DECRETO Nº 44270, 31 DE MARÇO DE 2006

Regulamenta a Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001, que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de atribuição que lhe confere o inciso VII do art. 90, da Constituição do Estado, e tendo em vista a Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001,

DECRETA:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º Este Decreto contém o regulamento de segurança contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Parágrafo único. Incumbe ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais - CBMMG, as ações de que trata este Decreto. Art. 2º As exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco devem ser cumpridas visando atender aos seguintes objetivos: I - proporcionar condições de segurança contra incêndio e pânico aos ocupantes das edificações e áreas de risco, possibilitando o abandono seguro e evitando perdas de vida; II - minimizar os riscos de eventual propagação do fogo para edificações e áreas adjacentes, reduzindo danos ao meio ambiente e patrimônio; III - proporcionar meios de controle e extinção do incêndio e pânico; IV - dar condições de acesso para as operações do Corpo de Bombeiros Militar; e V - garantir as intervenções de socorros de urgência.

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CAPÍTULO II DAS DEFINIÇÕES

Art. 3º Para efeito deste Decreto aplicam-se as definições a seguir descritas: I - altura ascendente ou altura do subsolo da edificação: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga, sob a projeção do paramento externo da parede da edificação, ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo); II - altura da edificação ou altura descendente: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (nível térreo, 2º piso, ou pilotis, desde que haja acesso dos usuários ao exterior da edificação), sob a projeção do paramento externo da parede da edificação, ao piso do último pavimento, excluindo o ático, casa de máquinas, barriletes, reservatórios d’água, pavimento superior da cobertura (duplex), e assemelhados; III - ampliação: é o aumento da área construída da edificação; IV - análise: é o ato formal de verificação das exigências das medidas de proteção contra incêndio das edificações e áreas de risco no processo de segurança contra incêndio; V - andar ou pavimento: é o volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos, ou entre o nível do piso e o nível imediatamente superior; VI - área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação; VII - área do pavimento: é a área em metro quadrado, calculada a partir das paredes externas; VIII - área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação; IX - área protegida: é a área dotada de medidas ativa e passivo para proteção contra incêndio e pânico; X - área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação; XI - área edificada: entende-se por área edificada toda a área que possuir piso e teto construídos, pertencentes ao imóvel; XII - área imprópria ao uso: são áreas que por sua característica geológica ou topográfica impossibilitam a sua exploração. Exemplificam esta definição os taludes em aclive acentuado, barrancos em pedra, lagos mesmo os artificiais, riachos e poços, dentre outros; XIII - área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais, podendo ser edificada ou aberta, sobre piso, com ou sem acabamento ou em terreno natural, esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada, conforme o caso;

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XIV - área de risco: área onde haja possibilidade da ocorrência de um sinistro; XV - área utilizável: é toda aquela que de alguma forma pode ser utilizável para manobra de veículos, ações de carga e descarga, movimentação de pessoas e/ou materiais sem parte edificada. Excetuam-se destas as áreas destinadas a jardinagem, passeios públicos e áreas impróprias ao uso; XVI - ático: parte do volume superior de uma edificação, destinada a abrigar máquinas e equipamentos, casa de máquinas de elevadores, placas e equipamentos de aquecimento solar, aquecedores de água a gás ou elétricos localizados na cobertura do edifício, caixas de água e circulação vertical; XVII - auto de vistoria do Corpo de Bombeiros - AVCB: documento emitido pelo CBMMG, certificando que a edificação possui as condições de segurança contra incêndio e pânico, previstas na legislação, estabelecendo um período de revalidação; XVIII - carga de incêndio: é a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço, inclusive o revestimento das paredes, divisórias, pisos e tetos; XIX - compartimentação: é a característica construtiva, concebida pelo arquiteto ou engenheiro, na qual se tem a divisão em nível (cômodos) ou vão vertical (pé direito), cujas características básicas são a vedação térmica e a estanqueidade à fumaça, em que o elemento construtivo estrutural e de vedação possui resistência mecânica à variação térmica no tempo requerido de resistência ao fogo - TRRF, determinado pela norma correspondente, impedindo a passagem de calor ou fumaça, conferida à edificação em relação às suas divisões internas; XX - corpo técnico: é um grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG, legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico, tendo como objetivos propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP), analisar, avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas neste Decreto; XXI - edificação: é a área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação, equipamento ou material; XXII - edificação térrea: é a edificação de um pavimento, podendo possuir mezaninos, sobrelojas e jiraus; XXIII - emergência: é a situação crítica e fortuita que representa perigo à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio, decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional;

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XXIV - Instrução Técnica: é o documento elaborado pelo Corpo de Bombeiros Militar com objetivo de normalizar medidas e procedimentos de segurança, prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco; XXV - incêndio: é o fogo sem controle; XXVI - isolamento de risco: é a característica construtiva, concebida pelo arquiteto ou engenheiro, na qual se tem a separação física de uma edificação em relação às demais circunvizinhas, cuja característica básica é a impossibilidade técnica de uma edificação ser atingida pelo calor irradiado, conduzido ou propagado pela convecção de massas gasosas aquecidas, emanadas de outra atingida por incêndio; XXVII - mezanino: é o pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares, sendo considerado andar o mezanino que possuir área superior a metade da área do andar subdividido; XXVIII - mudança de ocupação: consiste na alteração de uso da edificação que motive a mudança de classificação na Tabela 1 do Anexo deste Decreto; XXIX - medidas de proteção contra incêndio e pânico: é o conjunto de ações e dispositivos a serem instalados nas edificações e áreas de risco necessários a evitar o surgimento de incêndio e pânico, limitar sua propagação, possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à incolumidade das pessoas, ao meio ambiente e ao patrimônio; XXX - megajoule - MJ: é a medida de capacidade calorífica dos corpos e materiais, estabelecida pelo Sistema Internacional de Unidades - SI; XXXI - nível: é a parte da edificação não contida em um mesmo plano; XXXII - nível de descarga: é o nível no qual uma porta externa conduz ao exterior; XXXIII - nível de segurança: é o enquadramento dado ao nível potencial de risco que a edificação oferece em sua utilização prevista, conforme concebida pelo arquiteto ou engenheiro; XXXIV - ocupação: é a atividade ou uso da edificação; XXXV - ocupação mista: é a edificação que abriga mais de um tipo de ocupação; XXXVI - ocupação predominante: é a atividade ou uso principal exercido na edificação, levando-se em consideração o risco de ativação das estruturas ou o potencial danoso aos usuários; XXXVII - pânico: susto ou pavor que, repentino, provoca nas pessoas reação desordenada, individual ou coletiva, de propagação rápida; XXXVIII - pavimento: está compreendido entre o plano de piso e o plano do teto imediatamente acima do piso de referência;

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XXXIX - perícia técnica: consiste no levantamento e apuração efetuado

por

profissional do CBMMG, legalmente habilitado, para emissão de parecer técnico quanto aos sinistros e exigências de proteção contra incêndio e pânico nas edificações, mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem, bem como das causas do desenvolvimento e conseqüências dos incêndios, através do exame técnico das edificações, materiais e equipamentos, no local ou em laboratório especializado, apontando as causas que o motivaram; XL - piso: superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito; XLI - prevenção contra incêndio e pânico: conjunto de ações e medidas que visam a orientação das pessoas, objetivando diminuir a possibilidade da ocorrência de um princípio de incêndio e pânico, e estabelecer o comportamento a ser adotado frente à emergência; XLII - procedimento sumário: constitui-se na ação de análise e vistoria do CBMMG em edificações de uso coletivo, com área de até 750 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados) regulado por meio de Instrução Técnica, em conformidade com o disposto no § 10 do art. 5º; XLIII - processo se segurança contra incêndio e pânico - PSCIP: é a documentação que contém os elementos formais das medidas de proteção contra incêndio e pânico de uma edificação ou área de risco que deve ser apresentada no CBMMG para avaliação em análise técnica; XLIV - reforma: alteração na edificação e áreas de risco sem aumento de área construída; XLV - responsável técnico: profissional legalmente habilitado perante o órgão de fiscalização profissional, para elaboração ou execução das atividades relacionadas com a segurança contra incêndio e pânico; XLVI - risco: é o acontecimento possível, futuro e incerto, seja quanto a sua realização, seja quanto à época em que poderá ocorrer, independente da vontade humana ou não e de cuja ocorrência decorrem prejuízos de qualquer natureza; XLVII - risco isolado: é o risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados, suficientes para evitar a propagação de incêndio de um para o outro; XLVIII - risco predominante: é a atividade principal exercida na edificação, que também pode ser definido como o risco principal na edificação, ou o que predomina sobre os demais, ou ainda o maior nível de risco, desde que na ocorrência de um sinistro ele contribua de alguma forma para o agravamento da situação de forma significativa e em termos proporcionais; XLIX – risco iminente: É a constatação de situação atual e iminente de exposição ao perigo e a probabilidade de ocorrência de um sinistro que deve ser fundamentada pelo Bombeiro Militar durante a realização de vistoria levando-se em consideração a exposição ao perigo potencial e as medidas de proteção adotadas no local;

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L - saída ou rota de fuga: caminho contínuo apresentando-se por portas, acessos, corredores, halls, escadas, rampas, ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelo usuário, para acesso e descarga; LI - saída de emergência: caminho contínuo, devidamente protegido e sinalizado, proporcionado por portas, corredores, halls, passagens externas, balcões, vestíbulos, escadas, rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelos usuários em caso de um incêndio e pânico, que conduzam os usuários de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço aberto, protegido do incêndio ou pânico, em comunicação com o logradouro; LII - segurança contra incêndio e pânico: é o conjunto de ações e recursos internos e externos à edificação ou área de risco que permitem controlar a situação de incêndio e pânico e remoção das pessoas do local de sinistro em segurança; LIII - serviço de segurança contra incêndio e pânico: compreende a Diretoria de Atividades Técnicas, Batalhões, Companhias e Pelotões do CBMMG que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco, observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas neste Decreto; LIV - sistema de prevenção contra incêndio e pânico: sistema constituído de equipamentos, materiais e conjuntos que atuam na proteção da vida e das edificações; LV - sistema preventivo eficaz automático: entende-se por todo equipamento que não dependa da ação humana para entrar em funcionamento e que debele o incêndio ainda no início, permitindo o menor dano possível ao patrimônio e preservando a vida humana; LVI - sistema preventivo eficiente: entende-se pelo conjunto de equipamentos, cujo funcionamento dependa da ação humana para funcionar e possua carga extintora de comprovada eficiência; LVII - vistoria: é o ato de certificar o cumprimento das exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco por meio de exame no local.

CAPÍTULO III DA COMPETÊNCIA DO CBMMG

Art. 4º Ao CBMMG cabe estudar, pesquisar, analisar, planejar, vistoriar, periciar, fiscalizar, aplicar sanções administrativas, dispor sobre as medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco e demais ações previstas neste Decreto. Art. 5º As exigências constantes das tabelas de medidas de prevenção contra incêndio e pânico previstas no Anexo deste Decreto aplicam-se às edificações e áreas de risco por ocasião:

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I - da construção ou modificações que comprometam a eficiência dos meios preventivo contra incêndio e pânico; II - da mudança da ocupação ou uso, ou ainda ampliações de área construída e; III - a todas as edificações e áreas de risco existentes ou que surjam a partir da publicação deste Decreto. § 1º As exigências para edificações existentes, que não possuam Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico – PSCIP, aprovado até a data da publicação deste Decreto, são as constantes das Tabelas 8 e 8A. § 2º Os sistemas de proteção instalados em edificação, com base na legislação municipal da época, terão validade para definição de qualquer exigência relativa à proteção contra incêndio. § 3º As edificações projetadas ou em construção, cujo PSCIP tenha sido aprovado pelo CBMMG, até a data da publicação deste Decreto, terão garantidos os direitos de acordo com a legislação anterior, inclusive a emissão do AVCB. § 4º As edificações existentes, cujos PSCIP foram aprovados e liberados pelo CBMMG, sofrerão vistorias permanentes, observada a legislação vigente à época de sua aprovação inicial. § 5º Não se aplicam as exigências deste Decreto às edificações residenciais unifamiliares, exceto àquelas que compõem um conjunto arquitetônico formado pelo menos por uma edificação tombada pelo patrimônio histórico e edificações vizinhas, estas ainda que não tombadas, de tal modo que o efeito do incêndio gerado em uma delas possa atingir as outras. § 6º As medidas de proteção contra incêndio e pânico em edificações históricas deverão ser especificadas através de Instrução Técnica. § 7º As edificações contendo ocupações mistas são consideradas conforme os seguintes critérios: I - os parâmetros correspondentes à ocupação que apresentar exigências mais rigorosas, caso não haja compartimentação garantindo a separação destas ocupações; e II - os parâmetros correspondentes às exigências a cada uma das ocupações, caso haja compartimentação, garantindo a separação entre elas. III – Não é considerada ocupação mista o conjunto de atividades, onde predomina uma atividade principal que possua atividades secundarias fundamental para a concretização da primeira. § 8º As edificações e áreas de risco que não tenham sua ocupação ou seu uso definido são consideradas como indefinidas e submetem-se às exigências específicas do corpo técnico, devendo ser classificadas no maior risco possível para a edificação.

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§ 9º Na ausência de normas ou omissão de regras gerais e específicas ou quando da impossibilidade técnica do cumprimento de qualquer das exigências contidas neste Decreto, os casos especiais serão analisados por corpo técnico, admitindo-se adotar literaturas internacionais científicas consagradas, desde que atendam aos objetivos propostos. § 10. A edificação de uso coletivo, com área de até 750,00 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados), poderá atender aos requisitos para o procedimento sumário, a ser regulado por Instrução Técnica.

CAPÍTULO IV DO SERVIÇO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO

Art. 6º É de responsabilidade do CBMMG, por intermédio do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico: I - credenciar seus oficiais e praças por meio de cursos e treinamentos, ministrados por profissionais legalmente capacitados, para desenvolvimento das atividades de verificação da conformidade das medidas de prevenção contra incêndio e pânico; II - analisar o processo de segurança contra incêndio e pânico; III - realizar a vistoria nas edificações e áreas de risco por intermédio de profissionais credenciados; IV - expedir o respectivo AVCB; V - cassar o AVCB ou o ato de aprovação do processo, no caso apuração de irregularidade; e VI – realizar pesquisas no campo da prevenção, do combate ao incêndio e ao pânico, por intermédio profissionais legalmente habilitados. Parágrafo único. É da competência do Comandante-Geral do CBMMG a homologação, por meio de portarias, das Instruções Técnicas expedidas pelo Diretor de Atividades Técnicas.

CAPÍTULO V DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS

Seção I Da Tramitação

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Art. 7º O processo será iniciado com o protocolo de requerimento, devidamente instruído com o projeto técnico que deve conter plantas, especificações das medidas de segurança contra incêndio e pânico e demais documentos necessários à demonstração do atendimento das disposições técnicas contidas na forma deste Decreto e respectivas Instruções Técnicas. § 1º O CBMMG, por intermédio do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico, deverá manter disponível ao proprietário ou responsável técnico interessado as informações sobre o andamento do processo. § 2º O proprietário ou o responsável técnico da edificação poderá solicitar informações sobre o andamento do processo ou do pedido de vistoria ao Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico do CBMMG, que deverá se pronunciar no prazo de até dois dias úteis. § 3º As medidas de segurança contra incêndio e pânico submetidas à aprovação do CBMMG devem ser projetadas e executadas por profissionais ou empresas habilitadas pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura - CREA-MG.

Seção II Da Análise do Processo

Art. 8º A análise do processo de segurança contra incêndio e pânico é de competência da Diretoria de Atividades Técnicas, Batalhões, Companhias e Pelotões do CBMMG, que terão prazo de quinze dias úteis para este fim. § 1º O processo será objeto de análise por oficial ou praça (Sub Ten e Sargento) credenciado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. § 2º Atendidas as disposições contidas neste Decreto, o processo será deferido. § 3º O indeferimento do processo deverá ser motivado com base na inobservância das disposições contidas neste Decreto e respectivas Instruções Técnicas, devendo a documentação ser devolvida ao interessado, com a capitulação que caracterizou as irregularidades, para as devidas correções. § 4º Após as correções, o interessado apresentará o processo para nova análise e o CBMMG terá o prazo de quinze dias úteis para pronunciar-se a respeito. § 5º O processo será aprovado desde que regularizado ou sanadas as notificações apontadas em análise. § 6º Nas edificações destinadas à realização de eventos diversos, o interessado deverá apresentar ao CBMMG, no prazo definido em Instrução Técnica, o PSCIP contendo as adaptações para o evento específico, mesmo que a edificação possua AVCB.

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suprindo a ação protetora daquela dispensada. nas edificações e áreas de risco. ainda. serão desprezadas para efeito de vistoria. § 5º A critério do CBMMG. § 4º O AVCB terá validade de dois anos.§ 7º Serão objeto de análise específica pelo Corpo Técnico. É atribuição da Diretoria de Atividades Técnicas. o funcionamento e a execução das medidas de segurança contra incêndio e pânico. com exceção das construções provisórias que terão prazo estabelecido em Instrução Técnica. responsável técnico legalmente habilitado ou representante legal. que concorram para a modificação do nível de segurança. Seção IV Da Vistoria nas Edificações e Áreas de Risco para fins de Fiscalização Art. 10. o CBMMG providenciará a notificação do responsável para sanar as irregularidades. 5º. § 2º O AVCB será expedido após verificado no local. só devendo executar as medidas de segurança contra incêndio e pânico após a sua aprovação. por parte do CBMMG. será feita mediante solicitação do proprietário. as edificações e áreas de risco cuja ocupação ou uso. que foram sanadas as possíveis notificações apontadas em vistoria. Companhias e Pelotões do CBMMG realizar vistorias. 9º A vistoria para a emissão do AVCB. § 3º Após a expedição do AVCB. para a fiscalização de que trata este Decreto. Seção III Da Vistoria para fins de Emissão do AVCB Art. responsável pelo uso. de outras de mesma natureza que possam reduzir a condição de risco. § 7º Apurada a continuidade do descumprimento de notificações para correções das irregularidades o AVCB será cassado mediante procedimento administrativo. não se encontrem entre aquelas relacionadas na Tabela 1 do Anexo. II e III do art. nas edificações e áreas de risco. Batalhões. as alterações nas edificações que não implicarem em modificação do nível de segurança e não estiverem enquadradas nos incisos I. 10 . § 8º O requerente será notificado quanto ao resultado da análise do processo. constatada qualquer irregularidade nas medidas de proteção contra incêndio e pânico. § 6º A impossibilidade técnica de execução de uma medida de proteção contra incêndio e pânico não impede a exigência. de acordo com o processo aprovado em análise e. § 1º O prazo para realização da vistoria será de quinze dias úteis a contar do protocolo do pedido.

combinado com o art.interdição.401. devendo ser gradual e possuir o caráter instrutivo antes do punitivo. deverá cadastrar-se no CBMMG para o exercício dessas atividades. observando-se o critério estabelecido no § 2º.9216 UFEMG (Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais). será aplicada na primeira vistoria. e assim sucessivamente.0645 UFEMG. § 2º As multas deverão seguir uma sequência lógica de aplicação. constatado o descumprimento deste Decreto ou de norma técnica regulamentar. § 1º A advertência escrita. 11 . manutenção e conservação de aparelhos de prevenção contra incêndio e pânico. nova multa será aplicada na primeira reincidência. § 6º A pena de interdição será aplicada sempre que houver situação de nível de segurança IV e/ou risco iminente devidamente fundamentado. 12. de forma a permitir que o responsável tenha tempo para corrigir as irregularidades. instalação. Art. cujo o Valor de Referência (VR) é de 80. será aplicada multa de 80. persistindo a conduta infracional. 13. 14. 16. conforme o disposto no § 2º do art. A pessoa física ou jurídica responsável pela comercialização. II . As especificações técnicas do cadastro a que se refere o caput serão definidas pelo CBMMG por meio de Instrução Técnica.0645 a 2. em forma de notificação. do art. § 3º Sessenta dias após a formalização da advertência escrita. utilizados em edificação de uso coletivo. os períodos previstos para a aplicação de novas multas por reincidência deverão ser de no mínimo trinta dias. A multa deverá ser aplicada levando-se em consideração o nível de segurança constatado. CAPÍTULO VI DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS Art. A inobservância do disposto neste Decreto sujeita o infrator às seguintes sanções administrativas: I . § 4º Persistindo a infração. e III . § 5º Após a primeira multa. em relação ao uso. Parágrafo único. 13 e o disposto no art. 11. 13.Seção V Do Cadastro de Pessoas Físicas e Jurídicas Art.multa.advertência escrita.

15.I Nível . será aplicada multa. a proteção à vida em primeiro plano. ainda. 14. o responsável pelo uso ou responsável técnico poderá apresentar pedido de reconsideração do ato.75 x FR VR x 3. para incêndio e pânico.III VR x 5 x FR VR x 4 x FR VR x 5 x FR VR x 3. 12 . o proprietário. e havendo uma quarta reincidência a edificação terá o AVCB cassado. § 2º Caso haja alguma variação entre o nível de segurança aprovado ou constatado em vistoria anterior e o nível de segurança na data da vistoria atual.75 x FR Cassação do AVCB Cassação do AVCB Cassação do AVCB Nível I Nível II Nível III Nível IV Nível de segurança constatado § 3º O fator de risco . Quando houver discordância do ato administrativo praticado pelo CBMMG. após as devidas notificações e advertências. CAPÍTULO VII DA RECONSIDERAÇÃO DE ATO E DOS RECURSOS ADMINISTRATIVOS Seção I Procedimentos e Prazos do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico Art. a qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes.FR e níveis estão descritos na Tabela 3 e a descrição da classificação dos riscos nas Tabelas 4 e 5 do Anexo. repetindo-se o valor da segunda reincidência na terceira. e em segundo. A multa será dobrada na primeira reincidência e multiplicada por três na segunda. respectivamente.§ 1º A multa será aplicada levando-se em conta o risco predominante no qual se avaliará a prevalência do pânico sobre o incêndio e considerando-se.II Nível . conforme o quadro abaixo: Nível de segurança aprovado ou constatado Nível . § 1º O pedido de reconsideração será dirigido à autoridade que praticou o ato e protocolado no órgão a que esta pertencer. o patrimônio. Art.75 x FR VR x 3. e neste se verificar que houve incremento do fator de risco.

130 de 2001. cuja decisão deverá ser proferida dentro do prazo de quinze dias úteis. definido como período de advertência. § 6º A decisão ficará à disposição dos interessados na Organização Bombeiro Militar.CCPCIP. quando houver justificado motivo. pelo proprietário. Caberá recurso ao Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG. 17. no caso de indeferimento do recurso previsto no parágrafo anterior. proprietário ou representante legal. caberá recurso ao Comandante Geral do CBMMG. poderá ser prorrogado. contados do seu recebimento. que deverá convocar o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado . 4º da Lei nº 14. § 5º Recebido o parecer da CCPCIP o Comandante-Geral decidirá em até quinze dias úteis. mediante solicitação fundamentada do responsável técnico. O prazo de sessenta dias previsto no § 2º do art. do ato administrativo praticado pelo CBMMG. Parágrafo único. Seção II Prazo para Interposição de Recurso Art. responsável pelo uso ou responsável técnico. Art. cuja decisão deverá proferida no prazo de quinze dias úteis.§ 2º Do indeferimento do pedido de reconsideração previsto no § 1º. Os recursos previstos no art. com comprovação da impossibilidade técnica. Companhia ou Batalhão de Bombeiros Militar. onde o recurso tiver sido interposto. 15 serão interpostos. 16. para analisar e emitir parecer no prazo de trinta dias. e podendo ser consultada por qualquer cidadão interessado. CAPÍTULO VIII DOS EVENTOS PÚBLICOS 13 . devidamente fundamentados. Somente serão aceitas solicitações de prorrogação de prazos para correção de irregularidades no projeto e na execução. que acatando ou indeferindo o pedido indicará o período necessário para sanar as irregularidades. caberá interposição de recurso ao Comandante de Pelotão. 15. casos fortuitos ou motivos de força maior. § 3º. cuja decisão caberá às autoridades previstas no § 2º art. previsto no § 3º. sendo de caráter público. contados do seu recebimento. § 4ºDo indeferimento. no prazo de quinze dias a contar do conhecimento.

19. Para as edificações e áreas de risco a serem construídas caberá aos respectivos autores ou responsáveis técnicos o detalhamento técnico dos projetos e das instalações das medidas de segurança contra incêndio e pânico. 12. e ao responsável pela obra. nas de recepção de público e nas demais onde ocorrerem tais eventos. quando necessárias. 22. § 1º O disposto no caput aplica-se na realização de eventos em edificações temporárias. o fiel cumprimento do que foi projetado. 21. 20. sob pena de incorrer no disposto no art. Art. O proprietário do imóvel ou o responsável pelo uso obrigam-se a manter as medidas de proteção contra incêndio e pânico em condições de utilização e manutenção adequadas. devem comprovar a titularidade ou o direito sobre a edificação e área de risco. objeto da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica perante o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Minas Gerais CREA-MG. deverão contar com profissional habilitado como responsável pela segurança do evento e dos sistemas preventivos existentes ou projetados. Art. e II .utilizar a edificação de acordo com o uso para o qual foi projetada. 18. sendo aquele profissional o responsável técnico pela segurança e pelas instalações. Art. Os eventos públicos. mediante documentos hábeis. CAPÍTULO IX DOS DIREITOS E RESPONSABILIDADES DO PROPRIETÁRIO OU RESPONSÁVEL PELO USO DO IMÓVEL Art.adotar as providências cabíveis para a adequação da edificação e das áreas de risco às exigências deste Decreto. feiras e assemelhados.Art. a qualquer título: I . O proprietário. independentemente das responsabilidades civis e penais cabíveis. o responsável pelo uso ou o seu representante legal podem tratar de seus interesses perante o CBMMG e. quando necessário. Em se tratando de edificações e áreas de risco já construídas é de inteira responsabilidade do proprietário ou do responsável pelo uso. de que trata este Decreto. § 2º As atividades a cargo do profissional nos eventos e os procedimentos serão estabelecidas em Instrução Técnica própria. CAPÍTULO X DA CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO 14 . como espetáculos.

as edificações e áreas de risco são assim classificadas: I . XIX .hidrante ou mangotinhos. IX .iluminação de emergência. As medidas de proteção contra incêndio e pânico das edificações e área de risco são as constantes abaixo: I .CO2. II -quanto ao risco: a) quanto ao nível de segurança: de acordo com a Tabela 3 do Anexo.controle de fumaça.acesso de viatura até a edificação.separação entre edificações (isolamento de risco). XXI – sistema fixo de gases limpos e dióxido de carbono . V . XII .elevador de segurança. IV . podendo conter na mesma edificação um ou mais tipos de ocupação.brigada de incêndio. VII . XX .alarme de incêndio.sinalização de emergência.quanto à ocupação: a) de acordo com a Tabela 1 do Anexo.extintores.saídas de emergência.compartimentação horizontal. 23.chuveiros automáticos.Art.gerenciamento de risco de incêndio e pânico. XIV . XVII . b) quanto à segurança contra incêndio:de acordo com a Tabela 4 do Anexo . X .resfriamento. III . Para efeito deste Decreto. caracterizando-a como ocupação mista. 24. e c) quanto ao pânico: de acordo com a Tabela 5 do Anexo. CAPÍTULO XI DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Art.segurança estrutural nas edificações. II . VI .espuma. 15 . VIII . XVI .controle de materiais de acabamento.compartimentação vertical. XVIII . XV . XI .

III . evitando ou controlando o pânico. O responsável técnico poderá apresentar medidas de proteção contra incêndio e pânico diferentes das exigíveis neste Decreto. 5º devem atender às exigências de sistema preventivo de acordo com o mínimo exigível. na legislação específica ou nas literaturas internacionais científicas consagradas.XXII . 27. a comprovação é que a eficácia seja. § 1º Cada medida de proteção contra incêndio e pânico. na sua falta. As edificações e áreas de risco enquadradas conforme o art. § 3º Será exigido sistema de controle de fumaça para edificações com altura superior a sessenta metros. Art. § 2º As edificações e áreas de risco deverão ainda atender à Instrução Técnica respectiva. piaçava ou similares. § 1º Para a execução e implantação das medidas de proteção contra incêndio e pânico. Art. XXIII . nas normas brasileiras da ABNT aplicáveis. § 2º As medidas de proteção contra incêndio e pânico devem ser projetadas e executadas objetivando a preservação da vida humana. as edificações e áreas de risco devem atender às exigências previstas nas Instruções Técnicas e.SPDA.plano de intervenção de incêndio. II . deve obedecer os parâmetros estabelecidos na Instrução Técnica respectiva. no mínimo. com a característica de risco baixo para pânico e incêndio. às normas técnicas da ABNT. e XXIV . No caso do disposto no caput. exceto para ocupações residenciais.houver manipulação ou armazenamento de produtos perigosos. CAPÍTULO XII DAS EXIGÊNCIAS DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Art. constante do Capítulo XI. poderão ser dispensadas da exigência de equipamentos de combate a incêndio. desde que comprovada a sua eficácia. igual às também exigíveis neste Decreto.utilizar cobertura de sapê. e IV .outras especificadas em IT.sistema de proteção contra descargas atmosféricas . conforme este Decreto. evitando ou confinando o incêndio. 25. 26. quando: I .for provida de heliporto ou heliponto. 16 . Parágrafo único. As edificações e áreas que pela sua concepção estrutural puderem ser classificadas como nível I de segurança.houver comercialização ou utilização de gás liqüefeito de petróleo -GLP.

sendo o mais moderno. 29. b) o Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG. indicados dentre as dez entidades e órgão abaixo relacionados: a) Conselho Regional de Engenharia. como membros convidados. quando for o caso. Fica instituído o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado . e) Associação Comercial de Minas – AC-MINAS. O Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado será composto por onze membros da seguinte forma: I – seis representantes como membros natos: a) o Chefe do Estado Maior do CBMMG. Bares e Restaurantes e Similares de Belo Horizonte – SINDHORB. V – elaborar o seu regimento interno. submetidos à decisão do Comandante-Geral. com as seguintes atribuições: I – discutir e apresentar sugestões quando da elaboração de Instruções Técnicas. incluindo intervenções e soluções excepcionais a eles relacionados. para a deliberação do Comandante-Geral do CBMMG. órgão consultivo do CBMMG. d) Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais – FECOMÉRCIO-MG.CCPCIP. 17 . Art. objetivando otimizar as ações do CBMMG que propiciem segurança à comunidade. e VI – opinar sobre casos omissos ou de dúvidas na aplicação deste Decreto. c) um Comandante operacional de Bombeiros – COB. que é seu Presidente. 28. d) três Comandantes de Batalhões de Bombeiros Militar. b) Sindicato dos Hotéis. III – manifestar a respeito de temas e casos relacionados à prevenção e combate a incêndio e pânico. o Secretário-Executivo. II – cinco representantes. 15. determinando as normas e os procedimentos de seu funcionamento. a que se referem os §§ 4º e 5º do art. mediante avaliação e emissão de parecer nos recursos administrativos.CCPCIP Art. II – opinar.CAPÍTULO XIII DO CONSELHO CONSULTIVO DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DO ESTADO . c) Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte – CDL/BH. IV – promover a integração entre as várias instituições que compõem o CCPCIP. Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais – CREA/MG. de último grau.

o órgão e entidades que tenham representantes como suplentes indicarão seus representantes como titulares e assim sucessivamente a cada mandato. indicarão seus representantes titulares do Conselho e dos relacionados nas alíneas de f a j os representantes suplentes daqueles. O CBMMG dará o apoio logístico para o funcionamento do Conselho. § 4º O Presidente do Conselho terá direito. e II . 28 as matérias submetidas aos membros do CCPCIP deverão ser instruídas e apresentadas com a devida fundamentação técnica e legal. § 3º Para o cumprimento das atribuições previstas no art. CAPÍTULO XIV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 18 . g) Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Automotivos e Lojas de Conveniência do Estado de Minas Gerais . sendo válida a maioria simples de votos. e j) Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais – SINDUSCON-MG. h) Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – FIEMG. e será substituído em seus impedimentos eventuais pelo oficial superior mais antigo que compõe o Conselho.MINASPETRO. § 6º O Comandante-Geral do CBMMG. relacionados nas alíneas de a a e do inciso II. Art. § 5º A função de membro do Conselho é considerada de relevante interesse público. para posterior votação. homologará e publicará o regimento interno aprovado pelos membros do Conselho. por meio de ato próprio. além do voto comum. ao de qualidade. i) Câmara do Mercado Imobiliário – CMI. não lhe cabendo qualquer remuneração. observada a seguinte regra: I – decorrido o primeiro mandato o órgão e entidades que tenham representantes como titulares indicarão seus representantes como suplentes.f) Sociedade Mineira de Engenheiros – SME. § 1º Os titulares do órgão e das entidades. 30. § 2º O mandato dos membros convidados do Conselho é de dois anos.

de 19 de dezembro de 2001. Na impossibilidade técnica de cumprimento das exigências deste Decreto. Fica revogado o Decreto nº 43. 31. Palácio da Liberdade. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. propondo soluções alternativas. que emitirá parecer ao Comandante Geral do CBMMG. Os casos omissos ou os especiais. Art. 33. não previstos neste Decreto. que emitirá parecer para decisão do dirigente daquela Diretoria.Art. 218º da Inconfidência Mineira e 185º da Independência do Brasil. acompanhado de Anotação de Responsabilidade Técnica – ART. serão analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG e submetidos à apreciação do Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais –CCPCIP. o responsável técnico deverá encaminhar laudo circunstanciado. diretamente à Diretoria de Atividades Técnicas do CBMMG. 32. 19 . Art. Parágrafo único.805. aos 31 de março de 2006. ou por intermédio da Unidade ou da fração da circunscrição onde a edificação ou área de risco estiver localizada. as quais serão analisadas pelo Corpo Técnico do CBMMG. em Belo Horizonte.

artigos incêndio hospitalares e outros. segundo e terceiro graus. Centro de compras Centro de compras em geral (shopping centers). Hotéis e assemelhados com cozinha própria nos apartamentos (incluem-se apart-hotéis. Pensionatos. e assemelhados. de Escolas para excepcionais. supermercados em geral. Laboratório laboratórios químicos. Agência bancária Agências bancárias e assemelhadas. alojamentos. reparação e Serviço de reparação (exceto os manutenção de aparelhos eletrodomésticos. de cultura estrangeira. hotéis residenciais) e assemelhados. Comércio com média e alta galerias comerciais. ginásticas (artística. mosteiros. Comercial C-2 C-3 D-1 Escritórios administrativos ou técnicos. D Serviço profissional D-2 D-3 D-4 E-1 E-2 E-3 E Educacional e cultura física E-4 E-5 E-6 Lavanderias. cabeleireiros. escolas maternais. A Residencial A-3 Habitação coletiva B-1 B Serviço de Hospedagem B-2 Hotel e assemelhado Hotel residencial C-1 C Comércio com baixa carga de Armarinhos. Edifícios de lojas de departamentos. fotográficos e assemelhados. motéis. casas de cômodos e divisão A3 com mais de 16 leitos. classificados em G-4) chaveiros. residências geriátricas. instituições Local para prestação de serviço financeiras (que não estejam incluídas em D-2). jardins-de-infância. Locais de ensino e/ou práticas de artes marciais. 20 . Centro de profissional Pré-escola Escola para deficiências portadores treinamento Escolas profissionais em geral. Edifícios de apartamento em geral. Escolas de primeiro. sem acompanhamento médico. deficientes visuais e auditivos e assemelhados. assistência técnica. internatos. de Escola especial cultura geral. Hotéis. dança. magazines. pintura de letreiros e outros. albergues. futebol e outros que não estejam incluídos em F-3). profissional ou condução de repartições públicas. pousadas. escolas religiosas e assemelhados. Escola em geral cursos supletivos e pré-universitários e assemelhados. Capacidade máxima de 16 leitos. artigos de metal. Escolas de artes e artesanato. musculação e outros) Espaço para cultura física esportes coletivos (tênis. carga de incêndio mercados e outros. centros negócios profissionais e assemelhados. hospedarias. pensões. de línguas.ANEXO TABELA 1 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À OCUPAÇÃO Grupo Ocupação/Uso Divisão A-1 A-2 Descrição Habitação unifamiliar Habitação multifamiliar Exemplos Casas térreas ou assobradadas (isoladas e não isoladas) e condomínios horizontais. casas de fisioterapia e assemelhados. Creches. louças. conventos. sauna. Laboratórios de análises clínicas sem internação.

Hospital e assemelhado. carga e coletivos. de Salões e salas de exposição de objetos e e animais. F-2 F-3 F-4 F Local de Reunião de Público F-5 F-6 Igrejas. Estações rodoferroviárias e lacustre. auditórios Arte cênica. Centro esportivo e de exibição. restaurantes dançantes. cafés. e assemelhados. público.F-1 Local onde há objeto de valor Museus. reformatórios. históricos. Construção provisória. boliche e casa de show e assemelhados. de estúdios de rádio e televisão e assemelhados. arenas em geral. borracharia Serviço de conservação. Restaurantes. Teatros em geral. Oficinas de veículos de manutenção e reparos. orfanatos. bares. sinagogas. mesquitas. feiras em geral e assemelhados. com abastecimento. bilhares. necrotérios. autódromos. centro de documentos inestimável. Recreação pública. planetários. Hangares. ambulatórios e postos de atendimento de urgência. Local dotado de abastecimento Postos de abastecimento e serviço. bibliotecas e assemelhados. Local para refeição. prontos-socorros. Hospital veterinário. E limitações físicas ou mentais. Edificações permanentes objetos F-10 Exposição animais. salas de funerais e assemelhados. e F-7 F-8 F-9 Jardim zoológico. sambódromos. templos. galerias de arte. crematórios. máquinas agrícolas e rodoviárias. com movimentação de cenários. clínicas com internação. hospitais Locais onde pessoas requerem psiquiátricos. retificadoras de motores. estações de passageiro. casa de saúde. H-3 21 . Oficinas de conserto de veículos. show-room. Clubes sociais e Diversão. Abrigos para abastecimento. abrigos geriátricos. (sem recauchutagem). aquários. Todos sem celas. lanchonetes. Garagem sem acesso de Garagens automáticas. Local religioso e velório. salões de baile. Edificações permanentes. Hospitais. Estação e terminal de metrô. Boates. parques recreativos assemelhados. rodeios. cemitérios. Garagem com acesso de Garagens coletivas sem automação. Auditórios em geral. aeronaves com ou sem G-4 G-5 G-6 H-1 Garagem sem acesso de Garagem de veículos de carga e coletivos. aeroportos. cantinas e assemelhados. assemelhados. palcos sem F-11 G-1 G-2 G-3 G Serviço automotivo E Assemelhados Auditórios. de combustível. clínicas veterinárias (inclui-se alojamento com ou sem adestramento) H Serviço de saúde e institucional H-2 Asilos. capelas. óperas. Circos. cinemas. ginásios e piscinas com arquibancadas. pista de patinação e assemelhados. álcool. Hospitais. público e sem abastecimento. postos de saúde e puericultura e assemelhados com internação. Estádios. heliponto. clubes sociais. portos. refeitórios. público e sem abastecimento. tratamento de cuidados especiais por dependentes de drogas. transbordo em geral e assemelhados.

metais e outros materiais incombustíveis. presídios) e instituições assemelhadas. ferramentas. penitenciárias. armazenamento e distribuição de líquidos ou gases combustíveis e inflamáveis. metais. L-2 L-3 Indústria. Depósito de material explosivo. L-1 L Explosivos Comércio. serralheria. Depósito. artigos de metal. Hospitais psiquiátricos. manipulação. Depósitos de incombustível. de polícia. fábricas de caixas e assemelhados. móveis. tais como fábricas em geral. e veterinárias. areias. Atividades que manipulam materiais com médio risco de incêndio. Túnel rodoferroviário e lacustre. aparelhos de rádio e som. relógios. esculturas de pedra. unidades de Clínicas médicas. sabão. odontológicas hemodiálise. Legislativo e Repartição pública. elevadores de grãos. Locais com carga de incêndio acima de 2 300 até 1. manicômios. Indústria de material explosivo. Clínicas médicas em geral. louças.H-4 Edificações do Executivo. borracha e assemelhados. Depósitos com carga de incêndio até 300MJ/m2 Depósitos com carga de incêndio acima de 300 2 até 1. tribunais. tais como: artigos de vidro. Local onde a liberdade das reformatórios. J-4 Todo tipo de Depósito. Tanques ou Parque de Tanques. destilarias. tintas.200MJ/m Atividades que manipulam materiais com baixo risco de incêndio. Comércio em geral de fogos de artifício e assemelhados. cartórios. onde os processos não envolvem a utilização intensiva de materiais combustíveis (aço. detenção. centros de comunicação. destinados a transporte de passageiros ou cargas diversas. gesso. ceras.200MJ/m Depósitos onde a carga de incêndio ultrapassa a 1. Todo tipo de Depósito. suco de frutas. postos policiais e assemelhados. quartéis. centrais de transmissão. centrais das forças armadas e policiais. refinarias. M-1 Túnel. delegacias. incêndio superior a 1. Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam baixo potencial de incêndio. instrumentos musicais. automóveis. prisões em geral (casa de pessoas sofre restrições. de distribuição de energia e central de Processamentos de dados. Central de energia.200MJ/m². material Edificações sem processo industrial que armazenam tijolos. ambulatórios e assemelhados. máquinas). comunicação e Central telefônica. jóias. H Serviço de saúde e institucional H-5 H-6 I-1 I Indústria I-2 I-3 Fabricação de explosivos. cimentos. alimentos marcenarias. atividades industriais Locais onde há alto risco de que envolvam líquidos e gases inflamáveis. Todos sem internação. incêndio. bebidas destiladas. pedras. Locais com carga de incêndio até 2 300MJ/m Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam médio potencial de incêndio. Todos com celas. M Especial M-2 Edificação destinada a produção. M-3 22 .200MJ/m² espuma sintética. J-1 J-2 J Depósito J-3 Todo tipo de Depósito. fotogravuras. armas. edificações Judiciário. Locais com carga de materiais oxidantes.

Propriedade destinada ao processamento. M-6 Terra selvagem. Locais em construção ou demolição. TABELA 2 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES QUANTO À ALTURA Tipo I II III IV Denominação Edificação Baixa Edificação de Média Altura Edificação Mediamente Alta Edificação Alta Altura H ≤ 12.00 m TABELA 3 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO AO NÍVEL DE SEGURANÇA Nível de Segurança Risco ao Pânico Risco a Segurança Contra Incêndio/Carga Incêndio Baixo Fator de Risco (FR) 0 1 2 3 4 5 6 7 8 I Baixo Médio Alto Baixo II Médio Médio Alto Baixo III Alto Médio Alto IV Ausência de medidas de prevenção ao pânico. 23 . inexistentes ou sem condições de uso ou em condições precárias de uso.00 m 12.00 m Acima de 54. sistemas ou equipamentos de combate a incêndio. parque floresta. Área aberta destinada a armazenamento de containers.M-4 Especial M M-5 Propriedade em transformação. Processamento de lixo.00 m < H ≤ 54. Floresta reserva ecológica. reciclagem ou armazenamento de material recusado/descartado. M-7 Pátio de Containers. onde estes se fizerem necessários.00 m 30.00 m < H ≤ 30.

3. Neste caso é imperativo a existência dos seguintes dispositivos que permitem a evacuação dos usuários em segurança para o exterior da edificação ou área de risco: a) áreas de refúgio e/ou rotas seguras de fuga. 4 e 5 e subclasse 2. de acordo com a norma NBR7500 da ABNT. Alto . etc. b) líquidos combustíveis e inflamáveis e gases inflamáveis. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio. Edificação ou área de risco que não possui compartimentação. quando exigido nas Tabelas 7 a 8A deste Decreto. b) existência de sistemas preventivos eficientes que assegurem condições mínimas de segurança para a evacuação da população máxima prevista. permitindo em caso de incêndio. em qualquer quantidade. assegurando que na possibilidade da ocorrência de incêndio. assegurando que na possibilidade da ocorrência de incêndio. a possibilidade de propagação deste para outras divisões e/ou níveis. d) edificações com carga incëndio superior a 1200MJ/m 2 24 . quando exigido nas Tabelas 7 a 8A deste Decreto. este será sempre confinado ao seu ponto de origem. este será sempre confinado ao seu ponto de origem. Baixo Médio 2 Edificação ou área de risco com carga incêndio acima de 300 até 1200MJ/m e possuir compartimentação. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio.1 da classificação de risco da Organização das Nações Unidas (ONU).Incluem-se nesta categoria os locais destinados a armazenamento e/ou comércio de: a) explosivos e/ou fogos de artifício. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio.TABELA 4 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO A SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO NA EDIFICAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Risco Descrição das condições de segurança contra incêndio Edificação ou área de risco com carga incêndio até 300MJ/m 2 e possuir compartimentação. c) todas as substâncias das classes 1.

Ambientes de aceso ao público sem ventilação. Corredores com comprimento superior aos definidos em norma para uma ou mais saída.TABELA 5 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO AO PÂNICO Risco Ambientes da Edificação ou área de risco Medidas de prevenção ao pânico de acordo com as normas a) Piso em condições antiderrapante. corredor e demais ambientes de acesso ao público apresentam piso em condições escorregadias. ainda oferecem um dos seguintes ambientes: A L T O Rampas. b) guarda corpo em ambos os lados. Locais que mesmo possuindo medidas de segurança contra incêndio e pânico. f) dutos de Ventilação e entrada de ar. 2 Adensamento populacional até 1 pessoa por 2. Locais onde o adensamento populacional seja igual ou maior que 2 pessoas por 1.0 m 2 Rampa.0 m no local de maior concentração. Portas a) Abrindo no sentido de fuga. Escadas e Rampas c) corrimão em ambos os lados. 25 . M É D I O 2 2 Locais onde o adensamento populacional seja maior que 1 pessoa por 2.0 m e menor que 2 pessoas por 1. c) sistema de exaustão de fumaça. foyer. e) iluminação de emergência. b) barra antipânico. Locais onde um ou mais itens da condição para risco baixo são obrigatórios. Sistema de exaustão de fumaça. mas não foram respeitados. B A I X O Corredor a) Sinalização de emergência. halls. escadas e corredores com largura inferior ao estabelecido em norma. Átrios. b) iluminação de emergência. abafados e propícios a esfumaçamentos.0 m . g) antecâmaras. d) sinalização de emergência.

será exigido sistema de hidrante ou mangotinho e as medidas de segurança contra incêndio estabelecidas na Tabela 7. 26 .TABELA 6 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO À CARGA INCÊNDIO Risco Carga Incêndio (MJ/ m2) Baixo Até 300 Médio Acima de 300 até 1200 Alto Acima de 1200 TABELA 7 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 750 m E ALTURA INFERIOR OU IGUAL A 12. H4 e H6 H2 e H3 H5 L L1 Controle de Acabamento Materiais de - - - X - X Saídas de Emergência X X1 X X X2 X X X1 X X X3 X X X1 X X X1 X X X1 X X X1 X X X1 X X X4 X Sinalização de Emergência Extintores NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 6m. NOTAS GENÉRICAS: A – para a divisão M. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 2 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços. 3º). G – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. F3. F4. 3 – para edificação com lotação superior a 50 pessoas ou altura superior a 6m. A3. B – a Divisão L1 (Explosivos) está limitada a edificação térrea até 100m2 (observar Instrução Técnica especifica). F – para as divisões L2 e L3.F8 e F11 X X H IeJ H1. F1 e F5 F7.00 m 2 F Medidas de Segurança Contra A2. F6. ver tabelas específicas. Incêndio D. C – os subsolos das edificações devem ser compartimentados com PCF P-90 em relação aos demais pisos contíguos. E – quando a área da edificação de uso/ocupação residencial (classificação A) estiver compreendida entre 750m e 1200m e a 2 2 altura for superior a 12 metros. a área considerada para fins de exigências previstas na Tabela 7. será igual ou menor à 1200 m2 . somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. D – para as edificações de uso/ocupação residencial (classificação A). 3º). E e G B C F2. e 4 – luminárias à prova de explosão.

27 . NOTAS GENÉRICAS: A – o pavimento superior da unidade duplex do último piso. Exigido para o portão de acesso ao condomínio. não será computado para a altura da edificação.TABELA 7 A EDIFICAÇÕES DO GRUPO A COM ÁREA SUPERIOR A 1200 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos GRUPO A – RESIDENCIAL A-2 – A-3 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X1 X X X X X 12 < H ≤ 30 X1 30 < H ≤ 54 X1 X X X X X X X X Acima de 54 X1 X X X X X X X X X X x X X X X X NOTA ESPECÍFICA: 1 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.

exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. Exigido para o portão de acesso ao condomínio. NOTA GENÉRICA: A _ a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviço.TABELA 7 B EDIFICAÇÕES DO GRUPO B COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio GRUPO B – SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM B-1 e B-2 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X6 - 12 < H ≤ 30 X6 X X1 X2 X X X X3 X5 X X X - 30 < H ≤ 54 X6 X X1 X2 X X X X X3 X X5 X X X X Acima de 54 X6 X X1 X2 X X X X X3 X X5 X X X X Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X3 - X5 X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 5 – os acionadores manuais devem ser instalados nos corredores. 4– os detectores de incêndio devem ser instalados em todos os quartos. 28 . e 6 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. 3º). 3º).

29 . 9 – somente para edificações C2 e C3 NOTA GENÉRICA: A _ a área a ser considerada para definição de exigências é a área total da edificação mais a área utilizável (item X e XV do Art. 3º). 8 – quando a edificação possuir área total construída igual e/ou superior a 2. 3º). 7 – recomendado para as vias de acesso e faixa de estacionamento. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 4 – somente para edificações acima de 60m. Exigido para o portão de acesso ao condomínio comercial. H ≤ 12 X7 X² X X6 X8 X X X X X 9 12 < H ≤ 30 X7 X X² X 3 30 < H ≤ 54 X7 X X2 X3 X X X6 X X X5 X X X X¹ X X9 Acima de 54 X7 X X2 X3 X X X6 X X X X X X X¹ X X9 X X X6 X X X5 X X X X¹ X9 2 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. C-2 e C-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – obrigatório o uso de hidrantes.TABELA 7 C EDIFICAÇÕES DO GRUPO C COM ÁREA SUPERIOR A 750 m 2 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO C – COMERCIAL C-1.000m². exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 5 – somente quando houver áreas de depósitos superiores a 750m². 6 – somente para edificações de divisão C-3 (Shopping centers).

TABELA 7 D EDIFICAÇÕES DO GRUPO D COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. X X X X X X7 X5 12 < H ≤ 30 X5 X X1 X3 X X X X X X X X 6 2 GRUPO D – SERVIÇOS PROFISSIONAIS D-1 = D-2 = D-3 = D-4 Classificação quanto à altura (em metros) 30 < H ≤ 54 X5 X X1 X3 X X X X X X X X 6 Acima de 54 X5 X X2 X3 X X X4 X X X 1 X X X X 6 X7 X X7 X X 4 X7 NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3º). e 6 – obrigatório o uso de hidrantes. 7 – somente para D2 e D4. 4 – somente para edificações acima de 60m. 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 30 . 5 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 2 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos.

3º).TABELA 7 E EDIFICAÇÕES DO GRUPO E COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso 2 GRUPO E – EDUCACIONAL E CULTURAL E-1 = E-2 = E-3 = E-4 = E-5 = E-6 Classificação quanto à altura (em metros) Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação X3 - X3 X3 X3 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X1 X X X X X X X X X5 X X1 X X X X X X X X X 4 X X2 X X X X X X X X X4 X X5 - X - X X X X X X 5 X X5 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 4 – obrigatório o uso de hidrantes. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 5 – somente para E 1. 3º). B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. NOTAS GENÉRICAS: A – os locais destinados a laboratórios devem ter proteção em função dos produtos utilizados. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 2 – poderá ser substituído por controle de fumaça e chuveiros automáticos. e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 31 .

2 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos quando houver aberturas entre pavimentos. 5 – obrigatório o uso de hidrantes. 3º).1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-1 . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. F-2 e F-11 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso 2 GRUPO F – LOCAL DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-1 Classificação quanto à altura (em H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ Acima de 54 54 Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio F-2 e F-11 Classificação quanto à altura H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ Acima de 54 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Detecção de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: X3 X X4 X X X X X X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X3 X X4 X X X X X X6 X3 X X X X4 X X X X X X X6 X3 X X1 X X X4 X X X X X X5 X X6 X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X6 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 6 – somente F1 e F2 NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.TABELA 7 F. 4 – somente para locais com público acima de 1000 (hum mil) pessoas. 32 . 3º).

5 – os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo (Fica vedada a instalação dos equipamentos em arquibancadas e áreas de circulação de expectadores). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º). B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 4 – somente para locais com público acima de 1000 pessoas. 2 – somente para a divisão F-3.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-3. 6 – obrigatório o uso de hidrantes. 3º). 33 . NOTAS GENÉRICAS: A – os locais de comércio ou atividades distintas das divisões F3 e F4 terão as medidas de proteção conforme suas respectivas ocupações.TABELA 7 F. 7– somente F3. 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. F-9 E F-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 2 GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-3 = F-9 Classificação quanto à altura (em metros) F-4 Classificação Quanto à altura (em metros) Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X3 X X X X X X5 X5 X7 X3 X X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X1 X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X1 X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X - X3 X X1 X X X4 X X X X X X6 - X3 X X1 X X X4 X X X X X X X6 X - X3 X X1 X X X4 X X X X X X X6 X - X X X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.

bem como dos sistemas de segurança contra incêndio existentes no local. 3º). 5 _ obrigatório o uso de hidrantes. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3 – somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas. 34 . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. F-6 E F-8 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio 2 GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-5 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 F-6 e F-8 Classificação Quanto à altura (em metros) Acima de 54 Acima H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X X X X X X6 X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X5 X X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X5 X X4 X X X X X3 X X X X X X X5 X X4 X - X4 X X¹ - X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X X X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X X X X X3 X X - X X X X X X X X X6 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio. detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 6 _ somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 500 pessoas NOTAS GENÉRICAS: A – nos locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas é obrigatória a comunicação ao público da localização das saídas de emergência.TABELA 7 F. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque.3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-5. 3º). B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.

NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 4 – somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas. 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º).TABELA 7 F. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 35 . 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 5 – obrigatório o uso de hidrantes.4 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-7 E F-10 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-7 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 F-10 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 3 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X X4 X X X X - X - X3 X X 1 X3 X X1 X2 X X X4 X X X X X X5 X X3 X X1 X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X4 - X2 X X X4 X X X X X X5 - x X X X - NOTAS ESPECÍFÍCAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 3º). exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.

3º). no máximo a 10 m da saída de emergência. 2 – deve haver pelo menos um acionador manual. 5 – obrigatório o uso de hidrante. 4 – somente para edificações classificadas em G2. e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque.TABELA 7 G. por pavimento. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-1 E G-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X X X 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-1 e G-2 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X 3 12 < H ≤ 30 X3 X X X4 X2 X X X - 30 < H ≤ 54 X3 X X1 X X X X4 X2 X X X5 X Acima de 54 X3 X X1 X X X X4 X2 X X X5 X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º). 36 .

6 – obrigatório o uso de hidrantes. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável” (item X e XV do Art. 3 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.TABELA 7 G. por pavimento. 3º). 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. no máximo 5 m da saída de emergência. 5 – o sistema de hidrantes deverá ter características especiais para combate a incêndio em líquidos inflamáveis. 2 – deverá haver pelo menos um acionador manual. G-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-3 Classificação quanto à altura (em G-4 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança contra Incêndio metros) H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X4 X X X2 X X X5 X X4 X X X4 X X1 X3 X X X X X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X6 X - X4 X X1 X3 X X X X X X2 X X X6 X - X2 X X X - X2 X X X6 - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 3º).2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-3. 37 .

NOTAS GENÉRICAS: A – Para ocupação da divisão G5. 3º).TABELA 7 G. 3 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. aplica-se a tabela acima. 38 .3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-5.podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 2 – deverá haver pelo menos um acionador manual. por pavimento. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. complementada pelas exigências específicas do Ministério da Aeronáutica. 5 – o sistema de hidrantes deverá ter características especiais para combate a incêndio em líquidos inflamáveis. no máximo 5 m da saída de emergência. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. G-6 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-5 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 G-6 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X2 X X X5 - X4 X X X X X X X2 X X X5 - X4 X X X X X X X X2 X X X5 X X4 X X X X X X X X2 X X X5 X X4 X X X2 X X X5 - X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X5 - X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X5 X X4 X X1 X3 X X X X X X2 X X X5 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 3º).

3º). e 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3º). 2 – acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.TABELA 7 H.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-1 E H-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m 2 Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-1 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H-2 Classificação quanto à altura (em metros) Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação X4 X4 X4 X4 X4 X4 X4 X4 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X X2 X X X - X X X X X X2 X X X - X X3 X X X X X2 X X X - X X X X X X X X2 X X X5 X - X X X X X X X X X3 X X X X X X X X1 X2 X X X5 X X X X X X X X1 X2 X X X X X X X X X X1 X2 X X X5 X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – os detectores deverão ser instalados em todos os quartos. 39 . 5 – obrigatório o uso de hidrantes NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos.

exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 40 . podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-3 E H-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-3 Classificação quanto à altura (em metros) H-4 Classificação Quanto à altura (em metros) Acima de 54 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural Contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Plano de Intervenção de Incêndio Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X3 X X X X X - X3 X X X X X X X X1 X X X - X3 X X X2 X X X X X X1 X X X4 X X3 X X X X X X X X X1 X X X4 X X3 X X3 X X X X X X X3 X X X2 X X X X X X X X X4 X - X3 X X X X X X X X X X X X4 X - X X X X - X X X X X - x X x x NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – acionadores manuais serão obrigatório nos corredores. 3º). 3º). 4 – obrigatório o uso de hidrante. 3 – Recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.TABELA 7H.

Presídios.). 41 . nas prisões em geral (Casas de Detenção. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.TABELA 7H. 3º).3 ESPECIFICACOES DE DIVISAO H-5E H-6 COM AREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL Divisão H-5 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H-6 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X X X1 X1 - X4 X X X X X X X X4 X X X X X X X X1 X1 - X4 X X X X X X X X4 X - X4 X X X - X4 X X4 X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X - X X X X X - X1 X1 - X1 X1 - X5 - X5 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – para a Divisão H-5. (Fica vedado a instalação dos equipamentos em áreas onde os detentos tenham acesso. 2 – caso haja internação em um número maior de 20 leitos na Divisão H-6 (clínica). os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo. a edificação será enquadrada como H-3. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. Penitenciárias. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 5 – obrigatório o uso de hidrante. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º). etc.

3º).recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3 .TABELA 7 I. Exigido para o portão de acesso ao condomínio industrial. 42 . 3º).obrigatório o uso de hidrante. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-1 E I-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e Uso GRUPO I – INDUSTRIAL I-1 Classificação quanto à altura (em metros) I-2 Classificação quanto à altura (em metros) Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X2 X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X3 - X2 X X1 X X X X X X X X X X3 X X2 X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X3 - X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 2 .

3 – obrigatório o uso de hidrantes.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-3 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) GRUPO I – INDUSTRIAL I-3 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X2 X X1 X X X X X X X X X3 12 < H ≤ 30 X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X 30 < H ≤ 54 X2 X X X X X X X X X X X X X3 X Acima de 54 X2 X X X X X X X X X X X X X X3 X X x x x NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. NOTAS GENÉRICAS: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.TABELA 7 I. e 2 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso ao condomínio industrial. 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º). 43 .

3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque 4 – obrigatório o uso de hidrantes NOTAS GENÉRICAS: A – para as edificações de uso/ocupação depósito de materiais incombustíveis(J1). 3º). a área considerada será superior a 1000m². 2 – somente para shafts e dutos de instalações e fachadas. 3º).TABELA 7 J.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-1 E J-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão J-1 Classificação quanto à altura (em metros) GRUPO J – DEPÓSITO J-2 Classificação Quanto à altura (em Metros) Acima de 54 2 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acesso de Viaturas na edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X 3 X3 X X X X X X X - X3 X X2 X X X X X X X X4 - X3 X X2 X X X X X X X X4 - X3 X X X X X - X3 X X X X X X X X X4 - X3 X X1 X2 X X X X X X X X4 - X3 X X1 X2 X X X X X X X X X4 X X X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 44 .

podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 45 . 3 – Somente se a área total for superior a 1500 m². 2 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 4 – obrigatório o uso de hidrantes NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3º).TABELA 7 J .2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-3 E J-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão J-3 Classificação quanto à altura (em metros) GRUPO J – DEPÓSITO J-4 Classificação quanto à altura (em metros) 2 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X2 X3 X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X - X2 X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X3 X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X X4 - X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 3º).

Vide Tabela 7 B – divisões L2 e L3. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico.TABELA 7 L-1 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio GRUPO L – EXPLOSIVOS L-1 (COMÉRCIO) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H≤6 6 < H ≤ 12 NOTA GENÉRICA: A – será permitida somente edificação com área até 100 m² . 46 .

3 – deve ser ligado a sistema automático de acionamento (ex.TABELA 7 M.00m. além das exigências acima.1 EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-1 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-1 TÚNEL Extensão em metros (m) Medidas de Segurança contra Incêndio Até 200 Segurança estrutural nas edificações Saídas de emergência nas edificações Controle de fumaça em espaços comuns e amplos Plano de Intervenção de incêndio Brigada de Incêndio Sistema de Iluminação de Emergência Sistema de Comunicação Sistema Circuito de TV Sistema de proteção por extintores Sistema de hidrantes e de mangotinhos X X1 De 200 à 500 X X1 X X X2 X X X De 500 à 1000 X X1 X3 X X2 X X X X Acima de 1000 X X1 X3 X X2 X X X X X4 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – considerar saídas como sendo passarelas laterais (corredores de circulação. e B – os túneis com extensão superior a 1000m devem ser submetidos à análise em Corpo Técnico. com guarda-corpo em ambos os lados) com largura mínima de 1. 4 – obrigatório o uso de hidrante NOTAS GENÉRICAS: A – todos os túneis em paralelo devem ter interligação conforme Instrução Técnica de “Proteção Contra Incêndio em Túnel”. 47 . 2 – a brigada de incêndio deve ser pessoal treinado da companhia de tráfego ou administradora da via. detector de incêndio).

240kg 3 Produtos acondicionados Líquidos acima Líquidos até 20 3 3 m ou gases até de 20 m ou gases 6.240kg acima de 6.240kg Líquidos acima de 20 m ou gases acima de 6. e 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3 – luminárias à prova de explosão. 2 – somente para líquidos inflamáveis. 6 – somente tanques ou parque de tanques NOTA GENÉRICA: A – deverão ser verificadas as exigências quanto ao armazenamento constantes das IT específica. 5 – poderá ser substituído por chuveiros automáticos.3 X4 X X X X X X X X3 X X X X X X5 X2 - X X - X6 X6 1 – somente quando a área construída for superior a 750 m². 48 . conforme exigências da IT específica.240kg Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Resfriamento Espuma SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: X4 X X X - X4 X X X X X X X X2 X4 X X X X X X X 1.2 EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-2 (QUALQUER ÁREA E ALTURA) Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-2 – Líquidos e gases combustíveis e Inflamáveis(volume total) Tanques ou cilindros Medidas de Segurança Contra Incêndio Líquidos até 20 m³ ou gases até 6.TABELA 7 M.

para as centrais de distribuição ou transmissão de energia elétrica deve-se observar também os critérios da IT especifica. 49 .recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3 . através de supressão total do ambiente.o sistema de chuveiros automáticos para a divisão M-3 pode ser substituído por sistema de gases. NOTA GENÉRICA: A .TABELA 7M.3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-3 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-3 – Centrais de Comunicação e Energia Classificação Quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação X2 12 < H ≤ 30 X2 30 < H ≤ 54 X2 Acima de 54 X2 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X X X X X3 X X X X X X X X X X X X3 X1 X X X X X X X X X X X X X X3 X1 X X X X X X X X X X X X X X3 X1 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1.dispensada em centrais de distribuição ou transmissão de energia elétrica. e 2 .

TABELA 7 M. 50 . M-6 e M-7. o processo deve ser analisado pelo Corpo Técnico. quando houver edificação (construção) com área superior a 750m².M-5 . M-6 E M-7 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-4 .M-6 e M-7 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores X X X X 12 < H ≤ 30 X X X X 30 < H ≤ 54 X X X X Acima de 54 X X X X NOTA GENÉRICA: 1 – nas divisões M-5.4 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-4. M-5.

(Fica vedado a instalação dos equipamentos em áreas onde os internos tenham acesso). 6 – luminárias à prova de explosão.TABELA 8 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES EXISTENTES COM ÁREA SUPERIOR A 1200m² OU ALTURA SUPERIOR A 12m F Medidas de Segurança contra Incêndio A. E Para as edificações do grupo G área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. entretanto sem projeto aprovado pelo CBMMG. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. 4 – para edificação com lotação superior a 100 pessoas ou altura superior a 12m. §1º deste Decreto. exclusivamente. terão exigências definidas conforme Tabela 8A B – esta tabela aplica-se. 3º). D. F4. 7 . F1 e F5 F8 e F11 X H IeJ H1. D – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.somente para edificações com altura superior a 54 m ou com áreas classificadas em risco alto. conforme previsto no art. H3. e será exigida somente nas rotas de fuga (escadas destinadas a uso restrito estão isentas). 3º). guarda-corpo e corrimão.os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo. 3 . podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. F3. NOTAS GENÉRICAS: A – as edificações existentes que não se enquadrarem nesta Tabela.somente para as edificações com altura superior a 30 m. 2 . B EeG C F2. F6. 5– a adaptação a ser feita em escadas e rampas diz respeito a pisos. C – para as divisões L2 e L3. 5º. às edificações existentes. 3º). 51 . desde que não se modifique a ocupação da edificação. H2 e H5 H4 e H6 X1 X5 X1 X1 X5 L L1 Alarme de incêndio X7 X5 X1 X1 X1 X1 X5 X5 X Brigada de incêndio X5 X X5 X5 X 5 Saídas de Emergência X Iluminação de Emergência X X1 X X - X X X X X X1 X X - X X1 X3 X - X X1 X X X3 X6 Sinalização de Emergência Hidrantes e Mangotinhos Extintores Chuveiros automáticos X1 X1 X X X X X X X X3 X X X X3 X X X X4 X3 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 12 m ou área superior a 2000m².

A3. F1 e F5 H1. F3. 3º).os subsolos das edificações devem ser compartimentados com PCF P-90 em relação aos demais pisos contíguos. 3 – para edificação com lotação superior a 50 pessoas ou altura superior a 6m.F8 e F11 X X X X X3 X X X X1 X X X1 X X X1 X Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Sinalização de Emergência Extintores X X1 X X2 X1 X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 6m. NOTAS GENÉRICAS: 2 A . 52 . 3º). E. C – para as divisões L2 e L3. D – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. D. e 4 – luminárias à prova de explosão.00 m F Medidas Incêndio de Segurança contra A2. 3º).TABELA 8A 2 EXIGÊNCIAS PARA AS EDIFICAÇÕES EXISTENTES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 1200 m E ALTURA INFERIOR OU IGUAL A 12. B . 2 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços. F6.Para as edificações do grupo G área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. E e G B C H IeJ H5 X X X1 X X X1 X L L1 X X X4 X F2. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.a Divisão L1 (Explosivos) está limitada a edificação térrea até 100 m (observar Instrução Técnica especifica). F4. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. H4 e H6 H2 e H3 F7.

o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais CBMMG. alterar-lhes as características.LEI 14130/ 2001 DISPÕE SOBRE A PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO NO ESTADO DE MINAS GERAIS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. desenvolverá as seguintes ações: I análise e aprovação do sistema de prevenção e combate a incêndio e pânico. no exercício da competência que lhe é atribuída no inciso I do art. Art. de 13 de dezembro de 1999. decretou e eu. persistindo a conduta infracional. removê-los. III estabelecimento de normas técnicas relativas à segurança das pessoas e seus bens contra incêndio ou qualquer tipo de catástrofe. industriais ou de prestação de serviços e os prédios de apartamentos I . destruí-los ou substituí-los por outros que não atendam às exigências legais e regulamentares. em seu nome. II planejamento. coordenação e execução das atividades de vistoria de prevenção a incêndio e pânico nos locais de que trata esta lei. ocultá-los. será (cem reais) a R$3. IV aplicação de sanções administrativas nos casos previstos em lei.00 monetariamente de acordo com índice oficial. O Povo do Estado de Minas Gerais. . Art.deixar de instalar os instrumentos preventivos especificados em norma técnica regulamentar ou instalá-los em desacordo com as especificações do projeto de prevenção contra incêndio e pânico ou com as normas técnicas regulamentares. § 1º A advertência escrita será aplicada na primeira vistoria.00 (três mil reais). II . Art. 4º A inobservância do disposto no artigo 3º desta Lei sujeita o infrator às seguintes sanções administrativas: I advertência escrita. por seus representantes. 2º Para os fins do artigo 1º. os edifícios ou residenciais. § 2º Sessenta dias após a formalização da advertência escrita. inutilizá-los. 3º Constituem infrações sujeitas a sanção administrativa: espaços comerciais. III interdição. 3º da Lei Complementar nº 54. constatado o descumprimento desta lei ou de norma técnica regulamentar.não fazer a manutenção adequada dos instrumentos a que se refere o inciso I. sanciono a seguinte Lei: Art. para os fins desta lei. Parágrafo único Consideram-se edificação ou espaço destinado a uso coletivo. valores que serão corrigidos aplicada multa de R$100. II multa. 1º A prevenção e o combate a incêndio e pânico em edificação ou espaço destinado a uso coletivo no Estado serão feitos com a observância do disposto nesta lei.000.

Art. 11 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.Serão aplicadas ao infrator do disposto neste artigo as penalidades previstas em lei. Parágrafo único .Será afixado na parte externa da edificação ou do espaço destinado a uso coletivo referidos no parágrafo único do art. 5º . Art. Art. nova multa será aplicada em dobro e cumulativamente. emitido pelo CBMMG. Art. em Belo Horizonte. Art. Palácio da Liberdade. instalação. Itamar Franco . sob pena de interdição imediata do estabelecimento. 12 Revogam-se as disposições em contrário. aos 19 de dezembro de 2001. comercialização. manutenção e conservação de aparelhos de prevenção contra incêndio e pânico utilizados em edificação de uso coletivo deverá cadastrar-se no CBMMG para o exercício dessas atividades. Art. no que couber. 9º Esta Lei estende-se. Parágrafo único As especificações técnicas do cadastro a que se refere o “caput” deste artigo serão definidas pelo CBMMG.É obrigatória a presença de responsável técnico. 1º o laudo de vistoria e liberação para seu funcionamento.§ 3º Persistindo a infração. às edificações e espaços destinados ao uso coletivo já existentes na data de sua publicação. Art. manutenção e conservação nas áreas de prevenção e combate a incêndio e pânico.Governador do Estado . instalação. Art. 7º A pessoa física ou jurídica responsável pela comercialização. 8º – Fica proibido ao militar da ativa ser proprietário ou consultor de empresa de projeto. 10 O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de sessenta dias contados da data de sua publicação. 6º . § 4º A pena de interdição será aplicada quando houver risco iminente de incêndio ou pânico. em evento público realizado no Estado. na forma estabelecida em regulamento pelo CBMMG.

.IT – 01 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXOS A – Cartão de identificação do Projeto Técnico B – Formulário de Segurança Contra Incêndio C – Planta de Risco de Incêndio (implantação) D – Planta das medidas de Segurança Contra Incêndio e Pânico E – Memorial Industrial de Prevenção Contra Incêndio e Pânico F – Formulário para Atendimento Técnico G – Atestado de Brigada de Incêndio H – Modelo de Requerimento em grau de recurso I – Modelo de Pedido de Vistoria J – Informativo (medidas de segurança) K – PTS – Formulário de Segurança Contra Incêndio L – Termo de Compromisso do Proprietário M – Atestado de abrangência do Grupo Motogerador N – Memorial de Segurança Contra Incêndio das estruturas.

1 Características da edificação e área de risco: O Projeto técnico deve ser utilizado para apresentação dos sistemas de proteção contra incêndio e pânico das edificações ou áreas de risco: a) com área de construção acima de 750 m².778. chuveiros automáticos. NBR-10647 Desenho técnico. NBR-13273 Desenho técnico – referência a itens. Lei estadual nº 15.130. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.bombeiros.1 Formas de apresentação As medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco devem ser apresentadas ao CBMMG para análise por meio de: a) projeto técnico. b) projeto técnico simplificado. 355 . de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. 2.Bairro Centro CEP 30. 5. 5 PROCEDIMENTOS 5. d) projeto técnico para ocupação temporária em Edificação Permanente.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e pânico. entre outros).mg. NBR-10068 Folha de desenho – Leiaute e dimensões.1.270. NBR-8196 Emprego de escalas. de 26 de outubro de 2005. NBR-14432 Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 . NBR-10067 Princípios gerais de representação em desenho técnico. atendendo ao Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1. devem ser adotadas as medidas previstas nesta Instrução Técnica. 2 APLICAÇÃO 2.1 Projeto Técnico 5.1. NBR-14699 Desenho técnico – representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas – preparos e dimensões. nas edificações ou áreas de risco no Estado de Minas Gerais. alarme e detecção.gov.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 01 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.2 Quando houver legislação municipal (Código de Obras) que exija medidas de segurança contra incêndio nas edificações. b) independente da área da edificação ou área de risco. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. . NBR-14611 Desenho técnico – representação simplificada em estruturas metálicas.1 A presente Instrução Técnica aplica-se aos processos de segurança contra incêndio e pânico no Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG).gov.mg. Decreto Estadual nº 44.190-000 Site: www.br 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para apresentação de processo de segurança contra incêndio e pânico. c) projeto técnico para instalação e ocupação temporária.br Email: dat3@cbmmg. Augusto de Lima. NBR-6492 Representação de projetos de arquitetura. quando esta apresentar risco no qual necessite de sistemas fixos (hidrantes.

5. que deve ser juntada na via que fica no Corpo de Bombeiros. 5.1.1.2. sistema de espuma e resfriamento). pressão e perda de carga.1. b) pasta do projeto técnico.2 Composição O Projeto técnico é composto pelos seguintes documentos: a) cartão de identificação (anexo A). h) implantação.1. estoques. suspensa. 5. 5.1. especificados em Instruções Técnicas. Documento da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais que autoriza a atividade e especifica a quantidade máxima de fogos de artifícios e/ou explosivos a serem comercializados.1.1.1.3 Memorial do sistema fixo de gases para combate a incêndio.2. pressurização de escada. d) deve ser apresentada a 1ª via original ou fotocópia autenticada.1. j) memorial de cálculos de sistema fixo de combate a incêndio (hidrante.1. 5. com finalidade de controle do Projeto técnico no CBMMG ( anexo A).2 Memorial de cálculo Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos sistemas fixos de combate a incêndio (hidrantes. d) locais de reunião de público com população acima de 100 (cem) pessoas. conforme Instrução Técnica 05.2. medidas de segurança contra incêndio e pânico previstos.1.2. c) formulário de segurança contra incêndio de projeto técnico (anexo B).4 Procuração do proprietário Deve ser apresentado com firma reconhecida sempre que terceiro assine documentação do Projeto técnico pelo proprietário.3 Formulário de Segurança Contra Incêndio de Projeto Técnico Documento que contém os dados básicos da edificação e áreas de risco.5 Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) a) deve ser apresentada pelo responsável técnico que elaborou o Projeto Técnico.1.2.2. Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento do sistema fixo de gases para combate a incêndio.1. 5.1. f) documentos complementares solicitados.2.1. que acondiciona todos os documentos do Projeto técnico afixado na seqüência estabelecida no item 5.2.2.1. chuveiros automáticos. exceção feita ao campo denominado Descrição complementar que ficará a critério do RT. 5.1 Cartão de identificação Ficha elaborada em papel cartão ou equivalente. b) ser preenchido na íntegra.1. quando se tratar de edificação industrial. incolor. devendo: a) ser apresentado como a primeira folha do Projeto Técnico. degraus das escadas. rotas de fuga.1. Deve ter dimensões de 230 mm a 280 mm (largura) x 315 mm a 350mm (comprimento) e altura conforme a quantidade de documentos. quando for o caso.1. No desenvolvimento dos cálculos hidráulicos para as medidas de segurança de espuma e resfriamento deve ser levado em conta o desempenho dos equipamentos. d) procuração do proprietário. e e) onde a edificação e área de risco haja necessidade de comprovação da situação de separação entre edificações e área de risco. b) os campos devem ser preenchidos. 5. c) a assinatura do contratante (proprietário ou responsável pelo uso) não é facultativa.4 Autorização da Delegacia especializada de Armas. conforme anexo B.1. sendo necessário a apresentação de catálogos Técnicos. produtos acabados. (anexo E). dentre outros.1. utilizando as referências de vazão. que contém os dados básicos da edificação e área de risco.2. i) planta das medidas de segurança contra incêndio. conforme (anexo D). sprinkler e resfriamento) e rotas de fuga e outros.6 Documentos complementares Documentos solicitados pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG a fim de subsidiar a análise do Projeto técnico quando as características da edificação e/ou área de risco a exigirem 5.1. nas dimensões de 21 cm (largura) x 15 cm (comprimento).1.6. Munições e Explosivos (DEAME). 5.1 Memorial industrial Descrição dos processos industriais.6. e) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto técnico. quando necessário. matérias . com grampo.2. sem elástico. . 5. em duas vias (anexo C) quando houver a exigência de plano de intervenção (IT11).6. no campo “descrição das atividades profissionais contratadas” deve estar especificado o serviço pelo qual o profissional se responsabiliza.primas. signatários. indicando as disposições das edificações no terreno. semi-rígida. líquidos inflamáveis ou combustíveis com ponto de fulgor.c) edificação e/ou área de risco que necessite de proteção de suas estruturas contra a ação do calor proveniente de um incêndio. na cor branca. e. com frente de plástico transparente. g) planta de risco de incêndio.1. entre outros.6. quando este transferir seu poder de signatário.2 Pasta do projeto técnico Pasta aberta.

2. entre outros).6. imposto predial.7. 5. indicando: a) os principais riscos. A3. conforme IT 11 – Plano de Intervenção de Incêndio. o 5.2.1.3. h) vias de acesso para as viaturas do Corpo de Bombeiros. i) hidrantes urbanos próximos da edificação. 5.1.6.1. c) hidrantes externos. da localização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio. 5.5 Autorização da Prefeitura do Município para comércio de fogos de artifício Documento do Poder Executivo Municipal que autoriza o comércio de fogos de artifício e/ou explosivos. NBR 10. d) número de pavimentos.7 Planta de risco de incêndio Mapa simplificado no formato A4.2.2. conforme anexo C.6. A3. 5. 5.1.2.1. conforme IT 09 – (Carga de Incêndio nas edificações e áreas de risco).1.13 Licença de funcionamento para instalações radioativas.1.6. sendo que a primeira via permanece no Projeto Técnico.6.6. 5. b) paredes corta-fogo e de compartimentação. A2 ou A1 em escala padronizada. conforme descrito no item 5.8 Implantação Folha única no formato A4.7 Autorização do Departamento de Aviação Civil (DAC) Documento que autoriza o uso de heliporto.1.11 Planilha de levantamento de dados Planilha que descreve o estudo prévio sobre a existência de riscos.1 A planta de risco deve ser elaborada em 2 (duas vias).2.1. A2.1. conforme anexo C. A1 ou A0 (conf.3.1.1.1.2. podendo ser em mais de uma folha.6. 5.12 Quadro resumo do sistema de detecção Descrição do sistema de detecção instalado conforme tabela 2 do anexo B. da NBR-9441. 5.Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio.2.1.1.1. 5.6.2.15 Memorial de cálculo de pressurização da escada Memória de cálculo de vazão de ar do sistema de pressurização da escada. ocupação e data da edificação existente (Processo do CBMMG. f) reserva de incêndio. heliponto ou área de pouso e decolagem ocasional (APDO) conforme IT 26 Heliponto e Heliporto. Apresentação da planta das medidas de segurança contra incêndio .1.6.16 Memorial de cálculo de isolamento de risco Memorial descritivo dos cálculos realizados para o dimensionamento do isolamento de risco entre edificações e área de risco.1.1.6.068 Folha de Desenho – Leiaute e dimensões).1.1.1. onde as suas dimensões não possam ser representadas em uma única folha. b) quando houver uma única edificação e área de risco. obrigatória somente nos seguintes casos: a) quando houver mais de uma edificação e área de risco a ser representada. a segunda via deve permanecer na portaria da edificação e área de risco.6 Memorial descritivo de ocupação Memorial descritivo de ocupação quando na edificação forem comercializados outros materiais que não apenas fogos de artifício. Documento emitido pelo CNEN autorizando funcionamento da edificação ou área de risco.9 Planta das medidas de segurança contra incêndio Representação gráfica da edificação e/ou área de risco. 5.1.8 Memorial de dimensionamento da carga de incêndio Memorial descritivo da carga de incêndio dos materiais existentes na edificação e área de risco.14 construção Memorial ou laudo descritivo de Documento com a descrição das características estruturais da edificação e área de risco.1.1.1. 5.1.1.2. É obrigatório somente quando houver a exigência de plano de intervenção de incêndio. bem como os riscos existentes na edificação e área de risco.6. ou qualquer instalação que trabalhe com fontes radioativas.2. plantas aprovadas em Prefeitura.2.1. nucleares ou de radiografia industrial.9 Documento comprobatório É o documento que comprova a área construída.1.1.1. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um processo ou sistema. 5. g) armazenamento de produtos perigosos.1.1.1. contendo informações por meio de legenda padronizada pelo CBMMG – IT 03 . contendo o dimensionamento. (se houver).5.2. 5. 5.2.2. 5.2. conforme IT 08 – Saída de Emergência.6.10 Memorial de cálculo de dimensionamento de saídas de emergência em locais de reunião de público Planilha descritiva dos cálculos realizados para dimensionamento de saídas de emergência. e) registro de recalque.1.

i) detalhe do registro de recalque. c) adotar escala que permita a visualização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio. i) depósito de produtos perigosos. 5) as plantas das medidas de segurança contra incêndio devem ser apresentadas com as medidas de segurança contra incêndio na cor vermelha. conforme planta chave. i) a apresentação da planta da fachada. escadas. c) dutos e aberturas que possibilitem a propagação do calor.Deve ser apresentada da seguinte forma: a) ser elaborada no formato A4 (210mm x 297 mm). e dos detalhes de proteção estrutural. m) quadro de sistemas de gases e líquidos inflamáveis. 12) miniatura da implantação com hachuramento da área sempre que houver planta fracionada em mais de uma folha. combustíveis e outros. 5. as edificações circunvizinhas e os logradouros que delimitam a quadra. distinguindo-as dos demais detalhes da planta. A1 (594mm x 840mm) ou A0 (840mm x 1188mm). e) a implantação deve estar em escala. preferencialmente 1:50 e no mínimo 1:200. compartimentação vertical e escadas. d) quadro de localização da edificação e áreas de risco. 6) o esquema isométrico da tubulação deve ser apresentado de acordo com o inciso II – (detalhes específicos que devem constar em planta). tais como: a) legenda. devem ser apresentados em planta de corte. além de anotar sob título de cada planta a respectiva área. g) centrais prediais de gases inflamáveis.3. h) detalhes da ventilação efetiva da escada de segurança. 8) quadro resumo das medidas de segurança contra incêndio indicando as normas e/ou legislações aplicadas nas respectivas medidas de segurança constantes do Projeto Técnico. b) casa de caldeira ou vasos de sob pressão. porém em ordem numérica seqüencial do Projeto Técnico. g) detalhes de degraus. .1 Conteúdo da planta das medidas de segurança contra incêndio I – Detalhes genéricos que devem constar em todas as plantas: 1) símbolos gráficos (IT 03 . b) as escalas adotadas devem ser as estabelecidas em normas oficiais. j) quando o Projeto técnico apresentar dificuldade para visualização das medidas contra incêndio alocadas em um espaço da planta. k) detalhe da sucção da bomba de incêndio. A3 (297mm x 420mm) . devido à grande quantidade de elementos gráficos.1. II – Detalhes específicos que devem constar na planta de acordo com o sistema projetado na edificação ou área de risco constante nas respectivas Instruções Técnicas: 1) Acesso de viaturas até a edificação e área de risco: a) largura do portão de entrada e da via de acesso. tais como: dutos de ventilação da escada.Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio) a localização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio na planta baixa. 11) localização e independência do sistema elétrico em relação à chave geral de energia da edificação e áreas de risco sempre que a medida de segurança contra incêndio tiver seu funcionamento baseado em motores elétricos. Nota: Os detalhes genéricos constantes do Projeto Técnico devem ser apresentados na primeira folha ou. l) especificação dos chuveiros automáticos. j) nota sobre o sistema de sinalização adotado. tais como: a) tanques de combustível (substância e capacidade).Símbolos gráficos. 10) medidas de proteção passiva contra incêndio nas plantas de corte. d) quando a planta de uma área construída ou área de risco não couber integralmente em escala reduzida em condições de legibilidade na folha “A0”. 9) cotas dos desníveis em planta baixa. c) quadro resumitivo das medidas de segurança. f) adotar os símbolos gráficos conforme IT 03 . devem constar nas próximas folhas. deve ser feita linha de chamada em círculo com linha pontilhada com alocação dos símbolos exigidos. antecâmaras. e) quadro de áreas. detalhes de estruturas e outros quando houver a exigência específica destes detalhes construtivos. distância verga-peitoril. f) detalhe de corrimãos e guarda corpo. b) indicação do peso suportado pela pavimentação da via (Kgf). contudo deve adotar numeração que indique onde está localizada tal área na implantação. d) cabinas de pintura. conforme anexo J. 7) quadro de situação da edificação. 2) legenda de todos os sistemas utilizados no Projeto técnico. b) isométrico. k) a apresentação de Projeto Técnico Preliminar com a representação do sistema de chuveiros automáticos deve ser feita em planta separada. h) o quadro de áreas da edificação deve ser colocado em uma das folhas. 4) áreas construídas e áreas de risco com suas características. indicando. com escala. e) locais de armazenamento de recipientes contendo gases inflamáveis (capacidade do recipiente e quantidade armazenada). esta poderá ser fracionada. 3) nota em planta com a indicação dos equipamentos móveis ou fixos ou sistemas de segurança instalados que possuírem a mesma capacidade ou dimensão. quando houver. h) depósitos de metais pirofóricos.1. j) outros riscos que necessitem de segurança contra incêndio. A2 (420mm x 594mm) . f) áreas com risco de explosão. nos casos em que tais detalhes não caibam nesta. g) seguir a forma de apresentação gráfica conforme padrão adotado por normas oficiais.

. c) indicar a carga de incêndio. d) localização da central de detecção de incêndio. conforme Anexo A da IT 06. os locais isentos de revestimento. bem como as dimensões do dique de contenção. b) identificar os tipos de estruturas no formulário de segurança contra incêndio. f) parede corta-fogo de isolamento de risco. g) duto de entrada. e) fonte alternativa de energia do sistema. k) elementos de compartimentação de risco (parede e porta corta-fogo) da sala do grupo motoventilador. devem ser indicadas as luminárias a serem acionadas em caso de emergência. devem constar em projeto técnico a abrangência. c) o reservatório de combustível do grupo moto gerador e sua capacidade. c) indicar o tempo de resistência ao fogo dos elementos estruturais indicados. g) o caminhamento dos dutos. j) indicar a lotação do ambiente quando se tratar de local de reunião de público. se for o caso. 4) porta corta-fogo. b) juntar o memorial de carga de incêndio (quando necessário). d) largura das escadas. e) detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança (quando houver). 2) vedador corta-fogo. f) as grelhas de insuflamento. b) indicar a ocupação. h) a localização do grupo moto gerador. 6) Pressurização de escadas de segurança: a) sala do grupo moto ventilador. m) juntar o memorial de cálculo de vazão e pressão do sistema de pressurização da escada. b) os acionadores manuais de alarme de incêndio. h) casa de máquinas do elevador de emergência (quando houver exigência). 5) Saídas de emergências nas edificações: a) detalhes de degraus. autonomia e sistema de automatização. 4) Compartimentação horizontal e compartimentação vertical a) indicar as áreas compartimentadas e o respectivo quadro de áreas.c) localização da placa de advertência de desobstrução da via de acesso para emergência. d) indicar os elementos corta-fogo: 1) parede corta-fogo de compartimentação. individualizando a lotação por ambiente. f) largura das portas de saída de emergência. g) indicação da porcentagem de inclinação da faixa de estacionamento. b) localização do ponto de captação de ar. painéis. f) quando o sistema for abrangido por grupo moto gerador. 8) Sistema de iluminação de emergência: a) os pontos de iluminação de emergência. b) indicar o isolamento proporcionado: 1) aba horizontal 2) aba vertical 3) afastamento de aberturas perpendiculares à parede corta-fogo de compartimentação. d) o posicionamento da central do sistema. i) antecâmaras de segurança (quando houver exigência). b) detalhes de corrimãos. n) juntar o memorial de cálculo de vazão e pressão do sistema de pressurização do elevador de emergência (quando houver exigência). 2) Separações entre edificações Para as edificações objetos de cálculo: a) indicar a distância de outras edificações. 3) selo corta-fogo. d) indicar a abertura nas fachadas. e) indicar a fachada da edificação considerada para o cálculo de isolamento de risco. g) indicar barra antipânico (quando houver). c) detectores de acionamento do sistema. 3) Segurança estrutural nas edificações a) constar o tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF) das estruturas em nota ou legenda. d) indicação da altura mínima livre.00 m de comprimento. quando for o caso. c) identificar em planta as áreas das estruturas protegidas com material resistente ao fogo e. árvores ou outro tipo de obstrução. l) antecâmara de segurança e indicação da porta estanque quando a sala do grupo motoventilador estiver localizada em pavimento que possa causar risco de captação de fumaça de um incêndio. duto de saída. 9) Sistema de alarme e detecção de incêndio: a) localização pontual dos detectores. j) acionadores manuais dos motoventiladores localizados na sala do grupo motoventilador e no local de supervisão predial com permanência humana constante. b) quando o sistema de iluminação de emergência for alimentado por grupo moto-gerador que não abranja todas as luminárias da edificação. e) indicar o retorno para as vias de acesso com mais de 45. h) detalhe ou nota em planta da proteção dos dutos quando passarem por área de risco. f) largura e comprimento da faixa de estacionamento. g) juntar o memorial de cálculo de isolamento de risco. independente do tipo de estrutura. parede corta-fogo e porta corta-fogo da sala do grupo motogerador quando o mesmo estiver localizado em área com risco de captação de fumaça ou gases quentes provenientes de um incêndio. c) detalhes de guarda-corpos. 7) Carga de incêndio nas edificações e/ou área de risco a) indicar a carga de incêndio específica para as ocupações não listada na IT 09. e) localização da fonte de energia alternativa do sistema. i) apresentação esquemática do sistema em corte. i) localização da placa de proibição de estacionamento na faixa de estacionamento das viaturas do Corpo de Bombeiros. h) nota indicando que a faixa de estacionamento deve ficar livre de postes.

o) indicar a capacidade e a localização do reservatório de incêndio. lago. aspersores. f) definição do maior risco a proteger. h) deve constar a perspectiva isométrica completa (sem escala e com cotas). h) indicar os canhões monitores. e) indicar as áreas dos costados e tetos dos tanques considerados no cálculo hidráulico. j) devem ser apresentadas todas as tubulações de distribuição com respectivos diâmetros. e) painel repetidor (quando houver). lagoa. b) indicar as botoeiras de acionamento da bomba de incêndio. f) localização do painel de alarme. indicando volume e forma de armazenagem. 11) Sistema de proteção por extintores portáteis ou sobre rodas: a) indicar as unidades extintoras. c) indicar os tanques considerados vizinhos ao tanque de maior risco. bem como. 16) Sistema fixo de gases limpos e CO2: . a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial. e. deve ser indicada a capacidade ao lado de cada símbolo. b) indicar as posições e detalhes da sinalização de emergência. g) locais onde foram substituídos os chuveiros por detectores de incêndio. j) quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lagoa. cilindros ou esferas de GLP. d) posição dos cabeçotes de testes. c) indicar as câmaras de espuma. f) fonte alternativa de energia do sistema. vazão e potência. açude.c) os sinalizadores sonoros e visuais. f) indicar a vazão e pressão das bombas de incêndio. l) localização do registro de recalque. 12) Sistema de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio: a) indicar os hidrantes ou mangotinhos. c) tipos de chuveiros especificados. c) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento no barrilete. e) indicar as especificações dos equipamentos envolvidos no cálculo. e) indicar o reservatório de incêndio e sua capacidade. d) indicar as taxas de vazão para o resfriamento do tanque em chama e tanques vizinhos. indicar sua localização. e) área de cobertura e localização das válvulas de governo e alarme (VGA) e dos comandos secundários (CS). e. conforme IT 15. tanques. n) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento do sistema no barrilete. k) juntar o memorial de cálculo do sistema de hidrantes. indicar sua localização. b) indicar qual tanque é considerado o de maior risco para efeito de cálculo. açude etc). 10) Sistema de sinalização de emergência: a) deve ser lançada uma nota referenciando o atendimento do sistema de sinalização de emergência de acordo com a IT 15 –Sinalização de emergência. i) apresentar quadro que contenha as seguintes informações: 1) indicação do tanque 2) produto armazenado 3) volume 4) ponto de fulgor 5) diâmetro e altura do tanque 6) juntar o memorial de cálculo do sistema de resfriamento. devem ser indicadas as respectivas medidas ao lado do símbolo do hidrante. etc). bomba de incêndio e registro de recalque. bem como a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial com permanência humana constante. vazão e potência. k) devem ser indicados os pontos de chuveiros automáticos em toda a edificação e área de risco. i) deve constar o detalhe da sucção quando o reservatório for subterrâneo ou ao nível do solo. g) indicar a capacidade e a localização do reservatório de incêndio. b)quando forem usadas unidades extintores com capacidades diferentes de um mesmo agente. f) indicar a bomba de incêndio principal e jockey (quando houver) com indicação de pressão. g) quando forem usadas mangueiras de incêndio e esguichos com comprimentos e requintes diferentes. p) juntar o memorial de cálculo do sistema de chuveiro automático. para os respectivos riscos. h) deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. d) central do sistema. i) toda a tubulação abrangida pelo cálculo deve ter seu diâmetro e comprimento cotado no esquema isométrico. b) área de aplicação dos chuveiros hachurada. d) indicar o registro de recalque bem como detalhe que mostre suas condições de instalação. quando o sistema de acionamento for automatizado. e com permanência humana constante. b) indicar os reservatórios do extrato formador de espuma (EFE). 13) Sistema de Chuveiros automáticos: a) localização das bombas do sistema com indicação da pressão. g) juntar o memorial de cálculo do sistema de proteção por espuma. 14) Sistema de resfriamento para líquidos inflamáveis e gases inflamáveis e combustíveis a) indicar as instalações. m) quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lago. d)deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. 15) Sistema de proteção por espuma: a) indicar os esguichos lançadores ou proporcionadores e canhões monitores.

d) traçado da rede de água que abastece os hidrantes com indicação de seus diâmetros. d) afastamentos entre tanques. gases inflamáveis. registro de recalque e forma de acionamento do sistema. h) indicar o sistema de drenagem de líquidos e bacia de contenção. c) vazão dos hidrantes. 25) Pátio de contêineres: Indicar as áreas de segregação de cargas e respectivas proteções. dentre outros. c) indicar tipo de superfície do tanque (teto flutuante ou fixo). d) indicar a bacia de contenção com drenagem do óleo isolante e a caixa separadora de óleo e água. capacidade e localização da reserva de incêndio. bem como da capacidade total da central. para postos que comercializem gás combustível comprimido. e. quando o abastecimento for a granel. comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP): a) localização da central de GLP. pisos. d) localização da central de GLP (quando houver). b) raio de ação do hidrante. 26) Subestações elétricas: a) indicar as áreas destinadas aos reatores. f) distribuição dos hidrantes. edificações. sua capacidade armazenada e ponto de fulgor. e) o produto químico. aspersores. b) indicar a capacidade dos cilindros.a) indicar a botoeira alternativa para acionamento do sistema fixo. 19) Comercialização. e g) indicar a pressão manométrica medida no topo do tanque para que se possa utilizar as tabelas de afastamentos. subterrâneo. c) indicar o local de estacionamento do veículo abastecedor quando o gás natural for distribuído por este meio de transporte. distribuição e utilização de gás combustível comprimido (gás natural e distribuição): a) indicar os compressores. cilindros ou esferas considerados de maior risco para elaboração dos cálculos. num raio de 100 metros. 17) Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis: a) indicar tanques. coifas e similares. áreas edificadas no mesmo lote e local de risco. bomba de incêndio. e. d) indicar os detectores de incêndio. quando houver. i) juntar o memorial de cálculo do sistema de gases limpos e CO2. d) local de estacionamento do veículo abastecedor. i) indicar o sistema de comunicação interna. e. b) indicar o sistema de exaustão. e) sistema de proteção da central. transformadores e reguladores de tensão. b) indicar tipo de tanque (elevado. f) indicar as áreas protegidas pelo sistema fixo de gases. b) afastamentos dos limites do terreno e de postos de abastecimento de combustíveis. canhões monitores. vertical ou horizontal). e) indicar as áreas de refúgio. e. h)deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. b) indicar as distâncias mínimas de afastamentos previstos na tabela I da NBR 12236/94. quando for o caso. estocagem e unidades de abastecimento de gás. piaçava e similares: a) especificar o tipo de cobertura utilizada. lajes de cobertura. 21) Helipontos. fogos de artifício ou seus depósitos. 20) Fogos de artifício: a) croqui das edificações limítrofes (ocupação identificada). e. b) detalhe em planta das espessuras das paredes. e. j) indicar o sistema do circuito interno de televisão. Indicar o caminhamento da tubulação de distribuição do gás natural. limites de propriedades e dimensões das bacias de contenção. c) localização de fogões. . e. b) indicar o sistema fixo de extinção a ser instalado. e) detalhamento do sistema de água nebulizada para os casos de subestação compartilhada. b) indicar a botoeira de desativação do sistema de gases. f) indicar as rotas de fuga e as saídas de emergência. g) indicar o tempo de retardo para evacuação do local. d) indicar os detalhes de corrimãos. 27) Cozinhas profissionais: a) indicar o caminhamento dos dutos de exaustão. telhados. temperaturas de queima e poder calorífico do produto. b) indicar a capacidade de carga do heliponto 22) Cobertura de sapê. e) Indicar a bateria de cilindros de gases. e. 24) Túnel rodoviário: a) indicar a interligação dos túneis paralelos (quando for o caso). c) indicar a central do sistema de detecção e alarme. 23) Hidrantes públicos: a) posicionamento dos hidrantes. vias públicas. armazenamento. instalações. c) afastamentos das divisas de terrenos. c) indicar as defensas das laterais do túnel. c) indicar as paredes corta-fogo de isolamento de risco utilizadas no local. h) Juntar a planilha de cálculos utilizadas no dimensionamento da proteção dos tanques. 18) Proteção contra incêndio nos locais de manipulação. b) indicar as vias de acesso a veículos de emergência. g) indicar medidas de segurança contra incêndio adotado. e. heliportos ou área de pouso e decolagem ocasional (APDO): a) sinalização do heliponto conforme previsto na IT 26 – Heliponto e Heliporto.

7.1. o Corpo de Bombeiros disponibilizará ao interessado a aprovação ou emitirá um relatório. e. c) a ordem do item anterior pode ser alterada para o atendimento das ocupações ou atividades temporárias. contendo o projeto completo.1. estacionamento. pontos de equalização de potenciais e aterramento e bitola dos condutores.1.1. c) nota em planta constando: 1) equipe médica necessária. rampas. o interessado deverá apresentar no mínimo uma e no máximo três cópias do projeto para que o CBMMG rubrique. responsável técnico. etc). se for o caso. reservas ecológicas e quaisquer outras sensíveis à ação dos fogos de artifícios. tais como: pressão. tais como: nível de proteção. b) a mudança de ocupação da edificação e área de risco com ou sem agravamento de risco que implique: 1) no redimensionamento dos elementos da saída de emergência. 29) Segurança contra incêndio em edificações históricas: Memorial descritivo do cálculo do coeficiente de segurança mínimo adotado. para fins de arquivo no CBMMG.28) Sistema de proteção contra descargas atmosféricas: a) plantas baixas e cortes da edificação mostrando o encaminhamento dos condutores e transição entre níveis. c) constatada a inabilitação técnica do responsável técnico que atuou no Projeto técnico.T.1. nº de descidas. rampas. c) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário. f) havendo indício de crime o responsável pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio deve comunicar o fato ao Ministério Público. ao Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia do Estado de Minas Gerais (CREA-MG). iluminação de emergência. conforme público previsto para o evento. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio. método aplicado. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente.1.1 o RT deverá apresentar um CD não regravável. 30) Eventos temporários: a) planta baixa. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior). não prevista no projeto anterior. 5. contendo cota dos perímetros. b) o Projeto técnico deverá ser analisado conforme ordem cronológica de entrada. vazão.1.1. acesso. devem ter o seu Projeto técnico substituído: a) a ampliação de área construída que implique em: 1) redimensionamento dos elementos da saída de emergência. 5. 2) número de brigadistas previstos.6 Cassação a) a qualquer tempo o CBMMG pode anular a aprovação do Projeto técnico que não tenha atendido todas as exigências da legislação vigentes à época da aprovação. e.1. contendo o projeto completo nos termos da alínea b do item 5. Nota: Nos casos previstos no item 5. b) o Projeto técnico anulado deve ser substituído por novo Projeto técnico. conforme cada caso. Prefeitura Municipal e na hipótese da alínea c. tais como: tipos e quantidades de escadas. b) após aprovado.7 Substituição ou atualização do Projeto técnico 5. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente. espaçamento médio das descidas. acesso. Nesta ocasião deverá ser apresentado também um CD não regravável com capa acrílica. incolor devidamente identificado. e) o ato de anulação deve ser comunicado ao proprietário/responsável pelo uso.1. d) o interessado deve comparecer ao CBMMG com o comprovante de pagamento da taxa de segurança pública respectiva (TSP) e após a análise.4 Apresentação do Projeto técnico para análise junto ao CBMMG a) o Projeto técnico deve ser apresentado em uma via no formato correspondente na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG. área e largura da saída de emergência. c) a mudança de leiaute da edificação e área de risco que implique na adoção de nova medida de segurança. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio. ao tempo da aprovação. 5. c) memorial descritivo contendo todos os dados técnicos da instalação.1 Substituição do Projeto técnico: A edificação ou área de risco que se enquadrar dentro de uma das condições abaixo relacionadas. b) detalhes de pontos importantes da instalação como conexões e pontos de medição e aterramento. cota dos perímetros.5 Prazos de análise a) o Serviço de Segurança Contra Incêndio tem o prazo máximo de 15 (quinze) dias úteis para analisar o Projeto técnico.4 desta IT.1.1. 5. lotação e outros. lotação e outros. tais como: pressão. deve ser procedida a anulação do ato de aprovação do Projeto técnico. analisado e aprovado pelo CBMMG é de inteira responsabilidade do R. extintores.1. veículos edificações. tais como: tipos e quantidades de escadas. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior). d) o aumento da altura da edificação e área de risco que implique: . constando as irregularidades nos sistemas projetados e a formulação de outras exigências. hidrantes. baseado na legislação vigente à época da elaboração do Projeto técnico anulado. b) croqui da área em formato A3 ou A2 contendo planta baixa. disposição do sistema de segurança contra incêndio e pânico (sinalização de saída de emergência. alarmes audiovisuais. portas. A fidelidade das cópias e do CD com o projeto original. carimbe e devolva-as ao requerente. para o ato praticado. distância de rede elétrica. d) o acesso às informações do processo que originou a anulação do ato de aprovação do Projeto técnico deve ser disponibilizado aos interessados. conforme IT 35.1. vazão. portas.7.

atestando formalmente ao interessado que as medidas de segurança contra incêndio e pânico atendem ou não ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente. Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária ou Projeto técnico para Ocupação Temporária em Edificação Permanente.1) no redimensionamento dos elementos da saída de emergência. Nota: A fidelidade das cópias e do CD com o projeto original. São aceitas as modificações ou complementações desde que não se enquadrem nos casos previstos no item 5. bem como os documentos indicados no item 5. c) formulário de segurança contra incêndio para PTS (anexo K).4 Apresentação para avaliação e vistoria junto ao CBMMG a) o Projeto Técnico Simplificado deve ser apresentado em uma via no formato correspondente na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG e será encaminhado para a Seção de Vistoria.2 Composição a) pasta do Projeto técnico em uma via. e) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário. quando este transferir seu poder de signatário.1. cuja vistoria do CBMMG não poderá ocorrer nos prazos previstos nesta IT.T.2. 5. lotação e outros. portas.2. quando for o caso. duas cópias das plantas das medidas de segurança contra incêndio e pânico e a Taxa de Segurança Pública. 5.1. especificados em Instruções Técnicas. d) planta baixa. rampas. acesso.1.4 desta IT. constando às medidas de segurança contra incêndio e pânico.2 Atualização do Projeto técnico: É a complementação de informações ou alterações técnicas relativas ao Projeto técnico aprovado. b) depois de aprovado em vistoria. i) comprovante de pagamento da Taxa de Segurança Pública. 5.1.7. quando necessário. em atenção a pedido fundamentado do Chefe do Serviço de Segurança Contra Incêndio. por ocasião da vistoria o RT deverá encaminhar ao CBMMG a pasta do projeto técnico com resposta do FAT e plantas das medidas previstas devidamente autenticadas pelo CBMMG. podendo inclusive apresentar plantas para melhores esclarecimentos. g) documentos complementares solicitados. e b) as edificações definidas no item 5. e) procuração do proprietário.7. que ficam apensos ao Projeto técnico devendo juntar ao FAT o comprovante de pagamento da taxa de segurança pública respectiva (TSP).1. c) a edificação ou área de risco a construir que se enquadre no presente procedimento. cartão de identificação. para fins de regularização no CBMMG. por meio de Projeto Técnico. o R. devendo encaminhar em pasta de projeto técnico o FAT. tais como: pressão. complementando a Taxa de Segurança Pública.1. tais como: tipos e quantidades de escadas.1.1 Características da edificação e/ou área de risco O Procedimento Sumário é utilizado na apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e/ou áreas de risco com área até 750 m² que não atendam aos requisitos para Projeto Técnico.2. b) cartão de identificação (anexo A). 5.1. carimbe e devolva-a ao requerente.1: 5. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio. e) sempre que em decorrência de ampliações ou diversas alterações. previsto no item 5. nos casos previstos no Decreto 43. que deve ser juntada na via que fica no Corpo de Bombeiros. d) o setor de vistoria do CBMMG fará uma analise prévia encaminhando resposta do FAT ao interessado juntamente com uma cópia das plantas devidamente rubricadas.2 Projeto Técnico Simplificado O Projeto Técnico Simplificado será analisado e vistoriado mediante procedimento sumário.1 5. para fins de arquivo no CBMMG.1. o RT ou responsável pela edificação poderá obter orientações no Serviço de Segurança Contra Incêndio da Unidade do Corpo de Bombeiros quanto à proteção necessária.2. contendo o projeto completo. por meio de documentos encaminhados ao Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico.779/04. via Formulário para Atendimento Técnico(FAT). analisado e aprovado pelo CBMMG é de inteira responsabilidade do R.1. a decisão para substituição do Projeto técnico caberá ao Diretor de Atividades Técnicas e nos BBM. f) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto técnico. se for o caso. vazão. houver acúmulo de plantas que dificultem a compreensão e o manuseio do Projeto técnico por parte do Serviço de Segurança Contra Incêndio.3 Condições gerais a) o responsável pela edificação que se enquadre no presente procedimento poderá obter orientações no Serviço de Segurança Contra Incêndio da Unidade do Corpo de Bombeiros quanto à proteção necessária.1. Companhias e Pelotões ao respectivo comandante. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior). .2.T deverá apresentar no mínimo uma e no máximo duas cópias para que o CBMMG rubrique.1. nesta ocasião deverá ser apresentado também um CD não regravável. nos termos da alínea b do item 5.1. h) memorial de cálculos de rotas de fuga e outros.2.2 não podem ser apresentadas.1.

1. f) planta das medidas de segurança contra incêndio ou croqui. todos os documentos devem receber carimbo padrão de aprovação. b) pasta do Projeto técnico. quando este transferir seu poder de signatário. a critério do interessado. bem como a respectiva documentação necessária. tudo o que for fisicamente instalado. prevalece à proteção da edificação permanente desde que atenda aos requisitos para a atividade em questão. d) a pasta contendo a documentação deve ser formada quando do início das atividades ou quando da primeira vez que houver presença no Estado de Minas Gerais. deverá ser solicitada pelo R. enfim. juntamente com a pasta. Estes documentos.1.1. e. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve orientar o interessado sobre todas as condições de segurança contra incêndio exigidas. exceto o cartão de identificação. 5.3. g) a pasta do interessado deve acompanhar a instalação ou a ocupação em todo o Estado de Minas Gerais. esta instalação deve ser regularizada de acordo com o item 5. entre outros. 5. arquibancadas. 5. assinado pelo proprietário e responsável técnico. 8) grupo moto-gerador.4 Apresentação para avaliação junto ao CBMMG a) o Projeto Técnico para Instalação e ocupação temporária deve ser apresentado.1. 5.1. 3) brinquedos de parques de diversão. d) os símbolos gráficos dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio conforme IT 03 . b) aprovado. rodeios.2 Composição a) cartão de Identificação. áreas de riscos. caso não haja irregularidades.4 Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente É o procedimento adotado para evento temporário em edificação permanente e deve atender as seguintes exigências: a) o evento temporário deve possuir o prazo máximo de 6 (seis) meses de duração. palcos. 4) palcos.1. devem ser apresentados no Serviço de Segurança Contra Incêndio.1. d) se no interior da edificação permanente for acrescida instalação temporária tais como boxe. parques de diversão.1. sempre com a cota da respectiva área.3. j) a pasta deve ser devolvida ao interessado juntamente com a emissão do AVCB.3. cada vez que for montada a instalação ou ocupação. juntamente com as exigências para a atividade temporária que se pretende nela desenvolver. k) devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação. e) ART do responsável técnico sobre: 1) lona de cobertura com material retardante de ignição (quando houver). e deve ser apresentada no Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros da localidade. .3. áreas e larguras das saídas.devem ser desmontadas e transferidas para outros locais após o prazo máximo de 06 (seis) meses. feiras de exposições. c) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário. e) nesta primeira ocasião.3 Planta de instalação de ocupação temporária A planta deve conter: a) toda área. sendo que uma das pastas deve ser devolvida ao interessado e a outra pasta deve ficar arquivada no Serviço de Segurança Contra Incêndio do município de origem. Isto se fará diante do Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros com atribuições no município.3 Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária 5. com cotas de todos os perímetros. c) indicação de todas as dependências. 2) arquibancadas e arenas desmontáveis. em uma via para análise. não há a necessidade de se refazer a documentação. equipamentos. após este prazo a edificação passa a ser regida pelas regras do item 5. 5. toda vez que solicitar nova vistoria. b) lotação da edificação e área de risco. b) a edificação e área de risco permanente deve atender todas as exigências de segurança contra incêndio previstas no Decreto Estadual ou legislação a que foi submetido o projeto para aprovação.T.1 Características da instalação Instalações tais como: circos. com validade somente para o endereço onde esteja localizada a instalação à época da vistoria.f) o interessado deve comparecer ao Corpo de Bombeiros com o comprovante de pagamento da Taxa de Segurança Pública (TSP) correspondente a vistoria. estande. o R.Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio. instalações. centrais de gases inflamáveis. onde devem ser conferidos para a realização da vistoria e conseqüente liberação. g) a TSP da direito a uma vistoria.3. do processo ou pelo responsável pelo uso ou pelo proprietário a respectiva vistoria e emitido o respectivo Auto de Vistoria. 5) armações de circos. c) se for acrescida instalação temporária em área externa junto à edificação permanente. h) depois de instalada toda a proteção exigida.T deverá apresentar no mínimo uma e no máximo duas cópias para que o CBMMG rubrique. 7) outras montagens mecânicas ou eletroeletrônicas.1. brinquedos de parques de diversões. carimbe e devolva-a ao requerente. feiras agropecuárias. (anexo A). e) a apresentação em folha tamanho até A0. arenas e outras áreas destinadas à permanência de público. shows artísticos entre outros . f) completada a orientação. c) formulário de segurança contra incêndio (anexo B) d) procuração do proprietário. i) nos demais municípios. formulário de segurança contra incêndio e ART. o Serviço de Segurança Contra Incêndio pode declinar do princípio da cronologia e realizar a análise no menor prazo possível desde que o projeto atenda aos requisitos da IT 33. 6) instalações elétricas.

através de tradutor juramentado. para que o Projeto técnico possa ser reanalisado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.1.1.2.5 É obrigatória a assinatura da ART pelo contratante (proprietário ou responsável pelo uso).4. pelo analista. desde que devidamente autenticados. segundo e terceiro grau nos termos do item 5. esclarecendo o fato ocorrido. e pelo responsável técnico.1. responsável pelo uso ou responsável técnico com a apresentação dos documentos constantes do item 5.4. 5.3 e/ou 5.1. deverá encaminhar uma solicitação por escrito ou formulário para atendimento técnico (FAT) ao serviço de segurança contra incêndio. quando não for possível atuar o mesmo responsável técnico pelo processo originalmente apresentado. f) devem ser adotados os modelos de documentos exemplificados nas Instruções Técnicas para apresentação nos Processos Técnicos. 5.2. p) o projeto técnico de edificações existentes aprovados.4 Caso o interessado não saiba informar o número do Projeto técnico.1. j) quando houver a discordância do interessado em relação à notificação emitida durante a análise. quanto a não obrigatoriedade daquela medida ou parte dela. 5.4. quando tratar-se de eventos temporários em edificações permanentes em locais diferentes. k) do indeferimento do pedido de reconsideração de ato.4. n) as exigências de medidas de segurança contra incêndio e pânico nas edificações que tiverem seus projetos arquitetônicos protocolados nas Prefeituras Municipais até 01 de Julho de 2005. vedado o uso de mais de um texto normativo para uma mesma medida de segurança contra incêndio. com base em legislação municipal. o interessado deve encaminhar resposta circunstanciada sobre os itens emitidos. 2) área menor que 1. quando o sistema de segurança estabelecido oferecer melhor nível de segurança. g) na ampliação ou reforma.1 Solicitação de vistoria 5. h) todas as páginas dos documentos onde não haja campo para assinatura.1 A vistoria do CBMMG na edificação é realizada mediante solicitação do proprietário. 3) não possua sistemas fixos instalados (hidrante. 5. b) é permitido o uso de norma estrangeira.3 O interessado solicitará o pedido de vistoria na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros indicando o número do Projeto Técnico aprovado. obrigatoriamente. devem ser rubricadas pelo responsável técnico ou proprietário ou responsável pelo uso.1. e) a medida de segurança contra incêndio não exigida ou dimensionada acima dos parâmetros normalizados deve ser orientada por escrito. o responsável técnico.2.2 Procedimentos de vistoria 5. etc). 5. anexada ao Projeto técnico no ato de sua entrega para análise. 5. até a sua aprovação final. esclarecendo as providências adotadas.1.1 Composição Conforme seções 5. i) quando for emitido relatório de irregularidades constatadas na análise do Projeto técnico pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.3. serão as constantes nas tabelas 8 e 8A do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais). . chuveiros automáticos. o interessado poderá apresentar por meio de Formulário Técnico(FAT) pedido de reconsideração de ato.1. devidamente fundamentado.1.1.10 desta IT. d) a norma estrangeira deverá ser apresentada sempre em seu texto total e traduzida para a língua portuguesa.2 Apresentação do procedimento para avaliação junto ao CBMMG Conforme seções 5. c) se o responsável técnico fizer uso de norma estrangeira. o) nas atualizações ou substituições realizadas em projetos aprovados.1.4.1.1. l) o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve orientar o interessado para cumprimento das disposições do Decreto Estadual de Regulamentação de Lei de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.2. o interessado poderá solicitar recurso em primeiro. detecção e alarme de incêndio.1.1. ao proprietário ou responsável pelo uso. os sistemas de proteção instalados em edificações terão validade para qualquer definição de qualquer exigência relativa a proteção contra incêndio e pânico.1. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve realizar a pesquisa pelo endereço.2. excetuando as alíneas g e i da seção 5. ao analista. deverá apresentá-la.5 Generalidades Para a apresentação de projeto técnico devem ser observadas as seguintes disposições gerais: a) cada medida de segurança contra incêndio deve ser dimensionada conforme o critério existente em uma única norma.3.5. 5.1.2 Qualquer pessoa munida dos documentos préestabelecidos pode protocolar a solicitação de vistoria da edificação e área de risco.3. com base em legislação municipal.200 m2 e altura inferior a 12 metros. Nota: O projeto técnico com as medidas de segurança contra incêndio e pânico deverá atender aos parâmetros estabelecidos no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais e nas Instruções Técnicas.2 e/ou 5. o qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes. proprietário ou responsável pelo uso.4.2.2. 5. poderá ser atualizado ou substituído com base nas exigências da tabela 8 A do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2. dispensando símbolos e brasões neles contidos. m) nos casos de extravio de protocolo de análise.6 Podem ser apresentadas cópias dos documentos especificados nos itens especificados em 5. deve-se seguir a legislação pertinente. desde que a edificação atenda aos seguintes requisitos: 1) mesmo uso/ocupação da tabela 8 A.

1 deve implicar na apresentação de novo Projeto técnico.2.1. 5. desde que não interfiram na cobertura dos sistemas originalmente previstos no Projeto técnico.5. desde que o projeto atenda os requisitos da IT 33 .2. 5.1.2. 5. 5.4 Nos casos de Projeto técnico regidos por legislação anterior ao Decreto 44.2 Durante a vistoria 5. 5. segundo critérios de conveniência e oportunidade. após aprovação junto ao chefe da vistoria. modificação. .2.2.10 Quando houver a discordância do interessado em relação ao relatório emitido durante vistoria.1. quando constatado em vistoria que os equipamentos instalados conforme o Projeto técnico.2. desde que atendam aos critérios de risco isolado previstos na IT 05 .2 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 5. segundo e terceiro grau nos termos do item 5.2.1. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve declinar do princípio da cronologia.2. liberar ou notificar pequenas variações entre o processo e a execução. quando constatado em vistoria a existência de sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio instalados na edificação que não estejam previstos no Projeto técnico original e que seja possível avaliar no local. sempre que possível.2.2.Evento Temporário. 5.1. caso não atenda às condições previstas na legislação vigente à época. na entrada da edificação e áreas de risco. 5.12 Devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação. A liberação somente ocorrerá. o qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes.2. substituição ou cassação da aprovação/liberação. 5. 5. o interessado deve apresentar na seção de protocolo o último relatório de vistoria (original ou cópia) emitida pelo vistoriador. 5.7 Deve ser recolhido a taxa de segurança pública (TSP) junto a instituição bancária autorizada. o interessado deve esclarecer posteriormente por meio de Formulário de Atendimento Técnico (FAT) a proteção adotada para avaliação no Serviço de Segurança Contra Incêndio.5 No caso do item 5.2.2. 5. e não previstos no Projeto técnico.4. 5.2.3 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 5.1.2. 5.7 Quando constatado em vistoria que o Projeto técnico possui alguma irregularidade passível de cassação.2. deve ser substituído.10 É permitida a vistoria para áreas parcialmente construídas. 5.2.6 O Projeto técnico que for substituído por iniciativa do interessado somente para regularizar em planta as medidas de segurança contra incêndio que não constavam no Projeto Técnico anterior. deve ser emitido o Auto de Vistoria mediante a apresentação de termo de compromisso do proprietário. que deve ser deixado pelo vistoriador na edificação e áreas de risco com o acompanhante mediante recibo. este poderá apresentar.2.2.7. o vistoriador deverá encaminhar o Projeto técnico para o Serviço de Segurança Contra Incêndio.2.2. desde que estas variações não ensejam motivos para atualização. sempre que possível.2.2.1.1.270.2. Estes equipamentos deverão seguir os parâmetros previstos em normas. será correspondente a área solicitada.2.2. 5.2. exceto se não estiver cumprindo as normas em vigor.14 Deve ser observada pelo Serviço de Segurança contra incêndio a ordem cronológica do número seqüencial de entrada para a realização da vistoria.2. No caso de liberação. ao vistoriador. 5. conforme anexo L. deve implicar na atualização do Projeto técnico.2. o interessado poderá solicitar recurso em primeiro.7.11 Quando um Projeto técnico englobar várias edificações que atendam aos critérios de risco isolado e que possuam sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio instalados e independentes. que atendam às exigências de segurança contra incêndio vigente à época.2.8 Para a solicitação de vistoria de área parcialmente construída. especificando a área a ser vistoriada.2. para apresentação de novo Projeto Técnico atualizado de acordo com as exigências previstas na legislação à época da aprovação do Projeto. pedido de reconsideração de ato devidamente fundamentado.2.2. o relatório de vistoria com os itens verificados e um termo de autorização assinado pelo chefe da vistoria e vistoriador deverá ser anexado ao projeto técnico.1. após dois anos. 5.13 Em local de reunião de público.1 O responsável pela edificação a ser vistoriada deve prover de pessoa habilitada com conhecimento do funcionamento dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios para que possa manuseá-los.13 Após o pagamento da respectiva TSP.8 Cópia da irregularidade ou a aprovação da vistoria deve ser anotada no relatório de vistoria.11 Indeferido o pedido de reconsideração de ato.2. onde deverá ser submetido a reanálise.14 O vistoriador tem discricionariedade para. não atendem as exigências de segurança contra incêndio vigentes à época.2. de acordo com a área especificada no Projeto técnico a ser vistoriado. deve ser encaminhado ao Serviço de Segurança Contra Incêndio o Formulário para Atendimento Técnico. o CBMMG deve fornecer um protocolo de acompanhamento da vistoria que contenha um número seqüencial de entrada.2. por meio de Formulário de Atendimento Técnico. será permitida a vistoria para áreas parciais desde que haja condição de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros e as respectivas guarnições. 5. o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter. Neste caso não será emitido o Auto de Vistoria até o atendimento dos itens pendentes.1.2. O não cumprimento deste termo ensejará a não emissão de novo AVCB.9 O pagamento da TSP para área parcialmente construída.2. uma placa indicativa contendo a lotação máxima permitida.1. deve ser emitido o relatório de vistoria ao interessado notificando as irregularidades.12 Os sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios e pânico instalados na edificação.2. 5.10 desta IT. quando da realização da vistoria. 5.Separação entre edificações. Neste caso não será emitido o Auto de Vistoria. podem ser aceitos como sistemas adicionais de segurança.2. se não for possível avaliar no local da vistoria a interferência do sistema de proteção adicional. e realizar a vistoria do Projeto técnico para Instalações e Ocupações Temporárias e do Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente no menor prazo possível.9 Quando ocorrer à necessidade de nova vistoria na edificação ou área de risco devido às irregularidades constatadas em vistoria anterior.1. porém. 5.

5.2.1 e 5.2 O responsável técnico que deve ter seu nome incluso no Auto de Vistoria. será aplicada na primeira vistoria. c) interdição. 5. Deverá ser recolhida a TSP para segunda via.3.3. 5.2.2. 5. dentro do mesmo Projeto Técnico. será aplicada multa de 80.3. 5.2.2. respeitando a complexidade da medida de segurança. onde o respectivo serviço de segurança contra incêndio deve emitir a fotocópia com a autenticação do CBMMG. desde que não seja caracterizada situação de nível IV ou Risco Iminente de Incêndio ou Pânico devidamente fundamentado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico.3 Verificado que o proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação e área de risco não tomou as providências necessárias para a reparação das irregularidades. 5. deve ser instaurado o procedimento administrativo pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.4.3. 5.2 Multa 5. Neste caso.3 Após a primeira multa os períodos previstos para a aplicação de novas multas por reincidência deverão ser de no mínimo 30 dias.3.2.2.3. o responsável técnico.3. informando a cassação do AVCB. quando houver necessidade de nova remição por mudança de dados apresentados erroneamente pelo interessado.3. 5.8 O AVCB somente pode ser emitido para edificação e área de risco que tenha todas as medidas de segurança contra incêndio e pânico instaladas e em funcionamento.3. 5.2.2 Persistindo a infração.1 Advertência escrita A advertência escrita em forma de notificação.5. para a cassação do AVCB. deve o proprietário ou responsável pelo uso encaminhar solicitação por escrito ou FAT ao Serviço de Segurança Contra Incêndio.3 Quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndios existentes na edificação e área de risco.1 Após a realização da vistoria na edificação e área de risco e aprovação pelo vistoriador. de acordo com o Projeto técnico aprovado.3.4 A retirada do AVCB no protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio só é permitida com a apresentação do respectivo protocolo de vistoria.3. podem ser emitidos os AVCB para as respectivas áreas.2.3. esclarecendo o fato ocorrido. que ensejará em interdição do estabelecimento ou área de risco.3.3.2. 5. será o profissional que se responsabilizou pela emissão da ART de instalação das medidas de segurança contra incêndio. repetindo-se o valor da segunda reincidência na terceira. nova multa será aplicada na primeira reincidência e assim sucessivamente. 5.2.1 Sessenta dias.3.3. A inobservância do disposto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2.3 Emissão do Auto de Vistoria do CBMMG 5.6 A via original do AVCB deve ser devolvida ao Serviço de Segurança Contra Incêndio. e havendo uma quarta reincidência a edificação terá o AVCB cassado. 5.3.3 Cassação do Auto de Vistoria do CBMMG A cassação será aplicada quando constatada pelo CBMMG sua ilegitimidade ou ilegalidade e pelo reiterado descumprimento das notificações.2.3.10 Quando houver edificação e áreas de risco onde seja solicitado a emissão de AVCB para áreas construídas e endereços distintos. conforme previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. de forma a permitir que o responsável tenha tempo para corrigir as irregularidades.9216 UFEMG (Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais).3.4 A multa será dobrada na primeira reincidência. seguido do termo “e outros”. o solicitante deve recolher a TSP para emissão de novo AVCB. 5. e multiplicada por três na segunda. conforme especificado no item 5. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito ou Formulário para Atendimento Técnico (FAT) ao Serviço de Segurança Contra Incêndio. 5.2.9 Após emissão do AVCB para a edificação e áreas de risco o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter o AVCB original ou cópia na entrada da edificação e áreas de risco em local visível ao público. conforme especificado nos itens 5. . obedecida à ordem alfabética.2.3. 5.1 Quando constatado pelo CBMMG que ocorreram alterações prejudiciais nas medidas de segurança contra incêndio e pânico da edificação ou área de risco.0645 a 2.5 Nos casos de extravio do protocolo da vistoria.2. 5. que possua AVCB e procedido à advertência e multas.7 Nos casos de extravio da primeira via do AVCB. b) multa. após a formalização da advertência escrita.3.3. 5.3. deve ser emitido pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.11 Os AVCB devem ser emitidos especificando a área total aprovada no Projeto Técnico e a área parcial referente à subdivisão requerida. persistindo a conduta infracional.401.4 O proprietário ou responsável pelo uso poderá recorrer do ato de cassação por meio de recurso junto ao Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros. o serviço de segurança contra incêndio deve emitir ofício ao interessado.3 Da multa e interdição dos estabelecimentos. esclarecendo o motivo do pedido. 5. sujeita o infrator às sanções administrativas: a) advertência.3.2.3.2 Para a avaliação da irregularidade constatada na instalação ou funcionamento da medida de segurança contra incêndio e pânico deve ser levado em consideração à possibilidade da reparação imediata e ininterrupta pelo proprietário ou responsável pelo uso.2.3.3. 5. o respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). constatado o descumprimento das medidas de segurança contra incêndio e pânico previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais ou norma técnica regulamentar.3. 5. apenas é incluído no AVCB o nome de um profissional.3. 5.

5 Quando o retorno de vistoria for provocado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio. quando houver apenas um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas.6 Disposições gerais da vistoria 5.3. sinalização de emergência e compartimentação horizontal e vertical e outros).6. não deve ser recolhida nova TSP. 5. NOTA . b) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de utilização de gases inflamáveis. 5. 5. 5. 5.9 Atestado de abrangência do grupo motogerador (GMG) Documento que contém informações sobre a abrangência.7 Atestado de brigada contra Incêndio Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teóricos e práticos de prevenção combate a incêndio e pânico.4.1.3.6 A Prefeitura e o Ministério Público devem ser informados por ofício sobre o ato de cassação do AVCB. deverá ser paga a TSP equivalente à área a ser vistoriada.3 O pagamento da TSP de vistoria dá direito a realização de uma vistoria. 5. Plano estabelecido em função dos riscos da edificação e áreas de risco para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência. com o comprovante do pagamento da TSP referente ao serviço de vistoria.5 Prazos de auto de vistoria 5.4 O prazo máximo para realização de vistoria pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio é de 15 (quinze) dias úteis. iluminação de emergência.10 Memorial de Segurança contra Incêndio das Estruturas Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos revestimentos das estruturas contra ação do calor e outros conforme IT 06. c) de instalação e/ou manutenção do grupo moto gerador. 5.4.4. não podendo ultrapassar o prazo máximo de 6 (seis) meses. 5. h) de instalação e/ou manutenção do sistema de detecção de incêndio. extintores.8 Plano de intervenção de incêndio (quando da renovação do AVCB).5.1 O AVCB tem validade de 02 anos.4.Fica dispensada a apresentação de ART de instalação de extintores.3. g) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de chuveiros automáticos.6.6 Podem ser emitidas várias ART desmembradas com as respectivas responsabilidades por medidas específicas.6.3 A ART de instalação é exigida quando da solicitação da primeira vistoria da edificação e áreas de risco. devendo ser apresentada no ato da vistoria nota fiscal dos extintores de empresas devidamente credenciadas no CBMMG.4. d) de instalação e/ou manutenção do sistema de pressurização da escada de segurança. j) de instalação e/ou manutenção do emprego de material de acabamento e revestimento k) outros.4 A ART de manutenção é exigida durante fiscalização do Corpo de Bombeiros.2 O interessado deve comparecer na Unidade do CBMMG com atribuição no município onde se localiza a edificação. alarme de incêndio. 5. 5. f) de inspeção e/ou manutenção de vasos sob pressão. devem ser encaminhadas por meio de Formulário para Atendimento Técnico juntamente com cópias de documentos autenticadas que comprovem o teor da solicitação. após a conclusão do procedimento. 5. 5. i) de instalação e/ou manutenção do sistema de controle de fumaça.6. 5.4. Anotação de Responsabilidade Técnica: a) de instalação e/ou de manutenção das medidas de segurança contra incêndio e pânico (hidrantes e mangotinhos. quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas.5 Pode ser emitida uma única ART.4. 5. o prazo de validade do AVCB deverá ser para o período da realização do evento.6.4 Documentos necessários para a solicitação de vistoria de acordo com o risco e/ou medida de segurança existente na edificação e áreas de risco 5.6.4.4 Interdição A pena de interdição será aplicada sempre que houver situação de nível de segurança IV e/ou risco iminente devidamente fundamentado.4.3. desde que a edificação e área de risco permaneça com as medidas de proteção contra incêndio e pânico previstas no projeto em condições de utilização e manutenção adequadas.6 O proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação ou área de risco é responsável pela manutenção .3. mediante recolhimento da respectiva TSP.4. saídas de emergência. Caso sejam constatadas irregularidades pelo vistoriador.5 O CBMMG deve providenciar a cassação do AVCB.2 A Anotação de Responsabilidade Técnica deve ser emitida para os serviços específicos de instalação e/ou manutenção das medidas de segurança contra incêndio previstas na edificação e áreas de risco. 5. 5. 5. 5.5. e só deve ser válido para o endereço onde foi efetuada a vistoria.5.1 As alterações de dados referentes ao Projeto técnico de proteção contra incêndios que não impliquem na substituição. autonomia e automatização. e) de instalação e/ou manutenção do revestimento dos elementos estruturais protegidos contra o fogo. 5.2 Para Projeto técnico de Instalação e Ocupação Temporária e Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente. disponibilizando o acesso às informações referente ao processo aos interessados. 5.

ou a autoridade solicitante tenha competência para impor aos proprietários de edificações privadas e públicas a vistoria. atendendo à Lei que regulamenta a TSP.6. que trata da consolidação da legislação tributária do Estado de Minas Gerais. 3) utilização de novos sistemas construtivos ou de novos conceitos de sistemas de segurança contra incêndios.6.7. o proprietário.7. respeitando a ordem cronológica de entrada do pedido. endereço e telefone do órgão solicitante.3 O acionamento do Corpo Técnico para as questões especificadas no item 5. contendo endereço da edificação.7. seu procurador ou o responsável técnico. 5. Chefe do Estado-Maior e do Diretor de Atividades Técnicas. ou. 5.7.1 Apresentação A solicitação de vistoria pode ser feita via ofício com timbre do órgão público. bem como para solucionar os casos especiais.2 O Corpo Técnico poderá ser utilizado nas fases de análise.2 O interessado quando do preenchimento do Formulário para Atendimento Técnico deve propor questão específica sobre aplicação da legislação.7. b) analisar. b) para solicitação de retificação de dados do Projeto técnico de segurança contra incêndio. 5. ficando vedado perguntas genéricas que deixem a cargo do Serviço de Segurança Contra Incêndio a busca da solução específica.8 Solicitação de vistoria por autoridade pública 5. o interessado fica isento do pagamento da TSP.3 Apresentação 5.5 Prazo do FAT A contar da data do protocolo.4 Competência Podem fazer uso do presente instrumento.8.7.7. 5.9. 5. e) para atualização de Projeto técnico. que altera a Lei 6. 5.3 A dispensa do pagamento da respectiva TSP está descrita e definida na lei Estadual 14.763 de 26 de dezembro de 1975. c) estudo preliminar como forma de garantir ao interessado a manutenção de exigências de futuro Projeto técnico.9.9. 4) casos em que o Serviço de Segurança Contra Incêndio e pânico não possua os instrumentos adequados para a avaliação em análise e/ou vistoria. vistoria.1 será de competência do Comandante Geral. a exemplo de: 1) solicitação de isenção de sistemas de segurança contra incêndios.1 O Formulário para Atendimento Técnico deverá ser utilizado nos seguintes casos: a) para solicitação de substituição e retificação do AVCB.6. inclusive recursos ou quando da necessidade nas decisões de assuntos relacionados aos sistemas e medidas de segurança contra incêndio e pânico.3. 5.2 Somente devem ser aceitos formulários preenchidos por meios digitais ou datilografados. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve responder no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis. f) outras situações a critério do Serviço de Segurança Contra Incêndio. podendo ser acionado para: a) propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP).7 Formulário para atendimento técnico dezembro de 2003.938 de 29 de .6 Taxa de Segurança Pública (TSP) 5. 5. motivação do pedido e identificação do funcionário público signatário. 2) utilização de normas internacionais. d) para pedido de reconsideração de ato praticado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio (Notificações de análises e vistoria). 5. conforme Lei que regulamenta o ato. 5. a administração deve responder nos prazos legais das requisições e as demais solicitações em 15 (quinze) dias úteis.7.7. e.7. 5. avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas no regulamento de incêndio.2 A TSP deve ser recolhida através dos bancos e conta corrente indicados pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio com atribuições no município onde está localizada a edificação (ou meios eletrônicos que permitam prova inequívoca do pagamento). legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico.7. A solicitação de vistoria por autoridade pública só pode ser realizada nos casos em que o interessado pela vistoria seja o responsável pelas edificações ou área de risco da administração pública.1 A solicitação do interessado pode ser feita no modelo do anexo F ou modelo semelhante confeccionado com recursos da informática e pode ser acompanhado de documentos que elucidem a dúvida ou comprovem os argumentos apresentados.1 É um grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG. 5.3. 5.9 Corpo Técnico 5. 5.9.2 Prazo de solicitação de vistoria por autoridade pública A contar da data de entrada do ofício no Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG. em três vias.8. 5.e funcionamento dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio sob pena de cassação do AVCB.1 Quando o motivo da apresentação do Formulário for provocado pela administração do Serviço de Segurança Contra Incêndio. c) para tirar dúvidas quanto a procedimentos administrativos e técnicos.

5. responsável pelo uso ou responsável técnico. contados do seu recebimento.2 caberá interposição de recurso ao Comandante de Pelotão.7 Comissões para análise de recursos 5.10. o responsável pelo uso ou responsável técnico poderá apresentar pedido de reconsideração do ato. do ato administrativo praticado pelo CBMMG. a comissão será composta pelo Sub Comandante da Fração e dois sub tenente/Sargento do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico.10. na ausência de oficiais. 5. o proprietário.6 Os recursos serão interpostos.10.4 A comissão para análise de recurso em segundo grau será composta por três oficiais do Corpo Técnico. 5. caberá recurso ao Comandante Geral do CBMMG.1 A comissão para análise de recurso será composta por oficiais do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico para análise de recursos em primeiro e segundo grau. 5. pelo proprietário. 5.10.4.3 Do indeferimento do pedido de reconsideração previsto no 5. sendo um oficial intermediário e dois oficiais subalternos. 5. Companhia ou Batalhão de Bombeiros Militar. Recebido o parecer .10.10.10 Da reconsideração administrativos de ato e recursos do CCPCIP o Comandante-Geral decidirá em até quinze dias úteis.7.CCPCIP.2 A comissão de recurso em primeiro grau será composta por três oficiais do Batalhão de Bombeiros e Companhias Independentes.10.5 Do indeferimento. 5. sendo um oficial intermediário e dois oficiais subalternos. cuja decisão deverá ser proferida dentro do prazo de quinze dias úteis.10. no caso de indeferimento do recurso previsto em 5.10. cuja decisão deverá proferida no prazo de quinze dias úteis.1 Quando houver discordância do ato administrativo praticado pelo CBMMG.10.10. que deverá convocar o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado .7.5. 5.7. previsto em 5.10.7.10. 5.4 Caberá recurso ao Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG.3. 5. a qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes. contados do seu recebimento.10.3 Nas Companhias e Pelotões de Bombeiros destacados. para analisar e emitir parecer no prazo de trinta dias. no prazo de quinze dias a contar do conhecimento.2 O pedido de reconsideração será dirigido à autoridade que praticou o ato e protocolado no órgão a que esta pertencer.

Existente: Ocupação: Em ___/___/__ _ Em ___/___/__ _ Em ___/___/__ _ Em Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Nome: Nome: Nome: Nome: Vistoriador: data ___/___/____ Parecer CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Bairro: Proprietário ou responsável p/ uso: Técnico Responsável: CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE GERAIS ___/___/__ Assinatura: _ Aprovado em ____/____/______ Assinatura: Assinatura: Assinatura: Vistoriador: data ___/___/____ Parecer m 2 Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Projeto N. NOTIFICAÇÃO RETIRADA DO PROJETO Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Áreas . Seç de Análise RG: RG: RG: RG: Em ___/___/____ Ch S Vistoria: Fone: Fone: Fone: Fone: UF: Retirado por: Ass. Compl. m2 CREA: RG: Fone: Protocolo nº AVCB nº Em ___/___/____ Ch S Vistoria: Total : Retirado por: Ass. m2 RG: Fone: .Rua: VISTORIAS APROV.º Município: Retirado por: Ass.º Protocolista Vistoriador: data ___/___/____ Parecer A construir: Analista AVCB ANEXO A .: RG: Fone: Fone: Fone: Protocolo nº AVCB nº Ch.FRENTE ANEXO A – VERSO Protocolo nº AVCB nº Em ____/____/________ Em ___/___/____ Ch S Vistoria n.

..ANEXO B CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS FORMULARIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DE PROJETO TÉCNICO 1. outros): 3. Analista: Alarme de incêndio Sinalização de emergência Extintores Hidrantes e/ou mangotinhos Chuveiros automáticos Resfriamento Espuma Sistema fixo de gases limpos e dióxido de carbono (CO2) Plano de intervenção de incêndio (*) Escada pressurizada Controle de fumaça Outros(especificar) Fogos de artifício Vaso sob pressão (caldeira) Outros (especificar) Ass. m3 RTI de HI m3 RTI de SPK m3 5. /uso: Ass. RISCOS ESPECIAIS Armazenamento de líquidos inflamáveis/combustíveis Gás Liquefeito de Petróleo Armazenamento de produtos perigosos Ass.º e ano)__________/_______ Uso.º de pav. . MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Acesso de viatura do Corpo de Bombeiros Separação entre edificações Segurança estrutural nas edificações Compartimentação horizontal Compartimentação vertical Saídas de emergência Elevador de emergência Gerenciamento de risco de incêndio Brigada de incêndio Iluminação de emergência Detecção de incêndio Controle de materiais de acabamento 6..: Carga Incêndio Baixa Média Alta Estrutura portante (concreto. FORMA DE APRESENTAÇÃO PROTOCOLO (uso do CBMMG) Projeto técnico Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária Projeto técnico para Ocupação Temporária em Edificação Permanente 4. do Proprietário/Resp.. Ch.º do Processo anterior: ___________/________ Decreto Adotado (n. Divisão e Descrição: Área existente: a construir: Total Altura da edificação: N. madeira. aço. Complemento:: : Lote Quarteirão Bairro: Município UF Proprietário: Responsável pelo uso: : Fone Responsável Técnico: CREA Fone N. aço. outros): Estrutura de sustentação da cobertura (concreto. IDENTIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO E/OU ÁREA DE RISCO Logradouro Público: N. do Responsável Técnico: Ass. madeira. RESERVA D’ÁGUA Reservatório ( ) Elevado Reserva de Consumo: ( ) subterrâneo . S.º. Análise: *Apresentar quando da renovação de AVCB.

1:750 Assunto: Ocupação: PLANTA DE RISCO PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Local: Proprietário: Resp. T= t érreo. Técnico Projeto Completo Esc.E OCIAL + 2 Vaso sob pressão (caldeira) Ent rada para o CB Combat e a Incêndio ED.0 0 Hidrant e público de coluna Hidrant e público subt errâneo Reserva de incêndio C PRO DUÇ DES ÃO ENV OLV IMEN 1 -E TO + 2 OR EC E D ADMINISTRAÇÃO 1.9 0 min Parede Cort a-fogo . Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . 2 ED. 0 5 DEPÓSITO X-T-Y (X = paviment o abaixo do t érreo. . 3 PRODUÇÃO E+ 3 ED.1 2 0 min Paredes de compart iment ação Regist ro de recalque ED. 6 Escada c/resist ência 9 0 min Cent ral Predial de GLP ESTACIONAMENTO GELADOS ED. 01 1 0 .E + 4 RESID ÊNCIA AQ U CAN T ÁREA INA S 1 . 4 TRANSPORTE DE MATERIAL E+ 3 ED.0 0 Parede Cort a-fogo .ANEXO "C" 1 0 . Y= paviment o acima do t érreo) PLANTA DE RISCO DE INCÊNDIO (IMPLANTAÇÃO) Folha 1/1 Proprietário Resp.

Gaveta V.ANEXO "D" .FL 01/05 INFORMAÇÕES SOBRE OS SISTEMAS LEGENDA Reserva de Incêndio R. Técnico Folha 1/5 Projeto Completo Esc.1:250 Assunto: PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Ocupação: INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Local: Proprietário: Resp. Retenção V. . Gaveta BOMBA DE INCÊNDIO H2 Proprietário Resp. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . Retenção OBSERVAÇÃO: H1 R. Gaveta R. Gaveta R.

Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .1:125 Assunto: PROJETO TÉCN ICO DE PROTEÇÃ O CONTRA INCÊNDIO Ocupação: Local: PAV.A A Proprietário Resp. Técnico B Folha 2/5 Projeto Completo Esc. . TÉRREO Proprietário: Resp.

FL. TIPO (1 ao 9 andar) Assunto: PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃ O CONTRA INCÊNDIO Ocupação: Local: Proprietário: Resp. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . Técnico Projeto Completo Esc. 03/05 A A Proprietário Folha 3/5 Resp.1:125 PAV. .B ANEXO "D" .

ANEXO "D" . Técnico Projeto Completo Esc.1:125 Assunto: PROJETO TÉCN ICO DE PROTEÇÃO CON TRA INCÊNDIO Ocupação: Local: COBERTURA Proprietário: Resp. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .FL. 04/05 Proprietário Folha 4/5 Resp. .

Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . 5/5 Proprietário Resp.FL. . Técnico CORTE A-A CORTE B-B Folha 5/5 Projeto Completo Esc.ANEXO "D" .1:250 Assunto: Ocupação: Local: CORTES PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Proprietário: Resp.

do Técnico Responsável _________________________________ Ass.º DO PROCESSO: e-mail: 2. do Proprietário ou Resp. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES 6. IDENTIFICAÇÃO EMPRESA: ATIVIDADE INDUSTRIAL: ENDEREÇO: MUNICÍPIO: N.: pode ser anexado também o fluxograma de produção) 5. p/uso . MATÉRIA(S)-PRIMA(S) UTILIZADA(S) 3. PROCESSO INDUSTRIAL (Obs. ESPECIFICAR QUANTIDADE DO PROCESSO DE LÍQUIDOS E GASES INFLAMÁVEIS ____________________________ Ass.ANEXO “ E “ CORPO DE BOMBEIROS MEMORIAL INDUSTRIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 1. PRODUTO(S) ACABADO(S) 4.

ANEXO F CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS FORMULÁRIO PARA ATENDIMENTO TÉCNICO DATA: ___/___/___ Solicitante: Proprietário Finalidade da Consulta: Resp. pelo uso Procurador Nº: Resp. Técnico INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO. INSTALAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Endereço: Área (m2): Projeto técnico nº: Altura (m): Ocupação: Vistoria nº: ______________________________________ Nome: Assinatura RG/CREA .

Atesto para os devidos fins que as pessoas abaixo relacionadas participaram com bom aproveitamento do treinamento de "Brigada de Incêndio" ministrado na Edificação localizada na __________________ nº _____ – Bairro ___________ – Município de ___________ -MG e estão aptas ao manuseio dos equipamentos de prevenção e combate a incêndio da edificação: NOME RG _______________________ . NOME COMPLETO Qualificação Profissional Registro Nº 00000 Só é válido com a comprovação da capacitação técnica do signatário (anexar cópia da credencial) . de_______________ de 20 . __.

no bairro . funcionários da (empresa) .ANEXO G ATESTADO DE FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO Atesto. Tendo concluído com aproveitamento o curso e estando aptas para operarem os sistemas e equipamentos de proteção e combate a incêndios instalados na edificação: NOME RG _______________________ . na cidade de . participaram do curso de treinamento de Brigadistas com ____ horas aulas realizado na Escola de Treinamento de Brigadas de Incêndio do CBMMG. de_______________ de 20 . no período de ___/_____/200_ a ___/___/200_. que as pessoas abaixo relacionadas. __. ________________________________ Assinatura do CBMMG . nº . para os devidos fins. situada à Rua/Av .

p/uso: Área (m2): Altura (m): Projeto técnico____________________ nº: Documento de referência: Recurso ao DAT ( ) INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO. quando for o caso). p/uso Assinatura do Responsável Técnico . INSTALAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Ocupação: Vistoria nº: Pedido: Motivo do pedido: (incluir fundamentação legal. Local: Data: Assinatura do proprietário/Resp.ANEXO H CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS MODELO DE REQUERIMENTO EM GRAU DE RECURSO Solicitante: Recurso à Unidade/fração ( ) Endereço: Proprietário/Resp.

ANEXO”I” CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS PEDIDO DE VISTORIA Projeto nº Endereço Vistoria Proprietário Responsável pelo uso Responsável Técnico Telefone de contato ( ) parcial1 ( ) final Área Taxa Data Atendente 1 – necessário apresentação do FAT .

TEXTIL I INDUSTRIAL I-2 CARGA DE INCENDIO – IT 09 OCUPAÇÃO/USO DESCRIÇÃO DIVISÃO CARGA DE INCENDIO EM MJ/M² I TEXTIL EM GERAL I-2 700 MJ/M² CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E AREAS DE RISCO QUANTO A CARGA DE INCENDIO RISCO CARGA DE INCENDIO MJ/M² MEDIO 700 MJ/M² . 30m ESGUICHOS REGULAVEIS – IT 17 SINALIZAÇÃO DE EMERGENCIA CONFORME IT 15 BRIGADA DE INCÊNDIO CONFORME IT 12 CLASSIFICAÇÃO GRUPO OCUPAÇÃO DIVISÃO DESCRIÇÃO TEXTIL EM GERAL EXEMPLOS ATULAMENTE IND.2A PÓ QUIMICO SECO BC – 20 B:C GAS CARBONICO BC – 5 B:C ILUMINAÇÃO DE EMERGENCIA CONFORME IT 13 ALARME E DETECÇÃO CONFORME IT 14 HIDRANTES TUBULAÇAO 63/100/150mm FERRO GALVANIZADO HIDRANTES – MANG. 38mm – COMPR. 16 AGUA PRESSURIZADA .ANEXO “J” EXTINTORES IT.

ANEXO “K ” CORPO DE BOMBEIROS MILITARDE MINAS GERAIS FORMULÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PARA PTS 1. outros): 3. divisão e descrição: Nº Município: e-mail: e-mail: A construir: m n.: Ocupação do subsolo: Total: Complemento: UF: MG Fone: ( ) Fone: ( ) Carga Incêndio (MJ/m²): 2. MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Sinalização de emergência Controle de materiais de acabamento Saídas de emergência Iluminação de emergência Extintores 5. aço. aço. madeira. IDENTIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO E/OU ÁREA DE RISCO Logradouro Público: Bairro: Proprietário: Responsável pelo uso: Áreas(m²) Existente : Detalhes : Altura: Uso. madeira. RISCOS ESPECIAIS Armazenamento de líquidos inflamáveis/combustíveis Gás Liqüefeito de Petróleo Armazenamento de produtos perigosos ______________________________________ Ass: Proprietário ou Responsável pelo uso ______________________________________ Ass: Responsável Técnico Fogos de artifício Vaso sob pressão (caldeira) Outros (especificar) _________________________________ Ass: Vistoriador do Corpo de Bombeiros _________________________________ Ass:Chefe da Seção de Vistoria .º de pav. outros): Estrutura de sustentação da cobertura (concreto. ELEMENTOS ESTRUTURAIS Estrutura portante (concreto. FORMA DE APRESENTAÇÃO Protocolo (uso do Corpo de Bombeiros) Projeto Técnico Simplificado 4.

Comprometo-me a substituir o atual Projeto Técnico acima descrito.município de __________________ -MG.2. a edificação situada na ____________________________ nº . nos moldes previstos na IT 01 . prevendo as medidas de segurança contra incêndio exigidas. que possui Projeto Técnico aprovado nesse Corpo de Bombeiros sob o nº ___________. de acordo com o previsto no item 5. da IT 01. ____________.2. bairro _________________ . ora desatualizado devido a não previsão em planta das medidas de segurança contra incêndio exigidas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Procedimentos Administrativos.ANEXO “L” TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO Visando a concessão do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros da CBMMG.4. ____ de ______________ de 200__. ________________________________ Nome: Endereço: Proprietário/Responsável legal pelo imóvel .

______________________________________________Registrado no CREA sob o nº __________________. atesto que o Grupo Motogerador existente na edificação situada na __________________________________________________________________. tendo as seguintes características: Motor ( marca e modelo): Potência: Tensão: Tipo de acionamento: Combustível: Capacidade do Tanque: Autonomia: Abrangência: Local: Data: _____________________________________ Assinatura do Responsável Técnico Nº da ART: . visando a concessão do Auto de Vistoria do CBMMG. encontra-se instalado de acordo com as exigência da NBR 10898/99.ANEXO “M” CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS ATESTADO DE ABRANGÊNCIA DO GRUPO MOTOGERADOR Eu.

Técnico CREA nº . Tempo de Resistência Requerido ao Fogo (TRRF): Exemplo: • As estruturas principais terão TRRF de 90 min para colunas.. da Instrução Técnica n° 06. • As vigas secundárias terão TRRF de 60 min.ANEXO “N” MEMORIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS Nome da Empresa. Os ensaios de resistência ao fogo adotado foram o Relatório (IPT nº. • Observações: _______________________________________________ ISENÇÕES OU REDUÇÕES DE TRRF Exemplos: (Não foi adotada nenhuma condição para redução ou isenção de TRRF na presente edificação. métodos analíticos etc e norma(s)] .. vigas etc). com os seguintes TRRF: ____________________________________. • As compartimentações. e especificar se é para pilares.7 da IT-06.) existentes na edificação em referência encontramse instalados em conformidade com as informações abaixo. [descrever a metodologia. tudo conforme IT 06).... DETERMINAÇÃO DO TEMPO REQUERIDO DE RESISTÊNCIA AO FOGO (TRRF) CRITÉRIOS PARA DETERMINAÇÃO DO TRRF: para a definição dos TRRF’s foi adotada (por exemplo: Tabela A da Instrução Técnica n° 06. contraventamentos e vigas principais conforme Tabela A.. Ou Isenção dos perfis confinados em área fria. atesta que os SISTEMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS (metálicas-de concreto-de maderia.. conforme Anexo A. de acordo com os procedimentos da Norma . As espessuras foram calculadas com base nos ensaios laboratoriais acima mencionados. conforme o item “5.18 da Instrução Técnica n° 06 do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. atendendo o disposto no item 5. MATERIAIS DE PROTEÇÃO CONTRA FOGO E RESPECTIVAS ESPESSURAS DE PROTEÇÃO [citar cartas de cobertura adotadas] Materiais Utilizados: (citar todos materiais utilizados na proteção) Espessuras Adotadas: (vide Tabela em anexo x carta de cobertura)... Ou isenção de TRRF para os pilares externos protegidos por alvenaria cega. seja por ensaios. visando a concessão do Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros. Grupo D. cartas de coberturas. conforme folhas..). ou UL nº etc – citar os ensaios. Tudo conforme item 5.. registrada no CREA sob n° ______________. Edificação: Logradouro Público/n°: Responsável pelo Uso: Altura(s) da Edificação (m): Ocupação: Data: (Nome da Edificação) (Endereço) (nome) (altura) (Data) METODOLOGIA PARA SE ATINGIR OS TRRF DOS ELEMENTOS ESTRUTURAIS [citar norma(s) empregada(s)] A metodologia adotada foi.. selagens de shafts e divisórias entre unidades autônomas serão executadas conforme segue: _______________________________________... Classe P4 da Instrução Técnica n° 06. ou método do tempo equivalente ou outros devidamente comprovados. escadas de segurança. ____________________________________ Nome: Resp. Procedimentos” da referida Instrução Técnica.

IT – 02 TERMINOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Termos e Definições .

ISO 8421-3 . carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio. ISO 8421-6 . que acompanha o vistoriador.Evacuation and means of escape. ficando em local seguro. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44. embutido ou aparente. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as atividades de Segurança Contra Incêndio do CBMMG.5 Acompanhante: Pessoa com conhecimentos da operacionalidade dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios instalados na edificação. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.Strutural fire protection. Augusto de Lima. ISO 8421-1 General Terms and phenomena of fire. para alcançar a escada ou rampa.mg.Explosion detection and suppression means.mg.190-000 Site: www.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica padroniza os termos e definições utilizados no CBMMG. ISO 8421-7 .Terms specific to fire-fighting. executando os testes necessários na vistoria.130. 355 . 4 DEFINIÇÕES Para efeitos desta Instrução Técnica. ou qualquer parte da parede externa da edificação com índice de resistência ao fogo menor que o exigido para a face exposta da edificação.2 Abertura desprotegida: Porta.br Email: dat3@cbmmg.4 Acesso: Caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor. ISO 8421-5 .270. que tem como finalidade conduzir a água da Estação de Tratamento de Águas (ETA). destinado a armazenar mangueiras. NBR 13860/97 Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio. 4.6 Adutora: Canalização.Fire detection and alarm. . de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. ISO 8421-1 . passagens.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 02 TERMINOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. ISO 8421-4 .Fire extinction equipment.Bairro Centro CEP 30. 4.gov. ISO 8421-2 . 4.bombeiros.3 Abrigo de mangueiras: Compartimento. dotado de porta trinco e visor transparente. vestíbulos. até as redes de distribuição. varandas e terraços.gov. aplicam-se os seguintes termos e definições. é a retirada organizada e segura da população usuária de uma edificação conduzida à via pública ou espaço aberto exterior à edificação. Os acessos podem ser constituídos por corredores. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14. balcões. janela ou qualquer outra abertura não dotada de vedação com o exigido índice de proteção ao fogo. constituindo a rota de saída horizontal (rota de fuga). 4.General Terms and phenomena of fire. geralmente de grande diâmetro. 4. área de refúgio ou descarga para saída do recinto do evento. ISO 8421-8 . esguichos. rescul services and handling hazardous materials.1 Abandono de edificação: O mesmo que evacuação da edificação. 4.Smoke control.

localizado dentro dos limites do heliporto ou heliponto. 4. provocando o mínimo de submergência. Tipo III: Utiliza equipamentos que aplicam a espuma por meio de jatos que atingem a superfície do líquido em queda livre.11 Altura ascendente ou altura do subsolo da edificação: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga.1 m/s. 4. destinado a alertar as pessoas sobre a existência de um incêndio no risco protegido. ou pilotis. ou entre o nível do piso e o nível imediatamente superior. 4.30 Área de pouso e decolagem: Local do Heliponto ou Heliporto. podendo ser edificada ou aberta. 4. 4. com acesso à escada de emergência.21 Área a construir: Somatória da área em metros quadrados a serem construídas da edificação. próximo ao local de resgate de vítimas com uso de helicópteros para casos de impossibilidade de abandono da edificação pelas rotas de fuga previamente dimensionadas. mas que são projetados para reduzir a submergência e agitar a superfície do líquido. excluindo o ático. com dimensões definidas. 4.15 Análise preliminar de risco: Estudo prévio sobre a existência de riscos.13 Ampliação: Aumento da área construída da edificação. em geral com valores em torno de 0. 4. esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada. cadastrado no Comando Aéreo Regional respectivo. 4. onde o Helicóptero pousa e decola. sob a projeção do paramento externo da parede da edificação.8 Agente extintor: Produto utilizado para extinguir o fogo.12 Altura da edificação ou altura descendente: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (nível térreo. separado desta por porta corta-fogo e situado em helipontos ou heliportos elevados.23 Área da edificação: Somatória da área a construir e da área construída de uma edificação.34 Área de risco: Área onde haja possibilidade de ocorrência de um sinistro. 2º piso. acessado através das saídas de emergência de um setor ou setores.22 Área construída: Somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação.17 Anemômetro: Instrumento que realiza a medição da velocidade de gases. 4. 4. que pode ser usado. paredes.32 Área de refúgio para helipontos: Local ventilado. 4.33 Área de refúgio: Local seguro que é utilizado temporariamente pelo usuário. 4. treliça. . 4. parapeitos e vergas que não apresentam resistência ao fogo. 4. calculada a partir das paredes externas. pavimento superior da cobertura (duplex) e assemelhados. sobre piso.19 Antecâmara: Recinto que antecede a caixa da escada. 4. e pelas quais pode-se irradiar o incêndio. etc). que poderá ser utilizado para pousos e decolagens de Helicópteros. ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo). por dutos de entrada e saída de ar ou por ventilação forçada (pressurização).4. 4.10 Alarme de incêndio: Dispositivo de acionamento automático ou manual e desligamento manual. com ou sem acabamento ou em terreno natural. previamente delimitado. Possibilita realizar medições de valores baixos de velocidade.24 Área de aberturas na fachada de uma edificação: Superfície aberta nas fachadas (janelas. 4.20 Aplicação por espuma: Tipo I: utiliza aplicador que deposita a espuma suavemente na superfície do líquido. 4. 4. para pousos e decolagens de helicópteros mediante autorização prévia. elementos vazados – cobogó. casa de máquinas. desde que haja acesso dos usuários ao exterior da edificação). ao piso do último pavimento.16 Andar: Volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos. reservatórios d’água. Tipo II: Utiliza aplicadores que não depositam a espuma suavemente na superfície do líquido.18 Anemômetro de fio quente ou termo anemômetro: Tipo de anemômetro que opera associando o efeito de troca de calor convectiva no elemento sensor (fio quente) com a velocidade do ar que passa pelo mesmo.31 Área de pouso e decolagem ocasional (APDO): Local de dimensões definidas.29 Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros: Local construído sobre edificações.27 Área de estacionamento: Local destinado ao estacionamento de helicópteros. 4. 4. portas.26 Área de armazenamento: Aquela destinada à guarda de materiais. 4. com ventilação natural garantida por janela para o exterior. conforme o caso.28 Área do pavimento: Área em metro quadrado (m2). elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema. barriletes. 4. em caráter temporário. 4.7 Afastamento horizontal entre aberturas: Distância mínima entre as aberturas nas fachadas (parede externa) dos setores compartimentados. no processo de segurança contra incêndio. do órgão regional do Comando Aéreo Regional. com resistências mecânicas de 5000 N / m. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade. 4.25 Área de armazenagem: Local destinado à estocagem de fogos de artifício industrializado. 4. sob a projeção o paramento externo da parede da edificação.9 Alambrado: Tela de arame ou outro material similar.14 Análise: Ato formal de verificação das exigências das medidas de proteção contra incêndio das edificações e áreas de risco. ficando entre este (s) e o logradouro público ou área externa com acesso aos setores. específica e por prazo limitado. 4.

eletricidade.55 Avisador visual: Dispositivo que emite sinais visuais de alerta. 4. pelo menos. ar condicionado e cabos de comunicação. 4. chama-se quina do degrau. casa de máquinas de elevadores.56 Bacia de contenção de óleo isolante: Dispositivo constituído por grelha. onde são acondicionados recipientes (tais como tambores.59 Banzo: Parte lateral das escadas de incêndio onde se fixam os degraus.62 Bocel ou nariz do degrau: Borda saliente do degrau sobre o espelho. chamas ou calor de um local ou instalação para outro contíguo. 4.58 Balcão ou sacada: Parte do pavimento da edificação em balanço em relação à parede externa do prédio. 4. latas. Excetua-se desta as áreas destinadas a jardinagens. 4. 4. 4. escada rolante e “shafts” de hidráulica. certificando que a edificação possui as condições de segurança contra incêndio e pânico.4.35 Área de toque: Parte da área de pouso e decolagem. a saliência do bocel ou da quina sobre o degrau imediatamente inferior não pode ser menor que 15 mm em projeção horizontal. 4. lagos (mesmo os artificiais). tanto vertical quanto horizontal. 4. aquecedores de água a gás ou elétricos localizados na cobertura do edifício.43 Área utilizável: é toda aquela que de alguma forma pode ser utilizada para manobra de veículos. passeios públicos e áreas impróprias ao uso. baldes. riachos e poços.38 Áreas de produção: Locais onde se localizam poços de petróleo. com a finalidade de coletar vazamentos de óleo isolante.45 Armazém de produtos acondicionados: Área coberta ou não. para aplicação de agente extintor 4. adequados para controlar o movimento da fumaça.50 Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB): Documento emitido pelo CBMMG. duto de coleta e dreno. 4. a linha de concorrência dos planos do degrau e do espelho. movimentação de pessoas e/ou materiais sem parte edificada.61 Barreiras de proteção: Dispositivos que evitam a passagem de gases.57 Bacia de contenção: Região delimitada por uma depressão do terreno ou diques destinada a conter integralmente o vazamento de produtos líquidos dos tanques. Exemplificam esta definição os taludes em aclive acentuado.60 Barreiras de fumaça (“smoke barriers”): Membrana. 4. 4. etc.37 Área do maior pavimento: Área do maior pavimento da edificação. tendo. 4. uma face aberta para o espaço livre exterior. conectando dois ou mais pavimentos cobertos. pertencentes ao imóvel. As barreiras de fumaça podem ter aberturas que são protegidas por dispositivos de fechamento automático ou por dutos de ar. arredondada inferiormente ou não. 4.53 Avisador sonoro: Dispositivo que emite sinais audíveis de alerta. preenchido com pedra britada. destinada a abrigar máquinas e equipamentos. 4. estabelecendo um período de revalidação. 4.39 Área edificada: Entende-se por área edificada toda a área que possuir piso e teto construídos.48 Ático: Parte do volume superior de uma edificação. 4. ações de carga e descarga.36 Área de venda: Local destinado à permanência de pessoas para escolha e compra de produtos. com dimensões definidas. caixas de água e circulação vertical.41 Área protegida: Área dotada de medidas ativa e passiva para proteção contra incêndio e pânico.) que contenham produtos ou materiais combustíveis ou produtos inflamáveis. exclusivamente a armazenagem de recipientes de líquidos inflamáveis. 4.44 Armazém de líquidos inflamáveis: Construção destinada. garantindo a eficiência desse sistema. 4. 4. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar.54 Avisador sonoro e visual: Dispositivo que emite sinais audíveis e visíveis de alerta combinados.46 Aspersor: Dispositivo utilizado nos chuveiros automáticos ou sob comando. controlado pela central. Nota: Se o degrau não possui bocel. tonéis. Inclui-se nesta definição toldos e coberturas. placas e equipamentos de aquecimento solar.49 Átrio (“Atrium”): Espaço amplo criado por um andar aberto ou conjuntos de andares abertos.. previstas na legislação. 4.63 Bomba com motor de combustão interna (motores do ciclo Otto ou Diesel): Equipamento . dentre outros. andar ou teto. 4. 4.. neste caso obrigatoriamente inclinada.40 Área imprópria ao uso: São áreas que por sua característica geológica ou topográfica impossibilitam a sua exploração. que é projetada e construída para restringir o movimento da fumaça.52 Avisador: Dispositivo previsto para chamar a atenção de todas as pessoas dentro de uma área de perigo. com fechamento na cobertura. excetuando-se os locais destinados à escada. 4.51 Autonomia do sistema: Tempo mínimo em que o sistema se mantém em funcionamento. 4.42 Área total da edificação: Somatória da área a construir e da área construída da edificação. barrancos em pedra. tal como uma parede. 4. excluindo-se o de descarga. 4.47 Atestado de brigada contra incêndio: Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teórico e prático de prevenção e combate a incêndio e pânico.

para o combate a incêndio cuja força provém da expansão do combustível misturado com o ar na presença de fonte ígnea ou pela variação de pressão.72 Botijão portátil: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP) com capacidade nominal de até 5 kg de GLP. expresso em megajoule (MJ) por metro quadrado (m2). conexões e acessórios. determinados nas normas técnicas em vigor. . d) Classe IV: até 4000 kg ou 8.79 Capacidade volumétrica: Capacidade total em volume que o recipiente pode comportar. 4. 4.5 m3 de GLP (equivalente a 193 botijões de 13 kg ou 56 de 45 kg).0 m3 de GLP (equivalente a 41 botijões de 13 kg ou 12 de 45 kg). b) Classe II: até 1. que podem contribuir para a propagação e radiação do fogo. 4. 4.78 Capacidade extintora: Medida do poder de extinção de fogo de um extintor. voluntárias ou não. c) Classe III: até 2. 4. 4. combate a um princípio de incêndio e prestar os primeiros socorros. dentro de uma área preestabelecida. 4. treinadas e capacitadas para atuar na prevenção. 4. 4.68 Bombeiro profissional civil: Pessoa pertencente a uma empresa especializada.81 Carga de incêndio específica: Valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado.86 Chuveiro automático: Dispositivo destinado a projetar água. obtida em ensaio prático normalizado. destinados ao armazenamento de gás liquefeito de petróleo (GLP) para consumo. com a função de protegê-la da ação dos fenômenos naturais (chuva.64 Bomba com motor elétrico: Equipamento para combate a incêndio cuja força provém da eletricidade. ou da própria administração do estabelecimento. divisórias. inclusive o revestimento das paredes. dotado de elemento sensível à elevação de temperatura.82 Carretel axial: Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semi-rígidas.84 Central de alarme: Equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção. 4. 4.87 Circulação de uso comum: Passagem que dá acesso à saída de mais de uma unidade autônoma. 4.67 Bomba principal: Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a recalcar água para os sistemas de combate a incêndio.83 Causa: Origem de caráter humano ou material. medida em m3. 4. relacionada com um acidente. 4. de acordo com a norma específica.74 Brigada de incêndio: Grupo organizado de pessoas. e) Classe V: acima de 4000 kg ou 8. convertê-los em indicações adequadas.). e que tenha sido aprovado no curso de formação. localizado no topo da edificação. 4.69 Bombeiro público (Militar ou civil): Pessoa pertencente a uma corporação de atendimento às emergências públicas.80 Carga de incêndio: Soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço. calor. 4. do tipo liga-desliga. abandono da edificação. 4. vento etc.85 Central de gás: Área devidamente delimitada. para bomba principal.88 Cobertura: Elemento construtivo.65 Bomba de pressurização (“jockey”): Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a manter o sistema pressurizado em uma faixa preestabelecida.66 Bomba de reforço: Dispositivo hidráulico destinado a fornecer água aos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente.77 Canalização: Rede de tubos. 4. destinada a conduzir água para alimentar o sistema de combate a incêndio.89 Combate a incêndio: Conjunto de ações táticas destinadas a extinguir ou isolar o incêndio com uso de equipamentos manuais ou automáticos. em forma de chuva.90 Combustibilidade dos elementos de revestimento das fachadas das edificações: Característica de reação ao fogo dos materiais utilizados no revestimento das fachadas dos edifícios. que presta serviços de prevenção de incêndio e atendimento de emergência em edificações e eventos. quarto de hotel ou assemelhado. que contém os recipientes transportáveis ou estacionário (s) e acessórios. 4.75 Camada de fumaça (“smoke layer”): Espessura acumulada de fumaça abaixo de uma barreira física ou térmica. 4. 4. 4. comandar e controlar os demais componentes do sistema. 4. 4.73 Botoeira “liga-desliga”: Acionador manual.70 Bombeiro voluntário: Pessoa pertencente a uma organização não governamental que presta serviços de atendimento às emergências públicas. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP. 4.0 m3 de GLP (equivalente a 307 botijões de 13 kg ou 88 de 45 kg).080 kg ou 2. 4.0 m3 de GLP (acima de 307 botijões de 13 kg ou 88 de 45 kg).71 Botijão: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP). Classificação segundo sua capacidade máxima de armazenamento de recipientes: a) Classe I: até 540 kg ou 1.76 Câmara de espuma: Dispositivo dotado de selo de vapor destinado a conduzir a espuma para o interior do tanque de armazenamento de teto cônico. com dedicação exclusiva.520 kg ou 5. 4. pisos e tetos.0 m3 de GLP (equivalente a 83 botijões de 13 kg ou 24 de 45 kg). quando estes não puderem ser abastecidos pelo reservatório elevado.

tais como: localização de ambientes. prestação de serviços e propagandas. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e evite a sua propagação no plano horizontal. legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. não se tratando especificamente de sinalização de emergência.4. desenhos ou plantas do sistema. calor e gases.94 Compartimentação horizontal: Medida de proteção.95 Compartimentação vertical: Medida de proteção. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador. 4. destruição de recursos naturais (água. separando aberturas de pavimentos consecutivos. b) vedadores corta-fogo nos entrepisos ou lajes cortafogo.103 Corpo técnico: Grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG. 4. 4.102 Cor de segurança: Aquela para a qual é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança ou saúde. destinados a evitar ou minimizar a propagação do fogo. espaços ou andares. interna ou externamente ao edifício. separando pavimentos consecutivos. 4. e) paredes corta-fogo de isolamento de riscos entre unidades autônomas.TRRF. f) paredes resistentes ao fogo na envoltória do edifício. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. 4. no mesmo pavimento ou para pavimentos elevados consecutivos. separando ambientes. concebida pelo arquiteto ou engenheiro. Incluem-se neste conceito os elementos de vedação abaixo descritos: Compartimentação vertical a) entrepisos ou lajes corta-fogo de compartimentação de áreas. 4.91 Como construído (“as built”): Documentos. plantas ou ecossistemas) ou de bens materiais. d) registros corta-fogo nas tubulações de ventilação e de ar condicionado que transpassam as paredes de compartimentação. 4. compreendendo um ou mais cômodos. h) registros corta-fogo nas aberturas em cada pavimento dos dutos de ventilação e de ar condicionado. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e dificulte a sua propagação no plano vertical. avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.106 Degrau: Conjunto de elementos de uma escada composta pela face horizontal conhecida como “piso”. possui resistência mecânica à variação térmica no tempo requerido de resistência ao fogo . desembarque e transbordo entre diferentes meios de transporte. g) portas corta-fogo de ingresso de unidades autônomas. cujas características básicas são a vedação térmica e a estanqueidade à fumaça. determinado pela norma correspondente.105 Dano: Lesões a pessoas. d) enclausuramento das escadas por meio de paredes e portas corta-fogo. 4. 4. ar. selos e “dampers” corta-fogo. com a finalidade de orientar sua população.97 Compartimento: Parte de uma edificação. 4. onde o elemento construtivo estrutural e de vedação. impedindo a passagem de calor ou fumaça. cano ou peça similar. . saídas.93 Compartimentação: Característica construtiva.107 Densidade populacional (d): Número de pessoas em uma área determinada (pessoas/m2). solo. arredondada e contínua. c) enclausuramento de dutos (“shafts”) por meio de paredes corta-fogo. que lhe define a altura. na qual se tem a divisão em nível (cômodos) ou vão vertical (pé direito). 4.96 Compartimentar: Separar um ou mais locais do restante da edificação por intermédio de paredes resistentes ao fogo.99 Comunicação visual: Conjunto de informações visuais aplicadas em uma edificação. aplicada em áreas de escadas e rampas destinadas a servir de apoio para as pessoas durante o deslocamento. constituída de elementos de construção resistentes ao fogo. 4. f) paredes corta-fogo entre unidades autônomas e áreas comuns. 4.98 Compensadores síncronos: Equipamento que compensa reativos do sistema. destinado ao pisoteio e o espelho que é a parte vertical do degrau. c) selagem corta-fogo nas passagens das instalações prediais existentes nas paredes de compartimentação. Compartimentação horizontal a) paredes corta-fogo de compartimentação de áreas. 4. trabalhando como carga quando o sistema está com a tensão alta. e) selagem corta-fogo dos dutos (“shafts”) na altura dos pisos e/ou entrepisos.92 Compartimentação vertical e horizontal: Medidas de proteção passiva. 4. com a finalidade de facilitar o seu embarque. b) portas e vedadores corta-fogo nas paredes de compartimentação de áreas. e trabalhando como gerador quando o sistema está com a tensão baixa. conferida à edificação em relação às suas divisões internas. construídos para evitar ou minimizar a propagação do incêndio de dentro para fora de seus limites. g) parapeitos ou abas resistentes ao fogo.100 Contêiner: Grande caixa metálica de dimensões e características padronizadas. tendo como objetivos propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP).101 Cor de contraste: Aquela que contrasta com a cor de segurança a fim de fazer com que a última se sobressaia.104 Corrimão ou mainel: Barra. analisar. 4. portas. com superfície lisa. para acondicionamento de cargas em geral a transportar. animais.

4. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas. 4. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. ao eixo da rua ou a uma linha imaginária entre duas edificações ou áreas compartimentadas do mesmo lote. transvasamento. chama ou fumaça. que serão realizadas por pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras. 4. 4. 4. equipamento ou material. 4.123 Edificação: Área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação.127 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo. podem ter ou não defletores ou calhas incluídos como partes integrantes do sistema. Estes dispositivos podem ter formas como as de tubos abertos. devidamente ventilados e livres de fumaça em caso de incêndio. detecta princípios de incêndio podendo ser ativado.117 Distribuição de GNL a granel: Compreende as atividades de aquisição ou recepção. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas. 4. por meio de transporte próprio ou contratado.122 Duto (“plenum”): Condição de dimensionamento do sistema de pressurização no qual se admite apenas um ponto de pressurização. 4. 4. b) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. às escadas. armazenamento. 4. coletado ao nível inferior desta. 4.115 Distância máxima horizontal de caminhamento: Afastamento máximo a ser percorrido pelo usuário para alcançar um acesso. dispensando-se o duto interno e/ou externo para pressurização. 4. sem efeito estrutural e que. 4. com sede e administração no País. ou pequenas câmaras de geração com bocas de saídas abertas. sobrelojas e jiraus. quando sensibilizado por fenômenos físicos e/ou químicos. esguichos de fluxo direcional. acima da cobertura da edificação. baixa ou atingindo o teto. em cada pavimento: a) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. para permitir a ventilação. por calor. decorrente da passagem de corrente elétrica. 4. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido. Podem ser: Dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de aspersão e terminam em um defletor ou uma calha que distribui a espuma.112 Dispositivo de recalque: Registro para uso do Corpo de Bombeiros.128 Edificação principal: Construção que abriga a atividade principal sem a qual as demais edificações não teriam função. 4.125 Edificação destinada ao comércio de fogos de artifício no varejo: Local destinado ao armazenamento e venda de fogos de artifício e estampido industrializados. 4.119 Dosador: Equipamento destinado a misturar quantidades determinadas de “extrato formador” de espuma e água.118 Divisória ou tabique: Parede interna. em qualquer pavimento. 4. 4. responsável pela radiação de calor. 4. convecção de gases quentes e ou transmissão direta de chamas. convecção de gases quentes ou a transmissão direta de chama. que permite a saída. 4. pode ser suprimida facilmente em caso de reforma. mantendo-os.114 Distância de segurança: Afastamento entre uma face exposta da edificação ou de um local compartimentado à divisão do lote.109 Deslizador de espuma: Dispositivo destinado a facilitar a aplicação suave da espuma sobre líquidos combustíveis armazenados em tanques. com isso. exclusivamente. Observação: Em qualquer caso.120 Duto de entrada de ar (DE): Espaço no interior da edificação.126 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação de calor.121 Duto de saída de ar (DS): Espaço vertical no interior da edificação. controle de qualidade e comercialização do gás natural liquefeito (GNL). antecâmaras ou acessos. basicamente. podendo também exercer a atividade de liquefação de gás natural.129 Edificação térrea: Edificação de um pavimento podendo possuir mezaninos. do manipulador.108 Descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este.116 Distância mínima de segurança: Afastamento mínimo entre a área de armazenamento de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) e outra instalação necessária para a segurança do usuário. estabelecida a partir do limite de área de armazenamento. com aberturas dispostas de forma a poderem ser consideradas uniformemente distribuídas.4. de gases e fumaça para o ar livre. dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de uma corrente compacta de baixa velocidade.110 Destravadores eletromagnéticos: Dispositivo de controle de abertura com travamento determinado pelo acionamento magnético.111 Detector automático de incêndio: Dispositivo que. portanto. de edificação e do público em geral. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro do edifício e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas ou. que permite o recalque de água para o sistema. 4. .113 Dispositivos de descarga: Equipamentos que aplicam a espuma sob forma de neblina e que aplicam o agente numa corrente compacta de baixa velocidade.124 Edificação aberta lateralmente: Edificação ou parte de edificação que. que conduza ar puro. medida perpendicularmente à face exposta da edificação.

os quais não podem ser utilizados no suprimento de ar. 4. ocasionando redução do desempenho do ventilador em termos de vazão.142 Escada aberta externa (AE): Escada de emergência precedida de porta corta-fogo (PCF) no seu acesso.150 Esguicho regulável: Acessório hidráulico que dá forma ao jato. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto. 4. 4. 4. 4. destinado a dar forma. cuja condição de estanqueidade à fumaça é obtida por intermédio de pressurização.130 Efeito chaminé (“Stack effect”): Fluxo de ar vertical dentro das edificações. Utiliza-se roupa encapsulada de proteção química. causado pela diferença de temperatura interna e externa. . ao meio ambiente e ao patrimônio. 4.155 Espaços separados (“separated spaces”): Espaços dentro de edificações que são isolados das áreas grandes por barreiras de fumaça.141 Escada aberta: Escada não enclausurada por paredes e porta corta-fogo. comunica-se diretamente com os demais ambientes como corredores. 4.131 Efeito do sistema: Efeito causado pelo erro de projeto e/ou instalação com configurações inadequadas do sistema onde o ventilador está instalado. cuja projeção esteja fora do corpo principal da edificação. 4. não possuindo portas corta-fogo.148 Escoamento (E): Número máximo de pessoas possíveis de abandonar um recinto dentro do tempo máximo de abandono. 4. 4. cujo acesso é por antecâmara igualmente enclausurada ou local aberto. pode mover-se ou acumular-se sem restrições. permitindo o uso d’água em forma de chuveiro de alta velocidade. 4. sendo dotada de guarda-corpo ou gradil (Barreiras) e corrimãos em todas sua extensão (degraus e patamares). em cada pavimento. tanto no espaço amplo como no espaço comum. dosadores. 4. Utiliza-se roupa de proteção química conforme especificação da tabela de compatibilidade da roupa.149 Esguicho: Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras. 4. 4. dentro do qual a fumaça proveniente de um incêndio. Os átrios e shoppings cobertos são exemplos de espaços amplos. 4. permitindo desta forma eficaz ventilação.4. para exposições de produtos com possibilidade de respingos.145 Escada enclausurada à prova de fumaça (EPF): Escada cuja caixa é envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo. 4.135 Entrepiso: Conjunto de elementos de construção. compreendidos entre a parte inferior do forro de um pavimento e a parte superior do piso do pavimento imediatamente superior.157 Estação de carregamento: Instalação especialmente construída para carregamento de caminhões-tanques ou de vagões-tanques. 4.151 Espaço confinado: Local onde a presença humana é apenas momentânea para prestação de um serviço de manutenção em máquinas. válvulas e reservatórios de extrato formador de espuma. ingestão ou absorção cutânea.147 Escada não enclausurada ou escada comum (NE): Escada que embora possa fazer parte de uma rota de saída.140 EPR: Equipamentos de proteção respiratória.153 Espaços comuns (“communicating space”): Espaços dentro de uma edificação com comunicação com espaços amplos adjacentes. “halls” e outros. direção e controle ao jato. propiciando um seguro abandono.134 Emergência: Situação crítica e fortuita que representa perigo à vida.133 Elemento estrutural: Todo e qualquer elemento de construção do qual dependa a resistência e a estabilidade total ou parcial da edificação. geralmente com dois ou mais pavimentos que se comunicam internamente.138 EPI de nível “B”: É o nível de proteção intermediário.139 EPI de nível “C”: É o nível mínimo necessário a qualquer tipo de acidente envolvendo produtos químicos. 4. 4. 4. visando restringir o movimento da fumaça. com ou sem espaços vazios. com proteção respiratória de pressão positiva. 4.146 Escada enclausurada protegida (EP): Escada devidamente ventilada situada em ambiente envolvido por paredes resistentes ao fogo e dotada de portas corta-fogo. 4. 4.154 Espaços comuns e amplos (“large volume spaces”): Espaço descompartimentado. nos quais a fumaça proveniente de um incêndio pode propagar-se livremente. de modo a evitar fogo e fumaça em caso de incêndio. Pode ser constituído por logradouro público ou pátio amplo. 4. sendo por inalação. 4. decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional. 4. tubulações e sistemas.137 EPI de nível “A”: É o nível máximo de proteção para todas as possíveis vias de intoxicação.132 Elemento de compartimentação: Elemento de construção que compõe a compartimentação da edificação. Os espaços comuns podem permitir aberturas diretamente dentro dos espaços amplos ou podem conectar-se por meio de passagens abertas.136 EPI: Equipamentos de proteção individual. 4.158 Estação fixa de emulsificação: Local onde se situam bombas.143 Escada à prova de fumaça pressurizada (PFP): Escada à prova de fumaça.152 Espaço livre exterior: Espaço externo à edificação para o qual abram seus vãos de ventilação e iluminação.156 Espuma mecânica: Agente extintor constituído por um aglomerado de bolhas produzidas por agitação da água com Líquido Gerador de Espuma (LGE) e ar.144 Escada enclausurada: Escada protegida com paredes resistentes ao fogo e portas corta-fogo. 4.

4. ou de qualquer outra forma.171 Fachada: Face de uma edificação constituída de vedos e aberturas.185 Gás natural liqüefeito (GNL): Fluido no estado líquido em condições criogênicas. possibilitando o acesso operacional dos equipamentos de combate e seu posicionamento em relação a ela. Tanto inibido manualmente com religamento automático ou por meio de célula fotoelétrica. líquida e gasosa.160 Estado de flutuação: Condição em que a bateria de acumuladores elétricos recebe uma corrente necessária para a manutenção de sua capacidade nominal. 4. portátil ou sobre rodas. propano. fluxo igual a 88 pessoas por minuto (F=88). propeno. buteno).167 Exercício simulado parcial: Atividade prática abrangendo apenas uma parte da planta. que produz ruídos e efeitos luminosos. 4.179 Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico. 4. solicitar alterações em Processo e Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros.180 Fonte de energia alternativa: Dispositivo destinado a fornecer energia elétrica ao(s) ponto(s) de luz de emergência na falta ou falha de alimentação na rede elétrica da concessionária.172 Fachada de acesso operacional: Face da edificação localizada ao longo de uma via pública ou privada com largura livre maior ou igual a 6 m. destinado a combater princípios de incêndio.182 Formulário para atendimento técnico (FAT): Instrumento administrativo utilizado pelo interessado para sanar dúvidas. 4. adotando-se para o cálculo do escoamento.161 Estado de funcionamento do sistema: Condição na qual a(s) fonte(s) de energia alimenta(m).175 Filtro de partículas: Elemento destinado a realizar retenção de partículas existentes no escoamento de ar e que estão sendo arrastadas por este fluxo. para conservar energia e manter a bateria em estado de carga para uso em emergência. solicitar reconsideração de ato em vistoria. decorrente de um material submetido a pirólise ou combustão.183 Fumaça (“smoke”): Partículas de ar transportadas na forma sólida.176 Fluxo (F): Número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/min) em um determinado meio de abandono. produzindo calor intenso e pressões elevadas. 4. 4. É responsável pela segurança veicular.177 Fluxo luminoso nominal: Fluxo luminoso medido após 2 min de funcionamento do sistema. os dispositivos da iluminação de emergência. 4. misturada formando uma massa.166 Exercício simulado: Atividade prática realizada periodicamente para manter a brigada e os ocupantes das edificações com condições de enfrentar uma situação real de emergência. solicitar juntada de documentos.165 Exaustão: Princípio pelo qual os gases e produtos de combustão são retirados do interior do túnel.178 Fluxo luminoso residual: Fluxo luminoso medido após o tempo de autonomia garantida pelo fabricante no funcionamento do sistema. 4. 4. 4. sem obstrução. 4.169 Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases. 4. podendo apresentar-se em mistura entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos. 4. 4. efetivamente. 4.184 Gás liquefeito de petróleo (GLP): Produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano. 4. 4. contemplando duas unidades de passagem.181 Formulário de segurança contra incêndios: Documento que contém os dados básicos da edificação. composto predominantemente de metano e que pode conter quantidades mínimas de etano. respeitando-se os turnos de trabalho. 4. 4. que juntamente com a quantidade de ar que é conduzida. que emitirá ou receberá a propagação de um incêndio.159 Estação móvel de emulsificação: Veículo especificado para transporte de extrato formador de espuma (EFE) e o seu emulsionamento com a água. 4.174 Fator de massividade (“fator de forma”) (m-1): Razão entre o perímetro exposto ao incêndio e a área da seção transversal de um perfil estrutural. signatários. 4. de acordo com a descrição da NBR 14432.163 Estado de vigília do sistema: Condição em que a fonte de energia alternativa (sistema de iluminação de emergência) está pronta para entrar em funcionamento na falta ou na falha da rede elétrica da concessionária.168 Expedidor: Pessoa responsável pela contratação do embarque e transporte de logística envolvendo produtos perigosos expressos em nota fiscal ou conhecimento de transporte internacional. A fachada deve possuir pelo menos um meio de acesso ao interior do edifício e não ter obstáculos.186 Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de . 4. compatibilidade entre os produtos e a identificação de seus riscos. 4. 4. butano.164 Estanqueidade: Propriedade de um elemento construtivo da vedação de impedir a passagem de gases e/ou chamas.4. entre outros. sistemas previstos e trâmite no Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). 4. quando do escurecimento da noite. nitrogênio ou outros componentes normalmente encontrados no gás natural.162 Estado de repouso do sistema: Condição na qual o sistema foi inibido de iluminar propositadamente.173 Faixa de estacionamento: Trecho das vias de acesso que se destina ao estacionamento e operação das viaturas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG).170 Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual. 4.

em caso de falha do sistema normal de iluminação. 4.ozônio. com a finalidade de insulflar ar dentro de um corpo de escada de segurança para pressurizá-la e expulsar a possível entrada de fumaça.203 Hidrante de parede: Ponto de tomada de água instalado na rede particular. horizontais e verticais. 4. 4. elevado: Local instalado sobre de bombas e/ou mangueiras para o serviço de extinção de incêndios. ao uso de helicópteros civis. que permite a adaptação . 4. podendo ser emergente (de coluna) ou subterrâneo (de piso).207 Iluminação de ambiente ou aclaramento: Iluminação com intensidade suficiente para garantir a saída segura de todas as pessoas do local em caso de emergência. utilizada para pousos e decolagens de helicópteros.204 Hidrante para sistema de espuma: Equipamento destinado a alimentar com água ou solução de espuma as mangueiras para combate a incêndio. ao nível do solo ou elevada. etc. balcões. 4. maciça ou não delimitando as faces laterais abertas de escadas.214 Incêndio: é o fogo sem controle. São inodoros. bem como proporcionar a execução de intervenção ou garantir a continuação do trabalho em certas áreas.211 Iluminação de emergência e de aclaramento: Sistema composto por dispositivos de iluminação de ambientes para permitir a saída fácil e segura das pessoas para o exterior da edificação. as lâmpadas de iluminação de emergência são alimentadas pela rede elétrica da concessionária. 4. 4. sendo comutadas automaticamente para a fonte de alimentação de energia alternativa em caso de falta e/ou falha da fonte normal. embutido em parede. metrô. 4. 4. galerias e assemelhados. 4. estação de passageiros.195 Heliponto edificações.187 Gerador de espuma: Equipamento que se destina a facilitar a mistura da solução com o ar para a formação de espuma. 4. tais como: pátio estacionamento.201 Hidrante: Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores. de de de de 4. 4. com a finalidade de gerar energia elétrica. ligado à rede pública de abastecimento de água. só em caso de falta da fonte normal. posicionado no final de cada trecho.193 Heliponto: Área homologada ou registrada. 4. 4. patamares. podendo estar no interior de um abrigo de mangueira.197 Heliponto privado: Local destinado ao uso de helicópteros civis. 4. 4. são alimentadas automaticamente pela fonte de alimentação de energia alternativa. terraços. 4. 4. em princípio. 4.206 Iluminação auxiliar: Iluminação destinada a permitir a continuação do trabalho. Por exemplo: centros médicos. 4. em caso de interrupção da alimentação normal.189 Grupo motoventilador: Equipamento composto por motor elétrico e ventilador. 4. maus condutores de eletricidade e não corrosivos.213 Iluminação permanente: Sistema no qual.191 Guarda ou guarda-corpo: Barreira protetora vertical.210 Iluminação de emergência: Sistema que permite clarear áreas escuras de passagens. 4.192 Habite-se: Documento em que a Prefeitura Municipal local aceita as obras e serviços realizados e autoriza a sua ocupação.208 Iluminação de balisamento: Sistema composto por símbolos iluminados que indicam a rota de fuga em caso de emergência.188 Grelha de insuflamento: Dispositivo utilizado nas redes de distribuição de ar. 4.199 Heliportos: Helipontos públicos dotados instalações e facilidades para apoio de helicópteros e embarque e desembarque de pessoas. rampas.200 Heliportos elevados: Heliportos localizados sobre edificações. 4. 4.212 Iluminação não permanente: Sistema no qual. 4. mangueiras de incêndio e demais acessórios. de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas. as lâmpadas de iluminação de emergência não são alimentadas pela rede elétrica da concessionária e. 4. sendo vedada sua utilização em caráter comercial. tampões. na falta de iluminação normal. aeroportos.202 Hidrante de coluna: Aparelho ligado à rede pública de distribuição de água. incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais.209 Iluminação de balizamento ou de sinalização: Iluminação de sinalização com símbolos e/ou letras que indicam a rota de saída que pode ser utilizada em caso de emergência.198 Heliponto público: Local destinado ao uso de helicópteros em geral.196 Heliponto militar: Local destinado ao uso de helicópteros militares. servindo como proteção contra eventuais quedas de um nível para outro. equipamentos de manutenção etc.190 Grupo motogerador: Equipamento cuja força provém da explosão do combustível misturado ao ar. Este elemento terminal é utilizado para direcionar e/ou distribuir de modo adequado o fluxo de ar em determinado ambiente. incolores.205 Hidrante urbano: Ponto de tomada de água provido de dispositivo de manobra (registro) e união de engate rápido.194 Heliponto civil: Local destinado. locais abastecimento.

231 Itinerário: Trajeto a ser percorrido pelas guarnições do Corpo de Bombeiros na ida ou no regresso do atendimento de uma emergência. acessórios e equipamentos que conduzem e utilizam o GLP para consumo. contenção ou distribuição de fluídos líquidos ou gasosos. a temperatura do jato de fumaça sob o teto será maior que a camada de fogo adjacente. eletroeletrônica.227 Instrução técnica: Documento elaborado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais com objetivo de normalizar medidas e procedimentos de segurança. 4. cuja montagem tenha caráter permanente ou temporária. em função da geometria.229 Inundação total: Descarga de gases limpos. na qual se tem a separação física de uma edificação em relação às demais circunvizinhas. por meio da queima e/ou outro meio previsto e autorizado na legislação competente. cuja característica básica é a impossibilidade técnica de uma edificação ser atingida pelo calor irradiado. concebida pelo arquiteto/engenheiro.218 Instalação: Toda montagem mecânica. Abaixo desse limite efetivo. que está apoiado em posição e que pode ser dirigido por um homem. Normalmente. elétrica. θg é a temperatura dos gases. ventilação. 4. onde líquidos inflamáveis são armazenados e processados.219 Instalação de gás liquefeito de petróleo (GLP): Sistema constituído de tubulações.217 Inibidor de vórtice: Acessório de tubulação destinado a eliminar o efeito do vórtice dentro de um reservatório. a interface da camada de fumaça é um limite efetivo dentro da zona de diminuição de impacto. postos de serviço ou refinarias. hidráulica. 4. expresso em minutos. onde existem válvulas terminais (difusores). previamente estabelecido por meio de croqui.225 Instalações temporárias: Locais que não possuem características construtivas em caráter definitivo podendo ser desmontadas e transferidas para outros locais. características térmicas dos elementos de vedação e da carga de incêndio específica. registros e aparelhos de utilização de gás. Podem ser de comando automático ou manual. reguladores.234 Jato de fumaça sob o teto (“ceiling jet”): Fluxo de fumaça sob o teto. com os necessários complementos. 4. emanadas de outra atingida por incêndio. 4. em graus Celsius no instante t. A reação do esguicho usualmente limita o fluxo da solução a aproximadamente 1000L/min no máximo. estendendo-se radialmente do ponto de choque da coluna de fogo contra o teto. ou outra. 4. medidores.4. Este equipamento é de comando manual. Na prática. 4. equipado na sua extremidade livre um esguicho difusor com válvula de comando manual de jato. 4. 4. 4. 4.215 Incêndio natural: Variação de temperatura que simula o incêndio real.221 Instalações fixas de mangotinhos: Dispositivo com suprimento fixo de gases compreendendo um ou mais cilindros que alimentam um mangotinho acondicionado em um carretel de alimentação axial. os .236 Jirau: Entende-se por jirau o piso compreendido entre dois pavimentos contíguos. prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco. mas. ocupação de toda espécie. 4. por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido. geração ou controle de energia. as tubulações são complementadas com mangotinhos até o local do foco de incêndio onde o agente é aplicado. 4. 4. O fluxo de solução de 1200L/min ou mais pode ser usado. geralmente tomada igual a 20º C. conduzido ou propagado pela convecção de massas gasosas aquecidas. observado na extremidade do esguicho.233 Jato de espuma de monitor (canhão): Jato de grande capacidade de esguicho. que pode ter vários metros de espessura. 4.216 Incêndio-padrão: Elevação padronizada de temperatura em função do tempo. 4.230 Isolamento de risco: Característica construtiva.235 Jato de linha de mangueira: Jato de espuma de um esguicho que pode ser segurado e dirigido manualmente. e.223 Instalação interna: Conjunto de tubulações. dada pela seguinte expressão: θg=θo + 345 log (8t+1) Onde: t é o tempo. 4. 4. 4. de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado.224 Instalações sob comando: O agente extintor fica armazenado em depósitos fixos e é conduzido através de tubulações rígidas até pontos táticos.232 Jato compacto: Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas.226 Instalador: Pessoa física ou jurídica responsável pela execução da instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. θO é a temperatura do ambiente antes do início do aquecimento em graus Celsius.220 Instalações fixas de aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás carbônico diretamente sobre o material que queima.222 Instalações industriais: Conjunto de equipamentos que não se enquadram como depósitos. destinado à condução e ao uso do gás no interior da edificação. para fins de atividades de produção industrial. 4. por meio da intervenção do homem. que necessite de proteção contra incêndio previsto na legislação. 4. Destes pontos. a densidade da fumaça na zona de transição cai a zero.228 Interface da camada de fumaça (“smoke layer interface”): Limite teórico entre uma camada de fumaça e a fumaça provinda do ar externo (livre).

252 Local de saída única: Condição de um pavimento da edificação.237 Lanço de escada: Sucessão ininterrupta de degraus entre dois patamares sucessivos.70m. todos os degraus possuem piso de largura igual. subdividido como segue: a) classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37. aceita pelo proprietário da instalação ou seu preposto legal designado. 4. o qual não configure um pavimento. Nota: Sobre esta linha. 4.4ºC . 4.254 Lotes de recipientes: Conjunto de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) sem que haja corredor de inspeção entre estes. mais perto da borda.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. Sua função principal é de acondicionamento de materiais. onde haja a probabilidade de um perigo se materializar causando um dano.8ºC. c) classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22. 4.239 Laudo: Peça na qual o profissional habilitado relata o que observou e dá as suas conclusões.55m da borda livre da escada ou da parede.251 Local de risco: Área interna ou externa da edificação. O acesso a este nível pode utilizar a escada principal da edificação ou possuir escada exclusiva. onde a saída é possível apenas em um sentido. em um lote de recipientes. 4. 4.todos os tipos de óleo combustível.242 Limite do lote de recipientes: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP). ficando.250 Local de abastecimento: Área determinada pelo conjunto de veículo abastecedor. se tornem auto-reativos e. mangueira flexível de abastecimento e central de gás liquefeito de petróleo (GLP). níveis cujo aproveitamento seja constituído por escritórios. 4. aguarrás e querosene (iluminante e de aviação). Nas escadas de menos de 1. 4. 4. medida horizontalmente sobre a linha de percurso da escada. em um lote de recipientes. 4.248 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que.241 Limite de área de armazenamento: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP).238 Largura do degrau (b): Distância entre o bocel do degrau e a projeção do bocel do degrau imediatamente superior. inclusive os degraus ingrauxidos nos locais em que a escada faz deflexão. 4. 4. A principal característica do jirau em relação à sobreloja ou ao mezanino reside na característica de poder ser contido lateralmente apenas por duas paredes e com a possibilidade de ter ou não guardacorpo nas outras laterais.4º C .10 m de largura. 4.8ºC. 4. 4.249 Listagem confiável: Relação de dados e características de projeto de equipamentos ou dispositivos. servindo como área de depósito.256 Mangotinho: Ponto de tomada de água onde há uma simples saída contendo válvula de abertura rápida. quando este for exigido. também conhecido como líquido Classe I. 4. 4.245 Linha de solução: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a solução de espuma mecânica. 4. Nota: Um lanço de escada nunca pode ter menos de três degraus. – solventes (conforme ficha de segurança do produto). em conseqüência. c) classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93. É comum o seu emprego em edificações industriais e comércio atacadista. acrescida da largura do corredor de inspeção. b) classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. estando afastada 0.quais tenham entre si altura suficiente para a interposição de um terceiro nível. publicada pelo fabricante e reconhecida por órgãos regulamentadores ou normativos. . b) classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60º C e inferior a 93. ou fechamentos de área para fins de qualquer espécie.243 Linha de espuma: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a espuma.8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37.8ºC – todos os tipos de álcool. Não constitui jirau. 4. no estado puro ou nas especificações comerciais. polimerizem ou venham a explodir.240 Leiaute: Distribuição física de elementos num determinado espaço. a linha de percurso coincide com o eixo da escada. ou de choque mecânico.246 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37.255 Maior risco: Aquele que possa existir oriundo de instalações projetadas ou existentes que requeira a maior demanda de água para o combate a incêndio. por efeito de variação de temperatura e pressão.8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação).244 Linha de percurso de uma escada: Linha imaginária sobre a qual sobe ou desce uma pessoa que segura o corrimão. se decomponham. pois.todos os tipos de lubrificantes. modificação ou ampliação dos existentes.253 Loteamento: Parcelamento do solo com abertura de novos sistemas de circulação ou prolongamento.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. possuindo altura do pé direito diferenciado do pé direito do pavimento tipo e com área de projeção em planta que não ultrapasse a metade da área do piso imediatamente abaixo. nem subir altura superior a 3. 4. subdividindo-se em: a) classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22.8ºC. na estocagem ou no transporte.8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de óleo diesel.247 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37.

4. usado para canalizar água. estética ou segurança. 4. visando relacionar os meios humanos e materiais disponíveis por uma empresa.282 Nível de acesso: Ponto do terreno em que atravessa a projeção do paramento externo da parede do prédio. O monitor pode ser alimentado com a solução mediante tubulação permanente ou mangueiras. empregado como escritório. depósito. mangueira esguicho regulável e demais acessórios.280 Neblina de água: Jato de pequenas partículas d’água. cálculos.260 Manômetro de líquido ajustável: Tipo de manômetro que permite a realização da avaliação da diferença de pressão entre dois ambientes por meio da comparação entre alturas de colunas de líquido dito manométrico. ábacos e tabelas.271 Meio de Alerta: Dispositivos ou equipamentos destinados a avisar os ocupantes de uma edificação por ocasião de uma emergência qualquer. 4. fabricado com fios naturais ou artificiais. submetidos à ignição ou combustão.258 Mangueira flexível: Tubo flexível de material sintético com características comprovadas para uso do gás liquefeito de petróleo (GLP). 4. 4. com ou sem emprego de escadas. 4. semi-rígida. 4. 4. limitar sua propagação. 4. ao se entrar na edificação.276 Monitor (canhão): Equipamento destinado a formar e orientar jatos de água ou espuma de grande volume e alcance. 4.274 Mezanino: Pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares. 4.281 Nível: Parte da edificação não contida em um mesmo plano. submetidos à ignição ou combustão.265 Materiais incombustíveis: Produtos ou substâncias que.267 Máximo enchimento: Volume máximo de gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido que um recipiente pode armazenar com segurança.279 Mudança de ocupação: Consiste na alteração de uso da edificação que motive a mudança de classificação na tabela 1.261 Mapeamento de risco: Estudo desenvolvido pelo responsável por uma edificação em conjunto com o Corpo de Bombeiros. sala de treinamento ou de aula. além de instalação elétrica e/ou hidráulica. podendo ou não possuir proteção metálica ou têxtil. .272 Meio de Fuga: Medidas que estabelecem rotas de fuga seguras aos ocupantes de uma edificação. em seu processo químico.283 Nível de descarga: Nível no qual uma porta externa conduz ao exterior.257 Mangueira de incêndio: Tubo flexível. não fazendo parte da estrutura principal. 4. 4. ou ainda aqueles protegidos por produtos que dificultem a queima. recebem tratamento para melhor se comportarem frente à ação do calor. prevista no Regulamento de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.268 Medidas de proteção contra incêndio e pânico: Conjunto de ações e dispositivo a serem instalados nas edificações e áreas de risco necessários a evitar o surgimento de incêndio e pânico. desde a concepção até a sua implantação e manutenção.277 Monitor fixo (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e está montado num suporte estacionário fixo ao nível do solo ou em elevação. 4. ao meio ambiente e ao patrimônio. sendo considerado andar o mezanino que possuir área superior à metade da área do andar subdividido.259 Manômetro: Instrumento que realiza a medição de pressões efetivas ou relativas. solução ou espuma. 4. havendo comunicação entre os módulos.278 Monitor portátil (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e encontra-se num suporte móvel ou sobre rodas. apresentam baixa taxa de queima e pouco desenvolvimento de fumaça. antes do início da medição (ajuste do “zero”). que recebeu portas e janelas. 4. Nota: É aplicado para a determinação da altura da edificação. sala de reuniões.266 Materiais semicombustíveis: Produtos ou substâncias que.adaptador (se necessário).270 Meio defensável (“tenable environment”): Meio no qual a fumaça e o calor estão limitados e restritos. 4. 4.269 Megajoule (MJ): Medida de capacidade calorífica dos corpos e materiais.275 Módulo habitável: Contêiner adaptado. premissas e etapas utilizados para definir. estabelecida pelo Sistema Internacional de Unidades – SI. são agregados à mesma com fins de conforto. derretimento. 4. localizar. produzido por esguichos especiais.262 Materiais combustíveis: Produtos ou substâncias (não resistentes ao fogo) que sofrem ignição ou combustão quando sujeitos a calor. dispostos horizontalmente (afastados ou não entre si) ou verticalmente. deformações excessivas e não desenvolvem elevada quantia de fumaça e gases. através de portas. seguido da qualificação e otimização da capacidade de reação. visando preservar os ocupantes num nível que não exista ameaça de vida. O módulo habitável pode ser formado por um ou mais contêineres conjugados. 4. 4. 4. possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à incolumidade das pessoas. almoxarifado ou guarita. 4. Permite o ajuste do valor inicial. 4. não apresentam rachaduras. 4. de modo que pode ser transportado para cena do incêndio.263 Materiais de acabamento: Produtos ou substâncias que.264 Materiais fogo-retardantes: Produtos ou substâncias que. 4. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação.273 Memorial: Conceitos. 4. É composto de parte descritiva.

297 Parede corta-fogo: Elemento construtivo que.296 Pantográfica: Porta paralelogramos articulados. no mínimo. para emissão de parecer técnico quanto aos sinistros e exigências de proteção contra incêndio e pânico nas edificações. em desnível subterrâneo. constituída por 4. bem como das causas do desenvolvimento e conseqüências dos incêndios. reação desordenada. 4. 4. mantendo sua integridade e as características de vedação contra gases e fumaça. municipal. o local coberto.300 Passagem subterrânea: Obra de arte destinada à transposição de vias. 4. legalmente habilitado. 4. em atendimento ao projeto arquitetônico. provoca nas pessoas.291 Operação de abastecimento: Atividade de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP. 4.306 Perigo: Propriedade de causar dano inerente a uma substância.285 Ocupação: Atividade ou uso da edificação. individual ou coletiva. 4. em desnível aéreo. 4. aberto em pelo menos três lados. destinada à rolagem de helicópteros entre área de pouso ou de decolagem e a área de estacionamento ou de serviços. reação desordenada. que provoca nas pessoas. aberto em pelo menos duas faces opostas. 4. onde os pilares se encontram com os elementos de fundação ou onde os pilares mudam de forma e ficam aparentes. levando-se em consideração o risco de ativação das estruturas ou o potencial danoso aos usuários. 4. materiais e equipamentos. 4.295 Pânico: Susto ou pavor repentino.307 Pesquisa de incêndio: Apuração das causas.303 Pavimento de descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. 4.289 Ocupações temporárias em instalações permanentes: Instalações de caráter temporário e transitório.290 Operação automática: Atividade que não depende de qualquer intervenção humana para determinar o funcionamento da instalação de gás.299 Parede resistente ao fogo (parede de compartimentação): Elemento estrutural resistente ao fogo por um determinado período de tempo.309 Piso: Superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito. 4. 4.288 Ocupação temporária: Atividade desenvolvida de caráter temporário.310 Pista de rolagem: Pista de dimensões definidas.301 Passarela: Obra de arte destinada à transposição de vias.292 Operação manual: Atividade que depende da ação do elemento humano. espetáculos e parques de diversões.294 Órgão competente: Órgão público. cujo perímetro aberto tenha. 4.305 Perícia técnica: Consiste no levantamento e apuração efetuado por profissional do CBMMG. e ao uso de pedestres ou veículos. também. no local ou em laboratório especializado.302 Pavimento: Está compreendido entre o plano de piso e o plano do teto imediatamente acima do piso de referência. desde que reúna as habilitações necessárias. 4. 4.284 Nível de segurança: Enquadramento dado ao nível potencial de risco que a edificação oferece em sua utilização prevista. através do exame técnico das edificações.298 Parede corta-fogo portante: Elemento construtivo. 4. desenvolvimento e conseqüências dos incêndios atendidos pelo CBMMG. apontando as causas que o motivaram. federal. individual ou coletiva. 4. podendo ser anexadas ocupações temporárias. 4. isolação térmica e estabilidade). mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem. . 4. e ao uso de pedestres. susto ou pavor que repentino.4. não definitivo em local com características de estrutura construtiva permanente. sob a ação do fogo. de propagação rápida. 4. 4.304 Percentual de aberturas em uma fachada: Relação entre a área total (edificações não compartimentadas) ou área parcial (edificações compartimentadas) da fachada de uma edificação. ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio. 4. conforme concebida pelo arquiteto ou engenheiro.293 Operador: Profissional habilitado a executar a operação de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP podendo acumular a função de motorista. de propagação rápida.308 Pilotis: Local edificado de uso comum. a uma instalação ou a um procedimento. visando a separar uma edificação em relação à outra. feiras.286 Ocupação mista: Edificação que abriga mais de um tipo de ocupação. mediante exame técnico das edificações. conserva suas características de resistência mecânica. 70% do perímetro total. estadual. tais como: circos. Também se inclui nesta categoria.287 Ocupação predominante: Atividade ou uso principal exercido na edificação. Considera-se. dividido pela área de aberturas existentes na mesma fachada. materiais e equipamentos. com características de resistência ao fogo (estanqueidade. é estanque à propagação da chama e proporciona um isolamento térmico tal que a temperatura medida sobre a superfície não exposta não ultrapasse 140ºC durante um tempo especificado. 4. o nível de transição das estruturas da edificação. no local ou em laboratório especializado. como tal. 4.

314 Plano global de segurança: Integração de todas as medidas de prevenção contra incêndios e pânico que garantam a segurança efetiva das pessoas (aspecto humano) e do edifício. 4.330 Procedimento sumário: Constitui-se na ação de análise e vistoria do CBMMG em edificações de uso coletivo. com tempo mínimo de resistência ao fogo. elevadores. 4.4. em caso de sinistro. A1. 4.319 Poço de instalação: Passagem essencialmente vertical deixada numa edificação com finalidade específica de facilitar a instalação de serviços tais como: dutos de ar-condicionado. eletrodutos. possibilitam que os ocupantes das edificações atinjam os pisos de descarga com as suas integridades físicas garantidas. h) vias de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros. ao meio ambiente e ao patrimônio individual ou público. vedando aberturas em paredes. 4. 4. ao meio ambiente e às propriedades.312 Plano de Auxílio Mútuo (PAM): Plano que tem por objetivo conjugar os esforços dos órgãos públicos (Corpo de Bombeiros. i) hidrantes públicos próximos da edificação (se houver).311 Planilha de levantamento de dados: Instrumento utilizado para a catalogação de todas as informações e dados da empresa.321 Ponto de abastecimento: Ponto de interligação entre o engate de enchimento da mangueira de abastecimento e a válvula do recipiente que deve ser abastecido. e estabelecer o comportamento a ser adotado frente à emergência. indispensável à elaboração de um PPI. elaborado por profissionais de grupo multidisciplinar (Engenheiros ou Técnicos que atuem na área de segurança de incêndio e ambiental). É um dispositivo móvel que. conforme o Manual de Defesa Civil Estudos de Riscos e Medicina de Desastres. e outros.318 Planta: Desenho onde estão situadas uma ou mais empresas.320 Poço de sucção: Elemento construtivo do reservatório. podendo ser em mais de uma folha. 4. Ou ainda. 4. 4. .327 Posto de comando: Local fixo ou móvel. tubos de lixo. c) hidrantes externos. arranjo e previsão dos meios de segurança contra incêndio e riscos existentes. monta-cargas. em escala padronizada. A2.331 Processo de segurança contra incêndio e pânico (PSCIP): Documentação que contém os elementos formais das medidas de proteção contra incêndio e pânico de uma edificação ou área de risco que deve ser apresentada no CBMMG para avaliação em análise técnica.316 Planta de bombeiro: Representação gráfica da edificação.324 População fixa: Número de pessoas que permanece regularmente na edificação. Será sempre pelo número máximo diário de pessoas. marco e acessórios). 4. invólucro(s) e/ou outros(s) componente(s) que têm a função de promover o aclaramento do ambiente ou a sinalização.323 População: Número de pessoas para as quais uma edificação. com área de até 750 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados) regulados por meios de instrução técnica. 4. 4. destinadas à circulação de pessoas e de equipamentos.329 Prevenção contra incêndio e pânico: Conjunto de ações e medidas que visam a orientação das pessoas.317 Planta de risco: Mapa simplificado no formato A0. objetivando diminuir a possibilidade da ocorrência de um princípio de incêndio e pânico. indicando: a) principais riscos. bem como os terceiros nestas condições.332 Produtos perigosos: Todas as substâncias cuja liberação ou ameaça de liberação cause risco ao ser humano. com representantes de todos os órgãos envolvidos no atendimento de uma emergência. aqueles produtos cujo manuseio e tráfego apresentam risco à vida.325 População flutuante: Número de pessoas que não se enquadra no item de população fixa. f) reserva de incêndio.328 Posto de abastecimento e serviço: Atividade onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos. em conjunto com o Corpo de Bombeiros. retarda a propagação do incêndio de um ambiente para outro.322 Ponto de luz: Dispositivo constituído de lâmpada(s) ou outros dispositivos de iluminação.326 Porta corta-fogo (PCF): Dispositivo construtivo(Conjunto de folha(s) de porta. e) registro de recalque.313 Plano de intervenção de incêndio: Plano estabelecido em função dos riscos da edificação para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência. ou parte dela é projetada. Defesa Civil. b) paredes corta-fogo e de compartimentação. 4. envolvendo as medidas de proteção ativa e passiva. tubulações hidráulico-sanitárias. destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado. considerando-se os turnos de trabalho e a natureza da ocupação. 4. instalado nas aberturas da parede de compartimentação. Polícia etc) e brigadas de incêndio e de abandono das empresas privadas. contendo informações através de legenda específica da localização. 4. A3 ou A4. 4. 4. 4. 4. g) armazenamento de produtos perigosos. 4. 4.Deve atender ás exigências de resistência mecânica. Quando instaladas nas escadas de segurança. cabos. ventilação.315 Plano particular de intervenção (PPI): Procedimento peculiar de atendimento de emergência em locais previamente definidos. d) número de pavimentos. com uma única ou mais edificações. bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações. 4. estanqueidade e isolamento térmico.

339 Propagação por convecção: Decorrente de gases quentes emitidos pelas aberturas existentes na fachada ou pela cobertura da edificação incendiada. em quantidade e pressão recomendada.340 Propagação por radiação térmica: Aquela emitida por um incêndio em uma edificação. necessárias à definição das características principais do sistema de combate a incêndio. que se propaga para outra edificação contígua. Um registro de fumaça pode ser combinado.343 Recipiente estacionário: Recipiente fixo. destinado a interrromper o fluxo de água das instalações hidráulicas de combate a incêndio em edificações.334 Profissional legalmente habilitado: Pessoa física ou jurídica que goza do direito. instalados nos dutos de ventilação e dutos de exaustão.349 Refinaria: Unidade industrial na qual são produzidos líquidos inflamáveis. 4. a partir de petróleo. dutos e demais equipamentos empregados na transmissão de energia do sistema. 4. 4.25m³. pela cobertura (em colapso). normalmente utilizado na saída dos grupos moto-ventiladores.360 Reservatório elevado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado acima do nível do terreno natural com a tubulação formando uma coluna d’água. que se destina a unir dois níveis ou setores de um recinto de evento.346 Rede de detecção.347 Rede de distribuição: Parte do sistema de abastecimento formado de tubulações e órgãos acessórios. segurança e medicina do Trabalho.336 Projetista: Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto.337 Projeto: Conjunto de peças gráficas e escritas. 4. 4. 4. 4. 4. 4.350 Reforma: Alterações nas edificações e áreas de risco sem aumento de área construída. elevações.354 Registro de paragem: Dispositivo hidráulico manual. inclusive das especificações de materiais e equipamentos.356 Registros corta-fogo (“dampers”): Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. inclusive a sua proteção. que atingem a fachada da outra edificação adjacente. que se propaga por radiação por meio de aberturas existentes na fachada. 4.338 Propagação por condução: Decorrente do contato direto de chamas pela fachada ou pela cobertura (em colapso) de um incêndio em uma edificação. quando utilizada duplicidade de equipamentos.344 Recipiente transportável: Recipiente que pode ser transportado manualmente ou por qualquer outro meio. na instalação hidráulica de combate a incêndio das edificações.352 Registro de fluxo: Dispositivo com a função de direcionar o fluxo de ar.342 Rampa: Parte construtiva inclinada de uma rota de saída. 4. 4. 4. seções. 4. 4. de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio. ou pela própria fachada (composta de material combustível) para uma outra edificação adjacente.4.361 Reservatório enterrado ou subterrâneo: Reserva de incêndio cuja parte superior encontra-se instalada abaixo do nível do terreno natural. de forma contínua. 4. . detalhes e perspectivas isométricas e. fumaça ou chama e a atuar equipamentos de proteção e dispositivos de sinalização e alarme. assim como do memorial.348 Rede elétrica da concessionária: Energia elétrica fornecida pela concessionária do município. 4. É considerado transportável para efeito de proteção contra incêndio o recipiente com volume máximo de 500L.345 Rede de alimentação: Conjunto de condutores elétricos.357 Reserva de incêndio: Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio. 4. 4.335 Profundidade de piso em subsolo: Profundidade medida em relação ao nível de descarga da edificação. segundo as leis vigentes. que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. evitando que a pressão assuma valores maiores por onde ocorra escape do ar.355 Registro de recalque: Dispositivo hidráulico destinado a permitir a introdução de água proveniente de fontes externas. engenharias.341 Quadro de áreas: Tabela que contém as áreas individualizadas das edificações e seus pavimentos. 4. 4. 4. 4. 4. 4. conforme sua área de especialização. em escala comercial. sinalização e alarme: Conjunto de dispositivos de atuação automática destinados a detectar calor.333 Profissional habilitado: Toda pessoa com formação em higiene.351 Registro (“dumper”) de sobrepressão: Dispositivo que atua como regulador em ambiente que deva ser mantido em determinado nível de pressão. 4. gasolina natural ou outras fontes de hidrocarbonetos. a qual opera independente da vontade do usuário. etc. 4. com capacidade superior a 0.358 Reservatório ao nível do solo: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado no mesmo nível do terreno natural.353 Registro de fumaça (“smoke damper”): Dispositivo utilizado no sistema de controle de fumaça. atendendo a requisitos de resistência a fogo e fumaça. composto de plantas. 4.359 Reservatório de escorva: Reservatório de água com volume necessário para manter a tubulação de sucção da bomba de incêndio sempre cheia d’água. destinada a colocar água potável à disposição dos consumidores. projetado para resistir à passagem de ar ou fumaça. devidamente registrado nos Conselhos Regionais competentes.

ou ainda o maior nível de risco.374 Saída ou rota de fuga: Caminho contínuo proporcionado por portas. 4. 4.044.362 Reservatório semi-enterrado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado abaixo do nível do terreno natural e com a parte superior acima do nível do terreno natural. ou que predomina sobre os demais. que também pode ser definido como risco principal na edificação. que permitem controlar a situação de incêndio e pânico e remoção das pessoas do local do sinistro em segurança. suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra. passadiço ou balcão.378 Segurança contra incêndio: Conjunto de ações e recursos internos e externos à edificação ou área de risco. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. b) Ocorrendo concentração de público. adotar-se-á para efeito da classificação do maior risco. mantendo sua integridade. que se caracteriza pela distância medida horizontalmente entre a cobertura de uma edificação e a fachada de outra edificação adjacente.382 Separação de riscos de incêndio: Recursos que visam a separar fisicamente edificações ou equipamentos. que conduzam o usuário de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço aberto.363 Resistência ao fogo: Propriedade de um elemento construtivo. corredores.373 Saída de emergência: Caminho contínuo. 18Mai88. “halls”. passagens externas.365 Risco: Acontecimento possível. 4. para acesso e descarga. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. passagem coberta. 4. 4. para o dimensionamento das saídas de emergências.377 Sapé. seja quanto à época em que poderá ocorrer. devidamente protegido e sinalizado. onde a saída é possível apenas em um sentido. 4. Fachadas de edificações adjacentes. com resistência mínima à exposição ao fogo de 2 horas. protegido do incêndio ou pânico. vestíbulos. 4. 4. avaliado conforme norma existente. restaurantes. Notas: a) Ocorrendo equivalência na somatória da carga de incêndio.375 Saída horizontal: Passagem de um edifício para outro por meio de porta corta-fogo. lanchonetes. “halls”. vestíbulo. piaçava (ou piaçaba): Fibras vegetais de fácil combustão. futuro e incerto seja quanto a sua realização.380 Selos corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. Podem ser áreas livres. a ser percorrido pelo usuário. proporcionado por portas. 18Mai88. 4.044. 4.379 Segurança: Compromisso a cerca da relativa proteção da exposição a riscos. Batalhões. escadas. tais como bares. 4. estanqueidade e isolação e/ou características de vedação aos gases e chamas. escadas. rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes. Companhias e Pelotões do CBMMG que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas .366 Risco iminente: É a constatação de situação atual e iminente de exposição ao perigo e a probabilidade de ocorrência de um sinistro que deve ser fundamentada pelo bombeiro militar durante a realização de vistoria levando se em consideração a exposição ao perigo potencial e as medidas de proteção adotadas no local.384 Serviço de segurança contra incêndio e pânico: Compreende a Diretoria de Atividades Técnicas.4. 4. desde que na ocorrência de um sinistro ele contribua de alguma forma para o agravamento da situação de forma significativa e em termos proporcionais. barreiras de proteção. de largo emprego na zona rural para cobertura de ranchos.369 Risco predominante: Atividade principal exercida na edificação.381 Separação corta-fogo: Elemento de construção que funciona como barreira contra a propagação do fogo. 4. 4. a ser percorrido pelo usuário em caso de incêndio e pânico. a ocupação que possuir maior carga de incêndio pôr m². 4.364 Responsável técnico: Profissional habilitado para elaboração e/ou execução de atividades relacionadas a segurança contra incêndio e pânico. no fabrico de vassouras e também utilizadas como cobertura de edificações destinadas à reunião de público. 4. 4.383 Separação entre edificações: Distância segura entre cobertura e fachada de edificações adjacentes. instalados nas passagens de eletrodutos e tubulações que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. que se caracterizam pela distância medida horizontalmente entre as fachadas de edificações adjacentes.368 Risco isolado de central de GLP: Distância da central de gás liquefeito de petróleo (GLP) à projeção da edificação.372 Rolagem: Movimento do helicóptero de um ponto para outro. balcões. de resistir à ação do fogo por um determinado período de tempo. corredores. 4. rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes.370 Risco primário: Risco principal do produto de acordo com tabela do Decreto 96. independente da vontade humana ou não e de cuja ocorrência decorrem prejuízos de qualquer natureza. 4. conforme o tipo de trem de pouso do helicóptero. 4. prevalecerá como sendo o maior risco.367 Risco isolado: Risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados. 4.376 Saída única: Local em um setor do recinto de evento.371 Risco secundário: Risco subsidiário do produto de acordo com tabela do Decreto 96. em comunicação com o logradouro. casas de espetáculos etc. 4. anteparos e/ou paredes de material incombustível. realizado na superfície ou pouco acima desta.

os quais tenham entre si altura suficiente para a interposição de um terceiro nível. A principal característica da sobreloja em relação ao jirau ou ao mezanino reside na característica de poder ser contido lateralmente por quatro paredes e com a possibilidade de ter ou não guarda-corpo em uma ou mais laterais. estando equipado com aspersores de neblina para descarga e distribuição na área a ser protegida. 4. mas com acesso exclusivo por este. mensagens. 4. 4. com os tipos descritos abaixo: .399 Sistema de prevenção contra incêndio e pânico: Sistema constituído de equipamentos. 4. entretenimento e diversão. em situação não real. escritório ou loja). 4.393 Sistema de aspersão de espuma: Sistema especial. tais como lojas de varejo.402 Sobreloja: Entende-se por sobreloja o piso compreendido entre dois pavimentos contíguos. que inclui todos os métodos isolados ou combinados. formas geométricas. hidráulicas ou outros dispositivos necessários. de forma a processar água sobre o foco de incêndio em uma densidade adequada para extinguí-lo ou controlá-lo em seu estágio inicial. 4. abastecimento de água. bombas de incêndio (quando necessário). válvulas e dispositivos sensíveis à elevação de temperatura. que permite a passagem e interligação de instalações elétricas. causado por incêndio ou acidente.edificações e áreas de risco. utilizado para atender solicitação de autoridade pública.403 Solicitação de vistoria por autoridade pública: Instrumento administrativo. de forma rápida e eficaz. 4. bares. 4. 4. 4. que resulta na intensidade de uma exposição. permitindo ainda a lotação ordenada do local.405 Subestação atendida: Instalação operada localmente e que dispõe de pessoas permanentes ou estacionadas. visando o treinamento dos participantes.390 Sinais visuais: Compreendem a combinação de símbolos. escritórios ou outros usos similares.394 Sistema de carregamento: Dispositivo para o abastecimento de tanques de combustível de motores de veículos. 4. 4. que engloba uma ou mais unidades de abastecimento. no setor de prevenção de incêndio do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais para realização de vistoria na edificação. Só existe sobreloja em edificações comercial ou mista. níveis cujo aproveitamento seja constituído por escritórios.404 Sprinkler: Ver chuveiro automático.400 Sistema preventivo eficaz automático: Entendese por todo equipamento que não dependa da ação humana para entrar em funcionamento e que debele o incêndio ainda no início. 4.398 Sistemas de hidrantes ou de mangotinhos: Conjunto de dispositivos de combate a incêndio composto por reserva de incêndio.396 Sistema de controle de fumaça (“smoke management system”): Sistema projetado. o qual não configure um pavimento. realizados por pessoal especializado. cujo funcionamento dependa da ação humana para funcionar e possua carga extintora de comprovada eficiência.388 “Shopping” coberto (“covered mall”): Espaço amplo criado por uma área coberta de pedestre em uma edificação agregando um número de ocupantes. 4.406 Subestação compacta: Instalação atendida ou não. neste caso onde existir lojas (sala. rede de tubulação. notificando sua ocorrência a uma central.391 Sinalização de emergência: Conjunto de sinais visuais que indicam.401 Sistema preventivo eficiente: Entende-se pelo conjunto de equipamentos. ou determinará o alarme para a edificação. servindo como área de depósito. 4. 4. equipamentos de segurança contra incêndios e riscos potenciais de uma edificação ou áreas relacionadas a produtos perigosos. possuindo altura do pé direito diferenciado do pé direito do pavimento tipo. acessórios. explosão etc. vertical ou horizontal. 4. 4. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta norma.397 Sistema de detecção e alarme: Conjunto de dispositivos que visa a identificar um princípio de incêndio. Sua função principal é de acondicionamento de materiais. Não se exclui destes.386 Severidade da exposição: Soma total da energia produzida com a evolução de um incêndio. com o conseqüente abandono da área. 4. onde esses espaços ocupados são abertos permitindo comunicação direta com a área de pedestres. dimensões e cores. permitindo o menor dano possível ao patrimônio e preservando a vida humana. a existência. observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. ou fechamentos de área para provadores. para modificar o movimento da fumaça. 4. a localização e os procedimentos referentes a saídas de emergência. materiais e conjuntos que atuam na proteção da vida e das edificações.387 “Shaft”: Abertura existente na edificação.385 Setor: Espaço delimitado por elementos construtivos que condicionam a circulação das pessoas para outras partes do recinto.395 Sistema de chuveiros automáticos: Conjunto integrado de tubulações. área de apoio aos funcionários e afins.392 Sinistro: Ocorrência de prejuízo ou dano.389 Simulado: Emprego técnico e tático dos meios disponíveis. A sobreloja pode ocupar toda a área de projeção em planta do pavimento imediatamente abaixo. que repassará este aviso a uma equipe de intervenção. localizada em região urbana. 4. ligado à fonte da solução produtora. 4.

b) Subestação subterrânea: instalações que se encontram situadas abaixo do nível do solo. Não será considerado subsolo o pavimento que possuir ventilação natural e tiver sua laje de cobertura acima de 1. 4. 4. que visa a controlar a temperatura entre – 35ºC a – 40ºC de forma a manter o gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido sem a necessidade de pressurização.415 Tanques de maior risco: Reservatório contendo líquidos combustíveis ou inflamáveis e que possui maior demanda de vazão de espuma mecânica. de outra forma. constituída de dependências e instalações de uso privativo e de parcela de dependências e instalações de uso comum da edificação. soldas e conexões. 4. 4. e é através deste fluxo de ar que são estabelecidas a trajetória que serão percorridas pelo ar que gera a pressurização. 4. visando ainda ao não confinamento de gás em locais não ventilados.419 Taxa de aplicação: Vazão de solução de espuma a ser lançada sobre a área da superfície líquida em chamas. 4.429 Tubo-luva de proteção: Dispositivo no interior do qual a tubulação de gás (GLP.428 Trajetórias de escape: Vazão de ar que sai dos ambientes pressurizados. 4. 4.55 m. nafta. de único proprietário. assinalada por designação especial numérica. na qual o circuito de condutores ou dispositivos de função são monitorados para acompanhar a falha ou integridade dos condutores e dos equipamentos que controlam o sistema. conexões e outros acessórios destinados a conduzir água. 4.418 Tanque vertical: Reservatório de base apoiada sobre o solo. atingir a proteção contra incêndio existente nos dutos de sucção e/ou pressurização. nos termos da Lei Federal nº 4591. . 4. 4.412 Tanque: Reservatório cilíndrico para armazenar líquidos combustíveis ou inflamáveis. natural ou outro similar) é montada.0 minuto.431 Tubulação seca: Parte do sistema de hidrantes. 4.434 Unidade de passagem: Largura mínima para a passagem de uma fila de pessoas. e cuja finalidade é diminuir o risco de um princípio de incêndio.409 Subestação não-atendida: Instalação telecontrolada ou operada localmente por pessoas não permanentes ou não estacionadas. sujeita às limitações da lei. definida no projeto do sistema.425 Terraço: Local descoberto sobre uma edificação ou ao nível de um de seus pavimentos acima do pavimento térreo. 4. 4.426 Teste: Verificação ou prova (fazer funcionar experimentalmente). próximo às juntas. aspectos econômicos e sociais. para efeitos de identificação. 4. 4. fixada em 0. c) Subestação de uso múltiplo: Instalação localizada em uma única área compartilhada pelo proprietário e por terceiros.414 Tanque atmosférico refrigerado: Reservatório equipado com sistema de refrigeração. fica permanentemente sem água no seu interior.427 Torre de espuma: Equipamento portátil destinado a facilitar a aplicação da espuma em tanques.408 Subestação elétrica convencional: Instalação de pátio que se encontra ao ar livre.407 Subestação de uso múltiplo: Instalação convencional. 4. acrescida de outras edificações separadas e distanciadas entre si. 4.413 Tanque atmosférico não refrigerado: Reservatório não equipado com sistema de refrigeração. 4. que por condições específicas. sendo pressurizada por viatura de combate a incêndios. 4. aquecer.422 Tempo máximo de abandono (t): Duração considerada para que todos os ocupantes do recinto consigam atingir o espaço livre exterior. para determinar a qualidade ou comportamento de um sistema de acordo com as condições estabelecidas na Instrução Técnica.423 Tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF): Duração de resistência ao fogo dos elementos construtivos de uma edificação. separar ou processar.416 Tanque de teto cônico: Reservatório com teto soldado na parte superior do costado. podendo os transformadores permanecer ou não enclausurados.411 Supervisão (“supervision”): Autoteste do sistema de controle de fumaça. 4. 4. 4. desde a reserva de incêndio até os hidrantes ou mangotinhos.421 Tempo de comutação: Intervalo de tempo entre a interrupção da alimentação da rede elétrica da concessionária e a entrada em funcionamento do sistema de iluminação de emergência.430 Tubulação: Conjunto de tubos. 4. 4. 4.417 Tanque de teto flutuante: Reservatório cujo teto será diretamente apoiado na superfície do líquido no qual flutua. 4.435 Unidade de processamento: Estabelecimento ou parte de estabelecimento cujo objetivo principal é misturar.20m do perfil do terreno.424 Terceiros: Prestadores de serviço.433 Unidade autônoma: Parte da edificação vinculada a uma fração ideal de terreno. devido a fatores diversos. Nota: Capacidade de uma unidade de passagem é o número de pessoas que passa por esta unidade em 1. 4.420 Temperatura crítica: Temperatura que causa o colapso no elemento estrutural. de 16 de dezembro de 1964. com limitação de área do empreendimento. 4.432 Túnel rodoviário: Passagem horizontal construída embaixo da terra ou da água usado para o tráfego de automóveis.a) Subestação abrigada: Instalação total ou parcialmente abrigada.410 Subsolo: Pavimento situado abaixo do perfil do terreno. estabelecida pelas normas.

4.444 Veios: Dispositivos instalados no interior de curvas.líquidos inflamáveis. 4. . 4.445 Velocidade (v): Distância percorrida por uma pessoa em uma unidade de tempo (m/min). 4. bifurcações ou outros acessórios com a finalidade de direcionar o fluxo de ar. 4. avenidas. visando. 4.440 Vazamento: Vazão de ar que sai do ambiente e/ou da rede de dutos de modo não desejável causando perda de uma parcela do ar que é insuflado.449 Via de acesso: Espaço destinado para as viaturas do CBMMG adentrarem no entorno à edificação.450 Via urbana: Espaços abertos destinados à circulação pública (tais como ruas.441 Vedadores corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. limitada pela parede perimetral do edifício. 4.456 Vítima: Pessoa ou animal que sofreu qualquer tipo de lesão ou dano. 4.454 Vistoria: É o ato de certificar o cumprimento das exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco por meio de exame no local. à diminuição da perda de carga localizada. hidráulicas. 4. 4. 4. especialmente projetado e utilizado para o transporte e transvasamento de gás natural liquefeito (GNL) e devidamente certificado pelo INMETRO.446 Veneziana de tomada de ar: Dispositivo localizado em local fora do risco de contaminação por fumaça proveniente do incêndio e por partículas que proporcionam o suprimento de ar adequado para o sistema de pressurização. em casos de abandono de emergência.452 Vias de acesso para atendimento a emergências: Áreas ou locais definidos para passagem de pessoas.451 Viaduto: Obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior. 4. tendo pelo menos uma das faces aberta para o logradouro ou área de ventilação.448 Ventilação cruzada: Movimentação de ar. 4. credenciado para o serviço de vistoria do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. situados na área urbana e caracterizados principalmente por possuírem imóveis edificados ao longo de sua extensão. sendo uma localizada junto ao piso e a outra situada junto ao teto. vielas. à área de risco e à faixa de estacionamento. 4. 4. 4. Nesta definição não estão incluídas as refinarias. etc.439 Varanda: Parte da edificação. ou caminhos e similares). não em balanço. instalados nas aberturas das paredes de compartimentação ou dos entrepisos. destilarias ou unidades químicas.442 Veículo abastecedor: Veículo especificamente homologado para transporte e transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) a granel.436 Unidade extintora: Extintor que atende a capacidade extintora mínima prevista em norma em função do risco e natureza do fogo. 4.447 Ventilação constante: Movimentação constante de ar em um ambiente. 4.455 Vistoriador: Servidor público militar. também. que se caracteriza por aberturas situadas em lados opostos das paredes de uma edificação.453 Vigas principais: Elementos estruturais ligados diretamente aos pilares ou a outros elementos estruturais que sejam essenciais à estabilidade do edifício como um todo. 4.443 Veículo transportador: Veículo que dispõe de tanque criogênico. 4. e/ou para transporte de equipamentos ou materiais para extinção de incêndios. destinadas à passagem de instalações elétricas. 4.437 Válvula de retenção: Dispositivo hidráulico destinado a evitar o retorno da água para o reservatório.438 Válvulas: Acessórios de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações.

03 SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Definições 4 – Referências normativas 5 – Procedimentos ANEXO Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio e pânico .IT .

que. 2.5 Os significados de todos os símbolos utilizados devem ser representados em uma legenda. com as inclusões e adequações de exigências constantes nesta instrução. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. define o significado específico do conjunto. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. 5 PROCEDIMENTOS 5. Augusto de Lima. 3 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica.Bairro Centro CEP 30.mg. 4 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Lei nº 14.190-000 Site: www.1 Os símbolos gráficos constantes desta Instrução Técnica se aplicam aos projetos de segurança contra incêndio. quando colocado no interior da forma geométrica básica. aplicam-se as definições constantes da Instrução Técnica 02 (Terminologia de proteção contra incêndio). 5.1 Os símbolos gráficos que devem constar nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco são apresentadas no Anexo.gov. _______________________________________________ Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.2 Adota-se a NBR 14100 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos. 5.3 As dimensões dos símbolos devem estar em uma mesma escala.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 03 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. 2 APLICAÇÃO 2. que define uma categoria de segurança contra incêndio e por um símbolo suplementar. 355 .m.gov.270. a área na cor preta existente no interior de algum dos símbolos pode ser substituída por hachuras ou pode ser pontilhada. NBR 14100 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos para projeto.bombeiros.br SIMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece os símbolos gráficos a serem utilizados nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco. Decreto Estadual nº 44. de forma clara e de fácil identificação pelo leitor. 5.br Email: dat3@cbmmg.4 Caso seja conveniente.130. proporcional à escala de qualquer desenho do projeto.2 Os símbolos gráficos são compostos por uma forma geométrica básica. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: .

Anexo (normativo) Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio .

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04 ACESSO DE VIATURAS NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela para colocação de via de acesso e faixa de estacionamento B – Portão de Acesso 2 – Aplicação 3 – Referências bibliográficas C – Tipos de Retornos 4 – Definições 5 – Procedimentos D – Desnível Longitudinal e Lateral E – Faixa de Estacionamento .IT .

br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa condições mínimas exigíveis para o acesso e estacionamento de viaturas de bombeiros nas edificações e áreas de risco.1.1. First Edition. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas.cbmmg.2 Suportar viaturas com peso de 25.1.3 Desobstrução em toda a largura e com altura livre mínima de 4. uma estratégia ou uma tática.1.4.000 quilogramas-força. 5.1. Código de Prevenção Inglês.1.1.2.1. Decreto Estadual nº 44.50 m.1.1.50 m. 1998. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica deve ser observada para os portões de acesso de condomínios de residências unifamiliares. 5 PROCEDIMENTOS 5.1.Bairro Centro CEP 30.1. desde que atendam aos itens 5. 5.1.2 Características das faixas de estacionamento 5.2.1. Estacionamento de viaturas em locais de sinistro. Lei nº 14.mg.1.1. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Monografia elaborada no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais-I/98 da PMESP. 1991.1. 5.130.mg. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da Instrução Técnica 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico . respeitadas as medidas mínimas indicadas. 5. São Paulo. 5.1.1.1.6 São aceitos outros tipos de acessos com retornos. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.1.270.bombeiros.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 04 ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREA DE RISCO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.1. Augusto de Lima. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.5 As vias de acesso que excedam 45. 5. condomínios comerciais e condomínios industriais.1. BELEZIA.1 Via de acesso e faixa de estacionamento.1. que não os especificados acima. 5. mas que garantam a entrada e a saída de viaturas.1. 5.2.1.1. 5. visando disciplinar o seu emprego operacional na busca e salvamento de vítimas e no combate a incêndios.00 m.1 Largura: mínima de 8.1.3 Suportar viaturas com peso de 25. este deverá atender à largura mínima de 4.1.gov.1.1. Eduardo.1.1.1 Largura: mínima de 6. (Figura 1).2 Comprimento: mínimo de 15. sendo recomendativa a todas as demais edificações e áreas de risco. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1. 5.2. INTERNATIONAL FIRE SERVICE TRAINING ASSOCIATION .1.1.1.1. .1 Condições gerais 5.00 m e altura mínima de 4.000 quilogramas-força.00 m.1. em formato de “Y” (Figura 3) ou em formato de “T” (Figura 4). 355 .1 Características da via de acesso 5.00 m.gov. The Building Regulations. Oklahoma State University. 1991.4 Quando o acesso for provido de portão. 5.190-000 Site: www.1.br Email: dat3@.1.00 m de comprimento devem possuir retorno circular (Figura 2).3 e 5.Fire Department Aerial Apparatus.1.

5.1 e subitens.2.5 Deve existir pelo menos uma faixa de estacionamento paralela a uma das faces da edificação que possua aberturas (portas e ou janelas). cada risco deve ser atendido pela via de acesso e ter pelo menos uma faixa de estacionamento. 5. cada risco deve ser atendido pela via de acesso e ter pelo menos uma faixa de estacionamento.1. (Figura 7). 5.2.1.00 m2.2.1. 5.3.7 A faixa de estacionamento deve estar livre de postes.1.1.2. a contar do meio fio.2.1 Deve possuir via de acesso atendendo ao disposto no item 5. 5.2.3 Condomínio de residências unifamiliares.1. medidas a partir de sua borda mais próxima do edifício.2 Condições específicas.2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 5. esta deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento.3 A faixa de estacionamento deve atender ao disposto nos itens 5.2.1.1. painéis. (Figura 7).1 e subitens.2 e subitens.2.1.3 No caso da edificação possuir riscos isolados que ultrapassem 1.2.1. 5. 5.00 m da via pública. 5.2. tanto longitudinal quanto transversal.2.00 m.1. 5.5.1.2. (Figuras 5 e 6).4 Recomenda-se que o desnível máximo da faixa de estacionamento não ultrapasse o valor de 5%. 5.8 A faixa de estacionamento deve ser adequadamente sinalizada. com placas de <proibido parar e estacionar> e com sinalização de solo demarcadas com faixas amarelas e identificadas com as palavras “RESERVADO PARA VIATURAS DO CORPO DE BOMBEIROS” .1 Quando a edificação principal estiver afastada mais de 20.1.2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 5.1.1 e subitens.4 No caso da edificação ser constituída de risco isolados. 5.1.2.2.6 A distância máxima da faixa de estacionamento até a face da edificação deve ser de 8.1 No caso da edificação apresentar afastamento superior a 10. árvores ou qualquer outro elemento que possa obstruir a operação das viaturas.1. 5.1 Edificações com altura menor ou igual a 12.1.2.1.2.500. deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento.1. (Anexo A) 5.00 m.2. 5.1.2.2.00 m na via pública. 5.2 Edificações com altura superior a 12.00 m. 5.1. .2.

ANEXO A Tabela para colocação de via de acesso e faixa de estacionamento Tipo de Edificação Edificação com altura menor ou igual a 12 metros Edificação com altura maior que 12 metros Condomínio de residências unifamiliares Tabela Afastamento em relação ao meio fio Edifício principal afastado mais que 20 metros Edifício principal afastado menos que 20 metros Edifício principal afastado mais que 10 metros Edifício principal afastado menos que 10 metros Todos Via de acesso e faixa de estacionamento Nenhuma Via de acesso e faixa de estacionamento Nenhuma Via de acesso .

ANEXO B Portão de acesso Figura 1 – Altura e largura mínimas de acesso à edificação .

ANEXO C Tipos de retornos Figura 2 – Retorno circular Figura 3 – Retorno em Y .

Figura 4 – Retorno em T .

ANEXO D Desnível longitudinal e lateral de via de acesso Figura 6 – Desnível longitudinal Fonte: Fire Department Aerial Apparatus Figura 5 – Desnível lateral Fonte: Fire Department Aerial Apparatus .

ANEXO E Faixa de estacionamento Figura 7 – Faixa de estacionamento .

05 SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCO) SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela 4 (índice para distâncias de Segurança) B – Tabela 5 (Proteções de Aberturas) C – Exemplos de dimensionamento 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e Conceitos 5 – Relação entre os tipos de propagação e os arranjos físicos das edificações 6 – Procedimentos 7– Recomendações e distâncias de separação entre edificações de propriedades distintas. .IT .

1 Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e artigo 3º do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.mg. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14. 355 .2 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação do calor. É a que exige a maior distância de afastamento. Eletrônica.Bairro Centro CEP 30. NFPA 80A – Recommended Practice for Protection of Buildings from Exterior Fire Exposures. convecção dos gases quentes ou a transmissão direta da chama. 1996 edition.1 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo.1. altura.gov.130.190-000 Site: www. para evitar que o incêndio proveniente de uma edificação se propague para outra. convecção de gases quentes e/ou transmissão direta das chamas. volume. responsável pela radiação de calor.3 As edificações situadas no mesmo lote que não atenderem as exigências de isolamento de risco serão consideradas como uma única edificação para o dimensionamento das medidas de proteção previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. para considerar-se uma edificação como risco isolado em relação à (s) outra (s) adjacente (s) na mesma propriedade (Fig.270. para que uma edificação seja considerada independente em relação à adjacente.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 05 SEPARAÇAO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCO) DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.br Email: dat3@cbmmg. 4. considerando-se duas edificações no mesmo lote ou propriedade. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. área total e área específica de pavimento. 4.br 1 OBJETIVO O objetivo desta Instrução é de determinar critérios para isolar externamente os riscos de propagação do incêndio por radiação de calor.1 Esta Instrução Técnica aplica-se a todas as edificações. 2. número de pavimentos. USA. independentemente de sua ocupação. convecção de gases quentes e transmissão de chama.2 Para fins de previsão das exigências de medidas de segurança contra incêndio. 4. Augusto de Lima.1. 2 APLICAÇÃO 2.mg. NBR 14432 .Separação entre edificações no mesmo lote 2.bombeiros. 5.Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Figura 1. considera-se isolamento de risco a distância ou a proteção. Decreto Estadual nº 44.1). Ed. RELAÇÃO ENTRE OS TIPOS DE PROPAGAÇÃO E OS ARRANJOS FÍSICOS DAS EDIFICAÇÕES . de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. ou retardar a propagação permitindo a evacuação do público.gov.

8).Propagação entre duas edificações geminadas com altura diferenciada. Figura 4 .Propagação entre fachadas b) entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada da outra edificação (Fig. pelas aberturas localizadas em suas fachadas e/ou pelas coberturas das mesmas. Figura 7 . 6). por sua vez.Propagação entre duas edificações geminadas de mesma altura.5). por transmissão direta de chamas e convecção de gases quentes (Fig. Figura 6 .1 O tipo de propagação e o conseqüente tipo de isolamento a ser adotado dependem do arranjo físico das edificações que. determinam os tipos de propagações indicadas a seguir: a) entre as fachadas das edificações adjacentes por radiação térmica (Fig. c) por parede corta-fogo entre edificações contíguas (Fig.1 Isolamento de risco O isolamento de risco pode ser obtido: a) isolamento (distância de separação) entre fachadas de edificações adjacentes (Fig. e Figura 2 . 7).5. d) entre edificações geminadas. c) entre duas edificações geminadas. Figura 8 .Parede corta fogo .3).Propagação entre cobertura e fachada. b) isolamento (distância de separação) entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de uma edificação adjacente (Fig. por meio da cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de outra edificação.Distância de segurança entre a cobertura e fachada.2). 6 PROCEDIMENTOS 6. 4). pelas três formas de transferência de energia (Fig.Distância de Segurança Figura 3 . Figura 5 .

se reduzir o índice “α” da tabela 4 – anexo A em 50% (com a previsão de chuveiros automáticos). devem ser consideradas sem compartimentação.6.1.4 O tamanho do compartimento está relacionado com a dimensão do incêndio e a relação .1. 6. b) para edifícios residenciais. e as edificações classificam-se.2.1.largura e altura do painel radiante localizados na fachada.1. dividindo-se sempre o maior parâmetro pelo menor (largura e altura) para obter o valor x.1.2. Caso esta edificação tenha inicialmente a classificação “I”.2.1 Para determinar a distância de separação acima descrita.1. 6.2 O nível de radiação está associado a severidade do incêndio. 6. 6.1. 6.3 Dentre vários fatores que determinam a severidade de um incêndio. deve-se adotar o valor imediatamente superior.1.1. 6.1.3 Procedimentos distância de separação para dimensionamento da Medidas de Parte da fachada a ser considerada proteção contra no dimensionamento incêndio existentes Compartimentação Horizontal Vertical Não Não Edifícios térreos Toda a fachada do edifício H≥2 Pavimentos Toda a fachada do edifício 6. Sim Não Toda a fachada Toda fachada da da área do área do maior maior compartimento compartimento Não se aplica Toda a fachada do pavimento Toda fachada da área do maior compartimento Não Sim Sim Sim Não se aplica Observações: a) edificações com os TRRF (Tempos Requeridos de Resistência .2. pode.1 Isolamento de risco por distância de separação entre fachadas: 6. Tabela 1 . 2º Passo Determinar a porcentagem de aberturas y no setor a ser considerado (Fig.1.2.10).2. deve-se: 1º Passo Relacionar as dimensões (largura/altura ou altura/largura) do setor da fachada a ser considerado na edificação conforme Tabela 1. deve-se considerar o risco que o edifício adjacente (expositor) gera ao edifício a ser considerado isolado (em exposição) (Fig 9).1. conforme Tabela 2. Observação: Se o valor x obtido for um valor intermediário na Tabela 4 (anexo A).1.1 A propagação por radiação térmica depende basicamente do nível de radiação proveniente de uma edificação em chamas.Exposição entre edificações I Figura 9 – Exposição entre edificações Carga de Incêndio (MJ/m2) 0 – 680 681 até 1460 Acima de 1461 II III 6.6 A carga de incêndio é outro fator a ser considerado. considerando a radiação térmica.2 Parâmetros preliminares a serem determinados para distâncias de separações: 6. dois têm importância significativa e estão relacionados com o tamanho do compartimento incendiado e a carga de incêndio da edificação.1.1.1. ao Fogo) inferiores aos especificados na Tabela A da IT 06. área de aberturas existentes e a resistência dos vedos (elementos de vedação) ao fogo. Observação: Caso a edificação possua proteção por chuveiros automáticos.1 Para dimensionamento da distância de separação segura entre edificações (d). para esta IT.Severidade da Carga de Incêndio para o Isolamento de Risco.7 Para determinação dos valores de Carga de Incêndio consultar a IT 09. a classificação da severidade será reduzida em um nível.1.3. Tabela 2 .2.1.5 A Tabela 1 indica qual a parte da fachada a ser considerada no dimensionamento.1.1.1. considera-se compartimentadas as unidades residenciais separadas por paredes que atendam aos critérios de TRRF especificados na Instrução Técnica N° 06 para unidades autônomas.1. Classificação da Severidade Figura 9 . 6.Determinação da Fachada para o dimensionamento.1. então.

6. permanecendo somente o dimensionamento pelas fachadas das edificações. 6. prevista na tabela 3.00 metros nos municípios que não possuem Corpo de Bombeiros Militar.1.5m (β1) ou de 3. 3 ou mais 8 6. Observação O fator de segurança β assume dois valores (ver exemplos de cálculos do Anexo “C”): a) β1 = 1. pode-se desconsiderar o dimensionamento decorrente da propagação pela cobertura.1. esta deve atender a “TRRF” da Tabela “A” da IT nº 06. 6.5 Proteção por paredes corta-fogo em edificações contíguas (geminadas) Número de pisos que contribuem para a propagação pela cobertura 1 2 Distância de separação horizontal em metros 4 6 .2. acrescentando o fator de segurança β. b) β2 = 3.50 metros nos municípios que possuem Corpo de Bombeiros Militar com viaturas para combate a incêndios. conforme a existência de Corpos de Bombeiros Militar no município.3. ou.1 para qualquer dos dois edifícios e em 6.2. 5º Passo À distância de separação é obtida multiplicando-se o índice α pela menor dimensão do setor considerado na fachada (largura ou altura).3. com altura igual ou superior ao distanciamento obtido. 6. que é a base de cálculo para a distância segura entre edificações. 6.1.2 FÓRMULA GERAL d = α x (largura ou altura) + β ONDE: d = distância de separação em metros. deve-se adotar as distâncias contidas na Tabela 3.4 O distanciamento horizontal. considera-se o número de pavimentos que contribuem para o incêndio e que variam conforme a existência de compartimentação vertical.0 m (β2). da porcentagem de aberturas e da classificação de severidade.1.1. pode ser substituído por paredes corta-fogo.3. em função da relação (largura/ altura ou altura /largura).1.Figura 10 .1.1.1.Distância mínima de separação entre a cobertura da edificação menor em relação a outra adjacente de maior altura. 6.1 Para que não ocorra a propagação pela cobertura.1. β = coeficiente de segurança que assume os valores de 1.6 Para a distância de separação entre as edificações adjacentes com a mesma altura. 6.1. 6.1.2.5 Nas edificações com alturas diferenciadas. deve ser considerado o maior compartimento para se dimensionar a distância de separação. Tabela 3 .4.7 Quando a cobertura como um todo tiver TRRF que atenda à tabela A da IT nº 06.1 Cada edificação possui resistência ao fogo parcial da cobertura. Figura 11 – Prolongamento horizontal da parede corta-fogo substituindo o afastamento entre aberturas.1 Os fatores especificados na tabela 5 (Anexo B) são redutores da distância de separação (d). prolongando acima do topo da fachada.3 O distanciamento horizontal previsto na tabela 3. 6. 6. consultar a Tabela 4 (Anexo A). 6.1. permanecendo o dimensionamento conforme o item 6.1.1. fica dispensado o dimensionamento previsto no item 6.3. 3º Passo Verificar a carga de incêndio da edificação e classificá-la conforme Tabela 2.1.1.4 Fatores redutores de distância de separação 6.3. pode ser considerado quando a fachada da edificação adjacente for “cega”.3.1.2.2 Caso a cobertura não atenda a “TRRF” acima referenciada.3.2 Caso a edificação possua compartimentação horizontal.3. deve-se adotar o valor imediatamente superior.Porcentagem de aberturas na fachada Observação: Se o valor obtido y for um valor intermediário na Tabela 4 (Anexo A). 4º Passo Com os valores x e y obtidos e a classificação da severidade.2 para o edifício mais baixo. Considerações gerais 6. a área a ser computada na determinação da distância da separação (d) será aquela desprotegida.2 Isolamento de risco por distância de separação entre cobertura e fachada 6.1. obtendo-se o índice α.1.3. deve-se adotar a maior das distâncias de separação utilizando-se os métodos descritos em 6.1. 6. α = coeficiente obtido da Tabela 4 (Anexo A). e considerando a resistência de acordo com a tabela A da IT Nº 06.1.3 Na tabela anterior. considerando as fachadas que recebem exposição de calor proveniente de edificações adjacentes localizadas dentro do mesmo lote.

abrindo para o espaço livre exterior.5. 7. 6.1.1.1.1.2 A espessura da parede corta-fogo deve ser dimensionada em função do material empregado. não inferior a 120 minutos.3 A parede corta-fogo deve ultrapassar um metro (1m) acima dos telhados ou das coberturas dos riscos. 6.1. 6.3 Para reduzir as distância de segurança. quando necessário.2 Todos os materiais utilizados na construção das passagens cobertas deverão ser incombustíveis.1. 6. guarita de recepção. são considerados isolados os riscos que estiverem separados por parede corta-fogo.5. podendo haver ligação por meio de uma escada simples.1. 6.1. 6.6.4 A estrutura da parede corta-fogo deve ser desvinculada da estrutura das edificações adjacentes (incluindo lajes e telhados ou qualquer outro elemento estrutural). recomenda-se alterar as dimensões do painel radiante ou compartimentar o edifício internamente (ver Figura a): .2 Para aplicar os conceitos de 6. com ventilação permanente.7.5.7.6 Passagens cobertas 6.6.1 No caso de edifícios residenciais. eletrônicos.7.2.5.1. impactos de cargas ou equipamentos normais em trabalho dentro da edificação.6.1. 7. dotada de venezianas ou outro material (inclusive venezianas tipo “maxiar”) que assegure a ventilação permanente.1 Independente dos critérios anteriores.1 Existindo diferença de altura nas paredes.8 e 6.10 A parede corta-fogo não deve possuir nenhum tipo de abertura. considera-se a fachada do edifício expositor em relação a divisa do terreno.1. exceto tubulações de água. serão considerados isolados quando: a) houver estruturas e paredes distintas sem aberturas de comunicação e com afastamentos entre aberturas de lados opostos.5.3 Nos casos de edifícios contíguos.1. 6.1.1 Houver afastamento entre as torres de no mínimo 4 m.5. 6.5. exceção feita quando os compartimentos que contenham estas aberturas forem considerados áreas frias (banheiro.1.5 As armações dos telhados ou das coberturas podem ficar apoiadas em consolos (suportes). 6.1.5.1. transmissões de dados e outros que não possibilitem a migração do incêndio. b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0.4 Para passagens cobertas com largura superior a 10 m.1.6. com altura máxima de 12 m e com área útil de construção até 750 m² em cada torre (incluindo-se a área da escada. As passagens cobertas destinadas a trânsito de veículos.6 A parede corta-fogo deve ter resistência suficiente para suportar. Caso ocorra dilatação destes consolos decorrente de um incêndio.5. deve ser utilizado o parâmetro descrito em 6.1.5.1.3.1 As passagens deverão ser utilizadas exclusivamente para o trânsito de pessoas.1.1.1. Neste caso não se pode aplicar os meios de proteção das aberturas. serão consideradas isoladas quando atenderem aos requisitos abaixo: 6. 6. 6. 6. 6. considerando-se como distância de afastamento a metade do valor calculado (d).1 Para determinar a distância de afastamento entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno. ou no máximo a 15 cm deste. com ventilação permanente (janelas) nas extremidades. porém.1. estanqueidade e estabilidade.5.8 As aberturas situadas em lados opostos de uma parede corta-fogo devem ser afastadas de no mínimo 2m entre si. interligadas por passagens cobertas. ou b) houver parede corta-fogo executada conforme item 6.9 A distância mencionada no item anterior poderá ser substituída pelo prolongamento horizontal de 1m da parede corta-fogo (ver figura 11).7 Edifícios Residenciais 6. materiais e equipamentos de pequeno porte.1 Separação entre fachadas de uma edificação e a divisa do terreno 7. construída de acordo com as normas técnicas.1. de acordo com os ensaios realizados por laboratórios técnicos oficiais ou de acordo com normas técnicas.1. telefônicos. Serão admitidas nas áreas adjacentes às passagens cobertas construções destinadas a sanitários. em cada pavimento.7.1.1 No caso de edificações que obedeçam aos critérios de afastamento. e não em uma parede corta-fogo. deverá ser prevista uma distância de compensação da parede.1. atendendo aos requisitos dos itens 6. devendo apresentar as características de isolamento térmico.1. de forma a permitir o escoamento da fumaça. sem grandes danos. sendo admissível apenas às guardas e proteções laterais.1. reservatórios de água e similares.1. proporcionalmente). 7 RECOMENDAÇÃO DE SEPARAÇÃO ENTRE DISTINTAS DISTÂNCIA DE PROPRIEDADES Prever distância de separação mínima entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno.6. as seguintes regras devem ser adotadas: 6. elevadores. 7. constituídos por duas torres.1.6. 6.5.2 As janelas devem: a) estar situadas junto ao teto. 6. atendendo ao previsto em 6.1.1. área de serviço etc).9. recomenda-se ventilação para o escoamento da fumaça para a área externa por meio de interrupções ou barreiras de fumaça instaladas na parte inferior da cobertura da passagem.1.1. 6. não haverá necessidade de prolongamento da parede corta-fogo.50 m2. mesmo que protegida.1. contidos na Tabela 5.1.5.1. 6.1. equipamentos de grande porte ou linhas de produção industriais descaracterizam o afastamento entre as edificações.7.3 As passagens cobertas deverão possuir as laterais totalmente abertas. de no mínimo 1m entre dois telhados ou coberturas. escadas com materiais incombustíveis.1.7 O tempo mínimo de resistência ao fogo deve ser igual ao TRRF da estrutura principal. dividindo por 2 (d/2). também incombustíveis.1.5.

Separação entre edificações em lotes distintos .Observação: Entende-se “lote” como “propriedade”. Figura a .

73 3.41 6. .5 0.32 1.34 2.23 1.30 6.93 2.78 8.44 0.12 3.6 0.50 0.50 0.80 6.80 1.11 1.61 5.15 2.55 2.60 6.95 1..1 2. 60 ..58 1.22 1.10 1.51 0.70 4.52 1.79 1.48 4.95 1.94 1.24 9.55 3.37 4.08 2.95 3.27 1.2 1.95 3.54 2..17 3..36 5..69 2.73 0.16 0.51 11.78 0.83 5.71 2.54 4.28 7.4 1.03 2.36 3.07 2.ÍNDICE DAS DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA α d = α x (Largura ou altura) + β ANEXO A INTENSIDADE DE EXPOSIÇÃO Classificação da Severidade y RELAÇÃO LARGURA/ ALTURA (OU INVERSA) .67 0.77 4.18 2.08 2.13 4.80 3.51 0.93 4.X 1.52 1. 80 40 .63 9.2 4 5 6 8 10 13 16 20 25 32 40 I II III % ABERTURAS 20 10 5 30 15 7.39 1.51 0.84 3.81 3.99 2.8 0.34 1.0 1. 60 30 .51 0.73 2.05 1.68 1.18 10.28 2.51 0.57 8..71 2.17 1. .57 2.20 5.19 0.56 1.51 0..34 1.0 2.29 7.24 5.43 5.30 1.48 0.6 3 0..93 2.54 2..93 1.48 2.88 1.15 5.3 2.71 2.95 5.9 0.6 1.92 8.33 1.44 3.88 0.34 10.72 ÍNDICE PARA AS DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA α 0.81 3.12 5.13 0.92 1.85 2.0 11.07 5.26 1.13 3.74 5.6 2.33 1.64 7.95 1.93 4.95 1.8 13.16 5.01 8.88 3.08 2.77 7.26 3. 80 .84 1..40 0. 100 50 .94 2.60 4.30 7.76 2.23 8.34 2.32 0.37 1.08 2.34 1.31 3.95 6.1 .94 1..33 1.74 1.63 3.71 2. 100 0.51 0.20 3.53 4.34 1.77 3.3 0.59 3...13 2.51 4.01 5.11 4.56 7.68 6.8 2.66 0.79 3.74 5.43 4.9 1 1.71 2.02 2.51 0.66 1.02 1.87 3.67 3.82 3.94 1.TABELA 4 .42 1.5 40 20 10 50 25 12.79 4.24 6...5 12.33 4.90 1.95 1.05 2.00 1.5 60 30 15 80 40 20 100 50 25 .94 10.04 2.49 0.12 3.52 4.34 1.91 7.22 5..76 3.56 6.89 10.51 1.43 0.3 1.70 2.65 0.51 0.30 2.64 2.63 1. .1 0.4 0..85 2.52 6.5 3.14 1..46 0.38 2.51 0.

PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA SUPERIOR A 90 MINUTOS. PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA SUPERIOR A 90 MINUTOS.5m Reduzir a distância a 1. Reduzir a distância a 1. Obs: Cortina d’água em toda a fachada. com Janelas providas de vidro aramado (resistente a 30 min. Prevendo cortina d’água por inundação. Proteção Ineficiente Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância a 1.5m. (comum) Obs: Cortina d’água em toda a fachada.ANEXO B TABELA 5 (PROTEÇÕES DAS ABERTURAS) EDIFICAÇÃO EM EXPOSIÇÃO CARACTERÍSTICAS DOS ELEMENTOS DE VEDAÇÃO (PAREDES EXTERNAS) TIPOS DE PROTEÇÃO ESTRUTURAS E PAREDES COMBUSTÍVEIS.) Prevendo cortina d’água por inundação. com o máximo exigido de 6 m. Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 75%. MAS REVESTIDAS COM MATERIAIS COMBUSTÍVEIS. com Janelas providas de vidro ordinário. com o máximo exigido de 3 m.5m Reduzir a distância a 1. Parede corta-fogo entre as edificações. Proteção das aberturas das fachadas com elemento de proteção (corta-fogo) por 30 min.5 m Reduzir a distância de segurança em 75%. com A distância é eliminada resistência ao fogo de 120 min. Reduzir a distância de segurança em 50% Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % . PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA INFERIOR A 90 MINUTOS.5m Reduzir a distância a 1. Proteção das aberturas das fachadas com janelas providas de vidros aramados (resistência por 90 min) A distância é eliminada A distância é eliminada A distância é eliminada Proteção Ineficiente.

02 m e adicionando-se mais o “índice β” de1. temos: a) cobrindo todas as aberturas com proteção para 90 minutos – reduzir a distância a 1. com percentual de aberturas de 20%. 2. c) instalando cortina d’água automática de inundação em todas as aberturas providas de vidro ordinário – reduzir a distância em 50% (1/2).: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros. 3º Passo: Determinar a classificação da severidade. Obs: verifica-se neste exemplo a importância da compartimentação de áreas. obtendo-se 5. 3º Passo: Determinar a severidade.7 m de distância (D=α x (menor dimensão) + β).ANEXO C EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DE AFASTAMENTOS 1.2m e adicionando-se o índice “β” =1. a distância de separação será calculada abaixo: Obs. com superfície radiante de largura igual a 50 m e altura de 18 m ( sem chuveiros automáticos e com compartimentação horizontal e vertical entre pisos.vedos ./ área total da fachada). Pela Tabela 5. pé direito de 3 metros).34 m = 4. obtendo-se o índice “α“ = “2. com superfície radiante de 50m de largura e altura de 15 m (sem compartimentação). Em uma edificação de escritórios que tenha uma carga incêndio de 700 MJ/m2.34”. Então 3 x 1. consultar a Tabela 4.: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros. 5 m. . Então: 2. b) instalando cortina d’água automática de inundação em todas aberturas providas com vidro aramado com proteção para 45 minutos . X = 50/3= 16./ área total da fachada). 4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”. obtém-se 44. Terá como distância de separação a medida calculada abaixo: Obs. Passo: Relação largura/altura.50 m c) instalando cortina d’água automática de inundação em todas as aberturas providas de vidro ordinário – reduzir a distância em 50%.5 m. com percentual de aberturas de 60%. 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão da maior área compartimentada (50 m comprimento e 3 metros de pé direito) pelo índice α . 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão (15m) pelo índice “α“. 1º.50 m. 2º Passo: Determinação do percentual de abertura. Y= 60% (área considerada da fachada .333 (adotar índice “4” na Tabela 4). Em uma edificação de escritórios que possui uma carga de Incêndio de 700 MJ/m2. conforme carga de Incêndio (ver Tabela 2) = Classificação de severidade “II”.7 (adotar índice “20” na Tabela 4). 2º. 1º Passo: Relação largura/altura.88”. b) instalando cortina d’água automática de inundação em todas aberturas providas com vidro aramado com proteção para 45 minutos – reduzir a 1.88 x 15 m = 43. obtendo-se o índice “α“ = “1. Pela Tabela 5 . consultar a Tabela 4.50m.52 m de distância. X = 50/15= 3.vedos .50 m. conforme carga de Incêndio (ver Tabela 2) = Classificação de severidade “II”.reduzir a 1. 4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”. Passo: Determinação do percentual de abertura Y= 20% (área considerada da fachada . temos: a) cobrindo todas as aberturas com proteção para 90 minutos – reduzir a distância a 1.

06 SEGURANÇA ESTRUTURAL DAS EDIFICAÇÕES SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) B – Tabela de resistência ao fogo para alvenarias tempo equivalente de 2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas C – Método do resistência ao fogo 4 – Definições 5 – Procedimentos .IT .

adota-se o Eurocode em sua última edição. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Lei nº 14. 2.Procedimento NBR 9077 . NBR 5628 .br SEGURANÇA ESTRUTURAL DAS EDIFICAÇÕES 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições a serem atendidas pelos elementos estruturais e de compartimentação que integram as edificações para que.Procedimento NBR 9062 .270.Especificação NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência Especificação Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.190-000 Site: www. . Augusto de Lima.Projeto e execução de obras de concreto Procedimento NBR 6120 .Saídas de emergência em edifícios Procedimento NBR 10636 . ou norma similar reconhecida internacionalmente.gov. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios .mg.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas edificações e áreas de risco onde for exigida a segurança estrutural contra incêndio. em situação de incêndio.Ações e segurança nas estruturas – Procedimento NBR 8800 .bombeiros. Decreto Estadual nº 44. esta passará a ser adotada nos termos desta IT.Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado .Cargas para cálculo de estruturas de edifícios – Procedimento NBR 6479 – Portas e vedadores – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio NBR 8681 .Julho 2005 INSTRUÇÃO TÉCNICA – 06 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. conforme exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2 Na ausência de Norma Nacional sobre dimensionamento das estruturas em situação de incêndio. seja evitado o colapso estrutural por tempo suficiente para possibilitar o atendimento das prescrições contidas nas disposições preliminares do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Componentes construtivos estruturais Determinação da resistência ao fogo. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: .Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio NBR 11711 – Porta e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais . 355 .mg. . 2 APLICAÇÃO 2.130.gov. NBR 6118 .Bairro Centro CEP 30.br Email: dat3@cbmmg. No momento da publicação de norma nacional sobre o assunto.

4 O método do tempo equivalente não pode ser empregado nas condições abaixo: a) Edificações do grupo L (explosivos). conforme os critérios estabelecidos nesta Instrução Técnica e em seu Anexo A. de acordo com as normas técnicas nacionais ou. incluindo as lajes.5. de acordo com normas ou especificações estrangeiras internacionalmente reconhecidas.2 Elementos estruturais de concreto Devem ser calculados de acordo com a NBR–15200 – 2004 . b) Edificações de divisões M1 (túneis).3 Outros materiais estruturais Na ausência de normas nacionais.2 Para comprovar os TRRF constantes desta Instrução Técnica são aceitas as seguintes metodologias: a) execução de ensaios específicos de resistência ao fogo em laboratórios. desta IT.Dimensionamento de estruturas de aço de edifícios em situação de incêndio – Procedimento.00 m.1 Para edificação com altura menor ou igual a 6 m.5 No dimensionamento desse método. as fachadas. Módulos maiores podem ser utilizados.4 Ensaios Os ensaios devem ser realizados em laboratórios reconhecidos.NBR 14323 .15 desta IT. os TRRF resultantes dos cálculos não poderão ter valores inferiores a 30 minutos: 5. devem ter. As estruturas das coberturas que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A devem ter. c) Edificações com estruturas de madeira. dutos e antecâmaras. não podendo ser inferior a 120 (cento e vinte) minutos. 5 PROCEDIMENTOS 5. no mínimo. no mínimo.3 Na utilização do método do tempo equivalente.5. 5. conforme metodologia descrita no Anexo C.3. no mínimo.Projeto de estruturas de concreto em situação de Incêndio – Procedimento.3. na ausência destas.5 Dimensionamento de elementos estruturais em situação de incêndio 5. 5. 5. c) modelos matemáticos (analíticos) devidamente normalizados ou internacionalmente reconhecidos.7 – Elementos de Compartimentação 5. b) atendimento a tabelas elaboradas a partir de resultados obtidos em ensaios de resistência ao fogo . o . quando se tratar de ocupação mista).3. devem atender. contudo. fica limitada a redução de 30 min dos valores dos TRRF constantes da Tabela A do Anexo A. 5.1 – Elementos estruturais de aço e elementos estruturais mistos de aço e concreto.3 Método do Tempo Equivalente 5.5. 5.“Fire Safety of Bare External Structure Steel”. 5.7. paredes externas e as selagens dos shafts e dutos de instalações) e os elementos estruturais essenciais à estabilidade destes elementos. admitese o uso do método acima descrito.1 Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) são aplicados aos elementos estruturais e de compartimentação. M2 (parques de tanques) e M3 (centrais de comunicação e energia). os elementos de compartimentação. Será considerado o TRRF de maior valor obtido (observar item 5.Dimensionamento de estrutura de aço em situação de incêndio – Procedimento NBR 14432/2001 – Exigência de resistência ao fogo de elementos de construção de edificações – Procedimento NBR 14762/2001 – Dimensionamento de estruturas de aço construídas por perfis formados a frio – Procedimento NBR 15200/2004 – Projeto de estrutura de concreto em situação de incêndio . porém.7. 5.Procedimento Regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O’BRIEN . 5.2 Os elementos de compartimentação (externa e internamente à edificação. Devem ser calculados de acordo com a NBR 14323 – 1999 .3.2 Para edificação com altura superior a 6.1 Para as escadas e elevadores de segurança. aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. 5. o mesmo TRRF das estruturas principais da edificação. 5. admite-se o uso do método do tempo equivalente de resistência ao fogo em substituição aos TRRF estabelecidos nesta instrução. 5. 5. constituídos pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas.3.6 Cobertura 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. ao TRRF igual ao estabelecido no Anexo A desta Instrução Técnica. adotar módulos de no máximo 500 m2 de área de piso. poderão ser utilizadas normas ou especificações estrangeiras internacionalmente reconhecidas. quando o espaço analisado possuir características construtivas e cargas de incêndio uniformes.

perfis. 5.7. atendendo ao TRRF mínimo igual ao que seria exigido para o elemento protegido considerado. essas devem ter o TRRF conforme o estabelecido nesta Instrução Técnica.2. g) determinação da temperatura do aço no ponto mais crítico.12.1As edificações isentas de TRRF.9.4 Os elementos de compartimentação usados como isolamento de riscos e os elementos estruturais essenciais à estabilidade desta compartimentação devem ter. 5. 5. combustibilidade.7.7. as portas da destas unidades.2 Considera-se forro resistente ao fogo o conjunto envolvendo as placas. 5. O ensaio de resistência ao fogo deve mencionar as soluções adotadas para as selagens das aberturas (penetrações) no forro (tais como: iluminação. sendo que o TRRF mínimo para as selagens dos shafts e dutos de instalações serão de 60 (sessenta) minutos.12. 5. Nota: São consideradas unidades autônomas os apartamentos residenciais. as enfermarias e quartos de hospitais.1 e 5.1 Os elementos estruturais encapsulados estarão livres da ação de incêndio desde que o encapsulamento tenha o TRRF no mínimo igual ao que seria exigido para o elemento considerado. o procedimento para a verificação da possibilidade de aceitação do item anterior deve ser analítico.8.12 Estruturas externas 5. Caso contrário.2. profundidade e largura das chamas emitidas para o exterior da edificação. suportes e selagens das aberturas. 5. dimensionamento e aplicação de materiais de proteção térmica são de responsabilidade exclusiva do(s) responsável(eis) técnico(s) pelo projeto.12.3 Para outros materiais estruturais. toxidade e outras propriedades.12. no mínimo. aceita-se método analítico internacionalmente reconhecido. quando o seu afastamento das aberturas existentes na fachada for suficiente para garantir que a sua elevação de temperatura não superará a temperatura crítica considerada.11 Isenção de TRRF 5.11. de acordo com a respectiva ocupação. usar a regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O’BRIEN .10 Subsolo Os subsolos das edificações devem ter o TRRF estabelecido em função do TRRF da ocupação a que pertencer. motéis e flats.2 Para estruturas de aço. que possuam sistemas de chuveiros automáticos.“Fire Safety of Bare External Structure Steel” ou regulamento similar.1 Nas ocupações mencionadas no item anterior.1 O elemento estrutural situado no exterior da edificação pode ser considerado livre da ação do incêndio. TRRF de 120 (cento e vinte minutos). envolvendo os seguintes passos: a) definição das dimensões do setor que pode ser afetado pelo incêndio.12. 5.1 Os mezaninos que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A. de acordo com norma estrangeira reconhecida internacionalmente. conforme Anexo A. Esta regra pode ser dispensada para as ocupações que possuam sistemas de chuveiros automáticos.13 Estruturas encapsuladas 5.2 seja superior à temperatura crítica das estruturas calculadas.12. 5.1 Para atender aos itens 5. 5. de acordo com norma técnica nacional ou. devem ser determinados por ensaios realizados em laboratório nacional ou estrangeiro reconhecido internacionalmente. f) cálculo da transferência de calor para os elementos estruturais. independente do TRRF da edificação. as celas dos presídios e assemelhados. 5. ar-condicionado e outras). conforme Anexo A.2 Caso a temperatura determinada de acordo com o item 5.12. devidamente ensaiado (conjunto).9. 5.2 As propriedades térmicas e o desempenho dos materiais de proteção térmica quanto à aderência. os apartamentos de hotéis.14 Edificação aberta lateralmente . H3.2. 5. projetados conforme normas técnicas.1 A escolha.12. não podendo ser inferior ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo. estanqueidade. c) determinação da temperatura atingida pelo incêndio.13. as isenções não são admitidas.mesmo TRRF da estrutura principal da edificação. devem ter os TRRF conforme estabelecido nesta Instrução Técnica. 5. para as ocupações dos grupos A (A2 e A3). 5. b) determinação da carga de incêndio específica.9 Materiais de proteção térmica 5.3. 5. Tal situação deve ser tecnicamente comprovada pelo responsável técnico pelo projeto estrutural. 5. na ausência desta.3 As propriedades dos materiais que variem com a temperatura devem ser por meio da função de variação correspondente ou deve ser adotado o valor característico a 600 0C. d) determinação da altura. devem ser projetadas (considerando medidas ativas e passivas) visando atender aos objetivos do Regulamento de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros. as salas de aula. 5.8 Mezaninos 5. que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada não necessitam ser do tipo resistente ao fogo.9. H5 e H6) devem possuir TRRF mínimo de 60 (sessenta) minutos. e) determinação da temperatura das chamas nas proximidades dos elementos estruturais. projetados conforme normas técnicas. E e H (H2.13. B.3 As paredes divisórias entre unidades autônomas.

2 Em qualquer caso.1 Será considerada aberta lateralmente a edificação ou parte de edificação que. d) tipo e espessuras de materiais de proteção térmica utilizados nos elementos construtivos. caso haja compartimentação garantindo a separação entre elas. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas. Para outros materiais estruturais. quando for o caso. como sendo todas as vigas cuja ruína pode provocar o colapso de toda a edificação ou de parte da mesma. deverá ser anexado um Memorial de Proteção dos Elementos Construtivos. para permitir a ventilação. detalhar a solução adotada. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas. em cada pavimento: a) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. b) o valor correspondente a cada uma das ocupações. aplicam-se os seguintes critérios para o estabelecimento dos Tempos Requeridos de Resistência ao Fogo (TRRF): a) o valor correspondente à ocupação que deve atender às exigências mais rigorosas. 5. 5.15 Ocupação mista À edificação que apresentar ocupação mista. nas estruturas de aço. b)tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas.5.14. e) termo de Responsabilidade Técnica pela execução do projeto de segurança da estrutura em situação de incêndio. com aberturas dispostas de forma que possam ser consideradas uniformemente distribuídas. 5. caso não haja compartimentação garantindo a separação destas ocupações. com os seguintes dados: a) método empregado para se atingir os TRRF dos elementos estruturais da edificação. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro da edificação e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas. para efeito desta instrução. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. 5. ou seja. não provoca o colapso de outras partes da edificação.18 Memorial de Segurança da Estrutura Quando da solicitação da Vistoria junto ao CBMMG.16 Vigas principais Considerar. 5. ou requisitos de dimensões e cobrimento de armadura nas estruturas de concreto. c) especificações e condições de isenções e/ou reduções de TRRF. ANEXO A .14. b) os TRRF para os diversos elementos construtivos.17 Vigas secundárias São as vigas cuja ruína tem efeito apenas localizado.

A2.5. H5 . 3.1.6 As escadas abertas (escadas simples). c) a edificação possuir carga de incêndio específica menor ou igual a 500 MJ/m2.(normativo) Tempos requeridos de resistência ao fogo Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) devem ser determinados conforme a Tabela A deste anexo. conforme item 5.14 desta instrução.3 Edificações pertencentes às divisões G1 e G2.6 A opção de escolha pra determinação do TRRF conforme item 5.3 Edificações ISENTAS de TRRF. a critério do responsável técnico pelo projeto estrutural. A2.17 desta instrução.1 Estas condições não se aplicam às edificações com altura superior a 80 metros.3.3 (tempo equivalente) fica a critério do responsável técnico.5 O TRRF das vigas secundárias. G5. conforme item 5.4 As edificações térreas pertencente às divisões F5. quando abertos lateralmente conforme item 5. não for essencial à estabilidade de um elemento de compartimentação. não comprometa a estabilidade da estrutura principal da edificação. G5.2 As isenções e reduções abaixo não se aplicam: a) aos subsolos com área superior a 500m². c) às edificações do grupo L (explosivos) e das divisões M1 (túneis). sendo que as áreas abaixo referem-se à área total construída da edificação: A2. comprovado através de estudos técnicos.3. as rotas de fuga e as condições de ventilação dimensionadas conforme regulamentações vigentes. A2. b) 90 minutos para as edificações de classe P5.2.4 As coberturas das edificações que atendam aos requisitos abaixo: a) não tiverem função de piso. c) os elementos estruturais de cobertura cujo colapso.14 desta instrução e com as estruturas dimensionadas conforme Anexo D da NBR-14432:2001. descritos em 5. M2 (parques de tanques) e M3 (centrais de comunicação e energia). b) a estrutura e paredes de vedação das escadas e elevadores de segurança. c) forem consideradas lateralmente abertas. b) possuírem área total menor ou igual a 5000m2.1. que perfaçam no mínimo 50% do perímetro da edificação.1 Edificações de classe P1 e P2 com área menor ou igual a 750 m2 . A2. comprovado através de estudos técnicos. caso atendam um dos seguintes requisitos abaixo: a) forem providas de chuveiros automáticos. H5 .7. obedecendo-se às recomendações contidas nesta instrução e nas considerações a seguir: A1 Os tempos entre parênteses podem ser usados em subsolo nos quais a área bruta de cada pavimento seja menor ou igual a 500 m² e em edificações nas quais cada pavimento acima do solo tenha área menor ou igual a 750 m². A2 Condições de isenção e redução dos TRRF. nas condições do item A2. com pelo menos duas fachadas para acesso e estacionamento operacional de viaturas. 5. conforme instrução técnica a respeito. b) a estrutura considerada da edificação. em função do item A2 e sub itens ou em função de aços não convencionais. acabamentos ou revestimentos.2 Edificações térreas pertencentes às divisões F5. A2. A2. 3. não necessita ser maior que: a) 60 minutos para as edificações de classes P1 a P4.3. A2. . I3 . não podendo haver em qualquer hipótese sobreposições de isenções. b) não forem usadas como rotas de fuga para saídas de emergência.1 As edificações desta seção para obterem o benefício de isenção ou redução dos TRRF devem atender aos objetivos do Regulamento de Segurança contra Incêndio do CBMMG e possuírem as saídas de emergência. A2. desde que não possuam materiais combustíveis incorporados em suas estruturas. I3 podem ter os TRRF constantes da Tabela A reduzidos em 30 minutos. A2. quando: a) a cobertura da edificação não tiver função de piso ou não for usada como rotas de fuga para saídas de emergência.3. de classes P3 a P4. de isolamento de riscos e de compartimentação. 5. conforme consta na IT-04 (Acesso e estacionamento de viatura na edificação e áreas de risco).7. A2.3. A2. a critério do responsável técnico pelo projeto estrutural.7.5 Os mezaninos que apresentem área inferior a 750m² cuja estrutura não dependa da estrutura principal do edifício. A2.

L-2 e L-3 M-1 M-2 M-3 30 30 30 60 120 150 90 30 30 60 60 CT 30 30 120 (90) 120 (90) L M NOTAS da TABELA A: 1. 3.Tabela A – Tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) Para a classificação detalhada das ocupações (grupo e divisão) consultar Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais . Profundidade do Subsolo h Grupo Ocupação/Uso Divisão Edificação Baixa Classe S2 h > 10m 90 90 90 90 90 90 90 90 Classe S1 h ≤ 10m 60 60 60 60 60 60 60 60 Classe P1 h ≤ 6m 6m < h ≤ 12m Altura da edificação h Edificação Média Altura 12m < h ≤ 23m Medianamente Alta 30m < h ≤ 54m Alta h > 54m CT CT CT CT CT CT CT CT Classe P2 30 60 (30) 60(30) 60(30) 60 (30) 30 60 Classe P3 60 60 60 60 60 60 60 23m < h ≤ 30m Classe P4 90 90 90 90 90 90 90 30 Classe P5 120 120 120 120 120 120 120 CT A B C D E Residencial Serviços de hospedagem Comercial varejista Serviços profissionais.10) Para edificações com altura entre 54m a 80m. poderão ser exigidos os mesmos TRRF das edificações da Classe P5 . H-3 e H-5 I-1 I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 L-1. 2. desde que haja compartimentação vertical entre os pavimentos. O TRRF dos subsolos não pode ser inferior ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo (ver item 5. 4. F-2. F-5 e F-6. Os tempos entre parênteses podem ser usados nas edificações nas quais cada pavimento tenha área menor ou igual a 750m².8. F-4 e F-7 30 30 60 (30) 60 30 30 60 (30) F 60 60 30 CT F-9 G-1 e G-2 não abertos lateralmente e G-3 a G-6 G-1 e G-2 abertos lateralmente G 90 90 90 90 90 (60) 120 120 60 90 90 120 120 150 120 60 (30) 60 (30) 60 60 60 (30) 90 90 30 60 (30) 60 (30) 90 120 150 90 30 30 30 30 30 30 60 (30) 60 (30) 30 60 60 30 30 60 (30) 60 30 60 60 30 60 (30) 90 (60) 30 30 60 90 (60) CT 90 30 90 90 60 90 120 (90) 120 60 120 120 120 120 120 60 60 120 120 CT 120 CT CT CT CT CT CT CT CT CT Serviços automotivos H I Serviços de saúde e institucionais Industrial J Depósitos H-1 e H-4 H-2. pessoais e técnicos Educacional e cultura física Locais de reunião de público A-1 a A-3 B-1 e B-2 C-1 C-2 e C-3 D-1 a D-3 E-1 a E-6 F-1.10. Explosivos Especial CT 90 CT 120 CT CT = Consultar Corpo Técnico junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.11 F-3.

tijolo sem revestimento Um tijolo sem revestimento Meio .tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Cal Areia Espessura média da argamassa de assentame nto (cm) - 1 1 1 1 5 5 5 5 1 1 1 1 1 1 3 3 1 1 2 2 9 9 2. .8m totalmente expostas ao fogo (em uma face) (**) Ensaio encerrado sem ocorrência de falência em nenhum dos três critérios de avaliação.9 Kg) Paredes de concreto armado monolítico sem revestimento Meio .5 1.5 agregado graúdo (granito pedra nº 3): armadura simples posicionada à meia espessura das paredes. possuindo malha de lados 15 cm.5 10 20 15 25 120 395 (**) 300 300 (**) ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 1½ ≥6 4 ≥5 1½ ≥6 4 >6 Parede de tijolos de barro cozido (dimensões nominais dos tijolos).5 kg 1 1 8 1 - - - - - - 14 100 ≥ 1½ ≥ 1½ 1½ 1½ Parede de blocos vazados de concreto (2 furos) (blocos com dimensões nominais): 14 cm x 19 cm x 39 cm e 19 cm x 19 cm x 39 cm.5 1. e massas de 13 kg e 17 kg respectivamente 1 1 1 - 1 1 1 1 1 8 8 8 4 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 1 1 1 1 2 2 2 2 9 9 9 9 1. de aço CA.5 areia média: 3. 5 cm x 10 cm x 20 cm: Massa: 1.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Bloco de 14 cm sem revestimento Bloco de 19 cm sem revestimento Bloco de 14 cm com revestimento Bloco de 19 cm com revestimento Paredes de tijolos cerâmicos de oito furos (dimensões nominais dos tijolos 10 cm x 20 cm x 20 cm (massa 2.5 2.50A diâmetro ¼ polegada (*) Paredes sem função estrutural ensaiadas totalmente vinculadas dentro da estrutura de concreto armado. com dimensões 2.5 19 17 22 13 23 11.Anexo B (informativo) Tabela de resistência ao fogo para alvenarias Características das paredes Traço em volume de argamassa de revestimento Chapisco Cimento Areia Emboço Cimento Cal Areia Espessura de argamassa de revestimen to (cada face) (cm) Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios de avaliação (horas) Espessura total da parede (cm) Duração do ensaio (min) Integridade Estanqueidade Isolação térmica Resistência ao fogo (horas) Paredes ensaiadas (*) Traço em volume da argamassa do assentamento Cimento Meio .5 1. 1 cimento: 2.8m x 2.5 16 120 150 185 150 300 (**) 150 210 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 1½ 2 3 2 ≥4 1 3 1½ 2 3 2 >4 1½ 3 Traço do concreto em volume.

K – fator determinado conforme tabela C1. γn = γn1 γn2 γn3 – coeficiente adimensional que leva em conta a presença de medidas de proteção ativa da edificação. pode ser utilizado o menor valor de b ( ρ c λ ). E – fator de correção que depende do material da estrutura. pisos e tetos. determinado conforme tabelas C3 e C4.040 0.070 ρ c λ > 2500 720 ≤ ρ c λ ≤ 2500 ρ c λ < 720 ρ .Anexo C (normativo) Método do tempo equivalente de resistência ao fogo O tempo equivalente a ser determinado de acordo com a formulação abaixo não poderá ter valores menores de TRRF conforme o especificado no item 5. . este valor é determinado conforme a expressão abaixo: b = ∑ bi Ai At . γs = γs1 γs2 – coeficiente de segurança que depende do risco de incêndio e das conseqüências do colapso da edificação. determinado conforme a tabela C2.Aν Onde: bi é o fator b do elemento de compartimentação i Ai – área do elemento de compartimentação i (m2) At – área total do compartimento (piso. a favor da segurança.condutividade térmica do elemento de vedação (W/m°C) Notas: 1) Quando houver elementos de compartimentação com diferentes camadas de material. W – fator associado à ventilação do ambiente.: Não computar forros e revestimentos que possam ser destruídos pela ação do incêndio.3.3 desta instrução técnica: teq = qfi γn γs K W E Onde: teq – tempo equivalente (minutos). portas e similares) (m2) Obs. Tabela C1 .Fator K b= ρcλ (J/m s 2 1/2 °C) K (min . determinado conforme Tabela C5. qfi – carga de incêndio (MJ/m²).055 0. teto e paredes) (m2) Aν .massa específica do elemento de vedação do compartimento (kg/m3) c – calor específico do elemento de vedação do compartimento (MJ/kg°C) λ . 2) Quando houver diferentes valores de b em paredes. m2 / MJ) 0.área de ventilação vertical (janelas.

γs1 6 < h ≤ 12 1.70 2.00 3. consultório médico. depósitos de: produtos farmacêuticos.45 Média Alta .85 2.00 3. frigorífico.00 h≤6 1.00 3. Tabela C3 .10 1.Característica da edificação Área do compartimento (m2) Térrea ≤ 750 ≤ 1000 ≤ 2500 ≤ 5000 ≤ 7500 ≤ 10000 ≤ 20000 ≥65000 1. igreja.15 1.00 1. farmácia.00 3.85 Pequena biblioteca.65 2.3 ⎢ A ⎟ ⎛ 6 ⎞ f⎠ ⎢ 0 .25 1. deve ser adotado o respectivo γn igual a 1.45 1. hospital.9 0.25 1. hangar.20 1.4 ⎡ ⎛ A ⎞ ⎢ 90 ⎜ 0 .00 3.janelas (m²) Ah – área de ventilação horizontal -piso (m²) Af – área de piso (m²) ⎤ ⎥ ⎥ ⎥ ≥ 0 .00 1. oficina elétrica ou mecânica. laboratório fotográfico.00 1.35 3.25 1.00 3.65 3.Fatores das medidas de segurança contra incêndio Valores de γn1 γn2 γn3 Existência de chuveiros Existência de detecção Brigada contra incêndio (γn2) automáticos (γn1) automática (γn3) Não profissional Profissional 0. indústria mecânica Laboratório químico.90 0.00 3.60 3.00 3.30 1.90 2.00 Altura da edificação (m) .60 0. depósitos em geral cinema.40 1.00 3. indústria de papel.45 1.70 1.00 3.0 Normal 1.2 1.50 3. escritório.60 Na ausência de algum meio de proteção indicado na tabela C2. teatro.00 3.80 3.00 3.10 1. venda de acessórios de automóveis.60 3.Risco de ativação valores de γs2 risco de ativação do incêndio exemplos de ocupação 0.15 1.00 3. restaurante.85 3.00 3. oficina de pintura de automóveis 1.10 1. museu. correio.00 3.05 1.25 1. 5 ⎜ 1 + 10 v ⎟ h ⎜ ⎢ A ⎟ A f⎠ f ⎝ ⎢ ⎣ H – altura do compartimento (m) Av – área de ventilação vertical . galeria de arte. 62 + ⎝ W =⎜ ⎟ ⎢ H ⎠ ⎛ A ⎞A ⎝ ⎢ 1 + 12 . 4 − v ⎟ ⎜ 0 .5 ⎥ ⎥ ⎥ ⎥ ⎦ Tabela C2 . bebidas alcoólicas Montagem de automóveis.00 H > 80 1. livraria. escola.00 3. residência.00 Tabela C4 .75 2.00 12 < h ≤ 23 23 < h ≤ 30 30 < h ≤ 80 1.35 1. hotel.15 2.60 1.00 1.

heq = Altura média das janelas.7 V Nota: No caso de estruturas mistas de aço e concreto. em metro (m). teto e piso. conforme a seguinte expressão: V = Aν√heq At Nota: Limites de aplicação: 0.02 m½ ≤ V ≤ 0. At = Área total do compartimento (paredes.0 1. Onde: V – grau de ventilação do compartimento calculado. onde aplicável. . utilizar. o valor mais desfavorável de E.20 m½ Aν = Área total de aberturas verticais (m²).0 13.Tabela C5 – Valores do Fator E Material da estrutura Concreto armado Aço revestido termicamente Aço sem revestimento térmico Fator E 1. incluindo aberturas).

IT .07 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A – Compartimentação horizontal e vertical B – Tabela de área máxima de Compartimentação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

NBR 14925 – Unidades envidraçadas resistentes ao fogo para uso em edificações. NBR 6118 – Projetos de estrutura de concreto. NBR 14323 – Dimensionamento de estrutura de aço de edifício em situação de incêndio . NBR 11742 – Porta corta-fogo para saídas de emergência – Especificação. Decreto Estadual nº 44.2 A compartimentação horizontal se destina a impedir a propagação de incêndio no pavimento de origem para outros ambientes no plano horizontal. NBR 10636 – Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo.gov. NBR 11711 – Portas e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais.270. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.mg.190-000 Site: www. NBR 14432 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – procedimento. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. entre pavimentos elevados consecutivos.Esta Instrução Técnica estabelece os parâmetros da compartimentação horizontal e compartimentação vertical.130. 355 . 1.combustibility test. 1.non .INSTRUÇÃO TÉCNICA – 07 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.3 A compartimentação vertical se destina a impedir a propagação de incêndio no sentido vertical.1. ISO 1182 – Building materials . estabelecendo detalhamentos técnicos relativos à área de compartimentação.br 1 OBJETIVO 1.br Email: dat3@cbmmg. ou seja. .bombeiros.gov. NBR 9441 – Execução de sistemas de detecção e alarme de Incêndio. Augusto de Lima.mg. NBR 6479 – Portas e vedadores – determinação da resistência ao fogo. conforme previsto nas tabelas 7A a 7M do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Procedimento. NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos.Bairro Centro CEP 30. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações onde são exigidas a compartimentação horizontal e vertical. NBR 5628 – Componentes construtivos estruturais – determinação da resistência ao fogo. de 31 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.

por esteiras transportadoras.1. c) quando houver necessidade de passagem entre ambientes compartimentados providos de portas de acordo com a NBR 11711. estes atendendo às condições da NBR 14925 e apresentando resistência ao fogo conforme as condições do item 5. 5. permitindo o abandono rápido das pessoas (fig.1. o fechamento automático dos vedadores deve ser comandado por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441. já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para situação de incêndio. e) a distância mencionada no item anterior poderá ser substituída por um prolongamento da parede de compartimentação. no que tange aos panos de alvenaria ou de painéis fechando o espaço entre os elementos estruturais.1. g) as aberturas situadas em fachadas paralelas ou ortogonais. 5 PROCEDIMENTOS 5.1. no mínimo. e) selos corta-fogo. para isto devem ser consideradas as condições de dimensionamento estabelecidas na IT-05 (Separações entre Edificações).1. vedadores ou vidros corta-fogo.4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. externa à edificação. b) portas corta-fogo. deve ser determinada por meio da NBR 10636. devem. 1.1 Compartimentação horizontal 5. pertencentes a áreas de compartimentação horizontal distintas dos edifícios. f) a resistência ao fogo da parede de compartimentação.0m acima da linha de cobertura (telhado). b) caso a classe de ocupação não se refira a edifícios industriais ou depósitos. aplicam-se as definições constantes na IT 02 (Terminologia de proteção contra incêndio e pânico).1. pode-se utilizar alternativamente a proteção por cortina d'água. d) na impossibilidade de serem utilizados vedadores corta-fogo.3. d) registros corta-fogo ("dampers"). em lados opostos da parede de compartimentação. desde que a área da . 5. a 1.3 Proteção das aberturas nas paredes de compartimentação: As aberturas existentes nas paredes de compartimentação devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo.2 Vedadores Corta-Fogo As aberturas nas paredes de corta-fogo de compartimentação de passagem exclusivas de materiais devem ser protegidas por vedadores corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) os vedadores corta-fogo devem atender ao disposto na NBR 11711. por exemplo. c) vedadores corta-fogo.2.1. devem ser instaladas portas de acordo com a NBR 11742. 5. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e deve ser prevista a possibilidade de fechamento dos dispositivos de forma manual na central do sistema. 5. f) afastamento horizontal entre aberturas. serão exigidos os seguintes requisitos: a) a parede de compartimentação deverá ser construída entre o piso e o teto devidamente vinculada à estrutura do edifício. 1 Anexo A). b) na situação de compartimentação de áreas de edificações comerciais e industriais são aceitas também portas corta-fogo de acordo com a NBR 11742.1 Portas corta-fogo As portas destinadas à vedação de aberturas em paredes de compartimentação devem ser do tipo cortafogo. h) as distâncias requeridas no item anterior podem ser suprimidas caso as aberturas sejam protegidas por portas. estar distanciadas de forma a evitar a propagação do incêndio por radiação térmica. i) cada setor compartimentado deverá possuir facilidade de acesso para alcançar as saídas de emergência. c) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de incêndio. de acordo com o prescrito na IT 06.3.2 desta IT. a parede de compartimentação deverá estender-se. devem ser afastadas horizontalmente entre si por trecho de parede com 02 (dois) metros de extensão devidamente consolidada à parede de compartimentação e apresentando a mesma resistência ao fogo (fig. pela existência de obstáculos na abertura.Anexo A).1 A compartimentação horizontal deve ser compatibilizada com atendimento a IT 08.4. sendo aplicáveis as seguintes condições: a) as portas corta-fogo devem atender ao disposto na NBR 11742 para saída de emergência e NBR 11711 para compartimentação em ambientes comerciais e industriais.2 Características de construção: Para os ambientes compartimentados horizontalmente entre si. 5. com reforços estruturais adequados. c) as paredes mencionadas no item anterior devem ser dimensionadas estruturalmente de forma a não entrarem em colapso caso ocorra à ruína da cobertura do edifício do lado afetado pelo incêndio. desde que as dimensões máximas especificadas nesta norma sejam respeitadas. representados. de forma que cada área compartimentada seja dotada de saídas para o exterior da edificação e áreas adjacentes.1 A compartimentação horizontal é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) paredes de compartimentação. b) no caso de edificações que possuem elementos estruturais de cobertura combustíveis. d) as aberturas situadas na mesma fachada. com extensão mínima de 1(um) metro.

os quartos de hotéis. para efeito desta IT.1 São consideradas unidades autônomas. f) vedadores corta-fogo. ar condicionado ou exaustão atravessarem paredes corta.5.abertura não ultrapasse 1. 5. B.5 m2. e) a falha do dispositivo de acionamento do registro corta-fogo deve dar-se na posição de segurança.1 A compartimentação vertical é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) entrepisos corta-fogo.1.4 Registro corta-fogo (dampers) Quando os dutos de ventilação. conforme IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações). H3. 5.R.1. b) os tubos plásticos de diâmetro interno superior a 40mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo em um dos lados da parede. os subsolos deverão possuir aberturas de ventilação adequadas ao exterior. Áreas superiores a 750.5.1. b) os registros corta-fogo devem ser dotados de acionamentos automáticos comandados por meio de fusíveis bimetálicos ou por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441.2. os apartamentos residenciais.2 Compartimentação vertical 5.5 Condições especiais da compartimentação horizontal 5.1. 5.2 Os elementos de proteção de aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação podem apresentar valor de TRRF de 30 (trinta) minutos menor que a resistência das paredes corta-fogo de compartimentação. devem ser dotados de proteção em toda a extensão (de ambos os lados das paredes) garantindo resistência ao fogo igual à das paredes. ar condicionado e/ou exaustão. A cortina d´água pode ser interligada ao sistema de hidrantes.4 Características de resistência ao fogo: 5.1.4. O mesmo se aplica às portas de unidades autônomas que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada.5. 5.3.R. E e H (H2. d) selos corta-fogo.3 Selos corta-fogo Quaisquer aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação destinadas à passagem de instalações elétricas. 5. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento do registro. . além da adequada selagemcortafogo da abertura em torno dos dutos. as áreas de compartimentação horizontal devem ser separadas por paredes corta-fogo devendo atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (T. motéis e flats. ou seja.5. g) os elementos construtivos corta-fogo / pára-chama de separação vertical entre pavimentos consecutivos. devem existir registros corta-fogo devidamente ancorados à parede corta-fogo de compartimentação. as celas de presídios e assemelhados. c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem. telefônicas e outros que permitam a comunicação direta entre áreas compartimentadas devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.00 m2 deverão possuir medidas de proteção analisadas por Corpo Técnico.).3 As paredes divisórias entre unidades autônomas e entre unidades e as áreas comuns para as ocupações dos grupos A (A2 e A3).1.5. que devem também ter os requisitos de resistência ao fogo.3.1 No interior da edificação. f) os dutos de ventilação. b) enclausuramento de escadas por meio de parede corta-fogo de compartimentação.4 Em complementação aos sistemas de proteção.1. e) registros corta-fogo ("dampers"). H5 e H6) devem possuir requisitos mínimos de resistência ao fogo de acordo com o prescrito na IT 06 – Segurança Estrutural nas Edificações.1. as salas de aula. c) enclausuramento de elevadores e monta-carga. atendendo aos parâmetros da IT 18 e normas técnicas específicas.1. 5.F. porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos. d) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de fumaça.1 A compartimentação horizontal está dispensada nas áreas destinadas exclusivamente a estacionamento de veículos. conforme prescrito na IT 06. c) no caso da classe de ocupação não se referir aos edifícios industriais ou depósitos. 5. que permitam realizar a exaustão de gases e fumaça do ambiente. poços para outras finalidades por meio de porta pára-chama (observar IT 06).00 m2. hidro-sanitárias.2 Em subsolos não destinados exclusivamente ao estacionamento de veículos.1.fogo de compartimentação. as enfermarias e quartos de hospital. que não possam ser dotados de registros corta-fogo.3. 5.4. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e permitir o fechamento por decisão humana na central do sistema. As seguintes condições devem ser atendidas: a) os registros corta-fogo devem ser ensaiados para caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.1. que deverá possuir acionamento automático. o fechamento automático dos registros deve ser comandados por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441. 5. 5. a área de compartimentação será de 750.

ar-condicionado e exaustão que atravessarem as lajes. 5. tais selos devem ser fixados aos elementos de separação de modo que sejam estruturalmente independentes dos caixilhos da fachada. A resistência ao fogo dos entrepisos deve ser determinada por meio de ensaio segundo a NBR 5628 ou dimensionada de acordo com norma brasileira pertinente.2 Características de construção: 5.2 Compartimentação vertical no interior dos edifícios A compartimentação vertical no interior dos edifícios é provida por meio de entrepisos. d) os elementos de separação entre aberturas de pavimentos consecutivos e as fachadas cegas devem ser consolidadas adequadamente aos entrepisos. e) no caso de dutos de ventilação. 5.2.2. estes devem apresentar altura mínima de 1. Os entrepisos podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de outros materiais que garantam a separação física dos pavimentos. d) os selos corta-fogo perimetrais indicados no item anterior deverão ser detalhados.2. devem existir registros corta-fogo.2. além da selagem da passagem destes equipamentos. d) as escadas devem ser enclausuradas por meio paredes de compartimentação e portas corta-fogo. deve ser determinada pela NBR 10636. cuja resistência ao fogo não deve ser comprometida pelas transposições que intercomunicam pavimentos. elementos de separação. tais selos podem ser substituídos por paredes corta-fogo de compartimentação cegas posicionadas entre piso e teto. . b) devem ser previstos atrás destas fachadas. 0. já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para a situação do incêndio.2.1 Compartimentação vertical na envoltória do edifício As seguintes condições devem ser atendidas pelas fachadas com intuito de dificultar a propagação vertical do incêndio pelo exterior dos edifícios: a) deve existir separação na fachada entre aberturas de pavimentos consecutivos. exceção feita aos vidros laminados. fechando o espaço entre elementos estruturais. instalados parapeitos. seguindo-se as orientações contidas na IT 06.2. exceção feita aos vidros laminados.1.1 Escadas As escadas devem ser enclausuradas por meio de paredes corta-fogo de compartimentação e portas cortafogo.2. atendendo as seguintes condições: a) a resistência ao fogo da parede de compartimentação.3 – anexo A). Caso estes registros não possam ser instalados. vigas ou prolongamentos dos entrepisos.3. f) os materiais transparentes ou translúcidos das janelas devem ser incombustíveis. como apresentado a seguir: 5. toda tubulação deve estar protegida de forma a apresentar resistência ao fogo conforme requisitos da IT-06. Suas aberturas devem ser protegidas por vedadores pára-chamas as quais deverão apresentar resistência ao fogo igual às das paredes. construídas e instalados de acordo com NBR 11711/1992. 5. c) as frestas ou as aberturas entre a “fachada-cortina” e os elementos de separação devem ser vedados com selos corta-fogo em todo perímetro. As aberturas existentes nos entrepisos devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo.2. a incombustibilidade destes materiais devem ser determinadas em ensaios utilizando-se o método ISO 1182.20m separando aberturas de pavimentos consecutivos (fig. que podem ser constituir de vigas e/ou parapeito ou prolongamento dos entrepisos além do alinhamento da fachada. com resistência ao fogo. b) as aberturas existentes nos entrepisos. no que se refere aos panos de alvenaria ou de painéis pré-moldados.2. Deve atender às seguintes condições: a) no interior da edificação. ou seja.1 Nas edificações com fachadas totalmente envidraçadas ou “fachadas-cortina” serão exigidas as seguintes condições: a) os caixilhos e os componentes transparentes ou translúcidos devem ser compostos por materiais incombustíveis. de forma a não comprometer a resistência ao fogo destes elementos. deverão ser protegidas por vedadores corta-fogo.2. as quais devem atender aos requisitos da IT-08(Saídas de Emergências nas Edificações). no mínimo.1. 2 – anexo A). de acordo com o inciso 5. de forma a garantir a resistência ao fogo do conjunto. b) quando a separação for provida por meio de vigas e/ou parapeitos. as abas devem projetar-se. devidamente consolidadas de forma adequada às lajes dos pavimentos.2. monta-carga e outras finalidades deverão ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação. devidamente ancorados à laje. c) os poços destinados a elevadores. todas as aberturas no entrepiso destinadas às passagens das instalações de serviços devem ser vedadas por selos corta-fogo. e) as fachadas pré-moldadas devem ter seus elementos de fixação devidamente protegidas contra a ação do incêndio e as frestas com as vigas e/ou lajes devidamente seladas. 5. A incombustibilidade destes materiais deve ser determinada em ensaio utilizando-se o método ISO 1182. atendendo os requisitos da IT 01 (Procedimentos Administrativos).2.3 Entrepisos Os entrepisos devem enquadrar-se na categoria compartimentação e podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de materiais que garantam a separação física de pavimentos no interior dos edifícios. c) quando a separação for provida por meio dos prolongamentos dos entrepisos.90 m além do plano externo da fachada (fig.h) selagem perimetral corta-fogo.2.

2.2. g) nos pavimentos de descarga. d) alternativamente às portas pára-chamas do montacarga. ar condicionado ou exaustão atravessarem os entrepisos.3. os trechos das escadas que provém do subsolo ou dos pavimentos elevados devem ser enclausurados de maneira equivalente a todos os outros pavimentos. 5. de acordo com a NBR 9441.2. que permitam a comunicação direta entre os pavimentos de um edifício devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. c) as portas mencionadas devem ser ensaiadas seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. exceção feita à pintura de acabamento. e) numa outra alternativa às portas pára-chamas de andar constitui-se de enclausuramento dos halls dos elevadores. caracterizados de acordo com o método ISO 1182. fechando automaticamente em caso de incêndio e atendendo ainda ao disposto das letras "f" e "g" constantes do item 5. d.2. b) as portas de andar do monta-carga não devem permanecer abertas em razão de presença da cabine.1.2. ou seja. os “halls” de acesso aos elevadores devem ser enclausurados conforme as condições estabelecidas das alíneas c. por meio de portas retráteis corta-fogo. b) os tubos plásticos com diâmetro interno superior a 40 mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo abaixo do entrepisos.2 Elevadores Os poços destinados a elevadores devem ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos. b) as portas de andares de elevadores não devem permanecer abertas em razão da presença da cabine. comandadas por sistema de detecção automática de fumaça devendo atender ao disposto na NBR 11742 e as disposições das alíneas d.3.2. f e g constantes do item 5.2. g) as portas retráteis corta-fogo também devem ser abertas ou fechadas no local de sua instalação. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento da porta. comandados por sistema de detecção automática de fumaça instalados no(s) hall(s) de acesso às escadas. As seguintes condições devem ainda ser consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas nas letras "a" e "b" constantes do item 5.3.3. além da adequada selagem corta-fogo da abertura em torno do duto. hidrosanitárias.3.b) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas e entre as antecâmaras e a escada devem atender ao disposto na NBR 11742. d) as portas corta-fogo mencionadas no item anterior devem fechar automaticamente em caso de incêndio.2.1. manual ou mecanicamente. 5. de acordo com a NBR 9441. i) as portas de andar de elevadores e as portas de enclausuramento dos halls devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. h)o enclausuramento dos halls dos elevadores permitirá a disposição do elevador de emergência em seu interior. desde que sejam utilizados dispositivos elétricos que permitirão seu fechamento em caso de incêndio. e. nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura. f) a situação ("status") das portas corta-fogo (aberto ou fechado) deve ser indicada na central do sistema de detecção e permitir o fechamento por decisão humana na central do sistema. 5. d) quando a escada de segurança for utilizada como via de circulação vertical em situação de uso normal dos edifícios suas portas corta-fogo podem permanecer abertas.2. ar condicionado e exaustão.1.2.2. Quando dutos de ventilação. c) as portas pára-chamas conforme item anterior podem ser substituídas pelo enclausuramento dos halls do acesso aos elevadores.3.2. e.3.3.2. c) as portas corta-fogo utilizadas para enclausuramento das escadas devem ser construídas integralmente com materiais incombustíveis.5 Aberturas de passagem de dutos de ventilação. As seguintes condições devem ser adicionalmente consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas nas alíneas a e b constantes do item 5. nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura. mantidas permanentemente abertas e comandadas por sistema de detecção automática de fumaça.2.4 Prumadas das instalações de serviço Quaisquer aberturas existentes nos entrepisos destinadas à passagem de instalação elétrica.2. h) a exigência de resistência ao fogo das paredes de enclausuramento da escada também se aplica as antecâmaras quando estas existirem.2.2. 5. f) as portas mencionadas no item anterior não devem estar incluídas nas rotas de fuga. c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem. telefônicas e outras.3. por meio de parede e porta corta-fogo.3 Monta-cargas Os poços destinados à monta-carga devem ser constituídos por paredes de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos. As portas de andar devem ser classificadas como pára-chamas.2. deverá existir registros corta-fogo devidamente ancorados ao entrepisos e serem atendidas as condições . f e g do item 5. As portas dos andares de elevadores devem ser classificadas como pára-chamas.2. requerendo na primeira situação um esforço máximo de 130 N. e) a falha dos dispositivos de acionamento das portas corta-fogo deve dar-se na posição de segurança.1.

inclusive. quanto às resistências ao fogo devem estar caracterizadas através dos procedimentos de ensaio da NBR 6479.3.8 Prumadas enclausuradas As prumadas totalmente enclausuradas por onde passam as instalações de serviço. c. exclusivamente. Neste caso.1. As paredes de enclausuramento devem atender ao disposto nas alíneas a e b constantes do item 5.2.2. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através dos dutos de ventilação permanente. constituídas pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas. b. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através do átrio nos pavimentos. vidros corta-fogo e vedadores corta-fogo. comandado por sistema de detecção automática de fumaça. 5.2.2.3. 5.3.estabelecidas nas alineas a.3. no mínimo.1.2. as derivações existentes nos pavimentos devem ser protegidas por registros corta-fogo. 5. de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal.1.2. devera atender ás condições estabelecidas nas alíneas a.2. Portas e vedadores corta-fogo podem apresentar TRRF de 30 (trinta) minutos menor que as paredes. c) as paredes de compartimentação devem atender às condições estabelecidas nas alíneas a e b constantes do item 5. 5.1. d) alternativamente disposto na alínea c.3. ao TRRF igual ao estabelecido na IT 06.2. b) as selagens das prumadas das instalações de serviço e os registros protegendo aberturas de passagem de dutos de ventilação.2. b) cada prumada de ventilação deve fazer parte.3. ar condicionado e exaustão devem apresentar.2.2. porém não podendo ser inferior a 120 (cento e vinte) minutos.2. A condição básica a ser atendida por qualquer átrio é a seguinte: a) cada átrio deve fazer parte exclusivamente de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal. podendo. em seu perímetro interno ou no perímetro da área de circulação que o rodeia em cada pavimento.3. 5.7.2.3.1. constituírem-se por paredes corta-fogo de compartimentação.3.1 e 5. 5.2.2.1. Se os vedadores apresentarem fechamento automático. os tempos requeridos de . cada derivação das prumadas deve ser protegidas por registro corta-fogo.1. d) os vedadores corta-fogo podem ser retráteis. ou seja. 5.1 Caso os dutos de ventilação. é necessário que as seguintes condições adicionais sejam atendidas: a) compartimentação do átrio deve ser feita em todos os pavimentos servidos. b. devem estar de acordo com a NBR 9441. devem ser dotados de proteção em toda a extensão garantindo a adequada resistência ao fogo.2.7 Átrios Os átrios devem ser entendidos como espaços no interior de edifícios que interferem na compartimentação horizontal ou vertical.3.4. c) a prumada de ventilação permanente deve ser compartimentada em relação às demais áreas da edificação não destinadas a banheiros ou similares por meio de paredes e portas corta-fogo.4.3 Características de resistência ao fogo 5. c.5. b) os elementos de compartimentação do átrio devem apresentar resistência ao fogo.3. e) as paredes que compõem estas prumadas devem atender os disposto nas alíneas a e b constantes no item 5.3.4. b. c.2.3.2.3. e) as condições de fechamento das portas mencionadas no item anterior devem ser tais que não ofereçam risco de provocar acidentes e ferimentos nas pessoas. dutos e antecâmaras. em caso de acionamento. não necessitam ser seladas desde que as paredes sejam corta-fogo e as derivações das instalações que as transpassam sejam devidamente seladas (conforme condições definidas em outros tópicos desta IT).2 Os elementos de proteção das transposições nos entrepisos (selagens corta-fogo) e os elementos de compartimentação vertical na envoltória do edifício.3.2 tem-se o seguinte: a) as paredes de enclausuramento das escadas e elevadores de segurança.2. devendo ser compostos integralmente por materiais incombustíveis. incluindo as fachadas sem aberturas (cegas) devem atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) conforme IT 06.3. ar condicionado e exaustão. 5. d e e constantes no item 5. 5.9 Prumadas de ventilação permanente Os dutos de ventilação permanentes de banheiro e similares devem atender às seguintes condições para que não comprometam a compartimentação vertical dos edifícios: a) devem ser integralmente compostos por materiais incombustíveis. devem atender. no mínimo.1 Para que a existência do átrio não afete a compartimentação vertical. devendo atender a uma série de condições para não facilitarem a propagação do incêndio.2. d e e constantes no item 5.2. d constantes do item 5. como esgoto e águas pluviais. e.6 Aberturas de passagem de materiais As aberturas nos entrepisos de passagem exclusiva de materiais devem ser protegidas por vedadores cortafogo atendendo às seguintes condições estabelecidas nas alíneas a. cujo o acionamento deve atender as condições estabelecidas nas alíneas a.3 Como exceção às regras estabelecidas em 5. de correr ou de deslocamento horizontal.3.3. c. não possam ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos.2. conforme IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações). ou seja.2.2. porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos.1 Os entrepisos devem atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF). d e e constantes do item 5. b.

3. 60 (sessenta) minutos e 30 (trinta) minutos.3 Áreas máximas de compartimentação Para o estabelecimento das áreas máximas de compartimentação horizontal deve-se atender aos valores estabelecidos no Anexo B. conforme IT 06.6 Recomenda-se que as áreas descobertas destinadas ao armazenamento de produtos combustíveis possuam afastamento dos limites da propriedade bem como corredores internos que proporcionem o fracionamento do risco. ar condicionado ou exaustão. rampa de circulação ou escadas rolantes. porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos. 5. escadas. quando forem únicas (escadas sem antecâmaras) e de 60 (sessenta) minutos quando a escada for dotada de antecâmara. de forma a dificultar a propagação do fogo e facilitar as operações de combate a incêndio. 5. por intermédio de átrios.resistência ao fogo. dutos e shafts de instalação de subsolos devem ser compartimentados integralmente em relação ao piso térreo. conforme anexo B.9 (prumadas de ventilação permanente) devem apresentar resistência mínima ao fogo de respectivamente.4 Não será considerada compartimentação vertical nos casos de interligação de pavimentos consecutivos (nos pisos acima do térreo). destinadas à circulação de pessoas. 5.2. rampas. . desde que o somatório de área desses pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para compartimentação horizontal. 5. quando não podem ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos devem ser protegidos em toda a extensão de forma a garantir a resistência mínima ao fogo de 120 (cento e vinte) minutos. porém nunca inferior ao TRRF estabelecido na IT 06. piso de descarga e demais pisos elevados. c) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas em cada pavimento devem apresentar resistência mínima ao fogo de 90 (noventa) minutos. limitando-se no máximo a 3 (três) pavimentos consecutivos.5 As escadas.2. d) os dutos de ventilação. e e) as paredes e portas corta-fogo tratadas em 5.

ANEXO “A” COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL .

ANEXO “A” (CONTINUAÇÃO)

Fig. 3 – Compartimentação Vertical (Prolongamento dos Entrepisos)

alvenaria
PISO

fachada envidraçada
TETO

alvenaria

FIG. 04 - COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL - FACHADA ENVIDRAÇADA Fig. 4 – Compartimentação Vertical (Fachadas Envidraçadas)

ANEXO “B” TABELA DE ÁREA MÁXIMA DE COMPARTIMENTAÇÃO (m²) GRUPO TIPO DENOMINAÇÃO ALTURA A-1, A-2, A-3 B-1, B-2 C-1; C-2 C-3 D-1, D-2, D-3, D-4 E-1,E-2, E-3, E-4, E-5 e E-6 F-1, F-2, F-3, F4, e F-9 F-5, F-6 e F-8 F-7 F-10 G-1, G-2, G-3 G-4 G-5 H-1, H-2, H-4, H-5 e H-6 (*) H-3 I-1 e I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 L-1 L-2 e L-3 M-1 M-2 M-3 M-4, M5, M-6 e M-7 I Edificação Baixa Um pavimento – – 5.000(1) 5.000(1) 5.000 – – – – 5.000(1) – 10.000 – – – 7.500(1) – 10.000(1) 7.500(1) 4.000(1) 100 CT CT 1.000 5.000 750 H≤6,00m – 5.000 3.000(1) 2.500(1) 2.500(1) – – – – 2.500(1) – 5.000 – – 10.000 5.000 – 5.000 3.000 2.500 CT CT CT 500 3.000 CT 6,00m<H ≤ 12,00m – 4.000 2.000 1.500 1.500 – – TIPO DE EDIFICAÇÕES II Edificação de Média Altura III IV Edificação Edificação Mediamen Alta te Alta Acima de 54,00m – 1.500 1.500 2.000 1.500 – – 800 CT 800 – 1.000 – 1.000 2.000 1.500 – 1.500 1.000 1.000 CT CT CT CT CT CT

12,00m<H≤ 23,00m<H≤ 30,00m<H 23,00m 30,00m ≤ 54,00m – 3.000 2.000 1.000 1.000 – – – 2000 1.500 2.000 800 – – – 1.500 1.500 2.000 1.500 – – 800 CT 800 – 1.000 – 1.000 2.000 1.500 – 1.500 1.000 1.000 CT CT CT CT CT CT

– 2.000 1.000 CT CT CT 1.500 1.000 1.000 – – – 3.000 2.000 1.000 Ver IT específica ou Corpo Técnico – – 5.000 3.000 – 3.000 2.000 1.500 CT CT CT CT 2.000 CT – 2.000 3.000 1.500 – 1.500(1) 2.500 2.000 CT CT CT CT 1.000 CT – 1.500 1.500 1.000 – 2.000 1.500 1.500 CT CT CT CT CT CT

NOTAS ESPECÍFICAS: 1) A área de compartimentação pode ser aumentada em 100%, caso haja sistema de detecção de fumaça (IT nº 14). 2) A edificação destinada à clínica de internação (divisão H-6) será enquadrada como (H-3) de acordo como o exigido no Decreto Estadual 43.805/04. 3) CT – Corpo Técnico

NOTAS GENÉRICAS: a) Observar os casos permitidos de substituição da compartimentação de áreas, por sistema de chuveiros automático, acrescidos, em alguns casos, dos sistemas de detecção automática , conforme tabela de exigência do b) Os locais assinalados com traço (–) estão dispensados da compartimentação horizontal, mantendo-se a compartimentação vertical, de acordo com as tabelas de exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.
c) Não será considerada a compartimentação vertical nos casos de interligação de pisos ou pavimentos consecutivos, por intermédio de atrium, escadas, rampas de circulação ou escadas rolantes, desde que a somatória de área dos pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para cada grupo e tipo de edificação, limitando-se no máximo a três pisos. Esta exceção não se aplica para as compartimentações das fachadas e selagens dos “shafts” e dutos de instalações.

d) No caso desta IT, as edificações térreas dotadas de subsolo para cálculo de área máxima de compartimentação deverão ser enquadradas na classe II desta tabela, caso esse subsolo não seja compartimentado em relação ao térreo.

IT - 08
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES

SUMÁRIO
1 – Objetivo

ANEXOS
Tabelas

2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 08

SAIDAS DE EMERGENCIA
DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

1 OBJETIVO 1.1 Estabelecer critérios mínimos necessários para o dimensionamento das “Saídas de Emergência em Edificações”, visando a que sua população possa abandoná-las, em caso de incêndio ou pânico, completamente protegida em sua integridade física e permitir o acesso de guarnições de bombeiros para o combate ao fogo ou retirada de pessoas; 1.2 Adequação das exigências de proteção contra incêndio e pânico, atendendo a NBR 9077/93 da Associação Brasileira de Normas Técnicas quanto aos requisitos mínimos necessários para o dimensionamento das saídas de emergência nas edificações; 1.3 Padronizar critérios para análise de projetos de Prevenção Contra Incêndio e pânico em Minas Gerais; 1.4 Orientar os profissionais que atuam na elaboração de projetos e execução de obras submetidas à aprovação do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações novas, podendo, entretanto, servir como exemplo de situação ideal que deve ser buscada em adaptações de edificações em uso, consideradas suas devidas limitações. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.

Decreto Estadual nº 44.270, de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 9077 - Saídas de Emergências em Edifícios. NBR 9050 - Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente. NBR 9441 - Execução de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio. NBR 13434-1 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 1: Princípio de projeto. NBR 13434-2 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 2: Símbolos e suas formas, dimensões e cores. NBR 10898 - Sistemas de iluminação de emergência. BS (British Standard) 5588/86. NBR 11742 – Porta Corta-Fogo para saídas de emergência. NBR 13768 – Acessórios para PCF em saídas de emergência. NBR 11785 – Barra antipânico – Requisitos. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes nas referências normativas e IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Classificação das edificações 5.1.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica, as edificações são classificadas: a) quanto à ocupação, de acordo com a Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e

Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais; b) quanto à altura, dimensões em planta e características construtivas, de acordo, respectivamente, com as Tabelas 1, 2 e 3 desta Instrução Técnica. 5.2 Componentes da saída de emergência 5.2.1 A saída de emergência compreende o seguinte: a) acesso; b) rotas de saídas horizontais, quando houver, e respectivas portas ou ao espaço livre exterior, nas edificações térreas; c) escadas ou rampas; d) descarga. 5.3 Cálculo da população 5.3.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população da edificação. 5.3.2 O cálculo da população de cada pavimento da edificação é de acordo com os coeficientes da tabela 4, considerando sua ocupação, dada na Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5.3.3 Devem ser incluídas nas áreas de pavimento exclusivamente para o cálculo da população: a) as áreas de terraços, sacadas e assemelhadas, excetuadas aquelas pertencentes às edificações dos grupos de ocupação A, B e H; b) as áreas totais cobertas das edificações F-3 e F-6 inclusive canchas e assemelhados; c) as áreas de escadas, rampas e assemelhados, no caso de edificações dos grupos F-3, F-6 e F-7, quando em razão de sua disposição em planta, esses lugares puderem, eventualmente, ser utilizados como arquibancadas. 5.3.4 Exclusivamente para o cálculo da população, as áreas de sanitários, corredores e elevadores nas ocupações C, D, E e F, são excluídas das áreas de pavimento. 5.4 Dimensionamento das saídas de emergência 5.4.1 Largura das saídas 5.4.1.1 A largura das saídas deve ser dimensionada em função do número de pessoas que por elas deva transitar, observando os seguintes critérios: a) os acessos são dimensionados em função dos pavimentos que sirvam à população; b) as escadas, rampas e descargas são dimensionadas em função do pavimento de maior população, o qual determinam as larguras mínimas para os lanços correspondentes aos demais pavimentos, considerandose o sentido da saída. 5.4.1.2 A largura das saídas, isto é, dos acessos, escadas, descargas, e outros, é dada pela seguinte fórmula:

N= P C Onde: N = Número de unidades de passagem, arredondado para número inteiro maior. P = População, conforme coeficiente da tabela 4 do anexo e critérios das seções 5.3 e 5.4.1.1. C = Capacidade da unidade de passagem conforme tabela 4 do anexo. 5.4.2 Larguras mínimas a serem adotadas As larguras mínimas das saídas de emergência, em qualquer caso, devem ser as seguintes: a) 1,10 m, correspondente a duas unidades de passagem de 55cm, para as ocupações em geral, ressalvando o disposto a seguir; b) 1,65 m, correspondente a três unidades de passagem de 55 cm, para as escadas, os acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2 e H-3; c) 1,65 m, correspondente a três unidades de passagem de 55 cm, para as rampas, acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2; d) 2,20 m, correspondente a quatro unidades de passagem de 55 cm, para as rampas, acessos às rampas (corredores e passagens) e descarga das rampas, nas ocupações do grupo H, divisão H-3. 5.4.3 Exigências adicionais sobre largura de saídas 5.4.3.1 A largura das saídas deve ser medida em sua parte mais estreita, não sendo admitidas saliências de alizares, pilares e outros, com dimensões maiores que as indicadas na Figura 1, e estas somente em saídas com largura superior a 1,10 m.

Figura 1 - Medida da largura em corredores e passagens

5.4.3.2 As portas que abrem para dentro de rotas de saída, em ângulo de 180º, em seu movimento de abrir, no sentido do trânsito de saída, não podem diminuir a largura efetiva destas em valor menor que a metade (ver figura 2), sempre mantendo uma largura mínima livre de 1,10 m para as ocupações em geral e de 1,65 m para as divisões H-2 e H-3. 5.4.3.3 As portas que abrem no sentido do trânsito de saída, para dentro de rotas de saída, em ângulo de 90º, devem ficar em recessos de paredes, de forma a não reduzir a largura efetiva em valor maior que 0,10 m (ver figura 2).

Figura 2 – Abertura das portas no sentido do trânsito de saída.

5.5 Acessos 5.5.1 Generalidades 5.5.1.1 Os acessos devem satisfazer às seguintes condições: a) permitir o escoamento fácil de todos os ocupantes da edificação; b) permanecer desobstruídos em todos os pavimentos; c) ter larguras de acordo com o estabelecido em 5.4; d) ter pé direito mínimo de 2,50 m, com exceção de obstáculos representados por vigas, vergas de portas, e outros, cuja altura mínima livre deve ser de 2,00 m; e) ser sinalizados e iluminados (iluminação de emergência de balizamento) com indicação clara do sentido da saída, de acordo com o estabelecido na IT13 (Iluminação de emergência) e na IT-15 (Sinalização de emergência). 5.5.1.2 Os acessos devem permanecer livres de quaisquer obstáculos, tais como móveis, divisórias móveis, locais para exposição de mercadorias, e outros, de forma permanente, mesmo quando o prédio esteja supostamente fora de uso. 5.5.2 Distâncias máximas a serem percorridas 5.5.2.1 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior, área de refúgio, escada comum de saída de emergência, protegida ou à prova de fumaça), tendo em vista o risco à vida humana decorrente do fogo e da fumaça, devem considerar: a) o acréscimo de risco quando a fuga é possível em apenas um sentido; b) o acréscimo de risco em função das características construtivas da edificação; c) a redução de risco em caso de proteção por chuveiros automáticos ou detectores; d) a redução de risco pela facilidade de saídas em edificações térreas. 5.5.2.2 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir as portas de acesso às edificações e o acesso às escadas ou as portas das escadas (nos pavimentos) constam da tabela 5 e devem ser contadas a partir da porta de acesso do compartimento mais distante, desde que o caminhamento interno deste compartimento não ultrapasse 15,00 m. Caso o caminhamento interno deste compartimento seja maior que 15,00 metros, o excedente a 15,00 metros será contado na distância máxima a ser percorrida. 5.5.2.3 No caso das distâncias máximas a percorrer para as rotas de fuga que não forem definidas no

projeto arquitetônico, como, por exemplo, escritório de plano espacial aberto e galpão sem o arranjo físico interno (leiaute), deve ser consideradas as distâncias diretas comparadas aos limites da tabela 5, nota a, reduzidas em 30% (trinta por cento). 5.5.2.4 Para uso da tabela 5 devem ser consideradas as características construtivas da edificação, constante da tabela 3, edificações classes X, Y e Z. 5.5.2.5 Em edificações térreas, pode ser considerada como saída, para efeito da distância máxima a ser percorrida, qualquer abertura, sem grades fixas, com peitoril, tanto interna como externamente, com altura máxima de 1,20 m, vão livre com área mínima de 1,20 m² e nenhuma dimensão inferior a 1,00 m. 5.5.3 Número de saídas nos pavimentos 5.5.3.1 O número de saídas exigido para os diversos tipos de ocupação, em função da altura, dimensões em planta e características construtivas de cada edificação, encontra-se na tabela 6. 5.5.3.2 No caso de 2 (duas) ou mais escadas, a distância mínima de trajeto entre suas portas devem ser de 10,00 m, exceto quando as escadas estiverem na área central do pavimento e com acessos em lados opostos. 5.5.3.3 Havendo necessidade de acrescer escadas, estas devem ser do tipo que a exigida por esta Instrução Técnica (Tabela 6). 5.5.4 Portas de saídas de emergência 5.5.4.1 As portas das rotas de saída e aquelas das salas com capacidade acima de 50 pessoas, em comunicação com os acessos e descargas devem abrir no sentido do trânsito de saída (ver figura 2). 5.5.4.2 Nas edificações do grupo A (divisão A1 e A2), as portas de acesso ao logradouro público e que não se comunicam diretamente com as caixas de escada estão isentas da exigência do item 5.5.4.1. 5.5.4.3 A largura, vão livre ou “luz” das portas, comuns ou corta-fogo, utilizadas nas rotas de saída, deve ser dimensionada como estabelecido em 5.4, admitindo-se uma redução no vão de luz, isto é, no livre, das portas em até 75 mm de cada lado (golas), para o contramarco e alizares. As dimensões mínimas de luz deve ser as especificadas abaixo,considerando o resultado do cálculo das unidades de passagem: a) 0,80m valendo por uma unidade de passagem, com N ≤ 1. b) 1,00 m ,valendo por duas unidades de passagem, com 1 ≤ N ≤ 2; c) 1,5 m, em duas folhas, valendo por 3 unidades de passagem, com 2 ≤ N ≤ 3;
d) 2,0 m, em duas folhas, valendo por 4 unidades de passagem, com 3 ≤ N ≤ 4.

Nota: 1) Porta com dimensão maior ou igual a 2,20 m, exigese coluna central. 2) Porta com dimensão maior que 1,20 m deverá ter duas folhas.

5.5.4.4 As portas das antecâmaras das escadas à prova de fumaça e das paredes corta-fogo devem ser do tipo corta-fogo (PCF), obedecendo a NBR 11742, no que lhe for aplicável. 5.5.4.5 As portas das antecâmaras, escadas e outros, devem ser providas de dispositivos mecânicos e automáticos, de modo a permanecerem fechadas, porém, destrancadas, no sentido do fluxo de saída, sendo admissível que se mantenham abertas, desde que disponham de dispositivo de fechamento, quando necessário, conforme estabelecido na NBR 11742. 5.5.4.6 Se as portas dividem corredores que constituem rotas de saída, devem: a) ter condições de reter a fumaça, ou seja, devem ser corta-fogo e a prova de fumaça conforme estabelecido na NBR 11.742 e ser providas de visor transparente de área mínima de 0,07 m², com altura mínima de 25 cm; b) abrir no sentido do fluxo de saída; c) abrir nos dois sentidos, caso o corredor possibilite saída nos dois sentidos. 5.5.4.7 Para as ocupações do grupo F com capacidade acima de 200 pessoas será obrigatória a instalação de barra antipânico nas portas de saídas de emergência, conforme NBR 11.785, das salas das rotas de saída, das portas de comunicação com os acessos às escadas e descargas. 5.5.4.7.1 As ocupações de Divisão F-2, térreas (com ou sem mezaninos), com área máxima construída de 1.500 m², podem ser dispensadas da exigência anterior, desde que haja placa indicativa, conforme IT 15, de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos, atentando para o item 5.5.4.1 desta Instrução Técnica. 5.5.4.7.2 Nas rotas de fuga não se admite portas de enrolar ou de correr, exceto quando esta for utilizada somente como porta de segurança da edificação, devendo permanecer aberta durante todo o transcorrer dos eventos, desde que haja placa indicativa, conforme IT 15, de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos, atentando para o item 5.5.4.1. desta Instrução Técnica. 5.5.4.8 É vedados o uso de peças plásticas em fechaduras, espelhos, maçanetas, dobradiças e outros, em portas de: a) rotas de saídas; b) entrada em unidades autônomas; e c) salas com capacidade acima de 50 pessoas. 5.5.4.9 A colocação de fechaduras nas portas de acesso e descargas é permitida, desde que seja possível a abertura pelo lado interno, sem necessidade de chave, admitindo-se que a abertura pelo lado externo seja feita apenas por meio de chave, dispensando-se maçanetas, etc. 5.6 Rampas 5.6.1 Obrigatoriedade O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) para unir dois pavimentos de diferentes níveis em acesso a áreas de refúgio em edificações com ocupações dos grupos H-2 e H-3; b) na descarga e acesso de elevadores de emergência;

c) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada; d) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações em que houver usuários de cadeiras de rodas (ver NBR-9050). 5.6.2 Condições de atendimento 5.6.2.1 O dimensionamento das rampas deve obedecer ao estabelecido em 5.4 5.6.2.2 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras, devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. 5.6.2.3 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível, tendo comprimento mínimo de 1,10 m, medidos na direção do trânsito, sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3,70 m. 5.6.2.4 As rampas podem suceder um lanço de escada, no sentido descendente de saída, mas não podem precedê-lo. 5.6.2.4.1 No caso de edificações dos grupos H2 e H3 as rampas não poderão suceder ao lanço de escada e viceversa. 5.6.2.5 Não é permitida a colocação de portas em rampas; estas devem estar situadas sempre em patamares planos, com largura não-inferior à da folha da porta de cada lado do vão. 5.6.2.6 O piso das rampas deve apresentar condições antiderrapante e permanecerem antiderrapante com o uso. 5.6.2.7 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga ao especificado em 5.8. 5.6.2.8 As exigências de sinalização, iluminação, ausência de obstáculos, e outros, dos acessos aplicamse, com as devidas alterações, às rampas. 5.6.2.9 Devem atender as condições estabelecidas nas alíneas a, b, c, d, e, f, g, h e i do item 5.7.1 desta IT. 5.6.2.10 Devem ser classificadas, a exemplo das escadas, como NE, EP, PF, seguindo para isso as condições especificas e cada uma delas estabelecidas nos itens 5.7.7, 5.7.8, 5.7.9, 5.7.10, 5.7.11, 5.7.12 e 5.7.13. 5.6.3 Declividade 5.6.3.1 A declividade máxima das rampas externas à edificação deve ser de 10% (1:10). 5.6.3.2 As declividades máximas das rampas internas devem ser de: a) 10%, isto é, 1:10, nas edificações de ocupações A, B, E, F e H; b) 12,5%, isto é, 1:8, quando o sentido de saída é na descida, nas edificações de ocupações D e G; sendo a saída em rampa ascendente, a inclinação máxima é de 10%; c) 12,5%, isto é, 1:8 nas ocupações C, I e J. 5.6.3.3 Quando, em ocupações em que sejam admitidas rampas de mais de 10% em ambos os sentidos, o sentido da saída for ascendente, deve ser dado um acréscimo de 25% na largura calculada conforme 5.4.

5.7 Escadas 5.7.1 Generalidades Em qualquer edificação, os pavimentos sem saída em nível para o espaço livre exterior devem ser dotados de escadas, enclausuradas ou não, as quais devem: a) ser constituída com material estrutural e de compartimentação incombustível; b) oferecer resistência ao fogo nos elementos estruturais além da incombustibilidade, conforme a IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações); c) ser dotadas de guarda-corpos em seus lados abertos conforme item 5.8; d) ser dotadas de corrimãos em todos os lados; e) atender a todos os pavimentos, acima e abaixo da descarga, mas terminando obrigatoriamente no piso da descarga, não podendo ter comunicação direta com outro lanço na mesma prumada (ver figura 3), devendo ter compartimentação, conforme a IT 07 na divisão entre os lanços ascendentes e descendentes em relação ao piso de descarga, exceto para escadas tipo NE (escada comum), onde devem ser acrescidas de sinalização iluminação de emergência e de sinalização de balizamento (IT 13 e 15), indicando a rota de fuga e descarga; f) ter os pisos com condições antiderrapantes e permanecerem antiderrapantes com o uso; g) quando houver exigência de duas ou mais escadas de emergência e estas ocuparem a mesma caixa de escada (volume), não será aceita comunicação entre si, devendo haver compartimentação entre ambas, de acordo com a IT 07. Quando houver exigência de uma escada e for utilizado o recurso arquitetônico de construir duas escadas em um único corpo, estas serão consideradas como uma única escada, quanto aos critérios de acesso, ventilação e iluminação. h) atender ao item 5.5.1.2.
TERMINAÇÃO DA ESCADA NO PISO DA DESCARGA SEM COMUNICAÇÃO DIRETA COM OUTRO LANÇO DA MESMA PRUMADA

b) ser medidas no ponto mais estreito da escada ou patamar, excluindo os corrimãos (mas não os guardacorpos ou balaustradas), que se podem projetar até 10 cm de cada lado, sem obrigatoriedade de aumento na largura das escadas; c) ter, quando se desenvolver em lanços paralelos, espaço mínimo de 10 cm entre lanços, para permitir localização de guarda-corpo ou fixação do corrimão. 5.7.3 Dimensionamento de degraus e patamares 5.7.3.1 Os degraus devem: a) ter altura h (ver figura 4) compreendida entre 16,0 cm e 18,0 cm, com tolerância de 0,5 cm; b) ter largura b (ver figura 4) dimensionada pela fórmula de Blondel: 63 cm ≤ (2h + b) ≤ 64 cm; c) ser balanceados quando o lanço da escada for curvo (escada em leque), ou em aspiral, quando se tratar de escadas não destinadas a saídas de emergências (ver item 5.7.5.1) caso em que a medida do degrau (largura do degrau) será feita segundo a linha de percurso e a parte mais estreita destes degraus ingrauxidos não tenham menos de 15 cm (ver figura 5) e 07 cm, respectivamente; d) ter, num mesmo lanço, larguras e alturas iguais e, em lanços sucessivos de uma mesma escada, diferenças entre as alturas de degraus de, no máximo, 0,5 cm; e) ter bocel (nariz) de 1,5 cm, no mínimo, ou, quando este inexistir, balanço da quina do degrau sobre o imediatamente inferior com este mesmo valor mínimo (ver figura 4).

BOCEL

1,5 cm

b

h
h = altura do espelho b = largura do degrau

QUINA

1,5 cm

PISO DA DESCARGA

b h

LANÇOS DOS ANDARES INFERIORES AO PISO DA DESCARGA

Figura 4 – Altura e largura dos degraus (escada com ou sem bocel)

Figura 3 – Segmentação das escadas no piso da descarga

5.7.2 Largura As larguras das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) ser proporcionais ao número de pessoas que por elas devam transitar em caso de emergência, conforme 5.4;

5.7.3.2 O lanço mínimo deve ser de três degraus e o lanço máximo, entre dois patamares consecutivos, não deve ultrapassar 3,70 m de altura.

igual à largura da escada quando há mudança de direção da escada sem degraus ingrauxidos. b) ter a largura mínima de 80 cm.3.7.7.7.3.7. bastando. d) ser dotadas de corrimãos. B.1. das guardas.7 Escadas não enclausuradas ou escada comum 5. no mínimo. 5.8.4 Caixas das escadas 5.3.7. em espiral e de lances retos consideradas como escadas secundárias.3 Nas caixas de escadas.7. 5.7. exceto 5. armários para medidores de gás. 5. desde que a população seja inferior a 20pessoas.7. exclusivamente de serviço e não destinadas a saídas de emergência. com largura de 90 cm e degraus ingrauxidos. para passagem para rede elétrica.5 Os pontos de fixação das escadas metálicas na caixa de escada devem possuir Tempo de Resistência ao Fogo de 120 (cento e vinte) minutos.5.70 m.7. c) ter os pisos em condições antiderrapantes e permaneçam antiderrapantes com o uso. as seguintes alturas máximas h dos degraus. sempre a lei de Blondel: a) ocupações A até G: h = 20 cm b) ocupações H: h = 19 cm c) ocupações I até M: h = 23 cm 5.5. quando se enquadrar em uma das seguintes situações: a) pertencerem ao grupo de ocupação A.3 O comprimento dos patamares deve ser (ver figura 6): a) dado pela fórmula: p = (2h + b)n + b onde n é um número inteiro (1.1 A escada comum (NE) deve atender aos requisitos de 5. quando se tratar de escada reta. excetuadas as escadas não enclausuradas em edificações com altura menor ou igual a 12 metros. centros de distribuição elétrica. exceto os previstos especificamente nesta Instrução Técnica.1 As escadas em leque.7. conforme lei de Blondel.3. nem para a localização de quaisquer móveis ou equipamentos. desde que haja outra escada que atenda a toda população que não pode ultrapassar 50 pessoas. a fórmula anterior. atendendo ao prescrito em 5.4 Em ambos os lados de vão da porta.7.5. b) no mínimo.3 (dimensionamento dos degraus. 5. LANÇO MÍNIMO T RÊS DEGRAUS LANÇO DA ES CADA P AMAR AT Com primento do patam ar P = (2h + b)n + b Figura 6 – Lanço mínimo e comprimento dos patamares 5.2 As caixas de escadas não podem ser utilizadas como depósitos.4.7.4.3). e) ser dotadas de guardas em seus lados abertos.2 Nas edificações com população igual ou inferior a 50 pessoas será admitido qualquer tipo de escada de emergência.3 Nas edificações com altura menor ou igual a 12. e nas escadas curvas (escadas em leque) dispensa-se à aplicação da fórmula dos patamares (5. não se aplicando neste caso. dos acessos e das descargas devem ter acabamento liso.7.7.2 Admitem-se nas escadas secundárias. mesmo por curto espaço de tempo.7.0 m. 5. respeitando-se. 120 (cento e vinte) minutos. bastando que o patamar tenha um mínimo de 80 cm. apenas um corrimão nas escadas com até 1.3.8. as escadas devem ser construídas concomitantemente com a execução da estrutura. conforme 5. f) atender ao prescrito em 5. porém. D.10 m de largura e dispensando-se corrimãos intermediários. 2 ou 3). não podem existir aberturas para tubulações de lixo. b) a escada for exigida como segunda saída. g) as escadas secundárias podem ser constituídas de material combustível. G e J.4. dutos e assemelhados. 5. . 5.7.c.4 As paredes das caixas de escadas enclausuradas devem garantir e possuir Tempo de Resistência ao Fogo por.1 com altura menor ou igual a 6.7.0 m as escadas não enclausuradas utilizadas para saídas de emergências poderão ser construídas com “b” 55cm Figura 5 – Escada com lanços curvos e degraus balanceados 5.7.4.6 Escadas em edificações em construção Em edificações em construção. com altura da escada não superior a 3. não destinadas a saídas de emergência.7. devem: a) atender aos mezaninos e áreas privativas de qualquer edificação.7.7.1 a 5. porém.4. deve haver patamares com comprimento mínimo igual à largura da folha da porta.5 Escadas não destinadas a saídas de emergência 5. permitindo a fácil evacuação da obra e o acesso dos bombeiros. medido na direção do trânsito. respeitadas as demais exigências para escadas de saídas de emergência. balanceamento e outros).7. 5. 5.1 As paredes das caixas de escadas. nos mesmos grupos de ocupação citados na alínea a.7.7.

situadas junto ao teto ou. onde isto é facultativo). exceto 5. junto ao teto sendo vedados os tipos de abrir com o eixo vertical e “maxiar”. no mínimo. os corredores de acesso devem: a) ser ventilados por janelas abrindo para o espaço livre exterior. com área mínima de 0. plástico.4 A escada enclausurada protegida deve possuir ventilação permanente inferior. devendo distar pelo menos 3. sem antecâmara. com área de 1. atendendo ao previsto em 5. exceto no caso de ocupações da divisão F3 (Centro Esportivo e de Exibição).8.8. com área mínima de 0. executadas nos moldes do especificado em 5.65 m. 1 C> 15 cm JANELA (CONFORME 5.1 Os lanços curvos deverão ser constituídos de degraus ingrauxidos iguais.80 m².1 As escadas enclausuradas protegidas (ver figura 8) devem atender aos requisitos de 5. c) possuir dois dutos de ventilação conforme especificado no item 5.7. de outras aberturas. que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível. de qualquer outra abertura.80 m. Poderá esta ventilação ser por veneziana na própria porta de saída .7. c) ser dotadas.7. 5. caso normal 5.7.3 Na impossibilidade de colocação de janela na caixa da escada enclausurada protegida.97 m (escada com degraus b = 32 cm) a 1. b) ter sua ligação com a caixa da escada por meio de antecâmaras ventiladas. e outros.2. pois bomba ou escaparate com diâmetro mínimo de 0. 5. ou. 5. e) os caixilhos.00 m. d) ser dotadas de janela que permita a ventilação em seu término superior.7.80 m². em projeção horizontal.7. b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0.40 m.Ventilação da escada enclausurada protegida e seu acesso APARTAMENTO OU ESCRITÓRIO PCF Figura 8 – Escada enclausurada protegida. 5.7.7. 3. 1.2) >20cm PCF JANELA P/ VENTILAÇÃO DO ACESSO (CONFORME 5.8. c) ser dotadas de venezianas ou outro material que assegure a ventilação permanente.7. m e 5.7.7.1.ver figura 7. devendo pelo menos uma das faces da janela estar a no máximo 15 cm do teto.20 m² no mínimo.2 As janelas das escadas protegidas devem: a) estar situadas junto ao teto ou. no mínimo.4. poderão ser do tipo basculante. devendo estar localizada na parede junto ao teto ou no máximo a 15 cm deste.7.7. madeira. b) ter as portas de acesso a esta caixa de escada do tipo Corta-fogo (PCF). À distância das venezianas podem ser reduzidas para 1.00 m. que permita a entrada de ar puro.1.1 a 5.7.7. com resistência de 90 minutos de fogo.8. m 65 Figura 7 – Escada curva admissível como saída de emergência 5. conforme alínea c de 5.10 m e 1.375 m (para b = 27 cm) .8. no máximo.3. chapa dobrada. 7.8. para caso de aberturas instaladas em banheiros. largura mínima de 0. em condições análogas à tomada de ar dos dutos de ventilação (ver 5.7.11). devendo ficar junto ao solo da caixa da escada podendo ser no piso do pavimento térreo ou no patamar intermediário entre o pavimento térreo e o pavimento imediatamente superior.a) VIDRO ARAMADO Figura 9 .12.lanços curvos. com espessura mínima de 3 mm.10 ou 5. 5.7. podendo ser aceita quando centralizada acima dos lances de degraus.80 m².8.7. em cada pavimento (ver figura 9). estando o peitoril. Nota: PCF = Porta Corta Fogo por 90 min.7.3. 7. sem corrimão intermediário.8. em todos os pavimentos (exceto no da descarga. a 15 cm deste. Co Ø m nf ín or . a 15 cm deste.7. e: a) ter suas caixas isoladas por paredes resistentes a 2 horas de fogo.8. a 1. no mínimo.10 m acima do piso do patamar ou degrau adjacente e tendo largura mínima de 80 cm.2 A largura das escadas deverão ser entre 1.3.7.3. vestiários ou área de serviço.c. as linhas de bocéis convergindo em um ponto (centro da circunferência).11. de janelas abrindo para o espaço livre exterior. havendo. d) ser construídas em perfis metálicos reforçados. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote.8 Escadas enclausuradas protegidas (EP) 5. podendo esta distância ser reduzida para 2.1. sendo vedado o uso de perfis ocos.

00m Junto ao piso Junto ao teto (ausência de viga) 2º Pavimento Veneziana ou tela Fechado na base Pilotis Pilotis Entrada de ar CORTE 1-1 Figura 11 – Duto de ar – Desenho esquemático (ver figura 10) CORTE 2-2 5. b) ter ingresso por antecâmaras ventiladas. quando houver. recomendáveis.7.5 mm.c. atendendo as primeiras ao prescrito em 5.9 Escadas enclausuradas à prova de fumaça 5.5 mm.4.9.7.7.1 a 5. terraços ou balcões.7. transparente ou não. c) ser providas de portas corta-fogo (PCF) com resistência de 60 minutos ao fogo. .1 As escadas enclausuradas à prova de fumaça (ver figuras 10 e 11 e 12) devem atender ao estabelecido em 5. Figura 10 – Escada enclausurada à prova de fumaça.10 e os últimos em 5.7.12.3. e: a) ter suas caixas enclausuradas por paredes resistentes a 4 h de fogo. que permita a entrada de ar puro. E – elevador comum EE – elevador de emergência DE – duto de entrada de ar DS – duto de saída de ar PCF – porta corta-fogo Caixa d’água Casa de Máquinas ar Fechado no alto Último Pavimento ar Ante câmara Ante câmara >2. exceto 5.1.2 A iluminação natural das caixas de escadas enclausuradas.térrea ou em local conveniente da caixa da escada ou corredor da descarga. com fecho acionável por chave ou ferramenta especial. b) este caixilho deve ser guarnecido com vidro aramado. mas não indispensável.7. malha de 12. devendo ser aberto somente para fins de manutenção ou emergências. com espessura mínima de 6. 5.7. com elevador de emergência (posição exemplificativa) na antecâmara.9. deve obedecer aos seguintes requisitos: a) ser obtida por abertura provida de caixilho de perfil metálico reforçado.7.

50 m². de 15 cm de espessura. 5.1 Os dutos de ventilação natural devem formar um sistema integrado: o duto de entrada de ar (DE) e o duto de saída de ar (DS). c) atender às condições das alíneas a à c e f de 5.11. a distância vertical mínima de 2. igual à do duto.11 Dutos de ventilação natural 5. e se situarem em nível superior a qualquer elemento construtivo do prédio (reservatórios.00 m. f) não serem utilizados para a instalação de quaisquer equipamentos ou canalizações. medida eixo a eixo.5 A secção da parte horizontal inferior do duto de entrada de ar deve: a) ser. muretas e outros). d) ser ventiladas por dutos de entrada e saída de ar. b) ter pé-direito mínimo de 2. da porta de entrada da antecâmara.4 Os dutos de entrada de ar devem: a) ter paredes resistentes ao fogo por 2 horas.5 cm por 2.7.7.2 Os dutos de saída de ar (gases e fumaça) devem: a) ter aberturas somente nas paredes que dão para as antecâmaras. e a abertura de entrada de ar situada. devendo seu topo situar-se a 1. com área mínima de 0.5 cm. longe de qualquer eventual fonte de fumaça em caso de incêndio.7. com área mínima de 0. quando retangular. aberturas de saída de ar com área efetiva superior ou igual a 1. que assegure a captação de ar fresco respirável. g) ser fechados na base. no mínimo. 5. a uma parede de tijolos maciços. a uma distância horizontal de 3.7.50 m e a soma de suas áreas não deve ultrapassar 10% da área da parede em que estiverem situadas. a uma distância horizontal de 3. devem: a) ter comprimento mínimo de 1. j) as aberturas dos dutos de entrada e saída de ar das antecâmaras deverão ser guarnecidas por telas de arame.80 m. guarnecidas ou não por venezianas ou equivalente. aceitando-se mesmo recomendando o cálculo exato pela mecânica dos fluídos destas secções. no máximo.7 As dimensões dos dutos dadas em 5. devendo estas aberturas serem dispostas em. obedecer à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. 5.50 m. b) ter revestimento interno liso.105 x n onde: s = secção mínima.00 m² cada uma. que não diminua a área efetiva de ventilação.11. no mínimo. no mínimo. d) havendo mais de uma abertura de iluminação. 5. duas faces opostas com área nunca inferior a 1.11.11.7. e) ter abertura em sua extremidade inferior ou junto ao teto do 1o pavimento.00 m acima do eixo da abertura da antecâmara do último pavimento servido pelo duto. pelo menos. e) ter. 5. e de 23 cm de espessura.7. b) ter isolamento térmico e inércia térmica equivalente.84 m² e.5 vezes a área da secção do duto. em especial no caso da . c) ter revestimento interno liso. de preferência. g) ter.11.2 são as mínimas absolutas.7. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. c) ser dotadas de porta corta-fogo (PCF) na entrada e na comunicação da caixa da escada.7. 5.2 a 5. f) ter a abertura de saída de ar do duto respectivo situada junto ao teto ou no máximo.84 m² e.4.7.10 Antecâmaras 5. 5.2. quando retangular. a distância entre elas não pode ser inferior a 0.11. quando atenderem a até 15 antecâmaras. d) ser totalmente fechados em sua extremidade superior. em parede dando para antecâmara ou varanda.c) em paredes dando para o exterior. a 15 cm deste.00 m. a 15 cm deste. sua secção deve ser aumentada para compensar a redução.5 cm.7. pode ser de até 1. no máximo.11.00 m. entre as aberturas de entrada e de saída de ar.5 cm por 2. d) elevar-se no mínimo a 3. da porta de entrada da escada. b) ter secção mínima calculada pela seguinte expressão: s = 0. cumeeiras. no caso de edificações com mais de 30 m de altura.00 m acima de qualquer elemento construtivo existente sobre a cobertura.11.3 As paredes dos dutos de saídas de ar devem: a) ser resistentes.00 m². em m². b) ser igual a 1. em edificações com altura igual ou inferior a 30 m. n = número de antecâmaras ventiladas pelo duto.1 As antecâmaras. quando não forem totalmente abertos no topo. devendo esta abertura ser guarnecidas por telas de arame. Nota: A abertura exigida na alínea e poderá ser projetada junto ao teto do primeiro pavimento que possua acesso direto ao exterior (Exemplo: piso térreo). em qualquer caso. de acordo com 5. i) ter paredes resistentes ao fogo por no mínimo 120 min. no máximo. a 2 horas de fogo. quando de secção retangular.5 (uma vez e meia) a área da secção do trecho vertical do duto de entrada de ar. c) ter. quando atenderem a mais de 15 antecâmaras.6 A tomada de ar do duto de entrada de ar deve ficar. possuindo acesso direto ao exterior. 5. com resistência de 60 minutos de fogo cada. com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2. isto é. ao nível do solo ou abaixo deste. para ingressos nas escadas enclausuradas (ver figura 10).7. h) ter a abertura de saída de ar situada. casas de máquinas. rebocada.7. medida em planta. sua área máxima não pode ultrapassar 0. e) ter a abertura de entrada de ar do duto respectivo situada junto ao piso ou.11.11. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. no mínimo.7.10.7. medida em planta.11. área não-inferior a 0.84 m² e. com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2.

c) na edificação considerada não houver ocupações pertencentes aos grupos C ou I.12. b) ter guarda-corpo de material incombustível e não vazado com altura mínima de 1. mas nunca a menos de 3.7. entre a abertura desprotegida do próprio prédio até o paramento externo do balcão.1 Os balcões. dutos ou outras aberturas verticais que tangenciam a projeção da escada aberta externa.00 (três) m quando a altura da edificação for inferior ou igual a 12. 5.13 Escadas à prova de fumaça pressurizada (PFP) As escadas à prova de fumaça pressurizadas ou escadas pressurizadas podem sempre substituir as escadas enclausuradas protegidas (EP) e as escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF).7.20 m. d) em se tratando de terraço a céu aberto.8. varandas e terraços que sirvam para ingresso às escadas enclausuradas à prova de fumaça e qualquer outra abertura desprotegida do próprio prédio ou das divisas do lote deve ser. ressalvada o estabelecido em 5. tais aberturas deverão ser delimitadas por paredes estanques nos termos da Instrução Técnica – 06.7. atendendo os critérios estabelecidos na Instrução Técnica – 06 (Segurança Estrutural nas Edificações) com TRF de 02 horas.12 Acesso em escada enclausurada por balcões.12. 5.30 m.7.7.1.7.14. 5. g) a estrutura.2 pode ser reduzida à metade.7.10. h) na existência de shafts.7.7. b) e c). devem atender aos seguintes requisitos: a) ser dotados de portas corta-fogo na entrada e na saída com resistência mínima de 60 min.3. mas nunca a menos de 3.3. varandas e terraços 5.3.00 m quando a altura da edificação for superior a 12. i) será admitido este tipo de escada com altura até 30m.existência de subsolos e em prédios de excepcional altura ou em locais sujeitos a ventos excepcionais. Figura 12 – Escada enclausurada do tipo PF ventilada por balcão 5. b) manter raio mínimo de escoamento exigido em função da largura da escada.7.8. o acesso deve ser protegido por marquise com largura mínima de 1. 5.11. b) o somatório das áreas das aberturas da parede fronteira à edificação considerada não ultrapassar um décimo da área total desta parede. b) as distâncias entre as aletas das aberturas das janelas tenham espaçamentos de no mínimo 0. varandas.15 metros. e) ter altura de peitoril de 1.0 m de outras aberturas. f) a distância do paramento externo da escada aberta até o limite de outra edificação no mesmo terreno ou limite da propriedade deverá atender aos critérios adotados na Instrução Técnica 05 (Separação entre Edificações).12.7.a).30 metros.3 A distância estabelecida em 5. isto é.12.2 e: a) ter seu acesso provido de porta corta-fogo com resistência mínima de 90 (noventa) minutos. a um sexto da altura.1.1 As escadas abertas externas (ver figuras 13 e 14) podem substituir os demais tipos de escadas e devem atender aos requisitos de 5. terminando obrigatoriamente neste.12. 5.4 Será aceita uma distância de 1.7. 5. para ingresso em escadas enclausuradas.00 m. 5.00 m e de 8.5 m2. terraços e assemelhados. desde que entre elas seja interposta uma parede com TRF mínimo de 02 (duas) horas (ver figura 12). Figura 13 – Escada externa aberta . varanda ou terraço para o ingresso na escada enclausurada à prova de fumaça (PF). para qualquer altura da edificação. desde que: a) área efetiva mínima de ventilação seja de 1. c) ter piso praticamente em nível e desnível máximo de 3. atendendo ao prescrito no item 5.12.5 Será aceita a ventilação no balcão da escada à prova de fumaça. c) atender tão somente aos pavimentos acima do piso de descarga. no mínimo.2 A distância horizontal entre o paramento externo dos guarda-corpos dos balcões. quando: a) o prédio for dotado de chuveiros automáticos.20 m. f) ter distância de no mínimo 3. não situado no último pavimento. igual a um terço da altura da edificação.7. 5. c) as aletas possuam um ângulo de no mínimo 45 graus em relação ao plano vertical da janela d) as antecâmaras deverão atender o item 5. através de janela com ventilação permanente.12.0 cm dos compartimentos internos do prédio e da caixa de escada enclausurada.7. e) toda abertura desprotegida do próprio prédio até escada deverá ser mantida distância mínima de 3. d) entre a escada aberta e a fachada da edificação deverá ser interposta outra parede com TRF mínimo de 02 (duas) horas.00m. portanto da escada aberta externa deverá ser construída em material incombustível.1 a 5.14 Escada Aberta Externa (AE): 5. devendo atender a todas as exigências da Instrução Técnica 10 (Pressurização de Escadas de Segurança).00 m.

1 Guarda-corpos e balaustradas 5. 5.8.2. medido como especificado em 5. as esquadrias. telas e assemelhados.1 os guarda-corpos de alvenaria ou concreto. balcões.8. escadas.05 m de altura. medida internamente. sendo em escadas. corredores.05 m ao longo dos patamares.1.8. vidros de segurança laminados ou aramados e outros. as reações devidas a este carregamento não precisam ser adicionadas às Figura 15 – Dimensões de guardas e corrimãos 5.8. jardins-de-infância e assemelhados. longarinas intermediárias. 5. em saídas de emergência. grades.30 m. deve haver corrimãos nas alturas indicadas para os respectivos usuários. grades.8. deve ser de no mínimo.2.2.1. sem encontrar quaisquer obstruções. 5. esta medida tomada verticalmente da forma especificada em 5.1 Toda saída de emergência.8.8. prolongando-se.8. deve ser. das paredes ou guardas às quais forem fixados. se for o caso.8. de modo que uma esfera de 15 cm de diâmetro não possa passar por nenhuma abertura. as guardas vazadas.20 kPa aplicada à área bruta da guarda ou equivalente da qual façam parte. além do corrimão principal na altura normal exigida. as divisórias leves e outros elementos de construção que envolva as saídas de emergência devem ser projetados de forma a: a) resistir a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados ou calculadas para resistir a uma força horizontal de 730 N/m aplicada a 1.3. podendo ser reduzida para até 92 cm nas escadas internas. telas. Em escolas. No caso de secção circular. além do corrimão principal.5 Não são aceitáveis.2 Corrimãos 5. saliências.8.entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso. rampas e outros.8.1 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas. longarinas.3 A altura dos guarda-corpos em escadas externas. patamares.2 (ver figura 15). mezaninos e outros (ver figura 15). devem ser protegidos de ambos os lados por paredes ou guarda-corpos contínuos.2 Uma escada pode ter corrimãos em diversas alturas. exceto para as ocupações do grupo I e J para as escadas e saídas não emergenciais.1. galerias. tábuas largas na horizontal e outros.3 Exigências estruturais 5.8. sempre que for possível. c) ser constituídas por materiais não estilhaçáveis. b) ser isentas de aberturas. 1. 5.20 m (vinte centímetros) do início e término da escada com suas extremidades voltadas para a parede ou com solução alternativa.1. arestas ou soluções de continuidade. reentrâncias ou quaisquer elementos que possam enganchar em roupas.8. de seus patamares.8.2. de balcões e assemelhados.2.1.2. escadas. sem interrupção nos patamares. b) ter seus painéis. balaústres e assemelhados calculados para resistir a uma carga horizontal de 1. 5. Figura 14 – Escada externa aberta 5. exigindo-se o uso de vidros aramados ou de segurança laminados.4 As guardas constituídas por balaustradas. 5. permitindo um contínuo deslocamento da mão ao longo de toda a sua extensão. as paredes. no mínimo. de 1. corredores. devem: a) ter balaústres verticais.2. as grades de balaustradas.8. pelo menos 0.6 Para auxílio dos deficientes visuais.2 A altura dos guarda-corpos. isto é.8. devendo estar situados . quando medida verticalmente do topo da guarda a uma linha que una as pontas dos bocéis ou quinas dos degraus. 5. para evitar quedas.8 Guardas e corrimãos 5. sempre que houver qualquer desnível maior de 19 cm. 5. adotando-se a condição que conduzir a maiores tensões (ver figura 17). terraços. Figura 16 – Pormenores de corrimãos 5.3 Os corrimãos devem ser projetados de forma a poderem ser agarrado fácil e confortavelmente. mezaninos. seu diâmetro varia entre 38 mm e 65 mm (ver figura 16).4 Os corrimãos devem estar afastados 40 mm no mínimo.1. corrimãos construídos por elementos com arestas vivas. os corrimãos das escadas deverão ser contínuos.

10 m de largura.4. anulando as chamas existentes.2 O painel de comando deve atender. e ao seguinte (ver figura 10): a) ter sua caixa enclausurada por paredes resistentes a 4 horas de fogo. e 5.8.4.3.. c) possuir dispositivo de retorno e bloqueio do carro no pavimento da descarga.2. utilizadas por pessoas muito idosas e deficientes físicos. sem prejuízo do fechamento do vão do poço nos demais pavimentos. 5.3 Nas ocupações institucionais H2 e H-3. onde pode ser prevista. às seguintes condições: a) estar localizado no pavimento da descarga. 5.12. independentemente dos elevadores de uso comum.8.1Enquanto não houver norma específica referente a elevadores de emergência.4 Corrimãos intermediários 5.2 Exigências 5. ressalvado o caso de escadas em ocupações dos tipos H-2 e H-3.3 Nas escadas tipo NE. Figura 17 – Pormenores construtivos de instalação de guardas e cargas a que elas devem resistir 5. conforme itens 5.1 Escadas com mais de 2. uma unidade de passagem especial com 69 cm entre corrimãos. independentemente de sua largura. pode-se dispensar o corrimão. quando forem utilizadas por grandes multidões. a cada 1. 5.3 Escadas externas de caráter monumental podem. d) possuir duplo comando automático e manual reversível.1 Obrigatoriedade É obrigatória a instalação de elevadores de emergência: a) em todas as edificações residenciais A-2 e A-3 com altura superior a 80 m e nas demais ocupações com altura superior a 60 m. 5.2. 5.20 m de largura devem ter corrimão intermediário.2. desta Instrução Técnica.8.9. no máximo.4. 5. que possibilite que ele seja ligado a um gerador externo na falta de energia elétrica na rede pública. para patamar de escada pressurizada ou local análogo do ponto de vista de segurança contra fogo e fumaça. . exclusivamente monumentais de ocupação G-1.2 As extremidades dos corrimãos intermediários devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. para varanda conforme 5.2 Os corrimãos devem ser calculados para resistirem a uma carga de 900 N. que exijam máximo apoio com ambas às mãos em corrimãos.2. o elevador de emergência deve ter cabine com dimensões apropriadas para o transporte de maca.8.8. ainda. b) nas ocupações institucionais H-2 e H-3. 5. verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos. em caso de emergência.9.5.9. estes devem atender a todas as normas gerais de segurança previstas nas NBR 5410 e NBR 7192. Os lanços determinados pelos corrimãos intermediários devem ter. mediante chamada apropriada. aplicada em qualquer ponto deles. nos termos de 5. 5.4.7.8. ter apenas dois corrimãos laterais.2.8. b) possuir chave de comando de reversão para permitir a volta do elevador a este piso. b) ter suas portas metálicas abrindo para antecâmara ventilada.3.7. 1. sempre que sua altura ultrapassar 12 m. em escadas largas.80 m. no mínimo.2.8.cargas especificadas na alínea precedente (ver figura 17).3.8.9. e em torres exclusivamente monumentais de ocupação F-2.10. excepcionalmente.9 Elevadores de emergência 5. possuindo este circuito chave reversível no piso da descarga. desde que o guarda-corpo atenda também os preceitos do corrimão. 5.9. c) ter circuito de alimentação de energia elétrica com chave própria independente da chave geral do edifício. de modo que as respectivas portas permaneçam abertas. para hall enclausurado e pressurizado. d) deve estar ligado a um grupo moto gerador (GMG) de emergência.

E-6. as paredes que definem as áreas de refúgio devem apresentar resistência ao fogo conforme a IT 06 e as condições estabelecidas na IT 07. b) ter pisos e paredes revestidos com materiais resistentes ao fogo. 5.7. Nota: Não será exigida a alínea a nas edificações onde as escadas exigidas forem do tipo NE .2 O corredor ou átrio enclausurado que for utilizado como descarga deve: a) ter paredes resistentes ao fogo por tempo equivalente ao das paredes das escadas que a ele conduzirem. 5. a uma escada/rampa de emergência (ver figura 18). as larguras das saídas de emergência podem ser reduzidas em até 50%. desde que cada local compartimentado tenha acesso direto às saídas. tais com apartamentos.9.3 Admite-se que a descarga seja feita por meio de saguão ou hall térreo não enclausurado.1.1 A descarga. 5.3 Em edificações dotadas de áreas de refúgio.3 Hospitais e assemelhados 5. parte da saída de emergência de uma edificação. ou resistência a 90 minutos de fogo. 5. em rampas.10.11. não podendo ser utilizada como depósito de qualquer natureza.2. atendendo-se às dimensões exigidas em 5.10 m para as edificações em geral.00 m.10.1. a comunicação entre as áreas de refúgio Figura 19 – Descarga através de hall térreo não enclausurado 5. restaurantes e outros. atendendo as condições estabelecidas na alínea d do item 5. b) área em pilotis.2 A estrutura dos prédios dotados de áreas de refúgio deve ter resistência conforme Instrução Técnica – 06 (Segurança Estrutural na Edificação). dotada de divisores físicos que impeçam tal utilização. Figura 18 – Desenho esquemático da área de refúgio 5. Nesses casos a área mínima de refúgio de cada pavimento ficará restrita a 30% dos leitos existentes naquele pavimento. sala de espera.11 Descarga 5.20 m para as ocupações H-2 e H-3.4 A área em pilotis que servir como descarga deve: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza.11.1 Tipos 5.2. as áreas de refúgio não devem ter áreas superiores a 2. como especificado em 5.10. que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública.11.1. portaria. isolando-o de todo compartimento que com ele se comunique.1 Em ocupações em H-2 e H-3.3. e 2. quando necessário.6.10.1 Conceituação e exigências 5. bem como nas ocupações E-6. c) corredor a céu aberto. cada uma delas.1. e/ou entre estas áreas e saídas deve ser em nível ou caso haja desnível. 5.2 Obrigatoriedade É obrigatória a existência de áreas de refúgio nos seguintes casos: a) em edificações institucionais de ocupação E-5. quando a escada for à prova de fumaça.000 m². 5. c) ter portas corta-fogo com resistência de 60 minutos de fogo.10. b) a existência de compartimentação de área no pavimento será aceita como área de refúgio. b) ser mantida livre e desimpedida. 5. salas de medidores.1.4 As caixas de corrida (poço) e casas de máquinas dos elevadores de emergência devem ser enclausuradas e totalmente isoladas das caixas de corrida e casa de máquinas dos demais elevadores.00 m.1. sendo. H-2 e H-3 com altura superior a 12.10.escadas não enclausuradas e altura até 12. conforme IT 06.10 Área de refúgio 5. quando a escada for enclausurada protegida. recepção. desde que tenha acesso direto às saídas de emergência (escadas ou rampas). desde que entre o acesso à escada e a área externa (fachada ou .2 Nestas ocupações H-1 e H-2.1.10. A caixa de corrida (poço) deve ter abertura de ventilação permanente em sua parte superior. pode ser constituída por: a) corredor ou átrio enclausurado.11. tendo acesso direto. sala de estar e salão de festas (ver figura 19).10.11.3.8.11. 5. com larguras correspondentes às suas respectivas áreas e não menores que as mínimas absolutas de 1.1.1 Área de refúgio é a parte de um pavimento separada do restante por paredes corta-fogo e portas corta-fogo. sendo admitido nesse saguão ou hall elevadores. desde que entre o final da descarga e a fachada ou alinhamento predial (passeio) mantenha-se um espaço livre para acesso ao exterior.5.

2.1.alinhamento predial) possua um espaço reservado e desimpedido. 5.3.12.11.10 m.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica. 5. a soma das larguras das escadas que a ela concorrem.12.3 Sinalização de saída 5.3 Outros ambientes com acesso 5.12. subsolo edificações sem janelas .14. 5. 5.1. 5.20 m.7. nos prédios em geral.12.1 As edificações sem janelas são aquelas edificações.2.5 O elevador de emergência pode estar ligado ao hall de descarga.2 A largura das descargas não pode ser inferior: a) a 1.3. devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem.14 Construções subterrâneas.20 m. 5.1. 2. ou parte dela.14. tanto do lado interno como do externo. na qual o piso se ache abaixo do pavimento da descarga.2 Edificações sem janelas.00 m lineares de parede periférica. e outros) e ter as larguras exigidas pela NBR 9050.2.4.1 As rotas de saída destinadas ao uso de doentes e deficientes físicos. Mesmo nos casos de edificações destinadas a uso unicamente durante o dia.13 Acesso sem obstáculos 5. c) estas aberturas sejam de fácil manuseio.14. extintores de incêndio.14. os pavimentos nas condições seguintes: a) o pavimento que for provido.2.12 Iluminação de emergência e sinalização de saída 5. não sendo necessário que a descarga tenha.2 Não são considerados subsolos. considerando-se esta largura para cada segmento de descarga entre saídas de escadas (ver figura 20).11. desde que seja agregado à largura desta uma unidade de saída (0.11.2.12.2 Dimensionamento 5.1 Galerias comerciais (galerias de lojas) podem ter acesso à descarga desde que a ligação seja feita por meio de antecâmara enclausurada e ventilada. para efeito de saídas de emergência. sendo facilmente identificáveis.20 m acima do piso interno e que não tenham medida alguma menor que 60 cm (luz). 5.1 Construções subterrâneas ou subsolos 5.1 No dimensionamento da descarga.Generalidades Conceituação Figura 20 – Dimensionamento de corredores de descarga e e 5.10 (ver figura 21).13.13.11.1 A sinalização de saída deve ser executada obedecendo à Instrução Técnica 15.2 e 5. 5. inclusive usuários de cadeiras de rodas.55 m). no mínimo com largura de 2.11. ressalvando o especificado em 5.14. ou parte delas. em pelo menos dois lados de.1.65 e 2. b) estas aberturas tenham peitoril à não mais de 1. devem possuir rampas e elevadores de segurança ou outros dispositivos onde houver diferença de nível entre pavimentos.2 Estas rotas devem permanecer livres de quaisquer obstáculos ou saliências nas paredes (móveis. e a 1. de forma a permitir operações de salvamento provenientes do exterior.14.14.2. 5. em toda a sua extensão. 5.2 Iluminação de emergência 5.1 A iluminação de emergência deve ser executada obedecendo à Instrução Técnica 15.3.1 Iluminação das rotas de saída As rotas de saída devem ter iluminação natural e/ou artificial em nível suficiente. nas edificações classificadas com H-2 e H-3 por sua ocupação. b) a largura calculada conforme 5.14. 5. é indispensável à iluminação artificial noturna.2. que não possuem meios de acesso direto ao exterior através de suas paredes periféricas ou aberturas para ventilação ou salvamento através das janelas ou grades fixas existentes. interna e externamente. 5. ressalvados os casos descritos em 5. Figura 21 – Acesso de galeria comercial à descarga . no mínimo. nos termos de 5.11. 5. de acordo com a NBR 5413.00 m² de aberturas inteiramente acima do solo a cada 15. considera-se construção subterrânea ou subsolo a edificação.

ter no mínimo duas saídas de emergência. sem passagem pela descarga térrea. considerando que. subsolos e as edificações sem janelas. c) é obrigatório à adoção de áreas de refúgio em subsolo com área superior a 500 m². pelo menos. no mínimo. no caso de subsolo.2. A existência de compartimentação de área no pavimento será aceita com área de refugio. obedecendo às alíneas b e c de 5.14.14. espaçados. em áreas sem acesso direto ao exterior e sem janelas para permitir ventilação e auxílio de bombeiros.1 As construções subterrâneas. da área de cada pavimento.3 Exigências especiais para construções subterrâneas. d) nos subsolos das edificações com exigência de escada tipo EP ou PF. com. obedecendo às alíneas a. com excesso de público ou população superior a 50 pessoas.14. 5. devem. b) quando. b e c de 5. com altura ascendente de até 12 m.10 m de altura livre. além das demais exigências desta Instrução Técnica que lhes forem aplicáveis.2. Alturas superiores a 12 m exige-se pressurização da escada (ver IT 10).14. . desde que tenha acesso direto a saída de emergência (escadas ou rampas).2. Nesse caso a área de refúgio fica restrita a 30 % no mínimo. ter ao menos uma das saídas direta ao exterior. permitir a saída conveniente de seus usuários e atender as exigências abaixo: a) para subsolos com áreas de construção superior a 500 m² ou população total superior a 100 pessoas. com distância mínima de 10 m entre elas. em lados opostos. 15 m nestas paredes. 5. b) todos os pavimentos acima do térreo tiverem aberturas de acesso ou janelas em dois lados do prédio.14. no mínimo.14.1. b) estas aberturas têm dimensões mínimas de 60 cm x 60 cm. modificadas quanto ao seu tipo de ocupação deverão atender as exigências desta Instrução Técnica. por qualquer motivo. 5. o interessado propor medidas alternativas a ser avaliada pelo Corpo Técnico.3. subsolos e edificações sem janelas. vierem a ser. em parte.2 Uma edificação térrea ou porção dela não é considerada sem janelas quando: a) o pavimento tem portas ao nível do solo.2. não destinada à garagem.2. exige-se escada simplesmente enclausurada com PCF P-90. qualquer incêndio ou fumaça tende a provocar pânico.14. painel de acesso ou janelas espaçadas a não mais de 50 metros nas paredes exteriores. ou totalmente. b) nos casos em que for comprovada tecnicamente a inviabilidade da adaptação. exceto para subsolos destinados a estacionamento de veículos.2. a) as edificações e/ou áreas de risco que.1. 60 cm de largura livre por 1.5.3 Uma edificação não-térrea não é considerada sem janelas quando: a) existem acessos conforme a alínea a de 5. 5. deverá.15 Exigências para edificações ou áreas de risco em que sejam feitas modificações quanto ao tipo de ocupação.

00 m < H ≤ 30.00 m < H ≤ 54.Classificação das edificações quanto às suas dimensões em planta Natureza do Enfoque Código Classe da edificação Parâmetros de área N Quanto à área do maior Pavimento (Sp) O P Q R S T U De pequeno pavimento De grande pavimento Com pequeno subsolo Com grande subsolo Edificações pequenas Edificações médias Edificações grandes Edificações muito grandes Sp < 750 m² Sp > 750 m² Ss < 500 m² Ss > 500 m² St < 750 m² 750 m < St < 1500 m² 1500 m² < St < 5000 m² At > 5000 m² Quanto à área dos pavimentos situados abaixo da soleira de Entrada (Ss) Quanto à área total St (soma das áreas de todos os Pavimentos da edificação) .00 m Tabela 2 .00 m 12.Classificação das edificações quanto à altura Tipo I II III IV Denominação Edificação Baixa Edificação de Média Altura Edificação Mediamente Alta Edificação Alta Altura H ≤ 12.00 m 30.00 m Acima de 54.ANEXOS .Tabelas Tabela 1 .

b) propagação vertical do incêndio. propagação do incêndio podem ser de acordo com a IT 07. mesmo que existam condições fáceis e onde a estabilidade pode ser de isenção no Regulamento de Segurança Contra ameaçada pelo incêndio Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. mesmo que existam condições de isenção na IT 06 Edificações em que o crescimento e a b) Não possuam compartimentação vertical completa. Nota: Os prédios devem. Y Edifícios onde nenhuma das duas condições abaixo está presente: Edificações concebidas para limitar: Z a) O rápido crescimento do incêndio.Classificação das edificações quanto às suas características construtivas CÓDIGO TIPO ESPECIFICAÇÃO Edifícios em que estão presentes as seguintes condições: a) Não possuem TRRF. c) colapso estrutural. de isenção no Regulamento de Segurança Contra b) propagação vertical do incêndio. mesmo que existam condições de Edificações onde um dos três eventos isenção na IT 06 é provável: b) Não possuam compartimentação vertical completa. de acordo com a IT 07. ser sempre projetados e executados dentro do tipo “Z”. . mesmo que existam condições de isenção no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. mesmo que existam condições de isenção na IT 06 b) Não possuam compartimentação vertical completa. mesmo que existam condições a) Rápido crescimento do incêndio. Estado de Minas Gerais. preferencialmente.Tabela 3 . Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do c) colapso estrutural. de acordo com a IT 07. X Edifícios onde apenas uma das duas condições está presente: a) Não possuem TRRF. a) Não possuem TRRF.

Divisão A-1 e A-2 A-3 E-1 a E-4 Duas pessoas por dormitório (C) Duas pessoas por dormitório e uma pessoa por 4 m² de área de alojamento (D) Uma pessoa por 15. F-5.00 m² de área (E) (J) Uma pessoa por 7. Estas percentagens de redução são cumulativas.00 m² de área Uma pessoa por 30. para maior segurança. Nos demais casos devem sofrer redução como abaixo especificado.00 m² de área (E) (G) Uma pessoa por 3.Dados para o dimensionamento das saídas Ocupação População Grupo A B C D E E-5 e E-6 F-1 e F-10 F F-2. F-8.Tabela 4 .50 m² de área de sala de aula (F) Uma pessoa por 1. Em projetos específicos.00 m² de área (E) Uma pessoa por 1. máquinas.00 m² de área(J) Uma pessoa por 3.00 m² de área Uma pessoa por m² de área (E) (G) Duas pessoas por m² de área (E) (G) (1:0. F-6 e F-7 F-4 G-1 e G-6 G G2. G-3.5 m²) + (I) Uma pessoa por 40 vagas de veículo Uma pessoa por 20 m² de área (E) Uma pessoa por 7 m² de área (E) Duas pessoas por dormitório e uma pessoa por 4 m² de área de alojamento (E) Uma pessoa e meia por leito + uma pessoa por 7.50 m² de área de sala de aula (F) Uma pessoa por 3. quando for o caso.00 m² de área + (I) Uma pessoa por 10. M-5 e M-7 M-4 Notas: (A) Os parâmetros dados nesta Tabela são os mínimos aceitáveis para o cálculo da população.00 m² de área Uma pessoa por 4. e adotados os mais exigentes. . devem ser cotejados com os obtidos em função da localização de assentos. arquibancadas e outros. G-4 e G-5 H-1 e H-6 H-2 H H-3 H-4 e H-5 I J L L-1 L-2 e L-3 M-1e M-6 M M-3.00 m² de área Uma pessoa por 10.00 m² de área (C) (A) Capacidade da U de passagem Acesso e descargas Escadas e rampas Portas 60 45 100 100 60 100 30 22 30 100 75 100 100 60 30 60 100 60 45 22 45 60 100 100 30 100 100 100 100 100 60 60 75 60 45 100 100 100 100 (B) As capacidades das unidades de passagem (número de pessoas que passa em 1 minuto) em escadas e rampas estendem-se para lanços retos e saída descendente.00 m² de área de ambulatório (H) + (I) Uma pessoa por 10. F9 e F-11 F-3.

exceto as áreas de sanitários.5%): redução de 20%. (J) A parte de atendimento ao público de comércio atacadista deve ser considerada como do grupo C. bem como salões de festas e centros de convenções em hotéis são considerados nos grupos de ocupação F-2.00 m 55. conforme o caso.00 m 45. com degraus até 17 cm de altura: redução de 10%. e) rampas ascendentes de mais de 10% (máximo: 12. (E) Por ”Área” entende-se a “Área do pavimento” que abriga a população em foco. as distâncias definidas acima serão reduzidas a 30% (trinta por cento). b) lanços ascendentes de escada com degraus até 17. é a área útil interna da dependência em questão.G-2 e J Notas: a) para que ocorra as distâncias previstas na tabela 5. Do contrário. (D) Alojamento = dormitório coletivo. Em apartamentos mínimos. (C) Em apartamentos de até dois dormitórios. a área de pavimento correspondente ao ambulatório.00 m 50. G-3. H. rampas e corredores. uma pessoa por 7 m² de área.00 m 20. escritório panorâmico e outros). é necessária a apresentação de leiaute definido em planta baixa (de salão aberto.00 m 45. (F) Auditórios e assemelhados. gabinetes e outras dependências que possam ser usadas como dormitórios (inclusive para empregadas) são considerados como tais. a sala deve ser considerada como dormitório. B. .00 m 40. D. c) lanços ascendentes de escadas com degraus até 18 cm de altura: redução de 20%.5 cm de altura: redução de 15%. G-4.00 m Mais de uma saída 20.00 m Mais de uma saída 35.00 m 10. em apartamentos maiores (três e mais dormitórios). as salas de costura. acresce-se à área calculada por leito. nas ocupações F-6 e F-8. na base de uma pessoa por 7m².a) lanços ascendentes de escadas.00 m 35. (I) O símbolo “+” indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (não cobertos por esta Instrução Técnica).00 m 50. isto é. sala de eventos. quando discriminado o tipo de área (por ex. Tabela 5 . declividade até 10%: redução de 1% por grau percentual de inclinação (1% a 10%. F. com mais de 10 m². sem divisões em planta. considera-se uma pessoa para cada 6 m² de área de pavimento.00 m 60.: área do alojamento). (H) Em hospitais e clínicas com internamento (H-3). têm sua ocupação admitida como no grupo D. I.Distâncias máximas a serem percorridas Sem chuveiros ou sem detectores automáticos Saída única X Y Qualquer Qualquer C. G-1. escadas. (G) As cozinhas e suas áreas de apoio. F-6 e outros.00 m 65.00 m Z A. E. L e M Tipo de edificação Grupo e divisão de ocupação Com chuveiros ou com detectores automáticos Saída única 25. que tenham pacientes ambulatoriais. d) rampas ascendentes.00 m 30. em escolas.00 m 35.

Div.Número de saídas e tipos de escada Dimensão Altura (em metros) Ocupação Gr.Tabela 6 . A-2* A-3 B-1 B-2 C-1 C-2 C-3 E-1 E-2 E-3 E-4 E-5 E-6 F-1 F-2 F-3 F-4 F-5 F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 F-11 G-1 G-2 G-3 G-4 G-5 G-6 H-1 H-2 H-3 H-4 H-5 H-6 I-1 I-2 I-3 L-1 L-2 L-3 M-1 M-2 M-3 M-4 M-5 N (área de pavimentos < ou igual a 750 m² ) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 O (área de pavimento > 750 m² ) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Nº 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 2 2 2 2 2 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 1 2 2 2 1 1 2 2 1 2 2 1 2 Tipo Esc NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE EP NE NE NE Nº 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 + + 1 1 1 1 1 1 2 2 + 2 2 1 2 Tipo Esc EP EP PF PF EP EP PF EP EP EP EP EP EP EP EP PF NE + PF PF PF EP EP EP NE EP PF EP NE NE EP PF PF + + PF EP EP PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 2 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 2 + + 1 2 2 2 1 2 3 3 + 3 2 1 2 Tipo Esc PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP EP PF PF PF PF + + PF EP PF PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 2 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 2 + + 1 2 2 2 1 2 3 3 + 3 2 1 2 Tipo Esc PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP EP PF PF PF PF + + PF EP PF PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 1 2 Tipo Esc NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE Nº 2* 2 2 2 2 2 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 + + 2 2 2 3 2 3 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc EP EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF EP NE EP PF PF EP EP EP PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF Nº 2* 2 2 2 2 3 3 2 3 3 3 3 3 3 2 2 2 + 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 + + 2 2 2 3 2 4 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF Nº 2* 2 2 2 2 3 3 2 3 3 3 3 3 3 2 2 2 + 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 + + 2 2 2 3 2 4 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF A B C D E F G H I J L M .

2) altura superior a 12. no mínimo uma deve ser por rampa.7. Tipo esc. + = Símbolo que indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (ocupação não coberta por esta IT). . = Grupo de ocupação (uso) . onde são dadas as significações dos códigos alfabéticos e alfanuméricos utilizados. * = Admite saída única nas habitações multifamiliares (A-2). não havendo mais de quatro unidades autônomas por pavimento. deve possuir elevador de emergência (ver figura 10) e áreas de refúgio (ver figura 18). atendendo ao item 5. = Subdivisão do grupo de ocupação . As edificações que possuam área de refúgio em todos os pavimentos (exceto pavimento térreo) não há necessidade de rampa interligando os diferentes níveis em acessos às áreas de refúgio. Gr. f) a quantidade mínima de escadas previstas nesta tabela pode ser desconsiderada. uma delas poderá ser do tipo Aberta Externa.NOTAS a) Para o uso desta tabela.1. PF = Escada à prova de fumaça. As áreas de refúgio quando situada somente em alguns pavimentos de níveis diferentes deve ter seus acessos ligados por rampa (5. e mais as dos indicados na seqüência abaixo: b) Abreviatura dos tipos de escada: NE = Escada não enclausurada (escada comum). em qualquer caso. e) havendo necessidade de 2 (duas) ou mais escadas de segurança. c) Outros símbolos e abreviaturas usados nesta tabela: Nºs = Números de saídas mínimos obrigatórios. g) o número de escadas de emergência depende também do dimensionamento das saídas pelo cálculo da população e das distâncias a serem percorridas.não se aplica. desde que a edificação possua até 36 metros de altura e a(s) escadas(s) propostas atendam aos parâmetros de distância máxima a percorrer (tabela 5) e quantidade mínima de unidades de passagem para a lotação prevista na tabela 4. . = Tipo de escada. Div.conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.00 m = além das saídas de emergências por escadas (tabela 6).6.00 m = havendo exigência de mais de uma saída para emergência. d) Grupo H-2 e H-3: 1) altura até 12.a).conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. EP = Escada enclausurada protegida (escada protegida). devem ser consultadas as tabelas anteriores.14 desta Instrução Técnica.

09 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇOES E ÁREA DE RISCO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e conceitos 5 – Procedimentos ANEXOS A – Cargas de Incêndio Específicas por Ocupação B – Método para Levantamento da Carga de Incêndio Específica .IT .

2.mg. 2.2. segundo o método descrito no Anexo B.br 1 OBJETIVO Estabelecer valores característicos de carga de incêndio nas edificações e áreas de risco.3 Nas edificações em que a densidade de carga de incêndio superar em quantidade os valores característicos dados nesta Instrução. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio.gov. aplicam-se as definições constantes da IT 02 .270.130. 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS 4. Liga Federal de Combate a Incêndio da Áustria.Bairro Centro CEP 30. aplicam-se os conceitos abaixo descritos: 4. divisórias. 2. 2. conforme o item 2.1 As densidades de carga de incêndio constantes do anexo A desta instrução aplicam-se às edificações e áreas de riscos para classificação do risco e determinação do nível de exigência das medidas de segurança contra incêndio.2 Conceitos Para efeito desta Instrução. 4. Decreto Estadual nº 44. 355 . conforme prescreve o contido no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2 Densidade de carga de incêndio ou Carga de incêndio específica 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Augusto de Lima.190-000 Site: www.Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento. todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. nas situações em que há uma aceitável uniformidade na sua distribuição espacial. a densidade de carga de incêndio característica poderá ser determinada por medição direta.1 Definições Para efeito desta Instrução Técnica. pisos e tetos.4 Em todos os casos de medição direta da densidade de carga de incêndio.1 Carga de incêndio É a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço. 4. 2 APLICAÇÃO 2. conforme a ocupação e uso específico. inclusive os revestimentos das paredes. o laudo técnico correspondente deve ser submetido à aprovação do Corpo Técnico do CBMMG.2. deverá necessariamente ser feita a medição direta.2 Quando a densidade de carga de incêndio não for uniformemente distribuída sobre a área de piso da edificação. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 09 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREA DE RISCO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. TRVB 126. levando em consideração .br Email: dat3@cbmmg.mg. a critério do responsável técnico pelo projeto de segurança contra incêndio. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 1995. NBR – 14432 .bombeiros.gov.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. European Committee for Standardization. 1987. Eurocode 1 – ENV 1991-2-2. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio.

1. sendo que para edificações. 5. 5.0 megajoules. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio.3 Considerar que 1 kg (um quilograma) de madeira seca equivale a 19.1 A carga de incêndio específica do piso analisado deve ser tomada como sendo o maior entre a média das cargas de incêndio dos dois módulos de maior valor ou 85% da carga de incêndio do módulo de maior valor.2. sendo de no máximo 500 m². a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio. 5. as edificações e áreas de risco quanto à Carga Incêndio se classificam em: CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À CARGA INCÊNDIO. Risco Carga Incêndio MJ/m2 Baixo Até 300 MJ/m2 Médio Acima de 300 até 1.2 O levantamento da carga de incêndio específica constante do Anexo B deve ser realizado em módulos de área em que a distribuição da carga de incêndio seja considerada uniforme. Pode-se admitir a similaridade entre as edificações comerciais (grupo “C”) e industriais (grupo “I”).É o valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado. 5.1 Ocupações não listadas na tabela do Anexo A devem ter os valores da carga de incêndio específica determinados por similaridade. 5. módulos maiores de 500 m² podem ser utilizados quando o espaço analisado possuir materiais combustíveis com potenciais caloríficos semelhantes e uniformemente distribuídos.200 MJ/m2 . destinadas a depósitos (Grupo “J”).200 MJ/m2 Alto Acima de 1. expresso em megajaule (MJ) por metro quadrado (m²) ou em quilogramas equivalente de madeira seca.4 Para determinação do risco de incêndio a que se refere à tabela 3 e 4 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5 PROCEDIMENTOS 5. explosivos (Grupo “L”) e ocupações especiais (Grupo “M”) aplica-se a metodologia constante do Anexo B.1 Para determinação da carga de incêndio específica das edificações aplica-se a tabela constante do Anexo A. Excepcionalmente.

borracha. Ocupação/Uso Descrição Alojamentos estudantis Apartamentos Casas térreas ou sobrados Pensionatos Hotéis Motéis Apart-hotéis Açougue Antigüidades Aparelhos domésticos Armarinhos Armas Artigos de bijouteria.ANEXO A (normativo) Cargas de incêndio específicas por ocupação Para a classificação detalhada das ocupações (Divisão) consultar a Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Artigos de cera Artigos de couro. esportivos. Automóveis Bebidas destiladas Brinquedos Calçados Drogarias (incluindo depósitos) Ferragens Floricultura Galeria de quadros Livrarias Lojas de departamento ou centro de compras (Shoppings) Máquinas de costura ou de escritório Materiais fotográficos Móveis Papelarias Perfumarias Produtos têxteis Relojoarias Supermercados Tapetes Tintas e vernizes Verduras frescas Vinhos Vulcanização Divisão A-3 A-2 A-1 A-3 B-1 B-1 B-2 C –1 C –2 C –1 C -1 C -1 C –1 C -2 C –2 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –1 C –2 C –2/ C –3 C –1 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –2 Carga de incêndio (qfi) em MJ/m2 300 300 300 300 500 500 300 40 700 300 300 300 300 2100 800 200 700 500 500 1000 300 80 200 1000 800 300 300 400 700 400 600 600 400 800 1000 200 200 1000 Residencial Serviço de Hospedagem Comercial varejista. Loja . metal ou vidro.

fotográficos. cerâmica ou porcelanas. cortiça. Estações e terminais de passageiros Exposições Igrejas e templos Museus Restaurantes Estacionamentos Oficinas de conserto de veículos e manutenção Postos de abastecimentos (tanque enterrado) Hangares Asilos Clínicas e consultórios médicos ou odontológicos. espuma. Acessórios para automóveis Acetileno Alimentação Artigos de borracha.Serviços profissionais. boates e similares. feltro. Artigos de argila. Artigos de bijuteria D -2 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -4 D -4 D -3 D -3 D -3 D -3 D -1 E-3 E-5 E-5 E-1/E2/E4/E6 F-1 F-5 F -7 F-3 F-6 F-4 F -10 F-2 F-1 F-8 G-1/G-2 G-4 G-3 G -5 H -2 H -6 H-1/H-3 H-5 H-4 I-2 I–1 I-2 I-2 I–2 I–1 I–1 300 400 100 200 400 1000 700 300 500 300 300 600 200 500 400 300 300 300 300 2000 600 500 150 600 200 Adotar Anexo B 200 300 300 200 300 300 200 350 200 300 100 450 400 300 700 800 600 200 200 . teatros e similares Circos e assemelhados Centros esportivos e de exibição Clubes sociais. ópticos. couro. pessoais e técnicos Educacional e cultura física Locais de reunião de público Serviços automotivos e assemelhados Serviços de saúde e Institucionais Industrial Agências bancárias Agências de correios Centrais telefônicas Cabeleireiros Copiadora Encadernadoras Escritórios Estúdios de rádio ou de televisão ou de fotografia Laboratórios químicos Laboratórios (outros) Lavanderias Oficinas elétricas Oficinas hidráulicas ou mecânicas Pinturas Processamentos de dados Academias de ginástica e similares Pré-escolas e similares Creches e similares Escolas em geral Bibliotecas Cinemas. Hospitais em geral Presídios e similares Quartéis e similares Aparelhos eletroeletrônicos.

Confeitarias Congelados Couro sintético Defumados Discos de música Doces Espumas Farinhas Feltros Fermentos Fiações Fibras sintéticas Fios elétricos Flores artificiais Fornos de secagem com grade de madeira Forragem Fundições de metal Galpões de secagem com grade de madeira Geladeiras Gelatinas Gesso Gorduras comestíveis I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–3 I–3 I–2 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I-3 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 1000 80 40 500 1000 200 80 300 500 600 300 800 500 80 200 500 400 1000 600 800 2000 200 1700 80 300 400 40 600 800 500 40 400 800 1000 200 600 800 3000 2000 600 800 600 300 300 300 1000 2000 40 400 1000 800 80 1000 . conservas. Colas Colchões (exceto espuma) Condimentos.Industrial Artigos de cera Artigos de gesso Artigos de mármore Artigos de peles Artigos de plásticos em geral Artigos de tabaco Artigos de vidro Automotiva e autopeças (exceto pintura) Automotiva e autopeças (pintura) Aviões Balanças Baterias Bebidas destilada Bebidas não alcoólicas Bicicletas Brinquedos Café (inclusive torrefação) Caixotes barris ou pallets de madeira Calçados Carpintarias e marcenarias Cera de polimento Cerâmica Cereais Cervejarias Chapas de aglomerado ou compensado Chocolate Cimento Cobertores. tapetes.

industrial Gráficas (empacotamento) Gráficas (produção) Guarda-chuvas Instrumentos musicais Janelas e portas de madeira Jóias Laboratórios farmacêuticos Laboratórios químicos Lápis Lâmpadas Laticínios Malharias Máquinas de lavar de costura ou de escritório Massas alimentícias Mastiques Materiais sintéticos ou plásticos Metalúrgica Montagens de automóveis Motocicletas Motores elétricos Móveis Óleos comestíveis Padarias Papéis (acabamento) Papéis (preparo de celulose) Papéis (procedimento) Papelões betuminados Papelões ondulados Pedras Perfumes Pneus Produtos adesivos Produtos de adubo químico Produtos alimentícios (expedição) Produtos com ácido acético Produtos com ácido carbônico Produtos com ácido inorgânico Produtos com albumina Produtos com alcatrão Produtos com amido Produtos com soda Produtos de limpeza Produtos graxos Produtos refratários Rações Relógios Resinas Roupas Sabões Sacos de papel I–3 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–1 I–1 I–1 I–3 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–3 I–1 I–3 I–2 I–1 I–2 2000 400 300 600 800 200 300 500 600 40 200 300 300 1000 1000 2000 200 300 300 300 600 1000 1000 500 80 800 2000 800 40 300 700 1000 200 1000 200 40 80 2000 800 2000 40 2000 1000 200 2000 300 3000 500 300 800 .

industrial Sacos de juta Sorvetes Sucos de fruta Tapetes Têxteis em geral Tintas e solventes Tintas látex Tintas não-inflámaveis Transformadores Tratamento de madeira Tratores Vagões Vassouras ou escovas Velas de cera Vidros ou espelhos Vinagres Demais atividades não enquadradas acima I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–3 I–1 I–1 500 80 200 600 700 4000 800 200 200 3000 300 200 700 1300 200 80 Demais usos levantamento da carga de incêndio conforme Anexo B .

1 abaixo. em megajoule por quilograma. ocasião em que Mi deverá ser reavaliado.6 H (MJ/kg) 30 28 18 40 Espuma – 37 Tiras – 32 16 43 19 15 34 47 26 50 48 29 Tipo de material Grãos Graxa. B.massa total de cada componente i do material combustível. Tabela B. em quilograma.Anexo B (normativo) Método para levantamento da carga de incêndio específica B. explosivos e ocupações especiais podem ser determinadas pela seguinte expressão: q fi = ∑M A i Hi f Onde: qinc .2 O levantamento da carga de incêndio deverá ser realizado conforme item 5 (Procedimento) desta Instrução. conforme Tabela B.1 Os valores da carga de incêndio específica para as edificações destinadas a depósitos.potencial calorífico específico de cada componente i do material combustível.valor da carga de incêndio específica. B. resultados obtidos por meio de ensaios específicos em conecalorímetros podem ser utilizados. em megajoule por metro quadrado de área de piso. Hi .4 Além dos potenciais caloríficos dados na Tabela B. Af .3 A compensação do teor de umidade de uma determinada massa de material combustível poderá ser feita desde que demonstrado por meio de ensaio específico. Mi . em metro quadrado.Valores do potencial calorífico específico Tipo de material Acetona Acrílico Algodão Benzeno Borracha Celulose C-Hexano Couro D-glucose Epóxi Etano Etanol Eteno Etino Fibra sintética 6. Lubrificante. Lã Lixo de cozinha Madeira Metano Metanol Monóxido de carbono N-Butano N-Octano N-Pentano Palha Papel Petróleo Poliacrilonitric o Policarbonato H (MJ/kg) 17 41 23 18 19 50 19 10 45 44 45 16 17 41 30 29 Tipo de material Poliéster Poliestireno Polietileno Polimetilmetacrilico Polioximetileno Poliuretano Polipropileno Polivinilclorido Propano PVC Resina melamínica Seda H (MJ/kg) 31 39 44 24 15 23 43 16 46 17 18 19 .1. B. Esse valor não poderá ser excedido durante a vida útil da edificação exceto quando houver alteração de ocupação.área do piso do compartimento.1 .

IT .Tabela 1 – Níveis de pressurização/ Tabela 2 – áreas típicas de escape para quatro tipos de PCF B .10 PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Resumo de exigências para os diversos tipos de edificações com sistemas de pressurização C – Condições para instalação de casa de máquinas de pressurização no pavimento cobertura D – Condição para não se revestir os dutos metálicos de sucção e/ou pressurização E – esquema geral do sistema de pressurização (com duto no interior da escada) F – (Informativo) Características das paredes G – Módulo de cálculo de vazão do sistema de pressurização de escada 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

5 PROCEDIMENTOS 5.mg. . NBR 10.Sistemas de iluminação de emergência. de modo a permitir a fuga dos ocupantes de uma edificação no caso de incêndio. NBR 9077 – Saídas de emergências em edifícios. NBR 9441 . IT 15 .Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente – Procedimento.br 1 OBJETIVO 1.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 10 PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Constituição Estadual de 1989. 1.898 . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.1 Princípio geral da pressurização a) considera-se um espaço pressurizado quando este receber um suprimento contínuo de ar que possibilite manter um diferencial de pressão entre este espaço e os adjacentes. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: BS-5588 Parte 4 (British Standards Institution) Pressurização de escadas de segurança. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações de acordo com o descrito na NBR 9077. Lei nº 14. Decreto Estadual nº 44.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.gov.2 Manter as escadas de emergência livres da fumaça. 355 .mg. que conduzem o ar para o exterior da edificação. preservando-se um fluxo de ar através de uma ou várias trajetórias de escape. NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência.Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio.270. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.Bairro Centro CEP 30.bombeiros. NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos.190-000 Site: www. BR 9050 . IT 08 – Saídas de emergência em edificações. Esse sistema também pode ser acionado em qualquer caso de necessidade de abandono da edificação. Constituição Federal de 1988.1.480 – Saídas de emergência em edifícios – Escada de Segurança – Controle de fumaça por pressurização. Augusto de Lima. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 . Lei Complementar 54.130.Sinalização de emergência.1 Conceitos básicos do sistema de pressurização 5. NBR 14.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento da pressurização de escadas de segurança em edificações.gov.br Email: dat3@cbmmg. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.

uma combinação desses. considerando todas as singularidades. venezianas.1.2. b) ar externo suprido mecanicamente. a fim de assegurar que as PCF possam ser abertas.1 O nível de pressurização utilizado para fins de processo não deve ser menor que o apresentado na Tabela 1 do Anexo A desta IT e não deve ultrapassar o limite de 60 Pa.1.6. grelhas. tais como frestas em torno de janelas.2 Pressurização de um ou dois estágios O sistema de pressurização pode ser projetado de duas formas: 5. como por exemplo.2 Sistema de dois estágios: incorporar um nível baixo de pressurização. no trecho de distribuição.1. para o dimensionamento do damper de alívio.2 Os edifícios utilizados por crianças.6 abaixo: escape de ar com todas as portas do espaço pressurizado fechadas (equação 2).3 Para obtenção dos níveis de pressurização no interior dos espaços pressurizados. e escape de ar considerando as portas abertas na quantidade estipulada no Anexo B desta IT (equação 3). ou mmH2O ( milímetro de coluna d’água ) Potência = CV (Cavalo Vapor) ou HP (Horse Power) Temperatura em Graus Celsius = ºC Altura da Edificação ( h ) = m 5.2 Trajetórias de escape em série e paralelo a) na trajetória de escape do ar para fora de um espaço pressurizado.5 Níveis de pressurização adotados 5.1.1 Cálculo do suprimento de ar a) para se determinar o primeiro valor de suprimento de ar necessário para se obter um certo diferencial de pressão entre o ambiente a ser pressurizado e os ambientes contíguos.).1. Essa equação depende diretamente da área de restrição e do diferencial de pressão entre os ambientes contíguos.6. 5. 5.5. que devem estar dentro dos limites estipulados nesta IT. de 10 a 15m/s. desde que não haja possibilidade técnica de adequação. d) fonte de energia garantida.1 Sistema de um estágio: para operar somente em situação de emergência.1. N = 2 No caso de frestas em vãos estreitos.1.4 Unidades adotadas Toda e qualquer proposta de sistema de pressurização deve seguir os critérios de apresentação e desenvolvimento de acordo com o estabelecido abaixo: Vazão ( Q ) = m3/s Velocidade ( V ) = m/s Área ( A ) = m2 Pressão ( P ) = Pa ( Pascal ). b) desenvolvimento do cálculo das perdas de carga ao longo da rede de captação e distribuição ar. ou 5.1. quando o ar passa. 5. N = 1. rugosidades das superfícies internas dos dutos. que devem constar de memorial de cálculo. 5.204 kg/m3) 5.5.6 Vazão de ar (condição padrão de ar com densidade de 1. podem existir elementos de restrição posicionados em paralelo. saídas dos moto-ventiladores.b) para a finalidade prevista nesta IT.1. atendendo as seguintes condições: a) desenvolvimento do cálculo do suprimento de ar necessário considerando as duas situações previstas no item 5.3 Elementos pressurização básicos de um sistema de São elementos básicos de um sistema de pressurização: a) sistema de acionamento e alarme. a partir da velocidade e vazão. Tabelas e ábacos de fabricantes de acessórios podem ser considerados para determinação das perdas de carga de singularidades. joelhos. tal como ilustrado na Figura 1.827 x A x (P)(1/N) onde: Q . A área de restrição é determinada pelo escape de ar para fora do espaço a ser pressurizado. para funcionamento contínuo. com previsão para um nível maior de pressurização que entra em funcionamento em uma situação de emergência. ou ainda.1. Equação 1: Q = 0.6 Suprimento de ar necessário 5.2. como apresentado na Figura 2.1. o diferencial de pressão deve ser mantido em nível adequado para impedir a entrada de fumaça no interior da escada.1.3 É facultativa a utilização do sistema de pressurização de um ou dois estágios. deve-se adotar a equação 1. 5.é o diferencial de pressão (Pa) N .1. ou seja. c) o método estabelecido nesta IT também se aplica às escadas de segurança com pavimentos abaixo dos de descarga. 5. dampers. O diferencial de pressão é o mínimo estabelecido nesta IT. devidamente justificada. etc.é um índice que varia de 1 a 2 No caso de frestas em torno de uma PCF. devem ser avaliadas as perdas de carga localizadas em todos os componentes de captação e distribuição do sistema (dutos. na determinação da capacidade de vazão e pressão dos moto-ventiladores. ou em série. 50 Pa. e. considerando-se todas as PCF (portas corta-fogo) de acesso à escada fechadas. 5. podendo ser aceito diferente desses parâmetros quando se tratar de edificação existente. pelas frestas ao redor de uma PCF.5. idosos e ou pessoas incapacitadas precisam de considerações especiais.2.é a área de restrição (m2) P .é o fluxo de ar (m3/s) A . .1. c) trajetória de escape do ar. c) a velocidade do fluxo de ar em todo o trecho de captação deve ser de 4 a 8m/s e. Devem constar também a velocidade do fluxo de ar em todos os trechos e acessórios. apesar da força criada pelo diferencial de pressão.

com os outros equivalentes (PCF em paralelo). d) a abertura intermitente das PCF.6.1. devendo obedecer aos critérios estipulados no Anexo B desta IT. 5.3 Área de escape a partir de uma escada pressurizada.4 Vazamentos em dutos e vazamentos nãoidentificados . se houver grande abertura entre a área pressurizada e os espaços adjacentes. 5. pode ser obtido combinando-se sucessivamente grupos simples de escape isolados (PCF da escada e da antecâmara pressurizada do mesmo pavimento).6.6. b) de 25% para atender a hipótese de vazamentos nãoidentificados. De maneira geral. b) os critérios para verificação da velocidade do ar a que se referem os itens seguintes são os estipulados no item 5. considerando-se o número de ocupantes e as dificuldades encontradas para o abandono. devendo possibilitar a manutenção de uma velocidade de ar mínima de 1.8. através desta abertura.A espaço pressurizado A 4 1 A 2 A 3 Figura 1 . devendo ser adotado os valores constantes na tabela 2 do anexo A desta IT. e é inevitável que estas sejam abertas ocasionalmente. levando-se em consideração a condição padrão do ar. de 4 m/s.Trajetórias de escape do ar em paralelo b) no caso de trajetórias de escape do ar em paralelo. temos: 1 ( ATotal) 2 = 1 1 1 1 + + + 2 2 2 ( A1 ) ( A2 ) ( A3 ) ( A4 ) 2 d) o escape total e efetivo de uma combinação de trajetórias de escape do ar em série e em paralelo.0 m/s saindo através das PCF consideradas abertas. QF = vazamento através das frestas. desta IT. somada às perdas pelas frestas das demais PCF consideradas na condição fechadas. c) quando de uma abertura permanente (uma janela dentro da caixa de escada. uma perda de pressão no interior da escada. f) uma PCF considerada aberta adicional (com relação ao estabelecido no Anexo B desta IT) deve ser considerada no cálculo do suprimento de ar do sistema de pressurização. a escada de emergência deve ter seus acessos protegidos por PCF. produz.1. deve ser considerada uma velocidade média do ar. A vazão de ar determinada pela Equação 1 deve ser avaliada para que seja obtida uma condição satisfatória para minimizar a infiltração de fumaça no interior da escada nesta situação. c) por meio das frestas no entorno de portas de elevadores e janelas existentes no espaço pressurizado. onde: QFT = vazão total das frestas com todas as portas fechadas (m³/s). quando do abandono da edificação. b) por meio do vão de luz das PCF consideradas na condição abertas.Trajetórias de escape do ar em série c) no caso das portas em série. e das frestas das demais PCF fechadas da escada. considerando-se todas as portas fechadas (m³/s). com as portas do ambiente conforme Figura 1 acima. momentaneamente. a área total de escape é determinada pela simples soma de todas as áreas de escape envolvidas. conforme critério estabelecido no Anexo B.6. e) o número de PCF abertas a ser utilizado nos cálculos depende do tipo de edificação. 5. por exemplo). como a PCF da escada e a PCF da antecâmara não ventilada a ela associada. considerando todas as portas da caixa de escada fechadas: a) de 15% para vazamentos em dutos metálicos ou 25% para dutos construídos em alvenaria ou mistos. considerar acréscimo no suprimento total de ar necessário. em edificações onde existem locais de ATotal = A1 + A2 + A3 + A4 Figura 2 . ou QFT = QF + 25% (vazamentos em dutos de alvenaria ou mistos) + 25% (vazamentos não identificados). o escape de ar a partir de uma escada ocorre: a) por meio das frestas em torno das PCF (quando essas estiverem fechadas). então: No desenvolvimento do cálculo. sendo que esses valores percentuais devem ser considerados independentemente do comprimento dos dutos. na quantidade estipulada do Anexo B desta IT. A pressurização projetada não pode ser mantida.1. como demonstrado na Figura 2 acima.5 Portas corta-fogo abertas e outras aberturas a) para ser eficaz. levando-se em consideração a condição padrão do ar. Nota: A vazão total de escape pelas frestas pode ser calculada pelas equações abaixo: Equação 2: QFT = QF + 15% (vazamentos em dutos metálicos) + 25% (vazamentos não identificados).1.

quando a quantidade de PCF duplas instaladas for igual ou superior à quantidade de PCF abertas . h) em edificações existentes é comum o uso da pressurização de um amplo hall e o uso da PCF no acesso às unidades residenciais ou unidades de escritório etc.1. b) as frestas das portas do elevador e das PCF de acesso às antecâmaras devem ser suficientes para promover o escape de ar. deve ser exigida. conforme os critérios do item 5. nos sentidos ascendente e descendente (pavimentos superiores e inferiores ao nível da descarga) dentro do critério de altura da Tabela do Anexo B.1. e apresentar as seguintes características: a) no topo da caixa de alvenaria do elevador deve ser prevista abertura permanente ou damper de alívio. d) ser protegida por PCF-P90.. complementar com PCF simples. quando a quantidade de PCF duplas for inferior à quantidade de PCF consideradas abertas .2.1. ou seja. embora devem ser somados o vão de luz real de cada PCF dupla e simples consideradas. deve ser de 04 (quatro) para edificações com até 60 (sessenta) metros de altura. pode ser adotada a pressurização das antecâmaras do elevador de emergência a partir do poço do elevador que. e) a casa de máquinas deve ser independente e isolada em relação aos demais elevadores. como estabelecido na Figura 1 do item 5. funcionará como duto de pressurização. controlados por venezianas reguláveis e independentes em cada nível de pavimento. QPA = vazamento de ar através das portas consideradas abertas (m³/s).7 e da Tabela do Anexo B desta IT. 5. no acesso à antecâmara de segurança. neste caso. 3) PCF duplas e PCF simples. desses. na quantidade devida. a antecâmara.critério esse estipulado no Anexo B desta IT para efeito de dimensionamento de vazão por meio de PCF abertas. . a existência de uma antecâmara de segurança. com aberturas permanentes para o exterior da edificação. g) devem ser considerados os vãos e frestas reais de todas as PCF da caixa da escada pressurizada. Obs. de modo a permitir o escape de ar insuflado para as antecâmaras do elevador. Esse critério deve ser desconsiderado quando o local de reunião de público estiver no piso de descarga (térreo ou nível com saída direta para o exterior) ou em mezaninos do piso térreo com acessos através de escadas exclusivas. 2) PCF duplas. refeitórios. na quantidade estipulada no Anexo B desta IT: 1) PCF simples.critério esse estipulado no Anexo B desta IT para efeito de dimensionamento de vazão por meio de PCF abertas . nesse caso. Nota: A vazão total requerida para o sistema de pressurização de escadas deve ser calculada pela equação abaixo: Equação 3: ● Se QFT > QPA então QT = QFT ● Se QFT < QPA então QT = QPA onde: QT = vazão total requerida do sistema de pressurização. sendo que acima desse valor é exigido o cálculo de 5 PCF abertas. quando todos os acessos à escada pressurizada ocorrer apenas através de PCF simples. com paredes de resistência mínima a 2 horas de fogo e acessos protegidos por PCFP90. considerando-se a partir do piso de descarga. QFT = vazão total das frestas com todas as portas fechadas (m³/s). além da pressurização da escada de segurança.6 Elevador de emergência A antecâmara de segurança do elevador de emergência deve ser pressurizada. em contato com esse ambiente pressurizado deve ser de 4 PCF simples.: O número máximo de PCF por pavimento. conforme especificado abaixo.6. Características diferentes devem ser avaliadas pelo Corpo Técnico do CBMMG. Nesses casos. c) quando contígua com a escada pressurizada. f) alternativamente. em todos os níveis de pavimento. a fim de impedir que a pressão no interior dessas antecâmaras dificulte a abertura das PCF de acesso.: Em todos os casos levar em consideração a condição padrão do ar. impedindo que a pressão interna se eleve acima dos 60 Pa.reunião de público com capacidade para 50 ou mais pessoas (tais como auditórios. para tanto: 1) avaliar as condições para se manter as antecâmaras pressurizadas até o limite de 60 Pa. a partir do pavimento. de forma a manter um gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança – neste caso considerar o escape de ar através dessas janelas no cálculo do suprimento total de ar necessário para o sistema de pressurização da escada (adotar as frestas e vão reais efetivos). 5. proveniente das frestas das portas do poço instaladas em cada pavimento.7 Antecâmara de segurança a) para as edificações estabelecidas no Anexo B desta IT. cada PCF dupla deve ser computada como uma PCF aberta e não como duas. considerando-se as resistências das frestas no entorno das portas dos elevadores e PCF de acesso em cada pavimento. Obs. através de vasos comunicantes. deve ser pressurizada pelo mesmo sistema da escada. quando não pressurizada por duto exclusivo.6. 2) precaver-se de que haja um fluxo de ar contínuo entre esse espaço pressurizado com os ambientes contíguos e.1. salas de exposição e assemelhados).devem ser consideradas todas as PCF duplas e.6. o número de PCF duplas ou simples calculadas (respeitando-se suas áreas).6. Essa antecâmara deve possuir as seguintes características: 1) ser interposta entre a escada pressurizada e as áreas comuns ou privativas da edificação.

haja vista reduzir o nível de confiabilidade necessária para edificações com elevada . bem como o acesso ao Corpo de Bombeiros. construídos em alvenaria. k) caso exista algum compartimento ou equipamento que. invariavelmente a escada pressurizada deve ser provida de dispositivos que impeçam que a pressão no seu interior eleve-se acima de 60 Pa.2. 5.: Quando exigido (ver Anexo B). em qualquer outro local que possua contato direto com a escada pressurizada. c) quando a velocidade obtida no cálculo especificado na alínea a for inferior ao parâmetro mínimo estabelecido. grupo moto-gerador automatizado) devem ser protegidos contra o fogo por no mínimo 2 (duas) horas (exceção feita às portas corta-fogo que devem ser do tipo P-90. d) pisos escorregadios nas proximidades das PCF de acesso aos espaços pressurizados devem ser evitados. e serem instaladas de forma a atender às premissas básicas do processo de pressurização de escadas. b) escadas conjugadas em um mesmo volume ou com aberturas entre si. garantindo o seu funcionamento com relação às condições descritas nesta IT. a pressurização perde sua função e deve ser reavaliada. como por exemplo. segundo critérios da IT 15 – Sinalização de Emergência. o processo deve ser submetido à análise do Corpo Técnico do CBMMG. devem possuir as mesmas características mencionadas acima. ou dispositivos complementares. as antecâmaras de segurança das escadas pressurizadas e dos elevadores de emergência. b) as edificações existentes estão isentas do cumprimento do estabelecido neste item. contidos nesta IT. como forma de não prejudicar o estabelecido no item 5. j) deve ser previsto sistema de detecção de fumaça e iluminação de emergência nos seguintes locais: casa de máquinas de pressurização.2 A edificação 5. possa gerar dúvida quanto à sua real interferência no sistema de pressurização. Obs.2) ser protegida por PCF-P60. f) atenção especial deve ser dada às edificações que possuam acesso de pessoas portadoras de deficiência física. devem ser instalados sistemas independentes de pressurização para cada escada. a fim de garantir o abandono dos ocupantes da edificação. 5. no ambiente onde se localizar os acionadores manuais alternativos dos moto-ventiladores. Tais dispositivos devem ser capazes de mantê-las fechadas contra a pressão do sistema de pressurização. deve ser considerado o controle da porosidade das paredes que envolvem as escadas. sala do grupo moto-gerador automatizado. localizadas em níveis inferiores ao piso de descarga.1. grupo moto-ventilador.publicação 20190 .1. garantindo-se dessa forma o gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança.Saídas de Emergência em Edificações. b) a edificação deve ser planejada de forma a atender aos requisitos do sistema de pressurização. com os seguintes dizeres: “ESCADA PRESSURIZADA”. devido ao excesso de ar que pode ser necessário. nas casas de máquinas). 5. direta ou indiretamente.1. sistema de controle de fumaça. em termos de vazão. é recomendado que o "efeito do sistema" seja levado em consideração.2 Edifícios com múltiplas escadas a) em edifícios com múltiplas escadas pressurizadas. dispositivos de fechamento devem ser dimensionados de forma a vencer esta força.8 Estimativa da velocidade de saída do ar através da PCF aberta a) na prática. d) sobre o valor de vazão de ar obtido conforme alínea a ou alinea c devem ser aplicados os fatores de vazamentos em dutos e de vazamentos não-identificados. g) quando a pressurização da escada dificulta o fechamento das PCF (como exemplo. tanto no acesso à antecâmara de segurança quanto no acesso à escada pressurizada.6 desta IT. 5) a pressurização da escada e da antecâmara de segurança pode ser realizada utilizando-se de somente um conjunto moto-ventilador.6."O fator do efeito do sistema" (System Effect Factor) e suas tabelas. devem dar as garantias do projetado na pressurização. na face externa à escada. caso haja impossibilidade técnica de adaptação. atendendo-se aos procedimentos contidos nas Normas ASNI / ASHRAE 51 ou a AMCA-210 e o Manual da AMCA "Fans and Systems" . bem como dos dutos de sucção e pressurização. 5. 4) a antecâmara de segurança deve possuir dimensões mínimas de acordo com a IT 08 . 3) deve haver um diferencial de pressão entre a antecâmara de segurança e o interior da escada pressurizada. h) deve ser prevista sinalização orientativa nas PCF. i) visando a selagem. Caso contrário.6. junto a esta PCF.6.2. PCF posicionada no pavimento de descarga). a velocidade de saída do ar deve ser obtida dividindo-se a vazão de ar de suprimento (Equação 1) pela área de abertura total. c) todos os componentes do sistema de pressurização (dutos. não devem ser aceitas. Tais dispositivos não podem alterar as características de resistência ao fogo das PCF.1 Aspectos gerais a) sistema de pressurização de escada de segurança para edificação com altura superior a 90 metros deve ser objeto de análise do Corpo Técnico do CBMMG. a vazão de ar deve ser aumentada até que seja alcançado o valor requerido. funcionando como vasos comunicantes entre si. e) portas corta-fogo devem estar de acordo com a NBR 11742 da ABNT. e) para atender a todas as hipóteses de escapes de ar e de vazamentos não-identificados. b) a área de abertura total deve ser calculada somando-se as áreas das PCF consideradas abertas (ver Anexo B desta IT) e as frestas das demais PCF previstas na escada.9 Efeito do sistema Com a finalidade de eliminar o risco de redução de desempenho do ventilador.

de preferência. que deve dar início a todas estas alterações na operação desses sistemas. devem ser previstos dispositivos de fechamento automático. As PCF de acesso a esse compartimento devem ser do tipo PCF/P-90. e) cabos elétricos e dutos de sucção e/ou pressurização devem estar devidamente protegidos contra a ação do fogo em caso de incêndio.4 Estruturas de proteção e garantias de funcionamento do sistema de pressurização a) a edificação deve proporcionar a proteção adequada contra incêndio para todos os componentes que garantam o funcionamento do sistema de pressurização. garantindo o acionamento e o funcionamento do sistema de pressurização para no mínimo 2 (duas) horas. gases naturais. deve ser prevista distância mínima. deve ser previsto uma "antecâmara de segurança" entre esse compartimento e o pavimento. químicos ou do próprio incêndio) a eficiência do sistema de pressurização. devendo o mesmo ser adequadamente instalado e ter sua eficiência comprovada por meio de ensaio. escadas simples ou enclausuradas atendendo aos mesmos espaços. seus ancoramentos ou seus revestimentos contra incêndio. seus acessórios. d) o sistema de alarme e detecção de incêndio também deve ser o responsável pelo comando das alterações necessárias no sistema de ventilação e ar condicionado. devidamente identificada na cor vermelha e suportado de forma independente. no mínimo. Também deve ser previsto sistema de detecção no acesso a esse conjunto compartimento casa de máquinas. no seu caminhamento. i) o grupo moto-ventilador. sendo que quaisquer outras instalações devem estar posicionadas logo abaixo. que garantam o bloqueio da passagem de fumaça em caso de incêndio. em que não consiga os afastamentos estabelecidos no Anexo D (todos desta IT). com diâmetro nominal mínimo 1. além da proteção que garanta resistência ao fogo por 2 (duas) horas nos dutos de sucção e/ou pressurização. esses dispositivos devem ser utilizados quando existir o risco desses dutos e/ou sistemas contribuírem para o alastramento do incêndio.4 alínea f. devem ser alojados em compartimentos resistentes ao fogo por.0 metros entre as tubulações que conduzem gás GLP.2. devem. Casos específicos em que se comprove a não interferência da escada pressurizada sobre as demais. c) sistemas de exaustão podem ser mantidos ligados desde que promovam um fluxo favorável ao sentido do escape de ar do sistema de pressurização de escada. g) para os riscos citados no item 5. deve vir da mesma fonte que aciona a pressurização na situação de emergência. O afastamento. em seu caminhamento interno ou externamente à edificação. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta IT. h) caso o afastamento de 2. alíneas f. de forma a evitar a captação de fumaça que porventura passe pelas frestas desta PCF. Caso isso não seja atendido. c) em um mesmo edifício não devem existir escadas de segurança pressurizadas. entre a entrada e saída do tubo-luva de proteção e os dutos de sucção e/ou pressurização.concentração de pessoas ou elevado nível de altura. d) os ancoramentos dos dutos e outros acessórios.0 metros desses riscos.2. deve ser de no mínimo 1. não devem passar por ambientes que possam prejudicar (com danos mecânicos.5 vezes maior que a tubulação a ser envolvida. o acesso à casa de máquinas do grupo moto-ventilador ser protegido por uma porta estanque. devem estar afastados de sistemas de vasos sob pressão. ou outro pavimento que possa causar risco de captação da fumaça de um incêndio. componentes elétricos e de controle. baterias de GLP ou sistemas alimentados por gás natural. duas horas. de nafta ou similares e depósitos ou tanques de combustível. j) caso o compartimento casa de máquinas do grupo moto-ventilador esteja posicionado em pavimento subsolo. 5. a fim de diminuir o risco das rotas de fuga serem atingidas pela fumaça oriunda do incêndio. de 2.4. c) os dutos de sucção e/ou pressurização. essas tubulações de gás devem ser envolvidas por tubo-luva de proteção.3 Relação entre a Pressurização e o Sistema de Ar Condicionado a) a circulação de ar promovida pelo sistema de condicionamento de ar ou de exaustão mecânica deve ser projetada de modo a manter a trajetória do fluxo de ar no sentido contrário ao estabelecido para o abandono da população da edificação. b) os dutos de sucção e/ou pressurização. Essa "antecâmara de segurança" pode possuir dimensões reduzidas. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta IT. ou não atenderem os critérios de compartimentação horizontal e/ou vertical. f) os dutos de sucção e/ou pressurização. O acesso à "antecâmara de segurança" deve ser protegido por uma PCF/P-90. de acordo com NBR 9441 da ABNT. e os dutos de sucção e/ou pressurização não seja cumprido. todo o sistema de circulação de ar existente na edificação deve ser projetado para imediata interrupção do seu funcionamento. inviabilizando a redundância das saídas de emergência e comprometendo o funcionamento do sistema de pressurização da escada. b) na situação de emergência (entrada em funcionamento do sistema de pressurização). de ferro galvanizado ou aço carbono.2.Saídas de Emergência em edificações. O sinal. não podem servir funcionalmente a outros tipo de instalações. g e h desta IT.0 m. devem ser analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG. necessários ao sistema de pressurização. Portanto. de nafta ou similares. e) detector de fumaça dentro dos dutos de retorno do ar condicionado deve ser utilizado como sistema auxiliar de acionamento do sistema de pressurização.2. Esta solução pode ser substituída por outra. desde que se atendam os requisitos do item 5. bem como. medido no plano horizontal. 5. que garanta a diminuição de risco de captação da fumaça de um incêndio pelo . estar posicionados o mais próximo possível ao teto (laje) dos ambientes. sendo que tais casos devem ser analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG. para que não seja exigido o revestimento contra incêndio. medida no plano horizontal. com relação ao estabelecido na IT 08 .

deve ser garantida que a tomada de ar frio seja realizada próximo ao pavimento térreo. integridade e estanqueidade. b) em todos os edifícios devem ser previstos sistemas moto-ventiladores em duplicata. Medidas para minimizar a influência da ação dos ventos sobre o sistema de pressurização. sendo que cada grupo deve. alínea b desta IT. por intempéries ou mesmo quando da manutenção geral da edificação.3. Tais compartimentos devem ser projetados com vistas a garantir a manutenção de sua estabilidade. em edificações existentes. por meio de grade ou outro dispositivo que possua mesma finalidade e eficiência. para o sistema de pressurização. possuir proteção que garanta resistência ao fogo por no mínimo 2 (duas) horas. é permitido o uso de somente um ventilador com um motor. alínea i desta IT.2 Tomada de ar a) é essencial que o suprimento de ar usado para pressurização nunca esteja em risco de contaminação pela fumaça proveniente de um incêndio no edifício. requisitos mínimos devem ser providenciados de modo a diminuir o risco de captação da fumaça que sobe pelas fachadas do edifício. com as mesmas características. a saber: 1) construção de uma parede alta. sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio.4. p) nas edificações existentes não é obrigatório o uso do grupo moto-gerador automatizado. b) a tomada de ar e instalação do grupo moto-ventilador e seus acessórios. medida no plano horizontal. se passarem por áreas de risco. tal parede deve ser 1. c) em edificações existentes e quando não houver condições técnicas de se cumprir o estabelecido no item 5. .2.1 Ventilador a) o conjunto moto-ventilador deve atender a todos os requisitos desta IT. e afastada da tomada de ar 5. de acordo com os critérios estabelecidos no Anexo B desta IT. da entrada do sistema (tomada de ar) até a saída (por meio das PCF e/ou periferia do edifício) também devem ser adotadas.0 m mais alta que o nível da tomada de ar. Caso não exista condição técnica para o cumprimento dessa exigência. pode ser permitida quando não houver condições técnicas de se cumprir o estabelecido no item 5. que pode ser substituído pela ligação independente do grupo motoventilador. tendo em vista a vibração originária do funcionamento do grupo moto-gerador.3. nos compartimentos casa de máquinas do grupo motoventilador e do grupo moto-gerador automatizado.compartimento casa de máquinas do grupo motoventilador. Obs: Ver Anexo C desta IT. pode ser permitida sua instalação no pavimento cobertura.3 A Instalação e equipamentos 5. devem ser tomados para os dutos de saída do ar aquecido e dutos de escape de gases da combustão. mesmo quando estiver posicionado em nível subterrâneo. c) nos edifícios residenciais e escritórios com até 60 metros de altura e nos edifícios escolares com até 30 (trinta) metros de altura. 3) não é permitido conjugar a captação de ar do sistema de pressurização com a saída da extração de fumaça dos subsolos. para o perfeito funcionamento do grupo moto-gerador automatizado e seus acessórios. 2) caso necessário. sendo do tipo metálico lavável. conforme NBR 6401. para atuarem especificamente no estágio de emergência e em conjunto. posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação.3. no mínimo. 4) o compartimento que abriga o conjunto motoventilador deve permitir facilidades de acesso para manutenção. para proporcionar a pressurização requerida.3. deve ser providenciada proteção contra eventuais acidentes pessoais. bem como o escape dos gases da combustão. de acordo com os critérios do Anexo B desta IT. devem ser adequadamente projetados como forma de garantir a alimentação elétrica dos sistemas de segurança e sistema de pressurização das edificações. devem atender as seguintes características: 1) localizarem-se no pavimento térreo ou próximo deste. devidamente comprovada a inviabilidade. e possuir filtro de partículas classe G-1. através de dutos.0 m. quando exigidos. o grupo moto-gerador e seus acessórios devem estar posicionados no pavimento térreo ou próximo deste. l) o grupo moto-gerador automatizado e seus acessórios. alínea b desta IT. para atuarem especificamente na situação de emergência. podem ser utilizados 02 (dois) grupos moto-ventiladores. o mesmo nível de proteção estabelecido no item 5. devem ter em seu compartimento. k) quando o sistema de interligação do grupo motoventilador for realizado por correias. e) caso seja aceita a tomada de ar ao nível da cobertura da edificação. quanto ao isolamento térmico e/ou de resistência ao fogo. 5.2. Os dutos de tomada de ar frio devem.2. Cuidados especiais. De forma substitutiva. Preferencialmente. quanto à instalação do conjunto motoventilador. a tomada de ar deve ser realizada através de duto de captação de um local sem risco de fumaça de incêndio até o compartimento que abriga o conjunto moto-ventilador. 5. no mínimo. d) a tomada de ar em nível da cobertura. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida. m) o circuito formado pela tomada de ar frio e saída do ar aquecido (do compartimento casa de máquinas do grupo moto-gerador). n) cuidados especiais devem ser tomados para evitar a entrada de água ou produtos agressivos. devendo ser analisada pelo Corpo Técnico do CBMMG. o) o grupo moto-ventilador deve estar posicionado em compartimento diferente do que abriga o grupo motogerador automatizado.

0 m. com material de vedação adequado. pode ser aceita a distribuição de ar através de duto plenum. i) os revestimentos resistentes ao fogo aplicados diretamente sobre os dutos metálicos de ventilação. atendendo aos seguintes critérios abaixo: 1) integridade a passagem de chamas. devendo obrigatoriamente haver uma grelha no piso de descarga (pavimento térreo) e uma no último pavimento. onde é apresentado “Traço em volume de argamassa de assentamento”. ser evitados. Obs. em relação ao nível da tomada de ar. a disposição preferida para um sistema de distribuição de ar para pressurização consiste em um duto vertical que corre adjacente aos espaços pressurizados. Dutos para pressurização.4 Grelhas de insuflamento de ar a) para a pressurização de uma escada.: Ver Anexo C desta IT.3 Sistema de distribuição de ar a) nos edifícios com vários pavimentos.5 m2 e triangulares. alínea b. 4) incombustibilidade do revestimento. devem demonstrar resistência ao fogo por um período mínimo de 2 (duas) horas. e que a sua superfície interna. através das literaturas “HVAC Duct Construction . além de atender as condições de exigência relativas aos dutos metálicos. deve ser de 1 (um). que se manifesta em série. da tomada de ar do sistema de pressurização. O problema fica. O método de teste deve ser o recomendado pela SMACNA. quando for necessário o uso de revestimento resistente ao fogo para sua proteção. devem ser previstas várias grelhas de insuflamento. portanto. Neste caso o processo deve ser analisado pelo Corpo Técnico do CBMMG.: Na segunda coluna da tabela do Anexo F desta IT. por meio da literatura “HVAC Air Duct Leakage Test Manual”. 2.: Os critérios acima devem ser definidos em testes normalizados de resistência ao fogo de dutos de ventilação. Obs. mesmo que esses dutos estejam posicionados em pavimentos subsolos ou na face externa do edifício. principalmente às condições de um incêndio. possua revestimento com argamassa. medido no plano horizontal. d) dutos de alvenaria podem ser utilizados. de preferência.3. fumaça e gases quentes.2) construção de uma parede alta. A utilização de dutos confeccionados em outros materiais. mesmo .Fire Resistance Tests Ventilation Ducts ou similar. sem o cimento. à medida do possível. e) recomenda-se que o nível de ruído transmitido pelo sistema de pressurização no interior da escada não deve ultrapassar a 85 dB. com objetivo de se obter uma superfície lisa e estanque. preferencialmente. medidos no plano horizontal. um teste de vazamento nos dutos pode ser aplicado de forma a se verificar a exatidão dos parâmetros adotados. 2) estabilidade ao colapso do duto. que deve ser objeto de análise específica de cada caso. ou revestida com chapas metálicas ou outro material incombustível. b) os dispositivos de ajuste e balanceamento das grelhas de insuflamento não podem permitir alterações. que ficarem posicionados de forma aparente. 3) isolamento térmico. devem possuir tratamento de revestimento contra o fogo. para edificações existentes. devem. e na sua ausência a norma ISO 6944 . Deve-se verificar os efeitos da "resistência fluido-dinâmica" associada ao escoamento vertical do ar pela escada.0 m acima da tomada de ar. Obs. ser construídos em metal laminado. deve ser submetida à avaliação do Corpo Técnico do CBMMG. c) cuidados especiais devem ser tomados na ancoragem dos dutos do sistema de pressurização.4. na dependência da geometria da escada. tendo em vista o aumento de peso causado por esses revestimentos. desta IT. de um andar a outro. g) registros corta-fogo não devem ser usados na rede de dutos de tomada ou distribuição do ar de pressurização. f) caso necessário. e posicionadas de modo a haver uma distância máxima de dois pavimentos entre grelhas adjacentes. acima da temperatura ambiente. o ensaio no I. com áreas internas inferiores a 0.T (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) foi realizado na situação de uma parede não estrutural na condição mais desfavorável. Os pontos de saída devem ser balanceados para permitir a saída de quantidades iguais de ar em cada grelha. o valor mínimo para o cimento. Os aspectos construtivos devem obedecer às recomendações da SMACNA. sendo que. f) da mesma forma. desde que sejam somente para a distribuição do ar de pressurização. havendo impossibilidade técnica justificada de execução desse duto. ou seja. que evitaria o cumprimento normal de suas funções. não é estabelecido o valor para cimento pois.0 m. utilizando a norma brasileira.Metal and Flexible” e “HVAC System Duct Design”. 5. que garanta resistência ao fogo por 2 (duas) horas. quando não se conseguir o afastamento de 5. através de duto. Porém. Esse duto deve atender aos requisitos estabelecidos no item 5. de modo que o seu acionamento não prejudique o suprimento de ar. 5. j) caso se adote parede sem função estrutural para proteger dutos metálicos verticalizados. posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação. h) os dutos metálicos. deve também estar afastado 2. tanto na tomada de ar quanto na sua distribuição. e preferencialmente o seu ponto de descarga deve ficar posicionado o mais próximo possível. com costuras longitudinais lacradas à máquina.2. no mínimo. o traço em volume da argamassa de assentamento.3. b) os dutos devem.P. na condição desocupada. Exceção se faz quando do caminhamento do duto externo à edificação com os afastamentos citados no Anexo D desta IT. o ponto de descarga de qualquer duto vertical que possa eventualmente descarregar fumaça de um incêndio. Obs: Ver Anexo C desta IT. localizadas a intervalos regulares por toda a altura da escada. medida no plano vertical. para evitar que a elevação da temperatura na superfície interna do duto não alcance 140 ºC (temperatura média) e 180 ºC (temperatura máxima pontual). quando submetidos às condições de trabalho esperadas. a tabela do Anexo F desta IT pode ser utilizada como referência.

g) o painel da central de comando de alarme/detecção deve sinalizar o setor atingido. 2) o treinamento da brigada de combate a incêndios e a elaboração de plano de abandono e emergências. d) para sistemas de pressurização que se utilizam 02 (dois) conjuntos moto-ventiladores.3. após montagens e testes. sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de prevenção ou combate a incêndios. cuja instalação é exigida nos locais citados no item 5. registros corta-fogo. devem ser protegidos contra a ação do calor do incêndio. Esse registro deve ser posicionado fora das áreas de risco e afastados de acordo com o Anexo E desta IT. 5. a não ser por pessoal técnico capacitado. de início de funcionamento do grupo moto-ventilador. Obs. e) orienta-se que. na situação de emergência. elevadores de segurança etc. b) os demais sistemas de emergência (tais como iluminação de emergência. esse detector deve ser posicionado no lado de menor pressão de todas as PCF de comunicação entre a escada pressurizada e o espaço adjacente. suas lâminas sejam posicionadas de forma perpendicular ao eixo do ventilador.Sistemas de detecção e alarme de incêndio.5 Sistema elétrico a) deve ser assegurado o fornecimento de energia elétrica para o sistema de pressurização e de segurança existente na edificação durante o incêndio. devem ser acondicionados de forma a garantir a operação do sistema conforme tempo preconizado nesta IT. desde que se dê garantia de funcionamento. um dispositivo de controle automático de pressão diferencial. ao registro de sobre-pressão. bombas de pressurização hidráulicas de incêndio. podem ser adotados sistemas que modulem a capacidade dos ventiladores de pressurização.6 Sistemas de controle a) considerando-se a diversidade de condições a que o sistema é submetido. aparentes ou embutidas em forros sem resistência contra incêndio. d) as instalações elétricas devem estar de acordo com a NBR 5410 da ABNT.que acidentais. no mínimo. e) os circuitos elétricos do sistema de pressurização. para a plena utilização do sistema de detecção e alarme. b) nos edifícios em que os detectores de fumaça foram instalados apenas para acionar a situação de emergência do sistema de pressurização. quando todas as PCF estiverem fechadas. f) a instalação dos detectores automáticos ou acionadores manuais de alarme devem seguir as orientações do Corpo de Bombeiros e subsidiariamente o que preceitua a IT 14 . c) alternativamente. como redundância para melhor confiabilidade do sistema. c) a instalação do detector de fumaça dentro do espaço pressurizado não é aceitável. todas as indicações da central de .Sistemas de detecção e alarme de incêndio. e a velocidade mínima necessária referida à condição padrão do ar. pontual ou linear. Obs. deve ser o de detecção automática. por meio das PCF consideradas abertas.7 Sistema de acionamento e alarme a) o sistema principal para acionamento do sistema de pressurização.) podem ser alimentados pelo mesmo grupo moto-gerador automatizado.4 e Anexo B. Em todos os edifícios deve haver tal sistema. 5. de modo a garantir o funcionamento e permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação. deve ser previsto registro de sobre-pressão. b) esse registro é colocado entre um espaço pressurizado e um espaço interno ou externo. quando se utilizar registros (dampers) nas descargas dos ventiladores.:1) A existência de sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de combate a incêndios não isenta a necessidade de instalação de sistema de detecção e alarme. e IT 14 . c) o comando elétrico. 5. um funcionando como reserva do outro. não sendo permitido que um laço de alarme/detecção supervisione mais de um pavimento. como forma principal de acionamento do sistema de pressurização. desta IT. quando todas as PCF estiverem fechadas. d) o uso do sistema de detecção não isenta o uso do sistema de alarme manual. com pelo menos dois pontos de detecção por pavimento. Se os circuitos elétricos do sistema de pressurização passarem por áreas de risco. e) procedimentos devem ser adotados no sentido de se testar o sistema de alarme de incêndio. pelo tempo de utilização do grupo moto-gerador automatizado. deve ser instalado no sistema de dutos.2. considerando-se a influência da ação dos ventos. como forma de diminuir o chamado "efeito do sistema".3. de forma a identificar a parada de um grupo moto-ventilador e possibilitar o imediato acionamento do outro.3. com autonomia de funcionamento de acordo com os critérios do Anexo B desta IT e acionado automaticamente quando houver interrupção no fornecimento de energia normal para o sistema de pressurização.: Todos os ambientes que possuem acesso direto à escada pressurizada devem estar protegidos pelo sistema de detecção de fumaça. deve se dar a partir de um sistema automático de detecção de fumaça. devem ser elaborados e constantemente avaliados. de acordo com as Normas Técnicas Oficiais. sem necessariamente operar o sistema de pressurização de escadas. O edifício deve possuir um sistema de fornecimento de energia de emergência por meio de um grupo motogerador automatizado. para se manter um diferencial de pressão adequado. no hall interno de acesso à escada pressurizada e nos seus corredores principais de acesso. a fim de impedir que a pressão se eleve acima de 60 Pa. na situação de emergência. sob comando de um controlador de pressão com sensor instalado no interior da escada pressurizada. ou damper motorizado acionado por sensor diferencial de pressão.

O sistema deve permitir ainda o destravamento manual por meio da central de comando do sistema de alarme. de preferência. e funcionem no caso de ativação do sistema de pressurização. o) é permitido o uso de destravadores eletromagnéticos para PCF de acesso à escada pressurizada. do sistema de pressurização. um mínimo de vazão correspondente a 15% da vazão volumétrica média que escapa de 1 (uma) PCF aberta (com velocidade de 1. b) nos edifícios onde haja necessidade de sistema de escape do ar de pressurização. qualquer tipo de dispositivo capaz de impedir a entrada em funcionamento do sistema de pressurização ou qualquer outro sistema de segurança contra incêndio. Deve-se apresentar o laudo de teste do sistema de detecção. ao ser acionado. devem sempre permitir o acionamento do sistema de pressurização em situação de emergência. e nunca substitutiva.0 m/s). 3) na portaria ou guarita de entrada do edifício. desde que possua fácil comunicação com todo o edifício. ou manualmente na própria PCF. 3) método do escape de ar através de dutos verticais. s) a parada do sistema de pressurização. sendo que não é permitido.alarme/detecção devem ser informadas na língua portuguesa. 4) método do escape de ar através de extração mecânica. q) os acionadores manuais de alarme. sistemas com acionadores manuais que sejam supervisionados pela central de alarme e detecção. h) qualquer sinal de alarme ou defeito deve ser interpretado pela central de alarme/detecção como alarme e deve acionar o sistema de pressurização. se este for distante da sala de controle central. seguindo critérios adotados na IT 07 . o sinal que opera tais dispositivos deve ser o mesmo que aciona o grupo moto-ventilador no estágio de emergência. quando o sistema for de dois estágios. proveniente de um incêndio em suas adjacências. Sensores independentes. p) o tempo máximo de fechamento das PCF de acesso à escada pressurizada. Tais aberturas em cada pavimento devem proporcionar. no total. de acordo com os critérios estabelecidos na IT 14 Sistemas de detecção e alarme de incêndio. por meio da central de alarme. O funcionamento de moto-ventiladores não pode depender da ativação dos dispositivos sonoros (sirenes). Para tanto. bem como o devido recolhimento da A. de forma complementar.Compartimentação horizontal e compartimentação vertical. 2) no compartimento do grupo moto-ventilador e seus acessórios. O monitoramento através do sistema de detecção de fumaça desse compartimento deve ser realizado através de um laço exclusivo e independente (ou similar) em relação aos demais detectores de fumaça e acionadores manuais de alarme da edificação. n) o sistema de detecção deve ser submetido aos testes de acordo com a IT 14 . m) a lógica do sistema deve contemplar a necessidade de se evitar que o sistema de pressurização da escada entre em funcionamento automaticamente em caso da existência real de fumaça no interior do compartimento que abriga o conjunto moto-ventilador. j) o detector de fumaça instalado na sala dos motoventiladores deve possuir laço exclusivo e independente (ou similar) dos demais e funcionar de forma diferenciada. Esse sistema tem a função de destravar a PCF automaticamente na falta de energia elétrica ou quando acionado o sistema de pressurização de escadas.T. não são permitidos. do edifício. que se utilizam dos destravadores eletromagnéticos. r) um acionador remoto manual. somente pode ser realizada de modo manual no painel de comando do grupo moto-ventilador. 2) método do escape de ar através de aberturas especiais no perímetro do edifício. comprovando que foram realizados os testes de acordo com a referida norma. desde que não comprometa a compartimentação vertical exigida para a edificação – as aberturas devem ser protegidas nos moldes do especificado na IT 07 Compartimentação horizontal e compartimentação vertical. também com as interferências da pressurização. para garantia do sistema de pressurização.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. respeitadas as considerações dos itens seguintes. baseado na operação automática dos dispositivos instalados para esta finalidade. 5. que permanecem normalmente fechadas. que acionem apenas os dispositivos de escape. realizar o desligamento do sistema de pressurização. em situação de emergência. na condição normal de uso da edificação. quando da solicitação da vistoria junto ao Corpo de Bombeiros.3. l) Somente é aceito. o projetista pode adotar uma das alternativas abaixo: 1) método do escape de ar por janelas. i) o sistema de pressurização deve ser acionado imediatamente quando a central de alarme e detecção de incêndio receber sinal de ativação do detector de fumaça/calor e/ou acionador manual de alarme de incêndio instalados na edificação.R. sendo que o seu circuito deve ser ligado à central de comando do sistema de detecção e alarme. ou seja. Dessa forma devem ser adotados mecanismos adequados que impeçam que o falso alarme desative o funcionamento do conjunto motoventilador. (Anotação de Responsabilidade Técnica). deve ser de 30 segundos. o sistema de alarme e detecção de incêndio deve ativar o sistema de pressurização antes mesmo do reconhecimento do sinal de alarme pela pessoa responsável pela vigilância. deve ser incluído nos procedimentos de manutenção. do tipo “liga”. c) todo equipamento acionado automaticamente para proporcionar o escape do ar de pressurização.8 Sistema de escape do ar utilizado para pressurização a) no dimensionamento do sistema de pressurização devem ser previstas áreas de escape de ar para o exterior da edificação. dessa forma. deve sempre ser instalado em cada local abaixo descrito: 1) na sala de controle central de serviços do edifício. cujo retardo pode causar a contaminação da escada pela fumaça oriunda do incêndio. Não pode existir. caso exista. deve inibir o acionamento do sistema de pressurização. também. utilizando-se de aberturas em pelo menos 02 (duas) de suas faces. .

5.5. . com manuais em português. c) é importante que a inserção da sonda não modifique as características de escape da PCF. às vezes. de comprimento). o mecanismo de comutação. de acordo com a IT 14 . também considerando as interferências da pressurização. e/ou seu representante legal. c) o teste deve ser feito quando o edifício estiver concluído. síndico. 5. deve ser feita com o auxílio de um manômetro de líquido ajustável. 2) áreas de vazamento para fora do espaço pressurizado excessivas.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. por exemplo. a fim de se detectar os níveis de escape e o suprimento total de ar que chega à escada. ou outro instrumento sensível e adequadamente calibrado. permitindo de forma secundária. ou por baixo dela. Para a avaliação do teste de escape podem ser utilizados os procedimentos previstos no MANUAL SMACNA. HVAC AIR DUCT LEAKAGE TEST MANUAL ou da Recomendação técnica DW/143 da Heating and Ventilation Contractors' Association (HVAC). Pequenas sondas são colocadas de cada lado da PCF. 5. a sonda possa ser girada em ângulo reto em relação à fresta.7 desta IT. Há três razões principais que explicam a não obtenção do nível de pressurização projetado: 1) vazão de ar insuficiente. visto que não se pode garantir que todas as condições climáticas adversas possam estar presentes no momento da execução do teste. b) um local conveniente para medir o diferencial de pressão é por meio de uma PCF fechada. Entretanto.3 Correção de divergências no nível de pressurização obtido a) se houver qualquer divergência séria. b) deve ser medida a vazão de ar dos ventiladores e a vazão de ar através de todas as grelhas de insuflamento. e devem ser apresentados quando da solicitação de vistoria. d) nos sistemas com dois estágios são exigidas medições apenas com o segundo estágio operando (estágio de emergência). dutos (sucção e/ou pressurização) e suas ancoragens e proteções contra incêndio. os sistemas para o fornecimento de energia em emergência.1 Aspectos gerais a) um teste de fumaça não é satisfatório para se determinar o correto funcionamento de uma instalação de pressurização. para que a extremidade livre fique em uma região de ar parado. As duas sondas a seguir são ligadas ao manômetro por meio de tubos flexíveis. Sugere-se que esta sonda tenha uma dobra em L (de pelo menos 50mm. podendo haver a interligação com outros sistemas automáticos de combate.5.5. c) sistemas que se utilizam de duplicidade de motores.3. que inclui: o sistema de detectores de fumaça ou qualquer outro tipo de sistema de alarme de incêndio utilizado. b) o teste de aprovação da pressurização deve consistir de: 1) medição do diferencial de pressão entre a escada e os espaços não pressurizados adjacentes com todas as PCF fechadas. e 3) áreas de escape do ar para fora do edifício insuficiente. É importante que o tubo que passa através da fresta da PCF. atravesse-a e penetre suficientemente no espaço. pelos responsáveis da instalação do sistema. quando fechadas. com cada componente operando satisfatoriamente e sendo controlado pelo sistema de acionamento no seu modo correto de operação em emergência. sendo que uma das sondas passa através de uma fresta da PCF.5 Testes de aprovação 5. condições devem ser dadas para o teste individualizado. entre os valores medidos e os níveis de pressurização especificados.3. b) todos os sistemas de emergência devem ser colocados em operação semanalmente.4 Integração com outras medidas ativas de proteção contra incêndio O acionamento do sistema de pressurização deve estar em conformidade com o item 5. Os cuidados com esses equipamentos devem ser incluídos no programa de manutenção anual do edifício. entre os espaços pressurizados e os espaços não pressurizados adjacentes. Uma lista de verificações dos procedimentos de manutenção deve ser fornecida aos proprietários do edifício ao final das obras.9 Procedimentos de manutenção a) todo equipamento de pressurização deve ser submetido a um processo regular de manutenção. separam o espaço pressurizado dos recintos ocupados do edifício. d) os diferenciais de pressão devem ser verificados anualmente. o grupo moto-ventilador. Este processo introduz a extremidade livre em uma região de ar parado. e) o sistema de detecção deve ser submetido aos testes. 5. As medições efetuadas em campo devem seguir as recomendações da AMCA 203. portas cortafogo e o equipamento do sistema de escape do ar acionado automaticamente. efetivamente. para que depois da inserção através da fresta. afastando a superfície da PCF do rebaixo no batente. o acionamento do sistema. pela literatura “Field Performance Measurement of Fan System”.5. Estas medições devem ser efetuadas com as PCF da escada fechadas. Esses cuidados são de inteira responsabilidade do proprietário da edificação. a fim de garantir que cada um dos grupos moto-ventiladores de pressurização esteja funcionando. este teste pode.2 Medição dos diferenciais de pressão a) a medição dos diferenciais de pressão. 2) medição da velocidade do ar que sai de um conjunto representativo (de acordo com estipulado no cálculo) de PCF abertas que. suas correias de interligação. os motivos desta divergência devem ser detectados e corrigidos. podendo ser prevista a instalação permanente de equipamentos para esta finalidade. revelar trajetórias indesejáveis de fluxo da fumaça provocadas por defeitos na construção. com os sistemas de condicionamento de ar e de pressurização balanceados e todo o sistema pronto e funcionando. A posição da sonda de medição deve ser escolhida de acordo com esses critérios. quando o sistema for de dois estágios.

devem ser verificadas as frestas em redor das PCF. sendo necessário condições estáveis de vento e com o edifício vazio. também. Devem ser localizadas. O nível de pressurização medido não deve ser menor que 90% do valor projetado. Se for inadequado. c) o número de PCF abertas durante a realização das medições deve seguir o estabelecido no Anexo B desta IT. áreas de vazamentos adicionais não previstas. o escape deve ser aumentado para os valores recomendados. mesmo diante de escapes adicionais ou de condições insuficientes. o escape de ar a partir dos espaços não pressurizados deve ser examinado para se ter certeza que está em conformidade com o processo e as necessidades desta IT. 5.c) caso a vazão de ar que entra na escada esteja de acordo com a prevista em processo.4 Medição da velocidade média do ar através de uma PCF aberta a) esta medida deve ser tomada com um anemômetro de fio quente ou outro instrumento com resolução e exatidão adequados e devidamente calibrado. pode ser aumentada a vazão de entrada de ar até o nível desejado de pressurização a ser atingido.5. . dando-se atenção especial à folga na sua parte inferior. d) caso a vazão de ar não atinja o nível previsto. que devem ser vedadas. Como alternativa. nem exceder a 60 Pa. b) a velocidade média através da PCF aberta deve ser obtida por meio da média aritmética de pelo menos doze medições em pontos uniformemente distribuídos no vão da PCF. Se qualquer PCF tiver folgas inaceitavelmente grandes. estas devem ser reduzidas.

10 x 0.04 0.89 2.03 0. TABELA 2 – ÁREAS TÍPICAS DE ESCAPE PARA QUATRO TIPOS DE PCF TAMANHO (m) 2.10 x 0.06 TIPO DE PCF PCF simples.89 2.10 x 0.28 Área de escape PCF fechada (m²) 0.ANEXO A TABELA 1 – NÍVEIS DE PRESSURIZAÇÃO VALORES DE DIFERENCIAL DE PRESSÃO SISTEMA DE 1 ESTÁGIO SISTEMA DE 2 ESTÁGIOS 1º ESTÁGIO 50 15 2º ESTÁGIO 50 Observações: 1) Pa = Pascal.045 0. suas dimensões devem ser verificadas junto aos fabricantes. o processo deve ser submetido à avaliação do Corpo Técnico do CBMMG.10 x 0.64 3.89 (cada) Área de escape PCF aberta (m²) 1. sendo que 10 Pa equivalem a 1.64 1.89 (cada) 2.0 mmH2O 2) Quando pavimentos subterrâneos necessitem ser pressurizados. portas de elevadores. batente rebaixado permitindo a SAÍDA do espaço pressurizado PCF dupla com ou sem rebaixo central dando ACESSO PCF dupla com ou sem rebaixo central permitindo SAÍDA Observação: Nos outros tipos de PCF. PCF duplas.28 3. batente rebaixado dando ACESSO ao espaço pressurizado PCF simples. .

H Serviço de saúde e institucional I Indústria Acima de 12 metros . dois pontos de detecção de fumaça. quando este atender ao sistema de pressurização de escadas. 3) em todos os corredores de circulação privativos.Toda edificação dotada de sistema de pressurização de escada e/ou elevador de emergência deve possuir sistema de detecção automática de fumaça nos seguintes locais: 1) no hall comum ou privativo de acesso à saída de emergência pressurizada. utilizados como rota de fuga para acesso à saída de emergência pressurizada.A previsão de detecção automática de fumaça nos locais descritos no item I acima não isenta a edificação da instalação desse mesmo sistema em outros locais que porventura sejam exigidos pelo Regulamento de Segurança Contra Incêndio. 7) na antecâmara de segurança do compartimento destinado ao conjunto moto-ventilador. pelo menos. III . II – Todos os pavimentos que dão acesso à saída de emergência pressurizada devem ser supervisionados por. 6) no compartimento destinado ao grupo moto-gerador. em áreas comuns. quando o acesso à saída de emergência pressurizada atender diretamente as áreas privativas. quando este estiver localizado em pavimento subsolo. 2) em todos os corredores de circulação. 4) em todos os ambientes com acesso direto à saída de emergência pressurizada. 5) no compartimento destinado ao conjunto moto-ventilador (laço exclusivo e independente ou similar).ANEXO B RESUMO DE EXIGÊNCIAS PARA OS DIVERSOS TIPOS DE EDIFICAÇÕES COM SISTEMAS DE PRESSURIZAÇÃO G R U P O OCUPAÇÃO/ USO (4) CRITÉRIO DE ALTURA (7) NÚMERO DE PCF CONSIDERADAS ABERTAS (8) GRUPO MOTO-GERADOR AUTOMATIZADO (Autonomia de 4 h) LOCAIS A SEREM SUPERVISIONADOS PELO SISTEMA DE DETECÇÃO AUTOMÁTICA DE FUMAÇA (1) A Residencial (2) (3) Até 80 metros Acima de 80 metros Até 30 metros Acima de 30 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 21 metros (5) Acima de 21 metros (6) Até 30 metros Acima de 30 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros 1 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 4 2 2 2 2 2 2 NÃO (exceto Convento) SIM SIM SIM SIM SIM NÃO (Apav < 750 m²) SIM NÃO SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM B Serviço de Hospedagem C Comercial D Serviço profissional (2) E Educacional e cultura física (2) Local de Reunião Pública F G Serviço automotivo I .

para atuarem especificamente no estágio de emergência e em conjunto”. é permitido o uso de somente um ventilador com um motor. ser descontínua no piso de descarga. Em ambos os casos a escada e o número de PCF calculadas seguem o mesmo critério de dimensionamento dos pavimentos superiores. conforme descrito no item 5. essa antecâmara pode ser dispensada apenas no nível térreo (piso de descarga) quando este não estiver em local de risco de incêndio.7 desta IT. sendo que cada grupo deve. caso possua loja ou dependências com carga-incêndio.6.7 desta IT. (5) Edificações isentas de uso do grupo moto-gerador desde que a área de cada pavimento seja inferior a 750 m2. (4) Devem ser pressurizadas as escadas dos subsolos que possuir as seguintes características: a) que tiver uso distinto de estacionamento de veículos sem distinção de altura. (3) Em edificações com altura superior a 12 metros. inclusive para os pavimentos situados abaixo do piso de descarga. para edificações residenciais com altura igual ou superior a 80 metros e demais ocupações com altura igual ou superior a 60 metros. a escada. no mínimo. podem ser utilizados 02 (dois) grupos moto-ventiladores.1.6 e 5. seus acessos devem ser protegidos por antecâmara de segurança.1. (7) Quando a edificação for dotada de elevador de emergência. estas devem possuir compartimentação do tipo corta-fogo em relação a esse hall.6.1.G R U P O OCUPAÇÃO/ USO (4) CRITÉRIO DE ALTURA (7) NÚMERO DE PCF CONSIDERADAS ABERTAS (8) GRUPO MOTO-GERADOR AUTOMATIZADO (Autonomia de 4 h) LOCAIS A SEREM SUPERVISIONADOS PELO SISTEMA DE DETECÇÃO AUTOMÁTICA DE FUMAÇA (1) J Depósito Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros 2 2 2 2 2 2 SIM SIM SIM SIM SIM SIM L Explosivos (idem ao descrito na mesma coluna da página anterior) M Especial (1) A exigência de sistema de detecção de fumaça para o sistema de pressurização não isenta a edificação das demais exigências previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio. é exigido grupo moto-gerador automatizado. em todos os pavimentos. do tipo Convento.6.1. (6) Somente é exigido antecâmara de segurança nos acessos à escada pressurizada. esse pavimento seja destinado única e exclusivamente a hall de recepção ou. De forma substitutiva. de acordo com item 5.3. . b) que tiver uso de estacionamento de veículos com profundidade maior que 12 metros. devendo. (2) Conforme item 5. ou seja. alínea c: “Nos edifícios residenciais e escritórios com até 60 metros de altura e nos edifícios escolares com até 30 (trinta) metros de altura. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida.

ANEXO C .

ANEXO D .

.

5 16 120 150 185 150 300 (**) 150 210 ≥ 2 ≥ 2 ≥ 3 ≥ 2 ≥ 4 2 3 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 1½ 2 3 2 ≥ 4 1 3 1½ 2 3 2 >4 1½ 3 Paredes de tijolos cerâmicos de oito furos (dimensões nominais dos tijolos 10 cm x 20 cm x 20 cm (massa 2.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento - 1 1 1 1 5 5 5 5 1 1 1 1 1 1 3 3 1 1 2 2 9 9 2.ANEXO F .5 1.5 1. com dimensões 2.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Bloco de 14 cm sem revestimento Bloco de 19 cm sem revestimento Bloco de 14 cm com revestimento Bloco de 19 cm com revestimento Meio . 1 cimento: 2. de aço CA50A diâmetro ¼ poleda.5 1.9 Kg). (*) Paredes sem função estrutural ensaiadas totalmente vinculadas dentro da estrutura de concreto armado. .5 kg Meio . 5 cm x 10 cm x 20 cm: Massa: 1.tijolo sem revestimento Um tijolo sem revestimento Meio . 1 1 8 1 - - - - - - 14 100 ≥ 1½ ≥ 1½ 1½ 1½ 1 1 1 - 1 1 1 1 1 8 8 8 4 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 1 1 1 1 2 2 2 2 9 9 9 9 1. e massas de 13 kg e 17 kg respectivamente. Paredes de concreto armado monolítico sem revestimento Traço do concreto em volume.5 agregado gaúcho (granizo pedra nº 3): armadura simples posicionada à meia espessura das paredes.5 10 20 15 25 120 395 (**) 300 300 (**) ≥2 ≥ 6 ≥ 4 ≥ 6 ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 1½ ≥ 6 4 ≥5 1½ ≥ 6 4 >6 Parede de blocos vazados de concreto (2 furos) (blocos com dimensões nominais): 14 cm x 19 cm x 39 cm e 19 cm x 19 cm x 39 cm.8m totalmente expostas ao fogo (em uma face).5 areia média: 3.(informativo) Característica das Paredes Características das paredes Traço em volume de argamassa de revestimento Chapisco Emboço Cal Areia Espessura de argamassa de revestimento (cada face) (cm) Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios de avaliação (horas) Espessura total da parede (cm) Duração do ensaio (min) Integridade Estanqueidade Isolação térmica Resistência ao fogo (horas) Paredes ensaiadas (*) Traço em volume da argamassa do assentamento Cimento Cal Areia Espessura média da argamassa de assentamento (cm) Cimento Areia Cimento Parede de tijolos de barro cozido (dimensões nominais dos tijolos).5 2.5 19 17 22 13 23 11. possuindo malha de lados 15 cm. (**) Ensaio encerrado sem ocorrência de falência em nenhum dos três critérios de avaliação.8m x 2.

área de vazamento por meio de frestas para PCF de ingresso = 0.(A): a) Dados: NPI = 17. batente rebaixado. consideradas fechadas. N .é a área de restrição (m2) P .04m². batente rebaixado.827 x A x (P)(1/N) onde: Q . 7) Fator de segurança: a) 15% para vazamentos em dutos metálicos b) 25% para vazamentos em dutos de alvenaria ou mistos c) 25% para vazamentos não identificados 8) Velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: V = 1m/s 9) Fórmula para cálculo do escape de ar por meio das frestas das PCF: Q = 0.edifício de serviços profissionais) 5) Área de vazamento por meio de frestas das portas corta-fogo (PCF) que comunicam a escada pressurizada com os diversos pavimentos – adotar PCF simples: a) 0.64 m². permitindo a saída do espaço pressurizado. dando acesso ao espaço pressurizado.escape de ar por meio de frestas . b) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de ingresso ao espaço pressurizado( API): API = 17 x 0.51 m² c) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de saída do espaço pressurizado(APS): . adotamos “2”.04 m² – porta simples.ANEXO G MODELO DE CÁLCULO DE VAZÃO DO SISTEMA DE PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA I – Dados para o desenvolvimento do cálculo de vazão de ar 1) Quantidade de pavimentos com acesso à escada pressurizada: 18 2) Quantidade total de portas corta-fogo (PCF) de ingresso à escada de segurança: NPI = 17 3) Quantidade total de PCF de saída da escada de segurança: NPS = 01 4) Quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (conforme Anexo B . área de vazamento por meio de frestas para PCF de saída = 0.é o fluxo de ar (m3/s) A . II .03m².é um índice que varia de 1 a 2. b) 0. c) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos deve ser de 50 Pa 2) Cálculo das áreas de restrição .é o diferencial de pressão (Pa). em caso de situação de incêndio – adotar PCF simples: 1.03 m² API = 0.Cálculo do suprimento de ar necessário para se obter o diferencial de pressão entre a escada e os ambientes contíguos: 1) Condições: a) situação de emergência (incêndio) b) todas as PCF da escada pressurizada. adotamos “50” (conforme Anexo A da IT). NPS = 01.03 m² – porta simples. 6) Área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta.

04 m² d) cálculo da área total de restrição (A): A = 0.22 m³/s ● Velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: VPA(min) = 1m/s ● Fórmulas utilizadas: APA = AVL x NPA + APF x NPF VPA = QPF / APA = ou > 1 m³/s b) Cálculo da área de restrição por meio do vão de luz das PCF consideradas abertas ( APA): APA = AVL x NPA + APF x NPF APA = 1.55 m² P = 50 Pa N=2 Portanto.76 m² c) Cálculo da velocidade de ar através do vão de luz das PCF consideradas abertas mais frestas das PCF consideradas fechadas (VPA): VPA = QPF / APA VPA = 3.55 x (50)1/2 QPF = 3. ● Quantidade de PCF fechadas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPF = 16 ● Vazão de ar de pressurização para portas fechadas: QPF = 3.64 m² x 02 + 0.76 m² VPA = 0.827 x 0.51 m² + 0.22 m³/s 4) Cálculo da velocidade de ar para 1 porta aberta considerando a vazão de ar de pressurização para portas fechadas a) Dado: ● Área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta: AVL = 1.03 x 16 APA = 3. ● Quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (sendo 1 de ingresso e 1 de saída) ● Área de passagem de ar por meio das frestas de uma porta corta-fogo fechada: APF = 0.APS = 01 x 0. .03 m².04 m² APS = 0.55 m² 3) Cálculo do fluxo de ar necessário para o sistema de pressurização considerando as PCF fechadas .22 m³/s / 3.64 m². a vazão de ar QPF deve se aumentada até que se obtenha a referida velocidade mínima de passagem do ar estipulada.827 x A x (P)(1/N) onde: QPF = ? A = 0.(QPF) Cálculo de QPF: QPF = 0. QPF = 0.0 m/s.86 m/s Como a velocidade encontrada é menor do que 1.04 m² A = 0.

25 QTPF = 5.QPF QD = 5.15 + 3. QPFC = APA x VPA(min) QPFC = 3.3.d) Cálculo da vazão de ar corrigida para se obter a velocidade mínima através do vão de luz das PCF consideradas abertas mais frestas das PCF consideradas fechadas (VPA).344 m³/h. 2) Cálculo da vazão de ar em excesso para dimensionamento do damper de alívio (QD): QD = QTPF .26 m³/s Transformando a vazão em m³/h: QTPF = 5.76 m³/s 5) Cálculo do fluxo de ar considerando os incremento dos valores referenciais de perdas em dutos e vazamentos não identificados – (QTPF) a) Dado: ● Fator de segurança quanto ao tipo de duto: dutos metálicos: 15% = 1.344 m³/h Portanto o damper de alívio deve ser capaz de manter a pressão interna no interior do espaço pressurizado abaixo de 60 Pa.76 x 1.26m³/s x 3. para uma vazão em excesso de 2.04 m³/s ou 7.04 m³/s x 3600 s QD = 7.26 m³/s ou 18.600s QTPF = 18.25 QTPF = 3.936 m³/h. d) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos não deve ser superior a 60 Pa.15 ● Fator de segurança para vazamentos não identificados: 25% = 1. b) todas as PCF da escada pressurizada consideradas fechadas.76 x 1.0 m/s QPFC = 3. c) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos deve ser de pelo menos 50 Pa.04 m³/s Transformando a vazão em m³/h: QD = 2.15 + QPF x 1.26 m³/s .25 b) Cálculo de QTPF: QTPF = QPF x 1. .22 m³/s QD = 2. III .Cálculo da vazão de ar em excesso para se manter o diferencial de pressão entre a escada e os ambientes contíguos: 1) Condições: a) situação de emergência (incêndio).76 m² x 1.936 m³/h Portanto a vazão total requerida para o conjunto moto-ventilador é de 5.

IT .11 PLANO DE INTERVENÇAO DE INCÊNDIO SUMÁRIO ANEXOS 1 – Objetivo A – Planilha de levantamento de dados 2 – Aplicação B – Fluxograma do Plano de Intervenção de Incêndio 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e conceitos 5 – Procedimentos .

de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Society of Fire Protection Engeniering. Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.190-000 Site: www. NBR 14023 – Registro de Atividades de Bombeiros. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E FUNDACENTRO.2.gov. NR 23 – Proteção Contra Incêndio. Augusto de Lima. “Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas”. 1ª edição. Gerald. Lei nº 14. de acordo com as tabelas de exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais é necessária a elaboração de um Plano de Intervenção de Incêndio. National Fire Protection Association.mg.270. 1997. 1992. NBR 14608 – Bombeiro Profissional. “Seminário sobre a Intervenção dos Bombeiros no Meio Industrial" . National Fire Protection Association.br Email: dat3@cbmmg. FireEx Internacional de Proteção Industrial Ltda.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece princípios gerais para: a) o levantamento de riscos de incêndios.Bairro Centro CEP 30. buscando identificá-los. PROCEDIMENTOS 5. 54. Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo. 5. 2nd edition. Ministério do Trabalho. “The SFPE Handbook of Fire Protection Engeniering. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e áreas de risco onde. “Introdução à Análise de Risco – sistemática e métodos”. NBR 14276 – Programa de Brigada de Incêndio. “Manual de Regulamentação de Segurança contra Incêndios”. Decreto Estadual nº 44. 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Para efeito desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e pânico.mg. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Instituto de Engenharia de São Paulo.2 Análise preliminar de riscos: 5. 1994. Civil.gov. “Handbook”. . levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei Estadual Complementar nr.130. c) padronização das formas de intervenção operacional nos locais de risco.1 Para a elaboração de um Plano de Intervenção de Incêndio é necessário realizar uma análise preliminar de riscos.1 As edificações relacionadas no item 2 desta IT devem possuir um Plano de Intervenção de Incêndio. 5.bombeiros. 355 . 1997. Sellie.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 11 PLANO DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. 4ª edição. 18th edition. Maj. b) a elaboração de Planos de Intervenção Incêndio.

por meio do preenchimento da planilha de levantamento de dados contida no anexo A.3 O levantamento do risco de incêndios é elaborado pelo Responsável Técnico.5. aprovado no Corpo de Bombeiros.3 Uma cópia da Planta de Risco deve permanecer num local como portaria. e) hidrante de recalque. c) uma via em arquivo digitalizado em CD não regrávavel .5 O Plano de intervenção de incêndio será avaliado por um Oficial do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico das Unidades e Frações de Bombeiros.1 O Plano de Intervenção de Incêndio consiste num planejamento prévio para a provável ocorrência de uma emergência e visa facilitar o reconhecimento da edificação por parte da população e das equipes de emergência.3. 5. 5. 5. 5.4. . podendo ser em mais de uma folha. o levantamento deve ser elaborado por profissionais de um grupo multidisciplinar (engenheiros. especialistas em gerenciamento de emergências). c) a segurança dos profissionais responsáveis pelo socorro.9 O plano de intervenção deverá ser apresentado ao CBMMG. em caso de emergências.2. 5. 5.4 O Plano deverá ser confeccionado pelo Responsável Técnico habilitado com Assessoria do Corpo de Bombeiros.1 A Planta de Risco acima citada é a mesma elaborada no processo de segurança contra incêndio e pânico.3.2. 5. b) a segurança da população das edificações vizinhas.2.3 Plano de Intervenção de Incêndio 5. 5. f) facilidade de encontrar os meios e rotas para retirada da população.2 A Análise preliminar de riscos é o estudo prévio sobre a existência de riscos.6 A partir do Levantamento de Dados e do mapeamento das áreas de risco. 5.3. juntamente com responsável pelo uso da edificação. 5. no segundo ano consecutivo.3.2 A Planta de Risco deve ser elaborada no formato A2.3 O Plano de intervenção de incêndio de uma edificação contém os seguintes dados: a) planilha de Levantamento de Dados. j) acrescentar tipo de escada.2.3. em escala padronizada. f) reserva de incêndio. 5. acesso principal ou recepção.4 Em conjunto com a planilha de levantamento de dados da edificação deve ser apresentada uma Planta de Risco. um simulado com a participação integrada da brigada de emergências da edificação e do Corpo de Bombeiros. 5.4. 5.2.10 Durante o período de validade do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros. c) hidrantes internos e externos. d) número de pavimentos.6 Uma vez elaborado e ratificado pelo Corpo de Bombeiros. c) as ações a serem tomadas pelos responsáveis pelo uso e funcionários. busca-se garantir: a) a segurança da população fixa e flutuante do edifício. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema. técnicos. 5. A3 ou A4.3. indicando: a) principais riscos.3.2 Por meio do plano de intervenção de incêndio.2. b) uma via no acesso principal da edificação. e) a proteção do meio ambiente. b) descrição das possíveis causas de incêndio.8 O responsável pelo uso da edificação deverá entregar ao Corpo de Bombeiros responsável pela área da edificação o Plano de Intervenção para análise e aprovação. 5. i) hidrantes públicos próximos da edificação (se houver). responsável pela área da edificação.5 Conforme a complexidade dos riscos existentes. cujo modelo encontra-se na IT 01 – Procedimentos Administrativos. b) paredes corta-fogo e de compartimentação. 5. no mínimo. 5. o plano é arquivado em três vias: a) uma via anexa ao Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico (Pscip). tipo e quantidade.3.4. h) vias de acesso às Viaturas do Corpo de Bombeiros. de forma que seja acessível às guarnições do Corpo de Bombeiros.2. e) os itinerários mais indicados para as viaturas do Corpo de Bombeiros.3.2. d) o controle da propagação de incêndios. Este Plano de Intervenção de Incêndio deve ser objeto de uso freqüentes em treinamentos e simulados.3. f) outros dados julgados necessários. no caso de ocorrer um incêndio/sinistro. g) armazenamento de produtos perigosos. conforme item 5. d) a orientação aos usuários temporários.7 O Plano de Intervenção de Incêndio deverá ser de conhecimento da população permanente da edificação. na primeira renovação do AVCB da edificação ou área de risco. proporcionando sua utilização em simulados e treinamentos. a critério do Corpo de Bombeiros.3. é elaborado o Plano de Intervenção de Incêndio.11 As edificações e projetos já aprovados e liberados pelas leis municipais deverão adequar-se no contido desta Instrução Técnica.2.2. 5. recomenda-se que se realize.

.3 Bombas de recalque: ( ) elétrica ( ) óleo ( ) gasolina ( ) vapor Sendo elétrica.......:................ HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:.................................... Quantidade de brigadistas...................................................................... Tipo (s) de mangueira (s): ( ) 38 mm ( ) 63 mm Obs.6 Socorros externos: localização e tempo / resposta: Obs: medir o deslocamento em velocidade moderada em situação normal de trânsito............ Nº DE FUNCIONÁRIOS:.... ....................................................................................m Esquerda....................................... EQUIPAMENTOS E SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO: 2.m Atrás............m2 Área construída:........................... Material de acabamento das paredes:................................. Corpo de Bombeiros (193): End.............m Frente.....................m3 Manancial natural ou artificial nas proximidades: .....................................m Tipo de estrutura: ( ) concreto ( ) metálica ( ) madeira ( ) outras especificar:.............................................................................. Policiamento (190): End......................... 2.......................... junto ao leito carroçável ou no seu interior a utilização de viaturas ou equipamentos de Bombeiro: ( ) sim ( ) não 1................ ENDEREÇO:........ Material da cobertura:..........m 2....... Tempo-resposta:........m2 Altura da edificação:.......... 2........................min........................................................................................................... 2.............. Vias de acesso e pontos de referência: ...................5 Pessoal treinado: ( ) Bombeiros profissionais ( ) Brigada de Incêndio ( ) Socorristas Responsável pela brigada:............................................................................. outras que oferecer um risco maior..............................2 Instalações Automáticas: Chuveiros automáticos ( ) sim ( ) não Gás carbônico (CO2): ( ) sim ( ) não Gases especiais: ( ) sim ( ) não Sistema de detecção de incêndio e alarme: ( ) sim ( ) não 2..................................................................................1 Hidrantes: ( ) simples ( ) duplo ( ) interno ( ) externo ( ) não possui quantidade:........ 4.................................................:................... Qual o hidrante público mais próximo: .................................ANEXO A PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE DADOS OCUPAÇÃO:...... 3.. DADOS SOBRE O ABANDONO DE ÁREA Quais as saídas de emergências? Há área de refúgio? Há comunicação com outras edificações? Há pessoas com dificuldade para locomoção? Há pontos fixos para ancoragem de cordas? Há escada mecânica disponível na Fração de Bombeiros mais próxima alcança todos os pavimentos? Há rotas de fuga com iluminação de emergência? ..... Anexar planta baixa do prédio..m3 Capacidade Reservada para Incêndio:...m Distância em relação às edificações vizinhas: Direita....................... PROPRIETÁRIO:. Tempo-resposta:.....................min.......... POPULAÇÃO FIXA E FLUTUANTE:................................................................................................................ O prédio possibilita.4 Reservatório de água para incêndio: ( ) subterrâneo ( ) elevado Capacidade:....................... .................................................. Localização:............ Período em que estão na edificação:............ Tempo-resposta:..................................................................... casa de bomba... BAIRRO:.............:............. Material de acabamento dos pisos:..................min..: colocar a quantidade entre os parênteses Hidrante de recalque: ( ) Sim ( ) Não Hidrante público mais próximo da edificação:.... DADOS RELATIVOS A CONSTRUÇÃO DO IMÓVEL: Área do terreno:................................. PONTOS CRÍTICOS DA EDIFICAÇÃO: Assinalar na implantação: central de GLP....................................... 2...... Nº de Pavimentos:.......... há gerador para emergência: ( ) sim ( ) não Localização do hidrante de recalque:........................... Pronto Socorro (192): End...................................................................................

........................ ............................................. 8............................................................................................................. Sentido do vento predominante:........ Abastecimento de gás: ( ) GLP ( ) GN 6.......................................... 9. Comandante:................ Telefone:.................................................. Capacitação técnica (CREA) :...................... Telefone de contato:...... 10..........................:................Há rotas de fuga sinalizadas? 5..... POSSIBILIDADE DE ENCHENTE: ( ) sim ( ) não ( ) Córrego ( ) Lagoa ( ) Outros 7.................... RESPONSÁVEL TÉCNICO Nome:........................ TIPO DE VIZINHANÇA: ................................................................ Esta planilha está sujeita a alterações de acordo com as peculiaridades de cada plano de intervenção de incêndio. Fração de Bombeiros mais próxima: End.............

ANEXO B Fluxograma do Plano de Intervenção de Incêndio Preencher a planilha de levantamento de dados a partir da primeira renova ç ão do AVCB Análise dos riscos e elaboração da planta de risco Elaboração do plano de intervenção de incêndio Avaliação do Plano de Intervenção pelo proprietário ou responsável pela elaboração em conjunto com o Comandante da Fração de Bombeiros mais próxima. Exercícios simulados envolvendo os Órgãos Públicos de emergência e Planos de auxílio mútuo .

Currículo básico do curso de formação da Brigada de Incêndio C .12 BRIGADA DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Tabela de percentual de composição da Brigada de Incêndio cálculo para 2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas B .Questionário de avaliação de bombeiro profissional civil 5 – Procedimentos .Questionário de avaliação de brigadista. 4 – Definições D .IT .

br Email: dat3@cbmmg. que é obtido levando-se em conta o grupo e a divisão de ocupação da planta.bombeiros. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. NBR 14277 . NBR 14096 . NBR 145610 . aquela que regularmente permanece na edificação. NBR 14023 .Saída de emergência em edifícios.gov.Viaturas de combate a incêndio . NBR 9443 . 2 APLICAÇÃO Esta instrução técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco enquadradas na tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Registro de atividades de bombeiros. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. NBR 14608 . NBR 9444 . de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Programa de brigada de incêndio. aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.mg. Augusto de Lima. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta instrução técnica. ou seja.130.Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio. 5 PROCEDIMENTOS 5.mg.1 Esta instrução técnica estabelece as condições mínimas para a formação. Obs: Há casos especiais para base de cálculo.Sistema de proteção contra descargas atmosférica.1 Composição da brigada de incêndio 5. treinamento e reciclagem da brigada de incêndio para atuação em edificações e áreas de risco no estado de Minas Gerais. 355 . Exemplo: Prédios residenciais necessitam treinar todos funcionários do condomínio e um morador (ou empregado) por pavimento. Decreto Estadual nº 44.190-000 Site: www.Bairro Centro CEP 30. conforme condições descritas a seguir: 1ª Condição: Determinar população fixa da edificação.br 1 OBJETIVO 1. NBR 13860 . o qual o número de brigadista está descrito na tabela do anexo A.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 12 BRIGADA DE INCÊNDIO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.1.Extintor de incêndio classe B – Ensaio de fogo em líquido inflamável.1 A brigada de incêndio deve ser composta pela população fixa e o percentual de cálculo do anexo A.Bombeiro profissional civil.gov. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 14276 . 2ª Condição: Se a população fixa (PF) for menor que 10 pessoas: Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.Veículos para atendimento a emergências médicas e resgate.Campo para treinamento de combate a incêndio.Extintor de incêndio classe A – Ensaio de fogo em engradado de madeira.270. NBR 9077 . NBR 5419 .

2 Para os números mínimos de brigadistas. 1º Passo: Aplicar a porcentagem da coluna 1 (até 10) do anexo A para as primeiras 10 pessoas. 60 – 10 = 50 pessoas. % C2 = porcentagem de cálculo da coluna 2 da tabela do anexo A.9 Nº de brigadistas por pavimento = 4 pessoas Área industrial População fixa = 116 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (116 . ou seja: Número de brigadista = PF x % C1 do anexo A (“até 10”).10) x 7% = 5 + 106 x 7% = 5 + 7.63 = 5. multiplicamos este valor de porcentagem da coluna 2 (acima de 10) do anexo A. 3º Passo: Com o resultado obtido no 2º passo. 4º Passo: Portanto. deve-se prever os turnos. Exemplo: planta com duas edificações. 3ª Condição: Se a população fixa for maior que 10 pessoas: = [(população fixa por pavimento de 10 pessoas) x (% de cálculo da coluna 1 do anexo A)] + [(população fixa por pavimento menos 10 pessoas) x (% de cálculo da coluna 2 (C2) do anexo A)].42 = 12.1. 5. PF (população fixa) = número de pessoas que permanecem regularmente na edificação. onde: Número de brigadistas = Número de brigadistas por pavimento ou compartimento.3 Sempre que o resultado obtido do cálculo do número de brigadistas por pavimento for fracionário.42 Nº de brigadistas por pavimento = 13 pessoas Nº total de brigadistas (área administrativa + área industrial) No total de brigadistas = (6 x 3) + 13 = 18 + 13 = 31 Nº total de brigadistas = 31 pessoas . ou seja. deve-se proceder conforme exemplo: Ex.42 = 12.63 Nº de brigadistas por pavimento = 6 pessoas Área Industrial População fixa = 116 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (116 .1. Obs: Portanto.Número de brigadistas por pavimento ou compartimento = [população fixa por pavimento] x [% e cálculo da coluna 1 (C1) do anexo A (coluna “até 10”)]. 4 + 5 = 9.6 Nº de brigadistas por pavimento = 4 pessoas 5. deve-se arredondá-lo para mais. calcula-se o número de brigadistas por meio do grupo de ocupação de maior risco: No caso utiliza-se o grupo da área industrial Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Área administrativa População fixa = 19 pessoas por pavimento (três pavimentos) Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (19-10) x 7% = 5 + 9 x 7% = 5 + 0. ou seja. o número de brigadistas deve ser calculado levando-se em conta o grupo de ocupação de maior risco. 50 x 10% = 5. para dimensionamento do número de brigadista quando à população fixa for maior que 10 pessoas. Nº brig = [10 x 40%] + [(60 – 10) x 10%] Nº brig = 4 + (50 x 10%) Nº brig = 4 + 5 = 9 brigadistas 5. 10 x 40% = 4. sendo a primeira uma área de escritórios com três pavimentos e 19 pessoas por pavimento e a segunda uma indústria de médio potencial de risco com um pavimento e 116 pessoas: a) edificações com pavimentos compartimentados e riscos isolados.4 Quando em uma planta houver mais de um grupo de ocupação. ou seja: Número de brigadistas = [10 x % C1] + [(PF – 10) x % C2]. O número de brigadistas só é calculado por grupo de ocupação.9 = 3. considerando os turnos de trabalho. o número de brigadista será a soma do valor obtido no 1º passo com o valor obtido no 3º passo. ou seja.10) x 7% = 5 + 106 x 7% = 5 + 7.42 Nº de brigadistas por pavimento = 13 pessoas Nº total de brigadistas (área administrativa + área industrial) No total de brigadistas = (4 x 3) + 13 = 12 + 13 = 25 No total de brigadistas = 25 pessoas b) edificações sem compartimentação dos pavimentos e sem isolamento dos riscos. ou seja. se as unidades forem compartimentadas e os riscos forem isolados. calcula-se o número de brigadistas separadamente por grupo de ocupação: Área administrativa População fixa = 19 pessoas por pavimento (três pavimentos) Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 30% + (19-10) x 10% = 3 + 0. 2º Passo: Em seguida pegaremos a população fixa e subtraímos de 10 pessoas. Exemplo: Loja População fixa = 9 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = (9 x 40%) = 3. % C1 = porcentagem de cálculo da coluna 1 da tabela do anexo A. a natureza de trabalho e os eventuais afastamentos.: Edificação com ocupação de agência bancária (D-2) tendo uma população fixa de 60 pessoas.1.

5 A composição da brigada de incêndio deve levar em conta a participação de pessoas de todos os setores.4. d) elaboração de relatório das irregularidades encontradas. Nota .1 No certificado do brigadista devem constar os seguintes dados: a) nome completo do treinando com Registro Geral (RG). no mínimo. c) período de treinamento. 5. b) preferencialmente possuir experiência anterior como brigadista. b) as empresas que possuem em sua planta somente uma edificação com apenas um pavimento/compartimento.4.5. selecionados conforme o item 5.1.4. com mais de um pavimento/compartimento. 5. b) alarme/abandono de área.1 Brigada de incêndio A brigada de incêndio deve ser organizada funcionalmente como segue: a) Brigadistas: membros da brigada que executam as atribuições de 5.4. que é coordenado pelo chefe da brigada dessa edificação (ver exemplo 2). conforme parte A do anexo B. 5. e a avaliação prática é realizada de acordo com o desempenho do aluno nos exercícios realizados. Findo esse prazo.1. c) possuir boa condição física e boa saúde. 5.2 O curso deve enfocar. b) inspeção geral dos equipamentos de combate a incêndio.2 Organograma da brigada de incêndio a) o organograma da brigada de incêndio da empresa varia de acordo com o número de edificações. b) Líder: responsável pela coordenação e execução das ações de emergência em sua área de atuação (pavimento/compartimento). c) inspeção geral das rotas de fuga. o número de pavimentos em cada edificação e o número de empregados em cada pavimento/compartimento. 5.2 Ações de emergência: a) identificação da situação. enfocando apenas a parte de prevenção e combate a incêndio e fazendo 2 horas práticas de combate a incêndio. devem ter um líder que deve coordenar a brigada (ver exemplo 1).2 Critérios básicos para seleção de candidatos a brigadista Os candidatos a brigadista devem atender preferencialmente aos seguintes critérios básicos: a) permanecer na edificação. habilitação e registro do instrutor. desde que o brigadista seja aprovado em pré-avaliação com 70% de aproveitamento.7 A avaliação teórica é realizada na forma escrita. g) exercícios simulados.3 Organização da brigada 5.4. f) ser alfabetizado. devem ter um líder por pavimento/compartimento e um chefe da brigada para cada edificação. devem ter um líder para cada pavimento/compartimento.6 O profissional habilitado na formação de brigada de incêndio é toda pessoa com formação Técnico de Segurança do Trabalho.4 Programa do curso de formação de brigada de incêndio 5. f) orientação à população fixa e flutuante.1 Ações de prevenção: a) avaliação dos riscos existentes. e) citar que o certificado está em conformidade com esta instrução técnica.5. b) carga horária. 5.3. É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo. das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares. e) ter responsabilidade legal. ou quando houver alteração de 50% dos membros da Brigada.4 Aos componentes da brigada que já tiverem freqüentado o curso anterior. devem freqüentar curso com carga horária mínima de 12 horas. e) encaminhamento do relatório aos setores competentes. será facultada a parte teórica. principalmente os riscos inerentes ao grupo de ocupação.4. devem ser selecionados aqueles que atendam ao maior número de requisitos. 5. 5. sendo a parte prática de. com mais de um pavimento/compartimento.5.5 Aqueles que concluírem o curso com aproveitamento mínimo de 70% na avaliação teórica e prática receberão certificado de brigadista. 5. 5. É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo. d) Coordenador geral: responsável geral por todas as edificações que compõem uma planta. É escolhido dentre os brigadistas que tenham sido aprovados no processo seletivo. 5. devidamente registrado no Conselho Regional competente ou no Ministério do Trabalho e os militares as Forças Armadas.3. . deverá ser realizado novo treinamento nos termos do item 5. d) as empresas que possuem em sua planta mais de uma edificação.4.4.2. c) Chefe da brigada: responsável por uma edificação com mais de um pavimento/compartimento. d) nome.4. d) possuir bom conhecimento das instalações. que devem ser coordenados pelo coordenador geral da brigada (ver exemplo 3).Caso nenhum candidato atenda aos critérios básicos relacionados. 8 horas conforme anexo B. conforme parte B do anexo B.3 A periodicidade do treinamento do brigadista deve ser de no máximo 02 (dois) anos. 5.5.5. Exceção para o grupo A e divisões G-1 e G-2. 5. expedido por profissional habilitado. a carga horária total deve ser de 4 horas.1 Os candidatos a brigadista. preferencialmente dissertativa. c) as empresas que possuem em sua planta somente uma edificação. com 2º grau completo e que possua especialização em prevenção e combate a incêndio (carga horária mínima 60 horas-aulas) e Emergências Médicas (carga horária mínina de 40 horasaulas).5 Atribuições da brigada de incêndio 5.

Imediatamente após o simulado.7. 5. que podem ser priorizados ou realizados simultaneamente. acionar o Corpo de Bombeiros e apoio externo. 5. sinalizando a existência da brigada de incêndio e indicando seus integrantes com suas respectivas localizações. 5. a cada 12 meses. onde são discutidos os seguintes assuntos: a) funções de cada membro da brigada dentro do plano. c) tempo gasto no retorno.2 Reuniões extraordinárias Após a ocorrência de um sinistro ou quando identificada uma situação de risco iminente.8 Procedimentos complementares 5.11 Para a elaboração dos procedimentos básicos de emergência deve-se consultar o fluxograma constante no Exemplo 4 do Organogramas de brigadas de incêndio. 5. e) atuação da brigada. restabelecendo a normalidade.Plano de Auxílio Mútuo). 5. 5. 5. c) apresentação de problemas relacionados à prevenção de incêndios encontrados nas inspeções para que sejam feitas propostas corretivas.6. 5.1 Deverá ser apresentada ao Corpo de Bombeiros com antecedência de 30 (trinta) dias. b) o brigadista deve utilizar constantemente em lugar visível um crachá que o identifique como membro da Brigada.1 Identificação da brigada a) devem ser distribuídos em locais visíveis e de grande circulação. 5. no mínimo um exercício simulado no estabelecimento ou local de trabalho com participação de toda a população.8. 5.5 Abandono de área Proceder ao abandono da área parcial ou total. k) encaminhamento do formulário ao Corpo de Bombeiros para atualização de dados estatísticos.6. i) falhas de equipamentos.2 Comunicação interna e externa a) nas plantas em que houver mais de um pavimento.7 Isolamento da área Isolar fisicamente a área sinistrada.3 Exercícios simulados Deve ser realizado. permanecendo até a definição final. d) atualização das técnicas e táticas de combate a incêndio. de acordo com o número de brigadistas e os recursos disponíveis no local. deve ser estabelecido previamente um sistema de comunicação entre os .8 Extinção Eliminar o sinistro.10 Com a chegada do Corpo de Bombeiros. As decisões tomadas são registradas em ata e enviadas às áreas competentes para as providências pertinentes.7. mantendo ou restabelecendo suas funções vitais com SBV (Suporte Básico da Vida) e RCP (Reanimação Cardio-Pulmonar) até que se obtenha o socorro especializado.6. j) falhas operacionais. por meio de meios de comunicação disponíveis.3 Primeiros socorros Prestar primeiros socorros às possíveis vítimas.6.2 Análise da situação Após o alerta. e) alterações ou mudanças do efetivo da brigada. g) participação do Corpo de Bombeiros e tempo gasto para sua chegada. da área ou geral.1 Reuniões ordinárias Devem ser realizadas reuniões mensais com os membros da brigada. bloco ou edificação. quando possível ou necessário. c) no caso de uma situação real ou simulado de emergência.9 Investigação Levantar as possíveis causas do sinistro e suas conseqüências e emitir relatório para discussão nas reuniões extraordinárias.7.6. quadros de aviso ou similar. colete ou capacete para facilitar sua identificação e auxiliar na sua atuação. os ocupantes e os brigadistas.6. removendo para local seguro.6.1 Alerta Identificada uma situação de emergência. a energia elétrica dos equipamentos. 5. quando necessário. i) recepção e orientação ao Corpo de Bombeiros. g) combate ao princípio de incêndio. 5. h) ajuda externa (PAM . 5. de modo a garantir os trabalhos de emergência e evitar que pessoas não autorizadas adentrem ao local. setor.6. 5. o brigadista deve usar braçadeira. 5. a uma distância mínima de 100 m do local do sinistro. e) primeiros socorros. com registro em ata.7 Controle do programa de brigada de incêndio 5. Deve ser elaborada ata na qual conste: a) horário do evento.6 Procedimentos básicos de emergência 5. j) preenchimento do formulário de registro de trabalho dos bombeiros. d) tempo gasto no atendimento de primeiros socorros.7. b) tempo gasto no abandono. l) demais problemas levantados na reunião. desde o início até o final do sinistro. 5. conforme comunicação preestabelecida. f) outros assuntos de interesse.c) acionamento do Corpo de Bombeiros e/ou ajuda externa.6.3. a brigada deve analisar a situação. f) comportamento da população. f) controle do pânico. a brigada deve ficar a sua disposição.6.8. d) corte de energia. com o objetivo de propor medidas corretivas para evitar a repetição da ocorrência. fazer uma reunião extraordinária para discussão e providências a serem tomadas. e desencadear os procedimentos necessários. a solicitação para acompanhamento do simulado. b) condições de uso dos equipamentos de combate a incêndio. h) instrução de abandono de área com segurança. qualquer pessoa pode alertar. deve ser realizada uma reunião extraordinária para avaliação e correção das falhas ocorridas. Havendo necessidade. 5.6 Confinamento do sinistro Evitar a propagação do sinistro e suas conseqüências.6.4 Corte de energia Cortar.

3 As edificações que possuem bombeiro profissional civil.1 O descumprimento dos requisitos estabelecidos por esta instrução técnica será motivo para o órgão técnico do Corpo de Bombeiros não fornecer ou cassar o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).Viaturas de combate a incêndio .5 Grupo de apoio O grupo de apoio é formado com a participação da Segurança Patrimonial de eletricistas. 5. alto-falantes. 5. b) essa comunicação pode ser feita por meio de telefones.8. a fim de facilitar as operações durante a ocorrência de uma situação real ou simulado de emergência.6. se faz necessário que essa pessoa seja devidamente treinada e que esteja instalada em local seguro e estratégico para o abandono.poderá ficar isenta da brigada de incêndio.10. deve ser avaliado outro bombeiro e caso este também não acerte o mínimo estipulado acima. computados. 5. o(s) setor(es) próximo(s) e o(s) local(is) de maior risco. Chefe da brigada ou Líder. rádios.9. durante as vistorias técnicas.9. com efetivo mínimo de 5 (cinco) bombeiros profissionais civis (por turno de 24 horas) e viatura de combate a incêndio devidamente equipada. O avaliado deve acertar no mínimo 4 (quatro) das perguntas feitas. 5.2 Os bombeiros profissionais civis.10. desde que o bombeiro profissional ministre treinamento periódico ao demais funcionários.10.9.1 Os integrantes da brigada de incêndio podem ser avaliados pelo Corpo de Bombeiros. para estes casos. devendo priorizar o(s) local(is) sinistrado(s). 5.1 Para esta avaliação. 5.2 Ficam isentas da exigência de brigada de incêndio. para cada bombeiro.8. o vistoriador deve escolher um brigadista e fazer 6 (seis) perguntas dentre as 23 (vinte e três) constantes do anexo C. nos parâmetros desta IT. que execute exclusivamente serviços de prevenção e proteção contra incêndio. nos parâmetros da NBR 14096 . 5. de acordo com o anexo C desta instrução técnica.10.2. do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. sistemas de alarme. 5. 5. . deve ser avaliado outro brigadista e caso este também não acerte o mínimo estipulado acima. as edificações especificadas nas disposições constantes no anexo A e nas subdivisões da tabela 7. c) caso seja necessária à comunicação com meios externos (Corpo de Bombeiros ou Plano de Auxílio Mútuo) a telefonista ou o rádio-operador é a (o) responsável por ela.4 A formação e reciclagem do bombeiro profissional civil devem atender as exigências da NBR 14608 da ABNT. terão decréscimo na proporção de 20% na quantidade mínima de brigadistas. sistemas de som interno. a permanência de pessoas capacitadas a operar os equipamentos de combate a incêndios existentes na edificação. o vistoriador deve escolher um bombeiro civil e fazer 8 (oito) perguntas dentre as 30 (trinta) constantes do anexo D. interfones. etc.9. deve ser exigido um novo treinamento.brigadistas. de acordo com o anexo D desta instrução técnica.5 A edificação que possuir posto de bombeiro interno. Quando isto não ocorrer. até o limite de 60%.9 Avaliação 5. quadros sinópticos. 5. 5.10.2. telefonistas e técnicos especializados na natureza da ocupação. encanadores. O avaliado deve acertar no mínimo 3 (três) das perguntas feitas.4 Ponto de encontro Devem ser previstos um ou mais pontos de encontro dos brigadistas. 5. Quando isto não ocorrer. o(s) pavimento(s) superior(es) a este(s). 5. deve ser exigida a reciclagem nos termos da NBR 14608. Para tanto.3 Ordem de abandono O responsável máximo da brigada de incêndio (Coordenador geral.8. durante as vistorias técnicas. para distribuição das tarefas conforme 5.10 Disposições finais 5.1 Recomenda-se.1 Para esta avaliação.10. por turno de 24 horas. conforme o caso) determina o início do abandono.1. devem ser avaliados pelo Corpo de Bombeiros.

LÍDER BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA Exemplo 2: Empresa com uma edificação. um pavimento e cinco brigadistas. CHEFE DA BRIGADA LÍDER LÍDER LÍDER BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA Exemplo 3: Empresa com duas edificações. e a segunda com um pavimento e quatro brigadistas por pavimento. a primeira com três pavimentos e dois brigadistas por pavimento. três pavimentos e três brigadistas por pavimento. C O O R D EN ADO R G ER AL C HEFE D A BR IG AD A CH EFE D A BR IG AD A LÍD ER LÍD ER LÍD ER LÍD ER BR IG AD IST A BR IG AD IST A BR IG ADIST A BR IG ADIST A BR IG AD IST A BR IG AD IST A .Exemplos de organogramas de brigadas de incêndio: Exemplo 1: Empresa com uma edificação.

Exemplo 4: Fluxograma de procedimento de emergência da brigada de incêndio (recomendação) Início ALERTA Análise da situação. não Há emergência? sim Acionamento do Corpo de Bombeiros e apoio externo Procedimentos necessários. não Há vítimas? não Há incêndio? sim sim não Há necessidade de socorro? não Há necessidade de cortar a energia elétrica? sim CORTE DE ENERGIA não Há necessidade de abandono de área? sim ABANDONO ÁREA DE não Há necessidade de isolamento de área? sim ISOLAMENTO DE ÁREA não Há necessidade de confinamento da área? sim CONFINAMENTO DA ÁREA não Há necessidade de combate? sim PRIMEIROS SOCORROS sim COMBATE AO INCÊNDIO não Há necessidade de remoção? sim O sinistro foi controlado? não Socorro especializado sim INVESTIGAÇÃO Cópia para os setores responsáveis Elaboração de relatório Cópia para arquivo Fim .

ANEXO A Percentual de cálculo para composição da brigada de incêndio População fixa por pavimento Acima de 10 Grupo A Residencial B Serviço de Hospedagem Divisão Descrição A-1 Habitação unifamiliar A-2 A-3 B-1 B-2 C-1 Habitação multifamiliar Habitação coletiva (*) Hotel e assemelhado Hotel residencial (**) Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem baixa carga de incêndio Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem média carga de incêndio Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem alta carga de incêndio Local para prestação de serviço profissional ou condução de negócios Até 10 Isento Fazem parte da brigada de incêndio todos os funcionários da edificação 50% 10% 50% 10% 50% 10% 40% 40% 50% 30% 5% 5% 20% 10% C Comercial C-2 C-3 D-1 D-2 D Serviço profissional Agência bancária Serviço de reparação (exceto os classificados em G e I) 40% 10% D-3 40% 10% D-4 Laboratório 40% 10% E Educacional e cultura física E-1 E-2 E-3 E-4 E-5 E-6 F-1 F-2 F-3 F-4 Escola em geral Escola especial Espaço para cultura física Centro de treinamento profissional Pré-escola Escola para portadores de deficiências Local onde há objeto de valor inestimável Local religioso e velório Centro esportivo e de exibição Estação e terminal de passageiro Arte cênica e auditório F Local de Reunião Pública F-5 40% 20% 40% 20% 40% 20% 40% 20% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa 60% 20% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa 60% 20% 40% 10% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 Clube social e diversão Construção provisória Local para refeição Recreação pública Exposição de objetos e animais .

(**) Na divisão H-5 o índice aplica-se somente aos funcionários da edificação. edificações das forças 30% 10% H-4 institucional armadas e policiais Faz parte da brigada de incêndio Local onde a liberdade das pessoas sofre H-5 todos os funcionários da restrições edificação H-6 Clínica e consultório médico e odontológico 40% 20% Todo tipo de atividade industrial (baixa carga I-1 40% 5% incêndio) I Todo tipo de atividade industrial (média carga I-2 50% 7% Indústria incêndio) Todo tipo de atividade industrial (alta carga I-3 60% 10% incêndio) J-1 Depósitos de material incombustível 40% 10% J-2 Todo tipo de depósito (baixa carga incêndio) 40% 10% J J-3 Todo tipo de depósito (média carga incêndio) 50% 20% Depósito Faz parte da brigada de incêndio J-4 Todo tipo de depósito (alta carga incêndio) toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio L-1 Comércio toda a população fixa L Faz parte da brigada de incêndio L-2 Indústria Explosivos toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio L-3 Depósito toda a população fixa M-1 Túnel Isento M-2 Parque de tanque 60% 10% Faz parte da brigada de incêndio M M-3 Central de comunicação e energia toda a população fixa Especial M-4 Propriedade em transformação 30% 5% M-5 Processamento de lixo 50% 7% M-6 Terra selvagem Isento (*) Na divisão A-3 não se aplica o índice à população fixa com idade acima de 60 anos e abaixo de 18 anos.Garagem sem acesso de público e sem Faz parte da brigada de incêndio abastecimento toda a população fixa Garagem com acesso de público e sem Faz parte da brigada de incêndio G-2 G abastecimento toda a população fixa Serviço automotivo Faz parte da brigada de incêndio G-3 Local dotado de abastecimento de combustível toda a população fixa G-4 Serviço de conservação. manutenção e reparos 50% 10% H-1 Hospitais veterinários e assemelhados 50% 10% Faz parte da brigada de incêndio Local onde pessoas requerem cuidados especiais H-2 todos os funcionários da por limitações físicas ou mentais edificação H H-3 Hospital e assemelhado. G-1 . 60% 20% Serviço de saúde e Repartição pública.

em local adequado. arrombamento. pontos de encontro e chamada e controle de pânico. além de técnicas de primeiros socorros. EPI. Conhecer os agentes.Ventilação artificial e Conhecer as técnicas de RCP com 1 e 2 Pulmonar) compressão cardíaca externa socorristas para adultos. abafamento. isolamento e extinção de princípios de incêndio. Conhecer os métodos e suas aplicações. Conhecer as classes de incêndio. crianças e bebês. CO2. comunicações 10 Abandono de área Procedimentos Conhecer as técnicas de abandono de área. 13 RCP (Reanimação Cardio. responsabilidades e comportamento do brigadista. suas características e espumas e outros aplicações. alarme e manuseio.Parte Teórica Módulo 01 Introdução Assunto Objetivos do curso e o brigadista Combustão e seus elementos Condução. A . TURMAS: Composta de no máximo 20 alunos. PQS. irradiação e convecção Classificação e características Isolamento. 08 Equipamentos de combate Extintores. manuseio. remoção e iluminação 09 Equipamentos de Tipos e funcionamento Conhecer os meios mais comuns de sistemas e detecção. liberação crianças e bebês conscientes e inconscientes. corte. 14 Hemorragias Classificação e tratamento Reconhecimento e técnicas de hemostasia em hemorragias externas. B – Parte Prática Módulo 01 Prática 02 Prática Assunto Combate a incêndios Primeiros Socorros Objetivos Praticar as técnicas de combate a incêndio. 07 Agentes extintores Água (jato/neblina). abandono de local com sinistro. resfriamento e extinção química Técnicas de ventilação Objetivos Conhecer os objetivos gerais do curso. 02 Teoria do fogo 03 Propagação do fogo 04 Classes de incêndio 05 Métodos de extinção 06 Ventilação Conhecer os métodos e técnicas de ventilação de ambientes em chamas e sua importância. Conhecer os processos de propagação do fogo. . Praticar as técnicas dos módulos 11 a 14 da parte A.ANEXO B Currículo básico do curso de formação de brigada de incêndio OBJETIVO: Proporcionar aos alunos conhecimentos básicos sobre prevenção. saída organizada. INSTRUTORES E AVALIADORES: Profissionais habilitados. C – Avaliação Módulo 01 Avaliação Assunto Geral Objetivos Avaliar individualmente os alunos conforme descrito no item 5.7. 11 Análise de vítimas Avaliação Primária Conhecer as técnicas de exame primário (sinais vitais) 12 Vias aéreas Causas de obstrução e Conhecer os sintomas de obstruções em adultos. Conhecer o tetraedro do fogo. hidrantes.4. Conhecer os equipamentos suas aplicações e a incêndio mangueiras e acessórios.

quando a resposta estiver correta e ERRADO. esguicho proporcionador ou câmara de aplicação: CERTO ERRADO 11 – Cite três elementos que formam o tetraedro do fogo: CERTO ERRADO 12 – Quais são os métodos de extinção do fogo? CERTO ERRADO 13 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe A? CERTO ERRADO .ANEXO C Questionário de Avaliação de Brigadista O presente questionário deve ser aplicado durante a realização das vistorias. O bombeiro vistoriador deve assinalar CERTO. aos integrantes da brigada de incêndio que constam no atestado fornecido. As perguntas devem estar limitadas aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. quando o brigadista errar ou não responder. 1 – Quantas escadas de segurança existem na edificação? CERTO ERRADO 2 – As portas corta-fogo de uma escada de segurança podem permanecer abertas? CERTO 3 – Onde se localiza a central de alarme? CERTO ERRADO ERRADO 4 – Onde se localiza a central de iluminação de emergência? CERTO ERRADO 5 – Onde se localiza a central de deteção de incêndio? CERTO ERRADO 6 – Solicitado para que apontasse um detector de incêndio instalado na edificação: CERTO ERRADO 7 – Solicitado para que apontasse um acionador manual do sistema de alarme instalado na edificação: CERTO ERRADO 8 – Qual a cor da tubulação do sistema de hidrantes? CERTO ERRADO 9 – Solicitado que demonstrasse a forma de acionamento de um hidrante existente na edificação: CERTO ERRADO 10 – Solicitado que demonstrasse a forma de funcionamento do sistema de espuma por meio de aparelho entre linhas.

Perguntado sobre os procedimentos de teste do funcionamento do sistema de chuveiros automáticos: CERTO ERRADO 22.Qual o procedimento para se efetuar a troca de um bico de chuveiro automático? CERTO ERRADO 23.:_________________________________________ Nº Vistoria:_______________ Nº Proposta:______________ Nome do avaliado (1) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Nome do avaliado (2) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Data:____/____/_________ ___________________________________ Avaliado (1) _______________________________ Avaliado (2) ____________________________________ Vstoriador (Avaliador) ______________________________ Testemunha .Como é o acionamento manual do sistema fixo de gás (CO2 ou outros)? CERTO ERRADO Ocupação: _____________________End.14 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe B? CERTO ERRADO 15 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe C? CERTO ERRADO 16 – Solicitado que demonstrasse a forma de utilização de um extintor de incêndio existente na edificação: CERTO ERRADO 17 – Qual o telefone para acionamento do Corpo de Bombeiros? CERTO ERRADO 18 – Qual a seqüência para análise primária de uma vítima? CERTO ERRADO 19 – Como deve ser a RCP em um adulto atendido por um único socorrista? CERTO ERRADO 20 – Onde se localiza a chave geral de energia elétrica da edificação? CERTO ERRADO 21.

1 – Quais os elementos que formam o tetraedro do fogo? CERTO 2 – Quais os métodos de extinção do fogo? CERTO ERRADO ERRADO 3 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe C? CERTO ERRADO 4 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe A? CERTO ERRADO 5 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe B? CERTO ERRADO 6 – Quais as temperaturas ou pontos do fogo? CERTO ERRADO 7 – Para que serve a válvula de recalque instalada na calçada da edificação? CERTO ERRADO 8 – Cite dois cuidados que se deve ter com as mangueiras de incêndio: CERTO ERRADO 9 – Cite qual o número de telefone usado para acionamento do Corpo de Bombeiros: CERTO ERRADO 10 – Demonstre a forma de utilização de um extintor de incêndio de CO2 : CERTO ERRADO 11 – Demonstre. como deve ser armada uma linha de combate a incêndio. O bombeiro vistoriador deve assinalar CERTO. As perguntas devem estar limitadas aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. quando operada por uma única pessoa: CERTO ERRADO 12 – Mostre na edificação a localização da bomba de incêndio: CERTO ERRADO 13 – Explique qual o procedimento para se efetuar a troca de um bico de chuveiro automático: CERTO ERRADO 14 – Qual a seqüência da análise primária de uma vítima? . aos bombeiros profissionais civis que trabalham na edificação. quando a resposta estiver correta e ERRADO. a partir do hidrante.ANEXO D Questionário de avaliação de bombeiro profissional civil O presente questionário deve ser aplicado durante a realização das vistorias. quando o brigadista não souber a resposta.

CERTO ERRADO 15 – Demonstre o emprego do respirador manual (ambu) em uma vítima com parada respiratória: CERTO ERRADO 16 – Descreva dois sintomas de uma vítima com ataque cardíaco: CERTO ERRADO 17 – Demonstre a aplicação de massagem cardíaca e respiração em um adulto com auxílio do respirador manual (ambu): CERTO ERRADO 18 – Como se procede a RCP em uma vítima atendida por dois socorristas? CERTO ERRADO 19 – Como deve ser tratada uma vítima com hemorragia venosa no braço? CERTO ERRADO 20 – Cite dois cuidados que se devem ter com uma vítima de queimadura de 2º grau: CERTO ERRADO 21.Demonstre a colocação da máscara autônoma contra gases: CERTO ERRADO .Qual a primeira providência a ser tomada antes da retirada de uma pessoa retida em um elevador? CERTO ERRADO 28.Como deve ser tratada uma vítima de ataque epiléptico? CERTO ERRADO 22.Para que serve o sistema de pressurização em escada de emergência? CERTO ERRADO 25.cite duas providências que devem ser tomadas em caso de vítima de choque elétrico: CERTO ERRADO 23.O que significa um X junto ao número da ONU numa placa de identificação de produtos perigosos? CERTO ERRADO 24.O que significa um extintor com capacidade 2A e 20B? CERTO ERRADO 26.Onde se localiza o barrilete do sistema de combate a incêndio da edificação? CERTO ERRADO 27.Para que serve a válvula de governo e alarme do sistema de chuveiro automático? CERTO ERRADO 29.

Explique dois processos para se efetuar ventilação em um ambiente tomado por fumaça: CERTO ERRADO Ocupação: _____________________End.:_________________________________________ Nº Vistoria:_______________ Nº Proposta:______________ Nome do avaliado (1) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Nome do avaliado (2) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Data :____/____/_________ ______________________________ Avaliado (1) ______________________________ Avaliado (2) ______________________________ Vistoriador(Avaliador) ______________________________ Testemunha .30.

IT .13 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

5.190-000 Site: www. este deve ser construído ou protegido por material resistente ao fogo por 2 horas. naquilo que não contrariar o disposto nesta Instrução Técnica.1 Outro distanciamento entre pontos poderá ser aceito desde que atenda a NBR 10898. devem ter tensão máxima de alimentação de 30 volts.2 Os componentes da fonte de energia centralizada de alimentação de iluminação de emergência. 5.br Email: dat3@cbmmg. 5. 5.4. com acesso protegido por PCF (P90).1 Na impossibilidade de reduzir a tensão de alimentação das luminárias.Sistema de iluminação de emergência. 5.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições necessárias para o projeto e instalação do sistema de iluminação de emergência em edificações e áreas de risco. NBR 10898 .1 Para os efeitos desta Instrução Técnica.4 Quando a tomada de ar externa for realizada por meio de duto. 5 PROCEDIMENTOS 5. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.gov. pode ser utilizado um Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. quando instaladas a menos de 2.270. NBR 6150 .1 Deve-se garantir acesso controlado e desobstruído desde a área externa da edificação até o grupo motogerador.1 Grupo Moto-Gerador (GMG) 5.Bairro Centro CEP 30. para o seu perfeito funcionamento.130.bombeiros.5 m de altura e as luminárias de balizamento (ou de sinalização).Saída de Emergência em Edificações.Terminologia de Proteção contra incêndio e Pânico.1. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão 4 DEFINIÇÕES . a tubulação e as caixas de passagem devem ser metálicas ou em PVC rígido antichama.mg. bem como seus comandos. 355 .3 No caso de instalação aparente. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. deverá ser garantido que a tomada de ar frio seja realizada sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio. 2. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais 2 APLICAÇÃO 2. 5. Augusto de Lima.Eletroduto de PVC rígido – Especificação.1 Esta Instrução Técnica se aplica às edificações e áreas de risco onde é exigido o sistema de iluminação de emergência. Decreto Estadual nº 44. 5.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 13 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. 5. levando-se em consideração o disposto na NBR 10898/1999. conforme NBR 6150. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.3 Na condição acima descrita.1.Sistema de iluminação de emergência IT 08 .mg. o GMG deve ser instalado em compartimento resistente ao fogo por 2 horas. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E 4. sem risco de incêndio.2 No caso de grupo moto-gerador instalado em local confinado. devem ser instalados em local não acessível ao público.4 A distância máxima entre dois pontos de iluminação de aclaramento deve ser de 15m ponto a ponto.gov.1. 5.2 Adota-se a NBR 10898 .1. 5. ventilado e que não ofereça risco de acidentes aos usuários.5 As luminárias de aclaramento (ou de ambiente).

poderá exigir que os equipamentos utilizados no sistema de iluminação de emergência sejam devidamente certificados por órgão competente. . na vistoria.6 O CBMMG. 30 mA com disjuntor 5.interruptor diferencial de termomagnético de 10 A.

IT .14 SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

gov.270.Detectores automáticos de fumaça para proteção contra incêndio.mg. sendo que no regime de alarme deve ser de no mínimo 15 minutos. 5.1 O Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico de sistemas de detecção e alarme de incêndio deve conter os elementos necessários ao seu completo entendimento. do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Geraise da IT 02 .br Email: dat3@cbmmg.Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. 355 .mg. de 01 de Abril 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.br SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO 1 OBJETIVOS 1. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. onde os procedimentos para elaboração do Projeto Técnico devem atender à IT 01 .2 Adequar o texto da NBR 9441 . Quando a alimentação auxiliar for por gerador. na segurança e proteção de uma edificação.Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. A principal é a rede de tensão alternada e a auxiliar é constituída por baterias ou “no-break”.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 14 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.Bairro Centro CEP 30. conforme Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.Acionador manual para utilização em sistemas de detecção e alarme de incêndio. NBR 9441 . Augusto de Lima. Decreto Estadual nº 44.gov.Procedimentos Administrativos. NBR 11863 .2 Os detalhes para execução gráfica do Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico devem atender aos procedimentos exigidos pelo Corpo de Bombeiros (CBMMG).1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento dos sistemas de detecção e alarme de incêndio.3 Todo sistema deve ter duas fontes de alimentação. conforme IT 03 – Símbolos Gráficos para Projeto de Segurança Contra Incêndio.Quando a fonte de alimentação auxiliar for constituída por bateria de acumuladores ou “no-break”. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 1. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. esta deve ter autonomia mínima de 24 horas em regime de supervisão. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.130. NBR 13848 .190-000 Site: www. 2 APLICAÇÃO Aplica-se a todas as edificações onde se exigem os sistemas de detecção e alarme de incêndio. deverá ter . 5 PROCEDIMENTOS 5.bombeiros. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução são adotadas as definições da NBR 9441. para aplicação na análise e vistoria dos projetos técnicos de proteção contra incêndio submetidos ao Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais (CBMMG). 5.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico. para suprimento das indicações sonoras e/ou visuais ou o tempo necessário para a evacuação da edificação.

do Anexo I do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. dança. 5. exceto para ocupação da divisão F6 da tabela 1. 5. deverá ser previsto pelo menos um acionador manual em cada pavimento.5 da NBR 9441. caso não sejam tomadas às ações necessárias para verificar o pré-alarme da central. junto à central. 5. tipo: casas de show. atendendo o item 5.17 Nas centrais de detecção e/ou alarme é obrigatório conter um painel/esquema ilustrativo indicando a localização com identificação dos acionadores manuais ou detectores dispostos na área da edificação.7 A distância máxima a ser percorrida por uma pessoa.14 Os elementos de proteção contra calor que contenham a fiação do sistema deverão ter resistência mínima de 60 minutos.3. será obrigatória a instalação de avisadores visuais e sonoros. 5. em qualquer ponto da área protegida até o acionador manual mais próximo. 5. etc. 5. uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) preenchida pelo responsável técnico pela instalação do sistema de detecção. danceteria. mas obrigatoriamente deverá ter essa supervisão na central.18 Nos locais de reunião de público.6.8 Preferencialmente. 5. Mesmo com o pré-alarme na central de segurança.15 Os eletrodutos e a fiação devem atender aos itens 5.1 a 5.5 A central de alarme/detecção e o painel repetidor devem ficar em local onde haja constante vigilância humana e de fácil visualização. não deve ser superior a 16 (dezesseis) metros.11 Onde houver sistema de detecção instalado. dispensa-se a presença dos leds nos acionadores. os acionadores manuais devem ser localizados junto aos hidrantes. garantindo que os detectores foram instalados de acordo com o prescrito na NBR 9441. 5. os sistemas de alarme poderão seguir normas internacionais aceitas. 5. onde se tem naturalmente uma situação acústica elevada. caso o acionador manual do piso principal dê cobertura/caminhamento para a área do mezanino. Quando a central for do tipo inteligente. mediante apresentação de cópia da norma adotada (traduzida) e ART (Anotação de Responsabilidade Técnica). sendo que só será aceita essa comunicação. respeitadas as características técnicas da central. quando do pedido de vistoria.19 Deverá ser apresentado ao Corpo de Bombeiros.1 Em locais de grande concentração de pessoas.9 Nas edificações com mais de um pavimento.10 Nas edificações já construídas que não existir norma brasileira específica. 5. será obrigatória a instalação de detectores nos entreforros e entrepisos (pisos falsos) que contenham instalações com materiais combustíveis.6 A central deve acionar o alarme geral da edificação. Nesses tipos de locais.8. . será obrigatória também a instalação de avisadores visuais. quando houver a exigência de sistema de detecção e alarme.3.os mesmos parâmetros de autonomia mínima prevista anteriormente. desde que exista brigada de incêndio na edificação. quando a central do sistema for do tipo convencional. será obrigatória a instalação de acionadores manuais. Caso a edificação não tenha pessoal instruído para tomar as providências necessárias (na sala de segurança ou portaria 24 horas). como pré-alarme. pode-se ainda optar por uma mensagem eletrônica automática de orientação de abandono.8. com tempo de retardo de no máximo 2 minutos. onde o acionador manual é opcional. devido a sua atividade sonora intensa.16 Os acionadores manuais instalados na edificação devem obrigatoriamente conter a indicação de funcionamento (cor verde) e alarme (cor vermelha) indicando o funcionamento e supervisão do sistema. 5. ao invés do alarme geral. 5. discoteca. salões de baile. Esse painel pode ser substituído por um display da central que indique a localização do acionamento.4 As centrais de detecção e alarme deverão ter dispositivo de teste dos indicadores luminosos e dos sinalizadores acústicos. música.7. o alarme geral é obrigatório para toda a edificação. Casos não contemplados por esta instrução e que não contrariem o Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais 5. 5. 5. Os mezaninos estarão dispensados desta exigência. 5. 5. que deve ser audível em toda edificação. poderá haver um pré-alarme (sinal sonoro) apenas na sala de segurança.12 Nos locais onde. a central deve possuir um temporizador para o acionamento posterior do alarme geral. espetáculos. não seja possível ouvir o alarme geral.13 Quando houver exigência de sistema de detecção para uma edificação. para se evitar tumulto.

Simbologia para sinalização de emergência 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C .Exemplos de instalação de sinalização 4 – Definições 5 – Procedimentos gerais 6 – Procedimentos específicos .IT .Formas geométricas e dimensões para a sinalização de emergência B .15 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .

2 Características da sinalização de emergência. Italy 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. NBR 13434 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 1: Princípios de projeto – Parte 2: Símbolos e suas formas.mg. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. 5. dimensões e cores – 2004.270. 355 . exceto residências unifamiliares. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 15 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Spain. Norma BS 5499-1 – Fire safety signs. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.br Email: dat3@cbmmg. Norma ISO 6309 – Fire protection – safety signs.gov.Safety colours and safety signs. alertando para os riscos existentes e garantir que sejam adotadas ações adequadas à situação de risco. Norma ISO 3864 .Bairro Centro CEP 30. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5. que orientem as ações de combate e facilitem a localização dos equipamentos e das rotas de saída para abandono seguro da edificação em caso de incêndio.130.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições exigíveis que devem satisfazer o sistema de sinalização de emergência em edificações e áreas de risco.mg. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco. Specification for fire safety signs. Directive 92/58/EEC (OJ L 245) Minimum requirements for the provision of safety and/or health signs at work Germany. and colours. .2. Norma BS 5378-1 – Safety signs Specifications for colour and design.1 Características básicas NBR 7500 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais. Decreto Estadual nº 44. notices and graphic symbols.bombeiros. Portaria nº 204 do Ministério dos transportes – Instruções complementares ao Regulamento do Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos. 5 PROCEDIMENTOS GERAIS 5.gov. Augusto de Lima.190-000 Site: www.1 Finalidade A sinalização de emergência tem como finalidade reduzir o risco de ocorrência de incêndio.

etc.3. constituído por quatro categorias. ou diretamente na folha da porta. A sinalização complementar tem a finalidade de: 1) Complementar. 5. 5.1. que garanta acesso do público às rotas de saída e aos equipamentos de combate a incêndio e alarme.3. 6 PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS 6. 5.3.2. arestas de paredes e vigas. bem como em função de necessidades básicas para a garantia da segurança contra incêndio na edificação (ver exemplos no Anexo C). no máximo.1 Implantação da sinalização básica Os diversos tipos de sinalização de emergência devem ser implantados em função de características específicas de uso e dos riscos.3.2. 3) demarcar áreas para assegurar corredores de circulação destinados às rotas de saídas e acesso a equipamentos de combate a incêndio e alarme.A sinalização de emergência faz uso de símbolos. etc. 5. 5.80 m medida do piso acabado à base da sinalização. onde for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo. símbolos ou mensagens escritas. de acordo com sua função: 5. nas seguintes situações: a) indicação continuada de rotas de saída. c) as circunstâncias específicas de uma edificação e áreas de risco. a sinalização básica.3. choques elétricos e contaminação por produtos perigosos.80 m medida do piso acabado à base da sinalização. 15 m. em áreas utilizadas para depósito de materiais. centralizada a uma altura de 1. instalações de máquinas ou equipamentos industriais e em locais destinados a estacionamento de veículos.1 Sinalização de proibição A sinalização de proibição própria de segurança contra incêndio e pânico deve ser instalada em local visível e a uma altura de 1.2 Características específicas a) as formas geométricas e as dimensões das sinalizações de emergência são as constantes do Anexo A. as tubulações e acessórios utilizados para sistemas de hidrantes e chuveiros automáticos quando aparentes. no máximo.1 Rotas de saída Visa indicar o trajeto completo das rotas de fuga até uma saída de emergência (indicação continuada). 5.3. próxima ao risco isolado ou distribuída ao longo da área de risco generalizadas.2 Sinalização complementar A sinalização complementar é o conjunto de sinalização composto por faixas de cor ou mensagens complementares à sinalização básica. mensagens e cores. de modo que pelo menos uma delas possa ser claramente visível de qualquer posição dentro da área. no máximo a 0. esta também deve ser .3. 6. 4) identificar sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio.4 Demarcações de áreas Visa definir um layout no piso.2 Obstáculos Visa indicar a existência de obstáculos nas rotas de fuga. saídas. Adicionalmente. através de pintura diferenciada.1.1.2 Sinalização de alerta A sinalização de alerta própria de segurança contra incêndio e pânico deve ser instalada em local visível e a uma altura de 1. distanciadas entre si em. desníveis de piso. distanciadas em no máximo 15 m entre si. distribuída em mais de um ponto dentro da área de risco. definidos nesta Instrução Técnica.5 Identificação de sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio Visa identificar.3 Tipos de sinalização A sinalização de emergência divide-se em sinalização básica e sinalização complementar. 5.1 Sinalização básica A sinalização básica é o conjunto mínimo de sinalização que uma edificação deve apresentar. 6. explosão.1 Proibição Visa proibir e coibir ações capazes de conduzir ao início do incêndio ou ao seu agravamento.3 Orientação e Salvamento Visa indicar as rotas de saída e as ações necessárias para o seu acesso e uso.1.2.4 Equipamentos Visa indicar a localização e os tipos de equipamentos de combate a incêndios e alarme disponíveis no local.3.80 m medida do piso acabado à base da sinalização.1. b) a sinalização de orientação das rotas de saída deve ser localizada de modo que à distância de percurso de qualquer ponto da rota de saída até a sinalização seja de. d) a lotação admitida em recintos destinados à reunião de público.2 Alerta Visa alertar para áreas e materiais com potencial de risco de incêndio. a saber: a) a sinalização de portas de saída de emergência deve ser localizada imediatamente acima das portas.2. porém. c) mensagens escritas que acompanham a sinalização básica. 15 m. b) as medidas de proteção contra incêndio existentes na edificação ou áreas de risco.2. e ser instalada segundo sua função.3 Sinalização de orientação e salvamento A sinalização de saída de emergência própria de segurança contra incêndio e pânico deve assinalar todas as mudanças de direção. através de mensagens escritas.3 Mensagens escritas Visa informar o público sobre: a) uma sinalização básica. 6.1.1. 5. b) indicação de obstáculos e riscos de utilização das rotas de saída.3. através de um conjunto de faixas de cor. 2) informar circunstâncias específicas em uma edificação ou áreas de risco. fechamento de vãos com vidros ou outros materiais translúcidos e transparentes. escadas.2. 5. b) as simbologias das sinalizações de emergência são as constantes do Anexo B.3. das quais esta última não é dependente. quando for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo.3. conforme segue: 5.10 m da verga. 5. 5. que devem ser alocados convenientemente no interior da edificação e áreas de risco. tais como: pilares.

a) o espaçamento entre cada uma delas deve ser de até 3. 6. além da identificação do pavimento de descarga no interior da caixa de escada de emergência.0m. c) a sinalização de identificação dos pavimentos no interior da caixa de escada de emergência deve estar a uma altura de 1.4 Sinalização de equipamentos de combate a incêndio A sinalização apropriada de equipamentos de combate a incêndios deve estar a uma altura de 1. podendo ser aplicada. c) o número do telefone de emergência para acionamento de socorro público – Corpo de Bombeiros (193) .10m em cada face. a sinalização deve estar a uma altura constante entre 0. a uma altura de 0. atendendo os seguintes critérios: (ver exemplos no Anexo C).2. madeira.2. d) quando aplicada nas paredes. prejudicando a sua utilização. área de fabricação. em todas as faces.2 Implantação da sinalização complementar 6. instalados em garagem. e devem ser escritas na língua portuguesa.2. d) elementos translúcidos e transparentes. . devem ser aplicadas tarjas. com largura mínima de 50mm. 6. de tal forma a ser visualizada em ambos os sentidos da escada (subida e descida). A sinalização deve incluir o símbolo do equipamento em questão e uma seta indicativa. etc. devem ser aplicadas. deve-se incluir uma sinalização de saída de emergência com seta indicativa da direção do fluxo através dos símbolos (Anexo B – código S3 ou S4 na parede frontal aos lances de escadas e S5 acima da porta de saída.00 m e 1.2. c) outras saliências resultantes de elementos construtivos ou equipamentos que reduzam a largura das rotas de saída. desde que não assentadas sobre muretas com altura mínima de 1. na altura constante compreendida entre 1. deve ser aplicada à sinalização a cada mudança de direção.4 As mensagens que indicam circunstâncias específicas de uma edificação e área de risco devem ser utilizadas em placas a serem instaladas nas seguintes situações: 1) no acesso principal da edificação. b) quando a visualização direta do equipamento ou sua sinalização não for possível no plano horizontal.80 m. Caso exista a necessidade de utilização de outros idiomas. com comprimento mínimo de 1. indicando a direção do fluxo. depósito e locais utilizados para movimentação de mercadorias e de grande varejo. de forma a evidenciar o piso de descarga). horizontalmente. tais como vidros. com largura mínima de 0.instalada. sem no entanto. em cor contrastante com o ambiente.2 A sinalização complementar de indicação de obstáculos ou de riscos nas circulações das rotas de saída deve ser implantada toda vez que houver uma das seguintes condições: a) desnível de piso. substituir a mensagem na língua portuguesa. e imediatamente acima do equipamento sinalizado. sobre o patamar de acesso de cada pavimento.50 m do piso acabado à base da sinalização.80 m do piso acabado. à sinalização deve estar centralizada em relação à largura da rota de saída. medidas a partir das extremidades internamente consideradas. devem ser aplicadas. verticalmente.50 m do piso acabado. o número de telefone da Polícia Militar (190). b) a característica estrutural da edificação (metálica. 2) nas situações previstas na alínea d do item anterior. de forma que na direção de saída de qualquer ponto seja possível visualizar o ponto seguinte. c) quando o equipamento encontrar-se instalado em pilar. respeitado o limite máximo de 30 m. 6. b) nas situações previstas na alínea c do item anterior. concreto armado.40 m do piso acabado.0 m na linha horizontal. aplicada horizontalmente em toda sua extensão. e) em escadas contínuas. 6. a sua localização deve ser indicada a partir do ponto de boa visibilidade mais próxima. devem ser sinalizadas todas as faces do pilar que estiverem voltadas para os corredores de circulação de pessoas ou veículos. na falta de Posto de Bombeiros no Município.80 m medido do piso acabado à base da sinalização. essas podem ser adicionadas.25 m e 0.2. quando utilizada. alternadamente. obstáculos que dificultem ou impeçam a visualização direta da sinalização básica no plano vertical. d) a mensagem escrita “SAIDA” deve estar sempre grafada no idioma português. deve ser aplicada sobre o piso acabado ou sobre as paredes de corredores e escadas destinadas a saídas de emergência. utilizados em esquadrias destinadas a portas e painéis (com função de divisórias ou de fachadas. 6.2.1 Quando houver necessidade de mensagens em um ou mais idiomas. deve ser implantada também a sinalização de piso. 6.1 A sinalização complementar de indicação continuada das rotas de saída é facultativa e. informando o público sobre: a) os sistemas de proteção contra incêndio (ativos e passivos) instalados na edificação. à parede direita e esquerda da rota de saída.ou. devem ser aplicados textos adicionais. a mesma sinalização deve ser repetida a uma altura suficiente para a sua visualização.2.00 m de altura). 6.3 As mensagens escritas específicas que acompanham a sinalização básica devem se situar imediatamente adjacente à sinalização complementar. conforme Anexo B: a) nas situações previstas nas alíneas a e c do item anterior. c) quando aplicada sobre o piso. Ainda: a) quando houver. instalada junto à parede. protendida. f) a abertura das portas em escadas não deve obstruir a visualização de qualquer sinalização.5 m do equipamento. medida do piso acabado à base da sinalização.1 A sinalização complementar de indicação de obstáculos e riscos na circulação de rotas de saída deve ser instalada de acordo com os seguintes critérios: 1) faixa zebrada. por toda a extensão dos obstáculos.1. sendo que o conjunto não deve distar mais que 7.). d) quando se tratar de hidrante e extintor de incêndio. na área de risco. A sinalização deve ser instalada de modo que a sua base esteja a 1. b) rebaixo de teto.3. b) independente do critério anterior.

5 Quando houver dois ou mais registros de recalque na edificação. instalados na edificação. indicando o nome comercial e científico do produto.05 m e 0. 6. d) as expressões escritas utilizadas nas sinalizações de emergência devem seguir as regras. d) os gases combustíveis armazenados em recipientes transportáveis. e) outros produtos perigosos armazenados. formando um retângulo ou quadrado. 3) no acesso principal da área de risco. 6.6. paralelas entre si e com o espaçamento variando entre uma e duas vezes a largura da faixa adotada. h) os equipamentos de origem estrangeira.1 Além das sinalizações previstas nesta Instrução Técnica.4 A tampa de abrigo do registro de recalque deve ser pintada na cor vermelha.2. sem prejuízo do sistema de iluminação de emergência. bem como a capacidade máxima individual dos tanques. identificado com o dístico “incêndio” – fundo vermelho com inscrição na cor branca ou amarela.6.2. para indicar as vagas de estacionamento de veículos em garagens ou locais de carga e descarga. regularizados em projeto aprovado no CBMMG. informando o público sobre: a) os sistemas de proteção contra incêndio (ativos e passivos) instalados na área de risco. 6. 6. em substituição à sinalização apropriada de saída com o efeito fotoluminescente. 3) na cor branca. ser adotada outro idioma. 6. válvulas de governo e alarme) devem receber pintura na cor vermelha. indicando a quantidade total de tanques. fechada com material transparente (vidro.20 m. regularizada em projeto aprovado no CBMMG.6. etc. 6. etc. f) as sinalizações complementares de indicação continuada das rotas de saída e de indicação de obstáculos devem possuir efeito fotoluminescente. indicando a lotação máxima admitida.04 m2.6 As sinalizações complementares destinadas à identificação de sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio devem ser implantadas da seguinte forma: 6. cujas atividades se desenvolvem sem aclaramento natural ou artificial suficientes para permitir o acúmulo de energia no elemento fotoluminescente das sinalizações de saídas. as áreas de armazenamento de produtos perigosos devem ser sinalizadas de acordo com a NBR 7500. tratando-se de sistemas diferenciados de proteção contra incêndio (sistema de hidrantes e sistema de chuveiros automáticos). 6. sem bordas laterais. com comprimento mínimo de 1. e) as sinalizações básicas de emergência destinadas à orientação e salvamento. podendo.2. a fim de identificar o corredor de acesso para pedestres localizado junto a: a) vagas de estacionamento de veículos. dispostas perpendicularmente ao sentido de fluxo de pedestres (faixa de pedestres). regularizados em projeto aprovado no CBMMG.1 Para o sistema de proteção por hidrantes e chuveiros automáticos as tubulações aparentes. permitindo-se condições de fácil visualização. c) a sinalização de emergência deve ser instalada perpendicularmente aos corredores de circulação de pessoas e veículos.6. em quilogramas. nos acessos às saídas de emergência. máquinas e equipamentos industriais. complementarmente e. acrílico. nas seguintes situações: 1) na cor branca ou amarela. b) a sinalização de emergência não deve ser neutralizada pelas cores de paredes e acabamentos.2. indicando a quantidade total de recipientes transportáveis ou tanques. 6. a quantidade e os perigos que oferecem às pessoas e meio-ambiente. em todo o perímetro das áreas destinadas a depósito de mercadorias. deve haver indicação específica no interior dos respectivos abrigos: inscrição “H” para hidrantes e “CA” ou “SPK” para chuveiros automáticos.2.2) no acesso principal dos recintos destinados a reunião de público. a fim de indicar uma separação entre os locais desses materiais e os corredores de circulação de pessoas e veículos. indicando o tipo..20m. c) os gases combustíveis armazenados em tanques fixos. devem possuir luminária de balizamento com a indicação de saída (mensagem escrita e/ou símbolo correspondente). não embutidas na alvenaria (parede e piso).4 Projeto de sinalização de emergência Para fins de apresentação junto ao Corpo de Bombeiros. registros de paragem. devem ter pintura na cor vermelha.3 Requisitos São requisitos básicos para que a sinalização de emergência possa ser visualizada e compreendida no interior da edificação ou área de risco: a) a sinalização de emergência deve destacar-se em relação à comunicação visual adotada para outros fins. bem como a capacidade máxima individual de cada tipo. b) os produtos líquidos combustíveis armazenados. b) podem possuir abertura no centro com área mínima de 0. 2) na cor branca ou amarela. 4) próximo aos produtos armazenados. devem possuir as orientações necessárias à sua operação na língua portuguesa. deve ser indicada uma nota no projeto técnico de segurança contra incêndio e pânico referente ao . regularizados em projeto aprovado no CBMMG.2 As portas dos abrigos dos hidrantes: a) devem ser pintadas na cor vermelha devidamente identificadas com o dístico “incêndio” – fundo vermelho com inscrição na cor branca ou amarela. alarme de incêndio e equipamentos de combate a incêndio devem possuir efeito fotoluminescente. em litros ou metros cúbicos e em quilogramas. separados por categoria.6.2. indicando a quantidade total de recipientes de acordo com a capacidade máxima individual de cada tipo. dificultando a sua visualização.2.2. em litros ou metros cúbicos. g) os recintos destinados à reunião de público. através de faixas contínuas com largura entre 0. termos e vocábulos da língua portuguesa. e b) depósitos de mercadorias 6.3 Os acessórios hidráulicos (válvulas de retenção.5 As sinalizações complementares destinadas à demarcação de áreas devem ser implantadas no piso acabado. nunca exclusivamente. utilizados na segurança contra incêndio.).4.

conforme abaixo: Nota: O sistema de sinalização de emergência atenderá ao contido na Instrução Técnica nº 15 do CBMMG. 6. 6.1 Nos detalhes de sistemas a serem apresentados em projeto técnico. b) possuir espessura suficiente para que não sejam transferidas para a superfície da placa possíveis irregularidades das superfícies onde forem aplicadas. devendo atender as propriedades calorimétricas.5.1 As demais sinalizações aplicadas em pisos acabados podem ser executadas em tinta que resista a desgaste.4. altura e/ou largura) da placa (em milímetros).1 Os materiais que constituem a pintura das placas e películas devem ser atóxicos e não-radioativos.3 O projeto executivo de sinalização de emergência. onde: a) na parte superior do círculo deve constar o código do símbolo. de resistência à luz e resistência mecânica. quando suas propriedades físicas e químicas deixarem de produzir o efeito visual para as quais foram confeccionadas. 6. b) chapas metálicas. 6. de forma a adequar tecnicamente a edificação aos parâmetros desta IT. deve ser constituído de memoriais descritivos do sistema de sinalização e de plantas-baixa da edificação onde constem os tipos e dimensões das sinalizações apropriadas à edificação. 6.5. conforme Tabela 1 do Anexo A. d) Sinalização complementar de indicação de obstáculos e de riscos na circulação de rotas de saída. 6.5. c) Sinalização complementar de indicação continuada de rotas de saída. b) equipamentos de combate a incêndio e alarme de incêndio.4.5 As placas utilizadas na sinalização podem ser do tipo plana ou angular. entretanto tal projeto não necessita ser encaminhado para análise do Corpo de Bombeiros.atendimento das exigências contidas nesta IT. indicadas através de um círculo dividido ao meio na posição a serem instaladas.5. decorrente de tráfego de pessoas.5. 6.4.4.3 O material fotoluminescente deve atender a norma DIN 67510 ou outra norma internacionalmente aceita. devem constar a altura mínima de letras (conforme Tabela 2 do Anexo A) para cada placa indicando-se através de linha fina de chamada.2 Deve ainda constar do projeto uma legenda contendo todos os símbolos adotados em conformidade com o Anexo B desta IT.5 Material Os seguintes materiais podem ser utilizados para a confecção das sinalizações de emergência: a) placas em materiais plásticos.2. 6.3. bem como o quadro de quantidades de placas de sinalização discriminados por tipo e dimensões.4. 6. b) na parte inferior do círculo devem constar as dimensões (diâmetro.5.5.6 Manutenção A sinalização de emergência utilizada na edificação e áreas de risco deve ser objeto de inspeção periódica para efeito de manutenção. 6.3.2 Devem utilizar elemento fotoluminescente para as cores branca e amarela dos símbolos. c) outros materiais semelhantes. 6. faixas e outros elementos empregados para indicar: a) sinalizações de orientação e salvamento. até a edição de norma nacional. quando elaborado. __________________________________________ . por um período de tempo considerável. conforme indicado na Tabela 4 do Anexo A.4 A sinalização de emergência complementar de rotas de saída aplicadas nos pisos acabados devem atender os mesmos padrões exigidos para os materiais empregados na sinalização aérea do mesmo tipo. a simbologia indicativa da sinalização deve ser a prevista por esta IT.2 É recomendada a elaboração de projeto executivo do sistema de sinalização de emergência. 6. conforme Anexo B.4. 6.1 Os materiais utilizados para a confecção das sinalizações de emergência devem atender às seguintes características: a) possuir resistência mecânica. quando angular. devem seguir as especificações conforme demonstrado na figura abaixo: Figura 1 – Instalação de placa angular 6.1 Quando as sinalizações utilizarem-se de mensagens escritas. veículos e utilização de produtos e materiais utilizados para limpeza de pisos. desde a simples limpeza até a substituição por outra nova.

Dimensões básicas da sinalização A > L2 2000 onde: A = área da placa. sendo que deve ser observada a distância mínima de 4 m. 3. A Tabela 1 apresenta valores referenciais para algumas distâncias pré-definidas. em m2. c) Quadrada e retangular .ANEXO A FORMAS GEOMÉTRICAS E DIMENSÕES PARA A SIMALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA Tabela 1 – Formas geométricas e dimensões das placas de sinalização Cota (mm) Distância máxima de visibilidade (m) 4 6 8 10 12 14 16 18 20 24 28 30 Sinal Forma geométrica Proibição D 101 151 202 252 303 353 404 454 505 606 706 757 Alerta L 136 204 272 340 408 476 544 612 680 816 951 1019 L Orientação. L = Distância do observador à placa. 2. Esta relação é válida para L < 50 m. identificação de equipamentos utilizados no combate a incêndio. socorro. alarme e mensagens escritas (ver forma geométrica da Tabela 1). conforme Tabela 1.utilizada para implantar símbolos de alerta (ver forma geométrica da Tabela 1).utilizadas para implantar símbolos de orientação. .0H) 89 134 179 224 268 313 358 402 447 537 626 671 63 95 126 158 190 221 253 285 316 379 443 474 NOTAS: 1. emergência. Formas da sinalização: a) Circular . salvamento e equipamentos H (L=2.utilizada para implantar símbolos de proibição e ação de comando (ver forma geométrica da Tabela 1). em metros. b) Triangular .

em m L = distância do observador à placa. Todas as palavras e sentenças devem apresentar letras em caixa alta. fonte Universo 65 ou Helvetica Bold. d) cor do símbolo: preta. Sinalização de equipamentos: a) forma: quadrada ou retangular. No caso de emprego de letras. Tabela 2 – Altura mínima das letras em placas de sinalização em função da distância de leitura Altura mínima (mm) 30 50 65 75 85 100 135 150 200 210 225 250 Notas: 1. c) barra diametral e faixa circular (cor de segurança): vermelha. Sinalização de alerta: a) forma: triangular. Distância de leitura com maior impacto (m) 4 6 8 9 10 12 16 18 24 25 27 30 Altura mínima (mm) 300 350 400 500 600 700 750 800 900 1000 1500 1500 Distância de leitura com maior impacto (m) 36 42 48 60 72 84 90 96 108 120 180 180 . b) cor do fundo (cor de segurança): verde. e) margem (opcional): branca. elas devem ser grafadas obedecendo à relação: h> L 125 onde: h = altura da letra. 5. b) cor do fundo (cor de contraste): amarela. b) cor de contraste: branca. em metros. d) margem (opcional): fotoluminescente. 6. 7. Sinalização de proibição: a) forma: circular. Sinalização de orientação e salvamento: a) forma: quadrada ou retangular. d) margem (opcional): fotoluminescente.4. b) cor de fundo (cor de segurança): vermelha. c) moldura: preta. e) margem (opcional): amarelo. 2. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. A Tabela 2 apresenta valores de altura de letra para distâncias pré-definidas. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. d) cor do símbolo (cor de segurança): preta.

no mínimo. conforme especificado na tabela 3. Aplicação das cores de segurança: a) Vermelha . 2. Cores de contraste . de 35%.a cor de segurança deve cobrir. Cores de segurança . para a sinalização de orientação e salvamento e de equipamentos.utilizada para símbolos de orientação e salvamento. para sinalização de proibição e alerta. Notas: 1.5G ¾ 350C Preto N 1.as cores de contraste são a branca ou amarela. As cores Pantone® foram convertidas do sistema Munsell Book of Colors®.5/ - 5R 4/14 485C C0 M100 Y91 K0 C0 M9 Y94 K0 C79 M0 Y87 K76 C0 M0 Y0 K100 R255 G0 B23 R255 G255 B0 R0 G61 B0 R0 G0 B0 O padrão de cores básico é o Munsell Book of Colors®.0/ 419C Branco N 9. emergência.Tabela 3 – Cores de segurança e contraste Denominação das Cores: Vermelho Munsell Book of Colors® 1 Pantone® 2 CMYK 3 RGB 1) 2) Referência Amarelo 5Y 8/12 108C Verde 2. b) Verde .utilizadas para símbolos de alerta e sinais de perigo. Cores de sinalização . As cores de contraste devem ser fotoluminescentes.as cores de segurança e cores de contraste são apresentadas na tabela 3. Tabela 4 – Símbolos para identificação de placas em planta baixa de projeto executivo: Sinalização retangular Sinalização quadrada Sinalização triangular Sinalização circular . 5. respectivamente. no mínimo. 4.utilizada para símbolos de proibição. de modo a fazer com que esta se sobressaia. 3) Os valores das tabelas CMYK e RGB para impressão gráfica foram convertidos do sistema Pantone®. 3. onde este valor deve ser. 50% da área do símbolo. identificação de equipamentos de combate a incêndio e alarme. A essa cor é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança. exceto no símbolo de proibição. c) Preta . Essas cores têm a finalidade de contrastar com a cor de segurança.

em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P2 Proibido produzir chama Pictograma: fósforo com chama. equipamentos de Faixa circular e barra combate a incêndio.ANEXO B SIMBOLOGIA PARA A SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA I . Símbolo: circular Nos locais de acesso aos elevadores comuns e monta-cargas. rotas de fuga. 1.Símbolos da sinalização básica Os símbolos adotados por esta norma para sinalização de emergência são apresentados a seguir. A especificação de cada cor designada abaixo é apresentada na tabela 3 do anexo A. em cor preta emergência. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P4 Proibido utilizar elevador em caso de incêndio Pictograma: elevador e chama. Toda situação onde o uso de água for impróprio para extinguir o fogo.). Sinalização de Proibição Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: circular Fundo: branca P1 Proibido fumar Pictograma: cigarro. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Em locais sujeitos a depósito de mercadorias onde a obstrução pode Fundo: branca apresentar perigo de Pictograma: símbolo de acesso às saídas de pallet. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P3 Proibido utilizar água para apagar o fogo Pictograma: balde de água sobre o fogo. acompanhados de exemplos de aplicação. diametral: vermelha etc. Todo o local onde a utilização de chama pode aumentar o risco de incêndio Todo local onde fumar pode aumentar o risco de incêndio Aplicação P5 Proibido obstruir este local .

em cor preta Faixa triangular: preta Aplicação Toda vez que não houver símbolo específico de alerta. risco de incêndio Pictograma: chama. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais corrosivos. risco de explosão Pictograma: explosão. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a instalações elétricas que oferecem risco de choque. Símbolo: triangular Fundo: amarela A2 Cuidado. .2. Símbolo: triangular Fundo: amarela A3 Cuidado. deve sempre estar acompanhado de mensagem escrita específica. risco de corrosão Pictograma: Mão corroída. Símbolo: triangular Fundo: amarela A4 Cuidado. risco de choque elétrico Pictograma: raio. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais ou gases que oferecem risco de explosão. Símbolo: triangular Fundo: amarela A5 Cuidado. Sinalização de Alerta Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: triangular Fundo: amarela A1 Alerta geral Pictograma: ponto de exclamação. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais altamente inflamáveis.

risco de radiação Pictograma: símbolo radioativo. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais radioativos. risco de exposição a produtos tóxicos Fundo: amarela Pictograma: produto tóxico. . Símbolo: triangular A7 Cuidado. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de produtos tóxicos.Símbolo: triangular Fundo: amarela A6 Cuidado.

Indicação do sentido (esquerda ou direita) de uma saída de emergência Dimensões mínimas: L = 2. para indicar o seu acesso Símbolo: retangular Saída de emergência S4 Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente a) indicação do sentido do acesso a uma saída que não esteja aparente b) indicação do sentido do uma saída por rampas c) indicação do sentido da saída na direção vertical (subindo ou descendo) S6 NOTA. especialmente para ser fixado em colunas Dimensões mínimas: L = 1.0 H Indicação de uma saída de emergência a ser afixada acima da porta.3.5 H. Sinalização de Orientação e Salvamento Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação Indicação do sentido (esquerda ou direita) de uma saída de emergência.A seta indicativa deve ser posicionada de acordo com o sentido a ser sinalizado S1 S2 S3 S5 S7 .

utilizada como complementação Mensagem “SAÍDA”: do pictograma fotoluminescente. ou ambos) S13 Saída de emergência S14 S15 Saída de emergência S16 Indicação da saída de emergência. com ou sem complementação do pictograma fotoluminescente (seta ou imagem. com fotoluminescentes (seta altura de letra sempre > ou imagem. com altura de letra sempre > 50 mm Indicação da saída de emergência. descendo ou subindo O desenho indicativo deve ser posicionado de acordo com o sentido a ser sinalizado S10 S11 S12 Símbolo: retangular Fundo: verde Mensagem “SAÍDA” ou Mensagem “SAÍDA” e/ou pictograma e/ou seta direcional: fotoluminescente.Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação S8 S9 Símbolo: retangular Fundo: verde Escada de emergência Pictograma: fotoluminescente Indicação do sentido de fuga no interior das escadas Indica direita ou esquerda. ou ambos) 50 mm Fundo: verde Símbolo: retangular .

Pode ser complementada pela mensagem “aperte e empurre”. quando for o caso S20 Símbolo: Quadrada Acesso a um dispositivo para abertura de uma porta de saída Orienta uma providência para obter Pictograma: mão com acesso a uma chave ou uma ferramenta um modo de abertura da quebrando um painel de saída de emergência vidro. no interior da escada (patamar) S17 S18 S19 Instrução de abertura da porta corta-fogo por barra antipânico Símbolo: quadrado ou retangular Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente.Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: retangular ou quadrada Fundo: verde Aplicação Exemplos Mensagem indicando número do pavimento. Indicação da forma de acionamento da barra antipânico instalada sobre a porta cortafogo. Fundo: verde S21 . fotoluminescente. Indicação do pavimento. Número do pavimento Pode se formar pela associação de duas placas. que significa 1º Subsolo. Por exemplo: 1 o + SS = 1 o SS.

Sinalização de Equipamentos de Combate a Incêndio e Alarme Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação E1 Alarme sonoro Indicação do local de instalação do alarme de incêndio E2 Ponto de acionamento de alarme de incêndio ou bomba de incêndio Comando manual de alarme ou bomba de incêndio Símbolo: quadrada Deve vir sempre acompanhado de uma mensagem escrita.4. designando o equipamento acionado por aquele ponto E3 Fundo: vermelha Pictograma: fotoluminescente E4 Telefone ou interfone de emergência Indicação da posição do interfone para comunicação de situações de emergência a uma central E5 Extintor de incêndio Indicação de localização dos extintores de incêndio .

alarme de incêndio e extintores).Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação Indicação de localização dos extintores de incêndio com informações complementares ( exemplo de numeração para controle) E6 Extintor de incêndio E7 Mangotinho Indicação de localização do mangotinho E8 Abrigo de mangueira e hidrante Indicação do abrigo da mangueira de incêndio sem hidrante E9 Hidrante de incêndio Indicação da localização do hidrante com ou sem mangueiras Símbolo: Quadrado E10 Coleção de equipamentos de combate a incêndio Fundo: vermelho Pictograma: semicírculo fotoluminescente Indica a localização de um conjunto de equipamentos de combate a incêndio (hidrante. Símbolo: Quadrado E11 Válvula de controle do sistema de chuveiros automáticos Fundo: vermelho Pictograma: chuveiro automático fotoluminescente Indicação da localização da válvula de controle do sistema de chuveiros automáticos . para evitar a proliferação de sinalizações correlatas.

E15 Seta diagonal à esquerda.00 m x 1.Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: quadrada (1.00 m) Aplicação E12 Sinalização de solo para equipamentos de combate a incêndio (hidrantes e extintores) Fundo: vermelha (0.70 m x 0. . Sinalizações básicas As formas geométricas e as cores de segurança e de contraste devem ser utilizadas somente nas combinações descritas a seguir.70 m) Pictograma: borda amarela (largura = 0. Deve sempre ser acompanhado do símbolo do(s) equipamento(s) que estiver(em) oculto(s). indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme E16 Seta diagonal à direita. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme NOTAS: 1. observando-se os requisitos da tabela 1 do anexo A para proporcionalidades paramétricas e tabela 3 do anexo A para as cores. a fim de obter quatro tipos básicos de sinalização de segurança. para evitar a sua obstrução E13 Seta à esquerda. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme E14 Seta à direita. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme Símbolo: quadrada Fundo: vermelha Pictograma: seta indicativa fotoluminescente Indicação da localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme.15m) Usado para indicar a localização dos equipamentos de combate a incêndio e alarme.

a sinalização de orientação deve obedecer a: a) forma: quadrada ou retangular.1. f) proporcionalidades paramétricas. d) margem (opcional): fotoluminescente.a sinalização de proibição deve obedecer a: a) forma: circular. b) cor do fundo (cor de segurança): verde. 1. c) barra diametral e faixa circular (cor de segurança): vermelha. 1. e) proporcionalidades paramétricas.2 Sinalização de alerta . d) cor do símbolo: preta. d) margem (opcional): fotoluminescente. b) cor de fundo (cor de segurança): vermelha.3 Sinalização de orientação e salvamento . e) margem (opcional): branca. b) cor do fundo (cor de contraste): amarela. d) cor do símbolo (cor de segurança): preta. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente.4 Sinalização de equipamentos .a sinalização de alerta deve obedecer a: a) forma: triangular.a sinalização de equipamentos de combate a incêndio deve obedecer: a) forma: quadrada ou retangular. b) cor de contraste: branca. 1. . e) margem (opcional): branca.1 Sinalização de proibição . e) proporcionalidades paramétricas. c) moldura: preta. f) proporcionalidades paramétricas. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente.

Pictograma: mensagem escrita “porta cortafogo mantenha fechada”. Fundo: verde Pictograma: mensagem escrita “aperte e empurre”. o tipo de estrutura e os telefones de emergência. Símbolo: retangular Na entrada principal da edificação. M5 Indicação da saída de emergência e a rota de fuga específica. Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: quadrado ou retangular Fundo: cor contrastante com a mensagem Aplicação Ver figura 1 M1 Indicação dos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. fotoluminescente Símbolo: retangular Fundo: verde Nas portas de saídas de emergência com dispositivo anti-pânico. 1.II . Símbolo: retangular Nas portas corta-fogo instaladas nas saídas de emergência. fotoluminescente. dimensões e cores da sinalização complementar é estabelecida neste capítulo. Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente com mensagemadjacente escrita “rota de fuga” Indicaçãoda rota de fuga específica para organizar o fluxo de pessoas. Símbolo: retangular Nas entradas principais dos recintos de reunião de público. M3 Aperte e empurre o dispositivo de abertura da porta. . Fundo: verde Pictograma: mensagem escrita “Lotação Máxima admitida: xx pessoas sentadas xy pessoas em pé”. conforme plano de abandono. M4 Manter a porta cortafogo da saída de emergência fechada. Mensagens Escritas A complementação da sinalização básica por sinalização complementar composta por mensagem escrita deve atender aos requisitos de dimensionamento apresentados nas Tabelas 1 e 2 do Anexo A. M2 Indicação da lotação máxima admitida no recinto de reunião de público.Sinalização Complementar A padronização de formas. Pictograma: mensagem escrita referente aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação.

Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente com mensagemadjacente escrita “rota de fuga” Indicaçãoda rota de fuga específica para organizar o fluxo de pessoas. de acordo com os critérios especificados no texto desta norma. próximo ao piso. M6 Figura 1 – modelo de sinalização tipo M1 2.Símbolo: retangular Indicação da saída de emergência e a rota de fuga específica. . e/ou nos pisos de rotas de saída. fotoluminescente. com as seguintes especificações abaixo: Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: retangular Fundo: verde Aplicação C1 Ver figura 2 Direção da rota de saída Pictograma: seta indicativa prolongada. Nas paredes. conforme plano de abandono. instaladas no sentido das saídas. Indicação continuada de rotas de fuga A indicação continuada de rotas de fuga deve ser realizada por meio de setas indicativas.

C2 C3 Símbolo: quadrado C4 Direção da rota de saída Fundo: verde Pictograma: seta. com largura mínima de 100mm. Indicação de obstáculos Obstáculos nas rotas de saídas devem ser sinalizados por meio de uma faixa zebrada. fotoluminescente. As listas amarelas e pretas ou brancas fotoluminescentes e vermelhas devem ser inclinadas a 45 o e com largura mínima de 50 mm cada. Complementa uma sinalização básica de orientação e salvamento C5 C6 C7 Figura 2 – Detalhe da sinalização tipo C-1 3. conforme símbolos abaixo. .

porém 45 0 não possui sistema de iluminação de emergência. vigas.Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação O1 Obstáculo Nas paredes. muretas Símbolo: retangular ou e outros elementos que podem constituir um quadrado obstáculo à circulação de pessoas e veículos. Nas paredes. cancelas. Fundo: amarelo Utilizada quando o Pictograma: listas ambiente interno ou pretas inclinadas a 45 0 externo possui sistema de iluminação de emergência. muretas Símbolo: retangular ou e outros elementos que podem constituir um quadrado obstáculo à circulação de pessoas e veículos. pilares. pilares. Fundo: branco Utilizada quando o fotoluminescente ambiente possui Pictograma: listas iluminação artificial em vermelhas inclinadas a situação normal. cancelas. vigas. O2 Obstáculo .

Sinalização de porta corta-fogo (vista do .ANEXO C EXEMPLOS DE INSTALAÇÃO DE SINALIZAÇÃO Figura 1 .Sinalização de porta corta-fogo (vista da escada) hall) Figura 2 .

Sinalização de porta corta-fogo do terreno (vista da escada) Figura 4 .Figura 3 .Sinalização de elevadores Figura 5 – Sinalização de portas com barras antipânico (modelos 1 e 2) .

Sinalização de extintores Figura 7 .Figura 6 .Sinalização de hidrante .

Exemplo de rodapé. .Sinalização complementar.Figura 8 .

sinalização complementar de saídas e obstáculos. sinalização complementar de saída e obstáculos. Figura 10 – Sinalização de saída sobre porta corta-fogo. .Figura 9 – Sinalização de saída sobre verga de portas.

Figura 11 – Sinalização de saída sobre paredes e vergas de portas Figura 12 – Sinalização de saída sobre porta corta-fogo .

Figura 13 – Sinalização de saída perpendicular ao sentido da fuga. Figura 14 – Sinalização de saída no sentido da fuga. . em dupla face. em dupla face.

Figura 15 – Sinalização de saída em rampa ________________________________________ .

IT .Procedimentos 7 – Certificação e validade/garantia .16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Generalidades gerais 6.

NBR 11716 .br SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio em edificações e/ou áreas de risco por meio de extintores de incêndio (portáteis ou sobre rodas). NBR 12992 . do ponto de fixação do extintor a qualquer ponto da área protegida pelo extintor.6 Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas edificações e área de risco. constituídos de recipiente e acessórios contendo o .3 Carga: Quantidade de agente extintor contido no extintor de incêndio. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 4. NBR 11762 .1 Área protegida: Área em metros quadrados de piso.11.Extintores de Incêndio classe C – ensaio de condutividade elétrica.Extintores de incêndio classe B – ensaio de fogo em líquido inflamável.2 Agente extintor: Substância utilizada para a extinção do fogo. medida em litro ou quilograma.Extintores de Incêndio classe A – ensaio de fogo em engradado de madeira NBR 9444 .Inspeção.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 16 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico no Estado de Minas Gerais. Augusto de Lima. 4.Extintores de incêndio com carga d’água.Extintores de incêndio com carga de gás carbônico.270. 355 . obtida em ensaio prático normalizado. NBR 11715 .br Email: dat3@cbmmg. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.Extintores de incêndio com carga de pó.4 Capacidade extintora: Medida do poder de extinção do fogo de um extintor. 4. 4. em metros. 4.bombeiros. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.mg.gov. adota-se a NBR 12693 .Extintores de incêndio portáteis com carga de halogenados.1 a 4. NBR 11751 . a ser percorrida por um operador.190-000 Site: www. são adotadas as definições de 4.5 Distância máxima a ser percorrida: Distância máxima real.Extintores de incêndio com carga de espuma mecânica. 4 DEFINIÇÕES Para efeitos desta Instrução Técnica. protegida por uma unidade extintora.Manutenção de terceiro nível (vistorias em extintores de incêndio).2 Naquilo que não contrarie o disposto nesta instrução técnica. 2. NBR 13485 .Sistema de Proteção por Extintores de Incêndio. NBR 9443 .gov. em função do risco. NBR 10721 . Decreto Estadual nº 44.Bairro Centro CEP 30. 2 APLICAÇÃO 2. 4. NBR 12962 . manutenção e recarga em extintores de incêndio.130.mg.

f ) incinerador.2.2.2. 5. no máximo.2 Extintores portáteis 5. e) galeria de transmissão.2.2. 5.6 O extintor com agente de múltiplo uso ABC poderá substituir qualquer tipo de extintor de classes específicas A.2.2. 5 Generalidades 5. independente da proteção geral da edificação ou risco. que não pode ficar trancado.2 Para a fixação em colunas.8 As unidades extintoras devem ser as correspondentes a um só extintor. enquanto o incêndio é incipiente. pelo menos.2.11 Unidade extintora: Extintor que atende à capacidade extintora mínima prevista nesta norma.2.2. a) seja visível. desde que permaneçam. para que todos os usuários fiquem familiarizados com a sua localização.agente extintor destinado a combater princípios de incêndio.2. k) transformadores. b) casa de bombas. 4. coluna e/ou teto. 5.2. parede.1 O suporte de fixação dos extintores em paredes. 5.8 Extintor sobre rodas: Extintor que possui massa total superior a 196 N (20Kgf).5 Cada pavimento deve possuir.1 Seleção do agente extintor segundo a classificação do fogo consta na tabela 1.2. e) Haja menor probabilidade do fogo bloquear seu acesso.2. à exceção do extintor de espuma mecânica. 5. tais como: a) casa de caldeira. deve existir uma superfície transparente que possibilite a visualização do extintor no interior do abrigo.2. devem resistir a 3 (três) vezes a massa total do extintor.2. c) casa de força elétrica. g) elevador (casa de máquinas). de forma que a parte inferior do extintor permaneça no mínimo 0. . 4. c) permaneça desobstruído e devidamente sinalizado de acordo com o estabelecido na IT 15 .Sinalização de Emergência.2. apoiados em suportes apropriados e afixados ao solo. B e C dentro de uma edificação ou área de risco.1.9 Princípio de incêndio: Período inicial da queima de materiais.10 Em locais de riscos especiais devem ser instalados extintores de incêndio que atendam o item 6. l ) contêineres de telefonia. destinada a indicar a presença de um extintor.2. 5.7 Quando os extintores de incêndio forem instalados em abrigos embutidos na parede ou divisória. não sendo aceitas combinações de dois ou mais extintores. 4.9 Deve ser instalado.2. em função do risco e da natureza do fogo. além da sinalização.10 Sinalização: Marcação pelo piso. divisórias ou colunas.1 Condições gerais O extintor deve ser instalado de maneira que: CLASSE DO FOGO A B C D Nota: Tabela 1 – Seleção do agente extintor segundo a classificação AGENTE EXTINTOR ÁGUA ESPUMA GÁS PÓ BC PÓ ABC HIDROCARBONETOS MECÂNICA CARBONICO ALOGENADOS (A) (P) (P) (A) (A) (P) (NR) (A) (A) (NR) (A) (A) (A) (A) (A) (A) (A) (A) Deve ser verificada a compatibilidade entre o metal combustível e o agente extintor (A) Adequado à classe do fogo (NR) Não recomendado à classe do fogo (P) Proibido à classe de fogo.60 metros do piso. h) ponte rolante.7 Extintor portátil: Extintor que possui massa total até 196 N (20 Kgf). 5.10 m e 0. com altura recomendada entre 0.20 m do piso.2 Instalação 5.2. 4. compostos químicos ou equipamentos. até 1. 5. b) permaneça protegido contra intempéries e danos físicos em potencial. i ) escada rolante (casa de máquinas). 5.4 É permitida a instalação de extintores sobre o piso acabado. 5. d) casa de máquinas. 5. paredes ou divisórias. j ) quadro de redução para baixa tensão.20 metros do piso acabado. d) sejam adequados à classe de incêndio predominante dentro dá área de risco a ser protegida. a alça de suporte de manuseio deve variar. 4. no mínimo uma unidade extintora adequada às classes de risco existente no local.3 Os extintores não devem ser instalados em escadas.2.2. um extintor de incêndio a não mais de 10 m da entrada principal da edificação e das escadas nos demais pavimentos.

5. de forma alternada entre extintores portáteis e sobre rodas na área de risco. área e distância a serem percorridas para o fogo classe A RISCO Baixo Médio Alto Unidade extintora 2A 2A 4ª Área máxima protegida pela capacidade extintora de 1A 270 m2 135 m2 90 m2 Área máxima protegida por 800 m2 800 m2 800 m2 extintor Distância máxima a ser 20 m 20 m 20 m percorrida até o extintor Tab. a proteção da metade da área total correspondente ao risco. 6. 6 PROCEDIMENTOS 6.5 A proteção por extintores sobre rodas deve ser obrigatória: a) nas edificações onde houver manipulação e ou armazenamento de explosivos e líquidos inflamáveis ou combustíveis.1 Fogo da classe A e B A capacidade extintora mínima dos extintores de incêndio. b) edifícios destinados à garagem coletiva e oficinas mecânicas sempre que tenham área superior a 200 m2 e não possuam hidrantes.2. Tab.1 desta Instrução Técnica. 5 .Determinação da unidade extintora. admitindose.Área máxima a ser protegida por extintor RISCO EXTINTOR CLASSE A BAIXO MÉDIO ALTO 270 m2 405 m2 540 m 2 Tab.m) outros que necessitam de proteção adequada.5 (uma vez e meia) os valores estabelecidos para os extintores portáteis nesta Instrução Técnica.2. Gás Liquefeito de Petróleo e Gás Natural devem ser seguidas as Instruções Técnicas 22.3.2.3. 23 e 24.3 Extintores sobre rodas 5.2.2. 5. 5.2 Os extintores sobre rodas devem ser localizados em pontos estratégicos e sua área de proteção deve ser restrita ao nível do piso que se encontram. por extintores que atendam à tabela 2 e 3 do item 6. devem ser substituídos.1.1 Os extintores portáteis e sobre rodas (carreta) constantes dos projetos aprovados com data anterior à publicação desta Instrução Técnica. 4 .3 O emprego de extintores sobre rodas só é computado como proteção efetiva em locais que permita o livre acesso. 6 e 7.3.EXTINTORA TIPO DE CARGA MÍNIMA ÁGUA ESPUMA MECÂNICA DIÓXIDO DE CARBONO PÓ BC PÓ ABC COMPOSTOS HALOGENADOS 2-A 2-A: 10-B 5-B:C 20-B:C 2-A: 20-B:C 5-B: C 2A 3A 4A 6A 10A 20A 30A 540m 2 360 m2 800 m2 800 m 2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 540 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 .4 As distâncias máximas a serem percorridas pelo operador de extintores sobre rodas devem ser de 1.2. 5.2.11 Para proteção por extintores de incêndio em instalações de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis. Tab. as distâncias máximas a serem percorridas e a carga incêndio são as previstas nas tabelas 4.2. 5.3. EXTINTORA MÍNIMA 6-A 6-A: 40-B 10-B:C 80-B:C 6-A. 5. 3 Capacidade extintora mínima de extintor sobre rodas TIPO DE CARGA ÁGUA ESPUMA MECÂNICA DIÓXIDO DE CARBONO PÓ BC CAP. quando reprovado por não ser possível fazer sua manutenção.2. desde que atendam aos requisitos desta IT e que não distem mais que 5 metros do risco a proteger. a área de proteção. Obs: As unidades extintoras que atendem a proteção geral da edificação poderão substituir a proteção dos riscos especiais.3. 2 Capacidade extintora mínima de extintor portátil CAP. considerando o complemento por extintores portáteis.1 Capacidade extintora A capacidade extintora mínima de cada tipo de extintor para que se constitua uma unidade extintora dever ser a especificada na tabela 2 e 3. no máximo. 80-B:C PÓ ABC 6.2 Dimensionamento 6. exceto quando os reservatórios de inflamáveis/combustíveis forem enterrados.1 Não é permitida a proteção de edificações ou áreas de risco unicamente por extintores sobre rodas. 5.

2 Para efeito de vistoria do Corpo de Bombeiros o prazo de validade/garantia de funcionamento dos extintores deve ser aquele estabelecido pelo fabricante e ou da empresa de manutenção certificada pelo Sistema Brasileiro de Certificação.200 MJ/m 2 6.2. em metros.2.Tab. Tab. 7 – Classificação das Edificações e Áreas de Risco quanto a Carga Incêndio. 6 . A distância máxima em metros. bem como recomendações do fabricante do agente extintor. Tab. sua configuração.2 Fogo da classe C e D 6.1 Os extintores devem possuir marca de conformidade concedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação.2. a ser percorrida será de acordo com a tabela 8.1 Para a proteção por extintores para a classe C devese utilizar extintores não condutores de eletricidade para proteger os operadores em situações onde são encontrados equipamentos energizados.2 A determinação do tipo e quantidade de agente extintor para a classe D deve ser baseada no metal combustível específico. 7.2. 6.Determinação da unidade extintora e distância a ser percorrida para o fogo classe B RISCO UNIDADE EXTINTORA 10B 20B 20B 40B 40B 80B DISTÂNCIA MÁXIMA A SER PERCORRIDA (m) 10 15 10 15 10 15 BAIXO MÉDIO ALTO 7. Certificação e validade/garantia 7. RISCO BAIXO MÉDIO ALTO CARGA INCÊNDIO (MJ/m2) Até 300 MJ/m2 Acima de 300 até 1200 MJ/m2 Acima de 1. observando a distância máxima. área a ser protegida. a ser percorrida será de acordo com a tabela 8. 8 – Classe do fogo e distância máxima a ser percorrida CLASSE DO FOGO C D DISTÂNCIA MÁXIMA A SER PERCORRIDA (em metros) 20 20 .2.

Sistema de Mangotinho com ponto de tomada de água para mangueira de incêndio de 40 mm B – Reservatórios C .Bombas de incêndio D .Figura A.1 .Casos de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos 2 – Aplicação 3 – Referências Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .17 SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHOS PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .IT .

3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 4: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0. 2 APLICAÇÃO Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias as instalações de Sistemas de Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio. NBR 5667 – Especificações.190-000 Site: www.mg.br Email: dat3@cbmmg. NBR 5587 – Tubos de aço para condução. de classes 150 e 300. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. aceitação e manuseio. para condução de fluídos – Especificação.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 1: Requisitos gerais. NBR 5647-3 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6.br SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHOS PARA COMBATE A INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições necessárias exigíveis para dimensionamento.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 3: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0.1 – Dimensões Básicas – Padronização. 355 . pretos ou galvanizados por imersão a quente. Augusto de Lima. NBR 10897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático – Procedimento. manutenção.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 17 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. para tubulação – Especificação. NBR 5647-1 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6. instalação.Bairro Centro CEP 30. NBR 6925 – Conexão de ferro fundido maleável.gov.0 Mpa. NBR 10351 – Conexões injetadas de PVC rígido com junta elástica para redes e adutoras de água – Especificação. NBR 5647-4 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 2: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 1. . NBR 5626 – Instalação predial de água fria. NBR 6943 – Conexão de ferro maleável para tubulações – Classe 10 – Especificações. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. dimensões e tolerâncias – Padronização. Hidrantes urbanos de incêndio – NBR 6414 – Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca – Designação. bem como as características dos componentes de Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para uso exclusivo de Combate a Incêndio. NBR 5590 – Tubo de aço-carbono com ou sem costura. NBR 5580 – Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluídos – Especificação.130.270. com rosca NPT.60 Mpa. de acordo com o previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44.gov.mg. NBR 5647-2 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 20.75 Mpa.bombeiros. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. com rosca ANSI/ASME B1.

Associação Brasileira de Normas Técnicas.3.997.995. dotado de porta. médio e pesados sem costura. embutido ou aparente. NBR 14349 – União para mangueira de incêndio – Requisitos e métodos de ensaio. . Hydraulics for Fire Protection – Harry E.A – Rio de Janeiro/RJ – 5º edição – 1.6 Dispositivo de recalque – Dispositivo para uso do corpo de Bombeiros.991.2 Altura da edificação – Medida.NBR 11720 – Conexão para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar – Especificações. 4 DEFINIÇÕES 4. ASTM B 283 – Specification for copper and copper – Alloy die forgings (hot-pressed). IT 22 – Sistema de Hidrantes e de Mangotinhos para Combate a Incêndio .Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de São Paulo. em metros. NBR 13206 – Tubo de cobre leve. ASTM A 234 – Specification for piping fitting wrought carbon steel and alloy steel for moderate and elevate temperature. Bombas e Instalações de Bombeamento – Archibald Joseph Macintyre – Livros Técnicos e Científicos Editora S. desenhos ou plantas do sistema. NBR 12779 – Mangueiras de Incêndio .3 Bombas de incêndio 4. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio. ao ponto mais alto do piso do último pavimento. dimensões e cores.4 Carretel axial – Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semi-rígidas. NBR 13434 – Parte 2 .3. para condução de água e outros fluídos – Especificação. ANSI/ASME B1. A – Rio de Janeiro/RJ – 2º edição – 1.3. NBR 13432 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimentos. que permite recalque de água para o sistema.1 Abrigo – Compartimento. 2004. NBR 11861 – Mangueira de incêndio – Requisitos e métodos de ensaio. Instalações Hidráulicas de Combate a Incêndio nas Edificações – Telmo Brentano – EDIPUCS – Porto Alegre. 4. AWS A5. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido. NBR 12912 – Rosca NPT para tubos – Dimensões – Padronização. 4.5 Como construído – Documentos.Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Símbolos e suas formas. ASTM B 584/1998 – Standard specification for copper alloy sand castings for general applications. 4. NBR 13714 – Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para Combate a Incêndio.7 NH – Hose coupling screw threads. EN 694 – Fire-fighting hoses – Semi-rigid hoses for fixed systems. NBR 13434 – Parte 1 . NBR 14105 – Manômetros com sensor de elemento elástico – Recomendações de fabricação e uso. 4. 4.1 Bomba principal – Bomba hidráulica centrífuga destinada a recalcar a água para os sistemas de combate a incêndio.Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Princípios de projeto. BS 5041 Part 1 – Specification for landing valves for wet risers. ASTM B 30 – Specification for copper-base alloys in ingot form ASTM B 62 – Specification for composition bronze or ounce metal castings. quando estes não puderem ser abastecidos somente pelo reservatório elevado. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos. 4.8 – Brazing filler metal (Classifications BcuP-3 or Bcup-4). Instalações Hidráulicas e Sanitárias – Hélio Creder – Livros Técnicos e Científicos Editora S. entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (de pessoas). manutenção e cuidados. esguichos.Inspeção. sob a projeção externa da parede do prédio.20. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador. ASTM D 2000 – Classification system for rubber products in automotive applications. destinado a armazenar mangueiras. Hickey – NFPA – Boston/Massachussaets/EUA – 1980 Fire Protection Engineering – NFPA – 2ª edição – 1.2 Bomba de pressurização (jockey) – bomba hidráulica centrífuga destinada a manter o sistema automaticamente pressurizado em uma faixa preestabelecida 4.3 Bomba de reforço – Bomba hidráulica centrífuga destinada a fornecer água aos hidrantes e/ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente.

21 Rota de fuga – Trajeto que deve ser percorrido pelos ocupantes da edificação a partir de qualquer ponto. o dispositivo de recalque deve possuir um registro de recalque adicional com as mesmas características definidas em 5. de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio. 4. 4. 4. ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas. desde a reserva do incêndio até os hidrantes ou mangotinhos. constando cálculos. haste ascendente com castelo quadrado para uso específico do CBMMG. sendo que o prolongamento da tubulação deve ter diâmetro no mínimo igual ou superior ao existente na tubulação de recalque do sistema. elevações. estadual.1 O sistema a ser instalado deve corresponder um memorial. Não é admitida a referência a outro projeto para justificar a aplicação de qualquer informação no memorial. cálculos. 4. 4.19 Recalque – Válvula angular diâmetro 2½”corpo em latão. 4. das especificações de materiais e equipamentos. 4. seções. vedação em borracha (etileno-propileno).1. rosca interna 11FPP (BSTP). com chave especial. adaptador (se necessário).4. inclusive.12 Mangotinho – Ponto de tomada de água onde há uma (simples) saída contendo válvula de abertura rápida. desde a concepção até a sua implantação e manutenção. observado na extremidade de descarga do esguicho. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto. composto de plantas.2 Projeto 5. ábacos e tabelas. tabelas e outros recursos utilizados no projeto e no dimensionamento devem ser relacionados no memorial. esguicho regulável e demais acessórios.2 O Corpo de Bombeiros pode solicitar documentos relativos ao sistema. 4.1. municipal. com cotas e com os hidrantes numerados).2. detalhes e perspectivas isométricas e.16 Profissional legalmente habilitado – Pessoa física ou jurídica que goza do direito. 5. destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado. dimensionamentos e uma perspectiva isométrica da tubulação (sem escala.3. consistindo em um prolongamento de diâmetro no mínimo igual ao da tubulação principal.1 Os sistemas de combate a incêndio estão classificados em sistema de mangotinho (tipo 1) e sistemas de hidrantes (tipos 2. mangueiras de incêndio e demais acessórios. 3.24 Válvula – Acessório de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações. tampões. bombas de incêndio (quando necessário). conforme especificado na tabela 2. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta IT. rede de tubulação.9 Inibidor de vórtice – Acessório da tubulação de sucção da bomba destinado a eliminar o efeito do vórtice (redemoinho) dentro de um reservatório.18 Projeto – Conjunto de peças gráficas ou escritas. 4. direção e controle ao jato. até um local seguro completamente livre dos efeitos de um incêndio. 5. assim como o memorial. É composto de parte descritiva.13 Memorial – Conceitos.1 Requisitos Gerais 5. .20 Reserva de incêndio – Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio.23 Tubulação – Conjunto de tubos. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação. localizar. conexão de saída rosca externa 5FPP.22 Sistema de hidrantes ou de mangotinhos – Sistema de combate a incêndio composto por reserva de incêndio. destinado a dar forma. bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações.14 Órgão competente – Órgão público federal.17 Projetista – Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto.11 Jato compacto – Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas. se houver necessidade.8 Kgf/cm2 (200PSI). 4. de qualquer pavimento. 4 e 5).2. 4.1.8 Hidrante – Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores. ábacos. 4. 5 PROCEDIMENTOS 5. capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio. 4. 4. conexões e outros acessórios destinados a conduzir a água. conexão de entrada de 2½”.10 Instalador – Pessoa física ou jurídica responsável pela instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. segundo a Constituição Federal.15 Poço de sucção – Aspecto construtivo do reservatório.3. 5.2 Quando a vazão do sistema for superior a 1000 LPM. pressão mínima de trabalho 13. segundo as leis vigentes. 5. necessárias à definição das características principais do sistema de hidrante ou mangotinho. 4.1 Todos os sistemas devem ser dotados de dispositivos de recalque. premissas e etapas utilizados para definir.3.2 Todos os parâmetros.7 Esguicho – Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras. mangueira semi-rígida. cujos engates devem ser compatíveis com junta de união tipo “engate rápido” de DN 65mm. 4. 5. 4.3 Recalque 5. conforme prescrito na IT 01 – Procedimentos Administrativos.

d) a introdução voltada para cima em ângulo de 45º e posicionada. e) registro tipo globo angular 45º ∅ 63mm situado a no máximo 0.3.8 As mangueiras de incêndio. 5. com fundo permeável ou dreno. em que for instalado o sistema do tipo 1 devem ser dotada de ponto de tomada de água de engate rápido para mangueira de incêndio de diâmetro 40 mm (1½”). 5.2 As vazões da tabela 2 correspondem a: a) esguicho regulável na posição de maior vazão para sistema tipo 1. ou no muro da divisa com a rua. devendo estar em local visível e de fácil acesso.1 As válvulas dos hidrantes devem ser do tipo angulares de diâmetro DN65 (2½”).00 m da válvula angular ou esferas.1.6. c) jato compacto de 16 mm para sistema tipo 3.4. 5. 5. 5. 5. 5. 5. 5. 5.4 Abrigo .4.4 As vazões da tabela 2 devem ser obtidas no requinte do esguicho acoplado à sua respectiva mangueira de incêndio.5. devendo ser identificado e pintado na cor vermelha. 5.3. 5. permitindo sua utilização com facilidade e rapidez. b) a tampa deve ser articulada e requadro em ferro fundido ou material similar. deve possuir as seguintes características. e) jato compacto de 25 mm para sistema tipo 5.3 Preferencialmente o dispositivo de recalque deve ser instalado de fronte ao acesso principal da edificação.1 As mangueiras de incêndio devem ser acondicionadas dentro dos abrigos em ziguezague ou aduchadas conforme especificado na NBR 12779. 5.1 Tipos de sistemas 5.15 m de profundidade em relação ao piso do passeio. a partir do logradouro público.50 m da guia do passeio. com dimensões de 0. 5. independente da tubulação que abastece o hidrante ou mangotinho. Classe 300. sendo que as mangueiras de incêndio semi-rígidas podem ser acondicionadas enroladas.6.60 m e pintada da cor vermelha.5.50 m do nível do piso acabado. com haste ascendente. Figura 1 – Dispositivo de recalque no passeio público 5.6.2 As válvulas para mangotinhos devem ser do tipo abertura rápida.6. d) jato compacto de 19 mm para sistema tipo 4. no máximo.6.4 Quando o dispositivo de recalque estiver situado no passeio público. a 0. b) jato compacto de 13 mm para sistema tipo 2. conforme Anexo A.6.4. conforme Figura 1: a) ser enterrado em caixa de alvenaria.6 O hidrante de recalque pode ser constituído de um hidrante de coluna externo.5 O abrigo deve ter utilização exclusiva conforme estabelecido nesta Instrução Técnica.40 m x 0.1 Os tipos de sistemas previstos são dados na tabela 2. para o livre acesso dos bombeiros. em madeira em fibra ou em vidro laminado.4. em materiais metálicos.3.3.3 Os abrigos podem ser construídos em alvenaria com caixa interna metálica.5. desde que o seu manuseio e manutenção estejam garantidos. a tomada de água e a botoeira de acionamento da bomba de incêndio podem ser instaladas dentro do abrigo desde que não impeçam a manobra ou a substituição de qualquer peça.4 Os abrigos devem ser em cor vermelha.0 metros até o local de estacionamento das viaturas do Corpo de Bombeiros.7 A porta do abrigo não pode ser trancada.4.3.1.2 No interior do abrigo pode ser instalada a válvula angular.00m em relação ao piso do passeio da propriedade. abertura rápida. com castelo quadrado de uso específico do CBMMG. no entanto.7 É vedada a instalação do dispositivo de recalque em local que tenha circulação ou passagem de veículos. de passagem plena e diâmetro mínimo DN25 (1”). 5.1. 5.4. 5. com a introdução voltada para a rua e para baixo em um ângulo de 45º e a uma altura entre 0.1.6 Requisitos específicos 5. A localização do dispositivo de recalque sempre deve permitir aproximação da viatura apropriada para o recalque da água. com ou sem o uso de carretéis axiais ou em forma de oito.4.5 Válvulas mangotinhos de abertura para hidrantes ou 5. c) estar afastada a 0. desde que sinalizados de acordo com a IT 15 – Sinalização de Emergência. 5.5 O dispositivo de recalque pode ser instalado na fachada principal da edificação. localizado a uma distância máxima de 10. 5.4. identificada pela palavra “INCÊNDIO”. pode ser selada para evitar o uso indevido.5 Para cada ponto de hidrante ou de mangotinho são obrigatórios os materiais descritos na tabela 3.1. possuindo apoio ou fixação própria. sendo que para o sistema tipo 1 a mangueira semi-rígida deve estar na posição enrolada. 2) vedação etileno propileno.60m e 1.6 Os abrigos dos sistemas de hidrantes ou de mangotinhos não devem ser instalados a mais de 3. Esta Válvula deve: 1) permitir o fluxo de água nos dois sentidos e instalada de forma a garantir seu adequado manuseio.3 As edificações.

considerando-se o comprimento da(s) mangueira(s) de incêndio através de seu trajeto real e desconsiderando-se o alcance do jato de água. em metros por segundo. f .2. podendo ser utilizados até 60 m de mangueira de incêndio (preferencialmente em lances de 15 m).é o comprimento da tubulação (tubos).8. próximos a torres de concreto ou alvenaria munidas de escadas ou próximos aos cantos formados por paredes resistentes.2 No caso de projetos utilizando hidrantes externos. 5.7 Nos casos de mais de um tipo de ocupação (ocupações mistas) na edificação (que requeira proteção por sistemas distintos). em metros. em locais congestionados devem ser localizados ao lado de edifícios baixos. escadas e/ou acesso principal a ser protegido. 5. desde que comprovadas as suas adequações técnicas. nesse caso deve haver uma redução de mangueira de 2 ½” para 1 ½”.8 Cada sistema deve ser dimensionado de modo que as pressões dinâmicas nas entradas dos esguichos não ultrapassem o dobro daquela obtida no esguicho mais desfavorável considerado no cálculo. em litros por minuto. os hidrantes externos devem ser localizados onde a probabilidade de danos pela queda de paredes seja pequena e impeça que o operador seja bloqueado pelo fogo e fumaça.85 x C-1. deve ser considerado o uso simultâneo dos dois jatos de água mais desfavoráveis considerados nos cálculos. a não mais de 10 m. 5.é a aceleração da gravidade em metros por segundo.2. C é o fator de Hazem Willians (ver tabela 1) D é o diâmetro interno do tubo em milímetros.3 A utilização do sistema não deve comprometer a fuga dos ocupantes da edificação. Situações que requeiram pressões superiores à estipulada serão aceitas. b) em posições centrais nas áreas protegidas.8.8. D. 5. desde que comprovada a adequação técnica dos componentes empregados e atendido o requisito especificado em 5.7.5 m do piso.8. sendo que os resultados alcançados têm que satisfazer a uma das seguintes equações apresentadas: a) Darcy-Weisbach (“formula universal”) e fórmula geral para perdas de carga localizadas: hf = f. 5.8.é a somatória dos coeficientes de perda de carga das singularidades (conexões).8.12. para qualquer tipo de sistema especificado. 5.v2 v2 + k. k . por segundo. desde que atenda os demais parâmetros desta IT. g . L.8. necessários e suficientes para garantir o funcionamento dos sistemas previstos nesta Instrução Técnica.é o fator de atrito (diagramas de Moody e HunterRouse). conforme item 5.4 Para o dimensionamento.1.87 x 104 onde: hf é a perda de carga em metros de coluna d’água. deverá atender ao afastamento de no mínimo 15 m ou uma vez e meia a altura da parede externa da edificação a ser protegida. g onde: hf . sem que haja a necessidade de adentrar as escadas.6.é a perda de carga.8.5. recomenda-se a utilização de esguichos reguláveis em função da melhor efetividade no combate. o dimensionamento dos sistemas deve ser feito para cada tipo de sistema individualmente ou dimensionado para atender o maior risco. c) fora das escadas ou antecâmaras de fumaça.é o diâmetro interno. deve ser projetado de tal forma que dê proteção em toda a edificação. L .7.1 e 5. D .4 Quando não for possível os afastamentos previstos no item 5. de alvenaria. e d) de 1. em metros de coluna d’água.8.7.1 O dimensionamento deve consistir na determinação do caminhamento das tubulações. 5. desde que seja atendida a vazão mínima para cada esguicho prescrita na tabela 2 e alcance do jato.8.7.8. g 2.85 x D-4. 5. sendo a soma dos comprimentos da tubulação e dos comprimentos equivalentes das conexões.8 Dimensionamento do sistema 5. v .7.2 Os hidrantes ou mangotinhos devem ser distribuídos de tal forma que qualquer ponto da área a ser protegida seja alcançado por um esguicho (sistemas tipo 1. Lt é o comprimento total. b) Hazen-Williams hf = J x L J = 605 x Q1.1.4.10 O cálculo hidráulico da somatória de perda de carga nas tubulações deve ser executado por métodos adequados para este fim. 2 e 3) ou dois esguichos (sistema tipo 4 e 5).1. Usualmente.7 Distribuição dos Hidrantes e ou Mangotinhos 5.6 O local mais desfavorável considerado nos cálculos deve ser aquele que proporciona menor pressão dinâmica no esguicho. em cada jato de água. 5. dos diâmetros dos acessórios e dos suportes. antecâmaras ou outros locais determinados exclusivamente para servirem de rota de fuga dos ocupantes. 2.3 Especificamente nas ocupações Residenciais (A2 e A3). Q é a vazão. 5. 5. desde que devidamente dimensionados por cálculo hidraúlico. . devendo atender a alínea a obrigatoriamente. considerando-se. J é a perda de carga por atrito em metros por metros.9 Recomenda-se que o sistema seja dimensionado de forma que a pressão máxima de trabalho em qualquer ponto não ultrapasse 100 mca (1000kPa).1 Os pontos de tomada de água devem ser posicionados: a) nas proximidades das portas externas. em metros. no mínimo. as vazões obtidas conforme a tabela 2 e condições de 5. 5. portanto. quando o trajeto real da mangueira de incêndio ultrapassar a 30 metros. 5.0 a 1. Pode-se utilizar quaisquer dispositivos para redução de pressão.é a velocidade do fluído.12. Recomenda-se que sejam utilizadas mangueiras de incêndio de 65 mm de diâmetro para redução da perda de carga e o último lance de 40 mm para facilitar seu manuseio.8.5 Independente do procedimento de dimensionamento estabelecido. poderá ser admitido a utilização de até 45 metros de mangueiras. no plano horizontal.

5.9. Onde: V .10 Bombas de incêndio 5.8.10 Os reservatórios devem ser dotados de meios que assegurem uma reserva efetiva e ofereçam condições seguras para inspeção. 5.5 O inibidor de vórtice e poço de sucção para reservatório elevado deve ser conforme o anexo B.9. em metros quadrados. C-84800 e C-86400 da ASMT B 584.9 Não é permitida a utilização da reserva de incêndio pelo emprego conjugado de reservatórios subterrâneos e elevados. 5.9. A . 5. liga 864 da ASMT B 30 para fundidos.é a vazão de água.3 No caso de ocupações mistas com uma bomba de incêndio principal.1.9 Reservatório e Reserva de Incêndio 5. ou em especificações reconhecidas e aceitas pelos órgãos Oficiais. 5.1.14 Para efeito de equilíbrio de pressão nos pontos de cálculos é admitida a variação máxima de para mais ou para menos 0. etc.7 As águas provenientes de fontes naturais tais como: lagos. desde que comprovada a sua adequação técnica e aprovado pelo órgão competente.referências normativas.1 Geral 5.1 A reserva de incêndio deve ser prevista para permitir o primeiro combate durante determinado tempo. Outros materiais podem ser utilizados. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato.4 Deve ser previsto reservatório construído conforme o anexo B (normativo). 5. 5.11 Componentes das instalações 5.1. garantindo sempre fluxo de água na prumada. C-46400 e C-48500 da ASMT B 283 para forjados ou C83600.1 A bomba de incêndio deve ser do tipo centrífuga acionada por motor elétrico ou combustão. Quando o reservatório for elevado deverá ser instalado um sistema de passagem secundária (by pass). a qual deve ser calculada conforme equação indicada em 5. conforme aquelas descritas no item 3 .8.13 No sistema de malha ou anel fechado. açudes.9. A altura manométrica total da bomba deve ser calculada para o hidrante mais desfavorável do sistema.12 A velocidade máxima da água na tubulação não deve ser superior a 5m/s.8. C-83800. conforme ASMT D 2000. 5.11. desde que atenda aos parâmetros da IT 18 . quando necessários. 5.. localizadas de tal maneira que.10. deve ser feito o dimensionamento de vazão da bomba e de reservatório para o maior risco e os esguichos e mangueiras podem ser previstos de acordo com os riscos específicos. sob comando ou automáticos. 5. com o jato paralelo ao solo com o esguicho regulado para jato compacto.2 Devem ser construídos em latão ligas C-37700.11.0 kPa).12. através da interligação das tubulações. conforme a NBR 5626.11. deve existir válvulas de paragem com aste ascendente.8 O reservatório pode ser subdividido. possam ficar em operação. rios.50 mca (5. ou bronze ASMT B 62.3 Pode ser admitida a alimentação de outros sistemas de proteção contra incêndio. 5.6 O reservatório que também acumula água para consumo normal da edificação deve ser adequado para preservar a qualidade da água.12. pelo menos dois lados em uma malha que envolva quadras de processamento ou armazenamento. mesmo com a bomba impossibilitada de funcionar.1 O alcance do jato compacto produzido por qualquer sistema adotado conforme tabela 2 não deve ser inferior a 8 m. 5. Q .1 O alcance do jato para esguicho regulável produzido por qualquer sistema adotado conforme tabela 2 não deve ser inferior a 8 m.é a velocidade da água.1.3 Os componentes de vedação devem ser em borracha.12.11.1.8. 5. 5.2 O volume de água da reserva de incêndio encontra-se na tabela 4.12 Esguichos 5.5. 5.11 A velocidade da água no tubo de sucção das bombas de incêndio não devem ser superior a 2 m/s (sucção negativa) ou 3 m/s (sucção positiva).é a área interna da tubulação.Fator "C" de Hazen-Williams 5. desde que todas unidades estejam ligadas diretamente a tubulação de sucção da bomba de incêndio e tenha subdivisões em unidades mínimas de 3 m³. a qual deve ser calculada pela equação: V = Q/A para o cálculo da área deve ser considerado o diâmetro interno da tubulação.9. a fim de obterem aceitação formal da utilização nas condições específicas da instalação expedidas pelos órgãos competentes. no caso de rompimento ou bloqueio dos outros dois.10.Sistema de Chuveiros Automáticos.9. 5.1 Os componentes das instalações devem ser previstos em normas.2 As prescrições e recomendações encontram-se no anexo C (normativo). 5. Tipo de tubo Fator "C" Ferro fundido ou dúctil sem revestimento 100 interno Aço preto (sistema de tubo seco) 100 Aço preto (sistema de tubo molhado) 120 Galvanizado 120 Plástico 150 Ferro fundido ou dúctil com revestimento 140 interno de cimento Cobre 150 Nota . para fundidos. devem ser captadas conforme descrito no anexo B.Os valores de "C" de Hazen Willians são válidos para tubos novos 5. 5.2 Os componentes que não satisfaçam a todas as especificações das normas existentes ou às exigências dos órgãos competentes e entidades envolvidas devem ser submetidos a ensaios e verificações.12. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato. 5.8. em metros cúbicos por segundo. em metros por segundo. com o jato paralelo ao solo. .9.9. Tabela 1 .10.9.9. 5.

NBR 5587 ou NBR 5590. somente poderão ser utilizados.10 A tubulação deve ser fixada nos elementos estruturais da edificação por meio de suportes metálicos.1 Na ausência de normas brasileiras aplicáveis as válvulas. 5.16.13.15.5 As tubulações aparentes do sistema devem ser em cor vermelha.16.16 Tubulações e conexões 5. no ponto de hidrante considerado. 5. 5. 5.16. recursos para simulação e ensaios. .15. 5. 5. para proporcionar o seu perfeito funcionamento.12. 5. deve permitir a modulação da conformação do jato e o fechamento total do fluxo. 5.5 Cada esguicho instalado deve ser adequado aos valores de pressão disponível e de vazão de água.16. conexões e acessórios diversos deve garantir a estanqueidade e a estabilidade mecânica da junta e não deve sofrer comprometimento de desempenho. é recomendável que atendam aos requisitos da BS 5041 parte 1/87.6 As válvulas que comprometem o abastecimento de água a qualquer ponto do sistema. após comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema. escorvas e outros dispositivos devem ser dimensionados conforme a aplicação.1. 5. se submetidos à aprovação do CBMMG. de alavanca ou de colar.50 m e fora da projeção da planta da edificação satisfazendo a todos os requisitos de resistência à pressão interna e a esforços mecânicos necessários ao funcionamento da instalação.1. desde que comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema. somente devem ser utilizados enterrados a 0.16. 5.4 As válvulas devem satisfazer aos ensaios de estanqueidade pertinentes.14.15. 5.14 As conexões de ferro maleável devem ser conforme a NBR 6925 ou NBR 6943. devem ser em cor vermelha.2 Para sistemas tipo 1 ou 2 pode ser utilizada tubulação com diâmetro nominal DN50 (2”).16.1 A tubulação do sistema não deve ter diâmetro nominal inferior a DN65 (2½”).11 Os materiais termoplásticos.3 Outros tipos de tubos e conexões que utilizem sistemas de acoplamento.12 A tubulação enterrada com tipo de acoplamento ponta e bolsa devem ser provida de blocos de ancoragem nas mudanças de direção e abraçadeiras com tirantes nos acoplamentos conforme especificado na NBR 10897/90.15.16. 5.8 Todo e qualquer material previsto ou instalado deve ser capaz de resistir ao efeito do calor e esforços mecânicos.1 e A. 5. 5.16. 5.16. 5.5 É recomendada a instalação de válvulas de bloqueio adequadamente posicionadas. 5.3 O comprimento total das mangueiras que servem cada saída a um ponto de hidrante ou mangotinho deve ser suficiente para vencer todos os desvios e obstáculos que existem.2 As roscas de entrada das vávulas devem ser de acordo com a NBR 6414 ou NBR 12912.14 Uniões / Engates 5.3 As roscas de saída das válvulas para acoplamento do engate rápido devem ser conforme a NBR 5667 ou ANSI/ASME B1.16. Os métodos de ensaios constantes no Laudo fornecido pelo laboratório oficial deverão ser realizados através de procedimento no mínimo igual ou superior aos recomendados para as tubulações e conexões especificadas na NBR 13714.15.16. através de laudo de laboratório oficial competente.9 O meio de ligação entre os tubos. de modo que cada ponto de fixação resista a cinco vezes a massa do tubo cheio de água mais a carga de 100 Kg. ou materiais diferentes dos já citados. conforme NBR 12779. Para sistemas de hidrantes.7 NH/98.2 As dimensões e os materiais para a confecção dos adaptadores tipo engate rápido devem atender a NBR 14349. quando estiverem em posição fechada.13.16. 5. 5.1 A mangueira de incêndio para uso de hidrante deve atender às condições da NBR 11861.13 Os tubos de aço devem ser conforme as NBR 5580.4 Os drenos. 5. Recomenda-se a utilização de dispositivos de travamento para manter as válvulas na posição aberta. considerando também toda a influência que a ocupação final é capaz de exercer.12. devem ser do tipo indicadoras. 5. conforme a NBR 10897.14. mantendo seu funcionamento normal.2 A mangueira de incêndio semi-rígida para uso de mangotinho deve atender às condições da EN 694/96 para o sistema tipo 1.6 O adaptador tipo “engate rápido” para acoplamento das mangueiras deve obedecer a 5.12. 5. 5. 5.13. se for exposto ao fogo. A tubulação de aço quando enterrada deve ser protegida com fita adesiva anticorrosiva ou outro processo de isolamento tecnicamente adequado suficiente para evitar a corrosão externa. selo de conformidade e certificado de teste. com objetivo de proporcionar manutenção em trechos da tubulação sem desativação do sistema.5.1.14. Válvulas 5. 5. na forma de tubos e conexões. que passam em dutos verticais ou horizontais e que sejam visíveis através da porta de inspeção. 5. especificados em A 1.16. 5.16.4 O acionador do esguicho regulável.1. não excedendo os comprimentos máximos estabelecidos na tabela 2.1 As uniões de engate rápido entre mangueiras de incêndio devem ser conforme a NBR 14349. 5.16. através de Laudo de laboratório oficial competente.15. 20. deve-se preferencialmente utilizar lances de mangueiras de 15 m.13 Mangueira de incêndio 5.6 Os trechos das tubulações do sistema. 2 da BS 5041 PARTE 1/87.1.16.16 Os tubos de cobre devem ser conforme a NBR 13206.7 As tubulações destinadas à alimentação dos hidrantes e de mangotinhos não podem passar pelos poços de elevadores e/ou dutos de ventilação.15. não sendo permitido lance superior a 20 m (vinte metros). rígidos e espaçados em no máximo 4 m. 5.15 As conexões de aço devem ser conforme ASTM A 234/97.

que será apresentada durante a vistoria final.500 kpa no mínimo. de resfriamento ou de espuma. sendo.16. caso o trajeto real a percorrer pelo operador ultrapasse 30 m. NBR 5647-3 e NBR 5647-4. sendo confeccionada a respectiva ART de Execução. caso as áreas de risco.17. 5.18.7.6 O sistema deverá ser ensaiado sob pressão hidrostática equivalente a 1.7 não é somado ao volume da reserva de água dos demais sistemas.18. conforme cada ocupação respectiva.3 Os manômetros devem ser conforme a NBR 14105/98.18.1 Os instrumentos devem ser adequados ao trabalho a que se destinam. 5.8. 5.Sistemas de proteção por espuma. 5. sendo especificados pelo projetista.17. desde que alimentada por fonte alternativa de energia.18 Considerações Gerais 5. 5.5 A chave de nível deve ser utilizada em tanque de escorva. considerando a não simultaneidade de eventos.16.19 As conexões de PVC devem ser conforme a NBR 10351. de acordo com o item 5. poderá ser utilizado 45 m de mangueiras. Tabela 2 .3 Quando o conjunto do sistema hidraúlico de combate a incêndio for único (bombas de incêndio e tubulações).16. ou 1. precedidos por registro esfera de abertura rápida.2 O dimensionamento do sistema de hidrantes. 5. obrigatoriamente.17.4 Nas áreas de edificações.18. 5. pelas suas características e localização no sistema.9.1. . 3) para as edificações A2 e A3. desde que atendam o item 5. 5.8.17 As conexões de cobre devem ser conforme a NBR 11720. 5. para garantia do nível de água e pode ser utilizada no reservatório de água somente para supervisionar seu nível. NBR 5647-2. 5.18. 5. 5.18.5.8. as bombas de incêndio devem atender os maiores valores de pressão e de vazão dos cálculos obtidos.16.4 A pressão de acionamento a que podem estar submetidos os pressostatos corresponde a no máximo 70% da sua maior pressão de funcionamento. utilizando solda capilar com material de enchimento BcuP-3.18. 5.7 A instalação e o ensaio deverão ser elaborados por profissional legalmente habilitado. tais como: tanques isolados ou parques de tanques sejam separados das demais construções de acordo com a IT 22 – Armazenamento de Líquidos Inflamáveis ou Combustíveis.Tipos de Sistema de Proteção por Hidrantes ou Mangotinhos Sistema Tipo Esguicho Mangueiras de incêndio Diâmetro Comprimento (mm) Máximo (m) 25 ou 32 45¹ 40 303 40 40 ou 65 65 30 30 30 Número de expedições Vazão mínima ao hidrante mais desfavorável (LPM)* 1002 125 250 400 650 Mangotinho Hidrante Hidrante Hidrante Hidrante 1 2 3 4 5 Jato regulável Jato compacto Ø 13 mm ou regulável Jato compacto Ø 16 mm ou regulável Jato compacto Ø 19 mm ou regulável Jato compacto Ø 25 mm ou regulável Simples Simples Simples Simples Duplo * as vazões correspondem a cada saída.2 Devem ser instalados manômetros na instrumentação de partida da bomba de recalque. devem seguir os parâmetros definidos pela tabela 4. devem atender as IT 19 . a rede de hidrantes pode possuir uma bomba de pressurização para completar a altura manométrica necessária.17. Notas: 1) acima de 30 m de comprimento de mangueiras semi-rígidas é obrigatório o uso de carretéis axiais. o volume da reserva do sistema de hidrantes calculado para as condições do item 5. Tal dispositivo deve ser capaz de operar normalmente após longos períodos de repouso ou falta de uso (ver B. de acordo com AWS A5.8/92 ou equivalentes.17. sendo utilizado para atender as condições do item 5.5 Para fins de dimensionamento da reserva de incêndio para os casos do sistema de hidrantes. durante 2 horas. 2) para edificações do Grupo A.17 Instrumentos do sistema 5. BcuP-4. 5. tais como tanque ou parque de tanques.1 A proteção por sistemas de hidrantes para as áreas de risco destinadas a parques de tanques ou tanques isolados. onde seja necessária a proteção por sistemas de resfriamento e/ou de proteção por espuma.6 do anexo B). será adotada a vazão mínima de 80 LPM. Não são tolerados quaisquer vazamentos no sistema.18 Os tubos de PVC devem ser conforme as NBR 5647-1.Sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e IT 20 .5 vez a pressão máxima de trabalho. Outros tipos de solda podem ser usados.

I. 20 m³ Tipo 4 R.I.I.I. E. 6 m³ Tipo 1 R.I.I. 12 m³ Tipo 2 R. 25 m³ Tipo 1 R. F-10. F-2.I. 12 m³ Tipo 3 R. E-1. . C-1.000 Acima de 30. L-1 e 3.I. E-2. D-4 . I-2. J-1. 2) Para a divisão M –2 adotar o item 5. 30 m³ Tipo 5 R. C-3.I. H-2. A-3. H-3. G-3.I. J-4. I-1. 12 m³ Tipo 1 R.-----------------------e M-3 Carga Incêndio > 300 MJ/ m 2 Carga Incêndio > I-3. 20 m³ Tipo 4 R.001 até 10.18. G-4. 8 m³ Tipo 2 R.I. 35 m³ Tipo 2 R.I. D-3 .1 desta I. J-2 -------------------------------------. 25 m³ Tipo 3 R.001 até 15. 8 m³ Tipo 1 R. 800 MJ/m 2 ----------------------------------------D-1. 35 m³ Tipo 2 R.I. 50 m³ Tipo 5 R. 16 m³ Tipo 1 R.001 até 6.000 De 10. I-2 e J-3 F-1 Tipo 3 R. engate rápido Não Sim Sim Sim Esguicho Sim Sim Sim Sim Mangueira semi-rígida Sim Não Não Não 5 Sim Sim Sim Sim Não Tabela 4 – Tipo de Sistema e Volume de Reserva de Incêndio mínima (m3) Grupo/Divisão Área das edificações e áreas de risco (m 2 ) A-2. 45 m³ Tipo 5 R. E-6. D-3. F-9 e H-4 M-1 F-8. F-1 Carga Incêndio acima de 300 2 até 800 MJ/m > 300 MJ/m² C-2. H-5. F-7. H-6.I. 140 m³ Até 3. D-4 L-2 e L-3 C-2. E-5. 47 m³ Tipo 3 R.I.I. G-2. 20 m³ Tipo 2 R. G-5. B-2. 30 m³ Tipo 5 R. 90 m³ Tipo 3 R. H1. Reserva de Incêndio. F-6.000 De 6.I.I. 18 m³ Tipo 3 R. D-2. 50 m³ Tipo 5 R.I.001 até 30.I. F-4.000 De 15. 110 m³ Tipo 5 R.I. 40 m³ Tipo 3 R. 80 m³ Tipo 5 R. 60 m³ Nota: 1) R.I.Tabela 3 – Componentes para cada hidrante simples ou mangotinho Materiais Tipos de Sistemas 1 2 3 4 Abrigo(s) Sim Sim Sim Sim Mangueira(s) de incêndio Não Sim Sim Sim Chave(s) para hidrantes. E-4.I.I.I. J-3 Carga Incêndio até 300 MJ/m2 ------------------------------------------------------------D-1. 20 m³ Tipo 4 R. 30 m³ Tipo 3 R.I.B-1.I. 16 m³ Tipo 2 R. F-5. F-3.000 Tipo 1 R.I.I.I. G-1.000 De 3.I.T.

ANEXO A (normativo) Sistema de mangotinho com ponto de tomada de água para mangueira de incêndio de 40mm. . Válvula de abertura rápida Abrigo Mangueira semi-rígida Tomada de água para mangueira de 40 mm Esguicho regulável * A tomada de água para mangueira de 40mm poderá ser instalada fora da caixa do mangotinho.

dentro do possível.1. .1 Os reservatórios construídos em fibra. o reservatório deve dispor de um poço de sucção como demonstrado nas figuras B. semi-enterrado ou subterrâneo. conforme ilustrado nas figuras B.1 a B. A instalação desta bomba deve atender ao Anexo C e demais itens desta Instrução Técnica.1 Geral B.10 O reservatório deve ter localização. B.1 Quando o abastecimento é feito somente pela ação da gravidade.6 O reservatório pode ser tanque de acumulação de água para resfriamento de máquinas.1. em sistema “by pass”. mecânicas e intempéries.2.3.7 Sempre que possível. obedecendo aos requisitos desta IT.6 Não se deve utilizar o dispositivo antivórtice quando a captação no reservatório de incêndio ocorrer em posição horizontal.1. devendo a saída de incêndio ser pelo fundo e a de consumo pela lateral desse reservatório. B. semienterrado ou subterrâneo. Na impossibilidade da saída de consumo ficar na lateral do reservatório. de fácil acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros.2.3.1.Anexo B (normativo) Reservatórios B. refrigeração de ar condicionado. não computando-se como reserva de incêndio. considerando-se o sentido reservatório–sistema. B.3. B.1. ainda assim deverão ser previstas.1. antes de ser criado um vórtice com a bomba principal em plena carga.2 A capacidade efetiva do reservatório deve ser mantida permanentemente. no trecho da RTI.1.2 Reservatório elevado (ação da gravidade) B.3. as tomadas de água destes devem ser instaladas de modo a garantir o volume que reserve a capacidade efetiva para o combate. B.3 Para o cálculo da capacidade efetiva. além dos requisitos desta IT. B. B.4 O reservatório deve ser provido de sistemas de drenagem e ladrão conveniente dimensionados e independentes. B.8 Caso não seja previsto o poço de sucção.3.1.1.2. deve ser totalmente protegido por parede resistente ao fogo.1. ou até uma piscina da edificação a ser protegida.9 No caso de reservatório ao nível do solo.3.1 a B.1 a B. o abastecimento dos sistemas de hidrantes ou mangotinhos deve ser efetuado através de bombas fixas.3 A tubulação de descida do reservatório elevado para abastecer os sistemas de hidrantes ou de mangotinhos deve ser provido de uma válvula de gaveta e uma válvula de retenção. B. deve-se atender aos requisitos de B. B. as dimensões mínimas A e B da tabela B.1.3 A construção do reservatório deve ser em concreto armado ou metálico. desde que garanta-se as resistências: ao fogo.3 Reservatório ao nível do solo. B. B. e b) da face superior do tubo de adução (quando a adução for feita nas paredes laterais dos reservatórios) até os hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo.1 Nestas condições.3.1 (ver tabela abaixo): Tabela B.3. para garantir as pressões e vazões mínimas para aqueles pontos. deve ser considerada como altura a distância entre o nível normal da água e o nível X da água. A válvula de retenção deve ter passagem livre.3.4 O nível X é calculado como o mais baixo nível.2 O reservatório deve conter uma capacidade efetiva. pode-se desconsiderar a dimensão A da tabela B. sentido reservatório–sistema. conforme as figuras B.3. deve-se utilizar uma bomba de reforço. B. para os pontos dos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo. B.2.1. respeitando-se também as distâncias mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção.1 Quando o reservatório atender a outros abastecimentos.1.Dimensões de poços de sucção Diâmetro nominal do Dimensão A tubo de sucção (mm) (mm) 65 80 100 150 200 250 250 310 370 500 620 750 Dimensão B (mm) 80 80 100 100 150 150 B.1 .3. e com as dimensões mínimas A e B da tabela B. B. conforme exemplos das figuras B. e deve ser determinado pela dimensão A da tabela B. B.3.5 Quando o tubo de sucção D for dotado de um dispositivo antivórtice.3 e tabela B.5 É recomendado que a reposição da capacidade efetiva seja efetuada à razão de 1LPM por metro cúbico de reserva. Essa altura é considerada: a) do fundo do reservatório (quando a adução for feita na parte inferior do reservatório) até os hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo. o tubo d’água de consumo deverá ser envelopado com concreto.6. desde que garantida a reserva efetiva permanente. B.1 e B. Podem ser utilizados reservatórios confeccionados com outros materiais.1 a B. o reservatório elevado deve estar à altura suficiente para fornecer as vazões e pressões mínimas requeridas para cada sistema. B. Os drenos podem partir do fundo do reservatório. B.3. com o ponto de tomada da sucção da bomba principal localizado junto ao fundo deste. respeitando-se também as dimensões mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção.2 Quando a altura do reservatório elevado não for suficiente para fornecer as vazões e pressões requeridas.

Tomada lateral de sucção para bomba principal Figura B.3 – Tomada Inferior de sucção para bomba principal .2 .Tomada superior de sucção para bomba principal Figura B.Figura B.1 .

para o açude.6 a profundidade da água em canais abertos ou adufas (incluindo a adufa entre a câmara de decantação e a câmara de sucção). B.4. indicadas nas figuras B.8 É recomendável que duas grades sejam previstas. as aberturas do ralo citado devem impedir a passagem de uma esfera de 25 mm de diâmetro. B.4 Fontes naturais (lagos.4 e B. a outra pode ser suspensa para limpeza. B.6 são idênticas.é o diâmetro interno do conduto. incluindo a tabela B. para as correspondentes larguras W e vazão Q.B.68 x Q 0. a parte submersa da tubulação em relação ao menor nível de água conhecido e a sua distância em relação ao fundo. rios.4.10 Nos casos da figura B.4.4. represa.5 As dimensões da câmara de sucção.4.4. B.7 Antes de entrar na câmara de decantação. lagos ou lagoas. açudes. abaixo do menor nível de água conhecido de fonte. e um diâmetro que obedeça à seguinte equação: D = 21.2. B.4. lagoas) B.8%.4.11 Ainda nos casos da figura B.6.6.é a máxima vazão da bomba principal. localizada abaixo do nível de água e 14 com uma área agregada de aberturas de no mínimo 15 cm² para cada dm³/min da vazão Q. em milímetros.357 onde: D . B.6 A câmara de decantação deve possuir a mesma largura e profundidade da câmara de sucção e o comprimento mínimo igual a 4. suas dimensões devem ser conforme as figuras B.1 Para estes casos.4 x √h onde h é a profundidade da câmara de decantação. B.4.4 Cada bomba principal deve possuir uma câmara de sucção com respectiva câmara de decantação. B. e Q . Figura B 4 – Alimentação natural do reservatório de incêndio .3 A altura total dos canais abertos ou adufas deve ser tal que comporte o nível mais alto de água conhecido da fonte. não deve ser inferior ao indicado na tabela B.4 a B.4 e B.4. em decímetros cúbicos por minuto. independente. a posição da tubulação de sucção da bomba principal em relação às paredes da câmara.2. a grade deve ser suficientemente resistente para suportar a pressão exercida pela água em caso de obstrução.6 o conduto de alimentação deve possuir uma inclinação mínima constante de 0. a entrada do conduto de alimentação deve possuir um ralo. sendo que enquanto uma delas se encontra em operação. submerso no mínimo um diâmetro abaixo do nível de água conhecido . B.4. B. rios.9 Deve ser feita uma previsão para que as câmaras de sucção e de decantação possam ser isoladas periodicamente para a limpeza e manutenção.2 Nos casos das figuras B. no sentido da câmara de decantação. a água deve passar através de uma grade de arame ou uma placa de metal perfurada.

5 –Alimentação natural de reservatório por canal Figura B.Figura B.6 .Alimentação natural de reservatório por conduto .

2 – Níveis de água e largura mínima para canais e adufa em função da vazão de alimentação Profundidade do local mm 250 w (mm) 88 125 167 215 307 334 410 500 564 750 1113 1167 1500 2000 4500 Q máx (dm³/min) 280 497 807 1197 2064 2341 3157 4185 4953 7261 12054 12792 17379 24395 60302 W (mm) 82 112 143 176 235 250 291 334 361 429 527 539 600 667 819 1000 500 Q máx Dm³/mim 522 891 1383 1960 3159 3506 4482 5592 6340 8307 11415 11816 13903 16273 21949 29173 W (mm) 78 106 134 163 210 223 254 286 306 353 417 425 462 500 581 667 2000 1000 Q máx (dm³/min) 993 1687 2593 3631 5647 6255 7825 9577 10749 13670 18066 18635 21411 24395 31142 38916 203320 .Tabela B.

C.9. C.2 As dimensões das casas de bombas devem ser tais que permitam acesso em toda volta das bombas de incêndio e espaço suficiente para qualquer serviço de manutenção local. tendo a(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes atendendo a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e/ou sistemas de proteção por espuma.Anexo C (normativo) Bombas de Incêndio C. indicando pelo menos os seguintes eventos: C. inclusive viabilidade de remoção completa de qualquer das bombas de incêndio.1. C. deve possuir pelo menos uma bomba elétrica ou de combustão interna. sendo que o barrilete deve possuir no mínimo 1.2 As automatizações da bomba de pressurização (jockey) para ligá-la e desligá-la automaticamente e da bomba principal para somente ligá-la automaticamente devem ser feitos através de pressostatos instalados conforme apresentado na figura C. acima do que é considerada condição de sucção negativa (ver figura C.1.1. Admite-se que a linha de centro do eixo da bomba se situe 2 m acima do nível X de água.1. uma bomba de pressurização (jockey) deve ser instalada. deve ser dotado de uma botoeira para ligar manualmente tais bombas. preferencialmente.14.13 Quando for necessário. deverão possuir acesso no mínimo através de escadas do tipo marinheiro. instalado em local seguro da edificação e que permita fácil acesso.13.3 As bombas de incêndio devem.1 Geral C. intempéries. C.1. C. c) falta de fase.1 Bomba elétrica: a) painel energizado.2 e ligados nos painéis de comando e chaves de partida dos motores de cada bomba. devem ser instaladas em condição de sucção positiva.1. armazenamento.16 As edificações que tenham áreas de risco destinadas a produção. possuindo a montante uma válvula de paragem e a jusante uma válvula de retenção e outra de paragem.5 As bombas principais devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica.1.2 Bomba de combustão interna: a) painel energizado.2. de acordo com os critérios adotados. C.1. C. b) bomba em funcionamento. C.1.14 O painel de sinalização das bombas principal ou de reforço. C. devem atingir pleno regime em aproximadamente 30 segundos após a sua partida. C. C. Esta condição é conseguida quando a linha do eixo da bomba se situa abaixo do nível X de água. ser utilizadas somente para este fim.9 As bombas de incêndio.1.11 A capacidade das bombas principais. C. C. movida com motor à explosão (não sujeita à automatização).1. nas bombas de incêndio e no painel de comando. sem interposição de correias e correntes. deve ser previsto pelo menos um ponto de acionamento manual para a(s) mesma(s). para compensar pequenas perdas de pressão. sendo uma elétrica e a outra.14.1. podendo ser na própria casa de bomba.1.6 A automatização da bomba principal ou de reforço deve ser executada de maneira que.1. ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão.1). conforme 5. C.5 m de pé direito.1 A pressão máxima de operação da bomba de pressurização (jockey) instalada no sistema deve ser igual à pressão da bomba principal .1.15 As bombas principais devem ser dotadas de manômetro para determinação da pressão em sua descarga. devendo ser utilizada para este fim. manipulação.e d) falta de energia no comando da partida . C. C. agentes químicos. deverão também ser dotadas de manovacuômetro para determinação da pressão em sucção.8 O funcionamento automático é indicado pela simples abertura de qualquer ponto de hidrante da instalação.1. localizado na casa de bombas. tal bomba deve ter vazão máxima de 20 LPM. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio.4 As bombas de incêndio devem ser protegidas contra danos mecânicos.10 As bombas de incêndio.1. C. é suficiente para manter a demanda do sistema de hidrantes e mangotinhos. fogo ou umidade.1. e d) chave na posição manual ou painel desligado. medida sem vazão (shutoff). C.1. ou a 1/3 da capacidade efetiva do reservatório.1. em vazão e pressão. manter a rede do sistema de hidrantes ou de mangotinhos devidamente pressurizada em uma faixa preestabelecida e.12 Não é recomendada a instalação de bombas de incêndio com pressões superiores a 100 mca (1Mpa). b) bomba em funcionamento. possuindo sinalização ótica e acústica. C.13. . Nos casos em que foram instaladas em condição de sucção negativa. c) baixa carga da bateria. elétrica ou de combustão interna. 1.1 As casas de bombas quando estiverem em compartimento enterrado ou em barriletes.1 Quando o abastecimento é feito por bomba de incêndio. transferência e distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis. após a partida do motor seu desligamento seja somente manual no seu próprio painel de comando. Recomenda-se que o diferencial de pressão entre os acionamentos seqüênciais das bombas seja de aproximadamente 10 mca (100 kPa).7 Quando a(s) bomba(s) de incêndio for(em) automatizada(s). o que for menor.

2 Bombas de incêndio acopladas a motores elétricos C.2 – Cavalete de automação das bombas principal e de pressurização C. desde que atenda os seguintes requisitos (ver figura C. e) o reservatório de escorva deve ter seu abastecimento por outro reservatório elevado e possuir de forma alternativa abastecimento pela rede pública de água da concessionária local.1 As bombas de incêndio dos sistemas de hidrantes e de mangotinhos podem dispor de dispositivos para acionamento automático ou manual. b) ter a válvula de pé com crivo no extremo da tubulação de sucção.4 Os condutores elétricos das botoeiras devem ser protegidos contra danos físicos e mecânicos através de eletrodutos rígidos embutidos nas paredes.3 Nos casos em que houver necessidade de instalação de bomba de reforço. d) o volume do reservatório de escorva e o diâmetro da tubulação que abastece a bomba de incêndio devem ser para sistemas do tipo 1 no mínimo de 100 litros e diâmetro de 19 mm respectivamente e. C. C.3): a) ter a sua própria tubulação de sucção.2.Figura C. sendo a bomba de reforço acionada por botoeira do tipo “liga-desliga”. junto a cada hidrante ou mangotinho. exceto quando estes últimos se destinem a sistemas de proteção e combate a incêndio que utilizem a água como agente de combate. C.2. pode ser dispensado as botoeiras junto a estes hidrantes ou mangotinho.2 Quando o acionamento for manual devem ser previstas botoeiras do tipo “liga-desliga”. para sistemas do tipo 2 e 3 no mínimo de 200 litros e diâmetro de 19mm. devendo ser mostrado nos cálculos hidráulicos e detalhe isométrico da rede. para os pontos de hidrantes ou mangotinhos que atendam as pressões e vazões mínimas requeridas em função da ação da gravidade.1 – Condição positiva de sucção da bomba de incêndio Vem das bombas Vai para hidrantes/mangotinhos Sistema de automatização da bomba principal 1 2 2 Sistema de automatização da bomba de 1 pressurização (Jockey) 3 ∅ 15 mm (1/2") 3 NA NA 5 4 4 5 3 NF ∅ 15 mm (1/2") NF 3 6 Figura C.2.2.5 As bombas de incêndio não podem ser instaladas em salas que contenham qualquer outro tipo de máquina ou motor.2.6 É permitida a instalação de bombas de incêndio com as sucções acima do nível de água. . ou quando aparentes em eletrodutos metálicos. C. não devendo passar em áreas de risco.2. C.2.2. conforme especificado no item B. c) ter meios adequados que mantenham a tubulação de sucção sempre cheia de água.

3 – Exemplo de afogamento de bomba de incêndio .Reservatória de Escorva VR VP Manômetro Abastecimento direto da Rede Pública Tubulação de Recalque VR VP Manovacuômetro Bomba de Incêndio Reserva de Incêndio Válvula de Pé de Crivo VR=Válvula de Retenção VP=Válvula de Paragem Figura C.

2. C.C.2.16 O painel de comando para proteção e partida automática do motor da bomba de incêndio deve ser selecionado de acordo com a potência em CV do motor . e) pressão nominal.17. indicando bomba em funcionamento. as bombas de incêndio acionadas por motor elétrico podem ser alimentadas por um gerador diesel. C. conforme especificado em B. quando dentro da área protegida pelo sistema de hidrantes devem ser protegidos contra danos mecânicos e químicos.Bomba de reforço 2 . exibindo: a) nome do fabricante.Válvula –gaveta 3 .4 – Esquema de ligação elétrica para acionamento da bomba de incêndio C.19 O painel deve ser fornecido com os desenhos dimensionais.2. em CV.18 O painel deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba de incêndio e convenientemente protegido contra respingos de água e penetração de poeira. diagrama elétrico interno e listagem dos materiais aplicados.5.11 Os fios elétricos de alimentação do motor das bombas de incêndio.Registro de recalque 7 . c) modelo da bomba.Chave de fluxo com retardo 5 . C.2.4). h) corrente de funcionamento. c) modelo. C. diagrama elétrico. C.15 Os motores elétricos também devem ser caracterizados através de placa de identificação.2.2 O período de aceleração do motor não deve exceder 10 segundos.20 Todos os fios devem ser anilhados.17 A partida do motor elétrico deve estar de acordo com as recomendações da NBR 5410 ou da concessionária local.e g) diâmetro do rotor. volte a funcionar normalmente quando surgir um novo evento.Normalmente aberta NF . de forma a permitir o desligamento geral da energia. a instalação pode ser conforme esquematizado na figura C.2. g) tensão de entrada em volts.2. a plena carga.2. C.12 Nos casos em que a bomba de reforço. régua de bornes.2.2. C. e) potência.9. C. atendendo ao requisito de C.17. fogo e umidade.22 O sistema de proteção dos motores elétricos deve ser conforme a NBR 5410.Normalmente fechada Chave Geral Chave para Bomba Consumo Figura C. C. ampéres. d) vazão nominal.2. b) tipo.9 A entrada de força para a edificação a ser protegida deve ser dimensionada para suportar o funcionamento das bombas de incêndio em conjunto com os demais componentes elétricos da edificação.Pontos de hidrantes /mangotinhos 6 .8 Na falta de energia da concessionária. sem prejuízo do funcionamento do motor da bomba de incêndio (ver figura C.21 O alarme acústico do painel deve ser tal que. Figura C.2.10 As chaves elétricas de alimentação das bombas de incêndio devem ser sinalizadas com a inscrição “ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE INCÊNDIO –NÃO DESLIGUE”. uma vez cancelado por botão de impulso.2.2. C. b) número de série. for automatizada por chave de fluxo. C.2. d) número de série. leiaute.2.2. C.Válvula de retenção 4 .Esquema de instalação de bomba de reforço abastecendo os pontos de hidrantes mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo Entrada Legenda: 1 .Reservatório Nota: NA .2. em hertz. C. de acordo com o diagrama elétrico correspondente. C.2. f) rotações por minuto sob a tensão nominal.2.13 A bomba de pressurização (jockey) pode ser sinalizada apenas com recurso ótico. C.5 . .7 A alimentação elétrica das bombas de incêndio deve ser independente do consumo geral. C.1 O sistema de partida deve ser do tipo magnético. f) rotações por minutos de regime.14 Cada bomba principal ou de reforço deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante.e i) freqüência.2.

3. as quais devem ser múltiplas . no local onde forem instaladas.3 Por meio de radiador no próprio motor.3. C. para a partida. sem apresentar quaisquer avarias.8 O motor a explosão deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante.3.3.3. o sistema de partida deve ser sempre automático. C.23 As bombas de incêndio com vazão nominal acima de 600 LPM deverão dispor de um fluxo contínuo de água através de uma tubulação de 6mm ou placa de orifício de 6mm.1. C. sendo direcionados para serem expelidos fora da casa de bombas. Vai para o reservatório ou tanque escorva União assento plano Figura C.3 Os sistemas de refrigeração aceitáveis devem ser os descritos em C.3.4 A entrada de ar para a combustão deve ser provida de um filtro adequado.3 A aspiração de ar para combustão pode ser natural ou forçada (turbo).7 Existindo mais de um motor a explosão. C.3.3. determinando ainda. C. C. com pressões limitadas pelo fabricante do motor.3.10 As baterias do motor a explosão. devem ser mantidas carregadas por um sistema de flutuação automática. e f) rotações por minuto nominal.3.3.3. C.9 Um painel de comando deve ser instalado no interior da casa de bombas. acionado diretamente pelo motor ou por correias.2 São dotados de sistema de arrefecimento por ar ou água. e) potência em CV. C. tolerada uma faixa de + 10% seja qual for a carga.3.12 Nos casos em que houver apenas uma bomba de incêndio.5 O escapamento dos gases do motor deve ser provido de silencioso.3. sem chances de retornar ao seu interior. considerando o regime contínuo de funcionamento.3. da bomba para o bloco do motor. de acordo com as especificações do fabricante.4 Por meio de ventoinhas ou ventilador.4 Dispõe de controlador de rotação. de acordo com as especificações do fabricante. d) número de série.3 Bombas acopladas a motores de combustão interna C. por meio de amperímetros e voltímetros.3.4. não sendo permitido o emprego de ar comprimido.5 Dispõe de meios de operação manual. de preferência no próprio motor.6 O tanque de combustível do motor deve ser montado de acordo com as especificações do fabricante e deve conter um volume de combustível suficiente para manter o conjunto moto-bomba operando a plena carga durante o tempo de no mínimo duas vezes o tempo de funcionamento dos abastecimentos de água.1.3. indicando bomba em funcionamento e sistema automático desligado (chave seletora na posição manual). C.6).1 A injeção direta de água.3.1 a C.3. as quais devem ser múltiplas. C.3. C. sendo o ventilador acionado diretamente pelo motor ou por intermédio de correias.1 O motor a combustão deve ser instalado em ambiente cuja temperatura não seja. independente. C. vindo água fria diretamente da bomba específica para este fim. A saída de água do trocador também deve ser posicionada conforme C. a fim de se evitar o superaquecimento das mesmas.3. C.3.11 O sistema de flutuação automática deve ser capaz de carregar uma bateria descarregada em até 24 horas.1 São dotados de injeção direta de combustível por bomba injetora ou de ar comprimido.3. cada um deve ser dotado de seu próprio tanque de combustível.3. C.1.1.2. por motor à explosão.6 – Arrefecimento da bomba principal elétrica . durante 6 horas ininterruptas. A saída de água de resfriamento deve passar no mínimo 15cm acima do bloco do motor e terminar em um ponto onde possa ser observada sua descarga. o qual deve manter a rotação nominal. C.1. c) modelo. C.3. com suas respectivas tubulações de alimentação para bomba injetora. inferior à mínima recomendada pelo fabricante e dotado de sistema de pré-aquecimento permanentemente ligado. sem que haja danos às suas placas.C. para cada sistema existente na edificação. aos dois jogos de baterias (principal e reserva).2 As bombas de incêndio devem ter condição de operar a plena carga.3. C. o qual volta sempre à posição normal. o estado de carga de cada jogo de baterias. derivada da voluta da bomba e com retorno preferencialmente para o reservatório ou tanque de escorva (ver figura C.1. em qualquer hipótese. localizadas na casa de bombas. C. Deve ser instalada sob o tanque uma bacia de contenção com volume mínimo de uma vez e meia a capacidade do tanque de combustível.2 Por trocador de calor.3. O sistema de flutuação deve ser capaz de atender.3. por meio de um carregador duplo de baterias.3. b) tipo. C.3. C. C.3.

D.1.5 Depósito de materiais incombustíveis. sujeitos a reação com água. sobreloja.2.1 Nestes casos o cálculo da vazão deve atender a tabela 2.3 Processos industriais com altos fornos onde o emprego de água seja desaconselhável.1 Podem ser considerados casos especiais de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos as áreas das edificações com as seguintes ocupações: D. e que o hidrante ou mangotinho do pavimento mais próximo assegure sua proteção e o acesso aos locais citados não seja através de escada enclausurada. D. D. desde que quando embalados a carga incêndio não ultrapasse 100 MJ/m2 . D.1. mezaninos. desde que o caminhamento máximo adotado seja o comprimento estabelecido na tabela 2 desta IT.4 Nas áreas específicas de depósitos com materiais combustíveis. D. .1.1 Áreas exclusivamente destinadas a processos industriais com carga de incêndio igual ou inferior a 100 MJ/ m2. D. Neste caso deve ser protegido por agente extintor específico ou sistemas especiais indicado para o risco.ANEXO D (normativo) Casos de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos.1. ou nos pavimentos superiores de zeladoria com área até 70 m2 e apartamentos “duplex” ou “triplex”.2 Ginásios poliesportivos e piscinas cobertas. D.2 Fica isenta a instalação de pontos de hidrantes ou de mangotinhos em edículas. desde que não utilizados para outros eventos que não atividades esportivas e desde que as áreas de apoio não ultrapassem 750 m2.1.

IT – 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Hidrantes de recalque do sistema de chuveiros automáticos B – Sinalização dos Hidrantes de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos e do Sistema de Hidrantes 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C – Planilha de Cálculo Hidráulico 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Certificação e validade/garantia .

Decreto Estadual nº 44. área de operação. sendo aceita a norma NFPA – 13 da National Fire Protection Assiciation. 2 APLICAÇÃO 2. 5. devendo ser apresentado o projeto executivo de chuveiros automáticos. como espaços ocultos.Proteção contra incêndio por chuveiro automático.4 Nas edificações. 5. se o assunto não for por elas contemplado.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. 5. contendo além do especificado nas normas técnicas da ABNT.3 Para fins de apresentação junto ao Corpo de Bombeiros.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica visa a adequar o texto da norma NBR 10. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. 355 . Augusto de Lima. conforme estabelece a NBR 10897. podendo deixar de abranger certas áreas.897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático para aplicação na análise e vistoria de processos submetidos ao Corpo de Bombeiros. NBR 10897 .mg. com simbologia atendendo ao contido na IT 03. 5 PROCEDIMENTOS 5.Bairro Centro CEP 30. deve-se atender a toda área de edificação. cabe ao Responsável Técnico apresentar requerimento detalhando Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.1 Deverá haver uma cópia do projeto citado no item anterior à disposição na edificação para dirimir possíveis dúvidas do agente vistoriador.bombeiros.2 Adota-se a NBR 10. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. as exigências previstas na IT 01 – Procedimentos Adminstrativos.130. 5.gov.5 Para as edificações já construídas anteriores à vigência desta IT. que não atendam às normas atuais. 5.1 Os sistemas de proteção por chuveiros automáticos serão elaborados de acordo com critérios estabelecidos em normas técnicas brasileiras. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la com as adequações constantes no item 5 desta instrução. tabelas e demais parâmetros técnicos deverão seguir os critérios contidos nas normas técnicas.897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. suas atualizações ou outra norma que vier substituíla.3.br Email: dat3@cbmmg.gov. 2. deve ser elaborada uma proposta de Projeto Técnico. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. onde houver exigência da instalação do sistema de chuveiros automáticos. de acordo com o Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.190-000 Site: www. .270.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações onde é exigida a instalação de chuveiros automáticos.mg.2 A classificação do risco. aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e pânico.

substituindo-se por válvula de retenção instalada na expedição da bomba e chave de fluxo para acionamento do alarme. 5. de acordo com o risco e a norma adotada. de forma a avisar quando passar água no sistema a partir do funcionamento de um único chuveiro. normalmente presente nas válvulas de governo e alarme. 5. ficando sob o controle da respectiva válvula de governo e alarme.1 O circuito do alarme de que trata este item deverá ser supervisionado.1 Em prédios comerciais a tomada de recalque pode ser localizada preferencialmente na fachada principal ou muro de divisa com a rua. de forma que estejam em condições de operar mesmo quando o sistema de chuveiros estiver em manutenção. sendo somadas as reservas efetivas de água para o combate a incêndios. 5. 5. para apreciação do Corpo Técnico.11 Nos casos em que hidrantes e mangotinhos são instalados em conjunto com o sistema de chuveiros automáticos. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la. pode ser substituído pelo alarme elétrico.9 Para edificações que possuam estoques de mercadorias. a uma altura mínima de 0.19 Não são aceitas placas de orifícios para balanceamento do sistema de chuveiros automáticos. 5.7 Não é permitida a falta de chuveiros pela simples presença de equipamentos elétricos.17. para cada válvula de governo e alarme. tabelas e cálculo hidráulico ou cálculo total. Estes equipamentos podem ser protegidos contra a descarga de água proveniente destes por meio de anteparos nãocombustíveis.21 Em reservatórios elevados o ponto de tomada de água para consumo deve ser lateral.1 Quando for feito o dimensionamento por cálculo hidráulico.15 Nas edificações elevadas.20 Quando for necessária a redução de pressão. previstos na NBR 10897. constituídas de múltiplos pavimentos.12.10 O dimensionamento do sistema pode ser feito por tabelas. 5. ficando as tomadas de fundo para o sistema de chuveiros automáticos.12.12 O hidrante de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos deverá possuir duas entradas de água de 63 mm de diâmetro.os itens que necessitam de dispensa da exigências com as argumentações e a impossibilidade técnica. 5. após a partida do(s) motor(es). suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la.8 Nos casos de edificações com ocupação mista. aprovadas para o uso em instalações de proteção contra incêndios. com tampa metálica.00m em relação ao piso. . apresentando as medidas mitigadoras adotadas.60 m e máxima de 1. 5. o painel de comando(s) da(s) bomba(s) principal(is) deverá permitir que. 15. interligando a mesma ao sistema de alarme principal da edificação. segundo o anexo A desta IT. em sistemas conjugados ou não. situada acima do pavimento mais elevado. 5. os demais pavimentos podem conter apenas as chaves de fluxo secundárias. deverão ser utilizadas válvulas redutoras de pressão. e que atendam aos requisitos técnicos previstos nas normas técnicas oficiais. serão aceitos os limites máximos para cada válvula de governo e alarme. deverá ser de 916mm. estes podem substituir o hidrante de recalque. possuindo mecanismos que possibilitem a fácil supervisão dos circuitos.13 As tubulações para hidrantes e mangotinhos devem ser conectadas às tubulações principais. de modo que atenda às funções da válvula de governo e alarme.3 O hidrante de recalque para chuveiros automáticos e o hidrante de recalque para hidrantes. providas de adaptadores de engate rápido conforme figura do anexo B.18. 5. 5. a reserva de incêndio deve ser calculada em função da vazão de risco mais grave e do tempo de funcionamento do risco predominante. 5.14 Quando não houver necessidade da instalação de mais do que uma válvula de governo e sendo a reserva efetiva. sendo que após a instalação de pelo menos uma para cada limite de área atendida. 5.1 O painel de comando deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba e convenientemente protegido contra os respingos provenientes destas. a distância livre mínima do defletor do chuveiro ao topo do estoque deverá ser de 456mm para chuveiros standard e para chuveiros especiais. a instalação desta válvula de governo pode ser dispensada.18 O painel de comando elétrico que compõe o sistema de proteção por chuveiros automáticos deve ser conforme prevê a NBR 10897.2 Se for comprovado tecnicamente ser impossível a especificação anterior. deve constar no projeto enviado ao Corpo de Bombeiros a planilha de cálculo hidráulico conforme o anexo C desta IT. devem ser garantidas as vazões e pressões mínimas exigidas. 5.16 Para o sistema de pressurização. Admite-se a conexão da tubulação de mangotinhos após a válvula de governo e alarme se protegerem área diferente daquela que os chuveiros estejam dando cobertura. 5. 5. 5.10.6 A área de aplicação deve ser sempre considerado como a área do piso.12. com as indicações constantes no anexo B e especificações da NBR 10897. 5. segundo anexo A. 5. quando independentes obedecerão à sinalização segundo o anexo B desta IT. 5. 5.12. o desligamento somente possa ser ativado manualmente.4 Quando a rede de alimentação for comum para chuveiros e hidrantes e existir franco e fácil acesso aos hidrantes externos. antes das válvulas de governo e alarme.17 O gongo hidráulico. a tomada de recalque pode ser localizada dentro de uma caixa de alvenaria. mantendose a reserva exclusiva definida para o sistema. 5.

26 A instalação e o ensaio deverão ser elaborados por profissional legalmente habilitado. sem interposição de correias ou correntes.5. que será apresentada durante o pedido de vistoria conforme a IT 01. 5. .23 Sempre que possível. 5. 5. ser provido de uma conexão de ensaio (dreno). suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la. 6 CERTIFICAÇÃO E VALIDADE/GARANTIA Os componentes do sistema deverão possuir selo de homologação dos laboratórios responsáveis: ABNT. sendo confeccionada a respectiva ART de Execução. FM. sendo permitida a sucção negativa quando comprovadamente for inviável a primeira condição. para verificação em vistoria e manutenção da tubulação.24 As bombas devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica a motores elétricos ou a diesel. UL. as bombas devem ser instaladas sob condição de sucção positiva (afogadas). ULC e LPC.22 A bomba deve operar com sua capacidade nominal dentro de 30 segundos após a partida. 5.25 Deverá o sistema de chuveiros automáticos. de conformidade com a NBR 10897.

ANEXO A Hidrantes de recalque do sistema de chuveiros automáticos .

ANEXO B Sinalização dos Hidrantes de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos e do Sistema de Hidrantes .

ANEXO C Memória de cálculo do dimensionamento do sistema de chuveiros automáticos vazão Chuveiro Balanceada Calculado Trecho Chuveiro Trecho Diâmetro Referência Adotado Memória de Cálculo Comprimento Equivalente Total Perda de Carga Desnível Unitária Total Pressão Observações Fator K * Real 1 2 3 4 Nó A Nó B Nó C MB R’i-MB R’i - 1/mim 1/mim 1/mim mm mm pol m m m m m m mca KPa (*) 1/mim a mca-1/2 ou 1/mim x Kpa-1/2 _ _ .

IT - 19
SISTEMA DE RESFRIAMENTO PARA LIQUIDOS E GASES INFLAMAVEIS E COMBUSTIVEIS

SUMÁRIO
1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 19

DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro. CEP 31.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

SISTEMA DE RESFRIAMENTO PARA LIQUIDOS E GASES INFLAMAVEIS E COMBUSTIVEIS

1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para segurança contra incêndio, exigências e práticas recomendadas para a elaboração de projetos de sistemas de resfriamento com água. 2 APLICAÇÃO 2.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e áreas de risco destinadas a produção, manipulação, armazenamento, transferência, distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis, relacionados a: a) destilaria, refinaria e unidade de processamento; b) plataforma de carregamento, estação de carregamento, e envasamento de gás liqüefeito de petróleo ( GLP ); c) parques de tanques ou tanques isolados; d) armazém e áreas destinadas a líquidos e gases combustíveis e inflamáveis, acondicionados em recipientes transportáveis. 2.2 Esta Instrução Técnica não se aplica: a) armazenagem de líquidos reativos ou instáveis; b) instalações marítimas off-shore; c) armazenagem de líquidos criogênicos e gases liquefeitos; d) aspectos toxicológicos dos produtos; e) instalações de armazenagem de líquidos combustíveis e inflamáveis que disponham de Normas Brasileiras específicas, tais como aeroportos. 3 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA NORMATIVA E

Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44.270, de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 7505 – Armazenagem de petróleo, seus derivados líquidos e álcool carburante. NBR 13860- Glossário de termos relacionados a segurança contra incêndios. NB – 98 - Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis. Petrobrás, N-1203 D, de julho de 1997 – Projetos de sistemas fixos de combate a incêndio com água e espuma. Petrobrás, N-1645 D, de dezembro de 1999 – Critérios de segurança para projetos de instalações fixas de armazenamento de gás liquefeito de petróleo. NFPA-15 - Standard for Water Spray Fixed Systems for Fire Protection - edição 1996. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica, aplicam-se as definições da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico, complementada pelas seguintes definições: 4.1 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37,8ºC, subdividido como segue: a) Classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37,8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de

Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas:

óleo diesel, aguarrás e querosene (iluminante e de aviação). b) Classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93,4ºC - todos os tipos de óleo combustível. c) Classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93,4ºC - todos os tipos de lubrificantes. 4.2 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37,8ºC, também conhecido como líquido Classe I, subdividindo-se em: a) Classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação). b) Classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37,8ºC – todos os tipos de álcool. c) Classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22,8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8ºC. – solventes (conforme ficha de segurança do produto). 4.3 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que, no estado puro ou nas especificações comerciais, por efeito de variação de temperatura e pressão, ou de choque mecânico, na estocagem ou no transporte, se tornem autoreativos e em conseqüência se decomponham, polimerizem ou venham a explodir. 4.4 Área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação. 4.5 Área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação. 4.6 Área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação. 4.7 Área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais, podendo ser edificada ou aberta, sobre piso, com ou sem acabamento ou em terreno natural, esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada, conforme o caso. 4.8 Risco isolado: é o risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados, suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra. 4.9 Posto de abastecimento interno: Instalação interna a uma indústria ou empresa cuja finalidade única é o abastecimento de combustível e ou lubrificantes para sua frota própria ou de seu uso. 4.10 Posto de abastecimento: Local restrito onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos, aeronaves, barcos, etc.

5.1 O resfriamento pode ser realizado por meio de: a) linha manual com esguicho regulável; b) canhão monitor manual ou automático; c) aspersores fixos. 5.2 O armazenamento em tanques subterrâneos não necessita de proteção contra incêndios por resfriamento. 5.3 Para o projeto dos sistemas de proteção consideram-se dois conceitos fundamentais: a) dimensionamento pelo maior risco isolado; b) não simultaneidade de eventos, isto é, o dimensionamento deve ser feito baseando-se na ocorrência de apenas um incêndio. 5.4 Independentemente das facilidades de combate ao fogo, grupos de vasos com espaçamento horizontal inferior a 7,5 metros devem ser considerados como único risco. 5.5 Cada quadra de unidade de processo constitui um risco isolado. 5.6 O suprimento deve ser baseado em uma fonte inesgotável (mar, rio, lago) o qual deve ser capaz de demanda de 100% da vazão de projeto em qualquer época do ano ou condição climática. Na inviabilidade desta solução, deve ser previsto um reservatório com capacidade para atender à demanda de 100% da vazão de projeto durante o período de tempo descrito abaixo: a) 06 horas para refinarias, terminais, bases de distribuição e outras instalações com capacidade de armazenamento de petróleo e derivados igual ou superior a 40.000 m3; b) 04 horas para parques de tanques ou outras instalações com capacidade entre 10.000 m3 e 40.000 m3; c) 03 horas para parques de armazenamento de gases liquefeitos de petróleo, sob pressão, em esferas e cilindros, plataforma de carregamento, estação de carregamento e envasamento com qualquer capacidade e em qualquer tipo de instalação. Os casos particulares tratados nesta instrução técnica devem atender às respectivas autonomias estabelecidas; d) 02 horas para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 1000 m3 e 10.000 m3; e) 01 hora para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 120 m3 e 1.000 m3; f) 45 minutos para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 50 m3 e 120 m3; g) 30 minutos para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 20 m3 e 50 m3; 5.6.1 Para o cálculo do volume do reservatório, deve ser considerada a capacidade de armazenamento do maior risco isolado. 5.6.1.1 Os casos citados nas alíneas a, b e c do item 5.6, se o abastecimento do reservatório for simultâneo ao incêndio, o seu volume poderá ser reduzido

5 PROCEDIMENTOS

proporcionalmente às condições deste abastecimento, desde que o volume mínimo do reservatório atende a demanda para 120 minutos. No caso de reabastecimento por bombeamento, as bombas e os respectivos acionadores devem atender aos mesmos requisitos das bombas principais de combate a incêndio. 5.6.2 A água usada no sistema em operação pode ser doce ou salgada e sem tratamento. 5.6.3 O sistema deve ficar pressurizado com água doce, a fim de evitar-se a rápida formação de incrustações e corrosão. No caso de utilização de água salgada, toda a tubulação deve estar adequada para esta finalidade. 5.6.4 No caso de material sólido em suspensão deve ser previsto dispositivo para a retenção das impurezas e limpeza das linhas sem interrupção do abastecimento. 5.6.5 Para cálculo do suprimento de água deve ser adotado o valor correspondente ao maior risco para: a) resfriamento de unidade de processo; b) resfriamento de um tanque atmosférico em chamas e dos tanques vizinhos; c) aplicação de espuma a um tanque e resfriamento dos tanques vizinhos; e. d) resfriamento de vasos de pressão para o armazenamento de gases liquefeitos. 5.6.6 Para a aplicação da espuma consultar a IT 20 Sistema de Proteção por Espuma. 5.6.7 No(s) dimensionamento(s) da(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes que atenderem a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis, será obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio, sendo uma elétrica e a outra movida com motor à explosão (não sujeita à automatização); ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão. Outros arranjos de bombas de incêndio aceitáveis são duas bombas elétricas principais alimentadas por um grupo moto-gerador automatizado com autonomia mínima de 06 horas de funcionamento ou duas bombas de incêndio com motor a explosão (podendo uma delas ter acionamento manual). 5.6.7.1 Será permitida a instalação de uma única bomba para locais que contenham tanques de armazenamento com capacidade máxima de 120 m³, bem como para os recipientes de GLP citados nos itens 5.12.1.1 e 5.12.2.2. 5.7 Hidrantes e canhões monitores 5.7.1 Em todos os locais onde haja risco de vazamento ou derrame de produto devem ser previstos hidrantes. 5.7.2 Os hidrantes devem ser instalados em locais de fácil acesso, mesmo que haja necessidade de estender uma derivação da rede principal. 5.7.3 A quantidade mínima de linhas de resfriamento e canhões monitores deve ser calculada em função da demanda de água de combate a incêndio. No caso de utilização de anéis de resfriamento nos tanques, esta demanda pode ser abatida da vazão total para dimensionamento da quantidade de hidrantes. Deve ser previsto pelo menos uma linha ou canhão para cada tanque

vizinho e duas linhas ou canhões para o tanque em chamas, simultaneamente considerando o cenário do cálculo hidráulico. 5.7.3.1 Após a definição do cenário de combate a incêndio pelo maior risco, os dimensionamentos do sistema hidráulico deve levar em consideração o funcionamento simultâneo de todas as linhas manuais e canhões monitores necessários para atender à demanda de água para o sistema de resfriamento. O projetista deve levar em consideração também o sistema de proteção por espuma, de acordo com a IT 20. 5.7.4 Em bacias com capacidade de armazenamento não superior a 35.000 m3, a distância máxima entre hidrantes deve ser de 60 m e devem ser localizados de tal forma que o comprimento de mangueira seja no máximo 60 m. 5.7.5 Em bacias com capacidade de armazenamento superior a 35.000 m3, a distância máxima entre hidrantes deve ser de 100 m e devem ser localizados de tal forma que o comprimento de mangueira seja no máximo 90 m. 5.7.6 Os hidrantes devem possuir no mínimo duas saídas com diâmetro nominal de 65 mm, dotadas de válvulas e de conexões de engate rápido. A altura destas válvulas em relação ao piso deve estar compreendida entre 1 m e 1,5 m. 5.7.7 Os canhões monitores podem ser fixos ou portáteis para água ou espuma, ou ainda para ambos. 5.7.8 Os hidrantes e os canhões fixos, quando manualmente operados, devem ser localizados a distância de 1,5 ( uma vez e meia) a altura do tanque, a partir do seu costado, para aqueles com diâmetro até 9 metros, e de 15 metros a 75 metros do costado para os tanques com diâmetros superiores a 9 metros. 5.7.9 Atendendo-se às necessidades de vazão e pressão da rede de hidrantes, os canhões monitores usados para resfriamento ou extinção de incêndio em tanques verticais ou horizontais devem ser capazes de resfriar teto e o costado. 5.7.10 A vazão mínima de água para as linhas manuais de resfriamento deverá ser de 200 LPM, com o emprego obrigatório de esguichos reguláveis. Para as áreas cobertas a pressão mínima será de 343,2 KPa (35,00 mca) e para as áreas descobertas será de 441,3 Kpa (45,00 mca). 5.7.11 Cada ponto da área de risco ou dos tanques e cilindros a serem protegidos devem ser atendidos pelo menos por uma linha manual de resfriamento. 5.7.12 Os canhões monitores devem ser especificados para permitir uma vazão mínima de 800 LPM na pressão de 549,25 kpa (56 mca), um giro horizontal de 360º e um curso vertical de 80º para cima e de 15º para baixo da horizontal, admitindo-se o emprego de esguichos que produzam somente jato sólido. Para efeito de projeto, deve ser considerado o alcance máximo na horizontal de 45 m quando em jato. 5.8 Refinaria, destilaria ou unidade de processo de refinaria 5.8.1 Uma unidade de processo deve ser protegida por meio de hidrantes e canhões monitores fixos. Em caso de vasos que armazenam gases inflamáveis liquefeitos sob

pressão devem ser usados aspersores fixos, conforme NFPA-15/96. 5.8.1.1 A vazão do sistema deve ser determinada em função da área definida pelo limite de bateria da unidade de processo, multiplicada pela taxa de 3 LPM/m2, devendo-se adotar como vazão mínima 4.000 LPM e como vazão máxima 20.000 LPM. 5.8.2 Os canhões monitores podem ser substituídos por sistemas de aspersores fixos, projetados conforme NFPA15/96. 5.9 Plataforma de carregamento, estação de carregamento e envasamento de cilindros de gás liquefeito de petróleo 5.9.1 Nas instalações é indispensável à utilização de aspersores fixos projetados conforme a NFPA-15/96. 5.9.2 A área a ser considerada deve levar em conta o transbordamento decorrente das operações de carga e descarga. O propósito que o dimensionamento deve considerar a proteção das áreas da ilha de carregamento em torno do caminhão ou vagão tanque. Havendo canaleta para captação de derrame de produto na área de carregamento e descarga, considerar a área circunscrita ao canalete como referência para o direcionamento da proteção. 5.10 Parques de tanques ou tanques isolados 5.10.1 Os tanques de armazenamento de superfície ou aéreos com volume total e igual ou inferior a 120 m3, contendo: a) líquidos combustíveis classe IIIA, não necessitam de sistema de resfriamento, desde que estejam isolados e em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais. b) líquidos classe IIIB, isenta-se do sistema de resfriamento, desde que o produto não seja pré-aquecido e os tanques estejam isolados e em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais. 5.10.2 Para o resfriamento através de aspersores deverá haver uma superposição entre os jatos dos aspersores, equivalente a 10% de dimensão linear coberta por cada aspersor. 5.10.2.1 Para tanques com altura acima de 10 m, será obrigatória a colocação de anéis de aspersores a partir do topo do tanque, sendo o espaçamento entre os anéis dimensionados de acordo com o desempenho do equipamento e especificação do fabricante, não havendo necessidade de anéis na base do tanque. 5.10.2.2 Deverá ser previsto no mínimo um anel de resfriamento instalado a partir do topo do tanque. 5.10.2.3 Quando a altura dos tanques for inferior a 10 metros, será aceito o resfriamento por meio de linhas manuais, ou canhões monitores. 5.10.3 Para efeito de cálculo, são considerados vizinhos os tanques que atendam a um dos seguintes requisitos:

a) quando o tanque considerado em chamas for vertical e a distância entre seu costado e o costado (ou parede externa) do tanque vizinho for menor que 1,5 vez o diâmetro do tanque em chamas ou 15 m, o que for menor; b) quando o tanque considerado em chamas for horizontal e a distância entre o costado (ou parede externa) do tanque vizinho e a base do dique do tanque considerado em chamas for menor que 7,5 m. 5.10.4 Quando forem utilizados aspersores nos tanques verticais, estes devem ser distribuídos de forma a possibilitar uma lâmina de água continua sobre a superfície a ser resfriada, sendo permitido apenas sua instalação no costado, nos casos de tanques com solda de baixa resistência entre costado e teto (conforme API 650). 5.10.4.1 Não é considerada proteção por aspersores a utilização de apenas um bico no centro do teto do tanque. 5.10.4.2 Para cálculo da vazão necessária ao resfriamento dos tanques verticais atmosféricos devem ser adotados os seguintes critérios: a) tanque em chamas: 2 LPM/m2 da área do costado; b) tanques vizinhos: 1) utilizando aspersores 2 LPM/m2 da área determinada na tabela 1; ou 2) utilizando canhões monitores ou linhas manuais: conforme a tabela 2. Tabela 1 – Aspersores
(N ¹) Área a ser resfriada 1 área do costado >1 Soma das áreas dos costados ¹) N = número de tanques verticais vizinhos.

Tabela 2 – Canhões monitores ou linhas manuais

)

≤2

Dist. entre costados (m) ≤8 > 8 e ≤ 12 > 12

Taxa

2)

)

8 5 3

>2

Dist. entre costados (m) ≤8 > 8 e ≤ 12 > 12

Taxa

3)

8 5 3

N = número de tanques verticais vizinhos. L/min. por m² de ½ do soma das áreas do teto e tanque vizinho. Para tanque de teto flutuante não considerada a área do teto. 3) L/min. por m² de 1/3 do soma das áreas do teto e tanque vizinho. Para tanque de teto flutuante não considerada a área do teto.
2)

1)

costado do deverá ser costado do deverá ser

5.10.5 A vazão mínima necessária ao resfriamento dos tanques horizontais deve ser de 2 LPM/m² da área da sua projeção horizontal. 5.10.5.1 Para efeito de cálculo, somente são resfriados tanques horizontais vizinhos quando: a) o tanque em chamas for vertical; b) não estiverem no interior da mesma bacia de contenção do tanque em chamas. 5.10.5.2 Neste caso, não deve ser considerada a aplicação de água na bacia do tanque em chamas, devido ao fato de que em um incêndio em tanque horizontal pode ocorrer vazamento para a bacia de contenção.

5.10.6 Caso o tanque vizinho seja do tipo teto flutuante, para o resfriamento só deve ser considerada a metade da área do costado. 5.10.7 Nos tanques para armazenamento refrigerado, deve ser prevista a aspersão de água com baixa velocidade e distribuição uniforme sobre o teto e costado, calculada à base de 3 LPM/m2 de área a ser protegida. 5.10.7.1 Para o cálculo da vazão total, devem ser considerados os tanques situados a distância inferior a 1,5 (uma vez e meia) o diâmetro do tanque em chamas, sendo válido dividir-se o sistema de aspersão em setores, para melhor aproveitamento da quantidade de água disponível. 5.10.7.2 O teto deve ser totalmente resfriado e a superfície lateral mínima a ser molhada não deve ser inferior a um terço (1/3) da superfície lateral total do tanque. 5.11 Armazém e áreas destinadas a líquidos combustíveis e inflamáveis acondicionados em recipientes transportáveis 5.11.1 As áreas com capacidade acima de 20 m3 de líquidos inflamáveis ou combustíveis, devem prever o sistema de resfriamento por meio de linhas manuais com esguichos reguláveis. 5.11.2 A altura e largura da pilhas de recipientes devem atender ao estabelecido nas Normas Técnicas Oficiais (ex: NB 98 e NBR 7505). 5.11.3 Cada ponto da área de risco a ser protegido deve ser atendido, simultaneamente, por no mínimo uma linha de resfriamento. 5.11.3.1 As tomadas de água para abastecimento das linhas de resfriamento (hidrantes) devem atender aos parâmetros da IT 17 - Sistema de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio. 5.12 Resfriamento de vasos de pressão que armazenem Gases Liquefeitos de Petróleo 5.12.1 Recipientes transportáveis 5.12.1.1 Quando o volume armazenado for superior a 6.240 Kg e inferior a 49.920 kg será exigida a proteção por linhas manuais de resfriamento, calculadas conforme os itens 5.7.10 e 5.7.11 com autonomia mínima de 30 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.1.2 Quando o volume armazenado for superior a 49.920 e inferior a 99.840 kg de GLP será exigida a proteção suplementar por canhões monitores com o funcionamento simultâneo das linhas manuais, devendo ser atendidos os itens 5.7.10, 5.7.11 e 5.7.12, e autonomia mínima de 60 minutos do reservatório de incêndio, devendo ser considerado no mínimo 2 linhas manuais e um canhão monitor em funcionamento simultâneo. 5.12.1.3 Quando o volume armazenado for superior a 99.840 kg de GLP o sistema de resfriamento deverá ser avaliado pelo Corpo Técnico, ou poderá ser adotada Norma Técnica estrangeira reconhecida internacionalmente. 5.12.2 Recipientes estacionários verticais e horizontais

5.12.2.1 Quando a bateria de cilindros de GLP possuir uma capacidade superior a 8.000 kg, aplicam-se as exigências dos itens 5.12.2.2 a 5.12.2.5. 5.12.2.2 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for inferior a 8000 kg, prever proteção por linhas manuais de resfriamento, calculado conforme os itens 5.7.10 e 5.7.11 com autonomia mínima de 30 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.2.3 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for superior a 8.000 kg e menor ou igual a 24.000 kg, além das linhas manuais de resfriamento, prever proteção suplementar com o uso de canhões monitores com o funcionamento simultâneo das linhas manuais, devendo ser atendidos os itens 5.7.10, 5.7.11 e 5.7.12, e autonomia mínima de 60 minutos do reservatório de incêndio. 5.12.2.4 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for superior a 24.000 kg e menor ou igual a 60.000 kg prever proteção por aspersores instalados de forma a proteger toda a superfície exposta, inclusive os suportes (pés). A água deverá ser aplicada por meio de aspersores fixos instalados em anéis fechados de tubulação com uma autonomia mínima de 120 minutos do reservatório de incêndio. 5.12.2.4.1 Os aspersores, instalados acima da linha do equador, dos tanques horizontais, verticais e esferas de gás, não serão considerados para proteção da superfície situada abaixo daquela, sendo necessária à instalação de um outro anel de aspersores abaixo da linha do Equador. 5.12.2.4.2 Toda a superfície exposta do(s) tanque(s) deverá estar protegida com os jatos dos aspersores da seguinte forma: Os aspersores deverão ser distribuídos de forma que exista uma superposição entre os jatos, equivalente a 10% de dimensão linear coberta por cada aspersor. 5.12.2.5 Quando a capacidade de armazenamento individual for superior a 60.000 kg prever proteção por aspersores instalados de forma a proteger toda a superfície exposta, inclusive os suportes (pés). A água deverá ser aplicada por meio de aspersores fixos instalados em anéis fechados de tubulação com uma autonomia mínima de 180 minutos do reservatório de incêndio. Atender inclusive os itens 5.12.2.4.1 e 5.12.2.4.2. 5.12.2.6 O emprego de aspersores não dispensa os hidrantes (linhas manuais) devendo inclusive ser previsto pelo menos um canhão monitor portátil que poderão ser empregados no caso de falha do sistema de aspersores. No entanto para o dimensionamento do sistema hidráulico não haverá a necessidade de serem somadas as vazões necessárias para as linhas manuais, canhão monitor e aspersores, sendo suficiente o dimensionamento da demanda de água para os aspersores. 5.12.2.7 Os afastamentos requeridos para os recipientes de GLP tanto estacionários quanto transportáveis devem atender as Normas Técnicas Oficiais e a IT 23.

5.12.3 Esferas

5.12.3.1 A vazão de água destinada a cada esfera, por meios fixos, deve ser a soma dos valores correspondentes a: a) resfriamento de toda a superfície, calculada multiplicando-se a taxa de 5 LPM/m2 pela superfície total; b) complementação do resfriamento definido no item anterior, com a colocação de um aspersor para a região de junção do costado com coluna de suporte, a vazão de cada aspersor corresponde a 10% do valor determinado na alínea a, dividido pelo número de colunas; c) curva e válvula de retenção da linha de enchimento, quando esta penetra no cilindro pelo topo (conforme norma Petrobrás N-1645-D/99), o número de aspersores e a respectiva vazão devem ser calculados para que o conjunto receba, pelo menos, 5 LPM/m2, mas o total não deve ser inferior a 100 LPM. d) prever uma autonomia mínima de 180 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.4 A vazão destinada a cada cilindro horizontal ou vertical, por meios fixos (aspersores), deve ser a soma dos valores determinados conforme os critérios abaixo: a) lançamento de água segundo a taxa mínima de 5 LPM/m2, uniformemente distribuídos por aspersores sobre toda a superfície; b) proteção, por aspersores, da válvula de bloqueio, curva e válvula de retenção da linha de enchimento, quando esta penetra no cilindro pelo topo (conforme norma Petrobrás N-1645-D/99), o número de aspersores e a respectiva vazão devem ser calculados para que o conjunto receba, pelo menos, 5 LPM/m2 mas o total não deve ser inferior a 100 LPM. 5.12.5 Deve ser previsto resfriamento para a esfera submetida a fogo, bem como para as esferas e baterias de cilindros cuja distância, costado a costado em chamas, seja inferior a 30 m. 5.12.6 Um ou mais cilindros de volume individual igual superior a 200 m3 devem ser considerados equivalentes a uma esfera, para efeito do item 5.12.5. 5.12.7 Nos demais casos de cilindros, devem ser resfriadas esferas e baterias de cilindros cuja distância, costado a costado, seja inferior a 7,5 m. 5.12.7.1 Caso as baterias de cilindros de GLP com capacidade individual de no máximo 60.000 kg estiverem afastados de 7,50 m entre si, podem ser considerados. 5.12.8 Quando o suprimento de água sair da rede de água de incêndio deve-se somar a maior vazão estabelecida, segundo os critérios expressos em 5.12.5, 5.12.6 e 5.12.7, ao valor correspondente ao uso de dois canhões monitores fixos, cada qual com 1.200 LPM, lançando água sobre o bocal de saída do vaso em chamas, mais a vazão correspondente à injeção de água prevista na norma Petrobras N-1645-D/99. 5.12.9 A localização dos cilindros e esferas de GLP devem atender às Normas Técnicas Oficiais.
_______________________________________________

IT - 20
SISTEMA DE PROTEÇÃO POR ESPUMA

SUMÁRIO
1 – Objetivo

ANEXOS
A - Figura 1 - Guia de Qualidade da espuma para tanques de armazenamento B - Exemplo ilustrativo de Cálculo dos Sistemas de Espuma

2 – Aplicação 3 – Referências Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Condições específicas

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 20

SISTEMA DE PROTEÇÃO POR ESPUMA
DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica tem como objetivo adequar o texto da NBR 12.615 – Sistema de combate a incêndio por espuma da ABNT, para aplicação na análise e vistoria de projetos/processos submetidos ao Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias a existência de produção, manipulação, armazenamento e distribuição de líquidos combustíveis ou inflamáveis localizadas no interior de edificações ou a céu aberto para Combate a Incêndio, de acordo com o previsto na Tabela 7M.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para maior entendimento desta Instrução Técnica, é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44.270, 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 12.615 – Sistema de combate a incêndio por espuma. NFPA 11 – Standard for Low-Expansion Foam 1998 Edition.

NFPA 13 – Standard for the installation of sprinkler systems. NBR 5363 – Invólucros à prova de explosão para equipamentos elétricos – especificação. NBR 5418 – Instalações elétricas em ambientes com líquidos, gases ou vapores inflamáveis – procedimento. NBR 7821 – Tanques soldados para armazenamento de petróleo e derivados – procedimento. ANSI B 31.1 - Piping and piping systems. Boletim API 650 – Apêndice H – Welded steel tanks for oil storage. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica, aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Generalidades 5.1.1 A espuma mecânica ou espuma de ar, para as finalidades desta Instrução Técnica, deve ser entendida como um agregado de bolhas cheias de ar, geradas por meios puramente mecânicos, de soluções aquosas contendo um concentrado de origem animal, sintética ou vegetal. 5.1.2 A espuma mecânica ou espuma de ar é útil como agente de prevenção e extinção ao fogo nas situações mais variadas; satisfazendo a todas as exigências referentes a um fluido de densidade muito baixa e alta capacidade de absorção do calor. A espuma mecânica não é considerada um agente adequado para incêndios em gases. Sua densidade, sendo menor que as dos líquidos inflamáveis,

Permite variação de vazão. b) especificação técnica do LGE a ser utilizado pelo sistema proposto. podem ser aceitas diferentes taxas de tempo.4. não necessitam de sistema de espuma.1 Mistura de LGE efetuada diretamente por esguichos de espuma portáteis. desde que tenham diâmetro inferior a 9 metros. 5. os tanques tenham diâmetro inferior a 9 metros.1.3 Estes projetos devem apresentar as seguintes informações básicas: a) detalhe dos diversos riscos a serem protegidos. 5. 5.1. no mínimo.1.2 Mistura de LGE efetuada na linha de mangueiras por meio de proporcionadores de linha de vazão fixa. a aplicação da espuma mecânica deverá ser precedida de judicioso estudo da situação. nas estações de emulsionamento. 5.3 e 5.1. de modo que não seja ultrapassada a temperatura de 45ºC no interior da massa líquida. para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica.1. taxas de aplicação e dosagens recomendadas. f) vazão de LGE em litros por minuto (LPM) exigidas pelo sistema proposto. c) geração por meio de equipamentos fixos do tipo bocal. 5.4.permite que seja usada principalmente para formar uma cobertura flutuante.1.2.6.3 Os tanques de armazenamentos de superfícies ou aéreos.1 a 5. 5.1. 5.1 Os métodos propostos por esta Instrução Técnica para se obter a espuma mecânica são: a) geração por meio de equipamentos portáteis do tipo bocal.6. indicando a aplicabilidade.3.5.4 podem ser obtidos por meio de estações de emulsionamento fixas ou móveis (viaturas emulsionadoras). para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica. expresso em minutos. 5.1.1 Os projetos devem ser executados por Empresas ou profissionais que possuam atribuições específicas e os requisitos técnicos necessários. sempre que possível. inclusive local. com volume total igual ou inferior a 120 m3. g) especificação técnica e capacidade de geração.4 Projetos de sistemas de proteção ou extinção por meio de espuma mecânica 5.1. para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica. estejam em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas oficiais.6. 5. 5. Permitem ampla variação de vazão. o uso de espuma mecânica não é aconselhado.4o C isenta-se do sistema de espuma. 5.3.1. d) vazão de água em litros por minuto.15.4. jatos plenos deste agente extintor não devem ser usados contra equipamentos elétricos energizados.6.3. independendo do operador.4 Em tanques ou recipientes que contenham produtos quentes. cuja temperatura esteja acima do ponto de ebulição da água.6. contendo líquidos combustíveis com ponto de fugor entre 60oC e 93.6. incluindo a reserva do volume total necessário. c) taxas de aplicação da mistura (água + LGE) e da espuma.1. de vazão fixa.3. 5.15. 5. 5. de 15 minutos Para produtos com tensão de vapores elevados. 5.6.2 Gerador de espuma mecânica 5.2 Os testes de funcionamento e aceitação final dos sistemas de proteção ou extinção considerados neste capítulo devem ser realizados na presença do vistoriador do Corpo de Bombeiros e à luz dos documentos indicados nos itens 5.6.2 Os tanques de LGE devem ser projetados de modo a disporem de respiros adequados. em que a mistura (água + LGE) pode transitar pelas tubulações sem perder suas propriedades espumigenas.1 Para líquidos com ponto de fulgor superior a 93.3 Os recipientes devem conter rótulo de identificação do tipo de LGE. 5. estejam em bacia de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais. extinguindo.4 Os sistemas de proteção ou extinção considerados nesta Instrução Técnica devem ser projetados e construídos de forma que a espuma gerada não seja . vazão e/ou armazenamento de todos os equipamentos propostos. cobrindo e resfriando o combustível de forma a interromper a evaporação dos vapores e impedir a sua mistura com o oxigênio do ar. arranjo físico e pontos de maior perigo. O tempo de permanência da espuma sobre a superfície do líquido deve ser.4 Mistura de LGE efetuada por meio de bomba ou vaso de pressão e dosador que controlam automaticamente as vazões de LGE.5 Os métodos indicados em 5. b) por meio de equipamentos semi-eixos do tipo bocal. exigidas pelo sistema proposto. incluindo a reserva do volume total de LGE necessário.1. 5. 5. boca de visita para facilitar a inspeção. portanto. válvulas de descarga.1.1.1 e 5.1. em ponto eqüidistantes dos riscos a proteger. limpeza e tomada de amostras.1. dispositivo de enchimento de medição e controle constante de nível.1 Os tanques ou recipientes devem estar localizados.4.6.3 Armazenamento do líquido gerador de espuma em instalações fixas 5.5 A espuma mecânica é condutora de eletricidade. 5.2 A relação entre a quantidade de espuma produzida pelos equipamentos e a quantidade de solução de espuma (coeficiente de expansão) deve ser de ordem de 8 (oito) vezes como o valor máximo e 4 (quatro) vezes como o valor mínimo.3 Mistura de LGE efetuada por dispositivo dosador instalado entre a descarga e admissão da bomba de água.6 Mistura da água com o Líquido Gerador de Espuma (LGE) Os métodos propostos para se obter uma mistura adequada de água e LGE são dados em 5. e) tempo máximo. Em tanques contendo combustíveis líquidos de alta viscosidade os quais tenham permanecido em queima por período prolongado.4oC.2. em função das vazões de água.2. 5. desde que o produto não seja pré-aquecido.1 O LGE deve ser armazenado em tanques ou recipientes metálicos protegidos convenientemente contra corrosão.1.3. dependendo sempre de operador.6.

1 Podem ser aceitas dosagens de LGE inferiores a 6% para solventes polares.4 A reserva de água para o sistema de proteção contra incêndio por espuma deve garantir um suprimento mínimo de 120 minutos para a cobertura do maior risco previsto no projeto. em pontos eqüidistantes dos riscos a proteger e protegida suficientemente contra danos causados pelo fogo e ou explosão e com fácil acesso a veículos de abastecimento de LGE. 5.7. pode ser dispensada a reserva de reposição acima descrita.5. 5. 5. 5.7. 5.2 Os projetos de sistemas de extinção por meio de espuma mecânica devem prever a disponibilidade de LGE na quantidade mínima de duas vezes o volume necessário para a cobertura do maior risco da área. sua eficiência para o produto a ser protegido. sendo uma carga inicial e outra como carga de reposição.5.7. desenvolvidos em laboratórios certificados pelo Sistema Brasileiro de Certificação. 5. onde seja possível a reposição dos estoques do LGE.5.5. pelo fabricante. b) estação móvel de emulsionamento (viatura).1 Independente da proteção por espuma indicada ao tanque de maior risco.6.5. 5.4. devem ser observados os seguintes requisitos: a) a estação deve estar localizada. b) a estação fixa deve ser construída com material resistente ao fogo e dispor de meios de acesso e iluminação natural voltados para áreas de menor risco. 5) instrumentos para indicação de pressão e fluxo de água.5. por meio de ensaios específicos normatizados.1 O item básico para se determinar à eficiência do sistema de proteção ou extinção por meio de espuma mecânica deve ser o fluxo de água (volume por unidade de tempo).4 Quando a mistura de água com LGE for efetuada em estação fixa de emulsionamento.5 O suprimento de água para os sistemas de espuma mecânica pode ser feito com água doce ou salgada.1 A mistura de água com LGE pode ser feita por meio de: a) estação fixa de emulsionamento.7 Estação de emulsionamento 5.5 Suprimento de água 5. desde que os demais integrantes do PAM comprovem oficialmente que possuem LGE idêntico e em quantidade suficiente para o tipo de incêndio a ser combatido. mais o volume necessário para o enchimento das tubulações adutoras. considerando os tempos de descarga previsto.7.2 A vazão de água deve ser determinada em relação ao maior risco a ser protegido (tanque e bacia de contenção). válvulas de controle e respectivas tubulações dentro das necessidades do projeto.2.5. tanto quanto possível.6 A alimentação de água da estação de emulsionamento pode ser obtida a partir da rede de alimentação dos hidrantes. devem ser consideradas ainda as proteções suplementares de espuma para a bacia de contenção e sistemas de resfriamento conforme instrução técnica específica. 5. Tabela 1. desde que devidamente atestada.7. porém com a necessária qualidade de modo que a espuma gerada não sofra efeitos adversos.6.6.2. oficialmente constituído. os fabricantes devem fornecer justificativas técnicas e resultados de ensaios.5 A escolha do sistema de combate a incêndio por espuma adequado ao tanque de maior risco deve atender aos requisitos mínimos constantes da Tabela 1. dentro de 24 horas.1 5.1 O suprimento de LGE deve ser determinado mediante cálculo percentual baseado na vazão de solução prevista para a cobertura do maior risco mais a vazão das . 2) bomba de extrato formador. LGE. semifixos e portáteis.3 A vazão de água determinada pelo maior risco a ser protegido. válvulas de controle e respectivas tubulações dentro das necessidades do projeto. 5.1 Para empresas que sejam participantes de um Plano de Auxílio Mútuo (PAM). deve ser adicionada à vazão necessária para alimentar equipamentos móveis a serem previstos no projeto (esguichos para espuma ou água) e à vazão necessária para o sistema de resfriamento.6. incluindo os sistemas fixos.2 A solução de espuma deve ser obtida à razão de 3% para derivados de petróleo e 6% para solventes polares. 5. multiplicadas pelo tempo de operação recomendado. 4) válvulas de controle e alinhamento de água e mistura. mistura e nível de LGE. 5. 3) recipiente para o armazenamento do LGE nas quantidades previstas no projeto.4.3. 5. d) a estação fixa pode dispor dos seguintes equipamentos básicos para a mistura de água e LGE: 1) bomba de água. vide 6. conforme o disposto em 5.aplicada no interior de equipamentos durante a execução de testes. 5. 5.Proteção Minima ao Tanque Características do tanque Sistemas de proteção Por espuma linhas manuais de espuma da área considerada no projeto. Diâmetro de até 9 m e altura até 6 m Linhas de espuma (proteção primária) Diâmetro acima de 9 m e até 18 m Canhões monitores Diâmetro acima de 18 m Câmaras de espuma (*) Para definição do maior risco.2.6 Suprimento de LGE 5.3 Nos casos de taxas de aplicação inferiores às estabelecidas nesta Instrução Técnica. 5. c) a estação fixa deve dispor de sistemas elétricos e de comunicação suficientemente protegidos contra danos causados pelo fogo e ou explosão.

9. 5. 5. com capacidade para armazenar o produto no volume previsto no projeto e com os requisitos técnicos exigidos pelas normas Brasileiras em vigor. quando necessário.2 Nas bombas de incêndio com acionamento elétrico. 9) dispositivos adequados para permitir a limpeza. 5. nas vazões e pressões previstas. c) o tanque de LGE deve ser construído com material resistente a corrosão. todas as válvulas de acionamento e distribuição devem possuir identificação clara.10.11. 5. instruções de funcionamento e manutenção dos diversos mecanismos. 5.11 Formadores de espuma 5.8. devem ser observados os seguintes requisitos básicos nas especificações técnicas de vistorias de combate a incêndio por espuma: a) o chassi e o motor devem ser preferencialmente de tipo fabricado no Brasil. 5. visando à facilidade de manutenção. d) devem ser especificadas as conexões para entrada de água. 7) dispositivos adequados para abastecimento dos recipientes de LGE por meio de veículos ou recipientes portáteis. suspensão e rodas.4 Os equipamentos elétricos do sistema devem atender o disposto nas NBR 5363 e NBR 5418.8.8 Bombas de água 5. bem como dimensões e características gerais do carro.1. devem ser fornecidos certificados de garantia e teste de operação.5 No caso de rede de tubulações enterradas. 5.9. b) os sistemas elétricos.3 As bombas devem ser projetadas de modo a atender a demanda total do maior risco. admissão e descarga. 5. desde que montados sobre veículos e em número suficiente exigido para a operação do sistema.5 Quando a mistura de água com LGE for efetuada em estação móvel de emulsionamento (viatura). de modo que a cobertura do maior risco considerado no projeto seja plenamente satisfeita.1 Os sistemas fixos podem. ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão/pressão. f) a bomba d’água deve ser especificada com indicações das vazões e pressões mínimas e máximas. h) devem ser previstos para transporte de equipamentos portáteis de combate a incêndio. 5.8.4 Quando a rede de tubulações for dimensionada em “anel” devem ser previstas válvulas seccionadoras que permitam manobras d’água e de solução de espuma. 5. vazão e aceitação final. 5. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio. utilizando juntas flexíveis quando possível e necessário. 5. de freios. 5.8. 5. de modo a permitir sua operação rápida e perfeita.10. especialmente quando houver tráfego de veículos pesados.2 Nas estações fixas ou móveis de emulsionamento. g) a posição do painel de operação e dos dispositivos de acionamento e controle deve ser especificada e com indicação das respectivas funções. de modo que a cobertura do maior risco considerado no projeto seja plenamente satisfeita.6) dosador (es). atentando plenamente as vazões e pressões previstas.10.9.10. bem como o funcionamento de parte do sistema quando forem necessárias manutenções na tubulação.9 Válvulas de controle 5.2 É permitida a instalação de uma única bomba de incêndio para locais que contenham tanques de armazenamento com capacidade máxima de até 120 m³ e nas situações em que o produto armazenado destina-se a geração de energia.10 Rede de tubulações 5. ser alimentados por estações móveis de emulsionamento da solução de espuma. cabine devem obedecer às normas Brasileiras em vigor. nas áreas de risco.8. devem estar situadas em local protegido. com água limpa. esta deve possuir revestimento adequado à corrosão e proteção contra movimentação do solo.4. sendo uma elétrica e a outra movida com motor à explosão (não sujeita à automatização). 5. de todos os equipamentos de dosagem.1 É permitida a instalação de duas bombas de incêndio elétricas se uma delas estiver alimentada por gerador automatizado com autonomia mínima de 06 (seis) horas.2 A rede de tubulações deve ser instalada de modo que nas emergências ela não venha a ser danificada pelo fogo ou explosão. excepcionalmente.7. 8) dispositivos adequados para permitir inspeções e testes de funcionamento dos equipamentos. descarga de pré-mistura. abastecimento e descarga LGE.1 Em todo sistema de espuma especialmente nas estações fixas de emulsionamento.3 As especificações das válvulas principais de acionamento e distribuição devem ser do tipo aprovado para uso na proteção contra incêndio e conforme disposto em 6.9. de forma a permitir o desligamento geral da energia elétrica das instalações.2.1 A rede de tubulações deve ser projetada de acordo com as necessidades dos riscos a proteger. drenagem adequada.3 Todos os ramais da rede de tubulações devem ser claramente identificados para facilitar a operação rápida do sistema.1 Os equipamentos formadores de espuma adotados devem ser avaliados em função do desempenho . 5.1.10.7. i) juntamente com os documentos citados na alínea h. as válvulas principais de acionamento e as válvulas de distribuição da prémistura devem possuir dispositivos que identifiquem quando elas estão abertas ou fechadas e. devem ser previstos suportes de apoio e meios que permitam. sem prejuízo do funcionamento do conjunto motor-bomba. 5.4 Quando a rede de tubulações for aérea. e) a bomba de LGE e o dosador devem ser especificados com indicações das vazões e pressões mínimas e máximas.6.1 Quando instalado o sistema de combate a incêndio por espuma. 5. desenhos e fluxograma dos sistemas de emulsionamento. o circuito de alimentação elétrica do motor deve ser independente da rede geral.8.2.

apresentado pelos fabricantes conforme suas especificações técnicas. 5.1. os quais são solúveis em água.13.2 Todos os desenhos.3 As câmaras.12. 5. e das vazões de água e espuma previstas no projeto.14. éter (solventes polares). devem existir armários para guarda de mangueiras.15. 5. áreas fechadas e prédios. usinas de destilação e refinarias. chaves e ferramentas especiais de apoio para combate ao fogo.1 Os sistemas de espuma para tanques devem ser complementados por sistemas de hidrantes para alimentar mangueiras e garantir a extinção de focos de incêndio em áreas adjacentes aos riscos previstos nos projetos. destinados à proteção contra riscos específicos em salas. defletores e deslizadores para aplicação da espuma 5.14. por exemplo: tanques de pintura por submersão. atendendo às taxas de aplicação previstas nesta Instrução Técnica e o alcance efetivo de combate ao risco considerado. sistema de neblina de espuma/água ou sistemas de espuma de alta expansão. equipamentos de processo.1. 5.11.4.2 Os testes devem ser obrigatoriamente realizados na presença de autoridade competente em proteção contra incêndio da localidade.14 Testes de operação e descarga .2) 5. catálogos. como. 6.14.1 A empresa projetista e/ou a montadora deve(m) fornecer à empresa contratante desenhos de toda as partes que compõem o sistema projetado.13. devem ser instalados de modo que seu funcionamento seja garantido mesmo em caso de explosão. 5.1. tais como álcool. manuais de operação e de manutenção devem ser apresentados em Língua Portuguesa.4 Junto aos hidrantes com solução de espuma. Aplicações típicas seriam em áreas de estocagem. acetona. de representante de empresa contratante do sistema e de representante da empresa projetista e da montadora. conforme especificação técnica do equipamento fornecida pelo fabricante.3 Os projetos devem prever que os hidrantes possam funcionar com água e/ou pré-mistura (água + LGE). processo de extração por solventes.15 Desenhos .Catálogos de peças de reposição manuais de operação inspeção e manutenção 5. As espumas descarregadas de tais sistemas devem ter um coeficiente de expansão variando entre quatro e oito valores de “25% do tempo de drenagem”. sendo que tal desempenho (especificação de pressão e vazão) deve ser levada em conta nos cálculos hidráulicos para dimensionamento do sistema.14.2 Os formadores de espuma devem ser instalados junto às câmaras de espuma ou afastados destas. existentes em indústrias.2 Estes sistemas destinam-se particularmente a proteger estoques e manuseio de líquidos inflamáveis e líquidos combustíveis em interior de prédios e estruturas.4 O laudo técnico citado em 5.Aceitação 5.1 Generalidades 6.1 Sistemas fixos de extinção para inflamáveis/combustíveis em áreas fechadas. áreas sujeitas a grandes vazamentos. 5. ou à proteção geral do conteúdo de uma sala ou prédio podendo estar incluída ou não a própria edificação. 6. esquemas.3 Esta seção não trata dos sistemas de chuveiros de espuma/água.5 As câmaras devem possuir dispositivos que permitam a realização de testes sem a penetração de espuma nos tanques.1. de modo que a cobertura do líquido possa ser efetuada uniformemente.3.1 O rendimento das câmaras de aplicação da espuma deve ser calculado de acordo com as vazões previstas em projeto.3.1 A espuma suprida pelos sistemas de neblina deve formar rapidamente um lençol de cobertura e espalhar-se logo ao redor de obstáculos. 5. inspeção e manutenção preventiva e corretiva. 6 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 6.12.1 Após a instalação de todos os equipamentos previstos no projeto. tanques de mistura.3 deve receber o visto da autoridade competente em proteção contra incêndio da localidade e o “de acordo” do representante da empresa contratante que assistiu a todos os testes e os acompanhou.13.1.12.1 Esta seção refere-se aos sistemas de extinção de incêndios por espuma. etc. 6.1. 5.13.12. 5.1. 6.3 Qualidade da espuma 6.13 Sistema de hidrantes (ver 6. o montador deve proceder aos testes de operação e descarga do sistema.14.2 Devem ser adotadas as pressões e vazões nos bocais de descarga necessária à operação do sistema.15.2 Limitações Quando o risco envolvido for constituído por líquidos inflamáveis. porém de modo a facilitar as inspeções e manutenção.12 Câmaras. líquidos ..12. 5. esguichos. quando necessário.1. a empresa projetista e a montadora devem emitir laudo técnico à empresa contratante do sistema. tanques abertos. 6. 5. salas de bombas.3 Após a execução dos testes de operação e descarga. assim como catálogos de peças de reposição e os manuais de operação. de modo que a espuma seja aplicada suavemente e que não mergulhe no líquido a uma profundidade maior que 25 mm. devem ser usados espuma específica para tal utilização e equipamento adequado. listas.2 As câmaras devem ser instaladas a distâncias iguais entre si ao redor do tanque. salvo quando forem disponíveis viaturas que possam conduzir tais materiais ao local desejado em tempo hábil. 5. 5. 5.4 Os defletores e deslizadores devem ser projetados e instalados nos tanques de teto cônico.1. 5.1. variando entre 30 e 60 segundos. defletores e deslizadores. 5.

estes devem estar situados e espaçados de modo que a espuma se espalhe. As válvulas com controle automático devem ficar tão perto do risco a proteger quando possível.3 Tanques abertos contendo líquidos inflamáveis podem ser protegidos por aplicadores instalados no costado interno do tanque. de modo que o sistema possa cobrir toda a área a ser protegida.5. devem ser instaladas em pontos acessíveis para facilitar a operação nas emergências.1.2 Se houver modificação do LGE. o LGE deve ser mantido sob pressão. 6.5 Quando as linhas de LGE.5. altura máxima de uso. 6. 6.1. descarregando a espuma diretamente na superfície do líquido.8 l/min/m² para solventes polares de área protegida.6. por sua vez. deve ser enviada aos geradores e aplicadores de espuma.1. estas devem ser levadas em conta ao se calcular a taxa de descarga.1. bombas e válvulas de controle.3). geradores de espuma e dispositivos de descarga construídos de forma a distribuírem a espuma uniformemente sobre o risco. de forma que seja necessário um trecho curto de tubulação entre a válvula e os dispositivos de descarga. a espuma é descarregada de todos os aspersores ao mesmo tempo. devendo ser observadas as recomendações do fabricante de LGE que for usado. equipamento proporcionador.6.6. forem projetadas com uma distância maior que 15 m.4 Para os tanques sem cobertura com aplicadores situados nas paredes do costado.1. distribuídos na área de risco. em toda a área.4.4.7.2.3 Sistemas do tipo autônomo são aqueles que todos os componentes e extrato formador. forma de neblina. 6.1 Os sistemas considerados nesta seção consistem em dispositivos de detecção. 6. são dispensadas as detecções e/ou acionamento automático.1. deve ser dedicada . etc. 6. 6. Quando o objetivo básico do sistema é a extinção do fogo no chão. a taxa de aplicação deve ser de 6. então.6.3. como por exemplo tanques de LGE. entretanto.4 Descrições dos sistemas 6. 6. caso ocorra falha do sistema de detecção automática. Tais sistemas usualmente têm um tanque de suprimento de água que fica pressurizado com ar ou gás comprimido.3 Salvo manifestação expressa dos fabricantes.1 Os sistemas devem ser projetados para operação automática. 6. 6.1.1.1.2 Nos sistemas projetados para a proteção de salas ou prédios onde são usados aplicadores de espuma em forma de neblina.1.1.7. os aplicadores devem estar situados o mais alto possível na área e espaçados de acordo com as suas características de descarga (densidade. velocidade de lançamento. suprimento adequado de água. O restante do sistema. estão contidos dentro dos sistemas.1.6. a qual. o sistema deve ser projetado de modo a proteger todos os riscos simultaneamente. a cobertura equipamento específico pela espuma tem a vantagem de criar um efeito isolante contra a exposição ao calor. se o usuário obtiver através do fabricante dos equipamentos ou LGE recomendações de taxas diferentes. 6. sistema apropriado de tubulações. 6.5 l/min/m² para hidrocarbonetos e 9.1.6. Estes dispositivos detectores acionam o sistema operando uma válvula de controle de água ou outro dispositivo acionador. 6. aplicação.3 A operação do sistema deve permitir o acionamento manual.5 Operação 6. 6.1. para assegurar imediata operação do sistema.5 Quando pequenos tanques abertos são protegidos por sistema de neblina de espuma. suprimento de LGE.7 Taxa de aplicação para hidrocarbonetos e solventes polares As taxas abaixo relacionadas são as recomendadas. usando-se o mesmo suprimento de LGE e água.5 l/min/m² para hidrocarbonetos e 9.1. 6.4.7.7. inclusive água. e a liberação desta pressão do sistema coloca-o em operação. misturada apropriadamente.1.1.6 Projetos dos sistemas 6. com maior rapidez possível.2 Estes sistemas são do tipo de dilúvio com aplicadores abertos. não deverão ser misturados LGE de origens ou tipos diferentes.7 Os sistemas podem ser projetados para a operação de um ou vários riscos.6.1.1.4 A proteção de equipamentos específicos pode ser feita mediante aplicação de espuma por cima ou por aplicadores direcionados para o equipamento. em áreas onde dois ou mais riscos possam ser envolvidos simultaneamente devido ao reduzido afastamento entre eles. 6. de modo a garantir o funcionamento de todo o sistema.8 l/min/m² para solventes polares. devendo ser observadas as recomendações do fabricante do LGE que for usado. ou grupos de risco.2 A espuma suprida por dispositivos que produzam uma corrente compacta de baixa velocidade deve ter características dentro dos limites que constam da Figura 1 (ver 6.6 Partes do sistema.6. suplementadas por meios auxiliares manuais de acionamento. 6.1.1.1. cobrindo todo risco.6. 6. 6. para os pontos de formação de mistura do sistema. Nos casos em que existam superfícies horizontais interpostas que possam acumular a espuma. cada risco deve ser protegido com um sistema próprio. elas serão admitidas.1 O somatório da descarga dos aplicadores ou chuveiros de espuma deve ter a taxa mínima de solução de 6. deve ser interligado de forma a operar os equipamentos formadores da solução de espuma. entretanto. 6. enquanto o incêndio está sendo extinto.1. o sistema deverá ser reavaliado e corrigido para as características do novo produto utilizado.2 O equipamento de detecção automática.1 A dimensão de um sistema deve ser a menor possível.5. deve ser inspecionado a intervalos freqüentes. proporcionadores. ou. A pressão pode ser mantida por uma bomba auxiliar. seja ele pneumático.1 Quando são usados aplicadores no nível do solo.7.4 Quando a área e equipamentos forem permanentemente supervisionados.).5. 6.1.1 No sistema automático devem existir dispositivos detectores e de acionamento.1. 6.1. hidráulico ou elétrico.6.7.

2. A solda de acordo com a ANSI B31. Em ambientes fechados onde há risco de explosão.9. contanto que o sistema supra a taxa de aplicação prevista em projeto.2 6. 6. além da carga inicial deve haver uma quantidade de LGE de reserva.3. 6.1.2 Deve ser previsto um alarme indicador de defeitos para apontar a falha do equipamento de detecção automática que realize uma supervisão constante e continuada de todas as partes dos circuitos elétricos de detecção.1.11.1 Campo de aplicação 6.10. que destroem espuma comum.10 Tubulação dos sistemas 6.10.1. a duração da descarga deve ser. o tempo final não deve ser inferior a 7 minutos.1. 6.1 A tubulação dos sistemas deve ser calculada e dimensionada a fim de obter uma distribuição uniforme da espuma e compensar a perda da pressão de água. Central de alarme é recomendável.9.2 Taxa de aplicação 6.10.1. 6. Quando o sistema for projetado para dar uma taxa de aplicação maior que a especificada em 6.2 Devem ser aplicadas as seções 6.1.2.7.1.2.2.7.1.1. b) para aplicadores montados sobre o costado de tanques. 6. Os acessórios podem ser montados nas estruturas e nos suportes dos equipamentos industriais.1.1.11 Alarmes 6.9 Suprimento de LGE 6.2.2. de 3 minutos.2.3. um aspersor para cada 9 m² de área protegida.7.1.4 Os padrões de instalação para tubulações de espuma devem ser os previstos na norma para a instalação de Sistema de Chuveiros Automáticos (NFPA nº 13). a duração da descarga deve ser de 5 minutos para hidrocarbonetos. 6.1 Esta seção refere-se a sistemas que descarregam a espuma na forma de neblina para extinção de incêndios em vazamentos sob ou ao redor de estruturas.2.8 Tempo de operação 6.1 e 6. 6. de 10 minutos.5 L/min/m² hidrocarbonetos e 9.7.8.2. 6.2.3.2 A tubulação distribuidora de espuma deve possuir drenos e ter uma inclinação para estes de 5 mm por metro linear.6. 6. aplicar as regras de tempo de operação válidas para tanques ao ar livre.9.2.1. 6.1 para tubulação de pressão é permissível quando pode ser feita sem criar risco. 6. 6.8.3 Suprimento de reserva Deve haver um estoque de reserva de LGE de acordo com 5.1 A tubulação deve ser apoiada de maneira segura e protegida. A ajustagem nas dimensões das tubulações.1. exigem o uso de espuma do tipo álcool.1. 6. 6.3.1.1. 6.2 Para tanques com menos de 37 m² de superfície: a) para os aplicadores da neblina de espuma suspensos.3 É de fundamental importância a obediência às recomendações do fabricante do LGE.1.2.7. no mínimo. então o tempo de operação pode ser reduzido proporcionalmente.8.10.1 O suprimento total de LGE deve ser a soma das quantidades definidas em 5. para se garantir que a taxa de aplicação seja alcançada.6 Líquidos solúveis em água e solventes polares. 6. contudo.3.1.1.1. a tubulação deve ser fixada em suportes não ligados ao telhado.1 Geral Os estoques a serem mantidos devem ser a soma das quantidades em 6.1 Para cada sistema.2. Se o sistema descarrega a uma taxa acima do mínimo especificado em 5.6.1 a 6. a menos que a especificação dos aspersores permita um maior espaçamento.2.8 L/min/m2 para solventes polares.1.2.1 A taxa mínima de aplicação da solução de espuma deve ser de 6. deve ser baseada na variação máxima de 15% da descarga média prevista por aplicador. 6.2.1.1.atenção especial ao volume da descarga que realmente entra no tanque.3 Suprimento de LGE 6. para indicar a operação do equipamento de detecção.2.3 Não deve ser permitido perfurar ou atarraxar os suspensores em partes da estrutura portadora de carga.1. Estes aspersores devem .3. suficiente para reabastecer o sistema de acordo com 5. deve ser instalado um alarme local. no mínimo.10.2.2 Suprimento operacional Deve haver uma quantidade de LGE suficiente para suprir o sistema à taxa de projeto durante o período de 10 minutos.3. no mínimo.2.2.2.6. Para suprimento de reserva. 6.4 Dispositivos de descarga (Número e local) Deve haver.11. mas não deve ser inferior a 7 minutos. Os sistemas projetados para estas espumas precisam de considerações especiais e podem requerer maiores taxas de aplicação. entretanto a sua instalação não anula a exigência do alarme local. equipamentos.2 e 6.1. a duração da descarga da espuma deve ser. 6.8.2. 6.2 Sistemas de neblina de espuma para líquidos inflamáveis/combustíveis em áreas abertas (Proteção externa) 6. com acionamento independente do fluxo de água. A tubulação de suprimento dos aplicadores que protegem uma determinada área não deve passar sobre outro risco da mesma área.1 Para proteção em áreas planas.3 No caso de tanques com 37 m² ou mais de superfície. tanques horizontais e pequenos tanques verticais.1. a fim de se obter descarga uniforme. c) deve haver um bordo livre não inferior a 15 cm entre a superfície do líquido e a parte superior do costado do tanque. 6.1. 6. pode ser prevista uma redução proporcional do tempo de descarga.1.

.2.2.6 Tubulação dos sistemas 6..3 A tubulação de LGE deve ser de aço-carbono preto ou ferro fundido..2. asfaltos em chama ou líquidos que se encontrem à temperatura acima do ponto de ebulição da água...2.3........1 Os tanques horizontais ficam dispensados da instalação de câmara de espuma.. em vez de estarem uniformemente espaçados pela área a ser protegida.......3..5 Acetato de etila. 6.3ºC..................1. Em todos os casos..... tais como estocagem de produtos de alto valor ou líquidos aquecidos acima de seu ponto de fulgor.... mediante câmaras fixas de espuma. 6..... Nos sistemas de aspersores ao ar livre.. Portanto. devem ser usados tubos e acessórios galvanizados. Notas: 1) Líquidos inflamáveis que têm o ponto de ebulição inferior a 37. acessórios de tubulação e suspensores..6.. aspersores podem ser instalados em cima dos equipamentos ou tanques fechados.... ao ar livre..... Cuidado especial deve ser dispensado na aplicação de espumas em tanques contendo bicos quentes..... 3) salvo manifestações expressa dos fabricantes... inclusive proteção contra corrosão (galvanização ou outros meios).. suficientemente distante do risco..2 Taxas de aplicação 6. válvulas...1 A taxa mínima de aplicação da solução deve ser a seguinte: a) para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos: 1) a taxa de aplicação da solução de espuma deve ser de. deve ser adequadamente protegida contra impacto e ação do fogo....... contendo líquidos inflamáveis e/ou combustíveis. neste caso....2 podem ser de operação automática.. as câmaras de espuma devem ser substituídas por canhões monitores... uma vantagem adicional será obtida pela colocação dos aspersores de modo que a espuma envolva o equipamento dentro da área protegida.2....6.8ºC podem exigir taxas de aplicação mais altas. Estes aspersores podem então ser instalados em plano e elevação de modo a permitirem proteção mais efetiva ao risco..2 Operação manual Para todos os sistemas. c) taxas de aplicação mínimas recomendadas com emprego de dispositivos de descargas tipo II: Tipo de Líquido Taxa de solução (L/min/m²) Álcool metílico e etílico..2. Entretanto.. salvo quando existirem situações anormais........ 5.... mais as linhas de mangueiras suplementares necessárias...3 Nos tanques destinados ao armazenamento de aguardente..... 6.6... ou........... este para tubulação subterrânea.......1.5 Acetona.. 6... 6........2...8 ..1 Operação automática Os sistemas de espuma tratados em 6...6. Condições outras que as de rotina podem exigir o uso de taxas de aplicação mais altas....2 Tanques para uso exclusivo de líquidos classe III (ponto de fulgor superior a 60ºC) não necessitam da proteção de sistemas fixos de espuma. devendo haver.2 Deve ser consultado o Capítulo 3 da NFPA nº 13 quanto às exigências relativas a tubulação.. 6. 2) Para líquidos de alta viscosidade....3............. exigindo o uso de espuma do tipo álcool.3.... Os sistemas que usam esta espuma necessitam de projeto especial de engenharia.....5 Acrilonitrila..3. os fabricantes do LGE e do equipamento gerador de espuma devem ser consultados quanto às limitações e devem ser solicitadas recomendações baseadas na aprovação oficial ou testes específicos de fogo.......1 A tubulação de solução deve ser limpa após o uso ou prova.9... 6...1.1 Campo de aplicação Esta seção refere-se a sistemas de espuma para a proteção de tanques verticais de armazenamento à pressão atmosférica......5 Metiletilcetona.5..6. quando exposta....... observadas as recomendações do fabricante de LGE empregado.estar situados de forma a proporcionarem boa distribuição da espuma. 6... podem ser recomendáveis taxas iniciais de aplicação mais baixas... b) para tanques contendo outros líquidos inflamáveis e combustíveis exigindo espumas especiais: 1) líquidos solúveis em água e certos líquidos polares são destruidores das espumas comuns... o sistema deverá ser reavaliado e corrigido para as características do novo LGE... os controles devem estar situados em lugar acessível.. Os sistemas devem basear-se no maior fluxo de solução para a proteção do maior tanque da área...5... não devem ser misturados LGE de fabricantes ou de tipos diferentes....... Taxas convenientes de aplicação devem ser determinadas por teste. 2) se houver modificação do LGE utilizado....3....6.5 Operação 6.....5 l/min/m² da área de superfície de líquido do tanque a ser protegido.... pelo menos 6.... aquecidos acima de 93.3 Sistemas fixos para tanques de armazenamento em áreas abertas 6........... a proteção do dique/bacia de contenção por linhas manuais....... 6.2.. 6...... de forma que possam ser operados com segurança..... para se minimizar a ebulição turbilhonar e o conseqüente extravasamento do líquido estocado.. Atmosferas corrosivas podem exigir equipamentos com maior proteção... Embora o conteúdo comparativamente baixo de água das espumas possa arrefecer beneficamente tais líquidos pode também causar ebulição turbilhonar violenta e extravasamento do conteúdo dos tanques.

3. Notas: 1) a resistência da espuma mecânica tipo álcool a solventes e ao fogo pode ser afetada adversamente por fatores como tempo excessivo de trânsito da solução.4.1 Geral Óleos lubrificantes.1.3. O maior valor resultante deve ser somado à quantidade necessária para as mangueiras previstas em 6. que um tempo menor possa ser admitido.7ºC Petróleo cru 15 25 20 30 30 55 30 55 6. álcool butílico. 6.3. 1. metioisobutílica.4. para o maior tanque a ser protegido.1 As quantidades de LGE necessárias à alimentação das linhas de espuma devem ser somadas às quantidades exigidas para o sistema fixo.1. pressão de operação. É de fundamental importância a obediência às recomendações do fabricante do LGE utilizado. a menos que sejam aprovadas como apropriadas para aplicação pelas câmaras tipo II. falta de se manter a dosagem dentro dos limites da concentração recomendada.3ºC. LGE adicional deve ser providenciado para se permitir à operação das Para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos Tipos de aplicação de espuma Tipo I Tipo II linhas de espuma simultaneamente com as instalações fixas de espuma para o período estabelecido na tabela 3. 2) o tempo de trânsito da solução é o que transcorre entre a injeção do LGE na água e a mistura do ar. monômero de metacrilato metílico. benzol. 6.3. a menos que o fabricante do LGE tenha estabelecido.1 a 6. Para a finalidade desta exigência.3.4 Inflamáveis e combustíveis polares solúveis em água As espumas tipo álcool exigem aplicação suave pelas câmaras tipo I.3. Gasolina. desde que não seja inferior a 70% dos tempos mínimos apresentados na Tabela 2.3.4. O tempo de operação deve ser de 30 minutos na taxa de aplicação especificada. a 50ºC).3. a 50ºC. O tempo máximo de trânsito da solução de cada instalação especifica deve estar dentro dos limites estabelecidos pelo fabricante do LGE e normalmente não deve ultrapassar 3 minutos. cetona.2 Mangueira para aplicação manual de espuma O suprimento a ser mantido em estoque deve ser a soma das quantidades definidas em 6.2. nafta.3. Diesel automotivo e líquidos similares. o tempo de trânsito da solução pode ser limitado.Produtos com álcool isopropílico.2. temperatura da água e natureza do risco a proteger. 6.3.3. dependendo das características do LGE. éter isopropílico. Se a taxa de aplicação de espuma for mais alta que a especificada em 6. O número de mangueiras deve ser conforme especificado na Tabela 3. óleos combustíveis pesados. 3) para a proteção de líquidos inflamáveis ou combustíveis tóxicos.1 Quantidade de LGE A quantidade de LGE a ser armazenada deve ser determinada multiplicando-se o fluxo total em litros por minuto de cada tanque pelo indicado em 6.4. exige consideração especial. e misturas de solventes polares em geral podem exigir taxas de aplicação mais altas.3ºC.2 e ao LGE necessário ao enchimento das tubulações. uso de dispositivos geradores de espuma não construídos especificamente ou não testados adequadamente para uma solução particular de espuma de álcool. cada mangueira deve ter vazão de solução de pelo menos 400 L/min. mediante aumento das taxas de aplicação utilizadas. que são especialmente destruidores de espuma.3 Suprimento do LGE 6.3. como proteção suplementar para casos de incêndios em vazamentos.4.3.3.068x104 m² /s. óleos combustíveis leves.2 Tempo mínimo de descarga O sistema deve ser capaz de operar na taxa de suprimento especificada em 6. em tese de fogo. 6. Tabela 3 – Número de Linhas de Espumas Suplementares . altas taxas de aplicação podem ser recomendáveis para se reduzir o risco de poluição da área. com pontos de fulgor de 37. 6.2.4.2.2.3.3. resíduo viscoso seco (mais de 50 s Saybolt-Furol.. d) aplicar a segunda e a terceira subalíneas de 6.4. providenciando-se uma cobertura mais rápida do líquido. com pontos de fulgor acima de 93. com pontos de fulgor abaixo de 37.3.7ºC a 93.1. Querosene. Tabela 2 – Tempos mínimos de Operação do Sistema Mangueiras e esguichos produtores de espuma devem ser providenciados em adição às instalações de espuma dos tanques. nos períodos mínimos de tempo indicados na Tabela 2. método de aplicação e características do líquido ao qual a espuma deve ser aplicada. pode ser feita uma redução proporcional no tempo. A proteção de produtos como aminas e anidridos. etc.

devem ser usadas câmaras de espuma. O seu projeto obedece tanto às razões de prevenção de incêndios quanto às de conservação do produto. 6.3 Duas técnicas são reconhecidas para aplicação da espuma por um sistema fixo/semifixo.5 Mais de 48. Quando o suprimento de água continuar após o esgotamento do LGE.6. limitações de tempo de trânsito podem exigir uso de linhas separadas de água e de LGE e a necessidade de se efetuar a mistura do LGE perto do esguicho de espuma e não na estação central de espuma. distância da instalação ou falta de pessoal para combate a incêndios.3.2 Sistemas de espuma podem não ser exigidos em tanques de teto flutuante.5 Mais de 42.3.3.5 (inclusive) nº mínimo de câmaras 1 . testes e substituição dos selos de vedação. podendo deslocar a solução de espuma das tubulações para o tanque.4 Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE conforme indicado em 5.3.6. Estes tanques têm desempenho excelente quanto a incêndios. elas devem estar igualmente espaçadas à volta do tanque.1.5. diretamente no invólucro do selo tubular e na superfície do líquido estocado. há locais onde a proteção fixa pode ser recomendável devido a calor dos produtos estocados.4.5. de acordo com as exigências estabelecidas na NBR 7821. diafragmas ou flutuadores que facilmente podem submergir não estão incluídos nesta definição.1 Quando forem instalados dispositivos fixos de descarga acima do selo pantográfico ou acima do protetor metálico. As câmaras de descargas devem dispor de dispositivos adequados de inspeção.6. Mantas de plástico.1.6.3 Exigências para se encherem as tubulações Deve haver uma quantidade de LGE suficiente para se produzir à solução de espuma para se encherem as tubulações instaladas entre a estação fixa de emulsionamento e o tanque mais distante. 6.3.3. para se permitirem manutenção apropriadas. 2) Testes práticos demonstraram que a espuma pode deslocar-se efetivamente através de 30 m de superfície de líquido incendiado.5 Mais de 36. 6.3.2 6. para prevenir a entrada de vapores nas câmaras de descarga e nas tubulações.5 até 36. não é necessária quantidade adicional de LGE. Usualmente é possível utilizar pessoal treinado para a extinção de incêndio no anel circular. O número de câmaras de espuma deve estar de acordo com a tabela 4 abaixo.3. a injeção subsuperficial pode ser usada para se reduzirem às distâncias de deslocamento da espuma. Quando operados automaticamente são capazes de operar das duas maneiras.5 até 48. inspeção. Entretanto. Em tanques grandes.3. O projeto pode prever uma instalação fixa ou semifixa. 2) no caso de solução de espuma tipo álcool.5 Câmaras de espuma 6. dependendo dos danos do selo. 6. 6. ou selo tubular com protetor metálico contra chuva. com o emprego de equipamento portátil. 6.1 As câmaras de descarga devem estar munidas de selo de vedação. Uma delas prevê a descarga da espuma acima do selo pantográfico.3.1 Para a proteção dos tanques.3. A outra prevê a descarga da espuma sob o selo pantográfico diretamente na superfície do líquido ou atrás do protetor metálico. Os sistemas fixos de espumas podem ser operados manual ou automaticamente.6 Tanques com teto flutuante com topo aberto 6. Tabela 4 – Número de Câmaras de Espuma Diâmetro do tanque (m) Até 24. quando o tanque ultrapassar o diâmetro de 61 m.4.2 Os dispositivos de inspeção devem proporcionar perfeita simulação de seu funcionamento por ocasião das vistorias técnicas. As câmaras de espuma devem estar firmemente montadas no topo do costado e situadas de modo a eliminarem a possibilidade de escoar o líquido armazenado para as tubulações de espuma e de modo que a explosão inicial e o conseqüente arrancamento do teto do tanque não as sujeitem a danos. 6. com o topo aberto. 6. ou do protetor metálico.6. quebrável sob baixa pressão. e cada câmara deve ser dimensionada para suprir espuma à mesma vazão. Quando forem projetadas duas ou mais câmaras.Bacias de tanques com diâmetros (m) Inferior ou igual a 10 Superior a 10 até 20 Superior a 20 até 30 Superior a 30 até 40 Superior a 40 Vazão de solução de espuma (L/min) 400 400 800 800 1200 No Tempo de mínimo uso de linhas (min) 1 2 4 4 6 10 20 20 30 30 Mais de 24.1 São tanques com topo aberto que têm teto flutuante com divisões fechadas ou pontões construídos com chapas de aço. proceder como indicado a seguir: Notas: 1) para área total até 400 m² . O teto flutuante é equipado com selo de vedação tipo pantógrafo.3.5 até 55 Mais de 55 até 61 2 3 4 5 6 Nota: 1) Acrescentar uma câmara para cada 465 m² de superfície líquida.5 até 42.5.uma linha de 200 L/min. ou outro tipo de vedação.

um anteparo circular feito de chapa de aço de espessura de pelo menos 3.6.3.3. c) a taxa de aplicação e o suprimento de LGE devem ser calculados considerando-se a área da coroa circular entre o anteparo e o costado do tanque. com bastante fluidez. Estes respiros devem ser adequados para a saída do ar e gases do espaço sob o teto fixo durante as operações de recebimento (enchimento). 6.3. contendo hidrocarbonetos líquidos 6. A área total aberta destes respiros deve ser igual ou superior a 0. o anteparo circular é exigido somente quando o topo do selo está a menos de 160 mm abaixo da borda superior do teto flutuante. usualmente associada com tempos de drenagem perto do limite inferior aceitável (ver tabela 2). d) a proposta do sistema de espuma deve prever a não interferência dos seus dispositivos. A finalidade do anteparo é reter a espuma na área do solo e garantir uma altura suficiente (no mínimo 600 mm) para fazer com que a espuma escoe lateralmente e cubra todo o selo de modo a garantir a vedação de pontos onde o selo haja sofrido ruptura. Caso um tanque de teto flutuante coberto não seja de acordo com estas recomendações. com o teto flutuante.6). Proteção fixa pode ser recomendável em certos locais devido ao valor dos produtos estocados. O espaçamento máximo entre os aplicadores não deve ser maior que 18 m. b) se o tanque não estiver dentro das recomendações.7 Tanques com teto flutuante cobertos No âmbito desta Instrução Técnica. O suprimento deve ser adequado para operar o sistema durante 10 minutos. Nas áreas totais. 9. b) para os vedadores tipo pantográfico o anteparo circular não é exigido. inclusive tubulação. com o emprego de equipamento portátil. e de maneira alguma deve haver menos de quatro respiros igualmente espaçados. de modo que o fabricante do tanque possa dimensionar corretamente a ventilação. graças ao tipo de construção “gaiola de Faraday” desta classe de tanques.033 m². tanques com teto flutuante. cobertos por um teto fixo com ventilação para a atmosfera e com um teto metálico fechado flutuando na superfície do líquido. 6. aplicar o sistema de espuma como para os tanques de teto fixo (ver alínea a do item 6. com ventilação instalada conforme determinado no Boletim API 650-Apêndice H (ver nota). O espaçamento máximo entre os respiros deve ser de 10 m. O anteparo deve ter ranhuras cortadas na parte inferior para permitir a drenagem da água de chuva. e) a taxa de aplicação e o suplemento do LGE devem ser calculados considerando-se a área da coroa circular entre o costado do tanque e a borda do teto flutuante. aplicar o sistema de espuma como para tanques de teto flutuante (ver 6.7. o sistema de ventilação deve ser suficiente para manter os vapores abaixo do limite inferior de inflamabilidade.3.3. O suprimento deve ser adequado para operar o sistema durante 20 minutos. 2) os respiros ou abertura de ventilação devem estar situados no costado do tanque. medido ao redor da circunferência. cetonas.3 Não se exigem válvulas separadas para cada dispositivo de carga de espuma para os sistemas em tanques de teto flutuante com o topo aberto. ou o protetor contra intempérie e com a escada móvel do teto flutuante. b) a proposta do sistema de espuma deve prever a não interferência dos seus dispositivos. com o teto flutuante. O comprador deve especificar as taxas de recebimento. as indicações seguintes devem ser observadas como guia de construção: a) para os vedadores tipo selo tubular.9 Aplicação de espuma pelo sistema subsuperficial em tanques de teto fixo.60 m² por metro de diâmetro do tanque. medido ao redor da circunferência do tanque. Um respiro deve estar instalado no centro ou na maior elevação do teto fixo e deve ser equipado com uma tampa contra intempérie com área mínima aberta de 0. O espaçamento máximo entre os aplicadores não deve ser maior que 40 m. ele deve ser considerado como tanque de teto fixo.9.3. ou ranhuras devem ser de 280 mm²/m² da área da coroa circular entre o costado do tanque e o anteparo.1 Geral Sistemas de aplicação subsuperficial não são indicados para a proteção de produtos como álcool.8 Dispositivos complementares Recomenda-se que pelo menos um canhão monitor seja providenciado como proteção complementar para o caso de uma câmara ser danificada pela explosão do tanque (ver 6.3. anidridos. A taxa mínima deve ser de 20 l/min/m² da área. as articulações do seio ou a escada móvel do teto flutuante.2 Para a proteção com espuma para estes tanques.3. distância das instalações ou falta de pessoal de combate a incêndio. 6. observar o seguinte procedimento: a) se o tanque for construído de acordo com as recomendações.3.6. A possibilidade de incêndio é grandemente reduzida em comparação com outros tipos de tanques. e outros. dependendo da volatilidade do produto. Os respiros devem ser também adequados para aliviar qualquer vácuo gerado embaixo do teto fixo durante as operações de descarga.3.8 l/min/m². 6. c) A espuma deve ser do tipo de baixa expansão.1).3. inclusive tubulação. As taxas mínimas de solução de espuma recomendadas com emprego de dispositivo de descarga tipo II devem ser de.a) montar sobre o teto flutuante.2. pelo menos. acima do selo do teto flutuante. ésteres. exceto durante o carregamento inicial e por um breve período depois desta operação. a 300mm da borda deste. Hidrocarbonetos líquidos que . Notas: 1) em ventilação em tanques com teto flutuante coberto. 6.1 Os sistemas fixos não são exigidos em tanques com teto flutuante cobertos.4). 6.7.2 Quando se deseja instalar dispositivos fixos de espuma embaixo do selo ou do protetor metálico. aldeídos.3. No caso de incêndio é difícil extinguir o fogo nestes tanques.4 mm (chapa 10). respiros convenientes devem ser instalados para se evitar esforço excessivo da borda do teto ou da membrana de selo. 6.

11.9.1 Tubos para espuma O dimensionamento dos tubos ou das linhas de saída usadas além do gerador de espuma deve ser tal que a contrapressão esteja dentro da faixa das pressões para as quais o sistema foi projetado.2.5 m.5.1 Suprimento de LGE O suprimento mínimo de LGE a ser mantido deve ser a soma das quantidades definidas para as câmaras de descarga do tipo II e linhas de espuma suplementares conforme indicado em 6. A velocidade da espuma no ponto de descarga para o tanque não deve exceder 3 m/s. Estes sistemas também não devem ser aplicados a tanques do teto flutuante.3 Quanto à altura das saídas de espuma. o controle e a extinção do incêndio podem ser ainda favorecidos pela movimentação do produto frio para a superfície. partindo de uma só conexão no costado.5 Mais de 42. as saídas podem ter conexões no costado ou a espuma pode ser alimentada por meio de uma tomada múltipla de tubos para o interior do tanque. para os líquidos de classe IB.4.3 Taxas A taxa mínima deve ser conforme indicado na alínea a do item 6. Para distribuição uniforme da espuma. O fabricante do LGE deve ser consultado e a ele devem ser solicitadas recomendações. II e III 1 1 2 1 3 2 4 2 5 2 6 3 465 m² 700 m² As exigências mínimas referentes às linhas de mangueiras e hidrantes de espuma são especificadas em 6.9. 6. a menos que testes efetivos provem que velocidades mais altas são satisfatórias.9.3.5 até 55 Mais de 55 até 61 Mais de 61.3.contêm tais produtos misturados podem exigir taxas de aplicação mais altas.3.4ºC. Além do controle oferecido pelo efeito abafador da espuma e o efeito resfriador da água que alcança a superfície.5ºC) tenham viscosidade de 25 S. 6.1 Quando duas ou mais saídas são necessárias.2 e 6. estas devem estar situadas acima do nível de água.3. respectivamente. 28 m e 35 m.3.5 Saídas de espuma As saídas de espuma para tanques podem ser o extremo aberto da tubulação de suprimento de espuma ou do próprio produto estocado. a 50ºC e ponto de fluidez de -9.9.4.4 Exigências suplementares mangueiras e hidrantes de espuma de linhas de Tabela 5 . 6. Havendo água no fundo do tanque.3. As saídas devem ser dimensionadas de modo que não sejam ultrapassados os limites da pressão de descarga do gerador de espuma e da velocidade da espuma.5.1 6.3.3.4.10 Tubulação do sistema de espuma 6. as válvulas destas devem ser dispostas para que a espuma entre somente no tanque a ser protegido. 6.5 até 42.5 Mais de 48. 6.5 Mais de 36. Quando linhas de produto são empregadas para espuma.3. Caso isto não seja feito. Nº mínimo de saídas Líquidos Líquidos de classe de classe 1A e 1B 1C. de modo que o percurso não exceda 30 m. aos óleos combustíveis que em temperatura do ambiente (15. e não deve exceder 6 m/s para os líquidos de outros tipos. 6. 6.10.S.3. 3) Incêndios em combustíveis mais pesados que foram extintos pela aplicação subsuperficial correspondem.9.3.2. acrescentar uma saída para cada tanque.3.9. cada linha de suprimento de espuma deve estar equipada com uma válvula de descarga e uma válvula de retenção. prolongando ou impossibilitando a extinção.1.3.5 (inclusive) Mais de 24.10. a eficácia da espuma será reduzida devido à sua diluição. . 6.3 Tanques horizontais e tanques pressurizados Os sistemas fixos ou semifixos de espuma não se aplicam a tanques horizontais nem a tanques pressurizados. 2) Esta tabela baseia-se em extrapolação de dados de testes de fogo em tanques de diâmetros de 7.5 até 48. em vez de se instalarem bocas adicionais no tanque. em viscosidade. antes de se colocar o sistema de espuma em operação. estas devem ficar espaçadas igualmente ao redor do tanque.2 Os tanques devem ter saídas de espuma conforme o determinado na Tabela 5 abaixo: Notas : 1) líquidos da classe IA exigem consideração especial.5. contendo gasolina. acima das saídas de espuma. 6.9.2 Válvulas nos sistemas Em adição às exigências especificadas em 6. 6. a menos que a segunda seja parte integrante do gerador de espuma de alta contrapressão a ser ligado na hora do uso.9.9.1.3.2 Produtos e equipamentos geradores de espuma Produtos e equipamentos geradores de espuma para a aplicação sub-superficial devem ser aprovados para esta finalidade.5 até 36. As conexões no costado podem ser feitas nas tampas das portas de inspeção.2.Saídas de Espuma Diâmetro do tanque (m) De 18 a 24.3.10. ela deve ser drenada até o nível do ponto de aplicação. Os LGE fluorproteínicos e os AFFF oferecem desempenho satisfatório neste processo de aplicação.3.3. e cada saída deve ser dimensionada para descarregar a espuma à mesma vazão.3.U.3. petróleo cru e hexano. 6.

6. monitores portáteis ou montados em .3. não se deve depender dos monitores exclusivamente como recursos principais da extinção para tanques de teto fixo com mais de 18 m de diâmetro.2.3. 6.13 Hidrantes de espuma Sistemas fixos com estação central devem ter hidrantes para linhas de espuma para uso suplementar em incêndios em vazamentos. A espuma deve ser aplicada contínua e uniformemente. deve ser construída do modo a absorver as forças no sentido para cima e as do choque devido à ruptura do teto do tanque. nestes casos.3 Deve haver um dispositivo para permitir teste hidrostático do sistema até a câmara.3. 6. 2) Incêndios grandes em derrames têm sido extintos com linhas de mangueiras ou canhões monitores. de modo que a junta articulada ou giratória da câmara ou outro meio conveniente não seja necessário. pode estar enterrada a uma profundidade de 0. Caso haja conexões rosqueadas. A fim de obter-se a máxima flexibilidade. O fabricante dos sistemas (canhão e LGE) deve ser consultado quanto à taxa de aplicação ideal para estes casos.1 Toda tubulação no interior dos diques. Nas instalações fixas. Monitores fixos podem ser instalados para a proteção de áreas de estocagem de tambores ou áreas limitadas por diques.11. exceto as dos hidrantes. b) quando a tubulação for apoiada sobre o solo. conforme estabelecido em 6. A linha de água para cada proporcionador deve ter válvula separada. uma junta articulada ou giratória ou outro meio conveniente deve instalada na base de cada tubo de subida para a câmara. deve-se considerar um acréscimo de cerca de 20% na taxa de aplicação de espuma. cada um com duas bocas de descarga pelo menos.3. b) um diâmetro para tanques de diâmetro de 15 m ou mais.2 As válvulas de controle remoto podem ser permitidas à distância menor que as prescritas nas alíneas a e b do item 6. normalmente. em quantidade suficiente para formar uma cobertura eficiente. Uma das seguintes técnicas pode ser empregada: a) quando a tubulação for enterrada.3. É preferencial que a descarga seja dirigida ao centro do tanque para reduzir o espaço percorrido pela espuma.1 As válvulas de controle devem estar situadas fora dos diques e às seguintes distâncias do costado do tanque que protegem: a) 15 m para tanques de diâmetro menor que 15 m. para dar flexibilidade nesse sentido.4. Este sistema pode ser empregado em vez de juntas articuladas ou giratórias. Os hidrantes (observar número mínimo). porém não deve ficar impedida de deslocar-se para cima. Linhas de mangueiras são também usadas para a extinção de incêndios nos anéis de vedação dos tanques de teto flutuante.3. dentro do dique ou de 15 m de distância de tanques sem dique. as tubulações de alimentação para cada câmara de espuma devem ter válvulas individuais fora do dique em instalações fixas. quando toda a superfície do líquido estava envolvida.6.12 Válvulas nos sistemas Todas as válvulas.3. usar tubos de aço-carbono todos soldados. São necessários hidrantes de solução de espuma. c) quando os tubos das câmaras são de 100 mm ou maiores. Devido às suas limitações. desde a distância de 15 m do costado do tanque. o efeito de tiragem das chamas pode impedir que a espuma alcance a superfície dos líquidos incendiado. Dependendo dos ventos.2 A tubulação das câmaras de descarga. descarregando para um mesmo equipamento. devem estar situados à distância de 1. 6.3. se apropriadamente suportada e protegida contra donos mecânicos. são recomendados como proteção auxiliar em conjunto com sistemas fixos. e dentro de 15 m de distância nos tanques sem diques.1 Generalidades Estes equipamentos são sistemas nos quais a espuma é aplicada por meio de canhões monitores fixos ou semifixos.12.3. Portanto. Eles. Notas : 1) incêndios em tanques de grandes diâmetros têm sido extintos por meio de monitores de grande vazão de espuma.4. Deve haver um suporte em cada anel do costado. hidrantes de água com geradores portáteis ou outros dispositivos aprovados. quando estiverem adequadamente protegidas.3. deve possuir suportes inferiores e laterais.4 Canhões monitores e mangueiras para proteção em áreas abertas 6. Onde dois ou mais proporcionadores de espuma estiverem instalados em paralelo. 6. Preferencialmente. quando necessário. Fatores como vento.11. 6.5 vez (uma vez e meia) a altura do tanque a partir dos costados. podem ser soldados ao tanque mediante suportes de chapas de aço situadas perpendicularmente ao tanque.12. devido à dificuldade de se dirigir à espuma para o espaço anelar. São indicados quando usados isoladamente para a extinção de focos em derrames.3.1. e de 15 a 75 m dos costados para os tanques com diâmetros superiores a 09 (nove) metros. devido às condições do local e da ocorrência de um possível derrame em grandes parques de tanques. incêndios em áreas limitadas por diques e incêndios em tanques diques e incêndios em tanques com teto fixo. posições dos canhões e modo de aplicação podem reduzir a eficácia do jato de espuma. do próprio tanque e da intensidade do incêndio. As válvulas de controle para dirigir a espuma ou solução para o tanque apropriado podem estar na estação central de espuma ou podem estar em pontos onde as tubulações derivam da linha principal de alimentação. deve haver válvulas entre a descarga de cada proporcionador e o coletor de descarga. de forma a permitir a elevação da câmara e a flexão do tubo de subida. para aqueles com diâmetro até 09 (nove) metros. ou de mangueiras. conforme especificado em 6. 6. devem ser do tipo que permitem a verificação visual das posições “aberta” e “fechada”. estas devem ser soldadas como reforço. Monitores operando ao nível do solo normalmente não são recomendados para extinção de incêndio nas bordas dos tetos flutuantes.60 m ou montada acima do solo.12.11 Tubulação 6.11.

4.3ºC. 6. os fabricantes do LGE e do equipamento gerador de espuma devem ser consultados quanto às limitações e recomendações baseadas em testes práticos.1 Os hidrantes devem ser localizados à distância de 1. A proteção de produtos como aminas e anidridos.. éter isopropílico e misturas de solventes polares em geral podem exigir taxas de aplicação mais altas.3 Suprimento de LGE 6. álcool butílico.7.7 Nos casos em que o sistema de combate a incêndio por espuma seja composto unicamente por linhas de espuma e/ou canhões monitores.2. uso de dispositivos geradores não projetados especificamente para a aplicação. Misturas de líquidos inflamáveis com um faixa ampla de pontos de ebulição podem desenvolver uma onda de calor após queima prolongada.1.8ºC podem exigir taxas de aplicação mais altas.4. os jatos devem ser limitados para uso com LGE especiais tipo álcool aprovado para a descarga tipo II. os tubos de espuma ou solução devem terminar em conexões que fiquem a uma distância segura dos tanques.3 As taxas de aplicação mínimas recomendadas para LGE aprovados para descarga tipo II devem ser 9.7.4. devem ser consideradas as perdas potenciais de espuma ao vento e a outros fatores indicados em na nota 1 do item 6.2.4.4. É de fundamental importância à obediência às recomendações do fabricante do LGE utilizado. combustíveis e solventes polares.4. etc.4. Caso contrário. 6. O tempo de trânsito da solução. Taxas convenientes de aplicação devem ser determinadas por teste.3. no mínimo. 2) Para a proteção de líquidos inflamáveis ou combustíveis que são altamente tóxicos. método de aplicação e características do produto.2. 2) deve-se atuar com cuidado ao se aplicarem jatos de espuma em produtos de alta viscosidade aquecidos acima de 93ºC. Em geral as espumas tipo álcool podem ser efetivamente aplicadas por meio de motores ou linhas de espuma em focos de vazamento. .3.4..35 minutos. Notas: 1) A resistência da espuma tipo álcool pode ser afetada adversamente por fatores como tempo excessivo de trânsito da solução.4. exige LGE testados. b) aplicar as recomendações da segunda e da terceira subalíneas de 6. O procedimento de combate a incêndios em áreas isoladas por diques é extinguir ou limitar com segurança uma área e seguir avançar para extinguir a próxima seção dentro do dique. 6. líquidos solúveis em água e certos líquidos inflamáveis...2.1 Para hidrocarbonetos líquidos: a) para a proteção de tanques.2.. providenciando-se cobertura mais rápida. 6.. (1) óleos combustíveis secos.3.3.4. devem ser previstas linhas para a proteção da bacia de contenção de acordo com a tabela 3 e outra linha (ou canhão) para a proteção do tanque.4.4.2.4.2 Para outros líquidos inflamáveis e combustíveis que exigem LGE especiais.068 x 10-4 m²/S a 50º C). óleos combustíveis leves..1 Geral Os suprimentos a serem mantidos devem ser a soma das quantidades definidas em 6.2. cetona metiloisobutílica..1. Diesel. resíduo viscoso seco (mais de 1.. 6.2. o tempo transcorrido entre a injeção do LGE na água e a indução de ar pode ser limitado.4. 6.4. Embora o baixo conteúdo de água na espuma possa resfriar beneficamente tais combustíveis. podem ser necessárias maiores taxas de aplicação para se reduzir o risco ao pessoal. 6.8 l/min/m². a taxa de aplicação da solução deve ser.3. obedecendo às mesmas distâncias descritas em 6.4.2 Taxas de aplicação A taxa mínima de aplicação baseada na premissa de que toda a espuma possa alcançar a área a proteger deve ser a seguinte: Na determinação das exigências totais de vazão da solução..3.4.2. O tempo máximo de trânsito da solução para cada instalação deve estar dentro dos limites estabelecidos pelo fabricante do LGE.1. e de 15 m a 75 m do costado para os tanques com diâmetros superiores a 09 (nove) metros. com os pontos de fulgor de 37.2 Tempos mínimos da descarga O equipamento deve ser capaz de funcionar com a taxa mínima de descarga de 6. É de fundamental importância à obediência às recomendações do fabricante do LGE. de 6..6.8 Nos sistemas com canhões monitores. dependendo das características do LGE da temperatura da água e da natureza do risco a proteger. com os pontos de fulgor acima de 93.2. Deve-se tomar cuidado quando da aplicação da espuma ou líquidos que estão aquecidos acima do ponto de ebulição da água.3.5 L/min/m² de superfície do líquido a ser protegido. para os seguintes períodos de tempo: a) para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos: 1) óleos lubrificantes.. 6. podendo exigir taxas de aplicação de 8 L/min/m² ou mais altas.1.5 L/min/m². exigem o uso de espumas tipo álcool.. especialmente para cada produto. para aqueles com diâmetro até 09 (nove) metros.2. Em todo caso.3.3 a 6. para o tempo mínimo descrito em 6.8ºC a 93. 6. falhas na mistura (água + LGE) dentro dos limites recomendados de concentração. os quais são destruidores de espuma comuns.4. pode causar também violenta erupção turbilhonar e transbordamento do produto.reboques são preferíveis aos fixos. fora dos diques. pressões de operação..3ºC.2.. monômero de metacrilatometílico.4 Para LGE aprovados somente para descarga tipo I deve ser consultado o fabricante. 2) querosene. etc.6 Produtos como álcool isopropílico...2. Os sistemas que usam espumas exigem projetos especiais de engenharia. que são especialmente destruidores de espuma.50 minutos. 6. sendo que a vazão deste último deve ser calculada em função da taxa de aplicação e o diâmetro do tanque considerado. 6. Esta técnica deve ser continuada até a extinção completa do fogo.4. Notas: 1) 1íquidos inflamáveis com ponto de ebulição inferior a 37.2.. 6. quando a profundidade não ultrapassar 25mm. ou seja.5 vez (uma vez e meia) a altura do tanque a partir do seu costado.5 Aplicar as recomendações da segunda e da terceira subalíneas de 6. conforme estabelecido em 6.

1. b) para tanques contendo outros líquidos inflamáveis e combustíveis que exigem espumas especiais.3.5 Exigências relativas ao enchimento das tubulações.5.4 Exigências relativas a jatos suplementares de mangueiras e hidrantes. Jatos adicionais de espuma devem ser previstos como proteção adicional para incêndios no solo. b) devem ser calculadas duas linhas de espuma de 400 l/min..4.5.1.3. com os pontos de fulgor abaixo de 37.5.13.6 As disposições acima se aplicam aos locais onde houver processos com manipulação de líquidos combustíveis ou inflamáveis. 6. 6.5.1 São considerados armazéns individuais aqueles que atendam aos critérios construtivos e afastamentos estabelecidos na IT 22. independente do produto armazenado é de 20 minutos. com volume médio de estoque superior a 20.3.4.8ºC.4.3.3. pelo menos como especificado em 6. Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE como especificado em 6.4.4. 6.4. nafta. quando existir um hidrante na área a ser protegida.2.3.65 minutos. 6..5 Linhas de espuma para proteção de líquidos combustíveis ou inflamáveis acondicionados 6..3. 6.. 6.5.5..4. benzol.5. 4) petróleo cru .. .2.4 Tempos mínimos de descarga da solução de espuma O tempo mínimo de aplicação. 6. funcionando simultaneamente. espumas tipo álcool exigem procedimentos especiais de conforme indicado em 6....4.3 Descargas mínimas de solução de espuma: a) deve ser calculada uma linha de espuma de 400 l/min.6.3.2.. 6. 6.5 Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE.2 O número de linhas de espuma deve ser determinado em função da área a ser protegida obedecendo ao critério descrito em 6.3) gasolina.3.1 Armazéns que contenham líquidos combustíveis ou inflamáveis acondicionados. devem ser protegidos por linhas de espuma. de forma que toda área de risco seja protegida com pelo menos uma linha de comprimento máximo de 30 m. O tempo de operação deve ser de 65 minutos à taxa de aplicação especificada.4.5.4. 6.4.3. quando existirem dois ou mais hidrantes na área a ser protegida. O maior valor resultante deve determinar a quantidade adequada. Devem ser as mesmas que foram especificadas em 6.000 litros.. a menos que o fabricante do LGE tenha estabelecido outro valor.65 minutos.4.2 e 6. diesel automotivo e líquidos similares.3. como especificado no item 6.. pelo tempo indicado no item 6.3 Exigências para tanques A quantidade de LGE deve ser determinada pela multiplicação da vazão total em L/min para cada tanque. 6.

Guia de Qualidade da espuma para tanques de armazenamento .ANEXO A Figura 1 .

5/100 x 324.100 l/min.6 m de diâmetro.500 = 11. o maior tanque de gasolina tem 31.500 = 19.000= 1.6 m b) área do tanque = 785 m² c) quantidade de solução água-extrato para proteção do tanque 785 x 6.ANEXO “B” EXEMPLO ILUSTRATIVO DE CÁLCULO DE SISTEMA DE ESPUMA 1) Em um parque de armazenamento de inflamáveis.800 l. com câmaras de Tipo I e II e extrato a 3. i) quantidade total de solução água-extrato para operação do sistema com câmaras tipo I 153.100 x 55 = 280.500 + 20.500 l. 800 x 30 = 24.5% e 6%.000 + 24. p) número mínimo de câmaras = 2 câmaras .000 l.5/100 x 197. n) quantidade de extrato (6%) para suprimento do sistema com câmaras tipo II 6/100 x 324.000 + 20. m) quantidade de extrato (3.500 l. ento d) quantidade de solução água-extrato para proteção do dique (2 linhas 400 l/min) 400 x 2 = 800 l/min.500 l.000 = 6.000 + 24.000 = 324.5%) para suprimento do sistema com câmaras tipo II 3.900 l. e) quantidade de solução água-extrato para enchimento da canalização 20.000 l (estimado) f) quantidade de solução água-extrato para operação de câmaras tipo I 5.350 l.000 = 197. o) quantidade de extrato (6%) para suprimento das linhas manuais 6/100 x 24. h) quantidade de solução água-extrato para operação de linhas de mangueira (2 linhas de 400 l/min).100 x 30 = 153.000 = 11. Calcular o sistema fixo de espuma e o suprimento de extrato e água necessários.5 = 5.500 l. a) Diâmetro do tanque = 31. g) quantidade de solução água-extrato para operação de câmaras tipo II 5.000 l. k) quantidade de extrato (3. l) quantidade de extrato (6%) para suprimento do sistema com câmara tipo I 6/100 x 197. j) quantidade total de solução água-extrato para operação do sistema com câmaras tipo II 280.000 l.5%) para suprimento do sistema com câmara tipo I 3.

Objetivo 2 .Referências Bibliográficas 4 .21 SISTEMA FIXO DE GASES PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1.IT .Definições 5 – Procedimentos .Aplicação 3 .

b) Aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás diretamente sobre o material que queima.bombeiros.130. Obs. justificando o não emprego da água. decidir pelo emprego de sistemas fixos de gases. 5. de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado. 2 APLICAÇÃO 2. NFPA – 2001 – Standard on clean agent fire estinguinshing systems.gov.2 O emprego de sistemas fixos de gases é recomendável nas situações em que o uso da água ou outro agente extintor pode causar danos adicionais aos objetos ou equipamentos daquela edificação. 3 REFERÊNCIA NORMATIVA Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.mg. Decreto Estadual nº 44. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. maus condutores de eletricidade e não corrosivos. 355 .INSTRUÇÃO TÉCNICA – 21 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5 PROCEDIMENTOS 5. Augusto de Lima.br Email: dat3@cbmmg.Bairro Centro CEP 30. NBR 12232 – Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com gás carbônico (CO2) por inundação total para transformadores e reatores de potência contendo óleo isolante. São inodoros. incolores. por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido. NFPA – 12 – Standard on carbon dioxide estinguinshing systems. a) Inundação total: Descarga de gases.1 O Responsável Técnico deve analisar as características da edificação e de comum acordo com o proprietário. ou ainda quando os resíduos do combate a incêndio são difíceis de serem controlados e podem trazer danos ao meio ambiente. dividem-se em compostos halogenados em mistura de gases inertes. NBR 9441 – Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. Exemplos: a) objetos de valor inestimável (obras de arte.1 Esta Instrução Técnica se aplica em locais cujo emprego de água é desaconselhável para o combate a incêndios em virtude de riscos decorrentes de sua utilização ou para aqueles locais cujo valor agregado dos objetos. ou equipamentos é elevado.1 Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de ozônio.270. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. b) equipamentos ou objetos com alto valor agregado e sensíveis ao uso dos agentes extintores convencionais .gov. Podem ser de comando automático ou manual. 4 DEFINIÇÕES 4.: O CO2 não é considerado gás limpo por sua ação asfixiante na concentração de extinção. etc).mg.190-000 Site: www.br SISTEMA FIXO DE GASES PARA COMBATE A INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as exigências técnicas e operacionais para as instalações de sistema fixo de gases para combate a incêndio. quando houver risco pessoal no uso do agente extintor convencional. a fim de garantir o correto funcionamento dos equipamentos e a segurança das pessoas. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.

agindo antes dos sistemas hidráulicos (hidrantes. etc). d) locais onde haja necessidade de isolamento do meio externo (laboratórios onde se armazenam agentes patológicos. (Ex: HALON). os pontos de detecção e a localização do(s) cilindro(s) do sistema fixo. localização da central de alarme e baterias do sistema de detecção utilizado no acionamento do sistema fixo. (Ex: sistema de inundação total com CO2 nos CPD). b) laudo técnico do agente extintor (gás) que declare a não toxidade à saúde humana e a não agressividade ao meio ambiente na concentração de projeto. h) indicar em planta o local ou equipamento a ser protegido. e) dados ou informações de valor inestimável (CPD. c) agente extintor empregado.4 Nos locais onde houver presença humana não podem ser utilizados sistemas de inundação total com agentes extintores cuja concentração de projeto é superior ao nível de concentração onde não se observam efeitos adversos às pessoas. g) indicar o tempo de retardo para evacuação do local protegido antes do acionamento do sistema fixo. CPD. exceto o CO2. na falta deste.3 No projeto técnico de proteção contra incêndios devem ser apresentadas as seguintes informações: a) norma adotada. i) apresentar especificações do agente utilizado. 5.9 Excepcionalmente.7 Deve ser adotada a simbologia gráfica conforme dispõe a IT 03 . . Deve ser previsto desligamento automático do sistema fixo de gás quando da entrada de pessoa no ambiente. conforme seja necessário.11 Devem ser apresentados os seguintes laudos: a) laudo de funcionamento do sistema fixo e respectiva ART do Responsável Técnico. por organismo internacional de ensaio e certificação.(máquinas automatizadas em linhas de produção. 5.8 Os sistemas fixos de gases para combate a incêndio podem complementar. centrais de telecomunicações. etc). etc). volume total armazenado nos cilindros e outras. (Ex: quando da abertura da porta de acesso em contêiner de torres de telefonia celular). concentração de projeto em percentagem e em volume.Símbolos Gráficos para Projeto de Segurança Contra Incêndio.10 Nos locais onde o emprego da água pode danificar equipamentos. arquivos convencionais de documentos importantes. Para tanto. por organismo de certificação reconhecido pelo Sistema Brasileiro de Certificação. 5. 5. centrais de sensoreamento remoto. mas não substituí-los. d) forma de acionamento (manual ou automático). f) localização em planta do ponto de desativação do sistema. nível mais baixo de concentração onde se observam efeitos adversos às pessoas. 5. 5. como: nível de concentração onde não se observam efeitos adversos às pessoas. 5. 5.6 Não podem ser utilizados como agentes extintores quaisquer gases que provoquem a destruição da camada de ozônio. indicar em planta a localização do ponto de acionamento alternativo do sistema. e) se automático. controles de subestações elétricas. produtos radioativos. o agente escolhido deve ser certificado como gás limpo. mangotinhos e chuveiros automáticos).5 Nos locais onde não houver presença humana e protegidos com sistema de inundação total utilizando agente extintor na concentração acima daquela onde não se observam efeitos adversos às pessoas. quando não é possível controlar a água residual do combate a incêndios. porém sujeitos à manutenção eventual. b) tipo de sistema fixo (inundação total ou aplicação local). nos casos onde seja necessário evitar contaminação do ambiente externo. conforme Protocolo de Montreal. c) equipamentos energizados (transformadores. o sistema de chuveiros automáticos pode ser acionado manualmente quando o sistema fixo de gases limpos não tiver sido eficiente. etc). os sistemas de chuveiros automáticos podem ser substituídos pelo sistema fixo de gases limpos. ou. 5.

Procedimento de controle de vazamento 7 .Tabelas de distanciamentos B .Proteção por extintores de incêndio 8 .Detalhe de arrumação de armazenagem fracionada 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C – Exemplo de recipiente para classe de líquido inflamável com aspersores ou equivalente 4 – Definições 5 – Procedimentos de afastamento 6 .IT – 22 ARMAZENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A .Isolamento de tanques – risco isolado .

armazenamento.Segurança nas instalações de produção. welded. e) aspectos toxicológicos dos produtos. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.Armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Bairro Centro CEP 30.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 22 ARMAZENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.br Email: dat3@cbmmg. 3. no tocante a afastamentos e controle de vazamentos. 2 APLICAÇÃO 2.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR-7505 . manuseio e transporte de etanol (álcool etílico). levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.mg. .mg. NFPA 497 – Recommended Practice for the Classification of Flammable Liquids. NFPA 69 – Standard on Explosion Prevention Systems. NBR 7974 – Produtos de Petróleo – Determinação do Ponto de Fulgor pelo Vaso Fechado TAG.Armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. f) instalações de armazenagem de líquidos combustíveis e inflamáveis que disponham de Normas Brasileiras específicas. NBR-7505 . d) armazenagem de líquidos criogênicos e gases liquefeitos. Parte 1: Armazenagem em tanques estacionários.190-000 Site: www. c) instalações marítimas off-shore. Parte 4: Proteção contra incêndio.130.270.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e Art 3o do Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições mínimas necessárias para as instalações de armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. API 650 – Welded steel tanks for oil storage. 4 DEFINIÇÕES 4. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NB-98 – Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . gases e vapores inflamáveis .1 Esta Instrução Técnica se aplica às edificações ou áreas de risco em que haja armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis. NBR-5418 . or Vapors and of Hazardous (Classified) Locations for Electrical Installations in Chemical Process Areas. 2. Gases.Instalações elétricas em ambiente com líquidos.gov. NBR-7820 . NR-20 – Líquidos combustíveis e inflamáveis. b) armazenagem de álcool carburante em usina. API 620 – Recommended rules for disign and construction of large.1 Esta Instrução Técnica não se aplica: a) armazenagem de líquidos reativos ou instáveis. tais como aeroportos. consultar as normas abaixo ou outras específicas: NFPA 30 – Flammable and combustible liquids code.1. Decreto Estadual nº 44. Augusto de Lima.gov. 355 .bombeiros. low pressure storage tanks.Procedimento.2 Na ausência de informações desta Instrução Técnica.

polimerizem ou venham a explodir.1.4 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de tanques no interior de edifícios 5.1 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva e líquidos instáveis e classe IIIB).1.2 O espaçamento entre tanques deve ser determinado conforme a tabela 7. conforme o caso.1.1 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37.3 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos instáveis.2.todos os tipos de lubrificantes. 5.1.8ºC.1 Armazenamento de líquidos Classe I.4 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos combustíveis classe IIIB (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva). 5 e 6 5. operando a pressões superiores a 17.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37.1. deverá ser localizado de acordo com a tabela 4 do anexo A.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 5 do anexo A.8ºC – todos os tipos de álcool. subdividido como segue: a) classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37. operando a pressões iguais ou inferiores a 17.2 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37.1.2 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva e líquidos instáveis e classe IIIB). – solventes (conforme ficha de segurança do produto).2 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis contidos em tanques estacionários de superfície. II. aguarrás e querosene (iluminante e de aviação).todos os tipos de óleo combustível. c) classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22. ou de choque mecânico.4ºC . que não permitam que a pressão ultrapasse aqueles limites.2. 4. 5.Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. c) a parte externa mais próxima de um equipamento fixo. 5.1. se tornem auto-reativos e. etc. 5.8ºC. no interior de edificações. cicloexano e óleo fúsel em unidades de processamento de álcool 5. 4. 5. na estocagem ou no transporte.3.4 kPa (15 psi).3 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de etanol (álcool etílico).3 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que. subdividindo-se em: a) classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 3 do anexo A.5 Área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação.8 Risco isolado: Risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados.1.2. no estado puro ou nas especificações comerciais. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 2 do anexo A. 4.1. 4.1. desde satisfação as recomendações deste item.6 Área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação. IIIA e IIIB são permitidas. 4.5 psi) ou equipado com respiradouros de emergência.11 Posto de abastecimento: Local restrito onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos. 5. c) classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93.8ºC. podendo ser edificada ou aberta.10 Posto de serviço: Local público onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos. 5. 5. 4. b) classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93. .7 Área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais. medida no topo do tanque 5.1 A distância mínima do costado de um tanque e a base interna do dique é de 1.8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação).2 kPa manométricas (2. b) a parede externa mais próxima ou projeção da cobertura de uma edificação. 4. 5.2. se decomponham.4. por efeito de variação de temperatura e pressão. aeronaves.1.2 kPa manométricas (2. 5. 4.4ºC . 4. b) classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22.2.8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37. também conhecido como líquido Classe I.5 Todo tanque de superfície utilizado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis sujeitos a ebulição eruptiva. 4. esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada.3 As demais distâncias mínimas de segurança encontram-se nas tabelas 1.1.5 m.1 As distâncias de segurança são aquelas compreendidas entre o costado do tanque e: a) o costado de um outro tanque ou vaso de pressão. d) o limite de propriedade.1 Deverão ser previstos os espaçamentos da NBR 7820. 5 PROCEDIMENTOS DE AFASTAMENTOS 5.1. 4.4 Área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação.2 Para os espaçamentos relativos a tanques de superfície fora dos parques de tanques nas Unidades de Produção seguirá o disposto nesta Instrução. e) a base interna de um dique. barcos.5 psi) ou equipado com respiradouros de emergência.1. com ou sem acabamento ou em terreno natural.9 Posto de abastecimento interno: Instalação interna a uma indústria ou empresa cuja finalidade única é o abastecimento de combustível e ou lubrificantes para sua frota própria ou de seu uso.8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de óleo diesel. suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra. em conseqüência. 2.3. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 1 do anexo A. à pressão manométrica igual ou inferior a 103. que permitam pressões superiores às mencionadas. 4. sobre piso.

a 50%. 5.2 kPa deve ter sua saída direcionada de tal maneira que previna o aquecimento ou a chama direta em qualquer parte do tanque. no evento da combustão dos vapores que estiverem sendo exalados. sol.6 metros acima da linha do solo. após tratamento por filtros. 5. ou em compartimentos especiais. que não poderá estar interligada ao sistema de ventilação de outra parte da edificação ou de outro local. caso exista um sistema de chuveiros automáticos de água ou espuma.8 Para instalações no interior de edificações.1 A armazenagem de quantidades maiores do que 100 tambores de líquidos inflamáveis da Classe I deverá ser dividida em grupos. 5.1 Deverá possuir ventilação suficiente para impedir.3 Não deverão ser usados dispositivos de alívio de pressão e vácuo ou corta chamas nos tanques que armazenam líquidos inflamáveis das classes IB e IC cujos vapores possam se congelar.7 Quando houver a necessidade de tanque de consumo no interior da edificação (parte do processo para abastecimento exclusivo de equipamento) a capacidade deste não pode ser superior a 2. filtro. Deverá ficar pelo menos 3. cada grupo com o limite máximo de 300 tambores. de espessura mínima de 15 cm. produzir corrosão ou tamponamento. sujeita à chama ou calor. em conjunto com um sistema de drenagem para local distante.4. 5. Nesse caso o tanque poderá ficar no interior da edificação. Todos os materiais de acabamento e revestimento da instalação (portas.2 No projeto do sistema de ventilação deve-se considerar a densidade relativamente alta dos vapores combustíveis. Esses tanques geralmente são abastecidos por outros tanques fora da edificação.00 m de qualquer fonte de calor.7.4. janelas.7. localizados. deverão ser no nível do piso e deverão estar desobstruídas. de forma a não constituir riscos para outras instalações ou para terceiros. Não poderão estar localizadas em áreas não seguras ou de risco. preferência no pavimento térreo ou mezanino técnico (utilizado para o líquido ser utilizado por gravidade). insetos.1 O compartimento especial deve ser substancialmente impermeável a líquidos e hermético a vapores ou gases.4.6 metros.6 Fica proibido a instalação de tanque no interior de edificações. a qualquer momento. A ventilação do ambiente deve ser como se segue: 5. possuindo abertura de inspeção. deverá ser instalada e usada ventilação forçada.4. A descarga destes gases deverá se realizar na parte externa da edificação. a 15 metros de distância de edifícios ou do limite mais próximo da propriedade adjacente. o acúmulo de vapores inflamáveis. considerando uma faixa lateral de 1.5 Outros equipamentos associados com tanques de armazenamento. 5.5.4. trocador de calor.000 litros.2 Líquidos inflamáveis e combustíveis deverão ser armazenados em tanques enterrados. deverá ser considerado como violação do estabelecido nesta IT. 5.5 m ao redor do . nesse caso deverá haver uma válvula de bloqueio fora da edificação.5 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem fracionada fora de edifícios 5. aprovado. 5. Onde a ventilação natural for insuficiente para impedir.2 A armazenagem de quantidades maiores do que 300 tambores de líquidos inflamáveis das Classes II e III deverá ser dividida em grupos. a 20 metros de distância de edifícios ou do limite mais próximo da propriedade adjacente e cada grupo de recipientes deverá ser separado dos outros grupos por uma distância mínima de 15 metros..4. confinado em local que restrinja a sua funcionalidade ou no interior do edifício.) devem ser construídas de material não-combustível.4. com volume superior a 25.4. sem aterro.1 Os dispositivos de alívio de pressão de tanques que armazenam líquidos das classes IA.4 Os pisos dos locais de armazenagem devem ser de material incombustível.5.000 litros. pelo menos.4.4.4. preferencialmente em concreto. a qualquer momento. As aberturas de ventilação deverão ser realizadas por dutos com válvula tipo “damper”.15 m em relação ao piso do local. obstruindo a passagem de vapores. etc. condensar ou cristalizar.5.4 Os dispositivos de alívio de pressão de tanques devem estar localizados na parte externa do edifício. individual ou coletivo. somente no topo.4.0 metros e a instalação elétrica deve ser antiexplosão nessa área.5. 5. etc.4. 5. aquecedor. em desnível de 0. com resistência mínima ao fogo de 2 (duas) horas.4. Deverão ser providenciados meios para que possa ser utilizado equipamento portátil que sirva para retirar quaisquer vapores que se possam acumular em caso de vazamento. o ponto de abastecimento deve ser separado das outras edificações por paredes ou barreiras.4 A saída dos vapores dos dispositivos de alívio de pressão que forem regulados para uma pressão de abertura superior a 17.4. O acúmulo de vapores inflamáveis. pelo menos. com a finalidade de ventilação.4. evidenciado por um detector de vapores combustíveis. permitindo-se o uso de venezianas ou telas grossas. IB e IC devem permanecer normalmente fechados exceto quando na função de alívio da pressão ou do vácuo.4.5. 5. As portas de acesso às bombas de abastecimento devem ser de fechamento automático. o acúmulo de vapores inflamáveis.7. exceto no caso do item 5. 5.3 Nenhum tanque que não seja enterrado pode ser localizado à distância horizontal inferior a 3. tais como bomba. resistência mínima ao fogo de 1½ hora.3 Estas distâncias poderão ser reduzidas. 5. 5. porém deverá ter controle de vazamento. cada grupo com o limite máximo de 100 tambores localizados.2. 5. As conexões dos tanques deverão ser construídas e instaladas de tal forma que nem vapores nem líquidos possam escapar para dentro do compartimento. A qualidade dos gases deverá ser definida pelo órgão ambiental competente.4. distância de segurança ao seu redor de 2. com resistência mínima ao fogo de duas horas. Sua operacionalidade não poderá ser afetada por água de chuva. e cada grupo de tambores deverá ser separado dos outros grupos por uma distância mínima de 10 metros. 5. o topo e o fundo do compartimento deverão ser de concreto armado. deverá ser localizada a uma distância mínima de 7. Os acessos devem permanecer desobstruídos.4. dentro dos limites de inflamabilidade ou explosividade. 5. As aberturas para o exterior.2 No caso da armazenagem com líquidos das classes IB e IC é permitido apenas a utilização de corta chama. Os lados. Não poderá ser obstruído.

com resistência mínima contra o fogo de 240 minutos.1.6 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem fracionada no interior de edifícios 5. automaticamente.6.1.7.5 Indústria: a armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis deve ser feita de acordo com a Tabela 8. na qual posteriormente possa ser feita uma construção. A calefação deve ser restringida às unidades de vapor de baixa pressão. A armazenagem deve ser feita conforme item 5. a armazenagem deve ser efetuada em recipientes fechados.6. feita de material não combustível: as soleiras ou rampas terão. exceto quando em lojas de varejo de um só pavimento. . Local de Reunião de Público.1 Este item aplica-se à armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis em tambores ou outros recipientes portáteis.1. que não ultrapassem a capacidade individual de 1. sendo preferida ventilação natural à ventilação mecânica. Serviço de Saúde e Institucional: a armazenagem deve ser limitada ao que for necessário para limpeza. devem estar colocados em recipientes não maiores que um litro ou em latões de segurança.6. a parede contígua a essa propriedade deve ser sem interrupção. 5. que.6.1. a parede contígua a essa propriedade deve ser não combustível.6.1.3 Serviço Profissional. 5.6. a parede contígua deve ser sem interrupção. 5. 5.6.2. conforme NBR 13786 ou determinações do Órgão Ambiental competente.2. devem ter paredes. na qual posteriormente possa ser feita uma construção. Os depósitos devem ser construídos de material não combustível.6.6. com resistência mínima contra o fogo de 180 minutos.6. 5. A proteção contra vazamento deve ser feita por meio de sistemas associados ou não a equipamentos que evitem a contaminação do subsolo com produto ou que detectem imediatamente um vazamento.2. ou água quente.2.1. pelo menos 0. ou elétrica a provada para os locais de perigo classe I. ainda assim.1 Líquidos inflamáveis e combustíveis: não devem ser armazenados (inclusive para venda) nas proximidades de saídas. nos laboratórios e em outros pontos de uso. que não constitua risco para líquidos inflamáveis e combustíveis.1 Os postos de serviço e garagens devem possuir equipamentos ou sistemas que evitem a contaminação do subsolo devido a vazamentos. sem interrupção.6. em quantidades limitadas ao necessário para exibição aos clientes e para fins mercantis. conduzem a um tanque de contenção. que.2 Aberturas para outras salas ou edifícios serão providas de soleiras ou rampas elevadas.7. 5.15 m de altura.2. as portas deverão ser corta-fogo.6. Caso o depósito esteja situado a uma distância de 10 a 15 m de um prédio ou limite da propriedade adjacente.6.1.4 Deverá ser providenciada ventilação adequada.1 Projeto e construção armazenamento interno de salas de 5. 5. demonstrações e serviços próprios de laboratório. pode estar armazenado na mesma área.2. Material não combustível.6. Cultura Física.4 Comercial: em salas ou áreas acessíveis ao público. para conter o líquido em caso de vazamento. 5. Caso o armazém esteja situado a uma distância de 3 a 10 m de um prédio ou limite da propriedade adjacente. na qual posteriormente possa ser feita uma construção.1. A área de armazenagem deverá ser livre de vegetação e de outros materiais combustíveis. Líquidos inflamáveis e combustíveis. interligadas entre si. Essa armazenagem deve ser feita em recipientes metálicos ou latões de segurança. com resistência mínima contra o fogo de 120 minutos. no interior das edificações. 5.1.1 Salas de armazenamento interno deverão obedecer às seguintes exigências gerais de construção: paredes.1 5.2 Formas de armazenagem e suas limitações 5. pisos e tetos com resistência mínima contra o fogo não inferior a 60 minutos. instaladas de maneira a fecharem.3 Uma alternativa permissível.1. 5. Caso o armazém esteja situado a uma distância menor que 3 m do limite da propriedade adjacente.6.000 litros. derramamentos e transbordamentos dos produtos. escadas ou áreas normalmente usadas para a saída ou passagem de pessoas. pisos e tetos construídos de material não combustível.6. Esta proteção deve ser exercida por uma ou mais das normas técnicas abaixo.2 Residencial e Serviço de Hospedagem: é proibida a armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. com resistência ao fogo não inferior a duas horas. do tipo aprovado. de acordo com o item 6.1. tal estoque deve ser guardado em salas ou partes do edifício que cumpram as exigências de construção do item 5. à prova de passagem de líquidos. em caso de incêndio. evitando que atinja outras áreas de armazenagem ou edifícios.6.1. fechados.6 Depósito: a armazenagem deve ser feita de acordo com a Tabela 8.local de armazenamento. exceto os necessários para a manutenção e operação dos equipamentos específicos do prédio.1. em salas resistentes ao fogo.7 Adota-se este procedimento quando se tratar de postos de abastecimento e serviços com tanques subterrâneos 5. 5. guardados em compartimentos para armazenagem ou recintos que não possuam portas que se comuniquem com partes do edifício usadas pelo público. construídas de acordo com o item 5. b) poço de monitoramento de vapor. são canaletas de contenção. Onde o estoque excede 650 litros.2. Educacional.5 Equipamentos e fiação elétricos situados nas salas de armazenamento interno usados para líquidos inflamáveis devem ser do tipo antiexplosão. em substituição das soleiras e rampas.6. 5. em conformidade com a Resolução CONAMA 273: a) poço de monitoramento de águas subterrâneas. dos quais não pode ser mais do que 220 litros de líquidos inflamáveis (Classe I).1.

2 Não é permitido qualquer construção diferente de tanque a suas tubulações no seu interior. obedecendo a NBR 5418 ou outra internacionalmente aceita. cuja instalação possua tanque enterrado ou subterrâneo. mais os volumes equivalentes aos deslocamentos dos demais tanques. 6. 6.2 Em locais. d) declive do piso de no mínimo 1% na direção do ponto de coleta nos primeiros 15 metros a partir do tanque ou até o dique. h) contenção de vazamento sob a unidade abastecedora.4 Os postos de serviço e garagens devem possuir equipamentos ou sistemas que evitem a contaminação do subsolo devido a vazamentos.c) ensaio de estanqueidade que devem contemplar não só os tanques. Em instalações com capacidade até 1000 m³ será permitida a existência de apenas uma via para a passagem de um veículo de combate a incêndio ou 3 m. 5. g) câmara de acesso a boca-de-visita. 5.8.4 Quando o líquido inflamável ou combustível se enquadrar no item 5. propriedades adjacentes ou atinja cursos de água. cuja instalação possua armazenagem com acima de 15. b) a capacidade volumétrica da bacia de contenção de tanques horizontais deve ser no mínimo igual ao volume de todos tanques horizontais nela contidos. e) monitoramento em sistemas de contenção secundária. Estas vias devem ser pavimentadas ou estabilizadas a ter largura compatível para a passagem simultânea de dois veículos de combate a incêndio. a empresa deverá apresentar a Licença de Operação – LO ou o protocolo de entrega da documentação no Órgão Ambiental (FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais). mais o volume de deslocamento da base deste tanque. se necessário.5 Em locais. . m) proteção da linha de enchimento do tanque. a empresa deverá apresentar a Licença de Operação – LO ou o protocolo de entrega da documentação no Órgão Ambiental (FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais). 5. enterrado ou subterrâneo. 6.1 A bacia de contenção deve ser adjacente no mínimo a duas vias diferentes. e) ser provida de meios que facilitem o acesso de pessoas a equipamentos ao seu interior. 6. j) caixa separadora de água e óleo. Não é permitido bomba de transferência dentro da bacia de contenção.5 Bacia de contenção 6.1 Todos os tanques que armazenam líquidos combustíveis e/ou inflamáveis deverão ser providos de bacias de contenção (exceto os tanques subterrâneos).8.2 A área ocupada pelos tanques deve dispor de recursos de controle de vazamento de produto. ameace instalações importantes. Esta proteção deve ser exercida por uma ou mais das técnicas. g) para tanques ou parque de tanques com armazenagem superior a 120 m3. Tais recursos devem ser construídos por diques que formem uma bacia de contenção ao redor dos tanques ou por bacias de contenção a distância. em situação normal e em casos de emergência. no mínimo. II ou IIIA. sua capacidade volumétrica deve ser no mínimo igual ao volume deste tanque mais o volume correspondente a base deste tanque. produtos sujeitos a ebulição turbilhonar ou óleos combustíveis a tanques que contenham produtos das classes I. mas também suas tubulações.proteção catódica associada ao revestimento. 6. com canais de fuga.8.000 litros (exclusive). c) no caso da bacia de contenção que possua um único tanque.1 As instalações projetadas e construídas devem obedecer às boas práticas de engenharia. A proteção contra vazamento deve ser feita por meio de sistemas associados ou não a equipamentos que evitem a contaminação do subsolo com produto ou que detectem imediatamente um vazamento. para não expor a perigo devem ser fechados. Quando estes canais de fuga passarem próximo de edificações ou áreas de risco.5.8. com tanque aéreo. II a IIIA.5.3 As bombas de transferência de produto devem ficar posicionadas fora da bacia de contenção. 5. vistoria e fiscalização dos órgãos competentes. devendo ser adotado o maior destes valores.5. mantidas fechadas. deverão ser previstas as exigências da NBR 7820. o) alarme contra transbordamento.4 A bacia de contenção deve atender as seguintes condições: a) a capacidade volumétrica da bacia de contenção deve ser.3 Não são permitidos. i) canaleta de contenção na projeção da cobertura. f) proteção contra corrosão . derramamentos e transbordamentos dos produtos. k) descarga selada.8.3 Devem ser providos meios para evitar que qualquer descarga acidental de líquidos Classe I. 6. para conduzir o produto derramado ou vazado. n) proteção da linha do respiro do tanque. d) válvula de retenção na linha de sucção. 5. tanques que contenham produtos aquecidos.8 Adota-se este procedimento quando se tratar de postos de abastecimento e serviços com tanques aéreos 5. as válvulas do sistema de drenagem deve estar posicionadas a pelo menos 15 metros do dique e mantidas fechadas. ou 5 m. em conformidade com a Resolução CONAMA 273/2000.5. 5. o que for maior. aos procedimentos e controle de qualidade inerente e documentado adequadamente para viabilizar a aprovação. conforme NBR 7505-1 ou determinações do Órgão Ambiental competente.7. em uma mesma bacia de contenção. desde que atenda no mínimo aos requisitos da Norma Brasileira. 6 PROCEDIMENTOS DE CONTROLE DE VAZAMENTO 6.2 Todas as instalações e equipamentos elétricos nos parques de tanques devem ser adequados à classificação elétrica da área. suas bases a dos diques Intermediários.3. igual ao volume do maior tanque. 6. l) contenção de vazamento na descarga. f) seu sistema de drenagem deve ser dotado de válvulas posicionadas no lado externo. o que for maior.

com a anuência do Órgão Ambiental competente. preenchida com areia. deve ser assegurado por declive do piso de no mínimo 1% nos primeiros 15 m a partir do tanque. quando for isolado. deverão cada camada ser compactada antes da deposição da camada seguinte. caso o líquido drenado entre em combustão.15 metros de profundidade.h) a altura máxima do dique.4 A bacia de contenção deve possuir volume que possa conter o volume da maior pilha. e dois metros da projeção das laterais do tanque. mais 0. antiexplosão e corrosão.7. como estabelecido acima. conforme a tabela a seguir: Tabela A .2 m de largura por 0. no caso de dique de terra.000 De 10. b) adotar sistemas fixos de resfriamento ou cortinas de água. instalações ou propriedades adjacentes. podendo ser utilizada a tabela de afastamentos de tanques subterrâneos.000 a 20. e compatível com o produto a ser bombeado. desde que todos os tanques sejam adjacentes.6 Bacia de contenção a distância A contenção a distância poderá ser adotada atendendo as seguintes condições: a) a capacidade volumétrica da bacia de contenção a distância deve ser. 6. c) aumento do número de canhões de espuma ou de resfriamento. deve ser de 3 m. as chamas não exponham outros tanques. l) a superficie superior do dique de terra deve ser plana. As canaletas de drenagem devem ser revestidas com material impermeável.7. 6. propriedade adjacente ou via pública. j) dique de terra deve ser construído com camadas sucessivas de espessura não superior a 0.6 m.2 No caso de acúmulo de líquido. A diferença entre o volume necessário e a capacidade da bacia de contenção a distância deve ser provido pela contenção em torno dos tanques. Ext mín.1 A ocupação com presença de produtos perigosos em estado líquido deve ser contornada por canaleta de contenção. no mínimo.2 m para conter as movimentações do líquido e. 7. 6. compatível com os produtos. 6.7. para a quantificação de agente extintor a ser utilizado.1 Deve ser considerada a capacidade de cada tanque. com inclinação de acordo com o item 6. a mistura só pode ser retirada do tanque por meio de bomba a ar comprimido.7.6 alínea b. para qualquer classe de produto. não há necessidade do tanque de contenção.3 A canaleta de contenção deve ser construída de acordo com o item 6. e) a bacia de contenção a distância deve estar localizada de modo que. adotando-se o mais alto entre os dois. a distância entre a borda do líquido e o limite de qualquer construção importante. 6.8 Adota-se este procedimento quando houver tanques existentes Para os tanques existentes que não cumprirem os afastamentos das normas em que devam se enquadrar. o dique deve ser protegido da erosão. quando utilizado. 40B:C 40B:C 40B:C SOBRE RODAS Quant.Proteção por extintores EXTINTORES CAPACIDADE DE ARMAZENAGEM (LITROS) PORTÁTEIS Quant. igual ao volume do maior tanque a ela interligado. pode ser utilizada uma bacia de contenção a distância com capacidade parcial. 6.000 01 02 04 Cap. Ext. i) um ou mais lados externos do dique pode ter altura superior a 3 m. não se aplicando para tanques horizontais. 80B:C 80B:C 80B:C .6 alínea c. 01 01 02 Cap. conforme as exigências de 6. ou a somatória da capacidade dos tanques. a altura do dique deve ser o somatório da altura que atenda a capacidade volumétrica da bacia de contenção. tais como: a) aumento da taxa de aplicação dos sistemas de resfriamento e espuma. PROTEÇÃO INCÊNDIO POR EXTINTORES DE 7. Para o líquido classe IIIB. d) construção de uma parede corta-fogo com resistência mínima de 120 minutos. de acordo com a tabela 8. seja no mínimo 15 m. deverá ser apresentada proposta de proteções suplementares para ser analisada pelo CBMMG. conduzem a um tanque de contenção. d) caso não seja viável prever 100% de capacidade de contenção a distância. no mínimo.7 Contenção externa de produtos fracionados acondicionados no interior de edifícios ou depósitos 6. não deverão ser utilizado para este fim material de facil combustão. c) os canais de fuga devem possuir selo hidráulico (sifão corta-chamas) que evite a propagação de chamas e seu encaminhamento deve ser tal que. mais 0. k) a distância mínima entre a base externa do dique (pé do dique) e o limite de propriedade não deverá ser inferior a 3 m.2 m para compensar a redução originada pela acomodação do terreno.000 De 5. exceto a alínea a. com resistência mínima de 120 minutos. Inferior a 5. que interligadas entre si. e) construção de uma parede corta-fogo ao redor do tanque (altura acima do topo dos tanques horizontais). b) o escoamento do líquido para o canal de fuga.3 m.4. na direção desse canal. esta parede deve ter os seus limites ultrapassando um metro acima do topo do tanque ou do edifício adjacente. horizontal a ter uma largura mínima de 0. a uma via na qual esta altura nos trechos frontais aos tanques não ultrapasse 3 m. com as dimensões mínimas de 0. medida pela parte interna. considerando as movimentações do líquido e o agente extintor.000 a 10.5. quando estiver cheia com sua capacidade máxima. ou qualquer tanque.

quando distanciarem entre si. em locais onde haja parques de tanques.2 Os tanques enterrados terão proteção por extintores somente próximo do local de enchimento e/ou saída (bomba): 2 extintores de 20B. levando-se em conta o volume da bacia de contenção e a tabela A. 7.De 20. desde que tenha condições técnicas de conduzir estes extintores por veículo de emergência da própria edificação ou área de risco. que ficará a critério do responsável pela área de risco. exceto nos locais que disponham de viaturas de combate a incêndio. conforme itens 8. somente para parque com no máximo 6 (seis) tanques aéreos isolados. 8.3 Para armazenagem de líquidos em recipientes abertos deve ser considerada a proporção de 20B:C para cada metro quadrado de superfície de líquido inflamável.000 Acima de 100.1 e 8.5 Os extintores destinados a proteção dos tanques devem ser instalados em conjunto cujos caminhamentos máximos para acesso ao tanque devem atender à IT 16.1 Os tanques aéreos com capacidade igual ou inferior a 20 m³. 8. para fins de proteção contra incêndio. com a interposição de uma parede corta-fogo com resistência mínima ao fogo de 120 minutos e ultrapassando a altura do maior tanque. deve ser prevista proteção por extintores. 7. 7. poderão estar todos localizados e centralizados num abrigo sinalizado.2. 7.4 Para bacias de contenção a distância. no mínimo duas vezes o diâmetro do maior tanque e em bacias de contenção distintas. 8. ISOLAMENTO DE TANQUES – RISCO ISOLADO 8.000 a 100.3 É permitida a proteção por extintor.2 Esta distância pode ser reduzida à metade.6 Os extintores. a não mais de 150 metros do tanque mais desfavorável.000 06 08 40B:C 40B:C 02 03 80B:C 80B:C 7. serão considerados isolados. .

ANEXO A Tabela 1.Líquidos Classe I.2 KPa Usando sistema de inertização ou proteção por espuma e resfriamento ½ do valor da Tabela 6 ½ do valor da Tabela 6 (*) Proteção por extintores o valor da Tabela 6 o valor da Tabela 6 (*) Tanques que.50 m para o segundo. de acordo com a definição constante na Tabela 7M. o maior valor metade do diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque Tipo de Tanque Proteção Teto Flutuante Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores Proteção por espuma e resfriamento o diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque metade do diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque Vertical com solda de baixa resistência entre o teto e o costado (conforme API 650) (*) Proteção por extintores o diâmetro do tanque 1/3 do diâmetro do tanque Horizontal e Vertical com dispositivo de alívio de emergência limitado a pressão de 17.50 m para o primeiro e 1.50 m nunca inferior a 4. inferior a 4. incluindo o pública ou qualquer edificação lado oposto da via pública.2 KPa ou menor) Distância mínima em metros da Distância mínima em metros do linha da propriedade onde haja ou lado mais próximo de qualquer via possa haver construção. nunca importante na mesma propriedade. . IIIA .(pressão de operação de 17.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. II. só é exigido proteção por extintores.

Tipo de Tanque Distância mínima em metros Distância mínima em metros do lado mais da linha da propriedade onde próximo de qualquer via pública ou qualquer haja ou possa haver edificação importante na mesma propriedade construção.2 KPa.5 m por espuma e resfriamento 7.5m Horizontal ou vertical Com respiradouros de emergência que impeçam pressões (*) Proteção por extintores superiores a 17. API 620). nunca menos de 15 m Nunca menos de 15 m Horizontal ou vertical Com respiradouros de Inertilizado ou proteção Duas vezes à distância da tabela 6. mas. IIIA (pressão de operação superior a 17. nunca menos de Nunca menos de 7. conf.4 KPa) Tipo de tanque Proteção Distância mínima em metros da Distância mínima em linha da propriedade adjacente metros das Vias públicas As mesmas distâncias Inertilizado ou proteção da tabela 6.50 m Proteção Qualquer Tipo Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores 3 vezes a tabela 6.2 kg/cm manométricas Quatro vezes a distância da (2. .2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Tabela 2. mas. incluindo o lado oposto da via pública 1 1/2 a tabela 6.50 m 1/2 a tabela 6.5 psi) 2 ½ vezes à distância da tabela 6.50 m 1 1/2 a tabela 6.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.50 m (*) Tanques que. só é exigido proteção por extintores. mas não menor que 7.5 psi) (*) Proteção por extintores Tabela 6.2 kg/cm Manométricas (2. mas não menor que 7. de acordo com a definição constante na Tabela 7M. II. Tabela 3 Líquidos instáveis ( P ≤ 103. mas nunca menos Nunca menos de 30 m de 30 m (*) Tanques que. só é exigido proteção por extintores. mas não menor que 7. emergência que por espuma e resfriamento mas. mas não menor que 7. de acordo com a definição constante na Tabela 7M. nunca menos de 15 m Nunca menos de 15 m permitam Pressões superiores a 17.Líquidos Classe I.

só é exigido proteção por extintores. incluindo o lado Qualquer prédio importante na oposto da via pública.00 1.6 a 114 3.00 metros 1/2 o diâmetro do tanque 1/6 o diâmetro do tanque Teto Flutuante Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores Sistema Inerte ou de espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores o diâmetro do tanque o diâmetro do tanque 1/6 o diâmetro do tanque 1/3 o diâmetro do tanque Teto Fixo 2 vezes o diâmetro do tanque 2/3 o diâmetro do tanque (*) Tanques que.6 Distância mínima em metros da linha Distância mínima em metros do lado mais da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou qualquer haver construção.50 3.Líquidos sujeitos a ebulição eruptiva Tipo de Tanque Proteção Distância mínima em metros da linha Distância mínima do lado mais da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou haver construção.00 4.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.50 1. incluindo o lado edificação importante na mesma propriedade oposto da via pública (m) (m) 1.50 45. não devendo mesma propriedade ser menor que 15. . de acordo com a definição constante na Tabela 7M.Tabela 4 .00 190 a 380 ≥ 380 4.50 Tabela 5 .50 4.00 3.Líquidos da Classe III B Capacidade do Tanque (m³) ≤ 45.50 114 a 190 3.

50 49. (m³) (m) (m) < 45.50 16.50 10.50 52.6 45.1 a 380 380.50 13.50 7.50 4.50 18.00 15.50 4.7 a 190 190.00 40. incluindo o lado edificação importante na mesma propriedade.50 6.50 4.00 24.00 . oposto da via pública.1 a 1900 1901 a 3800 3801 a 7600 7601 a 11400 > 11400 4.00 30.Tabela 6 – Tabela de referência Capacidade Distância mínima em metros da linha Distância mínima em metros do lado mais do da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou qualquer Tanque haver construção.

mínimo de 1.00 metro Tanques com diâmetro superior a 45.00 metros de 1. mínimo dos dois tanques 45.00 metro adjacentes.00 metros Se possuírem contenção a distância conforme o item 6.6 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes Se possuírem dique de contenção conforme o item 6.00 metro Líquidos da Classe IIIA 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes. mínimo de 1.5 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/3 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes .ANEXO B Tabela 7 – Distância mínima entre costados de tanques Tanque de teto fixo ou horizontal Tanque de teto flutuante Líquidos da Classe I ou II Todos os tanques com 1/6 da soma dos diâmetros 1/6 da soma dos diâmetros o diâmetro inferior a dos tanques adjacentes.

91 (1) 2.000 Nível de solo e superiores III-A III-B Porões 21.10 CLASSE DE LÍQUIDO INFLAMÁVEL E COMBUSTÍVEL NÍVEL DE ARMAZENAGEM PROIBIDO 2. quando arrumados juntos.000 1.50 Total Litros (tambores) SEM PROTEÇÃO MÁXIMO POR PILHA Largura (m) Altura Largura das Passagens (m) Principais (m) 2.44 (4) PROIBIDO 3. (4) Ver exemplo no Anexo C.000 (105) 2. . representam as larguras e as alturas da pilha e os números entre parênteses representam o número correspondente de tambores de 200 litros que.40 1.22 (2) 0.20 5.40 1.22 (2) 2.40 Laterais (m) 1. (3) No caso de armazenamento de bombonas (20 litros) poderá fazer empilhamento de até 4.73 (3) 2.Arrumação de Recipientes COM ASPERSORES OU EQUIVALENTES MÁXIMO POR PILHA Total Litros (tambores) Largura (m) Altura (m) Largura das Passagens Principais (m) IA IB IC II Nível de solo e superiores Porões 42.20 PROIBIDO (210) 3.44 (4) 1. nas colunas de largura e altura.20 10.Tabela 8 .44 (4) 1.40 1.63 (6) Nível de solo e superiores Porões 20.40 1.50 2.000 (50) 2. (2) Os números.500 (12) 1.44 (4) 10.40 Laterais (m) 2.63 (4) 2.91 (1) PROIBIDO 0. o número de tambores de 200 litros correspondentes àquela quantidade em litros.40 1.83 (2) PROIBIDO 1.000 (100) 2. produzirão tal pilha.83 (2) 2.20 Nota: (1) Os números das colunas de total em litros representam o número de litros que podem ser armazenados por pilha e os números entre parênteses representam.000 (48) 2.83 (2) 2.

(medidas em metros) .

23 MANIPULAÇÃO.Condições de segurança para cerca elétrica nas proximidades de centrais prediais de GLP . COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela de afastamentos de segurança para as áreas de amarzenamento de recipientes transportáveis de GLP. 2 – Aplicação 3 – Referencias Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 . ARMAZENAMENTO. B – Implantação da central de GLP e local de estacionamento do veículo abastecedor.IT .

mg. do armazenamento e comércio de combustíveis. 2 APLICAÇÃO 2. 355 . Decreto Federal nº 1. Portaria 27 de 16 de setembro de 1996. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Lei Federal nº 8.078 – Proteção do consumidor (e outras providencias). .Proteção de Estruturas contra descargas atmosféricas/pára-raios. NBR 13523 . (condições de proteção contra incêndio nos postos de revendas e depósitos de GLP).2 A localização da instalação destinada à manipulação.br Email: dat3@cbmmg.Central predial de gás liqüefeito de petróleo – procedimento. NBR 13932 – Instalações internas de gás liqüefeito de petróleo (GLP) – projeto e execução. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. da Agência Nacional de Petróleo (ANP) – GLP a granel.bombeiros.130.mg. do Departamento Nacional de Combustíveis. Aprova as Instruções Complementares aos Regulamentos dos transportes Rodoviários e Ferroviários de Produtos Perigosos (Suplemento ao Diário Oficial da União de nº 98. NR20 de 08 de Junho de 1978 (líquidos combustíveis e inflamáveis).190-000 Site: www. do armazenamento e comércio de combustíveis. Augusto de Lima.Fiscalização da distribuição. central GLP. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. Decreto Federal nº 1. destinados à comercialização. NBR 5419 . Decreto Federal Nº 2. Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho.455/98. Exercício da atividade de distribuição e revenda de GLP. armazenamento de recipientes estacionários. Portaria N° 76 de 21 de julho de 1966. armazenamento.br MANIPULAÇÃO. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Bairro Centro CEP 30. de 26 de maio de 1997). distribuição e revenda de GLP é regulamentada pela Lei de uso e ocupação do solo de cada município do Estado de Minas Gerais. armazenamento.270. anexo I. operação de segurança de terminais de gás liqüefeito de petróleo).INSTRUÇÃO TÉCNICA – 23 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Decreto Estadual nº 44. NBR 14.gov. do Conselho Nacional de Petróleo.501 . comercialização. atendendo o prescrito no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 2.1 Esta Instrução Técnica aplica-se nas edificações e áreas de riscos destinadas a: a) terminais de armazenamento de GLP. Portaria Nº 47 de 24 de março de 1999.gov. Portaria nº 204/1997-MT. ARMAZENAMENTO. instalação interna e sistema de abastecimento a granel de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). utilização. b) manipulação. (instalação. COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de manipulação.021 – Fiscalização da distribuição.Centrais prediais e industriais de gás liqüefeito de petróleo ( GLP ) – sistema de abastecimento a granel. d) central de GLP (recipientes transportáveis e estacionários) e abastecimento a granel.024 . c) armazenamento de recipientes transportáveis de GLP. transportáveis e distribuição de GLP.

.785.0 757.00 38.5 Os Sistemas de Proteção Contra Incêndios devem ser previstos de acordo com as IT 16 . (*) O afastamento entre tanques de capacidade acima de 120 m3.0 (*) Prever sistema de proteção por hidrantes para área de armazenamento acima de 6240 Kg ou 480 botijões.4 Os recipientes acima de 500 litros devem estar afastados de edificações e divisas de outra propriedade e entre tanques.1.01 120.1 Bases de armazenamento e engarrafamento das distribuidoras. 5.50 a 2.00 61. 5. 5. 5. não pode ser inferior a três metros.2 Armazenamento de recipientes transportáveis de GLP destinados à comercialização: 5. armazenamento de recipientes estacionários.01 a 120. Os locais destinados ao carregamento de veículos-tanque devem ser providos de sistema fixo de resfriamento. transportáveis e distribuição de GLP 5.01 a 757.2 As unidades de processo destinadas a envasamento de recipientes (carrossel) devem ser providas de sistema fixo de resfriamento (nebulizadores tipo dilúvio). adotam-se as normas brasileiras afins.2.01 a 454. 5.3 Os Tanques estacionários de GLP com volume acima de 500 litros devem possuir dispositivos de bloqueio de válvula automática (válvulas de excesso de fluxo).00 120.2.1.0 Maior que 3.0 454.785. a Portaria n° 76 do Conselho Nacional de Petróleo e a NR-20. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . 5 PROCEDIMENTOS 5.5 VI ( * ) 3.1 Os Tanques estacionários destinados a envasamentos de recipientes devem possuir registro de fechamento por meio de controle com acionamento à distância para os casos de vazamento.Extintores de Incêndio e IT 17 .Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio.00 Afastamento de edificações (m) 3.Afastamento mínimo de segurança para os tanques de armazenamento de GLP: Capacidade volumétrica (m3) 0.1.01 a 3. conforme tabela 1: Tabela 1 . 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica.0 Afastamento mínimo entre tanques (m) 1.5 15.00 8.3.01 a 8.0 V 8 10 40 B 40 B 1.00 2.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.0 23.00 30.0 341. manipulação. NBR 14. Armazenamento Classe I Quantidade de GLP Até 520 Kg ou 40 botijões Até 1560 Kg ou 120 botijões Até 6240 Kg ou 480 botijões Até 24960 Kg ou 1920 botijões Até 49920 Kg ou 3840 botijões Até 99840 Kg Extintor Quantidade 2 Capacidade 40 B II III (*) IV 3 40 B 4 40 B 8 40 B 1.1.0 ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes.01 a 341. 5. (nebulizadores ou canhão monitor) com válvula de acionamento à distância.NBR 8460 – Recipiente transportável de aço para Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) – Requisitos e métodos de ensaios.2 A instalação para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC e hidrantes de acordo com a tabela 2.1.1 Para fins dos critérios de segurança na instalação e operação de terminais de GLP.Unidade e capacidade extintora de pó BC para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP.01 a 265. são classificadas em classes que requerem afastamentos de segurança e devem atender a exigências conforme anexo A.00 91.1 As áreas de armazenamento de recipientes transportáveis estão divididas em função da quantidade de GLP estocado. 5.570 – Instalações Internas para uso alternativo dos gases GN e GLP – Projeto e Execução.0 265.0 7.1. Tabela 2 .

11. sendo esta construída de material resistente ao fogo.11. caixas de gordura e esgotos.16 Não permitir a circulação de pessoas estranhas ao manuseio dos recipientes transportáveis.2. permitindo-se aos vazios o empilhamento de até 05 (cinco) unidades.2. 5. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento. 5. parcialmente utilizados ou vazios deverá observar as seguintes condições gerais de segurança: 5. 5.4 Estar afastado no mínimo 1.5. da chuva e da umidade. ralos. demarcação delimitando a área de armazenamento e os lotes de recipientes transportáveis de GLP.2.2. 5.2.11. bem como possuir corredor de inspeção de. 5. em complemento ao muro previsto no item 5. aberturas para a captação de águas pluviais.2.5.2. de forma a permitir ampla ventilação. 1.5 m de ralos. bem como possuir corredor de inspeção de.2.20 m de largura e 2. 1. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento.2.2.2.2.11.5 Possuir até 7/8 (sete oitavos) do perímetro fechado com muro ou similar.10 m de altura que abram de dentro para fora.11.4. 5. no mínimo.11.4. 5. bem como possuir corredor de inspeção de.11.00 m de largura entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios.2. 5. devem ser observados os seguintes requisitos: 5. 5. desde que resistente ao fogo.10 m de altura que abram de dentro para fora.3 Para as instalações de armazenamento transportáveis de GLP cheios.10 m de altura. 5.20 m de espaço livre entre o topo da pilha de botijões e a cobertura. quando a área de armazenamento não for cercada como indicado nos itens 5. 5. parcialmente cheios ou vazios na área de armazenamento em posição vertical com a válvula voltada para cima. 1.2.50 m de largura e 2. observados os mesmos cuidados dispensados aos recipientes cheios de GLP.9 Possuir.1 Situar-se ao nível de solo. 5. 5.11. líquidos e materiais necessários para teste de vazamento de GLP.11 Quando possuir instalações elétricas.00 m de largura. devendo ser definidas e demarcadas as respectivas áreas de armazenamento.10 Acondicionar os recipientes transportáveis de GLP cheios.13 Armazenar os botijões cheios ou parcialmente utilizados com empilhamento máximo de 04 (quatro) unidades.50 m de largura e 2.2.2. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento. 5.11.2.11. estas devem ser especificadas com equipamento que atendam as normas de classificação de área da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). de fontes de calor e faíscas.00 m de largura e 2.4 Ter o restante do perímetro da área de armazenamento fechado com estrutura do tipo tela de arame ou similar.3 Ter a área de armazenamento. no mínimo. 5. quando aplicadas ao fechamento das áreas de armazenamento.0 m desta.00 m de largura entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios. podendo ser coberta ou não. indicando a classe da área de armazenamento e o limite máximo de recipientes transportáveis de GLP. possuir acesso através de 04 ou mais aberturas de no mínimo 2.3 Estar afastado de outros produtos inflamáveis.4 O local que armazene 05 ou menos recipientes transportáveis de GLP.1 Possuir ventilação natural. 5.8 Não possuir no piso da área de armazenamento e até a uma distância de 3. sinalizando “PERIGO – INFLAMÁVEL”.2 Quando coberta deverá ter no mínimo 2.11. por capacidade nominal que a instalação está apta a armazenar. de forma a permitir ampla ventilação. 5.2.2 Estar protegido do sol. 5.4.11.14 Armazenar os botijões vazios ou parcialmente utilizados separadamente dos cheios. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento. no piso.2. quando cercada.50 m de pé direito e haver permanentemente 1.11.11.50 m de largura e 2.10 Em posto de serviços somente é permitida a instalação de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios.15 Empilhar somente recipiente transportável de GLP com a capacidade nominal igual ou inferior a 13 kg de GLP. possuir acesso através de 03 ou mais aberturas de no mínimo 1. 5.11. 5. bem como possuir corredor de inspeção de.2.2. 5. 5. 5.11 Para o armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios. parcialmente utilizados ou vazios das classes I e II.2. rebaixos ou similares.7 Possuir. 5. 5.2. “É EXPRESSAMENTE PROIBIDO FUMAR E USAR FOGO OU QUALQUER INSTRUMENTO QUE PRODUZA FAÍSCAS”. no mínimo.00 m de largura.3 e 5. 1. ou em plataforma elevada por meio de aterro.11. 5.12 Manter no local para todas as áreas de armazenamento.12 Exibir placa.4.2.2. no mínimo.9 A área de armazenamento Classe VI deve comportar botijões dispostos em lotes.6 Possuir fechamento com estrutura do tipo tela de arame ou similar.2. no máximo. 5. entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios.11.4. canaletas. parcialmente utilizados ou vazios.2. . conforme Portaria 27 do DNC. deve-se exibir placas de advertências em lugares visíveis. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP cheios.11. possuir acesso através de 02 ou mais aberturas de no mínimo 1.2.10 m de altura que abram de dentro para fora. bem como de galerias subterrâneas e similares. para esgotos ou outra finalidade. acesso através de aberturas com as dimensões mínimas previstas para estas. porém com menor resistência mecânica que a estrutura das paredes e do muro.5 A área de armazenamento Classe II deve possuir acesso através de uma ou mais aberturas de no mínimo 1. que abram de dentro para fora. parcialmente utilizados ou vazios para consumo próprio.2.2. metade do seu perímetro fechado ou vedado com muros ou similares.2.11.6 A área de armazenamento Classe III deve possuir acesso através de 02 ou mais aberturas de no mínimo 1.7 A área de armazenamento Classe IV deve comportar botijões dispostos em lotes.2.10 m de altura que abram de dentro para fora. entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios.2.8 A área de armazenamento Classe V deve comportar botijões dispostos em lotes.

Materiais de fácil combustão 3.5 15 0 0 6 6 3 Tabela 5 . deverá ter superfície plana e cercado por muretas de 0.3.5.0 metros de fontes de ignição. 5.1 a 566 Acima de 566 7.5 7. 5. poços. 5.5 5. incluindo reserva Até 11 11 a 85 > 85 5. conforme NBR 10636.3.Afastamentos de recipientes transportáveis em relação à projeção das edificações: Quantidade de GLP Afastamento (kg) (m) Até 540 A partir de 540 até 1080 A partir de 1080 até 2520 A partir de 2520 até 4000 0 1. etc.6 até 8. garagem subterrânea. exceto oxigênio e hidrogênio. .5 15 Hidrogênio ( Nm ). constantes da tabela 5: 5. o afastamento mínimo até a cerca será desconsiderado.Unidade e capacidade extintora de pó BC. e) os recipientes devem ser instalados em áreas que permitam a circulação de ar e com os distanciamentos abaixo relacionados (os ralos e fontes de ignição devem estar localizados fora do limite das muretas citadas na alínea c do item 5.1: 1) 1. Nº Capac. forros. sendo proibido sua instalação em locais confinados.60 metros de altura com tempo de resistência ao fogo de no mínimo 02 (duas) horas. caso seja interposta uma parede entre o recipiente e o ponto considerado com resistência ao fogo por duas horas.0 Acima de 8.0 comburentes.6.5 metros de ralos. 3) 6.5 Capacidade Conjunta GLP ( m3) Até 1. Capacidade Conjunta GLP ( m3 ) Até 4.0 Fontes de ignição (inclusive 3.3. cheios. b) só poderão ser executadas se atenderem às Normas Técnicas Brasileiras de Construção Civil.2. águas 1.1 As instalações de recipientes abastecidas com GLP no local. d) a laje ou terraço. onde ficará assentado o(s) recipientes.1 até 5. constantes da tabela 4: Tabela 4 .0 estacionamento e trânsito de veículos) Redes elétricas 3.0 metros de entrada de ar condicionado e poços de ventilação.3 Central de GLP (recipientes transportáveis.40 a 0. 2) 3. a ser instalado junto à central de GLP.5 3.50 m. a) em locais que não disponham de área adequada no nível de acesso principal à edificação. (kg) Até 270 1 2 2 20 B 20 B 20 B 1 80 B 271 a 1800 Acima de 1800 Oxigênio ( Nm3).5 De 5.0 De 2.Afastamentos de recipientes Estacionários em relação à projeção das edificações: Capacidade Volumétrica do tanque Afastamento (m³) (m) Até 1.0 Depósitos de materiais inflamáveis ou 6.9 0 0 3 7. ralos.5 3.5 > 4.3. somente serão permitidas se atenderem as seguintes exigências.0 7.6. devendo ficar em locais que permitam o acesso em caso de incêndio na central.3.3.1 até 2.3 Os recipientes transportáveis devem atender aos afastamentos mínimos em relação à projeção das coberturas de edificações.5 m3.0 0 1.5 A central de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC na capacidade conforme tabela 6. Tabela 6 . parcialmente utilizados ou vazios.0 7. Extintor sobre Central de GLP Extintor Portátil rodas Quantidade de GLP Nº Capac.3. permitindo ser igual a zero.Afastamentos de recipientes (transportáveis ou estacionário) em relação a locais de risco: Afastamento Locais (m) Aberturas de dutos de esgoto. canaletas. 5. de acordo com a tabela 3: Tabela 3 . estacionários e abastecimento a granel) 5.3.6 Os recipientes estacionários e transportáveis de GLP devem ser situados no exterior das edificações em locais ventilados. onde for instalado o(s) recipiente(s) deve ser dimensionado para suportar o(s) recipiente(s) cheio com água. Os extintores não deverão ser instalados na parede de central de GLP.13 Os recipientes transportáveis de GLP com capacidade nominal inferior a 13 kg.0(1) De 1.5 pluviais.1 Os recipientes (transportáveis ou estacionários) devem atender aos afastamentos de segurança. c) a laje ou terraço da edificação.5 Adotar tabela 1 (1) Para centrais com reservatórios de capacidade volumétrica de até 0.4 Os recipientes estacionários devem atender aos afastamentos da projeção das edificações.9 Acima de 1. laje e terraço de edificações. armazenados em áreas Classe I ou II têm o seu empilhamento limitado a uma altura máxima de 1.2 Os afastamentos acima podem ser reduzidos pela metade. incluindo reserva Até 11 11. tais como porão.

0 m3.4.5. as tubulações. observando as seguintes distâncias: 1) 3. quando aparentes. 4) 3. sendo que estes vazios devem ser sempre visitáveis e previstos em área de ventilação permanente e garantida.6.1 As tubulações instaladas devem ser estanques e desobstruídas.3 A tubulação não pode ser considerada como elemento estrutural nem ser instalada interna a ele.4 A tubulação da rede interna não pode passar no interior de: a) dutos de lixo. garantindo os afastamentos necessários contidos nesta instrução técnica.4. conforme o item 5. 5. sendo permitida o limite total de 4. com ventilação permanente nas extremidades. devem ser protegidas. 5.4.4. poderá ser feita uma linha de abastecimento: a) esta linha de abastecimento deve ser executada externa à edificação.1 As tubulações aparentes devem: .4.f) o local da Central e da área de evaporação devem ser impermeabilizados. 5. 5. Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para esse fim (shafts). c) dutos para incineradores de lixo. 5.4.3. operação e manutenção da instalação. conservação e substituição a qualquer tempo. d) poços e elevadores.4.5 metros. 5.7 A central de GLP localizada junto à passagem de veículos deve possuir obstáculo de proteção. devidamente protegido e identificado. e) compartimentos de equipamentos elétricos. j) locais de captação de ar para sistemas de ventilação.4.0 m3 para instalações comerciais e industriais.0 m3 para instalações em residências. mediante propostas encaminhadas pelo Responsável Técnico devidamente fundamentadas com medidas de segurança adicionais. e devem ser previstos acessórios que garantam que a mangueira e engate de enchimento não rompam devido ao peso. g) a localização dos recipientes deve permitir acesso fácil e desimpedido par todas as válvulas e ter espaço suficiente para manutenção. 5.0 metros de reservatórios que contenham fluídos inflamáveis. g) poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento. h) o local da Central deve ser acessado por escada fixa ou outro meio seguro e permanente de acesso. amassamentos.6 Localização 5.5. conexões e acessórios. danos por fogo ou outras evidências de condição insegura e devem apresentar bom estado de conservação das válvulas. tomada de ar. 2) 6. identificada e protegida mecanicamente de forma a garantir a integridade da mesma em toda a sua extensão. h) qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria. corrosão.3 Na travessia de elementos estruturais. i) limitados à capacidade volumétrica individual de 4.6. f) compartimentos destinados a dormitórios. próximo ao recipiente e obedecendo ao distanciamento referido na alínea. ar condicionado e águas pluviais. b) reservatório de água. Esta conexão deve ser instalada dentro da central. portas. 5.4.5 metros de ralos. f) a linha de abastecimento deve estar distante de janelas. serviços de hospedagem e 16.4.5 Quando o cruzamento de tubulações de gás e condutores elétricos for inevitável. líquido não inflamáveis e demais acessórios.1 Em locais que possam ocorrer choques mecânicos. deve-se colocar entre elas um material isolante elétrico. além das exigências contidas na NBR 13932. aberturas e linha de para raios de pelo menos 1. com ou sem costura.3. os quais devem conter apenas as tubulações de gás. exceto quando destinada à conexão de equipamento hermeticamente isolado.5.8 metros acima do nível do solo.5.0 metros de aberturas (janelas. 5. e) no caso de se utilizar uma linha de abastecimento a mesma deve ser provida de válvula de alívio hidrostático instalada dentro da central.8 Os recipientes de GLP não podem apresentar vazamentos. d) o ponto de abastecimento quando instalado em linhas de abastecimento deve ser provido de no mínimo uma válvula de abastecimento e uma válvula de bloqueio manual. 5.2 As válvulas e os reguladores de pressão devem ser instalados de modo a permanecer protegidos contra danos físicos e permitir fácil acesso.5 Proteção: 5. b) a linha de abastecimento deve ser executada com tubulação. deve ser utilizado um tubo-luva. g) na linha de abastecimento pode ter instalada uma conexão para purga do gás.0 metros de materiais de fácil combustão e ponto de combustão.4 Instalações internas de GLP: 5. 3) 1. 5. caberá ao CBMMG através do Corpo Técnico analisar e decidir.5 em relação a aberturas situadas abaixo.3.2 A instalação de gás deve ser provida de válvula de fechamento manual em cada ponto em que se tornarem convenientes para a segurança. 2.4. rebaixos ou canaletas e dos veículos abastecedores. 5.4. c) o ponto de abastecimento em edificações que possuem linha de abastecimento deve ser localizado a pelo menos.2 Quando a mangueira de enchimento não puder ser observada pelos seus operadores em seu comprimento total. k) a central não deve estar localizada sobre casa de máquinas e reservatórios superior de água. ou por estas e o solo. etc) das edificações. j) o limite máximo de altura da instalação da Central em relação ao nível de descarga da edificação fica restrito a 15 metros.2. i) qualquer tipo de forro falso ou compartilhamento não ventilado.6. k) todo e qualquer local que propicie o acumulo de gás vazado. no mínimo SCH 40 se for feita com conexos soldadas e no mínimo SCH 80 se for feita com conexões roscadas.5. próxima ao recipiente e obedecendo ao distanciamento de segurança de 1. sem a devida ventilação.4 É proibida a utilização de tubulações de gás como aterramento elétrico.4. Acima desta altura. 5.

animais e outros objetos estranhos. esgoto. distante no máximo 50 cm entre eles. em cujas adjacências exista uma cerca eletrificada. sendo que as duas devem ter saída para a projeção horizontal fora da edificação.4. 5. devendo manter um afastamento mínimo de 3 (três) metros dessa.000 Kgf ou outros métodos inadequados. à prova de geração de energia que possa iniciar um incêndio.4 Os abrigos de medidores de consumo de GLP devem possuir proteção por um extintor de pó BC. 5. 5.a) ter as distâncias mínimas entre a tubulação de gás e condutores de eletricidade de 0. b) ter um afastamento das demais tubulações suficiente para ser realizada manutenção nas mesmas. 5. de forma a . c) no caso de dutos. estacionamento e escape rápido do veículo abastecedor. possuir abertura captada de algum ambiente permanentemente ventilado. travamento e aterramento do veículo transportador.1 A construção de centrais de GLP. a cerca eletrificada deverá possuir apoios com isoladores. 5.30 m.5 Deve haver comunicação ininterrupta entre os operadores durante a manobra de abastecimento. dentre outros procedimentos que se façam necessários. é vedado que a mangueira flexível passe por: a) áreas internas às edificações. piscinas. podem ser previstos dispositivos ou sistemas que garantam a exaustão de gás eventualmente vazado.5. 5. 6 CONDIÇÕES DE SEGURANÇA PARA CERCA ELÉTRICA NAS PROXIMIDADES DE CENTRAIS PREDIAIS DE GLP 6. O caminhamento deve ser feito de forma adequada.5.4.00 metros a contar do ponto de abastecimento e do módulo de operação do veículo abastecedor (traseira do veículo abastecedor). salões de festas. 6.4. não transpondo muros. c) o veículo abastecedor não pode ficar posicionado de forma a interferir na rota de fuga das pessoas. se o condutor for protegido por conduite. c) ter afastamento de no mínimo 2 m de pára-raios e seus respectivos pontos de aterramento. desligamento. etc. 5. grades ou em outros condições inadequadas. para a coexistência de ambas onde se encontram. 02 (dois) operadores com treinamento dirigido à operação de abastecimento das centrais de GLP e operação de veículos abastecedores.2 A cobertura da central de GLP deverá conter rugosidades ou saliências que impeçam condutividade elétrica através de água da chuva.5. play-grounds. de acordo com a NBR 5419. dentre outros procedimentos que se façam necessários. impedindo a aproximação de pessoa não habilitada dentro de um raio mínimo de 3. sinalização por meio de cones e placas de advertências “PERIGO . bem como do acionamento das luzes de alerta. b) deverá haver espaço livre para manobra. sob quaisquer condições atmosféricas mantenham estas condições.PROIBIDO FUMAR”. respeitando-se o horário de menor fluxo de pessoas no local do abastecimento. de forma a não permitir que.5.8 A pessoa jurídica autorizada a exercer a atividade de distribuição de Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) a granel.6.1 O caminhamento máximo da mangueira flexível deve ser de 55 (cinqüenta e cinco) metros.50 m. como ralos.5.7 O local de abastecimento deve ser sinalizado (proibição e alerta). manter um afastamento mínimo de 25 mm entre a tubulação e as suas paredes internas.5.5 Instalações de GLP com abastecimento a granel: 5. no mínimo. fornos.5.5.6.1 A cobertura da central de GLP deverá ser constituída unicamente por materiais incombustíveis isolantes e que estes. ele fique pendente em mais de 50 cm na região sobre a central. em locais sujeitos ao tráfego de veículos sobre a mangueira.1. entre o ponto de estacionamento do veículo abastecedor e a central de GLP. b) nas proximidades de fontes de calor ou fontes de ignição como tubulações de vapor. deve-se atender aos parágrafos 1º e 2º do artigo 4º da Portaria ANP nº 47. 5. g) ser executado com material incombustível e resistente à água. c) em áreas sociais tais como hall.4 No impedimento de atendimento aos critérios do item acima. Opcionalmente. d) próximo a aberturas no piso. b) nos casos em que não for possível a extremidade inferior estar fora da projeção horizontal. e) estar convenientemente protegido contra a corrosão. 5. ficando obrigada a orientar os usuários do sistema quanto às normas de segurança a que devam ser obedecidas.6 Devem ser realizadas por. h) estar adequadamente suportado. podendo ser visualmente ou por intermédio de aparelhos de comunicação. na possibilidade que os fios condutores se romperem. a tubulação de gás deve ficar abaixo das outras tubulações. a segurança dos operadores ou dificultem o contato visual e a manobra das mangueiras. bueiros. d) ter resistência mecânica adequada a possíveis esforços decorrentes das condições de uso. é responsável pelo procedimento de segurança nas operações de transvasamento. devendo atender aos seguintes critérios: a) o estacionamento do veículo abastecedor deve ser em área aberta e ventilada.3 O abastecimento deve ser realizado no interior da área onde é descarregado o produto. sendo vedado o içamento ou lançamento de mangueiras por cordas com resistência a tração inferior a 1.6. f) não apresentar vazamento em toda a sua extensão. estabilização e aterramento. de 24 de março de 1999.2 O tubo-luva quando for utilizado deve: a) ter no mínimo duas aberturas situadas nas suas extremidades.9 As Normas de Segurança acima citadas referem-se ao correto posicionamento.5. d) em caso de superposição de tubulação.3 Recomenda-se o uso mínimo de conexões nas tubulações situadas no interior do tubo-luva.1. em local seguro e protegido contra a entrada de água. e 0. 5. e prevenção por extintores. galerias subterrâneas e similares. 5. que coloquem em risco a integridade dos equipamentos. caixas de gordura. desligamento. 5. nos casos contrários. 6.2 Na impossibilidade de atender o item acima. observando o correto posicionamento.

1. até atingir o afastamento de 3 m da central. 6. se inclinada na direção do logradouro público. deverá estar a uma altura superior a 300 cm.6 Será permitido o emprego de portões metálicos na central de GLP. quando isolada sobre o muro ou gradil.1. até a projeção da cerca eletrificada no solo.4 A cerca eletrificada deverá estar a uma altura mínima de 100 cm acima da laje de cobertura da central de GLP. desde que esta cobertura e estrutura de sustentação da cobertura sejam de materiais isolantes e incombustíveis e mantenham as condições previstas na NBR 13.9 Havendo algum obstáculo ou recuo do muro ou gradil que impeça o contato acidental de objetos ou parte do corpo na parte eletrificada. em sua parte mais baixa. 6. se inclinada para o lado do logradouro público. o qual possa servir de aterramento.8 A cerca eletrificada. desde que este fique recuado um mínimo de 30 cm da projeção da cobertura e laterais. 6. na direção zenital. 6.1. de forma a produzir centelhamento.impossibilitar o aterramento no portão central. deverá ter a sua primeira linha eletrificada a uma altura superior a 250 cm. na parte mais baixa. .7 Para centrais de GLP de recipientes estacionários com capacidade de 1m3.3 A cerca elétrica deverá possuir os afastamentos entre os apoios descritos no item 6.1. 6. medidos da lateral destas. aparente.1. serão admitidas as condições acima descritas.5 Não deverá possuir qualquer tipo de objeto metálico. em ambos os lados. em sua parte mais baixa ou a 280 cm em sua parte mais alta.1. na construção da central ou na proteção desta. em caso de contato com um ou mais fios da cerca eletrificada.1. esta poderá ser instalada a 210 cm da continuidade do muro. 6.523. não admitindo que ele fique sobre a central de GLP. nas venezianas laterais ou cilindros. e no lado oposto ao da abertura dos portões de acesso aos cilindros. 6.1. impedindo o centelhamento.

0 30 7.920 ---------Duas de 1.0 8.20 m x 2.0 5.5 150 15.00 m x 2.10 m 1 Sim Sim Sim 6.0 CLASSE IV 24960 1.0 8.5 100 15.0 7.0 3.0 180 15.0 . templos.0 CLASSE II 1560 120 8.0 7.0 20 5.5 80 15.50 m x 2.5 3.10 m 1 Sim Sim Sim 10.ANEXO A Tabela: Afastamentos de segurança para as áreas de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP EXIGÊNCIAS Capacidade máxima (kg) Número de botijões P-13 (unidades) Área mínima de armazenamento (m2) Número e dimensões de portas para o exterior (unidades) Largura do corredor de inspeção (m) Obrigatoriedade de lotes Proteção por sistema de hidrantes para combate a incêndio e resfriamento Detector de vazamento Limites da propriedade delimitada com muro de 1.10 m Não Não Não Não 3.0 7.50 m x 2.5 5.0 CLASSE III 6240 480 ---------Duas de 1.10 m 1 Não Não Sim 5.5 3. descargas de motores a explosão e máquinas que produzam calor (m) Outras fontes de ignição (m) CLASSE I 520 40 4.0 ---------Não Não Não Não 1.0 15.80 (m) Vias públicas (m) Escolas.5 30.0 3.0 10.0 50.80 (m) Limites da propriedade sem muro ou muro de altura inferior a 1.0 CLASSE V 49920 3. bocais e respiradores de tanques de inflamáveis.0 20.0 15.10 m 1 Sim Sim Sim 7.0 CLASSE VI 99840 7680 ---------Quatro ou mais de 2.0 Uma de 1.50 m x 2.840 ---------Três de 1. cinemas. hospitais e demais locais de reunião pública (m) Bombas de combustíveis.0 7.

ANEXO B IMPLANTAÇÃO DA CENTRAL DE GLP E LOCAL DE ESTACIONAMENTO DO VEÍCULO ABASTECEDOR .

FIGURA 1 .PLANTA BAIXA DA CENTRAL DE GLP .

FIGURA 2 .VISTA “A” DA CENTRAL DE GLP .

80 M .FIGURA 3 .VISTA “B” DA CENTRAL DE GLP ALTURA MÍNIMA 1.

FIGURA 4 .VISTA “C” DA CENTRAL DE GLP ABERTURA OPCIONAL .

Obstáculo de proteção da bomba .24 COMERCIALIZAÇÃO.IT . DISTRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS NATURAL SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXO Único .

NBR 13932 .Adequação de ambientes residenciais para instalação de aparelhos que utilizam gás combustível. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução aplicam-se as definições constantes da IT 02 . exceto quando destinada à conexão de equipamento hermeticamente isolado.projeto e execução. montagem e operação de postos de gás combustível comprimido. Augusto de Lima.br COMERCIALIZAÇÃO. g) poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento. 355 . f) compartimentos destinados a dormitórios. DISTRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS NATURAL 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de comercialização. ampliação e operação das centrais de distribuição de GNL. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 12236 – Critérios de projeto. 5 PROCEDIMENTOS 5.br Email: dat3@cbmmg. NBR 12693 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio.mg. ar condicionado e águas pluviais.projeto e execução. devese atentar para que a tubulação da rede interna não passe no interior de: a) dutos de lixo.1 Utilização e Instalação de gás natural (GN) Além do disposto nas NBR 13932 e NBR 14570.mg. sem a devida ventilação. h) qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 24 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. e) compartimentos de equipamentos elétricos. c) distribuição de gás natural liqüefeito (GNL). .270. b) reservatório de água.130. Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para esse fim (shafts). de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.bombeiros. d) poços e elevadores.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações destinadas a: a) comercialização e utilização de gás combustível comprimido (GN).Instalações internas de GLP . NBR 13103 . c) dutos para incineradores de lixo.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. ou por estas e o solo.190-000 Site: www. 2 APLICAÇÃO 2. com Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.gov. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. líquido não inflamáveis e demais acessórios. NBR 14570 – Instalações internas para uso alternativo dos gases GN e GLP . os quais devem conter apenas as tubulações de gás.gov. Decreto Estadual nº 44. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14. b) abastecimento de gás combustível comprimido (GCC). distribuição e utilização de GÁS NATURAL (Gás Combustível Comprimido).Bairro Centro CEP 30. Portaria nº 118 de 11JUL2000 da Agência Nacional de Petróleo (regulamenta as atividades de distribuição de gás natural liqüefeito (GNL) a granel e de construção. conforme as exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.

3. k) todo e qualquer local que propicie o acúmulo de gás vazado. j) locais de captação de ar para sistemas de ventilação. 5. . “DESLIGAR RÁDIOS.2. sinalização por meio de cones e prevenção por extintores. junto à passagem de veículos. travamento e aterramento do veículo transportador.2.ventilação permanente nas extremidades. além do sistema de proteção contra incêndio exigido para os demais riscos. l) paredes construídas com tijolos vazados observando a ressalva da alínea h do item 5. 5. prevendo distâncias seguras de permanência do usuário. dentre outros procedimentos. CELULARES.2 As normas de segurança acima citadas referem-se ao correto posicionamento.1 A pessoa jurídica autorizada a exercer a atividade de distribuição de gás combustível comprimido (GCC) a granel é responsável pelo procedimento de segurança nas operações de transvasamento. bem como do acionamento das luzes de alerta. 5. i) qualquer tipo de forro falso ou compartilhamento não ventilado.20 m situado à distância não inferior a 1. 5.3 Distribuição de GNL 5. sendo que estes vazios devem ser sempre visitáveis e previstos em área de ventilação permanente e garantida.3 O veículo transportador deve estacionar em área aberta e ventilada e possuir espaço livre para manobra e escape rápido.3.3. quanto às normas de segurança a que devem ser obedecidas.2 Postos de abastecimento de gás combustível comprimido (GN) 5. capacidade 80B. 5. EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS”. ficando obrigada a orientar aos usuários do sistema.2 O ponto de abastecimento deve possuir obstáculo de proteção mecânica com altura mínima de 0.1.00 m da bomba de abastecimento de gás natural. desligamento. 5. além de esclarecimentos tais como: “PROIBIDO FUMAR”.1 Os locais onde haja abastecimento de gás combustível comprimido (GN) devem ser protegidos por uma unidade extintora sobre rodas de Pó BC. exceto quando utilizado tubo-luva.2.3 O local de abastecimento deve possuir placas de advertência quanto às regras de segurança a serem adotadas pelos usuários.

20 m OBSTÁCULO CONTRA CHOQUES MECÂNICOS OBSTÁCULO CONTRA CHOQUES MECÂNICOS .20 m 1.ANEXO A OBSTÁCULO DE PROTEÇÃO DA BOMBA Bomba de GN ATERRAMENTO Bomba de GN 1.00 m 0.00 m 0.

Disposição do local de apresentação .IT .25 FOGOS DE ARTIFÍCIO E PIROTECNIA SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 –Procedimentos para comércio varejista de fogos de artifício 6 – Procedimentos para espetáculos pirotécnicos ANEXO Único .

Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei n° 88. fica reservado pelo menos 60% da área para demais atividades pertinentes a este comércio.bombeiros.069.Bairro Centro CEP 30. Código Civil Brasileiro – Lei n° 10.mg.3 As ocupações destinadas à fabricação. de 10 de janeiro de 2002. 3 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA NORMATIVA E Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. depósitos e comércio de explosivos e de fogos de artifício no atacado e shows pirotécnicos. caput. Art 12 caput. art 253. 355 .gov. NFPA 1123 – Code for fireworks display – 2000 Edition. § 1º e inciso II. até 100 m2 conforme Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.270. Decreto Estadual nº 44. com ênfase: Art 6 caput e incisos I e II. de 21 de novembro de 2000.br 1 OBJETIVO Esta instrução técnica tem por objetivo estabelecer as condições necessárias de segurança contra incêndios e pânico em edificações destinadas ao comércio de fogos de artifício no varejo e Espetáculos Pirotécnicos. Decreto Federal nº 3. devendo o projeto atender ao Código de Obras Municipal. de 01 de Abril de 2006– Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Munições e Explosivos DEAME e das Delegacias de Polícia do interior. Augusto de Lima. Código do Consumidor – Lei n° 8. Art 18 § 6º e incisos I e II. Da nova redação ao Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados (R-105). Decreto Lei n° 2.130. 2. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.848. que por legislação são de responsabilidade do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército Brasileiro e Polícia Civil do Estado de Minas Gerais através da Delegacia Especializada de Armas.406. de 07 de dezembro de 1940 – Código Penal.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 25 FOGOS DE ARTIFÍCIO E PIROTECNIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.665. seguir as orientações e exigências daqueles Órgãos . . e Art 68.br Email: dat3@cbmmg. 2.devem portanto.4 Com relação à área de 100 m² para uso exclusivo de loja de fogos de artifícios.1 Aplica-se às edificações novas destinadas ao comércio varejista de fogos de artifício. de 13 de julho de 1990 – art 244.078.190-000 Site: www.2 Aplica-se também às edificações existentes e de uso misto. 2.gov. de 11 de setembro de 1990. 2 APLICAÇÃO 2. Art 8 caput e § 3º. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. com as necessárias adaptações previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.mg.

Resolução 5416. moral e psicologicamente. manutenção. de 09 de setembro de 2004 – Polícia Civil de Minas Gerais. em qualquer estado físico.2 Carga a granel: produto que é transportado sem qualquer embalagem.7 Explosão em massa: aquela que afeta virtualmente toda a carga de maneira instantânea.10 Pessoa habilitada: pessoa dotada de conhecimento técnico e treinada para comercializar fogos de artifício. totalizando 1900 MJ/m³. em acordo com as condições legais exigidas. que se tornará responsável pelo treinamento.3 Deflagração: fenômeno característico dos chamados baixos explosivos.9 Manuseio de produtos controlados: trato com produto controlado com finalidade específica como por exemplo. NBR 8285 . armazenamento e manipulação. NBR 7501 .4 Embalagem: elemento ou conjunto de elementos destinados a envolver.Envelope para o transporte de carga perigosa – Dimensão e utilização – Padronização. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta instrução técnica. Aprova as instruções complementares aos regulamentos dos transportes rodoviários e ferroviários de produtos perigosos. devidamente treinada por órgão ou instituição similar. 4.Saídas de emergências em edifícios. 4. Resolução 6751. 2. de modo a garantir a segurança social e militar do país. armazenamento. adotando-se como parâmetro à carga de incêndio de 1520 MJ /m³. Código Civil.Emprego da simbologia para o transporte rodoviário de produtos perigosos – Procedimento. transporte. comercialização ou consumo. NBR 7504 . . caçamba ou container. Lei n° 9. Código Penal.605 de 12 de dezembro de 1998. NBR 9077 .Características e dimensões – Padronização. de 03 de janeiro de 1980 – Dispõe sobre a fiscalização de produtos controlados prevista no Decreto 55649. capacitadas técnica. produzindo calor intenso e pressões elevadas. NBR 11584 . o qual ocorre por camadas e a velocidades controladas (de alguns décimos de milímetros até quatrocentos metros por segundo). de 17 de março de 2000 – Secretaria de Segurança Pública de Minas Gerais. 4. deva ter seu uso restrito a pessoas físicas e jurídicas legalmente habilitadas. vaso.Preenchimento da ficha de emergência para transporte de carga perigosa – procedimento. NBR 7500 .6 Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases. admitindo-se acréscimo de 25%. 4.5 Comércio de fogos de artifício no varejo: local destinado à venda de fogos de artifício de classes. de 20 de maio de 1997. que consiste na autocombustão de um corpo (composto de combustível.Embalagens de produtos perigosos – Classe 1. 4. sua utilização.Instalações elétricas de baixa tensão. contido apenas pelo equipamento de transporte. NBR 7503 . conter ou proteger produtos durante sua movimentação.Ficha de emergência para transporte de cargas perigosas. e dá outras providências (balões com mechas). 6 e 8. aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e as seguintes: 4. 54. NBR 8286 . devido ao seu poder de destruição ou outra propriedade. 4.Símbolos de riscos e manuseios para o transporte e armazenamento de material – Simbologia. derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. Resolução 6429.Transporte de produtos perigosos – Terminologia.11 Produto controlado pelo Exército e/ou Polícia Civil: produto que. 4. 4. Lei Estadual complementar nr. seja ele tanque.Sistema de proteção contra descargas elétricas atmosféricas. 5. Estatuto da Criança e do Adolescente e o R105. 4. NBR 5419 .1 Área de estocagem: local destinado ao acondicionamento de fogos de artifícios industrializados. respeitando o Código do Consumidor. 4. de janeiro de 1965 e dá outras providencias. 4. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas. comburente e outros).8 Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico.Portaria do Ministério dos Transportes n° 204. 3. que produz ruídos e efeitos luminosos. NBR 5410 .

5 PROCEDIMENTOS PARA COMÉRCIO VAREGISTA DE FOGOS DE ARTIFÍCIO 5. sem estampido.2.12 Rótulo: elemento que apresenta informações como. cujas bombas contenham mais de 6 (seis) gramas de pólvora.2. c) Classe C 1) fogos de estampido que contenham acima de 25 (vinte cinco) centigramas de pólvora. 5.2 O piso deverá possuir características de antifaísca (piso liso).2 A estocagem de fogos de artifício em áreas urbanas.5 m³. 3) “pots-à-feu”.1. manuseio e identificação do produto. com ou sem flecha. que se aquecem em contato com ar. obedecerá aos critérios abaixo. art. 3) baterias.2. permitida até 2.3 Fica vedada a estocagem de pólvora com fogos de artifício e outros explosivos. com ou sem flecha. deverá obedecer aos critérios estabelecidos pela DEAME. 5. b) Classe B.3.5 m³. inflamáveis e/ou combustíveis líquidos e/ou gasosos.2. 4. c) para a Classe C e D.6 Possuir afastamento de no mínimo 200 metros das seguintes edificações e áreas de risco: a) posto de serviços de combustível.4 Fica proibida a estocagem e comercialização de fogos de artifício a granel. com espessura mínima de 0.13 Substância sujeita a combustão espontânea: substância sujeita a aquecimento espontâneo nas condições normais de pressão e temperatura. por peça. 4) morteiros com tubos de ferro.1 Classificação de fogos de artifício considerado para fins desta Instrução Técnica.25g de pólvora. plástico e estopa). 5. desembarque e entrega.3. e umidade que possam influir a degradação dos produtos: a) Classe A. com mais de 2. sendo. desde que a parede da loja de fogos de artifícios seja construída em material incombustível. conforme Decreto Federal n° 3665 de 21 de novembro de 2000. devendo ser ventilado e seco. 5. b) Classe B 1) os fogos de estampido que contenham até 0.2. por peça. será permitida a instalação para vendas de fogos de artifícios.4 As áreas de estocagem de fogos de artifício devem possuir ventilação cruzada junto ao teto. 5. Deverá também possuir entrada distinta da edificação adjacente. 5. porém.2.3.2.14 Tráfego: conjunto de atos relacionados com o transporte de produtos controlados e compreende as fases de embarque. “serpentes voadoras” e outros equiparáveis. 5. símbolos e/ou expressões emolduradas referentes à natureza. e de qualquer tipo de embalagem. protegido contra elevações bruscas de temperatura. com esquadrias ou outras opções que mantenham aberturas fixas. construída de material incombustível.2 gramas de pólvora por peça. R-105. por peça.4.3 Estocagem 5.1 Para edificações térreas até 100 m2 com paredes justapostas a outra edificação. capazes de se incendiarem.1 Os fogos de artifício deverão estar dispostos de forma fracionada em prateleira arejada. 5.2.3. inclusive no balcão de venda. 5. 2) fogos de estampido que contenham até 0.3.5 As instalações elétricas devem ser a prova de explosão e executadas de acordo com a NBR 5410 Instalações Elétricas de Baixa Tensão. 2) foguetes. c) terminais de abastecimento de gás liquefeito de petróleo e similares. e 5) demais fogos de artifício. 2) foguetes com ou sem flecha. e 2) foguetes. 4. 5. d) Classe D 1) fogos de estampido. incisos I e II: a) Classe A 1) fogos de vista. seja de qualquer natureza. cujas bombas contenham até 6 (seis) gramas de pólvora.50 (dois vírgula cinqüenta) gramas de pólvora. de apito ou de lágrimas.5 Os fogos de artifício somente poderão ser expostos à venda devidamente acondicionados e com rótulos explicativos de seu efeito e de seu manejo e onde estejam . 5.1 Somente são permitidas instalações para venda de fogos de artifícios em edificações térreas até 100 m2. trânsito.2 Características das edificações 5. de ráfia. (exemplos: sacos de papel. 112. b) fábricas e depósitos de explosivos. de transportes ou estocagem. permitida até 2. 5. atendendo todas as recomendações do Decreto 3665 – R 105 do Ministério da Defesa. por peça. sem bomba. 5.3 A edificação deverá possuir sistema de proteção para descarga atmosférica e aterramento.25 m.7 Não são permitidas instalações para venda de fogos de artifício nos locais de reunião de público. A área de ventilação cruzada deve ser protegida contra intempéries. atendendo à IT 06. “morteirinhos de jardim”.

5) quantidade de placas será determinada de modo a existir pelo menos uma em cada quadrante por onde possa ser possível a aproximação de pessoas. magnitude do evento em função da quantidade total de composição pirotécnica e provável número de espectadores. artifícios pirotécnicos e artefatos similares na presença de público deverão atender ao Regulamento Técnico 03 – espetáculos pirotécnicos do Exército Brasileiro. isenta-se as medidas acima. onde for realizado espetáculos pirotécnicos deverá ser apresentada no Corpo de Bombeiros. 5. dutos e tubulações. devendo ser observadas as instruções do fabricante constantes nas embalagens. os seguintes documentos: a) planta baixa da disposição dos armários de estocagem. balcão de vendas e circulação. em letras vermelhas sobre fundo branco. 6. conforme as condicionantes locais. contrato de queima de fogos no qual conste o rescaldo sob responsabilidade da contratada.3. veículos. pirotécnicos. “minishow”. reservas ecológicas e quaisquer outras sensíveis a ação de fogos de artifício. estacionamento. cabendo adicionar mais uma unidade quando o comprimento linear de um quadrante exceder a 100 m. com os respectivos dizeres abaixo. devidamente sinalizadas. cerca de isolamento. no formato A3 ou A4. edificações. das categorias C e D. As dimensões mínimas das letras serão de 20x20 cm com traço cheio variando de 3 a 4 cm de espessura. 2) relação de fogos. NÃO SE “QUEIMA DE FOGOS. contendo cotas dos perímetros. disposição do sistema de segurança contra incêndio e pânico (sinalização de saída de emergência. fluvial ou em terra.1 As edificações de que trata esta Instrução técnica deverão dispor das seguintes medidas de proteção contra incêndio.3 Para a realização de espetáculos pirotécnicos deverá ser observados as seguintes condições específicas: 6. cavaletes ou similares. o que requer criteriosa análise quanto às premissas estabelecidas nesta instrução. sua classificação e procedência. d) memorial descritivo de construção assinado por engenheiro responsável pela edificação e respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). NÃO ULTRAPASSE” b) para os fogos de artifícios das Classes C e D em quantidade inferior ao estipulado na alínea a. acima de 02(dois) conjuntos de até 06(seis) tubos de lançamento de até 76. Munições e Explosivos – DEAME para comercialização de fogos de artifício. iluminação de emergência. considerando sempre como essencial à necessidade de modificar os critérios.discriminadas sua denominação usual. hidrantes. b) cópia autenticada de requerimento protocolado junto à Delegacia Especializada de Armas. 6 PROCEDIMENTOS PARA ESPETÁCULOS PIROTÉCNICOS 6. conforme previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais: a) extintor de incêndio. com 120 (cento e vinte) tubos de até 25. 4) no projeto deverá constar a delimitação da área de queima e isolamento por cordões. 6. ÁREA DE ISOLAMENTO. área de segurança em escala e público estimado.3. juntamente com a cópia da carteira de blaster. com utilização de fogos de artifício.2 Local de apresentação As circunstâncias de cada apresentação são únicas.5 Proteção contra incêndio e pânico 5. “ÁREA DE QUEIMA DE APROXIME. extintores. 5. c) autorização da Prefeitura do Município.1 A realização de espetáculos pirotécnicos. de instalações públicas. com placas de advertência. NÃO FUME” FOGOS.1 A disposição do local de apresentação consta nas figuras 1 e 2 do anexo único.1 O local de apresentação. e) quadro em local visível na loja. etc.2 A segurança contra incêndio e pânico em áreas. alarmes audiovisuais. será apresentado ao Corpo de Bombeiros um croqui da área em escala 1/100. 3) declaração formal do blaster de que foi verificado a inexistência abaixo da superfície do solo. atendendo a IT 16. 6. . 6.2mm ou 02 (duas) girândolas. ou ainda. que cite os artigos do Código do Consumidor sobre o limite de idade para compra de fogos de artifícios. deve apresentar a dimensão mínima estabelecida na tabela 1 correspondente ao tubo de lançamento de maior calibre utilizado na apresentação.5. no local da apresentação. bem como os seguintes documentos: 1) autorização da autoridade competente para a queima de fogos.4 mm. etc.2.4 Documentação Deverá ser apresentado junto com o processo de segurança contra incêndio e pânico.3. bem como às demais prescrições desta Instrução Técnica. b) sinalização de emergência com luminárias a prova de explosão. c) saída de emergência atendendo a IT 8. tornando-os mais rígidos. distância de rede elétrica. estabelecer restrições complementares. área e largura da saída de emergência (quando se tratar de área fechada). obedecendo aos seguintes critérios: a) para fogos de artifício. atendendo a IT 15. para o comércio de fogos de artifício.

o tubo de lançamento deve manter um afastamento do centro do local de apresentação.4 Solicitação de vistoria no mínimo de 48 horas de antecedência ao evento.2 101.0 152. escolas. deve ser adotado o maior valor entre 40 m ou 22 m para cada 25 mm de diâmetro do tubo do maior calibre utilizado.2 76.6 O local de queimas de fogos de artifício de solo deve situar-se. tendo o centro do círculo como centro de simetria.7 Para tubo de lançamento posicionado verticalmente.3.3. A primeira vistoria ocorrerá 24 horas antes do evento.2.2.8 O ângulo de inclinação do tubo de lançamento deve ser estabelecido de modo que o ponto de queda da bomba falhada situa-se simetricamente em posição ao tubo de lançamento. depósitos de materiais inflamáveis.3. a localização da peça deve ser aproximadamente no centro do local da apresentação.Fonte de risco especial (m) 85 128 171 213 256 299 341 6. contida no local da apresentação.2 Diâmetro externo mínimo (m) Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76. deve ser estabelecida de forma que qualquer ponto da trajetória provável mantenha um afastamento de.4 177. estacionamento.8 203. na vertical ou inclinado.2 85 128 171 213 256 299 341 76. das áreas reservadas aos espectadores e ao estacionamento de veículos. bem como postos de combustível.3.4 177.2 101. 6.2. no sentido da área prevista para os espectadores entre 1/6 e 1/3 do raio do círculo do local de apresentação. No emprego das velas romanas e de fogos de ação múltipla.8 203.2 A distância mínima de separação exigida entre qualquer tubo de lançamento e a área reservada aos espectadores (em oposição a área de queda) está apresentada na tabela 2. hospitais.2 101. 6. Tabela 2 – Área reservada ao público Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76.2 6.3 A distância mínima de separação entre qualquer tubo de lançamento. conforme figura 1.4 177. 6.3. . explosivos ou tóxicos está na tabela 3.2 Distância .3.2.2. ou seja. No caso de fogos de artifício com diâmetro igual ou superior a 76.3.2.6 127.6 127.8 203.6 127.Tabela 3 – Precauções adicionais Tabela 1 – Local de apresentação Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76.5 A área de disparo. no mínimo.0 152.2. conforme figura 2. 6.0 152. 6. O último prazo para liberação será de seis horas antes do início do evento. e locais com exigência de precauções especiais. Para posição inclinada. no mínimo 25 m. 8 m de qualquer objeto ou obstáculo e que a área de queda se situe em oposição à área prevista para os espectadores.2 mm essa distância deve elevar-se para 40 m.2 Distância Tubo de lançamento vertical (m) 43 64 85 107 128 149 171 Distância Tubo de lançamento inclinado (m) 29 43 58 70 85 98 113 6. estabelecimentos policiais ou correcionais. etc.

ANEXO ÚNICO ( disposição do local de apresentação) .

IT .26 HELIPONTO E HELIPORTO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A – Orientações de sinais e ajudas visuais B – Figuras Modelos de conFiguração de helipontos e sinalização de solo C – Dimensionamento de extintores em helipontos 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

CEP 30.gov. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 4301 de 21Dez2001. adotando.4.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico.1 Em heliponto situado ao nível do solo. 5. NFPA 418 . 1995 Edition. Augusto de Lima. especialmente no tocante às rotas de fuga. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. além da faixa periférica (Figura 2 do anexo B).br Email: dat3@cbmmg. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer).3 Escolha do local 5.190-000 Site: www. é recomendável que haja uma cerca de segurança de um metro de altura circundando os limites da área periférica com objetivo de evitar que animais ou Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 92-1 de 24Jan2000 Edificações.4 Área periférica 5. 355 . além das exigências desta Instrução Técnica.mg. de fevereiro de 1974 do Ministério da Aeronáutica.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 26 HELIPONTO E HELIPORTO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.gov. 5.bombeiros. 5 PROCEDIMENTOS 5. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica.mg. as quais em hipótese alguma poderão substituir as demais exigências para as edificações nas quais os helipontos estiverem implantados.Bairro Centro.Standar for heliports. deve-se atender às considerações descritas na Portaria Nº 18/GM5/74.2 Requisitos de segurança para helipontos 5. Portaria nº 18/GM5. as exigências da Portaria nº 18/GM5 de 14 de fevereiro de 1974 do Ministério da Aeronáutica.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para proteção contra incêndio de helipontos e heliportos.130.3. .1 Tendo em vista que um heliporto é um heliponto público dotado de facilidades de apoio e de embarque e desembarque de pessoas e cargas.1 Para se escolher o local destinado à construção de um heliponto. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.270. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações e/ou áreas de risco que possuam helipontos ou heliportos.2. com as adequações necessárias.1 Em todos os casos. deve-se obedecer às exigências e aprovação do órgão governamental responsável pela aprovação e fiscalização dos helipontos. somente a palavra “heliponto” será utilizada nas presentes Instruções.1. 5. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão.1 Condições Gerais: 5. Decreto Estadual nº 44.

bem como em edificações com mais de 60 m de altura.1 A área de pouso e decolagem deve ser dimensionada para as características (peso e dimensões) do maior helicoptero que irá utilizá-la. a proteção contra-incêndio deve ser considerada sob três aspectos: a) prevenção contra incêndio em helipontos situados ao nível de solo. mantendo as condições de enclausuramento.1 As prescrições estabelecidas neste item são as mínimas exigidas para um razoável grau de proteção ao fogo e de salvamento em área de pouso e decolagem de helicópteros.10 m de altura em paredes com tempo de resistência ao fogo de 120 minutos. de forma análoga ao sistema de iluminação de emergência.6 Avisos de segurança 5. com vistas a evitar acidentes com pessoas que transitem pela área de pouso e suas imediações.2 As sinalizações luminosas de balizamento para as aeronaves devem possuir autonomia mínima de 120 minutos para funcionamento na ausência de fornecimento de energia elétrica pela concessionária local. d) o piso deve ser incombustível e ter isolamento térmico.5.5. 5.4.2 As áreas de refúgio para helipontos serão obrigatórias nos casos em que a IT 08 . 5.7.5. além da quelas previstas para acúmulo de pessoas (área de refúgio).5. além de outras estabelecidas pelo Serviço Contra Incêndio do Comando da Aeronáutica.Saídas de Emergência nas Edificações.2 Projeto estrutural 5. e f) possuir guarda-corpo com 1.5.pessoas estranhas entrem na área de pouso (Figura 2 do Anexo B).4.1. 5.6.3.5.Saídas de Emergência especificarem a exigência de áreas de refúgio para a edificação considerada. c) as vias de acesso devem ser dotadas de paredes resistentes ao fogo para 120 minutos. c) terraços em edifícios considerados existentes. conforme IT 06.4 Prevenção contra incêndio em helipontos ao nível do solo deverá obedecer às recomendações previstas neste item. devendo ser afixados avisos de “Proibido Fumar” em todos os pontos de acesso.5. 5. e dimensionadas em função da população do prédio conforme IT 08 . os sistemas de proteção contra o fogo e o de salvamento devem ser dimensionados com base na Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 92-1 de 24Jan2000 ou outra que venha substituí-la. b) ser precedida de porta corta-fogo (PCF) de 90 minutos no seu acesso.6.3 Áreas de pouso e decolagem de emergências para helicópteros. 5. 5. .1 As áreas de refúgio para helipontos devem atender aos seguintes quesitos: a) possuir área superior à metade da área total do último pavimento.1 A construção de áreas de pouso e decolagem de emergência para helicópteros com a finalidade de prever a evacuação dos ocupantes de edifícios em caso de incêndio ou outra calamidade. Tais avisos devem conter recomendações expressas principalmente para o caso de aproximação de pessoas. estando os rotores do helicóptero em movimento. c) medidas para extinção de incêndio e de salvamento em acidentes ocorridos em helipontos elevados. 5.5 Helipontos elevados 5. 5. 5. 5. os detalhes são apresentados de acordo com norma do Ministério da Aeronáutica. 5.1 ConFiguração de Área de Pouso a) desde que não seja possível construir um heliponto ao nível do solo pode-se prever sua instalação em local elevado. conforme IT 06 e 07. etc. mediante cálculo estrutural.8. 5.8. 5. sendo que a ligação entre ambas deve ser feita através de uma circulação direta.4 Área de refúgio para helipontos 5.7.3 As áreas de refúgio para helipontos poderão ter outra utilização.5. 5. quando delimitada pela fachada da edificação.8. 5. equipamentos. após análise dos obstáculos constituidos por outros edifícios. embarque de carga com ou sem pessoal. b) a área de pouso pode abranger a totalidade da superfície do terreno ou apenas parte dele.5.8 Prevenção e extinção de incêndio 5. b) prevenção contra incêndio em helipontos elevados.1 Para operações noturnas é necessária a existência de luzes indicativas dos limites da área de pouso e das obstruções existentes em torno da área de pouso e decolagem.8. Se a plataforma for construída. 5.5.3 Para helipontos situados fora da jurisdição de um aeroporto.1 Em todos helipontos devem ser colocados cartazes contendo Avisos de Segurança. e) a escada para acesso a área de refúgio pode ser construída fora da prumada da escada de segurança principal.7 Balizamento luminoso 5.4. As instalações.2.2 Não é permitido fumar dentro do raio de 15 m da área de pouso/decolagem. podem suportar a carga de um helicóptero pela instalação de uma plataforma de distribuição de carga. recomenda-se que sua altura não seja inferior aquela dos peitoris do terraço e não dificulte o pouso e decolagem da aeronave.5. dependem de autorização da Autoridade Aeronáutica Regional.2 As áreas de pouso/decolagem devem ser sinalizadas conforme Anexo A. como salas de espera por exemplo.2 Quando o heliponto está localizado em um aeroporto.4.2. desde que preencham os requisitos do item 5. Ênfase deverá ser dado aos avisos visando evitar colisão de pessoas com o rotor de cauda dos helicópteros.

com a finalidade de se familiarizarem com o local e com os caminhos mais rápidos para lá chegarem em casos de emergência.8.5 A proteção contra incêndio em helipontos elevados deve obedecer às recomendações previstas neste item.8.4 Qualquer que seja o tipo de extintor utilizado. bota.4.8.8. de forma a atender o caminhamento especificado na IT 16 . serra manual para metais e escada articulada ou de apoio. 5.9. b) as portas que dão para a área de pouso deverão ter PCFP90. .2 Os extintores de pó especial deverão ser compatíveis com a utilização conjunta com espuma. ferramentas portáteis de arrombamento.9. com a conseqüente possibilidade de propagação de fogo.8. decolagem e de estacionamento deve ser independente do sistema de drenagem geral do prédio. 5.2 Não é permitido o armazenamento do combustível em helipontos elevados.2 Os extintores portáteis ou sobre rodas.8.6 Deve haver. podendo ser por telefone.5.8. 5.8 E recomendável que os responsáveis pelo heliponto elevado solicitem e facilitem visitas periódicas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais com jurisdição na área. no que couberem.4.9.8.8. balaclava e luvas).9 Devem ser observados ainda os demais requisitos para Homologação ou registro de Helipontos junto aos órgãos regionais competentes do Comando da Aeronáutica. 5. para possibilitar o transporte de equipamentos necessário ao combate a incêndio de grandes proporções. deve-se exigir as quantidades mínimas de extintores. 5. em local protegido e devidamente sinalizado.6 Prevendo a eventualidade de um acidente em heliponto elevado.9.5 Pelo menos dois dos homens encarregados da proteção contra incêndios e das operações de salvamento devem dispor de EPI específico para fogo e salvamento (capa.5. 5. com altura compatível com as dimensões do helicóptero. 5. 5. manuseado por pessoal treinado conforme IT 12 .5.8. de acordo com o peso total do helicóptero atendido. nunca inferior a 30 m. além daquelas previstas nos itens anteriores. devem ser guardados em locais ou caixas. capacete. 5. 5. 5. 5.8. a proteção do helicóptero deverá ser feita com equipamento portátil apropriado. 5.4.8. d) adequada sinalização das saídas de emergência.Sistema de Proteção por Extintores. oferecendo fácil acesso e visibilidade. devidamente protegidos contra as intempéries.1 Em helipontos não localizados em aeroportos.Brigada de Incêndio. de modo que seja assegurada uma rápida assistência em casos de acidentes e/ou de fogo.3 Os aparelhos extintores de incêndio devem ser distribuídos uniformemente nas proximidades da área de pouso/decolagem.7 Recomenda-se a existência de confiáveis meios de comunicação entre o heliponto e o Quartel do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais da região.4.8.Brigada de Incêndio. os seguintes requisitos devem ser atendidos: a) existência de fácil acesso ao heliponto elevado.9. porém este sistema pode ser ligado ao de água pluvial. sendo adequadamente sinalizados. 5.4 O armazenamento de combustível deve estar a uma distância de segurança da área de pouso.8.3 A drenagem das áreas de pouso.1 Durante as operações de reabastecimento e de partida.10 Helipontos elevados localizados em edificações que possuam sistema de proteção por hidrantes devem ser cobertos por este tipo de proteção visando à área de pouso considerando uma vazão mínima de 300 LPM.8.9 Sistemas de combate a Incêndio 5.8. a estrutura na qual se situa a área de pouso deve ser de material incombustível.8.8. depois da separação do óleo ou combustível da água por um separador sifonado com capacidade suficiente para reter a carga total de combustível para capacidade da maior aeronave prevista para o heliponto em questão. deverá haver pessoal habilitado para sua operação. conforme previsto na IT 12 . 5. 5.9.1 Nos helipontos elevados. conforme Anexo C. 5. c) possibilidade de rápida evacuação dos usuários do heliponto e dos demais andares do prédio.

5.9 Marcação de pátio de estacionamento 1. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 8 do Anexo B. Caso necessário.3 As dimensões e as formas dos algarismos e das letras serão as constantes da Figura 4 do Anexo B.5 Heliponto em hospital 1.5. em toneladas.5.Anexo A Orientações de sinais e ajudas visuais Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica 1. 1. quer sejam públicos ou privados ou militares. correspondente à resistência do seu piso.9.1 Quando houver necessidade de pista de rolagem.5 As dimensões e o posicionamento do triângulo dentro da área de toque.6.3 As dimensões da cruz são as constantes da Figura 10 do Anexo B. 1. nas áreas de pouso e emergências ou ocasionais.1 Nos helicópteros públicos. bem como garantida a segurança do pessoal e dos equipamentos. As frações de toneladas deverão ser arredondados para o número inteiros inferior mais próximo. A cor usada deverá ser a amarela. dentro de um triângulo eqüilátero com o vértice pintado apontado para o norte magnético. na forma.1 O sinal de identificação de um heliponto privado será a letra P. Quando houver necessidade de utilizar dois algarismos para indicar a resistência do piso. nas guias. devendo-se ter o cuidado para que essas faixas não sejam confundidas com outras existentes perto da área de pouso. deverão ser traçadas linhas guias.4. Nesse caso.1 O sinal de identificação da área de pouso será uma letra indicadora do tipo de heliponto (público. na forma.8.8 Marcação de pistas de rolagem 1.7. 1.3 Helipontos privados 1.4 Helipontos militares 1. orientada para o norte magnético.3.1.6 Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros 1.2 Os helipontos.1 O sinal de identificação de um heliponto público será a letra H na forma.6 A cor utilizada deverá ser a branca ou amarela. 1. 1. 1. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 7 do Anexo B.2. as dimensões dos algarismos indicadores da resistência do seu piso deverão ser também reduzidas de um terço do seu tamanho original (Figura 6 do anexo B). privados.1 O sinal de identificação de um heliponto militar será a letra M. 1. deverão apresentar um número indicador do peso máximo. deverá ser prevista a marcação de guias das mesmas. colocado no centro da área de toque. 5 e 6 do Anexo B). 1. devendo o triângulo ser fosforescente. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 9 do Anexo B. As frações de toneladas deverão ser arredondadas para o número inteiro superior mais próximo. a fim de que sejam facilitadas as manobras executadas pelos helicópteros. correspondente à resistência do piso (do helicóptero). além do sinal de identificação. 1.1 Os pátios de estacionamento deverão ser claramente sinalizados. (Figuras 10 e 11 do Anexo B). os contornos das figuras poderão ser pintados em preto (ver Figuras 4. 1. privado ou militar).1.7 Sinais Delimitadores de área de pouso e decolagem 1. 1.1.1. são os constantes da Figura 7 do Anexo B. deverá ser prevista a separação adequada entre os rotores dos helicópteros adjacentes. Para maior contraste. deverá haver faixas delimitando a área de pouso.2 As dimensões dos algarismos indicadores da resistência do seu piso deverão ser reduzidas de 1/3 (um terço) de seu tamanho original (Figura 10 do Anexo B). 1. bem como da letra indicadora do tipo de heliponto e do número indicador da resistência do piso.1 Sinais de identificação de helipontos 1.4 Nas áreas de pouso circulares.1.1 Usa-se a mesma forma de marcação prevista para os helipontos em geral. fosforescente. 1.1. A letra H será sempre utilizada nestes helipontos. o algarismo indicado da resistência do piso deverá ser precedido do algarismo zero (Figura 12 do Anexo B).2 Helipontos públicos 1. 1. em hospitais. . deverão os mesmos ser reduzidos de um terço do seu tamanho original (Figura 5 do Anexo B). exceto quando a resistência do piso for inferior a 1 (uma) tonelada.1 O sinal ou marca de identificação da área de pouso será um círculo possuindo no seu interior um número indicativo da tonelagem.Tais faixas serão idênticas às delimitadoras da área de toque (Figura 13 do Anexo B). 1. colocado à direita do vértice pintado do triângulo e com a mesma letra. Ajudas visuais 1.

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 01: Áreas de Pouso e decolagem e Áreas de Toque Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 02: Área Periférica e cerca de segurança Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 03: Pátio de Estacionamento de Helipontos Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 04: Dimensões e Formas dos Algarismos Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 05: Indicações de resistência do peso Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 06: Indicação da resistência do piso em heliponto Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

Escala : 1 :100 3 – Cotas em metros .ANEXO B Figuras e Modelos Figura 07: Heliponto Público Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica OBSERVAÇÕES 1 – Cor branca ou amarela fosforescente. 2 .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 08: Heliponto Privado Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 09: Heliponto Militar Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 10: Heliponto em Hospital Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 11: Heliponto em Hospital – Várias posições Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .ANEXO B Figuras e Modelos Figura 12: Área de pouso e decolagem de emergência com menos de uma tonelada.

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 13: Luzes de limite para área de pouso Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

Helipontos elevados . de 20 B:C cada um. de 20 B:C cada um.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 30A: 240B.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 6A:80B 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC. (1) até 4. de 20B:C. Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 10A:120B 6 (seis) unidades extintoras de pó BC.500 Kg Helipontos ao nível do solo (2) acima de 4. (1) até 4. 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC. (2) acima de 4.ANEXO C Tabela de dimensionamento de extintores em helipontos Tipo de heliponto Capacidade em Kg Quantidade de extintores 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC. de 20B:C cada um.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 10A:120B.

27 MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS PERIGOSOS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Exigências complementares ANEXOS A .IT .Tabela de incompatibilidade entre produtos B .Programa de matérias .

Norma Regulamentadora nº 9 .130. Aprova as Instruções Complementares aos Regulamentos dos transportes Rodoviários e Ferroviários de Produtos Perigosos (Suplemento ao Diário Oficial da União de nº 98.270. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. Resolução Nº 420 – Agência Nacional de Transportes Terrestres . Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Augusto de Lima.004.044. 2 APLICAÇÃO 2. de 12 de fevereiro de 2004 em alguns itens específicos. Resolução Nº 701.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e/ou áreas de risco que produzam. Decreto nº 96. Resolução CONTRAN nº 38/98. oficinas. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 27 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.br Email: dat3@cbmmg. Norma Regulamentadora n. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Portaria nº 27 de 19 de setembro de 1996 do Departamento Nacional de Combustíveis (atual ANP – Agência Nacional do Petróleo) – Gás Liquefeito de Petróleo.Ministério do Trabalho Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Norma Regulamentadora nº 19 – Ministério do Trabalho – Explosivos.gov.Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT .ANTT – de 12 de fevereiro de 2. Regulamento Federal para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos.Bairro Centro CEP 30. Instruções complementares ao Regulamento do Transporte terrestre de Produtos Perigosos. Norma Regulamentadora nº 5 – Ministério do Trabalho – alterada pela Portaria nº 25. de 26 de maio de 1997). de 21 de novembro de 2000. Decreto Federal nº 3.br MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS PERIGOSOS 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece os parâmetros de segurança à edificação e área que contenha Produtos Perigosos. manipulam ou armazenem Produtos Perigosos.mg. que altera a Resolução N. . 355 . acondicionamento e compatibilidade entre produtos. dispõe sobre a Identificação de entradas e saídas de postos de abastecimento de combustíveis. Decreto Estadual nº 44.º 420.gov.º 20 – Ministério do Trabalho – Líquidos combustíveis e inflamáveis. 18Maio88. estacionamentos e garagens.EPI. 25 e 26. no que se referem à identificação de embalagens.bombeiros.de 25 de agosto de 2. Da nova redação ao Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados (R-105). atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Portaria nº 204/1997-MT.190-000 Site: www. 29 de dezembro de 1994 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –CIPA.004. sendo que prevalecerão as disposições das Instruções Técnicas 24. Norma Regulamentadora nº 16 – Ministério do Trabalho – alterada pelas Portarias nº 026 de 02 de agosto de 2000 e nº 545 de 10 de julho de 2000 – Atividades e Operações Perigosas. Norma Regulamentadora nº 6 – Ministério do Trabalho – Equipamentos de Proteção Individual . Norma Regulamentadora nº 15 – Ministério do Trabalho – Atividades e operações insalubres.665.mg. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.

NBR 6493 – Emprego de cores para identificação de tubulações.1 A canaleta de coleta e contenção deve ser executada de forma a não permitir a mistura de produtos incompatíveis.03 e CNEN-NE 2.2. NBR 12235 – Armazenamento de resíduos sólidos. NBR 7503 . conforme 1. 6.2 Para o armazenamento de produtos perigosos devese observar o contido no anexo A (Tabela de incompatibilidade entre produtos). NBR 7500 – Identificação para o transporte terrestre. Neste caso os produtos deverão ser armazenados em locais diferentes ou a distâncias seguras.3 Instalação Para todas as classes de produtos perigosos devem ser previstas guaritas externas à edificação em área mais afastada junto ao perímetro externo. Fire Protection for Facilities Handling Radioativite Materials. National Fire Protection Association.Norma Regulamentadora nº 23 – Ministério do Trabalho – Proteção contra incêndios. NBR 10004 – Resíduos Sólidos – Classificação. NBR 14064 – Atendimento a emergência no transporte terrestre de produtos perigosos. . Fire Protection Handbook. a utilização de dispositivos que impeçam que um produto entre em contato com outro. será analisado cada caso específico. 5.3 Para substâncias não descritas na tabela A. NBR 14.04.03 – Proteção contra incêndio em Usinas Nucleoelétricas. 18th edition. NBR 5382 – Verificação de Iluminância de Interiores.1 Características Gerais 5. Norma Regulamentadora nº 26 – Ministério do Trabalho – Sinalização de segurança.04 – Licenciamento de instalações CNEN-NN 6. Deve haver a construção de canaletas de coleta e contenção em número suficiente para garantir o abandono das pessoas e a intervenção das guarnições do Corpo de Bombeiros.2.Ficha de Emergência e envelope para o transporte terrestre de Produtos Perigosos – Características. dimensões e preenchimento. com Equipamentos de Proteção Individual (EPI).2 Distância internas Deve ser mantida uma distância mínima entre as áreas com a presença de produtos perigosos de pelo menos quatro metros das demais edificações.Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas. NBR 5413 – Iluminância de Interiores. NFPA 801 . 5. NBR 7501 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Terminologia. NBR 7195 – Cores de segurança. NBR 9735 – Conjunto de Equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos. 1994. 4ª edição.1 O funcionamento das edificações com áreas reservadas para manipulação. CNEN-NE radiativas.Área de estacionamento para veículo rodoviário de transporte de produtos perigosos. National Fire Protection Association. NBR 12710 – Proteção contra incêndio por extintores no transporte de produtos perigosos. de fácil acesso.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e os glossários das normas CNEN-NN 2.619 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Incompatibilidade química.04 – Funcionamento de serviços de radiografia Industrial. 5. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . 1998 edition. movimentação e armazenamento de produtos. estoque e movimentação interna de produtos perigosos fica condicionado à autorização e fiscalização dos órgãos competentes para expedição do alvará de funcionamento.02 – Licenciamento de Instalações CNEN-NN 2. manuseio. FUNDACENTRO (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho) .1. CNEN-NE nucleares. 5. NBR 9734 – Conjunto de Equipamentos para avaliação de emergência e fuga no transporte rodoviário de produtos perigosos. NBR 14095 .04 – Proteção contra incêndio em instalações nucleares do ciclo do combustível.2. admitindo-se ainda. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica.Ministério do Trabalho . tais como baias e bacias de contenção. NBR 10898 – Sistema de Iluminação de emergência. 1997. 5. 5 PROCEDIMENTOS 5. após o Processo de Proteção Contra Incêndio ter sido aprovado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais. CNEN-NE 2.

além das exigências específicas das normas do CNEN. desde que tenham riscos primário ou subsidiário de inflamabilidade. de acordo com as normas CNENNE 1. em caso de incêndio ou contaminação que os riscos se propaguem para outra edificação e/ou áreas de risco. 5. compatível com os produtos. evitando. 5. 5. 5. de acordo com o tipo de proteção exigido. privilegiando-se os locais de guarda dos equipamentos de proteção individual.3 A canaleta de contenção deve ser construída em nível com caixa sifonada. d) roupas para ações de controle de vazamentos (nível A. 5. e compatível com o produto a ser bombeado. tóxicos ou corrosivos devem ser observados os seguintes requisitos: a) possuir ventilação natural. demonstrado em planílha de cálculos. interligadas entre si.7. materiais de controle de vazamentos e rotas de fuga ( NBR 5413.2 A classificação de áreas de armazenagem obedecem ao mesmo critério da IT 23.04.4 A canaleta deve receber grade.6 Instalações nucleares ou radiativas 5. comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP).1 As classes de armazenagem de gases perigosos devem possuir as mesmas proteções ativa e passiva determinadas pela IT 23 . conforme previsto na NBR 14095.02 e CNEN-NN 6.6.2 m de largura por 0. que. c) máscara panorâmica com filtro para o produto ou polivalente ou EPR.8 Iluminação O sistema elétrico deve ser todo blindado e garantir uma boa visibilidade em toda a área. 5. d) estar afastado. no mínimo. quando possuírem peso específico maior que “1”. 5.classificação e utilização previstas na NBR 9734 para atuação em caso de emergência. de forma a impedir que o produto contido escoe para outras canaletas. com alto grau de risco de contaminação de pele e respiratória. Além de indicação do tipo de EPI mais adequado. Os EPI deverão ser certificados com fé pública por órgão de certificação nacional. 5.1 A ocupação com a presença de produtos perigosos em estado líquido deve ser contornada por uma canaleta de contenção. 5. devem estar afastados no mínimo 150 metros de locais de reunião de público.4.5.9 Equipamentos de proteção individual (EPI) O número de conjuntos EPI deve ser igual ao número de pessoas habilitadas e credenciadas a lidar com os produtos. Armazenamento. no mínimo 20 metros. deverá haver as fichas de emergências (NBR 7503) dos produtos manipulados na edificação.1 Nas edificações que recebem caminhões-tanque ou contêineres-tanque em seus pátios internos devem ser previstos pelo menos uma vaga para estacionamento de veículo com vazamento para controle e contenção do produto transportado. acrescidas no programa de treinamento de brigada de combate a incêndio. da chuva e da umidade.5. b) capacetes de boa resistência. 6.2 No caso de acúmulo de líquido. de acordo com a IT 23. levando-se em consideração as taxas de aplicação de espuma especifica para o produto.5 m de ralos.5. especificados por meio da NBR 7500.Manipulação.7. conforme casos mais extremos.3.15 m de profundidade. c) estar o recipiente afastado de outros gases envasados.5. de 1. 5. O fabricante dos produtos perigosos deverá indicar o tecido e/ou o material do EPI compatível com os produtos. b) estar o recipiente protegido do sol. deverá ser apresentado a autorização de funcionamento expedida pelo CNEN.7. bem como de galerias subterrâneas e similares. escolas.04. caso haja incompatibilidade entre os mesmos.5 A bacia de contenção deve possuir um volume que possa abrigar o líquido e o agente extintor durante 30 minutos de combate ao sinistro. B ou C).1 A brigada de incêndio deve também ser treinada nas primeiras ações emergenciais envolvendo produtos perigosos. com o mínimo de 06 horas/aula teóricas e práticas sobre produtos perigosos.4 Área identificada A área da edificação que contenha Produtos Perigosos deve ser restrita de tal forma que impeça o acesso de pessoas não autorizadas. 5. 5382 e 10898 ).6. no caso de gases infectantes. com inclinação para o tanque de contenção de modo a permitir um rápido escoamento do líquido ou das águas residuais de combate a incêndio ou rescaldo. e) botas para uso em produtos perigosos.2 Na solicitação de vistoria para emissão do AVCB. . As canaletas de drenagem devem ser revestidas com material impermeável. para melhor segurança dos usuários. 5. a mistura só pode ser retirada do tanque por meio de bomba a ar comprimido. antiexplosão e corrosão.7. 5.1 Estas instalações devem obedecer ao Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais no que couber. O conjunto EPI consiste em: a) luvas para produtos perigosos em cano longo. 5. com as dimensões mínimas de 0. tóxicos e corrosivos com limite de tolerância abaixo de 500 mg/kg. 5.3 Os locais que armazenem no mínimo 250 kg de gases infectantes. hospitais e habitações unifamiliares. 5.7 Sistema de contenção e drenagem 5. caixas de gordura e de esgotos.5 Em todas as classes de instalações fixas de gases deve-se adotar o painel de segurança e rótulo de risco.Acesso de viaturas na edificação e área de risco.7. inclusive quando for acionada a iluminação de emergência. conduzem a um tanque de contenção. tendo como base o currículo do curso constante no Anexo B. Nota.5 Condições específicas para gases perigosos 5.4 Os locais de armazenamento classificados. 5.5. de forma a impedir o assoreamento e resistir à passagem de veículos em harmonia com a IT 04 .

3 O armazenamento de produtos químicos em laboratório só é permitido em pequenas quantidades.4 É vedado a presença de animais. alimentos e medicamentos de consumo humano e animal junto com produtos perigosos. com seus respectivos ensaios de manuseio. b) identificar com círculos coloridos os riscos físicos. c) saída de emergência bem localizada e sinalizada. d) o laboratório deve possuir um sistema de identificação das substâncias armazenadas. da Portaria 204 do Ministério dos Transportes. . conforme IT 11. e f) iluminação feita com lâmpadas à prova de explosão. como por exemplo. para serem expressas em um Plano de Intervenção de Incêndio. 6. EXIGÊNCIAS COMPLEMENTARES 6. Em caso de se ter mais de um produto armazenado ou manipulado no local. dentre outras. além de porta para o acesso do Corpo de Bombeiros de houver necessidade. salvo se houver compatibilidade entre os produtos. com portas em vidro para possibilitar a visão de seu conteúdo.2 Os cilindros de gases devem ser armazenados em locais específicos: a) área coberta e bem ventilada. c) refrigeração ambiental caso a temperatura ambiente ultrapasse a 38 ºC.Deve-se observar o contido na NBR 9734 para a seleção de EPI a ser utilizado em caso de acidentes conforme cada tipo de produto envolvido. volume. portanto deve ser: a) somente para quantidades limitadas. 5. deverão ser observadas as características daquele que oferecer maior risco. e c) deve-se observar a compatibilidade dos gases a serem armazenados no mesmo local. d) anexar ao PPI os nomes técnicos e comerciais dos produtos perigosos. 6.1 O armazenamento de produtos perigosos deve ocorrer em local com características de segurança específicas tais como: a) construído com pelo menos uma de suas paredes voltadas para o exterior da edificação. e f) pintar todas tubulações externas na edificação de acordo com o produto na qual ela é utilizada (NBR6493). contemplando: a) identificação dos riscos existentes conforme mapa de riscos físicos. 6. c) indicar o número de trabalhadores expostos aos riscos. conforme o capítulo 8. sob a orientação do Comandante da Unidade e/ou Fração de Bombeiros responsável pela área da edificação. incompatibilidade química. d) sistema de exaustão. b) na posição vertical e amarrados com corrente. e) refrigeração ambiental caso a temperatura ambiente ultrapasse a 38 ºC. e o tempo de evasão da edificação. 6. b) os armários devem ser confeccionados em materiais não combustíveis. com suas respectivas Fichas de Emergência (NBR 7503) e seu local de armazenamento e estoque. ao nível do teto para retirada de vapores leves e ao nível do solo para retirada dos vapores mais pesados. e) seguir as orientações sobre sinalização e rotulagem de embalagens externas e internas para acondicionamento de produtos. químicos e biológicos de acordo com sua grandeza. o gerente de logística de produtos perigosos deve reunir todas as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação. um sistema de fichas contendo informações a respeito da natureza das substâncias. b) possuir janelas na parede voltada para o exterior.10 Sinalização Além da sinalização de paredes e pilares para a fácil localização dos sistemas ativo e passivo de prevenção e combate a incêndios. de 29dez94 do Ministério do Trabalho. químicos e biológicos expressos na Portaria nº 25.

metais finamente divididos. ácido nítrico. compostos clorados nitratos. anilina. naftaleno. ácido fluorídrico. ácido acético. I2. etc. persulfato de amônio e água. cobre. ácido fluorídrico. agentes oxidantes. mercúrio. Ácidos. Amônia. cloratos. metais alcalinos terrosos seus hidretos e óxidos. líquido e gases inflamáveis. clorato de potássio. nitrometano e agentes oxidantes. ácido crômico. Ácido nítrico fumegante ou ácidos oxidantes. substâncias nitráveis. metais em pó. ácido nítrico. peróxido de bário. Ácido acético. magnésio e outros metais. hidrazina. compostos contendo hidroxilas. substâncias orgânicas ou combustíveis finamente divididos. (anidra ou aquosa). cloro. Etileno glicol. amônia. Álcalis e ácido nítrico. hipoclorito de Ca. cloro. perclorato de potássio. ácido acético. butadieno. óxido de cromo IV. pentacloreto de fósforo. iodo. álcoois. Ácido acético glacial. Amônia aquecida com óxidos ou sais de metais pesados e fricção com agentes oxidantes. oxicloreto de fósforo. ácido nítrico e ácido sulfúrico. ácido cianídrico. metais em pó. Hg. percloratos e permanganatos de potássio. óleos ou qualquer matéria orgânica. Br2 HF. gás cianídrico. bismuto e suas ligas. Ácido Acético Ácido Cianídrico Ácido Crômico [Cr (VI)] Ácido Fluorídrico Ácido Fórmico Ácido Nítrico (concentrado) Ácido Nítrico Ácido Oxálico Ácido Perclórico Ácido Pícrico Ácido Sulfídrico Água Alumínio e suas ligas (principalmente em pó) Amônia Amônio Nitrato Anilina Bismuto e suas ligas Bromo Carbeto de Cálcio ou de Sódio . peróxido de hidrogênio. Cl. Metais em pó. agentes redutores. ácido perclórico. Anidrido acético.ANEXO A Tabela de incompatibilidade entre produtos Substâncias Acetileno Acetona Incompatível com Cloro. ácido sulfúrico e trióxido de enxofre. Prata. peróxidios. prata. Umidade (no ar ou água). anilina. Bromo. agentes oxidantes. anidrido acético. ácido crômico. cloratos. papel. líquidos. matéria combustível. permanganatos e peroxídos. mercúrio e prata. pentóxido de fósforo. graxas. sais de mercúrio prata. flúor. Ácido nítrico. carbonetos. Álcoois e outras substâncias orgânicas oxidáveis. éter de petróleo. hidrogênio. Acetileno. hipoclorito de cálcio. líquidos e gases combustíveis. Ácido perclórico. permanganatos e peróxidos. Soluções ácidas ou alcalinas. glicerina. bromo. Cloreto de acetilo. carbetos de sódio e terebentina. madeira. butano e outros gases de petróleo. fósforo e etilfeno. anilina óxido Cr(IV). álcoois. Bromo. ácido iodídrico.

óxidos ou oxalatos de metais pesados (nitratos. amônia. nitratos e ácido nítrico. . Maioria das substâncias (armazenar separado). ferro. ácido crômico. Cloratos e percloratos. cloratos. Ácidos. gasolina. alumínio. papel. ácidos. anidrido acético.fósforo. percloratos. açúcar e sulfetos. ácido nítrico. Qualquer matéria oxidante. amônia. butano e outros gases de petróleo. (anidra ou aquosa) e hidrogênio. metais em pó. madeira. fósforo e enxofre. Amônia ou carvão ativo. dióxido de carbono. agentes oxidante. Acetileno. Ar. Ácidos e álcalis. Ácidos (minerais ou orgânicos). carboneto de sódio e terebentina. hidrocarbonetos cloráveis. Ar (oxigênio) ou qualquer matéria oxidante. etc) Hidrogênio Peróxido Hidroperóxido de Cumeno Hipoclorito de Cálcio Iodo Líquidos inflamáveis Lítio Magnésio (principal/em pó) Mercúrio Cobre. metais em pó. Acetileno. peróxidos fosfatos e sulfatos). enxofre. metano e fosfina. bromo. de Ácidos ou seus vapores. sais de amônio. halogênios. de fósforo. naftaleno. acetonas. terebentina. acetileno. álcool pentóxido. acetato de etila e água. bismuto. metais alcalinos. propano. cromo. Ácidos. hidrogênio. Flúor. Acetileno. Cloratos de Sódio Cloreto de Zinco Cloro Cobre Cromo IV Óxido Dióxido de Cloro Flúor Enxofre Fósforo Fósforo Branco Fósforo vermelho Hidreto de Lítio e Alumínio Hidrocarbonetos (benzeno. líquidos combustíveis. Amônia. peróxido de hidrogênio. peróxido de sódio. Ácidos. substâncias orgânicas oxidáveis ou combustíveis. álcoois. (especialmente solventes orgânicos). benzeno. matéria combustível. cianetos. Acetona. cloro. substâncias combustíveis. umidade no ar e água.Carvão Ativo Cianetos Cloratos e Percloratos Cloratos Potássio ou Percloratos Hipoclorito de cálcio. Matéria oxidante. ácido oxálico. amônia. nitritos Hg (IV) nitratos. enxofre. peróxido de hidrogênio. oxidantes. butano. Carbonatos. glicerina. sulfeto de hidrogênio. metais em pó. Ácidos ou matéria orgânica. butadieno. matéria oxidável. Nitrato de amônio. sais de amônio. ácido nítrico com etanol. Ácido acético. peróxido de sódio. peróxido de hidrogênio.

acetato de etila e outras substâncias oxidáveis. matéria oxidável e água. Ácidos ou água. compostos orgânicos combustíveis finamente divididos. etileno glicol. Compostos de amônio. Ar (unidade e/ou oxigênio) ou água. ácido oxálico e tartárico. ácido nítrico com etanol. Compostos orgânicos combustíveis. Ácido acético glacial. Álcoois inorgânicos. amoníaco. Enxofre. cloretos. acetato de etila. bicarbonato de sódio e água. furfural. glicerina. Cianeto de sódio ou potássio. pralogenados. substâncias oxidáveis.Metais Alcalinos e Alcalinos Terrosos (Ca. cloratos. álcoois benzaldeído. ésteres. hidrogênio. substância orgânica. Compostos orgânicos. Matéria combustível. com a maioria dos metais ou seus sais. enxofre e zinco. Permanganato ou Persulfato Permanganato de Potássio Benzaldeído. Ácidos. Mg. Nitrato de amônio Nitrito Nitrito de Sódio Nitro-parafinas Óxido de Mercúrio Oxigênio (líquido enriquecido com O2) Pentóxido de Fósforo ou ar Gases inflamáveis. água. ferro. K. metanol. água e zinco em pó. Materiais combustíveis. fósforo. tetracloreto de carbono. hidrocarbonetos clorados e Água. metais alcalinos. dimetilformamida. nitratos metálicos. anidrido acético. Acetileno. compostos orgânicos. materiais oxidantes tais como ácidos. Tetracloreto de carbono e outros carbetos. Perclorato de Amônio. etilenoglicol. Peróxido de Sódio Potássio Prata Zinco em pó Zircônio (principal/em pó) . acetileno. cloreto estagnoso. substâncias oxidáveis. Na) Nitrato Dióxido de carbono. cobre. ácido clorídrico. hidrazina. carvão ativado. líquidos ou sólidos como acetona. óleos. aminas. peróxidos. glicerina. metais em pó. acetona. Peróxidos Peróxidos (orgânicos) Peróxido de Bário Peróxido de Hidrogênio 3% Metais pesados. Li. metais em pó. graxas. piridina. Crômio. Ce. compostos de amônia. nitratos de amônio ou outros sais de amônio. enxofre. chumbo. Ácido (mineral ou orgânico). acetato de sódio. fósforo. álcoois. ácido sulfúrico. dissulfeto de carbono. etanol. cloratos e nitratos. halogênios.

IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS PRODUTOS PERIGOSOS 1.2 Isolamento 4.3 Efeitos das substâncias no organismo 3.2 Roupas de proteção 3. TOXICOLOGIA 2.4 Contenção 4.2 Painéis de segurança 1.2 Rotas de exposição 2. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL 3. AÇÕES EMERGENCIAIS 4.3 Salvamento 4.1 Exposições agudas e crônicas 2.1 Identificação 4.5 Descontaminação .1 Rótulos de Risco 1.3 Fichas de Emergências 1.3 Níveis de proteção 4.Programa de Matérias 1.4 Manual da ABIQUIM 2.1 Equipamentos de proteção respiratória 3.

IT .28 COBERTURA DE SAPÉ. PIAÇAVA E SIMILARES SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXO Afastamentos da cobertura combustível .

5. piaçava e similares.3 A fiação que não estiver embutida em alvenaria ou concreto deve estar totalmente protegida por eletrodutos metálicos. NBR 13932 – Instalações Internas de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) – Projeto e execução. NR 23 – Proteção contra incêndios.1.1 Instalações elétricas 5. NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. fornos. 5 PROCEDIMENTOS 5.br Email: dat3@cbmmg. . aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. Augusto de Lima. NBR 9050 – Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências a edificações.2. piaçava e similares. 5. churrasqueiras e similares devem estar no interior de compartimentos com piso.Portaria 3214 do Ministério do Trabalho. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.mg. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica.130.gov.bombeiros. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5. coifas e congêneres devem também estar à distância mínima de 2 m de qualquer parte da cobertura combustível e nunca acima de sua Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.1.1 As fontes de calor que podem inflamar as fibras combustíveis devem ser isoladas e mantidas à distância mínima de 5 m. PIAÇAVA E SIMILARES 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece condições mínimas de segurança para edificações que tenham suas coberturas construídas com fibras de sapé. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 13523 – Central Predial de gás liquefeito de petróleo.mg.190-000 Site: www. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações cuja cobertura seja de fibras de sapé. 5.gov.Materiais de Construção . espaço. NBR 9442 .2 A fiação e os componentes da instalação elétrica devem ser corretamente dimensionados para evitar superaquecimentos e curtos-circuitos que possam inflamar as fibras vegetais. Decreto Estadual nº 44.Método de Ensaio.2.2.3 As saídas de chaminés.2 Fogões. paredes e cobertura incombustíveis.270.2 Fontes de calor 5. NBR 5628 – Compone