalados na edificação que não estejam previstos no Projeto técnico original e que seja possível avaliar no local.1.14 O vistoriador tem discricionariedade para. 5.2. 5.2. 5.12 Devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação.1. este poderá apresentar. 5. desde que atendam aos critérios de risco isolado previstos na IT 05 .7.2.10 desta IT.2. deve ser emitido o relatório de vistoria ao interessado notificando as irregularidades.2.14 Deve ser observada pelo Serviço de Segurança contra incêndio a ordem cronológica do número seqüencial de entrada para a realização da vistoria.2.270.2.2. deve ser emitido o Auto de Vistoria mediante a apresentação de termo de compromisso do proprietário. 5. exceto se não estiver cumprindo as normas em vigor. o relatório de vistoria com os itens verificados e um termo de autorização assinado pelo chefe da vistoria e vistoriador deverá ser anexado ao projeto técnico.2. o interessado deve apresentar na seção de protocolo o último relatório de vistoria (original ou cópia) emitida pelo vistoriador. caso não atenda às condições previstas na legislação vigente à época.4. sempre que possível.Separação entre edificações.2. desde que estas variações não ensejam motivos para atualização.10 É permitida a vistoria para áreas parcialmente construídas.1.2 Durante a vistoria 5.2. 5.2. 5. após aprovação junto ao chefe da vistoria.2.2.1. se não for possível avaliar no local da vistoria a interferência do sistema de proteção adicional. e realizar a vistoria do Projeto técnico para Instalações e Ocupações Temporárias e do Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente no menor prazo possível.9 O pagamento da TSP para área parcialmente construída.1. ao vistoriador. No caso de liberação. para apresentação de novo Projeto Técnico atualizado de acordo com as exigências previstas na legislação à época da aprovação do Projeto.7 Deve ser recolhido a taxa de segurança pública (TSP) junto a instituição bancária autorizada. 5. .2.2.2. podem ser aceitos como sistemas adicionais de segurança. Neste caso não será emitido o Auto de Vistoria até o atendimento dos itens pendentes.8 Para a solicitação de vistoria de área parcialmente construída.1. onde deverá ser submetido a reanálise. Neste caso não será emitido o Auto de Vistoria. 5.2.9 Quando ocorrer à necessidade de nova vistoria na edificação ou área de risco devido às irregularidades constatadas em vistoria anterior. 5.2.2.2. 5. será permitida a vistoria para áreas parciais desde que haja condição de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros e as respectivas guarnições.2. especificando a área a ser vistoriada. o CBMMG deve fornecer um protocolo de acompanhamento da vistoria que contenha um número seqüencial de entrada.2. 5.7.2. pedido de reconsideração de ato devidamente fundamentado.2. desde que o projeto atenda os requisitos da IT 33 .13 Após o pagamento da respectiva TSP.11 Quando um Projeto técnico englobar várias edificações que atendam aos critérios de risco isolado e que possuam sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio instalados e independentes. o interessado deve esclarecer posteriormente por meio de Formulário de Atendimento Técnico (FAT) a proteção adotada para avaliação no Serviço de Segurança Contra Incêndio. deve ser substituído. o qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes. e não previstos no Projeto técnico. 5. será correspondente a área solicitada.7 Quando constatado em vistoria que o Projeto técnico possui alguma irregularidade passível de cassação. modificação. quando constatado em vistoria que os equipamentos instalados conforme o Projeto técnico.2. 5. que atendam às exigências de segurança contra incêndio vigente à época. 5. de acordo com a área especificada no Projeto técnico a ser vistoriado.2.1.2.11 Indeferido o pedido de reconsideração de ato. 5. liberar ou notificar pequenas variações entre o processo e a execução. uma placa indicativa contendo a lotação máxima permitida. não atendem as exigências de segurança contra incêndio vigentes à época. na entrada da edificação e áreas de risco.5 No caso do item 5.2.2. deve ser encaminhado ao Serviço de Segurança Contra Incêndio o Formulário para Atendimento Técnico. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve declinar do princípio da cronologia.4 Nos casos de Projeto técnico regidos por legislação anterior ao Decreto 44.2.2. O não cumprimento deste termo ensejará a não emissão de novo AVCB.2. por meio de Formulário de Atendimento Técnico. segundo e terceiro grau nos termos do item 5.

2 Persistindo a infração.3. o solicitante deve recolher a TSP para emissão de novo AVCB. Neste caso. 5.3.8 O AVCB somente pode ser emitido para edificação e área de risco que tenha todas as medidas de segurança contra incêndio e pânico instaladas e em funcionamento.3.3.6 A via original do AVCB deve ser devolvida ao Serviço de Segurança Contra Incêndio. 5. sujeita o infrator às sanções administrativas: a) advertência.10 Quando houver edificação e áreas de risco onde seja solicitado a emissão de AVCB para áreas construídas e endereços distintos.3 Verificado que o proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação e área de risco não tomou as providências necessárias para a reparação das irregularidades. o respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).2.1 Advertência escrita A advertência escrita em forma de notificação.1 Sessenta dias. 5.2.3.5 Nos casos de extravio do protocolo da vistoria.2. de forma a permitir que o responsável tenha tempo para corrigir as irregularidades. esclarecendo o fato ocorrido. conforme especificado nos itens 5. constatado o descumprimento das medidas de segurança contra incêndio e pânico previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais ou norma técnica regulamentar. obedecida à ordem alfabética. o serviço de segurança contra incêndio deve emitir ofício ao interessado.2. seguido do termo “e outros”. após a formalização da advertência escrita. 5. 5.2 Para a avaliação da irregularidade constatada na instalação ou funcionamento da medida de segurança contra incêndio e pânico deve ser levado em consideração à possibilidade da reparação imediata e ininterrupta pelo proprietário ou responsável pelo uso. podem ser emitidos os AVCB para as respectivas áreas.2 O responsável técnico que deve ter seu nome incluso no Auto de Vistoria. onde o respectivo serviço de segurança contra incêndio deve emitir a fotocópia com a autenticação do CBMMG.3. respeitando a complexidade da medida de segurança. persistindo a conduta infracional.401.3.4 A retirada do AVCB no protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio só é permitida com a apresentação do respectivo protocolo de vistoria.9 Após emissão do AVCB para a edificação e áreas de risco o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter o AVCB original ou cópia na entrada da edificação e áreas de risco em local visível ao público. . deve ser emitido pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.2.3. esclarecendo o motivo do pedido. 5. desde que não seja caracterizada situação de nível IV ou Risco Iminente de Incêndio ou Pânico devidamente fundamentado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. e havendo uma quarta reincidência a edificação terá o AVCB cassado. será aplicada multa de 80.2. 5.3.3. conforme especificado no item 5.3. 5.3 Emissão do Auto de Vistoria do CBMMG 5.2.2. 5.7 Nos casos de extravio da primeira via do AVCB.9216 UFEMG (Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais).2.3. 5. será aplicada na primeira vistoria. apenas é incluído no AVCB o nome de um profissional. 5. repetindo-se o valor da segunda reincidência na terceira.2.0645 a 2.3. informando a cassação do AVCB.5. 5. 5.11 Os AVCB devem ser emitidos especificando a área total aprovada no Projeto Técnico e a área parcial referente à subdivisão requerida.2. será o profissional que se responsabilizou pela emissão da ART de instalação das medidas de segurança contra incêndio. 5.4 O proprietário ou responsável pelo uso poderá recorrer do ato de cassação por meio de recurso junto ao Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros.1 Quando constatado pelo CBMMG que ocorreram alterações prejudiciais nas medidas de segurança contra incêndio e pânico da edificação ou área de risco. Deverá ser recolhida a TSP para segunda via. 5.2.2. nova multa será aplicada na primeira reincidência e assim sucessivamente. 5. dentro do mesmo Projeto Técnico.2.3 Quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndios existentes na edificação e área de risco. 5.1 Após a realização da vistoria na edificação e área de risco e aprovação pelo vistoriador.3.3. e multiplicada por três na segunda.3.4. 5.3. de acordo com o Projeto técnico aprovado. A inobservância do disposto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. deve ser instaurado o procedimento administrativo pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.3. b) multa.3 Cassação do Auto de Vistoria do CBMMG A cassação será aplicada quando constatada pelo CBMMG sua ilegitimidade ou ilegalidade e pelo reiterado descumprimento das notificações. 5.3.2.3. o responsável técnico.3.2.3. 5.3. conforme previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. quando houver necessidade de nova remição por mudança de dados apresentados erroneamente pelo interessado.2.3 Da multa e interdição dos estabelecimentos. 5. deve o proprietário ou responsável pelo uso encaminhar solicitação por escrito ou FAT ao Serviço de Segurança Contra Incêndio.3.3.3.3. c) interdição. que ensejará em interdição do estabelecimento ou área de risco.3 Após a primeira multa os períodos previstos para a aplicação de novas multas por reincidência deverão ser de no mínimo 30 dias.1 e 5.2.3.3. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito ou Formulário para Atendimento Técnico (FAT) ao Serviço de Segurança Contra Incêndio.4 A multa será dobrada na primeira reincidência.2 Multa 5. para a cassação do AVCB. que possua AVCB e procedido à advertência e multas.

5 Prazos de auto de vistoria 5.6 Podem ser emitidas várias ART desmembradas com as respectivas responsabilidades por medidas específicas.1 As alterações de dados referentes ao Projeto técnico de proteção contra incêndios que não impliquem na substituição. Caso sejam constatadas irregularidades pelo vistoriador. com o comprovante do pagamento da TSP referente ao serviço de vistoria. autonomia e automatização. c) de instalação e/ou manutenção do grupo moto gerador. 5. 5. j) de instalação e/ou manutenção do emprego de material de acabamento e revestimento k) outros.5.6 O proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação ou área de risco é responsável pela manutenção . desde que a edificação e área de risco permaneça com as medidas de proteção contra incêndio e pânico previstas no projeto em condições de utilização e manutenção adequadas. f) de inspeção e/ou manutenção de vasos sob pressão.10 Memorial de Segurança contra Incêndio das Estruturas Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos revestimentos das estruturas contra ação do calor e outros conforme IT 06. sinalização de emergência e compartimentação horizontal e vertical e outros).4 Interdição A pena de interdição será aplicada sempre que houver situação de nível de segurança IV e/ou risco iminente devidamente fundamentado. 5.6. não deve ser recolhida nova TSP. o prazo de validade do AVCB deverá ser para o período da realização do evento.4. devendo ser apresentada no ato da vistoria nota fiscal dos extintores de empresas devidamente credenciadas no CBMMG.4. 5.4. quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas. 5. Plano estabelecido em função dos riscos da edificação e áreas de risco para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência.3.7 Atestado de brigada contra Incêndio Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teóricos e práticos de prevenção combate a incêndio e pânico.Fica dispensada a apresentação de ART de instalação de extintores.3. 5. d) de instalação e/ou manutenção do sistema de pressurização da escada de segurança.3 A ART de instalação é exigida quando da solicitação da primeira vistoria da edificação e áreas de risco.1 O AVCB tem validade de 02 anos.6. mediante recolhimento da respectiva TSP.8 Plano de intervenção de incêndio (quando da renovação do AVCB). NOTA .5 O CBMMG deve providenciar a cassação do AVCB.2 O interessado deve comparecer na Unidade do CBMMG com atribuição no município onde se localiza a edificação.6. 5.4.2 A Anotação de Responsabilidade Técnica deve ser emitida para os serviços específicos de instalação e/ou manutenção das medidas de segurança contra incêndio previstas na edificação e áreas de risco.4 Documentos necessários para a solicitação de vistoria de acordo com o risco e/ou medida de segurança existente na edificação e áreas de risco 5. 5.4.3.9 Atestado de abrangência do grupo motogerador (GMG) Documento que contém informações sobre a abrangência.6 Disposições gerais da vistoria 5. deverá ser paga a TSP equivalente à área a ser vistoriada.3 O pagamento da TSP de vistoria dá direito a realização de uma vistoria.6 A Prefeitura e o Ministério Público devem ser informados por ofício sobre o ato de cassação do AVCB.5 Pode ser emitida uma única ART.5.1. Anotação de Responsabilidade Técnica: a) de instalação e/ou de manutenção das medidas de segurança contra incêndio e pânico (hidrantes e mangotinhos. e) de instalação e/ou manutenção do revestimento dos elementos estruturais protegidos contra o fogo. 5.4. 5. 5.3. alarme de incêndio.6. iluminação de emergência. 5.4 O prazo máximo para realização de vistoria pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio é de 15 (quinze) dias úteis.6.6.4. 5. devem ser encaminhadas por meio de Formulário para Atendimento Técnico juntamente com cópias de documentos autenticadas que comprovem o teor da solicitação. disponibilizando o acesso às informações referente ao processo aos interessados. h) de instalação e/ou manutenção do sistema de detecção de incêndio. 5. 5. saídas de emergência. b) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de utilização de gases inflamáveis. 5. quando houver apenas um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas. 5. extintores.4 A ART de manutenção é exigida durante fiscalização do Corpo de Bombeiros. i) de instalação e/ou manutenção do sistema de controle de fumaça.4. e só deve ser válido para o endereço onde foi efetuada a vistoria. 5. após a conclusão do procedimento.4.3. 5.5. não podendo ultrapassar o prazo máximo de 6 (seis) meses.2 Para Projeto técnico de Instalação e Ocupação Temporária e Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente.5 Quando o retorno de vistoria for provocado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.4. 5. g) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de chuveiros automáticos.

respeitando a ordem cronológica de entrada do pedido. 5. vistoria.938 de 29 de .7. 5. ou.3.7. 2) utilização de normas internacionais. motivação do pedido e identificação do funcionário público signatário. A solicitação de vistoria por autoridade pública só pode ser realizada nos casos em que o interessado pela vistoria seja o responsável pelas edificações ou área de risco da administração pública.9. que trata da consolidação da legislação tributária do Estado de Minas Gerais. b) para solicitação de retificação de dados do Projeto técnico de segurança contra incêndio.7.7. a exemplo de: 1) solicitação de isenção de sistemas de segurança contra incêndios.4 Competência Podem fazer uso do presente instrumento. 5. o proprietário. 5. 5.6.9. 5.9.3 O acionamento do Corpo Técnico para as questões especificadas no item 5.8 Solicitação de vistoria por autoridade pública 5. 5.9 Corpo Técnico 5.7. contendo endereço da edificação.7. 4) casos em que o Serviço de Segurança Contra Incêndio e pânico não possua os instrumentos adequados para a avaliação em análise e/ou vistoria.3 Apresentação 5.1 O Formulário para Atendimento Técnico deverá ser utilizado nos seguintes casos: a) para solicitação de substituição e retificação do AVCB. 5. ficando vedado perguntas genéricas que deixem a cargo do Serviço de Segurança Contra Incêndio a busca da solução específica.7.7.e funcionamento dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio sob pena de cassação do AVCB.2 Prazo de solicitação de vistoria por autoridade pública A contar da data de entrada do ofício no Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG.2 O interessado quando do preenchimento do Formulário para Atendimento Técnico deve propor questão específica sobre aplicação da legislação. 5. em três vias. ou a autoridade solicitante tenha competência para impor aos proprietários de edificações privadas e públicas a vistoria. endereço e telefone do órgão solicitante. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve responder no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis.1 Apresentação A solicitação de vistoria pode ser feita via ofício com timbre do órgão público. 5.2 A TSP deve ser recolhida através dos bancos e conta corrente indicados pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio com atribuições no município onde está localizada a edificação (ou meios eletrônicos que permitam prova inequívoca do pagamento).7. b) analisar.3 A dispensa do pagamento da respectiva TSP está descrita e definida na lei Estadual 14. que altera a Lei 6.9.7.6 Taxa de Segurança Pública (TSP) 5.6.6. 5. inclusive recursos ou quando da necessidade nas decisões de assuntos relacionados aos sistemas e medidas de segurança contra incêndio e pânico. 5. 3) utilização de novos sistemas construtivos ou de novos conceitos de sistemas de segurança contra incêndios.1 A solicitação do interessado pode ser feita no modelo do anexo F ou modelo semelhante confeccionado com recursos da informática e pode ser acompanhado de documentos que elucidem a dúvida ou comprovem os argumentos apresentados.8.763 de 26 de dezembro de 1975.2 Somente devem ser aceitos formulários preenchidos por meios digitais ou datilografados. avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas no regulamento de incêndio.1 Quando o motivo da apresentação do Formulário for provocado pela administração do Serviço de Segurança Contra Incêndio.3. c) para tirar dúvidas quanto a procedimentos administrativos e técnicos. e. podendo ser acionado para: a) propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP).2 O Corpo Técnico poderá ser utilizado nas fases de análise. e) para atualização de Projeto técnico. 5. atendendo à Lei que regulamenta a TSP. o interessado fica isento do pagamento da TSP. legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico.7.8. Chefe do Estado-Maior e do Diretor de Atividades Técnicas. 5. conforme Lei que regulamenta o ato. d) para pedido de reconsideração de ato praticado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio (Notificações de análises e vistoria).7 Formulário para atendimento técnico dezembro de 2003.5 Prazo do FAT A contar da data do protocolo.1 É um grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG. bem como para solucionar os casos especiais. f) outras situações a critério do Serviço de Segurança Contra Incêndio.1 será de competência do Comandante Geral. c) estudo preliminar como forma de garantir ao interessado a manutenção de exigências de futuro Projeto técnico. a administração deve responder nos prazos legais das requisições e as demais solicitações em 15 (quinze) dias úteis. seu procurador ou o responsável técnico. 5.

10.10.7 Comissões para análise de recursos 5. o responsável pelo uso ou responsável técnico poderá apresentar pedido de reconsideração do ato. 5.10 Da reconsideração administrativos de ato e recursos do CCPCIP o Comandante-Geral decidirá em até quinze dias úteis.10.7. cuja decisão deverá ser proferida dentro do prazo de quinze dias úteis.10.7. cuja decisão deverá proferida no prazo de quinze dias úteis. 5.4 Caberá recurso ao Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG.2 O pedido de reconsideração será dirigido à autoridade que praticou o ato e protocolado no órgão a que esta pertencer. 5. 5. sendo um oficial intermediário e dois oficiais subalternos. responsável pelo uso ou responsável técnico.4 A comissão para análise de recurso em segundo grau será composta por três oficiais do Corpo Técnico. no caso de indeferimento do recurso previsto em 5. 5. a qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes. Recebido o parecer . a comissão será composta pelo Sub Comandante da Fração e dois sub tenente/Sargento do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico.7. contados do seu recebimento.7. 5. 5. 5.10.3 Do indeferimento do pedido de reconsideração previsto no 5. previsto em 5.10.3 Nas Companhias e Pelotões de Bombeiros destacados. do ato administrativo praticado pelo CBMMG. caberá recurso ao Comandante Geral do CBMMG. na ausência de oficiais.2 A comissão de recurso em primeiro grau será composta por três oficiais do Batalhão de Bombeiros e Companhias Independentes. Companhia ou Batalhão de Bombeiros Militar.CCPCIP.5. sendo um oficial intermediário e dois oficiais subalternos.1 A comissão para análise de recurso será composta por oficiais do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico para análise de recursos em primeiro e segundo grau.10.6 Os recursos serão interpostos.10. 5.10.1 Quando houver discordância do ato administrativo praticado pelo CBMMG.10. 5. para analisar e emitir parecer no prazo de trinta dias.5 Do indeferimento.10.4. pelo proprietário.10.3. que deverá convocar o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado .10.2 caberá interposição de recurso ao Comandante de Pelotão. contados do seu recebimento.10. o proprietário. no prazo de quinze dias a contar do conhecimento.

NOTIFICAÇÃO RETIRADA DO PROJETO Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Áreas .: RG: Fone: Fone: Fone: Protocolo nº AVCB nº Ch. Seç de Análise RG: RG: RG: RG: Em ___/___/____ Ch S Vistoria: Fone: Fone: Fone: Fone: UF: Retirado por: Ass. m2 RG: Fone: . m2 CREA: RG: Fone: Protocolo nº AVCB nº Em ___/___/____ Ch S Vistoria: Total : Retirado por: Ass. Compl.Existente: Ocupação: Em ___/___/__ _ Em ___/___/__ _ Em ___/___/__ _ Em Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Nome: Nome: Nome: Nome: Vistoriador: data ___/___/____ Parecer CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Bairro: Proprietário ou responsável p/ uso: Técnico Responsável: CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE GERAIS ___/___/__ Assinatura: _ Aprovado em ____/____/______ Assinatura: Assinatura: Assinatura: Vistoriador: data ___/___/____ Parecer m 2 Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Projeto N.º Protocolista Vistoriador: data ___/___/____ Parecer A construir: Analista AVCB ANEXO A .FRENTE ANEXO A – VERSO Protocolo nº AVCB nº Em ____/____/________ Em ___/___/____ Ch S Vistoria n.Rua: VISTORIAS APROV.º Município: Retirado por: Ass.

. madeira. Análise: *Apresentar quando da renovação de AVCB. do Responsável Técnico: Ass.: Carga Incêndio Baixa Média Alta Estrutura portante (concreto.. do Proprietário/Resp. IDENTIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO E/OU ÁREA DE RISCO Logradouro Público: N. MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Acesso de viatura do Corpo de Bombeiros Separação entre edificações Segurança estrutural nas edificações Compartimentação horizontal Compartimentação vertical Saídas de emergência Elevador de emergência Gerenciamento de risco de incêndio Brigada de incêndio Iluminação de emergência Detecção de incêndio Controle de materiais de acabamento 6. Analista: Alarme de incêndio Sinalização de emergência Extintores Hidrantes e/ou mangotinhos Chuveiros automáticos Resfriamento Espuma Sistema fixo de gases limpos e dióxido de carbono (CO2) Plano de intervenção de incêndio (*) Escada pressurizada Controle de fumaça Outros(especificar) Fogos de artifício Vaso sob pressão (caldeira) Outros (especificar) Ass. madeira.º de pav.ANEXO B CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS FORMULARIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DE PROJETO TÉCNICO 1. Complemento:: : Lote Quarteirão Bairro: Município UF Proprietário: Responsável pelo uso: : Fone Responsável Técnico: CREA Fone N.. m3 RTI de HI m3 RTI de SPK m3 5.º. outros): Estrutura de sustentação da cobertura (concreto. S. Divisão e Descrição: Área existente: a construir: Total Altura da edificação: N.º e ano)__________/_______ Uso. aço. outros): 3. FORMA DE APRESENTAÇÃO PROTOCOLO (uso do CBMMG) Projeto técnico Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária Projeto técnico para Ocupação Temporária em Edificação Permanente 4.º do Processo anterior: ___________/________ Decreto Adotado (n. . /uso: Ass. aço. RESERVA D’ÁGUA Reservatório ( ) Elevado Reserva de Consumo: ( ) subterrâneo . . Ch. RISCOS ESPECIAIS Armazenamento de líquidos inflamáveis/combustíveis Gás Liquefeito de Petróleo Armazenamento de produtos perigosos Ass.

E OCIAL + 2 Vaso sob pressão (caldeira) Ent rada para o CB Combat e a Incêndio ED. Técnico Projeto Completo Esc. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .9 0 min Parede Cort a-fogo . 6 Escada c/resist ência 9 0 min Cent ral Predial de GLP ESTACIONAMENTO GELADOS ED. Y= paviment o acima do t érreo) PLANTA DE RISCO DE INCÊNDIO (IMPLANTAÇÃO) Folha 1/1 Proprietário Resp. .ANEXO "C" 1 0 .0 0 Parede Cort a-fogo .0 0 Hidrant e público de coluna Hidrant e público subt errâneo Reserva de incêndio C PRO DUÇ DES ÃO ENV OLV IMEN 1 -E TO + 2 OR EC E D ADMINISTRAÇÃO 1.1:750 Assunto: Ocupação: PLANTA DE RISCO PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Local: Proprietário: Resp. 2 ED.E + 4 RESID ÊNCIA AQ U CAN T ÁREA INA S 1 . 4 TRANSPORTE DE MATERIAL E+ 3 ED.1 2 0 min Paredes de compart iment ação Regist ro de recalque ED. 0 5 DEPÓSITO X-T-Y (X = paviment o abaixo do t érreo. 3 PRODUÇÃO E+ 3 ED. T= t érreo. 01 1 0 .

Gaveta R. Retenção V. Gaveta BOMBA DE INCÊNDIO H2 Proprietário Resp. Retenção OBSERVAÇÃO: H1 R.FL 01/05 INFORMAÇÕES SOBRE OS SISTEMAS LEGENDA Reserva de Incêndio R. Técnico Folha 1/5 Projeto Completo Esc.ANEXO "D" .1:250 Assunto: PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Ocupação: INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Local: Proprietário: Resp. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . Gaveta R. Gaveta V. .

Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . TÉRREO Proprietário: Resp.A A Proprietário Resp.1:125 Assunto: PROJETO TÉCN ICO DE PROTEÇÃ O CONTRA INCÊNDIO Ocupação: Local: PAV. . Técnico B Folha 2/5 Projeto Completo Esc.

TIPO (1 ao 9 andar) Assunto: PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃ O CONTRA INCÊNDIO Ocupação: Local: Proprietário: Resp.B ANEXO "D" .FL. Técnico Projeto Completo Esc. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .1:125 PAV. 03/05 A A Proprietário Folha 3/5 Resp. .

Técnico Projeto Completo Esc. 04/05 Proprietário Folha 4/5 Resp.FL.ANEXO "D" .1:125 Assunto: PROJETO TÉCN ICO DE PROTEÇÃO CON TRA INCÊNDIO Ocupação: Local: COBERTURA Proprietário: Resp. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . .

. Técnico CORTE A-A CORTE B-B Folha 5/5 Projeto Completo Esc. 5/5 Proprietário Resp.FL.1:250 Assunto: Ocupação: Local: CORTES PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Proprietário: Resp. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .ANEXO "D" .

ANEXO “ E “ CORPO DE BOMBEIROS MEMORIAL INDUSTRIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 1. do Proprietário ou Resp. IDENTIFICAÇÃO EMPRESA: ATIVIDADE INDUSTRIAL: ENDEREÇO: MUNICÍPIO: N. p/uso .º DO PROCESSO: e-mail: 2. do Técnico Responsável _________________________________ Ass. MATÉRIA(S)-PRIMA(S) UTILIZADA(S) 3.: pode ser anexado também o fluxograma de produção) 5. PROCESSO INDUSTRIAL (Obs. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES 6. ESPECIFICAR QUANTIDADE DO PROCESSO DE LÍQUIDOS E GASES INFLAMÁVEIS ____________________________ Ass. PRODUTO(S) ACABADO(S) 4.

Técnico INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO. pelo uso Procurador Nº: Resp. INSTALAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Endereço: Área (m2): Projeto técnico nº: Altura (m): Ocupação: Vistoria nº: ______________________________________ Nome: Assinatura RG/CREA .ANEXO F CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS FORMULÁRIO PARA ATENDIMENTO TÉCNICO DATA: ___/___/___ Solicitante: Proprietário Finalidade da Consulta: Resp.

Atesto para os devidos fins que as pessoas abaixo relacionadas participaram com bom aproveitamento do treinamento de "Brigada de Incêndio" ministrado na Edificação localizada na __________________ nº _____ – Bairro ___________ – Município de ___________ -MG e estão aptas ao manuseio dos equipamentos de prevenção e combate a incêndio da edificação: NOME RG _______________________ . __. NOME COMPLETO Qualificação Profissional Registro Nº 00000 Só é válido com a comprovação da capacitação técnica do signatário (anexar cópia da credencial) . de_______________ de 20 .

participaram do curso de treinamento de Brigadistas com ____ horas aulas realizado na Escola de Treinamento de Brigadas de Incêndio do CBMMG. Tendo concluído com aproveitamento o curso e estando aptas para operarem os sistemas e equipamentos de proteção e combate a incêndios instalados na edificação: NOME RG _______________________ . que as pessoas abaixo relacionadas. ________________________________ Assinatura do CBMMG . situada à Rua/Av . nº . no período de ___/_____/200_ a ___/___/200_. para os devidos fins.ANEXO G ATESTADO DE FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO Atesto. na cidade de . no bairro . funcionários da (empresa) . __. de_______________ de 20 .

quando for o caso). p/uso Assinatura do Responsável Técnico . p/uso: Área (m2): Altura (m): Projeto técnico____________________ nº: Documento de referência: Recurso ao DAT ( ) INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO. Local: Data: Assinatura do proprietário/Resp.ANEXO H CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS MODELO DE REQUERIMENTO EM GRAU DE RECURSO Solicitante: Recurso à Unidade/fração ( ) Endereço: Proprietário/Resp. INSTALAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Ocupação: Vistoria nº: Pedido: Motivo do pedido: (incluir fundamentação legal.

ANEXO”I” CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS PEDIDO DE VISTORIA Projeto nº Endereço Vistoria Proprietário Responsável pelo uso Responsável Técnico Telefone de contato ( ) parcial1 ( ) final Área Taxa Data Atendente 1 – necessário apresentação do FAT .

ANEXO “J” EXTINTORES IT. TEXTIL I INDUSTRIAL I-2 CARGA DE INCENDIO – IT 09 OCUPAÇÃO/USO DESCRIÇÃO DIVISÃO CARGA DE INCENDIO EM MJ/M² I TEXTIL EM GERAL I-2 700 MJ/M² CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E AREAS DE RISCO QUANTO A CARGA DE INCENDIO RISCO CARGA DE INCENDIO MJ/M² MEDIO 700 MJ/M² . 16 AGUA PRESSURIZADA .2A PÓ QUIMICO SECO BC – 20 B:C GAS CARBONICO BC – 5 B:C ILUMINAÇÃO DE EMERGENCIA CONFORME IT 13 ALARME E DETECÇÃO CONFORME IT 14 HIDRANTES TUBULAÇAO 63/100/150mm FERRO GALVANIZADO HIDRANTES – MANG. 38mm – COMPR. 30m ESGUICHOS REGULAVEIS – IT 17 SINALIZAÇÃO DE EMERGENCIA CONFORME IT 15 BRIGADA DE INCÊNDIO CONFORME IT 12 CLASSIFICAÇÃO GRUPO OCUPAÇÃO DIVISÃO DESCRIÇÃO TEXTIL EM GERAL EXEMPLOS ATULAMENTE IND.

ANEXO “K ” CORPO DE BOMBEIROS MILITARDE MINAS GERAIS FORMULÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PARA PTS 1. aço. madeira. IDENTIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO E/OU ÁREA DE RISCO Logradouro Público: Bairro: Proprietário: Responsável pelo uso: Áreas(m²) Existente : Detalhes : Altura: Uso.º de pav. FORMA DE APRESENTAÇÃO Protocolo (uso do Corpo de Bombeiros) Projeto Técnico Simplificado 4. aço. divisão e descrição: Nº Município: e-mail: e-mail: A construir: m n. madeira. outros): Estrutura de sustentação da cobertura (concreto. ELEMENTOS ESTRUTURAIS Estrutura portante (concreto. RISCOS ESPECIAIS Armazenamento de líquidos inflamáveis/combustíveis Gás Liqüefeito de Petróleo Armazenamento de produtos perigosos ______________________________________ Ass: Proprietário ou Responsável pelo uso ______________________________________ Ass: Responsável Técnico Fogos de artifício Vaso sob pressão (caldeira) Outros (especificar) _________________________________ Ass: Vistoriador do Corpo de Bombeiros _________________________________ Ass:Chefe da Seção de Vistoria .: Ocupação do subsolo: Total: Complemento: UF: MG Fone: ( ) Fone: ( ) Carga Incêndio (MJ/m²): 2. outros): 3. MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Sinalização de emergência Controle de materiais de acabamento Saídas de emergência Iluminação de emergência Extintores 5.

________________________________ Nome: Endereço: Proprietário/Responsável legal pelo imóvel .município de __________________ -MG. ora desatualizado devido a não previsão em planta das medidas de segurança contra incêndio exigidas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. que possui Projeto Técnico aprovado nesse Corpo de Bombeiros sob o nº ___________. da IT 01.ANEXO “L” TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO Visando a concessão do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros da CBMMG. bairro _________________ . nos moldes previstos na IT 01 . ____________. a edificação situada na ____________________________ nº .2. de acordo com o previsto no item 5.2.Procedimentos Administrativos. Comprometo-me a substituir o atual Projeto Técnico acima descrito. ____ de ______________ de 200__. prevendo as medidas de segurança contra incêndio exigidas.4.

encontra-se instalado de acordo com as exigência da NBR 10898/99.ANEXO “M” CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS ATESTADO DE ABRANGÊNCIA DO GRUPO MOTOGERADOR Eu. atesto que o Grupo Motogerador existente na edificação situada na __________________________________________________________________.______________________________________________Registrado no CREA sob o nº __________________. tendo as seguintes características: Motor ( marca e modelo): Potência: Tensão: Tipo de acionamento: Combustível: Capacidade do Tanque: Autonomia: Abrangência: Local: Data: _____________________________________ Assinatura do Responsável Técnico Nº da ART: . visando a concessão do Auto de Vistoria do CBMMG.

____________________________________ Nome: Resp. Ou isenção de TRRF para os pilares externos protegidos por alvenaria cega.) existentes na edificação em referência encontramse instalados em conformidade com as informações abaixo. cartas de coberturas.. • As vigas secundárias terão TRRF de 60 min. Procedimentos” da referida Instrução Técnica. Técnico CREA nº . registrada no CREA sob n° ______________.. As espessuras foram calculadas com base nos ensaios laboratoriais acima mencionados.. MATERIAIS DE PROTEÇÃO CONTRA FOGO E RESPECTIVAS ESPESSURAS DE PROTEÇÃO [citar cartas de cobertura adotadas] Materiais Utilizados: (citar todos materiais utilizados na proteção) Espessuras Adotadas: (vide Tabela em anexo x carta de cobertura).. conforme folhas. • As compartimentações.. Tempo de Resistência Requerido ao Fogo (TRRF): Exemplo: • As estruturas principais terão TRRF de 90 min para colunas. Classe P4 da Instrução Técnica n° 06. Tudo conforme item 5. DETERMINAÇÃO DO TEMPO REQUERIDO DE RESISTÊNCIA AO FOGO (TRRF) CRITÉRIOS PARA DETERMINAÇÃO DO TRRF: para a definição dos TRRF’s foi adotada (por exemplo: Tabela A da Instrução Técnica n° 06. ou UL nº etc – citar os ensaios. seja por ensaios. Edificação: Logradouro Público/n°: Responsável pelo Uso: Altura(s) da Edificação (m): Ocupação: Data: (Nome da Edificação) (Endereço) (nome) (altura) (Data) METODOLOGIA PARA SE ATINGIR OS TRRF DOS ELEMENTOS ESTRUTURAIS [citar norma(s) empregada(s)] A metodologia adotada foi. [descrever a metodologia. vigas etc).. de acordo com os procedimentos da Norma . Ou Isenção dos perfis confinados em área fria.. conforme Anexo A. • Observações: _______________________________________________ ISENÇÕES OU REDUÇÕES DE TRRF Exemplos: (Não foi adotada nenhuma condição para redução ou isenção de TRRF na presente edificação. métodos analíticos etc e norma(s)] ..)..ANEXO “N” MEMORIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS Nome da Empresa. com os seguintes TRRF: ____________________________________. tudo conforme IT 06).. ou método do tempo equivalente ou outros devidamente comprovados. escadas de segurança. da Instrução Técnica n° 06. selagens de shafts e divisórias entre unidades autônomas serão executadas conforme segue: _______________________________________..7 da IT-06. atesta que os SISTEMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS (metálicas-de concreto-de maderia. atendendo o disposto no item 5. visando a concessão do Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros. Grupo D. Os ensaios de resistência ao fogo adotado foram o Relatório (IPT nº....18 da Instrução Técnica n° 06 do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. conforme o item “5. contraventamentos e vigas principais conforme Tabela A. e especificar se é para pilares.

IT – 02 TERMINOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Termos e Definições .

3 Abrigo de mangueiras: Compartimento.mg.gov. ISO 8421-1 General Terms and phenomena of fire. aplicam-se os seguintes termos e definições.General Terms and phenomena of fire. embutido ou aparente.gov. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos.Terms specific to fire-fighting. para alcançar a escada ou rampa. Augusto de Lima. Decreto Estadual nº 44.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica padroniza os termos e definições utilizados no CBMMG.Smoke control.Explosion detection and suppression means. é a retirada organizada e segura da população usuária de uma edificação conduzida à via pública ou espaço aberto exterior à edificação. ISO 8421-4 . executando os testes necessários na vistoria.1 Abandono de edificação: O mesmo que evacuação da edificação. 4 DEFINIÇÕES Para efeitos desta Instrução Técnica. ISO 8421-7 . até as redes de distribuição. 355 . vestíbulos. esguichos. dotado de porta trinco e visor transparente. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. destinado a armazenar mangueiras.2 Abertura desprotegida: Porta. constituindo a rota de saída horizontal (rota de fuga).INSTRUÇÃO TÉCNICA – 02 TERMINOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as atividades de Segurança Contra Incêndio do CBMMG. 4. Os acessos podem ser constituídos por corredores. ISO 8421-8 . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.Bairro Centro CEP 30. varandas e terraços. .270. ficando em local seguro. balcões. 4. NBR 13860/97 Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.5 Acompanhante: Pessoa com conhecimentos da operacionalidade dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios instalados na edificação. ISO 8421-5 . ISO 8421-2 . geralmente de grande diâmetro. 4. ISO 8421-1 . 4. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.6 Adutora: Canalização.190-000 Site: www. 4.br Email: dat3@cbmmg.130. ISO 8421-6 . janela ou qualquer outra abertura não dotada de vedação com o exigido índice de proteção ao fogo. ou qualquer parte da parede externa da edificação com índice de resistência ao fogo menor que o exigido para a face exposta da edificação. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio. que tem como finalidade conduzir a água da Estação de Tratamento de Águas (ETA).Evacuation and means of escape. rescul services and handling hazardous materials.Fire detection and alarm. 4. área de refúgio ou descarga para saída do recinto do evento. que acompanha o vistoriador.Fire extinction equipment.bombeiros.Strutural fire protection.mg.4 Acesso: Caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor. ISO 8421-3 . passagens.

com ou sem acabamento ou em terreno natural.15 Análise preliminar de risco: Estudo prévio sobre a existência de riscos. ou entre o nível do piso e o nível imediatamente superior.16 Andar: Volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos. 4. com acesso à escada de emergência. 4.34 Área de risco: Área onde haja possibilidade de ocorrência de um sinistro. Tipo III: Utiliza equipamentos que aplicam a espuma por meio de jatos que atingem a superfície do líquido em queda livre. 4. com dimensões definidas. 4. paredes.18 Anemômetro de fio quente ou termo anemômetro: Tipo de anemômetro que opera associando o efeito de troca de calor convectiva no elemento sensor (fio quente) com a velocidade do ar que passa pelo mesmo. 4. Possibilita realizar medições de valores baixos de velocidade. reservatórios d’água. ou pilotis. 4. para pousos e decolagens de helicópteros mediante autorização prévia. 4. no processo de segurança contra incêndio.10 Alarme de incêndio: Dispositivo de acionamento automático ou manual e desligamento manual. com resistências mecânicas de 5000 N / m. 4.27 Área de estacionamento: Local destinado ao estacionamento de helicópteros. previamente delimitado. etc). excluindo o ático. casa de máquinas. 4. provocando o mínimo de submergência.22 Área construída: Somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação. barriletes.31 Área de pouso e decolagem ocasional (APDO): Local de dimensões definidas. ao piso do último pavimento.24 Área de aberturas na fachada de uma edificação: Superfície aberta nas fachadas (janelas. do órgão regional do Comando Aéreo Regional. por dutos de entrada e saída de ar ou por ventilação forçada (pressurização). 4. 4.19 Antecâmara: Recinto que antecede a caixa da escada. 4. podendo ser edificada ou aberta. 4.13 Ampliação: Aumento da área construída da edificação. separado desta por porta corta-fogo e situado em helipontos ou heliportos elevados. ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo). 4. 4.26 Área de armazenamento: Aquela destinada à guarda de materiais.33 Área de refúgio: Local seguro que é utilizado temporariamente pelo usuário. 4. 2º piso. cadastrado no Comando Aéreo Regional respectivo. em caráter temporário. calculada a partir das paredes externas. destinado a alertar as pessoas sobre a existência de um incêndio no risco protegido. ficando entre este (s) e o logradouro público ou área externa com acesso aos setores. 4. mas que são projetados para reduzir a submergência e agitar a superfície do líquido.7 Afastamento horizontal entre aberturas: Distância mínima entre as aberturas nas fachadas (parede externa) dos setores compartimentados. 4. onde o Helicóptero pousa e decola.23 Área da edificação: Somatória da área a construir e da área construída de uma edificação. 4. Tipo II: Utiliza aplicadores que não depositam a espuma suavemente na superfície do líquido. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema.21 Área a construir: Somatória da área em metros quadrados a serem construídas da edificação.17 Anemômetro: Instrumento que realiza a medição da velocidade de gases.20 Aplicação por espuma: Tipo I: utiliza aplicador que deposita a espuma suavemente na superfície do líquido. com ventilação natural garantida por janela para o exterior. sob a projeção do paramento externo da parede da edificação.29 Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros: Local construído sobre edificações. treliça.28 Área do pavimento: Área em metro quadrado (m2).12 Altura da edificação ou altura descendente: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (nível térreo. pavimento superior da cobertura (duplex) e assemelhados.32 Área de refúgio para helipontos: Local ventilado.11 Altura ascendente ou altura do subsolo da edificação: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga. 4. . 4.1 m/s. sobre piso. 4. esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada. portas.25 Área de armazenagem: Local destinado à estocagem de fogos de artifício industrializado.14 Análise: Ato formal de verificação das exigências das medidas de proteção contra incêndio das edificações e áreas de risco.4. elementos vazados – cobogó.30 Área de pouso e decolagem: Local do Heliponto ou Heliporto. e pelas quais pode-se irradiar o incêndio. 4. 4. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade. 4. que pode ser usado. sob a projeção o paramento externo da parede da edificação. parapeitos e vergas que não apresentam resistência ao fogo. em geral com valores em torno de 0. desde que haja acesso dos usuários ao exterior da edificação).9 Alambrado: Tela de arame ou outro material similar. 4. conforme o caso. que poderá ser utilizado para pousos e decolagens de Helicópteros. específica e por prazo limitado.8 Agente extintor: Produto utilizado para extinguir o fogo. 4. próximo ao local de resgate de vítimas com uso de helicópteros para casos de impossibilidade de abandono da edificação pelas rotas de fuga previamente dimensionadas. acessado através das saídas de emergência de um setor ou setores. localizado dentro dos limites do heliporto ou heliponto.

56 Bacia de contenção de óleo isolante: Dispositivo constituído por grelha.59 Banzo: Parte lateral das escadas de incêndio onde se fixam os degraus. adequados para controlar o movimento da fumaça. a saliência do bocel ou da quina sobre o degrau imediatamente inferior não pode ser menor que 15 mm em projeção horizontal.53 Avisador sonoro: Dispositivo que emite sinais audíveis de alerta. a linha de concorrência dos planos do degrau e do espelho.40 Área imprópria ao uso: São áreas que por sua característica geológica ou topográfica impossibilitam a sua exploração. eletricidade.55 Avisador visual: Dispositivo que emite sinais visuais de alerta. uma face aberta para o espaço livre exterior. movimentação de pessoas e/ou materiais sem parte edificada.49 Átrio (“Atrium”): Espaço amplo criado por um andar aberto ou conjuntos de andares abertos. 4.45 Armazém de produtos acondicionados: Área coberta ou não. 4. onde são acondicionados recipientes (tais como tambores. 4. 4. com a finalidade de coletar vazamentos de óleo isolante.46 Aspersor: Dispositivo utilizado nos chuveiros automáticos ou sob comando. 4. tanto vertical quanto horizontal. conectando dois ou mais pavimentos cobertos. controlado pela central. chamas ou calor de um local ou instalação para outro contíguo.41 Área protegida: Área dotada de medidas ativa e passiva para proteção contra incêndio e pânico. lagos (mesmo os artificiais). exclusivamente a armazenagem de recipientes de líquidos inflamáveis. 4. 4. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar. 4. Inclui-se nesta definição toldos e coberturas.63 Bomba com motor de combustão interna (motores do ciclo Otto ou Diesel): Equipamento . 4. destinada a abrigar máquinas e equipamentos. para aplicação de agente extintor 4. 4.61 Barreiras de proteção: Dispositivos que evitam a passagem de gases. etc.44 Armazém de líquidos inflamáveis: Construção destinada. ar condicionado e cabos de comunicação.42 Área total da edificação: Somatória da área a construir e da área construída da edificação. neste caso obrigatoriamente inclinada. excetuando-se os locais destinados à escada.4. casa de máquinas de elevadores. aquecedores de água a gás ou elétricos localizados na cobertura do edifício.38 Áreas de produção: Locais onde se localizam poços de petróleo. pertencentes ao imóvel. As barreiras de fumaça podem ter aberturas que são protegidas por dispositivos de fechamento automático ou por dutos de ar. tendo. caixas de água e circulação vertical. tal como uma parede.35 Área de toque: Parte da área de pouso e decolagem. com dimensões definidas.62 Bocel ou nariz do degrau: Borda saliente do degrau sobre o espelho. Excetua-se desta as áreas destinadas a jardinagens.36 Área de venda: Local destinado à permanência de pessoas para escolha e compra de produtos. 4. 4. riachos e poços. latas.58 Balcão ou sacada: Parte do pavimento da edificação em balanço em relação à parede externa do prédio.47 Atestado de brigada contra incêndio: Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teórico e prático de prevenção e combate a incêndio e pânico.50 Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB): Documento emitido pelo CBMMG. 4. 4. 4. 4. 4.43 Área utilizável: é toda aquela que de alguma forma pode ser utilizada para manobra de veículos.54 Avisador sonoro e visual: Dispositivo que emite sinais audíveis e visíveis de alerta combinados. arredondada inferiormente ou não. 4. pelo menos.37 Área do maior pavimento: Área do maior pavimento da edificação. 4. barrancos em pedra. chama-se quina do degrau.39 Área edificada: Entende-se por área edificada toda a área que possuir piso e teto construídos. placas e equipamentos de aquecimento solar. passeios públicos e áreas impróprias ao uso. estabelecendo um período de revalidação. 4. tonéis. duto de coleta e dreno.. escada rolante e “shafts” de hidráulica. 4. dentre outros.48 Ático: Parte do volume superior de uma edificação. 4. que é projetada e construída para restringir o movimento da fumaça. com fechamento na cobertura. excluindo-se o de descarga. preenchido com pedra britada. garantindo a eficiência desse sistema.60 Barreiras de fumaça (“smoke barriers”): Membrana. certificando que a edificação possui as condições de segurança contra incêndio e pânico.52 Avisador: Dispositivo previsto para chamar a atenção de todas as pessoas dentro de uma área de perigo.) que contenham produtos ou materiais combustíveis ou produtos inflamáveis.51 Autonomia do sistema: Tempo mínimo em que o sistema se mantém em funcionamento.57 Bacia de contenção: Região delimitada por uma depressão do terreno ou diques destinada a conter integralmente o vazamento de produtos líquidos dos tanques. previstas na legislação.. 4. 4. 4. Nota: Se o degrau não possui bocel. baldes. ações de carga e descarga. 4. Exemplificam esta definição os taludes em aclive acentuado. 4. andar ou teto.

para bomba principal. 4. 4.0 m3 de GLP (equivalente a 41 botijões de 13 kg ou 12 de 45 kg).83 Causa: Origem de caráter humano ou material. de acordo com a norma específica. 4. 4. 4. 4.67 Bomba principal: Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a recalcar água para os sistemas de combate a incêndio. 4. que contém os recipientes transportáveis ou estacionário (s) e acessórios. abandono da edificação. destinados ao armazenamento de gás liquefeito de petróleo (GLP) para consumo. medida em m3. que presta serviços de prevenção de incêndio e atendimento de emergência em edificações e eventos. vento etc. 4.89 Combate a incêndio: Conjunto de ações táticas destinadas a extinguir ou isolar o incêndio com uso de equipamentos manuais ou automáticos.84 Central de alarme: Equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção. 4. Classificação segundo sua capacidade máxima de armazenamento de recipientes: a) Classe I: até 540 kg ou 1.70 Bombeiro voluntário: Pessoa pertencente a uma organização não governamental que presta serviços de atendimento às emergências públicas.69 Bombeiro público (Militar ou civil): Pessoa pertencente a uma corporação de atendimento às emergências públicas. comandar e controlar os demais componentes do sistema. obtida em ensaio prático normalizado.75 Camada de fumaça (“smoke layer”): Espessura acumulada de fumaça abaixo de uma barreira física ou térmica. 4. d) Classe IV: até 4000 kg ou 8. calor. e que tenha sido aprovado no curso de formação. combate a um princípio de incêndio e prestar os primeiros socorros. que podem contribuir para a propagação e radiação do fogo. 4. dentro de uma área preestabelecida.85 Central de gás: Área devidamente delimitada. 4.64 Bomba com motor elétrico: Equipamento para combate a incêndio cuja força provém da eletricidade. relacionada com um acidente. dotado de elemento sensível à elevação de temperatura. treinadas e capacitadas para atuar na prevenção.71 Botijão: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP). 4. 4. pisos e tetos.68 Bombeiro profissional civil: Pessoa pertencente a uma empresa especializada. e) Classe V: acima de 4000 kg ou 8.76 Câmara de espuma: Dispositivo dotado de selo de vapor destinado a conduzir a espuma para o interior do tanque de armazenamento de teto cônico.0 m3 de GLP (equivalente a 83 botijões de 13 kg ou 24 de 45 kg). 4. determinados nas normas técnicas em vigor. 4. divisórias. 4.0 m3 de GLP (equivalente a 307 botijões de 13 kg ou 88 de 45 kg).72 Botijão portátil: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP) com capacidade nominal de até 5 kg de GLP.para o combate a incêndio cuja força provém da expansão do combustível misturado com o ar na presença de fonte ígnea ou pela variação de pressão. 4.86 Chuveiro automático: Dispositivo destinado a projetar água. ou da própria administração do estabelecimento.77 Canalização: Rede de tubos. localizado no topo da edificação.90 Combustibilidade dos elementos de revestimento das fachadas das edificações: Característica de reação ao fogo dos materiais utilizados no revestimento das fachadas dos edifícios. 4. com dedicação exclusiva.88 Cobertura: Elemento construtivo.080 kg ou 2. b) Classe II: até 1. voluntárias ou não. conexões e acessórios.65 Bomba de pressurização (“jockey”): Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a manter o sistema pressurizado em uma faixa preestabelecida. convertê-los em indicações adequadas. 4.79 Capacidade volumétrica: Capacidade total em volume que o recipiente pode comportar.520 kg ou 5. c) Classe III: até 2. expresso em megajoule (MJ) por metro quadrado (m2). 4. 4. 4. quando estes não puderem ser abastecidos pelo reservatório elevado.5 m3 de GLP (equivalente a 193 botijões de 13 kg ou 56 de 45 kg).73 Botoeira “liga-desliga”: Acionador manual. 4.78 Capacidade extintora: Medida do poder de extinção de fogo de um extintor. em forma de chuva. 4. .74 Brigada de incêndio: Grupo organizado de pessoas.82 Carretel axial: Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semi-rígidas. do tipo liga-desliga. inclusive o revestimento das paredes. 4.87 Circulação de uso comum: Passagem que dá acesso à saída de mais de uma unidade autônoma. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP. quarto de hotel ou assemelhado.80 Carga de incêndio: Soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço.66 Bomba de reforço: Dispositivo hidráulico destinado a fornecer água aos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente.). destinada a conduzir água para alimentar o sistema de combate a incêndio.0 m3 de GLP (acima de 307 botijões de 13 kg ou 88 de 45 kg). com a função de protegê-la da ação dos fenômenos naturais (chuva.81 Carga de incêndio específica: Valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado. 4.

4. d) enclausuramento das escadas por meio de paredes e portas corta-fogo. plantas ou ecossistemas) ou de bens materiais.105 Dano: Lesões a pessoas. possui resistência mecânica à variação térmica no tempo requerido de resistência ao fogo . 4.97 Compartimento: Parte de uma edificação. selos e “dampers” corta-fogo. cano ou peça similar.92 Compartimentação vertical e horizontal: Medidas de proteção passiva. g) parapeitos ou abas resistentes ao fogo.94 Compartimentação horizontal: Medida de proteção. 4. e trabalhando como gerador quando o sistema está com a tensão baixa. espaços ou andares. com a finalidade de facilitar o seu embarque.106 Degrau: Conjunto de elementos de uma escada composta pela face horizontal conhecida como “piso”. para acondicionamento de cargas em geral a transportar. e) paredes corta-fogo de isolamento de riscos entre unidades autônomas. e) selagem corta-fogo dos dutos (“shafts”) na altura dos pisos e/ou entrepisos. onde o elemento construtivo estrutural e de vedação. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e dificulte a sua propagação no plano vertical. animais.95 Compartimentação vertical: Medida de proteção. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico. concebida pelo arquiteto ou engenheiro. b) portas e vedadores corta-fogo nas paredes de compartimentação de áreas. 4.96 Compartimentar: Separar um ou mais locais do restante da edificação por intermédio de paredes resistentes ao fogo. 4. separando aberturas de pavimentos consecutivos. separando ambientes. determinado pela norma correspondente.98 Compensadores síncronos: Equipamento que compensa reativos do sistema.99 Comunicação visual: Conjunto de informações visuais aplicadas em uma edificação. construídos para evitar ou minimizar a propagação do incêndio de dentro para fora de seus limites. . conferida à edificação em relação às suas divisões internas.TRRF.93 Compartimentação: Característica construtiva. saídas. impedindo a passagem de calor ou fumaça. que lhe define a altura. separando pavimentos consecutivos. 4. b) vedadores corta-fogo nos entrepisos ou lajes cortafogo. interna ou externamente ao edifício. 4.103 Corpo técnico: Grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG. h) registros corta-fogo nas aberturas em cada pavimento dos dutos de ventilação e de ar condicionado. g) portas corta-fogo de ingresso de unidades autônomas. constituída de elementos de construção resistentes ao fogo. tendo como objetivos propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP). tais como: localização de ambientes. 4. portas. no mesmo pavimento ou para pavimentos elevados consecutivos. 4. destinados a evitar ou minimizar a propagação do fogo. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e evite a sua propagação no plano horizontal. destinado ao pisoteio e o espelho que é a parte vertical do degrau. analisar. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. destruição de recursos naturais (água. 4.102 Cor de segurança: Aquela para a qual é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança ou saúde. 4.100 Contêiner: Grande caixa metálica de dimensões e características padronizadas. 4. compreendendo um ou mais cômodos. com superfície lisa. 4. desembarque e transbordo entre diferentes meios de transporte. arredondada e contínua. f) paredes resistentes ao fogo na envoltória do edifício. cujas características básicas são a vedação térmica e a estanqueidade à fumaça. f) paredes corta-fogo entre unidades autônomas e áreas comuns. 4. c) selagem corta-fogo nas passagens das instalações prediais existentes nas paredes de compartimentação. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador.107 Densidade populacional (d): Número de pessoas em uma área determinada (pessoas/m2). 4. trabalhando como carga quando o sistema está com a tensão alta. solo.104 Corrimão ou mainel: Barra. prestação de serviços e propagandas. c) enclausuramento de dutos (“shafts”) por meio de paredes corta-fogo. 4. 4. Compartimentação horizontal a) paredes corta-fogo de compartimentação de áreas. ar. calor e gases. não se tratando especificamente de sinalização de emergência. aplicada em áreas de escadas e rampas destinadas a servir de apoio para as pessoas durante o deslocamento. desenhos ou plantas do sistema. avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. Incluem-se neste conceito os elementos de vedação abaixo descritos: Compartimentação vertical a) entrepisos ou lajes corta-fogo de compartimentação de áreas.91 Como construído (“as built”): Documentos. com a finalidade de orientar sua população. d) registros corta-fogo nas tubulações de ventilação e de ar condicionado que transpassam as paredes de compartimentação.101 Cor de contraste: Aquela que contrasta com a cor de segurança a fim de fazer com que a última se sobressaia. na qual se tem a divisão em nível (cômodos) ou vão vertical (pé direito).

117 Distribuição de GNL a granel: Compreende as atividades de aquisição ou recepção. pode ser suprimida facilmente em caso de reforma. medida perpendicularmente à face exposta da edificação. equipamento ou material.121 Duto de saída de ar (DS): Espaço vertical no interior da edificação. com aberturas dispostas de forma a poderem ser consideradas uniformemente distribuídas. decorrente da passagem de corrente elétrica.129 Edificação térrea: Edificação de um pavimento podendo possuir mezaninos.122 Duto (“plenum”): Condição de dimensionamento do sistema de pressurização no qual se admite apenas um ponto de pressurização. esguichos de fluxo direcional. 4. 4. 4. 4. 4. Podem ser: Dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de aspersão e terminam em um defletor ou uma calha que distribui a espuma. mantendo-os. com isso. dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de uma corrente compacta de baixa velocidade.123 Edificação: Área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação. 4. que permite a saída.114 Distância de segurança: Afastamento entre uma face exposta da edificação ou de um local compartimentado à divisão do lote.111 Detector automático de incêndio: Dispositivo que. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas.108 Descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. de gases e fumaça para o ar livre. 4. em qualquer pavimento. estabelecida a partir do limite de área de armazenamento. devidamente ventilados e livres de fumaça em caso de incêndio. 4.109 Deslizador de espuma: Dispositivo destinado a facilitar a aplicação suave da espuma sobre líquidos combustíveis armazenados em tanques. sem efeito estrutural e que. 4. 4.113 Dispositivos de descarga: Equipamentos que aplicam a espuma sob forma de neblina e que aplicam o agente numa corrente compacta de baixa velocidade. portanto.112 Dispositivo de recalque: Registro para uso do Corpo de Bombeiros. 4. 4. antecâmaras ou acessos. 4. que conduza ar puro. 4. para permitir a ventilação. dispensando-se o duto interno e/ou externo para pressurização. ou pequenas câmaras de geração com bocas de saídas abertas. . ao eixo da rua ou a uma linha imaginária entre duas edificações ou áreas compartimentadas do mesmo lote. b) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. de edificação e do público em geral.125 Edificação destinada ao comércio de fogos de artifício no varejo: Local destinado ao armazenamento e venda de fogos de artifício e estampido industrializados.119 Dosador: Equipamento destinado a misturar quantidades determinadas de “extrato formador” de espuma e água. podendo também exercer a atividade de liquefação de gás natural. exclusivamente.128 Edificação principal: Construção que abriga a atividade principal sem a qual as demais edificações não teriam função. basicamente. sobrelojas e jiraus. armazenamento. às escadas. do manipulador.115 Distância máxima horizontal de caminhamento: Afastamento máximo a ser percorrido pelo usuário para alcançar um acesso. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas. que serão realizadas por pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras. baixa ou atingindo o teto. acima da cobertura da edificação. 4. que permite o recalque de água para o sistema.127 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo. 4.4.124 Edificação aberta lateralmente: Edificação ou parte de edificação que.118 Divisória ou tabique: Parede interna.126 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação de calor. controle de qualidade e comercialização do gás natural liquefeito (GNL).120 Duto de entrada de ar (DE): Espaço no interior da edificação. Estes dispositivos podem ter formas como as de tubos abertos. 4. responsável pela radiação de calor. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro do edifício e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas ou. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido. coletado ao nível inferior desta. convecção de gases quentes ou a transmissão direta de chama. 4.110 Destravadores eletromagnéticos: Dispositivo de controle de abertura com travamento determinado pelo acionamento magnético. por meio de transporte próprio ou contratado. 4. 4. por calor. em cada pavimento: a) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. convecção de gases quentes e ou transmissão direta de chamas. transvasamento. quando sensibilizado por fenômenos físicos e/ou químicos. Observação: Em qualquer caso. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. com sede e administração no País. chama ou fumaça. 4. podem ter ou não defletores ou calhas incluídos como partes integrantes do sistema. detecta princípios de incêndio podendo ser ativado.116 Distância mínima de segurança: Afastamento mínimo entre a área de armazenamento de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) e outra instalação necessária para a segurança do usuário.

4.150 Esguicho regulável: Acessório hidráulico que dá forma ao jato.152 Espaço livre exterior: Espaço externo à edificação para o qual abram seus vãos de ventilação e iluminação.142 Escada aberta externa (AE): Escada de emergência precedida de porta corta-fogo (PCF) no seu acesso. 4. 4.147 Escada não enclausurada ou escada comum (NE): Escada que embora possa fazer parte de uma rota de saída. 4. 4. 4. ocasionando redução do desempenho do ventilador em termos de vazão. visando restringir o movimento da fumaça. para exposições de produtos com possibilidade de respingos.158 Estação fixa de emulsificação: Local onde se situam bombas.136 EPI: Equipamentos de proteção individual. 4.145 Escada enclausurada à prova de fumaça (EPF): Escada cuja caixa é envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo. cujo acesso é por antecâmara igualmente enclausurada ou local aberto. 4. Os átrios e shoppings cobertos são exemplos de espaços amplos. 4.132 Elemento de compartimentação: Elemento de construção que compõe a compartimentação da edificação. tubulações e sistemas. direção e controle ao jato. geralmente com dois ou mais pavimentos que se comunicam internamente.157 Estação de carregamento: Instalação especialmente construída para carregamento de caminhões-tanques ou de vagões-tanques. dosadores. em cada pavimento. Utiliza-se roupa de proteção química conforme especificação da tabela de compatibilidade da roupa.146 Escada enclausurada protegida (EP): Escada devidamente ventilada situada em ambiente envolvido por paredes resistentes ao fogo e dotada de portas corta-fogo.148 Escoamento (E): Número máximo de pessoas possíveis de abandonar um recinto dentro do tempo máximo de abandono. cuja projeção esteja fora do corpo principal da edificação. não possuindo portas corta-fogo. 4. 4. válvulas e reservatórios de extrato formador de espuma. compreendidos entre a parte inferior do forro de um pavimento e a parte superior do piso do pavimento imediatamente superior. os quais não podem ser utilizados no suprimento de ar.134 Emergência: Situação crítica e fortuita que representa perigo à vida. 4. 4.130 Efeito chaminé (“Stack effect”): Fluxo de ar vertical dentro das edificações.155 Espaços separados (“separated spaces”): Espaços dentro de edificações que são isolados das áreas grandes por barreiras de fumaça. ingestão ou absorção cutânea.4. de modo a evitar fogo e fumaça em caso de incêndio.135 Entrepiso: Conjunto de elementos de construção. 4. 4. . pode mover-se ou acumular-se sem restrições.140 EPR: Equipamentos de proteção respiratória.156 Espuma mecânica: Agente extintor constituído por um aglomerado de bolhas produzidas por agitação da água com Líquido Gerador de Espuma (LGE) e ar. 4. permitindo o uso d’água em forma de chuveiro de alta velocidade. permitindo desta forma eficaz ventilação. 4. tanto no espaço amplo como no espaço comum. 4. “halls” e outros. com proteção respiratória de pressão positiva. 4.149 Esguicho: Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras. propiciando um seguro abandono.141 Escada aberta: Escada não enclausurada por paredes e porta corta-fogo.138 EPI de nível “B”: É o nível de proteção intermediário. dentro do qual a fumaça proveniente de um incêndio.144 Escada enclausurada: Escada protegida com paredes resistentes ao fogo e portas corta-fogo. 4. cuja condição de estanqueidade à fumaça é obtida por intermédio de pressurização.139 EPI de nível “C”: É o nível mínimo necessário a qualquer tipo de acidente envolvendo produtos químicos.153 Espaços comuns (“communicating space”): Espaços dentro de uma edificação com comunicação com espaços amplos adjacentes. Os espaços comuns podem permitir aberturas diretamente dentro dos espaços amplos ou podem conectar-se por meio de passagens abertas. 4. 4. Utiliza-se roupa encapsulada de proteção química. decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional.133 Elemento estrutural: Todo e qualquer elemento de construção do qual dependa a resistência e a estabilidade total ou parcial da edificação. Pode ser constituído por logradouro público ou pátio amplo. sendo dotada de guarda-corpo ou gradil (Barreiras) e corrimãos em todas sua extensão (degraus e patamares). 4.131 Efeito do sistema: Efeito causado pelo erro de projeto e/ou instalação com configurações inadequadas do sistema onde o ventilador está instalado. 4.154 Espaços comuns e amplos (“large volume spaces”): Espaço descompartimentado.151 Espaço confinado: Local onde a presença humana é apenas momentânea para prestação de um serviço de manutenção em máquinas. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto. ao meio ambiente e ao patrimônio. comunica-se diretamente com os demais ambientes como corredores. 4. 4. com ou sem espaços vazios. causado pela diferença de temperatura interna e externa.143 Escada à prova de fumaça pressurizada (PFP): Escada à prova de fumaça. destinado a dar forma. 4. 4. nos quais a fumaça proveniente de um incêndio pode propagar-se livremente. sendo por inalação.137 EPI de nível “A”: É o nível máximo de proteção para todas as possíveis vias de intoxicação.

163 Estado de vigília do sistema: Condição em que a fonte de energia alternativa (sistema de iluminação de emergência) está pronta para entrar em funcionamento na falta ou na falha da rede elétrica da concessionária. É responsável pela segurança veicular. respeitando-se os turnos de trabalho. 4. misturada formando uma massa.166 Exercício simulado: Atividade prática realizada periodicamente para manter a brigada e os ocupantes das edificações com condições de enfrentar uma situação real de emergência.178 Fluxo luminoso residual: Fluxo luminoso medido após o tempo de autonomia garantida pelo fabricante no funcionamento do sistema. 4. efetivamente. que produz ruídos e efeitos luminosos. 4. 4. propeno. podendo apresentar-se em mistura entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos. 4.172 Fachada de acesso operacional: Face da edificação localizada ao longo de uma via pública ou privada com largura livre maior ou igual a 6 m. Tanto inibido manualmente com religamento automático ou por meio de célula fotoelétrica. portátil ou sobre rodas.173 Faixa de estacionamento: Trecho das vias de acesso que se destina ao estacionamento e operação das viaturas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). buteno). possibilitando o acesso operacional dos equipamentos de combate e seu posicionamento em relação a ela.4.175 Filtro de partículas: Elemento destinado a realizar retenção de partículas existentes no escoamento de ar e que estão sendo arrastadas por este fluxo. 4. os dispositivos da iluminação de emergência. 4.182 Formulário para atendimento técnico (FAT): Instrumento administrativo utilizado pelo interessado para sanar dúvidas. adotando-se para o cálculo do escoamento.179 Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico. produzindo calor intenso e pressões elevadas.168 Expedidor: Pessoa responsável pela contratação do embarque e transporte de logística envolvendo produtos perigosos expressos em nota fiscal ou conhecimento de transporte internacional. 4.174 Fator de massividade (“fator de forma”) (m-1): Razão entre o perímetro exposto ao incêndio e a área da seção transversal de um perfil estrutural. para conservar energia e manter a bateria em estado de carga para uso em emergência. 4.160 Estado de flutuação: Condição em que a bateria de acumuladores elétricos recebe uma corrente necessária para a manutenção de sua capacidade nominal. de acordo com a descrição da NBR 14432. butano.186 Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de . 4.183 Fumaça (“smoke”): Partículas de ar transportadas na forma sólida. 4.159 Estação móvel de emulsificação: Veículo especificado para transporte de extrato formador de espuma (EFE) e o seu emulsionamento com a água. contemplando duas unidades de passagem. decorrente de um material submetido a pirólise ou combustão. A fachada deve possuir pelo menos um meio de acesso ao interior do edifício e não ter obstáculos. nitrogênio ou outros componentes normalmente encontrados no gás natural. 4. composto predominantemente de metano e que pode conter quantidades mínimas de etano. entre outros.170 Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual. 4. quando do escurecimento da noite.169 Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases. que emitirá ou receberá a propagação de um incêndio.180 Fonte de energia alternativa: Dispositivo destinado a fornecer energia elétrica ao(s) ponto(s) de luz de emergência na falta ou falha de alimentação na rede elétrica da concessionária. solicitar juntada de documentos. que juntamente com a quantidade de ar que é conduzida. 4.177 Fluxo luminoso nominal: Fluxo luminoso medido após 2 min de funcionamento do sistema. fluxo igual a 88 pessoas por minuto (F=88). 4. solicitar alterações em Processo e Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros.171 Fachada: Face de uma edificação constituída de vedos e aberturas. 4. solicitar reconsideração de ato em vistoria.161 Estado de funcionamento do sistema: Condição na qual a(s) fonte(s) de energia alimenta(m). 4. sistemas previstos e trâmite no Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). signatários.185 Gás natural liqüefeito (GNL): Fluido no estado líquido em condições criogênicas.167 Exercício simulado parcial: Atividade prática abrangendo apenas uma parte da planta.176 Fluxo (F): Número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/min) em um determinado meio de abandono. 4. 4.184 Gás liquefeito de petróleo (GLP): Produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano. 4. destinado a combater princípios de incêndio. 4. 4. compatibilidade entre os produtos e a identificação de seus riscos.164 Estanqueidade: Propriedade de um elemento construtivo da vedação de impedir a passagem de gases e/ou chamas. 4. sem obstrução. ou de qualquer outra forma. líquida e gasosa.162 Estado de repouso do sistema: Condição na qual o sistema foi inibido de iluminar propositadamente. propano. 4. 4.165 Exaustão: Princípio pelo qual os gases e produtos de combustão são retirados do interior do túnel. 4. 4.181 Formulário de segurança contra incêndios: Documento que contém os dados básicos da edificação.

podendo ser emergente (de coluna) ou subterrâneo (de piso). de de de de 4. horizontais e verticais. elevado: Local instalado sobre de bombas e/ou mangueiras para o serviço de extinção de incêndios. 4. 4. 4. 4. as lâmpadas de iluminação de emergência não são alimentadas pela rede elétrica da concessionária e. ao nível do solo ou elevada. 4. maciça ou não delimitando as faces laterais abertas de escadas. podendo estar no interior de um abrigo de mangueira. 4.205 Hidrante urbano: Ponto de tomada de água provido de dispositivo de manobra (registro) e união de engate rápido. 4. 4.ozônio. 4.212 Iluminação não permanente: Sistema no qual.202 Hidrante de coluna: Aparelho ligado à rede pública de distribuição de água.194 Heliponto civil: Local destinado. servindo como proteção contra eventuais quedas de um nível para outro. 4.207 Iluminação de ambiente ou aclaramento: Iluminação com intensidade suficiente para garantir a saída segura de todas as pessoas do local em caso de emergência. 4. são alimentadas automaticamente pela fonte de alimentação de energia alternativa. 4. São inodoros. ao uso de helicópteros civis. 4. estação de passageiros.213 Iluminação permanente: Sistema no qual.189 Grupo motoventilador: Equipamento composto por motor elétrico e ventilador. na falta de iluminação normal. incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais. maus condutores de eletricidade e não corrosivos. balcões. em princípio. utilizada para pousos e decolagens de helicópteros.199 Heliportos: Helipontos públicos dotados instalações e facilidades para apoio de helicópteros e embarque e desembarque de pessoas.211 Iluminação de emergência e de aclaramento: Sistema composto por dispositivos de iluminação de ambientes para permitir a saída fácil e segura das pessoas para o exterior da edificação. 4. com a finalidade de insulflar ar dentro de um corpo de escada de segurança para pressurizá-la e expulsar a possível entrada de fumaça. aeroportos. locais abastecimento.187 Gerador de espuma: Equipamento que se destina a facilitar a mistura da solução com o ar para a formação de espuma. sendo vedada sua utilização em caráter comercial. 4. em caso de falha do sistema normal de iluminação.200 Heliportos elevados: Heliportos localizados sobre edificações.193 Heliponto: Área homologada ou registrada. 4. posicionado no final de cada trecho.197 Heliponto privado: Local destinado ao uso de helicópteros civis.214 Incêndio: é o fogo sem controle. Por exemplo: centros médicos. as lâmpadas de iluminação de emergência são alimentadas pela rede elétrica da concessionária. 4.203 Hidrante de parede: Ponto de tomada de água instalado na rede particular.195 Heliponto edificações. patamares. terraços.204 Hidrante para sistema de espuma: Equipamento destinado a alimentar com água ou solução de espuma as mangueiras para combate a incêndio. 4. bem como proporcionar a execução de intervenção ou garantir a continuação do trabalho em certas áreas. de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas. tais como: pátio estacionamento. metrô.190 Grupo motogerador: Equipamento cuja força provém da explosão do combustível misturado ao ar.188 Grelha de insuflamento: Dispositivo utilizado nas redes de distribuição de ar. 4.210 Iluminação de emergência: Sistema que permite clarear áreas escuras de passagens.196 Heliponto militar: Local destinado ao uso de helicópteros militares.208 Iluminação de balisamento: Sistema composto por símbolos iluminados que indicam a rota de fuga em caso de emergência. 4. 4. só em caso de falta da fonte normal. 4. incolores. sendo comutadas automaticamente para a fonte de alimentação de energia alternativa em caso de falta e/ou falha da fonte normal. 4. 4.198 Heliponto público: Local destinado ao uso de helicópteros em geral.191 Guarda ou guarda-corpo: Barreira protetora vertical. tampões. galerias e assemelhados. 4. 4. que permite a adaptação .192 Habite-se: Documento em que a Prefeitura Municipal local aceita as obras e serviços realizados e autoriza a sua ocupação. em caso de interrupção da alimentação normal.206 Iluminação auxiliar: Iluminação destinada a permitir a continuação do trabalho. embutido em parede.201 Hidrante: Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores. com a finalidade de gerar energia elétrica. Este elemento terminal é utilizado para direcionar e/ou distribuir de modo adequado o fluxo de ar em determinado ambiente. equipamentos de manutenção etc. mangueiras de incêndio e demais acessórios. etc.209 Iluminação de balizamento ou de sinalização: Iluminação de sinalização com símbolos e/ou letras que indicam a rota de saída que pode ser utilizada em caso de emergência. 4. rampas. ligado à rede pública de abastecimento de água.

224 Instalações sob comando: O agente extintor fica armazenado em depósitos fixos e é conduzido através de tubulações rígidas até pontos táticos. equipado na sua extremidade livre um esguicho difusor com válvula de comando manual de jato. postos de serviço ou refinarias.233 Jato de espuma de monitor (canhão): Jato de grande capacidade de esguicho. 4. Destes pontos. 4. e. eletroeletrônica.231 Itinerário: Trajeto a ser percorrido pelas guarnições do Corpo de Bombeiros na ida ou no regresso do atendimento de uma emergência. contenção ou distribuição de fluídos líquidos ou gasosos.232 Jato compacto: Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas. 4. a densidade da fumaça na zona de transição cai a zero. 4.220 Instalações fixas de aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás carbônico diretamente sobre o material que queima. de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado. 4. 4. 4. 4. prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco. para fins de atividades de produção industrial. previamente estabelecido por meio de croqui. geração ou controle de energia. emanadas de outra atingida por incêndio.226 Instalador: Pessoa física ou jurídica responsável pela execução da instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. 4. cuja montagem tenha caráter permanente ou temporária. ocupação de toda espécie. θO é a temperatura do ambiente antes do início do aquecimento em graus Celsius. 4.225 Instalações temporárias: Locais que não possuem características construtivas em caráter definitivo podendo ser desmontadas e transferidas para outros locais.234 Jato de fumaça sob o teto (“ceiling jet”): Fluxo de fumaça sob o teto. mas.236 Jirau: Entende-se por jirau o piso compreendido entre dois pavimentos contíguos. medidores. concebida pelo arquiteto/engenheiro. θg é a temperatura dos gases. geralmente tomada igual a 20º C. Normalmente. O fluxo de solução de 1200L/min ou mais pode ser usado. em graus Celsius no instante t. hidráulica. dada pela seguinte expressão: θg=θo + 345 log (8t+1) Onde: t é o tempo. com os necessários complementos. elétrica. os .228 Interface da camada de fumaça (“smoke layer interface”): Limite teórico entre uma camada de fumaça e a fumaça provinda do ar externo (livre).4. onde existem válvulas terminais (difusores).227 Instrução técnica: Documento elaborado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais com objetivo de normalizar medidas e procedimentos de segurança. expresso em minutos.215 Incêndio natural: Variação de temperatura que simula o incêndio real.230 Isolamento de risco: Característica construtiva. estendendo-se radialmente do ponto de choque da coluna de fogo contra o teto. onde líquidos inflamáveis são armazenados e processados. registros e aparelhos de utilização de gás.229 Inundação total: Descarga de gases limpos. destinado à condução e ao uso do gás no interior da edificação. 4. 4. acessórios e equipamentos que conduzem e utilizam o GLP para consumo.217 Inibidor de vórtice: Acessório de tubulação destinado a eliminar o efeito do vórtice dentro de um reservatório. 4.219 Instalação de gás liquefeito de petróleo (GLP): Sistema constituído de tubulações. por meio da queima e/ou outro meio previsto e autorizado na legislação competente. 4. as tubulações são complementadas com mangotinhos até o local do foco de incêndio onde o agente é aplicado. reguladores. na qual se tem a separação física de uma edificação em relação às demais circunvizinhas. 4. A reação do esguicho usualmente limita o fluxo da solução a aproximadamente 1000L/min no máximo. características térmicas dos elementos de vedação e da carga de incêndio específica.235 Jato de linha de mangueira: Jato de espuma de um esguicho que pode ser segurado e dirigido manualmente. em função da geometria. observado na extremidade do esguicho.221 Instalações fixas de mangotinhos: Dispositivo com suprimento fixo de gases compreendendo um ou mais cilindros que alimentam um mangotinho acondicionado em um carretel de alimentação axial. Este equipamento é de comando manual. que necessite de proteção contra incêndio previsto na legislação. Na prática. por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido. ou outra.216 Incêndio-padrão: Elevação padronizada de temperatura em função do tempo. 4. 4. Podem ser de comando automático ou manual.218 Instalação: Toda montagem mecânica.222 Instalações industriais: Conjunto de equipamentos que não se enquadram como depósitos. 4.223 Instalação interna: Conjunto de tubulações. a interface da camada de fumaça é um limite efetivo dentro da zona de diminuição de impacto. ventilação. que pode ter vários metros de espessura. cuja característica básica é a impossibilidade técnica de uma edificação ser atingida pelo calor irradiado. que está apoiado em posição e que pode ser dirigido por um homem. conduzido ou propagado pela convecção de massas gasosas aquecidas. por meio da intervenção do homem. 4. 4. Abaixo desse limite efetivo. 4. a temperatura do jato de fumaça sob o teto será maior que a camada de fogo adjacente.

se tornem auto-reativos e. Não constitui jirau.8ºC. 4. o qual não configure um pavimento. subdividido como segue: a) classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37. É comum o seu emprego em edificações industriais e comércio atacadista. onde haja a probabilidade de um perigo se materializar causando um dano. ficando.244 Linha de percurso de uma escada: Linha imaginária sobre a qual sobe ou desce uma pessoa que segura o corrimão. a linha de percurso coincide com o eixo da escada. aguarrás e querosene (iluminante e de aviação).251 Local de risco: Área interna ou externa da edificação. 4. 4.8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37.255 Maior risco: Aquele que possa existir oriundo de instalações projetadas ou existentes que requeira a maior demanda de água para o combate a incêndio. modificação ou ampliação dos existentes. 4.10 m de largura. também conhecido como líquido Classe I.252 Local de saída única: Condição de um pavimento da edificação.253 Loteamento: Parcelamento do solo com abertura de novos sistemas de circulação ou prolongamento. Nas escadas de menos de 1.256 Mangotinho: Ponto de tomada de água onde há uma simples saída contendo válvula de abertura rápida. na estocagem ou no transporte. ou fechamentos de área para fins de qualquer espécie. Sua função principal é de acondicionamento de materiais. em um lote de recipientes. 4. 4.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. 4.241 Limite de área de armazenamento: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP). pois. em um lote de recipientes.8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação).55m da borda livre da escada ou da parede. b) classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60º C e inferior a 93. aceita pelo proprietário da instalação ou seu preposto legal designado.8ºC. nem subir altura superior a 3.254 Lotes de recipientes: Conjunto de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) sem que haja corredor de inspeção entre estes. 4.237 Lanço de escada: Sucessão ininterrupta de degraus entre dois patamares sucessivos. 4. 4.238 Largura do degrau (b): Distância entre o bocel do degrau e a projeção do bocel do degrau imediatamente superior. 4. subdividindo-se em: a) classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. no estado puro ou nas especificações comerciais. c) classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93. – solventes (conforme ficha de segurança do produto). mangueira flexível de abastecimento e central de gás liquefeito de petróleo (GLP).249 Listagem confiável: Relação de dados e características de projeto de equipamentos ou dispositivos.8ºC – todos os tipos de álcool.todos os tipos de óleo combustível.4ºC . 4.248 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que. publicada pelo fabricante e reconhecida por órgãos regulamentadores ou normativos. quando este for exigido. O acesso a este nível pode utilizar a escada principal da edificação ou possuir escada exclusiva. 4. 4. mais perto da borda. 4.239 Laudo: Peça na qual o profissional habilitado relata o que observou e dá as suas conclusões. onde a saída é possível apenas em um sentido. b) classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22.todos os tipos de lubrificantes. .245 Linha de solução: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a solução de espuma mecânica.240 Leiaute: Distribuição física de elementos num determinado espaço. possuindo altura do pé direito diferenciado do pé direito do pavimento tipo e com área de projeção em planta que não ultrapasse a metade da área do piso imediatamente abaixo. Nota: Sobre esta linha.250 Local de abastecimento: Área determinada pelo conjunto de veículo abastecedor. 4. 4.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. todos os degraus possuem piso de largura igual.8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de óleo diesel. c) classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22.quais tenham entre si altura suficiente para a interposição de um terceiro nível. níveis cujo aproveitamento seja constituído por escritórios. inclusive os degraus ingrauxidos nos locais em que a escada faz deflexão. ou de choque mecânico. Nota: Um lanço de escada nunca pode ter menos de três degraus.8ºC. 4. por efeito de variação de temperatura e pressão.246 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37. em conseqüência. se decomponham. estando afastada 0. acrescida da largura do corredor de inspeção.4º C . 4. servindo como área de depósito. A principal característica do jirau em relação à sobreloja ou ao mezanino reside na característica de poder ser contido lateralmente apenas por duas paredes e com a possibilidade de ter ou não guardacorpo nas outras laterais.242 Limite do lote de recipientes: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP).247 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37.243 Linha de espuma: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a espuma.70m. polimerizem ou venham a explodir. medida horizontalmente sobre a linha de percurso da escada. 4.

usado para canalizar água.258 Mangueira flexível: Tubo flexível de material sintético com características comprovadas para uso do gás liquefeito de petróleo (GLP). 4. cálculos. premissas e etapas utilizados para definir. 4. 4.282 Nível de acesso: Ponto do terreno em que atravessa a projeção do paramento externo da parede do prédio. 4. estabelecida pelo Sistema Internacional de Unidades – SI. havendo comunicação entre os módulos.265 Materiais incombustíveis: Produtos ou substâncias que. em seu processo químico. sala de reuniões. semi-rígida.264 Materiais fogo-retardantes: Produtos ou substâncias que. recebem tratamento para melhor se comportarem frente à ação do calor. 4. mangueira esguicho regulável e demais acessórios.262 Materiais combustíveis: Produtos ou substâncias (não resistentes ao fogo) que sofrem ignição ou combustão quando sujeitos a calor. apresentam baixa taxa de queima e pouco desenvolvimento de fumaça. com ou sem emprego de escadas. ao se entrar na edificação.269 Megajoule (MJ): Medida de capacidade calorífica dos corpos e materiais.259 Manômetro: Instrumento que realiza a medição de pressões efetivas ou relativas. 4.266 Materiais semicombustíveis: Produtos ou substâncias que.275 Módulo habitável: Contêiner adaptado. 4.270 Meio defensável (“tenable environment”): Meio no qual a fumaça e o calor estão limitados e restritos. . não fazendo parte da estrutura principal. 4. através de portas. desde a concepção até a sua implantação e manutenção. 4. submetidos à ignição ou combustão. prevista no Regulamento de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. 4. antes do início da medição (ajuste do “zero”).274 Mezanino: Pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares.277 Monitor fixo (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e está montado num suporte estacionário fixo ao nível do solo ou em elevação. que recebeu portas e janelas.280 Neblina de água: Jato de pequenas partículas d’água. 4.263 Materiais de acabamento: Produtos ou substâncias que. submetidos à ignição ou combustão. deformações excessivas e não desenvolvem elevada quantia de fumaça e gases. 4. possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à incolumidade das pessoas. 4. sala de treinamento ou de aula. 4. 4. seguido da qualificação e otimização da capacidade de reação.272 Meio de Fuga: Medidas que estabelecem rotas de fuga seguras aos ocupantes de uma edificação. 4. derretimento.278 Monitor portátil (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e encontra-se num suporte móvel ou sobre rodas. O módulo habitável pode ser formado por um ou mais contêineres conjugados. visando preservar os ocupantes num nível que não exista ameaça de vida. ábacos e tabelas. sendo considerado andar o mezanino que possuir área superior à metade da área do andar subdividido. 4. localizar. solução ou espuma. 4. 4.281 Nível: Parte da edificação não contida em um mesmo plano.261 Mapeamento de risco: Estudo desenvolvido pelo responsável por uma edificação em conjunto com o Corpo de Bombeiros. É composto de parte descritiva.276 Monitor (canhão): Equipamento destinado a formar e orientar jatos de água ou espuma de grande volume e alcance.257 Mangueira de incêndio: Tubo flexível.267 Máximo enchimento: Volume máximo de gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido que um recipiente pode armazenar com segurança.271 Meio de Alerta: Dispositivos ou equipamentos destinados a avisar os ocupantes de uma edificação por ocasião de uma emergência qualquer. fabricado com fios naturais ou artificiais. ao meio ambiente e ao patrimônio. 4. 4. almoxarifado ou guarita. além de instalação elétrica e/ou hidráulica. Permite o ajuste do valor inicial.260 Manômetro de líquido ajustável: Tipo de manômetro que permite a realização da avaliação da diferença de pressão entre dois ambientes por meio da comparação entre alturas de colunas de líquido dito manométrico. 4. empregado como escritório. 4. podendo ou não possuir proteção metálica ou têxtil. não apresentam rachaduras. O monitor pode ser alimentado com a solução mediante tubulação permanente ou mangueiras. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação. 4. produzido por esguichos especiais. são agregados à mesma com fins de conforto.283 Nível de descarga: Nível no qual uma porta externa conduz ao exterior. dispostos horizontalmente (afastados ou não entre si) ou verticalmente.adaptador (se necessário). estética ou segurança. 4. Nota: É aplicado para a determinação da altura da edificação. limitar sua propagação.273 Memorial: Conceitos. visando relacionar os meios humanos e materiais disponíveis por uma empresa. ou ainda aqueles protegidos por produtos que dificultem a queima. 4. depósito. de modo que pode ser transportado para cena do incêndio.279 Mudança de ocupação: Consiste na alteração de uso da edificação que motive a mudança de classificação na tabela 1. 4.268 Medidas de proteção contra incêndio e pânico: Conjunto de ações e dispositivo a serem instalados nas edificações e áreas de risco necessários a evitar o surgimento de incêndio e pânico.

no local ou em laboratório especializado. onde os pilares se encontram com os elementos de fundação ou onde os pilares mudam de forma e ficam aparentes.293 Operador: Profissional habilitado a executar a operação de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP podendo acumular a função de motorista. mantendo sua integridade e as características de vedação contra gases e fumaça. estadual. no local ou em laboratório especializado. 4.285 Ocupação: Atividade ou uso da edificação. 4. 4. mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem. em atendimento ao projeto arquitetônico.304 Percentual de aberturas em uma fachada: Relação entre a área total (edificações não compartimentadas) ou área parcial (edificações compartimentadas) da fachada de uma edificação. federal.302 Pavimento: Está compreendido entre o plano de piso e o plano do teto imediatamente acima do piso de referência. isolação térmica e estabilidade).292 Operação manual: Atividade que depende da ação do elemento humano.284 Nível de segurança: Enquadramento dado ao nível potencial de risco que a edificação oferece em sua utilização prevista.306 Perigo: Propriedade de causar dano inerente a uma substância. visando a separar uma edificação em relação à outra. espetáculos e parques de diversões. . 4. Considera-se.287 Ocupação predominante: Atividade ou uso principal exercido na edificação.310 Pista de rolagem: Pista de dimensões definidas.294 Órgão competente: Órgão público.305 Perícia técnica: Consiste no levantamento e apuração efetuado por profissional do CBMMG. aberto em pelo menos três lados. 4. em desnível aéreo. 4. tais como: circos.303 Pavimento de descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. 4. com características de resistência ao fogo (estanqueidade. 4. levando-se em consideração o risco de ativação das estruturas ou o potencial danoso aos usuários. aberto em pelo menos duas faces opostas. 4. Também se inclui nesta categoria. reação desordenada. 4. conforme concebida pelo arquiteto ou engenheiro. o nível de transição das estruturas da edificação. individual ou coletiva. 4. através do exame técnico das edificações. dividido pela área de aberturas existentes na mesma fachada. 4. a uma instalação ou a um procedimento. constituída por 4.309 Piso: Superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito. municipal. 4. para emissão de parecer técnico quanto aos sinistros e exigências de proteção contra incêndio e pânico nas edificações. em desnível subterrâneo. 4. desde que reúna as habilitações necessárias. 4. sob a ação do fogo. 70% do perímetro total. mediante exame técnico das edificações. feiras. desenvolvimento e conseqüências dos incêndios atendidos pelo CBMMG. 4.290 Operação automática: Atividade que não depende de qualquer intervenção humana para determinar o funcionamento da instalação de gás.297 Parede corta-fogo: Elemento construtivo que. ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio. 4. reação desordenada. 4. 4. de propagação rápida. apontando as causas que o motivaram. 4. o local coberto.291 Operação de abastecimento: Atividade de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP. bem como das causas do desenvolvimento e conseqüências dos incêndios. cujo perímetro aberto tenha. individual ou coletiva.299 Parede resistente ao fogo (parede de compartimentação): Elemento estrutural resistente ao fogo por um determinado período de tempo.301 Passarela: Obra de arte destinada à transposição de vias.295 Pânico: Susto ou pavor repentino. 4. e ao uso de pedestres. 4.307 Pesquisa de incêndio: Apuração das causas. 4. 4. 4.308 Pilotis: Local edificado de uso comum. no mínimo.288 Ocupação temporária: Atividade desenvolvida de caráter temporário. é estanque à propagação da chama e proporciona um isolamento térmico tal que a temperatura medida sobre a superfície não exposta não ultrapasse 140ºC durante um tempo especificado. provoca nas pessoas.286 Ocupação mista: Edificação que abriga mais de um tipo de ocupação. não definitivo em local com características de estrutura construtiva permanente. susto ou pavor que repentino. podendo ser anexadas ocupações temporárias. que provoca nas pessoas. destinada à rolagem de helicópteros entre área de pouso ou de decolagem e a área de estacionamento ou de serviços. conserva suas características de resistência mecânica. também.298 Parede corta-fogo portante: Elemento construtivo.4.289 Ocupações temporárias em instalações permanentes: Instalações de caráter temporário e transitório. legalmente habilitado.296 Pantográfica: Porta paralelogramos articulados. materiais e equipamentos. materiais e equipamentos.300 Passagem subterrânea: Obra de arte destinada à transposição de vias. como tal. de propagação rápida. e ao uso de pedestres ou veículos.

ao meio ambiente e às propriedades.322 Ponto de luz: Dispositivo constituído de lâmpada(s) ou outros dispositivos de iluminação. e) registro de recalque. instalado nas aberturas da parede de compartimentação.328 Posto de abastecimento e serviço: Atividade onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos. 4. b) paredes corta-fogo e de compartimentação. objetivando diminuir a possibilidade da ocorrência de um princípio de incêndio e pânico.330 Procedimento sumário: Constitui-se na ação de análise e vistoria do CBMMG em edificações de uso coletivo. cabos.311 Planilha de levantamento de dados: Instrumento utilizado para a catalogação de todas as informações e dados da empresa. aqueles produtos cujo manuseio e tráfego apresentam risco à vida. ao meio ambiente e ao patrimônio individual ou público.320 Poço de sucção: Elemento construtivo do reservatório. 4. indicando: a) principais riscos. eletrodutos. e estabelecer o comportamento a ser adotado frente à emergência. 4. em caso de sinistro. Polícia etc) e brigadas de incêndio e de abandono das empresas privadas. 4. com representantes de todos os órgãos envolvidos no atendimento de uma emergência. A3 ou A4. 4.323 População: Número de pessoas para as quais uma edificação. ventilação. A2. estanqueidade e isolamento térmico. f) reserva de incêndio. conforme o Manual de Defesa Civil Estudos de Riscos e Medicina de Desastres. podendo ser em mais de uma folha.Deve atender ás exigências de resistência mecânica. . 4. e outros.319 Poço de instalação: Passagem essencialmente vertical deixada numa edificação com finalidade específica de facilitar a instalação de serviços tais como: dutos de ar-condicionado.313 Plano de intervenção de incêndio: Plano estabelecido em função dos riscos da edificação para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência. indispensável à elaboração de um PPI. envolvendo as medidas de proteção ativa e passiva. monta-cargas.312 Plano de Auxílio Mútuo (PAM): Plano que tem por objetivo conjugar os esforços dos órgãos públicos (Corpo de Bombeiros. 4. invólucro(s) e/ou outros(s) componente(s) que têm a função de promover o aclaramento do ambiente ou a sinalização. Quando instaladas nas escadas de segurança. i) hidrantes públicos próximos da edificação (se houver). com tempo mínimo de resistência ao fogo. tubos de lixo. g) armazenamento de produtos perigosos. 4. elevadores. h) vias de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros. bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações. c) hidrantes externos.325 População flutuante: Número de pessoas que não se enquadra no item de população fixa. possibilitam que os ocupantes das edificações atinjam os pisos de descarga com as suas integridades físicas garantidas. 4. arranjo e previsão dos meios de segurança contra incêndio e riscos existentes. ou parte dela é projetada. 4. É um dispositivo móvel que. 4.332 Produtos perigosos: Todas as substâncias cuja liberação ou ameaça de liberação cause risco ao ser humano. 4. A1. 4. retarda a propagação do incêndio de um ambiente para outro. 4. 4. considerando-se os turnos de trabalho e a natureza da ocupação. destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado. 4. 4. 4.316 Planta de bombeiro: Representação gráfica da edificação. bem como os terceiros nestas condições.326 Porta corta-fogo (PCF): Dispositivo construtivo(Conjunto de folha(s) de porta. Será sempre pelo número máximo diário de pessoas. com área de até 750 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados) regulados por meios de instrução técnica. Defesa Civil.329 Prevenção contra incêndio e pânico: Conjunto de ações e medidas que visam a orientação das pessoas. vedando aberturas em paredes. destinadas à circulação de pessoas e de equipamentos.315 Plano particular de intervenção (PPI): Procedimento peculiar de atendimento de emergência em locais previamente definidos.4.324 População fixa: Número de pessoas que permanece regularmente na edificação.331 Processo de segurança contra incêndio e pânico (PSCIP): Documentação que contém os elementos formais das medidas de proteção contra incêndio e pânico de uma edificação ou área de risco que deve ser apresentada no CBMMG para avaliação em análise técnica.321 Ponto de abastecimento: Ponto de interligação entre o engate de enchimento da mangueira de abastecimento e a válvula do recipiente que deve ser abastecido. elaborado por profissionais de grupo multidisciplinar (Engenheiros ou Técnicos que atuem na área de segurança de incêndio e ambiental). 4. contendo informações através de legenda específica da localização. marco e acessórios).318 Planta: Desenho onde estão situadas uma ou mais empresas. 4. Ou ainda.327 Posto de comando: Local fixo ou móvel. com uma única ou mais edificações.317 Planta de risco: Mapa simplificado no formato A0. 4. tubulações hidráulico-sanitárias. em conjunto com o Corpo de Bombeiros. em escala padronizada. d) número de pavimentos.314 Plano global de segurança: Integração de todas as medidas de prevenção contra incêndios e pânico que garantam a segurança efetiva das pessoas (aspecto humano) e do edifício.

349 Refinaria: Unidade industrial na qual são produzidos líquidos inflamáveis. 4. elevações.352 Registro de fluxo: Dispositivo com a função de direcionar o fluxo de ar. segurança e medicina do Trabalho. 4. 4. assim como do memorial. 4. projetado para resistir à passagem de ar ou fumaça. na instalação hidráulica de combate a incêndio das edificações.361 Reservatório enterrado ou subterrâneo: Reserva de incêndio cuja parte superior encontra-se instalada abaixo do nível do terreno natural. . quando utilizada duplicidade de equipamentos. devidamente registrado nos Conselhos Regionais competentes. 4.343 Recipiente estacionário: Recipiente fixo. que se destina a unir dois níveis ou setores de um recinto de evento. fumaça ou chama e a atuar equipamentos de proteção e dispositivos de sinalização e alarme. em escala comercial. detalhes e perspectivas isométricas e.342 Rampa: Parte construtiva inclinada de uma rota de saída. 4.25m³. gasolina natural ou outras fontes de hidrocarbonetos. que atingem a fachada da outra edificação adjacente. 4. 4.335 Profundidade de piso em subsolo: Profundidade medida em relação ao nível de descarga da edificação.350 Reforma: Alterações nas edificações e áreas de risco sem aumento de área construída. 4. de forma contínua. que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. 4. 4. segundo as leis vigentes. 4.351 Registro (“dumper”) de sobrepressão: Dispositivo que atua como regulador em ambiente que deva ser mantido em determinado nível de pressão. inclusive a sua proteção. evitando que a pressão assuma valores maiores por onde ocorra escape do ar. Um registro de fumaça pode ser combinado. composto de plantas.360 Reservatório elevado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado acima do nível do terreno natural com a tubulação formando uma coluna d’água. engenharias. É considerado transportável para efeito de proteção contra incêndio o recipiente com volume máximo de 500L.344 Recipiente transportável: Recipiente que pode ser transportado manualmente ou por qualquer outro meio. conforme sua área de especialização. necessárias à definição das características principais do sistema de combate a incêndio. em quantidade e pressão recomendada. seções. 4.354 Registro de paragem: Dispositivo hidráulico manual. que se propaga por radiação por meio de aberturas existentes na fachada. 4. com capacidade superior a 0. 4.339 Propagação por convecção: Decorrente de gases quentes emitidos pelas aberturas existentes na fachada ou pela cobertura da edificação incendiada.336 Projetista: Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto. atendendo a requisitos de resistência a fogo e fumaça.334 Profissional legalmente habilitado: Pessoa física ou jurídica que goza do direito. 4. que se propaga para outra edificação contígua.333 Profissional habilitado: Toda pessoa com formação em higiene.4. instalados nos dutos de ventilação e dutos de exaustão. 4. 4. 4.341 Quadro de áreas: Tabela que contém as áreas individualizadas das edificações e seus pavimentos. a partir de petróleo.346 Rede de detecção.337 Projeto: Conjunto de peças gráficas e escritas. normalmente utilizado na saída dos grupos moto-ventiladores. de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio. ou pela própria fachada (composta de material combustível) para uma outra edificação adjacente.347 Rede de distribuição: Parte do sistema de abastecimento formado de tubulações e órgãos acessórios.359 Reservatório de escorva: Reservatório de água com volume necessário para manter a tubulação de sucção da bomba de incêndio sempre cheia d’água.338 Propagação por condução: Decorrente do contato direto de chamas pela fachada ou pela cobertura (em colapso) de um incêndio em uma edificação. dutos e demais equipamentos empregados na transmissão de energia do sistema. etc.340 Propagação por radiação térmica: Aquela emitida por um incêndio em uma edificação. 4.353 Registro de fumaça (“smoke damper”): Dispositivo utilizado no sistema de controle de fumaça. 4. 4. 4. 4. pela cobertura (em colapso). destinado a interrromper o fluxo de água das instalações hidráulicas de combate a incêndio em edificações.358 Reservatório ao nível do solo: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado no mesmo nível do terreno natural. 4.348 Rede elétrica da concessionária: Energia elétrica fornecida pela concessionária do município.355 Registro de recalque: Dispositivo hidráulico destinado a permitir a introdução de água proveniente de fontes externas.356 Registros corta-fogo (“dampers”): Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. 4. a qual opera independente da vontade do usuário. inclusive das especificações de materiais e equipamentos. destinada a colocar água potável à disposição dos consumidores. sinalização e alarme: Conjunto de dispositivos de atuação automática destinados a detectar calor. 4.357 Reserva de incêndio: Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio.345 Rede de alimentação: Conjunto de condutores elétricos. 4.

366 Risco iminente: É a constatação de situação atual e iminente de exposição ao perigo e a probabilidade de ocorrência de um sinistro que deve ser fundamentada pelo bombeiro militar durante a realização de vistoria levando se em consideração a exposição ao perigo potencial e as medidas de proteção adotadas no local. conforme o tipo de trem de pouso do helicóptero. Notas: a) Ocorrendo equivalência na somatória da carga de incêndio. Fachadas de edificações adjacentes. 18Mai88. devidamente protegido e sinalizado.374 Saída ou rota de fuga: Caminho contínuo proporcionado por portas. vestíbulos. seja quanto à época em que poderá ocorrer.369 Risco predominante: Atividade principal exercida na edificação.377 Sapé. proporcionado por portas. 4.375 Saída horizontal: Passagem de um edifício para outro por meio de porta corta-fogo. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos.362 Reservatório semi-enterrado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado abaixo do nível do terreno natural e com a parte superior acima do nível do terreno natural. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. casas de espetáculos etc.4.368 Risco isolado de central de GLP: Distância da central de gás liquefeito de petróleo (GLP) à projeção da edificação. restaurantes. Companhias e Pelotões do CBMMG que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas . para acesso e descarga. ou que predomina sobre os demais. 4. adotar-se-á para efeito da classificação do maior risco. 4. prevalecerá como sendo o maior risco.364 Responsável técnico: Profissional habilitado para elaboração e/ou execução de atividades relacionadas a segurança contra incêndio e pânico.044. com resistência mínima à exposição ao fogo de 2 horas. “halls”. 4.378 Segurança contra incêndio: Conjunto de ações e recursos internos e externos à edificação ou área de risco. em comunicação com o logradouro. lanchonetes. piaçava (ou piaçaba): Fibras vegetais de fácil combustão. rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes. que também pode ser definido como risco principal na edificação. 4. instalados nas passagens de eletrodutos e tubulações que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. mantendo sua integridade. tais como bares.381 Separação corta-fogo: Elemento de construção que funciona como barreira contra a propagação do fogo. escadas. balcões. 4. que conduzam o usuário de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço aberto. 4.379 Segurança: Compromisso a cerca da relativa proteção da exposição a riscos. escadas. de resistir à ação do fogo por um determinado período de tempo.365 Risco: Acontecimento possível. 18Mai88.384 Serviço de segurança contra incêndio e pânico: Compreende a Diretoria de Atividades Técnicas. 4. futuro e incerto seja quanto a sua realização. independente da vontade humana ou não e de cuja ocorrência decorrem prejuízos de qualquer natureza.363 Resistência ao fogo: Propriedade de um elemento construtivo. 4. 4. 4. Podem ser áreas livres.376 Saída única: Local em um setor do recinto de evento. b) Ocorrendo concentração de público. 4. 4. passagens externas. onde a saída é possível apenas em um sentido.370 Risco primário: Risco principal do produto de acordo com tabela do Decreto 96. 4. 4. 4. que se caracterizam pela distância medida horizontalmente entre as fachadas de edificações adjacentes.373 Saída de emergência: Caminho contínuo. anteparos e/ou paredes de material incombustível.371 Risco secundário: Risco subsidiário do produto de acordo com tabela do Decreto 96. corredores. que permitem controlar a situação de incêndio e pânico e remoção das pessoas do local do sinistro em segurança. passadiço ou balcão. de largo emprego na zona rural para cobertura de ranchos.380 Selos corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo.044. barreiras de proteção.383 Separação entre edificações: Distância segura entre cobertura e fachada de edificações adjacentes. rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes. que se caracteriza pela distância medida horizontalmente entre a cobertura de uma edificação e a fachada de outra edificação adjacente. a ser percorrido pelo usuário em caso de incêndio e pânico.367 Risco isolado: Risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados. 4. passagem coberta. vestíbulo. protegido do incêndio ou pânico. para o dimensionamento das saídas de emergências. desde que na ocorrência de um sinistro ele contribua de alguma forma para o agravamento da situação de forma significativa e em termos proporcionais. Batalhões. a ser percorrido pelo usuário. “halls”. corredores. 4. 4.372 Rolagem: Movimento do helicóptero de um ponto para outro. 4. suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra. a ocupação que possuir maior carga de incêndio pôr m². ou ainda o maior nível de risco. 4. estanqueidade e isolação e/ou características de vedação aos gases e chamas. realizado na superfície ou pouco acima desta. avaliado conforme norma existente.382 Separação de riscos de incêndio: Recursos que visam a separar fisicamente edificações ou equipamentos. no fabrico de vassouras e também utilizadas como cobertura de edificações destinadas à reunião de público. 4.

rede de tubulação. de forma a processar água sobre o foco de incêndio em uma densidade adequada para extinguí-lo ou controlá-lo em seu estágio inicial. 4. 4.391 Sinalização de emergência: Conjunto de sinais visuais que indicam. permitindo ainda a lotação ordenada do local.406 Subestação compacta: Instalação atendida ou não. abastecimento de água. formas geométricas.389 Simulado: Emprego técnico e tático dos meios disponíveis. 4. mensagens. estando equipado com aspersores de neblina para descarga e distribuição na área a ser protegida. tais como lojas de varejo. o qual não configure um pavimento.394 Sistema de carregamento: Dispositivo para o abastecimento de tanques de combustível de motores de veículos. 4. acessórios. possuindo altura do pé direito diferenciado do pé direito do pavimento tipo. servindo como área de depósito. com os tipos descritos abaixo: .396 Sistema de controle de fumaça (“smoke management system”): Sistema projetado. ligado à fonte da solução produtora. 4. notificando sua ocorrência a uma central. localizada em região urbana. 4. cujo funcionamento dependa da ação humana para funcionar e possua carga extintora de comprovada eficiência. que permite a passagem e interligação de instalações elétricas. 4. válvulas e dispositivos sensíveis à elevação de temperatura. materiais e conjuntos que atuam na proteção da vida e das edificações.403 Solicitação de vistoria por autoridade pública: Instrumento administrativo. visando o treinamento dos participantes. os quais tenham entre si altura suficiente para a interposição de um terceiro nível. que engloba uma ou mais unidades de abastecimento. permitindo o menor dano possível ao patrimônio e preservando a vida humana. 4. ou determinará o alarme para a edificação. 4. entretenimento e diversão. a localização e os procedimentos referentes a saídas de emergência. A sobreloja pode ocupar toda a área de projeção em planta do pavimento imediatamente abaixo. mas com acesso exclusivo por este. 4.397 Sistema de detecção e alarme: Conjunto de dispositivos que visa a identificar um princípio de incêndio.386 Severidade da exposição: Soma total da energia produzida com a evolução de um incêndio. bares. escritório ou loja). no setor de prevenção de incêndio do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais para realização de vistoria na edificação. 4. 4.398 Sistemas de hidrantes ou de mangotinhos: Conjunto de dispositivos de combate a incêndio composto por reserva de incêndio. que resulta na intensidade de uma exposição. observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. equipamentos de segurança contra incêndios e riscos potenciais de uma edificação ou áreas relacionadas a produtos perigosos. hidráulicas ou outros dispositivos necessários. 4.edificações e áreas de risco. realizados por pessoal especializado. explosão etc. de forma rápida e eficaz. que inclui todos os métodos isolados ou combinados.401 Sistema preventivo eficiente: Entende-se pelo conjunto de equipamentos. 4. dimensões e cores. 4.385 Setor: Espaço delimitado por elementos construtivos que condicionam a circulação das pessoas para outras partes do recinto. 4. 4. Sua função principal é de acondicionamento de materiais. 4. vertical ou horizontal. área de apoio aos funcionários e afins. Não se exclui destes.400 Sistema preventivo eficaz automático: Entendese por todo equipamento que não dependa da ação humana para entrar em funcionamento e que debele o incêndio ainda no início. bombas de incêndio (quando necessário). A principal característica da sobreloja em relação ao jirau ou ao mezanino reside na característica de poder ser contido lateralmente por quatro paredes e com a possibilidade de ter ou não guarda-corpo em uma ou mais laterais. 4. Só existe sobreloja em edificações comercial ou mista.395 Sistema de chuveiros automáticos: Conjunto integrado de tubulações. escritórios ou outros usos similares. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta norma. utilizado para atender solicitação de autoridade pública.402 Sobreloja: Entende-se por sobreloja o piso compreendido entre dois pavimentos contíguos. para modificar o movimento da fumaça. neste caso onde existir lojas (sala.392 Sinistro: Ocorrência de prejuízo ou dano. que repassará este aviso a uma equipe de intervenção. 4. onde esses espaços ocupados são abertos permitindo comunicação direta com a área de pedestres. a existência. causado por incêndio ou acidente. níveis cujo aproveitamento seja constituído por escritórios.387 “Shaft”: Abertura existente na edificação.393 Sistema de aspersão de espuma: Sistema especial. 4. em situação não real.405 Subestação atendida: Instalação operada localmente e que dispõe de pessoas permanentes ou estacionadas.390 Sinais visuais: Compreendem a combinação de símbolos.388 “Shopping” coberto (“covered mall”): Espaço amplo criado por uma área coberta de pedestre em uma edificação agregando um número de ocupantes.399 Sistema de prevenção contra incêndio e pânico: Sistema constituído de equipamentos. com o conseqüente abandono da área. 4.404 Sprinkler: Ver chuveiro automático. ou fechamentos de área para provadores.

4. soldas e conexões. 4. 4. podendo os transformadores permanecer ou não enclausurados. próximo às juntas.433 Unidade autônoma: Parte da edificação vinculada a uma fração ideal de terreno. nos termos da Lei Federal nº 4591. natural ou outro similar) é montada.423 Tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF): Duração de resistência ao fogo dos elementos construtivos de uma edificação. de único proprietário. para determinar a qualidade ou comportamento de um sistema de acordo com as condições estabelecidas na Instrução Técnica. atingir a proteção contra incêndio existente nos dutos de sucção e/ou pressurização. 4.409 Subestação não-atendida: Instalação telecontrolada ou operada localmente por pessoas não permanentes ou não estacionadas.429 Tubo-luva de proteção: Dispositivo no interior do qual a tubulação de gás (GLP. constituída de dependências e instalações de uso privativo e de parcela de dependências e instalações de uso comum da edificação. fica permanentemente sem água no seu interior. sujeita às limitações da lei.410 Subsolo: Pavimento situado abaixo do perfil do terreno. 4. desde a reserva de incêndio até os hidrantes ou mangotinhos.420 Temperatura crítica: Temperatura que causa o colapso no elemento estrutural. acrescida de outras edificações separadas e distanciadas entre si. 4.0 minuto. com limitação de área do empreendimento.427 Torre de espuma: Equipamento portátil destinado a facilitar a aplicação da espuma em tanques. 4.435 Unidade de processamento: Estabelecimento ou parte de estabelecimento cujo objetivo principal é misturar.428 Trajetórias de escape: Vazão de ar que sai dos ambientes pressurizados. 4. 4. 4. 4. 4. definida no projeto do sistema. 4.430 Tubulação: Conjunto de tubos. e é através deste fluxo de ar que são estabelecidas a trajetória que serão percorridas pelo ar que gera a pressurização. 4. 4. de 16 de dezembro de 1964. 4.431 Tubulação seca: Parte do sistema de hidrantes. 4. 4.413 Tanque atmosférico não refrigerado: Reservatório não equipado com sistema de refrigeração. aspectos econômicos e sociais. 4. c) Subestação de uso múltiplo: Instalação localizada em uma única área compartilhada pelo proprietário e por terceiros. estabelecida pelas normas.407 Subestação de uso múltiplo: Instalação convencional.422 Tempo máximo de abandono (t): Duração considerada para que todos os ocupantes do recinto consigam atingir o espaço livre exterior.20m do perfil do terreno.418 Tanque vertical: Reservatório de base apoiada sobre o solo. devido a fatores diversos.424 Terceiros: Prestadores de serviço.432 Túnel rodoviário: Passagem horizontal construída embaixo da terra ou da água usado para o tráfego de automóveis. 4. 4. 4. visando ainda ao não confinamento de gás em locais não ventilados.411 Supervisão (“supervision”): Autoteste do sistema de controle de fumaça. para efeitos de identificação.414 Tanque atmosférico refrigerado: Reservatório equipado com sistema de refrigeração. conexões e outros acessórios destinados a conduzir água. b) Subestação subterrânea: instalações que se encontram situadas abaixo do nível do solo.412 Tanque: Reservatório cilíndrico para armazenar líquidos combustíveis ou inflamáveis. assinalada por designação especial numérica. aquecer. 4. que visa a controlar a temperatura entre – 35ºC a – 40ºC de forma a manter o gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido sem a necessidade de pressurização. Nota: Capacidade de uma unidade de passagem é o número de pessoas que passa por esta unidade em 1.408 Subestação elétrica convencional: Instalação de pátio que se encontra ao ar livre. nafta.415 Tanques de maior risco: Reservatório contendo líquidos combustíveis ou inflamáveis e que possui maior demanda de vazão de espuma mecânica. sendo pressurizada por viatura de combate a incêndios. 4. Não será considerado subsolo o pavimento que possuir ventilação natural e tiver sua laje de cobertura acima de 1. separar ou processar. 4. e cuja finalidade é diminuir o risco de um princípio de incêndio.417 Tanque de teto flutuante: Reservatório cujo teto será diretamente apoiado na superfície do líquido no qual flutua.416 Tanque de teto cônico: Reservatório com teto soldado na parte superior do costado.a) Subestação abrigada: Instalação total ou parcialmente abrigada.55 m.425 Terraço: Local descoberto sobre uma edificação ou ao nível de um de seus pavimentos acima do pavimento térreo. 4. que por condições específicas.434 Unidade de passagem: Largura mínima para a passagem de uma fila de pessoas.426 Teste: Verificação ou prova (fazer funcionar experimentalmente). . 4. 4. na qual o circuito de condutores ou dispositivos de função são monitorados para acompanhar a falha ou integridade dos condutores e dos equipamentos que controlam o sistema.419 Taxa de aplicação: Vazão de solução de espuma a ser lançada sobre a área da superfície líquida em chamas.421 Tempo de comutação: Intervalo de tempo entre a interrupção da alimentação da rede elétrica da concessionária e a entrada em funcionamento do sistema de iluminação de emergência. fixada em 0. de outra forma. 4.

4. 4.446 Veneziana de tomada de ar: Dispositivo localizado em local fora do risco de contaminação por fumaça proveniente do incêndio e por partículas que proporcionam o suprimento de ar adequado para o sistema de pressurização. que se caracteriza por aberturas situadas em lados opostos das paredes de uma edificação. 4.456 Vítima: Pessoa ou animal que sofreu qualquer tipo de lesão ou dano. 4. também. destinadas à passagem de instalações elétricas. 4.451 Viaduto: Obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior.437 Válvula de retenção: Dispositivo hidráulico destinado a evitar o retorno da água para o reservatório. instalados nas aberturas das paredes de compartimentação ou dos entrepisos. 4. limitada pela parede perimetral do edifício. 4. Nesta definição não estão incluídas as refinarias. 4. sendo uma localizada junto ao piso e a outra situada junto ao teto. 4. . tendo pelo menos uma das faces aberta para o logradouro ou área de ventilação.455 Vistoriador: Servidor público militar. 4. vielas. 4.442 Veículo abastecedor: Veículo especificamente homologado para transporte e transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) a granel. não em balanço. hidráulicas.449 Via de acesso: Espaço destinado para as viaturas do CBMMG adentrarem no entorno à edificação. ou caminhos e similares).443 Veículo transportador: Veículo que dispõe de tanque criogênico. 4.452 Vias de acesso para atendimento a emergências: Áreas ou locais definidos para passagem de pessoas. credenciado para o serviço de vistoria do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.líquidos inflamáveis.444 Veios: Dispositivos instalados no interior de curvas.441 Vedadores corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. à área de risco e à faixa de estacionamento. destilarias ou unidades químicas. e/ou para transporte de equipamentos ou materiais para extinção de incêndios. em casos de abandono de emergência. visando. 4. especialmente projetado e utilizado para o transporte e transvasamento de gás natural liquefeito (GNL) e devidamente certificado pelo INMETRO. 4.440 Vazamento: Vazão de ar que sai do ambiente e/ou da rede de dutos de modo não desejável causando perda de uma parcela do ar que é insuflado. 4.453 Vigas principais: Elementos estruturais ligados diretamente aos pilares ou a outros elementos estruturais que sejam essenciais à estabilidade do edifício como um todo.439 Varanda: Parte da edificação. etc.454 Vistoria: É o ato de certificar o cumprimento das exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco por meio de exame no local. avenidas. 4.445 Velocidade (v): Distância percorrida por uma pessoa em uma unidade de tempo (m/min).438 Válvulas: Acessórios de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações. 4.447 Ventilação constante: Movimentação constante de ar em um ambiente. 4. bifurcações ou outros acessórios com a finalidade de direcionar o fluxo de ar. situados na área urbana e caracterizados principalmente por possuírem imóveis edificados ao longo de sua extensão. 4.450 Via urbana: Espaços abertos destinados à circulação pública (tais como ruas.436 Unidade extintora: Extintor que atende a capacidade extintora mínima prevista em norma em função do risco e natureza do fogo. 4. 4.448 Ventilação cruzada: Movimentação de ar. à diminuição da perda de carga localizada.

IT .03 SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Definições 4 – Referências normativas 5 – Procedimentos ANEXO Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio e pânico .

5.br Email: dat3@cbmmg. quando colocado no interior da forma geométrica básica.bombeiros. 5 PROCEDIMENTOS 5. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Augusto de Lima. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. com as inclusões e adequações de exigências constantes nesta instrução.Bairro Centro CEP 30.2 Os símbolos gráficos são compostos por uma forma geométrica básica. 5.2 Adota-se a NBR 14100 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos. define o significado específico do conjunto. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1 Os símbolos gráficos constantes desta Instrução Técnica se aplicam aos projetos de segurança contra incêndio. 2.1 Os símbolos gráficos que devem constar nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco são apresentadas no Anexo. 5.m.190-000 Site: www. proporcional à escala de qualquer desenho do projeto.5 Os significados de todos os símbolos utilizados devem ser representados em uma legenda. que define uma categoria de segurança contra incêndio e por um símbolo suplementar.130. 3 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica.br SIMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece os símbolos gráficos a serem utilizados nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco. Decreto Estadual nº 44. a área na cor preta existente no interior de algum dos símbolos pode ser substituída por hachuras ou pode ser pontilhada. 355 . _______________________________________________ Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. de forma clara e de fácil identificação pelo leitor. NBR 14100 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos para projeto. 4 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Lei nº 14.gov.3 As dimensões dos símbolos devem estar em uma mesma escala.mg. 5. aplicam-se as definições constantes da Instrução Técnica 02 (Terminologia de proteção contra incêndio). 2 APLICAÇÃO 2.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 03 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.4 Caso seja conveniente.270. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: .gov. que.

Anexo (normativo) Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio .

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04 ACESSO DE VIATURAS NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela para colocação de via de acesso e faixa de estacionamento B – Portão de Acesso 2 – Aplicação 3 – Referências bibliográficas C – Tipos de Retornos 4 – Definições 5 – Procedimentos D – Desnível Longitudinal e Lateral E – Faixa de Estacionamento .IT .

1. Lei nº 14. 1991.2 Comprimento: mínimo de 15.130.2. 5.1.1 Condições gerais 5.1. 5. The Building Regulations.1. Decreto Estadual nº 44.50 m.1.1. BELEZIA.1.1. 5.2.1.1.3 Desobstrução em toda a largura e com altura livre mínima de 4. 5.5 As vias de acesso que excedam 45.mg.1. Código de Prevenção Inglês. Monografia elaborada no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais-I/98 da PMESP. (Figura 1). 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da Instrução Técnica 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico .00 m.br Email: dat3@.1.1.00 m de comprimento devem possuir retorno circular (Figura 2). 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica deve ser observada para os portões de acesso de condomínios de residências unifamiliares.gov.bombeiros. em formato de “Y” (Figura 3) ou em formato de “T” (Figura 4). Augusto de Lima.2 Características das faixas de estacionamento 5.1.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa condições mínimas exigíveis para o acesso e estacionamento de viaturas de bombeiros nas edificações e áreas de risco. 5.cbmmg. 1998. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.000 quilogramas-força.190-000 Site: www. visando disciplinar o seu emprego operacional na busca e salvamento de vítimas e no combate a incêndios.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 04 ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREA DE RISCO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. condomínios comerciais e condomínios industriais.1.1. 5. 5.50 m.2.1.000 quilogramas-força.mg.1 Largura: mínima de 8.1. Eduardo. 355 .1. São Paulo. que não os especificados acima.1. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas.1 Características da via de acesso 5.1 Largura: mínima de 6. respeitadas as medidas mínimas indicadas.Bairro Centro CEP 30. este deverá atender à largura mínima de 4.1 Via de acesso e faixa de estacionamento. 5.1. uma estratégia ou uma tática.2 Suportar viaturas com peso de 25.1. First Edition. Oklahoma State University.Fire Department Aerial Apparatus.1.4 Quando o acesso for provido de portão. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.gov.1.00 m e altura mínima de 4.270. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.00 m.1.1.1.1. 1991. 5.1.3 Suportar viaturas com peso de 25.1. mas que garantam a entrada e a saída de viaturas.1.1.1. Estacionamento de viaturas em locais de sinistro.6 São aceitos outros tipos de acessos com retornos.1. . de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5 PROCEDIMENTOS 5.3 e 5.1.00 m.1.1.1.1.1. 5. 5.2.4. INTERNATIONAL FIRE SERVICE TRAINING ASSOCIATION .1. desde que atendam aos itens 5. sendo recomendativa a todas as demais edificações e áreas de risco.1.

a contar do meio fio.1.1.2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 5.2. 5.2. 5.2 e subitens.6 A distância máxima da faixa de estacionamento até a face da edificação deve ser de 8. 5. (Figuras 5 e 6).2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 5.1.4 Recomenda-se que o desnível máximo da faixa de estacionamento não ultrapasse o valor de 5%.1 e subitens.3 No caso da edificação possuir riscos isolados que ultrapassem 1.1.1. 5. tanto longitudinal quanto transversal.2.7 A faixa de estacionamento deve estar livre de postes.1.2. com placas de <proibido parar e estacionar> e com sinalização de solo demarcadas com faixas amarelas e identificadas com as palavras “RESERVADO PARA VIATURAS DO CORPO DE BOMBEIROS” . painéis.8 A faixa de estacionamento deve ser adequadamente sinalizada. 5.2.1. (Figura 7). esta deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento.2.2.00 m.1 e subitens.1.5.1.1.4 No caso da edificação ser constituída de risco isolados.1. cada risco deve ser atendido pela via de acesso e ter pelo menos uma faixa de estacionamento.3 Condomínio de residências unifamiliares.2 Condições específicas.2. 5.00 m na via pública.1.2.1.00 m da via pública.00 m.1 Deve possuir via de acesso atendendo ao disposto no item 5.1.2.2.1 e subitens.500. cada risco deve ser atendido pela via de acesso e ter pelo menos uma faixa de estacionamento. árvores ou qualquer outro elemento que possa obstruir a operação das viaturas. (Anexo A) 5.2.1.2.2. 5.1 Quando a edificação principal estiver afastada mais de 20.5 Deve existir pelo menos uma faixa de estacionamento paralela a uma das faces da edificação que possua aberturas (portas e ou janelas).2.2.2.1. 5.1.1 No caso da edificação apresentar afastamento superior a 10. (Figura 7).00 m. 5.1.1 Edificações com altura menor ou igual a 12.3 A faixa de estacionamento deve atender ao disposto nos itens 5. 5.2. 5. medidas a partir de sua borda mais próxima do edifício.1. 5. 5.2 Edificações com altura superior a 12. . 5. deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento.1.1.3.2.00 m2. 5.2.

ANEXO A Tabela para colocação de via de acesso e faixa de estacionamento Tipo de Edificação Edificação com altura menor ou igual a 12 metros Edificação com altura maior que 12 metros Condomínio de residências unifamiliares Tabela Afastamento em relação ao meio fio Edifício principal afastado mais que 20 metros Edifício principal afastado menos que 20 metros Edifício principal afastado mais que 10 metros Edifício principal afastado menos que 10 metros Todos Via de acesso e faixa de estacionamento Nenhuma Via de acesso e faixa de estacionamento Nenhuma Via de acesso .

ANEXO B Portão de acesso Figura 1 – Altura e largura mínimas de acesso à edificação .

ANEXO C Tipos de retornos Figura 2 – Retorno circular Figura 3 – Retorno em Y .

Figura 4 – Retorno em T .

ANEXO D Desnível longitudinal e lateral de via de acesso Figura 6 – Desnível longitudinal Fonte: Fire Department Aerial Apparatus Figura 5 – Desnível lateral Fonte: Fire Department Aerial Apparatus .

ANEXO E Faixa de estacionamento Figura 7 – Faixa de estacionamento .

05 SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCO) SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela 4 (índice para distâncias de Segurança) B – Tabela 5 (Proteções de Aberturas) C – Exemplos de dimensionamento 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e Conceitos 5 – Relação entre os tipos de propagação e os arranjos físicos das edificações 6 – Procedimentos 7– Recomendações e distâncias de separação entre edificações de propriedades distintas.IT . .

270. Ed. NBR 14432 . convecção de gases quentes e/ou transmissão direta das chamas.2 Para fins de previsão das exigências de medidas de segurança contra incêndio.br Email: dat3@cbmmg. considerando-se duas edificações no mesmo lote ou propriedade. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. 4.190-000 Site: www.br 1 OBJETIVO O objetivo desta Instrução é de determinar critérios para isolar externamente os riscos de propagação do incêndio por radiação de calor. área total e área específica de pavimento.Bairro Centro CEP 30. independentemente de sua ocupação. volume. altura. 2 APLICAÇÃO 2. RELAÇÃO ENTRE OS TIPOS DE PROPAGAÇÃO E OS ARRANJOS FÍSICOS DAS EDIFICAÇÕES . 2.2 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação do calor. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.bombeiros. 4. 355 . É a que exige a maior distância de afastamento. responsável pela radiação de calor. Decreto Estadual nº 44.130. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. para que uma edificação seja considerada independente em relação à adjacente.Separação entre edificações no mesmo lote 2.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e artigo 3º do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. para considerar-se uma edificação como risco isolado em relação à (s) outra (s) adjacente (s) na mesma propriedade (Fig.mg.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 05 SEPARAÇAO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCO) DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. USA.Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Figura 1.3 As edificações situadas no mesmo lote que não atenderem as exigências de isolamento de risco serão consideradas como uma única edificação para o dimensionamento das medidas de proteção previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. 5.1. 1996 edition.1 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo. considera-se isolamento de risco a distância ou a proteção. Augusto de Lima. número de pavimentos.1. 4. convecção de gases quentes e transmissão de chama.mg.1 Esta Instrução Técnica aplica-se a todas as edificações. Eletrônica. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14. para evitar que o incêndio proveniente de uma edificação se propague para outra. ou retardar a propagação permitindo a evacuação do público.gov. NFPA 80A – Recommended Practice for Protection of Buildings from Exterior Fire Exposures. convecção dos gases quentes ou a transmissão direta da chama.gov.1).

6 PROCEDIMENTOS 6. por meio da cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de outra edificação. c) por parede corta-fogo entre edificações contíguas (Fig. Figura 5 .1 O tipo de propagação e o conseqüente tipo de isolamento a ser adotado dependem do arranjo físico das edificações que.8). Figura 8 . 7).5).1 Isolamento de risco O isolamento de risco pode ser obtido: a) isolamento (distância de separação) entre fachadas de edificações adjacentes (Fig. b) isolamento (distância de separação) entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de uma edificação adjacente (Fig.3). Figura 7 .Propagação entre duas edificações geminadas de mesma altura. pelas três formas de transferência de energia (Fig. Figura 6 . e Figura 2 . 6).Distância de Segurança Figura 3 . pelas aberturas localizadas em suas fachadas e/ou pelas coberturas das mesmas. Figura 4 . 4).Propagação entre cobertura e fachada.Parede corta fogo . d) entre edificações geminadas.Propagação entre duas edificações geminadas com altura diferenciada.Distância de segurança entre a cobertura e fachada.Propagação entre fachadas b) entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada da outra edificação (Fig. por transmissão direta de chamas e convecção de gases quentes (Fig.5.2). por sua vez. c) entre duas edificações geminadas. determinam os tipos de propagações indicadas a seguir: a) entre as fachadas das edificações adjacentes por radiação térmica (Fig.

para esta IT.6 A carga de incêndio é outro fator a ser considerado.2 Parâmetros preliminares a serem determinados para distâncias de separações: 6.1 Para dimensionamento da distância de separação segura entre edificações (d).2. deve-se considerar o risco que o edifício adjacente (expositor) gera ao edifício a ser considerado isolado (em exposição) (Fig 9).1.1.2.1 Para determinar a distância de separação acima descrita. 6. dois têm importância significativa e estão relacionados com o tamanho do compartimento incendiado e a carga de incêndio da edificação. Tabela 2 . devem ser consideradas sem compartimentação.1. a classificação da severidade será reduzida em um nível.2 O nível de radiação está associado a severidade do incêndio. Observação: Caso a edificação possua proteção por chuveiros automáticos. deve-se adotar o valor imediatamente superior.1. conforme Tabela 2. ao Fogo) inferiores aos especificados na Tabela A da IT 06.2.Severidade da Carga de Incêndio para o Isolamento de Risco.1. 6.1.5 A Tabela 1 indica qual a parte da fachada a ser considerada no dimensionamento.1.6.1.1.1.1 Isolamento de risco por distância de separação entre fachadas: 6.1.2. b) para edifícios residenciais. então. 6.1. considera-se compartimentadas as unidades residenciais separadas por paredes que atendam aos critérios de TRRF especificados na Instrução Técnica N° 06 para unidades autônomas.1. 6.2. dividindo-se sempre o maior parâmetro pelo menor (largura e altura) para obter o valor x.1.1.Exposição entre edificações I Figura 9 – Exposição entre edificações Carga de Incêndio (MJ/m2) 0 – 680 681 até 1460 Acima de 1461 II III 6. Tabela 1 .3.Determinação da Fachada para o dimensionamento.3 Dentre vários fatores que determinam a severidade de um incêndio.1. pode. Caso esta edificação tenha inicialmente a classificação “I”.1. Classificação da Severidade Figura 9 .4 O tamanho do compartimento está relacionado com a dimensão do incêndio e a relação .1.1.2.3 Procedimentos distância de separação para dimensionamento da Medidas de Parte da fachada a ser considerada proteção contra no dimensionamento incêndio existentes Compartimentação Horizontal Vertical Não Não Edifícios térreos Toda a fachada do edifício H≥2 Pavimentos Toda a fachada do edifício 6.1 A propagação por radiação térmica depende basicamente do nível de radiação proveniente de uma edificação em chamas.se reduzir o índice “α” da tabela 4 – anexo A em 50% (com a previsão de chuveiros automáticos). Observação: Se o valor x obtido for um valor intermediário na Tabela 4 (anexo A).2. 6.1.largura e altura do painel radiante localizados na fachada. 6. Sim Não Toda a fachada Toda fachada da da área do área do maior maior compartimento compartimento Não se aplica Toda a fachada do pavimento Toda fachada da área do maior compartimento Não Sim Sim Sim Não se aplica Observações: a) edificações com os TRRF (Tempos Requeridos de Resistência .7 Para determinação dos valores de Carga de Incêndio consultar a IT 09.1. considerando a radiação térmica.1.1. 2º Passo Determinar a porcentagem de aberturas y no setor a ser considerado (Fig. e as edificações classificam-se.10). 6. área de aberturas existentes e a resistência dos vedos (elementos de vedação) ao fogo. deve-se: 1º Passo Relacionar as dimensões (largura/altura ou altura/largura) do setor da fachada a ser considerado na edificação conforme Tabela 1.

3.3. Considerações gerais 6.2.1. pode ser substituído por paredes corta-fogo. deve ser considerado o maior compartimento para se dimensionar a distância de separação. fica dispensado o dimensionamento previsto no item 6. a área a ser computada na determinação da distância da separação (d) será aquela desprotegida.5 Proteção por paredes corta-fogo em edificações contíguas (geminadas) Número de pisos que contribuem para a propagação pela cobertura 1 2 Distância de separação horizontal em metros 4 6 .2 Caso a edificação possua compartimentação horizontal.4 O distanciamento horizontal.2. com altura igual ou superior ao distanciamento obtido.2 Caso a cobertura não atenda a “TRRF” acima referenciada.1. esta deve atender a “TRRF” da Tabela “A” da IT nº 06.1 para qualquer dos dois edifícios e em 6.5m (β1) ou de 3. b) β2 = 3. pode-se desconsiderar o dimensionamento decorrente da propagação pela cobertura. conforme a existência de Corpos de Bombeiros Militar no município.3.1. Observação O fator de segurança β assume dois valores (ver exemplos de cálculos do Anexo “C”): a) β1 = 1. 6. 6.Porcentagem de aberturas na fachada Observação: Se o valor obtido y for um valor intermediário na Tabela 4 (Anexo A).1. Tabela 3 . 6.1. em função da relação (largura/ altura ou altura /largura). ou.3. permanecendo somente o dimensionamento pelas fachadas das edificações.1.2 para o edifício mais baixo. 6. 5º Passo À distância de separação é obtida multiplicando-se o índice α pela menor dimensão do setor considerado na fachada (largura ou altura).1. 6.Figura 10 .0 m (β2).50 metros nos municípios que possuem Corpo de Bombeiros Militar com viaturas para combate a incêndios.3. obtendo-se o índice α.4. consultar a Tabela 4 (Anexo A).5 Nas edificações com alturas diferenciadas.1 Cada edificação possui resistência ao fogo parcial da cobertura.7 Quando a cobertura como um todo tiver TRRF que atenda à tabela A da IT nº 06.1. 6. 3 ou mais 8 6. considerando as fachadas que recebem exposição de calor proveniente de edificações adjacentes localizadas dentro do mesmo lote. da porcentagem de aberturas e da classificação de severidade. prevista na tabela 3.1.1 Os fatores especificados na tabela 5 (Anexo B) são redutores da distância de separação (d).1.2.3. permanecendo o dimensionamento conforme o item 6.4 Fatores redutores de distância de separação 6. 6.1. 6.3.1. Figura 11 – Prolongamento horizontal da parede corta-fogo substituindo o afastamento entre aberturas. deve-se adotar o valor imediatamente superior. 4º Passo Com os valores x e y obtidos e a classificação da severidade.3. 6. 6.1 Para que não ocorra a propagação pela cobertura. prolongando acima do topo da fachada.1. 6. e considerando a resistência de acordo com a tabela A da IT Nº 06. considera-se o número de pavimentos que contribuem para o incêndio e que variam conforme a existência de compartimentação vertical.1. pode ser considerado quando a fachada da edificação adjacente for “cega”.1.3 O distanciamento horizontal previsto na tabela 3.Distância mínima de separação entre a cobertura da edificação menor em relação a outra adjacente de maior altura.6 Para a distância de separação entre as edificações adjacentes com a mesma altura. deve-se adotar as distâncias contidas na Tabela 3.1. que é a base de cálculo para a distância segura entre edificações.1.1.1.3. 3º Passo Verificar a carga de incêndio da edificação e classificá-la conforme Tabela 2.1.2 Isolamento de risco por distância de separação entre cobertura e fachada 6.3 Na tabela anterior. deve-se adotar a maior das distâncias de separação utilizando-se os métodos descritos em 6.1. 6. α = coeficiente obtido da Tabela 4 (Anexo A).1.2 FÓRMULA GERAL d = α x (largura ou altura) + β ONDE: d = distância de separação em metros. acrescentando o fator de segurança β.2. β = coeficiente de segurança que assume os valores de 1.00 metros nos municípios que não possuem Corpo de Bombeiros Militar.

5. sendo admissível apenas às guardas e proteções laterais.2 Todos os materiais utilizados na construção das passagens cobertas deverão ser incombustíveis.5. equipamentos de grande porte ou linhas de produção industriais descaracterizam o afastamento entre as edificações. de acordo com os ensaios realizados por laboratórios técnicos oficiais ou de acordo com normas técnicas. eletrônicos. dividindo por 2 (d/2).5. As passagens cobertas destinadas a trânsito de veículos.1 No caso de edifícios residenciais.1.6.1. serão consideradas isoladas quando atenderem aos requisitos abaixo: 6.6. reservatórios de água e similares. constituídos por duas torres.1 Existindo diferença de altura nas paredes.1. recomenda-se ventilação para o escoamento da fumaça para a área externa por meio de interrupções ou barreiras de fumaça instaladas na parte inferior da cobertura da passagem.5.1. de no mínimo 1m entre dois telhados ou coberturas.10 A parede corta-fogo não deve possuir nenhum tipo de abertura. não inferior a 120 minutos. são considerados isolados os riscos que estiverem separados por parede corta-fogo.1 Para determinar a distância de afastamento entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno. exceto tubulações de água.1. abrindo para o espaço livre exterior.1.1 Separação entre fachadas de uma edificação e a divisa do terreno 7.2 A espessura da parede corta-fogo deve ser dimensionada em função do material empregado. 6. com ventilação permanente (janelas) nas extremidades.7.1. Serão admitidas nas áreas adjacentes às passagens cobertas construções destinadas a sanitários.5. quando necessário.8 As aberturas situadas em lados opostos de uma parede corta-fogo devem ser afastadas de no mínimo 2m entre si. proporcionalmente).1. b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0.1. 6. 6. 6.1 Independente dos critérios anteriores. de forma a permitir o escoamento da fumaça.5.8 e 6.5. 7. transmissões de dados e outros que não possibilitem a migração do incêndio. construída de acordo com as normas técnicas. 6.1 Houver afastamento entre as torres de no mínimo 4 m.1.1.1 No caso de edificações que obedeçam aos critérios de afastamento.1. materiais e equipamentos de pequeno porte. porém. atendendo aos requisitos dos itens 6.1.9. contidos na Tabela 5.1.1.7. 6. também incombustíveis. ou no máximo a 15 cm deste.1.1.1.6.1.2.1. considera-se a fachada do edifício expositor em relação a divisa do terreno.3 As passagens cobertas deverão possuir as laterais totalmente abertas.7 Edifícios Residenciais 6. deve ser utilizado o parâmetro descrito em 6.3.1 As passagens deverão ser utilizadas exclusivamente para o trânsito de pessoas.1.1. ou b) houver parede corta-fogo executada conforme item 6. serão considerados isolados quando: a) houver estruturas e paredes distintas sem aberturas de comunicação e com afastamentos entre aberturas de lados opostos. em cada pavimento.1.1.1. 6.1.6.1.5. dotada de venezianas ou outro material (inclusive venezianas tipo “maxiar”) que assegure a ventilação permanente. 6. 7. 6. devendo apresentar as características de isolamento térmico.1.1.1.50 m2. as seguintes regras devem ser adotadas: 6. 6. recomenda-se alterar as dimensões do painel radiante ou compartimentar o edifício internamente (ver Figura a): . considerando-se como distância de afastamento a metade do valor calculado (d).6.5.1. mesmo que protegida.1. sem grandes danos.3 Para reduzir as distância de segurança. 6.7.7. 6.5.2 Para aplicar os conceitos de 6.6 A parede corta-fogo deve ter resistência suficiente para suportar. 6. guarita de recepção. impactos de cargas ou equipamentos normais em trabalho dentro da edificação. exceção feita quando os compartimentos que contenham estas aberturas forem considerados áreas frias (banheiro.2 As janelas devem: a) estar situadas junto ao teto. com ventilação permanente. 6.5. 7 RECOMENDAÇÃO DE SEPARAÇÃO ENTRE DISTINTAS DISTÂNCIA DE PROPRIEDADES Prever distância de separação mínima entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno. e não em uma parede corta-fogo. não haverá necessidade de prolongamento da parede corta-fogo.1. interligadas por passagens cobertas.1.1.6 Passagens cobertas 6.1. telefônicos.5 As armações dos telhados ou das coberturas podem ficar apoiadas em consolos (suportes).4 Para passagens cobertas com largura superior a 10 m. atendendo ao previsto em 6. podendo haver ligação por meio de uma escada simples.5.4 A estrutura da parede corta-fogo deve ser desvinculada da estrutura das edificações adjacentes (incluindo lajes e telhados ou qualquer outro elemento estrutural).1.3 Nos casos de edifícios contíguos. com altura máxima de 12 m e com área útil de construção até 750 m² em cada torre (incluindo-se a área da escada. Caso ocorra dilatação destes consolos decorrente de um incêndio.9 A distância mencionada no item anterior poderá ser substituída pelo prolongamento horizontal de 1m da parede corta-fogo (ver figura 11).3 A parede corta-fogo deve ultrapassar um metro (1m) acima dos telhados ou das coberturas dos riscos.1.6.7 O tempo mínimo de resistência ao fogo deve ser igual ao TRRF da estrutura principal. escadas com materiais incombustíveis. elevadores. deverá ser prevista uma distância de compensação da parede.5. 6. Neste caso não se pode aplicar os meios de proteção das aberturas.5.7.1. 7.1. 6. 6. área de serviço etc).1. estanqueidade e estabilidade.

Separação entre edificações em lotes distintos . Figura a .Observação: Entende-se “lote” como “propriedade”.

14 1.91 7.9 1 1.70 2.95 1.5 40 20 10 50 25 12.12 3.81 3.15 5.4 0. .26 3.94 1.32 0.12 3.92 1.03 2.44 0.55 2.43 0.TABELA 4 .66 0.51 0. .6 0.X 1.30 6.95 1.80 3.84 1.85 2.07 2.3 1.95 5.56 6.68 6.34 1.72 ÍNDICE PARA AS DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA α 0.ÍNDICE DAS DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA α d = α x (Largura ou altura) + β ANEXO A INTENSIDADE DE EXPOSIÇÃO Classificação da Severidade y RELAÇÃO LARGURA/ ALTURA (OU INVERSA) .42 1.93 4.01 8.1 2..33 1.16 5.65 0.41 6.30 7.71 2.67 0.08 2..29 7.20 5.13 4.85 2.50 0.73 3.37 1.51 0.69 2.05 2.30 2.27 1.22 5..67 3.26 1.82 3.73 2.51 0.55 3.08 2.93 2.59 3.40 0.80 1.76 2.71 2.51 0.51 0.52 1.68 1.23 8.24 5.28 2.33 4.3 0.77 3.24 9...58 1.95 3.43 4.30 1.05 1.94 1.53 4.63 3.94 10.51 11.94 2.80 6. .34 1..33 1.84 3..52 4.8 13.88 1.76 3.02 2.89 10.33 1.95 1..74 5.46 0.93 4.10 1.23 1.52 6.8 2.0 2.94 1.95 6.6 2.79 3..11 1.15 2.54 2. 80 40 .3 2.88 3.16 0.48 0.54 4.6 1.08 2.44 3.56 1.93 2.79 4.5 12.34 1.95 1.34 2.70 4.0 1.50 0.54 2.. 60 30 .4 1.18 10.18 2.48 2.5 0.64 2. 60 ..51 0.71 2.9 0.78 8.95 1.51 0.57 2.13 3..63 1.60 4.1 .99 2.73 0.. 100 50 .17 1.78 0.04 2.60 6.87 3.37 4.08 2.77 4.77 7. 100 0.61 5.2 1.1 0.63 9.95 3.17 3.13 2.81 3.32 1.11 4.43 5.71 2.34 10.13 0.07 5.51 0.8 0.74 5.88 0.52 1.93 1.51 0.79 1.38 2.36 5.5 60 30 15 80 40 20 100 50 25 . 80 ..00 1.51 0.48 4.64 7.34 1.01 5.02 1.92 8.83 5.24 6..71 2.74 1.19 0..56 7.31 3.34 2.6 3 0.39 1.0 11.57 8..36 3..49 0.66 1.12 5.51 4.51 1.28 7.90 1.34 1.2 4 5 6 8 10 13 16 20 25 32 40 I II III % ABERTURAS 20 10 5 30 15 7.22 1.20 3.5 3.

com Janelas providas de vidro aramado (resistente a 30 min. Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 75%.ANEXO B TABELA 5 (PROTEÇÕES DAS ABERTURAS) EDIFICAÇÃO EM EXPOSIÇÃO CARACTERÍSTICAS DOS ELEMENTOS DE VEDAÇÃO (PAREDES EXTERNAS) TIPOS DE PROTEÇÃO ESTRUTURAS E PAREDES COMBUSTÍVEIS. MAS REVESTIDAS COM MATERIAIS COMBUSTÍVEIS. Reduzir a distância de segurança em 50% Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % .5m Reduzir a distância a 1.5m.5m Reduzir a distância a 1. Proteção Ineficiente Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância a 1. Proteção das aberturas das fachadas com janelas providas de vidros aramados (resistência por 90 min) A distância é eliminada A distância é eliminada A distância é eliminada Proteção Ineficiente. com o máximo exigido de 3 m. com A distância é eliminada resistência ao fogo de 120 min.5m Reduzir a distância a 1.) Prevendo cortina d’água por inundação.5 m Reduzir a distância de segurança em 75%. Proteção das aberturas das fachadas com elemento de proteção (corta-fogo) por 30 min. PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA SUPERIOR A 90 MINUTOS. com Janelas providas de vidro ordinário. PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA SUPERIOR A 90 MINUTOS. Obs: Cortina d’água em toda a fachada. PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA INFERIOR A 90 MINUTOS. Parede corta-fogo entre as edificações. Reduzir a distância a 1. com o máximo exigido de 6 m. (comum) Obs: Cortina d’água em toda a fachada. Prevendo cortina d’água por inundação.

50 m. Terá como distância de separação a medida calculada abaixo: Obs.52 m de distância. 2º Passo: Determinação do percentual de abertura.88 x 15 m = 43. a distância de separação será calculada abaixo: Obs. 4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”. 3º Passo: Determinar a severidade.50m.34 m = 4. . Em uma edificação de escritórios que possui uma carga de Incêndio de 700 MJ/m2. 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão da maior área compartimentada (50 m comprimento e 3 metros de pé direito) pelo índice α . 1º./ área total da fachada). obtém-se 44.50 m c) instalando cortina d’água automática de inundação em todas as aberturas providas de vidro ordinário – reduzir a distância em 50%. com percentual de aberturas de 20%.: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros. Obs: verifica-se neste exemplo a importância da compartimentação de áreas. temos: a) cobrindo todas as aberturas com proteção para 90 minutos – reduzir a distância a 1. Y= 60% (área considerada da fachada . X = 50/3= 16. Pela Tabela 5. c) instalando cortina d’água automática de inundação em todas as aberturas providas de vidro ordinário – reduzir a distância em 50% (1/2). b) instalando cortina d’água automática de inundação em todas aberturas providas com vidro aramado com proteção para 45 minutos . 2. Então: 2. Passo: Relação largura/altura. com superfície radiante de largura igual a 50 m e altura de 18 m ( sem chuveiros automáticos e com compartimentação horizontal e vertical entre pisos. obtendo-se o índice “α“ = “1. com superfície radiante de 50m de largura e altura de 15 m (sem compartimentação). temos: a) cobrindo todas as aberturas com proteção para 90 minutos – reduzir a distância a 1. pé direito de 3 metros). Então 3 x 1. Passo: Determinação do percentual de abertura Y= 20% (área considerada da fachada . 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão (15m) pelo índice “α“. conforme carga de Incêndio (ver Tabela 2) = Classificação de severidade “II”.reduzir a 1. 5 m./ área total da fachada). 4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”. com percentual de aberturas de 60%.: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros. consultar a Tabela 4.2m e adicionando-se o índice “β” =1. Em uma edificação de escritórios que tenha uma carga incêndio de 700 MJ/m2. 2º.vedos . consultar a Tabela 4. obtendo-se 5. b) instalando cortina d’água automática de inundação em todas aberturas providas com vidro aramado com proteção para 45 minutos – reduzir a 1.88”.50 m. 3º Passo: Determinar a classificação da severidade. conforme carga de Incêndio (ver Tabela 2) = Classificação de severidade “II”.ANEXO C EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DE AFASTAMENTOS 1. X = 50/15= 3.7 m de distância (D=α x (menor dimensão) + β).333 (adotar índice “4” na Tabela 4).02 m e adicionando-se mais o “índice β” de1. 1º Passo: Relação largura/altura.vedos .5 m. obtendo-se o índice “α“ = “2. Pela Tabela 5 .34”.7 (adotar índice “20” na Tabela 4).

IT .06 SEGURANÇA ESTRUTURAL DAS EDIFICAÇÕES SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) B – Tabela de resistência ao fogo para alvenarias tempo equivalente de 2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas C – Método do resistência ao fogo 4 – Definições 5 – Procedimentos .

2.Projeto e execução de obras de concreto Procedimento NBR 6120 .270.gov.2 Na ausência de Norma Nacional sobre dimensionamento das estruturas em situação de incêndio.Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado . levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: .Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios .Bairro Centro CEP 30.130. conforme exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.br SEGURANÇA ESTRUTURAL DAS EDIFICAÇÕES 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições a serem atendidas pelos elementos estruturais e de compartimentação que integram as edificações para que.Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio NBR 11711 – Porta e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais . esta passará a ser adotada nos termos desta IT.gov. NBR 5628 .Saídas de emergência em edifícios Procedimento NBR 10636 . Augusto de Lima.Componentes construtivos estruturais Determinação da resistência ao fogo. Decreto Estadual nº 44. No momento da publicação de norma nacional sobre o assunto. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Cargas para cálculo de estruturas de edifícios – Procedimento NBR 6479 – Portas e vedadores – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio NBR 8681 . ou norma similar reconhecida internacionalmente.bombeiros.Especificação NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência Especificação Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.190-000 Site: www. NBR 6118 . seja evitado o colapso estrutural por tempo suficiente para possibilitar o atendimento das prescrições contidas nas disposições preliminares do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO 2. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.Ações e segurança nas estruturas – Procedimento NBR 8800 .mg.br Email: dat3@cbmmg. adota-se o Eurocode em sua última edição.mg. . 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Lei nº 14.Procedimento NBR 9062 .Julho 2005 INSTRUÇÃO TÉCNICA – 06 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.Procedimento NBR 9077 . . 355 . em situação de incêndio.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas edificações e áreas de risco onde for exigida a segurança estrutural contra incêndio.

Módulos maiores podem ser utilizados. na ausência destas.2 Elementos estruturais de concreto Devem ser calculados de acordo com a NBR–15200 – 2004 .00 m.Dimensionamento de estruturas de aço de edifícios em situação de incêndio – Procedimento. paredes externas e as selagens dos shafts e dutos de instalações) e os elementos estruturais essenciais à estabilidade destes elementos.3.3 Outros materiais estruturais Na ausência de normas nacionais. 5. M2 (parques de tanques) e M3 (centrais de comunicação e energia). 5.3. c) Edificações com estruturas de madeira.7.2 Para edificação com altura superior a 6. constituídos pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas.1 Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) são aplicados aos elementos estruturais e de compartimentação. as fachadas. o . Devem ser calculados de acordo com a NBR 14323 – 1999 .2 Para comprovar os TRRF constantes desta Instrução Técnica são aceitas as seguintes metodologias: a) execução de ensaios específicos de resistência ao fogo em laboratórios. 5 PROCEDIMENTOS 5.4 Ensaios Os ensaios devem ser realizados em laboratórios reconhecidos. no mínimo. Será considerado o TRRF de maior valor obtido (observar item 5. os TRRF resultantes dos cálculos não poderão ter valores inferiores a 30 minutos: 5. no mínimo. dutos e antecâmaras.15 desta IT. poderão ser utilizadas normas ou especificações estrangeiras internacionalmente reconhecidas. aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.NBR 14323 .5. 5.5.“Fire Safety of Bare External Structure Steel”. 5. b) Edificações de divisões M1 (túneis). 5. desta IT. porém. fica limitada a redução de 30 min dos valores dos TRRF constantes da Tabela A do Anexo A. 5.Projeto de estruturas de concreto em situação de Incêndio – Procedimento.3 Método do Tempo Equivalente 5. ao TRRF igual ao estabelecido no Anexo A desta Instrução Técnica.3.5 Dimensionamento de elementos estruturais em situação de incêndio 5. de acordo com normas ou especificações estrangeiras internacionalmente reconhecidas. conforme os critérios estabelecidos nesta Instrução Técnica e em seu Anexo A.4 O método do tempo equivalente não pode ser empregado nas condições abaixo: a) Edificações do grupo L (explosivos). b) atendimento a tabelas elaboradas a partir de resultados obtidos em ensaios de resistência ao fogo . conforme metodologia descrita no Anexo C.1 – Elementos estruturais de aço e elementos estruturais mistos de aço e concreto. contudo. As estruturas das coberturas que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A devem ter. 5.3.1 Para as escadas e elevadores de segurança. de acordo com as normas técnicas nacionais ou.7 – Elementos de Compartimentação 5.5 No dimensionamento desse método. o mesmo TRRF das estruturas principais da edificação.Dimensionamento de estrutura de aço em situação de incêndio – Procedimento NBR 14432/2001 – Exigência de resistência ao fogo de elementos de construção de edificações – Procedimento NBR 14762/2001 – Dimensionamento de estruturas de aço construídas por perfis formados a frio – Procedimento NBR 15200/2004 – Projeto de estrutura de concreto em situação de incêndio . 5.Procedimento Regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O’BRIEN .2 Os elementos de compartimentação (externa e internamente à edificação. admitese o uso do método acima descrito. devem ter. devem atender. não podendo ser inferior a 120 (cento e vinte) minutos. incluindo as lajes. 5. 5. admite-se o uso do método do tempo equivalente de resistência ao fogo em substituição aos TRRF estabelecidos nesta instrução.5.6 Cobertura 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. os elementos de compartimentação.1 Para edificação com altura menor ou igual a 6 m. quando o espaço analisado possuir características construtivas e cargas de incêndio uniformes. quando se tratar de ocupação mista).3. c) modelos matemáticos (analíticos) devidamente normalizados ou internacionalmente reconhecidos.7. 5. 5. no mínimo. adotar módulos de no máximo 500 m2 de área de piso.3 Na utilização do método do tempo equivalente.

5.12 Estruturas externas 5.1 Para atender aos itens 5. Caso contrário.12. essas devem ter o TRRF conforme o estabelecido nesta Instrução Técnica. na ausência desta.13. TRRF de 120 (cento e vinte minutos).12. c) determinação da temperatura atingida pelo incêndio. 5.13. E e H (H2. envolvendo os seguintes passos: a) definição das dimensões do setor que pode ser afetado pelo incêndio. independente do TRRF da edificação.11 Isenção de TRRF 5. devem ser determinados por ensaios realizados em laboratório nacional ou estrangeiro reconhecido internacionalmente.12.9.8.3 As paredes divisórias entre unidades autônomas. g) determinação da temperatura do aço no ponto mais crítico.1 O elemento estrutural situado no exterior da edificação pode ser considerado livre da ação do incêndio. 5. os apartamentos de hotéis.9 Materiais de proteção térmica 5. conforme Anexo A.9. ar-condicionado e outras).10 Subsolo Os subsolos das edificações devem ter o TRRF estabelecido em função do TRRF da ocupação a que pertencer.1 Os mezaninos que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A. 5. 5. suportes e selagens das aberturas.2 Caso a temperatura determinada de acordo com o item 5. de acordo com a respectiva ocupação. conforme Anexo A. as celas dos presídios e assemelhados. dimensionamento e aplicação de materiais de proteção térmica são de responsabilidade exclusiva do(s) responsável(eis) técnico(s) pelo projeto.1As edificações isentas de TRRF. 5. as salas de aula. 5.1 Nas ocupações mencionadas no item anterior. de acordo com norma técnica nacional ou. b) determinação da carga de incêndio específica. 5. as isenções não são admitidas. no mínimo. o procedimento para a verificação da possibilidade de aceitação do item anterior deve ser analítico. B.2.3. devem ter os TRRF conforme estabelecido nesta Instrução Técnica.7. as enfermarias e quartos de hospitais.1 A escolha.14 Edificação aberta lateralmente . 5. quando o seu afastamento das aberturas existentes na fachada for suficiente para garantir que a sua elevação de temperatura não superará a temperatura crítica considerada. as portas da destas unidades.2. projetados conforme normas técnicas. H3. combustibilidade.2 Para estruturas de aço. Esta regra pode ser dispensada para as ocupações que possuam sistemas de chuveiros automáticos. 5.2 seja superior à temperatura crítica das estruturas calculadas.3 As propriedades dos materiais que variem com a temperatura devem ser por meio da função de variação correspondente ou deve ser adotado o valor característico a 600 0C.13 Estruturas encapsuladas 5. H5 e H6) devem possuir TRRF mínimo de 60 (sessenta) minutos.3 Para outros materiais estruturais. não podendo ser inferior ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo. 5. 5. projetados conforme normas técnicas.2 Considera-se forro resistente ao fogo o conjunto envolvendo as placas. e) determinação da temperatura das chamas nas proximidades dos elementos estruturais. profundidade e largura das chamas emitidas para o exterior da edificação.7. 5.9.12. Tal situação deve ser tecnicamente comprovada pelo responsável técnico pelo projeto estrutural.7.12.12. de acordo com norma estrangeira reconhecida internacionalmente. atendendo ao TRRF mínimo igual ao que seria exigido para o elemento protegido considerado. sendo que o TRRF mínimo para as selagens dos shafts e dutos de instalações serão de 60 (sessenta) minutos. Nota: São consideradas unidades autônomas os apartamentos residenciais. toxidade e outras propriedades. que possuam sistemas de chuveiros automáticos. 5.11. devidamente ensaiado (conjunto). f) cálculo da transferência de calor para os elementos estruturais.1 e 5. que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada não necessitam ser do tipo resistente ao fogo.8 Mezaninos 5.4 Os elementos de compartimentação usados como isolamento de riscos e os elementos estruturais essenciais à estabilidade desta compartimentação devem ter. para as ocupações dos grupos A (A2 e A3).2 As propriedades térmicas e o desempenho dos materiais de proteção térmica quanto à aderência. motéis e flats. O ensaio de resistência ao fogo deve mencionar as soluções adotadas para as selagens das aberturas (penetrações) no forro (tais como: iluminação.12. 5.mesmo TRRF da estrutura principal da edificação. 5. usar a regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O’BRIEN . estanqueidade.12. d) determinação da altura. perfis.“Fire Safety of Bare External Structure Steel” ou regulamento similar. aceita-se método analítico internacionalmente reconhecido.1 Os elementos estruturais encapsulados estarão livres da ação de incêndio desde que o encapsulamento tenha o TRRF no mínimo igual ao que seria exigido para o elemento considerado.2. devem ser projetadas (considerando medidas ativas e passivas) visando atender aos objetivos do Regulamento de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros. 5.

1 Será considerada aberta lateralmente a edificação ou parte de edificação que. b) os TRRF para os diversos elementos construtivos.17 Vigas secundárias São as vigas cuja ruína tem efeito apenas localizado.5. com aberturas dispostas de forma que possam ser consideradas uniformemente distribuídas. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro da edificação e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas. não provoca o colapso de outras partes da edificação. quando for o caso. para permitir a ventilação. detalhar a solução adotada. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas. para efeito desta instrução. ou requisitos de dimensões e cobrimento de armadura nas estruturas de concreto. 5. ANEXO A . deverá ser anexado um Memorial de Proteção dos Elementos Construtivos. d) tipo e espessuras de materiais de proteção térmica utilizados nos elementos construtivos.14. ou seja.15 Ocupação mista À edificação que apresentar ocupação mista. e) termo de Responsabilidade Técnica pela execução do projeto de segurança da estrutura em situação de incêndio. 5. c) especificações e condições de isenções e/ou reduções de TRRF.18 Memorial de Segurança da Estrutura Quando da solicitação da Vistoria junto ao CBMMG. Para outros materiais estruturais. com os seguintes dados: a) método empregado para se atingir os TRRF dos elementos estruturais da edificação. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas.2 Em qualquer caso.16 Vigas principais Considerar. nas estruturas de aço. caso haja compartimentação garantindo a separação entre elas. b)tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. aplicam-se os seguintes critérios para o estabelecimento dos Tempos Requeridos de Resistência ao Fogo (TRRF): a) o valor correspondente à ocupação que deve atender às exigências mais rigorosas. em cada pavimento: a) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. como sendo todas as vigas cuja ruína pode provocar o colapso de toda a edificação ou de parte da mesma. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. 5. 5. 5.14. b) o valor correspondente a cada uma das ocupações. caso não haja compartimentação garantindo a separação destas ocupações.

c) a edificação possuir carga de incêndio específica menor ou igual a 500 MJ/m2.17 desta instrução. c) às edificações do grupo L (explosivos) e das divisões M1 (túneis). conforme consta na IT-04 (Acesso e estacionamento de viatura na edificação e áreas de risco). A2.3. A2.3.7. c) forem consideradas lateralmente abertas.1 As edificações desta seção para obterem o benefício de isenção ou redução dos TRRF devem atender aos objetivos do Regulamento de Segurança contra Incêndio do CBMMG e possuírem as saídas de emergência. A2.14 desta instrução.1. 3. b) possuírem área total menor ou igual a 5000m2. b) não forem usadas como rotas de fuga para saídas de emergência. não comprometa a estabilidade da estrutura principal da edificação. G5. quando: a) a cobertura da edificação não tiver função de piso ou não for usada como rotas de fuga para saídas de emergência.7. b) a estrutura e paredes de vedação das escadas e elevadores de segurança.4 As coberturas das edificações que atendam aos requisitos abaixo: a) não tiverem função de piso.3 (tempo equivalente) fica a critério do responsável técnico. não podendo haver em qualquer hipótese sobreposições de isenções. quando abertos lateralmente conforme item 5.5.2 Edificações térreas pertencentes às divisões F5. em função do item A2 e sub itens ou em função de aços não convencionais. A2 Condições de isenção e redução dos TRRF. conforme item 5. A2. A2. sendo que as áreas abaixo referem-se à área total construída da edificação: A2. comprovado através de estudos técnicos.6 A opção de escolha pra determinação do TRRF conforme item 5.1. 5. de classes P3 a P4. desde que não possuam materiais combustíveis incorporados em suas estruturas.1 Edificações de classe P1 e P2 com área menor ou igual a 750 m2 . as rotas de fuga e as condições de ventilação dimensionadas conforme regulamentações vigentes.7. 3. 5.3. A2. c) os elementos estruturais de cobertura cujo colapso. H5 . não for essencial à estabilidade de um elemento de compartimentação.2 As isenções e reduções abaixo não se aplicam: a) aos subsolos com área superior a 500m². a critério do responsável técnico pelo projeto estrutural.1 Estas condições não se aplicam às edificações com altura superior a 80 metros. A2.14 desta instrução e com as estruturas dimensionadas conforme Anexo D da NBR-14432:2001.5 O TRRF das vigas secundárias. A2. de isolamento de riscos e de compartimentação.(normativo) Tempos requeridos de resistência ao fogo Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) devem ser determinados conforme a Tabela A deste anexo. A2. comprovado através de estudos técnicos. a critério do responsável técnico pelo projeto estrutural. acabamentos ou revestimentos.3.3 Edificações pertencentes às divisões G1 e G2. G5. descritos em 5.3. . b) 90 minutos para as edificações de classe P5. I3 . H5 .5 Os mezaninos que apresentem área inferior a 750m² cuja estrutura não dependa da estrutura principal do edifício. b) a estrutura considerada da edificação. conforme item 5. caso atendam um dos seguintes requisitos abaixo: a) forem providas de chuveiros automáticos. I3 podem ter os TRRF constantes da Tabela A reduzidos em 30 minutos. nas condições do item A2. conforme instrução técnica a respeito. obedecendo-se às recomendações contidas nesta instrução e nas considerações a seguir: A1 Os tempos entre parênteses podem ser usados em subsolo nos quais a área bruta de cada pavimento seja menor ou igual a 500 m² e em edificações nas quais cada pavimento acima do solo tenha área menor ou igual a 750 m².2. M2 (parques de tanques) e M3 (centrais de comunicação e energia).3 Edificações ISENTAS de TRRF. que perfaçam no mínimo 50% do perímetro da edificação.4 As edificações térreas pertencente às divisões F5. A2.6 As escadas abertas (escadas simples). A2. com pelo menos duas fachadas para acesso e estacionamento operacional de viaturas. não necessita ser maior que: a) 60 minutos para as edificações de classes P1 a P4. A2.

10. 3.Tabela A – Tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) Para a classificação detalhada das ocupações (grupo e divisão) consultar Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais .8. 4. O TRRF dos subsolos não pode ser inferior ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo (ver item 5.10) Para edificações com altura entre 54m a 80m. pessoais e técnicos Educacional e cultura física Locais de reunião de público A-1 a A-3 B-1 e B-2 C-1 C-2 e C-3 D-1 a D-3 E-1 a E-6 F-1.11 F-3. 2. Explosivos Especial CT 90 CT 120 CT CT = Consultar Corpo Técnico junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. F-4 e F-7 30 30 60 (30) 60 30 30 60 (30) F 60 60 30 CT F-9 G-1 e G-2 não abertos lateralmente e G-3 a G-6 G-1 e G-2 abertos lateralmente G 90 90 90 90 90 (60) 120 120 60 90 90 120 120 150 120 60 (30) 60 (30) 60 60 60 (30) 90 90 30 60 (30) 60 (30) 90 120 150 90 30 30 30 30 30 30 60 (30) 60 (30) 30 60 60 30 30 60 (30) 60 30 60 60 30 60 (30) 90 (60) 30 30 60 90 (60) CT 90 30 90 90 60 90 120 (90) 120 60 120 120 120 120 120 60 60 120 120 CT 120 CT CT CT CT CT CT CT CT CT Serviços automotivos H I Serviços de saúde e institucionais Industrial J Depósitos H-1 e H-4 H-2. F-5 e F-6. poderão ser exigidos os mesmos TRRF das edificações da Classe P5 . H-3 e H-5 I-1 I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 L-1. Os tempos entre parênteses podem ser usados nas edificações nas quais cada pavimento tenha área menor ou igual a 750m². F-2. L-2 e L-3 M-1 M-2 M-3 30 30 30 60 120 150 90 30 30 60 60 CT 30 30 120 (90) 120 (90) L M NOTAS da TABELA A: 1. desde que haja compartimentação vertical entre os pavimentos. Profundidade do Subsolo h Grupo Ocupação/Uso Divisão Edificação Baixa Classe S2 h > 10m 90 90 90 90 90 90 90 90 Classe S1 h ≤ 10m 60 60 60 60 60 60 60 60 Classe P1 h ≤ 6m 6m < h ≤ 12m Altura da edificação h Edificação Média Altura 12m < h ≤ 23m Medianamente Alta 30m < h ≤ 54m Alta h > 54m CT CT CT CT CT CT CT CT Classe P2 30 60 (30) 60(30) 60(30) 60 (30) 30 60 Classe P3 60 60 60 60 60 60 60 23m < h ≤ 30m Classe P4 90 90 90 90 90 90 90 30 Classe P5 120 120 120 120 120 120 120 CT A B C D E Residencial Serviços de hospedagem Comercial varejista Serviços profissionais.

Anexo B (informativo) Tabela de resistência ao fogo para alvenarias Características das paredes Traço em volume de argamassa de revestimento Chapisco Cimento Areia Emboço Cimento Cal Areia Espessura de argamassa de revestimen to (cada face) (cm) Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios de avaliação (horas) Espessura total da parede (cm) Duração do ensaio (min) Integridade Estanqueidade Isolação térmica Resistência ao fogo (horas) Paredes ensaiadas (*) Traço em volume da argamassa do assentamento Cimento Meio .tijolo sem revestimento Um tijolo sem revestimento Meio .5 10 20 15 25 120 395 (**) 300 300 (**) ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 1½ ≥6 4 ≥5 1½ ≥6 4 >6 Parede de tijolos de barro cozido (dimensões nominais dos tijolos). com dimensões 2.5 kg 1 1 8 1 - - - - - - 14 100 ≥ 1½ ≥ 1½ 1½ 1½ Parede de blocos vazados de concreto (2 furos) (blocos com dimensões nominais): 14 cm x 19 cm x 39 cm e 19 cm x 19 cm x 39 cm.50A diâmetro ¼ polegada (*) Paredes sem função estrutural ensaiadas totalmente vinculadas dentro da estrutura de concreto armado.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Bloco de 14 cm sem revestimento Bloco de 19 cm sem revestimento Bloco de 14 cm com revestimento Bloco de 19 cm com revestimento Paredes de tijolos cerâmicos de oito furos (dimensões nominais dos tijolos 10 cm x 20 cm x 20 cm (massa 2.5 areia média: 3.8m x 2.8m totalmente expostas ao fogo (em uma face) (**) Ensaio encerrado sem ocorrência de falência em nenhum dos três critérios de avaliação.5 1.5 1. possuindo malha de lados 15 cm. 5 cm x 10 cm x 20 cm: Massa: 1.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Cal Areia Espessura média da argamassa de assentame nto (cm) - 1 1 1 1 5 5 5 5 1 1 1 1 1 1 3 3 1 1 2 2 9 9 2. .5 agregado graúdo (granito pedra nº 3): armadura simples posicionada à meia espessura das paredes. de aço CA.5 2.5 16 120 150 185 150 300 (**) 150 210 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 1½ 2 3 2 ≥4 1 3 1½ 2 3 2 >4 1½ 3 Traço do concreto em volume.5 1. e massas de 13 kg e 17 kg respectivamente 1 1 1 - 1 1 1 1 1 8 8 8 4 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 1 1 1 1 2 2 2 2 9 9 9 9 1. 1 cimento: 2.9 Kg) Paredes de concreto armado monolítico sem revestimento Meio .5 19 17 22 13 23 11.

pisos e tetos. 2) Quando houver diferentes valores de b em paredes. determinado conforme tabelas C3 e C4.Fator K b= ρcλ (J/m s 2 1/2 °C) K (min . portas e similares) (m2) Obs. K – fator determinado conforme tabela C1.3. Tabela C1 .Anexo C (normativo) Método do tempo equivalente de resistência ao fogo O tempo equivalente a ser determinado de acordo com a formulação abaixo não poderá ter valores menores de TRRF conforme o especificado no item 5. determinado conforme Tabela C5. γn = γn1 γn2 γn3 – coeficiente adimensional que leva em conta a presença de medidas de proteção ativa da edificação. pode ser utilizado o menor valor de b ( ρ c λ ). W – fator associado à ventilação do ambiente.Aν Onde: bi é o fator b do elemento de compartimentação i Ai – área do elemento de compartimentação i (m2) At – área total do compartimento (piso. m2 / MJ) 0. qfi – carga de incêndio (MJ/m²).3 desta instrução técnica: teq = qfi γn γs K W E Onde: teq – tempo equivalente (minutos).: Não computar forros e revestimentos que possam ser destruídos pela ação do incêndio. γs = γs1 γs2 – coeficiente de segurança que depende do risco de incêndio e das conseqüências do colapso da edificação.condutividade térmica do elemento de vedação (W/m°C) Notas: 1) Quando houver elementos de compartimentação com diferentes camadas de material. a favor da segurança. teto e paredes) (m2) Aν .040 0.055 0. determinado conforme a tabela C2.área de ventilação vertical (janelas. E – fator de correção que depende do material da estrutura.070 ρ c λ > 2500 720 ≤ ρ c λ ≤ 2500 ρ c λ < 720 ρ . este valor é determinado conforme a expressão abaixo: b = ∑ bi Ai At .massa específica do elemento de vedação do compartimento (kg/m3) c – calor específico do elemento de vedação do compartimento (MJ/kg°C) λ . .

restaurante. escola. farmácia. museu. bebidas alcoólicas Montagem de automóveis.30 1.00 Tabela C4 . laboratório fotográfico.9 0.20 1.70 2. frigorífico.γs1 6 < h ≤ 12 1.65 3. venda de acessórios de automóveis.05 1.10 1.35 1. depósitos de: produtos farmacêuticos. hangar.60 0.00 3.45 1.2 1.80 3.45 1. hospital.Característica da edificação Área do compartimento (m2) Térrea ≤ 750 ≤ 1000 ≤ 2500 ≤ 5000 ≤ 7500 ≤ 10000 ≤ 20000 ≥65000 1.15 2.90 2.00 Altura da edificação (m) . consultório médico.00 1.25 1. depósitos em geral cinema.Fatores das medidas de segurança contra incêndio Valores de γn1 γn2 γn3 Existência de chuveiros Existência de detecção Brigada contra incêndio (γn2) automáticos (γn1) automática (γn3) Não profissional Profissional 0.60 Na ausência de algum meio de proteção indicado na tabela C2.4 ⎡ ⎛ A ⎞ ⎢ 90 ⎜ 0 .40 1.85 Pequena biblioteca.00 3.00 3.75 2.85 3.60 3.70 1. 4 − v ⎟ ⎜ 0 .5 ⎥ ⎥ ⎥ ⎥ ⎦ Tabela C2 . galeria de arte. indústria de papel. oficina elétrica ou mecânica.00 1.Risco de ativação valores de γs2 risco de ativação do incêndio exemplos de ocupação 0.00 1. residência. 5 ⎜ 1 + 10 v ⎟ h ⎜ ⎢ A ⎟ A f⎠ f ⎝ ⎢ ⎣ H – altura do compartimento (m) Av – área de ventilação vertical . escritório.10 1. teatro.15 1. 62 + ⎝ W =⎜ ⎟ ⎢ H ⎠ ⎛ A ⎞A ⎝ ⎢ 1 + 12 .00 3.65 2.35 3. deve ser adotado o respectivo γn igual a 1.15 1.50 3.00 3.85 2.60 3.00 3. livraria.25 1.60 1.25 1.00 3.00 3.00 3. Tabela C3 . correio.25 1.00 3.00 3.00 3. indústria mecânica Laboratório químico.0 Normal 1.10 1.90 0.3 ⎢ A ⎟ ⎛ 6 ⎞ f⎠ ⎢ 0 .00 3.00 12 < h ≤ 23 23 < h ≤ 30 30 < h ≤ 80 1.00 3.00 3.janelas (m²) Ah – área de ventilação horizontal -piso (m²) Af – área de piso (m²) ⎤ ⎥ ⎥ ⎥ ≥ 0 . hotel. igreja.00 h≤6 1.00 3.00 1.45 Média Alta . oficina de pintura de automóveis 1.00 H > 80 1.

Onde: V – grau de ventilação do compartimento calculado. utilizar. o valor mais desfavorável de E.7 V Nota: No caso de estruturas mistas de aço e concreto.0 1.20 m½ Aν = Área total de aberturas verticais (m²).Tabela C5 – Valores do Fator E Material da estrutura Concreto armado Aço revestido termicamente Aço sem revestimento térmico Fator E 1. teto e piso. . heq = Altura média das janelas. em metro (m).0 13. At = Área total do compartimento (paredes. incluindo aberturas). onde aplicável. conforme a seguinte expressão: V = Aν√heq At Nota: Limites de aplicação: 0.02 m½ ≤ V ≤ 0.

07 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A – Compartimentação horizontal e vertical B – Tabela de área máxima de Compartimentação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Procedimentos .IT .

gov.mg.1. NBR 6479 – Portas e vedadores – determinação da resistência ao fogo. . 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações onde são exigidas a compartimentação horizontal e vertical.130. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14. Augusto de Lima. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos.combustibility test. NBR 10636 – Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo. 1. de 31 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.bombeiros.gov. NBR 6118 – Projetos de estrutura de concreto.Procedimento.br 1 OBJETIVO 1. NBR 11742 – Porta corta-fogo para saídas de emergência – Especificação. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.Esta Instrução Técnica estabelece os parâmetros da compartimentação horizontal e compartimentação vertical. NBR 11711 – Portas e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais.br Email: dat3@cbmmg. NBR 14323 – Dimensionamento de estrutura de aço de edifício em situação de incêndio .Bairro Centro CEP 30. ISO 1182 – Building materials .non . NBR 5628 – Componentes construtivos estruturais – determinação da resistência ao fogo. 1. Decreto Estadual nº 44. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 355 . NBR 14432 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – procedimento. NBR 14925 – Unidades envidraçadas resistentes ao fogo para uso em edificações.270. NBR 9441 – Execução de sistemas de detecção e alarme de Incêndio. entre pavimentos elevados consecutivos.190-000 Site: www.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 07 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.mg.3 A compartimentação vertical se destina a impedir a propagação de incêndio no sentido vertical. estabelecendo detalhamentos técnicos relativos à área de compartimentação.2 A compartimentação horizontal se destina a impedir a propagação de incêndio no pavimento de origem para outros ambientes no plano horizontal. ou seja. conforme previsto nas tabelas 7A a 7M do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.

desde que as dimensões máximas especificadas nesta norma sejam respeitadas.1 A compartimentação horizontal deve ser compatibilizada com atendimento a IT 08. e) selos corta-fogo.2 Vedadores Corta-Fogo As aberturas nas paredes de corta-fogo de compartimentação de passagem exclusivas de materiais devem ser protegidas por vedadores corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) os vedadores corta-fogo devem atender ao disposto na NBR 11711.1.3 Proteção das aberturas nas paredes de compartimentação: As aberturas existentes nas paredes de compartimentação devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo. representados.1 A compartimentação horizontal é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) paredes de compartimentação. 1 Anexo A).1. f) afastamento horizontal entre aberturas. externa à edificação. desde que a área da . por exemplo.4.1.1. de forma que cada área compartimentada seja dotada de saídas para o exterior da edificação e áreas adjacentes. e) a distância mencionada no item anterior poderá ser substituída por um prolongamento da parede de compartimentação. no mínimo. b) caso a classe de ocupação não se refira a edifícios industriais ou depósitos.3. aplicam-se as definições constantes na IT 02 (Terminologia de proteção contra incêndio e pânico). d) na impossibilidade de serem utilizados vedadores corta-fogo. pode-se utilizar alternativamente a proteção por cortina d'água. devem ser afastadas horizontalmente entre si por trecho de parede com 02 (dois) metros de extensão devidamente consolidada à parede de compartimentação e apresentando a mesma resistência ao fogo (fig. d) registros corta-fogo ("dampers"). 5. com reforços estruturais adequados. 5. com extensão mínima de 1(um) metro. estar distanciadas de forma a evitar a propagação do incêndio por radiação térmica. já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para situação de incêndio.Anexo A). de acordo com o prescrito na IT 06.4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. serão exigidos os seguintes requisitos: a) a parede de compartimentação deverá ser construída entre o piso e o teto devidamente vinculada à estrutura do edifício. pertencentes a áreas de compartimentação horizontal distintas dos edifícios. h) as distâncias requeridas no item anterior podem ser suprimidas caso as aberturas sejam protegidas por portas. f) a resistência ao fogo da parede de compartimentação.2 desta IT. a 1. o fechamento automático dos vedadores deve ser comandado por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441. g) as aberturas situadas em fachadas paralelas ou ortogonais.1.3. para isto devem ser consideradas as condições de dimensionamento estabelecidas na IT-05 (Separações entre Edificações). i) cada setor compartimentado deverá possuir facilidade de acesso para alcançar as saídas de emergência. devem.2. b) no caso de edificações que possuem elementos estruturais de cobertura combustíveis.1 Portas corta-fogo As portas destinadas à vedação de aberturas em paredes de compartimentação devem ser do tipo cortafogo. c) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de incêndio. permitindo o abandono rápido das pessoas (fig. 5.1. c) vedadores corta-fogo.0m acima da linha de cobertura (telhado). por esteiras transportadoras. devem ser instaladas portas de acordo com a NBR 11742.1 Compartimentação horizontal 5.2 Características de construção: Para os ambientes compartimentados horizontalmente entre si. pela existência de obstáculos na abertura. deve ser determinada por meio da NBR 10636. em lados opostos da parede de compartimentação. b) na situação de compartimentação de áreas de edificações comerciais e industriais são aceitas também portas corta-fogo de acordo com a NBR 11742. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e deve ser prevista a possibilidade de fechamento dos dispositivos de forma manual na central do sistema. sendo aplicáveis as seguintes condições: a) as portas corta-fogo devem atender ao disposto na NBR 11742 para saída de emergência e NBR 11711 para compartimentação em ambientes comerciais e industriais. 1. 5. 5 PROCEDIMENTOS 5.1. 5. c) as paredes mencionadas no item anterior devem ser dimensionadas estruturalmente de forma a não entrarem em colapso caso ocorra à ruína da cobertura do edifício do lado afetado pelo incêndio. c) quando houver necessidade de passagem entre ambientes compartimentados providos de portas de acordo com a NBR 11711. b) portas corta-fogo. a parede de compartimentação deverá estender-se. no que tange aos panos de alvenaria ou de painéis fechando o espaço entre os elementos estruturais. estes atendendo às condições da NBR 14925 e apresentando resistência ao fogo conforme as condições do item 5. vedadores ou vidros corta-fogo. d) as aberturas situadas na mesma fachada.

5.abertura não ultrapasse 1.1.R. que permitam realizar a exaustão de gases e fumaça do ambiente.5.1. conforme IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações).4 Registro corta-fogo (dampers) Quando os dutos de ventilação. que devem também ter os requisitos de resistência ao fogo. hidro-sanitárias.3.5. devem existir registros corta-fogo devidamente ancorados à parede corta-fogo de compartimentação. as salas de aula. 5.1. o fechamento automático dos registros deve ser comandados por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441. . e) a falha do dispositivo de acionamento do registro corta-fogo deve dar-se na posição de segurança. atendendo aos parâmetros da IT 18 e normas técnicas específicas.2 Os elementos de proteção de aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação podem apresentar valor de TRRF de 30 (trinta) minutos menor que a resistência das paredes corta-fogo de compartimentação. b) os registros corta-fogo devem ser dotados de acionamentos automáticos comandados por meio de fusíveis bimetálicos ou por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441. além da adequada selagemcortafogo da abertura em torno dos dutos. a área de compartimentação será de 750.5 Condições especiais da compartimentação horizontal 5. ar condicionado e/ou exaustão.00 m2. 5.1 No interior da edificação.1.00 m2 deverão possuir medidas de proteção analisadas por Corpo Técnico.fogo de compartimentação. E e H (H2. 5.5. O mesmo se aplica às portas de unidades autônomas que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada. d) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de fumaça. d) selos corta-fogo.1 São consideradas unidades autônomas. para efeito desta IT.3.2 Em subsolos não destinados exclusivamente ao estacionamento de veículos.4. Áreas superiores a 750. os subsolos deverão possuir aberturas de ventilação adequadas ao exterior. c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem. As seguintes condições devem ser atendidas: a) os registros corta-fogo devem ser ensaiados para caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. H5 e H6) devem possuir requisitos mínimos de resistência ao fogo de acordo com o prescrito na IT 06 – Segurança Estrutural nas Edificações. c) enclausuramento de elevadores e monta-carga. f) os dutos de ventilação. f) vedadores corta-fogo. 5.1. b) os tubos plásticos de diâmetro interno superior a 40mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo em um dos lados da parede.4 Características de resistência ao fogo: 5.3.5 m2.5. 5.3 Selos corta-fogo Quaisquer aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação destinadas à passagem de instalações elétricas. que deverá possuir acionamento automático. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento do registro.2 Compartimentação vertical 5.2. b) enclausuramento de escadas por meio de parede corta-fogo de compartimentação. ar condicionado ou exaustão atravessarem paredes corta.1. c) no caso da classe de ocupação não se referir aos edifícios industriais ou depósitos. telefônicas e outros que permitam a comunicação direta entre áreas compartimentadas devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. H3.4 Em complementação aos sistemas de proteção. g) os elementos construtivos corta-fogo / pára-chama de separação vertical entre pavimentos consecutivos. conforme prescrito na IT 06.1.1. ou seja. 5. que não possam ser dotados de registros corta-fogo. devem ser dotados de proteção em toda a extensão (de ambos os lados das paredes) garantindo resistência ao fogo igual à das paredes. 5. A cortina d´água pode ser interligada ao sistema de hidrantes. as enfermarias e quartos de hospital.4. poços para outras finalidades por meio de porta pára-chama (observar IT 06). porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos.3 As paredes divisórias entre unidades autônomas e entre unidades e as áreas comuns para as ocupações dos grupos A (A2 e A3).R.1. os quartos de hotéis.1. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e permitir o fechamento por decisão humana na central do sistema. os apartamentos residenciais. as áreas de compartimentação horizontal devem ser separadas por paredes corta-fogo devendo atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (T.1 A compartimentação horizontal está dispensada nas áreas destinadas exclusivamente a estacionamento de veículos.). B.F.1 A compartimentação vertical é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) entrepisos corta-fogo. as celas de presídios e assemelhados. e) registros corta-fogo ("dampers"). 5.1. 5. motéis e flats. 5.

que podem ser constituir de vigas e/ou parapeito ou prolongamento dos entrepisos além do alinhamento da fachada. de forma a não comprometer a resistência ao fogo destes elementos. e) no caso de dutos de ventilação.2. Suas aberturas devem ser protegidas por vedadores pára-chamas as quais deverão apresentar resistência ao fogo igual às das paredes. já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para a situação do incêndio. e) as fachadas pré-moldadas devem ter seus elementos de fixação devidamente protegidas contra a ação do incêndio e as frestas com as vigas e/ou lajes devidamente seladas. 2 – anexo A). elementos de separação. ar-condicionado e exaustão que atravessarem as lajes. d) as escadas devem ser enclausuradas por meio paredes de compartimentação e portas corta-fogo. de acordo com o inciso 5.90 m além do plano externo da fachada (fig.1 Compartimentação vertical na envoltória do edifício As seguintes condições devem ser atendidas pelas fachadas com intuito de dificultar a propagação vertical do incêndio pelo exterior dos edifícios: a) deve existir separação na fachada entre aberturas de pavimentos consecutivos. cuja resistência ao fogo não deve ser comprometida pelas transposições que intercomunicam pavimentos.1 Escadas As escadas devem ser enclausuradas por meio de paredes corta-fogo de compartimentação e portas cortafogo. A resistência ao fogo dos entrepisos deve ser determinada por meio de ensaio segundo a NBR 5628 ou dimensionada de acordo com norma brasileira pertinente. seguindo-se as orientações contidas na IT 06.3. instalados parapeitos. c) quando a separação for provida por meio dos prolongamentos dos entrepisos.2 Características de construção: 5. 5. no mínimo. 5. devidamente consolidadas de forma adequada às lajes dos pavimentos. no que se refere aos panos de alvenaria ou de painéis pré-moldados. monta-carga e outras finalidades deverão ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação. toda tubulação deve estar protegida de forma a apresentar resistência ao fogo conforme requisitos da IT-06. 5. devidamente ancorados à laje. d) os selos corta-fogo perimetrais indicados no item anterior deverão ser detalhados. construídas e instalados de acordo com NBR 11711/1992.1. 0. deve ser determinada pela NBR 10636. Caso estes registros não possam ser instalados. exceção feita aos vidros laminados. todas as aberturas no entrepiso destinadas às passagens das instalações de serviços devem ser vedadas por selos corta-fogo. tais selos podem ser substituídos por paredes corta-fogo de compartimentação cegas posicionadas entre piso e teto. . d) os elementos de separação entre aberturas de pavimentos consecutivos e as fachadas cegas devem ser consolidadas adequadamente aos entrepisos.2. como apresentado a seguir: 5. As aberturas existentes nos entrepisos devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo. c) os poços destinados a elevadores. b) devem ser previstos atrás destas fachadas. c) as frestas ou as aberturas entre a “fachada-cortina” e os elementos de separação devem ser vedados com selos corta-fogo em todo perímetro. além da selagem da passagem destes equipamentos. b) as aberturas existentes nos entrepisos. b) quando a separação for provida por meio de vigas e/ou parapeitos. A incombustibilidade destes materiais deve ser determinada em ensaio utilizando-se o método ISO 1182.2. Deve atender às seguintes condições: a) no interior da edificação. atendendo os requisitos da IT 01 (Procedimentos Administrativos).2.2.1 Nas edificações com fachadas totalmente envidraçadas ou “fachadas-cortina” serão exigidas as seguintes condições: a) os caixilhos e os componentes transparentes ou translúcidos devem ser compostos por materiais incombustíveis.2. de forma a garantir a resistência ao fogo do conjunto. f) os materiais transparentes ou translúcidos das janelas devem ser incombustíveis. Os entrepisos podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de outros materiais que garantam a separação física dos pavimentos.2.2.2. devem existir registros corta-fogo.20m separando aberturas de pavimentos consecutivos (fig. 5. as quais devem atender aos requisitos da IT-08(Saídas de Emergências nas Edificações). a incombustibilidade destes materiais devem ser determinadas em ensaios utilizando-se o método ISO 1182.3 – anexo A).1.h) selagem perimetral corta-fogo. deverão ser protegidas por vedadores corta-fogo.2. ou seja. tais selos devem ser fixados aos elementos de separação de modo que sejam estruturalmente independentes dos caixilhos da fachada. atendendo as seguintes condições: a) a resistência ao fogo da parede de compartimentação. com resistência ao fogo. vigas ou prolongamentos dos entrepisos. exceção feita aos vidros laminados. estes devem apresentar altura mínima de 1.2. as abas devem projetar-se. fechando o espaço entre elementos estruturais.2 Compartimentação vertical no interior dos edifícios A compartimentação vertical no interior dos edifícios é provida por meio de entrepisos.2.2.3 Entrepisos Os entrepisos devem enquadrar-se na categoria compartimentação e podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de materiais que garantam a separação física de pavimentos no interior dos edifícios.

c) as portas pára-chamas conforme item anterior podem ser substituídas pelo enclausuramento dos halls do acesso aos elevadores.2. b) as portas de andares de elevadores não devem permanecer abertas em razão da presença da cabine. d) alternativamente às portas pára-chamas do montacarga. ou seja. ar condicionado e exaustão.3.1. As portas dos andares de elevadores devem ser classificadas como pára-chamas. desde que sejam utilizados dispositivos elétricos que permitirão seu fechamento em caso de incêndio. comandados por sistema de detecção automática de fumaça instalados no(s) hall(s) de acesso às escadas. c) as portas mencionadas devem ser ensaiadas seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. 5. que permitam a comunicação direta entre os pavimentos de um edifício devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.3.2.2.2. e.b) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas e entre as antecâmaras e a escada devem atender ao disposto na NBR 11742.2. f e g do item 5.2. ar condicionado ou exaustão atravessarem os entrepisos. f) a situação ("status") das portas corta-fogo (aberto ou fechado) deve ser indicada na central do sistema de detecção e permitir o fechamento por decisão humana na central do sistema. manual ou mecanicamente. g) nos pavimentos de descarga.1. 5. As portas de andar devem ser classificadas como pára-chamas.5 Aberturas de passagem de dutos de ventilação. os “halls” de acesso aos elevadores devem ser enclausurados conforme as condições estabelecidas das alíneas c. c) as portas corta-fogo utilizadas para enclausuramento das escadas devem ser construídas integralmente com materiais incombustíveis. As seguintes condições devem ainda ser consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas nas letras "a" e "b" constantes do item 5.2. d. caracterizados de acordo com o método ISO 1182. de acordo com a NBR 9441.2. nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura. nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura.3. fechando automaticamente em caso de incêndio e atendendo ainda ao disposto das letras "f" e "g" constantes do item 5. por meio de parede e porta corta-fogo.3. deverá existir registros corta-fogo devidamente ancorados ao entrepisos e serem atendidas as condições . por meio de portas retráteis corta-fogo.2. de acordo com a NBR 9441. os trechos das escadas que provém do subsolo ou dos pavimentos elevados devem ser enclausurados de maneira equivalente a todos os outros pavimentos. i) as portas de andar de elevadores e as portas de enclausuramento dos halls devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.3. h) a exigência de resistência ao fogo das paredes de enclausuramento da escada também se aplica as antecâmaras quando estas existirem.3 Monta-cargas Os poços destinados à monta-carga devem ser constituídos por paredes de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos. e) numa outra alternativa às portas pára-chamas de andar constitui-se de enclausuramento dos halls dos elevadores. requerendo na primeira situação um esforço máximo de 130 N.3.2. 5. comandadas por sistema de detecção automática de fumaça devendo atender ao disposto na NBR 11742 e as disposições das alíneas d.2.2. g) as portas retráteis corta-fogo também devem ser abertas ou fechadas no local de sua instalação.2.1. telefônicas e outras.3. d) quando a escada de segurança for utilizada como via de circulação vertical em situação de uso normal dos edifícios suas portas corta-fogo podem permanecer abertas.3.2. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento da porta.3.2 Elevadores Os poços destinados a elevadores devem ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos. c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem. e) a falha dos dispositivos de acionamento das portas corta-fogo deve dar-se na posição de segurança.2.2. d) as portas corta-fogo mencionadas no item anterior devem fechar automaticamente em caso de incêndio.2. h)o enclausuramento dos halls dos elevadores permitirá a disposição do elevador de emergência em seu interior.1. f e g constantes do item 5. Quando dutos de ventilação. 5.2. As seguintes condições devem ser adicionalmente consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas nas alíneas a e b constantes do item 5. exceção feita à pintura de acabamento. hidrosanitárias. e. mantidas permanentemente abertas e comandadas por sistema de detecção automática de fumaça. f) as portas mencionadas no item anterior não devem estar incluídas nas rotas de fuga.4 Prumadas das instalações de serviço Quaisquer aberturas existentes nos entrepisos destinadas à passagem de instalação elétrica.2. b) os tubos plásticos com diâmetro interno superior a 40 mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo abaixo do entrepisos. além da adequada selagem corta-fogo da abertura em torno do duto. b) as portas de andar do monta-carga não devem permanecer abertas em razão de presença da cabine.

constituírem-se por paredes corta-fogo de compartimentação. porém não podendo ser inferior a 120 (cento e vinte) minutos.1.2. b. 5.1 e 5. devem atender.3 Características de resistência ao fogo 5.2.3.1 Para que a existência do átrio não afete a compartimentação vertical. conforme IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações). 5.2 tem-se o seguinte: a) as paredes de enclausuramento das escadas e elevadores de segurança.4.2.6 Aberturas de passagem de materiais As aberturas nos entrepisos de passagem exclusiva de materiais devem ser protegidas por vedadores cortafogo atendendo às seguintes condições estabelecidas nas alíneas a.2. podendo. Portas e vedadores corta-fogo podem apresentar TRRF de 30 (trinta) minutos menor que as paredes.7 Átrios Os átrios devem ser entendidos como espaços no interior de edifícios que interferem na compartimentação horizontal ou vertical. como esgoto e águas pluviais.1.3.3. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através do átrio nos pavimentos.2 Os elementos de proteção das transposições nos entrepisos (selagens corta-fogo) e os elementos de compartimentação vertical na envoltória do edifício. 5. c) as paredes de compartimentação devem atender às condições estabelecidas nas alíneas a e b constantes do item 5.3. no mínimo. exclusivamente.3.3. cada derivação das prumadas deve ser protegidas por registro corta-fogo.2.2.3.2.3 Como exceção às regras estabelecidas em 5.2.3. A condição básica a ser atendida por qualquer átrio é a seguinte: a) cada átrio deve fazer parte exclusivamente de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal. ar condicionado e exaustão devem apresentar. não possam ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos. ou seja. comandado por sistema de detecção automática de fumaça.1. inclusive.3. devem ser dotados de proteção em toda a extensão garantindo a adequada resistência ao fogo.8 Prumadas enclausuradas As prumadas totalmente enclausuradas por onde passam as instalações de serviço. 5.2.2. As paredes de enclausuramento devem atender ao disposto nas alíneas a e b constantes do item 5. b. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através dos dutos de ventilação permanente.2. devendo ser compostos integralmente por materiais incombustíveis. quanto às resistências ao fogo devem estar caracterizadas através dos procedimentos de ensaio da NBR 6479. as derivações existentes nos pavimentos devem ser protegidas por registros corta-fogo. c.2. no mínimo.5. Se os vedadores apresentarem fechamento automático. constituídas pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas. devera atender ás condições estabelecidas nas alíneas a. c) a prumada de ventilação permanente deve ser compartimentada em relação às demais áreas da edificação não destinadas a banheiros ou similares por meio de paredes e portas corta-fogo.3. ao TRRF igual ao estabelecido na IT 06. cujo o acionamento deve atender as condições estabelecidas nas alíneas a.3. Neste caso.1 Os entrepisos devem atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF).9 Prumadas de ventilação permanente Os dutos de ventilação permanentes de banheiro e similares devem atender às seguintes condições para que não comprometam a compartimentação vertical dos edifícios: a) devem ser integralmente compostos por materiais incombustíveis. 5. 5. c.3. d e e constantes no item 5. b) os elementos de compartimentação do átrio devem apresentar resistência ao fogo. 5.4. d e e constantes do item 5. b. d constantes do item 5. d) alternativamente disposto na alínea c.1. ou seja. c.2.2.2.2.3.3. em caso de acionamento. de correr ou de deslocamento horizontal. 5. 5. c.2.3.1. em seu perímetro interno ou no perímetro da área de circulação que o rodeia em cada pavimento.1 Caso os dutos de ventilação. e) as condições de fechamento das portas mencionadas no item anterior devem ser tais que não ofereçam risco de provocar acidentes e ferimentos nas pessoas.2.estabelecidas nas alineas a.2.2. vidros corta-fogo e vedadores corta-fogo. dutos e antecâmaras.2.3.2.4. incluindo as fachadas sem aberturas (cegas) devem atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) conforme IT 06. os tempos requeridos de .1. b) cada prumada de ventilação deve fazer parte. devem estar de acordo com a NBR 9441. e. devendo atender a uma série de condições para não facilitarem a propagação do incêndio. d e e constantes no item 5. d) os vedadores corta-fogo podem ser retráteis.3.3.7. b. b) as selagens das prumadas das instalações de serviço e os registros protegendo aberturas de passagem de dutos de ventilação. é necessário que as seguintes condições adicionais sejam atendidas: a) compartimentação do átrio deve ser feita em todos os pavimentos servidos.2. e) as paredes que compõem estas prumadas devem atender os disposto nas alíneas a e b constantes no item 5.2.1. ar condicionado e exaustão. não necessitam ser seladas desde que as paredes sejam corta-fogo e as derivações das instalações que as transpassam sejam devidamente seladas (conforme condições definidas em outros tópicos desta IT). porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos. de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal.

9 (prumadas de ventilação permanente) devem apresentar resistência mínima ao fogo de respectivamente.4 Não será considerada compartimentação vertical nos casos de interligação de pavimentos consecutivos (nos pisos acima do térreo). . de forma a dificultar a propagação do fogo e facilitar as operações de combate a incêndio. escadas. porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos. porém nunca inferior ao TRRF estabelecido na IT 06. piso de descarga e demais pisos elevados.2.3. c) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas em cada pavimento devem apresentar resistência mínima ao fogo de 90 (noventa) minutos. desde que o somatório de área desses pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para compartimentação horizontal. ar condicionado ou exaustão. 60 (sessenta) minutos e 30 (trinta) minutos. rampas.6 Recomenda-se que as áreas descobertas destinadas ao armazenamento de produtos combustíveis possuam afastamento dos limites da propriedade bem como corredores internos que proporcionem o fracionamento do risco.3 Áreas máximas de compartimentação Para o estabelecimento das áreas máximas de compartimentação horizontal deve-se atender aos valores estabelecidos no Anexo B. conforme anexo B. quando forem únicas (escadas sem antecâmaras) e de 60 (sessenta) minutos quando a escada for dotada de antecâmara. 5. 5.2. destinadas à circulação de pessoas. 5. por intermédio de átrios. dutos e shafts de instalação de subsolos devem ser compartimentados integralmente em relação ao piso térreo. rampa de circulação ou escadas rolantes.5 As escadas. quando não podem ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos devem ser protegidos em toda a extensão de forma a garantir a resistência mínima ao fogo de 120 (cento e vinte) minutos. conforme IT 06. 5.resistência ao fogo. e e) as paredes e portas corta-fogo tratadas em 5. limitando-se no máximo a 3 (três) pavimentos consecutivos. d) os dutos de ventilação.

ANEXO “A” COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL .

ANEXO “A” (CONTINUAÇÃO)

Fig. 3 – Compartimentação Vertical (Prolongamento dos Entrepisos)

alvenaria
PISO

fachada envidraçada
TETO

alvenaria

FIG. 04 - COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL - FACHADA ENVIDRAÇADA Fig. 4 – Compartimentação Vertical (Fachadas Envidraçadas)

ANEXO “B” TABELA DE ÁREA MÁXIMA DE COMPARTIMENTAÇÃO (m²) GRUPO TIPO DENOMINAÇÃO ALTURA A-1, A-2, A-3 B-1, B-2 C-1; C-2 C-3 D-1, D-2, D-3, D-4 E-1,E-2, E-3, E-4, E-5 e E-6 F-1, F-2, F-3, F4, e F-9 F-5, F-6 e F-8 F-7 F-10 G-1, G-2, G-3 G-4 G-5 H-1, H-2, H-4, H-5 e H-6 (*) H-3 I-1 e I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 L-1 L-2 e L-3 M-1 M-2 M-3 M-4, M5, M-6 e M-7 I Edificação Baixa Um pavimento – – 5.000(1) 5.000(1) 5.000 – – – – 5.000(1) – 10.000 – – – 7.500(1) – 10.000(1) 7.500(1) 4.000(1) 100 CT CT 1.000 5.000 750 H≤6,00m – 5.000 3.000(1) 2.500(1) 2.500(1) – – – – 2.500(1) – 5.000 – – 10.000 5.000 – 5.000 3.000 2.500 CT CT CT 500 3.000 CT 6,00m<H ≤ 12,00m – 4.000 2.000 1.500 1.500 – – TIPO DE EDIFICAÇÕES II Edificação de Média Altura III IV Edificação Edificação Mediamen Alta te Alta Acima de 54,00m – 1.500 1.500 2.000 1.500 – – 800 CT 800 – 1.000 – 1.000 2.000 1.500 – 1.500 1.000 1.000 CT CT CT CT CT CT

12,00m<H≤ 23,00m<H≤ 30,00m<H 23,00m 30,00m ≤ 54,00m – 3.000 2.000 1.000 1.000 – – – 2000 1.500 2.000 800 – – – 1.500 1.500 2.000 1.500 – – 800 CT 800 – 1.000 – 1.000 2.000 1.500 – 1.500 1.000 1.000 CT CT CT CT CT CT

– 2.000 1.000 CT CT CT 1.500 1.000 1.000 – – – 3.000 2.000 1.000 Ver IT específica ou Corpo Técnico – – 5.000 3.000 – 3.000 2.000 1.500 CT CT CT CT 2.000 CT – 2.000 3.000 1.500 – 1.500(1) 2.500 2.000 CT CT CT CT 1.000 CT – 1.500 1.500 1.000 – 2.000 1.500 1.500 CT CT CT CT CT CT

NOTAS ESPECÍFICAS: 1) A área de compartimentação pode ser aumentada em 100%, caso haja sistema de detecção de fumaça (IT nº 14). 2) A edificação destinada à clínica de internação (divisão H-6) será enquadrada como (H-3) de acordo como o exigido no Decreto Estadual 43.805/04. 3) CT – Corpo Técnico

NOTAS GENÉRICAS: a) Observar os casos permitidos de substituição da compartimentação de áreas, por sistema de chuveiros automático, acrescidos, em alguns casos, dos sistemas de detecção automática , conforme tabela de exigência do b) Os locais assinalados com traço (–) estão dispensados da compartimentação horizontal, mantendo-se a compartimentação vertical, de acordo com as tabelas de exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.
c) Não será considerada a compartimentação vertical nos casos de interligação de pisos ou pavimentos consecutivos, por intermédio de atrium, escadas, rampas de circulação ou escadas rolantes, desde que a somatória de área dos pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para cada grupo e tipo de edificação, limitando-se no máximo a três pisos. Esta exceção não se aplica para as compartimentações das fachadas e selagens dos “shafts” e dutos de instalações.

d) No caso desta IT, as edificações térreas dotadas de subsolo para cálculo de área máxima de compartimentação deverão ser enquadradas na classe II desta tabela, caso esse subsolo não seja compartimentado em relação ao térreo.

IT - 08
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES

SUMÁRIO
1 – Objetivo

ANEXOS
Tabelas

2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 08

SAIDAS DE EMERGENCIA
DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

1 OBJETIVO 1.1 Estabelecer critérios mínimos necessários para o dimensionamento das “Saídas de Emergência em Edificações”, visando a que sua população possa abandoná-las, em caso de incêndio ou pânico, completamente protegida em sua integridade física e permitir o acesso de guarnições de bombeiros para o combate ao fogo ou retirada de pessoas; 1.2 Adequação das exigências de proteção contra incêndio e pânico, atendendo a NBR 9077/93 da Associação Brasileira de Normas Técnicas quanto aos requisitos mínimos necessários para o dimensionamento das saídas de emergência nas edificações; 1.3 Padronizar critérios para análise de projetos de Prevenção Contra Incêndio e pânico em Minas Gerais; 1.4 Orientar os profissionais que atuam na elaboração de projetos e execução de obras submetidas à aprovação do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações novas, podendo, entretanto, servir como exemplo de situação ideal que deve ser buscada em adaptações de edificações em uso, consideradas suas devidas limitações. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.

Decreto Estadual nº 44.270, de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 9077 - Saídas de Emergências em Edifícios. NBR 9050 - Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente. NBR 9441 - Execução de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio. NBR 13434-1 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 1: Princípio de projeto. NBR 13434-2 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 2: Símbolos e suas formas, dimensões e cores. NBR 10898 - Sistemas de iluminação de emergência. BS (British Standard) 5588/86. NBR 11742 – Porta Corta-Fogo para saídas de emergência. NBR 13768 – Acessórios para PCF em saídas de emergência. NBR 11785 – Barra antipânico – Requisitos. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes nas referências normativas e IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Classificação das edificações 5.1.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica, as edificações são classificadas: a) quanto à ocupação, de acordo com a Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e

Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais; b) quanto à altura, dimensões em planta e características construtivas, de acordo, respectivamente, com as Tabelas 1, 2 e 3 desta Instrução Técnica. 5.2 Componentes da saída de emergência 5.2.1 A saída de emergência compreende o seguinte: a) acesso; b) rotas de saídas horizontais, quando houver, e respectivas portas ou ao espaço livre exterior, nas edificações térreas; c) escadas ou rampas; d) descarga. 5.3 Cálculo da população 5.3.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população da edificação. 5.3.2 O cálculo da população de cada pavimento da edificação é de acordo com os coeficientes da tabela 4, considerando sua ocupação, dada na Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5.3.3 Devem ser incluídas nas áreas de pavimento exclusivamente para o cálculo da população: a) as áreas de terraços, sacadas e assemelhadas, excetuadas aquelas pertencentes às edificações dos grupos de ocupação A, B e H; b) as áreas totais cobertas das edificações F-3 e F-6 inclusive canchas e assemelhados; c) as áreas de escadas, rampas e assemelhados, no caso de edificações dos grupos F-3, F-6 e F-7, quando em razão de sua disposição em planta, esses lugares puderem, eventualmente, ser utilizados como arquibancadas. 5.3.4 Exclusivamente para o cálculo da população, as áreas de sanitários, corredores e elevadores nas ocupações C, D, E e F, são excluídas das áreas de pavimento. 5.4 Dimensionamento das saídas de emergência 5.4.1 Largura das saídas 5.4.1.1 A largura das saídas deve ser dimensionada em função do número de pessoas que por elas deva transitar, observando os seguintes critérios: a) os acessos são dimensionados em função dos pavimentos que sirvam à população; b) as escadas, rampas e descargas são dimensionadas em função do pavimento de maior população, o qual determinam as larguras mínimas para os lanços correspondentes aos demais pavimentos, considerandose o sentido da saída. 5.4.1.2 A largura das saídas, isto é, dos acessos, escadas, descargas, e outros, é dada pela seguinte fórmula:

N= P C Onde: N = Número de unidades de passagem, arredondado para número inteiro maior. P = População, conforme coeficiente da tabela 4 do anexo e critérios das seções 5.3 e 5.4.1.1. C = Capacidade da unidade de passagem conforme tabela 4 do anexo. 5.4.2 Larguras mínimas a serem adotadas As larguras mínimas das saídas de emergência, em qualquer caso, devem ser as seguintes: a) 1,10 m, correspondente a duas unidades de passagem de 55cm, para as ocupações em geral, ressalvando o disposto a seguir; b) 1,65 m, correspondente a três unidades de passagem de 55 cm, para as escadas, os acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2 e H-3; c) 1,65 m, correspondente a três unidades de passagem de 55 cm, para as rampas, acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2; d) 2,20 m, correspondente a quatro unidades de passagem de 55 cm, para as rampas, acessos às rampas (corredores e passagens) e descarga das rampas, nas ocupações do grupo H, divisão H-3. 5.4.3 Exigências adicionais sobre largura de saídas 5.4.3.1 A largura das saídas deve ser medida em sua parte mais estreita, não sendo admitidas saliências de alizares, pilares e outros, com dimensões maiores que as indicadas na Figura 1, e estas somente em saídas com largura superior a 1,10 m.

Figura 1 - Medida da largura em corredores e passagens

5.4.3.2 As portas que abrem para dentro de rotas de saída, em ângulo de 180º, em seu movimento de abrir, no sentido do trânsito de saída, não podem diminuir a largura efetiva destas em valor menor que a metade (ver figura 2), sempre mantendo uma largura mínima livre de 1,10 m para as ocupações em geral e de 1,65 m para as divisões H-2 e H-3. 5.4.3.3 As portas que abrem no sentido do trânsito de saída, para dentro de rotas de saída, em ângulo de 90º, devem ficar em recessos de paredes, de forma a não reduzir a largura efetiva em valor maior que 0,10 m (ver figura 2).

Figura 2 – Abertura das portas no sentido do trânsito de saída.

5.5 Acessos 5.5.1 Generalidades 5.5.1.1 Os acessos devem satisfazer às seguintes condições: a) permitir o escoamento fácil de todos os ocupantes da edificação; b) permanecer desobstruídos em todos os pavimentos; c) ter larguras de acordo com o estabelecido em 5.4; d) ter pé direito mínimo de 2,50 m, com exceção de obstáculos representados por vigas, vergas de portas, e outros, cuja altura mínima livre deve ser de 2,00 m; e) ser sinalizados e iluminados (iluminação de emergência de balizamento) com indicação clara do sentido da saída, de acordo com o estabelecido na IT13 (Iluminação de emergência) e na IT-15 (Sinalização de emergência). 5.5.1.2 Os acessos devem permanecer livres de quaisquer obstáculos, tais como móveis, divisórias móveis, locais para exposição de mercadorias, e outros, de forma permanente, mesmo quando o prédio esteja supostamente fora de uso. 5.5.2 Distâncias máximas a serem percorridas 5.5.2.1 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior, área de refúgio, escada comum de saída de emergência, protegida ou à prova de fumaça), tendo em vista o risco à vida humana decorrente do fogo e da fumaça, devem considerar: a) o acréscimo de risco quando a fuga é possível em apenas um sentido; b) o acréscimo de risco em função das características construtivas da edificação; c) a redução de risco em caso de proteção por chuveiros automáticos ou detectores; d) a redução de risco pela facilidade de saídas em edificações térreas. 5.5.2.2 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir as portas de acesso às edificações e o acesso às escadas ou as portas das escadas (nos pavimentos) constam da tabela 5 e devem ser contadas a partir da porta de acesso do compartimento mais distante, desde que o caminhamento interno deste compartimento não ultrapasse 15,00 m. Caso o caminhamento interno deste compartimento seja maior que 15,00 metros, o excedente a 15,00 metros será contado na distância máxima a ser percorrida. 5.5.2.3 No caso das distâncias máximas a percorrer para as rotas de fuga que não forem definidas no

projeto arquitetônico, como, por exemplo, escritório de plano espacial aberto e galpão sem o arranjo físico interno (leiaute), deve ser consideradas as distâncias diretas comparadas aos limites da tabela 5, nota a, reduzidas em 30% (trinta por cento). 5.5.2.4 Para uso da tabela 5 devem ser consideradas as características construtivas da edificação, constante da tabela 3, edificações classes X, Y e Z. 5.5.2.5 Em edificações térreas, pode ser considerada como saída, para efeito da distância máxima a ser percorrida, qualquer abertura, sem grades fixas, com peitoril, tanto interna como externamente, com altura máxima de 1,20 m, vão livre com área mínima de 1,20 m² e nenhuma dimensão inferior a 1,00 m. 5.5.3 Número de saídas nos pavimentos 5.5.3.1 O número de saídas exigido para os diversos tipos de ocupação, em função da altura, dimensões em planta e características construtivas de cada edificação, encontra-se na tabela 6. 5.5.3.2 No caso de 2 (duas) ou mais escadas, a distância mínima de trajeto entre suas portas devem ser de 10,00 m, exceto quando as escadas estiverem na área central do pavimento e com acessos em lados opostos. 5.5.3.3 Havendo necessidade de acrescer escadas, estas devem ser do tipo que a exigida por esta Instrução Técnica (Tabela 6). 5.5.4 Portas de saídas de emergência 5.5.4.1 As portas das rotas de saída e aquelas das salas com capacidade acima de 50 pessoas, em comunicação com os acessos e descargas devem abrir no sentido do trânsito de saída (ver figura 2). 5.5.4.2 Nas edificações do grupo A (divisão A1 e A2), as portas de acesso ao logradouro público e que não se comunicam diretamente com as caixas de escada estão isentas da exigência do item 5.5.4.1. 5.5.4.3 A largura, vão livre ou “luz” das portas, comuns ou corta-fogo, utilizadas nas rotas de saída, deve ser dimensionada como estabelecido em 5.4, admitindo-se uma redução no vão de luz, isto é, no livre, das portas em até 75 mm de cada lado (golas), para o contramarco e alizares. As dimensões mínimas de luz deve ser as especificadas abaixo,considerando o resultado do cálculo das unidades de passagem: a) 0,80m valendo por uma unidade de passagem, com N ≤ 1. b) 1,00 m ,valendo por duas unidades de passagem, com 1 ≤ N ≤ 2; c) 1,5 m, em duas folhas, valendo por 3 unidades de passagem, com 2 ≤ N ≤ 3;
d) 2,0 m, em duas folhas, valendo por 4 unidades de passagem, com 3 ≤ N ≤ 4.

Nota: 1) Porta com dimensão maior ou igual a 2,20 m, exigese coluna central. 2) Porta com dimensão maior que 1,20 m deverá ter duas folhas.

5.5.4.4 As portas das antecâmaras das escadas à prova de fumaça e das paredes corta-fogo devem ser do tipo corta-fogo (PCF), obedecendo a NBR 11742, no que lhe for aplicável. 5.5.4.5 As portas das antecâmaras, escadas e outros, devem ser providas de dispositivos mecânicos e automáticos, de modo a permanecerem fechadas, porém, destrancadas, no sentido do fluxo de saída, sendo admissível que se mantenham abertas, desde que disponham de dispositivo de fechamento, quando necessário, conforme estabelecido na NBR 11742. 5.5.4.6 Se as portas dividem corredores que constituem rotas de saída, devem: a) ter condições de reter a fumaça, ou seja, devem ser corta-fogo e a prova de fumaça conforme estabelecido na NBR 11.742 e ser providas de visor transparente de área mínima de 0,07 m², com altura mínima de 25 cm; b) abrir no sentido do fluxo de saída; c) abrir nos dois sentidos, caso o corredor possibilite saída nos dois sentidos. 5.5.4.7 Para as ocupações do grupo F com capacidade acima de 200 pessoas será obrigatória a instalação de barra antipânico nas portas de saídas de emergência, conforme NBR 11.785, das salas das rotas de saída, das portas de comunicação com os acessos às escadas e descargas. 5.5.4.7.1 As ocupações de Divisão F-2, térreas (com ou sem mezaninos), com área máxima construída de 1.500 m², podem ser dispensadas da exigência anterior, desde que haja placa indicativa, conforme IT 15, de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos, atentando para o item 5.5.4.1 desta Instrução Técnica. 5.5.4.7.2 Nas rotas de fuga não se admite portas de enrolar ou de correr, exceto quando esta for utilizada somente como porta de segurança da edificação, devendo permanecer aberta durante todo o transcorrer dos eventos, desde que haja placa indicativa, conforme IT 15, de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos, atentando para o item 5.5.4.1. desta Instrução Técnica. 5.5.4.8 É vedados o uso de peças plásticas em fechaduras, espelhos, maçanetas, dobradiças e outros, em portas de: a) rotas de saídas; b) entrada em unidades autônomas; e c) salas com capacidade acima de 50 pessoas. 5.5.4.9 A colocação de fechaduras nas portas de acesso e descargas é permitida, desde que seja possível a abertura pelo lado interno, sem necessidade de chave, admitindo-se que a abertura pelo lado externo seja feita apenas por meio de chave, dispensando-se maçanetas, etc. 5.6 Rampas 5.6.1 Obrigatoriedade O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) para unir dois pavimentos de diferentes níveis em acesso a áreas de refúgio em edificações com ocupações dos grupos H-2 e H-3; b) na descarga e acesso de elevadores de emergência;

c) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada; d) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações em que houver usuários de cadeiras de rodas (ver NBR-9050). 5.6.2 Condições de atendimento 5.6.2.1 O dimensionamento das rampas deve obedecer ao estabelecido em 5.4 5.6.2.2 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras, devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. 5.6.2.3 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível, tendo comprimento mínimo de 1,10 m, medidos na direção do trânsito, sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3,70 m. 5.6.2.4 As rampas podem suceder um lanço de escada, no sentido descendente de saída, mas não podem precedê-lo. 5.6.2.4.1 No caso de edificações dos grupos H2 e H3 as rampas não poderão suceder ao lanço de escada e viceversa. 5.6.2.5 Não é permitida a colocação de portas em rampas; estas devem estar situadas sempre em patamares planos, com largura não-inferior à da folha da porta de cada lado do vão. 5.6.2.6 O piso das rampas deve apresentar condições antiderrapante e permanecerem antiderrapante com o uso. 5.6.2.7 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga ao especificado em 5.8. 5.6.2.8 As exigências de sinalização, iluminação, ausência de obstáculos, e outros, dos acessos aplicamse, com as devidas alterações, às rampas. 5.6.2.9 Devem atender as condições estabelecidas nas alíneas a, b, c, d, e, f, g, h e i do item 5.7.1 desta IT. 5.6.2.10 Devem ser classificadas, a exemplo das escadas, como NE, EP, PF, seguindo para isso as condições especificas e cada uma delas estabelecidas nos itens 5.7.7, 5.7.8, 5.7.9, 5.7.10, 5.7.11, 5.7.12 e 5.7.13. 5.6.3 Declividade 5.6.3.1 A declividade máxima das rampas externas à edificação deve ser de 10% (1:10). 5.6.3.2 As declividades máximas das rampas internas devem ser de: a) 10%, isto é, 1:10, nas edificações de ocupações A, B, E, F e H; b) 12,5%, isto é, 1:8, quando o sentido de saída é na descida, nas edificações de ocupações D e G; sendo a saída em rampa ascendente, a inclinação máxima é de 10%; c) 12,5%, isto é, 1:8 nas ocupações C, I e J. 5.6.3.3 Quando, em ocupações em que sejam admitidas rampas de mais de 10% em ambos os sentidos, o sentido da saída for ascendente, deve ser dado um acréscimo de 25% na largura calculada conforme 5.4.

5.7 Escadas 5.7.1 Generalidades Em qualquer edificação, os pavimentos sem saída em nível para o espaço livre exterior devem ser dotados de escadas, enclausuradas ou não, as quais devem: a) ser constituída com material estrutural e de compartimentação incombustível; b) oferecer resistência ao fogo nos elementos estruturais além da incombustibilidade, conforme a IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações); c) ser dotadas de guarda-corpos em seus lados abertos conforme item 5.8; d) ser dotadas de corrimãos em todos os lados; e) atender a todos os pavimentos, acima e abaixo da descarga, mas terminando obrigatoriamente no piso da descarga, não podendo ter comunicação direta com outro lanço na mesma prumada (ver figura 3), devendo ter compartimentação, conforme a IT 07 na divisão entre os lanços ascendentes e descendentes em relação ao piso de descarga, exceto para escadas tipo NE (escada comum), onde devem ser acrescidas de sinalização iluminação de emergência e de sinalização de balizamento (IT 13 e 15), indicando a rota de fuga e descarga; f) ter os pisos com condições antiderrapantes e permanecerem antiderrapantes com o uso; g) quando houver exigência de duas ou mais escadas de emergência e estas ocuparem a mesma caixa de escada (volume), não será aceita comunicação entre si, devendo haver compartimentação entre ambas, de acordo com a IT 07. Quando houver exigência de uma escada e for utilizado o recurso arquitetônico de construir duas escadas em um único corpo, estas serão consideradas como uma única escada, quanto aos critérios de acesso, ventilação e iluminação. h) atender ao item 5.5.1.2.
TERMINAÇÃO DA ESCADA NO PISO DA DESCARGA SEM COMUNICAÇÃO DIRETA COM OUTRO LANÇO DA MESMA PRUMADA

b) ser medidas no ponto mais estreito da escada ou patamar, excluindo os corrimãos (mas não os guardacorpos ou balaustradas), que se podem projetar até 10 cm de cada lado, sem obrigatoriedade de aumento na largura das escadas; c) ter, quando se desenvolver em lanços paralelos, espaço mínimo de 10 cm entre lanços, para permitir localização de guarda-corpo ou fixação do corrimão. 5.7.3 Dimensionamento de degraus e patamares 5.7.3.1 Os degraus devem: a) ter altura h (ver figura 4) compreendida entre 16,0 cm e 18,0 cm, com tolerância de 0,5 cm; b) ter largura b (ver figura 4) dimensionada pela fórmula de Blondel: 63 cm ≤ (2h + b) ≤ 64 cm; c) ser balanceados quando o lanço da escada for curvo (escada em leque), ou em aspiral, quando se tratar de escadas não destinadas a saídas de emergências (ver item 5.7.5.1) caso em que a medida do degrau (largura do degrau) será feita segundo a linha de percurso e a parte mais estreita destes degraus ingrauxidos não tenham menos de 15 cm (ver figura 5) e 07 cm, respectivamente; d) ter, num mesmo lanço, larguras e alturas iguais e, em lanços sucessivos de uma mesma escada, diferenças entre as alturas de degraus de, no máximo, 0,5 cm; e) ter bocel (nariz) de 1,5 cm, no mínimo, ou, quando este inexistir, balanço da quina do degrau sobre o imediatamente inferior com este mesmo valor mínimo (ver figura 4).

BOCEL

1,5 cm

b

h
h = altura do espelho b = largura do degrau

QUINA

1,5 cm

PISO DA DESCARGA

b h

LANÇOS DOS ANDARES INFERIORES AO PISO DA DESCARGA

Figura 4 – Altura e largura dos degraus (escada com ou sem bocel)

Figura 3 – Segmentação das escadas no piso da descarga

5.7.2 Largura As larguras das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) ser proporcionais ao número de pessoas que por elas devam transitar em caso de emergência, conforme 5.4;

5.7.3.2 O lanço mínimo deve ser de três degraus e o lanço máximo, entre dois patamares consecutivos, não deve ultrapassar 3,70 m de altura.

3.7. e nas escadas curvas (escadas em leque) dispensa-se à aplicação da fórmula dos patamares (5. d) ser dotadas de corrimãos. centros de distribuição elétrica. 5. bastando.7.3 Nas caixas de escadas.5.5 Escadas não destinadas a saídas de emergência 5. porém.1 a 5. com largura de 90 cm e degraus ingrauxidos. armários para medidores de gás. desde que haja outra escada que atenda a toda população que não pode ultrapassar 50 pessoas.1 A escada comum (NE) deve atender aos requisitos de 5.7. nem para a localização de quaisquer móveis ou equipamentos.1 com altura menor ou igual a 6.1 As escadas em leque. mesmo por curto espaço de tempo.10 m de largura e dispensando-se corrimãos intermediários.7.7.4. apenas um corrimão nas escadas com até 1.7.7.7.7 Escadas não enclausuradas ou escada comum 5.4 As paredes das caixas de escadas enclausuradas devem garantir e possuir Tempo de Resistência ao Fogo por.3. B.4.7. devem: a) atender aos mezaninos e áreas privativas de qualquer edificação. nos mesmos grupos de ocupação citados na alínea a. g) as escadas secundárias podem ser constituídas de material combustível. exclusivamente de serviço e não destinadas a saídas de emergência.7.7. LANÇO MÍNIMO T RÊS DEGRAUS LANÇO DA ES CADA P AMAR AT Com primento do patam ar P = (2h + b)n + b Figura 6 – Lanço mínimo e comprimento dos patamares 5. respeitadas as demais exigências para escadas de saídas de emergência. as escadas devem ser construídas concomitantemente com a execução da estrutura.1. atendendo ao prescrito em 5.0 m as escadas não enclausuradas utilizadas para saídas de emergências poderão ser construídas com “b” 55cm Figura 5 – Escada com lanços curvos e degraus balanceados 5. excetuadas as escadas não enclausuradas em edificações com altura menor ou igual a 12 metros. 2 ou 3). G e J.3 Nas edificações com altura menor ou igual a 12.7.7. dutos e assemelhados. c) ter os pisos em condições antiderrapantes e permaneçam antiderrapantes com o uso. porém.3 O comprimento dos patamares deve ser (ver figura 6): a) dado pela fórmula: p = (2h + b)n + b onde n é um número inteiro (1.2 Nas edificações com população igual ou inferior a 50 pessoas será admitido qualquer tipo de escada de emergência.3.4. das guardas. no mínimo.4 Caixas das escadas 5.7. não destinadas a saídas de emergência. quando se enquadrar em uma das seguintes situações: a) pertencerem ao grupo de ocupação A. dos acessos e das descargas devem ter acabamento liso. e) ser dotadas de guardas em seus lados abertos. f) atender ao prescrito em 5. bastando que o patamar tenha um mínimo de 80 cm. respeitando-se.3. conforme lei de Blondel.6 Escadas em edificações em construção Em edificações em construção. sempre a lei de Blondel: a) ocupações A até G: h = 20 cm b) ocupações H: h = 19 cm c) ocupações I até M: h = 23 cm 5.4. 5. conforme 5. não se aplicando neste caso. em espiral e de lances retos consideradas como escadas secundárias.0 m.7.70 m. exceto 5. quando se tratar de escada reta.5.4 Em ambos os lados de vão da porta.2 As caixas de escadas não podem ser utilizadas como depósitos.7.7. medido na direção do trânsito.7.7. igual à largura da escada quando há mudança de direção da escada sem degraus ingrauxidos. as seguintes alturas máximas h dos degraus. permitindo a fácil evacuação da obra e o acesso dos bombeiros.3 (dimensionamento dos degraus. para passagem para rede elétrica. 5. 120 (cento e vinte) minutos.5 Os pontos de fixação das escadas metálicas na caixa de escada devem possuir Tempo de Resistência ao Fogo de 120 (cento e vinte) minutos.8. a fórmula anterior.3). .7. 5.1 As paredes das caixas de escadas. balanceamento e outros). b) ter a largura mínima de 80 cm. 5. desde que a população seja inferior a 20pessoas. 5.c. exceto os previstos especificamente nesta Instrução Técnica. 5. 5. com altura da escada não superior a 3.5. 5. deve haver patamares com comprimento mínimo igual à largura da folha da porta. b) no mínimo. b) a escada for exigida como segunda saída.7. D.7.3.7.8.2 Admitem-se nas escadas secundárias. não podem existir aberturas para tubulações de lixo.4.7.

devendo estar localizada na parede junto ao teto ou no máximo a 15 cm deste.80 m.3.40 m. b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0.c. caso normal 5. b) ter sua ligação com a caixa da escada por meio de antecâmaras ventiladas. pois bomba ou escaparate com diâmetro mínimo de 0.20 m² no mínimo.1 Os lanços curvos deverão ser constituídos de degraus ingrauxidos iguais.8. a 15 cm deste.12. que permita a entrada de ar puro.7.7. no mínimo. d) ser construídas em perfis metálicos reforçados. chapa dobrada. devendo ficar junto ao solo da caixa da escada podendo ser no piso do pavimento térreo ou no patamar intermediário entre o pavimento térreo e o pavimento imediatamente superior.7. exceto 5. 3.Ventilação da escada enclausurada protegida e seu acesso APARTAMENTO OU ESCRITÓRIO PCF Figura 8 – Escada enclausurada protegida.7. as linhas de bocéis convergindo em um ponto (centro da circunferência). em condições análogas à tomada de ar dos dutos de ventilação (ver 5.8.65 m.7.7.7.00 m. atendendo ao previsto em 5.7.1. que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível.2. 1 C> 15 cm JANELA (CONFORME 5. no mínimo. com área mínima de 0.7. de qualquer outra abertura. plástico.7. de janelas abrindo para o espaço livre exterior.7.ver figura 7.1.7. poderão ser do tipo basculante.7. podendo ser aceita quando centralizada acima dos lances de degraus. 5.80 m². m e 5. d) ser dotadas de janela que permita a ventilação em seu término superior.2 As janelas das escadas protegidas devem: a) estar situadas junto ao teto ou.8. 5. com espessura mínima de 3 mm. em todos os pavimentos (exceto no da descarga.10 m acima do piso do patamar ou degrau adjacente e tendo largura mínima de 80 cm. À distância das venezianas podem ser reduzidas para 1.4. Poderá esta ventilação ser por veneziana na própria porta de saída . junto ao teto sendo vedados os tipos de abrir com o eixo vertical e “maxiar”.2) >20cm PCF JANELA P/ VENTILAÇÃO DO ACESSO (CONFORME 5. no mínimo.4 A escada enclausurada protegida deve possuir ventilação permanente inferior.11). c) possuir dois dutos de ventilação conforme especificado no item 5. podendo esta distância ser reduzida para 2.1 As escadas enclausuradas protegidas (ver figura 8) devem atender aos requisitos de 5. havendo.97 m (escada com degraus b = 32 cm) a 1.80 m². onde isto é facultativo). de outras aberturas.7. sendo vedado o uso de perfis ocos. 7.10 ou 5.10 m e 1.8 Escadas enclausuradas protegidas (EP) 5.3.1. executadas nos moldes do especificado em 5.8. e: a) ter suas caixas isoladas por paredes resistentes a 2 horas de fogo. ou. no máximo.7.3 Na impossibilidade de colocação de janela na caixa da escada enclausurada protegida.1 a 5. madeira.00 m. e) os caixilhos. 5. em projeção horizontal. devendo distar pelo menos 3.8.11. 5. sem antecâmara.375 m (para b = 27 cm) . no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote. com área mínima de 0. Nota: PCF = Porta Corta Fogo por 90 min.a) VIDRO ARAMADO Figura 9 . com área de 1. para caso de aberturas instaladas em banheiros.8.3. sem corrimão intermediário. conforme alínea c de 5. a 1. com resistência de 90 minutos de fogo. 5. 1.7. b) ter as portas de acesso a esta caixa de escada do tipo Corta-fogo (PCF). m 65 Figura 7 – Escada curva admissível como saída de emergência 5.8. c) ser dotadas de venezianas ou outro material que assegure a ventilação permanente. os corredores de acesso devem: a) ser ventilados por janelas abrindo para o espaço livre exterior.7. c) ser dotadas.2 A largura das escadas deverão ser entre 1. situadas junto ao teto ou. estando o peitoril. vestiários ou área de serviço. devendo pelo menos uma das faces da janela estar a no máximo 15 cm do teto. em cada pavimento (ver figura 9).8. largura mínima de 0.lanços curvos.80 m². Co Ø m nf ín or .8.7.7. a 15 cm deste. 7. e outros.3. exceto no caso de ocupações da divisão F3 (Centro Esportivo e de Exibição).7.7.

com espessura mínima de 6.00m Junto ao piso Junto ao teto (ausência de viga) 2º Pavimento Veneziana ou tela Fechado na base Pilotis Pilotis Entrada de ar CORTE 1-1 Figura 11 – Duto de ar – Desenho esquemático (ver figura 10) CORTE 2-2 5.5 mm. . 5. com fecho acionável por chave ou ferramenta especial.1 As escadas enclausuradas à prova de fumaça (ver figuras 10 e 11 e 12) devem atender ao estabelecido em 5. quando houver.c.7.7.térrea ou em local conveniente da caixa da escada ou corredor da descarga.10 e os últimos em 5.12. com elevador de emergência (posição exemplificativa) na antecâmara.1.3. exceto 5. deve obedecer aos seguintes requisitos: a) ser obtida por abertura provida de caixilho de perfil metálico reforçado.7.7.7. c) ser providas de portas corta-fogo (PCF) com resistência de 60 minutos ao fogo. b) este caixilho deve ser guarnecido com vidro aramado.1 a 5. b) ter ingresso por antecâmaras ventiladas. malha de 12. transparente ou não.9.7.2 A iluminação natural das caixas de escadas enclausuradas. E – elevador comum EE – elevador de emergência DE – duto de entrada de ar DS – duto de saída de ar PCF – porta corta-fogo Caixa d’água Casa de Máquinas ar Fechado no alto Último Pavimento ar Ante câmara Ante câmara >2. e: a) ter suas caixas enclausuradas por paredes resistentes a 4 h de fogo. devendo ser aberto somente para fins de manutenção ou emergências. Figura 10 – Escada enclausurada à prova de fumaça.9 Escadas enclausuradas à prova de fumaça 5. que permita a entrada de ar puro. atendendo as primeiras ao prescrito em 5.4.7.5 mm.9. mas não indispensável. terraços ou balcões. recomendáveis.7.

quando de secção retangular. ao nível do solo ou abaixo deste.11 Dutos de ventilação natural 5. no mínimo.50 m². de 15 cm de espessura.11. 5. que assegure a captação de ar fresco respirável. igual à do duto. f) não serem utilizados para a instalação de quaisquer equipamentos ou canalizações.50 m.11.5 A secção da parte horizontal inferior do duto de entrada de ar deve: a) ser. a 15 cm deste.11. a uma distância horizontal de 3. em parede dando para antecâmara ou varanda. com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2.7.2 Os dutos de saída de ar (gases e fumaça) devem: a) ter aberturas somente nas paredes que dão para as antecâmaras. e a abertura de entrada de ar situada. devendo estas aberturas serem dispostas em.11. sua secção deve ser aumentada para compensar a redução. devendo seu topo situar-se a 1.7. 5. c) ser dotadas de porta corta-fogo (PCF) na entrada e na comunicação da caixa da escada.7.11. a uma distância horizontal de 3. no mínimo.00 m² cada uma. 5.11.00 m. pode ser de até 1. g) ter.7 As dimensões dos dutos dadas em 5.7.00 m acima de qualquer elemento construtivo existente sobre a cobertura.5 vezes a área da secção do duto. d) elevar-se no mínimo a 3. que não diminua a área efetiva de ventilação. d) havendo mais de uma abertura de iluminação. j) as aberturas dos dutos de entrada e saída de ar das antecâmaras deverão ser guarnecidas por telas de arame.7. h) ter a abertura de saída de ar situada. quando não forem totalmente abertos no topo. isto é. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões.00 m². entre as aberturas de entrada e de saída de ar. medida em planta. guarnecidas ou não por venezianas ou equivalente.5 cm. no mínimo. n = número de antecâmaras ventiladas pelo duto.7. com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2.7. 5.50 m e a soma de suas áreas não deve ultrapassar 10% da área da parede em que estiverem situadas. b) ser igual a 1.2.7.80 m. d) ser ventiladas por dutos de entrada e saída de ar.7. com área mínima de 0. d) ser totalmente fechados em sua extremidade superior. 5. 5.11. em qualquer caso. quando atenderem a mais de 15 antecâmaras.11.84 m² e. b) ter pé-direito mínimo de 2.84 m² e. obedecer à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. g) ser fechados na base. de preferência. aceitando-se mesmo recomendando o cálculo exato pela mecânica dos fluídos destas secções.5 (uma vez e meia) a área da secção do trecho vertical do duto de entrada de ar.5 cm por 2. casas de máquinas. no caso de edificações com mais de 30 m de altura. medida em planta.7.c) em paredes dando para o exterior. f) ter a abertura de saída de ar do duto respectivo situada junto ao teto ou no máximo. c) ter revestimento interno liso. possuindo acesso direto ao exterior. a distância vertical mínima de 2. no máximo. aberturas de saída de ar com área efetiva superior ou igual a 1. no máximo. e) ter a abertura de entrada de ar do duto respectivo situada junto ao piso ou.6 A tomada de ar do duto de entrada de ar deve ficar.4 Os dutos de entrada de ar devem: a) ter paredes resistentes ao fogo por 2 horas. da porta de entrada da antecâmara. rebocada.1 Os dutos de ventilação natural devem formar um sistema integrado: o duto de entrada de ar (DE) e o duto de saída de ar (DS). devem: a) ter comprimento mínimo de 1. devendo esta abertura ser guarnecidas por telas de arame.7.10 Antecâmaras 5. em edificações com altura igual ou inferior a 30 m. com resistência de 60 minutos de fogo cada. Nota: A abertura exigida na alínea e poderá ser projetada junto ao teto do primeiro pavimento que possua acesso direto ao exterior (Exemplo: piso térreo). c) atender às condições das alíneas a à c e f de 5. no mínimo.5 cm.00 m acima do eixo da abertura da antecâmara do último pavimento servido pelo duto.11. de acordo com 5. quando retangular.3 As paredes dos dutos de saídas de ar devem: a) ser resistentes. em m².2 são as mínimas absolutas. i) ter paredes resistentes ao fogo por no mínimo 120 min.00 m.11. duas faces opostas com área nunca inferior a 1. com área mínima de 0. medida eixo a eixo. e se situarem em nível superior a qualquer elemento construtivo do prédio (reservatórios.105 x n onde: s = secção mínima. quando retangular.10. b) ter isolamento térmico e inércia térmica equivalente. longe de qualquer eventual fonte de fumaça em caso de incêndio. no máximo. muretas e outros). c) ter.2 a 5. quando atenderem a até 15 antecâmaras. cumeeiras.11. 5. e) ter.1 As antecâmaras.7. sua área máxima não pode ultrapassar 0.4.7. a uma parede de tijolos maciços. b) ter secção mínima calculada pela seguinte expressão: s = 0. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. a 15 cm deste. para ingressos nas escadas enclausuradas (ver figura 10). a 2 horas de fogo. área não-inferior a 0. e) ter abertura em sua extremidade inferior ou junto ao teto do 1o pavimento. e de 23 cm de espessura. 5. em especial no caso da .5 cm por 2.7. b) ter revestimento interno liso. pelo menos.00 m. a distância entre elas não pode ser inferior a 0. da porta de entrada da escada.84 m² e.

mas nunca a menos de 3. d) entre a escada aberta e a fachada da edificação deverá ser interposta outra parede com TRF mínimo de 02 (duas) horas.7.7. no mínimo. g) a estrutura. e) toda abertura desprotegida do próprio prédio até escada deverá ser mantida distância mínima de 3. 5. 5.5 m2.10.2 pode ser reduzida à metade. c) atender tão somente aos pavimentos acima do piso de descarga. dutos ou outras aberturas verticais que tangenciam a projeção da escada aberta externa. quando: a) o prédio for dotado de chuveiros automáticos.3 A distância estabelecida em 5.20 m.12.7.3. 5.12. d) em se tratando de terraço a céu aberto.15 metros.14 Escada Aberta Externa (AE): 5.7.00 m quando a altura da edificação for superior a 12.00 m.1 Os balcões. atendendo ao prescrito no item 5. desde que entre elas seja interposta uma parede com TRF mínimo de 02 (duas) horas (ver figura 12). b) manter raio mínimo de escoamento exigido em função da largura da escada. mas nunca a menos de 3. b) ter guarda-corpo de material incombustível e não vazado com altura mínima de 1.8. ressalvada o estabelecido em 5. b) as distâncias entre as aletas das aberturas das janelas tenham espaçamentos de no mínimo 0.12. o acesso deve ser protegido por marquise com largura mínima de 1.7.30 metros.0 cm dos compartimentos internos do prédio e da caixa de escada enclausurada. h) na existência de shafts.12.7.existência de subsolos e em prédios de excepcional altura ou em locais sujeitos a ventos excepcionais. isto é.1.1. não situado no último pavimento. devendo atender a todas as exigências da Instrução Técnica 10 (Pressurização de Escadas de Segurança).3.1 a 5.7.2 A distância horizontal entre o paramento externo dos guarda-corpos dos balcões. 5.0 m de outras aberturas. e) ter altura de peitoril de 1. portanto da escada aberta externa deverá ser construída em material incombustível.00m.14. c) ter piso praticamente em nível e desnível máximo de 3. para ingresso em escadas enclausuradas. c) na edificação considerada não houver ocupações pertencentes aos grupos C ou I.4 Será aceita uma distância de 1. 5. Figura 13 – Escada externa aberta .7.13 Escadas à prova de fumaça pressurizada (PFP) As escadas à prova de fumaça pressurizadas ou escadas pressurizadas podem sempre substituir as escadas enclausuradas protegidas (EP) e as escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF).7. entre a abertura desprotegida do próprio prédio até o paramento externo do balcão.5 Será aceita a ventilação no balcão da escada à prova de fumaça.12.7. desde que: a) área efetiva mínima de ventilação seja de 1.00 m e de 8. b) o somatório das áreas das aberturas da parede fronteira à edificação considerada não ultrapassar um décimo da área total desta parede.7. f) ter distância de no mínimo 3.3. terraços e assemelhados.8.12.7. varandas. i) será admitido este tipo de escada com altura até 30m.12 Acesso em escada enclausurada por balcões. 5.7.a). b) e c). terminando obrigatoriamente neste.7. 5. a um sexto da altura. igual a um terço da altura da edificação. para qualquer altura da edificação.20 m. através de janela com ventilação permanente.00 (três) m quando a altura da edificação for inferior ou igual a 12. varandas e terraços que sirvam para ingresso às escadas enclausuradas à prova de fumaça e qualquer outra abertura desprotegida do próprio prédio ou das divisas do lote deve ser.12. c) as aletas possuam um ângulo de no mínimo 45 graus em relação ao plano vertical da janela d) as antecâmaras deverão atender o item 5. atendendo os critérios estabelecidos na Instrução Técnica – 06 (Segurança Estrutural nas Edificações) com TRF de 02 horas. Figura 12 – Escada enclausurada do tipo PF ventilada por balcão 5. varandas e terraços 5.11.30 m. tais aberturas deverão ser delimitadas por paredes estanques nos termos da Instrução Técnica – 06.1 As escadas abertas externas (ver figuras 13 e 14) podem substituir os demais tipos de escadas e devem atender aos requisitos de 5. varanda ou terraço para o ingresso na escada enclausurada à prova de fumaça (PF). 5. f) a distância do paramento externo da escada aberta até o limite de outra edificação no mesmo terreno ou limite da propriedade deverá atender aos critérios adotados na Instrução Técnica 05 (Separação entre Edificações).2 e: a) ter seu acesso provido de porta corta-fogo com resistência mínima de 90 (noventa) minutos.00 m. devem atender aos seguintes requisitos: a) ser dotados de portas corta-fogo na entrada e na saída com resistência mínima de 60 min.

8 Guardas e corrimãos 5. as divisórias leves e outros elementos de construção que envolva as saídas de emergência devem ser projetados de forma a: a) resistir a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados ou calculadas para resistir a uma força horizontal de 730 N/m aplicada a 1. sempre que for possível. os corrimãos das escadas deverão ser contínuos. galerias.20 kPa aplicada à área bruta da guarda ou equivalente da qual façam parte. as paredes. isto é. quando medida verticalmente do topo da guarda a uma linha que una as pontas dos bocéis ou quinas dos degraus. 5.8.8. grades. podendo ser reduzida para até 92 cm nas escadas internas. longarinas.8. devem: a) ter balaústres verticais.8. medido como especificado em 5. de balcões e assemelhados. arestas ou soluções de continuidade.8. terraços.3. esta medida tomada verticalmente da forma especificada em 5. pelo menos 0. além do corrimão principal. permitindo um contínuo deslocamento da mão ao longo de toda a sua extensão. prolongando-se.1 Guarda-corpos e balaustradas 5. em saídas de emergência. sendo em escadas. deve ser.1.1 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas. Em escolas.3 Exigências estruturais 5.8. 5. 5. sempre que houver qualquer desnível maior de 19 cm.20 m (vinte centímetros) do início e término da escada com suas extremidades voltadas para a parede ou com solução alternativa. escadas. adotando-se a condição que conduzir a maiores tensões (ver figura 17). devendo estar situados . as grades de balaustradas. no mínimo. c) ser constituídas por materiais não estilhaçáveis. exceto para as ocupações do grupo I e J para as escadas e saídas não emergenciais. 5.3 Os corrimãos devem ser projetados de forma a poderem ser agarrado fácil e confortavelmente. devem ser protegidos de ambos os lados por paredes ou guarda-corpos contínuos.8. além do corrimão principal na altura normal exigida.2 A altura dos guarda-corpos.8. para evitar quedas. Figura 14 – Escada externa aberta 5.2 (ver figura 15).8.8. b) ser isentas de aberturas. No caso de secção circular. 5. b) ter seus painéis. de modo que uma esfera de 15 cm de diâmetro não possa passar por nenhuma abertura. sem interrupção nos patamares. medida internamente.2.8.6 Para auxílio dos deficientes visuais. das paredes ou guardas às quais forem fixados.1 Toda saída de emergência. 5.2. longarinas intermediárias.8. vidros de segurança laminados ou aramados e outros.2. saliências.8.entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso.1. 5.1. corredores. as guardas vazadas. 5. rampas e outros.30 m.8. telas.3 A altura dos guarda-corpos em escadas externas.8. balcões. as esquadrias.1 os guarda-corpos de alvenaria ou concreto. jardins-de-infância e assemelhados.8.5 Não são aceitáveis. grades.2 Corrimãos 5. as reações devidas a este carregamento não precisam ser adicionadas às Figura 15 – Dimensões de guardas e corrimãos 5.05 m ao longo dos patamares. mezaninos. patamares. tábuas largas na horizontal e outros. reentrâncias ou quaisquer elementos que possam enganchar em roupas.1.2. corredores. exigindo-se o uso de vidros aramados ou de segurança laminados. sem encontrar quaisquer obstruções.2 Uma escada pode ter corrimãos em diversas alturas. mezaninos e outros (ver figura 15). deve ser de no mínimo. seu diâmetro varia entre 38 mm e 65 mm (ver figura 16).1.4 As guardas constituídas por balaustradas.4 Os corrimãos devem estar afastados 40 mm no mínimo.1. deve haver corrimãos nas alturas indicadas para os respectivos usuários. de seus patamares. se for o caso. escadas. 1.2.2. Figura 16 – Pormenores de corrimãos 5. de 1. telas e assemelhados.05 m de altura.2. balaústres e assemelhados calculados para resistir a uma carga horizontal de 1. corrimãos construídos por elementos com arestas vivas.

2. utilizadas por pessoas muito idosas e deficientes físicos.9. desde que o guarda-corpo atenda também os preceitos do corrimão.7. que exijam máximo apoio com ambas às mãos em corrimãos. 5.cargas especificadas na alínea precedente (ver figura 17). anulando as chamas existentes. a cada 1.3.2 As extremidades dos corrimãos intermediários devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes.2. exclusivamente monumentais de ocupação G-1.. possuindo este circuito chave reversível no piso da descarga. verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos. pode-se dispensar o corrimão.9. em caso de emergência. . e ao seguinte (ver figura 10): a) ter sua caixa enclausurada por paredes resistentes a 4 horas de fogo.8. ter apenas dois corrimãos laterais.1Enquanto não houver norma específica referente a elevadores de emergência. b) possuir chave de comando de reversão para permitir a volta do elevador a este piso. e 5. mediante chamada apropriada.8. ainda. estes devem atender a todas as normas gerais de segurança previstas nas NBR 5410 e NBR 7192. 5. independentemente de sua largura.5.9 Elevadores de emergência 5. 5. c) possuir dispositivo de retorno e bloqueio do carro no pavimento da descarga. conforme itens 5.20 m de largura devem ter corrimão intermediário. onde pode ser prevista. de modo que as respectivas portas permaneçam abertas.10 m de largura. para patamar de escada pressurizada ou local análogo do ponto de vista de segurança contra fogo e fumaça. e em torres exclusivamente monumentais de ocupação F-2. 5. aplicada em qualquer ponto deles.2.3 Nas escadas tipo NE. b) ter suas portas metálicas abrindo para antecâmara ventilada. em escadas largas.10.8. d) possuir duplo comando automático e manual reversível.2.9. 5. sempre que sua altura ultrapassar 12 m. quando forem utilizadas por grandes multidões. d) deve estar ligado a um grupo moto gerador (GMG) de emergência.3. que possibilite que ele seja ligado a um gerador externo na falta de energia elétrica na rede pública. desta Instrução Técnica. c) ter circuito de alimentação de energia elétrica com chave própria independente da chave geral do edifício. independentemente dos elevadores de uso comum. Figura 17 – Pormenores construtivos de instalação de guardas e cargas a que elas devem resistir 5.3.2 Exigências 5. b) nas ocupações institucionais H-2 e H-3.8. excepcionalmente.4.8.1 Obrigatoriedade É obrigatória a instalação de elevadores de emergência: a) em todas as edificações residenciais A-2 e A-3 com altura superior a 80 m e nas demais ocupações com altura superior a 60 m.3 Nas ocupações institucionais H2 e H-3. o elevador de emergência deve ter cabine com dimensões apropriadas para o transporte de maca.8. às seguintes condições: a) estar localizado no pavimento da descarga.80 m. uma unidade de passagem especial com 69 cm entre corrimãos.9.2 Os corrimãos devem ser calculados para resistirem a uma carga de 900 N.2.4. 5.4. nos termos de 5. ressalvado o caso de escadas em ocupações dos tipos H-2 e H-3.12.8.4.8.7.9.8.2. no máximo. sem prejuízo do fechamento do vão do poço nos demais pavimentos.4 Corrimãos intermediários 5. no mínimo. Os lanços determinados pelos corrimãos intermediários devem ter. 5. 5. 5.2 O painel de comando deve atender.3 Escadas externas de caráter monumental podem.1 Escadas com mais de 2. 1. para hall enclausurado e pressurizado. para varanda conforme 5.

b) ter pisos e paredes revestidos com materiais resistentes ao fogo.5.11.1 A descarga.10 Área de refúgio 5. b) área em pilotis. que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública.4 As caixas de corrida (poço) e casas de máquinas dos elevadores de emergência devem ser enclausuradas e totalmente isoladas das caixas de corrida e casa de máquinas dos demais elevadores. as paredes que definem as áreas de refúgio devem apresentar resistência ao fogo conforme a IT 06 e as condições estabelecidas na IT 07.2 O corredor ou átrio enclausurado que for utilizado como descarga deve: a) ter paredes resistentes ao fogo por tempo equivalente ao das paredes das escadas que a ele conduzirem. 5.10. a uma escada/rampa de emergência (ver figura 18). conforme IT 06. atendendo-se às dimensões exigidas em 5. desde que entre o acesso à escada e a área externa (fachada ou . bem como nas ocupações E-6. c) corredor a céu aberto.2 A estrutura dos prédios dotados de áreas de refúgio deve ter resistência conforme Instrução Técnica – 06 (Segurança Estrutural na Edificação).11. Nota: Não será exigida a alínea a nas edificações onde as escadas exigidas forem do tipo NE .10 m para as edificações em geral. E-6. parte da saída de emergência de uma edificação. ou resistência a 90 minutos de fogo.11.1.1 Área de refúgio é a parte de um pavimento separada do restante por paredes corta-fogo e portas corta-fogo.10. quando necessário.10.00 m. H-2 e H-3 com altura superior a 12. desde que tenha acesso direto às saídas de emergência (escadas ou rampas).3 Em edificações dotadas de áreas de refúgio. salas de medidores.1. Nesses casos a área mínima de refúgio de cada pavimento ficará restrita a 30% dos leitos existentes naquele pavimento. pode ser constituída por: a) corredor ou átrio enclausurado.10.1.3.1 Em ocupações em H-2 e H-3.000 m².10. as larguras das saídas de emergência podem ser reduzidas em até 50%. 5. quando a escada for enclausurada protegida. portaria. cada uma delas.6.2 Obrigatoriedade É obrigatória a existência de áreas de refúgio nos seguintes casos: a) em edificações institucionais de ocupação E-5. em rampas. Figura 18 – Desenho esquemático da área de refúgio 5. b) ser mantida livre e desimpedida.00 m.11 Descarga 5. 5.7.11.4 A área em pilotis que servir como descarga deve: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza. como especificado em 5.1 Conceituação e exigências 5. 5.10. 5. 5.3 Hospitais e assemelhados 5.escadas não enclausuradas e altura até 12.20 m para as ocupações H-2 e H-3. e/ou entre estas áreas e saídas deve ser em nível ou caso haja desnível. não podendo ser utilizada como depósito de qualquer natureza. dotada de divisores físicos que impeçam tal utilização.1.10.9. tendo acesso direto.1.8. tais com apartamentos. as áreas de refúgio não devem ter áreas superiores a 2.11.1 Tipos 5.3 Admite-se que a descarga seja feita por meio de saguão ou hall térreo não enclausurado. com larguras correspondentes às suas respectivas áreas e não menores que as mínimas absolutas de 1.3. desde que cada local compartimentado tenha acesso direto às saídas.2. 5. c) ter portas corta-fogo com resistência de 60 minutos de fogo. sendo. a comunicação entre as áreas de refúgio Figura 19 – Descarga através de hall térreo não enclausurado 5.1.1. b) a existência de compartimentação de área no pavimento será aceita como área de refúgio.1.2. e 2.11. sendo admitido nesse saguão ou hall elevadores.10. quando a escada for à prova de fumaça. desde que entre o final da descarga e a fachada ou alinhamento predial (passeio) mantenha-se um espaço livre para acesso ao exterior.2 Nestas ocupações H-1 e H-2. sala de espera. isolando-o de todo compartimento que com ele se comunique. A caixa de corrida (poço) deve ter abertura de ventilação permanente em sua parte superior. recepção. restaurantes e outros. atendendo as condições estabelecidas na alínea d do item 5. sala de estar e salão de festas (ver figura 19). 5.

3 Sinalização de saída 5.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica.13 Acesso sem obstáculos 5.2. considerando-se esta largura para cada segmento de descarga entre saídas de escadas (ver figura 20).3 Outros ambientes com acesso 5.2 Não são considerados subsolos.12.20 m.65 e 2.14. na qual o piso se ache abaixo do pavimento da descarga.1. de acordo com a NBR 5413.1 Construções subterrâneas ou subsolos 5.14.2.20 m acima do piso interno e que não tenham medida alguma menor que 60 cm (luz).Generalidades Conceituação Figura 20 – Dimensionamento de corredores de descarga e e 5. Mesmo nos casos de edificações destinadas a uso unicamente durante o dia.4.1 As edificações sem janelas são aquelas edificações.1.11. 5.14 Construções subterrâneas. 5.2. b) a largura calculada conforme 5. nos termos de 5.3. 5.1 No dimensionamento da descarga.1 Iluminação das rotas de saída As rotas de saída devem ter iluminação natural e/ou artificial em nível suficiente.1.1 A iluminação de emergência deve ser executada obedecendo à Instrução Técnica 15.1 Galerias comerciais (galerias de lojas) podem ter acesso à descarga desde que a ligação seja feita por meio de antecâmara enclausurada e ventilada.2 Dimensionamento 5.alinhamento predial) possua um espaço reservado e desimpedido.14.13.2. em toda a sua extensão. para efeito de saídas de emergência.12 Iluminação de emergência e sinalização de saída 5. no mínimo com largura de 2. ressalvando o especificado em 5. desde que seja agregado à largura desta uma unidade de saída (0.11. 5. b) estas aberturas tenham peitoril à não mais de 1.2. não sendo necessário que a descarga tenha.2 Edificações sem janelas. 5. considera-se construção subterrânea ou subsolo a edificação. extintores de incêndio.12. 5.5 O elevador de emergência pode estar ligado ao hall de descarga. 5.14. a soma das larguras das escadas que a ela concorrem.11.1.3. devem possuir rampas e elevadores de segurança ou outros dispositivos onde houver diferença de nível entre pavimentos.11.2 A largura das descargas não pode ser inferior: a) a 1.20 m. e a 1.12.13. nas edificações classificadas com H-2 e H-3 por sua ocupação.2 Iluminação de emergência 5.1 A sinalização de saída deve ser executada obedecendo à Instrução Técnica 15.14.7. interna e externamente. 2. de forma a permitir operações de salvamento provenientes do exterior. os pavimentos nas condições seguintes: a) o pavimento que for provido.00 m² de aberturas inteiramente acima do solo a cada 15. sendo facilmente identificáveis.10 (ver figura 21).2. ressalvados os casos descritos em 5. que não possuem meios de acesso direto ao exterior através de suas paredes periféricas ou aberturas para ventilação ou salvamento através das janelas ou grades fixas existentes. inclusive usuários de cadeiras de rodas. é indispensável à iluminação artificial noturna.1 As rotas de saída destinadas ao uso de doentes e deficientes físicos. 5. 5. 5.14. 5. em pelo menos dois lados de.11.11. devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem.2 e 5.12. 5. Figura 21 – Acesso de galeria comercial à descarga . c) estas aberturas sejam de fácil manuseio.00 m lineares de parede periférica. tanto do lado interno como do externo.10 m.14.14.2 Estas rotas devem permanecer livres de quaisquer obstáculos ou saliências nas paredes (móveis. ou parte dela. 5. subsolo edificações sem janelas .3. no mínimo.12. e outros) e ter as larguras exigidas pela NBR 9050.2. nos prédios em geral.55 m). ou parte delas.

considerando que. d) nos subsolos das edificações com exigência de escada tipo EP ou PF.2. A existência de compartimentação de área no pavimento será aceita com área de refugio. além das demais exigências desta Instrução Técnica que lhes forem aplicáveis.1 As construções subterrâneas. em áreas sem acesso direto ao exterior e sem janelas para permitir ventilação e auxílio de bombeiros.2. no caso de subsolo. ter no mínimo duas saídas de emergência. b) estas aberturas têm dimensões mínimas de 60 cm x 60 cm. exceto para subsolos destinados a estacionamento de veículos.14.14. b) quando. 5. no mínimo. vierem a ser. pelo menos. subsolos e edificações sem janelas. obedecendo às alíneas b e c de 5. sem passagem pela descarga térrea. espaçados. b) todos os pavimentos acima do térreo tiverem aberturas de acesso ou janelas em dois lados do prédio.2. 60 cm de largura livre por 1. Nesse caso a área de refúgio fica restrita a 30 % no mínimo. exige-se escada simplesmente enclausurada com PCF P-90. deverá.1. permitir a saída conveniente de seus usuários e atender as exigências abaixo: a) para subsolos com áreas de construção superior a 500 m² ou população total superior a 100 pessoas. b) nos casos em que for comprovada tecnicamente a inviabilidade da adaptação. Alturas superiores a 12 m exige-se pressurização da escada (ver IT 10).14.3. c) é obrigatório à adoção de áreas de refúgio em subsolo com área superior a 500 m². qualquer incêndio ou fumaça tende a provocar pânico. 5.15 Exigências para edificações ou áreas de risco em que sejam feitas modificações quanto ao tipo de ocupação. 5. com altura ascendente de até 12 m.2. ter ao menos uma das saídas direta ao exterior.14.2. não destinada à garagem. em lados opostos.14. obedecendo às alíneas a. painel de acesso ou janelas espaçadas a não mais de 50 metros nas paredes exteriores.14. devem.2. da área de cada pavimento. ou totalmente. b e c de 5. o interessado propor medidas alternativas a ser avaliada pelo Corpo Técnico. subsolos e as edificações sem janelas. modificadas quanto ao seu tipo de ocupação deverão atender as exigências desta Instrução Técnica. por qualquer motivo. 5. a) as edificações e/ou áreas de risco que. desde que tenha acesso direto a saída de emergência (escadas ou rampas).3 Uma edificação não-térrea não é considerada sem janelas quando: a) existem acessos conforme a alínea a de 5. no mínimo.14. com distância mínima de 10 m entre elas. com excesso de público ou população superior a 50 pessoas.1.5.10 m de altura livre. 15 m nestas paredes. com.3 Exigências especiais para construções subterrâneas.2 Uma edificação térrea ou porção dela não é considerada sem janelas quando: a) o pavimento tem portas ao nível do solo. em parte. .

00 m Tabela 2 .ANEXOS .Tabelas Tabela 1 .00 m Acima de 54.00 m < H ≤ 30.00 m < H ≤ 54.00 m 12.Classificação das edificações quanto à altura Tipo I II III IV Denominação Edificação Baixa Edificação de Média Altura Edificação Mediamente Alta Edificação Alta Altura H ≤ 12.00 m 30.Classificação das edificações quanto às suas dimensões em planta Natureza do Enfoque Código Classe da edificação Parâmetros de área N Quanto à área do maior Pavimento (Sp) O P Q R S T U De pequeno pavimento De grande pavimento Com pequeno subsolo Com grande subsolo Edificações pequenas Edificações médias Edificações grandes Edificações muito grandes Sp < 750 m² Sp > 750 m² Ss < 500 m² Ss > 500 m² St < 750 m² 750 m < St < 1500 m² 1500 m² < St < 5000 m² At > 5000 m² Quanto à área dos pavimentos situados abaixo da soleira de Entrada (Ss) Quanto à área total St (soma das áreas de todos os Pavimentos da edificação) .

Tabela 3 .Classificação das edificações quanto às suas características construtivas CÓDIGO TIPO ESPECIFICAÇÃO Edifícios em que estão presentes as seguintes condições: a) Não possuem TRRF. de acordo com a IT 07. c) colapso estrutural. Nota: Os prédios devem. Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do c) colapso estrutural. . mesmo que existam condições de isenção na IT 06 b) Não possuam compartimentação vertical completa. mesmo que existam condições de Edificações onde um dos três eventos isenção na IT 06 é provável: b) Não possuam compartimentação vertical completa. a) Não possuem TRRF. mesmo que existam condições de isenção na IT 06 Edificações em que o crescimento e a b) Não possuam compartimentação vertical completa. X Edifícios onde apenas uma das duas condições está presente: a) Não possuem TRRF. mesmo que existam condições a) Rápido crescimento do incêndio. mesmo que existam condições fáceis e onde a estabilidade pode ser de isenção no Regulamento de Segurança Contra ameaçada pelo incêndio Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. de acordo com a IT 07. Y Edifícios onde nenhuma das duas condições abaixo está presente: Edificações concebidas para limitar: Z a) O rápido crescimento do incêndio. de isenção no Regulamento de Segurança Contra b) propagação vertical do incêndio. Estado de Minas Gerais. propagação do incêndio podem ser de acordo com a IT 07. mesmo que existam condições de isenção no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. ser sempre projetados e executados dentro do tipo “Z”. b) propagação vertical do incêndio. preferencialmente.

arquibancadas e outros.00 m² de área Uma pessoa por 4. Estas percentagens de redução são cumulativas. F9 e F-11 F-3.00 m² de área (E) Uma pessoa por 1.00 m² de área (C) (A) Capacidade da U de passagem Acesso e descargas Escadas e rampas Portas 60 45 100 100 60 100 30 22 30 100 75 100 100 60 30 60 100 60 45 22 45 60 100 100 30 100 100 100 100 100 60 60 75 60 45 100 100 100 100 (B) As capacidades das unidades de passagem (número de pessoas que passa em 1 minuto) em escadas e rampas estendem-se para lanços retos e saída descendente.00 m² de área de ambulatório (H) + (I) Uma pessoa por 10. F-5.50 m² de área de sala de aula (F) Uma pessoa por 3.Dados para o dimensionamento das saídas Ocupação População Grupo A B C D E E-5 e E-6 F-1 e F-10 F F-2.00 m² de área (E) (J) Uma pessoa por 7.5 m²) + (I) Uma pessoa por 40 vagas de veículo Uma pessoa por 20 m² de área (E) Uma pessoa por 7 m² de área (E) Duas pessoas por dormitório e uma pessoa por 4 m² de área de alojamento (E) Uma pessoa e meia por leito + uma pessoa por 7. G-4 e G-5 H-1 e H-6 H-2 H H-3 H-4 e H-5 I J L L-1 L-2 e L-3 M-1e M-6 M M-3.00 m² de área(J) Uma pessoa por 3. Nos demais casos devem sofrer redução como abaixo especificado. quando for o caso.00 m² de área Uma pessoa por 10. Divisão A-1 e A-2 A-3 E-1 a E-4 Duas pessoas por dormitório (C) Duas pessoas por dormitório e uma pessoa por 4 m² de área de alojamento (D) Uma pessoa por 15. e adotados os mais exigentes. para maior segurança. Em projetos específicos.00 m² de área (E) (G) Uma pessoa por 3.00 m² de área Uma pessoa por m² de área (E) (G) Duas pessoas por m² de área (E) (G) (1:0.00 m² de área + (I) Uma pessoa por 10. devem ser cotejados com os obtidos em função da localização de assentos. . máquinas.50 m² de área de sala de aula (F) Uma pessoa por 1.Tabela 4 . F-6 e F-7 F-4 G-1 e G-6 G G2. F-8. M-5 e M-7 M-4 Notas: (A) Os parâmetros dados nesta Tabela são os mínimos aceitáveis para o cálculo da população.00 m² de área Uma pessoa por 30. G-3.

G-3. sala de eventos. G-4.00 m 40. . a sala deve ser considerada como dormitório. na base de uma pessoa por 7m². b) lanços ascendentes de escada com degraus até 17.Distâncias máximas a serem percorridas Sem chuveiros ou sem detectores automáticos Saída única X Y Qualquer Qualquer C. bem como salões de festas e centros de convenções em hotéis são considerados nos grupos de ocupação F-2.G-2 e J Notas: a) para que ocorra as distâncias previstas na tabela 5. acresce-se à área calculada por leito.00 m Z A. (J) A parte de atendimento ao público de comércio atacadista deve ser considerada como do grupo C. H. (H) Em hospitais e clínicas com internamento (H-3). B.: área do alojamento).00 m 50.5%): redução de 20%. em apartamentos maiores (três e mais dormitórios).5 cm de altura: redução de 15%. (G) As cozinhas e suas áreas de apoio.a) lanços ascendentes de escadas.00 m 35. conforme o caso. rampas e corredores. que tenham pacientes ambulatoriais. isto é. quando discriminado o tipo de área (por ex. Tabela 5 . Em apartamentos mínimos.00 m 50.00 m 35. declividade até 10%: redução de 1% por grau percentual de inclinação (1% a 10%. gabinetes e outras dependências que possam ser usadas como dormitórios (inclusive para empregadas) são considerados como tais.00 m 60. (C) Em apartamentos de até dois dormitórios. Do contrário. F. F-6 e outros. têm sua ocupação admitida como no grupo D. escritório panorâmico e outros). as salas de costura. uma pessoa por 7 m² de área.00 m 30. as distâncias definidas acima serão reduzidas a 30% (trinta por cento). nas ocupações F-6 e F-8. (D) Alojamento = dormitório coletivo. em escolas. c) lanços ascendentes de escadas com degraus até 18 cm de altura: redução de 20%. com degraus até 17 cm de altura: redução de 10%. a área de pavimento correspondente ao ambulatório.00 m 65. (I) O símbolo “+” indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (não cobertos por esta Instrução Técnica).00 m Mais de uma saída 20.00 m 45. G-1. sem divisões em planta. D.00 m 55. com mais de 10 m².00 m 10. escadas.00 m 20. é a área útil interna da dependência em questão. E. (F) Auditórios e assemelhados.00 m 45. exceto as áreas de sanitários. é necessária a apresentação de leiaute definido em planta baixa (de salão aberto.00 m Mais de uma saída 35. e) rampas ascendentes de mais de 10% (máximo: 12. L e M Tipo de edificação Grupo e divisão de ocupação Com chuveiros ou com detectores automáticos Saída única 25. d) rampas ascendentes. I. (E) Por ”Área” entende-se a “Área do pavimento” que abriga a população em foco. considera-se uma pessoa para cada 6 m² de área de pavimento.

Div. A-2* A-3 B-1 B-2 C-1 C-2 C-3 E-1 E-2 E-3 E-4 E-5 E-6 F-1 F-2 F-3 F-4 F-5 F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 F-11 G-1 G-2 G-3 G-4 G-5 G-6 H-1 H-2 H-3 H-4 H-5 H-6 I-1 I-2 I-3 L-1 L-2 L-3 M-1 M-2 M-3 M-4 M-5 N (área de pavimentos < ou igual a 750 m² ) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 O (área de pavimento > 750 m² ) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Nº 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 2 2 2 2 2 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 1 2 2 2 1 1 2 2 1 2 2 1 2 Tipo Esc NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE EP NE NE NE Nº 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 + + 1 1 1 1 1 1 2 2 + 2 2 1 2 Tipo Esc EP EP PF PF EP EP PF EP EP EP EP EP EP EP EP PF NE + PF PF PF EP EP EP NE EP PF EP NE NE EP PF PF + + PF EP EP PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 2 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 2 + + 1 2 2 2 1 2 3 3 + 3 2 1 2 Tipo Esc PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP EP PF PF PF PF + + PF EP PF PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 2 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 2 + + 1 2 2 2 1 2 3 3 + 3 2 1 2 Tipo Esc PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP EP PF PF PF PF + + PF EP PF PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 1 2 Tipo Esc NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE Nº 2* 2 2 2 2 2 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 + + 2 2 2 3 2 3 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc EP EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF EP NE EP PF PF EP EP EP PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF Nº 2* 2 2 2 2 3 3 2 3 3 3 3 3 3 2 2 2 + 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 + + 2 2 2 3 2 4 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF Nº 2* 2 2 2 2 3 3 2 3 3 3 3 3 3 2 2 2 + 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 + + 2 2 2 3 2 4 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF A B C D E F G H I J L M .Tabela 6 .Número de saídas e tipos de escada Dimensão Altura (em metros) Ocupação Gr.

00 m = havendo exigência de mais de uma saída para emergência. deve possuir elevador de emergência (ver figura 10) e áreas de refúgio (ver figura 18). EP = Escada enclausurada protegida (escada protegida).7. não havendo mais de quatro unidades autônomas por pavimento.1. desde que a edificação possua até 36 metros de altura e a(s) escadas(s) propostas atendam aos parâmetros de distância máxima a percorrer (tabela 5) e quantidade mínima de unidades de passagem para a lotação prevista na tabela 4. = Grupo de ocupação (uso) . Tipo esc. devem ser consultadas as tabelas anteriores. Gr. e mais as dos indicados na seqüência abaixo: b) Abreviatura dos tipos de escada: NE = Escada não enclausurada (escada comum). d) Grupo H-2 e H-3: 1) altura até 12. = Subdivisão do grupo de ocupação .NOTAS a) Para o uso desta tabela.conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. e) havendo necessidade de 2 (duas) ou mais escadas de segurança. em qualquer caso. As áreas de refúgio quando situada somente em alguns pavimentos de níveis diferentes deve ter seus acessos ligados por rampa (5.conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. onde são dadas as significações dos códigos alfabéticos e alfanuméricos utilizados.00 m = além das saídas de emergências por escadas (tabela 6). * = Admite saída única nas habitações multifamiliares (A-2).6. = Tipo de escada. c) Outros símbolos e abreviaturas usados nesta tabela: Nºs = Números de saídas mínimos obrigatórios. 2) altura superior a 12. + = Símbolo que indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (ocupação não coberta por esta IT). atendendo ao item 5.não se aplica. uma delas poderá ser do tipo Aberta Externa. g) o número de escadas de emergência depende também do dimensionamento das saídas pelo cálculo da população e das distâncias a serem percorridas.14 desta Instrução Técnica. PF = Escada à prova de fumaça. Div. no mínimo uma deve ser por rampa. f) a quantidade mínima de escadas previstas nesta tabela pode ser desconsiderada.a). As edificações que possuam área de refúgio em todos os pavimentos (exceto pavimento térreo) não há necessidade de rampa interligando os diferentes níveis em acessos às áreas de refúgio. . .

IT .09 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇOES E ÁREA DE RISCO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e conceitos 5 – Procedimentos ANEXOS A – Cargas de Incêndio Específicas por Ocupação B – Método para Levantamento da Carga de Incêndio Específica .

NBR – 14432 . 4. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio. 2. 2 APLICAÇÃO 2.2.2 Quando a densidade de carga de incêndio não for uniformemente distribuída sobre a área de piso da edificação. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1 As densidades de carga de incêndio constantes do anexo A desta instrução aplicam-se às edificações e áreas de riscos para classificação do risco e determinação do nível de exigência das medidas de segurança contra incêndio. TRVB 126.mg. segundo o método descrito no Anexo B. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio. a critério do responsável técnico pelo projeto de segurança contra incêndio. todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento. levando em consideração .130.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.mg.270. deverá necessariamente ser feita a medição direta.gov. Liga Federal de Combate a Incêndio da Áustria. 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS 4. inclusive os revestimentos das paredes. pisos e tetos. 355 .1 Carga de incêndio É a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço.4 Em todos os casos de medição direta da densidade de carga de incêndio.bombeiros.2.190-000 Site: www.Bairro Centro CEP 30. Decreto Estadual nº 44. a densidade de carga de incêndio característica poderá ser determinada por medição direta. conforme a ocupação e uso específico.br Email: dat3@cbmmg.2 Densidade de carga de incêndio ou Carga de incêndio específica 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Eurocode 1 – ENV 1991-2-2. 1995. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. 4.2 Conceitos Para efeito desta Instrução. Augusto de Lima.gov. o laudo técnico correspondente deve ser submetido à aprovação do Corpo Técnico do CBMMG.2. conforme o item 2.3 Nas edificações em que a densidade de carga de incêndio superar em quantidade os valores característicos dados nesta Instrução. divisórias. 2.br 1 OBJETIVO Estabelecer valores característicos de carga de incêndio nas edificações e áreas de risco.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 09 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREA DE RISCO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. 2. conforme prescreve o contido no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. nas situações em que há uma aceitável uniformidade na sua distribuição espacial. 1987. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . European Committee for Standardization.1 Definições Para efeito desta Instrução Técnica. aplicam-se os conceitos abaixo descritos: 4.

1 A carga de incêndio específica do piso analisado deve ser tomada como sendo o maior entre a média das cargas de incêndio dos dois módulos de maior valor ou 85% da carga de incêndio do módulo de maior valor.200 MJ/m2 . 5 PROCEDIMENTOS 5.3 Considerar que 1 kg (um quilograma) de madeira seca equivale a 19. Excepcionalmente. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio. 5.1 Para determinação da carga de incêndio específica das edificações aplica-se a tabela constante do Anexo A.1. sendo de no máximo 500 m².1 Ocupações não listadas na tabela do Anexo A devem ter os valores da carga de incêndio específica determinados por similaridade. as edificações e áreas de risco quanto à Carga Incêndio se classificam em: CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À CARGA INCÊNDIO. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio.4 Para determinação do risco de incêndio a que se refere à tabela 3 e 4 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Risco Carga Incêndio MJ/m2 Baixo Até 300 MJ/m2 Médio Acima de 300 até 1. módulos maiores de 500 m² podem ser utilizados quando o espaço analisado possuir materiais combustíveis com potenciais caloríficos semelhantes e uniformemente distribuídos. 5. destinadas a depósitos (Grupo “J”).2.É o valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado. explosivos (Grupo “L”) e ocupações especiais (Grupo “M”) aplica-se a metodologia constante do Anexo B. Pode-se admitir a similaridade entre as edificações comerciais (grupo “C”) e industriais (grupo “I”). sendo que para edificações.2 O levantamento da carga de incêndio específica constante do Anexo B deve ser realizado em módulos de área em que a distribuição da carga de incêndio seja considerada uniforme. 5. 5.200 MJ/m2 Alto Acima de 1. 5.0 megajoules. expresso em megajaule (MJ) por metro quadrado (m²) ou em quilogramas equivalente de madeira seca.

Automóveis Bebidas destiladas Brinquedos Calçados Drogarias (incluindo depósitos) Ferragens Floricultura Galeria de quadros Livrarias Lojas de departamento ou centro de compras (Shoppings) Máquinas de costura ou de escritório Materiais fotográficos Móveis Papelarias Perfumarias Produtos têxteis Relojoarias Supermercados Tapetes Tintas e vernizes Verduras frescas Vinhos Vulcanização Divisão A-3 A-2 A-1 A-3 B-1 B-1 B-2 C –1 C –2 C –1 C -1 C -1 C –1 C -2 C –2 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –1 C –2 C –2/ C –3 C –1 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –2 Carga de incêndio (qfi) em MJ/m2 300 300 300 300 500 500 300 40 700 300 300 300 300 2100 800 200 700 500 500 1000 300 80 200 1000 800 300 300 400 700 400 600 600 400 800 1000 200 200 1000 Residencial Serviço de Hospedagem Comercial varejista. borracha. esportivos.ANEXO A (normativo) Cargas de incêndio específicas por ocupação Para a classificação detalhada das ocupações (Divisão) consultar a Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. metal ou vidro. Loja . Ocupação/Uso Descrição Alojamentos estudantis Apartamentos Casas térreas ou sobrados Pensionatos Hotéis Motéis Apart-hotéis Açougue Antigüidades Aparelhos domésticos Armarinhos Armas Artigos de bijouteria. Artigos de cera Artigos de couro.

Artigos de bijuteria D -2 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -4 D -4 D -3 D -3 D -3 D -3 D -1 E-3 E-5 E-5 E-1/E2/E4/E6 F-1 F-5 F -7 F-3 F-6 F-4 F -10 F-2 F-1 F-8 G-1/G-2 G-4 G-3 G -5 H -2 H -6 H-1/H-3 H-5 H-4 I-2 I–1 I-2 I-2 I–2 I–1 I–1 300 400 100 200 400 1000 700 300 500 300 300 600 200 500 400 300 300 300 300 2000 600 500 150 600 200 Adotar Anexo B 200 300 300 200 300 300 200 350 200 300 100 450 400 300 700 800 600 200 200 . ópticos. Hospitais em geral Presídios e similares Quartéis e similares Aparelhos eletroeletrônicos. teatros e similares Circos e assemelhados Centros esportivos e de exibição Clubes sociais. feltro. Estações e terminais de passageiros Exposições Igrejas e templos Museus Restaurantes Estacionamentos Oficinas de conserto de veículos e manutenção Postos de abastecimentos (tanque enterrado) Hangares Asilos Clínicas e consultórios médicos ou odontológicos. pessoais e técnicos Educacional e cultura física Locais de reunião de público Serviços automotivos e assemelhados Serviços de saúde e Institucionais Industrial Agências bancárias Agências de correios Centrais telefônicas Cabeleireiros Copiadora Encadernadoras Escritórios Estúdios de rádio ou de televisão ou de fotografia Laboratórios químicos Laboratórios (outros) Lavanderias Oficinas elétricas Oficinas hidráulicas ou mecânicas Pinturas Processamentos de dados Academias de ginástica e similares Pré-escolas e similares Creches e similares Escolas em geral Bibliotecas Cinemas.Serviços profissionais. cerâmica ou porcelanas. couro. boates e similares. Acessórios para automóveis Acetileno Alimentação Artigos de borracha. cortiça. Artigos de argila. espuma. fotográficos.

Colas Colchões (exceto espuma) Condimentos. Confeitarias Congelados Couro sintético Defumados Discos de música Doces Espumas Farinhas Feltros Fermentos Fiações Fibras sintéticas Fios elétricos Flores artificiais Fornos de secagem com grade de madeira Forragem Fundições de metal Galpões de secagem com grade de madeira Geladeiras Gelatinas Gesso Gorduras comestíveis I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–3 I–3 I–2 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I-3 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 1000 80 40 500 1000 200 80 300 500 600 300 800 500 80 200 500 400 1000 600 800 2000 200 1700 80 300 400 40 600 800 500 40 400 800 1000 200 600 800 3000 2000 600 800 600 300 300 300 1000 2000 40 400 1000 800 80 1000 . tapetes.Industrial Artigos de cera Artigos de gesso Artigos de mármore Artigos de peles Artigos de plásticos em geral Artigos de tabaco Artigos de vidro Automotiva e autopeças (exceto pintura) Automotiva e autopeças (pintura) Aviões Balanças Baterias Bebidas destilada Bebidas não alcoólicas Bicicletas Brinquedos Café (inclusive torrefação) Caixotes barris ou pallets de madeira Calçados Carpintarias e marcenarias Cera de polimento Cerâmica Cereais Cervejarias Chapas de aglomerado ou compensado Chocolate Cimento Cobertores. conservas.

industrial Gráficas (empacotamento) Gráficas (produção) Guarda-chuvas Instrumentos musicais Janelas e portas de madeira Jóias Laboratórios farmacêuticos Laboratórios químicos Lápis Lâmpadas Laticínios Malharias Máquinas de lavar de costura ou de escritório Massas alimentícias Mastiques Materiais sintéticos ou plásticos Metalúrgica Montagens de automóveis Motocicletas Motores elétricos Móveis Óleos comestíveis Padarias Papéis (acabamento) Papéis (preparo de celulose) Papéis (procedimento) Papelões betuminados Papelões ondulados Pedras Perfumes Pneus Produtos adesivos Produtos de adubo químico Produtos alimentícios (expedição) Produtos com ácido acético Produtos com ácido carbônico Produtos com ácido inorgânico Produtos com albumina Produtos com alcatrão Produtos com amido Produtos com soda Produtos de limpeza Produtos graxos Produtos refratários Rações Relógios Resinas Roupas Sabões Sacos de papel I–3 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–1 I–1 I–1 I–3 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–3 I–1 I–3 I–2 I–1 I–2 2000 400 300 600 800 200 300 500 600 40 200 300 300 1000 1000 2000 200 300 300 300 600 1000 1000 500 80 800 2000 800 40 300 700 1000 200 1000 200 40 80 2000 800 2000 40 2000 1000 200 2000 300 3000 500 300 800 .

industrial Sacos de juta Sorvetes Sucos de fruta Tapetes Têxteis em geral Tintas e solventes Tintas látex Tintas não-inflámaveis Transformadores Tratamento de madeira Tratores Vagões Vassouras ou escovas Velas de cera Vidros ou espelhos Vinagres Demais atividades não enquadradas acima I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–3 I–1 I–1 500 80 200 600 700 4000 800 200 200 3000 300 200 700 1300 200 80 Demais usos levantamento da carga de incêndio conforme Anexo B .

Anexo B (normativo) Método para levantamento da carga de incêndio específica B. em metro quadrado.potencial calorífico específico de cada componente i do material combustível. Lã Lixo de cozinha Madeira Metano Metanol Monóxido de carbono N-Butano N-Octano N-Pentano Palha Papel Petróleo Poliacrilonitric o Policarbonato H (MJ/kg) 17 41 23 18 19 50 19 10 45 44 45 16 17 41 30 29 Tipo de material Poliéster Poliestireno Polietileno Polimetilmetacrilico Polioximetileno Poliuretano Polipropileno Polivinilclorido Propano PVC Resina melamínica Seda H (MJ/kg) 31 39 44 24 15 23 43 16 46 17 18 19 . explosivos e ocupações especiais podem ser determinadas pela seguinte expressão: q fi = ∑M A i Hi f Onde: qinc .Valores do potencial calorífico específico Tipo de material Acetona Acrílico Algodão Benzeno Borracha Celulose C-Hexano Couro D-glucose Epóxi Etano Etanol Eteno Etino Fibra sintética 6. Af .massa total de cada componente i do material combustível.3 A compensação do teor de umidade de uma determinada massa de material combustível poderá ser feita desde que demonstrado por meio de ensaio específico. Tabela B.1 .1 Os valores da carga de incêndio específica para as edificações destinadas a depósitos.2 O levantamento da carga de incêndio deverá ser realizado conforme item 5 (Procedimento) desta Instrução.1.área do piso do compartimento.6 H (MJ/kg) 30 28 18 40 Espuma – 37 Tiras – 32 16 43 19 15 34 47 26 50 48 29 Tipo de material Grãos Graxa. B. resultados obtidos por meio de ensaios específicos em conecalorímetros podem ser utilizados. Mi .1 abaixo. em megajoule por metro quadrado de área de piso. Esse valor não poderá ser excedido durante a vida útil da edificação exceto quando houver alteração de ocupação. em quilograma. Lubrificante. B. ocasião em que Mi deverá ser reavaliado. Hi . em megajoule por quilograma.4 Além dos potenciais caloríficos dados na Tabela B. conforme Tabela B.valor da carga de incêndio específica. B.

10 PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Resumo de exigências para os diversos tipos de edificações com sistemas de pressurização C – Condições para instalação de casa de máquinas de pressurização no pavimento cobertura D – Condição para não se revestir os dutos metálicos de sucção e/ou pressurização E – esquema geral do sistema de pressurização (com duto no interior da escada) F – (Informativo) Características das paredes G – Módulo de cálculo de vazão do sistema de pressurização de escada 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .Tabela 1 – Níveis de pressurização/ Tabela 2 – áreas típicas de escape para quatro tipos de PCF B .IT .

NBR 9441 .1.br Email: dat3@cbmmg. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.270.br 1 OBJETIVO 1. Lei Complementar 54. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: BS-5588 Parte 4 (British Standards Institution) Pressurização de escadas de segurança. IT 08 – Saídas de emergência em edificações. Constituição Federal de 1988.gov.mg. Constituição Estadual de 1989. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 .INSTRUÇÃO TÉCNICA – 10 PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. 1. Lei nº 14. NBR 14.Bairro Centro CEP 30.Sistemas de iluminação de emergência. que conduzem o ar para o exterior da edificação.Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente – Procedimento.Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio.898 . Augusto de Lima. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações de acordo com o descrito na NBR 9077.480 – Saídas de emergência em edifícios – Escada de Segurança – Controle de fumaça por pressurização. Esse sistema também pode ser acionado em qualquer caso de necessidade de abandono da edificação.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento da pressurização de escadas de segurança em edificações. NBR 10. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. preservando-se um fluxo de ar através de uma ou várias trajetórias de escape. Decreto Estadual nº 44. NBR 9077 – Saídas de emergências em edifícios.Sinalização de emergência.190-000 Site: www.1 Conceitos básicos do sistema de pressurização 5.Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos. de modo a permitir a fuga dos ocupantes de uma edificação no caso de incêndio.bombeiros. 355 .gov. BR 9050 . .130.2 Manter as escadas de emergência livres da fumaça. IT 15 .1 Princípio geral da pressurização a) considera-se um espaço pressurizado quando este receber um suprimento contínuo de ar que possibilite manter um diferencial de pressão entre este espaço e os adjacentes.mg. 5 PROCEDIMENTOS 5.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência.

5.1. desde que não haja possibilidade técnica de adequação. c) o método estabelecido nesta IT também se aplica às escadas de segurança com pavimentos abaixo dos de descarga.é um índice que varia de 1 a 2 No caso de frestas em torno de uma PCF. deve-se adotar a equação 1.2 Os edifícios utilizados por crianças. 5.2 Pressurização de um ou dois estágios O sistema de pressurização pode ser projetado de duas formas: 5. 5. com previsão para um nível maior de pressurização que entra em funcionamento em uma situação de emergência.6 Suprimento de ar necessário 5. o diferencial de pressão deve ser mantido em nível adequado para impedir a entrada de fumaça no interior da escada. a fim de assegurar que as PCF possam ser abertas. .1. dampers.3 Elementos pressurização básicos de um sistema de São elementos básicos de um sistema de pressurização: a) sistema de acionamento e alarme.2 Sistema de dois estágios: incorporar um nível baixo de pressurização.1.827 x A x (P)(1/N) onde: Q . 5. ou mmH2O ( milímetro de coluna d’água ) Potência = CV (Cavalo Vapor) ou HP (Horse Power) Temperatura em Graus Celsius = ºC Altura da Edificação ( h ) = m 5.6 abaixo: escape de ar com todas as portas do espaço pressurizado fechadas (equação 2). b) ar externo suprido mecanicamente. tal como ilustrado na Figura 1. de 10 a 15m/s. atendendo as seguintes condições: a) desenvolvimento do cálculo do suprimento de ar necessário considerando as duas situações previstas no item 5.4 Unidades adotadas Toda e qualquer proposta de sistema de pressurização deve seguir os critérios de apresentação e desenvolvimento de acordo com o estabelecido abaixo: Vazão ( Q ) = m3/s Velocidade ( V ) = m/s Área ( A ) = m2 Pressão ( P ) = Pa ( Pascal ). c) trajetória de escape do ar.5. podendo ser aceito diferente desses parâmetros quando se tratar de edificação existente. tais como frestas em torno de janelas. devidamente justificada.1. quando o ar passa. Essa equação depende diretamente da área de restrição e do diferencial de pressão entre os ambientes contíguos. na determinação da capacidade de vazão e pressão dos moto-ventiladores. c) a velocidade do fluxo de ar em todo o trecho de captação deve ser de 4 a 8m/s e.2. a partir da velocidade e vazão.). venezianas. N = 2 No caso de frestas em vãos estreitos. Equação 1: Q = 0. ou seja. podem existir elementos de restrição posicionados em paralelo.1 O nível de pressurização utilizado para fins de processo não deve ser menor que o apresentado na Tabela 1 do Anexo A desta IT e não deve ultrapassar o limite de 60 Pa.é a área de restrição (m2) P .é o fluxo de ar (m3/s) A . e.1.1. para o dimensionamento do damper de alívio. Tabelas e ábacos de fabricantes de acessórios podem ser considerados para determinação das perdas de carga de singularidades. 5.1. como por exemplo. que devem constar de memorial de cálculo.5. devem ser avaliadas as perdas de carga localizadas em todos os componentes de captação e distribuição do sistema (dutos.b) para a finalidade prevista nesta IT. ou em série. no trecho de distribuição. uma combinação desses.2.1. O diferencial de pressão é o mínimo estabelecido nesta IT. 5. saídas dos moto-ventiladores. considerando todas as singularidades.1 Cálculo do suprimento de ar a) para se determinar o primeiro valor de suprimento de ar necessário para se obter um certo diferencial de pressão entre o ambiente a ser pressurizado e os ambientes contíguos.2.1. para funcionamento contínuo. Devem constar também a velocidade do fluxo de ar em todos os trechos e acessórios.1 Sistema de um estágio: para operar somente em situação de emergência. rugosidades das superfícies internas dos dutos.1. ou 5. como apresentado na Figura 2. e escape de ar considerando as portas abertas na quantidade estipulada no Anexo B desta IT (equação 3). pelas frestas ao redor de uma PCF. 5. considerando-se todas as PCF (portas corta-fogo) de acesso à escada fechadas.3 É facultativa a utilização do sistema de pressurização de um ou dois estágios. grelhas.204 kg/m3) 5. joelhos.6.5.1. b) desenvolvimento do cálculo das perdas de carga ao longo da rede de captação e distribuição ar. d) fonte de energia garantida.1. N = 1. que devem estar dentro dos limites estipulados nesta IT.1.3 Para obtenção dos níveis de pressurização no interior dos espaços pressurizados. idosos e ou pessoas incapacitadas precisam de considerações especiais.1. ou ainda.2 Trajetórias de escape em série e paralelo a) na trajetória de escape do ar para fora de um espaço pressurizado.5 Níveis de pressurização adotados 5.é o diferencial de pressão (Pa) N . etc. A área de restrição é determinada pelo escape de ar para fora do espaço a ser pressurizado. 50 Pa.6 Vazão de ar (condição padrão de ar com densidade de 1.6. apesar da força criada pelo diferencial de pressão.

produz. com as portas do ambiente conforme Figura 1 acima. ou QFT = QF + 25% (vazamentos em dutos de alvenaria ou mistos) + 25% (vazamentos não identificados). sendo que esses valores percentuais devem ser considerados independentemente do comprimento dos dutos. b) de 25% para atender a hipótese de vazamentos nãoidentificados. devendo ser adotado os valores constantes na tabela 2 do anexo A desta IT.6.4 Vazamentos em dutos e vazamentos nãoidentificados . De maneira geral. e) o número de PCF abertas a ser utilizado nos cálculos depende do tipo de edificação. A vazão de ar determinada pela Equação 1 deve ser avaliada para que seja obtida uma condição satisfatória para minimizar a infiltração de fumaça no interior da escada nesta situação. somada às perdas pelas frestas das demais PCF consideradas na condição fechadas.6. pode ser obtido combinando-se sucessivamente grupos simples de escape isolados (PCF da escada e da antecâmara pressurizada do mesmo pavimento). b) por meio do vão de luz das PCF consideradas na condição abertas. d) a abertura intermitente das PCF.1. considerar acréscimo no suprimento total de ar necessário. desta IT. b) os critérios para verificação da velocidade do ar a que se referem os itens seguintes são os estipulados no item 5. devendo obedecer aos critérios estipulados no Anexo B desta IT. como a PCF da escada e a PCF da antecâmara não ventilada a ela associada. considerando-se o número de ocupantes e as dificuldades encontradas para o abandono. por exemplo). deve ser considerada uma velocidade média do ar. em edificações onde existem locais de ATotal = A1 + A2 + A3 + A4 Figura 2 . c) por meio das frestas no entorno de portas de elevadores e janelas existentes no espaço pressurizado.3 Área de escape a partir de uma escada pressurizada. 5. na quantidade estipulada do Anexo B desta IT. conforme critério estabelecido no Anexo B.1.A espaço pressurizado A 4 1 A 2 A 3 Figura 1 .Trajetórias de escape do ar em paralelo b) no caso de trajetórias de escape do ar em paralelo. através desta abertura. onde: QFT = vazão total das frestas com todas as portas fechadas (m³/s).0 m/s saindo através das PCF consideradas abertas.1. com os outros equivalentes (PCF em paralelo).5 Portas corta-fogo abertas e outras aberturas a) para ser eficaz. levando-se em consideração a condição padrão do ar. então: No desenvolvimento do cálculo.6.6. considerando-se todas as portas fechadas (m³/s). e das frestas das demais PCF fechadas da escada. QF = vazamento através das frestas. temos: 1 ( ATotal) 2 = 1 1 1 1 + + + 2 2 2 ( A1 ) ( A2 ) ( A3 ) ( A4 ) 2 d) o escape total e efetivo de uma combinação de trajetórias de escape do ar em série e em paralelo. Nota: A vazão total de escape pelas frestas pode ser calculada pelas equações abaixo: Equação 2: QFT = QF + 15% (vazamentos em dutos metálicos) + 25% (vazamentos não identificados). c) quando de uma abertura permanente (uma janela dentro da caixa de escada. a escada de emergência deve ter seus acessos protegidos por PCF. como demonstrado na Figura 2 acima. se houver grande abertura entre a área pressurizada e os espaços adjacentes. considerando todas as portas da caixa de escada fechadas: a) de 15% para vazamentos em dutos metálicos ou 25% para dutos construídos em alvenaria ou mistos. o escape de ar a partir de uma escada ocorre: a) por meio das frestas em torno das PCF (quando essas estiverem fechadas).8. 5. devendo possibilitar a manutenção de uma velocidade de ar mínima de 1. momentaneamente. quando do abandono da edificação. A pressurização projetada não pode ser mantida. de 4 m/s. a área total de escape é determinada pela simples soma de todas as áreas de escape envolvidas. f) uma PCF considerada aberta adicional (com relação ao estabelecido no Anexo B desta IT) deve ser considerada no cálculo do suprimento de ar do sistema de pressurização.Trajetórias de escape do ar em série c) no caso das portas em série. uma perda de pressão no interior da escada. levando-se em consideração a condição padrão do ar. e é inevitável que estas sejam abertas ocasionalmente. 5.1.

6. desses.6 Elevador de emergência A antecâmara de segurança do elevador de emergência deve ser pressurizada. c) quando contígua com a escada pressurizada. QFT = vazão total das frestas com todas as portas fechadas (m³/s). deve ser exigida. quando a quantidade de PCF duplas for inferior à quantidade de PCF consideradas abertas . Essa antecâmara deve possuir as seguintes características: 1) ser interposta entre a escada pressurizada e as áreas comuns ou privativas da edificação. a existência de uma antecâmara de segurança. na quantidade estipulada no Anexo B desta IT: 1) PCF simples. no acesso à antecâmara de segurança.6. em todos os níveis de pavimento.reunião de público com capacidade para 50 ou mais pessoas (tais como auditórios. nos sentidos ascendente e descendente (pavimentos superiores e inferiores ao nível da descarga) dentro do critério de altura da Tabela do Anexo B. complementar com PCF simples. Nesses casos.1. a fim de impedir que a pressão no interior dessas antecâmaras dificulte a abertura das PCF de acesso. sendo que acima desse valor é exigido o cálculo de 5 PCF abertas. controlados por venezianas reguláveis e independentes em cada nível de pavimento. na quantidade devida. b) as frestas das portas do elevador e das PCF de acesso às antecâmaras devem ser suficientes para promover o escape de ar. funcionará como duto de pressurização. quando todos os acessos à escada pressurizada ocorrer apenas através de PCF simples. conforme os critérios do item 5. considerando-se as resistências das frestas no entorno das portas dos elevadores e PCF de acesso em cada pavimento. 2) PCF duplas.2.. para tanto: 1) avaliar as condições para se manter as antecâmaras pressurizadas até o limite de 60 Pa. Obs. cada PCF dupla deve ser computada como uma PCF aberta e não como duas. nesse caso. e) a casa de máquinas deve ser independente e isolada em relação aos demais elevadores. a partir do pavimento. refeitórios. Obs.1. deve ser de 04 (quatro) para edificações com até 60 (sessenta) metros de altura.7 e da Tabela do Anexo B desta IT. 2) precaver-se de que haja um fluxo de ar contínuo entre esse espaço pressurizado com os ambientes contíguos e.7 Antecâmara de segurança a) para as edificações estabelecidas no Anexo B desta IT. com paredes de resistência mínima a 2 horas de fogo e acessos protegidos por PCFP90. h) em edificações existentes é comum o uso da pressurização de um amplo hall e o uso da PCF no acesso às unidades residenciais ou unidades de escritório etc. 5.: O número máximo de PCF por pavimento. Características diferentes devem ser avaliadas pelo Corpo Técnico do CBMMG. considerando-se a partir do piso de descarga. f) alternativamente.6. neste caso.critério esse estipulado no Anexo B desta IT para efeito de dimensionamento de vazão por meio de PCF abertas . proveniente das frestas das portas do poço instaladas em cada pavimento.6.: Em todos os casos levar em consideração a condição padrão do ar.1. além da pressurização da escada de segurança. quando a quantidade de PCF duplas instaladas for igual ou superior à quantidade de PCF abertas . QPA = vazamento de ar através das portas consideradas abertas (m³/s). d) ser protegida por PCF-P90. em contato com esse ambiente pressurizado deve ser de 4 PCF simples. e apresentar as seguintes características: a) no topo da caixa de alvenaria do elevador deve ser prevista abertura permanente ou damper de alívio. com aberturas permanentes para o exterior da edificação.1. embora devem ser somados o vão de luz real de cada PCF dupla e simples consideradas.critério esse estipulado no Anexo B desta IT para efeito de dimensionamento de vazão por meio de PCF abertas. de modo a permitir o escape de ar insuflado para as antecâmaras do elevador. quando não pressurizada por duto exclusivo. impedindo que a pressão interna se eleve acima dos 60 Pa. 5. deve ser pressurizada pelo mesmo sistema da escada. a antecâmara. o número de PCF duplas ou simples calculadas (respeitando-se suas áreas). g) devem ser considerados os vãos e frestas reais de todas as PCF da caixa da escada pressurizada. 3) PCF duplas e PCF simples. . Nota: A vazão total requerida para o sistema de pressurização de escadas deve ser calculada pela equação abaixo: Equação 3: ● Se QFT > QPA então QT = QFT ● Se QFT < QPA então QT = QPA onde: QT = vazão total requerida do sistema de pressurização. de forma a manter um gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança – neste caso considerar o escape de ar através dessas janelas no cálculo do suprimento total de ar necessário para o sistema de pressurização da escada (adotar as frestas e vão reais efetivos). através de vasos comunicantes. conforme especificado abaixo. como estabelecido na Figura 1 do item 5. Esse critério deve ser desconsiderado quando o local de reunião de público estiver no piso de descarga (térreo ou nível com saída direta para o exterior) ou em mezaninos do piso térreo com acessos através de escadas exclusivas.devem ser consideradas todas as PCF duplas e. ou seja. salas de exposição e assemelhados). pode ser adotada a pressurização das antecâmaras do elevador de emergência a partir do poço do elevador que.

2 Edifícios com múltiplas escadas a) em edifícios com múltiplas escadas pressurizadas. em qualquer outro local que possua contato direto com a escada pressurizada. com os seguintes dizeres: “ESCADA PRESSURIZADA”. atendendo-se aos procedimentos contidos nas Normas ASNI / ASHRAE 51 ou a AMCA-210 e o Manual da AMCA "Fans and Systems" . f) atenção especial deve ser dada às edificações que possuam acesso de pessoas portadoras de deficiência física. b) as edificações existentes estão isentas do cumprimento do estabelecido neste item. PCF posicionada no pavimento de descarga). 5. bem como dos dutos de sucção e pressurização. deve ser considerado o controle da porosidade das paredes que envolvem as escadas. i) visando a selagem. tanto no acesso à antecâmara de segurança quanto no acesso à escada pressurizada. ou dispositivos complementares. possa gerar dúvida quanto à sua real interferência no sistema de pressurização. caso haja impossibilidade técnica de adaptação. e) portas corta-fogo devem estar de acordo com a NBR 11742 da ABNT. localizadas em níveis inferiores ao piso de descarga.1. g) quando a pressurização da escada dificulta o fechamento das PCF (como exemplo. 3) deve haver um diferencial de pressão entre a antecâmara de segurança e o interior da escada pressurizada. é recomendado que o "efeito do sistema" seja levado em consideração. c) todos os componentes do sistema de pressurização (dutos. Tais dispositivos não podem alterar as características de resistência ao fogo das PCF.2. bem como o acesso ao Corpo de Bombeiros. e) para atender a todas as hipóteses de escapes de ar e de vazamentos não-identificados. funcionando como vasos comunicantes entre si. a velocidade de saída do ar deve ser obtida dividindo-se a vazão de ar de suprimento (Equação 1) pela área de abertura total. e serem instaladas de forma a atender às premissas básicas do processo de pressurização de escadas. d) sobre o valor de vazão de ar obtido conforme alínea a ou alinea c devem ser aplicados os fatores de vazamentos em dutos e de vazamentos não-identificados. Caso contrário. sala do grupo moto-gerador automatizado. devem dar as garantias do projetado na pressurização. como por exemplo. invariavelmente a escada pressurizada deve ser provida de dispositivos que impeçam que a pressão no seu interior eleve-se acima de 60 Pa. em termos de vazão.1 Aspectos gerais a) sistema de pressurização de escada de segurança para edificação com altura superior a 90 metros deve ser objeto de análise do Corpo Técnico do CBMMG. garantindo-se dessa forma o gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança. k) caso exista algum compartimento ou equipamento que.9 Efeito do sistema Com a finalidade de eliminar o risco de redução de desempenho do ventilador. grupo moto-gerador automatizado) devem ser protegidos contra o fogo por no mínimo 2 (duas) horas (exceção feita às portas corta-fogo que devem ser do tipo P-90. devem ser instalados sistemas independentes de pressurização para cada escada.publicação 20190 . d) pisos escorregadios nas proximidades das PCF de acesso aos espaços pressurizados devem ser evitados.: Quando exigido (ver Anexo B). devido ao excesso de ar que pode ser necessário. na face externa à escada. sistema de controle de fumaça. b) a edificação deve ser planejada de forma a atender aos requisitos do sistema de pressurização. a pressurização perde sua função e deve ser reavaliada. o processo deve ser submetido à análise do Corpo Técnico do CBMMG."O fator do efeito do sistema" (System Effect Factor) e suas tabelas. como forma de não prejudicar o estabelecido no item 5. j) deve ser previsto sistema de detecção de fumaça e iluminação de emergência nos seguintes locais: casa de máquinas de pressurização.1.Saídas de Emergência em Edificações. a fim de garantir o abandono dos ocupantes da edificação.1. nas casas de máquinas).2. as antecâmaras de segurança das escadas pressurizadas e dos elevadores de emergência. Tais dispositivos devem ser capazes de mantê-las fechadas contra a pressão do sistema de pressurização. haja vista reduzir o nível de confiabilidade necessária para edificações com elevada .6 desta IT. b) a área de abertura total deve ser calculada somando-se as áreas das PCF consideradas abertas (ver Anexo B desta IT) e as frestas das demais PCF previstas na escada.2 A edificação 5. não devem ser aceitas. c) quando a velocidade obtida no cálculo especificado na alínea a for inferior ao parâmetro mínimo estabelecido. b) escadas conjugadas em um mesmo volume ou com aberturas entre si. garantindo o seu funcionamento com relação às condições descritas nesta IT. contidos nesta IT. no ambiente onde se localizar os acionadores manuais alternativos dos moto-ventiladores. construídos em alvenaria.2) ser protegida por PCF-P60. 5.6. devem possuir as mesmas características mencionadas acima. junto a esta PCF.6. h) deve ser prevista sinalização orientativa nas PCF. 5. 5.6. dispositivos de fechamento devem ser dimensionados de forma a vencer esta força.8 Estimativa da velocidade de saída do ar através da PCF aberta a) na prática. segundo critérios da IT 15 – Sinalização de Emergência. grupo moto-ventilador. a vazão de ar deve ser aumentada até que seja alcançado o valor requerido. 5) a pressurização da escada e da antecâmara de segurança pode ser realizada utilizando-se de somente um conjunto moto-ventilador. direta ou indiretamente. 4) a antecâmara de segurança deve possuir dimensões mínimas de acordo com a IT 08 . Obs.

devendo o mesmo ser adequadamente instalado e ter sua eficiência comprovada por meio de ensaio. ou outro pavimento que possa causar risco de captação da fumaça de um incêndio. devem ser previstos dispositivos de fechamento automático. em que não consiga os afastamentos estabelecidos no Anexo D (todos desta IT). medida no plano horizontal. de 2. entre a entrada e saída do tubo-luva de proteção e os dutos de sucção e/ou pressurização. bem como. que garantam o bloqueio da passagem de fumaça em caso de incêndio. h) caso o afastamento de 2. deve vir da mesma fonte que aciona a pressurização na situação de emergência. c) os dutos de sucção e/ou pressurização. alíneas f. deve ser previsto uma "antecâmara de segurança" entre esse compartimento e o pavimento. devem estar afastados de sistemas de vasos sob pressão. e) cabos elétricos e dutos de sucção e/ou pressurização devem estar devidamente protegidos contra a ação do fogo em caso de incêndio. j) caso o compartimento casa de máquinas do grupo moto-ventilador esteja posicionado em pavimento subsolo.0 metros desses riscos. seus acessórios. e os dutos de sucção e/ou pressurização não seja cumprido. O afastamento.2. desde que se atendam os requisitos do item 5. esses dispositivos devem ser utilizados quando existir o risco desses dutos e/ou sistemas contribuírem para o alastramento do incêndio.4 Estruturas de proteção e garantias de funcionamento do sistema de pressurização a) a edificação deve proporcionar a proteção adequada contra incêndio para todos os componentes que garantam o funcionamento do sistema de pressurização. devidamente identificada na cor vermelha e suportado de forma independente. Caso isso não seja atendido. de preferência.concentração de pessoas ou elevado nível de altura. de ferro galvanizado ou aço carbono. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta IT. duas horas. com diâmetro nominal mínimo 1. deve ser prevista distância mínima. f) os dutos de sucção e/ou pressurização. de nafta ou similares e depósitos ou tanques de combustível. devem ser analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG. inviabilizando a redundância das saídas de emergência e comprometendo o funcionamento do sistema de pressurização da escada. devem ser alojados em compartimentos resistentes ao fogo por. o acesso à casa de máquinas do grupo moto-ventilador ser protegido por uma porta estanque. seus ancoramentos ou seus revestimentos contra incêndio. 5. e) detector de fumaça dentro dos dutos de retorno do ar condicionado deve ser utilizado como sistema auxiliar de acionamento do sistema de pressurização. g) para os riscos citados no item 5. para que não seja exigido o revestimento contra incêndio. sendo que quaisquer outras instalações devem estar posicionadas logo abaixo. no mínimo.Saídas de Emergência em edificações. gases naturais. não podem servir funcionalmente a outros tipo de instalações.5 vezes maior que a tubulação a ser envolvida. Portanto. d) os ancoramentos dos dutos e outros acessórios. que garanta a diminuição de risco de captação da fumaça de um incêndio pelo . não devem passar por ambientes que possam prejudicar (com danos mecânicos.0 metros entre as tubulações que conduzem gás GLP. sendo que tais casos devem ser analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG. Também deve ser previsto sistema de detecção no acesso a esse conjunto compartimento casa de máquinas. O acesso à "antecâmara de segurança" deve ser protegido por uma PCF/P-90. que deve dar início a todas estas alterações na operação desses sistemas. Esta solução pode ser substituída por outra. essas tubulações de gás devem ser envolvidas por tubo-luva de proteção. b) os dutos de sucção e/ou pressurização. c) em um mesmo edifício não devem existir escadas de segurança pressurizadas. devem. d) o sistema de alarme e detecção de incêndio também deve ser o responsável pelo comando das alterações necessárias no sistema de ventilação e ar condicionado. Casos específicos em que se comprove a não interferência da escada pressurizada sobre as demais. em seu caminhamento interno ou externamente à edificação. b) na situação de emergência (entrada em funcionamento do sistema de pressurização). O sinal. com relação ao estabelecido na IT 08 . medido no plano horizontal. deve ser de no mínimo 1. a fim de diminuir o risco das rotas de fuga serem atingidas pela fumaça oriunda do incêndio. no seu caminhamento. estar posicionados o mais próximo possível ao teto (laje) dos ambientes.2. i) o grupo moto-ventilador. 5. escadas simples ou enclausuradas atendendo aos mesmos espaços. de nafta ou similares.0 m. de forma a evitar a captação de fumaça que porventura passe pelas frestas desta PCF.2. Essa "antecâmara de segurança" pode possuir dimensões reduzidas. todo o sistema de circulação de ar existente na edificação deve ser projetado para imediata interrupção do seu funcionamento. c) sistemas de exaustão podem ser mantidos ligados desde que promovam um fluxo favorável ao sentido do escape de ar do sistema de pressurização de escada. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta IT. componentes elétricos e de controle.2.3 Relação entre a Pressurização e o Sistema de Ar Condicionado a) a circulação de ar promovida pelo sistema de condicionamento de ar ou de exaustão mecânica deve ser projetada de modo a manter a trajetória do fluxo de ar no sentido contrário ao estabelecido para o abandono da população da edificação. baterias de GLP ou sistemas alimentados por gás natural. As PCF de acesso a esse compartimento devem ser do tipo PCF/P-90.4. ou não atenderem os critérios de compartimentação horizontal e/ou vertical. necessários ao sistema de pressurização. garantindo o acionamento e o funcionamento do sistema de pressurização para no mínimo 2 (duas) horas.4 alínea f. de acordo com NBR 9441 da ABNT. químicos ou do próprio incêndio) a eficiência do sistema de pressurização. g e h desta IT. além da proteção que garanta resistência ao fogo por 2 (duas) horas nos dutos de sucção e/ou pressurização.

Caso não exista condição técnica para o cumprimento dessa exigência.1 Ventilador a) o conjunto moto-ventilador deve atender a todos os requisitos desta IT.3 A Instalação e equipamentos 5. devendo ser analisada pelo Corpo Técnico do CBMMG. posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação. c) em edificações existentes e quando não houver condições técnicas de se cumprir o estabelecido no item 5.3. alínea b desta IT.0 m mais alta que o nível da tomada de ar. alínea i desta IT. através de dutos. de acordo com os critérios estabelecidos no Anexo B desta IT.4. bem como o escape dos gases da combustão. para o sistema de pressurização. o mesmo nível de proteção estabelecido no item 5. no mínimo. e possuir filtro de partículas classe G-1.0 m. tendo em vista a vibração originária do funcionamento do grupo moto-gerador. c) nos edifícios residenciais e escritórios com até 60 metros de altura e nos edifícios escolares com até 30 (trinta) metros de altura. 3) não é permitido conjugar a captação de ar do sistema de pressurização com a saída da extração de fumaça dos subsolos. quanto à instalação do conjunto motoventilador. 2) caso necessário. é permitido o uso de somente um ventilador com um motor. que pode ser substituído pela ligação independente do grupo motoventilador. com as mesmas características. deve ser providenciada proteção contra eventuais acidentes pessoais. em edificações existentes. e afastada da tomada de ar 5. De forma substitutiva. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida. devem atender as seguintes características: 1) localizarem-se no pavimento térreo ou próximo deste. b) em todos os edifícios devem ser previstos sistemas moto-ventiladores em duplicata. b) a tomada de ar e instalação do grupo moto-ventilador e seus acessórios.2 Tomada de ar a) é essencial que o suprimento de ar usado para pressurização nunca esteja em risco de contaminação pela fumaça proveniente de um incêndio no edifício. por intempéries ou mesmo quando da manutenção geral da edificação. conforme NBR 6401. a saber: 1) construção de uma parede alta. e) caso seja aceita a tomada de ar ao nível da cobertura da edificação. mesmo quando estiver posicionado em nível subterrâneo. para o perfeito funcionamento do grupo moto-gerador automatizado e seus acessórios. devem ser adequadamente projetados como forma de garantir a alimentação elétrica dos sistemas de segurança e sistema de pressurização das edificações. n) cuidados especiais devem ser tomados para evitar a entrada de água ou produtos agressivos. k) quando o sistema de interligação do grupo motoventilador for realizado por correias. 5. sendo que cada grupo deve. requisitos mínimos devem ser providenciados de modo a diminuir o risco de captação da fumaça que sobe pelas fachadas do edifício. sendo do tipo metálico lavável. p) nas edificações existentes não é obrigatório o uso do grupo moto-gerador automatizado. se passarem por áreas de risco. m) o circuito formado pela tomada de ar frio e saída do ar aquecido (do compartimento casa de máquinas do grupo moto-gerador). o grupo moto-gerador e seus acessórios devem estar posicionados no pavimento térreo ou próximo deste. para atuarem especificamente na situação de emergência.2. medida no plano horizontal. Medidas para minimizar a influência da ação dos ventos sobre o sistema de pressurização. no mínimo. tal parede deve ser 1.2. da entrada do sistema (tomada de ar) até a saída (por meio das PCF e/ou periferia do edifício) também devem ser adotadas. devem ter em seu compartimento. 4) o compartimento que abriga o conjunto motoventilador deve permitir facilidades de acesso para manutenção. para atuarem especificamente no estágio de emergência e em conjunto. Obs: Ver Anexo C desta IT.3.3. o) o grupo moto-ventilador deve estar posicionado em compartimento diferente do que abriga o grupo motogerador automatizado.compartimento casa de máquinas do grupo motoventilador. sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio. 5. pode ser permitida quando não houver condições técnicas de se cumprir o estabelecido no item 5. devidamente comprovada a inviabilidade. quanto ao isolamento térmico e/ou de resistência ao fogo.3. por meio de grade ou outro dispositivo que possua mesma finalidade e eficiência. possuir proteção que garanta resistência ao fogo por no mínimo 2 (duas) horas. deve ser garantida que a tomada de ar frio seja realizada próximo ao pavimento térreo. Cuidados especiais. d) a tomada de ar em nível da cobertura. nos compartimentos casa de máquinas do grupo motoventilador e do grupo moto-gerador automatizado. Os dutos de tomada de ar frio devem. para proporcionar a pressurização requerida. devem ser tomados para os dutos de saída do ar aquecido e dutos de escape de gases da combustão.2. l) o grupo moto-gerador automatizado e seus acessórios. integridade e estanqueidade. de acordo com os critérios do Anexo B desta IT. pode ser permitida sua instalação no pavimento cobertura. . Tais compartimentos devem ser projetados com vistas a garantir a manutenção de sua estabilidade. a tomada de ar deve ser realizada através de duto de captação de um local sem risco de fumaça de incêndio até o compartimento que abriga o conjunto moto-ventilador. alínea b desta IT. Preferencialmente. quando exigidos. podem ser utilizados 02 (dois) grupos moto-ventiladores.

d) dutos de alvenaria podem ser utilizados. e na sua ausência a norma ISO 6944 . tendo em vista o aumento de peso causado por esses revestimentos. deve ser submetida à avaliação do Corpo Técnico do CBMMG.P. 5. o ponto de descarga de qualquer duto vertical que possa eventualmente descarregar fumaça de um incêndio. Obs. ou revestida com chapas metálicas ou outro material incombustível.3. tanto na tomada de ar quanto na sua distribuição.0 m. para edificações existentes. através de duto. sem o cimento. localizadas a intervalos regulares por toda a altura da escada.2) construção de uma parede alta. deve ser de 1 (um). pode ser aceita a distribuição de ar através de duto plenum. à medida do possível.: Na segunda coluna da tabela do Anexo F desta IT. medidos no plano horizontal. devem demonstrar resistência ao fogo por um período mínimo de 2 (duas) horas. Obs. da tomada de ar do sistema de pressurização. medida no plano vertical. portanto. além de atender as condições de exigência relativas aos dutos metálicos.: Ver Anexo C desta IT. 4) incombustibilidade do revestimento. Deve-se verificar os efeitos da "resistência fluido-dinâmica" associada ao escoamento vertical do ar pela escada. na dependência da geometria da escada. A utilização de dutos confeccionados em outros materiais. com objetivo de se obter uma superfície lisa e estanque. que deve ser objeto de análise específica de cada caso. em relação ao nível da tomada de ar.: Os critérios acima devem ser definidos em testes normalizados de resistência ao fogo de dutos de ventilação. devem possuir tratamento de revestimento contra o fogo. f) da mesma forma. utilizando a norma brasileira. c) cuidados especiais devem ser tomados na ancoragem dos dutos do sistema de pressurização. Obs: Ver Anexo C desta IT. ser construídos em metal laminado. atendendo aos seguintes critérios abaixo: 1) integridade a passagem de chamas. b) os dutos devem.3. b) os dispositivos de ajuste e balanceamento das grelhas de insuflamento não podem permitir alterações. de um andar a outro. Neste caso o processo deve ser analisado pelo Corpo Técnico do CBMMG. mesmo que esses dutos estejam posicionados em pavimentos subsolos ou na face externa do edifício. Os aspectos construtivos devem obedecer às recomendações da SMACNA. quando não se conseguir o afastamento de 5. a disposição preferida para um sistema de distribuição de ar para pressurização consiste em um duto vertical que corre adjacente aos espaços pressurizados. devem ser previstas várias grelhas de insuflamento. quando submetidos às condições de trabalho esperadas. com costuras longitudinais lacradas à máquina. principalmente às condições de um incêndio. Os pontos de saída devem ser balanceados para permitir a saída de quantidades iguais de ar em cada grelha.3 Sistema de distribuição de ar a) nos edifícios com vários pavimentos. com áreas internas inferiores a 0. por meio da literatura “HVAC Air Duct Leakage Test Manual”. ou seja. 3) isolamento térmico. Esse duto deve atender aos requisitos estabelecidos no item 5. Obs. ser evitados. 2. Porém. de preferência. h) os dutos metálicos. e que a sua superfície interna. na condição desocupada. o traço em volume da argamassa de assentamento. devem. e preferencialmente o seu ponto de descarga deve ficar posicionado o mais próximo possível. medido no plano horizontal. e posicionadas de modo a haver uma distância máxima de dois pavimentos entre grelhas adjacentes. f) caso necessário. i) os revestimentos resistentes ao fogo aplicados diretamente sobre os dutos metálicos de ventilação. o valor mínimo para o cimento. que garanta resistência ao fogo por 2 (duas) horas. desta IT. de modo que o seu acionamento não prejudique o suprimento de ar.T (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) foi realizado na situação de uma parede não estrutural na condição mais desfavorável.5 m2 e triangulares.Metal and Flexible” e “HVAC System Duct Design”. não é estabelecido o valor para cimento pois. desde que sejam somente para a distribuição do ar de pressurização. mesmo . j) caso se adote parede sem função estrutural para proteger dutos metálicos verticalizados. g) registros corta-fogo não devem ser usados na rede de dutos de tomada ou distribuição do ar de pressurização. que evitaria o cumprimento normal de suas funções. posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação. com material de vedação adequado. deve também estar afastado 2. quando for necessário o uso de revestimento resistente ao fogo para sua proteção. havendo impossibilidade técnica justificada de execução desse duto. O método de teste deve ser o recomendado pela SMACNA. O problema fica. e) recomenda-se que o nível de ruído transmitido pelo sistema de pressurização no interior da escada não deve ultrapassar a 85 dB. a tabela do Anexo F desta IT pode ser utilizada como referência. um teste de vazamento nos dutos pode ser aplicado de forma a se verificar a exatidão dos parâmetros adotados. Dutos para pressurização. para evitar que a elevação da temperatura na superfície interna do duto não alcance 140 ºC (temperatura média) e 180 ºC (temperatura máxima pontual). 5.4. através das literaturas “HVAC Duct Construction . possua revestimento com argamassa. 2) estabilidade ao colapso do duto. o ensaio no I.0 m acima da tomada de ar. onde é apresentado “Traço em volume de argamassa de assentamento”. fumaça e gases quentes.Fire Resistance Tests Ventilation Ducts ou similar.0 m. que se manifesta em série. devendo obrigatoriamente haver uma grelha no piso de descarga (pavimento térreo) e uma no último pavimento.4 Grelhas de insuflamento de ar a) para a pressurização de uma escada. alínea b. acima da temperatura ambiente. preferencialmente.2. no mínimo. Exceção se faz quando do caminhamento do duto externo à edificação com os afastamentos citados no Anexo D desta IT. que ficarem posicionados de forma aparente. sendo que.

e a velocidade mínima necessária referida à condição padrão do ar. como forma principal de acionamento do sistema de pressurização. O edifício deve possuir um sistema de fornecimento de energia de emergência por meio de um grupo motogerador automatizado. um funcionando como reserva do outro.3.:1) A existência de sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de combate a incêndios não isenta a necessidade de instalação de sistema de detecção e alarme.6 Sistemas de controle a) considerando-se a diversidade de condições a que o sistema é submetido. no mínimo. de forma a identificar a parada de um grupo moto-ventilador e possibilitar o imediato acionamento do outro. 5. quando todas as PCF estiverem fechadas. 5. a fim de impedir que a pressão se eleve acima de 60 Pa. para a plena utilização do sistema de detecção e alarme. deve ser o de detecção automática. 5. Obs. não sendo permitido que um laço de alarme/detecção supervisione mais de um pavimento. na situação de emergência. como forma de diminuir o chamado "efeito do sistema".: Todos os ambientes que possuem acesso direto à escada pressurizada devem estar protegidos pelo sistema de detecção de fumaça. Obs. a não ser por pessoal técnico capacitado. para se manter um diferencial de pressão adequado. devem ser acondicionados de forma a garantir a operação do sistema conforme tempo preconizado nesta IT. com pelo menos dois pontos de detecção por pavimento. deve se dar a partir de um sistema automático de detecção de fumaça. elevadores de segurança etc. sob comando de um controlador de pressão com sensor instalado no interior da escada pressurizada. g) o painel da central de comando de alarme/detecção deve sinalizar o setor atingido. desta IT. f) a instalação dos detectores automáticos ou acionadores manuais de alarme devem seguir as orientações do Corpo de Bombeiros e subsidiariamente o que preceitua a IT 14 . quando se utilizar registros (dampers) nas descargas dos ventiladores. por meio das PCF consideradas abertas. sem necessariamente operar o sistema de pressurização de escadas. considerando-se a influência da ação dos ventos. e) procedimentos devem ser adotados no sentido de se testar o sistema de alarme de incêndio. pelo tempo de utilização do grupo moto-gerador automatizado. no hall interno de acesso à escada pressurizada e nos seus corredores principais de acesso.que acidentais. Se os circuitos elétricos do sistema de pressurização passarem por áreas de risco. sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de prevenção ou combate a incêndios.3. b) esse registro é colocado entre um espaço pressurizado e um espaço interno ou externo. ou damper motorizado acionado por sensor diferencial de pressão. c) alternativamente. um dispositivo de controle automático de pressão diferencial. b) nos edifícios em que os detectores de fumaça foram instalados apenas para acionar a situação de emergência do sistema de pressurização. de acordo com as Normas Técnicas Oficiais. 2) o treinamento da brigada de combate a incêndios e a elaboração de plano de abandono e emergências. todas as indicações da central de . quando todas as PCF estiverem fechadas. c) a instalação do detector de fumaça dentro do espaço pressurizado não é aceitável. devem ser elaborados e constantemente avaliados. e) os circuitos elétricos do sistema de pressurização.) podem ser alimentados pelo mesmo grupo moto-gerador automatizado. registros corta-fogo. de modo a garantir o funcionamento e permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação. podem ser adotados sistemas que modulem a capacidade dos ventiladores de pressurização.4 e Anexo B.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. d) o uso do sistema de detecção não isenta o uso do sistema de alarme manual. Em todos os edifícios deve haver tal sistema. e) orienta-se que. ao registro de sobre-pressão.2. b) os demais sistemas de emergência (tais como iluminação de emergência. com autonomia de funcionamento de acordo com os critérios do Anexo B desta IT e acionado automaticamente quando houver interrupção no fornecimento de energia normal para o sistema de pressurização. bombas de pressurização hidráulicas de incêndio. cuja instalação é exigida nos locais citados no item 5. após montagens e testes. devem ser protegidos contra a ação do calor do incêndio. e IT 14 . desde que se dê garantia de funcionamento.7 Sistema de acionamento e alarme a) o sistema principal para acionamento do sistema de pressurização. de início de funcionamento do grupo moto-ventilador. d) as instalações elétricas devem estar de acordo com a NBR 5410 da ABNT. d) para sistemas de pressurização que se utilizam 02 (dois) conjuntos moto-ventiladores.5 Sistema elétrico a) deve ser assegurado o fornecimento de energia elétrica para o sistema de pressurização e de segurança existente na edificação durante o incêndio. aparentes ou embutidas em forros sem resistência contra incêndio. suas lâminas sejam posicionadas de forma perpendicular ao eixo do ventilador. pontual ou linear.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. na situação de emergência. deve ser instalado no sistema de dutos. esse detector deve ser posicionado no lado de menor pressão de todas as PCF de comunicação entre a escada pressurizada e o espaço adjacente.3. deve ser previsto registro de sobre-pressão. Esse registro deve ser posicionado fora das áreas de risco e afastados de acordo com o Anexo E desta IT. como redundância para melhor confiabilidade do sistema. c) o comando elétrico.

do sistema de pressurização. (Anotação de Responsabilidade Técnica). deve sempre ser instalado em cada local abaixo descrito: 1) na sala de controle central de serviços do edifício. Para tanto. quando da solicitação da vistoria junto ao Corpo de Bombeiros. 4) método do escape de ar através de extração mecânica. m) a lógica do sistema deve contemplar a necessidade de se evitar que o sistema de pressurização da escada entre em funcionamento automaticamente em caso da existência real de fumaça no interior do compartimento que abriga o conjunto moto-ventilador. do tipo “liga”. e funcionem no caso de ativação do sistema de pressurização. O monitoramento através do sistema de detecção de fumaça desse compartimento deve ser realizado através de um laço exclusivo e independente (ou similar) em relação aos demais detectores de fumaça e acionadores manuais de alarme da edificação. que permanecem normalmente fechadas. Deve-se apresentar o laudo de teste do sistema de detecção. para garantia do sistema de pressurização. Não pode existir.0 m/s). o) é permitido o uso de destravadores eletromagnéticos para PCF de acesso à escada pressurizada.T. Esse sistema tem a função de destravar a PCF automaticamente na falta de energia elétrica ou quando acionado o sistema de pressurização de escadas. se este for distante da sala de controle central. cujo retardo pode causar a contaminação da escada pela fumaça oriunda do incêndio. q) os acionadores manuais de alarme.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. o projetista pode adotar uma das alternativas abaixo: 1) método do escape de ar por janelas. s) a parada do sistema de pressurização. de forma complementar. respeitadas as considerações dos itens seguintes. ou seja. baseado na operação automática dos dispositivos instalados para esta finalidade. do edifício.3. n) o sistema de detecção deve ser submetido aos testes de acordo com a IT 14 . um mínimo de vazão correspondente a 15% da vazão volumétrica média que escapa de 1 (uma) PCF aberta (com velocidade de 1. que acionem apenas os dispositivos de escape. sendo que o seu circuito deve ser ligado à central de comando do sistema de detecção e alarme. Dessa forma devem ser adotados mecanismos adequados que impeçam que o falso alarme desative o funcionamento do conjunto motoventilador. 3) na portaria ou guarita de entrada do edifício. ou manualmente na própria PCF.R. O funcionamento de moto-ventiladores não pode depender da ativação dos dispositivos sonoros (sirenes). c) todo equipamento acionado automaticamente para proporcionar o escape do ar de pressurização. proveniente de um incêndio em suas adjacências. bem como o devido recolhimento da A. também. na condição normal de uso da edificação.alarme/detecção devem ser informadas na língua portuguesa. devem sempre permitir o acionamento do sistema de pressurização em situação de emergência. 5. deve ser de 30 segundos. somente pode ser realizada de modo manual no painel de comando do grupo moto-ventilador. O sistema deve permitir ainda o destravamento manual por meio da central de comando do sistema de alarme. o sinal que opera tais dispositivos deve ser o mesmo que aciona o grupo moto-ventilador no estágio de emergência. de acordo com os critérios estabelecidos na IT 14 Sistemas de detecção e alarme de incêndio. . i) o sistema de pressurização deve ser acionado imediatamente quando a central de alarme e detecção de incêndio receber sinal de ativação do detector de fumaça/calor e/ou acionador manual de alarme de incêndio instalados na edificação. também com as interferências da pressurização. comprovando que foram realizados os testes de acordo com a referida norma. j) o detector de fumaça instalado na sala dos motoventiladores deve possuir laço exclusivo e independente (ou similar) dos demais e funcionar de forma diferenciada. em situação de emergência. não são permitidos. Sensores independentes. desde que não comprometa a compartimentação vertical exigida para a edificação – as aberturas devem ser protegidas nos moldes do especificado na IT 07 Compartimentação horizontal e compartimentação vertical. no total. o sistema de alarme e detecção de incêndio deve ativar o sistema de pressurização antes mesmo do reconhecimento do sinal de alarme pela pessoa responsável pela vigilância. deve inibir o acionamento do sistema de pressurização. l) Somente é aceito. qualquer tipo de dispositivo capaz de impedir a entrada em funcionamento do sistema de pressurização ou qualquer outro sistema de segurança contra incêndio. de preferência.Compartimentação horizontal e compartimentação vertical. r) um acionador remoto manual. utilizando-se de aberturas em pelo menos 02 (duas) de suas faces. desde que possua fácil comunicação com todo o edifício. sendo que não é permitido. quando o sistema for de dois estágios. dessa forma. h) qualquer sinal de alarme ou defeito deve ser interpretado pela central de alarme/detecção como alarme e deve acionar o sistema de pressurização. deve ser incluído nos procedimentos de manutenção. caso exista.8 Sistema de escape do ar utilizado para pressurização a) no dimensionamento do sistema de pressurização devem ser previstas áreas de escape de ar para o exterior da edificação. Tais aberturas em cada pavimento devem proporcionar. 3) método do escape de ar através de dutos verticais. 2) método do escape de ar através de aberturas especiais no perímetro do edifício. que se utilizam dos destravadores eletromagnéticos. realizar o desligamento do sistema de pressurização. p) o tempo máximo de fechamento das PCF de acesso à escada pressurizada. seguindo critérios adotados na IT 07 . 2) no compartimento do grupo moto-ventilador e seus acessórios. sistemas com acionadores manuais que sejam supervisionados pela central de alarme e detecção. b) nos edifícios onde haja necessidade de sistema de escape do ar de pressurização. por meio da central de alarme. e nunca substitutiva. ao ser acionado.

revelar trajetórias indesejáveis de fluxo da fumaça provocadas por defeitos na construção.5. c) é importante que a inserção da sonda não modifique as características de escape da PCF. c) o teste deve ser feito quando o edifício estiver concluído. Sugere-se que esta sonda tenha uma dobra em L (de pelo menos 50mm.3. efetivamente. às vezes.1 Aspectos gerais a) um teste de fumaça não é satisfatório para se determinar o correto funcionamento de uma instalação de pressurização. também considerando as interferências da pressurização. pela literatura “Field Performance Measurement of Fan System”.5. HVAC AIR DUCT LEAKAGE TEST MANUAL ou da Recomendação técnica DW/143 da Heating and Ventilation Contractors' Association (HVAC). o acionamento do sistema. visto que não se pode garantir que todas as condições climáticas adversas possam estar presentes no momento da execução do teste. para que a extremidade livre fique em uma região de ar parado. atravesse-a e penetre suficientemente no espaço. os motivos desta divergência devem ser detectados e corrigidos. 5. o grupo moto-ventilador.2 Medição dos diferenciais de pressão a) a medição dos diferenciais de pressão. b) o teste de aprovação da pressurização deve consistir de: 1) medição do diferencial de pressão entre a escada e os espaços não pressurizados adjacentes com todas as PCF fechadas.4 Integração com outras medidas ativas de proteção contra incêndio O acionamento do sistema de pressurização deve estar em conformidade com o item 5. 2) medição da velocidade do ar que sai de um conjunto representativo (de acordo com estipulado no cálculo) de PCF abertas que. dutos (sucção e/ou pressurização) e suas ancoragens e proteções contra incêndio.9 Procedimentos de manutenção a) todo equipamento de pressurização deve ser submetido a um processo regular de manutenção. os sistemas para o fornecimento de energia em emergência. . portas cortafogo e o equipamento do sistema de escape do ar acionado automaticamente. Para a avaliação do teste de escape podem ser utilizados os procedimentos previstos no MANUAL SMACNA. A posição da sonda de medição deve ser escolhida de acordo com esses critérios. este teste pode. b) deve ser medida a vazão de ar dos ventiladores e a vazão de ar através de todas as grelhas de insuflamento. entre os espaços pressurizados e os espaços não pressurizados adjacentes. 5. 5. quando o sistema for de dois estágios. entre os valores medidos e os níveis de pressurização especificados.7 desta IT. 5. pelos responsáveis da instalação do sistema. Estas medições devem ser efetuadas com as PCF da escada fechadas. suas correias de interligação. Entretanto.5. b) um local conveniente para medir o diferencial de pressão é por meio de uma PCF fechada. ou por baixo dela. deve ser feita com o auxílio de um manômetro de líquido ajustável. podendo haver a interligação com outros sistemas automáticos de combate. com cada componente operando satisfatoriamente e sendo controlado pelo sistema de acionamento no seu modo correto de operação em emergência. a fim de garantir que cada um dos grupos moto-ventiladores de pressurização esteja funcionando. b) todos os sistemas de emergência devem ser colocados em operação semanalmente. de acordo com a IT 14 .5. para que depois da inserção através da fresta. Esses cuidados são de inteira responsabilidade do proprietário da edificação. afastando a superfície da PCF do rebaixo no batente. Os cuidados com esses equipamentos devem ser incluídos no programa de manutenção anual do edifício. c) sistemas que se utilizam de duplicidade de motores. permitindo de forma secundária. As duas sondas a seguir são ligadas ao manômetro por meio de tubos flexíveis. separam o espaço pressurizado dos recintos ocupados do edifício. É importante que o tubo que passa através da fresta da PCF. com os sistemas de condicionamento de ar e de pressurização balanceados e todo o sistema pronto e funcionando. Pequenas sondas são colocadas de cada lado da PCF. o mecanismo de comutação.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. condições devem ser dadas para o teste individualizado. com manuais em português. e devem ser apresentados quando da solicitação de vistoria. podendo ser prevista a instalação permanente de equipamentos para esta finalidade. a fim de se detectar os níveis de escape e o suprimento total de ar que chega à escada. Este processo introduz a extremidade livre em uma região de ar parado. síndico. e 3) áreas de escape do ar para fora do edifício insuficiente. e) o sistema de detecção deve ser submetido aos testes. Há três razões principais que explicam a não obtenção do nível de pressurização projetado: 1) vazão de ar insuficiente. que inclui: o sistema de detectores de fumaça ou qualquer outro tipo de sistema de alarme de incêndio utilizado.5 Testes de aprovação 5. d) nos sistemas com dois estágios são exigidas medições apenas com o segundo estágio operando (estágio de emergência). d) os diferenciais de pressão devem ser verificados anualmente. Uma lista de verificações dos procedimentos de manutenção deve ser fornecida aos proprietários do edifício ao final das obras. As medições efetuadas em campo devem seguir as recomendações da AMCA 203. de comprimento). e/ou seu representante legal.3 Correção de divergências no nível de pressurização obtido a) se houver qualquer divergência séria. ou outro instrumento sensível e adequadamente calibrado. quando fechadas. a sonda possa ser girada em ângulo reto em relação à fresta. por exemplo. sendo que uma das sondas passa através de uma fresta da PCF. 2) áreas de vazamento para fora do espaço pressurizado excessivas.3.

d) caso a vazão de ar não atinja o nível previsto. estas devem ser reduzidas. pode ser aumentada a vazão de entrada de ar até o nível desejado de pressurização a ser atingido. o escape de ar a partir dos espaços não pressurizados deve ser examinado para se ter certeza que está em conformidade com o processo e as necessidades desta IT. Devem ser localizadas. áreas de vazamentos adicionais não previstas. Como alternativa. também. O nível de pressurização medido não deve ser menor que 90% do valor projetado. devem ser verificadas as frestas em redor das PCF. o escape deve ser aumentado para os valores recomendados. c) o número de PCF abertas durante a realização das medições deve seguir o estabelecido no Anexo B desta IT. dando-se atenção especial à folga na sua parte inferior. .4 Medição da velocidade média do ar através de uma PCF aberta a) esta medida deve ser tomada com um anemômetro de fio quente ou outro instrumento com resolução e exatidão adequados e devidamente calibrado. b) a velocidade média através da PCF aberta deve ser obtida por meio da média aritmética de pelo menos doze medições em pontos uniformemente distribuídos no vão da PCF.c) caso a vazão de ar que entra na escada esteja de acordo com a prevista em processo. 5. que devem ser vedadas. Se qualquer PCF tiver folgas inaceitavelmente grandes. nem exceder a 60 Pa. mesmo diante de escapes adicionais ou de condições insuficientes.5. sendo necessário condições estáveis de vento e com o edifício vazio. Se for inadequado.

.10 x 0.64 1.04 0. o processo deve ser submetido à avaliação do Corpo Técnico do CBMMG. batente rebaixado dando ACESSO ao espaço pressurizado PCF simples. suas dimensões devem ser verificadas junto aos fabricantes.ANEXO A TABELA 1 – NÍVEIS DE PRESSURIZAÇÃO VALORES DE DIFERENCIAL DE PRESSÃO SISTEMA DE 1 ESTÁGIO SISTEMA DE 2 ESTÁGIOS 1º ESTÁGIO 50 15 2º ESTÁGIO 50 Observações: 1) Pa = Pascal. sendo que 10 Pa equivalem a 1.06 TIPO DE PCF PCF simples.28 Área de escape PCF fechada (m²) 0. TABELA 2 – ÁREAS TÍPICAS DE ESCAPE PARA QUATRO TIPOS DE PCF TAMANHO (m) 2.045 0.10 x 0.03 0. portas de elevadores.89 2.0 mmH2O 2) Quando pavimentos subterrâneos necessitem ser pressurizados.10 x 0. PCF duplas.89 2.10 x 0.89 (cada) 2.89 (cada) Área de escape PCF aberta (m²) 1.64 3. batente rebaixado permitindo a SAÍDA do espaço pressurizado PCF dupla com ou sem rebaixo central dando ACESSO PCF dupla com ou sem rebaixo central permitindo SAÍDA Observação: Nos outros tipos de PCF.28 3.

Toda edificação dotada de sistema de pressurização de escada e/ou elevador de emergência deve possuir sistema de detecção automática de fumaça nos seguintes locais: 1) no hall comum ou privativo de acesso à saída de emergência pressurizada.A previsão de detecção automática de fumaça nos locais descritos no item I acima não isenta a edificação da instalação desse mesmo sistema em outros locais que porventura sejam exigidos pelo Regulamento de Segurança Contra Incêndio. 4) em todos os ambientes com acesso direto à saída de emergência pressurizada. quando este atender ao sistema de pressurização de escadas. 2) em todos os corredores de circulação.ANEXO B RESUMO DE EXIGÊNCIAS PARA OS DIVERSOS TIPOS DE EDIFICAÇÕES COM SISTEMAS DE PRESSURIZAÇÃO G R U P O OCUPAÇÃO/ USO (4) CRITÉRIO DE ALTURA (7) NÚMERO DE PCF CONSIDERADAS ABERTAS (8) GRUPO MOTO-GERADOR AUTOMATIZADO (Autonomia de 4 h) LOCAIS A SEREM SUPERVISIONADOS PELO SISTEMA DE DETECÇÃO AUTOMÁTICA DE FUMAÇA (1) A Residencial (2) (3) Até 80 metros Acima de 80 metros Até 30 metros Acima de 30 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 21 metros (5) Acima de 21 metros (6) Até 30 metros Acima de 30 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros 1 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 4 2 2 2 2 2 2 NÃO (exceto Convento) SIM SIM SIM SIM SIM NÃO (Apav < 750 m²) SIM NÃO SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM B Serviço de Hospedagem C Comercial D Serviço profissional (2) E Educacional e cultura física (2) Local de Reunião Pública F G Serviço automotivo I . dois pontos de detecção de fumaça. em áreas comuns. 5) no compartimento destinado ao conjunto moto-ventilador (laço exclusivo e independente ou similar). 7) na antecâmara de segurança do compartimento destinado ao conjunto moto-ventilador. II – Todos os pavimentos que dão acesso à saída de emergência pressurizada devem ser supervisionados por. quando o acesso à saída de emergência pressurizada atender diretamente as áreas privativas. pelo menos. 6) no compartimento destinado ao grupo moto-gerador. H Serviço de saúde e institucional I Indústria Acima de 12 metros . III . quando este estiver localizado em pavimento subsolo. 3) em todos os corredores de circulação privativos. utilizados como rota de fuga para acesso à saída de emergência pressurizada.

estas devem possuir compartimentação do tipo corta-fogo em relação a esse hall.7 desta IT. . ou seja.1. conforme descrito no item 5.3. ser descontínua no piso de descarga. (7) Quando a edificação for dotada de elevador de emergência.6 e 5. a escada. do tipo Convento. (5) Edificações isentas de uso do grupo moto-gerador desde que a área de cada pavimento seja inferior a 750 m2. b) que tiver uso de estacionamento de veículos com profundidade maior que 12 metros. devendo.1. no mínimo. seus acessos devem ser protegidos por antecâmara de segurança. essa antecâmara pode ser dispensada apenas no nível térreo (piso de descarga) quando este não estiver em local de risco de incêndio.G R U P O OCUPAÇÃO/ USO (4) CRITÉRIO DE ALTURA (7) NÚMERO DE PCF CONSIDERADAS ABERTAS (8) GRUPO MOTO-GERADOR AUTOMATIZADO (Autonomia de 4 h) LOCAIS A SEREM SUPERVISIONADOS PELO SISTEMA DE DETECÇÃO AUTOMÁTICA DE FUMAÇA (1) J Depósito Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros 2 2 2 2 2 2 SIM SIM SIM SIM SIM SIM L Explosivos (idem ao descrito na mesma coluna da página anterior) M Especial (1) A exigência de sistema de detecção de fumaça para o sistema de pressurização não isenta a edificação das demais exigências previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio. (2) Conforme item 5.6. caso possua loja ou dependências com carga-incêndio.1. (6) Somente é exigido antecâmara de segurança nos acessos à escada pressurizada. para atuarem especificamente no estágio de emergência e em conjunto”. (4) Devem ser pressurizadas as escadas dos subsolos que possuir as seguintes características: a) que tiver uso distinto de estacionamento de veículos sem distinção de altura. sendo que cada grupo deve. para edificações residenciais com altura igual ou superior a 80 metros e demais ocupações com altura igual ou superior a 60 metros. é permitido o uso de somente um ventilador com um motor. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida.7 desta IT. esse pavimento seja destinado única e exclusivamente a hall de recepção ou. de acordo com item 5. é exigido grupo moto-gerador automatizado. podem ser utilizados 02 (dois) grupos moto-ventiladores.6.6. Em ambos os casos a escada e o número de PCF calculadas seguem o mesmo critério de dimensionamento dos pavimentos superiores. (3) Em edificações com altura superior a 12 metros.1. em todos os pavimentos. inclusive para os pavimentos situados abaixo do piso de descarga. alínea c: “Nos edifícios residenciais e escritórios com até 60 metros de altura e nos edifícios escolares com até 30 (trinta) metros de altura. De forma substitutiva.

ANEXO C .

ANEXO D .

.

possuindo malha de lados 15 cm. de aço CA50A diâmetro ¼ poleda.5 1.8m totalmente expostas ao fogo (em uma face).5 kg Meio .5 agregado gaúcho (granizo pedra nº 3): armadura simples posicionada à meia espessura das paredes. (**) Ensaio encerrado sem ocorrência de falência em nenhum dos três critérios de avaliação.5 2.5 16 120 150 185 150 300 (**) 150 210 ≥ 2 ≥ 2 ≥ 3 ≥ 2 ≥ 4 2 3 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 1½ 2 3 2 ≥ 4 1 3 1½ 2 3 2 >4 1½ 3 Paredes de tijolos cerâmicos de oito furos (dimensões nominais dos tijolos 10 cm x 20 cm x 20 cm (massa 2.5 19 17 22 13 23 11. 5 cm x 10 cm x 20 cm: Massa: 1.5 10 20 15 25 120 395 (**) 300 300 (**) ≥2 ≥ 6 ≥ 4 ≥ 6 ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 1½ ≥ 6 4 ≥5 1½ ≥ 6 4 >6 Parede de blocos vazados de concreto (2 furos) (blocos com dimensões nominais): 14 cm x 19 cm x 39 cm e 19 cm x 19 cm x 39 cm.ANEXO F . 1 cimento: 2.5 1. Paredes de concreto armado monolítico sem revestimento Traço do concreto em volume.tijolo sem revestimento Um tijolo sem revestimento Meio .tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Bloco de 14 cm sem revestimento Bloco de 19 cm sem revestimento Bloco de 14 cm com revestimento Bloco de 19 cm com revestimento Meio . e massas de 13 kg e 17 kg respectivamente.9 Kg). (*) Paredes sem função estrutural ensaiadas totalmente vinculadas dentro da estrutura de concreto armado.5 1. com dimensões 2.(informativo) Característica das Paredes Características das paredes Traço em volume de argamassa de revestimento Chapisco Emboço Cal Areia Espessura de argamassa de revestimento (cada face) (cm) Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios de avaliação (horas) Espessura total da parede (cm) Duração do ensaio (min) Integridade Estanqueidade Isolação térmica Resistência ao fogo (horas) Paredes ensaiadas (*) Traço em volume da argamassa do assentamento Cimento Cal Areia Espessura média da argamassa de assentamento (cm) Cimento Areia Cimento Parede de tijolos de barro cozido (dimensões nominais dos tijolos).8m x 2.5 areia média: 3. .tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento - 1 1 1 1 5 5 5 5 1 1 1 1 1 1 3 3 1 1 2 2 9 9 2. 1 1 8 1 - - - - - - 14 100 ≥ 1½ ≥ 1½ 1½ 1½ 1 1 1 - 1 1 1 1 1 8 8 8 4 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 1 1 1 1 2 2 2 2 9 9 9 9 1.

64 m². batente rebaixado.03m².(A): a) Dados: NPI = 17. em caso de situação de incêndio – adotar PCF simples: 1. II .é a área de restrição (m2) P . consideradas fechadas. N . permitindo a saída do espaço pressurizado.04m².Cálculo do suprimento de ar necessário para se obter o diferencial de pressão entre a escada e os ambientes contíguos: 1) Condições: a) situação de emergência (incêndio) b) todas as PCF da escada pressurizada.827 x A x (P)(1/N) onde: Q . b) 0.edifício de serviços profissionais) 5) Área de vazamento por meio de frestas das portas corta-fogo (PCF) que comunicam a escada pressurizada com os diversos pavimentos – adotar PCF simples: a) 0.ANEXO G MODELO DE CÁLCULO DE VAZÃO DO SISTEMA DE PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA I – Dados para o desenvolvimento do cálculo de vazão de ar 1) Quantidade de pavimentos com acesso à escada pressurizada: 18 2) Quantidade total de portas corta-fogo (PCF) de ingresso à escada de segurança: NPI = 17 3) Quantidade total de PCF de saída da escada de segurança: NPS = 01 4) Quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (conforme Anexo B .é um índice que varia de 1 a 2.51 m² c) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de saída do espaço pressurizado(APS): . b) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de ingresso ao espaço pressurizado( API): API = 17 x 0. batente rebaixado.04 m² – porta simples.03 m² API = 0. 6) Área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta. adotamos “2”.escape de ar por meio de frestas . área de vazamento por meio de frestas para PCF de saída = 0.é o diferencial de pressão (Pa). área de vazamento por meio de frestas para PCF de ingresso = 0.é o fluxo de ar (m3/s) A . adotamos “50” (conforme Anexo A da IT). c) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos deve ser de 50 Pa 2) Cálculo das áreas de restrição . 7) Fator de segurança: a) 15% para vazamentos em dutos metálicos b) 25% para vazamentos em dutos de alvenaria ou mistos c) 25% para vazamentos não identificados 8) Velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: V = 1m/s 9) Fórmula para cálculo do escape de ar por meio das frestas das PCF: Q = 0. dando acesso ao espaço pressurizado. NPS = 01.03 m² – porta simples.

55 m² P = 50 Pa N=2 Portanto.03 x 16 APA = 3.04 m² APS = 0.51 m² + 0.76 m² c) Cálculo da velocidade de ar através do vão de luz das PCF consideradas abertas mais frestas das PCF consideradas fechadas (VPA): VPA = QPF / APA VPA = 3.03 m².22 m³/s ● Velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: VPA(min) = 1m/s ● Fórmulas utilizadas: APA = AVL x NPA + APF x NPF VPA = QPF / APA = ou > 1 m³/s b) Cálculo da área de restrição por meio do vão de luz das PCF consideradas abertas ( APA): APA = AVL x NPA + APF x NPF APA = 1.04 m² d) cálculo da área total de restrição (A): A = 0. .0 m/s.(QPF) Cálculo de QPF: QPF = 0.55 x (50)1/2 QPF = 3. QPF = 0.55 m² 3) Cálculo do fluxo de ar necessário para o sistema de pressurização considerando as PCF fechadas .86 m/s Como a velocidade encontrada é menor do que 1. a vazão de ar QPF deve se aumentada até que se obtenha a referida velocidade mínima de passagem do ar estipulada.76 m² VPA = 0. ● Quantidade de PCF fechadas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPF = 16 ● Vazão de ar de pressurização para portas fechadas: QPF = 3. ● Quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (sendo 1 de ingresso e 1 de saída) ● Área de passagem de ar por meio das frestas de uma porta corta-fogo fechada: APF = 0.22 m³/s 4) Cálculo da velocidade de ar para 1 porta aberta considerando a vazão de ar de pressurização para portas fechadas a) Dado: ● Área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta: AVL = 1.04 m² A = 0.827 x 0.64 m².827 x A x (P)(1/N) onde: QPF = ? A = 0.22 m³/s / 3.64 m² x 02 + 0.APS = 01 x 0.

para uma vazão em excesso de 2. c) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos deve ser de pelo menos 50 Pa.15 + 3.d) Cálculo da vazão de ar corrigida para se obter a velocidade mínima através do vão de luz das PCF consideradas abertas mais frestas das PCF consideradas fechadas (VPA).22 m³/s QD = 2.936 m³/h Portanto a vazão total requerida para o conjunto moto-ventilador é de 5. III .Cálculo da vazão de ar em excesso para se manter o diferencial de pressão entre a escada e os ambientes contíguos: 1) Condições: a) situação de emergência (incêndio). 2) Cálculo da vazão de ar em excesso para dimensionamento do damper de alívio (QD): QD = QTPF .344 m³/h Portanto o damper de alívio deve ser capaz de manter a pressão interna no interior do espaço pressurizado abaixo de 60 Pa.0 m/s QPFC = 3.76 m² x 1.26 m³/s Transformando a vazão em m³/h: QTPF = 5.344 m³/h. d) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos não deve ser superior a 60 Pa.04 m³/s Transformando a vazão em m³/h: QD = 2.26 m³/s ou 18. .15 + QPF x 1.26m³/s x 3.04 m³/s x 3600 s QD = 7.04 m³/s ou 7. QPFC = APA x VPA(min) QPFC = 3.3.25 QTPF = 3.936 m³/h. b) todas as PCF da escada pressurizada consideradas fechadas.76 x 1.25 b) Cálculo de QTPF: QTPF = QPF x 1.600s QTPF = 18.26 m³/s .QPF QD = 5.76 m³/s 5) Cálculo do fluxo de ar considerando os incremento dos valores referenciais de perdas em dutos e vazamentos não identificados – (QTPF) a) Dado: ● Fator de segurança quanto ao tipo de duto: dutos metálicos: 15% = 1.25 QTPF = 5.15 ● Fator de segurança para vazamentos não identificados: 25% = 1.76 x 1.

11 PLANO DE INTERVENÇAO DE INCÊNDIO SUMÁRIO ANEXOS 1 – Objetivo A – Planilha de levantamento de dados 2 – Aplicação B – Fluxograma do Plano de Intervenção de Incêndio 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e conceitos 5 – Procedimentos .IT .

“Handbook”. “Manual de Regulamentação de Segurança contra Incêndios”. National Fire Protection Association. “Seminário sobre a Intervenção dos Bombeiros no Meio Industrial" .190-000 Site: www. 5. Civil.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece princípios gerais para: a) o levantamento de riscos de incêndios.mg.2 Análise preliminar de riscos: 5. 4ª edição. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 2nd edition.130. Society of Fire Protection Engeniering.bombeiros. Lei nº 14. .gov. “The SFPE Handbook of Fire Protection Engeniering. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E FUNDACENTRO. Ministério do Trabalho. Maj. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei Estadual Complementar nr. Augusto de Lima. 1994.Instituto de Engenharia de São Paulo. NR 23 – Proteção Contra Incêndio. b) a elaboração de Planos de Intervenção Incêndio. Gerald. National Fire Protection Association. 54. 18th edition. de acordo com as tabelas de exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais é necessária a elaboração de um Plano de Intervenção de Incêndio.mg.2.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 11 PLANO DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. 1997. c) padronização das formas de intervenção operacional nos locais de risco. Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo. NBR 14608 – Bombeiro Profissional. NBR 14023 – Registro de Atividades de Bombeiros. 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Para efeito desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e pânico. 1992.br Email: dat3@cbmmg.1 As edificações relacionadas no item 2 desta IT devem possuir um Plano de Intervenção de Incêndio. “Introdução à Análise de Risco – sistemática e métodos”. Sellie. “Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas”. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e áreas de risco onde. 1997. 355 . 1ª edição.Bairro Centro CEP 30. Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. PROCEDIMENTOS 5. buscando identificá-los.1 Para a elaboração de um Plano de Intervenção de Incêndio é necessário realizar uma análise preliminar de riscos.gov.270. 5. FireEx Internacional de Proteção Industrial Ltda. NBR 14276 – Programa de Brigada de Incêndio. Decreto Estadual nº 44. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.

3 Uma cópia da Planta de Risco deve permanecer num local como portaria. b) a segurança da população das edificações vizinhas. Este Plano de Intervenção de Incêndio deve ser objeto de uso freqüentes em treinamentos e simulados. i) hidrantes públicos próximos da edificação (se houver).2.4 Em conjunto com a planilha de levantamento de dados da edificação deve ser apresentada uma Planta de Risco. a critério do Corpo de Bombeiros.2. b) descrição das possíveis causas de incêndio. 5. recomenda-se que se realize.4.2 Por meio do plano de intervenção de incêndio. acesso principal ou recepção. d) número de pavimentos.5 O Plano de intervenção de incêndio será avaliado por um Oficial do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico das Unidades e Frações de Bombeiros. na primeira renovação do AVCB da edificação ou área de risco.3 Plano de Intervenção de Incêndio 5.3.4 O Plano deverá ser confeccionado pelo Responsável Técnico habilitado com Assessoria do Corpo de Bombeiros.3.3.11 As edificações e projetos já aprovados e liberados pelas leis municipais deverão adequar-se no contido desta Instrução Técnica. conforme item 5. podendo ser em mais de uma folha.3. 5.2. b) uma via no acesso principal da edificação.8 O responsável pelo uso da edificação deverá entregar ao Corpo de Bombeiros responsável pela área da edificação o Plano de Intervenção para análise e aprovação. .2. c) a segurança dos profissionais responsáveis pelo socorro. j) acrescentar tipo de escada. aprovado no Corpo de Bombeiros. juntamente com responsável pelo uso da edificação. cujo modelo encontra-se na IT 01 – Procedimentos Administrativos.3.2. o levantamento deve ser elaborado por profissionais de um grupo multidisciplinar (engenheiros.2. A3 ou A4.2 A Planta de Risco deve ser elaborada no formato A2. 5. busca-se garantir: a) a segurança da população fixa e flutuante do edifício. 5. o plano é arquivado em três vias: a) uma via anexa ao Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico (Pscip). f) outros dados julgados necessários. 5. e) os itinerários mais indicados para as viaturas do Corpo de Bombeiros. 5.3. indicando: a) principais riscos. 5. é elaborado o Plano de Intervenção de Incêndio. em escala padronizada. por meio do preenchimento da planilha de levantamento de dados contida no anexo A.3.4. 5.5. 5. e) hidrante de recalque. c) as ações a serem tomadas pelos responsáveis pelo uso e funcionários. d) o controle da propagação de incêndios.5 Conforme a complexidade dos riscos existentes. em caso de emergências. f) reserva de incêndio.2. técnicos.9 O plano de intervenção deverá ser apresentado ao CBMMG.1 A Planta de Risco acima citada é a mesma elaborada no processo de segurança contra incêndio e pânico.6 Uma vez elaborado e ratificado pelo Corpo de Bombeiros.3. h) vias de acesso às Viaturas do Corpo de Bombeiros. f) facilidade de encontrar os meios e rotas para retirada da população. c) uma via em arquivo digitalizado em CD não regrávavel .3.3.7 O Plano de Intervenção de Incêndio deverá ser de conhecimento da população permanente da edificação.10 Durante o período de validade do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros. no caso de ocorrer um incêndio/sinistro.2. 5. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema. 5. 5. 5. de forma que seja acessível às guarnições do Corpo de Bombeiros.3 O Plano de intervenção de incêndio de uma edificação contém os seguintes dados: a) planilha de Levantamento de Dados. c) hidrantes internos e externos. especialistas em gerenciamento de emergências). 5. no segundo ano consecutivo.3 O levantamento do risco de incêndios é elaborado pelo Responsável Técnico.4.2 A Análise preliminar de riscos é o estudo prévio sobre a existência de riscos. b) paredes corta-fogo e de compartimentação. 5.3. no mínimo. um simulado com a participação integrada da brigada de emergências da edificação e do Corpo de Bombeiros. 5. 5. e) a proteção do meio ambiente. g) armazenamento de produtos perigosos. proporcionando sua utilização em simulados e treinamentos. responsável pela área da edificação. tipo e quantidade. 5.1 O Plano de Intervenção de Incêndio consiste num planejamento prévio para a provável ocorrência de uma emergência e visa facilitar o reconhecimento da edificação por parte da população e das equipes de emergência. d) a orientação aos usuários temporários.6 A partir do Levantamento de Dados e do mapeamento das áreas de risco.2.2.

............................... Tipo (s) de mangueira (s): ( ) 38 mm ( ) 63 mm Obs.....................................................................................ANEXO A PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE DADOS OCUPAÇÃO:..................................... PONTOS CRÍTICOS DA EDIFICAÇÃO: Assinalar na implantação: central de GLP................................ há gerador para emergência: ( ) sim ( ) não Localização do hidrante de recalque:.... casa de bomba........................................... 3. Corpo de Bombeiros (193): End..... Qual o hidrante público mais próximo: .......................... Material de acabamento das paredes:..................... 2............................................................................................:...........:.......................... Material de acabamento dos pisos:................................m Frente............................... ............................................... Anexar planta baixa do prédio.... Localização:......................... HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:..............4 Reservatório de água para incêndio: ( ) subterrâneo ( ) elevado Capacidade:.... BAIRRO:.... junto ao leito carroçável ou no seu interior a utilização de viaturas ou equipamentos de Bombeiro: ( ) sim ( ) não 1.m Tipo de estrutura: ( ) concreto ( ) metálica ( ) madeira ( ) outras especificar:........... ENDEREÇO:..........m Distância em relação às edificações vizinhas: Direita...... Nº DE FUNCIONÁRIOS:................ EQUIPAMENTOS E SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO: 2..................................6 Socorros externos: localização e tempo / resposta: Obs: medir o deslocamento em velocidade moderada em situação normal de trânsito. POPULAÇÃO FIXA E FLUTUANTE:........m Esquerda............................ Pronto Socorro (192): End...1 Hidrantes: ( ) simples ( ) duplo ( ) interno ( ) externo ( ) não possui quantidade:........ 2................................................. Quantidade de brigadistas...........2 Instalações Automáticas: Chuveiros automáticos ( ) sim ( ) não Gás carbônico (CO2): ( ) sim ( ) não Gases especiais: ( ) sim ( ) não Sistema de detecção de incêndio e alarme: ( ) sim ( ) não 2............................................... 2.... Nº de Pavimentos:................................................................................ DADOS RELATIVOS A CONSTRUÇÃO DO IMÓVEL: Área do terreno:............................m3 Capacidade Reservada para Incêndio:...............................................................................min.............. 4................................................ Tempo-resposta:..3 Bombas de recalque: ( ) elétrica ( ) óleo ( ) gasolina ( ) vapor Sendo elétrica.............................................m2 Altura da edificação:.......................m3 Manancial natural ou artificial nas proximidades: .............................. ........... PROPRIETÁRIO:.....m 2. Tempo-resposta:........................................min................. Período em que estão na edificação:...... O prédio possibilita....m2 Área construída:.............................. Tempo-resposta:......................................................................................................................................................................................m Atrás...............................min.........................................................:............................... DADOS SOBRE O ABANDONO DE ÁREA Quais as saídas de emergências? Há área de refúgio? Há comunicação com outras edificações? Há pessoas com dificuldade para locomoção? Há pontos fixos para ancoragem de cordas? Há escada mecânica disponível na Fração de Bombeiros mais próxima alcança todos os pavimentos? Há rotas de fuga com iluminação de emergência? .....: colocar a quantidade entre os parênteses Hidrante de recalque: ( ) Sim ( ) Não Hidrante público mais próximo da edificação:.............................5 Pessoal treinado: ( ) Bombeiros profissionais ( ) Brigada de Incêndio ( ) Socorristas Responsável pela brigada:... 2... Material da cobertura:.... Vias de acesso e pontos de referência: ........ outras que oferecer um risco maior.................. Policiamento (190): End.....................

............. 9.. RESPONSÁVEL TÉCNICO Nome:..... Abastecimento de gás: ( ) GLP ( ) GN 6............ Comandante:............................................................................. 8......................................................................... Sentido do vento predominante:......... Capacitação técnica (CREA) :................................:.................... ...................................... Esta planilha está sujeita a alterações de acordo com as peculiaridades de cada plano de intervenção de incêndio......................................... 10...................... Fração de Bombeiros mais próxima: End.... TIPO DE VIZINHANÇA: .. Telefone:....................................... POSSIBILIDADE DE ENCHENTE: ( ) sim ( ) não ( ) Córrego ( ) Lagoa ( ) Outros 7........................................................Há rotas de fuga sinalizadas? 5.............................................. Telefone de contato:.

Exercícios simulados envolvendo os Órgãos Públicos de emergência e Planos de auxílio mútuo .ANEXO B Fluxograma do Plano de Intervenção de Incêndio Preencher a planilha de levantamento de dados a partir da primeira renova ç ão do AVCB Análise dos riscos e elaboração da planta de risco Elaboração do plano de intervenção de incêndio Avaliação do Plano de Intervenção pelo proprietário ou responsável pela elaboração em conjunto com o Comandante da Fração de Bombeiros mais próxima.

Questionário de avaliação de bombeiro profissional civil 5 – Procedimentos .12 BRIGADA DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Tabela de percentual de composição da Brigada de Incêndio cálculo para 2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas B . 4 – Definições D .Questionário de avaliação de brigadista.IT .Currículo básico do curso de formação da Brigada de Incêndio C .

Bairro Centro CEP 30. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 14276 .Programa de brigada de incêndio.br Email: dat3@cbmmg.Registro de atividades de bombeiros.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 12 BRIGADA DE INCÊNDIO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. aquela que regularmente permanece na edificação.bombeiros. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta instrução técnica. NBR 13860 . o qual o número de brigadista está descrito na tabela do anexo A.1 Esta instrução técnica estabelece as condições mínimas para a formação. Augusto de Lima. 355 . que é obtido levando-se em conta o grupo e a divisão de ocupação da planta. 5 PROCEDIMENTOS 5.Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio.1 Composição da brigada de incêndio 5.br 1 OBJETIVO 1. treinamento e reciclagem da brigada de incêndio para atuação em edificações e áreas de risco no estado de Minas Gerais.1.Extintor de incêndio classe A – Ensaio de fogo em engradado de madeira.270.gov.Saída de emergência em edifícios.mg.Campo para treinamento de combate a incêndio. Exemplo: Prédios residenciais necessitam treinar todos funcionários do condomínio e um morador (ou empregado) por pavimento. NBR 9444 . NBR 5419 . 2 APLICAÇÃO Esta instrução técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco enquadradas na tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. conforme condições descritas a seguir: 1ª Condição: Determinar população fixa da edificação.Sistema de proteção contra descargas atmosférica. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.mg. Obs: Há casos especiais para base de cálculo. NBR 14608 .Veículos para atendimento a emergências médicas e resgate. NBR 14277 .Extintor de incêndio classe B – Ensaio de fogo em líquido inflamável.1 A brigada de incêndio deve ser composta pela população fixa e o percentual de cálculo do anexo A. Decreto Estadual nº 44. NBR 14023 . NBR 14096 .Bombeiro profissional civil.130.Viaturas de combate a incêndio . aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. NBR 145610 . de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. 2ª Condição: Se a população fixa (PF) for menor que 10 pessoas: Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.190-000 Site: www.gov. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. NBR 9077 . NBR 9443 . ou seja.

4º Passo: Portanto. O número de brigadistas só é calculado por grupo de ocupação. ou seja. calcula-se o número de brigadistas separadamente por grupo de ocupação: Área administrativa População fixa = 19 pessoas por pavimento (três pavimentos) Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 30% + (19-10) x 10% = 3 + 0. deve-se prever os turnos.: Edificação com ocupação de agência bancária (D-2) tendo uma população fixa de 60 pessoas.1.2 Para os números mínimos de brigadistas.42 = 12. 1º Passo: Aplicar a porcentagem da coluna 1 (até 10) do anexo A para as primeiras 10 pessoas.10) x 7% = 5 + 106 x 7% = 5 + 7.3 Sempre que o resultado obtido do cálculo do número de brigadistas por pavimento for fracionário. 60 – 10 = 50 pessoas. Exemplo: Loja População fixa = 9 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = (9 x 40%) = 3. 4 + 5 = 9. Nº brig = [10 x 40%] + [(60 – 10) x 10%] Nº brig = 4 + (50 x 10%) Nº brig = 4 + 5 = 9 brigadistas 5.1. considerando os turnos de trabalho. multiplicamos este valor de porcentagem da coluna 2 (acima de 10) do anexo A. ou seja: Número de brigadista = PF x % C1 do anexo A (“até 10”). se as unidades forem compartimentadas e os riscos forem isolados. 5. 2º Passo: Em seguida pegaremos a população fixa e subtraímos de 10 pessoas.4 Quando em uma planta houver mais de um grupo de ocupação.6 Nº de brigadistas por pavimento = 4 pessoas 5.42 Nº de brigadistas por pavimento = 13 pessoas Nº total de brigadistas (área administrativa + área industrial) No total de brigadistas = (4 x 3) + 13 = 12 + 13 = 25 No total de brigadistas = 25 pessoas b) edificações sem compartimentação dos pavimentos e sem isolamento dos riscos. Obs: Portanto. a natureza de trabalho e os eventuais afastamentos. 50 x 10% = 5. o número de brigadista será a soma do valor obtido no 1º passo com o valor obtido no 3º passo.10) x 7% = 5 + 106 x 7% = 5 + 7. ou seja: Número de brigadistas = [10 x % C1] + [(PF – 10) x % C2]. ou seja.Número de brigadistas por pavimento ou compartimento = [população fixa por pavimento] x [% e cálculo da coluna 1 (C1) do anexo A (coluna “até 10”)]. PF (população fixa) = número de pessoas que permanecem regularmente na edificação.42 Nº de brigadistas por pavimento = 13 pessoas Nº total de brigadistas (área administrativa + área industrial) No total de brigadistas = (6 x 3) + 13 = 18 + 13 = 31 Nº total de brigadistas = 31 pessoas . 3ª Condição: Se a população fixa for maior que 10 pessoas: = [(população fixa por pavimento de 10 pessoas) x (% de cálculo da coluna 1 do anexo A)] + [(população fixa por pavimento menos 10 pessoas) x (% de cálculo da coluna 2 (C2) do anexo A)]. deve-se arredondá-lo para mais.63 = 5. para dimensionamento do número de brigadista quando à população fixa for maior que 10 pessoas.9 = 3. onde: Número de brigadistas = Número de brigadistas por pavimento ou compartimento. ou seja.9 Nº de brigadistas por pavimento = 4 pessoas Área industrial População fixa = 116 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (116 .63 Nº de brigadistas por pavimento = 6 pessoas Área Industrial População fixa = 116 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (116 .1. calcula-se o número de brigadistas por meio do grupo de ocupação de maior risco: No caso utiliza-se o grupo da área industrial Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Área administrativa População fixa = 19 pessoas por pavimento (três pavimentos) Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (19-10) x 7% = 5 + 9 x 7% = 5 + 0. 10 x 40% = 4. o número de brigadistas deve ser calculado levando-se em conta o grupo de ocupação de maior risco. Exemplo: planta com duas edificações. % C2 = porcentagem de cálculo da coluna 2 da tabela do anexo A. deve-se proceder conforme exemplo: Ex.42 = 12. % C1 = porcentagem de cálculo da coluna 1 da tabela do anexo A. ou seja. 3º Passo: Com o resultado obtido no 2º passo. sendo a primeira uma área de escritórios com três pavimentos e 19 pessoas por pavimento e a segunda uma indústria de médio potencial de risco com um pavimento e 116 pessoas: a) edificações com pavimentos compartimentados e riscos isolados.

5. d) Coordenador geral: responsável geral por todas as edificações que compõem uma planta. a carga horária total deve ser de 4 horas. com mais de um pavimento/compartimento. das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares. será facultada a parte teórica. deverá ser realizado novo treinamento nos termos do item 5.4. f) orientação à população fixa e flutuante.4. com mais de um pavimento/compartimento.4 Aos componentes da brigada que já tiverem freqüentado o curso anterior.2.2 Organograma da brigada de incêndio a) o organograma da brigada de incêndio da empresa varia de acordo com o número de edificações.3. desde que o brigadista seja aprovado em pré-avaliação com 70% de aproveitamento. devem ser selecionados aqueles que atendam ao maior número de requisitos. b) preferencialmente possuir experiência anterior como brigadista. devem ter um líder para cada pavimento/compartimento.4. sendo a parte prática de.3.4. d) nome. 5.1 Brigada de incêndio A brigada de incêndio deve ser organizada funcionalmente como segue: a) Brigadistas: membros da brigada que executam as atribuições de 5. devem freqüentar curso com carga horária mínima de 12 horas. ou quando houver alteração de 50% dos membros da Brigada. c) possuir boa condição física e boa saúde.5 A composição da brigada de incêndio deve levar em conta a participação de pessoas de todos os setores. enfocando apenas a parte de prevenção e combate a incêndio e fazendo 2 horas práticas de combate a incêndio.1 Os candidatos a brigadista.5.4.5. 5.4. 5.1 Ações de prevenção: a) avaliação dos riscos existentes. devidamente registrado no Conselho Regional competente ou no Ministério do Trabalho e os militares as Forças Armadas. habilitação e registro do instrutor.3 A periodicidade do treinamento do brigadista deve ser de no máximo 02 (dois) anos.5. devem ter um líder por pavimento/compartimento e um chefe da brigada para cada edificação.1. 5.2 Ações de emergência: a) identificação da situação. . selecionados conforme o item 5. conforme parte A do anexo B.2 O curso deve enfocar. b) Líder: responsável pela coordenação e execução das ações de emergência em sua área de atuação (pavimento/compartimento). 5. d) as empresas que possuem em sua planta mais de uma edificação. c) Chefe da brigada: responsável por uma edificação com mais de um pavimento/compartimento.6 O profissional habilitado na formação de brigada de incêndio é toda pessoa com formação Técnico de Segurança do Trabalho.5. 5. 5.5 Aqueles que concluírem o curso com aproveitamento mínimo de 70% na avaliação teórica e prática receberão certificado de brigadista.7 A avaliação teórica é realizada na forma escrita. 8 horas conforme anexo B. preferencialmente dissertativa. e) citar que o certificado está em conformidade com esta instrução técnica. d) elaboração de relatório das irregularidades encontradas. 5. e) ter responsabilidade legal. que é coordenado pelo chefe da brigada dessa edificação (ver exemplo 2).1.2 Critérios básicos para seleção de candidatos a brigadista Os candidatos a brigadista devem atender preferencialmente aos seguintes critérios básicos: a) permanecer na edificação. b) as empresas que possuem em sua planta somente uma edificação com apenas um pavimento/compartimento. com 2º grau completo e que possua especialização em prevenção e combate a incêndio (carga horária mínima 60 horas-aulas) e Emergências Médicas (carga horária mínina de 40 horasaulas). Nota . 5.4.Caso nenhum candidato atenda aos critérios básicos relacionados. b) inspeção geral dos equipamentos de combate a incêndio. que devem ser coordenados pelo coordenador geral da brigada (ver exemplo 3). expedido por profissional habilitado.5 Atribuições da brigada de incêndio 5. 5. 5.4. d) possuir bom conhecimento das instalações. b) alarme/abandono de área. g) exercícios simulados.4. f) ser alfabetizado. Exceção para o grupo A e divisões G-1 e G-2. c) inspeção geral das rotas de fuga. conforme parte B do anexo B. c) período de treinamento.1 No certificado do brigadista devem constar os seguintes dados: a) nome completo do treinando com Registro Geral (RG).3 Organização da brigada 5. 5. o número de pavimentos em cada edificação e o número de empregados em cada pavimento/compartimento. c) as empresas que possuem em sua planta somente uma edificação. É escolhido dentre os brigadistas que tenham sido aprovados no processo seletivo. e) encaminhamento do relatório aos setores competentes. É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo. Findo esse prazo.4 Programa do curso de formação de brigada de incêndio 5. principalmente os riscos inerentes ao grupo de ocupação. devem ter um líder que deve coordenar a brigada (ver exemplo 1).5. b) carga horária. É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo. no mínimo. e a avaliação prática é realizada de acordo com o desempenho do aluno nos exercícios realizados.

5. a brigada deve ficar a sua disposição.8. a uma distância mínima de 100 m do local do sinistro. f) controle do pânico. 5. restabelecendo a normalidade. 5. 5.6.1 Alerta Identificada uma situação de emergência. e) alterações ou mudanças do efetivo da brigada. colete ou capacete para facilitar sua identificação e auxiliar na sua atuação.6. os ocupantes e os brigadistas. h) instrução de abandono de área com segurança. a solicitação para acompanhamento do simulado. 5. acionar o Corpo de Bombeiros e apoio externo. Havendo necessidade. c) apresentação de problemas relacionados à prevenção de incêndios encontrados nas inspeções para que sejam feitas propostas corretivas. d) corte de energia.3. mantendo ou restabelecendo suas funções vitais com SBV (Suporte Básico da Vida) e RCP (Reanimação Cardio-Pulmonar) até que se obtenha o socorro especializado. o brigadista deve usar braçadeira.6. com o objetivo de propor medidas corretivas para evitar a repetição da ocorrência.7 Controle do programa de brigada de incêndio 5.8 Procedimentos complementares 5. a brigada deve analisar a situação. Deve ser elaborada ata na qual conste: a) horário do evento.1 Deverá ser apresentada ao Corpo de Bombeiros com antecedência de 30 (trinta) dias.7. de acordo com o número de brigadistas e os recursos disponíveis no local. fazer uma reunião extraordinária para discussão e providências a serem tomadas. 5.6. b) tempo gasto no abandono.9 Investigação Levantar as possíveis causas do sinistro e suas conseqüências e emitir relatório para discussão nas reuniões extraordinárias. f) outros assuntos de interesse. quando necessário. 5. deve ser estabelecido previamente um sistema de comunicação entre os . k) encaminhamento do formulário ao Corpo de Bombeiros para atualização de dados estatísticos.11 Para a elaboração dos procedimentos básicos de emergência deve-se consultar o fluxograma constante no Exemplo 4 do Organogramas de brigadas de incêndio. f) comportamento da população.4 Corte de energia Cortar.6 Confinamento do sinistro Evitar a propagação do sinistro e suas conseqüências.6. b) o brigadista deve utilizar constantemente em lugar visível um crachá que o identifique como membro da Brigada.7 Isolamento da área Isolar fisicamente a área sinistrada. 5. deve ser realizada uma reunião extraordinária para avaliação e correção das falhas ocorridas. As decisões tomadas são registradas em ata e enviadas às áreas competentes para as providências pertinentes. qualquer pessoa pode alertar. 5. 5. onde são discutidos os seguintes assuntos: a) funções de cada membro da brigada dentro do plano. b) condições de uso dos equipamentos de combate a incêndio.6 Procedimentos básicos de emergência 5. d) tempo gasto no atendimento de primeiros socorros.3 Primeiros socorros Prestar primeiros socorros às possíveis vítimas. 5. d) atualização das técnicas e táticas de combate a incêndio.7. j) preenchimento do formulário de registro de trabalho dos bombeiros. 5. e desencadear os procedimentos necessários. quadros de aviso ou similar.8 Extinção Eliminar o sinistro. no mínimo um exercício simulado no estabelecimento ou local de trabalho com participação de toda a população.1 Identificação da brigada a) devem ser distribuídos em locais visíveis e de grande circulação. da área ou geral. de modo a garantir os trabalhos de emergência e evitar que pessoas não autorizadas adentrem ao local.6. permanecendo até a definição final. 5. g) combate ao princípio de incêndio.2 Comunicação interna e externa a) nas plantas em que houver mais de um pavimento.5 Abandono de área Proceder ao abandono da área parcial ou total.8. c) tempo gasto no retorno. 5. com registro em ata. l) demais problemas levantados na reunião. Imediatamente após o simulado. 5.2 Reuniões extraordinárias Após a ocorrência de um sinistro ou quando identificada uma situação de risco iminente. g) participação do Corpo de Bombeiros e tempo gasto para sua chegada. 5. j) falhas operacionais. e) atuação da brigada. conforme comunicação preestabelecida. i) recepção e orientação ao Corpo de Bombeiros.7. bloco ou edificação. h) ajuda externa (PAM .3 Exercícios simulados Deve ser realizado.Plano de Auxílio Mútuo).1 Reuniões ordinárias Devem ser realizadas reuniões mensais com os membros da brigada. a energia elétrica dos equipamentos. c) no caso de uma situação real ou simulado de emergência. removendo para local seguro.6.7. 5. quando possível ou necessário. sinalizando a existência da brigada de incêndio e indicando seus integrantes com suas respectivas localizações.10 Com a chegada do Corpo de Bombeiros. a cada 12 meses. por meio de meios de comunicação disponíveis.6.2 Análise da situação Após o alerta. desde o início até o final do sinistro. que podem ser priorizados ou realizados simultaneamente. i) falhas de equipamentos.6. setor.c) acionamento do Corpo de Bombeiros e/ou ajuda externa.6. e) primeiros socorros.6.

5.10 Disposições finais 5. deve ser exigida a reciclagem nos termos da NBR 14608. 5.1 Para esta avaliação.5 Grupo de apoio O grupo de apoio é formado com a participação da Segurança Patrimonial de eletricistas. sistemas de som interno.10.4 Ponto de encontro Devem ser previstos um ou mais pontos de encontro dos brigadistas.Viaturas de combate a incêndio .2.1 O descumprimento dos requisitos estabelecidos por esta instrução técnica será motivo para o órgão técnico do Corpo de Bombeiros não fornecer ou cassar o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).3 As edificações que possuem bombeiro profissional civil. interfones. 5.1 Os integrantes da brigada de incêndio podem ser avaliados pelo Corpo de Bombeiros.10. 5.8. para cada bombeiro.10. até o limite de 60%. para distribuição das tarefas conforme 5. encanadores. 5. o vistoriador deve escolher um bombeiro civil e fazer 8 (oito) perguntas dentre as 30 (trinta) constantes do anexo D. o(s) pavimento(s) superior(es) a este(s). se faz necessário que essa pessoa seja devidamente treinada e que esteja instalada em local seguro e estratégico para o abandono.9. Chefe da brigada ou Líder.10. durante as vistorias técnicas.brigadistas.10. Para tanto. devendo priorizar o(s) local(is) sinistrado(s). com efetivo mínimo de 5 (cinco) bombeiros profissionais civis (por turno de 24 horas) e viatura de combate a incêndio devidamente equipada. computados.9 Avaliação 5. 5.4 A formação e reciclagem do bombeiro profissional civil devem atender as exigências da NBR 14608 da ABNT. quadros sinópticos. sistemas de alarme. 5. 5.2. O avaliado deve acertar no mínimo 3 (três) das perguntas feitas. c) caso seja necessária à comunicação com meios externos (Corpo de Bombeiros ou Plano de Auxílio Mútuo) a telefonista ou o rádio-operador é a (o) responsável por ela. 5. durante as vistorias técnicas. 5. do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. nos parâmetros desta IT.9. O avaliado deve acertar no mínimo 4 (quatro) das perguntas feitas. deve ser avaliado outro brigadista e caso este também não acerte o mínimo estipulado acima. que execute exclusivamente serviços de prevenção e proteção contra incêndio. o vistoriador deve escolher um brigadista e fazer 6 (seis) perguntas dentre as 23 (vinte e três) constantes do anexo C.6. alto-falantes. para estes casos. por turno de 24 horas. deve ser avaliado outro bombeiro e caso este também não acerte o mínimo estipulado acima. 5. 5.1 Recomenda-se.2 Ficam isentas da exigência de brigada de incêndio.8.9.1. conforme o caso) determina o início do abandono.1 Para esta avaliação.poderá ficar isenta da brigada de incêndio. b) essa comunicação pode ser feita por meio de telefones. terão decréscimo na proporção de 20% na quantidade mínima de brigadistas. 5. nos parâmetros da NBR 14096 . as edificações especificadas nas disposições constantes no anexo A e nas subdivisões da tabela 7. deve ser exigido um novo treinamento. rádios. desde que o bombeiro profissional ministre treinamento periódico ao demais funcionários.2 Os bombeiros profissionais civis. . etc.9. o(s) setor(es) próximo(s) e o(s) local(is) de maior risco. Quando isto não ocorrer. a fim de facilitar as operações durante a ocorrência de uma situação real ou simulado de emergência. de acordo com o anexo D desta instrução técnica.10. a permanência de pessoas capacitadas a operar os equipamentos de combate a incêndios existentes na edificação. de acordo com o anexo C desta instrução técnica.5 A edificação que possuir posto de bombeiro interno. telefonistas e técnicos especializados na natureza da ocupação. Quando isto não ocorrer. devem ser avaliados pelo Corpo de Bombeiros.8.3 Ordem de abandono O responsável máximo da brigada de incêndio (Coordenador geral.

LÍDER BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA Exemplo 2: Empresa com uma edificação. um pavimento e cinco brigadistas. C O O R D EN ADO R G ER AL C HEFE D A BR IG AD A CH EFE D A BR IG AD A LÍD ER LÍD ER LÍD ER LÍD ER BR IG AD IST A BR IG AD IST A BR IG ADIST A BR IG ADIST A BR IG AD IST A BR IG AD IST A . CHEFE DA BRIGADA LÍDER LÍDER LÍDER BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA Exemplo 3: Empresa com duas edificações. a primeira com três pavimentos e dois brigadistas por pavimento.Exemplos de organogramas de brigadas de incêndio: Exemplo 1: Empresa com uma edificação. e a segunda com um pavimento e quatro brigadistas por pavimento. três pavimentos e três brigadistas por pavimento.

não Há emergência? sim Acionamento do Corpo de Bombeiros e apoio externo Procedimentos necessários. não Há vítimas? não Há incêndio? sim sim não Há necessidade de socorro? não Há necessidade de cortar a energia elétrica? sim CORTE DE ENERGIA não Há necessidade de abandono de área? sim ABANDONO ÁREA DE não Há necessidade de isolamento de área? sim ISOLAMENTO DE ÁREA não Há necessidade de confinamento da área? sim CONFINAMENTO DA ÁREA não Há necessidade de combate? sim PRIMEIROS SOCORROS sim COMBATE AO INCÊNDIO não Há necessidade de remoção? sim O sinistro foi controlado? não Socorro especializado sim INVESTIGAÇÃO Cópia para os setores responsáveis Elaboração de relatório Cópia para arquivo Fim .Exemplo 4: Fluxograma de procedimento de emergência da brigada de incêndio (recomendação) Início ALERTA Análise da situação.

ANEXO A Percentual de cálculo para composição da brigada de incêndio População fixa por pavimento Acima de 10 Grupo A Residencial B Serviço de Hospedagem Divisão Descrição A-1 Habitação unifamiliar A-2 A-3 B-1 B-2 C-1 Habitação multifamiliar Habitação coletiva (*) Hotel e assemelhado Hotel residencial (**) Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem baixa carga de incêndio Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem média carga de incêndio Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem alta carga de incêndio Local para prestação de serviço profissional ou condução de negócios Até 10 Isento Fazem parte da brigada de incêndio todos os funcionários da edificação 50% 10% 50% 10% 50% 10% 40% 40% 50% 30% 5% 5% 20% 10% C Comercial C-2 C-3 D-1 D-2 D Serviço profissional Agência bancária Serviço de reparação (exceto os classificados em G e I) 40% 10% D-3 40% 10% D-4 Laboratório 40% 10% E Educacional e cultura física E-1 E-2 E-3 E-4 E-5 E-6 F-1 F-2 F-3 F-4 Escola em geral Escola especial Espaço para cultura física Centro de treinamento profissional Pré-escola Escola para portadores de deficiências Local onde há objeto de valor inestimável Local religioso e velório Centro esportivo e de exibição Estação e terminal de passageiro Arte cênica e auditório F Local de Reunião Pública F-5 40% 20% 40% 20% 40% 20% 40% 20% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa 60% 20% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa 60% 20% 40% 10% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 Clube social e diversão Construção provisória Local para refeição Recreação pública Exposição de objetos e animais .

60% 20% Serviço de saúde e Repartição pública.Garagem sem acesso de público e sem Faz parte da brigada de incêndio abastecimento toda a população fixa Garagem com acesso de público e sem Faz parte da brigada de incêndio G-2 G abastecimento toda a população fixa Serviço automotivo Faz parte da brigada de incêndio G-3 Local dotado de abastecimento de combustível toda a população fixa G-4 Serviço de conservação. manutenção e reparos 50% 10% H-1 Hospitais veterinários e assemelhados 50% 10% Faz parte da brigada de incêndio Local onde pessoas requerem cuidados especiais H-2 todos os funcionários da por limitações físicas ou mentais edificação H H-3 Hospital e assemelhado. G-1 . (**) Na divisão H-5 o índice aplica-se somente aos funcionários da edificação. edificações das forças 30% 10% H-4 institucional armadas e policiais Faz parte da brigada de incêndio Local onde a liberdade das pessoas sofre H-5 todos os funcionários da restrições edificação H-6 Clínica e consultório médico e odontológico 40% 20% Todo tipo de atividade industrial (baixa carga I-1 40% 5% incêndio) I Todo tipo de atividade industrial (média carga I-2 50% 7% Indústria incêndio) Todo tipo de atividade industrial (alta carga I-3 60% 10% incêndio) J-1 Depósitos de material incombustível 40% 10% J-2 Todo tipo de depósito (baixa carga incêndio) 40% 10% J J-3 Todo tipo de depósito (média carga incêndio) 50% 20% Depósito Faz parte da brigada de incêndio J-4 Todo tipo de depósito (alta carga incêndio) toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio L-1 Comércio toda a população fixa L Faz parte da brigada de incêndio L-2 Indústria Explosivos toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio L-3 Depósito toda a população fixa M-1 Túnel Isento M-2 Parque de tanque 60% 10% Faz parte da brigada de incêndio M M-3 Central de comunicação e energia toda a população fixa Especial M-4 Propriedade em transformação 30% 5% M-5 Processamento de lixo 50% 7% M-6 Terra selvagem Isento (*) Na divisão A-3 não se aplica o índice à população fixa com idade acima de 60 anos e abaixo de 18 anos.

EPI. hidrantes. INSTRUTORES E AVALIADORES: Profissionais habilitados. resfriamento e extinção química Técnicas de ventilação Objetivos Conhecer os objetivos gerais do curso. pontos de encontro e chamada e controle de pânico. 14 Hemorragias Classificação e tratamento Reconhecimento e técnicas de hemostasia em hemorragias externas. responsabilidades e comportamento do brigadista. arrombamento. abafamento. CO2. 11 Análise de vítimas Avaliação Primária Conhecer as técnicas de exame primário (sinais vitais) 12 Vias aéreas Causas de obstrução e Conhecer os sintomas de obstruções em adultos. remoção e iluminação 09 Equipamentos de Tipos e funcionamento Conhecer os meios mais comuns de sistemas e detecção. saída organizada. .7.ANEXO B Currículo básico do curso de formação de brigada de incêndio OBJETIVO: Proporcionar aos alunos conhecimentos básicos sobre prevenção. manuseio. Conhecer os agentes. crianças e bebês. Conhecer os processos de propagação do fogo. isolamento e extinção de princípios de incêndio. B – Parte Prática Módulo 01 Prática 02 Prática Assunto Combate a incêndios Primeiros Socorros Objetivos Praticar as técnicas de combate a incêndio.Ventilação artificial e Conhecer as técnicas de RCP com 1 e 2 Pulmonar) compressão cardíaca externa socorristas para adultos.Parte Teórica Módulo 01 Introdução Assunto Objetivos do curso e o brigadista Combustão e seus elementos Condução. C – Avaliação Módulo 01 Avaliação Assunto Geral Objetivos Avaliar individualmente os alunos conforme descrito no item 5. PQS. liberação crianças e bebês conscientes e inconscientes. TURMAS: Composta de no máximo 20 alunos. Conhecer os equipamentos suas aplicações e a incêndio mangueiras e acessórios. 08 Equipamentos de combate Extintores. A . Conhecer o tetraedro do fogo. em local adequado. Praticar as técnicas dos módulos 11 a 14 da parte A. Conhecer os métodos e suas aplicações.4. além de técnicas de primeiros socorros. 13 RCP (Reanimação Cardio. alarme e manuseio. Conhecer as classes de incêndio. abandono de local com sinistro. comunicações 10 Abandono de área Procedimentos Conhecer as técnicas de abandono de área. 07 Agentes extintores Água (jato/neblina). suas características e espumas e outros aplicações. corte. irradiação e convecção Classificação e características Isolamento. 02 Teoria do fogo 03 Propagação do fogo 04 Classes de incêndio 05 Métodos de extinção 06 Ventilação Conhecer os métodos e técnicas de ventilação de ambientes em chamas e sua importância.

quando a resposta estiver correta e ERRADO. 1 – Quantas escadas de segurança existem na edificação? CERTO ERRADO 2 – As portas corta-fogo de uma escada de segurança podem permanecer abertas? CERTO 3 – Onde se localiza a central de alarme? CERTO ERRADO ERRADO 4 – Onde se localiza a central de iluminação de emergência? CERTO ERRADO 5 – Onde se localiza a central de deteção de incêndio? CERTO ERRADO 6 – Solicitado para que apontasse um detector de incêndio instalado na edificação: CERTO ERRADO 7 – Solicitado para que apontasse um acionador manual do sistema de alarme instalado na edificação: CERTO ERRADO 8 – Qual a cor da tubulação do sistema de hidrantes? CERTO ERRADO 9 – Solicitado que demonstrasse a forma de acionamento de um hidrante existente na edificação: CERTO ERRADO 10 – Solicitado que demonstrasse a forma de funcionamento do sistema de espuma por meio de aparelho entre linhas. As perguntas devem estar limitadas aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. esguicho proporcionador ou câmara de aplicação: CERTO ERRADO 11 – Cite três elementos que formam o tetraedro do fogo: CERTO ERRADO 12 – Quais são os métodos de extinção do fogo? CERTO ERRADO 13 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe A? CERTO ERRADO . aos integrantes da brigada de incêndio que constam no atestado fornecido.ANEXO C Questionário de Avaliação de Brigadista O presente questionário deve ser aplicado durante a realização das vistorias. quando o brigadista errar ou não responder. O bombeiro vistoriador deve assinalar CERTO.

Como é o acionamento manual do sistema fixo de gás (CO2 ou outros)? CERTO ERRADO Ocupação: _____________________End.Qual o procedimento para se efetuar a troca de um bico de chuveiro automático? CERTO ERRADO 23.:_________________________________________ Nº Vistoria:_______________ Nº Proposta:______________ Nome do avaliado (1) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Nome do avaliado (2) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Data:____/____/_________ ___________________________________ Avaliado (1) _______________________________ Avaliado (2) ____________________________________ Vstoriador (Avaliador) ______________________________ Testemunha .14 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe B? CERTO ERRADO 15 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe C? CERTO ERRADO 16 – Solicitado que demonstrasse a forma de utilização de um extintor de incêndio existente na edificação: CERTO ERRADO 17 – Qual o telefone para acionamento do Corpo de Bombeiros? CERTO ERRADO 18 – Qual a seqüência para análise primária de uma vítima? CERTO ERRADO 19 – Como deve ser a RCP em um adulto atendido por um único socorrista? CERTO ERRADO 20 – Onde se localiza a chave geral de energia elétrica da edificação? CERTO ERRADO 21.Perguntado sobre os procedimentos de teste do funcionamento do sistema de chuveiros automáticos: CERTO ERRADO 22.

aos bombeiros profissionais civis que trabalham na edificação. quando operada por uma única pessoa: CERTO ERRADO 12 – Mostre na edificação a localização da bomba de incêndio: CERTO ERRADO 13 – Explique qual o procedimento para se efetuar a troca de um bico de chuveiro automático: CERTO ERRADO 14 – Qual a seqüência da análise primária de uma vítima? . O bombeiro vistoriador deve assinalar CERTO. 1 – Quais os elementos que formam o tetraedro do fogo? CERTO 2 – Quais os métodos de extinção do fogo? CERTO ERRADO ERRADO 3 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe C? CERTO ERRADO 4 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe A? CERTO ERRADO 5 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe B? CERTO ERRADO 6 – Quais as temperaturas ou pontos do fogo? CERTO ERRADO 7 – Para que serve a válvula de recalque instalada na calçada da edificação? CERTO ERRADO 8 – Cite dois cuidados que se deve ter com as mangueiras de incêndio: CERTO ERRADO 9 – Cite qual o número de telefone usado para acionamento do Corpo de Bombeiros: CERTO ERRADO 10 – Demonstre a forma de utilização de um extintor de incêndio de CO2 : CERTO ERRADO 11 – Demonstre. As perguntas devem estar limitadas aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. a partir do hidrante.ANEXO D Questionário de avaliação de bombeiro profissional civil O presente questionário deve ser aplicado durante a realização das vistorias. quando o brigadista não souber a resposta. como deve ser armada uma linha de combate a incêndio. quando a resposta estiver correta e ERRADO.

Onde se localiza o barrilete do sistema de combate a incêndio da edificação? CERTO ERRADO 27.O que significa um X junto ao número da ONU numa placa de identificação de produtos perigosos? CERTO ERRADO 24.CERTO ERRADO 15 – Demonstre o emprego do respirador manual (ambu) em uma vítima com parada respiratória: CERTO ERRADO 16 – Descreva dois sintomas de uma vítima com ataque cardíaco: CERTO ERRADO 17 – Demonstre a aplicação de massagem cardíaca e respiração em um adulto com auxílio do respirador manual (ambu): CERTO ERRADO 18 – Como se procede a RCP em uma vítima atendida por dois socorristas? CERTO ERRADO 19 – Como deve ser tratada uma vítima com hemorragia venosa no braço? CERTO ERRADO 20 – Cite dois cuidados que se devem ter com uma vítima de queimadura de 2º grau: CERTO ERRADO 21.O que significa um extintor com capacidade 2A e 20B? CERTO ERRADO 26.Como deve ser tratada uma vítima de ataque epiléptico? CERTO ERRADO 22.Para que serve o sistema de pressurização em escada de emergência? CERTO ERRADO 25.cite duas providências que devem ser tomadas em caso de vítima de choque elétrico: CERTO ERRADO 23.Para que serve a válvula de governo e alarme do sistema de chuveiro automático? CERTO ERRADO 29.Demonstre a colocação da máscara autônoma contra gases: CERTO ERRADO .Qual a primeira providência a ser tomada antes da retirada de uma pessoa retida em um elevador? CERTO ERRADO 28.

30.:_________________________________________ Nº Vistoria:_______________ Nº Proposta:______________ Nome do avaliado (1) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Nome do avaliado (2) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Data :____/____/_________ ______________________________ Avaliado (1) ______________________________ Avaliado (2) ______________________________ Vistoriador(Avaliador) ______________________________ Testemunha .Explique dois processos para se efetuar ventilação em um ambiente tomado por fumaça: CERTO ERRADO Ocupação: _____________________End.

13 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .IT .

ventilado e que não ofereça risco de acidentes aos usuários. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.4 A distância máxima entre dois pontos de iluminação de aclaramento deve ser de 15m ponto a ponto. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão 4 DEFINIÇÕES . quando instaladas a menos de 2.gov. deverá ser garantido que a tomada de ar frio seja realizada sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio.gov. 5. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E 4.1 Outro distanciamento entre pontos poderá ser aceito desde que atenda a NBR 10898.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica. 5. 5.1 Deve-se garantir acesso controlado e desobstruído desde a área externa da edificação até o grupo motogerador. Decreto Estadual nº 44. 5. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.4.Saída de Emergência em Edificações. devem ter tensão máxima de alimentação de 30 volts.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 13 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. sem risco de incêndio. 5.1 Grupo Moto-Gerador (GMG) 5.1. 5.Sistema de iluminação de emergência IT 08 . levando-se em consideração o disposto na NBR 10898/1999. 5. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais 2 APLICAÇÃO 2.130. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . bem como seus comandos.br Email: dat3@cbmmg.5 m de altura e as luminárias de balizamento (ou de sinalização). NBR 10898 . 5 PROCEDIMENTOS 5.mg. conforme NBR 6150. Augusto de Lima. pode ser utilizado um Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.3 Na condição acima descrita.Sistema de iluminação de emergência. o GMG deve ser instalado em compartimento resistente ao fogo por 2 horas. com acesso protegido por PCF (P90).190-000 Site: www. 355 .Eletroduto de PVC rígido – Especificação. naquilo que não contrariar o disposto nesta Instrução Técnica.3 No caso de instalação aparente. devem ser instalados em local não acessível ao público.5 As luminárias de aclaramento (ou de ambiente). a tubulação e as caixas de passagem devem ser metálicas ou em PVC rígido antichama.Bairro Centro CEP 30.2 Os componentes da fonte de energia centralizada de alimentação de iluminação de emergência.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições necessárias para o projeto e instalação do sistema de iluminação de emergência em edificações e áreas de risco.4 Quando a tomada de ar externa for realizada por meio de duto.Terminologia de Proteção contra incêndio e Pânico. 5. este deve ser construído ou protegido por material resistente ao fogo por 2 horas.mg.1. para o seu perfeito funcionamento.1 Na impossibilidade de reduzir a tensão de alimentação das luminárias.1.1.1 Esta Instrução Técnica se aplica às edificações e áreas de risco onde é exigido o sistema de iluminação de emergência.bombeiros.2 No caso de grupo moto-gerador instalado em local confinado.5. 5. 2.2 Adota-se a NBR 10898 .270. NBR 6150 .

na vistoria. poderá exigir que os equipamentos utilizados no sistema de iluminação de emergência sejam devidamente certificados por órgão competente.interruptor diferencial de termomagnético de 10 A. 30 mA com disjuntor 5. .6 O CBMMG.

14 SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Procedimentos .IT .

355 . do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Geraise da IT 02 .INSTRUÇÃO TÉCNICA – 14 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.130.1 O Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico de sistemas de detecção e alarme de incêndio deve conter os elementos necessários ao seu completo entendimento. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução são adotadas as definições da NBR 9441.2 Adequar o texto da NBR 9441 . sendo que no regime de alarme deve ser de no mínimo 15 minutos.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico. de 01 de Abril 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Acionador manual para utilização em sistemas de detecção e alarme de incêndio. A principal é a rede de tensão alternada e a auxiliar é constituída por baterias ou “no-break”.mg.br Email: dat3@cbmmg. na segurança e proteção de uma edificação.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento dos sistemas de detecção e alarme de incêndio.Quando a fonte de alimentação auxiliar for constituída por bateria de acumuladores ou “no-break”. Decreto Estadual nº 44. para aplicação na análise e vistoria dos projetos técnicos de proteção contra incêndio submetidos ao Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais (CBMMG). NBR 13848 . para suprimento das indicações sonoras e/ou visuais ou o tempo necessário para a evacuação da edificação.Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio.gov.gov. Quando a alimentação auxiliar for por gerador. Augusto de Lima.mg. 1. conforme IT 03 – Símbolos Gráficos para Projeto de Segurança Contra Incêndio. esta deve ter autonomia mínima de 24 horas em regime de supervisão. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.3 Todo sistema deve ter duas fontes de alimentação. 5. 5.br SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO 1 OBJETIVOS 1.Procedimentos Administrativos. onde os procedimentos para elaboração do Projeto Técnico devem atender à IT 01 . NBR 11863 .Bairro Centro CEP 30.2 Os detalhes para execução gráfica do Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico devem atender aos procedimentos exigidos pelo Corpo de Bombeiros (CBMMG).190-000 Site: www. deverá ter . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. conforme Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. 5 PROCEDIMENTOS 5. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Detectores automáticos de fumaça para proteção contra incêndio.bombeiros.270. 2 APLICAÇÃO Aplica-se a todas as edificações onde se exigem os sistemas de detecção e alarme de incêndio. NBR 9441 .Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.

respeitadas as características técnicas da central. onde o acionador manual é opcional. 5. mas obrigatoriamente deverá ter essa supervisão na central.1 Em locais de grande concentração de pessoas. mediante apresentação de cópia da norma adotada (traduzida) e ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).7. espetáculos.1 a 5.17 Nas centrais de detecção e/ou alarme é obrigatório conter um painel/esquema ilustrativo indicando a localização com identificação dos acionadores manuais ou detectores dispostos na área da edificação. quando a central do sistema for do tipo convencional. deverá ser previsto pelo menos um acionador manual em cada pavimento.3. devido a sua atividade sonora intensa. em qualquer ponto da área protegida até o acionador manual mais próximo. não seja possível ouvir o alarme geral. dança. como pré-alarme. junto à central.10 Nas edificações já construídas que não existir norma brasileira específica. não deve ser superior a 16 (dezesseis) metros. . para se evitar tumulto.18 Nos locais de reunião de público.9 Nas edificações com mais de um pavimento.7 A distância máxima a ser percorrida por uma pessoa. desde que exista brigada de incêndio na edificação.6. tipo: casas de show. 5. com tempo de retardo de no máximo 2 minutos.8 Preferencialmente. discoteca. 5. caso o acionador manual do piso principal dê cobertura/caminhamento para a área do mezanino.3. o alarme geral é obrigatório para toda a edificação.6 A central deve acionar o alarme geral da edificação. Caso a edificação não tenha pessoal instruído para tomar as providências necessárias (na sala de segurança ou portaria 24 horas). a central deve possuir um temporizador para o acionamento posterior do alarme geral. atendendo o item 5. os acionadores manuais devem ser localizados junto aos hidrantes. 5. do Anexo I do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5. 5. Quando a central for do tipo inteligente. que deve ser audível em toda edificação. pode-se ainda optar por uma mensagem eletrônica automática de orientação de abandono. Mesmo com o pré-alarme na central de segurança. dispensa-se a presença dos leds nos acionadores. ao invés do alarme geral.14 Os elementos de proteção contra calor que contenham a fiação do sistema deverão ter resistência mínima de 60 minutos. 5.16 Os acionadores manuais instalados na edificação devem obrigatoriamente conter a indicação de funcionamento (cor verde) e alarme (cor vermelha) indicando o funcionamento e supervisão do sistema. salões de baile. 5. Casos não contemplados por esta instrução e que não contrariem o Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais 5. Nesses tipos de locais. sendo que só será aceita essa comunicação. garantindo que os detectores foram instalados de acordo com o prescrito na NBR 9441. 5. 5.os mesmos parâmetros de autonomia mínima prevista anteriormente.8. será obrigatória a instalação de avisadores visuais e sonoros. 5.15 Os eletrodutos e a fiação devem atender aos itens 5.4 As centrais de detecção e alarme deverão ter dispositivo de teste dos indicadores luminosos e dos sinalizadores acústicos.5 A central de alarme/detecção e o painel repetidor devem ficar em local onde haja constante vigilância humana e de fácil visualização. 5.5 da NBR 9441. onde se tem naturalmente uma situação acústica elevada. música. 5.11 Onde houver sistema de detecção instalado. etc. danceteria. quando houver a exigência de sistema de detecção e alarme. será obrigatória também a instalação de avisadores visuais.19 Deverá ser apresentado ao Corpo de Bombeiros.12 Nos locais onde. caso não sejam tomadas às ações necessárias para verificar o pré-alarme da central. 5. Esse painel pode ser substituído por um display da central que indique a localização do acionamento. uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) preenchida pelo responsável técnico pela instalação do sistema de detecção. os sistemas de alarme poderão seguir normas internacionais aceitas. será obrigatória a instalação de acionadores manuais. 5. exceto para ocupação da divisão F6 da tabela 1. será obrigatória a instalação de detectores nos entreforros e entrepisos (pisos falsos) que contenham instalações com materiais combustíveis. quando do pedido de vistoria. poderá haver um pré-alarme (sinal sonoro) apenas na sala de segurança. Os mezaninos estarão dispensados desta exigência.8. 5.13 Quando houver exigência de sistema de detecção para uma edificação.

IT .Exemplos de instalação de sinalização 4 – Definições 5 – Procedimentos gerais 6 – Procedimentos específicos .Formas geométricas e dimensões para a sinalização de emergência B .15 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Simbologia para sinalização de emergência 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C .

Norma BS 5378-1 – Safety signs Specifications for colour and design. alertando para os riscos existentes e garantir que sejam adotadas ações adequadas à situação de risco. Norma ISO 3864 .mg. dimensões e cores – 2004.gov.2.130. and colours. 5 PROCEDIMENTOS GERAIS 5. Norma BS 5499-1 – Fire safety signs. Norma ISO 6309 – Fire protection – safety signs. . Specification for fire safety signs. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.1 Características básicas NBR 7500 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais.mg.Safety colours and safety signs. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Spain. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. 5. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco.bombeiros. 5.1 Finalidade A sinalização de emergência tem como finalidade reduzir o risco de ocorrência de incêndio. NBR 13434 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 1: Princípios de projeto – Parte 2: Símbolos e suas formas. que orientem as ações de combate e facilitem a localização dos equipamentos e das rotas de saída para abandono seguro da edificação em caso de incêndio. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Augusto de Lima.190-000 Site: www.2 Características da sinalização de emergência. 355 . Directive 92/58/EEC (OJ L 245) Minimum requirements for the provision of safety and/or health signs at work Germany.Bairro Centro CEP 30.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 15 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Decreto Estadual nº 44.270.br Email: dat3@cbmmg. Italy 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. notices and graphic symbols.gov.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições exigíveis que devem satisfazer o sistema de sinalização de emergência em edificações e áreas de risco. Portaria nº 204 do Ministério dos transportes – Instruções complementares ao Regulamento do Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos. exceto residências unifamiliares.

tais como: pilares. constituído por quatro categorias. 5.1. 6.3 Tipos de sinalização A sinalização de emergência divide-se em sinalização básica e sinalização complementar. onde for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo.3. 5.2. centralizada a uma altura de 1. no máximo. em áreas utilizadas para depósito de materiais. 5. b) as simbologias das sinalizações de emergência são as constantes do Anexo B.4 Demarcações de áreas Visa definir um layout no piso. de acordo com sua função: 5. de modo que pelo menos uma delas possa ser claramente visível de qualquer posição dentro da área.2. 5. ou diretamente na folha da porta. distanciadas em no máximo 15 m entre si. Adicionalmente.1. arestas de paredes e vigas. 4) identificar sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio. 5.3.3. 6 PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS 6.2 Obstáculos Visa indicar a existência de obstáculos nas rotas de fuga.3. mensagens e cores.1 Rotas de saída Visa indicar o trajeto completo das rotas de fuga até uma saída de emergência (indicação continuada).3.1 Proibição Visa proibir e coibir ações capazes de conduzir ao início do incêndio ou ao seu agravamento.3 Orientação e Salvamento Visa indicar as rotas de saída e as ações necessárias para o seu acesso e uso.2. através de mensagens escritas.3. b) indicação de obstáculos e riscos de utilização das rotas de saída. conforme segue: 5. através de pintura diferenciada. choques elétricos e contaminação por produtos perigosos. 15 m.2. a sinalização básica.2 Características específicas a) as formas geométricas e as dimensões das sinalizações de emergência são as constantes do Anexo A. próxima ao risco isolado ou distribuída ao longo da área de risco generalizadas. a saber: a) a sinalização de portas de saída de emergência deve ser localizada imediatamente acima das portas. c) mensagens escritas que acompanham a sinalização básica. no máximo a 0.3.10 m da verga. fechamento de vãos com vidros ou outros materiais translúcidos e transparentes. instalações de máquinas ou equipamentos industriais e em locais destinados a estacionamento de veículos. etc. símbolos ou mensagens escritas. 6. 3) demarcar áreas para assegurar corredores de circulação destinados às rotas de saídas e acesso a equipamentos de combate a incêndio e alarme.1. 5. escadas.1 Sinalização de proibição A sinalização de proibição própria de segurança contra incêndio e pânico deve ser instalada em local visível e a uma altura de 1. saídas. esta também deve ser . c) as circunstâncias específicas de uma edificação e áreas de risco.1 Implantação da sinalização básica Os diversos tipos de sinalização de emergência devem ser implantados em função de características específicas de uso e dos riscos. desníveis de piso.1.3. distanciadas entre si em.2 Alerta Visa alertar para áreas e materiais com potencial de risco de incêndio.2 Sinalização complementar A sinalização complementar é o conjunto de sinalização composto por faixas de cor ou mensagens complementares à sinalização básica.2. explosão.80 m medida do piso acabado à base da sinalização. 6. 5. das quais esta última não é dependente. etc. 2) informar circunstâncias específicas em uma edificação ou áreas de risco.4 Equipamentos Visa indicar a localização e os tipos de equipamentos de combate a incêndios e alarme disponíveis no local.A sinalização de emergência faz uso de símbolos. A sinalização complementar tem a finalidade de: 1) Complementar.1. 5. e ser instalada segundo sua função.1. nas seguintes situações: a) indicação continuada de rotas de saída.3 Mensagens escritas Visa informar o público sobre: a) uma sinalização básica.3. que garanta acesso do público às rotas de saída e aos equipamentos de combate a incêndio e alarme.3. 5. b) as medidas de proteção contra incêndio existentes na edificação ou áreas de risco. bem como em função de necessidades básicas para a garantia da segurança contra incêndio na edificação (ver exemplos no Anexo C).80 m medida do piso acabado à base da sinalização.1 Sinalização básica A sinalização básica é o conjunto mínimo de sinalização que uma edificação deve apresentar. através de um conjunto de faixas de cor. no máximo. 15 m.3 Sinalização de orientação e salvamento A sinalização de saída de emergência própria de segurança contra incêndio e pânico deve assinalar todas as mudanças de direção. distribuída em mais de um ponto dentro da área de risco. b) a sinalização de orientação das rotas de saída deve ser localizada de modo que à distância de percurso de qualquer ponto da rota de saída até a sinalização seja de. quando for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo.1.2 Sinalização de alerta A sinalização de alerta própria de segurança contra incêndio e pânico deve ser instalada em local visível e a uma altura de 1. definidos nesta Instrução Técnica.2. as tubulações e acessórios utilizados para sistemas de hidrantes e chuveiros automáticos quando aparentes.3. d) a lotação admitida em recintos destinados à reunião de público. 5.5 Identificação de sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio Visa identificar. 5. que devem ser alocados convenientemente no interior da edificação e áreas de risco. porém.80 m medida do piso acabado à base da sinalização.

4 Sinalização de equipamentos de combate a incêndio A sinalização apropriada de equipamentos de combate a incêndios deve estar a uma altura de 1. instalados em garagem. a sua localização deve ser indicada a partir do ponto de boa visibilidade mais próxima. devem ser aplicadas.1 Quando houver necessidade de mensagens em um ou mais idiomas. a) o espaçamento entre cada uma delas deve ser de até 3.3 As mensagens escritas específicas que acompanham a sinalização básica devem se situar imediatamente adjacente à sinalização complementar. indicando a direção do fluxo.1 A sinalização complementar de indicação continuada das rotas de saída é facultativa e. devem ser sinalizadas todas as faces do pilar que estiverem voltadas para os corredores de circulação de pessoas ou veículos.40 m do piso acabado.2. b) a característica estrutural da edificação (metálica. 6. além da identificação do pavimento de descarga no interior da caixa de escada de emergência. e imediatamente acima do equipamento sinalizado.00 m de altura).instalada.).2. deve ser aplicada sobre o piso acabado ou sobre as paredes de corredores e escadas destinadas a saídas de emergência. obstáculos que dificultem ou impeçam a visualização direta da sinalização básica no plano vertical.0 m na linha horizontal. 2) nas situações previstas na alínea d do item anterior.3. 6. madeira. a mesma sinalização deve ser repetida a uma altura suficiente para a sua visualização.ou. com largura mínima de 50mm. à parede direita e esquerda da rota de saída. na área de risco. com comprimento mínimo de 1.4 As mensagens que indicam circunstâncias específicas de uma edificação e área de risco devem ser utilizadas em placas a serem instaladas nas seguintes situações: 1) no acesso principal da edificação. à sinalização deve estar centralizada em relação à largura da rota de saída. devem ser aplicados textos adicionais. podendo ser aplicada.2. Ainda: a) quando houver. aplicada horizontalmente em toda sua extensão.50 m do piso acabado à base da sinalização. essas podem ser adicionadas. de forma que na direção de saída de qualquer ponto seja possível visualizar o ponto seguinte. na falta de Posto de Bombeiros no Município. A sinalização deve incluir o símbolo do equipamento em questão e uma seta indicativa. por toda a extensão dos obstáculos. sobre o patamar de acesso de cada pavimento. concreto armado. 6. c) quando aplicada sobre o piso. em cor contrastante com o ambiente. b) nas situações previstas na alínea c do item anterior. 6. 6. b) rebaixo de teto. 6. Caso exista a necessidade de utilização de outros idiomas. c) o número do telefone de emergência para acionamento de socorro público – Corpo de Bombeiros (193) . e) em escadas contínuas.2. c) quando o equipamento encontrar-se instalado em pilar. informando o público sobre: a) os sistemas de proteção contra incêndio (ativos e passivos) instalados na edificação.2. d) quando aplicada nas paredes. conforme Anexo B: a) nas situações previstas nas alíneas a e c do item anterior. tais como vidros. deve ser aplicada à sinalização a cada mudança de direção. em todas as faces.5 m do equipamento. medida do piso acabado à base da sinalização.00 m e 1. desde que não assentadas sobre muretas com altura mínima de 1. devem ser aplicadas tarjas. alternadamente. depósito e locais utilizados para movimentação de mercadorias e de grande varejo.50 m do piso acabado. c) outras saliências resultantes de elementos construtivos ou equipamentos que reduzam a largura das rotas de saída. d) elementos translúcidos e transparentes. A sinalização deve ser instalada de modo que a sua base esteja a 1.2. d) quando se tratar de hidrante e extintor de incêndio. protendida. verticalmente.0m. prejudicando a sua utilização. horizontalmente. de tal forma a ser visualizada em ambos os sentidos da escada (subida e descida).80 m medido do piso acabado à base da sinalização.2.1 A sinalização complementar de indicação de obstáculos e riscos na circulação de rotas de saída deve ser instalada de acordo com os seguintes critérios: 1) faixa zebrada. atendendo os seguintes critérios: (ver exemplos no Anexo C). .2 A sinalização complementar de indicação de obstáculos ou de riscos nas circulações das rotas de saída deve ser implantada toda vez que houver uma das seguintes condições: a) desnível de piso. a sinalização deve estar a uma altura constante entre 0. área de fabricação.2 Implantação da sinalização complementar 6.25 m e 0. devem ser aplicadas. substituir a mensagem na língua portuguesa. medidas a partir das extremidades internamente consideradas. respeitado o limite máximo de 30 m. a uma altura de 0. c) a sinalização de identificação dos pavimentos no interior da caixa de escada de emergência deve estar a uma altura de 1. sem no entanto. com largura mínima de 0. utilizados em esquadrias destinadas a portas e painéis (com função de divisórias ou de fachadas. instalada junto à parede. d) a mensagem escrita “SAIDA” deve estar sempre grafada no idioma português. deve ser implantada também a sinalização de piso. b) independente do critério anterior.1. b) quando a visualização direta do equipamento ou sua sinalização não for possível no plano horizontal. e devem ser escritas na língua portuguesa.80 m. quando utilizada. etc. 6. o número de telefone da Polícia Militar (190). f) a abertura das portas em escadas não deve obstruir a visualização de qualquer sinalização. deve-se incluir uma sinalização de saída de emergência com seta indicativa da direção do fluxo através dos símbolos (Anexo B – código S3 ou S4 na parede frontal aos lances de escadas e S5 acima da porta de saída.10m em cada face. sendo que o conjunto não deve distar mais que 7. de forma a evidenciar o piso de descarga).80 m do piso acabado. na altura constante compreendida entre 1.

fechada com material transparente (vidro. a fim de identificar o corredor de acesso para pedestres localizado junto a: a) vagas de estacionamento de veículos. 3) na cor branca. b) podem possuir abertura no centro com área mínima de 0. b) os produtos líquidos combustíveis armazenados.4 Projeto de sinalização de emergência Para fins de apresentação junto ao Corpo de Bombeiros.2. separados por categoria. informando o público sobre: a) os sistemas de proteção contra incêndio (ativos e passivos) instalados na área de risco.3 Os acessórios hidráulicos (válvulas de retenção. utilizados na segurança contra incêndio. 6. e b) depósitos de mercadorias 6. 6. instalados na edificação. complementarmente e.. c) os gases combustíveis armazenados em tanques fixos. b) a sinalização de emergência não deve ser neutralizada pelas cores de paredes e acabamentos. identificado com o dístico “incêndio” – fundo vermelho com inscrição na cor branca ou amarela. com comprimento mínimo de 1.6. nos acessos às saídas de emergência. 6. em litros ou metros cúbicos. bem como a capacidade máxima individual dos tanques. nunca exclusivamente. as áreas de armazenamento de produtos perigosos devem ser sinalizadas de acordo com a NBR 7500. podendo. 3) no acesso principal da área de risco.05 m e 0. a fim de indicar uma separação entre os locais desses materiais e os corredores de circulação de pessoas e veículos.1 Para o sistema de proteção por hidrantes e chuveiros automáticos as tubulações aparentes. para indicar as vagas de estacionamento de veículos em garagens ou locais de carga e descarga.2. em quilogramas. regularizados em projeto aprovado no CBMMG. 4) próximo aos produtos armazenados. bem como a capacidade máxima individual de cada tipo. tratando-se de sistemas diferenciados de proteção contra incêndio (sistema de hidrantes e sistema de chuveiros automáticos).6.2. indicando o tipo. devem ter pintura na cor vermelha. através de faixas contínuas com largura entre 0. indicando a lotação máxima admitida. permitindo-se condições de fácil visualização. a quantidade e os perigos que oferecem às pessoas e meio-ambiente. 6. etc. 6.04 m2. paralelas entre si e com o espaçamento variando entre uma e duas vezes a largura da faixa adotada. d) as expressões escritas utilizadas nas sinalizações de emergência devem seguir as regras. regularizada em projeto aprovado no CBMMG.4. formando um retângulo ou quadrado.5 Quando houver dois ou mais registros de recalque na edificação. máquinas e equipamentos industriais. em substituição à sinalização apropriada de saída com o efeito fotoluminescente. regularizados em projeto aprovado no CBMMG. dispostas perpendicularmente ao sentido de fluxo de pedestres (faixa de pedestres). g) os recintos destinados à reunião de público. indicando a quantidade total de recipientes transportáveis ou tanques. acrílico. sem bordas laterais.20 m.3 Requisitos São requisitos básicos para que a sinalização de emergência possa ser visualizada e compreendida no interior da edificação ou área de risco: a) a sinalização de emergência deve destacar-se em relação à comunicação visual adotada para outros fins. h) os equipamentos de origem estrangeira. d) os gases combustíveis armazenados em recipientes transportáveis. indicando a quantidade total de recipientes de acordo com a capacidade máxima individual de cada tipo.2. regularizados em projeto aprovado no CBMMG. ser adotada outro idioma. em litros ou metros cúbicos e em quilogramas. não embutidas na alvenaria (parede e piso). etc.2 As portas dos abrigos dos hidrantes: a) devem ser pintadas na cor vermelha devidamente identificadas com o dístico “incêndio” – fundo vermelho com inscrição na cor branca ou amarela. cujas atividades se desenvolvem sem aclaramento natural ou artificial suficientes para permitir o acúmulo de energia no elemento fotoluminescente das sinalizações de saídas. devem possuir luminária de balizamento com a indicação de saída (mensagem escrita e/ou símbolo correspondente). deve haver indicação específica no interior dos respectivos abrigos: inscrição “H” para hidrantes e “CA” ou “SPK” para chuveiros automáticos. termos e vocábulos da língua portuguesa. sem prejuízo do sistema de iluminação de emergência. f) as sinalizações complementares de indicação continuada das rotas de saída e de indicação de obstáculos devem possuir efeito fotoluminescente.20m.6. registros de paragem.).6.4 A tampa de abrigo do registro de recalque deve ser pintada na cor vermelha. c) a sinalização de emergência deve ser instalada perpendicularmente aos corredores de circulação de pessoas e veículos. 6. devem possuir as orientações necessárias à sua operação na língua portuguesa. indicando a quantidade total de tanques. alarme de incêndio e equipamentos de combate a incêndio devem possuir efeito fotoluminescente.6 As sinalizações complementares destinadas à identificação de sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio devem ser implantadas da seguinte forma: 6. dificultando a sua visualização. 6. e) as sinalizações básicas de emergência destinadas à orientação e salvamento. 6. nas seguintes situações: 1) na cor branca ou amarela. deve ser indicada uma nota no projeto técnico de segurança contra incêndio e pânico referente ao .1 Além das sinalizações previstas nesta Instrução Técnica.2) no acesso principal dos recintos destinados a reunião de público.2.6. indicando o nome comercial e científico do produto. válvulas de governo e alarme) devem receber pintura na cor vermelha.2.2.2.5 As sinalizações complementares destinadas à demarcação de áreas devem ser implantadas no piso acabado. 2) na cor branca ou amarela. em todo o perímetro das áreas destinadas a depósito de mercadorias. e) outros produtos perigosos armazenados.

conforme abaixo: Nota: O sistema de sinalização de emergência atenderá ao contido na Instrução Técnica nº 15 do CBMMG. 6.5. indicadas através de um círculo dividido ao meio na posição a serem instaladas. __________________________________________ . 6.4. 6.atendimento das exigências contidas nesta IT. 6. 6. 6.6 Manutenção A sinalização de emergência utilizada na edificação e áreas de risco deve ser objeto de inspeção periódica para efeito de manutenção.5. b) equipamentos de combate a incêndio e alarme de incêndio. altura e/ou largura) da placa (em milímetros). conforme Anexo B. decorrente de tráfego de pessoas. quando angular.3 O projeto executivo de sinalização de emergência.5.3. 6. d) Sinalização complementar de indicação de obstáculos e de riscos na circulação de rotas de saída. a simbologia indicativa da sinalização deve ser a prevista por esta IT.5.4. b) possuir espessura suficiente para que não sejam transferidas para a superfície da placa possíveis irregularidades das superfícies onde forem aplicadas. bem como o quadro de quantidades de placas de sinalização discriminados por tipo e dimensões. de forma a adequar tecnicamente a edificação aos parâmetros desta IT. conforme indicado na Tabela 4 do Anexo A. veículos e utilização de produtos e materiais utilizados para limpeza de pisos. de resistência à luz e resistência mecânica.5 Material Os seguintes materiais podem ser utilizados para a confecção das sinalizações de emergência: a) placas em materiais plásticos.4.2.1 Nos detalhes de sistemas a serem apresentados em projeto técnico. devem constar a altura mínima de letras (conforme Tabela 2 do Anexo A) para cada placa indicando-se através de linha fina de chamada. b) chapas metálicas.1 Os materiais utilizados para a confecção das sinalizações de emergência devem atender às seguintes características: a) possuir resistência mecânica. 6.3. devem seguir as especificações conforme demonstrado na figura abaixo: Figura 1 – Instalação de placa angular 6. c) Sinalização complementar de indicação continuada de rotas de saída. faixas e outros elementos empregados para indicar: a) sinalizações de orientação e salvamento. 6.5. c) outros materiais semelhantes. até a edição de norma nacional. deve ser constituído de memoriais descritivos do sistema de sinalização e de plantas-baixa da edificação onde constem os tipos e dimensões das sinalizações apropriadas à edificação. entretanto tal projeto não necessita ser encaminhado para análise do Corpo de Bombeiros.4 A sinalização de emergência complementar de rotas de saída aplicadas nos pisos acabados devem atender os mesmos padrões exigidos para os materiais empregados na sinalização aérea do mesmo tipo. quando suas propriedades físicas e químicas deixarem de produzir o efeito visual para as quais foram confeccionadas.1 Os materiais que constituem a pintura das placas e películas devem ser atóxicos e não-radioativos.4. b) na parte inferior do círculo devem constar as dimensões (diâmetro.3 O material fotoluminescente deve atender a norma DIN 67510 ou outra norma internacionalmente aceita.4. 6. desde a simples limpeza até a substituição por outra nova.1 Quando as sinalizações utilizarem-se de mensagens escritas. quando elaborado. 6.2 É recomendada a elaboração de projeto executivo do sistema de sinalização de emergência.2 Deve ainda constar do projeto uma legenda contendo todos os símbolos adotados em conformidade com o Anexo B desta IT.5.4.5 As placas utilizadas na sinalização podem ser do tipo plana ou angular.1 As demais sinalizações aplicadas em pisos acabados podem ser executadas em tinta que resista a desgaste. 6. devendo atender as propriedades calorimétricas. onde: a) na parte superior do círculo deve constar o código do símbolo.5. 6. conforme Tabela 1 do Anexo A. por um período de tempo considerável.2 Devem utilizar elemento fotoluminescente para as cores branca e amarela dos símbolos.

.utilizada para implantar símbolos de alerta (ver forma geométrica da Tabela 1). Dimensões básicas da sinalização A > L2 2000 onde: A = área da placa. Formas da sinalização: a) Circular . c) Quadrada e retangular . 3. emergência. em m2. Esta relação é válida para L < 50 m. A Tabela 1 apresenta valores referenciais para algumas distâncias pré-definidas. salvamento e equipamentos H (L=2. L = Distância do observador à placa. em metros.utilizadas para implantar símbolos de orientação.0H) 89 134 179 224 268 313 358 402 447 537 626 671 63 95 126 158 190 221 253 285 316 379 443 474 NOTAS: 1. b) Triangular . identificação de equipamentos utilizados no combate a incêndio.ANEXO A FORMAS GEOMÉTRICAS E DIMENSÕES PARA A SIMALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA Tabela 1 – Formas geométricas e dimensões das placas de sinalização Cota (mm) Distância máxima de visibilidade (m) 4 6 8 10 12 14 16 18 20 24 28 30 Sinal Forma geométrica Proibição D 101 151 202 252 303 353 404 454 505 606 706 757 Alerta L 136 204 272 340 408 476 544 612 680 816 951 1019 L Orientação. 2. sendo que deve ser observada a distância mínima de 4 m. alarme e mensagens escritas (ver forma geométrica da Tabela 1). socorro. conforme Tabela 1.utilizada para implantar símbolos de proibição e ação de comando (ver forma geométrica da Tabela 1).

No caso de emprego de letras. Sinalização de alerta: a) forma: triangular. 7. d) cor do símbolo: preta. 6. b) cor de fundo (cor de segurança): vermelha. c) moldura: preta. fonte Universo 65 ou Helvetica Bold. b) cor do fundo (cor de segurança): verde. d) margem (opcional): fotoluminescente. Distância de leitura com maior impacto (m) 4 6 8 9 10 12 16 18 24 25 27 30 Altura mínima (mm) 300 350 400 500 600 700 750 800 900 1000 1500 1500 Distância de leitura com maior impacto (m) 36 42 48 60 72 84 90 96 108 120 180 180 .4. b) cor de contraste: branca. 5. Sinalização de proibição: a) forma: circular. e) margem (opcional): amarelo. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. Tabela 2 – Altura mínima das letras em placas de sinalização em função da distância de leitura Altura mínima (mm) 30 50 65 75 85 100 135 150 200 210 225 250 Notas: 1. A Tabela 2 apresenta valores de altura de letra para distâncias pré-definidas. d) cor do símbolo (cor de segurança): preta. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. em m L = distância do observador à placa. Sinalização de orientação e salvamento: a) forma: quadrada ou retangular. c) barra diametral e faixa circular (cor de segurança): vermelha. elas devem ser grafadas obedecendo à relação: h> L 125 onde: h = altura da letra. em metros. Sinalização de equipamentos: a) forma: quadrada ou retangular. b) cor do fundo (cor de contraste): amarela. e) margem (opcional): branca. 2. d) margem (opcional): fotoluminescente. Todas as palavras e sentenças devem apresentar letras em caixa alta.

emergência. 5.5/ - 5R 4/14 485C C0 M100 Y91 K0 C0 M9 Y94 K0 C79 M0 Y87 K76 C0 M0 Y0 K100 R255 G0 B23 R255 G255 B0 R0 G61 B0 R0 G0 B0 O padrão de cores básico é o Munsell Book of Colors®. identificação de equipamentos de combate a incêndio e alarme.5G ¾ 350C Preto N 1. no mínimo.utilizadas para símbolos de alerta e sinais de perigo. onde este valor deve ser. de 35%.utilizada para símbolos de proibição. respectivamente. b) Verde . conforme especificado na tabela 3. Cores de sinalização . Notas: 1. para sinalização de proibição e alerta. de modo a fazer com que esta se sobressaia. Tabela 4 – Símbolos para identificação de placas em planta baixa de projeto executivo: Sinalização retangular Sinalização quadrada Sinalização triangular Sinalização circular . no mínimo. As cores Pantone® foram convertidas do sistema Munsell Book of Colors®. A essa cor é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança. Cores de contraste .utilizada para símbolos de orientação e salvamento. 4. 3) Os valores das tabelas CMYK e RGB para impressão gráfica foram convertidos do sistema Pantone®.as cores de contraste são a branca ou amarela. As cores de contraste devem ser fotoluminescentes. Essas cores têm a finalidade de contrastar com a cor de segurança. exceto no símbolo de proibição. Aplicação das cores de segurança: a) Vermelha . para a sinalização de orientação e salvamento e de equipamentos. 2.Tabela 3 – Cores de segurança e contraste Denominação das Cores: Vermelho Munsell Book of Colors® 1 Pantone® 2 CMYK 3 RGB 1) 2) Referência Amarelo 5Y 8/12 108C Verde 2.a cor de segurança deve cobrir. 3.0/ 419C Branco N 9. c) Preta . 50% da área do símbolo. Cores de segurança .as cores de segurança e cores de contraste são apresentadas na tabela 3.

em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P2 Proibido produzir chama Pictograma: fósforo com chama. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P3 Proibido utilizar água para apagar o fogo Pictograma: balde de água sobre o fogo. Sinalização de Proibição Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: circular Fundo: branca P1 Proibido fumar Pictograma: cigarro. rotas de fuga. em cor preta emergência. acompanhados de exemplos de aplicação.ANEXO B SIMBOLOGIA PARA A SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA I . em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P4 Proibido utilizar elevador em caso de incêndio Pictograma: elevador e chama. 1.). diametral: vermelha etc. equipamentos de Faixa circular e barra combate a incêndio. Símbolo: circular Nos locais de acesso aos elevadores comuns e monta-cargas. Todo o local onde a utilização de chama pode aumentar o risco de incêndio Todo local onde fumar pode aumentar o risco de incêndio Aplicação P5 Proibido obstruir este local .Símbolos da sinalização básica Os símbolos adotados por esta norma para sinalização de emergência são apresentados a seguir. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Em locais sujeitos a depósito de mercadorias onde a obstrução pode Fundo: branca apresentar perigo de Pictograma: símbolo de acesso às saídas de pallet. Toda situação onde o uso de água for impróprio para extinguir o fogo. A especificação de cada cor designada abaixo é apresentada na tabela 3 do anexo A.

em cor preta Faixa triangular: preta Aplicação Toda vez que não houver símbolo específico de alerta. deve sempre estar acompanhado de mensagem escrita específica. risco de corrosão Pictograma: Mão corroída. Símbolo: triangular Fundo: amarela A3 Cuidado. risco de explosão Pictograma: explosão. Sinalização de Alerta Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: triangular Fundo: amarela A1 Alerta geral Pictograma: ponto de exclamação. risco de incêndio Pictograma: chama. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a instalações elétricas que oferecem risco de choque.2. Símbolo: triangular Fundo: amarela A5 Cuidado. Símbolo: triangular Fundo: amarela A4 Cuidado. . risco de choque elétrico Pictograma: raio. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais corrosivos. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais ou gases que oferecem risco de explosão. Símbolo: triangular Fundo: amarela A2 Cuidado. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais altamente inflamáveis.

em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais radioativos. risco de radiação Pictograma: símbolo radioativo. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de produtos tóxicos. . Símbolo: triangular A7 Cuidado.Símbolo: triangular Fundo: amarela A6 Cuidado. risco de exposição a produtos tóxicos Fundo: amarela Pictograma: produto tóxico.

especialmente para ser fixado em colunas Dimensões mínimas: L = 1. Sinalização de Orientação e Salvamento Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação Indicação do sentido (esquerda ou direita) de uma saída de emergência. Indicação do sentido (esquerda ou direita) de uma saída de emergência Dimensões mínimas: L = 2.A seta indicativa deve ser posicionada de acordo com o sentido a ser sinalizado S1 S2 S3 S5 S7 . para indicar o seu acesso Símbolo: retangular Saída de emergência S4 Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente a) indicação do sentido do acesso a uma saída que não esteja aparente b) indicação do sentido do uma saída por rampas c) indicação do sentido da saída na direção vertical (subindo ou descendo) S6 NOTA.3.5 H.0 H Indicação de uma saída de emergência a ser afixada acima da porta.

com ou sem complementação do pictograma fotoluminescente (seta ou imagem.Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação S8 S9 Símbolo: retangular Fundo: verde Escada de emergência Pictograma: fotoluminescente Indicação do sentido de fuga no interior das escadas Indica direita ou esquerda. com fotoluminescentes (seta altura de letra sempre > ou imagem. ou ambos) S13 Saída de emergência S14 S15 Saída de emergência S16 Indicação da saída de emergência. ou ambos) 50 mm Fundo: verde Símbolo: retangular . descendo ou subindo O desenho indicativo deve ser posicionado de acordo com o sentido a ser sinalizado S10 S11 S12 Símbolo: retangular Fundo: verde Mensagem “SAÍDA” ou Mensagem “SAÍDA” e/ou pictograma e/ou seta direcional: fotoluminescente. com altura de letra sempre > 50 mm Indicação da saída de emergência. utilizada como complementação Mensagem “SAÍDA”: do pictograma fotoluminescente.

quando for o caso S20 Símbolo: Quadrada Acesso a um dispositivo para abertura de uma porta de saída Orienta uma providência para obter Pictograma: mão com acesso a uma chave ou uma ferramenta um modo de abertura da quebrando um painel de saída de emergência vidro. Indicação do pavimento. que significa 1º Subsolo.Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: retangular ou quadrada Fundo: verde Aplicação Exemplos Mensagem indicando número do pavimento. Fundo: verde S21 . Pode ser complementada pela mensagem “aperte e empurre”. fotoluminescente. Indicação da forma de acionamento da barra antipânico instalada sobre a porta cortafogo. Por exemplo: 1 o + SS = 1 o SS. no interior da escada (patamar) S17 S18 S19 Instrução de abertura da porta corta-fogo por barra antipânico Símbolo: quadrado ou retangular Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente. Número do pavimento Pode se formar pela associação de duas placas.

4. designando o equipamento acionado por aquele ponto E3 Fundo: vermelha Pictograma: fotoluminescente E4 Telefone ou interfone de emergência Indicação da posição do interfone para comunicação de situações de emergência a uma central E5 Extintor de incêndio Indicação de localização dos extintores de incêndio . Sinalização de Equipamentos de Combate a Incêndio e Alarme Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação E1 Alarme sonoro Indicação do local de instalação do alarme de incêndio E2 Ponto de acionamento de alarme de incêndio ou bomba de incêndio Comando manual de alarme ou bomba de incêndio Símbolo: quadrada Deve vir sempre acompanhado de uma mensagem escrita.

alarme de incêndio e extintores). para evitar a proliferação de sinalizações correlatas. Símbolo: Quadrado E11 Válvula de controle do sistema de chuveiros automáticos Fundo: vermelho Pictograma: chuveiro automático fotoluminescente Indicação da localização da válvula de controle do sistema de chuveiros automáticos .Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação Indicação de localização dos extintores de incêndio com informações complementares ( exemplo de numeração para controle) E6 Extintor de incêndio E7 Mangotinho Indicação de localização do mangotinho E8 Abrigo de mangueira e hidrante Indicação do abrigo da mangueira de incêndio sem hidrante E9 Hidrante de incêndio Indicação da localização do hidrante com ou sem mangueiras Símbolo: Quadrado E10 Coleção de equipamentos de combate a incêndio Fundo: vermelho Pictograma: semicírculo fotoluminescente Indica a localização de um conjunto de equipamentos de combate a incêndio (hidrante.

E15 Seta diagonal à esquerda. Deve sempre ser acompanhado do símbolo do(s) equipamento(s) que estiver(em) oculto(s). indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme Símbolo: quadrada Fundo: vermelha Pictograma: seta indicativa fotoluminescente Indicação da localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme. Sinalizações básicas As formas geométricas e as cores de segurança e de contraste devem ser utilizadas somente nas combinações descritas a seguir. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme E16 Seta diagonal à direita. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme E14 Seta à direita. para evitar a sua obstrução E13 Seta à esquerda. observando-se os requisitos da tabela 1 do anexo A para proporcionalidades paramétricas e tabela 3 do anexo A para as cores.70 m) Pictograma: borda amarela (largura = 0.Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: quadrada (1.15m) Usado para indicar a localização dos equipamentos de combate a incêndio e alarme.00 m x 1. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme NOTAS: 1.70 m x 0. . a fim de obter quatro tipos básicos de sinalização de segurança.00 m) Aplicação E12 Sinalização de solo para equipamentos de combate a incêndio (hidrantes e extintores) Fundo: vermelha (0.

c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. e) margem (opcional): branca. e) margem (opcional): branca.1.4 Sinalização de equipamentos . d) cor do símbolo: preta.2 Sinalização de alerta . b) cor de fundo (cor de segurança): vermelha. d) margem (opcional): fotoluminescente.a sinalização de orientação deve obedecer a: a) forma: quadrada ou retangular. b) cor de contraste: branca.3 Sinalização de orientação e salvamento . e) proporcionalidades paramétricas. 1.a sinalização de proibição deve obedecer a: a) forma: circular. f) proporcionalidades paramétricas. d) cor do símbolo (cor de segurança): preta. 1. 1.1 Sinalização de proibição . e) proporcionalidades paramétricas. b) cor do fundo (cor de segurança): verde.a sinalização de alerta deve obedecer a: a) forma: triangular. b) cor do fundo (cor de contraste): amarela.a sinalização de equipamentos de combate a incêndio deve obedecer: a) forma: quadrada ou retangular. d) margem (opcional): fotoluminescente. c) barra diametral e faixa circular (cor de segurança): vermelha. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. f) proporcionalidades paramétricas. c) moldura: preta. .

Pictograma: mensagem escrita “porta cortafogo mantenha fechada”. Mensagens Escritas A complementação da sinalização básica por sinalização complementar composta por mensagem escrita deve atender aos requisitos de dimensionamento apresentados nas Tabelas 1 e 2 do Anexo A. Fundo: verde Pictograma: mensagem escrita “Lotação Máxima admitida: xx pessoas sentadas xy pessoas em pé”.Sinalização Complementar A padronização de formas. Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: quadrado ou retangular Fundo: cor contrastante com a mensagem Aplicação Ver figura 1 M1 Indicação dos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. conforme plano de abandono. fotoluminescente Símbolo: retangular Fundo: verde Nas portas de saídas de emergência com dispositivo anti-pânico. M2 Indicação da lotação máxima admitida no recinto de reunião de público. Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente com mensagemadjacente escrita “rota de fuga” Indicaçãoda rota de fuga específica para organizar o fluxo de pessoas. . M3 Aperte e empurre o dispositivo de abertura da porta. Símbolo: retangular Nas portas corta-fogo instaladas nas saídas de emergência. Símbolo: retangular Nas entradas principais dos recintos de reunião de público.II . 1. Símbolo: retangular Na entrada principal da edificação. M4 Manter a porta cortafogo da saída de emergência fechada. fotoluminescente. dimensões e cores da sinalização complementar é estabelecida neste capítulo. Pictograma: mensagem escrita referente aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. Fundo: verde Pictograma: mensagem escrita “aperte e empurre”. o tipo de estrutura e os telefones de emergência. M5 Indicação da saída de emergência e a rota de fuga específica.

Indicação continuada de rotas de fuga A indicação continuada de rotas de fuga deve ser realizada por meio de setas indicativas. . e/ou nos pisos de rotas de saída. de acordo com os critérios especificados no texto desta norma. conforme plano de abandono. fotoluminescente. M6 Figura 1 – modelo de sinalização tipo M1 2. instaladas no sentido das saídas. próximo ao piso.Símbolo: retangular Indicação da saída de emergência e a rota de fuga específica. com as seguintes especificações abaixo: Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: retangular Fundo: verde Aplicação C1 Ver figura 2 Direção da rota de saída Pictograma: seta indicativa prolongada. Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente com mensagemadjacente escrita “rota de fuga” Indicaçãoda rota de fuga específica para organizar o fluxo de pessoas. Nas paredes.

fotoluminescente. com largura mínima de 100mm. Indicação de obstáculos Obstáculos nas rotas de saídas devem ser sinalizados por meio de uma faixa zebrada. . As listas amarelas e pretas ou brancas fotoluminescentes e vermelhas devem ser inclinadas a 45 o e com largura mínima de 50 mm cada. conforme símbolos abaixo. Complementa uma sinalização básica de orientação e salvamento C5 C6 C7 Figura 2 – Detalhe da sinalização tipo C-1 3.C2 C3 Símbolo: quadrado C4 Direção da rota de saída Fundo: verde Pictograma: seta.

Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação O1 Obstáculo Nas paredes. vigas. muretas Símbolo: retangular ou e outros elementos que podem constituir um quadrado obstáculo à circulação de pessoas e veículos. O2 Obstáculo . cancelas. porém 45 0 não possui sistema de iluminação de emergência. Fundo: amarelo Utilizada quando o Pictograma: listas ambiente interno ou pretas inclinadas a 45 0 externo possui sistema de iluminação de emergência. pilares. cancelas. vigas. Nas paredes. Fundo: branco Utilizada quando o fotoluminescente ambiente possui Pictograma: listas iluminação artificial em vermelhas inclinadas a situação normal. pilares. muretas Símbolo: retangular ou e outros elementos que podem constituir um quadrado obstáculo à circulação de pessoas e veículos.

Sinalização de porta corta-fogo (vista da escada) hall) Figura 2 .Sinalização de porta corta-fogo (vista do .ANEXO C EXEMPLOS DE INSTALAÇÃO DE SINALIZAÇÃO Figura 1 .

Sinalização de elevadores Figura 5 – Sinalização de portas com barras antipânico (modelos 1 e 2) .Figura 3 .Sinalização de porta corta-fogo do terreno (vista da escada) Figura 4 .

Sinalização de hidrante .Sinalização de extintores Figura 7 .Figura 6 .

Sinalização complementar. Exemplo de rodapé. .Figura 8 .

Figura 10 – Sinalização de saída sobre porta corta-fogo. sinalização complementar de saídas e obstáculos.Figura 9 – Sinalização de saída sobre verga de portas. . sinalização complementar de saída e obstáculos.

Figura 11 – Sinalização de saída sobre paredes e vergas de portas Figura 12 – Sinalização de saída sobre porta corta-fogo .

em dupla face. em dupla face. Figura 14 – Sinalização de saída no sentido da fuga.Figura 13 – Sinalização de saída perpendicular ao sentido da fuga. .

Figura 15 – Sinalização de saída em rampa ________________________________________ .

16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Generalidades gerais 6.IT .Procedimentos 7 – Certificação e validade/garantia .

3 Carga: Quantidade de agente extintor contido no extintor de incêndio.Inspeção.270.br SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio em edificações e/ou áreas de risco por meio de extintores de incêndio (portáteis ou sobre rodas).mg. Augusto de Lima.gov.Bairro Centro CEP 30.11. NBR 11716 .INSTRUÇÃO TÉCNICA – 16 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.mg.2 Naquilo que não contrarie o disposto nesta instrução técnica. em função do risco.gov.bombeiros. NBR 11762 .4 Capacidade extintora: Medida do poder de extinção do fogo de um extintor. NBR 12962 . adota-se a NBR 12693 .6 Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual. são adotadas as definições de 4.Extintores de Incêndio classe A – ensaio de fogo em engradado de madeira NBR 9444 .Extintores de incêndio com carga de pó.130. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. em metros. 2. do ponto de fixação do extintor a qualquer ponto da área protegida pelo extintor. 4 DEFINIÇÕES Para efeitos desta Instrução Técnica. 4.2 Agente extintor: Substância utilizada para a extinção do fogo. 4. 4. 2 APLICAÇÃO 2.190-000 Site: www.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas edificações e área de risco. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. manutenção e recarga em extintores de incêndio.Extintores de Incêndio classe C – ensaio de condutividade elétrica. 4. 4.Extintores de incêndio com carga de espuma mecânica. NBR 11751 . NBR 10721 . protegida por uma unidade extintora. 4.Extintores de incêndio portáteis com carga de halogenados. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. constituídos de recipiente e acessórios contendo o .Extintores de incêndio com carga de gás carbônico. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico no Estado de Minas Gerais.1 a 4. NBR 12992 .Extintores de incêndio com carga d’água. NBR 9443 .Sistema de Proteção por Extintores de Incêndio.Extintores de incêndio classe B – ensaio de fogo em líquido inflamável. a ser percorrida por um operador. NBR 11715 .br Email: dat3@cbmmg. obtida em ensaio prático normalizado. 355 . NBR 13485 . de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.5 Distância máxima a ser percorrida: Distância máxima real.Manutenção de terceiro nível (vistorias em extintores de incêndio). Decreto Estadual nº 44.1 Área protegida: Área em metros quadrados de piso. medida em litro ou quilograma.

enquanto o incêndio é incipiente.2.11 Unidade extintora: Extintor que atende à capacidade extintora mínima prevista nesta norma. 5.3 Os extintores não devem ser instalados em escadas.2. com altura recomendada entre 0.2. 5. devem resistir a 3 (três) vezes a massa total do extintor. destinada a indicar a presença de um extintor.2. b) permaneça protegido contra intempéries e danos físicos em potencial.Sinalização de Emergência.2.2. B e C dentro de uma edificação ou área de risco. e) Haja menor probabilidade do fogo bloquear seu acesso. 5. coluna e/ou teto. de forma que a parte inferior do extintor permaneça no mínimo 0. .2. paredes ou divisórias. 4.10 m e 0.9 Deve ser instalado.1 Condições gerais O extintor deve ser instalado de maneira que: CLASSE DO FOGO A B C D Nota: Tabela 1 – Seleção do agente extintor segundo a classificação AGENTE EXTINTOR ÁGUA ESPUMA GÁS PÓ BC PÓ ABC HIDROCARBONETOS MECÂNICA CARBONICO ALOGENADOS (A) (P) (P) (A) (A) (P) (NR) (A) (A) (NR) (A) (A) (A) (A) (A) (A) (A) (A) Deve ser verificada a compatibilidade entre o metal combustível e o agente extintor (A) Adequado à classe do fogo (NR) Não recomendado à classe do fogo (P) Proibido à classe de fogo. até 1. parede. deve existir uma superfície transparente que possibilite a visualização do extintor no interior do abrigo.20 metros do piso acabado. 5 Generalidades 5. para que todos os usuários fiquem familiarizados com a sua localização. pelo menos. compostos químicos ou equipamentos.20 m do piso. à exceção do extintor de espuma mecânica.2. d) sejam adequados à classe de incêndio predominante dentro dá área de risco a ser protegida.2.2.2.5 Cada pavimento deve possuir. apoiados em suportes apropriados e afixados ao solo. não sendo aceitas combinações de dois ou mais extintores. 5. 5. além da sinalização.8 As unidades extintoras devem ser as correspondentes a um só extintor. d) casa de máquinas.10 Sinalização: Marcação pelo piso. 5. que não pode ficar trancado. f ) incinerador. no máximo.8 Extintor sobre rodas: Extintor que possui massa total superior a 196 N (20Kgf).1. 4.2.7 Quando os extintores de incêndio forem instalados em abrigos embutidos na parede ou divisória. tais como: a) casa de caldeira.1 O suporte de fixação dos extintores em paredes. 5. 5. e) galeria de transmissão. a) seja visível. divisórias ou colunas.2. 5.6 O extintor com agente de múltiplo uso ABC poderá substituir qualquer tipo de extintor de classes específicas A.2.2. 4.9 Princípio de incêndio: Período inicial da queima de materiais.2.1 Seleção do agente extintor segundo a classificação do fogo consta na tabela 1. no mínimo uma unidade extintora adequada às classes de risco existente no local.2. 5. g) elevador (casa de máquinas). a alça de suporte de manuseio deve variar. independente da proteção geral da edificação ou risco.2. 5. k) transformadores. b) casa de bombas.7 Extintor portátil: Extintor que possui massa total até 196 N (20 Kgf).2.2 Instalação 5.10 Em locais de riscos especiais devem ser instalados extintores de incêndio que atendam o item 6.2. um extintor de incêndio a não mais de 10 m da entrada principal da edificação e das escadas nos demais pavimentos. c) permaneça desobstruído e devidamente sinalizado de acordo com o estabelecido na IT 15 . desde que permaneçam.2 Extintores portáteis 5. j ) quadro de redução para baixa tensão.4 É permitida a instalação de extintores sobre o piso acabado.60 metros do piso. l ) contêineres de telefonia. c) casa de força elétrica. 4.2. h) ponte rolante.agente extintor destinado a combater princípios de incêndio. i ) escada rolante (casa de máquinas).2 Para a fixação em colunas. 4. em função do risco e da natureza do fogo.2.

6 PROCEDIMENTOS 6. por extintores que atendam à tabela 2 e 3 do item 6. 5. Tab. no máximo.2 Os extintores sobre rodas devem ser localizados em pontos estratégicos e sua área de proteção deve ser restrita ao nível do piso que se encontram.2. devem ser substituídos.1 desta Instrução Técnica.3.Determinação da unidade extintora. considerando o complemento por extintores portáteis. 80-B:C PÓ ABC 6.3. 5 .1. área e distância a serem percorridas para o fogo classe A RISCO Baixo Médio Alto Unidade extintora 2A 2A 4ª Área máxima protegida pela capacidade extintora de 1A 270 m2 135 m2 90 m2 Área máxima protegida por 800 m2 800 m2 800 m2 extintor Distância máxima a ser 20 m 20 m 20 m percorrida até o extintor Tab. 5.2. 2 Capacidade extintora mínima de extintor portátil CAP.3. Gás Liquefeito de Petróleo e Gás Natural devem ser seguidas as Instruções Técnicas 22. desde que atendam aos requisitos desta IT e que não distem mais que 5 metros do risco a proteger.1 Não é permitida a proteção de edificações ou áreas de risco unicamente por extintores sobre rodas.3 Extintores sobre rodas 5. exceto quando os reservatórios de inflamáveis/combustíveis forem enterrados.4 As distâncias máximas a serem percorridas pelo operador de extintores sobre rodas devem ser de 1. 23 e 24. 6 e 7. 5.2. admitindose. de forma alternada entre extintores portáteis e sobre rodas na área de risco.2. 5. 3 Capacidade extintora mínima de extintor sobre rodas TIPO DE CARGA ÁGUA ESPUMA MECÂNICA DIÓXIDO DE CARBONO PÓ BC CAP. a área de proteção.Área máxima a ser protegida por extintor RISCO EXTINTOR CLASSE A BAIXO MÉDIO ALTO 270 m2 405 m2 540 m 2 Tab.3.1 Fogo da classe A e B A capacidade extintora mínima dos extintores de incêndio.m) outros que necessitam de proteção adequada.1 Capacidade extintora A capacidade extintora mínima de cada tipo de extintor para que se constitua uma unidade extintora dever ser a especificada na tabela 2 e 3. as distâncias máximas a serem percorridas e a carga incêndio são as previstas nas tabelas 4.5 A proteção por extintores sobre rodas deve ser obrigatória: a) nas edificações onde houver manipulação e ou armazenamento de explosivos e líquidos inflamáveis ou combustíveis. EXTINTORA MÍNIMA 6-A 6-A: 40-B 10-B:C 80-B:C 6-A.2. 6.EXTINTORA TIPO DE CARGA MÍNIMA ÁGUA ESPUMA MECÂNICA DIÓXIDO DE CARBONO PÓ BC PÓ ABC COMPOSTOS HALOGENADOS 2-A 2-A: 10-B 5-B:C 20-B:C 2-A: 20-B:C 5-B: C 2A 3A 4A 6A 10A 20A 30A 540m 2 360 m2 800 m2 800 m 2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 540 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 .11 Para proteção por extintores de incêndio em instalações de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis.5 (uma vez e meia) os valores estabelecidos para os extintores portáteis nesta Instrução Técnica. 5. quando reprovado por não ser possível fazer sua manutenção.2. a proteção da metade da área total correspondente ao risco. Obs: As unidades extintoras que atendem a proteção geral da edificação poderão substituir a proteção dos riscos especiais. b) edifícios destinados à garagem coletiva e oficinas mecânicas sempre que tenham área superior a 200 m2 e não possuam hidrantes.2 Dimensionamento 6. 5. Tab. 4 .2.3 O emprego de extintores sobre rodas só é computado como proteção efetiva em locais que permita o livre acesso.2.1 Os extintores portáteis e sobre rodas (carreta) constantes dos projetos aprovados com data anterior à publicação desta Instrução Técnica.3.2. 5.

2. a ser percorrida será de acordo com a tabela 8. área a ser protegida. 6 . observando a distância máxima. RISCO BAIXO MÉDIO ALTO CARGA INCÊNDIO (MJ/m2) Até 300 MJ/m2 Acima de 300 até 1200 MJ/m2 Acima de 1. 7. A distância máxima em metros. 8 – Classe do fogo e distância máxima a ser percorrida CLASSE DO FOGO C D DISTÂNCIA MÁXIMA A SER PERCORRIDA (em metros) 20 20 .200 MJ/m 2 6. 7 – Classificação das Edificações e Áreas de Risco quanto a Carga Incêndio. Tab.2. Tab. a ser percorrida será de acordo com a tabela 8. bem como recomendações do fabricante do agente extintor.1 Os extintores devem possuir marca de conformidade concedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação. sua configuração.Determinação da unidade extintora e distância a ser percorrida para o fogo classe B RISCO UNIDADE EXTINTORA 10B 20B 20B 40B 40B 80B DISTÂNCIA MÁXIMA A SER PERCORRIDA (m) 10 15 10 15 10 15 BAIXO MÉDIO ALTO 7. Certificação e validade/garantia 7. em metros.2.2.2.Tab.2 Para efeito de vistoria do Corpo de Bombeiros o prazo de validade/garantia de funcionamento dos extintores deve ser aquele estabelecido pelo fabricante e ou da empresa de manutenção certificada pelo Sistema Brasileiro de Certificação.1 Para a proteção por extintores para a classe C devese utilizar extintores não condutores de eletricidade para proteger os operadores em situações onde são encontrados equipamentos energizados.2 Fogo da classe C e D 6.2 A determinação do tipo e quantidade de agente extintor para a classe D deve ser baseada no metal combustível específico. 6.

IT .Casos de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos 2 – Aplicação 3 – Referências Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .Bombas de incêndio D .Sistema de Mangotinho com ponto de tomada de água para mangueira de incêndio de 40 mm B – Reservatórios C .17 SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHOS PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .1 .Figura A.

NBR 10897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático – Procedimento. manutenção.br SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHOS PARA COMBATE A INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições necessárias exigíveis para dimensionamento.190-000 Site: www. NBR 5647-4 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6.270.gov. NBR 5590 – Tubo de aço-carbono com ou sem costura.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 1: Requisitos gerais. aceitação e manuseio. bem como as características dos componentes de Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para uso exclusivo de Combate a Incêndio.gov. NBR 5626 – Instalação predial de água fria.bombeiros. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. instalação. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. de acordo com o previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 355 . de classes 150 e 300. Hidrantes urbanos de incêndio – NBR 6414 – Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca – Designação.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 17 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 2: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 1. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 3: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0. NBR 5587 – Tubos de aço para condução. Augusto de Lima. para condução de fluídos – Especificação.130. NBR 5647-3 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6.60 Mpa. NBR 10351 – Conexões injetadas de PVC rígido com junta elástica para redes e adutoras de água – Especificação.1 – Dimensões Básicas – Padronização.75 Mpa. NBR 5647-2 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6.0 Mpa. para tubulação – Especificação.Bairro Centro CEP 30. NBR 6943 – Conexão de ferro maleável para tubulações – Classe 10 – Especificações. NBR 5647-1 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6. 20. NBR 6925 – Conexão de ferro fundido maleável. com rosca ANSI/ASME B1. NBR 5667 – Especificações. dimensões e tolerâncias – Padronização. 2 APLICAÇÃO Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias as instalações de Sistemas de Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio. pretos ou galvanizados por imersão a quente. com rosca NPT.mg. .3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 4: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0.mg.br Email: dat3@cbmmg. NBR 5580 – Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluídos – Especificação.

ASTM A 234 – Specification for piping fitting wrought carbon steel and alloy steel for moderate and elevate temperature. NBR 11861 – Mangueira de incêndio – Requisitos e métodos de ensaio. NBR 14105 – Manômetros com sensor de elemento elástico – Recomendações de fabricação e uso. ASTM B 584/1998 – Standard specification for copper alloy sand castings for general applications. ANSI/ASME B1. NBR 13434 – Parte 2 .A – Rio de Janeiro/RJ – 5º edição – 1. 4.8 – Brazing filler metal (Classifications BcuP-3 or Bcup-4). destinado a armazenar mangueiras. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos. 2004. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio.20. NBR 14349 – União para mangueira de incêndio – Requisitos e métodos de ensaio. ASTM D 2000 – Classification system for rubber products in automotive applications. ASTM B 30 – Specification for copper-base alloys in ingot form ASTM B 62 – Specification for composition bronze or ounce metal castings.5 Como construído – Documentos. NBR 13206 – Tubo de cobre leve. ASTM B 283 – Specification for copper and copper – Alloy die forgings (hot-pressed). para condução de água e outros fluídos – Especificação. NBR 13714 – Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para Combate a Incêndio. Hydraulics for Fire Protection – Harry E. AWS A5.3 Bombas de incêndio 4. esguichos. Bombas e Instalações de Bombeamento – Archibald Joseph Macintyre – Livros Técnicos e Científicos Editora S.991.3. EN 694 – Fire-fighting hoses – Semi-rigid hoses for fixed systems.2 Bomba de pressurização (jockey) – bomba hidráulica centrífuga destinada a manter o sistema automaticamente pressurizado em uma faixa preestabelecida 4. Instalações Hidráulicas e Sanitárias – Hélio Creder – Livros Técnicos e Científicos Editora S. dotado de porta. IT 22 – Sistema de Hidrantes e de Mangotinhos para Combate a Incêndio . NBR 12779 – Mangueiras de Incêndio .2 Altura da edificação – Medida. embutido ou aparente. que permite recalque de água para o sistema. Hickey – NFPA – Boston/Massachussaets/EUA – 1980 Fire Protection Engineering – NFPA – 2ª edição – 1. . BS 5041 Part 1 – Specification for landing valves for wet risers.Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de São Paulo.3 Bomba de reforço – Bomba hidráulica centrífuga destinada a fornecer água aos hidrantes e/ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente. 4.Inspeção.3. dimensões e cores. em metros.1 Bomba principal – Bomba hidráulica centrífuga destinada a recalcar a água para os sistemas de combate a incêndio. sob a projeção externa da parede do prédio. desenhos ou plantas do sistema.6 Dispositivo de recalque – Dispositivo para uso do corpo de Bombeiros. médio e pesados sem costura.1 Abrigo – Compartimento. 4. NBR 13434 – Parte 1 . manutenção e cuidados.Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Símbolos e suas formas. NBR 13432 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimentos. 4. NBR 12912 – Rosca NPT para tubos – Dimensões – Padronização. 4. entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (de pessoas). A – Rio de Janeiro/RJ – 2º edição – 1. quando estes não puderem ser abastecidos somente pelo reservatório elevado.NBR 11720 – Conexão para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar – Especificações. ao ponto mais alto do piso do último pavimento. 4.997. Associação Brasileira de Normas Técnicas.3. 4 DEFINIÇÕES 4.Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Princípios de projeto. Instalações Hidráulicas de Combate a Incêndio nas Edificações – Telmo Brentano – EDIPUCS – Porto Alegre.995.4 Carretel axial – Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semi-rígidas.7 NH – Hose coupling screw threads.

desde a reserva do incêndio até os hidrantes ou mangotinhos. 5. ábacos e tabelas. conexão de entrada de 2½”. sendo que o prolongamento da tubulação deve ter diâmetro no mínimo igual ou superior ao existente na tubulação de recalque do sistema. o dispositivo de recalque deve possuir um registro de recalque adicional com as mesmas características definidas em 5. adaptador (se necessário). Não é admitida a referência a outro projeto para justificar a aplicação de qualquer informação no memorial.14 Órgão competente – Órgão público federal.2 Projeto 5. 4.22 Sistema de hidrantes ou de mangotinhos – Sistema de combate a incêndio composto por reserva de incêndio.2. 4. 4.1. direção e controle ao jato.3 Recalque 5.12 Mangotinho – Ponto de tomada de água onde há uma (simples) saída contendo válvula de abertura rápida. constando cálculos. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto.16 Profissional legalmente habilitado – Pessoa física ou jurídica que goza do direito. se houver necessidade. pressão mínima de trabalho 13.21 Rota de fuga – Trajeto que deve ser percorrido pelos ocupantes da edificação a partir de qualquer ponto. haste ascendente com castelo quadrado para uso específico do CBMMG.8 Kgf/cm2 (200PSI).9 Inibidor de vórtice – Acessório da tubulação de sucção da bomba destinado a eliminar o efeito do vórtice (redemoinho) dentro de um reservatório. 4. elevações.1 Requisitos Gerais 5. mangueira semi-rígida. segundo a Constituição Federal. ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas. destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado. segundo as leis vigentes. seções. das especificações de materiais e equipamentos.11 Jato compacto – Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas. com cotas e com os hidrantes numerados).3. estadual. inclusive. rede de tubulação. .1. conexões e outros acessórios destinados a conduzir a água. destinado a dar forma.15 Poço de sucção – Aspecto construtivo do reservatório. 4. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta IT.1.2 Quando a vazão do sistema for superior a 1000 LPM. conexão de saída rosca externa 5FPP.19 Recalque – Válvula angular diâmetro 2½”corpo em latão.20 Reserva de incêndio – Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio. conforme prescrito na IT 01 – Procedimentos Administrativos. com chave especial. cálculos.3. 4.1 Todos os sistemas devem ser dotados de dispositivos de recalque. cujos engates devem ser compatíveis com junta de união tipo “engate rápido” de DN 65mm. vedação em borracha (etileno-propileno). 4. tabelas e outros recursos utilizados no projeto e no dimensionamento devem ser relacionados no memorial.18 Projeto – Conjunto de peças gráficas ou escritas. 4. rosca interna 11FPP (BSTP).23 Tubulação – Conjunto de tubos.17 Projetista – Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto. 4. de qualquer pavimento. 5. conforme especificado na tabela 2. 4.10 Instalador – Pessoa física ou jurídica responsável pela instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. 5. 5 PROCEDIMENTOS 5. ábacos.7 Esguicho – Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras. composto de plantas. 4. assim como o memorial. 4. 5. bombas de incêndio (quando necessário). de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio. mangueiras de incêndio e demais acessórios. É composto de parte descritiva. desde a concepção até a sua implantação e manutenção. 4 e 5). observado na extremidade de descarga do esguicho.2. bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações. 5. 3. consistindo em um prolongamento de diâmetro no mínimo igual ao da tubulação principal.13 Memorial – Conceitos. capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio.8 Hidrante – Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores. dimensionamentos e uma perspectiva isométrica da tubulação (sem escala.2 Todos os parâmetros.4. localizar. até um local seguro completamente livre dos efeitos de um incêndio. municipal. 4.3. premissas e etapas utilizados para definir. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação.24 Válvula – Acessório de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações. 4. 4. tampões.1 Os sistemas de combate a incêndio estão classificados em sistema de mangotinho (tipo 1) e sistemas de hidrantes (tipos 2.1 O sistema a ser instalado deve corresponder um memorial. esguicho regulável e demais acessórios. 4.2 O Corpo de Bombeiros pode solicitar documentos relativos ao sistema. necessárias à definição das características principais do sistema de hidrante ou mangotinho. 4. detalhes e perspectivas isométricas e.

6.6. com haste ascendente.1 Os tipos de sistemas previstos são dados na tabela 2. 5.5 Válvulas mangotinhos de abertura para hidrantes ou 5.1.1 Tipos de sistemas 5. a 0.5 O abrigo deve ter utilização exclusiva conforme estabelecido nesta Instrução Técnica.00m em relação ao piso do passeio da propriedade.5.4. 5. 5. 5. abertura rápida.3.5 Para cada ponto de hidrante ou de mangotinho são obrigatórios os materiais descritos na tabela 3. e) registro tipo globo angular 45º ∅ 63mm situado a no máximo 0.1 As válvulas dos hidrantes devem ser do tipo angulares de diâmetro DN65 (2½”). Classe 300. 5.6. de passagem plena e diâmetro mínimo DN25 (1”).6. 5.3 Os abrigos podem ser construídos em alvenaria com caixa interna metálica. ou no muro da divisa com a rua. 5. Figura 1 – Dispositivo de recalque no passeio público 5.4 Os abrigos devem ser em cor vermelha.4.2 As válvulas para mangotinhos devem ser do tipo abertura rápida.4. no máximo. a tomada de água e a botoeira de acionamento da bomba de incêndio podem ser instaladas dentro do abrigo desde que não impeçam a manobra ou a substituição de qualquer peça. 5. localizado a uma distância máxima de 10.4. 5.4. desde que sinalizados de acordo com a IT 15 – Sinalização de Emergência.1 As mangueiras de incêndio devem ser acondicionadas dentro dos abrigos em ziguezague ou aduchadas conforme especificado na NBR 12779. 5.4. 5.50 m da guia do passeio.60m e 1. A localização do dispositivo de recalque sempre deve permitir aproximação da viatura apropriada para o recalque da água.3. a partir do logradouro público. 5.60 m e pintada da cor vermelha.1. identificada pela palavra “INCÊNDIO”.6.0 metros até o local de estacionamento das viaturas do Corpo de Bombeiros. d) a introdução voltada para cima em ângulo de 45º e posicionada.6. com dimensões de 0. com fundo permeável ou dreno.4 Quando o dispositivo de recalque estiver situado no passeio público.50 m do nível do piso acabado.5. em madeira em fibra ou em vidro laminado. com a introdução voltada para a rua e para baixo em um ângulo de 45º e a uma altura entre 0. 2) vedação etileno propileno. 5. sendo que as mangueiras de incêndio semi-rígidas podem ser acondicionadas enroladas. Esta Válvula deve: 1) permitir o fluxo de água nos dois sentidos e instalada de forma a garantir seu adequado manuseio. d) jato compacto de 19 mm para sistema tipo 4.1.1.4 As vazões da tabela 2 devem ser obtidas no requinte do esguicho acoplado à sua respectiva mangueira de incêndio. b) jato compacto de 13 mm para sistema tipo 2. em materiais metálicos. 5.5. possuindo apoio ou fixação própria. 5. 5. com ou sem o uso de carretéis axiais ou em forma de oito.6 Requisitos específicos 5. devendo ser identificado e pintado na cor vermelha.3 As edificações.4 Abrigo . independente da tubulação que abastece o hidrante ou mangotinho.6 Os abrigos dos sistemas de hidrantes ou de mangotinhos não devem ser instalados a mais de 3. devendo estar em local visível e de fácil acesso.8 As mangueiras de incêndio. c) jato compacto de 16 mm para sistema tipo 3.7 É vedada a instalação do dispositivo de recalque em local que tenha circulação ou passagem de veículos. permitindo sua utilização com facilidade e rapidez. 5.5 O dispositivo de recalque pode ser instalado na fachada principal da edificação.3.6 O hidrante de recalque pode ser constituído de um hidrante de coluna externo. 5.3.4. pode ser selada para evitar o uso indevido.40 m x 0. 5. deve possuir as seguintes características.2 No interior do abrigo pode ser instalada a válvula angular. sendo que para o sistema tipo 1 a mangueira semi-rígida deve estar na posição enrolada. e) jato compacto de 25 mm para sistema tipo 5. com castelo quadrado de uso específico do CBMMG.3 Preferencialmente o dispositivo de recalque deve ser instalado de fronte ao acesso principal da edificação.2 As vazões da tabela 2 correspondem a: a) esguicho regulável na posição de maior vazão para sistema tipo 1.7 A porta do abrigo não pode ser trancada. b) a tampa deve ser articulada e requadro em ferro fundido ou material similar. conforme Anexo A. desde que o seu manuseio e manutenção estejam garantidos.1. para o livre acesso dos bombeiros. conforme Figura 1: a) ser enterrado em caixa de alvenaria. no entanto. c) estar afastada a 0.00 m da válvula angular ou esferas. em que for instalado o sistema do tipo 1 devem ser dotada de ponto de tomada de água de engate rápido para mangueira de incêndio de diâmetro 40 mm (1½”).15 m de profundidade em relação ao piso do passeio.3.4.

8.2 Os hidrantes ou mangotinhos devem ser distribuídos de tal forma que qualquer ponto da área a ser protegida seja alcançado por um esguicho (sistemas tipo 1. em metros de coluna d’água. Usualmente.4.4 Quando não for possível os afastamentos previstos no item 5.7.5. e d) de 1.7. em litros por minuto.1. desde que atenda os demais parâmetros desta IT. as vazões obtidas conforme a tabela 2 e condições de 5.6 O local mais desfavorável considerado nos cálculos deve ser aquele que proporciona menor pressão dinâmica no esguicho.1. g . L . sendo a soma dos comprimentos da tubulação e dos comprimentos equivalentes das conexões.é a perda de carga. considerando-se.85 x D-4.85 x C-1.87 x 104 onde: hf é a perda de carga em metros de coluna d’água. deverá atender ao afastamento de no mínimo 15 m ou uma vez e meia a altura da parede externa da edificação a ser protegida. g 2. k . 5.12. desde que devidamente dimensionados por cálculo hidraúlico.é o comprimento da tubulação (tubos).8. b) Hazen-Williams hf = J x L J = 605 x Q1. 5. deve ser projetado de tal forma que dê proteção em toda a edificação. Recomenda-se que sejam utilizadas mangueiras de incêndio de 65 mm de diâmetro para redução da perda de carga e o último lance de 40 mm para facilitar seu manuseio. C é o fator de Hazem Willians (ver tabela 1) D é o diâmetro interno do tubo em milímetros.7 Distribuição dos Hidrantes e ou Mangotinhos 5.3 Especificamente nas ocupações Residenciais (A2 e A3).7.8. o dimensionamento dos sistemas deve ser feito para cada tipo de sistema individualmente ou dimensionado para atender o maior risco. em metros por segundo.é o fator de atrito (diagramas de Moody e HunterRouse).0 a 1.2. nesse caso deve haver uma redução de mangueira de 2 ½” para 1 ½”.4 Para o dimensionamento.7 Nos casos de mais de um tipo de ocupação (ocupações mistas) na edificação (que requeira proteção por sistemas distintos). desde que comprovada a adequação técnica dos componentes empregados e atendido o requisito especificado em 5. Pode-se utilizar quaisquer dispositivos para redução de pressão. . a não mais de 10 m.7. 5. v . poderá ser admitido a utilização de até 45 metros de mangueiras. desde que comprovadas as suas adequações técnicas.6. g onde: hf . D .8.9 Recomenda-se que o sistema seja dimensionado de forma que a pressão máxima de trabalho em qualquer ponto não ultrapasse 100 mca (1000kPa).1. Situações que requeiram pressões superiores à estipulada serão aceitas.8. próximos a torres de concreto ou alvenaria munidas de escadas ou próximos aos cantos formados por paredes resistentes.3 A utilização do sistema não deve comprometer a fuga dos ocupantes da edificação. para qualquer tipo de sistema especificado. necessários e suficientes para garantir o funcionamento dos sistemas previstos nesta Instrução Técnica.8. desde que seja atendida a vazão mínima para cada esguicho prescrita na tabela 2 e alcance do jato.1 e 5.8.7. portanto.5 m do piso.8 Cada sistema deve ser dimensionado de modo que as pressões dinâmicas nas entradas dos esguichos não ultrapassem o dobro daquela obtida no esguicho mais desfavorável considerado no cálculo. deve ser considerado o uso simultâneo dos dois jatos de água mais desfavoráveis considerados nos cálculos. por segundo. em metros. quando o trajeto real da mangueira de incêndio ultrapassar a 30 metros. no mínimo. escadas e/ou acesso principal a ser protegido.2.5 Independente do procedimento de dimensionamento estabelecido.é a somatória dos coeficientes de perda de carga das singularidades (conexões). 5.8. 5. 5.8. 2. recomenda-se a utilização de esguichos reguláveis em função da melhor efetividade no combate. sendo que os resultados alcançados têm que satisfazer a uma das seguintes equações apresentadas: a) Darcy-Weisbach (“formula universal”) e fórmula geral para perdas de carga localizadas: hf = f.8 Dimensionamento do sistema 5.8. 5. Q é a vazão. sem que haja a necessidade de adentrar as escadas. no plano horizontal. L. em locais congestionados devem ser localizados ao lado de edifícios baixos. Lt é o comprimento total. os hidrantes externos devem ser localizados onde a probabilidade de danos pela queda de paredes seja pequena e impeça que o operador seja bloqueado pelo fogo e fumaça.é a velocidade do fluído.10 O cálculo hidráulico da somatória de perda de carga nas tubulações deve ser executado por métodos adequados para este fim. b) em posições centrais nas áreas protegidas. dos diâmetros dos acessórios e dos suportes.8. c) fora das escadas ou antecâmaras de fumaça. 2 e 3) ou dois esguichos (sistema tipo 4 e 5).v2 v2 + k. conforme item 5.é a aceleração da gravidade em metros por segundo. 5. 5. antecâmaras ou outros locais determinados exclusivamente para servirem de rota de fuga dos ocupantes. J é a perda de carga por atrito em metros por metros. em cada jato de água. 5. 5. devendo atender a alínea a obrigatoriamente.é o diâmetro interno.1 Os pontos de tomada de água devem ser posicionados: a) nas proximidades das portas externas. em metros. de alvenaria. f . considerando-se o comprimento da(s) mangueira(s) de incêndio através de seu trajeto real e desconsiderando-se o alcance do jato de água. D. 5.12. 5.8.1 O dimensionamento deve consistir na determinação do caminhamento das tubulações.2 No caso de projetos utilizando hidrantes externos. podendo ser utilizados até 60 m de mangueira de incêndio (preferencialmente em lances de 15 m).

50 mca (5.1 A bomba de incêndio deve ser do tipo centrífuga acionada por motor elétrico ou combustão.14 Para efeito de equilíbrio de pressão nos pontos de cálculos é admitida a variação máxima de para mais ou para menos 0. 5.0 kPa).11 Componentes das instalações 5. 5. C-84800 e C-86400 da ASMT B 584.10 Bombas de incêndio 5.referências normativas. através da interligação das tubulações. com o jato paralelo ao solo com o esguicho regulado para jato compacto. 5.7 As águas provenientes de fontes naturais tais como: lagos. 5.3 No caso de ocupações mistas com uma bomba de incêndio principal. 5. A altura manométrica total da bomba deve ser calculada para o hidrante mais desfavorável do sistema.8. mesmo com a bomba impossibilitada de funcionar.é a área interna da tubulação. 5. Q .. ou em especificações reconhecidas e aceitas pelos órgãos Oficiais.Os valores de "C" de Hazen Willians são válidos para tubos novos 5.9. em metros quadrados.3 Os componentes de vedação devem ser em borracha.12. devem ser captadas conforme descrito no anexo B. etc.1. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato. deve ser feito o dimensionamento de vazão da bomba e de reservatório para o maior risco e os esguichos e mangueiras podem ser previstos de acordo com os riscos específicos. a fim de obterem aceitação formal da utilização nas condições específicas da instalação expedidas pelos órgãos competentes.9.Fator "C" de Hazen-Williams 5. a qual deve ser calculada pela equação: V = Q/A para o cálculo da área deve ser considerado o diâmetro interno da tubulação.11 A velocidade da água no tubo de sucção das bombas de incêndio não devem ser superior a 2 m/s (sucção negativa) ou 3 m/s (sucção positiva). em metros por segundo.9. Tabela 1 .4 Deve ser previsto reservatório construído conforme o anexo B (normativo).9 Não é permitida a utilização da reserva de incêndio pelo emprego conjugado de reservatórios subterrâneos e elevados.8.12. liga 864 da ASMT B 30 para fundidos.9.12 Esguichos 5.10. 5.6 O reservatório que também acumula água para consumo normal da edificação deve ser adequado para preservar a qualidade da água.1 O alcance do jato compacto produzido por qualquer sistema adotado conforme tabela 2 não deve ser inferior a 8 m. 5.2 Devem ser construídos em latão ligas C-37700.8. Tipo de tubo Fator "C" Ferro fundido ou dúctil sem revestimento 100 interno Aço preto (sistema de tubo seco) 100 Aço preto (sistema de tubo molhado) 120 Galvanizado 120 Plástico 150 Ferro fundido ou dúctil com revestimento 140 interno de cimento Cobre 150 Nota . rios.10 Os reservatórios devem ser dotados de meios que assegurem uma reserva efetiva e ofereçam condições seguras para inspeção. . 5.1 Geral 5.3 Pode ser admitida a alimentação de outros sistemas de proteção contra incêndio.2 Os componentes que não satisfaçam a todas as especificações das normas existentes ou às exigências dos órgãos competentes e entidades envolvidas devem ser submetidos a ensaios e verificações. desde que todas unidades estejam ligadas diretamente a tubulação de sucção da bomba de incêndio e tenha subdivisões em unidades mínimas de 3 m³. C-46400 e C-48500 da ASMT B 283 para forjados ou C83600. no caso de rompimento ou bloqueio dos outros dois. 5. 5. conforme a NBR 5626. 5. com o jato paralelo ao solo.8.1 O alcance do jato para esguicho regulável produzido por qualquer sistema adotado conforme tabela 2 não deve ser inferior a 8 m. Outros materiais podem ser utilizados. A .13 No sistema de malha ou anel fechado. desde que atenda aos parâmetros da IT 18 . medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato. Onde: V .8.1.9.10.2 As prescrições e recomendações encontram-se no anexo C (normativo).2 O volume de água da reserva de incêndio encontra-se na tabela 4. a qual deve ser calculada conforme equação indicada em 5.Sistema de Chuveiros Automáticos. em metros cúbicos por segundo. possam ficar em operação.10. 5. sob comando ou automáticos.9.1. 5. açudes. pelo menos dois lados em uma malha que envolva quadras de processamento ou armazenamento. C-83800.9 Reservatório e Reserva de Incêndio 5.8 O reservatório pode ser subdividido.11. 5.é a vazão de água.1 A reserva de incêndio deve ser prevista para permitir o primeiro combate durante determinado tempo. 5. Quando o reservatório for elevado deverá ser instalado um sistema de passagem secundária (by pass).é a velocidade da água. desde que comprovada a sua adequação técnica e aprovado pelo órgão competente. conforme ASMT D 2000.12. 5.9. 5.9.1 Os componentes das instalações devem ser previstos em normas. ou bronze ASMT B 62. 5.11.11.1.12 A velocidade máxima da água na tubulação não deve ser superior a 5m/s. localizadas de tal maneira que. quando necessários.11.1.9. conforme aquelas descritas no item 3 .12. garantindo sempre fluxo de água na prumada.9. para fundidos.5.5 O inibidor de vórtice e poço de sucção para reservatório elevado deve ser conforme o anexo B. 5. deve existir válvulas de paragem com aste ascendente.

5. 5.13. 5. Recomenda-se a utilização de dispositivos de travamento para manter as válvulas na posição aberta.16.13. 5. recursos para simulação e ensaios.15.16. 5. 5.2 As roscas de entrada das vávulas devem ser de acordo com a NBR 6414 ou NBR 12912. 5.16 Tubulações e conexões 5. não excedendo os comprimentos máximos estabelecidos na tabela 2.5 Cada esguicho instalado deve ser adequado aos valores de pressão disponível e de vazão de água. que passam em dutos verticais ou horizontais e que sejam visíveis através da porta de inspeção.16. 5. quando estiverem em posição fechada.16. após comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema. através de laudo de laboratório oficial competente.16.12 A tubulação enterrada com tipo de acoplamento ponta e bolsa devem ser provida de blocos de ancoragem nas mudanças de direção e abraçadeiras com tirantes nos acoplamentos conforme especificado na NBR 10897/90. 5.16.1 A mangueira de incêndio para uso de hidrante deve atender às condições da NBR 11861.2 Para sistemas tipo 1 ou 2 pode ser utilizada tubulação com diâmetro nominal DN50 (2”). conforme a NBR 10897. ou materiais diferentes dos já citados. é recomendável que atendam aos requisitos da BS 5041 parte 1/87.16.4 As válvulas devem satisfazer aos ensaios de estanqueidade pertinentes.9 O meio de ligação entre os tubos.6 O adaptador tipo “engate rápido” para acoplamento das mangueiras deve obedecer a 5. 20.8 Todo e qualquer material previsto ou instalado deve ser capaz de resistir ao efeito do calor e esforços mecânicos.16.12. mantendo seu funcionamento normal.14 As conexões de ferro maleável devem ser conforme a NBR 6925 ou NBR 6943.16. 2 da BS 5041 PARTE 1/87.4 Os drenos. 5.4 O acionador do esguicho regulável. 5.15. considerando também toda a influência que a ocupação final é capaz de exercer.5 As tubulações aparentes do sistema devem ser em cor vermelha.1.1 As uniões de engate rápido entre mangueiras de incêndio devem ser conforme a NBR 14349. Para sistemas de hidrantes.1.15.13 Mangueira de incêndio 5.16. através de Laudo de laboratório oficial competente. 5.16 Os tubos de cobre devem ser conforme a NBR 13206. rígidos e espaçados em no máximo 4 m. 5.1.14. 5. 5. 5.1.1 e A. selo de conformidade e certificado de teste.14. no ponto de hidrante considerado. 5.12. 5. 5.15. conexões e acessórios diversos deve garantir a estanqueidade e a estabilidade mecânica da junta e não deve sofrer comprometimento de desempenho.16.50 m e fora da projeção da planta da edificação satisfazendo a todos os requisitos de resistência à pressão interna e a esforços mecânicos necessários ao funcionamento da instalação. 5. com objetivo de proporcionar manutenção em trechos da tubulação sem desativação do sistema. .1.16. 5.6 As válvulas que comprometem o abastecimento de água a qualquer ponto do sistema.12. somente devem ser utilizados enterrados a 0.7 NH/98.5. somente poderão ser utilizados.1 A tubulação do sistema não deve ter diâmetro nominal inferior a DN65 (2½”).13 Os tubos de aço devem ser conforme as NBR 5580. na forma de tubos e conexões. 5. 5.16. escorvas e outros dispositivos devem ser dimensionados conforme a aplicação. se submetidos à aprovação do CBMMG.14 Uniões / Engates 5. devem ser em cor vermelha.2 A mangueira de incêndio semi-rígida para uso de mangotinho deve atender às condições da EN 694/96 para o sistema tipo 1.15. deve-se preferencialmente utilizar lances de mangueiras de 15 m. devem ser do tipo indicadoras. deve permitir a modulação da conformação do jato e o fechamento total do fluxo. 5. de modo que cada ponto de fixação resista a cinco vezes a massa do tubo cheio de água mais a carga de 100 Kg.11 Os materiais termoplásticos.5 É recomendada a instalação de válvulas de bloqueio adequadamente posicionadas.13.15 As conexões de aço devem ser conforme ASTM A 234/97. conforme NBR 12779.3 Outros tipos de tubos e conexões que utilizem sistemas de acoplamento. 5. de alavanca ou de colar.14.1 Na ausência de normas brasileiras aplicáveis as válvulas.16.7 As tubulações destinadas à alimentação dos hidrantes e de mangotinhos não podem passar pelos poços de elevadores e/ou dutos de ventilação.10 A tubulação deve ser fixada nos elementos estruturais da edificação por meio de suportes metálicos. 5. 5. Os métodos de ensaios constantes no Laudo fornecido pelo laboratório oficial deverão ser realizados através de procedimento no mínimo igual ou superior aos recomendados para as tubulações e conexões especificadas na NBR 13714.15.6 Os trechos das tubulações do sistema. desde que comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema. para proporcionar o seu perfeito funcionamento. Válvulas 5. 5. não sendo permitido lance superior a 20 m (vinte metros). A tubulação de aço quando enterrada deve ser protegida com fita adesiva anticorrosiva ou outro processo de isolamento tecnicamente adequado suficiente para evitar a corrosão externa.15.3 As roscas de saída das válvulas para acoplamento do engate rápido devem ser conforme a NBR 5667 ou ANSI/ASME B1.16. se for exposto ao fogo.3 O comprimento total das mangueiras que servem cada saída a um ponto de hidrante ou mangotinho deve ser suficiente para vencer todos os desvios e obstáculos que existem.16.2 As dimensões e os materiais para a confecção dos adaptadores tipo engate rápido devem atender a NBR 14349. NBR 5587 ou NBR 5590. 5. especificados em A 1.

sendo. 5.18 Considerações Gerais 5.5 A chave de nível deve ser utilizada em tanque de escorva. onde seja necessária a proteção por sistemas de resfriamento e/ou de proteção por espuma. 5.2 O dimensionamento do sistema de hidrantes. de resfriamento ou de espuma.17. 5.18 Os tubos de PVC devem ser conforme as NBR 5647-1.18.Sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e IT 20 . BcuP-4. NBR 5647-3 e NBR 5647-4.6 do anexo B).5.17 As conexões de cobre devem ser conforme a NBR 11720. desde que alimentada por fonte alternativa de energia.16. 2) para edificações do Grupo A.5 Para fins de dimensionamento da reserva de incêndio para os casos do sistema de hidrantes. caso o trajeto real a percorrer pelo operador ultrapasse 30 m. tais como tanque ou parque de tanques. 3) para as edificações A2 e A3. NBR 5647-2. de acordo com AWS A5. Tal dispositivo deve ser capaz de operar normalmente após longos períodos de repouso ou falta de uso (ver B.16.18.17 Instrumentos do sistema 5. 5.4 Nas áreas de edificações.7.2 Devem ser instalados manômetros na instrumentação de partida da bomba de recalque. 5. Notas: 1) acima de 30 m de comprimento de mangueiras semi-rígidas é obrigatório o uso de carretéis axiais.16. 5.19 As conexões de PVC devem ser conforme a NBR 10351.5 vez a pressão máxima de trabalho. Tabela 2 . 5. será adotada a vazão mínima de 80 LPM.9.1.3 Quando o conjunto do sistema hidraúlico de combate a incêndio for único (bombas de incêndio e tubulações).8/92 ou equivalentes. 5. 5.16.18. conforme cada ocupação respectiva. que será apresentada durante a vistoria final. considerando a não simultaneidade de eventos. . devem atender as IT 19 . tais como: tanques isolados ou parques de tanques sejam separados das demais construções de acordo com a IT 22 – Armazenamento de Líquidos Inflamáveis ou Combustíveis. Outros tipos de solda podem ser usados.8. o volume da reserva do sistema de hidrantes calculado para as condições do item 5.7 A instalação e o ensaio deverão ser elaborados por profissional legalmente habilitado. durante 2 horas.1 Os instrumentos devem ser adequados ao trabalho a que se destinam.6 O sistema deverá ser ensaiado sob pressão hidrostática equivalente a 1.7 não é somado ao volume da reserva de água dos demais sistemas. poderá ser utilizado 45 m de mangueiras.18. 5. precedidos por registro esfera de abertura rápida.4 A pressão de acionamento a que podem estar submetidos os pressostatos corresponde a no máximo 70% da sua maior pressão de funcionamento. sendo confeccionada a respectiva ART de Execução.1 A proteção por sistemas de hidrantes para as áreas de risco destinadas a parques de tanques ou tanques isolados. devem seguir os parâmetros definidos pela tabela 4.17.3 Os manômetros devem ser conforme a NBR 14105/98.17.500 kpa no mínimo. de acordo com o item 5. 5. Não são tolerados quaisquer vazamentos no sistema. obrigatoriamente.18.Tipos de Sistema de Proteção por Hidrantes ou Mangotinhos Sistema Tipo Esguicho Mangueiras de incêndio Diâmetro Comprimento (mm) Máximo (m) 25 ou 32 45¹ 40 303 40 40 ou 65 65 30 30 30 Número de expedições Vazão mínima ao hidrante mais desfavorável (LPM)* 1002 125 250 400 650 Mangotinho Hidrante Hidrante Hidrante Hidrante 1 2 3 4 5 Jato regulável Jato compacto Ø 13 mm ou regulável Jato compacto Ø 16 mm ou regulável Jato compacto Ø 19 mm ou regulável Jato compacto Ø 25 mm ou regulável Simples Simples Simples Simples Duplo * as vazões correspondem a cada saída.Sistemas de proteção por espuma.17.8. sendo especificados pelo projetista. sendo utilizado para atender as condições do item 5.8. pelas suas características e localização no sistema.18. 5. as bombas de incêndio devem atender os maiores valores de pressão e de vazão dos cálculos obtidos.18. para garantia do nível de água e pode ser utilizada no reservatório de água somente para supervisionar seu nível. ou 1. desde que atendam o item 5. caso as áreas de risco. 5.17. 5. utilizando solda capilar com material de enchimento BcuP-3. a rede de hidrantes pode possuir uma bomba de pressurização para completar a altura manométrica necessária.

I. E-6. D-3. H-6. F-9 e H-4 M-1 F-8. I-1. E-1. I-2.T.000 De 3. 50 m³ Tipo 5 R.I.001 até 6. J-3 Carga Incêndio até 300 MJ/m2 ------------------------------------------------------------D-1.001 até 30. Reserva de Incêndio. H1. G-4. 60 m³ Nota: 1) R.000 De 10. 800 MJ/m 2 ----------------------------------------D-1.I. 80 m³ Tipo 5 R.18. C-3. I-2 e J-3 F-1 Tipo 3 R. 35 m³ Tipo 2 R. F-2. H-5.I. J-1.B-1.000 Tipo 1 R.I.I.I. E-4. 20 m³ Tipo 4 R.I. G-1. F-6.I.000 Acima de 30.I. engate rápido Não Sim Sim Sim Esguicho Sim Sim Sim Sim Mangueira semi-rígida Sim Não Não Não 5 Sim Sim Sim Sim Não Tabela 4 – Tipo de Sistema e Volume de Reserva de Incêndio mínima (m3) Grupo/Divisão Área das edificações e áreas de risco (m 2 ) A-2. F-1 Carga Incêndio acima de 300 2 até 800 MJ/m > 300 MJ/m² C-2.I.I. F-7.I. 16 m³ Tipo 2 R. E-5.I. 50 m³ Tipo 5 R. L-1 e 3. B-2.I. 6 m³ Tipo 1 R. H-3. D-2. 20 m³ Tipo 4 R. G-3. D-3 . 30 m³ Tipo 3 R. F-3. 30 m³ Tipo 5 R.001 até 15.I.I. 47 m³ Tipo 3 R.Tabela 3 – Componentes para cada hidrante simples ou mangotinho Materiais Tipos de Sistemas 1 2 3 4 Abrigo(s) Sim Sim Sim Sim Mangueira(s) de incêndio Não Sim Sim Sim Chave(s) para hidrantes. 2) Para a divisão M –2 adotar o item 5. 25 m³ Tipo 3 R. F-5.I.001 até 10. G-2.I. E-2.I. 12 m³ Tipo 1 R.000 De 15. D-4 L-2 e L-3 C-2. 140 m³ Até 3. 8 m³ Tipo 1 R.-----------------------e M-3 Carga Incêndio > 300 MJ/ m 2 Carga Incêndio > I-3.I. 12 m³ Tipo 2 R. 8 m³ Tipo 2 R.1 desta I. 16 m³ Tipo 1 R.I.I. C-1. J-2 -------------------------------------.I. H-2. 20 m³ Tipo 2 R.000 De 6. 35 m³ Tipo 2 R. 110 m³ Tipo 5 R.I. A-3. 30 m³ Tipo 5 R. J-4. D-4 . 25 m³ Tipo 1 R. G-5. . 40 m³ Tipo 3 R.I. 20 m³ Tipo 4 R. E.I.I. 18 m³ Tipo 3 R.I. 45 m³ Tipo 5 R. 90 m³ Tipo 3 R. F-10.I.I. 12 m³ Tipo 3 R. F-4.

ANEXO A (normativo) Sistema de mangotinho com ponto de tomada de água para mangueira de incêndio de 40mm. Válvula de abertura rápida Abrigo Mangueira semi-rígida Tomada de água para mangueira de 40 mm Esguicho regulável * A tomada de água para mangueira de 40mm poderá ser instalada fora da caixa do mangotinho. .

respeitando-se também as dimensões mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção.6 Não se deve utilizar o dispositivo antivórtice quando a captação no reservatório de incêndio ocorrer em posição horizontal.Anexo B (normativo) Reservatórios B.1 a B.1 a B. para os pontos dos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo. conforme ilustrado nas figuras B. B.1 Nestas condições.10 O reservatório deve ter localização.3 A tubulação de descida do reservatório elevado para abastecer os sistemas de hidrantes ou de mangotinhos deve ser provido de uma válvula de gaveta e uma válvula de retenção. B.7 Sempre que possível.3. conforme as figuras B.9 No caso de reservatório ao nível do solo.3.1 .1. não computando-se como reserva de incêndio. Podem ser utilizados reservatórios confeccionados com outros materiais. refrigeração de ar condicionado.4 O nível X é calculado como o mais baixo nível. e b) da face superior do tubo de adução (quando a adução for feita nas paredes laterais dos reservatórios) até os hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo. B. B. B.2.3. em sistema “by pass”. semienterrado ou subterrâneo. ou até uma piscina da edificação a ser protegida.3. B.1. deve ser totalmente protegido por parede resistente ao fogo. o tubo d’água de consumo deverá ser envelopado com concreto.1. B.3.2 Quando a altura do reservatório elevado não for suficiente para fornecer as vazões e pressões requeridas. desde que garanta-se as resistências: ao fogo.2.1.1. .1 Quando o abastecimento é feito somente pela ação da gravidade. A instalação desta bomba deve atender ao Anexo C e demais itens desta Instrução Técnica.1.1 e B.3.1 Os reservatórios construídos em fibra.6 O reservatório pode ser tanque de acumulação de água para resfriamento de máquinas. considerando-se o sentido reservatório–sistema. as dimensões mínimas A e B da tabela B. deve ser considerada como altura a distância entre o nível normal da água e o nível X da água. deve-se utilizar uma bomba de reforço. para garantir as pressões e vazões mínimas para aqueles pontos. Os drenos podem partir do fundo do reservatório. pode-se desconsiderar a dimensão A da tabela B.1 a B. dentro do possível. B. devendo a saída de incêndio ser pelo fundo e a de consumo pela lateral desse reservatório.3.1 Geral B. ainda assim deverão ser previstas. A válvula de retenção deve ter passagem livre.3 Reservatório ao nível do solo.3 A construção do reservatório deve ser em concreto armado ou metálico. sentido reservatório–sistema. B.3.1. antes de ser criado um vórtice com a bomba principal em plena carga. B. e com as dimensões mínimas A e B da tabela B.1.1. o reservatório elevado deve estar à altura suficiente para fornecer as vazões e pressões mínimas requeridas para cada sistema. B.1. obedecendo aos requisitos desta IT.2 A capacidade efetiva do reservatório deve ser mantida permanentemente. B. B. além dos requisitos desta IT. Na impossibilidade da saída de consumo ficar na lateral do reservatório. B. deve-se atender aos requisitos de B. no trecho da RTI. de fácil acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros.1. Essa altura é considerada: a) do fundo do reservatório (quando a adução for feita na parte inferior do reservatório) até os hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo. e deve ser determinado pela dimensão A da tabela B.1 Quando o reservatório atender a outros abastecimentos.3. B. B.2 Reservatório elevado (ação da gravidade) B.3.3.1.2. semi-enterrado ou subterrâneo.1 (ver tabela abaixo): Tabela B.5 É recomendado que a reposição da capacidade efetiva seja efetuada à razão de 1LPM por metro cúbico de reserva. B. conforme exemplos das figuras B.3.4 O reservatório deve ser provido de sistemas de drenagem e ladrão conveniente dimensionados e independentes. com o ponto de tomada da sucção da bomba principal localizado junto ao fundo deste. respeitando-se também as distâncias mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção.8 Caso não seja previsto o poço de sucção.1 a B.6. o abastecimento dos sistemas de hidrantes ou mangotinhos deve ser efetuado através de bombas fixas.3. as tomadas de água destes devem ser instaladas de modo a garantir o volume que reserve a capacidade efetiva para o combate.2 O reservatório deve conter uma capacidade efetiva. desde que garantida a reserva efetiva permanente.1. mecânicas e intempéries. B.3 Para o cálculo da capacidade efetiva.Dimensões de poços de sucção Diâmetro nominal do Dimensão A tubo de sucção (mm) (mm) 65 80 100 150 200 250 250 310 370 500 620 750 Dimensão B (mm) 80 80 100 100 150 150 B.3 e tabela B. B.2. o reservatório deve dispor de um poço de sucção como demonstrado nas figuras B.5 Quando o tubo de sucção D for dotado de um dispositivo antivórtice.

Tomada lateral de sucção para bomba principal Figura B.Tomada superior de sucção para bomba principal Figura B.Figura B.2 .3 – Tomada Inferior de sucção para bomba principal .1 .

68 x Q 0.6 são idênticas. B.4. B. no sentido da câmara de decantação.5 As dimensões da câmara de sucção.4 Cada bomba principal deve possuir uma câmara de sucção com respectiva câmara de decantação. e um diâmetro que obedeça à seguinte equação: D = 21. B. B.4 e B.4. açudes.6 a profundidade da água em canais abertos ou adufas (incluindo a adufa entre a câmara de decantação e a câmara de sucção). abaixo do menor nível de água conhecido de fonte.4.2 Nos casos das figuras B. represa. as aberturas do ralo citado devem impedir a passagem de uma esfera de 25 mm de diâmetro. incluindo a tabela B. para o açude. B.4 Fontes naturais (lagos. a grade deve ser suficientemente resistente para suportar a pressão exercida pela água em caso de obstrução. a posição da tubulação de sucção da bomba principal em relação às paredes da câmara.7 Antes de entrar na câmara de decantação.6.4.4 e B.357 onde: D .é a máxima vazão da bomba principal.4. B. localizada abaixo do nível de água e 14 com uma área agregada de aberturas de no mínimo 15 cm² para cada dm³/min da vazão Q.4. independente. a água deve passar através de uma grade de arame ou uma placa de metal perfurada. indicadas nas figuras B. e Q . submerso no mínimo um diâmetro abaixo do nível de água conhecido .4. suas dimensões devem ser conforme as figuras B.6 o conduto de alimentação deve possuir uma inclinação mínima constante de 0. B. não deve ser inferior ao indicado na tabela B.B. em decímetros cúbicos por minuto.1 Para estes casos. a entrada do conduto de alimentação deve possuir um ralo. a parte submersa da tubulação em relação ao menor nível de água conhecido e a sua distância em relação ao fundo. em milímetros. Figura B 4 – Alimentação natural do reservatório de incêndio . B.4.2.4. B. lagos ou lagoas. rios.4.6.4.3 A altura total dos canais abertos ou adufas deve ser tal que comporte o nível mais alto de água conhecido da fonte.2.é o diâmetro interno do conduto.9 Deve ser feita uma previsão para que as câmaras de sucção e de decantação possam ser isoladas periodicamente para a limpeza e manutenção. para as correspondentes larguras W e vazão Q.8 É recomendável que duas grades sejam previstas. lagoas) B. a outra pode ser suspensa para limpeza. sendo que enquanto uma delas se encontra em operação.4 x √h onde h é a profundidade da câmara de decantação.8%.11 Ainda nos casos da figura B. rios.6 A câmara de decantação deve possuir a mesma largura e profundidade da câmara de sucção e o comprimento mínimo igual a 4.4 a B. B.10 Nos casos da figura B.

Alimentação natural de reservatório por conduto .6 .5 –Alimentação natural de reservatório por canal Figura B.Figura B.

2 – Níveis de água e largura mínima para canais e adufa em função da vazão de alimentação Profundidade do local mm 250 w (mm) 88 125 167 215 307 334 410 500 564 750 1113 1167 1500 2000 4500 Q máx (dm³/min) 280 497 807 1197 2064 2341 3157 4185 4953 7261 12054 12792 17379 24395 60302 W (mm) 82 112 143 176 235 250 291 334 361 429 527 539 600 667 819 1000 500 Q máx Dm³/mim 522 891 1383 1960 3159 3506 4482 5592 6340 8307 11415 11816 13903 16273 21949 29173 W (mm) 78 106 134 163 210 223 254 286 306 353 417 425 462 500 581 667 2000 1000 Q máx (dm³/min) 993 1687 2593 3631 5647 6255 7825 9577 10749 13670 18066 18635 21411 24395 31142 38916 203320 .Tabela B.

C. ser utilizadas somente para este fim. indicando pelo menos os seguintes eventos: C.4 As bombas de incêndio devem ser protegidas contra danos mecânicos. ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão. deve ser dotado de uma botoeira para ligar manualmente tais bombas.2 As automatizações da bomba de pressurização (jockey) para ligá-la e desligá-la automaticamente e da bomba principal para somente ligá-la automaticamente devem ser feitos através de pressostatos instalados conforme apresentado na figura C.1. sem interposição de correias e correntes. fogo ou umidade.14. deve possuir pelo menos uma bomba elétrica ou de combustão interna.1. para compensar pequenas perdas de pressão. b) bomba em funcionamento.1 A pressão máxima de operação da bomba de pressurização (jockey) instalada no sistema deve ser igual à pressão da bomba principal .1. podendo ser na própria casa de bomba. C.1 As casas de bombas quando estiverem em compartimento enterrado ou em barriletes. . C. C.9 As bombas de incêndio.1.1 Geral C.13. C. uma bomba de pressurização (jockey) deve ser instalada. possuindo sinalização ótica e acústica. devem ser instaladas em condição de sucção positiva.13 Quando for necessário.e d) falta de energia no comando da partida . C. o que for menor. b) bomba em funcionamento. C.1. manipulação. Admite-se que a linha de centro do eixo da bomba se situe 2 m acima do nível X de água.5 As bombas principais devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica. C. possuindo a montante uma válvula de paragem e a jusante uma válvula de retenção e outra de paragem. nas bombas de incêndio e no painel de comando. em vazão e pressão. localizado na casa de bombas. tendo a(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes atendendo a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e/ou sistemas de proteção por espuma. acima do que é considerada condição de sucção negativa (ver figura C. sendo uma elétrica e a outra.13. transferência e distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis. C.14. deverão também ser dotadas de manovacuômetro para determinação da pressão em sucção.1.8 O funcionamento automático é indicado pela simples abertura de qualquer ponto de hidrante da instalação.14 O painel de sinalização das bombas principal ou de reforço.1). sendo que o barrilete deve possuir no mínimo 1. e d) chave na posição manual ou painel desligado. C.Anexo C (normativo) Bombas de Incêndio C.1.6 A automatização da bomba principal ou de reforço deve ser executada de maneira que. C.2 As dimensões das casas de bombas devem ser tais que permitam acesso em toda volta das bombas de incêndio e espaço suficiente para qualquer serviço de manutenção local.1 Quando o abastecimento é feito por bomba de incêndio.5 m de pé direito. devendo ser utilizada para este fim.1.1.10 As bombas de incêndio. de acordo com os critérios adotados. conforme 5. armazenamento.11 A capacidade das bombas principais. C. instalado em local seguro da edificação e que permita fácil acesso. é suficiente para manter a demanda do sistema de hidrantes e mangotinhos. Nos casos em que foram instaladas em condição de sucção negativa.1. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio. Esta condição é conseguida quando a linha do eixo da bomba se situa abaixo do nível X de água. tal bomba deve ter vazão máxima de 20 LPM. C. elétrica ou de combustão interna.9. medida sem vazão (shutoff). C. agentes químicos. c) baixa carga da bateria.2 Bomba de combustão interna: a) painel energizado. Recomenda-se que o diferencial de pressão entre os acionamentos seqüênciais das bombas seja de aproximadamente 10 mca (100 kPa).1.1. C. C.2 e ligados nos painéis de comando e chaves de partida dos motores de cada bomba. C. 1. ou a 1/3 da capacidade efetiva do reservatório.7 Quando a(s) bomba(s) de incêndio for(em) automatizada(s). movida com motor à explosão (não sujeita à automatização).1. deverão possuir acesso no mínimo através de escadas do tipo marinheiro. preferencialmente.1. inclusive viabilidade de remoção completa de qualquer das bombas de incêndio.12 Não é recomendada a instalação de bombas de incêndio com pressões superiores a 100 mca (1Mpa). C.1.1. intempéries.3 As bombas de incêndio devem. devem atingir pleno regime em aproximadamente 30 segundos após a sua partida.1. após a partida do motor seu desligamento seja somente manual no seu próprio painel de comando. manter a rede do sistema de hidrantes ou de mangotinhos devidamente pressurizada em uma faixa preestabelecida e.1.1.1 Bomba elétrica: a) painel energizado. deve ser previsto pelo menos um ponto de acionamento manual para a(s) mesma(s). C. c) falta de fase.16 As edificações que tenham áreas de risco destinadas a produção.1.15 As bombas principais devem ser dotadas de manômetro para determinação da pressão em sua descarga.2.

c) ter meios adequados que mantenham a tubulação de sucção sempre cheia de água. conforme especificado no item B.2. C.2. devendo ser mostrado nos cálculos hidráulicos e detalhe isométrico da rede.1 As bombas de incêndio dos sistemas de hidrantes e de mangotinhos podem dispor de dispositivos para acionamento automático ou manual.2 Bombas de incêndio acopladas a motores elétricos C.2. C. para os pontos de hidrantes ou mangotinhos que atendam as pressões e vazões mínimas requeridas em função da ação da gravidade.2.2.Figura C. ou quando aparentes em eletrodutos metálicos. .4 Os condutores elétricos das botoeiras devem ser protegidos contra danos físicos e mecânicos através de eletrodutos rígidos embutidos nas paredes. d) o volume do reservatório de escorva e o diâmetro da tubulação que abastece a bomba de incêndio devem ser para sistemas do tipo 1 no mínimo de 100 litros e diâmetro de 19 mm respectivamente e. exceto quando estes últimos se destinem a sistemas de proteção e combate a incêndio que utilizem a água como agente de combate. para sistemas do tipo 2 e 3 no mínimo de 200 litros e diâmetro de 19mm. C.2. junto a cada hidrante ou mangotinho.1 – Condição positiva de sucção da bomba de incêndio Vem das bombas Vai para hidrantes/mangotinhos Sistema de automatização da bomba principal 1 2 2 Sistema de automatização da bomba de 1 pressurização (Jockey) 3 ∅ 15 mm (1/2") 3 NA NA 5 4 4 5 3 NF ∅ 15 mm (1/2") NF 3 6 Figura C.2 – Cavalete de automação das bombas principal e de pressurização C.6 É permitida a instalação de bombas de incêndio com as sucções acima do nível de água.3): a) ter a sua própria tubulação de sucção. sendo a bomba de reforço acionada por botoeira do tipo “liga-desliga”. b) ter a válvula de pé com crivo no extremo da tubulação de sucção. não devendo passar em áreas de risco. pode ser dispensado as botoeiras junto a estes hidrantes ou mangotinho. desde que atenda os seguintes requisitos (ver figura C. C.3 Nos casos em que houver necessidade de instalação de bomba de reforço.2 Quando o acionamento for manual devem ser previstas botoeiras do tipo “liga-desliga”. e) o reservatório de escorva deve ter seu abastecimento por outro reservatório elevado e possuir de forma alternativa abastecimento pela rede pública de água da concessionária local.2. C.2.5 As bombas de incêndio não podem ser instaladas em salas que contenham qualquer outro tipo de máquina ou motor.

Reservatória de Escorva VR VP Manômetro Abastecimento direto da Rede Pública Tubulação de Recalque VR VP Manovacuômetro Bomba de Incêndio Reserva de Incêndio Válvula de Pé de Crivo VR=Válvula de Retenção VP=Válvula de Paragem Figura C.3 – Exemplo de afogamento de bomba de incêndio .

17 A partida do motor elétrico deve estar de acordo com as recomendações da NBR 5410 ou da concessionária local. d) vazão nominal. f) rotações por minuto sob a tensão nominal.9.7 A alimentação elétrica das bombas de incêndio deve ser independente do consumo geral.9 A entrada de força para a edificação a ser protegida deve ser dimensionada para suportar o funcionamento das bombas de incêndio em conjunto com os demais componentes elétricos da edificação.2.Normalmente aberta NF . sem prejuízo do funcionamento do motor da bomba de incêndio (ver figura C.21 O alarme acústico do painel deve ser tal que.15 Os motores elétricos também devem ser caracterizados através de placa de identificação.12 Nos casos em que a bomba de reforço. de forma a permitir o desligamento geral da energia.Válvula –gaveta 3 . C. Figura C. f) rotações por minutos de regime.e g) diâmetro do rotor. C. c) modelo da bomba.2.4).2. diagrama elétrico. indicando bomba em funcionamento. C. C. as bombas de incêndio acionadas por motor elétrico podem ser alimentadas por um gerador diesel.2. conforme especificado em B.2. ampéres.e i) freqüência. C.4 – Esquema de ligação elétrica para acionamento da bomba de incêndio C.8 Na falta de energia da concessionária.1 O sistema de partida deve ser do tipo magnético.2.16 O painel de comando para proteção e partida automática do motor da bomba de incêndio deve ser selecionado de acordo com a potência em CV do motor . C. C.Pontos de hidrantes /mangotinhos 6 .C. C. régua de bornes.2.22 O sistema de proteção dos motores elétricos deve ser conforme a NBR 5410.2. e) potência.2.2.14 Cada bomba principal ou de reforço deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante.2.2.2.11 Os fios elétricos de alimentação do motor das bombas de incêndio.Reservatório Nota: NA .2. C.5 . diagrama elétrico interno e listagem dos materiais aplicados. C.18 O painel deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba de incêndio e convenientemente protegido contra respingos de água e penetração de poeira.5.2 O período de aceleração do motor não deve exceder 10 segundos.20 Todos os fios devem ser anilhados.Válvula de retenção 4 .Registro de recalque 7 . d) número de série.Bomba de reforço 2 . c) modelo. C.13 A bomba de pressurização (jockey) pode ser sinalizada apenas com recurso ótico. leiaute. quando dentro da área protegida pelo sistema de hidrantes devem ser protegidos contra danos mecânicos e químicos. . C. h) corrente de funcionamento. C.17.Esquema de instalação de bomba de reforço abastecendo os pontos de hidrantes mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo Entrada Legenda: 1 .2.19 O painel deve ser fornecido com os desenhos dimensionais. fogo e umidade. for automatizada por chave de fluxo. uma vez cancelado por botão de impulso. b) número de série. a plena carga. em CV. g) tensão de entrada em volts.Normalmente fechada Chave Geral Chave para Bomba Consumo Figura C. b) tipo.2. C.2. atendendo ao requisito de C. a instalação pode ser conforme esquematizado na figura C.2.10 As chaves elétricas de alimentação das bombas de incêndio devem ser sinalizadas com a inscrição “ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE INCÊNDIO –NÃO DESLIGUE”. C. e) pressão nominal.Chave de fluxo com retardo 5 .2.17.2. volte a funcionar normalmente quando surgir um novo evento. C. de acordo com o diagrama elétrico correspondente. exibindo: a) nome do fabricante.2. em hertz.

o estado de carga de cada jogo de baterias. de acordo com as especificações do fabricante.6 O tanque de combustível do motor deve ser montado de acordo com as especificações do fabricante e deve conter um volume de combustível suficiente para manter o conjunto moto-bomba operando a plena carga durante o tempo de no mínimo duas vezes o tempo de funcionamento dos abastecimentos de água.23 As bombas de incêndio com vazão nominal acima de 600 LPM deverão dispor de um fluxo contínuo de água através de uma tubulação de 6mm ou placa de orifício de 6mm. C. sendo o ventilador acionado diretamente pelo motor ou por intermédio de correias.1.1 a C.3.3.3.1 São dotados de injeção direta de combustível por bomba injetora ou de ar comprimido. C. acionado diretamente pelo motor ou por correias. por meio de amperímetros e voltímetros. com suas respectivas tubulações de alimentação para bomba injetora.3.3.3. C. C. C.3.3.3. Vai para o reservatório ou tanque escorva União assento plano Figura C. C. durante 6 horas ininterruptas. C. considerando o regime contínuo de funcionamento.1.9 Um painel de comando deve ser instalado no interior da casa de bombas. no local onde forem instaladas.2 Por trocador de calor. C. o qual volta sempre à posição normal. localizadas na casa de bombas.3 A aspiração de ar para combustão pode ser natural ou forçada (turbo).2.3. de acordo com as especificações do fabricante.5 O escapamento dos gases do motor deve ser provido de silencioso.1. o qual deve manter a rotação nominal. C. C.3 Os sistemas de refrigeração aceitáveis devem ser os descritos em C. cada um deve ser dotado de seu próprio tanque de combustível.1 O motor a combustão deve ser instalado em ambiente cuja temperatura não seja. b) tipo.1. em qualquer hipótese. vindo água fria diretamente da bomba específica para este fim. O sistema de flutuação deve ser capaz de atender.3. A saída de água do trocador também deve ser posicionada conforme C. para cada sistema existente na edificação. e) potência em CV.12 Nos casos em que houver apenas uma bomba de incêndio.C. C.3 Bombas acopladas a motores de combustão interna C.4 Dispõe de controlador de rotação.3. d) número de série. determinando ainda. por motor à explosão. C. C. para a partida.1 A injeção direta de água. indicando bomba em funcionamento e sistema automático desligado (chave seletora na posição manual).3. e f) rotações por minuto nominal. independente. derivada da voluta da bomba e com retorno preferencialmente para o reservatório ou tanque de escorva (ver figura C. sendo direcionados para serem expelidos fora da casa de bombas.3. da bomba para o bloco do motor.3. por meio de um carregador duplo de baterias.3 Por meio de radiador no próprio motor. sem que haja danos às suas placas.3.1.6 – Arrefecimento da bomba principal elétrica . as quais devem ser múltiplas .3.3. C.3. C.5 Dispõe de meios de operação manual. C.3. devem ser mantidas carregadas por um sistema de flutuação automática. C. tolerada uma faixa de + 10% seja qual for a carga. C.3.3.3. A saída de água de resfriamento deve passar no mínimo 15cm acima do bloco do motor e terminar em um ponto onde possa ser observada sua descarga. C. sem chances de retornar ao seu interior. sem apresentar quaisquer avarias. inferior à mínima recomendada pelo fabricante e dotado de sistema de pré-aquecimento permanentemente ligado. com pressões limitadas pelo fabricante do motor.3. não sendo permitido o emprego de ar comprimido. a fim de se evitar o superaquecimento das mesmas.3.4. aos dois jogos de baterias (principal e reserva).3.3. c) modelo.1. as quais devem ser múltiplas.7 Existindo mais de um motor a explosão.6). o sistema de partida deve ser sempre automático.4 A entrada de ar para a combustão deve ser provida de um filtro adequado.3.10 As baterias do motor a explosão.4 Por meio de ventoinhas ou ventilador. C.2 São dotados de sistema de arrefecimento por ar ou água. C. de preferência no próprio motor.8 O motor a explosão deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante.3.3.11 O sistema de flutuação automática deve ser capaz de carregar uma bateria descarregada em até 24 horas.2 As bombas de incêndio devem ter condição de operar a plena carga. Deve ser instalada sob o tanque uma bacia de contenção com volume mínimo de uma vez e meia a capacidade do tanque de combustível.3.

D.5 Depósito de materiais incombustíveis.1.1 Nestes casos o cálculo da vazão deve atender a tabela 2.1 Áreas exclusivamente destinadas a processos industriais com carga de incêndio igual ou inferior a 100 MJ/ m2.2 Fica isenta a instalação de pontos de hidrantes ou de mangotinhos em edículas. ou nos pavimentos superiores de zeladoria com área até 70 m2 e apartamentos “duplex” ou “triplex”. desde que o caminhamento máximo adotado seja o comprimento estabelecido na tabela 2 desta IT. sobreloja. D.2 Ginásios poliesportivos e piscinas cobertas.1. D. D. sujeitos a reação com água. mezaninos. .1.1. D.3 Processos industriais com altos fornos onde o emprego de água seja desaconselhável. e que o hidrante ou mangotinho do pavimento mais próximo assegure sua proteção e o acesso aos locais citados não seja através de escada enclausurada.2. desde que quando embalados a carga incêndio não ultrapasse 100 MJ/m2 . D. desde que não utilizados para outros eventos que não atividades esportivas e desde que as áreas de apoio não ultrapassem 750 m2.1 Podem ser considerados casos especiais de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos as áreas das edificações com as seguintes ocupações: D.4 Nas áreas específicas de depósitos com materiais combustíveis. D.ANEXO D (normativo) Casos de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos.1. Neste caso deve ser protegido por agente extintor específico ou sistemas especiais indicado para o risco.

Hidrantes de recalque do sistema de chuveiros automáticos B – Sinalização dos Hidrantes de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos e do Sistema de Hidrantes 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C – Planilha de Cálculo Hidráulico 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Certificação e validade/garantia .IT – 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .

atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. onde houver exigência da instalação do sistema de chuveiros automáticos. cabe ao Responsável Técnico apresentar requerimento detalhando Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.mg. conforme estabelece a NBR 10897. como espaços ocultos. que não atendam às normas atuais. área de operação.190-000 Site: www.mg. 5.1 Os sistemas de proteção por chuveiros automáticos serão elaborados de acordo com critérios estabelecidos em normas técnicas brasileiras. 5 PROCEDIMENTOS 5.270. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.bombeiros. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. podendo deixar de abranger certas áreas.897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático para aplicação na análise e vistoria de processos submetidos ao Corpo de Bombeiros. deve-se atender a toda área de edificação.4 Nas edificações.897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático. suas atualizações ou outra norma que vier substituíla.130.1 Deverá haver uma cópia do projeto citado no item anterior à disposição na edificação para dirimir possíveis dúvidas do agente vistoriador.Proteção contra incêndio por chuveiro automático.3. deve ser elaborada uma proposta de Projeto Técnico.2 Adota-se a NBR 10. se o assunto não for por elas contemplado. as exigências previstas na IT 01 – Procedimentos Adminstrativos. Decreto Estadual nº 44.gov.br Email: dat3@cbmmg. 5. devendo ser apresentado o projeto executivo de chuveiros automáticos. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la com as adequações constantes no item 5 desta instrução.3 Para fins de apresentação junto ao Corpo de Bombeiros. 5. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e pânico.Bairro Centro CEP 30. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.gov. sendo aceita a norma NFPA – 13 da National Fire Protection Assiciation. 2 APLICAÇÃO 2.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações onde é exigida a instalação de chuveiros automáticos. 5. de acordo com o Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 355 . 2.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. tabelas e demais parâmetros técnicos deverão seguir os critérios contidos nas normas técnicas. Augusto de Lima. com simbologia atendendo ao contido na IT 03. 5.5 Para as edificações já construídas anteriores à vigência desta IT. contendo além do especificado nas normas técnicas da ABNT.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica visa a adequar o texto da norma NBR 10. .2 A classificação do risco. NBR 10897 .

segundo o anexo A desta IT. 15. 5. deve constar no projeto enviado ao Corpo de Bombeiros a planilha de cálculo hidráulico conforme o anexo C desta IT.16 Para o sistema de pressurização.12.12.3 O hidrante de recalque para chuveiros automáticos e o hidrante de recalque para hidrantes. 5.9 Para edificações que possuam estoques de mercadorias. deverão ser utilizadas válvulas redutoras de pressão. .19 Não são aceitas placas de orifícios para balanceamento do sistema de chuveiros automáticos. possuindo mecanismos que possibilitem a fácil supervisão dos circuitos.1 Quando for feito o dimensionamento por cálculo hidráulico. antes das válvulas de governo e alarme. 5. o desligamento somente possa ser ativado manualmente. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la.4 Quando a rede de alimentação for comum para chuveiros e hidrantes e existir franco e fácil acesso aos hidrantes externos.15 Nas edificações elevadas. previstos na NBR 10897. 5. 5. aprovadas para o uso em instalações de proteção contra incêndios.10 O dimensionamento do sistema pode ser feito por tabelas. a instalação desta válvula de governo pode ser dispensada.18. 5.8 Nos casos de edificações com ocupação mista. com tampa metálica.12. sendo que após a instalação de pelo menos uma para cada limite de área atendida. tabelas e cálculo hidráulico ou cálculo total. após a partida do(s) motor(es).17. de forma a avisar quando passar água no sistema a partir do funcionamento de um único chuveiro. estes podem substituir o hidrante de recalque.1 O circuito do alarme de que trata este item deverá ser supervisionado. apresentando as medidas mitigadoras adotadas. mantendose a reserva exclusiva definida para o sistema. de forma que estejam em condições de operar mesmo quando o sistema de chuveiros estiver em manutenção. a reserva de incêndio deve ser calculada em função da vazão de risco mais grave e do tempo de funcionamento do risco predominante. 5.14 Quando não houver necessidade da instalação de mais do que uma válvula de governo e sendo a reserva efetiva.1 O painel de comando deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba e convenientemente protegido contra os respingos provenientes destas. ficando sob o controle da respectiva válvula de governo e alarme. 5.60 m e máxima de 1.1 Em prédios comerciais a tomada de recalque pode ser localizada preferencialmente na fachada principal ou muro de divisa com a rua. interligando a mesma ao sistema de alarme principal da edificação. providas de adaptadores de engate rápido conforme figura do anexo B. normalmente presente nas válvulas de governo e alarme.12. ficando as tomadas de fundo para o sistema de chuveiros automáticos. situada acima do pavimento mais elevado. 5. pode ser substituído pelo alarme elétrico. de acordo com o risco e a norma adotada.13 As tubulações para hidrantes e mangotinhos devem ser conectadas às tubulações principais. 5.12 O hidrante de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos deverá possuir duas entradas de água de 63 mm de diâmetro. Admite-se a conexão da tubulação de mangotinhos após a válvula de governo e alarme se protegerem área diferente daquela que os chuveiros estejam dando cobertura. 5.17 O gongo hidráulico. deverá ser de 916mm. os demais pavimentos podem conter apenas as chaves de fluxo secundárias. o painel de comando(s) da(s) bomba(s) principal(is) deverá permitir que. 5. a distância livre mínima do defletor do chuveiro ao topo do estoque deverá ser de 456mm para chuveiros standard e para chuveiros especiais. 5. 5. de modo que atenda às funções da válvula de governo e alarme. Estes equipamentos podem ser protegidos contra a descarga de água proveniente destes por meio de anteparos nãocombustíveis. para apreciação do Corpo Técnico.7 Não é permitida a falta de chuveiros pela simples presença de equipamentos elétricos. a tomada de recalque pode ser localizada dentro de uma caixa de alvenaria. 5. em sistemas conjugados ou não. a uma altura mínima de 0.11 Nos casos em que hidrantes e mangotinhos são instalados em conjunto com o sistema de chuveiros automáticos. 5. 5. 5. 5. devem ser garantidas as vazões e pressões mínimas exigidas. e que atendam aos requisitos técnicos previstos nas normas técnicas oficiais. sendo somadas as reservas efetivas de água para o combate a incêndios. segundo anexo A. constituídas de múltiplos pavimentos. substituindo-se por válvula de retenção instalada na expedição da bomba e chave de fluxo para acionamento do alarme.20 Quando for necessária a redução de pressão.6 A área de aplicação deve ser sempre considerado como a área do piso. para cada válvula de governo e alarme. 5.21 Em reservatórios elevados o ponto de tomada de água para consumo deve ser lateral. 5.os itens que necessitam de dispensa da exigências com as argumentações e a impossibilidade técnica. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la. quando independentes obedecerão à sinalização segundo o anexo B desta IT. com as indicações constantes no anexo B e especificações da NBR 10897.10. 5.00m em relação ao piso.18 O painel de comando elétrico que compõe o sistema de proteção por chuveiros automáticos deve ser conforme prevê a NBR 10897.2 Se for comprovado tecnicamente ser impossível a especificação anterior. serão aceitos os limites máximos para cada válvula de governo e alarme.

suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la. sendo confeccionada a respectiva ART de Execução. 6 CERTIFICAÇÃO E VALIDADE/GARANTIA Os componentes do sistema deverão possuir selo de homologação dos laboratórios responsáveis: ABNT. sem interposição de correias ou correntes.23 Sempre que possível. FM. para verificação em vistoria e manutenção da tubulação. que será apresentada durante o pedido de vistoria conforme a IT 01.26 A instalação e o ensaio deverão ser elaborados por profissional legalmente habilitado. UL. ser provido de uma conexão de ensaio (dreno). 5. 5. de conformidade com a NBR 10897. 5. .5. 5.22 A bomba deve operar com sua capacidade nominal dentro de 30 segundos após a partida. ULC e LPC. as bombas devem ser instaladas sob condição de sucção positiva (afogadas).24 As bombas devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica a motores elétricos ou a diesel.25 Deverá o sistema de chuveiros automáticos. sendo permitida a sucção negativa quando comprovadamente for inviável a primeira condição.

ANEXO A Hidrantes de recalque do sistema de chuveiros automáticos .

ANEXO B Sinalização dos Hidrantes de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos e do Sistema de Hidrantes .

ANEXO C Memória de cálculo do dimensionamento do sistema de chuveiros automáticos vazão Chuveiro Balanceada Calculado Trecho Chuveiro Trecho Diâmetro Referência Adotado Memória de Cálculo Comprimento Equivalente Total Perda de Carga Desnível Unitária Total Pressão Observações Fator K * Real 1 2 3 4 Nó A Nó B Nó C MB R’i-MB R’i - 1/mim 1/mim 1/mim mm mm pol m m m m m m mca KPa (*) 1/mim a mca-1/2 ou 1/mim x Kpa-1/2 _ _ .

IT - 19
SISTEMA DE RESFRIAMENTO PARA LIQUIDOS E GASES INFLAMAVEIS E COMBUSTIVEIS

SUMÁRIO
1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 19

DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro. CEP 31.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

SISTEMA DE RESFRIAMENTO PARA LIQUIDOS E GASES INFLAMAVEIS E COMBUSTIVEIS

1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para segurança contra incêndio, exigências e práticas recomendadas para a elaboração de projetos de sistemas de resfriamento com água. 2 APLICAÇÃO 2.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e áreas de risco destinadas a produção, manipulação, armazenamento, transferência, distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis, relacionados a: a) destilaria, refinaria e unidade de processamento; b) plataforma de carregamento, estação de carregamento, e envasamento de gás liqüefeito de petróleo ( GLP ); c) parques de tanques ou tanques isolados; d) armazém e áreas destinadas a líquidos e gases combustíveis e inflamáveis, acondicionados em recipientes transportáveis. 2.2 Esta Instrução Técnica não se aplica: a) armazenagem de líquidos reativos ou instáveis; b) instalações marítimas off-shore; c) armazenagem de líquidos criogênicos e gases liquefeitos; d) aspectos toxicológicos dos produtos; e) instalações de armazenagem de líquidos combustíveis e inflamáveis que disponham de Normas Brasileiras específicas, tais como aeroportos. 3 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA NORMATIVA E

Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44.270, de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 7505 – Armazenagem de petróleo, seus derivados líquidos e álcool carburante. NBR 13860- Glossário de termos relacionados a segurança contra incêndios. NB – 98 - Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis. Petrobrás, N-1203 D, de julho de 1997 – Projetos de sistemas fixos de combate a incêndio com água e espuma. Petrobrás, N-1645 D, de dezembro de 1999 – Critérios de segurança para projetos de instalações fixas de armazenamento de gás liquefeito de petróleo. NFPA-15 - Standard for Water Spray Fixed Systems for Fire Protection - edição 1996. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica, aplicam-se as definições da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico, complementada pelas seguintes definições: 4.1 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37,8ºC, subdividido como segue: a) Classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37,8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de

Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas:

óleo diesel, aguarrás e querosene (iluminante e de aviação). b) Classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93,4ºC - todos os tipos de óleo combustível. c) Classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93,4ºC - todos os tipos de lubrificantes. 4.2 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37,8ºC, também conhecido como líquido Classe I, subdividindo-se em: a) Classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação). b) Classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37,8ºC – todos os tipos de álcool. c) Classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22,8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8ºC. – solventes (conforme ficha de segurança do produto). 4.3 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que, no estado puro ou nas especificações comerciais, por efeito de variação de temperatura e pressão, ou de choque mecânico, na estocagem ou no transporte, se tornem autoreativos e em conseqüência se decomponham, polimerizem ou venham a explodir. 4.4 Área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação. 4.5 Área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação. 4.6 Área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação. 4.7 Área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais, podendo ser edificada ou aberta, sobre piso, com ou sem acabamento ou em terreno natural, esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada, conforme o caso. 4.8 Risco isolado: é o risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados, suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra. 4.9 Posto de abastecimento interno: Instalação interna a uma indústria ou empresa cuja finalidade única é o abastecimento de combustível e ou lubrificantes para sua frota própria ou de seu uso. 4.10 Posto de abastecimento: Local restrito onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos, aeronaves, barcos, etc.

5.1 O resfriamento pode ser realizado por meio de: a) linha manual com esguicho regulável; b) canhão monitor manual ou automático; c) aspersores fixos. 5.2 O armazenamento em tanques subterrâneos não necessita de proteção contra incêndios por resfriamento. 5.3 Para o projeto dos sistemas de proteção consideram-se dois conceitos fundamentais: a) dimensionamento pelo maior risco isolado; b) não simultaneidade de eventos, isto é, o dimensionamento deve ser feito baseando-se na ocorrência de apenas um incêndio. 5.4 Independentemente das facilidades de combate ao fogo, grupos de vasos com espaçamento horizontal inferior a 7,5 metros devem ser considerados como único risco. 5.5 Cada quadra de unidade de processo constitui um risco isolado. 5.6 O suprimento deve ser baseado em uma fonte inesgotável (mar, rio, lago) o qual deve ser capaz de demanda de 100% da vazão de projeto em qualquer época do ano ou condição climática. Na inviabilidade desta solução, deve ser previsto um reservatório com capacidade para atender à demanda de 100% da vazão de projeto durante o período de tempo descrito abaixo: a) 06 horas para refinarias, terminais, bases de distribuição e outras instalações com capacidade de armazenamento de petróleo e derivados igual ou superior a 40.000 m3; b) 04 horas para parques de tanques ou outras instalações com capacidade entre 10.000 m3 e 40.000 m3; c) 03 horas para parques de armazenamento de gases liquefeitos de petróleo, sob pressão, em esferas e cilindros, plataforma de carregamento, estação de carregamento e envasamento com qualquer capacidade e em qualquer tipo de instalação. Os casos particulares tratados nesta instrução técnica devem atender às respectivas autonomias estabelecidas; d) 02 horas para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 1000 m3 e 10.000 m3; e) 01 hora para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 120 m3 e 1.000 m3; f) 45 minutos para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 50 m3 e 120 m3; g) 30 minutos para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 20 m3 e 50 m3; 5.6.1 Para o cálculo do volume do reservatório, deve ser considerada a capacidade de armazenamento do maior risco isolado. 5.6.1.1 Os casos citados nas alíneas a, b e c do item 5.6, se o abastecimento do reservatório for simultâneo ao incêndio, o seu volume poderá ser reduzido

5 PROCEDIMENTOS

proporcionalmente às condições deste abastecimento, desde que o volume mínimo do reservatório atende a demanda para 120 minutos. No caso de reabastecimento por bombeamento, as bombas e os respectivos acionadores devem atender aos mesmos requisitos das bombas principais de combate a incêndio. 5.6.2 A água usada no sistema em operação pode ser doce ou salgada e sem tratamento. 5.6.3 O sistema deve ficar pressurizado com água doce, a fim de evitar-se a rápida formação de incrustações e corrosão. No caso de utilização de água salgada, toda a tubulação deve estar adequada para esta finalidade. 5.6.4 No caso de material sólido em suspensão deve ser previsto dispositivo para a retenção das impurezas e limpeza das linhas sem interrupção do abastecimento. 5.6.5 Para cálculo do suprimento de água deve ser adotado o valor correspondente ao maior risco para: a) resfriamento de unidade de processo; b) resfriamento de um tanque atmosférico em chamas e dos tanques vizinhos; c) aplicação de espuma a um tanque e resfriamento dos tanques vizinhos; e. d) resfriamento de vasos de pressão para o armazenamento de gases liquefeitos. 5.6.6 Para a aplicação da espuma consultar a IT 20 Sistema de Proteção por Espuma. 5.6.7 No(s) dimensionamento(s) da(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes que atenderem a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis, será obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio, sendo uma elétrica e a outra movida com motor à explosão (não sujeita à automatização); ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão. Outros arranjos de bombas de incêndio aceitáveis são duas bombas elétricas principais alimentadas por um grupo moto-gerador automatizado com autonomia mínima de 06 horas de funcionamento ou duas bombas de incêndio com motor a explosão (podendo uma delas ter acionamento manual). 5.6.7.1 Será permitida a instalação de uma única bomba para locais que contenham tanques de armazenamento com capacidade máxima de 120 m³, bem como para os recipientes de GLP citados nos itens 5.12.1.1 e 5.12.2.2. 5.7 Hidrantes e canhões monitores 5.7.1 Em todos os locais onde haja risco de vazamento ou derrame de produto devem ser previstos hidrantes. 5.7.2 Os hidrantes devem ser instalados em locais de fácil acesso, mesmo que haja necessidade de estender uma derivação da rede principal. 5.7.3 A quantidade mínima de linhas de resfriamento e canhões monitores deve ser calculada em função da demanda de água de combate a incêndio. No caso de utilização de anéis de resfriamento nos tanques, esta demanda pode ser abatida da vazão total para dimensionamento da quantidade de hidrantes. Deve ser previsto pelo menos uma linha ou canhão para cada tanque

vizinho e duas linhas ou canhões para o tanque em chamas, simultaneamente considerando o cenário do cálculo hidráulico. 5.7.3.1 Após a definição do cenário de combate a incêndio pelo maior risco, os dimensionamentos do sistema hidráulico deve levar em consideração o funcionamento simultâneo de todas as linhas manuais e canhões monitores necessários para atender à demanda de água para o sistema de resfriamento. O projetista deve levar em consideração também o sistema de proteção por espuma, de acordo com a IT 20. 5.7.4 Em bacias com capacidade de armazenamento não superior a 35.000 m3, a distância máxima entre hidrantes deve ser de 60 m e devem ser localizados de tal forma que o comprimento de mangueira seja no máximo 60 m. 5.7.5 Em bacias com capacidade de armazenamento superior a 35.000 m3, a distância máxima entre hidrantes deve ser de 100 m e devem ser localizados de tal forma que o comprimento de mangueira seja no máximo 90 m. 5.7.6 Os hidrantes devem possuir no mínimo duas saídas com diâmetro nominal de 65 mm, dotadas de válvulas e de conexões de engate rápido. A altura destas válvulas em relação ao piso deve estar compreendida entre 1 m e 1,5 m. 5.7.7 Os canhões monitores podem ser fixos ou portáteis para água ou espuma, ou ainda para ambos. 5.7.8 Os hidrantes e os canhões fixos, quando manualmente operados, devem ser localizados a distância de 1,5 ( uma vez e meia) a altura do tanque, a partir do seu costado, para aqueles com diâmetro até 9 metros, e de 15 metros a 75 metros do costado para os tanques com diâmetros superiores a 9 metros. 5.7.9 Atendendo-se às necessidades de vazão e pressão da rede de hidrantes, os canhões monitores usados para resfriamento ou extinção de incêndio em tanques verticais ou horizontais devem ser capazes de resfriar teto e o costado. 5.7.10 A vazão mínima de água para as linhas manuais de resfriamento deverá ser de 200 LPM, com o emprego obrigatório de esguichos reguláveis. Para as áreas cobertas a pressão mínima será de 343,2 KPa (35,00 mca) e para as áreas descobertas será de 441,3 Kpa (45,00 mca). 5.7.11 Cada ponto da área de risco ou dos tanques e cilindros a serem protegidos devem ser atendidos pelo menos por uma linha manual de resfriamento. 5.7.12 Os canhões monitores devem ser especificados para permitir uma vazão mínima de 800 LPM na pressão de 549,25 kpa (56 mca), um giro horizontal de 360º e um curso vertical de 80º para cima e de 15º para baixo da horizontal, admitindo-se o emprego de esguichos que produzam somente jato sólido. Para efeito de projeto, deve ser considerado o alcance máximo na horizontal de 45 m quando em jato. 5.8 Refinaria, destilaria ou unidade de processo de refinaria 5.8.1 Uma unidade de processo deve ser protegida por meio de hidrantes e canhões monitores fixos. Em caso de vasos que armazenam gases inflamáveis liquefeitos sob

pressão devem ser usados aspersores fixos, conforme NFPA-15/96. 5.8.1.1 A vazão do sistema deve ser determinada em função da área definida pelo limite de bateria da unidade de processo, multiplicada pela taxa de 3 LPM/m2, devendo-se adotar como vazão mínima 4.000 LPM e como vazão máxima 20.000 LPM. 5.8.2 Os canhões monitores podem ser substituídos por sistemas de aspersores fixos, projetados conforme NFPA15/96. 5.9 Plataforma de carregamento, estação de carregamento e envasamento de cilindros de gás liquefeito de petróleo 5.9.1 Nas instalações é indispensável à utilização de aspersores fixos projetados conforme a NFPA-15/96. 5.9.2 A área a ser considerada deve levar em conta o transbordamento decorrente das operações de carga e descarga. O propósito que o dimensionamento deve considerar a proteção das áreas da ilha de carregamento em torno do caminhão ou vagão tanque. Havendo canaleta para captação de derrame de produto na área de carregamento e descarga, considerar a área circunscrita ao canalete como referência para o direcionamento da proteção. 5.10 Parques de tanques ou tanques isolados 5.10.1 Os tanques de armazenamento de superfície ou aéreos com volume total e igual ou inferior a 120 m3, contendo: a) líquidos combustíveis classe IIIA, não necessitam de sistema de resfriamento, desde que estejam isolados e em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais. b) líquidos classe IIIB, isenta-se do sistema de resfriamento, desde que o produto não seja pré-aquecido e os tanques estejam isolados e em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais. 5.10.2 Para o resfriamento através de aspersores deverá haver uma superposição entre os jatos dos aspersores, equivalente a 10% de dimensão linear coberta por cada aspersor. 5.10.2.1 Para tanques com altura acima de 10 m, será obrigatória a colocação de anéis de aspersores a partir do topo do tanque, sendo o espaçamento entre os anéis dimensionados de acordo com o desempenho do equipamento e especificação do fabricante, não havendo necessidade de anéis na base do tanque. 5.10.2.2 Deverá ser previsto no mínimo um anel de resfriamento instalado a partir do topo do tanque. 5.10.2.3 Quando a altura dos tanques for inferior a 10 metros, será aceito o resfriamento por meio de linhas manuais, ou canhões monitores. 5.10.3 Para efeito de cálculo, são considerados vizinhos os tanques que atendam a um dos seguintes requisitos:

a) quando o tanque considerado em chamas for vertical e a distância entre seu costado e o costado (ou parede externa) do tanque vizinho for menor que 1,5 vez o diâmetro do tanque em chamas ou 15 m, o que for menor; b) quando o tanque considerado em chamas for horizontal e a distância entre o costado (ou parede externa) do tanque vizinho e a base do dique do tanque considerado em chamas for menor que 7,5 m. 5.10.4 Quando forem utilizados aspersores nos tanques verticais, estes devem ser distribuídos de forma a possibilitar uma lâmina de água continua sobre a superfície a ser resfriada, sendo permitido apenas sua instalação no costado, nos casos de tanques com solda de baixa resistência entre costado e teto (conforme API 650). 5.10.4.1 Não é considerada proteção por aspersores a utilização de apenas um bico no centro do teto do tanque. 5.10.4.2 Para cálculo da vazão necessária ao resfriamento dos tanques verticais atmosféricos devem ser adotados os seguintes critérios: a) tanque em chamas: 2 LPM/m2 da área do costado; b) tanques vizinhos: 1) utilizando aspersores 2 LPM/m2 da área determinada na tabela 1; ou 2) utilizando canhões monitores ou linhas manuais: conforme a tabela 2. Tabela 1 – Aspersores
(N ¹) Área a ser resfriada 1 área do costado >1 Soma das áreas dos costados ¹) N = número de tanques verticais vizinhos.

Tabela 2 – Canhões monitores ou linhas manuais

)

≤2

Dist. entre costados (m) ≤8 > 8 e ≤ 12 > 12

Taxa

2)

)

8 5 3

>2

Dist. entre costados (m) ≤8 > 8 e ≤ 12 > 12

Taxa

3)

8 5 3

N = número de tanques verticais vizinhos. L/min. por m² de ½ do soma das áreas do teto e tanque vizinho. Para tanque de teto flutuante não considerada a área do teto. 3) L/min. por m² de 1/3 do soma das áreas do teto e tanque vizinho. Para tanque de teto flutuante não considerada a área do teto.
2)

1)

costado do deverá ser costado do deverá ser

5.10.5 A vazão mínima necessária ao resfriamento dos tanques horizontais deve ser de 2 LPM/m² da área da sua projeção horizontal. 5.10.5.1 Para efeito de cálculo, somente são resfriados tanques horizontais vizinhos quando: a) o tanque em chamas for vertical; b) não estiverem no interior da mesma bacia de contenção do tanque em chamas. 5.10.5.2 Neste caso, não deve ser considerada a aplicação de água na bacia do tanque em chamas, devido ao fato de que em um incêndio em tanque horizontal pode ocorrer vazamento para a bacia de contenção.

5.10.6 Caso o tanque vizinho seja do tipo teto flutuante, para o resfriamento só deve ser considerada a metade da área do costado. 5.10.7 Nos tanques para armazenamento refrigerado, deve ser prevista a aspersão de água com baixa velocidade e distribuição uniforme sobre o teto e costado, calculada à base de 3 LPM/m2 de área a ser protegida. 5.10.7.1 Para o cálculo da vazão total, devem ser considerados os tanques situados a distância inferior a 1,5 (uma vez e meia) o diâmetro do tanque em chamas, sendo válido dividir-se o sistema de aspersão em setores, para melhor aproveitamento da quantidade de água disponível. 5.10.7.2 O teto deve ser totalmente resfriado e a superfície lateral mínima a ser molhada não deve ser inferior a um terço (1/3) da superfície lateral total do tanque. 5.11 Armazém e áreas destinadas a líquidos combustíveis e inflamáveis acondicionados em recipientes transportáveis 5.11.1 As áreas com capacidade acima de 20 m3 de líquidos inflamáveis ou combustíveis, devem prever o sistema de resfriamento por meio de linhas manuais com esguichos reguláveis. 5.11.2 A altura e largura da pilhas de recipientes devem atender ao estabelecido nas Normas Técnicas Oficiais (ex: NB 98 e NBR 7505). 5.11.3 Cada ponto da área de risco a ser protegido deve ser atendido, simultaneamente, por no mínimo uma linha de resfriamento. 5.11.3.1 As tomadas de água para abastecimento das linhas de resfriamento (hidrantes) devem atender aos parâmetros da IT 17 - Sistema de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio. 5.12 Resfriamento de vasos de pressão que armazenem Gases Liquefeitos de Petróleo 5.12.1 Recipientes transportáveis 5.12.1.1 Quando o volume armazenado for superior a 6.240 Kg e inferior a 49.920 kg será exigida a proteção por linhas manuais de resfriamento, calculadas conforme os itens 5.7.10 e 5.7.11 com autonomia mínima de 30 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.1.2 Quando o volume armazenado for superior a 49.920 e inferior a 99.840 kg de GLP será exigida a proteção suplementar por canhões monitores com o funcionamento simultâneo das linhas manuais, devendo ser atendidos os itens 5.7.10, 5.7.11 e 5.7.12, e autonomia mínima de 60 minutos do reservatório de incêndio, devendo ser considerado no mínimo 2 linhas manuais e um canhão monitor em funcionamento simultâneo. 5.12.1.3 Quando o volume armazenado for superior a 99.840 kg de GLP o sistema de resfriamento deverá ser avaliado pelo Corpo Técnico, ou poderá ser adotada Norma Técnica estrangeira reconhecida internacionalmente. 5.12.2 Recipientes estacionários verticais e horizontais

5.12.2.1 Quando a bateria de cilindros de GLP possuir uma capacidade superior a 8.000 kg, aplicam-se as exigências dos itens 5.12.2.2 a 5.12.2.5. 5.12.2.2 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for inferior a 8000 kg, prever proteção por linhas manuais de resfriamento, calculado conforme os itens 5.7.10 e 5.7.11 com autonomia mínima de 30 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.2.3 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for superior a 8.000 kg e menor ou igual a 24.000 kg, além das linhas manuais de resfriamento, prever proteção suplementar com o uso de canhões monitores com o funcionamento simultâneo das linhas manuais, devendo ser atendidos os itens 5.7.10, 5.7.11 e 5.7.12, e autonomia mínima de 60 minutos do reservatório de incêndio. 5.12.2.4 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for superior a 24.000 kg e menor ou igual a 60.000 kg prever proteção por aspersores instalados de forma a proteger toda a superfície exposta, inclusive os suportes (pés). A água deverá ser aplicada por meio de aspersores fixos instalados em anéis fechados de tubulação com uma autonomia mínima de 120 minutos do reservatório de incêndio. 5.12.2.4.1 Os aspersores, instalados acima da linha do equador, dos tanques horizontais, verticais e esferas de gás, não serão considerados para proteção da superfície situada abaixo daquela, sendo necessária à instalação de um outro anel de aspersores abaixo da linha do Equador. 5.12.2.4.2 Toda a superfície exposta do(s) tanque(s) deverá estar protegida com os jatos dos aspersores da seguinte forma: Os aspersores deverão ser distribuídos de forma que exista uma superposição entre os jatos, equivalente a 10% de dimensão linear coberta por cada aspersor. 5.12.2.5 Quando a capacidade de armazenamento individual for superior a 60.000 kg prever proteção por aspersores instalados de forma a proteger toda a superfície exposta, inclusive os suportes (pés). A água deverá ser aplicada por meio de aspersores fixos instalados em anéis fechados de tubulação com uma autonomia mínima de 180 minutos do reservatório de incêndio. Atender inclusive os itens 5.12.2.4.1 e 5.12.2.4.2. 5.12.2.6 O emprego de aspersores não dispensa os hidrantes (linhas manuais) devendo inclusive ser previsto pelo menos um canhão monitor portátil que poderão ser empregados no caso de falha do sistema de aspersores. No entanto para o dimensionamento do sistema hidráulico não haverá a necessidade de serem somadas as vazões necessárias para as linhas manuais, canhão monitor e aspersores, sendo suficiente o dimensionamento da demanda de água para os aspersores. 5.12.2.7 Os afastamentos requeridos para os recipientes de GLP tanto estacionários quanto transportáveis devem atender as Normas Técnicas Oficiais e a IT 23.

5.12.3 Esferas

5.12.3.1 A vazão de água destinada a cada esfera, por meios fixos, deve ser a soma dos valores correspondentes a: a) resfriamento de toda a superfície, calculada multiplicando-se a taxa de 5 LPM/m2 pela superfície total; b) complementação do resfriamento definido no item anterior, com a colocação de um aspersor para a região de junção do costado com coluna de suporte, a vazão de cada aspersor corresponde a 10% do valor determinado na alínea a, dividido pelo número de colunas; c) curva e válvula de retenção da linha de enchimento, quando esta penetra no cilindro pelo topo (conforme norma Petrobrás N-1645-D/99), o número de aspersores e a respectiva vazão devem ser calculados para que o conjunto receba, pelo menos, 5 LPM/m2, mas o total não deve ser inferior a 100 LPM. d) prever uma autonomia mínima de 180 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.4 A vazão destinada a cada cilindro horizontal ou vertical, por meios fixos (aspersores), deve ser a soma dos valores determinados conforme os critérios abaixo: a) lançamento de água segundo a taxa mínima de 5 LPM/m2, uniformemente distribuídos por aspersores sobre toda a superfície; b) proteção, por aspersores, da válvula de bloqueio, curva e válvula de retenção da linha de enchimento, quando esta penetra no cilindro pelo topo (conforme norma Petrobrás N-1645-D/99), o número de aspersores e a respectiva vazão devem ser calculados para que o conjunto receba, pelo menos, 5 LPM/m2 mas o total não deve ser inferior a 100 LPM. 5.12.5 Deve ser previsto resfriamento para a esfera submetida a fogo, bem como para as esferas e baterias de cilindros cuja distância, costado a costado em chamas, seja inferior a 30 m. 5.12.6 Um ou mais cilindros de volume individual igual superior a 200 m3 devem ser considerados equivalentes a uma esfera, para efeito do item 5.12.5. 5.12.7 Nos demais casos de cilindros, devem ser resfriadas esferas e baterias de cilindros cuja distância, costado a costado, seja inferior a 7,5 m. 5.12.7.1 Caso as baterias de cilindros de GLP com capacidade individual de no máximo 60.000 kg estiverem afastados de 7,50 m entre si, podem ser considerados. 5.12.8 Quando o suprimento de água sair da rede de água de incêndio deve-se somar a maior vazão estabelecida, segundo os critérios expressos em 5.12.5, 5.12.6 e 5.12.7, ao valor correspondente ao uso de dois canhões monitores fixos, cada qual com 1.200 LPM, lançando água sobre o bocal de saída do vaso em chamas, mais a vazão correspondente à injeção de água prevista na norma Petrobras N-1645-D/99. 5.12.9 A localização dos cilindros e esferas de GLP devem atender às Normas Técnicas Oficiais.
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IT - 20
SISTEMA DE PROTEÇÃO POR ESPUMA

SUMÁRIO
1 – Objetivo

ANEXOS
A - Figura 1 - Guia de Qualidade da espuma para tanques de armazenamento B - Exemplo ilustrativo de Cálculo dos Sistemas de Espuma

2 – Aplicação 3 – Referências Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Condições específicas

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 20

SISTEMA DE PROTEÇÃO POR ESPUMA
DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica tem como objetivo adequar o texto da NBR 12.615 – Sistema de combate a incêndio por espuma da ABNT, para aplicação na análise e vistoria de projetos/processos submetidos ao Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias a existência de produção, manipulação, armazenamento e distribuição de líquidos combustíveis ou inflamáveis localizadas no interior de edificações ou a céu aberto para Combate a Incêndio, de acordo com o previsto na Tabela 7M.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para maior entendimento desta Instrução Técnica, é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44.270, 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 12.615 – Sistema de combate a incêndio por espuma. NFPA 11 – Standard for Low-Expansion Foam 1998 Edition.

NFPA 13 – Standard for the installation of sprinkler systems. NBR 5363 – Invólucros à prova de explosão para equipamentos elétricos – especificação. NBR 5418 – Instalações elétricas em ambientes com líquidos, gases ou vapores inflamáveis – procedimento. NBR 7821 – Tanques soldados para armazenamento de petróleo e derivados – procedimento. ANSI B 31.1 - Piping and piping systems. Boletim API 650 – Apêndice H – Welded steel tanks for oil storage. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica, aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Generalidades 5.1.1 A espuma mecânica ou espuma de ar, para as finalidades desta Instrução Técnica, deve ser entendida como um agregado de bolhas cheias de ar, geradas por meios puramente mecânicos, de soluções aquosas contendo um concentrado de origem animal, sintética ou vegetal. 5.1.2 A espuma mecânica ou espuma de ar é útil como agente de prevenção e extinção ao fogo nas situações mais variadas; satisfazendo a todas as exigências referentes a um fluido de densidade muito baixa e alta capacidade de absorção do calor. A espuma mecânica não é considerada um agente adequado para incêndios em gases. Sua densidade, sendo menor que as dos líquidos inflamáveis,

4 Projetos de sistemas de proteção ou extinção por meio de espuma mecânica 5.5 A espuma mecânica é condutora de eletricidade.1 Os métodos propostos por esta Instrução Técnica para se obter a espuma mecânica são: a) geração por meio de equipamentos portáteis do tipo bocal. o uso de espuma mecânica não é aconselhado. os tanques tenham diâmetro inferior a 9 metros. 5.1. em função das vazões de água. nas estações de emulsionamento. 5. desde que tenham diâmetro inferior a 9 metros. 5.2 Os testes de funcionamento e aceitação final dos sistemas de proteção ou extinção considerados neste capítulo devem ser realizados na presença do vistoriador do Corpo de Bombeiros e à luz dos documentos indicados nos itens 5.6.6.6 Mistura da água com o Líquido Gerador de Espuma (LGE) Os métodos propostos para se obter uma mistura adequada de água e LGE são dados em 5. c) taxas de aplicação da mistura (água + LGE) e da espuma.1. 5. Permitem ampla variação de vazão.1.3.15.permite que seja usada principalmente para formar uma cobertura flutuante. independendo do operador.6. dependendo sempre de operador. estejam em bacia de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais. válvulas de descarga.15.6. em ponto eqüidistantes dos riscos a proteger. Permite variação de vazão. 5. d) vazão de água em litros por minuto. jatos plenos deste agente extintor não devem ser usados contra equipamentos elétricos energizados. incluindo a reserva do volume total necessário.3.3.3. para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica. vazão e/ou armazenamento de todos os equipamentos propostos. inclusive local. podem ser aceitas diferentes taxas de tempo.1 Mistura de LGE efetuada diretamente por esguichos de espuma portáteis. g) especificação técnica e capacidade de geração.1.1. 5. cuja temperatura esteja acima do ponto de ebulição da água.2 Mistura de LGE efetuada na linha de mangueiras por meio de proporcionadores de linha de vazão fixa.4 Mistura de LGE efetuada por meio de bomba ou vaso de pressão e dosador que controlam automaticamente as vazões de LGE. em que a mistura (água + LGE) pode transitar pelas tubulações sem perder suas propriedades espumigenas. 5.1.3 Estes projetos devem apresentar as seguintes informações básicas: a) detalhe dos diversos riscos a serem protegidos. 5. exigidas pelo sistema proposto.1. 5.4 Os sistemas de proteção ou extinção considerados nesta Instrução Técnica devem ser projetados e construídos de forma que a espuma gerada não seja . não necessitam de sistema de espuma.5 Os métodos indicados em 5.3 e 5.1. dispositivo de enchimento de medição e controle constante de nível. incluindo a reserva do volume total de LGE necessário. boca de visita para facilitar a inspeção.4 podem ser obtidos por meio de estações de emulsionamento fixas ou móveis (viaturas emulsionadoras).3 Armazenamento do líquido gerador de espuma em instalações fixas 5.6.2.1. no mínimo.1 Os tanques ou recipientes devem estar localizados. 5. portanto. extinguindo. arranjo físico e pontos de maior perigo.4.1 O LGE deve ser armazenado em tanques ou recipientes metálicos protegidos convenientemente contra corrosão. cobrindo e resfriando o combustível de forma a interromper a evaporação dos vapores e impedir a sua mistura com o oxigênio do ar. Em tanques contendo combustíveis líquidos de alta viscosidade os quais tenham permanecido em queima por período prolongado. taxas de aplicação e dosagens recomendadas. 5. de modo que não seja ultrapassada a temperatura de 45ºC no interior da massa líquida. c) geração por meio de equipamentos fixos do tipo bocal.4oC.1. e) tempo máximo. 5. 5. de vazão fixa.2 Os tanques de LGE devem ser projetados de modo a disporem de respiros adequados.1. expresso em minutos. a aplicação da espuma mecânica deverá ser precedida de judicioso estudo da situação.6.1.2 A relação entre a quantidade de espuma produzida pelos equipamentos e a quantidade de solução de espuma (coeficiente de expansão) deve ser de ordem de 8 (oito) vezes como o valor máximo e 4 (quatro) vezes como o valor mínimo.1.1 e 5. 5. O tempo de permanência da espuma sobre a superfície do líquido deve ser.4o C isenta-se do sistema de espuma.1 Para líquidos com ponto de fulgor superior a 93.2. 5.3.3 Mistura de LGE efetuada por dispositivo dosador instalado entre a descarga e admissão da bomba de água.6.3 Os recipientes devem conter rótulo de identificação do tipo de LGE.1. 5.1 a 5.1. com volume total igual ou inferior a 120 m3. 5.5. 5.1. f) vazão de LGE em litros por minuto (LPM) exigidas pelo sistema proposto.4 Em tanques ou recipientes que contenham produtos quentes.2 Gerador de espuma mecânica 5. para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica. estejam em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas oficiais.6.3 Os tanques de armazenamentos de superfícies ou aéreos.4. desde que o produto não seja pré-aquecido.2.6.1 Os projetos devem ser executados por Empresas ou profissionais que possuam atribuições específicas e os requisitos técnicos necessários. b) especificação técnica do LGE a ser utilizado pelo sistema proposto. indicando a aplicabilidade. sempre que possível. 5. limpeza e tomada de amostras.1.4. de 15 minutos Para produtos com tensão de vapores elevados. para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica. b) por meio de equipamentos semi-eixos do tipo bocal. 5.4. contendo líquidos combustíveis com ponto de fugor entre 60oC e 93.6.

5. 5. devem ser consideradas ainda as proteções suplementares de espuma para a bacia de contenção e sistemas de resfriamento conforme instrução técnica específica. 5. semifixos e portáteis. onde seja possível a reposição dos estoques do LGE. em pontos eqüidistantes dos riscos a proteger e protegida suficientemente contra danos causados pelo fogo e ou explosão e com fácil acesso a veículos de abastecimento de LGE. desde que devidamente atestada. desenvolvidos em laboratórios certificados pelo Sistema Brasileiro de Certificação. 5. Diâmetro de até 9 m e altura até 6 m Linhas de espuma (proteção primária) Diâmetro acima de 9 m e até 18 m Canhões monitores Diâmetro acima de 18 m Câmaras de espuma (*) Para definição do maior risco.Proteção Minima ao Tanque Características do tanque Sistemas de proteção Por espuma linhas manuais de espuma da área considerada no projeto. devem ser observados os seguintes requisitos: a) a estação deve estar localizada. tanto quanto possível. 5.6. 4) válvulas de controle e alinhamento de água e mistura.1 Podem ser aceitas dosagens de LGE inferiores a 6% para solventes polares.7 Estação de emulsionamento 5.3 A vazão de água determinada pelo maior risco a ser protegido.5.6 Suprimento de LGE 5. 5. d) a estação fixa pode dispor dos seguintes equipamentos básicos para a mistura de água e LGE: 1) bomba de água. válvulas de controle e respectivas tubulações dentro das necessidades do projeto. pelo fabricante.1 A mistura de água com LGE pode ser feita por meio de: a) estação fixa de emulsionamento.5 A escolha do sistema de combate a incêndio por espuma adequado ao tanque de maior risco deve atender aos requisitos mínimos constantes da Tabela 1.5. 5. 5. dentro de 24 horas.5.6 A alimentação de água da estação de emulsionamento pode ser obtida a partir da rede de alimentação dos hidrantes. oficialmente constituído.1 O item básico para se determinar à eficiência do sistema de proteção ou extinção por meio de espuma mecânica deve ser o fluxo de água (volume por unidade de tempo). 5. 5.2.4 Quando a mistura de água com LGE for efetuada em estação fixa de emulsionamento.7.6. 5.1 Para empresas que sejam participantes de um Plano de Auxílio Mútuo (PAM). desde que os demais integrantes do PAM comprovem oficialmente que possuem LGE idêntico e em quantidade suficiente para o tipo de incêndio a ser combatido. os fabricantes devem fornecer justificativas técnicas e resultados de ensaios. b) estação móvel de emulsionamento (viatura).7. mais o volume necessário para o enchimento das tubulações adutoras.2.4.5. 5. pode ser dispensada a reserva de reposição acima descrita. sendo uma carga inicial e outra como carga de reposição. Tabela 1. incluindo os sistemas fixos. válvulas de controle e respectivas tubulações dentro das necessidades do projeto.5 O suprimento de água para os sistemas de espuma mecânica pode ser feito com água doce ou salgada.1 O suprimento de LGE deve ser determinado mediante cálculo percentual baseado na vazão de solução prevista para a cobertura do maior risco mais a vazão das . 5) instrumentos para indicação de pressão e fluxo de água. por meio de ensaios específicos normatizados.6. b) a estação fixa deve ser construída com material resistente ao fogo e dispor de meios de acesso e iluminação natural voltados para áreas de menor risco.5.5 Suprimento de água 5. 3) recipiente para o armazenamento do LGE nas quantidades previstas no projeto.4 A reserva de água para o sistema de proteção contra incêndio por espuma deve garantir um suprimento mínimo de 120 minutos para a cobertura do maior risco previsto no projeto.1 5.5.1 Independente da proteção por espuma indicada ao tanque de maior risco. sua eficiência para o produto a ser protegido.aplicada no interior de equipamentos durante a execução de testes.2 A solução de espuma deve ser obtida à razão de 3% para derivados de petróleo e 6% para solventes polares.2 A vazão de água deve ser determinada em relação ao maior risco a ser protegido (tanque e bacia de contenção).5.4.7. 5.7.3 Nos casos de taxas de aplicação inferiores às estabelecidas nesta Instrução Técnica.7. vide 6. considerando os tempos de descarga previsto. porém com a necessária qualidade de modo que a espuma gerada não sofra efeitos adversos.2. 5. c) a estação fixa deve dispor de sistemas elétricos e de comunicação suficientemente protegidos contra danos causados pelo fogo e ou explosão. LGE. deve ser adicionada à vazão necessária para alimentar equipamentos móveis a serem previstos no projeto (esguichos para espuma ou água) e à vazão necessária para o sistema de resfriamento. multiplicadas pelo tempo de operação recomendado. conforme o disposto em 5.3. 5.2 Os projetos de sistemas de extinção por meio de espuma mecânica devem prever a disponibilidade de LGE na quantidade mínima de duas vezes o volume necessário para a cobertura do maior risco da área. 2) bomba de extrato formador. mistura e nível de LGE.6.

5. 5. 8) dispositivos adequados para permitir inspeções e testes de funcionamento dos equipamentos.8. 5.10.1.1 É permitida a instalação de duas bombas de incêndio elétricas se uma delas estiver alimentada por gerador automatizado com autonomia mínima de 06 (seis) horas. descarga de pré-mistura. 5.10 Rede de tubulações 5.2 Nas estações fixas ou móveis de emulsionamento. 5. ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão/pressão. o circuito de alimentação elétrica do motor deve ser independente da rede geral. bem como dimensões e características gerais do carro. 5.6) dosador (es). de modo a permitir sua operação rápida e perfeita. cabine devem obedecer às normas Brasileiras em vigor.6.7.10.9. sem prejuízo do funcionamento do conjunto motor-bomba. nas vazões e pressões previstas. 5.5 Quando a mistura de água com LGE for efetuada em estação móvel de emulsionamento (viatura). desde que montados sobre veículos e em número suficiente exigido para a operação do sistema. abastecimento e descarga LGE. vazão e aceitação final. ser alimentados por estações móveis de emulsionamento da solução de espuma.2 Nas bombas de incêndio com acionamento elétrico. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio. b) os sistemas elétricos. 5. de modo que a cobertura do maior risco considerado no projeto seja plenamente satisfeita.7. atentando plenamente as vazões e pressões previstas.1 Em todo sistema de espuma especialmente nas estações fixas de emulsionamento. 5. instruções de funcionamento e manutenção dos diversos mecanismos. as válvulas principais de acionamento e as válvulas de distribuição da prémistura devem possuir dispositivos que identifiquem quando elas estão abertas ou fechadas e.2.8. de modo que a cobertura do maior risco considerado no projeto seja plenamente satisfeita.9.8. 5.3 Todos os ramais da rede de tubulações devem ser claramente identificados para facilitar a operação rápida do sistema.2 É permitida a instalação de uma única bomba de incêndio para locais que contenham tanques de armazenamento com capacidade máxima de até 120 m³ e nas situações em que o produto armazenado destina-se a geração de energia.2 A rede de tubulações deve ser instalada de modo que nas emergências ela não venha a ser danificada pelo fogo ou explosão. suspensão e rodas.4 Os equipamentos elétricos do sistema devem atender o disposto nas NBR 5363 e NBR 5418. bem como o funcionamento de parte do sistema quando forem necessárias manutenções na tubulação. h) devem ser previstos para transporte de equipamentos portáteis de combate a incêndio. excepcionalmente.11 Formadores de espuma 5. com água limpa. 5. de todos os equipamentos de dosagem. 5.9 Válvulas de controle 5. devem ser observados os seguintes requisitos básicos nas especificações técnicas de vistorias de combate a incêndio por espuma: a) o chassi e o motor devem ser preferencialmente de tipo fabricado no Brasil.1 Quando instalado o sistema de combate a incêndio por espuma.1. 5. drenagem adequada. especialmente quando houver tráfego de veículos pesados.10.4. desenhos e fluxograma dos sistemas de emulsionamento.4 Quando a rede de tubulações for aérea.3 As especificações das válvulas principais de acionamento e distribuição devem ser do tipo aprovado para uso na proteção contra incêndio e conforme disposto em 6. 9) dispositivos adequados para permitir a limpeza. 5. devem ser fornecidos certificados de garantia e teste de operação. devem ser previstos suportes de apoio e meios que permitam. c) o tanque de LGE deve ser construído com material resistente a corrosão.11.8. sendo uma elétrica e a outra movida com motor à explosão (não sujeita à automatização). com capacidade para armazenar o produto no volume previsto no projeto e com os requisitos técnicos exigidos pelas normas Brasileiras em vigor. 5.1 Os equipamentos formadores de espuma adotados devem ser avaliados em função do desempenho . visando à facilidade de manutenção. esta deve possuir revestimento adequado à corrosão e proteção contra movimentação do solo. f) a bomba d’água deve ser especificada com indicações das vazões e pressões mínimas e máximas. i) juntamente com os documentos citados na alínea h.1 Os sistemas fixos podem. utilizando juntas flexíveis quando possível e necessário. de forma a permitir o desligamento geral da energia elétrica das instalações. e) a bomba de LGE e o dosador devem ser especificados com indicações das vazões e pressões mínimas e máximas.9.4 Quando a rede de tubulações for dimensionada em “anel” devem ser previstas válvulas seccionadoras que permitam manobras d’água e de solução de espuma. devem estar situadas em local protegido. 5. todas as válvulas de acionamento e distribuição devem possuir identificação clara.2.10. 5.10. admissão e descarga. d) devem ser especificadas as conexões para entrada de água.5 No caso de rede de tubulações enterradas.1 A rede de tubulações deve ser projetada de acordo com as necessidades dos riscos a proteger.9. nas áreas de risco. de freios. quando necessário.8 Bombas de água 5. g) a posição do painel de operação e dos dispositivos de acionamento e controle deve ser especificada e com indicação das respectivas funções.3 As bombas devem ser projetadas de modo a atender a demanda total do maior risco. 7) dispositivos adequados para abastecimento dos recipientes de LGE por meio de veículos ou recipientes portáteis.8.8. 5.

3. defletores e deslizadores.14 Testes de operação e descarga . salas de bombas. 5. existentes em indústrias. de modo que a espuma seja aplicada suavemente e que não mergulhe no líquido a uma profundidade maior que 25 mm. ou à proteção geral do conteúdo de uma sala ou prédio podendo estar incluída ou não a própria edificação. esquemas.13.1 Sistemas fixos de extinção para inflamáveis/combustíveis em áreas fechadas. atendendo às taxas de aplicação previstas nesta Instrução Técnica e o alcance efetivo de combate ao risco considerado. devem existir armários para guarda de mangueiras.2 Os formadores de espuma devem ser instalados junto às câmaras de espuma ou afastados destas.12. etc.14.1.3 Após a execução dos testes de operação e descarga. conforme especificação técnica do equipamento fornecida pelo fabricante.1 Os sistemas de espuma para tanques devem ser complementados por sistemas de hidrantes para alimentar mangueiras e garantir a extinção de focos de incêndio em áreas adjacentes aos riscos previstos nos projetos.3 Os projetos devem prever que os hidrantes possam funcionar com água e/ou pré-mistura (água + LGE). 5.11.1 Esta seção refere-se aos sistemas de extinção de incêndios por espuma. 6.12.1. 6 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 6.3 Esta seção não trata dos sistemas de chuveiros de espuma/água.12. As espumas descarregadas de tais sistemas devem ter um coeficiente de expansão variando entre quatro e oito valores de “25% do tempo de drenagem”.2 Estes sistemas destinam-se particularmente a proteger estoques e manuseio de líquidos inflamáveis e líquidos combustíveis em interior de prédios e estruturas.2 As câmaras devem ser instaladas a distâncias iguais entre si ao redor do tanque.1 A empresa projetista e/ou a montadora deve(m) fornecer à empresa contratante desenhos de toda as partes que compõem o sistema projetado. 5.1.2 Todos os desenhos.1. variando entre 30 e 60 segundos. usinas de destilação e refinarias. 5. tais como álcool. sendo que tal desempenho (especificação de pressão e vazão) deve ser levada em conta nos cálculos hidráulicos para dimensionamento do sistema. 6. áreas fechadas e prédios.2) 5.1 A espuma suprida pelos sistemas de neblina deve formar rapidamente um lençol de cobertura e espalhar-se logo ao redor de obstáculos. 6.13.1 Generalidades 6.1. 5. áreas sujeitas a grandes vazamentos.1.1. devem ser instalados de modo que seu funcionamento seja garantido mesmo em caso de explosão.apresentado pelos fabricantes conforme suas especificações técnicas.14. sistema de neblina de espuma/água ou sistemas de espuma de alta expansão.4. salvo quando forem disponíveis viaturas que possam conduzir tais materiais ao local desejado em tempo hábil. destinados à proteção contra riscos específicos em salas. como.2 Os testes devem ser obrigatoriamente realizados na presença de autoridade competente em proteção contra incêndio da localidade. tanques de mistura. 5.Aceitação 5. 5. 5. 5. por exemplo: tanques de pintura por submersão. Aplicações típicas seriam em áreas de estocagem. 6. e das vazões de água e espuma previstas no projeto. os quais são solúveis em água. 5. 6. 5. defletores e deslizadores para aplicação da espuma 5.Catálogos de peças de reposição manuais de operação inspeção e manutenção 5. assim como catálogos de peças de reposição e os manuais de operação. manuais de operação e de manutenção devem ser apresentados em Língua Portuguesa. inspeção e manutenção preventiva e corretiva.13 Sistema de hidrantes (ver 6.2 Limitações Quando o risco envolvido for constituído por líquidos inflamáveis.1 Após a instalação de todos os equipamentos previstos no projeto.2 Devem ser adotadas as pressões e vazões nos bocais de descarga necessária à operação do sistema. esguichos. 5.13.4 O laudo técnico citado em 5.1. éter (solventes polares).12 Câmaras. tanques abertos.3 deve receber o visto da autoridade competente em proteção contra incêndio da localidade e o “de acordo” do representante da empresa contratante que assistiu a todos os testes e os acompanhou.1.12. 5. o montador deve proceder aos testes de operação e descarga do sistema. de modo que a cobertura do líquido possa ser efetuada uniformemente.14.1 O rendimento das câmaras de aplicação da espuma deve ser calculado de acordo com as vazões previstas em projeto. equipamentos de processo. líquidos .3. processo de extração por solventes.13.3 As câmaras.4 Junto aos hidrantes com solução de espuma.15.12. acetona.15.15 Desenhos .14. devem ser usados espuma específica para tal utilização e equipamento adequado.1. 5.14.4 Os defletores e deslizadores devem ser projetados e instalados nos tanques de teto cônico. 5. quando necessário. porém de modo a facilitar as inspeções e manutenção.5 As câmaras devem possuir dispositivos que permitam a realização de testes sem a penetração de espuma nos tanques. catálogos. de representante de empresa contratante do sistema e de representante da empresa projetista e da montadora..3 Qualidade da espuma 6. chaves e ferramentas especiais de apoio para combate ao fogo. 5. listas. a empresa projetista e a montadora devem emitir laudo técnico à empresa contratante do sistema.

a qual.4 Para os tanques sem cobertura com aplicadores situados nas paredes do costado.3). inclusive água. Tais sistemas usualmente têm um tanque de suprimento de água que fica pressurizado com ar ou gás comprimido.7.2 A espuma suprida por dispositivos que produzam uma corrente compacta de baixa velocidade deve ter características dentro dos limites que constam da Figura 1 (ver 6. 6. o LGE deve ser mantido sob pressão.2 Nos sistemas projetados para a proteção de salas ou prédios onde são usados aplicadores de espuma em forma de neblina.1. velocidade de lançamento. A pressão pode ser mantida por uma bomba auxiliar. 6. a taxa de aplicação deve ser de 6.1.1. a espuma é descarregada de todos os aspersores ao mesmo tempo.3 Salvo manifestação expressa dos fabricantes. e a liberação desta pressão do sistema coloca-o em operação.1.7. o sistema deve ser projetado de modo a proteger todos os riscos simultaneamente.1. estas devem ser levadas em conta ao se calcular a taxa de descarga. 6. forem projetadas com uma distância maior que 15 m.1. de forma que seja necessário um trecho curto de tubulação entre a válvula e os dispositivos de descarga. 6. 6.1. O restante do sistema. são dispensadas as detecções e/ou acionamento automático.1.5 Quando pequenos tanques abertos são protegidos por sistema de neblina de espuma. 6. 6.1.4 A proteção de equipamentos específicos pode ser feita mediante aplicação de espuma por cima ou por aplicadores direcionados para o equipamento. usando-se o mesmo suprimento de LGE e água. ou.1. entretanto. se o usuário obtiver através do fabricante dos equipamentos ou LGE recomendações de taxas diferentes.5 Operação 6.1.6 Partes do sistema. elas serão admitidas.1.2.4 Quando a área e equipamentos forem permanentemente supervisionados. 6.5.5 Quando as linhas de LGE. de modo a garantir o funcionamento de todo o sistema. devendo ser observadas as recomendações do fabricante do LGE que for usado.6.1.1 Os sistemas considerados nesta seção consistem em dispositivos de detecção. para os pontos de formação de mistura do sistema. deve ser interligado de forma a operar os equipamentos formadores da solução de espuma.3 Tanques abertos contendo líquidos inflamáveis podem ser protegidos por aplicadores instalados no costado interno do tanque.7 Os sistemas podem ser projetados para a operação de um ou vários riscos. seja ele pneumático. Estes dispositivos detectores acionam o sistema operando uma válvula de controle de água ou outro dispositivo acionador. estes devem estar situados e espaçados de modo que a espuma se espalhe. aplicação.3. suprimento adequado de água.3 Sistemas do tipo autônomo são aqueles que todos os componentes e extrato formador. com maior rapidez possível.7. entretanto.5.1 Os sistemas devem ser projetados para operação automática. 6.1.6 Projetos dos sistemas 6.5 l/min/m² para hidrocarbonetos e 9.1. em toda a área.7. 6. cobrindo todo risco. deve ser dedicada . cada risco deve ser protegido com um sistema próprio.4. então. hidráulico ou elétrico.6. 6. 6.2 Estes sistemas são do tipo de dilúvio com aplicadores abertos.6. 6.1.). 6. enquanto o incêndio está sendo extinto.1 Quando são usados aplicadores no nível do solo.4. suplementadas por meios auxiliares manuais de acionamento.6. forma de neblina. ou grupos de risco. equipamento proporcionador.4 Descrições dos sistemas 6.1.2 O equipamento de detecção automática.1. descarregando a espuma diretamente na superfície do líquido.1. os aplicadores devem estar situados o mais alto possível na área e espaçados de acordo com as suas características de descarga (densidade.5. devem ser instaladas em pontos acessíveis para facilitar a operação nas emergências.1.1. As válvulas com controle automático devem ficar tão perto do risco a proteger quando possível.1 A dimensão de um sistema deve ser a menor possível. 6. deve ser inspecionado a intervalos freqüentes.1. caso ocorra falha do sistema de detecção automática. devendo ser observadas as recomendações do fabricante de LGE que for usado.6.6.7. altura máxima de uso. como por exemplo tanques de LGE. 6.6.2 Se houver modificação do LGE. bombas e válvulas de controle. 6. Nos casos em que existam superfícies horizontais interpostas que possam acumular a espuma.6. 6.1.6.4.1. misturada apropriadamente. sistema apropriado de tubulações. etc. 6. de modo que o sistema possa cobrir toda a área a ser protegida. em áreas onde dois ou mais riscos possam ser envolvidos simultaneamente devido ao reduzido afastamento entre eles. o sistema deverá ser reavaliado e corrigido para as características do novo produto utilizado.7 Taxa de aplicação para hidrocarbonetos e solventes polares As taxas abaixo relacionadas são as recomendadas.1.3 A operação do sistema deve permitir o acionamento manual.8 l/min/m² para solventes polares.1 No sistema automático devem existir dispositivos detectores e de acionamento. proporcionadores.5.5 l/min/m² para hidrocarbonetos e 9. estão contidos dentro dos sistemas. geradores de espuma e dispositivos de descarga construídos de forma a distribuírem a espuma uniformemente sobre o risco.1 O somatório da descarga dos aplicadores ou chuveiros de espuma deve ter a taxa mínima de solução de 6. distribuídos na área de risco. a cobertura equipamento específico pela espuma tem a vantagem de criar um efeito isolante contra a exposição ao calor. 6.1. deve ser enviada aos geradores e aplicadores de espuma.6. por sua vez. 6. Quando o objetivo básico do sistema é a extinção do fogo no chão.7.8 l/min/m² para solventes polares de área protegida. suprimento de LGE. não deverão ser misturados LGE de origens ou tipos diferentes. 6. para assegurar imediata operação do sistema.

exigem o uso de espuma do tipo álcool. 6. 6. pode ser prevista uma redução proporcional do tempo de descarga. A tubulação de suprimento dos aplicadores que protegem uma determinada área não deve passar sobre outro risco da mesma área.1. 6.3. 6.8.1 Para cada sistema. 6.1 A taxa mínima de aplicação da solução de espuma deve ser de 6. Se o sistema descarrega a uma taxa acima do mínimo especificado em 5. b) para aplicadores montados sobre o costado de tanques. entretanto a sua instalação não anula a exigência do alarme local.1 Para proteção em áreas planas.8 L/min/m2 para solventes polares.1 O suprimento total de LGE deve ser a soma das quantidades definidas em 5.1 Campo de aplicação 6. que destroem espuma comum. Central de alarme é recomendável.7.8.1. de 10 minutos.1 A tubulação dos sistemas deve ser calculada e dimensionada a fim de obter uma distribuição uniforme da espuma e compensar a perda da pressão de água. 6. contudo.1.1. o tempo final não deve ser inferior a 7 minutos. 6.3 É de fundamental importância a obediência às recomendações do fabricante do LGE. 6.3 Suprimento de reserva Deve haver um estoque de reserva de LGE de acordo com 5.2.2.2. deve ser baseada na variação máxima de 15% da descarga média prevista por aplicador. 6. Em ambientes fechados onde há risco de explosão. 6.6.3. A solda de acordo com a ANSI B31.1.7.2 Deve ser previsto um alarme indicador de defeitos para apontar a falha do equipamento de detecção automática que realize uma supervisão constante e continuada de todas as partes dos circuitos elétricos de detecção.4 Os padrões de instalação para tubulações de espuma devem ser os previstos na norma para a instalação de Sistema de Chuveiros Automáticos (NFPA nº 13). mas não deve ser inferior a 7 minutos.2.2. a fim de se obter descarga uniforme.2. c) deve haver um bordo livre não inferior a 15 cm entre a superfície do líquido e a parte superior do costado do tanque. a duração da descarga deve ser. no mínimo.2 Taxa de aplicação 6. Quando o sistema for projetado para dar uma taxa de aplicação maior que a especificada em 6. 6. para indicar a operação do equipamento de detecção. um aspersor para cada 9 m² de área protegida.6.1 para tubulação de pressão é permissível quando pode ser feita sem criar risco.2.2.2 e 6.9. aplicar as regras de tempo de operação válidas para tanques ao ar livre.9. no mínimo.10. então o tempo de operação pode ser reduzido proporcionalmente.1.9.7.2.1 a 6.2. contanto que o sistema supra a taxa de aplicação prevista em projeto.10 Tubulação dos sistemas 6.1. a duração da descarga deve ser de 5 minutos para hidrocarbonetos. a duração da descarga da espuma deve ser.2. a menos que a especificação dos aspersores permita um maior espaçamento.3.3 No caso de tanques com 37 m² ou mais de superfície.2.1. a tubulação deve ser fixada em suportes não ligados ao telhado.1. 6. deve ser instalado um alarme local.8.1.1. suficiente para reabastecer o sistema de acordo com 5. 6.4 Dispositivos de descarga (Número e local) Deve haver. 6.atenção especial ao volume da descarga que realmente entra no tanque. 6.1.10. Estes aspersores devem .1. A ajustagem nas dimensões das tubulações. tanques horizontais e pequenos tanques verticais.2 Suprimento operacional Deve haver uma quantidade de LGE suficiente para suprir o sistema à taxa de projeto durante o período de 10 minutos.1. além da carga inicial deve haver uma quantidade de LGE de reserva. equipamentos.2.7.1.10.1.1.10.3 Não deve ser permitido perfurar ou atarraxar os suspensores em partes da estrutura portadora de carga. Os acessórios podem ser montados nas estruturas e nos suportes dos equipamentos industriais. Para suprimento de reserva. de 3 minutos. 6.2. no mínimo.2.2.2 6.9 Suprimento de LGE 6.1 A tubulação deve ser apoiada de maneira segura e protegida. 6.2.2.3.11 Alarmes 6.1 Esta seção refere-se a sistemas que descarregam a espuma na forma de neblina para extinção de incêndios em vazamentos sob ou ao redor de estruturas.2.3. 6.8 Tempo de operação 6. com acionamento independente do fluxo de água.1.3 Suprimento de LGE 6.11.11.1 e 6.8.1. 6.6.2 Devem ser aplicadas as seções 6.2 A tubulação distribuidora de espuma deve possuir drenos e ter uma inclinação para estes de 5 mm por metro linear.2 Sistemas de neblina de espuma para líquidos inflamáveis/combustíveis em áreas abertas (Proteção externa) 6.6 Líquidos solúveis em água e solventes polares.1.3.1.1.1.1.1.1. Os sistemas projetados para estas espumas precisam de considerações especiais e podem requerer maiores taxas de aplicação.3.2. 6.7.5 L/min/m² hidrocarbonetos e 9. 6. 6.1 Geral Os estoques a serem mantidos devem ser a soma das quantidades em 6. para se garantir que a taxa de aplicação seja alcançada.1.1.2.2.1.2 Para tanques com menos de 37 m² de superfície: a) para os aplicadores da neblina de espuma suspensos.10.

.. 5....................2 Taxas de aplicação 6... não devem ser misturados LGE de fabricantes ou de tipos diferentes.... suficientemente distante do risco..3... quando exposta...6 Tubulação dos sistemas 6...... 6.... contendo líquidos inflamáveis e/ou combustíveis... 6..estar situados de forma a proporcionarem boa distribuição da espuma...3..3 Nos tanques destinados ao armazenamento de aguardente.1.... exigindo o uso de espuma do tipo álcool. Atmosferas corrosivas podem exigir equipamentos com maior proteção. 2) se houver modificação do LGE utilizado. devem ser usados tubos e acessórios galvanizados...3 Sistemas fixos para tanques de armazenamento em áreas abertas 6...8ºC podem exigir taxas de aplicação mais altas.8 . ao ar livre.1 Os tanques horizontais ficam dispensados da instalação de câmara de espuma. Estes aspersores podem então ser instalados em plano e elevação de modo a permitirem proteção mais efetiva ao risco. Cuidado especial deve ser dispensado na aplicação de espumas em tanques contendo bicos quentes..1 Operação automática Os sistemas de espuma tratados em 6..2..2 podem ser de operação automática....... 6. válvulas.. c) taxas de aplicação mínimas recomendadas com emprego de dispositivos de descargas tipo II: Tipo de Líquido Taxa de solução (L/min/m²) Álcool metílico e etílico. as câmaras de espuma devem ser substituídas por canhões monitores...... tais como estocagem de produtos de alto valor ou líquidos aquecidos acima de seu ponto de fulgor.. Portanto......... uma vantagem adicional será obtida pela colocação dos aspersores de modo que a espuma envolva o equipamento dentro da área protegida.. observadas as recomendações do fabricante de LGE empregado................. 6.... mediante câmaras fixas de espuma..5 Metiletilcetona.. b) para tanques contendo outros líquidos inflamáveis e combustíveis exigindo espumas especiais: 1) líquidos solúveis em água e certos líquidos polares são destruidores das espumas comuns.6.......9...1 A taxa mínima de aplicação da solução deve ser a seguinte: a) para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos: 1) a taxa de aplicação da solução de espuma deve ser de..... Nos sistemas de aspersores ao ar livre. este para tubulação subterrânea..... a proteção do dique/bacia de contenção por linhas manuais. 6... devendo haver.3.. salvo quando existirem situações anormais.... 6. deve ser adequadamente protegida contra impacto e ação do fogo. 6. Condições outras que as de rotina podem exigir o uso de taxas de aplicação mais altas. acessórios de tubulação e suspensores.... 6.1 Campo de aplicação Esta seção refere-se a sistemas de espuma para a proteção de tanques verticais de armazenamento à pressão atmosférica..5 Acetato de etila... Os sistemas devem basear-se no maior fluxo de solução para a proteção do maior tanque da área.... 6....... aspersores podem ser instalados em cima dos equipamentos ou tanques fechados........... Entretanto. em vez de estarem uniformemente espaçados pela área a ser protegida.. neste caso.. asfaltos em chama ou líquidos que se encontrem à temperatura acima do ponto de ebulição da água... inclusive proteção contra corrosão (galvanização ou outros meios).1 A tubulação de solução deve ser limpa após o uso ou prova..5 Operação 6.... o sistema deverá ser reavaliado e corrigido para as características do novo LGE..3... aquecidos acima de 93..1. Taxas convenientes de aplicação devem ser determinadas por teste.5...2... podem ser recomendáveis taxas iniciais de aplicação mais baixas.5 l/min/m² da área de superfície de líquido do tanque a ser protegido.... os fabricantes do LGE e do equipamento gerador de espuma devem ser consultados quanto às limitações e devem ser solicitadas recomendações baseadas na aprovação oficial ou testes específicos de fogo..... mais as linhas de mangueiras suplementares necessárias....2..2 Operação manual Para todos os sistemas. Embora o conteúdo comparativamente baixo de água das espumas possa arrefecer beneficamente tais líquidos pode também causar ebulição turbilhonar violenta e extravasamento do conteúdo dos tanques.. pelo menos 6.........6.2. Em todos os casos. 3) salvo manifestações expressa dos fabricantes.5.3ºC....3.2. os controles devem estar situados em lugar acessível.2 Deve ser consultado o Capítulo 3 da NFPA nº 13 quanto às exigências relativas a tubulação...... de forma que possam ser operados com segurança..1... Notas: 1) Líquidos inflamáveis que têm o ponto de ebulição inferior a 37...3 A tubulação de LGE deve ser de aço-carbono preto ou ferro fundido.. 2) Para líquidos de alta viscosidade...2 Tanques para uso exclusivo de líquidos classe III (ponto de fulgor superior a 60ºC) não necessitam da proteção de sistemas fixos de espuma. Os sistemas que usam esta espuma necessitam de projeto especial de engenharia.. para se minimizar a ebulição turbilhonar e o conseqüente extravasamento do líquido estocado..........6.. ou.....6.......5 Acrilonitrila..6.3...2....2........ 6.....2..5 Acetona............6..

falta de se manter a dosagem dentro dos limites da concentração recomendada.3.3.1.3. 6. providenciando-se uma cobertura mais rápida do líquido.Produtos com álcool isopropílico.1 a 6. óleos combustíveis leves. mediante aumento das taxas de aplicação utilizadas. O número de mangueiras deve ser conforme especificado na Tabela 3.2. com pontos de fulgor acima de 93. cada mangueira deve ter vazão de solução de pelo menos 400 L/min.4.7ºC Petróleo cru 15 25 20 30 30 55 30 55 6.3. nafta.1.3.2.2. Tabela 2 – Tempos mínimos de Operação do Sistema Mangueiras e esguichos produtores de espuma devem ser providenciados em adição às instalações de espuma dos tanques. LGE adicional deve ser providenciado para se permitir à operação das Para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos Tipos de aplicação de espuma Tipo I Tipo II linhas de espuma simultaneamente com as instalações fixas de espuma para o período estabelecido na tabela 3. Se a taxa de aplicação de espuma for mais alta que a especificada em 6. nos períodos mínimos de tempo indicados na Tabela 2.7ºC a 93. dependendo das características do LGE. monômero de metacrilato metílico.3 Suprimento do LGE 6.3ºC.4.3.3. 6.3. Tabela 3 – Número de Linhas de Espumas Suplementares .3. a menos que o fabricante do LGE tenha estabelecido. 6. É de fundamental importância a obediência às recomendações do fabricante do LGE utilizado. o tempo de trânsito da solução pode ser limitado. desde que não seja inferior a 70% dos tempos mínimos apresentados na Tabela 2. Notas: 1) a resistência da espuma mecânica tipo álcool a solventes e ao fogo pode ser afetada adversamente por fatores como tempo excessivo de trânsito da solução.1 Quantidade de LGE A quantidade de LGE a ser armazenada deve ser determinada multiplicando-se o fluxo total em litros por minuto de cada tanque pelo indicado em 6. com pontos de fulgor de 37. metioisobutílica. Diesel automotivo e líquidos similares.3. como proteção suplementar para casos de incêndios em vazamentos.2. que um tempo menor possa ser admitido. uso de dispositivos geradores de espuma não construídos especificamente ou não testados adequadamente para uma solução particular de espuma de álcool. a 50ºC). álcool butílico. exige consideração especial.4.1 Geral Óleos lubrificantes.2 Mangueira para aplicação manual de espuma O suprimento a ser mantido em estoque deve ser a soma das quantidades definidas em 6. a menos que sejam aprovadas como apropriadas para aplicação pelas câmaras tipo II. Gasolina.4.2 Tempo mínimo de descarga O sistema deve ser capaz de operar na taxa de suprimento especificada em 6.3.4. 2) o tempo de trânsito da solução é o que transcorre entre a injeção do LGE na água e a mistura do ar.3. cetona. 6. pressão de operação. Querosene. para o maior tanque a ser protegido. d) aplicar a segunda e a terceira subalíneas de 6. benzol. que são especialmente destruidores de espuma. 1. O tempo máximo de trânsito da solução de cada instalação especifica deve estar dentro dos limites estabelecidos pelo fabricante do LGE e normalmente não deve ultrapassar 3 minutos.3.1.1 As quantidades de LGE necessárias à alimentação das linhas de espuma devem ser somadas às quantidades exigidas para o sistema fixo.2 e ao LGE necessário ao enchimento das tubulações. com pontos de fulgor abaixo de 37. O tempo de operação deve ser de 30 minutos na taxa de aplicação especificada. etc.3. altas taxas de aplicação podem ser recomendáveis para se reduzir o risco de poluição da área.4.3. 6. A proteção de produtos como aminas e anidridos.4. a 50ºC. éter isopropílico. método de aplicação e características do líquido ao qual a espuma deve ser aplicada.3ºC. 3) para a proteção de líquidos inflamáveis ou combustíveis tóxicos.4 Inflamáveis e combustíveis polares solúveis em água As espumas tipo álcool exigem aplicação suave pelas câmaras tipo I. temperatura da água e natureza do risco a proteger. óleos combustíveis pesados. pode ser feita uma redução proporcional no tempo.2.3.3. Para a finalidade desta exigência..068x104 m² /s. resíduo viscoso seco (mais de 50 s Saybolt-Furol. e misturas de solventes polares em geral podem exigir taxas de aplicação mais altas. em tese de fogo. O maior valor resultante deve ser somado à quantidade necessária para as mangueiras previstas em 6.

Estes tanques têm desempenho excelente quanto a incêndios.1 Para a proteção dos tanques.4.3. 2) Testes práticos demonstraram que a espuma pode deslocar-se efetivamente através de 30 m de superfície de líquido incendiado. inspeção.5. testes e substituição dos selos de vedação. de acordo com as exigências estabelecidas na NBR 7821.2 Os dispositivos de inspeção devem proporcionar perfeita simulação de seu funcionamento por ocasião das vistorias técnicas.3. distância da instalação ou falta de pessoal para combate a incêndios.3. Os sistemas fixos de espumas podem ser operados manual ou automaticamente.5 Mais de 48. não é necessária quantidade adicional de LGE.5 (inclusive) nº mínimo de câmaras 1 . Quando forem projetadas duas ou mais câmaras.5 Mais de 42. O projeto pode prever uma instalação fixa ou semifixa.5 até 42.3. O seu projeto obedece tanto às razões de prevenção de incêndios quanto às de conservação do produto. diafragmas ou flutuadores que facilmente podem submergir não estão incluídos nesta definição. 6. limitações de tempo de trânsito podem exigir uso de linhas separadas de água e de LGE e a necessidade de se efetuar a mistura do LGE perto do esguicho de espuma e não na estação central de espuma.3.6. devem ser usadas câmaras de espuma.3 Duas técnicas são reconhecidas para aplicação da espuma por um sistema fixo/semifixo. podendo deslocar a solução de espuma das tubulações para o tanque.2 Sistemas de espuma podem não ser exigidos em tanques de teto flutuante. dependendo dos danos do selo. O teto flutuante é equipado com selo de vedação tipo pantógrafo.6. quando o tanque ultrapassar o diâmetro de 61 m. com o emprego de equipamento portátil.3 Exigências para se encherem as tubulações Deve haver uma quantidade de LGE suficiente para se produzir à solução de espuma para se encherem as tubulações instaladas entre a estação fixa de emulsionamento e o tanque mais distante. Entretanto.5. e cada câmara deve ser dimensionada para suprir espuma à mesma vazão.3. há locais onde a proteção fixa pode ser recomendável devido a calor dos produtos estocados.5. Uma delas prevê a descarga da espuma acima do selo pantográfico.3. Em tanques grandes.5 até 48. O número de câmaras de espuma deve estar de acordo com a tabela 4 abaixo.5 Mais de 36.1. diretamente no invólucro do selo tubular e na superfície do líquido estocado.1 São tanques com topo aberto que têm teto flutuante com divisões fechadas ou pontões construídos com chapas de aço.6 Tanques com teto flutuante com topo aberto 6.3.uma linha de 200 L/min. com o topo aberto. 6. 2) no caso de solução de espuma tipo álcool.1.3.4. a injeção subsuperficial pode ser usada para se reduzirem às distâncias de deslocamento da espuma. para prevenir a entrada de vapores nas câmaras de descarga e nas tubulações. para se permitirem manutenção apropriadas. 6.3. Quando o suprimento de água continuar após o esgotamento do LGE. Usualmente é possível utilizar pessoal treinado para a extinção de incêndio no anel circular.5 Câmaras de espuma 6. quebrável sob baixa pressão. 6.1 Quando forem instalados dispositivos fixos de descarga acima do selo pantográfico ou acima do protetor metálico.6. As câmaras de descargas devem dispor de dispositivos adequados de inspeção.3. Mantas de plástico. elas devem estar igualmente espaçadas à volta do tanque. 6. A outra prevê a descarga da espuma sob o selo pantográfico diretamente na superfície do líquido ou atrás do protetor metálico. 6.Bacias de tanques com diâmetros (m) Inferior ou igual a 10 Superior a 10 até 20 Superior a 20 até 30 Superior a 30 até 40 Superior a 40 Vazão de solução de espuma (L/min) 400 400 800 800 1200 No Tempo de mínimo uso de linhas (min) 1 2 4 4 6 10 20 20 30 30 Mais de 24. ou selo tubular com protetor metálico contra chuva. As câmaras de espuma devem estar firmemente montadas no topo do costado e situadas de modo a eliminarem a possibilidade de escoar o líquido armazenado para as tubulações de espuma e de modo que a explosão inicial e o conseqüente arrancamento do teto do tanque não as sujeitem a danos. proceder como indicado a seguir: Notas: 1) para área total até 400 m² . 6.4 Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE conforme indicado em 5. Quando operados automaticamente são capazes de operar das duas maneiras.3.6. Tabela 4 – Número de Câmaras de Espuma Diâmetro do tanque (m) Até 24.1 As câmaras de descarga devem estar munidas de selo de vedação.2 6. 6. ou outro tipo de vedação.5 até 55 Mais de 55 até 61 2 3 4 5 6 Nota: 1) Acrescentar uma câmara para cada 465 m² de superfície líquida.6.5 até 36. ou do protetor metálico.

c) a taxa de aplicação e o suprimento de LGE devem ser calculados considerando-se a área da coroa circular entre o anteparo e o costado do tanque. o sistema de ventilação deve ser suficiente para manter os vapores abaixo do limite inferior de inflamabilidade. Os respiros devem ser também adequados para aliviar qualquer vácuo gerado embaixo do teto fixo durante as operações de descarga. as articulações do seio ou a escada móvel do teto flutuante. pelo menos.9. medido ao redor da circunferência. com bastante fluidez.1 Geral Sistemas de aplicação subsuperficial não são indicados para a proteção de produtos como álcool.4 mm (chapa 10). inclusive tubulação. Proteção fixa pode ser recomendável em certos locais devido ao valor dos produtos estocados.3. Hidrocarbonetos líquidos que .6. acima do selo do teto flutuante. usualmente associada com tempos de drenagem perto do limite inferior aceitável (ver tabela 2). b) para os vedadores tipo pantográfico o anteparo circular não é exigido.7 Tanques com teto flutuante cobertos No âmbito desta Instrução Técnica. O suprimento deve ser adequado para operar o sistema durante 20 minutos. O espaçamento máximo entre os aplicadores não deve ser maior que 40 m. 9.3.7. A possibilidade de incêndio é grandemente reduzida em comparação com outros tipos de tanques. e de maneira alguma deve haver menos de quatro respiros igualmente espaçados.a) montar sobre o teto flutuante. com o teto flutuante. b) a proposta do sistema de espuma deve prever a não interferência dos seus dispositivos. anidridos. O espaçamento máximo entre os aplicadores não deve ser maior que 18 m. medido ao redor da circunferência do tanque. 6.8 l/min/m². As taxas mínimas de solução de espuma recomendadas com emprego de dispositivo de descarga tipo II devem ser de. O suprimento deve ser adequado para operar o sistema durante 10 minutos. aldeídos.6.3.3.1 Os sistemas fixos não são exigidos em tanques com teto flutuante cobertos. tanques com teto flutuante. ele deve ser considerado como tanque de teto fixo. 6. No caso de incêndio é difícil extinguir o fogo nestes tanques.3.4).2 Quando se deseja instalar dispositivos fixos de espuma embaixo do selo ou do protetor metálico. observar o seguinte procedimento: a) se o tanque for construído de acordo com as recomendações. e outros. com o teto flutuante.3. as indicações seguintes devem ser observadas como guia de construção: a) para os vedadores tipo selo tubular.3. ou o protetor contra intempérie e com a escada móvel do teto flutuante. e) a taxa de aplicação e o suplemento do LGE devem ser calculados considerando-se a área da coroa circular entre o costado do tanque e a borda do teto flutuante. contendo hidrocarbonetos líquidos 6.3. O anteparo deve ter ranhuras cortadas na parte inferior para permitir a drenagem da água de chuva. Nas áreas totais. distância das instalações ou falta de pessoal de combate a incêndio. ésteres. O comprador deve especificar as taxas de recebimento. aplicar o sistema de espuma como para tanques de teto flutuante (ver 6.7. Estes respiros devem ser adequados para a saída do ar e gases do espaço sob o teto fixo durante as operações de recebimento (enchimento). respiros convenientes devem ser instalados para se evitar esforço excessivo da borda do teto ou da membrana de selo. cobertos por um teto fixo com ventilação para a atmosfera e com um teto metálico fechado flutuando na superfície do líquido. com ventilação instalada conforme determinado no Boletim API 650-Apêndice H (ver nota). b) se o tanque não estiver dentro das recomendações. A área total aberta destes respiros deve ser igual ou superior a 0.3. cetonas.2 Para a proteção com espuma para estes tanques.2. A taxa mínima deve ser de 20 l/min/m² da área.3. aplicar o sistema de espuma como para os tanques de teto fixo (ver alínea a do item 6. o anteparo circular é exigido somente quando o topo do selo está a menos de 160 mm abaixo da borda superior do teto flutuante. O espaçamento máximo entre os respiros deve ser de 10 m.3. 6. 6. exceto durante o carregamento inicial e por um breve período depois desta operação. com o emprego de equipamento portátil.8 Dispositivos complementares Recomenda-se que pelo menos um canhão monitor seja providenciado como proteção complementar para o caso de uma câmara ser danificada pela explosão do tanque (ver 6. d) a proposta do sistema de espuma deve prever a não interferência dos seus dispositivos. c) A espuma deve ser do tipo de baixa expansão.033 m². inclusive tubulação. Caso um tanque de teto flutuante coberto não seja de acordo com estas recomendações. Notas: 1) em ventilação em tanques com teto flutuante coberto. graças ao tipo de construção “gaiola de Faraday” desta classe de tanques. a 300mm da borda deste. 6.1). 2) os respiros ou abertura de ventilação devem estar situados no costado do tanque. Um respiro deve estar instalado no centro ou na maior elevação do teto fixo e deve ser equipado com uma tampa contra intempérie com área mínima aberta de 0. ou ranhuras devem ser de 280 mm²/m² da área da coroa circular entre o costado do tanque e o anteparo. 6.60 m² por metro de diâmetro do tanque.6).3. dependendo da volatilidade do produto. de modo que o fabricante do tanque possa dimensionar corretamente a ventilação. um anteparo circular feito de chapa de aço de espessura de pelo menos 3. 6.3 Não se exigem válvulas separadas para cada dispositivo de carga de espuma para os sistemas em tanques de teto flutuante com o topo aberto. A finalidade do anteparo é reter a espuma na área do solo e garantir uma altura suficiente (no mínimo 600 mm) para fazer com que a espuma escoe lateralmente e cubra todo o selo de modo a garantir a vedação de pontos onde o selo haja sofrido ruptura.9 Aplicação de espuma pelo sistema subsuperficial em tanques de teto fixo.

3.1.2. petróleo cru e hexano.3. Além do controle oferecido pelo efeito abafador da espuma e o efeito resfriador da água que alcança a superfície. 6.5. 6. estas devem ficar espaçadas igualmente ao redor do tanque.9.3. 28 m e 35 m.5 até 42.10.10.3. antes de se colocar o sistema de espuma em operação.5.5 Saídas de espuma As saídas de espuma para tanques podem ser o extremo aberto da tubulação de suprimento de espuma ou do próprio produto estocado.1. estas devem estar situadas acima do nível de água.9.2. as válvulas destas devem ser dispostas para que a espuma entre somente no tanque a ser protegido.5 até 48.5. Havendo água no fundo do tanque.9.3.2 Os tanques devem ter saídas de espuma conforme o determinado na Tabela 5 abaixo: Notas : 1) líquidos da classe IA exigem consideração especial.3. a eficácia da espuma será reduzida devido à sua diluição. em viscosidade. a menos que testes efetivos provem que velocidades mais altas são satisfatórias.9.1 6.2 Válvulas nos sistemas Em adição às exigências especificadas em 6. 6.3. as saídas podem ter conexões no costado ou a espuma pode ser alimentada por meio de uma tomada múltipla de tubos para o interior do tanque. acima das saídas de espuma. e não deve exceder 6 m/s para os líquidos de outros tipos. de modo que o percurso não exceda 30 m.5ºC) tenham viscosidade de 25 S. aos óleos combustíveis que em temperatura do ambiente (15.3. a menos que a segunda seja parte integrante do gerador de espuma de alta contrapressão a ser ligado na hora do uso.3. 6.9.1 Suprimento de LGE O suprimento mínimo de LGE a ser mantido deve ser a soma das quantidades definidas para as câmaras de descarga do tipo II e linhas de espuma suplementares conforme indicado em 6. 6.5 (inclusive) Mais de 24.Saídas de Espuma Diâmetro do tanque (m) De 18 a 24.5 m.9. a 50ºC e ponto de fluidez de -9.contêm tais produtos misturados podem exigir taxas de aplicação mais altas.4.9.5 até 36. 6. O fabricante do LGE deve ser consultado e a ele devem ser solicitadas recomendações.S.2 e 6. partindo de uma só conexão no costado. A velocidade da espuma no ponto de descarga para o tanque não deve exceder 3 m/s.11.5 Mais de 42. Quando linhas de produto são empregadas para espuma. em vez de se instalarem bocas adicionais no tanque. contendo gasolina.5 até 55 Mais de 55 até 61 Mais de 61.3. II e III 1 1 2 1 3 2 4 2 5 2 6 3 465 m² 700 m² As exigências mínimas referentes às linhas de mangueiras e hidrantes de espuma são especificadas em 6.4. 6.1 Quando duas ou mais saídas são necessárias. 6.5 Mais de 48. 6. . cada linha de suprimento de espuma deve estar equipada com uma válvula de descarga e uma válvula de retenção.3 Tanques horizontais e tanques pressurizados Os sistemas fixos ou semifixos de espuma não se aplicam a tanques horizontais nem a tanques pressurizados. respectivamente.5 Mais de 36. para os líquidos de classe IB.10.3.9. 6. ela deve ser drenada até o nível do ponto de aplicação.3.3.4. Caso isto não seja feito.U.4ºC. Nº mínimo de saídas Líquidos Líquidos de classe de classe 1A e 1B 1C.9. o controle e a extinção do incêndio podem ser ainda favorecidos pela movimentação do produto frio para a superfície. e cada saída deve ser dimensionada para descarregar a espuma à mesma vazão.3 Quanto à altura das saídas de espuma. 6.10 Tubulação do sistema de espuma 6. acrescentar uma saída para cada tanque.3.3 Taxas A taxa mínima deve ser conforme indicado na alínea a do item 6. Os LGE fluorproteínicos e os AFFF oferecem desempenho satisfatório neste processo de aplicação.4 Exigências suplementares mangueiras e hidrantes de espuma de linhas de Tabela 5 .3.3. 2) Esta tabela baseia-se em extrapolação de dados de testes de fogo em tanques de diâmetros de 7. As saídas devem ser dimensionadas de modo que não sejam ultrapassados os limites da pressão de descarga do gerador de espuma e da velocidade da espuma. Estes sistemas também não devem ser aplicados a tanques do teto flutuante. As conexões no costado podem ser feitas nas tampas das portas de inspeção.2 Produtos e equipamentos geradores de espuma Produtos e equipamentos geradores de espuma para a aplicação sub-superficial devem ser aprovados para esta finalidade.3.3.1 Tubos para espuma O dimensionamento dos tubos ou das linhas de saída usadas além do gerador de espuma deve ser tal que a contrapressão esteja dentro da faixa das pressões para as quais o sistema foi projetado. 3) Incêndios em combustíveis mais pesados que foram extintos pela aplicação subsuperficial correspondem. prolongando ou impossibilitando a extinção.3.2. Para distribuição uniforme da espuma.

3. conforme especificado em 6. não se deve depender dos monitores exclusivamente como recursos principais da extinção para tanques de teto fixo com mais de 18 m de diâmetro. desde a distância de 15 m do costado do tanque. e dentro de 15 m de distância nos tanques sem diques. Monitores operando ao nível do solo normalmente não são recomendados para extinção de incêndio nas bordas dos tetos flutuantes.6.3. O fabricante dos sistemas (canhão e LGE) deve ser consultado quanto à taxa de aplicação ideal para estes casos.1. São indicados quando usados isoladamente para a extinção de focos em derrames. São necessários hidrantes de solução de espuma.2.4.3. deve haver válvulas entre a descarga de cada proporcionador e o coletor de descarga.3. Deve haver um suporte em cada anel do costado. A fim de obter-se a máxima flexibilidade. Monitores fixos podem ser instalados para a proteção de áreas de estocagem de tambores ou áreas limitadas por diques.12. para dar flexibilidade nesse sentido. 6. deve possuir suportes inferiores e laterais. 6. normalmente. de modo que a junta articulada ou giratória da câmara ou outro meio conveniente não seja necessário. cada um com duas bocas de descarga pelo menos.13 Hidrantes de espuma Sistemas fixos com estação central devem ter hidrantes para linhas de espuma para uso suplementar em incêndios em vazamentos. A linha de água para cada proporcionador deve ter válvula separada.2 A tubulação das câmaras de descarga.12.5 vez (uma vez e meia) a altura do tanque a partir dos costados. posições dos canhões e modo de aplicação podem reduzir a eficácia do jato de espuma. A espuma deve ser aplicada contínua e uniformemente. podem ser soldados ao tanque mediante suportes de chapas de aço situadas perpendicularmente ao tanque. em quantidade suficiente para formar uma cobertura eficiente. devido às condições do local e da ocorrência de um possível derrame em grandes parques de tanques. do próprio tanque e da intensidade do incêndio. estas devem ser soldadas como reforço. devido à dificuldade de se dirigir à espuma para o espaço anelar.3. b) um diâmetro para tanques de diâmetro de 15 m ou mais.11. as tubulações de alimentação para cada câmara de espuma devem ter válvulas individuais fora do dique em instalações fixas. quando estiverem adequadamente protegidas.1 Generalidades Estes equipamentos são sistemas nos quais a espuma é aplicada por meio de canhões monitores fixos ou semifixos. 6.3. Onde dois ou mais proporcionadores de espuma estiverem instalados em paralelo. 6. 2) Incêndios grandes em derrames têm sido extintos com linhas de mangueiras ou canhões monitores.3 Deve haver um dispositivo para permitir teste hidrostático do sistema até a câmara. quando necessário. e de 15 a 75 m dos costados para os tanques com diâmetros superiores a 09 (nove) metros. descarregando para um mesmo equipamento. quando toda a superfície do líquido estava envolvida. Portanto. Preferencialmente. 6. conforme estabelecido em 6.60 m ou montada acima do solo. devem estar situados à distância de 1. nestes casos.11 Tubulação 6. Dependendo dos ventos. 6. pode estar enterrada a uma profundidade de 0. b) quando a tubulação for apoiada sobre o solo.3. deve-se considerar um acréscimo de cerca de 20% na taxa de aplicação de espuma. Nas instalações fixas. o efeito de tiragem das chamas pode impedir que a espuma alcance a superfície dos líquidos incendiado. porém não deve ficar impedida de deslocar-se para cima. Linhas de mangueiras são também usadas para a extinção de incêndios nos anéis de vedação dos tanques de teto flutuante. Fatores como vento. Uma das seguintes técnicas pode ser empregada: a) quando a tubulação for enterrada. É preferencial que a descarga seja dirigida ao centro do tanque para reduzir o espaço percorrido pela espuma.3.12 Válvulas nos sistemas Todas as válvulas.3. monitores portáteis ou montados em . incêndios em áreas limitadas por diques e incêndios em tanques diques e incêndios em tanques com teto fixo.11.4 Canhões monitores e mangueiras para proteção em áreas abertas 6. Notas : 1) incêndios em tanques de grandes diâmetros têm sido extintos por meio de monitores de grande vazão de espuma.11.12. c) quando os tubos das câmaras são de 100 mm ou maiores. se apropriadamente suportada e protegida contra donos mecânicos. para aqueles com diâmetro até 09 (nove) metros. Eles. deve ser construída do modo a absorver as forças no sentido para cima e as do choque devido à ruptura do teto do tanque.3. Este sistema pode ser empregado em vez de juntas articuladas ou giratórias. devem ser do tipo que permitem a verificação visual das posições “aberta” e “fechada”. ou de mangueiras.4.3. de forma a permitir a elevação da câmara e a flexão do tubo de subida.1 As válvulas de controle devem estar situadas fora dos diques e às seguintes distâncias do costado do tanque que protegem: a) 15 m para tanques de diâmetro menor que 15 m. dentro do dique ou de 15 m de distância de tanques sem dique.2 As válvulas de controle remoto podem ser permitidas à distância menor que as prescritas nas alíneas a e b do item 6. Devido às suas limitações. usar tubos de aço-carbono todos soldados. exceto as dos hidrantes. uma junta articulada ou giratória ou outro meio conveniente deve instalada na base de cada tubo de subida para a câmara. As válvulas de controle para dirigir a espuma ou solução para o tanque apropriado podem estar na estação central de espuma ou podem estar em pontos onde as tubulações derivam da linha principal de alimentação. Caso haja conexões rosqueadas. 6. hidrantes de água com geradores portáteis ou outros dispositivos aprovados. são recomendados como proteção auxiliar em conjunto com sistemas fixos.1 Toda tubulação no interior dos diques. Os hidrantes (observar número mínimo).

2) querosene. Caso contrário.reboques são preferíveis aos fixos. exigem o uso de espumas tipo álcool.4. devem ser consideradas as perdas potenciais de espuma ao vento e a outros fatores indicados em na nota 1 do item 6. Em geral as espumas tipo álcool podem ser efetivamente aplicadas por meio de motores ou linhas de espuma em focos de vazamento.2 Tempos mínimos da descarga O equipamento deve ser capaz de funcionar com a taxa mínima de descarga de 6.. Notas: 1) A resistência da espuma tipo álcool pode ser afetada adversamente por fatores como tempo excessivo de trânsito da solução. para os seguintes períodos de tempo: a) para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos: 1) óleos lubrificantes. especialmente para cada produto. 6.4.5 vez (uma vez e meia) a altura do tanque a partir do seu costado. etc. pressões de operação.8 Nos sistemas com canhões monitores. a taxa de aplicação da solução deve ser.068 x 10-4 m²/S a 50º C).2.3.5 L/min/m² de superfície do líquido a ser protegido. uso de dispositivos geradores não projetados especificamente para a aplicação.3 As taxas de aplicação mínimas recomendadas para LGE aprovados para descarga tipo II devem ser 9.3. com os pontos de fulgor acima de 93. 6. podendo exigir taxas de aplicação de 8 L/min/m² ou mais altas. 2) deve-se atuar com cuidado ao se aplicarem jatos de espuma em produtos de alta viscosidade aquecidos acima de 93ºC.3 a 6. podem ser necessárias maiores taxas de aplicação para se reduzir o risco ao pessoal.3. 6.2. etc.5 Aplicar as recomendações da segunda e da terceira subalíneas de 6.4. 6. dependendo das características do LGE da temperatura da água e da natureza do risco a proteger.1. O procedimento de combate a incêndios em áreas isoladas por diques é extinguir ou limitar com segurança uma área e seguir avançar para extinguir a próxima seção dentro do dique.4. Notas: 1) 1íquidos inflamáveis com ponto de ebulição inferior a 37.1 Para hidrocarbonetos líquidos: a) para a proteção de tanques.. 6.4. providenciando-se cobertura mais rápida.4..3ºC. .2. (1) óleos combustíveis secos.3..4. 6. conforme estabelecido em 6. com os pontos de fulgor de 37..2. os jatos devem ser limitados para uso com LGE especiais tipo álcool aprovado para a descarga tipo II.1 Geral Os suprimentos a serem mantidos devem ser a soma das quantidades definidas em 6. Taxas convenientes de aplicação devem ser determinadas por teste. 6.4. cetona metiloisobutílica.1. É de fundamental importância à obediência às recomendações do fabricante do LGE. combustíveis e solventes polares.2. para aqueles com diâmetro até 09 (nove) metros.. Diesel. éter isopropílico e misturas de solventes polares em geral podem exigir taxas de aplicação mais altas.3.6 Produtos como álcool isopropílico. b) aplicar as recomendações da segunda e da terceira subalíneas de 6.8 l/min/m².3ºC. óleos combustíveis leves.35 minutos. Misturas de líquidos inflamáveis com um faixa ampla de pontos de ebulição podem desenvolver uma onda de calor após queima prolongada.. devem ser previstas linhas para a proteção da bacia de contenção de acordo com a tabela 3 e outra linha (ou canhão) para a proteção do tanque. O tempo de trânsito da solução.1. obedecendo às mesmas distâncias descritas em 6. o tempo transcorrido entre a injeção do LGE na água e a indução de ar pode ser limitado. Em todo caso. Embora o baixo conteúdo de água na espuma possa resfriar beneficamente tais combustíveis. 2) Para a proteção de líquidos inflamáveis ou combustíveis que são altamente tóxicos.. Esta técnica deve ser continuada até a extinção completa do fogo. 6... exige LGE testados. que são especialmente destruidores de espuma. falhas na mistura (água + LGE) dentro dos limites recomendados de concentração.. A proteção de produtos como aminas e anidridos.. ou seja.2.1 Os hidrantes devem ser localizados à distância de 1.7 Nos casos em que o sistema de combate a incêndio por espuma seja composto unicamente por linhas de espuma e/ou canhões monitores.2..2 Taxas de aplicação A taxa mínima de aplicação baseada na premissa de que toda a espuma possa alcançar a área a proteger deve ser a seguinte: Na determinação das exigências totais de vazão da solução.4...2.2. líquidos solúveis em água e certos líquidos inflamáveis.4. os quais são destruidores de espuma comuns.3. no mínimo.5 L/min/m².4.4.3. 6.7.2. quando a profundidade não ultrapassar 25mm. 6.. 6. O tempo máximo de trânsito da solução para cada instalação deve estar dentro dos limites estabelecidos pelo fabricante do LGE. e de 15 m a 75 m do costado para os tanques com diâmetros superiores a 09 (nove) metros. 6.2. álcool butílico. Os sistemas que usam espumas exigem projetos especiais de engenharia.3..4.50 minutos.8ºC podem exigir taxas de aplicação mais altas.4. Deve-se tomar cuidado quando da aplicação da espuma ou líquidos que estão aquecidos acima do ponto de ebulição da água.4 Para LGE aprovados somente para descarga tipo I deve ser consultado o fabricante. fora dos diques.4. de 6. monômero de metacrilatometílico. resíduo viscoso seco (mais de 1.4.2.3 Suprimento de LGE 6.2.2.6. sendo que a vazão deste último deve ser calculada em função da taxa de aplicação e o diâmetro do tanque considerado. pode causar também violenta erupção turbilhonar e transbordamento do produto. para o tempo mínimo descrito em 6. os tubos de espuma ou solução devem terminar em conexões que fiquem a uma distância segura dos tanques.7.8ºC a 93. É de fundamental importância à obediência às recomendações do fabricante do LGE utilizado. método de aplicação e características do produto.2 Para outros líquidos inflamáveis e combustíveis que exigem LGE especiais. os fabricantes do LGE e do equipamento gerador de espuma devem ser consultados quanto às limitações e recomendações baseadas em testes práticos.1.4.4..4.

3) gasolina. 6.6.5.4. espumas tipo álcool exigem procedimentos especiais de conforme indicado em 6.3. de forma que toda área de risco seja protegida com pelo menos uma linha de comprimento máximo de 30 m..4.4. devem ser protegidos por linhas de espuma.4. 6.1.5 Linhas de espuma para proteção de líquidos combustíveis ou inflamáveis acondicionados 6. a menos que o fabricante do LGE tenha estabelecido outro valor.5. 6.4..4. 6.3.5.. b) para tanques contendo outros líquidos inflamáveis e combustíveis que exigem espumas especiais.1.5 Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE.4 Tempos mínimos de descarga da solução de espuma O tempo mínimo de aplicação. 6.65 minutos..3..1 São considerados armazéns individuais aqueles que atendam aos critérios construtivos e afastamentos estabelecidos na IT 22.2.5.4. como especificado no item 6.5..5.. nafta.3.5. 6. 6.4.1 Armazéns que contenham líquidos combustíveis ou inflamáveis acondicionados.. O tempo de operação deve ser de 65 minutos à taxa de aplicação especificada.2 e 6. quando existirem dois ou mais hidrantes na área a ser protegida.65 minutos.4. diesel automotivo e líquidos similares. independente do produto armazenado é de 20 minutos. quando existir um hidrante na área a ser protegida. Jatos adicionais de espuma devem ser previstos como proteção adicional para incêndios no solo. b) devem ser calculadas duas linhas de espuma de 400 l/min. 4) petróleo cru . pelo tempo indicado no item 6.5 Exigências relativas ao enchimento das tubulações.3.. funcionando simultaneamente.6 As disposições acima se aplicam aos locais onde houver processos com manipulação de líquidos combustíveis ou inflamáveis. com os pontos de fulgor abaixo de 37.4. 6.2 O número de linhas de espuma deve ser determinado em função da área a ser protegida obedecendo ao critério descrito em 6.000 litros.3 Descargas mínimas de solução de espuma: a) deve ser calculada uma linha de espuma de 400 l/min. benzol.. 6.. com volume médio de estoque superior a 20.3.3.3.3 Exigências para tanques A quantidade de LGE deve ser determinada pela multiplicação da vazão total em L/min para cada tanque.2.13.4 Exigências relativas a jatos suplementares de mangueiras e hidrantes.5. .4. Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE como especificado em 6.3. pelo menos como especificado em 6. O maior valor resultante deve determinar a quantidade adequada.2.. 6.3. 6. Devem ser as mesmas que foram especificadas em 6.3.4.8ºC.

ANEXO A Figura 1 .Guia de Qualidade da espuma para tanques de armazenamento .

6 m de diâmetro.500 = 11.000 = 324. 800 x 30 = 24.000 + 24.000 l.000 l (estimado) f) quantidade de solução água-extrato para operação de câmaras tipo I 5. Calcular o sistema fixo de espuma e o suprimento de extrato e água necessários. h) quantidade de solução água-extrato para operação de linhas de mangueira (2 linhas de 400 l/min).5/100 x 197.5/100 x 324.800 l.000 l.000 = 197.000= 1. l) quantidade de extrato (6%) para suprimento do sistema com câmara tipo I 6/100 x 197.900 l. com câmaras de Tipo I e II e extrato a 3.5%) para suprimento do sistema com câmaras tipo II 3. e) quantidade de solução água-extrato para enchimento da canalização 20.5% e 6%. a) Diâmetro do tanque = 31.000 = 11.000 + 24. ento d) quantidade de solução água-extrato para proteção do dique (2 linhas 400 l/min) 400 x 2 = 800 l/min. o maior tanque de gasolina tem 31.500 l.100 x 55 = 280.500 l. p) número mínimo de câmaras = 2 câmaras .100 l/min.ANEXO “B” EXEMPLO ILUSTRATIVO DE CÁLCULO DE SISTEMA DE ESPUMA 1) Em um parque de armazenamento de inflamáveis.100 x 30 = 153.6 m b) área do tanque = 785 m² c) quantidade de solução água-extrato para proteção do tanque 785 x 6. k) quantidade de extrato (3.500 = 19.500 + 20.500 l.350 l. n) quantidade de extrato (6%) para suprimento do sistema com câmaras tipo II 6/100 x 324.000 l.000 + 20.500 l. j) quantidade total de solução água-extrato para operação do sistema com câmaras tipo II 280. g) quantidade de solução água-extrato para operação de câmaras tipo II 5.000 = 6. o) quantidade de extrato (6%) para suprimento das linhas manuais 6/100 x 24. i) quantidade total de solução água-extrato para operação do sistema com câmaras tipo I 153.5%) para suprimento do sistema com câmara tipo I 3. m) quantidade de extrato (3.5 = 5.

Referências Bibliográficas 4 .Aplicação 3 .Definições 5 – Procedimentos .IT .21 SISTEMA FIXO DE GASES PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1.Objetivo 2 .

NBR 12232 – Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com gás carbônico (CO2) por inundação total para transformadores e reatores de potência contendo óleo isolante. decidir pelo emprego de sistemas fixos de gases.1 Esta Instrução Técnica se aplica em locais cujo emprego de água é desaconselhável para o combate a incêndios em virtude de riscos decorrentes de sua utilização ou para aqueles locais cujo valor agregado dos objetos. São inodoros.br SISTEMA FIXO DE GASES PARA COMBATE A INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as exigências técnicas e operacionais para as instalações de sistema fixo de gases para combate a incêndio.2 O emprego de sistemas fixos de gases é recomendável nas situações em que o uso da água ou outro agente extintor pode causar danos adicionais aos objetos ou equipamentos daquela edificação. Augusto de Lima. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. Decreto Estadual nº 44.bombeiros. de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 9441 – Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio.br Email: dat3@cbmmg. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.: O CO2 não é considerado gás limpo por sua ação asfixiante na concentração de extinção. justificando o não emprego da água.gov. maus condutores de eletricidade e não corrosivos.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 21 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.mg. por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido. a fim de garantir o correto funcionamento dos equipamentos e a segurança das pessoas.270. 5 PROCEDIMENTOS 5. dividem-se em compostos halogenados em mistura de gases inertes. Podem ser de comando automático ou manual.gov. 3 REFERÊNCIA NORMATIVA Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 2 APLICAÇÃO 2. Exemplos: a) objetos de valor inestimável (obras de arte. ou ainda quando os resíduos do combate a incêndio são difíceis de serem controlados e podem trazer danos ao meio ambiente. quando houver risco pessoal no uso do agente extintor convencional. incolores. etc). b) equipamentos ou objetos com alto valor agregado e sensíveis ao uso dos agentes extintores convencionais . 355 . NFPA – 2001 – Standard on clean agent fire estinguinshing systems. 5. a) Inundação total: Descarga de gases. Obs.130. 4 DEFINIÇÕES 4.Bairro Centro CEP 30.mg. NFPA – 12 – Standard on carbon dioxide estinguinshing systems.190-000 Site: www.1 O Responsável Técnico deve analisar as características da edificação e de comum acordo com o proprietário. b) Aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás diretamente sobre o material que queima.1 Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de ozônio. ou equipamentos é elevado.

(Ex: HALON). c) equipamentos energizados (transformadores. concentração de projeto em percentagem e em volume. 5. os pontos de detecção e a localização do(s) cilindro(s) do sistema fixo.(máquinas automatizadas em linhas de produção.5 Nos locais onde não houver presença humana e protegidos com sistema de inundação total utilizando agente extintor na concentração acima daquela onde não se observam efeitos adversos às pessoas. (Ex: quando da abertura da porta de acesso em contêiner de torres de telefonia celular). agindo antes dos sistemas hidráulicos (hidrantes. etc). 5. o sistema de chuveiros automáticos pode ser acionado manualmente quando o sistema fixo de gases limpos não tiver sido eficiente. mangotinhos e chuveiros automáticos). porém sujeitos à manutenção eventual. g) indicar o tempo de retardo para evacuação do local protegido antes do acionamento do sistema fixo. 5.7 Deve ser adotada a simbologia gráfica conforme dispõe a IT 03 . 5. c) agente extintor empregado. por organismo de certificação reconhecido pelo Sistema Brasileiro de Certificação. b) laudo técnico do agente extintor (gás) que declare a não toxidade à saúde humana e a não agressividade ao meio ambiente na concentração de projeto. 5. centrais de sensoreamento remoto. h) indicar em planta o local ou equipamento a ser protegido.4 Nos locais onde houver presença humana não podem ser utilizados sistemas de inundação total com agentes extintores cuja concentração de projeto é superior ao nível de concentração onde não se observam efeitos adversos às pessoas. 5. b) tipo de sistema fixo (inundação total ou aplicação local). CPD. nível mais baixo de concentração onde se observam efeitos adversos às pessoas. na falta deste.11 Devem ser apresentados os seguintes laudos: a) laudo de funcionamento do sistema fixo e respectiva ART do Responsável Técnico. 5. ou. Deve ser previsto desligamento automático do sistema fixo de gás quando da entrada de pessoa no ambiente. indicar em planta a localização do ponto de acionamento alternativo do sistema. conforme Protocolo de Montreal. mas não substituí-los. i) apresentar especificações do agente utilizado. os sistemas de chuveiros automáticos podem ser substituídos pelo sistema fixo de gases limpos. volume total armazenado nos cilindros e outras. d) locais onde haja necessidade de isolamento do meio externo (laboratórios onde se armazenam agentes patológicos. quando não é possível controlar a água residual do combate a incêndios. f) localização em planta do ponto de desativação do sistema. . controles de subestações elétricas. centrais de telecomunicações. etc). arquivos convencionais de documentos importantes. 5. Para tanto.10 Nos locais onde o emprego da água pode danificar equipamentos. etc). produtos radioativos. conforme seja necessário. d) forma de acionamento (manual ou automático). (Ex: sistema de inundação total com CO2 nos CPD). e) se automático. e) dados ou informações de valor inestimável (CPD. exceto o CO2. localização da central de alarme e baterias do sistema de detecção utilizado no acionamento do sistema fixo. nos casos onde seja necessário evitar contaminação do ambiente externo. 5. etc).6 Não podem ser utilizados como agentes extintores quaisquer gases que provoquem a destruição da camada de ozônio. como: nível de concentração onde não se observam efeitos adversos às pessoas. por organismo internacional de ensaio e certificação.Símbolos Gráficos para Projeto de Segurança Contra Incêndio.8 Os sistemas fixos de gases para combate a incêndio podem complementar.3 No projeto técnico de proteção contra incêndios devem ser apresentadas as seguintes informações: a) norma adotada. o agente escolhido deve ser certificado como gás limpo.9 Excepcionalmente.

Detalhe de arrumação de armazenagem fracionada 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C – Exemplo de recipiente para classe de líquido inflamável com aspersores ou equivalente 4 – Definições 5 – Procedimentos de afastamento 6 .Tabelas de distanciamentos B .Proteção por extintores de incêndio 8 .IT – 22 ARMAZENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A .Procedimento de controle de vazamento 7 .Isolamento de tanques – risco isolado .

gov. NFPA 69 – Standard on Explosion Prevention Systems. API 650 – Welded steel tanks for oil storage. d) armazenagem de líquidos criogênicos e gases liquefeitos. NFPA 497 – Recommended Practice for the Classification of Flammable Liquids.Segurança nas instalações de produção. e) aspectos toxicológicos dos produtos. NBR 7974 – Produtos de Petróleo – Determinação do Ponto de Fulgor pelo Vaso Fechado TAG. armazenamento. 3.mg.Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www.270. 2 APLICAÇÃO 2. NBR-5418 . levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. f) instalações de armazenagem de líquidos combustíveis e inflamáveis que disponham de Normas Brasileiras específicas. Parte 1: Armazenagem em tanques estacionários. NBR-7505 . NB-98 – Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis. NBR-7820 . 4 DEFINIÇÕES 4. welded. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. aplicam-se as definições constantes da IT 02 .1 Esta Instrução Técnica não se aplica: a) armazenagem de líquidos reativos ou instáveis. tais como aeroportos. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Gases.gov. 2.1. consultar as normas abaixo ou outras específicas: NFPA 30 – Flammable and combustible liquids code.Procedimento. Augusto de Lima. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR-7505 .1 Para os efeitos desta Instrução Técnica.mg.1 Esta Instrução Técnica se aplica às edificações ou áreas de risco em que haja armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e Art 3o do Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.Armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições mínimas necessárias para as instalações de armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis.Instalações elétricas em ambiente com líquidos. API 620 – Recommended rules for disign and construction of large. Parte 4: Proteção contra incêndio.Armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. NR-20 – Líquidos combustíveis e inflamáveis. no tocante a afastamentos e controle de vazamentos. gases e vapores inflamáveis . 355 . atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. manuseio e transporte de etanol (álcool etílico).2 Na ausência de informações desta Instrução Técnica.bombeiros. . or Vapors and of Hazardous (Classified) Locations for Electrical Installations in Chemical Process Areas.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 22 ARMAZENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. low pressure storage tanks.130.br Email: dat3@cbmmg. c) instalações marítimas off-shore. Decreto Estadual nº 44. b) armazenagem de álcool carburante em usina.

polimerizem ou venham a explodir.5 psi) ou equipado com respiradouros de emergência.6 Área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação.4ºC . 4. 5.8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37. 4.4 kPa (15 psi). esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada.1. ou de choque mecânico.4. c) classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93. 4.3 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de etanol (álcool etílico).3 As demais distâncias mínimas de segurança encontram-se nas tabelas 1.2 O espaçamento entre tanques deve ser determinado conforme a tabela 7.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. 4.1 As distâncias de segurança são aquelas compreendidas entre o costado do tanque e: a) o costado de um outro tanque ou vaso de pressão.8ºC – todos os tipos de álcool.1. e) a base interna de um dique.8ºC. no estado puro ou nas especificações comerciais. que permitam pressões superiores às mencionadas. b) classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93.2 Para os espaçamentos relativos a tanques de superfície fora dos parques de tanques nas Unidades de Produção seguirá o disposto nesta Instrução. se tornem auto-reativos e.8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de óleo diesel. deverá ser localizado de acordo com a tabela 4 do anexo A.1 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva e líquidos instáveis e classe IIIB). 4.7 Área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais. barcos. b) a parede externa mais próxima ou projeção da cobertura de uma edificação. 2. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 2 do anexo A. 4. subdividido como segue: a) classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37.1.1.1. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 3 do anexo A.1. que não permitam que a pressão ultrapasse aqueles limites. . 5.1.5 psi) ou equipado com respiradouros de emergência. c) a parte externa mais próxima de um equipamento fixo.todos os tipos de lubrificantes.9 Posto de abastecimento interno: Instalação interna a uma indústria ou empresa cuja finalidade única é o abastecimento de combustível e ou lubrificantes para sua frota própria ou de seu uso.8ºC. etc. no interior de edificações.1 Deverão ser previstos os espaçamentos da NBR 7820.2. 4.2 kPa manométricas (2. por efeito de variação de temperatura e pressão. com ou sem acabamento ou em terreno natural. subdividindo-se em: a) classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. 4. se decomponham. sobre piso. à pressão manométrica igual ou inferior a 103. 4.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. 5. 5 PROCEDIMENTOS DE AFASTAMENTOS 5.2 kPa manométricas (2. – solventes (conforme ficha de segurança do produto).2. 5. suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra.1. cicloexano e óleo fúsel em unidades de processamento de álcool 5.10 Posto de serviço: Local público onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos.8 Risco isolado: Risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados. conforme o caso. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 5 do anexo A. aeronaves. podendo ser edificada ou aberta.2.4 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de tanques no interior de edifícios 5. 4.3 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que. 5. b) classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. operando a pressões iguais ou inferiores a 17. aguarrás e querosene (iluminante e de aviação). d) o limite de propriedade. 5.1.5 Todo tanque de superfície utilizado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis sujeitos a ebulição eruptiva.2 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis contidos em tanques estacionários de superfície. em conseqüência. II.2 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva e líquidos instáveis e classe IIIB). operando a pressões superiores a 17.3.11 Posto de abastecimento: Local restrito onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos.8ºC. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 1 do anexo A. desde satisfação as recomendações deste item.1.5 m.2 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37.4 Área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação. IIIA e IIIB são permitidas. também conhecido como líquido Classe I. 4. 5.1.4 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos combustíveis classe IIIB (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva).todos os tipos de óleo combustível. 5.8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação).1.3 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos instáveis. medida no topo do tanque 5.1 A distância mínima do costado de um tanque e a base interna do dique é de 1.1 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37. 5 e 6 5.2.1.5 Área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação. 5.1. 4.4ºC .1 Armazenamento de líquidos Classe I.3. 5.2. c) classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22. na estocagem ou no transporte.Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.

deverá ser instalada e usada ventilação forçada.4. 5.2 A armazenagem de quantidades maiores do que 300 tambores de líquidos inflamáveis das Classes II e III deverá ser dividida em grupos.2 No projeto do sistema de ventilação deve-se considerar a densidade relativamente alta dos vapores combustíveis.1 O compartimento especial deve ser substancialmente impermeável a líquidos e hermético a vapores ou gases. Os lados. ou em compartimentos especiais.2 kPa deve ter sua saída direcionada de tal maneira que previna o aquecimento ou a chama direta em qualquer parte do tanque.0 metros e a instalação elétrica deve ser antiexplosão nessa área.15 m em relação ao piso do local. de espessura mínima de 15 cm. Os acessos devem permanecer desobstruídos.5. tais como bomba. o ponto de abastecimento deve ser separado das outras edificações por paredes ou barreiras. Não poderão estar localizadas em áreas não seguras ou de risco. aprovado. A descarga destes gases deverá se realizar na parte externa da edificação.2 Líquidos inflamáveis e combustíveis deverão ser armazenados em tanques enterrados.5.00 m de qualquer fonte de calor. As portas de acesso às bombas de abastecimento devem ser de fechamento automático.4. em desnível de 0. 5. IB e IC devem permanecer normalmente fechados exceto quando na função de alívio da pressão ou do vácuo. insetos.7. 5. 5. evidenciado por um detector de vapores combustíveis. individual ou coletivo. deverá ser considerado como violação do estabelecido nesta IT.7 Quando houver a necessidade de tanque de consumo no interior da edificação (parte do processo para abastecimento exclusivo de equipamento) a capacidade deste não pode ser superior a 2. 5.4. Onde a ventilação natural for insuficiente para impedir. Deverá ficar pelo menos 3.5 m ao redor do .4.5 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem fracionada fora de edifícios 5.7.6 metros. preferencialmente em concreto. a 20 metros de distância de edifícios ou do limite mais próximo da propriedade adjacente e cada grupo de recipientes deverá ser separado dos outros grupos por uma distância mínima de 15 metros.4 Os dispositivos de alívio de pressão de tanques devem estar localizados na parte externa do edifício. com a finalidade de ventilação. O acúmulo de vapores inflamáveis. a 15 metros de distância de edifícios ou do limite mais próximo da propriedade adjacente. condensar ou cristalizar. porém deverá ter controle de vazamento. 5. sem aterro. 5.6 metros acima da linha do solo.6 Fica proibido a instalação de tanque no interior de edificações.4.4.4. sujeita à chama ou calor. com resistência mínima ao fogo de duas horas. filtro.2 No caso da armazenagem com líquidos das classes IB e IC é permitido apenas a utilização de corta chama. permitindo-se o uso de venezianas ou telas grossas. a qualquer momento. sol.4.4. somente no topo. Não poderá ser obstruído. 5. etc.4 Os pisos dos locais de armazenagem devem ser de material incombustível.4. As conexões dos tanques deverão ser construídas e instaladas de tal forma que nem vapores nem líquidos possam escapar para dentro do compartimento.3 Não deverão ser usados dispositivos de alívio de pressão e vácuo ou corta chamas nos tanques que armazenam líquidos inflamáveis das classes IB e IC cujos vapores possam se congelar. dentro dos limites de inflamabilidade ou explosividade. o acúmulo de vapores inflamáveis.4. 5. com volume superior a 25. aquecedor. 5. produzir corrosão ou tamponamento. após tratamento por filtros. confinado em local que restrinja a sua funcionalidade ou no interior do edifício. distância de segurança ao seu redor de 2. nesse caso deverá haver uma válvula de bloqueio fora da edificação.3 Estas distâncias poderão ser reduzidas.7. Nesse caso o tanque poderá ficar no interior da edificação. e cada grupo de tambores deverá ser separado dos outros grupos por uma distância mínima de 10 metros. exceto no caso do item 5. pelo menos. que não poderá estar interligada ao sistema de ventilação de outra parte da edificação ou de outro local.1 A armazenagem de quantidades maiores do que 100 tambores de líquidos inflamáveis da Classe I deverá ser dividida em grupos. 5. 5. A qualidade dos gases deverá ser definida pelo órgão ambiental competente.5. Sua operacionalidade não poderá ser afetada por água de chuva. Esses tanques geralmente são abastecidos por outros tanques fora da edificação.8 Para instalações no interior de edificações. pelo menos.000 litros. o topo e o fundo do compartimento deverão ser de concreto armado. o acúmulo de vapores inflamáveis. As aberturas para o exterior.3 Nenhum tanque que não seja enterrado pode ser localizado à distância horizontal inferior a 3.4. caso exista um sistema de chuveiros automáticos de água ou espuma.4. trocador de calor.4 A saída dos vapores dos dispositivos de alívio de pressão que forem regulados para uma pressão de abertura superior a 17.5. a 50%. obstruindo a passagem de vapores. 5. 5. localizados.4.4. Deverão ser providenciados meios para que possa ser utilizado equipamento portátil que sirva para retirar quaisquer vapores que se possam acumular em caso de vazamento. deverão ser no nível do piso e deverão estar desobstruídas.4. resistência mínima ao fogo de 1½ hora.2.5 Outros equipamentos associados com tanques de armazenamento. a qualquer momento.1 Deverá possuir ventilação suficiente para impedir. em conjunto com um sistema de drenagem para local distante. preferência no pavimento térreo ou mezanino técnico (utilizado para o líquido ser utilizado por gravidade).4. 5.1 Os dispositivos de alívio de pressão de tanques que armazenam líquidos das classes IA. As aberturas de ventilação deverão ser realizadas por dutos com válvula tipo “damper”.. etc. de forma a não constituir riscos para outras instalações ou para terceiros.5.4. cada grupo com o limite máximo de 100 tambores localizados.) devem ser construídas de material não-combustível. 5.4. cada grupo com o limite máximo de 300 tambores. possuindo abertura de inspeção. no evento da combustão dos vapores que estiverem sendo exalados. A ventilação do ambiente deve ser como se segue: 5. janelas. Todos os materiais de acabamento e revestimento da instalação (portas. com resistência mínima ao fogo de 2 (duas) horas. deverá ser localizada a uma distância mínima de 7. considerando uma faixa lateral de 1.000 litros.

no interior das edificações. 5. A proteção contra vazamento deve ser feita por meio de sistemas associados ou não a equipamentos que evitem a contaminação do subsolo com produto ou que detectem imediatamente um vazamento. Os depósitos devem ser construídos de material não combustível.5 Indústria: a armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis deve ser feita de acordo com a Tabela 8.6.2.6. que não ultrapassem a capacidade individual de 1. em substituição das soleiras e rampas. 5. pisos e tetos construídos de material não combustível.1. guardados em compartimentos para armazenagem ou recintos que não possuam portas que se comuniquem com partes do edifício usadas pelo público. à prova de passagem de líquidos.4 Comercial: em salas ou áreas acessíveis ao público. 5.1.7. derramamentos e transbordamentos dos produtos.1.2. Onde o estoque excede 650 litros. Local de Reunião de Público. devem estar colocados em recipientes não maiores que um litro ou em latões de segurança. Material não combustível. na qual posteriormente possa ser feita uma construção. pisos e tetos com resistência mínima contra o fogo não inferior a 60 minutos.1. pode estar armazenado na mesma área. ou água quente. demonstrações e serviços próprios de laboratório. devem ter paredes.6.6 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem fracionada no interior de edifícios 5. sendo preferida ventilação natural à ventilação mecânica. conforme NBR 13786 ou determinações do Órgão Ambiental competente.3 Serviço Profissional.1.1 5.1 Os postos de serviço e garagens devem possuir equipamentos ou sistemas que evitem a contaminação do subsolo devido a vazamentos.1.7 Adota-se este procedimento quando se tratar de postos de abastecimento e serviços com tanques subterrâneos 5. em caso de incêndio. exceto quando em lojas de varejo de um só pavimento. na qual posteriormente possa ser feita uma construção.2 Residencial e Serviço de Hospedagem: é proibida a armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis.1 Este item aplica-se à armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis em tambores ou outros recipientes portáteis. conduzem a um tanque de contenção. na qual posteriormente possa ser feita uma construção.6. a armazenagem deve ser efetuada em recipientes fechados.6. que. automaticamente.2.1 Projeto e construção armazenamento interno de salas de 5. 5. 5. Líquidos inflamáveis e combustíveis. são canaletas de contenção.1. a parede contígua deve ser sem interrupção. com resistência mínima contra o fogo de 120 minutos.1 Líquidos inflamáveis e combustíveis: não devem ser armazenados (inclusive para venda) nas proximidades de saídas.6.6. em quantidades limitadas ao necessário para exibição aos clientes e para fins mercantis. Caso o depósito esteja situado a uma distância de 10 a 15 m de um prédio ou limite da propriedade adjacente. dos quais não pode ser mais do que 220 litros de líquidos inflamáveis (Classe I).4 Deverá ser providenciada ventilação adequada. com resistência ao fogo não inferior a duas horas.1. A calefação deve ser restringida às unidades de vapor de baixa pressão.6.1 Salas de armazenamento interno deverão obedecer às seguintes exigências gerais de construção: paredes. para conter o líquido em caso de vazamento. com resistência mínima contra o fogo de 240 minutos. exceto os necessários para a manutenção e operação dos equipamentos específicos do prédio. Caso o armazém esteja situado a uma distância de 3 a 10 m de um prédio ou limite da propriedade adjacente. A armazenagem deve ser feita conforme item 5. 5. ainda assim. . interligadas entre si. as portas deverão ser corta-fogo. ou elétrica a provada para os locais de perigo classe I. instaladas de maneira a fecharem.2 Aberturas para outras salas ou edifícios serão providas de soleiras ou rampas elevadas. que não constitua risco para líquidos inflamáveis e combustíveis.6. escadas ou áreas normalmente usadas para a saída ou passagem de pessoas.6.6 Depósito: a armazenagem deve ser feita de acordo com a Tabela 8.6.2 Formas de armazenagem e suas limitações 5.2.6. em salas resistentes ao fogo. a parede contígua a essa propriedade deve ser não combustível. construídas de acordo com o item 5. Essa armazenagem deve ser feita em recipientes metálicos ou latões de segurança. Caso o armazém esteja situado a uma distância menor que 3 m do limite da propriedade adjacente.5 Equipamentos e fiação elétricos situados nas salas de armazenamento interno usados para líquidos inflamáveis devem ser do tipo antiexplosão. 5. a parede contígua a essa propriedade deve ser sem interrupção. do tipo aprovado. Educacional. fechados.000 litros.6.3 Uma alternativa permissível. feita de material não combustível: as soleiras ou rampas terão.2.1. pelo menos 0. Cultura Física. que. com resistência mínima contra o fogo de 180 minutos. Esta proteção deve ser exercida por uma ou mais das normas técnicas abaixo. sem interrupção. Serviço de Saúde e Institucional: a armazenagem deve ser limitada ao que for necessário para limpeza.1.1. 5. nos laboratórios e em outros pontos de uso. tal estoque deve ser guardado em salas ou partes do edifício que cumpram as exigências de construção do item 5. 5.6. A área de armazenagem deverá ser livre de vegetação e de outros materiais combustíveis. de acordo com o item 6.1.6.1.1.2.local de armazenamento. b) poço de monitoramento de vapor.15 m de altura.6. em conformidade com a Resolução CONAMA 273: a) poço de monitoramento de águas subterrâneas.6. 5. 5. evitando que atinja outras áreas de armazenagem ou edifícios. 5.7.6.2.

cuja instalação possua armazenagem com acima de 15. Esta proteção deve ser exercida por uma ou mais das técnicas.2 Não é permitido qualquer construção diferente de tanque a suas tubulações no seu interior. h) contenção de vazamento sob a unidade abastecedora. 6. d) válvula de retenção na linha de sucção. produtos sujeitos a ebulição turbilhonar ou óleos combustíveis a tanques que contenham produtos das classes I.5 Bacia de contenção 6. mais os volumes equivalentes aos deslocamentos dos demais tanques.8. sua capacidade volumétrica deve ser no mínimo igual ao volume deste tanque mais o volume correspondente a base deste tanque. k) descarga selada. 5. g) para tanques ou parque de tanques com armazenagem superior a 120 m3. se necessário. 6 PROCEDIMENTOS DE CONTROLE DE VAZAMENTO 6. e) ser provida de meios que facilitem o acesso de pessoas a equipamentos ao seu interior. derramamentos e transbordamentos dos produtos. A proteção contra vazamento deve ser feita por meio de sistemas associados ou não a equipamentos que evitem a contaminação do subsolo com produto ou que detectem imediatamente um vazamento. ameace instalações importantes. 5. propriedades adjacentes ou atinja cursos de água. em conformidade com a Resolução CONAMA 273/2000. f) seu sistema de drenagem deve ser dotado de válvulas posicionadas no lado externo. igual ao volume do maior tanque. 6. enterrado ou subterrâneo. com canais de fuga. n) proteção da linha do respiro do tanque.3. mas também suas tubulações. 5. II a IIIA. a empresa deverá apresentar a Licença de Operação – LO ou o protocolo de entrega da documentação no Órgão Ambiental (FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais). para não expor a perigo devem ser fechados.8.2 Em locais. cuja instalação possua tanque enterrado ou subterrâneo. obedecendo a NBR 5418 ou outra internacionalmente aceita. Não é permitido bomba de transferência dentro da bacia de contenção. devendo ser adotado o maior destes valores.3 As bombas de transferência de produto devem ficar posicionadas fora da bacia de contenção. tanques que contenham produtos aquecidos. aos procedimentos e controle de qualidade inerente e documentado adequadamente para viabilizar a aprovação. 6. 6.8. 5. conforme NBR 7505-1 ou determinações do Órgão Ambiental competente. f) proteção contra corrosão . 6. a empresa deverá apresentar a Licença de Operação – LO ou o protocolo de entrega da documentação no Órgão Ambiental (FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais).5. mais o volume de deslocamento da base deste tanque. com tanque aéreo.proteção catódica associada ao revestimento. as válvulas do sistema de drenagem deve estar posicionadas a pelo menos 15 metros do dique e mantidas fechadas. m) proteção da linha de enchimento do tanque. .4 Os postos de serviço e garagens devem possuir equipamentos ou sistemas que evitem a contaminação do subsolo devido a vazamentos. Em instalações com capacidade até 1000 m³ será permitida a existência de apenas uma via para a passagem de um veículo de combate a incêndio ou 3 m.000 litros (exclusive). deverão ser previstas as exigências da NBR 7820. c) no caso da bacia de contenção que possua um único tanque. 5. Tais recursos devem ser construídos por diques que formem uma bacia de contenção ao redor dos tanques ou por bacias de contenção a distância. i) canaleta de contenção na projeção da cobertura.5. o que for maior.2 A área ocupada pelos tanques deve dispor de recursos de controle de vazamento de produto. suas bases a dos diques Intermediários. Quando estes canais de fuga passarem próximo de edificações ou áreas de risco.4 A bacia de contenção deve atender as seguintes condições: a) a capacidade volumétrica da bacia de contenção deve ser. desde que atenda no mínimo aos requisitos da Norma Brasileira.1 Todos os tanques que armazenam líquidos combustíveis e/ou inflamáveis deverão ser providos de bacias de contenção (exceto os tanques subterrâneos).1 As instalações projetadas e construídas devem obedecer às boas práticas de engenharia.4 Quando o líquido inflamável ou combustível se enquadrar no item 5. II ou IIIA. no mínimo.5 Em locais.8. Estas vias devem ser pavimentadas ou estabilizadas a ter largura compatível para a passagem simultânea de dois veículos de combate a incêndio.3 Devem ser providos meios para evitar que qualquer descarga acidental de líquidos Classe I. ou 5 m. em uma mesma bacia de contenção.2 Todas as instalações e equipamentos elétricos nos parques de tanques devem ser adequados à classificação elétrica da área. 6.3 Não são permitidos. vistoria e fiscalização dos órgãos competentes. d) declive do piso de no mínimo 1% na direção do ponto de coleta nos primeiros 15 metros a partir do tanque ou até o dique. para conduzir o produto derramado ou vazado.c) ensaio de estanqueidade que devem contemplar não só os tanques.8. l) contenção de vazamento na descarga.5. g) câmara de acesso a boca-de-visita. o) alarme contra transbordamento.8 Adota-se este procedimento quando se tratar de postos de abastecimento e serviços com tanques aéreos 5. 6. 5. o que for maior. e) monitoramento em sistemas de contenção secundária. b) a capacidade volumétrica da bacia de contenção de tanques horizontais deve ser no mínimo igual ao volume de todos tanques horizontais nela contidos.1 A bacia de contenção deve ser adjacente no mínimo a duas vias diferentes. em situação normal e em casos de emergência. j) caixa separadora de água e óleo. mantidas fechadas.5.7.

medida pela parte interna. o dique deve ser protegido da erosão. para qualquer classe de produto. com as dimensões mínimas de 0.2 m de largura por 0. 6. quando for isolado. ou qualquer tanque. pode ser utilizada uma bacia de contenção a distância com capacidade parcial.4. PROTEÇÃO INCÊNDIO POR EXTINTORES DE 7. esta parede deve ter os seus limites ultrapassando um metro acima do topo do tanque ou do edifício adjacente. deve ser assegurado por declive do piso de no mínimo 1% nos primeiros 15 m a partir do tanque. e) a bacia de contenção a distância deve estar localizada de modo que.2 m para conter as movimentações do líquido e. c) os canais de fuga devem possuir selo hidráulico (sifão corta-chamas) que evite a propagação de chamas e seu encaminhamento deve ser tal que. não deverão ser utilizado para este fim material de facil combustão.7. Ext. deverão cada camada ser compactada antes da deposição da camada seguinte. b) o escoamento do líquido para o canal de fuga. adotando-se o mais alto entre os dois.6 alínea b. para a quantificação de agente extintor a ser utilizado.8 Adota-se este procedimento quando houver tanques existentes Para os tanques existentes que não cumprirem os afastamentos das normas em que devam se enquadrar.3 m. conduzem a um tanque de contenção. e) construção de uma parede corta-fogo ao redor do tanque (altura acima do topo dos tanques horizontais). igual ao volume do maior tanque a ela interligado.2 No caso de acúmulo de líquido. b) adotar sistemas fixos de resfriamento ou cortinas de água. mais 0. antiexplosão e corrosão. conforme a tabela a seguir: Tabela A .000 a 20. a uma via na qual esta altura nos trechos frontais aos tanques não ultrapasse 3 m.6 Bacia de contenção a distância A contenção a distância poderá ser adotada atendendo as seguintes condições: a) a capacidade volumétrica da bacia de contenção a distância deve ser. com a anuência do Órgão Ambiental competente. Ext mín. i) um ou mais lados externos do dique pode ter altura superior a 3 m.7 Contenção externa de produtos fracionados acondicionados no interior de edifícios ou depósitos 6.5. quando utilizado. com inclinação de acordo com o item 6.2 m para compensar a redução originada pela acomodação do terreno. propriedade adjacente ou via pública.000 De 10. k) a distância mínima entre a base externa do dique (pé do dique) e o limite de propriedade não deverá ser inferior a 3 m. j) dique de terra deve ser construído com camadas sucessivas de espessura não superior a 0. 6. mais 0.4 A bacia de contenção deve possuir volume que possa conter o volume da maior pilha. 01 01 02 Cap. 80B:C 80B:C 80B:C . ou a somatória da capacidade dos tanques. 40B:C 40B:C 40B:C SOBRE RODAS Quant. no mínimo. com resistência mínima de 120 minutos.000 01 02 04 Cap. a altura do dique deve ser o somatório da altura que atenda a capacidade volumétrica da bacia de contenção.7. 7. não se aplicando para tanques horizontais.7.1 A ocupação com presença de produtos perigosos em estado líquido deve ser contornada por canaleta de contenção.6 m. e compatível com o produto a ser bombeado. exceto a alínea a. de acordo com a tabela 8. que interligadas entre si.6 alínea c. 6. c) aumento do número de canhões de espuma ou de resfriamento. no caso de dique de terra. 6. d) construção de uma parede corta-fogo com resistência mínima de 120 minutos. conforme as exigências de 6.15 metros de profundidade. como estabelecido acima.Proteção por extintores EXTINTORES CAPACIDADE DE ARMAZENAGEM (LITROS) PORTÁTEIS Quant. a mistura só pode ser retirada do tanque por meio de bomba a ar comprimido. Inferior a 5.000 a 10. horizontal a ter uma largura mínima de 0. as chamas não exponham outros tanques.h) a altura máxima do dique.000 De 5. Para o líquido classe IIIB. deverá ser apresentada proposta de proteções suplementares para ser analisada pelo CBMMG. 6. seja no mínimo 15 m. l) a superficie superior do dique de terra deve ser plana. podendo ser utilizada a tabela de afastamentos de tanques subterrâneos. compatível com os produtos.1 Deve ser considerada a capacidade de cada tanque. na direção desse canal. instalações ou propriedades adjacentes. não há necessidade do tanque de contenção.7. e dois metros da projeção das laterais do tanque. a distância entre a borda do líquido e o limite de qualquer construção importante. deve ser de 3 m. d) caso não seja viável prever 100% de capacidade de contenção a distância. desde que todos os tanques sejam adjacentes. quando estiver cheia com sua capacidade máxima.3 A canaleta de contenção deve ser construída de acordo com o item 6. preenchida com areia. As canaletas de drenagem devem ser revestidas com material impermeável. considerando as movimentações do líquido e o agente extintor. no mínimo. 6. tais como: a) aumento da taxa de aplicação dos sistemas de resfriamento e espuma. caso o líquido drenado entre em combustão. A diferença entre o volume necessário e a capacidade da bacia de contenção a distância deve ser provido pela contenção em torno dos tanques.

deve ser prevista proteção por extintores.000 a 100. 8. levando-se em conta o volume da bacia de contenção e a tabela A. em locais onde haja parques de tanques. 8. serão considerados isolados.000 Acima de 100. 7.1 Os tanques aéreos com capacidade igual ou inferior a 20 m³. . exceto nos locais que disponham de viaturas de combate a incêndio. a não mais de 150 metros do tanque mais desfavorável.3 Para armazenagem de líquidos em recipientes abertos deve ser considerada a proporção de 20B:C para cada metro quadrado de superfície de líquido inflamável. desde que tenha condições técnicas de conduzir estes extintores por veículo de emergência da própria edificação ou área de risco. ISOLAMENTO DE TANQUES – RISCO ISOLADO 8. 7.3 É permitida a proteção por extintor. 7.5 Os extintores destinados a proteção dos tanques devem ser instalados em conjunto cujos caminhamentos máximos para acesso ao tanque devem atender à IT 16. somente para parque com no máximo 6 (seis) tanques aéreos isolados. 7. com a interposição de uma parede corta-fogo com resistência mínima ao fogo de 120 minutos e ultrapassando a altura do maior tanque. no mínimo duas vezes o diâmetro do maior tanque e em bacias de contenção distintas. que ficará a critério do responsável pela área de risco. 8.4 Para bacias de contenção a distância.2 Esta distância pode ser reduzida à metade. poderão estar todos localizados e centralizados num abrigo sinalizado. conforme itens 8.000 06 08 40B:C 40B:C 02 03 80B:C 80B:C 7.De 20.1 e 8.2. para fins de proteção contra incêndio. quando distanciarem entre si.6 Os extintores.2 Os tanques enterrados terão proteção por extintores somente próximo do local de enchimento e/ou saída (bomba): 2 extintores de 20B.

ANEXO A Tabela 1.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. II.Líquidos Classe I. nunca importante na mesma propriedade. incluindo o pública ou qualquer edificação lado oposto da via pública. IIIA . . o maior valor metade do diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque Tipo de Tanque Proteção Teto Flutuante Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores Proteção por espuma e resfriamento o diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque metade do diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque Vertical com solda de baixa resistência entre o teto e o costado (conforme API 650) (*) Proteção por extintores o diâmetro do tanque 1/3 do diâmetro do tanque Horizontal e Vertical com dispositivo de alívio de emergência limitado a pressão de 17.(pressão de operação de 17.50 m para o primeiro e 1. inferior a 4.50 m nunca inferior a 4.2 KPa ou menor) Distância mínima em metros da Distância mínima em metros do linha da propriedade onde haja ou lado mais próximo de qualquer via possa haver construção. só é exigido proteção por extintores.2 KPa Usando sistema de inertização ou proteção por espuma e resfriamento ½ do valor da Tabela 6 ½ do valor da Tabela 6 (*) Proteção por extintores o valor da Tabela 6 o valor da Tabela 6 (*) Tanques que. de acordo com a definição constante na Tabela 7M.50 m para o segundo.

2 KPa. nunca menos de 15 m Nunca menos de 15 m permitam Pressões superiores a 17. IIIA (pressão de operação superior a 17. Tabela 3 Líquidos instáveis ( P ≤ 103.Tabela 2. só é exigido proteção por extintores. mas. de acordo com a definição constante na Tabela 7M. II. mas.Líquidos Classe I. mas não menor que 7.50 m 1 1/2 a tabela 6. API 620). emergência que por espuma e resfriamento mas.50 m Proteção Qualquer Tipo Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores 3 vezes a tabela 6. incluindo o lado oposto da via pública 1 1/2 a tabela 6.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2 kg/cm Manométricas (2.2 kg/cm manométricas Quatro vezes a distância da (2.5 m por espuma e resfriamento 7. nunca menos de Nunca menos de 7. só é exigido proteção por extintores. Tipo de Tanque Distância mínima em metros Distância mínima em metros do lado mais da linha da propriedade onde próximo de qualquer via pública ou qualquer haja ou possa haver edificação importante na mesma propriedade construção. conf.5 psi) (*) Proteção por extintores Tabela 6. . mas não menor que 7. mas não menor que 7.50 m 1/2 a tabela 6.50 m (*) Tanques que. de acordo com a definição constante na Tabela 7M.5m Horizontal ou vertical Com respiradouros de emergência que impeçam pressões (*) Proteção por extintores superiores a 17.4 KPa) Tipo de tanque Proteção Distância mínima em metros da Distância mínima em linha da propriedade adjacente metros das Vias públicas As mesmas distâncias Inertilizado ou proteção da tabela 6. nunca menos de 15 m Nunca menos de 15 m Horizontal ou vertical Com respiradouros de Inertilizado ou proteção Duas vezes à distância da tabela 6. mas nunca menos Nunca menos de 30 m de 30 m (*) Tanques que.5 psi) 2 ½ vezes à distância da tabela 6.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. mas não menor que 7.

50 3.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.50 Tabela 5 .00 190 a 380 ≥ 380 4. . não devendo mesma propriedade ser menor que 15. incluindo o lado edificação importante na mesma propriedade oposto da via pública (m) (m) 1.Líquidos da Classe III B Capacidade do Tanque (m³) ≤ 45.6 a 114 3.00 metros 1/2 o diâmetro do tanque 1/6 o diâmetro do tanque Teto Flutuante Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores Sistema Inerte ou de espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores o diâmetro do tanque o diâmetro do tanque 1/6 o diâmetro do tanque 1/3 o diâmetro do tanque Teto Fixo 2 vezes o diâmetro do tanque 2/3 o diâmetro do tanque (*) Tanques que.Líquidos sujeitos a ebulição eruptiva Tipo de Tanque Proteção Distância mínima em metros da linha Distância mínima do lado mais da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou haver construção.6 Distância mínima em metros da linha Distância mínima em metros do lado mais da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou qualquer haver construção. só é exigido proteção por extintores.Tabela 4 .50 4.00 4. incluindo o lado Qualquer prédio importante na oposto da via pública.50 114 a 190 3. de acordo com a definição constante na Tabela 7M.50 45.50 1.00 3.00 1.

Tabela 6 – Tabela de referência Capacidade Distância mínima em metros da linha Distância mínima em metros do lado mais do da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou qualquer Tanque haver construção.1 a 380 380.50 10.50 16.50 18.50 7.00 24.50 13.1 a 1900 1901 a 3800 3801 a 7600 7601 a 11400 > 11400 4.50 49.00 30.50 6.50 4.00 15.00 40.00 .7 a 190 190. oposto da via pública.50 52. (m³) (m) (m) < 45.50 4.50 4.6 45. incluindo o lado edificação importante na mesma propriedade.

5 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/3 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes .00 metro adjacentes.00 metros de 1.6 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes Se possuírem dique de contenção conforme o item 6.00 metro Líquidos da Classe IIIA 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes. mínimo dos dois tanques 45. mínimo de 1.00 metros Se possuírem contenção a distância conforme o item 6. mínimo de 1.ANEXO B Tabela 7 – Distância mínima entre costados de tanques Tanque de teto fixo ou horizontal Tanque de teto flutuante Líquidos da Classe I ou II Todos os tanques com 1/6 da soma dos diâmetros 1/6 da soma dos diâmetros o diâmetro inferior a dos tanques adjacentes.00 metro Tanques com diâmetro superior a 45.

10 CLASSE DE LÍQUIDO INFLAMÁVEL E COMBUSTÍVEL NÍVEL DE ARMAZENAGEM PROIBIDO 2.22 (2) 0. (3) No caso de armazenamento de bombonas (20 litros) poderá fazer empilhamento de até 4. (2) Os números.50 Total Litros (tambores) SEM PROTEÇÃO MÁXIMO POR PILHA Largura (m) Altura Largura das Passagens (m) Principais (m) 2.20 10.20 5.000 (48) 2.83 (2) 2.Arrumação de Recipientes COM ASPERSORES OU EQUIVALENTES MÁXIMO POR PILHA Total Litros (tambores) Largura (m) Altura (m) Largura das Passagens Principais (m) IA IB IC II Nível de solo e superiores Porões 42.83 (2) PROIBIDO 1.40 Laterais (m) 2.91 (1) PROIBIDO 0.44 (4) PROIBIDO 3.000 1.73 (3) 2.63 (4) 2.44 (4) 1.83 (2) 2. (4) Ver exemplo no Anexo C. o número de tambores de 200 litros correspondentes àquela quantidade em litros.40 1. .40 1.44 (4) 1.000 (50) 2.50 2.22 (2) 2.000 (100) 2.40 1. representam as larguras e as alturas da pilha e os números entre parênteses representam o número correspondente de tambores de 200 litros que.000 Nível de solo e superiores III-A III-B Porões 21. quando arrumados juntos.500 (12) 1.40 1.20 Nota: (1) Os números das colunas de total em litros representam o número de litros que podem ser armazenados por pilha e os números entre parênteses representam.44 (4) 10.000 (105) 2.91 (1) 2. produzirão tal pilha. nas colunas de largura e altura.40 Laterais (m) 1.40 1.20 PROIBIDO (210) 3.63 (6) Nível de solo e superiores Porões 20.Tabela 8 .

(medidas em metros) .

COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela de afastamentos de segurança para as áreas de amarzenamento de recipientes transportáveis de GLP.23 MANIPULAÇÃO.IT . ARMAZENAMENTO. 2 – Aplicação 3 – Referencias Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 . B – Implantação da central de GLP e local de estacionamento do veículo abastecedor.Condições de segurança para cerca elétrica nas proximidades de centrais prediais de GLP .

do armazenamento e comércio de combustíveis. Decreto Federal nº 1.mg. 355 . do Conselho Nacional de Petróleo. destinados à comercialização.br Email: dat3@cbmmg. da Agência Nacional de Petróleo (ANP) – GLP a granel.270. Portaria 27 de 16 de setembro de 1996. distribuição e revenda de GLP é regulamentada pela Lei de uso e ocupação do solo de cada município do Estado de Minas Gerais. 2. ARMAZENAMENTO. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.190-000 Site: www. anexo I. . NBR 13523 .Centrais prediais e industriais de gás liqüefeito de petróleo ( GLP ) – sistema de abastecimento a granel.gov.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 23 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.Bairro Centro CEP 30. Decreto Federal nº 1.gov.Proteção de Estruturas contra descargas atmosféricas/pára-raios. atendendo o prescrito no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.021 – Fiscalização da distribuição. de 26 de maio de 1997). utilização. 2 APLICAÇÃO 2.Central predial de gás liqüefeito de petróleo – procedimento. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.130. NBR 5419 . Portaria Nº 47 de 24 de março de 1999. armazenamento. comercialização.2 A localização da instalação destinada à manipulação. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Lei Federal nº 8. armazenamento. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.501 . do Departamento Nacional de Combustíveis. COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de manipulação. do armazenamento e comércio de combustíveis.Fiscalização da distribuição. transportáveis e distribuição de GLP.078 – Proteção do consumidor (e outras providencias). Augusto de Lima. (condições de proteção contra incêndio nos postos de revendas e depósitos de GLP).br MANIPULAÇÃO. Portaria nº 204/1997-MT. Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho. Aprova as Instruções Complementares aos Regulamentos dos transportes Rodoviários e Ferroviários de Produtos Perigosos (Suplemento ao Diário Oficial da União de nº 98. instalação interna e sistema de abastecimento a granel de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. (instalação. d) central de GLP (recipientes transportáveis e estacionários) e abastecimento a granel. armazenamento de recipientes estacionários. NR20 de 08 de Junho de 1978 (líquidos combustíveis e inflamáveis). Exercício da atividade de distribuição e revenda de GLP. central GLP.455/98. NBR 14.1 Esta Instrução Técnica aplica-se nas edificações e áreas de riscos destinadas a: a) terminais de armazenamento de GLP. Decreto Estadual nº 44. c) armazenamento de recipientes transportáveis de GLP. Decreto Federal Nº 2.024 . NBR 13932 – Instalações internas de gás liqüefeito de petróleo (GLP) – projeto e execução.bombeiros. Portaria N° 76 de 21 de julho de 1966. b) manipulação. operação de segurança de terminais de gás liqüefeito de petróleo).mg.

01 a 265.2 A instalação para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC e hidrantes de acordo com a tabela 2.785.2.1.0 454. Os locais destinados ao carregamento de veículos-tanque devem ser providos de sistema fixo de resfriamento. (*) O afastamento entre tanques de capacidade acima de 120 m3.1. adotam-se as normas brasileiras afins.5 15. 5 PROCEDIMENTOS 5. 5.1 Bases de armazenamento e engarrafamento das distribuidoras. não pode ser inferior a três metros.570 – Instalações Internas para uso alternativo dos gases GN e GLP – Projeto e Execução.Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio.1 As áreas de armazenamento de recipientes transportáveis estão divididas em função da quantidade de GLP estocado.2 As unidades de processo destinadas a envasamento de recipientes (carrossel) devem ser providas de sistema fixo de resfriamento (nebulizadores tipo dilúvio).785.0 (*) Prever sistema de proteção por hidrantes para área de armazenamento acima de 6240 Kg ou 480 botijões. aplicam-se as definições constantes da IT 02 .4 Os recipientes acima de 500 litros devem estar afastados de edificações e divisas de outra propriedade e entre tanques.50 a 2.1.2.1 Os Tanques estacionários destinados a envasamentos de recipientes devem possuir registro de fechamento por meio de controle com acionamento à distância para os casos de vazamento.2 Armazenamento de recipientes transportáveis de GLP destinados à comercialização: 5.00 30. 5.0 265.1.0 7. 5.Extintores de Incêndio e IT 17 .00 2.0 V 8 10 40 B 40 B 1.Unidade e capacidade extintora de pó BC para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP.01 120. conforme tabela 1: Tabela 1 .5 Os Sistemas de Proteção Contra Incêndios devem ser previstos de acordo com as IT 16 .3. armazenamento de recipientes estacionários. manipulação.0 Maior que 3.Afastamento mínimo de segurança para os tanques de armazenamento de GLP: Capacidade volumétrica (m3) 0. .01 a 8. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica.NBR 8460 – Recipiente transportável de aço para Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) – Requisitos e métodos de ensaios. transportáveis e distribuição de GLP 5. NBR 14.01 a 757.01 a 120. 5.1. Armazenamento Classe I Quantidade de GLP Até 520 Kg ou 40 botijões Até 1560 Kg ou 120 botijões Até 6240 Kg ou 480 botijões Até 24960 Kg ou 1920 botijões Até 49920 Kg ou 3840 botijões Até 99840 Kg Extintor Quantidade 2 Capacidade 40 B II III (*) IV 3 40 B 4 40 B 8 40 B 1.0 23.0 ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes. a Portaria n° 76 do Conselho Nacional de Petróleo e a NR-20.0 Afastamento mínimo entre tanques (m) 1.00 91.3 Os Tanques estacionários de GLP com volume acima de 500 litros devem possuir dispositivos de bloqueio de válvula automática (válvulas de excesso de fluxo).00 Afastamento de edificações (m) 3. 5.01 a 341.1.00 8.5 VI ( * ) 3.00 38. Tabela 2 .0 757.00 120. 5. 5.00 61. são classificadas em classes que requerem afastamentos de segurança e devem atender a exigências conforme anexo A.1 Para fins dos critérios de segurança na instalação e operação de terminais de GLP.01 a 3. (nebulizadores ou canhão monitor) com válvula de acionamento à distância.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.01 a 454.0 341.

2.50 m de largura e 2.11. 5.2.2. bem como possuir corredor de inspeção de. 5. 5. 5. ou em plataforma elevada por meio de aterro. 1. rebaixos ou similares. conforme Portaria 27 do DNC.2.11.6 A área de armazenamento Classe III deve possuir acesso através de 02 ou mais aberturas de no mínimo 1.9 Possuir. 5.11.2.2.50 m de pé direito e haver permanentemente 1. desde que resistente ao fogo.2.11.00 m de largura. parcialmente cheios ou vazios na área de armazenamento em posição vertical com a válvula voltada para cima.4 Estar afastado no mínimo 1.11 Quando possuir instalações elétricas.2. 5. entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios. possuir acesso através de 03 ou mais aberturas de no mínimo 1. devem ser observados os seguintes requisitos: 5.2. 5. . observados os mesmos cuidados dispensados aos recipientes cheios de GLP.2.4.2. canaletas. bem como possuir corredor de inspeção de.11.2. indicando a classe da área de armazenamento e o limite máximo de recipientes transportáveis de GLP.11. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento.2. 5.11.3 Ter a área de armazenamento. 5.10 Acondicionar os recipientes transportáveis de GLP cheios.2.2 Estar protegido do sol. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento. 5. 5. 5.2.50 m de largura e 2. podendo ser coberta ou não. no piso. estas devem ser especificadas com equipamento que atendam as normas de classificação de área da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). no mínimo.00 m de largura.2. da chuva e da umidade. porém com menor resistência mecânica que a estrutura das paredes e do muro. 5. 5.2. 1.11.2. bem como possuir corredor de inspeção de.2. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento.12 Manter no local para todas as áreas de armazenamento.2. entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios.2.7 A área de armazenamento Classe IV deve comportar botijões dispostos em lotes. 5.16 Não permitir a circulação de pessoas estranhas ao manuseio dos recipientes transportáveis. parcialmente utilizados ou vazios para consumo próprio. para esgotos ou outra finalidade. 5. aberturas para a captação de águas pluviais. parcialmente utilizados ou vazios das classes I e II. caixas de gordura e esgotos.2.11. no mínimo. 5.11.6 Possuir fechamento com estrutura do tipo tela de arame ou similar.11. 5.0 m desta. parcialmente utilizados ou vazios. 5. por capacidade nominal que a instalação está apta a armazenar. de forma a permitir ampla ventilação. 5.4 Ter o restante do perímetro da área de armazenamento fechado com estrutura do tipo tela de arame ou similar.2.2.2. permitindo-se aos vazios o empilhamento de até 05 (cinco) unidades.10 m de altura. no máximo. 5.12 Exibir placa.10 m de altura que abram de dentro para fora.2.15 Empilhar somente recipiente transportável de GLP com a capacidade nominal igual ou inferior a 13 kg de GLP.5.5. demarcação delimitando a área de armazenamento e os lotes de recipientes transportáveis de GLP.3 e 5. possuir acesso através de 04 ou mais aberturas de no mínimo 2. deve-se exibir placas de advertências em lugares visíveis.3 Estar afastado de outros produtos inflamáveis. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento. 5.4.11. bem como de galerias subterrâneas e similares.1 Situar-se ao nível de solo. bem como possuir corredor de inspeção de.2 Quando coberta deverá ter no mínimo 2. 5.50 m de largura e 2. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP cheios.2. no mínimo.5 A área de armazenamento Classe II deve possuir acesso através de uma ou mais aberturas de no mínimo 1. ralos.11.00 m de largura entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios.14 Armazenar os botijões vazios ou parcialmente utilizados separadamente dos cheios.5 Possuir até 7/8 (sete oitavos) do perímetro fechado com muro ou similar. parcialmente utilizados ou vazios deverá observar as seguintes condições gerais de segurança: 5.10 m de altura que abram de dentro para fora. 5.13 Armazenar os botijões cheios ou parcialmente utilizados com empilhamento máximo de 04 (quatro) unidades.3 Para as instalações de armazenamento transportáveis de GLP cheios.4.4.10 m de altura que abram de dentro para fora. sendo esta construída de material resistente ao fogo. 1. possuir acesso através de 02 ou mais aberturas de no mínimo 1. 5. 5.4.5 m de ralos. devendo ser definidas e demarcadas as respectivas áreas de armazenamento.11 Para o armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios.11.8 Não possuir no piso da área de armazenamento e até a uma distância de 3. no mínimo.11. quando a área de armazenamento não for cercada como indicado nos itens 5.2. em complemento ao muro previsto no item 5.9 A área de armazenamento Classe VI deve comportar botijões dispostos em lotes.2.11.7 Possuir.11.20 m de espaço livre entre o topo da pilha de botijões e a cobertura.4 O local que armazene 05 ou menos recipientes transportáveis de GLP.2. “É EXPRESSAMENTE PROIBIDO FUMAR E USAR FOGO OU QUALQUER INSTRUMENTO QUE PRODUZA FAÍSCAS”.1 Possuir ventilação natural.00 m de largura e 2. que abram de dentro para fora.00 m de largura entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios. quando aplicadas ao fechamento das áreas de armazenamento.11.2.20 m de largura e 2. líquidos e materiais necessários para teste de vazamento de GLP. sinalizando “PERIGO – INFLAMÁVEL”.8 A área de armazenamento Classe V deve comportar botijões dispostos em lotes.11.10 m de altura que abram de dentro para fora.2.10 Em posto de serviços somente é permitida a instalação de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios. quando cercada. de fontes de calor e faíscas. de forma a permitir ampla ventilação. acesso através de aberturas com as dimensões mínimas previstas para estas. metade do seu perímetro fechado ou vedado com muros ou similares.2. 5. 1.

1: 1) 1. b) só poderão ser executadas se atenderem às Normas Técnicas Brasileiras de Construção Civil. garagem subterrânea.60 metros de altura com tempo de resistência ao fogo de no mínimo 02 (duas) horas. incluindo reserva Até 11 11 a 85 > 85 5.5 pluviais.5. Extintor sobre Central de GLP Extintor Portátil rodas Quantidade de GLP Nº Capac.5 5.2 Os afastamentos acima podem ser reduzidos pela metade.5 m3. Tabela 6 .0 Depósitos de materiais inflamáveis ou 6.5 3.6 até 8. 5. parcialmente utilizados ou vazios.50 m.9 Acima de 1. c) a laje ou terraço da edificação. Capacidade Conjunta GLP ( m3 ) Até 4.3. poços. somente serão permitidas se atenderem as seguintes exigências.3.0 De 2.0 Fontes de ignição (inclusive 3.6.Afastamentos de recipientes transportáveis em relação à projeção das edificações: Quantidade de GLP Afastamento (kg) (m) Até 540 A partir de 540 até 1080 A partir de 1080 até 2520 A partir de 2520 até 4000 0 1.3.3. e) os recipientes devem ser instalados em áreas que permitam a circulação de ar e com os distanciamentos abaixo relacionados (os ralos e fontes de ignição devem estar localizados fora do limite das muretas citadas na alínea c do item 5. sendo proibido sua instalação em locais confinados.5 3. forros.0 metros de entrada de ar condicionado e poços de ventilação.5 15 Hidrogênio ( Nm ). conforme NBR 10636.5 metros de ralos.6 Os recipientes estacionários e transportáveis de GLP devem ser situados no exterior das edificações em locais ventilados.0 Acima de 8.3.5 15 0 0 6 6 3 Tabela 5 .5 De 5.5 > 4. tais como porão. exceto oxigênio e hidrogênio. onde ficará assentado o(s) recipientes. de acordo com a tabela 3: Tabela 3 .9 0 0 3 7. 5.13 Os recipientes transportáveis de GLP com capacidade nominal inferior a 13 kg. laje e terraço de edificações. a ser instalado junto à central de GLP.Unidade e capacidade extintora de pó BC. 5.1 Os recipientes (transportáveis ou estacionários) devem atender aos afastamentos de segurança.3.1 a 566 Acima de 566 7.0 0 1. permitindo ser igual a zero. constantes da tabela 4: Tabela 4 .3.Afastamentos de recipientes Estacionários em relação à projeção das edificações: Capacidade Volumétrica do tanque Afastamento (m³) (m) Até 1.Afastamentos de recipientes (transportáveis ou estacionário) em relação a locais de risco: Afastamento Locais (m) Aberturas de dutos de esgoto. 3) 6. devendo ficar em locais que permitam o acesso em caso de incêndio na central.2.1 até 2.5 7.5 Adotar tabela 1 (1) Para centrais com reservatórios de capacidade volumétrica de até 0. canaletas. o afastamento mínimo até a cerca será desconsiderado.3 Central de GLP (recipientes transportáveis. (kg) Até 270 1 2 2 20 B 20 B 20 B 1 80 B 271 a 1800 Acima de 1800 Oxigênio ( Nm3). Os extintores não deverão ser instalados na parede de central de GLP.0 7. a) em locais que não disponham de área adequada no nível de acesso principal à edificação. 5.5 A central de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC na capacidade conforme tabela 6. águas 1.40 a 0. . incluindo reserva Até 11 11.0(1) De 1. constantes da tabela 5: 5.0 comburentes. d) a laje ou terraço.5 Capacidade Conjunta GLP ( m3) Até 1. cheios.1 até 5. onde for instalado o(s) recipiente(s) deve ser dimensionado para suportar o(s) recipiente(s) cheio com água.0 7. caso seja interposta uma parede entre o recipiente e o ponto considerado com resistência ao fogo por duas horas.6. 2) 3. etc.0 estacionamento e trânsito de veículos) Redes elétricas 3.3 Os recipientes transportáveis devem atender aos afastamentos mínimos em relação à projeção das coberturas de edificações. Nº Capac. ralos. armazenados em áreas Classe I ou II têm o seu empilhamento limitado a uma altura máxima de 1.3. estacionários e abastecimento a granel) 5. Materiais de fácil combustão 3.0 metros de fontes de ignição.1 As instalações de recipientes abastecidas com GLP no local. deverá ter superfície plana e cercado por muretas de 0.4 Os recipientes estacionários devem atender aos afastamentos da projeção das edificações.

sendo permitida o limite total de 4.8 Os recipientes de GLP não podem apresentar vazamentos. b) a linha de abastecimento deve ser executada com tubulação. 5.3 Na travessia de elementos estruturais.6. conservação e substituição a qualquer tempo. corrosão. identificada e protegida mecanicamente de forma a garantir a integridade da mesma em toda a sua extensão. 5. 5. g) a localização dos recipientes deve permitir acesso fácil e desimpedido par todas as válvulas e ter espaço suficiente para manutenção. próximo ao recipiente e obedecendo ao distanciamento referido na alínea. etc) das edificações.4. Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para esse fim (shafts). ar condicionado e águas pluviais. portas. poderá ser feita uma linha de abastecimento: a) esta linha de abastecimento deve ser executada externa à edificação. f) a linha de abastecimento deve estar distante de janelas.4 Instalações internas de GLP: 5.4 A tubulação da rede interna não pode passar no interior de: a) dutos de lixo.0 metros de aberturas (janelas. c) dutos para incineradores de lixo.0 m3 para instalações comerciais e industriais.4.4.4.7 A central de GLP localizada junto à passagem de veículos deve possuir obstáculo de proteção.3. j) o limite máximo de altura da instalação da Central em relação ao nível de descarga da edificação fica restrito a 15 metros.4. devidamente protegido e identificado. e) compartimentos de equipamentos elétricos. amassamentos.0 metros de reservatórios que contenham fluídos inflamáveis. 5. com ventilação permanente nas extremidades.4. próxima ao recipiente e obedecendo ao distanciamento de segurança de 1. i) qualquer tipo de forro falso ou compartilhamento não ventilado.3.5 metros. j) locais de captação de ar para sistemas de ventilação. d) o ponto de abastecimento quando instalado em linhas de abastecimento deve ser provido de no mínimo uma válvula de abastecimento e uma válvula de bloqueio manual. e devem ser previstos acessórios que garantam que a mangueira e engate de enchimento não rompam devido ao peso.0 m3 para instalações em residências. no mínimo SCH 40 se for feita com conexos soldadas e no mínimo SCH 80 se for feita com conexões roscadas. 2. 5. quando aparentes. devem ser protegidas. com ou sem costura. sendo que estes vazios devem ser sempre visitáveis e previstos em área de ventilação permanente e garantida.4. 5. 5. conforme o item 5.2 As válvulas e os reguladores de pressão devem ser instalados de modo a permanecer protegidos contra danos físicos e permitir fácil acesso. c) o ponto de abastecimento em edificações que possuem linha de abastecimento deve ser localizado a pelo menos. g) poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento. k) a central não deve estar localizada sobre casa de máquinas e reservatórios superior de água. 2) 6.5 em relação a aberturas situadas abaixo. 5. serviços de hospedagem e 16. líquido não inflamáveis e demais acessórios.5 Quando o cruzamento de tubulações de gás e condutores elétricos for inevitável. 5. exceto quando destinada à conexão de equipamento hermeticamente isolado.5.4. 5. k) todo e qualquer local que propicie o acumulo de gás vazado. observando as seguintes distâncias: 1) 3. 5.1 As tubulações aparentes devem: . operação e manutenção da instalação.5.6 Localização 5.0 metros de materiais de fácil combustão e ponto de combustão. deve-se colocar entre elas um material isolante elétrico. deve ser utilizado um tubo-luva. 3) 1. Esta conexão deve ser instalada dentro da central.8 metros acima do nível do solo. 5. caberá ao CBMMG através do Corpo Técnico analisar e decidir.0 m3. f) compartimentos destinados a dormitórios.6. i) limitados à capacidade volumétrica individual de 4. Acima desta altura. mediante propostas encaminhadas pelo Responsável Técnico devidamente fundamentadas com medidas de segurança adicionais. 5. ou por estas e o solo.5 Proteção: 5.5.2 Quando a mangueira de enchimento não puder ser observada pelos seus operadores em seu comprimento total.1 Em locais que possam ocorrer choques mecânicos. sem a devida ventilação. danos por fogo ou outras evidências de condição insegura e devem apresentar bom estado de conservação das válvulas. h) qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria. rebaixos ou canaletas e dos veículos abastecedores. d) poços e elevadores. g) na linha de abastecimento pode ter instalada uma conexão para purga do gás. além das exigências contidas na NBR 13932.4. as tubulações.4. 4) 3.f) o local da Central e da área de evaporação devem ser impermeabilizados. e) no caso de se utilizar uma linha de abastecimento a mesma deve ser provida de válvula de alívio hidrostático instalada dentro da central. b) reservatório de água. h) o local da Central deve ser acessado por escada fixa ou outro meio seguro e permanente de acesso.5.4.5 metros de ralos.4.3.1 As tubulações instaladas devem ser estanques e desobstruídas. os quais devem conter apenas as tubulações de gás.2 A instalação de gás deve ser provida de válvula de fechamento manual em cada ponto em que se tornarem convenientes para a segurança. conexões e acessórios.2.6.3 A tubulação não pode ser considerada como elemento estrutural nem ser instalada interna a ele.4. aberturas e linha de para raios de pelo menos 1.5. tomada de ar. garantindo os afastamentos necessários contidos nesta instrução técnica.4 É proibida a utilização de tubulações de gás como aterramento elétrico.

h) estar adequadamente suportado. de forma a não permitir que.00 metros a contar do ponto de abastecimento e do módulo de operação do veículo abastecedor (traseira do veículo abastecedor). na possibilidade que os fios condutores se romperem. como ralos. 6. nos casos contrários. devendo atender aos seguintes critérios: a) o estacionamento do veículo abastecedor deve ser em área aberta e ventilada. de acordo com a NBR 5419.6 Devem ser realizadas por. é vedado que a mangueira flexível passe por: a) áreas internas às edificações.5. dentre outros procedimentos que se façam necessários. de 24 de março de 1999. deve-se atender aos parágrafos 1º e 2º do artigo 4º da Portaria ANP nº 47. fornos. impedindo a aproximação de pessoa não habilitada dentro de um raio mínimo de 3. 5. de forma a . grades ou em outros condições inadequadas.6.50 m. bem como do acionamento das luzes de alerta. b) ter um afastamento das demais tubulações suficiente para ser realizada manutenção nas mesmas.000 Kgf ou outros métodos inadequados. é responsável pelo procedimento de segurança nas operações de transvasamento. 5. f) não apresentar vazamento em toda a sua extensão. b) nas proximidades de fontes de calor ou fontes de ignição como tubulações de vapor.4 No impedimento de atendimento aos critérios do item acima. etc. galerias subterrâneas e similares. salões de festas.8 A pessoa jurídica autorizada a exercer a atividade de distribuição de Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) a granel. podem ser previstos dispositivos ou sistemas que garantam a exaustão de gás eventualmente vazado. d) próximo a aberturas no piso. 6. 6 CONDIÇÕES DE SEGURANÇA PARA CERCA ELÉTRICA NAS PROXIMIDADES DE CENTRAIS PREDIAIS DE GLP 6. caixas de gordura. play-grounds. e prevenção por extintores. ele fique pendente em mais de 50 cm na região sobre a central. 5.a) ter as distâncias mínimas entre a tubulação de gás e condutores de eletricidade de 0. 5.1 A cobertura da central de GLP deverá ser constituída unicamente por materiais incombustíveis isolantes e que estes.5. em locais sujeitos ao tráfego de veículos sobre a mangueira. para a coexistência de ambas onde se encontram. bueiros.5 Instalações de GLP com abastecimento a granel: 5.3 O abastecimento deve ser realizado no interior da área onde é descarregado o produto. possuir abertura captada de algum ambiente permanentemente ventilado.PROIBIDO FUMAR”.1 A construção de centrais de GLP. 5.2 O tubo-luva quando for utilizado deve: a) ter no mínimo duas aberturas situadas nas suas extremidades. c) o veículo abastecedor não pode ficar posicionado de forma a interferir na rota de fuga das pessoas. não transpondo muros. c) ter afastamento de no mínimo 2 m de pára-raios e seus respectivos pontos de aterramento. ficando obrigada a orientar os usuários do sistema quanto às normas de segurança a que devam ser obedecidas. c) no caso de dutos. em cujas adjacências exista uma cerca eletrificada. distante no máximo 50 cm entre eles.7 O local de abastecimento deve ser sinalizado (proibição e alerta). em local seguro e protegido contra a entrada de água. 5. esgoto. piscinas. 5. b) nos casos em que não for possível a extremidade inferior estar fora da projeção horizontal. 5. 5.1 O caminhamento máximo da mangueira flexível deve ser de 55 (cinqüenta e cinco) metros. desligamento. d) em caso de superposição de tubulação.6.2 A cobertura da central de GLP deverá conter rugosidades ou saliências que impeçam condutividade elétrica através de água da chuva. e) estar convenientemente protegido contra a corrosão.5. à prova de geração de energia que possa iniciar um incêndio. sinalização por meio de cones e placas de advertências “PERIGO . podendo ser visualmente ou por intermédio de aparelhos de comunicação. g) ser executado com material incombustível e resistente à água.4. que coloquem em risco a integridade dos equipamentos. 5.5. e 0. manter um afastamento mínimo de 25 mm entre a tubulação e as suas paredes internas. a tubulação de gás deve ficar abaixo das outras tubulações.1.5. 02 (dois) operadores com treinamento dirigido à operação de abastecimento das centrais de GLP e operação de veículos abastecedores.5. a segurança dos operadores ou dificultem o contato visual e a manobra das mangueiras. desligamento. devendo manter um afastamento mínimo de 3 (três) metros dessa. sendo que as duas devem ter saída para a projeção horizontal fora da edificação.4. se o condutor for protegido por conduite. sendo vedado o içamento ou lançamento de mangueiras por cordas com resistência a tração inferior a 1.5.9 As Normas de Segurança acima citadas referem-se ao correto posicionamento.4 Os abrigos de medidores de consumo de GLP devem possuir proteção por um extintor de pó BC.2 Na impossibilidade de atender o item acima. no mínimo.3 Recomenda-se o uso mínimo de conexões nas tubulações situadas no interior do tubo-luva. 5. O caminhamento deve ser feito de forma adequada. c) em áreas sociais tais como hall. Opcionalmente. observando o correto posicionamento.1. estacionamento e escape rápido do veículo abastecedor. sob quaisquer condições atmosféricas mantenham estas condições. respeitando-se o horário de menor fluxo de pessoas no local do abastecimento. a cerca eletrificada deverá possuir apoios com isoladores.5. d) ter resistência mecânica adequada a possíveis esforços decorrentes das condições de uso. dentre outros procedimentos que se façam necessários. b) deverá haver espaço livre para manobra. 5. travamento e aterramento do veículo transportador.5. estabilização e aterramento.5 Deve haver comunicação ininterrupta entre os operadores durante a manobra de abastecimento.6. entre o ponto de estacionamento do veículo abastecedor e a central de GLP.30 m. animais e outros objetos estranhos.4.

7 Para centrais de GLP de recipientes estacionários com capacidade de 1m3.8 A cerca eletrificada. em sua parte mais baixa ou a 280 cm em sua parte mais alta. impedindo o centelhamento. serão admitidas as condições acima descritas.523.5 Não deverá possuir qualquer tipo de objeto metálico.3 A cerca elétrica deverá possuir os afastamentos entre os apoios descritos no item 6.1. na parte mais baixa.9 Havendo algum obstáculo ou recuo do muro ou gradil que impeça o contato acidental de objetos ou parte do corpo na parte eletrificada. em caso de contato com um ou mais fios da cerca eletrificada. . 6.impossibilitar o aterramento no portão central. esta poderá ser instalada a 210 cm da continuidade do muro. 6.1. o qual possa servir de aterramento. 6. até atingir o afastamento de 3 m da central.1. se inclinada para o lado do logradouro público.6 Será permitido o emprego de portões metálicos na central de GLP. na direção zenital.1. 6. em sua parte mais baixa. e no lado oposto ao da abertura dos portões de acesso aos cilindros. na construção da central ou na proteção desta. quando isolada sobre o muro ou gradil. nas venezianas laterais ou cilindros. até a projeção da cerca eletrificada no solo. aparente.1.1. 6.1. se inclinada na direção do logradouro público. desde que este fique recuado um mínimo de 30 cm da projeção da cobertura e laterais. 6. desde que esta cobertura e estrutura de sustentação da cobertura sejam de materiais isolantes e incombustíveis e mantenham as condições previstas na NBR 13. em ambos os lados. 6.4 A cerca eletrificada deverá estar a uma altura mínima de 100 cm acima da laje de cobertura da central de GLP. não admitindo que ele fique sobre a central de GLP. de forma a produzir centelhamento.1. deverá estar a uma altura superior a 300 cm. medidos da lateral destas. deverá ter a sua primeira linha eletrificada a uma altura superior a 250 cm.

ANEXO A Tabela: Afastamentos de segurança para as áreas de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP EXIGÊNCIAS Capacidade máxima (kg) Número de botijões P-13 (unidades) Área mínima de armazenamento (m2) Número e dimensões de portas para o exterior (unidades) Largura do corredor de inspeção (m) Obrigatoriedade de lotes Proteção por sistema de hidrantes para combate a incêndio e resfriamento Detector de vazamento Limites da propriedade delimitada com muro de 1.920 ---------Duas de 1.0 15.0 3.50 m x 2.00 m x 2.0 15.0 .10 m 1 Sim Sim Sim 7.10 m 1 Não Não Sim 5. bocais e respiradores de tanques de inflamáveis.0 7.0 50.0 CLASSE V 49920 3. hospitais e demais locais de reunião pública (m) Bombas de combustíveis.0 20.0 30 7.0 CLASSE IV 24960 1.5 150 15.0 7.0 20 5.10 m Não Não Não Não 3.20 m x 2.80 (m) Limites da propriedade sem muro ou muro de altura inferior a 1.5 30.0 5.5 3.0 10.0 7.0 8.0 7.0 CLASSE II 1560 120 8.840 ---------Três de 1.5 3.5 5.50 m x 2.80 (m) Vias públicas (m) Escolas.0 180 15. descargas de motores a explosão e máquinas que produzam calor (m) Outras fontes de ignição (m) CLASSE I 520 40 4.0 Uma de 1.0 8.0 ---------Não Não Não Não 1.5 80 15.10 m 1 Sim Sim Sim 10.0 CLASSE VI 99840 7680 ---------Quatro ou mais de 2.0 CLASSE III 6240 480 ---------Duas de 1.0 3.50 m x 2. cinemas.5 100 15. templos.10 m 1 Sim Sim Sim 6.

ANEXO B IMPLANTAÇÃO DA CENTRAL DE GLP E LOCAL DE ESTACIONAMENTO DO VEÍCULO ABASTECEDOR .

FIGURA 1 .PLANTA BAIXA DA CENTRAL DE GLP .

VISTA “A” DA CENTRAL DE GLP .FIGURA 2 .

FIGURA 3 .80 M .VISTA “B” DA CENTRAL DE GLP ALTURA MÍNIMA 1.

VISTA “C” DA CENTRAL DE GLP ABERTURA OPCIONAL .FIGURA 4 .

24 COMERCIALIZAÇÃO.Obstáculo de proteção da bomba . DISTRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS NATURAL SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXO Único .IT .

5 PROCEDIMENTOS 5.projeto e execução. devese atentar para que a tubulação da rede interna não passe no interior de: a) dutos de lixo. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução aplicam-se as definições constantes da IT 02 .Instalações internas de GLP . de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. e) compartimentos de equipamentos elétricos.1 Utilização e Instalação de gás natural (GN) Além do disposto nas NBR 13932 e NBR 14570. g) poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento. f) compartimentos destinados a dormitórios.br Email: dat3@cbmmg. distribuição e utilização de GÁS NATURAL (Gás Combustível Comprimido). NBR 13932 .bombeiros.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 24 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. líquido não inflamáveis e demais acessórios. Augusto de Lima.br COMERCIALIZAÇÃO. os quais devem conter apenas as tubulações de gás. NBR 13103 . ar condicionado e águas pluviais. . d) poços e elevadores. conforme as exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. exceto quando destinada à conexão de equipamento hermeticamente isolado. b) abastecimento de gás combustível comprimido (GCC).gov. h) qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria. ampliação e operação das centrais de distribuição de GNL. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 12236 – Critérios de projeto.270. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.projeto e execução. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para esse fim (shafts). 355 . DISTRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS NATURAL 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de comercialização.190-000 Site: www. c) dutos para incineradores de lixo.Adequação de ambientes residenciais para instalação de aparelhos que utilizam gás combustível. montagem e operação de postos de gás combustível comprimido. NBR 12693 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio.Bairro Centro CEP 30. sem a devida ventilação.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações destinadas a: a) comercialização e utilização de gás combustível comprimido (GN).130. b) reservatório de água. com Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Decreto Estadual nº 44. c) distribuição de gás natural liqüefeito (GNL).gov. ou por estas e o solo. 2 APLICAÇÃO 2. Portaria nº 118 de 11JUL2000 da Agência Nacional de Petróleo (regulamenta as atividades de distribuição de gás natural liqüefeito (GNL) a granel e de construção.mg.mg. NBR 14570 – Instalações internas para uso alternativo dos gases GN e GLP .

2.3 O local de abastecimento deve possuir placas de advertência quanto às regras de segurança a serem adotadas pelos usuários.1. dentre outros procedimentos. desligamento. .3. CELULARES.3. além de esclarecimentos tais como: “PROIBIDO FUMAR”. i) qualquer tipo de forro falso ou compartilhamento não ventilado.3 O veículo transportador deve estacionar em área aberta e ventilada e possuir espaço livre para manobra e escape rápido. 5.2. bem como do acionamento das luzes de alerta. exceto quando utilizado tubo-luva.2 O ponto de abastecimento deve possuir obstáculo de proteção mecânica com altura mínima de 0. sendo que estes vazios devem ser sempre visitáveis e previstos em área de ventilação permanente e garantida.2 As normas de segurança acima citadas referem-se ao correto posicionamento. 5. prevendo distâncias seguras de permanência do usuário. sinalização por meio de cones e prevenção por extintores.3 Distribuição de GNL 5.ventilação permanente nas extremidades. 5.1 Os locais onde haja abastecimento de gás combustível comprimido (GN) devem ser protegidos por uma unidade extintora sobre rodas de Pó BC. “DESLIGAR RÁDIOS. j) locais de captação de ar para sistemas de ventilação. l) paredes construídas com tijolos vazados observando a ressalva da alínea h do item 5. ficando obrigada a orientar aos usuários do sistema.3. 5. travamento e aterramento do veículo transportador.2. capacidade 80B. 5. EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS”. junto à passagem de veículos.20 m situado à distância não inferior a 1. quanto às normas de segurança a que devem ser obedecidas. 5.1 A pessoa jurídica autorizada a exercer a atividade de distribuição de gás combustível comprimido (GCC) a granel é responsável pelo procedimento de segurança nas operações de transvasamento.00 m da bomba de abastecimento de gás natural. além do sistema de proteção contra incêndio exigido para os demais riscos.2 Postos de abastecimento de gás combustível comprimido (GN) 5. k) todo e qualquer local que propicie o acúmulo de gás vazado.

20 m 1.ANEXO A OBSTÁCULO DE PROTEÇÃO DA BOMBA Bomba de GN ATERRAMENTO Bomba de GN 1.20 m OBSTÁCULO CONTRA CHOQUES MECÂNICOS OBSTÁCULO CONTRA CHOQUES MECÂNICOS .00 m 0.00 m 0.

IT .Disposição do local de apresentação .25 FOGOS DE ARTIFÍCIO E PIROTECNIA SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 –Procedimentos para comércio varejista de fogos de artifício 6 – Procedimentos para espetáculos pirotécnicos ANEXO Único .

levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. Art 8 caput e § 3º.4 Com relação à área de 100 m² para uso exclusivo de loja de fogos de artifícios. de 21 de novembro de 2000. de 07 de dezembro de 1940 – Código Penal. e Art 68. 2.078. Da nova redação ao Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados (R-105). art 253. § 1º e inciso II. com as necessárias adaptações previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2 Aplica-se também às edificações existentes e de uso misto.devem portanto. Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei n° 88. Decreto Estadual nº 44.1 Aplica-se às edificações novas destinadas ao comércio varejista de fogos de artifício. de 01 de Abril de 2006– Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. .gov. NFPA 1123 – Code for fireworks display – 2000 Edition.br 1 OBJETIVO Esta instrução técnica tem por objetivo estabelecer as condições necessárias de segurança contra incêndios e pânico em edificações destinadas ao comércio de fogos de artifício no varejo e Espetáculos Pirotécnicos. Decreto Lei n° 2. 2 APLICAÇÃO 2.130.848. com ênfase: Art 6 caput e incisos I e II. Augusto de Lima. Código Civil Brasileiro – Lei n° 10.gov. 355 . de 10 de janeiro de 2002.406. 2.190-000 Site: www. que por legislação são de responsabilidade do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército Brasileiro e Polícia Civil do Estado de Minas Gerais através da Delegacia Especializada de Armas. de 13 de julho de 1990 – art 244. Decreto Federal nº 3. até 100 m2 conforme Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. de 11 de setembro de 1990.bombeiros.3 As ocupações destinadas à fabricação.mg. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 25 FOGOS DE ARTIFÍCIO E PIROTECNIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Código do Consumidor – Lei n° 8.270. fica reservado pelo menos 60% da área para demais atividades pertinentes a este comércio. seguir as orientações e exigências daqueles Órgãos . 3 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA NORMATIVA E Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. depósitos e comércio de explosivos e de fogos de artifício no atacado e shows pirotécnicos. caput. 2.Bairro Centro CEP 30. Art 18 § 6º e incisos I e II. Art 12 caput. devendo o projeto atender ao Código de Obras Municipal. Munições e Explosivos DEAME e das Delegacias de Polícia do interior.665.mg.br Email: dat3@cbmmg.069.

NBR 7503 .4 Embalagem: elemento ou conjunto de elementos destinados a envolver. Estatuto da Criança e do Adolescente e o R105. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas. respeitando o Código do Consumidor. devido ao seu poder de destruição ou outra propriedade. 4.11 Produto controlado pelo Exército e/ou Polícia Civil: produto que. NBR 5419 .2 Carga a granel: produto que é transportado sem qualquer embalagem. NBR 7500 .1 Área de estocagem: local destinado ao acondicionamento de fogos de artifícios industrializados. sua utilização.Saídas de emergências em edifícios. capacitadas técnica. 4. Lei Estadual complementar nr. moral e psicologicamente. de 03 de janeiro de 1980 – Dispõe sobre a fiscalização de produtos controlados prevista no Decreto 55649. que consiste na autocombustão de um corpo (composto de combustível.Preenchimento da ficha de emergência para transporte de carga perigosa – procedimento. NBR 11584 .7 Explosão em massa: aquela que afeta virtualmente toda a carga de maneira instantânea. 4. Código Civil. NBR 9077 .Características e dimensões – Padronização. NBR 7501 . que se tornará responsável pelo treinamento. .10 Pessoa habilitada: pessoa dotada de conhecimento técnico e treinada para comercializar fogos de artifício. que produz ruídos e efeitos luminosos. de 17 de março de 2000 – Secretaria de Segurança Pública de Minas Gerais. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta instrução técnica. o qual ocorre por camadas e a velocidades controladas (de alguns décimos de milímetros até quatrocentos metros por segundo).Ficha de emergência para transporte de cargas perigosas. em qualquer estado físico.Símbolos de riscos e manuseios para o transporte e armazenamento de material – Simbologia. 4.605 de 12 de dezembro de 1998. Resolução 6751. armazenamento e manipulação. transporte. comercialização ou consumo.Emprego da simbologia para o transporte rodoviário de produtos perigosos – Procedimento. 4. armazenamento. 4. manutenção.Sistema de proteção contra descargas elétricas atmosféricas. e dá outras providências (balões com mechas). de janeiro de 1965 e dá outras providencias.Envelope para o transporte de carga perigosa – Dimensão e utilização – Padronização. totalizando 1900 MJ/m³. de 20 de maio de 1997. Lei n° 9. produzindo calor intenso e pressões elevadas. NBR 7504 .Embalagens de produtos perigosos – Classe 1. Aprova as instruções complementares aos regulamentos dos transportes rodoviários e ferroviários de produtos perigosos.6 Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases. Resolução 5416. 3. 4. NBR 8285 . deva ter seu uso restrito a pessoas físicas e jurídicas legalmente habilitadas. 4. 2. 54. devidamente treinada por órgão ou instituição similar. seja ele tanque.8 Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico. 6 e 8. contido apenas pelo equipamento de transporte. de 09 de setembro de 2004 – Polícia Civil de Minas Gerais. 4. derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. adotando-se como parâmetro à carga de incêndio de 1520 MJ /m³. conter ou proteger produtos durante sua movimentação. aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e as seguintes: 4. 4. 4. em acordo com as condições legais exigidas.3 Deflagração: fenômeno característico dos chamados baixos explosivos.Transporte de produtos perigosos – Terminologia. vaso. 5.Portaria do Ministério dos Transportes n° 204. admitindo-se acréscimo de 25%. Resolução 6429. caçamba ou container. de modo a garantir a segurança social e militar do país. NBR 5410 . comburente e outros).9 Manuseio de produtos controlados: trato com produto controlado com finalidade específica como por exemplo. Código Penal.Instalações elétricas de baixa tensão. NBR 8286 .5 Comércio de fogos de artifício no varejo: local destinado à venda de fogos de artifício de classes.

5 As instalações elétricas devem ser a prova de explosão e executadas de acordo com a NBR 5410 Instalações Elétricas de Baixa Tensão.2.2 O piso deverá possuir características de antifaísca (piso liso). símbolos e/ou expressões emolduradas referentes à natureza. cujas bombas contenham mais de 6 (seis) gramas de pólvora. 5.4 Fica proibida a estocagem e comercialização de fogos de artifício a granel. A área de ventilação cruzada deve ser protegida contra intempéries. será permitida a instalação para vendas de fogos de artifícios. obedecerá aos critérios abaixo. 5. c) Classe C 1) fogos de estampido que contenham acima de 25 (vinte cinco) centigramas de pólvora.2. 5. deverá obedecer aos critérios estabelecidos pela DEAME. R-105. capazes de se incendiarem. 3) baterias.3 A edificação deverá possuir sistema de proteção para descarga atmosférica e aterramento. 112. 4) morteiros com tubos de ferro. que se aquecem em contato com ar.3. com ou sem flecha. incisos I e II: a) Classe A 1) fogos de vista. de ráfia.3 Fica vedada a estocagem de pólvora com fogos de artifício e outros explosivos. atendendo à IT 06. 5. “serpentes voadoras” e outros equiparáveis. desembarque e entrega.5 m³.4 As áreas de estocagem de fogos de artifício devem possuir ventilação cruzada junto ao teto. b) fábricas e depósitos de explosivos. com mais de 2. e 5) demais fogos de artifício. de apito ou de lágrimas. conforme Decreto Federal n° 3665 de 21 de novembro de 2000. b) Classe B 1) os fogos de estampido que contenham até 0. 5. b) Classe B.2 gramas de pólvora por peça. seja de qualquer natureza. 3) “pots-à-feu”.13 Substância sujeita a combustão espontânea: substância sujeita a aquecimento espontâneo nas condições normais de pressão e temperatura. com espessura mínima de 0. 2) foguetes com ou sem flecha.14 Tráfego: conjunto de atos relacionados com o transporte de produtos controlados e compreende as fases de embarque.2.1 Para edificações térreas até 100 m2 com paredes justapostas a outra edificação. 2) foguetes. c) terminais de abastecimento de gás liquefeito de petróleo e similares. inflamáveis e/ou combustíveis líquidos e/ou gasosos.25 m. e de qualquer tipo de embalagem. c) para a Classe C e D. 5.6 Possuir afastamento de no mínimo 200 metros das seguintes edificações e áreas de risco: a) posto de serviços de combustível.2. 5.2. trânsito. sem bomba. com esquadrias ou outras opções que mantenham aberturas fixas. 5. porém. inclusive no balcão de venda. 5. construída de material incombustível.1.4. art.12 Rótulo: elemento que apresenta informações como. cujas bombas contenham até 6 (seis) gramas de pólvora. 5.50 (dois vírgula cinqüenta) gramas de pólvora. por peça. 5. 4. (exemplos: sacos de papel. permitida até 2. d) Classe D 1) fogos de estampido.2 A estocagem de fogos de artifício em áreas urbanas.2. plástico e estopa).1 Os fogos de artifício deverão estar dispostos de forma fracionada em prateleira arejada. “morteirinhos de jardim”. 4.5 Os fogos de artifício somente poderão ser expostos à venda devidamente acondicionados e com rótulos explicativos de seu efeito e de seu manejo e onde estejam .3.3 Estocagem 5. de transportes ou estocagem.3.2 Características das edificações 5. atendendo todas as recomendações do Decreto 3665 – R 105 do Ministério da Defesa. sem estampido. por peça. permitida até 2.1 Somente são permitidas instalações para venda de fogos de artifícios em edificações térreas até 100 m2. por peça. 5 PROCEDIMENTOS PARA COMÉRCIO VAREGISTA DE FOGOS DE ARTIFÍCIO 5. e umidade que possam influir a degradação dos produtos: a) Classe A. 2) fogos de estampido que contenham até 0. sendo.7 Não são permitidas instalações para venda de fogos de artifício nos locais de reunião de público. com ou sem flecha. 5.3.3. e 2) foguetes.2. devendo ser ventilado e seco. Deverá também possuir entrada distinta da edificação adjacente.25g de pólvora.5 m³.1 Classificação de fogos de artifício considerado para fins desta Instrução Técnica.2. 5. por peça. manuseio e identificação do produto. desde que a parede da loja de fogos de artifícios seja construída em material incombustível. protegido contra elevações bruscas de temperatura.

fluvial ou em terra. no formato A3 ou A4. “ÁREA DE QUEIMA DE APROXIME. artifícios pirotécnicos e artefatos similares na presença de público deverão atender ao Regulamento Técnico 03 – espetáculos pirotécnicos do Exército Brasileiro.discriminadas sua denominação usual. devendo ser observadas as instruções do fabricante constantes nas embalagens.1 As edificações de que trata esta Instrução técnica deverão dispor das seguintes medidas de proteção contra incêndio.5 Proteção contra incêndio e pânico 5. no local da apresentação.4 mm. os seguintes documentos: a) planta baixa da disposição dos armários de estocagem. 6. distância de rede elétrica. alarmes audiovisuais. isenta-se as medidas acima. atendendo a IT 15. 3) declaração formal do blaster de que foi verificado a inexistência abaixo da superfície do solo. bem como os seguintes documentos: 1) autorização da autoridade competente para a queima de fogos. NÃO SE “QUEIMA DE FOGOS. obedecendo aos seguintes critérios: a) para fogos de artifício. cabendo adicionar mais uma unidade quando o comprimento linear de um quadrante exceder a 100 m. para o comércio de fogos de artifício. ÁREA DE ISOLAMENTO. edificações. extintores. 5. reservas ecológicas e quaisquer outras sensíveis a ação de fogos de artifício. sua classificação e procedência.4 Documentação Deverá ser apresentado junto com o processo de segurança contra incêndio e pânico. c) saída de emergência atendendo a IT 8. 6. estacionamento. As dimensões mínimas das letras serão de 20x20 cm com traço cheio variando de 3 a 4 cm de espessura. c) autorização da Prefeitura do Município. de instalações públicas. 2) relação de fogos. que cite os artigos do Código do Consumidor sobre o limite de idade para compra de fogos de artifícios. com os respectivos dizeres abaixo. acima de 02(dois) conjuntos de até 06(seis) tubos de lançamento de até 76.2mm ou 02 (duas) girândolas. 6.2 Local de apresentação As circunstâncias de cada apresentação são únicas. com 120 (cento e vinte) tubos de até 25. NÃO ULTRAPASSE” b) para os fogos de artifícios das Classes C e D em quantidade inferior ao estipulado na alínea a. deve apresentar a dimensão mínima estabelecida na tabela 1 correspondente ao tubo de lançamento de maior calibre utilizado na apresentação. das categorias C e D. 5. magnitude do evento em função da quantidade total de composição pirotécnica e provável número de espectadores. d) memorial descritivo de construção assinado por engenheiro responsável pela edificação e respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). considerando sempre como essencial à necessidade de modificar os critérios. em letras vermelhas sobre fundo branco. Munições e Explosivos – DEAME para comercialização de fogos de artifício.1 O local de apresentação. o que requer criteriosa análise quanto às premissas estabelecidas nesta instrução. NÃO FUME” FOGOS. 5) quantidade de placas será determinada de modo a existir pelo menos uma em cada quadrante por onde possa ser possível a aproximação de pessoas. estabelecer restrições complementares. tornando-os mais rígidos. com utilização de fogos de artifício. pirotécnicos.3 Para a realização de espetáculos pirotécnicos deverá ser observados as seguintes condições específicas: 6. conforme as condicionantes locais.2. área de segurança em escala e público estimado. iluminação de emergência. será apresentado ao Corpo de Bombeiros um croqui da área em escala 1/100. veículos. onde for realizado espetáculos pirotécnicos deverá ser apresentada no Corpo de Bombeiros.5. . dutos e tubulações. com placas de advertência.1 A disposição do local de apresentação consta nas figuras 1 e 2 do anexo único. atendendo a IT 16. “minishow”.3. bem como às demais prescrições desta Instrução Técnica. 4) no projeto deverá constar a delimitação da área de queima e isolamento por cordões. devidamente sinalizadas. cavaletes ou similares. 6 PROCEDIMENTOS PARA ESPETÁCULOS PIROTÉCNICOS 6. cerca de isolamento. etc. b) sinalização de emergência com luminárias a prova de explosão.1 A realização de espetáculos pirotécnicos. e) quadro em local visível na loja. etc. contrato de queima de fogos no qual conste o rescaldo sob responsabilidade da contratada. área e largura da saída de emergência (quando se tratar de área fechada). balcão de vendas e circulação. b) cópia autenticada de requerimento protocolado junto à Delegacia Especializada de Armas. conforme previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais: a) extintor de incêndio. ou ainda.3.3.2 A segurança contra incêndio e pânico em áreas. hidrantes. disposição do sistema de segurança contra incêndio e pânico (sinalização de saída de emergência. juntamente com a cópia da carteira de blaster. contendo cotas dos perímetros. 6.

2.2 Distância .2 mm essa distância deve elevar-se para 40 m. 6.2.2. conforme figura 1.2. no mínimo 25 m.4 177. no sentido da área prevista para os espectadores entre 1/6 e 1/3 do raio do círculo do local de apresentação.4 Solicitação de vistoria no mínimo de 48 horas de antecedência ao evento. estacionamento. O último prazo para liberação será de seis horas antes do início do evento.2 Distância Tubo de lançamento vertical (m) 43 64 85 107 128 149 171 Distância Tubo de lançamento inclinado (m) 29 43 58 70 85 98 113 6.2 A distância mínima de separação exigida entre qualquer tubo de lançamento e a área reservada aos espectadores (em oposição a área de queda) está apresentada na tabela 2.2 76. 6. 8 m de qualquer objeto ou obstáculo e que a área de queda se situe em oposição à área prevista para os espectadores.6 127. hospitais.6 127. A primeira vistoria ocorrerá 24 horas antes do evento. bem como postos de combustível.2 6. tendo o centro do círculo como centro de simetria. No caso de fogos de artifício com diâmetro igual ou superior a 76.2.8 203.8 O ângulo de inclinação do tubo de lançamento deve ser estabelecido de modo que o ponto de queda da bomba falhada situa-se simetricamente em posição ao tubo de lançamento.8 203. 6.4 177.2. explosivos ou tóxicos está na tabela 3. contida no local da apresentação. 6.0 152.0 152. depósitos de materiais inflamáveis. escolas.8 203.2.3. 6. No emprego das velas romanas e de fogos de ação múltipla.7 Para tubo de lançamento posicionado verticalmente.3. estabelecimentos policiais ou correcionais.6 127.3.3.3. a localização da peça deve ser aproximadamente no centro do local da apresentação.2 85 128 171 213 256 299 341 76. conforme figura 2.2 101. deve ser estabelecida de forma que qualquer ponto da trajetória provável mantenha um afastamento de.2 101. e locais com exigência de precauções especiais.0 152. das áreas reservadas aos espectadores e ao estacionamento de veículos. o tubo de lançamento deve manter um afastamento do centro do local de apresentação.Tabela 3 – Precauções adicionais Tabela 1 – Local de apresentação Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76.5 A área de disparo. . etc. Para posição inclinada. na vertical ou inclinado.2 Diâmetro externo mínimo (m) Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76. deve ser adotado o maior valor entre 40 m ou 22 m para cada 25 mm de diâmetro do tubo do maior calibre utilizado.3. ou seja.3.6 O local de queimas de fogos de artifício de solo deve situar-se.2 101. no mínimo.4 177.3 A distância mínima de separação entre qualquer tubo de lançamento.Fonte de risco especial (m) 85 128 171 213 256 299 341 6. Tabela 2 – Área reservada ao público Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76.

ANEXO ÚNICO ( disposição do local de apresentação) .

IT .26 HELIPONTO E HELIPORTO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A – Orientações de sinais e ajudas visuais B – Figuras Modelos de conFiguração de helipontos e sinalização de solo C – Dimensionamento de extintores em helipontos 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Augusto de Lima. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações e/ou áreas de risco que possuam helipontos ou heliportos. 5. é recomendável que haja uma cerca de segurança de um metro de altura circundando os limites da área periférica com objetivo de evitar que animais ou Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.3 Escolha do local 5.1 Tendo em vista que um heliporto é um heliponto público dotado de facilidades de apoio e de embarque e desembarque de pessoas e cargas.1 Em todos os casos.130. 5. Decreto Estadual nº 44. de fevereiro de 1974 do Ministério da Aeronáutica. Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer).1 Para se escolher o local destinado à construção de um heliponto. .1 Condições Gerais: 5. as quais em hipótese alguma poderão substituir as demais exigências para as edificações nas quais os helipontos estiverem implantados. 355 . NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão.mg. somente a palavra “heliponto” será utilizada nas presentes Instruções. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. CEP 30.1 Em heliponto situado ao nível do solo.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 26 HELIPONTO E HELIPORTO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . as exigências da Portaria nº 18/GM5 de 14 de fevereiro de 1974 do Ministério da Aeronáutica. deve-se atender às considerações descritas na Portaria Nº 18/GM5/74. NFPA 418 .1. Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 92-1 de 24Jan2000 Edificações.gov.gov. Portaria nº 18/GM5. além da faixa periférica (Figura 2 do anexo B). levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. 1995 Edition. além das exigências desta Instrução Técnica.bombeiros. com as adequações necessárias. 5 PROCEDIMENTOS 5.br Email: dat3@cbmmg.Standar for heliports. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 4301 de 21Dez2001.4.Bairro Centro. especialmente no tocante às rotas de fuga. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.4 Área periférica 5.mg.3. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica.2 Requisitos de segurança para helipontos 5.270.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para proteção contra incêndio de helipontos e heliportos. adotando.190-000 Site: www. 5.2. deve-se obedecer às exigências e aprovação do órgão governamental responsável pela aprovação e fiscalização dos helipontos.

. 5. e dimensionadas em função da população do prédio conforme IT 08 .5. e f) possuir guarda-corpo com 1.5.5. 5. 5. estando os rotores do helicóptero em movimento. de forma análoga ao sistema de iluminação de emergência. 5.3 Para helipontos situados fora da jurisdição de um aeroporto.1 A área de pouso e decolagem deve ser dimensionada para as características (peso e dimensões) do maior helicoptero que irá utilizá-la.1 Para operações noturnas é necessária a existência de luzes indicativas dos limites da área de pouso e das obstruções existentes em torno da área de pouso e decolagem. conforme IT 06. conforme IT 06 e 07.2 As áreas de refúgio para helipontos serão obrigatórias nos casos em que a IT 08 . 5.1 Em todos helipontos devem ser colocados cartazes contendo Avisos de Segurança.7.2 As sinalizações luminosas de balizamento para as aeronaves devem possuir autonomia mínima de 120 minutos para funcionamento na ausência de fornecimento de energia elétrica pela concessionária local. 5.8. d) o piso deve ser incombustível e ter isolamento térmico. etc.7. desde que preencham os requisitos do item 5.5.4.2 Projeto estrutural 5. b) prevenção contra incêndio em helipontos elevados.1 ConFiguração de Área de Pouso a) desde que não seja possível construir um heliponto ao nível do solo pode-se prever sua instalação em local elevado. recomenda-se que sua altura não seja inferior aquela dos peitoris do terraço e não dificulte o pouso e decolagem da aeronave.8. embarque de carga com ou sem pessoal. 5.Saídas de Emergência nas Edificações. 5.5.3 As áreas de refúgio para helipontos poderão ter outra utilização. mediante cálculo estrutural.10 m de altura em paredes com tempo de resistência ao fogo de 120 minutos.2.4.6.3.5. 5. Tais avisos devem conter recomendações expressas principalmente para o caso de aproximação de pessoas.5.8 Prevenção e extinção de incêndio 5. 5. 5. os sistemas de proteção contra o fogo e o de salvamento devem ser dimensionados com base na Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 92-1 de 24Jan2000 ou outra que venha substituí-la. equipamentos. 5. com vistas a evitar acidentes com pessoas que transitem pela área de pouso e suas imediações. b) a área de pouso pode abranger a totalidade da superfície do terreno ou apenas parte dele. bem como em edificações com mais de 60 m de altura. devendo ser afixados avisos de “Proibido Fumar” em todos os pontos de acesso. b) ser precedida de porta corta-fogo (PCF) de 90 minutos no seu acesso. mantendo as condições de enclausuramento.Saídas de Emergência especificarem a exigência de áreas de refúgio para a edificação considerada.5. além de outras estabelecidas pelo Serviço Contra Incêndio do Comando da Aeronáutica.1. e) a escada para acesso a área de refúgio pode ser construída fora da prumada da escada de segurança principal. 5.6.2 Quando o heliponto está localizado em um aeroporto.6 Avisos de segurança 5. 5.5.2 As áreas de pouso/decolagem devem ser sinalizadas conforme Anexo A.3 Áreas de pouso e decolagem de emergências para helicópteros.8.4 Área de refúgio para helipontos 5.1 As áreas de refúgio para helipontos devem atender aos seguintes quesitos: a) possuir área superior à metade da área total do último pavimento.4 Prevenção contra incêndio em helipontos ao nível do solo deverá obedecer às recomendações previstas neste item. c) medidas para extinção de incêndio e de salvamento em acidentes ocorridos em helipontos elevados.5. c) as vias de acesso devem ser dotadas de paredes resistentes ao fogo para 120 minutos. como salas de espera por exemplo. Se a plataforma for construída. a proteção contra-incêndio deve ser considerada sob três aspectos: a) prevenção contra incêndio em helipontos situados ao nível de solo.5.8. após análise dos obstáculos constituidos por outros edifícios. Ênfase deverá ser dado aos avisos visando evitar colisão de pessoas com o rotor de cauda dos helicópteros. c) terraços em edifícios considerados existentes. 5. sendo que a ligação entre ambas deve ser feita através de uma circulação direta. podem suportar a carga de um helicóptero pela instalação de uma plataforma de distribuição de carga.2.4. os detalhes são apresentados de acordo com norma do Ministério da Aeronáutica. As instalações. dependem de autorização da Autoridade Aeronáutica Regional. além da quelas previstas para acúmulo de pessoas (área de refúgio).pessoas estranhas entrem na área de pouso (Figura 2 do Anexo B).2 Não é permitido fumar dentro do raio de 15 m da área de pouso/decolagem.5 Helipontos elevados 5. 5.1 As prescrições estabelecidas neste item são as mínimas exigidas para um razoável grau de proteção ao fogo e de salvamento em área de pouso e decolagem de helicópteros.1 A construção de áreas de pouso e decolagem de emergência para helicópteros com a finalidade de prever a evacuação dos ocupantes de edifícios em caso de incêndio ou outra calamidade.4. quando delimitada pela fachada da edificação.7 Balizamento luminoso 5.

8. com altura compatível com as dimensões do helicóptero.9.8.6 Prevendo a eventualidade de um acidente em heliponto elevado.Brigada de Incêndio. em local protegido e devidamente sinalizado.8. devem ser guardados em locais ou caixas.9 Devem ser observados ainda os demais requisitos para Homologação ou registro de Helipontos junto aos órgãos regionais competentes do Comando da Aeronáutica. no que couberem. 5. 5.5.2 Não é permitido o armazenamento do combustível em helipontos elevados. 5. capacete. a estrutura na qual se situa a área de pouso deve ser de material incombustível. 5.8. para possibilitar o transporte de equipamentos necessário ao combate a incêndio de grandes proporções. 5. conforme previsto na IT 12 .8. os seguintes requisitos devem ser atendidos: a) existência de fácil acesso ao heliponto elevado. bota.10 Helipontos elevados localizados em edificações que possuam sistema de proteção por hidrantes devem ser cobertos por este tipo de proteção visando à área de pouso considerando uma vazão mínima de 300 LPM.8. com a finalidade de se familiarizarem com o local e com os caminhos mais rápidos para lá chegarem em casos de emergência.1 Nos helipontos elevados. de forma a atender o caminhamento especificado na IT 16 .8. d) adequada sinalização das saídas de emergência.5 A proteção contra incêndio em helipontos elevados deve obedecer às recomendações previstas neste item. 5.9.9. 5.4.Brigada de Incêndio. 5. de modo que seja assegurada uma rápida assistência em casos de acidentes e/ou de fogo.8. com a conseqüente possibilidade de propagação de fogo.9 Sistemas de combate a Incêndio 5.6 Deve haver. 5. oferecendo fácil acesso e visibilidade. depois da separação do óleo ou combustível da água por um separador sifonado com capacidade suficiente para reter a carga total de combustível para capacidade da maior aeronave prevista para o heliponto em questão.3 A drenagem das áreas de pouso. 5. serra manual para metais e escada articulada ou de apoio. de acordo com o peso total do helicóptero atendido. c) possibilidade de rápida evacuação dos usuários do heliponto e dos demais andares do prédio.Sistema de Proteção por Extintores. 5. porém este sistema pode ser ligado ao de água pluvial.4.7 Recomenda-se a existência de confiáveis meios de comunicação entre o heliponto e o Quartel do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais da região.3 Os aparelhos extintores de incêndio devem ser distribuídos uniformemente nas proximidades da área de pouso/decolagem. 5. 5. além daquelas previstas nos itens anteriores.8. podendo ser por telefone.5 Pelo menos dois dos homens encarregados da proteção contra incêndios e das operações de salvamento devem dispor de EPI específico para fogo e salvamento (capa.1 Em helipontos não localizados em aeroportos.8. nunca inferior a 30 m. 5.8.4 Qualquer que seja o tipo de extintor utilizado. conforme Anexo C.1 Durante as operações de reabastecimento e de partida. ferramentas portáteis de arrombamento.4 O armazenamento de combustível deve estar a uma distância de segurança da área de pouso. 5.4.8.8. decolagem e de estacionamento deve ser independente do sistema de drenagem geral do prédio.8 E recomendável que os responsáveis pelo heliponto elevado solicitem e facilitem visitas periódicas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais com jurisdição na área. devidamente protegidos contra as intempéries.5.9. deve-se exigir as quantidades mínimas de extintores.2 Os extintores de pó especial deverão ser compatíveis com a utilização conjunta com espuma. a proteção do helicóptero deverá ser feita com equipamento portátil apropriado.9.2 Os extintores portáteis ou sobre rodas. 5. manuseado por pessoal treinado conforme IT 12 .5.8.8.4. sendo adequadamente sinalizados. balaclava e luvas). deverá haver pessoal habilitado para sua operação.9. 5.8.8.8. . b) as portas que dão para a área de pouso deverão ter PCFP90.

5 e 6 do Anexo B).2 As dimensões dos algarismos indicadores da resistência do seu piso deverão ser reduzidas de 1/3 (um terço) de seu tamanho original (Figura 10 do Anexo B).5 Heliponto em hospital 1.8.1 O sinal ou marca de identificação da área de pouso será um círculo possuindo no seu interior um número indicativo da tonelagem.3. o algarismo indicado da resistência do piso deverá ser precedido do algarismo zero (Figura 12 do Anexo B).2 Helipontos públicos 1.1. privados. deverá haver faixas delimitando a área de pouso.8 Marcação de pistas de rolagem 1.3 Helipontos privados 1. 1.1.4 Nas áreas de pouso circulares. deverão ser traçadas linhas guias.5. 1. as dimensões dos algarismos indicadores da resistência do seu piso deverão ser também reduzidas de um terço do seu tamanho original (Figura 6 do anexo B). além do sinal de identificação. fosforescente. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 8 do Anexo B. As frações de toneladas deverão ser arredondados para o número inteiros inferior mais próximo.5. deverá ser prevista a marcação de guias das mesmas. 1. bem como da letra indicadora do tipo de heliponto e do número indicador da resistência do piso. quer sejam públicos ou privados ou militares.1. 1. devendo o triângulo ser fosforescente. na forma.4 Helipontos militares 1. nas guias. em toneladas.9 Marcação de pátio de estacionamento 1. privado ou militar).1 O sinal de identificação de um heliponto público será a letra H na forma. A letra H será sempre utilizada nestes helipontos. . dentro de um triângulo eqüilátero com o vértice pintado apontado para o norte magnético.Anexo A Orientações de sinais e ajudas visuais Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica 1.4.1. As frações de toneladas deverão ser arredondadas para o número inteiro superior mais próximo. Nesse caso. devendo-se ter o cuidado para que essas faixas não sejam confundidas com outras existentes perto da área de pouso. 1.2 Os helipontos. exceto quando a resistência do piso for inferior a 1 (uma) tonelada.5 As dimensões e o posicionamento do triângulo dentro da área de toque. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 7 do Anexo B. (Figuras 10 e 11 do Anexo B).1 O sinal de identificação de um heliponto privado será a letra P.3 As dimensões da cruz são as constantes da Figura 10 do Anexo B. 1. os contornos das figuras poderão ser pintados em preto (ver Figuras 4.1 Os pátios de estacionamento deverão ser claramente sinalizados. 1. 1. Caso necessário. na forma.7 Sinais Delimitadores de área de pouso e decolagem 1. Para maior contraste. a fim de que sejam facilitadas as manobras executadas pelos helicópteros.1 Usa-se a mesma forma de marcação prevista para os helipontos em geral. orientada para o norte magnético. Ajudas visuais 1. 1. são os constantes da Figura 7 do Anexo B.Tais faixas serão idênticas às delimitadoras da área de toque (Figura 13 do Anexo B).7.1 O sinal de identificação da área de pouso será uma letra indicadora do tipo de heliponto (público. nas áreas de pouso e emergências ou ocasionais. deverão apresentar um número indicador do peso máximo.6 Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros 1. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 9 do Anexo B.6 A cor utilizada deverá ser a branca ou amarela. bem como garantida a segurança do pessoal e dos equipamentos. 1. A cor usada deverá ser a amarela.1. correspondente à resistência do seu piso. 1.3 As dimensões e as formas dos algarismos e das letras serão as constantes da Figura 4 do Anexo B. 1. correspondente à resistência do piso (do helicóptero).6.1 Quando houver necessidade de pista de rolagem.1.2. 1. em hospitais. deverão os mesmos ser reduzidos de um terço do seu tamanho original (Figura 5 do Anexo B).9.1 Nos helicópteros públicos. 1. colocado no centro da área de toque.1 Sinais de identificação de helipontos 1.5. colocado à direita do vértice pintado do triângulo e com a mesma letra.1 O sinal de identificação de um heliponto militar será a letra M. deverá ser prevista a separação adequada entre os rotores dos helicópteros adjacentes. Quando houver necessidade de utilizar dois algarismos para indicar a resistência do piso. 1.

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 01: Áreas de Pouso e decolagem e Áreas de Toque Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 02: Área Periférica e cerca de segurança Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 03: Pátio de Estacionamento de Helipontos Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 04: Dimensões e Formas dos Algarismos Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 05: Indicações de resistência do peso Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 06: Indicação da resistência do piso em heliponto Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

Escala : 1 :100 3 – Cotas em metros .ANEXO B Figuras e Modelos Figura 07: Heliponto Público Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica OBSERVAÇÕES 1 – Cor branca ou amarela fosforescente. 2 .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 08: Heliponto Privado Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 09: Heliponto Militar Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 10: Heliponto em Hospital Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 11: Heliponto em Hospital – Várias posições Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 12: Área de pouso e decolagem de emergência com menos de uma tonelada. Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 13: Luzes de limite para área de pouso Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

Helipontos elevados . (2) acima de 4. 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC. (1) até 4. de 20 B:C cada um.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 10A:120B. Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 10A:120B 6 (seis) unidades extintoras de pó BC. de 20B:C cada um. de 20B:C.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 30A: 240B. de 20 B:C cada um. (1) até 4.ANEXO C Tabela de dimensionamento de extintores em helipontos Tipo de heliponto Capacidade em Kg Quantidade de extintores 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC.500 Kg Helipontos ao nível do solo (2) acima de 4.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 6A:80B 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC.

IT .27 MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS PERIGOSOS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Exigências complementares ANEXOS A .Tabela de incompatibilidade entre produtos B .Programa de matérias .

mg. Norma Regulamentadora nº 16 – Ministério do Trabalho – alterada pelas Portarias nº 026 de 02 de agosto de 2000 e nº 545 de 10 de julho de 2000 – Atividades e Operações Perigosas. que altera a Resolução N.mg.de 25 de agosto de 2.Ministério do Trabalho Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT . . Resolução CONTRAN nº 38/98. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Norma Regulamentadora nº 9 . Instruções complementares ao Regulamento do Transporte terrestre de Produtos Perigosos.br Email: dat3@cbmmg. Augusto de Lima. Aprova as Instruções Complementares aos Regulamentos dos transportes Rodoviários e Ferroviários de Produtos Perigosos (Suplemento ao Diário Oficial da União de nº 98. Norma Regulamentadora nº 5 – Ministério do Trabalho – alterada pela Portaria nº 25.Bairro Centro CEP 30. dispõe sobre a Identificação de entradas e saídas de postos de abastecimento de combustíveis. Norma Regulamentadora nº 15 – Ministério do Trabalho – Atividades e operações insalubres.º 420. Decreto nº 96.bombeiros.044. 29 de dezembro de 1994 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –CIPA. Portaria nº 204/1997-MT. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. manipulam ou armazenem Produtos Perigosos. Resolução Nº 420 – Agência Nacional de Transportes Terrestres . 355 .ANTT – de 12 de fevereiro de 2. Resolução Nº 701. estacionamentos e garagens. sendo que prevalecerão as disposições das Instruções Técnicas 24. Norma Regulamentadora nº 19 – Ministério do Trabalho – Explosivos. no que se referem à identificação de embalagens. Norma Regulamentadora nº 6 – Ministério do Trabalho – Equipamentos de Proteção Individual . de 12 de fevereiro de 2004 em alguns itens específicos.270. Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.EPI. oficinas.gov. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. de 26 de maio de 1997). Da nova redação ao Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados (R-105).br MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS PERIGOSOS 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece os parâmetros de segurança à edificação e área que contenha Produtos Perigosos.gov. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Portaria nº 27 de 19 de setembro de 1996 do Departamento Nacional de Combustíveis (atual ANP – Agência Nacional do Petróleo) – Gás Liquefeito de Petróleo.190-000 Site: www. Decreto Estadual nº 44.665. acondicionamento e compatibilidade entre produtos.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e/ou áreas de risco que produzam. Regulamento Federal para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos. Decreto Federal nº 3.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 27 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.130.004. 18Maio88.004. 25 e 26. 2 APLICAÇÃO 2. de 21 de novembro de 2000.º 20 – Ministério do Trabalho – Líquidos combustíveis e inflamáveis. Norma Regulamentadora n. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.

4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica. Deve haver a construção de canaletas de coleta e contenção em número suficiente para garantir o abandono das pessoas e a intervenção das guarnições do Corpo de Bombeiros.619 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Incompatibilidade química. após o Processo de Proteção Contra Incêndio ter sido aprovado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais. NBR 7500 – Identificação para o transporte terrestre. com Equipamentos de Proteção Individual (EPI). 5.04 – Licenciamento de instalações CNEN-NN 6. National Fire Protection Association.Norma Regulamentadora nº 23 – Ministério do Trabalho – Proteção contra incêndios. estoque e movimentação interna de produtos perigosos fica condicionado à autorização e fiscalização dos órgãos competentes para expedição do alvará de funcionamento. 1998 edition. Fire Protection for Facilities Handling Radioativite Materials. NBR 10004 – Resíduos Sólidos – Classificação. 5.03 – Proteção contra incêndio em Usinas Nucleoelétricas. Neste caso os produtos deverão ser armazenados em locais diferentes ou a distâncias seguras. Fire Protection Handbook. NBR 7501 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Terminologia. 1994. a utilização de dispositivos que impeçam que um produto entre em contato com outro.02 – Licenciamento de Instalações CNEN-NN 2. FUNDACENTRO (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho) . tais como baias e bacias de contenção. .3 Instalação Para todas as classes de produtos perigosos devem ser previstas guaritas externas à edificação em área mais afastada junto ao perímetro externo. NBR 14.2. será analisado cada caso específico. NBR 12710 – Proteção contra incêndio por extintores no transporte de produtos perigosos. NFPA 801 .2. NBR 12235 – Armazenamento de resíduos sólidos. National Fire Protection Association.2 Para o armazenamento de produtos perigosos devese observar o contido no anexo A (Tabela de incompatibilidade entre produtos).Ministério do Trabalho . dimensões e preenchimento.1.1 A canaleta de coleta e contenção deve ser executada de forma a não permitir a mistura de produtos incompatíveis.3 Para substâncias não descritas na tabela A.04 – Proteção contra incêndio em instalações nucleares do ciclo do combustível. NBR 5413 – Iluminância de Interiores. conforme 1.Área de estacionamento para veículo rodoviário de transporte de produtos perigosos.2 Distância internas Deve ser mantida uma distância mínima entre as áreas com a presença de produtos perigosos de pelo menos quatro metros das demais edificações. 18th edition.1 O funcionamento das edificações com áreas reservadas para manipulação. admitindo-se ainda. NBR 14064 – Atendimento a emergência no transporte terrestre de produtos perigosos.Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas. 5. 5. NBR 10898 – Sistema de Iluminação de emergência. movimentação e armazenamento de produtos. NBR 14095 . 5.04 – Funcionamento de serviços de radiografia Industrial. NBR 9735 – Conjunto de Equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos. de fácil acesso.Ficha de Emergência e envelope para o transporte terrestre de Produtos Perigosos – Características. manuseio.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e os glossários das normas CNEN-NN 2.1 Características Gerais 5. NBR 9734 – Conjunto de Equipamentos para avaliação de emergência e fuga no transporte rodoviário de produtos perigosos. NBR 7503 . CNEN-NE radiativas.2. 4ª edição. CNEN-NE 2. 6. 5 PROCEDIMENTOS 5. CNEN-NE nucleares. 1997. NBR 6493 – Emprego de cores para identificação de tubulações. NBR 5382 – Verificação de Iluminância de Interiores.03 e CNEN-NE 2. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . Norma Regulamentadora nº 26 – Ministério do Trabalho – Sinalização de segurança.04. NBR 7195 – Cores de segurança.

5. interligadas entre si. de 1.6. tóxicos e corrosivos com limite de tolerância abaixo de 500 mg/kg.5 m de ralos.7. evitando. materiais de controle de vazamentos e rotas de fuga ( NBR 5413.7. Nota. escolas. com alto grau de risco de contaminação de pele e respiratória. 5. 6. caixas de gordura e de esgotos. antiexplosão e corrosão.2 m de largura por 0. com as dimensões mínimas de 0.4 Área identificada A área da edificação que contenha Produtos Perigosos deve ser restrita de tal forma que impeça o acesso de pessoas não autorizadas.1 As classes de armazenagem de gases perigosos devem possuir as mesmas proteções ativa e passiva determinadas pela IT 23 .2 A classificação de áreas de armazenagem obedecem ao mesmo critério da IT 23.9 Equipamentos de proteção individual (EPI) O número de conjuntos EPI deve ser igual ao número de pessoas habilitadas e credenciadas a lidar com os produtos. b) estar o recipiente protegido do sol. bem como de galerias subterrâneas e similares.Manipulação.6 Instalações nucleares ou radiativas 5. desde que tenham riscos primário ou subsidiário de inflamabilidade. que.3. 5. Além de indicação do tipo de EPI mais adequado. 5.Acesso de viaturas na edificação e área de risco. a mistura só pode ser retirada do tanque por meio de bomba a ar comprimido. deverá haver as fichas de emergências (NBR 7503) dos produtos manipulados na edificação.4. no mínimo 20 metros. hospitais e habitações unifamiliares.2 No caso de acúmulo de líquido.5 Em todas as classes de instalações fixas de gases deve-se adotar o painel de segurança e rótulo de risco.5 Condições específicas para gases perigosos 5. especificados por meio da NBR 7500. c) máscara panorâmica com filtro para o produto ou polivalente ou EPR. O conjunto EPI consiste em: a) luvas para produtos perigosos em cano longo.4 Os locais de armazenamento classificados.7. de forma a impedir que o produto contido escoe para outras canaletas. e) botas para uso em produtos perigosos.8 Iluminação O sistema elétrico deve ser todo blindado e garantir uma boa visibilidade em toda a área.1 A ocupação com a presença de produtos perigosos em estado líquido deve ser contornada por uma canaleta de contenção. b) capacetes de boa resistência. 5.3 A canaleta de contenção deve ser construída em nível com caixa sifonada.1 A brigada de incêndio deve também ser treinada nas primeiras ações emergenciais envolvendo produtos perigosos. 5. com inclinação para o tanque de contenção de modo a permitir um rápido escoamento do líquido ou das águas residuais de combate a incêndio ou rescaldo.02 e CNEN-NN 6. no caso de gases infectantes.classificação e utilização previstas na NBR 9734 para atuação em caso de emergência. As canaletas de drenagem devem ser revestidas com material impermeável. quando possuírem peso específico maior que “1”. devem estar afastados no mínimo 150 metros de locais de reunião de público.2 Na solicitação de vistoria para emissão do AVCB. com o mínimo de 06 horas/aula teóricas e práticas sobre produtos perigosos.7.15 m de profundidade. conduzem a um tanque de contenção. 5. . Armazenamento. conforme casos mais extremos. d) roupas para ações de controle de vazamentos (nível A.7. 5. de forma a impedir o assoreamento e resistir à passagem de veículos em harmonia com a IT 04 . levando-se em consideração as taxas de aplicação de espuma especifica para o produto.04. 5. d) estar afastado. demonstrado em planílha de cálculos. para melhor segurança dos usuários.3 Os locais que armazenem no mínimo 250 kg de gases infectantes. B ou C). de acordo com as normas CNENNE 1. Os EPI deverão ser certificados com fé pública por órgão de certificação nacional. além das exigências específicas das normas do CNEN. conforme previsto na NBR 14095. deverá ser apresentado a autorização de funcionamento expedida pelo CNEN. inclusive quando for acionada a iluminação de emergência. comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP).5. tóxicos ou corrosivos devem ser observados os seguintes requisitos: a) possuir ventilação natural. acrescidas no programa de treinamento de brigada de combate a incêndio.1 Estas instalações devem obedecer ao Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais no que couber.5.5.04. 5. 5.1 Nas edificações que recebem caminhões-tanque ou contêineres-tanque em seus pátios internos devem ser previstos pelo menos uma vaga para estacionamento de veículo com vazamento para controle e contenção do produto transportado.5 A bacia de contenção deve possuir um volume que possa abrigar o líquido e o agente extintor durante 30 minutos de combate ao sinistro. caso haja incompatibilidade entre os mesmos.7 Sistema de contenção e drenagem 5. 5.6. 5. tendo como base o currículo do curso constante no Anexo B. no mínimo. em caso de incêndio ou contaminação que os riscos se propaguem para outra edificação e/ou áreas de risco.4 A canaleta deve receber grade. 5382 e 10898 ). de acordo com a IT 23.5. 5.5. e compatível com o produto a ser bombeado. compatível com os produtos. da chuva e da umidade. O fabricante dos produtos perigosos deverá indicar o tecido e/ou o material do EPI compatível com os produtos. privilegiando-se os locais de guarda dos equipamentos de proteção individual. 5. c) estar o recipiente afastado de outros gases envasados. 5. de acordo com o tipo de proteção exigido. 5.

dentre outras. como por exemplo. 6. e f) iluminação feita com lâmpadas à prova de explosão. portanto deve ser: a) somente para quantidades limitadas. da Portaria 204 do Ministério dos Transportes. b) identificar com círculos coloridos os riscos físicos. e o tempo de evasão da edificação. alimentos e medicamentos de consumo humano e animal junto com produtos perigosos. c) saída de emergência bem localizada e sinalizada. c) refrigeração ambiental caso a temperatura ambiente ultrapasse a 38 ºC. b) os armários devem ser confeccionados em materiais não combustíveis. e) refrigeração ambiental caso a temperatura ambiente ultrapasse a 38 ºC. volume. químicos e biológicos expressos na Portaria nº 25. Em caso de se ter mais de um produto armazenado ou manipulado no local.Deve-se observar o contido na NBR 9734 para a seleção de EPI a ser utilizado em caso de acidentes conforme cada tipo de produto envolvido. contemplando: a) identificação dos riscos existentes conforme mapa de riscos físicos. além de porta para o acesso do Corpo de Bombeiros de houver necessidade. e f) pintar todas tubulações externas na edificação de acordo com o produto na qual ela é utilizada (NBR6493). de 29dez94 do Ministério do Trabalho. EXIGÊNCIAS COMPLEMENTARES 6. e) seguir as orientações sobre sinalização e rotulagem de embalagens externas e internas para acondicionamento de produtos.2 Os cilindros de gases devem ser armazenados em locais específicos: a) área coberta e bem ventilada. ao nível do teto para retirada de vapores leves e ao nível do solo para retirada dos vapores mais pesados.10 Sinalização Além da sinalização de paredes e pilares para a fácil localização dos sistemas ativo e passivo de prevenção e combate a incêndios. sob a orientação do Comandante da Unidade e/ou Fração de Bombeiros responsável pela área da edificação. deverão ser observadas as características daquele que oferecer maior risco. incompatibilidade química.3 O armazenamento de produtos químicos em laboratório só é permitido em pequenas quantidades. salvo se houver compatibilidade entre os produtos. b) na posição vertical e amarrados com corrente. d) sistema de exaustão. com portas em vidro para possibilitar a visão de seu conteúdo. e c) deve-se observar a compatibilidade dos gases a serem armazenados no mesmo local. um sistema de fichas contendo informações a respeito da natureza das substâncias. químicos e biológicos de acordo com sua grandeza. . 6.4 É vedado a presença de animais. b) possuir janelas na parede voltada para o exterior. 6. com seus respectivos ensaios de manuseio. conforme o capítulo 8.1 O armazenamento de produtos perigosos deve ocorrer em local com características de segurança específicas tais como: a) construído com pelo menos uma de suas paredes voltadas para o exterior da edificação. c) indicar o número de trabalhadores expostos aos riscos. 6. conforme IT 11. o gerente de logística de produtos perigosos deve reunir todas as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação. d) anexar ao PPI os nomes técnicos e comerciais dos produtos perigosos. para serem expressas em um Plano de Intervenção de Incêndio. d) o laboratório deve possuir um sistema de identificação das substâncias armazenadas. 5. com suas respectivas Fichas de Emergência (NBR 7503) e seu local de armazenamento e estoque.

cobre. ácido nítrico. ácido acético. oxicloreto de fósforo. Bromo. agentes oxidantes. cloratos. Ácido nítrico. cloro. mercúrio. Bromo. nitrometano e agentes oxidantes. percloratos e permanganatos de potássio. peróxido de bário. Cl. graxas. peróxidios. Ácido Acético Ácido Cianídrico Ácido Crômico [Cr (VI)] Ácido Fluorídrico Ácido Fórmico Ácido Nítrico (concentrado) Ácido Nítrico Ácido Oxálico Ácido Perclórico Ácido Pícrico Ácido Sulfídrico Água Alumínio e suas ligas (principalmente em pó) Amônia Amônio Nitrato Anilina Bismuto e suas ligas Bromo Carbeto de Cálcio ou de Sódio . ácido perclórico. ácido cianídrico. Prata. papel. madeira. ácido sulfúrico e trióxido de enxofre. anidrido acético. magnésio e outros metais. ácido fluorídrico. éter de petróleo. clorato de potássio. sais de mercúrio prata. Ácido perclórico. ácido acético. Amônia. butano e outros gases de petróleo. Acetileno. ácido nítrico. glicerina. peróxido de hidrogênio. cloro. hidrogênio. agentes oxidantes. anilina. Álcoois e outras substâncias orgânicas oxidáveis. líquidos e gases combustíveis. permanganatos e peróxidos. álcoois. mercúrio e prata. ácido iodídrico. metais em pó. naftaleno. hipoclorito de Ca. prata. Álcalis e ácido nítrico. metais alcalinos terrosos seus hidretos e óxidos. óleos ou qualquer matéria orgânica. metais em pó. álcoois. hidrazina. compostos contendo hidroxilas. bismuto e suas ligas. agentes redutores. bromo. pentacloreto de fósforo. ácido crômico. ácido fluorídrico. hipoclorito de cálcio. Ácidos. metais finamente divididos. Br2 HF. compostos clorados nitratos. líquido e gases inflamáveis. Soluções ácidas ou alcalinas. Ácido acético.ANEXO A Tabela de incompatibilidade entre produtos Substâncias Acetileno Acetona Incompatível com Cloro. permanganatos e peroxídos. Umidade (no ar ou água). iodo. carbetos de sódio e terebentina. Amônia aquecida com óxidos ou sais de metais pesados e fricção com agentes oxidantes. gás cianídrico. butadieno. anilina. flúor. líquidos. persulfato de amônio e água. pentóxido de fósforo. cloratos. (anidra ou aquosa). óxido de cromo IV. Ácido acético glacial. Etileno glicol. Anidrido acético. Ácido nítrico fumegante ou ácidos oxidantes. fósforo e etilfeno. I2. Hg. substâncias orgânicas ou combustíveis finamente divididos. Cloreto de acetilo. matéria combustível. perclorato de potássio. Metais em pó. carbonetos. etc. ácido crômico. substâncias nitráveis. ácido nítrico e ácido sulfúrico. amônia. anilina óxido Cr(IV).

substâncias combustíveis. dióxido de carbono. açúcar e sulfetos. Acetileno. etc) Hidrogênio Peróxido Hidroperóxido de Cumeno Hipoclorito de Cálcio Iodo Líquidos inflamáveis Lítio Magnésio (principal/em pó) Mercúrio Cobre. Cloratos de Sódio Cloreto de Zinco Cloro Cobre Cromo IV Óxido Dióxido de Cloro Flúor Enxofre Fósforo Fósforo Branco Fósforo vermelho Hidreto de Lítio e Alumínio Hidrocarbonetos (benzeno. Ácidos (minerais ou orgânicos). bromo. Ácidos e álcalis. Matéria oxidante. amônia. acetileno. enxofre. Flúor. umidade no ar e água. ácido oxálico. Ar (oxigênio) ou qualquer matéria oxidante. Amônia. ácido nítrico com etanol. ácido nítrico. ácido crômico. peróxido de hidrogênio. gasolina. papel. sais de amônio. anidrido acético. acetato de etila e água. . Ácidos ou matéria orgânica. metais alcalinos. Ácidos. naftaleno. halogênios. amônia.Carvão Ativo Cianetos Cloratos e Percloratos Cloratos Potássio ou Percloratos Hipoclorito de cálcio. de fósforo. de Ácidos ou seus vapores. Nitrato de amônio. nitratos e ácido nítrico. cromo. enxofre. substâncias orgânicas oxidáveis ou combustíveis. peróxido de hidrogênio. Carbonatos. percloratos. ferro. hidrogênio. metais em pó. álcool pentóxido. alumínio. cloratos. agentes oxidante. matéria combustível. peróxido de sódio. hidrocarbonetos cloráveis.fósforo. madeira. nitritos Hg (IV) nitratos. Ácidos. Cloratos e percloratos. glicerina. ácidos. bismuto. álcoois. terebentina. Acetileno. acetonas. Ácidos. oxidantes. propano. peróxido de hidrogênio. sais de amônio. Ar. Qualquer matéria oxidante. carboneto de sódio e terebentina. amônia. cloro. Acetileno. metais em pó. Ácido acético. Acetona. matéria oxidável. líquidos combustíveis. butano. butano e outros gases de petróleo. (especialmente solventes orgânicos). butadieno. metais em pó. sulfeto de hidrogênio. Maioria das substâncias (armazenar separado). benzeno. metano e fosfina. fósforo e enxofre. cianetos. (anidra ou aquosa) e hidrogênio. Amônia ou carvão ativo. óxidos ou oxalatos de metais pesados (nitratos. peróxido de sódio. peróxidos fosfatos e sulfatos).

Ácido acético glacial. metais em pó. acetileno. K. álcoois benzaldeído. substâncias oxidáveis. Li. acetato de etila. Cianeto de sódio ou potássio. Na) Nitrato Dióxido de carbono. cloretos. cloreto estagnoso. acetato de etila e outras substâncias oxidáveis. tetracloreto de carbono. Enxofre. anidrido acético. aminas. metanol. halogênios. metais em pó. água e zinco em pó. com a maioria dos metais ou seus sais. chumbo. Ácidos ou água. óleos. cloratos e nitratos. hidrogênio. graxas. ésteres. Peróxido de Sódio Potássio Prata Zinco em pó Zircônio (principal/em pó) . Peróxidos Peróxidos (orgânicos) Peróxido de Bário Peróxido de Hidrogênio 3% Metais pesados. matéria oxidável e água. nitratos de amônio ou outros sais de amônio. substâncias oxidáveis. Matéria combustível. ácido oxálico e tartárico. compostos orgânicos combustíveis finamente divididos. Álcoois inorgânicos. glicerina. ácido sulfúrico. furfural. líquidos ou sólidos como acetona. bicarbonato de sódio e água. Compostos de amônio. compostos orgânicos. ácido clorídrico. Permanganato ou Persulfato Permanganato de Potássio Benzaldeído. dimetilformamida. enxofre e zinco. Ce. Mg. acetato de sódio. substância orgânica. hidrazina. materiais oxidantes tais como ácidos. Compostos orgânicos. amoníaco. piridina. Crômio. Ácidos. Compostos orgânicos combustíveis. ferro. álcoois. glicerina. compostos de amônia. Tetracloreto de carbono e outros carbetos. cobre. dissulfeto de carbono. cloratos. pralogenados. Perclorato de Amônio. Nitrato de amônio Nitrito Nitrito de Sódio Nitro-parafinas Óxido de Mercúrio Oxigênio (líquido enriquecido com O2) Pentóxido de Fósforo ou ar Gases inflamáveis. fósforo. acetona.Metais Alcalinos e Alcalinos Terrosos (Ca. peróxidos. água. Ácido (mineral ou orgânico). etilenoglicol. hidrocarbonetos clorados e Água. Materiais combustíveis. carvão ativado. nitratos metálicos. enxofre. Acetileno. fósforo. etileno glicol. ácido nítrico com etanol. metais alcalinos. Ar (unidade e/ou oxigênio) ou água. etanol.

2 Isolamento 4.3 Fichas de Emergências 1.5 Descontaminação .4 Manual da ABIQUIM 2.3 Níveis de proteção 4.2 Roupas de proteção 3. IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS PRODUTOS PERIGOSOS 1.4 Contenção 4.3 Salvamento 4.3 Efeitos das substâncias no organismo 3. TOXICOLOGIA 2.2 Rotas de exposição 2.1 Rótulos de Risco 1.1 Equipamentos de proteção respiratória 3.1 Identificação 4.2 Painéis de segurança 1. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL 3.1 Exposições agudas e crônicas 2. AÇÕES EMERGENCIAIS 4.Programa de Matérias 1.

28 COBERTURA DE SAPÉ. PIAÇAVA E SIMILARES SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXO Afastamentos da cobertura combustível .IT .

1 As instalações elétricas devem ser projetadas e executadas segundo normas da ABNT.2 A fiação e os componentes da instalação elétrica devem ser corretamente dimensionados para evitar superaquecimentos e curtos-circuitos que possam inflamar as fibras vegetais.3 As saídas de chaminés.br COBERTURA DE SAPÉ.270. NBR 13932 – Instalações Internas de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) – Projeto e execução. piaçava e similares.Bairro Centro CEP 30. NBR 5628 – Componentes construtivos estruturais – determinação da resistência ao fogo – método de ensaio.1. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações cuja cobertura seja de fibras de sapé.3 A fiação que não estiver embutida em alvenaria ou concreto deve estar totalmente protegida por eletrodutos metálicos. NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. piaçava e similares. 5.1. 5.mg.2. NBR 9442 . . Decreto Estadual nº 44. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1. 355 .2.190-000 Site: www. espaço. coifas e congêneres devem também estar à distância mínima de 2 m de qualquer parte da cobertura combustível e nunca acima de sua Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. mobilidade e equipamentos urbanos.2 Fogões.mg. fornos. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 13523 – Central Predial de gás liquefeito de petróleo.bombeiros. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5 PROCEDIMENTOS 5.Portaria 3214 do Ministério do Trabalho.Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante . NBR 10898 – Sistema de Iluminação de Emergência. NR 23 – Proteção contra incêndios. PIAÇAVA E SIMILARES 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece condições mínimas de segurança para edificações que tenham suas coberturas construídas com fibras de sapé. 5.130.2 Fontes de calor 5. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.Método de Ensaio. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. 5. 5.gov. churrasqueiras e similares devem estar no interior de compartimentos com piso. NBR 9050 – Acessibilidade de p