DECRETO Nº 44270, 31 DE MARÇO DE 2006

Regulamenta a Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001, que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de atribuição que lhe confere o inciso VII do art. 90, da Constituição do Estado, e tendo em vista a Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001,

DECRETA:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º Este Decreto contém o regulamento de segurança contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Parágrafo único. Incumbe ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais - CBMMG, as ações de que trata este Decreto. Art. 2º As exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco devem ser cumpridas visando atender aos seguintes objetivos: I - proporcionar condições de segurança contra incêndio e pânico aos ocupantes das edificações e áreas de risco, possibilitando o abandono seguro e evitando perdas de vida; II - minimizar os riscos de eventual propagação do fogo para edificações e áreas adjacentes, reduzindo danos ao meio ambiente e patrimônio; III - proporcionar meios de controle e extinção do incêndio e pânico; IV - dar condições de acesso para as operações do Corpo de Bombeiros Militar; e V - garantir as intervenções de socorros de urgência.

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CAPÍTULO II DAS DEFINIÇÕES

Art. 3º Para efeito deste Decreto aplicam-se as definições a seguir descritas: I - altura ascendente ou altura do subsolo da edificação: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga, sob a projeção do paramento externo da parede da edificação, ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo); II - altura da edificação ou altura descendente: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (nível térreo, 2º piso, ou pilotis, desde que haja acesso dos usuários ao exterior da edificação), sob a projeção do paramento externo da parede da edificação, ao piso do último pavimento, excluindo o ático, casa de máquinas, barriletes, reservatórios d’água, pavimento superior da cobertura (duplex), e assemelhados; III - ampliação: é o aumento da área construída da edificação; IV - análise: é o ato formal de verificação das exigências das medidas de proteção contra incêndio das edificações e áreas de risco no processo de segurança contra incêndio; V - andar ou pavimento: é o volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos, ou entre o nível do piso e o nível imediatamente superior; VI - área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação; VII - área do pavimento: é a área em metro quadrado, calculada a partir das paredes externas; VIII - área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação; IX - área protegida: é a área dotada de medidas ativa e passivo para proteção contra incêndio e pânico; X - área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação; XI - área edificada: entende-se por área edificada toda a área que possuir piso e teto construídos, pertencentes ao imóvel; XII - área imprópria ao uso: são áreas que por sua característica geológica ou topográfica impossibilitam a sua exploração. Exemplificam esta definição os taludes em aclive acentuado, barrancos em pedra, lagos mesmo os artificiais, riachos e poços, dentre outros; XIII - área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais, podendo ser edificada ou aberta, sobre piso, com ou sem acabamento ou em terreno natural, esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada, conforme o caso;

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XIV - área de risco: área onde haja possibilidade da ocorrência de um sinistro; XV - área utilizável: é toda aquela que de alguma forma pode ser utilizável para manobra de veículos, ações de carga e descarga, movimentação de pessoas e/ou materiais sem parte edificada. Excetuam-se destas as áreas destinadas a jardinagem, passeios públicos e áreas impróprias ao uso; XVI - ático: parte do volume superior de uma edificação, destinada a abrigar máquinas e equipamentos, casa de máquinas de elevadores, placas e equipamentos de aquecimento solar, aquecedores de água a gás ou elétricos localizados na cobertura do edifício, caixas de água e circulação vertical; XVII - auto de vistoria do Corpo de Bombeiros - AVCB: documento emitido pelo CBMMG, certificando que a edificação possui as condições de segurança contra incêndio e pânico, previstas na legislação, estabelecendo um período de revalidação; XVIII - carga de incêndio: é a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço, inclusive o revestimento das paredes, divisórias, pisos e tetos; XIX - compartimentação: é a característica construtiva, concebida pelo arquiteto ou engenheiro, na qual se tem a divisão em nível (cômodos) ou vão vertical (pé direito), cujas características básicas são a vedação térmica e a estanqueidade à fumaça, em que o elemento construtivo estrutural e de vedação possui resistência mecânica à variação térmica no tempo requerido de resistência ao fogo - TRRF, determinado pela norma correspondente, impedindo a passagem de calor ou fumaça, conferida à edificação em relação às suas divisões internas; XX - corpo técnico: é um grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG, legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico, tendo como objetivos propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP), analisar, avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas neste Decreto; XXI - edificação: é a área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação, equipamento ou material; XXII - edificação térrea: é a edificação de um pavimento, podendo possuir mezaninos, sobrelojas e jiraus; XXIII - emergência: é a situação crítica e fortuita que representa perigo à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio, decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional;

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XXIV - Instrução Técnica: é o documento elaborado pelo Corpo de Bombeiros Militar com objetivo de normalizar medidas e procedimentos de segurança, prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco; XXV - incêndio: é o fogo sem controle; XXVI - isolamento de risco: é a característica construtiva, concebida pelo arquiteto ou engenheiro, na qual se tem a separação física de uma edificação em relação às demais circunvizinhas, cuja característica básica é a impossibilidade técnica de uma edificação ser atingida pelo calor irradiado, conduzido ou propagado pela convecção de massas gasosas aquecidas, emanadas de outra atingida por incêndio; XXVII - mezanino: é o pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares, sendo considerado andar o mezanino que possuir área superior a metade da área do andar subdividido; XXVIII - mudança de ocupação: consiste na alteração de uso da edificação que motive a mudança de classificação na Tabela 1 do Anexo deste Decreto; XXIX - medidas de proteção contra incêndio e pânico: é o conjunto de ações e dispositivos a serem instalados nas edificações e áreas de risco necessários a evitar o surgimento de incêndio e pânico, limitar sua propagação, possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à incolumidade das pessoas, ao meio ambiente e ao patrimônio; XXX - megajoule - MJ: é a medida de capacidade calorífica dos corpos e materiais, estabelecida pelo Sistema Internacional de Unidades - SI; XXXI - nível: é a parte da edificação não contida em um mesmo plano; XXXII - nível de descarga: é o nível no qual uma porta externa conduz ao exterior; XXXIII - nível de segurança: é o enquadramento dado ao nível potencial de risco que a edificação oferece em sua utilização prevista, conforme concebida pelo arquiteto ou engenheiro; XXXIV - ocupação: é a atividade ou uso da edificação; XXXV - ocupação mista: é a edificação que abriga mais de um tipo de ocupação; XXXVI - ocupação predominante: é a atividade ou uso principal exercido na edificação, levando-se em consideração o risco de ativação das estruturas ou o potencial danoso aos usuários; XXXVII - pânico: susto ou pavor que, repentino, provoca nas pessoas reação desordenada, individual ou coletiva, de propagação rápida; XXXVIII - pavimento: está compreendido entre o plano de piso e o plano do teto imediatamente acima do piso de referência;

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XXXIX - perícia técnica: consiste no levantamento e apuração efetuado

por

profissional do CBMMG, legalmente habilitado, para emissão de parecer técnico quanto aos sinistros e exigências de proteção contra incêndio e pânico nas edificações, mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem, bem como das causas do desenvolvimento e conseqüências dos incêndios, através do exame técnico das edificações, materiais e equipamentos, no local ou em laboratório especializado, apontando as causas que o motivaram; XL - piso: superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito; XLI - prevenção contra incêndio e pânico: conjunto de ações e medidas que visam a orientação das pessoas, objetivando diminuir a possibilidade da ocorrência de um princípio de incêndio e pânico, e estabelecer o comportamento a ser adotado frente à emergência; XLII - procedimento sumário: constitui-se na ação de análise e vistoria do CBMMG em edificações de uso coletivo, com área de até 750 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados) regulado por meio de Instrução Técnica, em conformidade com o disposto no § 10 do art. 5º; XLIII - processo se segurança contra incêndio e pânico - PSCIP: é a documentação que contém os elementos formais das medidas de proteção contra incêndio e pânico de uma edificação ou área de risco que deve ser apresentada no CBMMG para avaliação em análise técnica; XLIV - reforma: alteração na edificação e áreas de risco sem aumento de área construída; XLV - responsável técnico: profissional legalmente habilitado perante o órgão de fiscalização profissional, para elaboração ou execução das atividades relacionadas com a segurança contra incêndio e pânico; XLVI - risco: é o acontecimento possível, futuro e incerto, seja quanto a sua realização, seja quanto à época em que poderá ocorrer, independente da vontade humana ou não e de cuja ocorrência decorrem prejuízos de qualquer natureza; XLVII - risco isolado: é o risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados, suficientes para evitar a propagação de incêndio de um para o outro; XLVIII - risco predominante: é a atividade principal exercida na edificação, que também pode ser definido como o risco principal na edificação, ou o que predomina sobre os demais, ou ainda o maior nível de risco, desde que na ocorrência de um sinistro ele contribua de alguma forma para o agravamento da situação de forma significativa e em termos proporcionais; XLIX – risco iminente: É a constatação de situação atual e iminente de exposição ao perigo e a probabilidade de ocorrência de um sinistro que deve ser fundamentada pelo Bombeiro Militar durante a realização de vistoria levando-se em consideração a exposição ao perigo potencial e as medidas de proteção adotadas no local;

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L - saída ou rota de fuga: caminho contínuo apresentando-se por portas, acessos, corredores, halls, escadas, rampas, ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelo usuário, para acesso e descarga; LI - saída de emergência: caminho contínuo, devidamente protegido e sinalizado, proporcionado por portas, corredores, halls, passagens externas, balcões, vestíbulos, escadas, rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelos usuários em caso de um incêndio e pânico, que conduzam os usuários de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço aberto, protegido do incêndio ou pânico, em comunicação com o logradouro; LII - segurança contra incêndio e pânico: é o conjunto de ações e recursos internos e externos à edificação ou área de risco que permitem controlar a situação de incêndio e pânico e remoção das pessoas do local de sinistro em segurança; LIII - serviço de segurança contra incêndio e pânico: compreende a Diretoria de Atividades Técnicas, Batalhões, Companhias e Pelotões do CBMMG que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco, observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas neste Decreto; LIV - sistema de prevenção contra incêndio e pânico: sistema constituído de equipamentos, materiais e conjuntos que atuam na proteção da vida e das edificações; LV - sistema preventivo eficaz automático: entende-se por todo equipamento que não dependa da ação humana para entrar em funcionamento e que debele o incêndio ainda no início, permitindo o menor dano possível ao patrimônio e preservando a vida humana; LVI - sistema preventivo eficiente: entende-se pelo conjunto de equipamentos, cujo funcionamento dependa da ação humana para funcionar e possua carga extintora de comprovada eficiência; LVII - vistoria: é o ato de certificar o cumprimento das exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco por meio de exame no local.

CAPÍTULO III DA COMPETÊNCIA DO CBMMG

Art. 4º Ao CBMMG cabe estudar, pesquisar, analisar, planejar, vistoriar, periciar, fiscalizar, aplicar sanções administrativas, dispor sobre as medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco e demais ações previstas neste Decreto. Art. 5º As exigências constantes das tabelas de medidas de prevenção contra incêndio e pânico previstas no Anexo deste Decreto aplicam-se às edificações e áreas de risco por ocasião:

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I - da construção ou modificações que comprometam a eficiência dos meios preventivo contra incêndio e pânico; II - da mudança da ocupação ou uso, ou ainda ampliações de área construída e; III - a todas as edificações e áreas de risco existentes ou que surjam a partir da publicação deste Decreto. § 1º As exigências para edificações existentes, que não possuam Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico – PSCIP, aprovado até a data da publicação deste Decreto, são as constantes das Tabelas 8 e 8A. § 2º Os sistemas de proteção instalados em edificação, com base na legislação municipal da época, terão validade para definição de qualquer exigência relativa à proteção contra incêndio. § 3º As edificações projetadas ou em construção, cujo PSCIP tenha sido aprovado pelo CBMMG, até a data da publicação deste Decreto, terão garantidos os direitos de acordo com a legislação anterior, inclusive a emissão do AVCB. § 4º As edificações existentes, cujos PSCIP foram aprovados e liberados pelo CBMMG, sofrerão vistorias permanentes, observada a legislação vigente à época de sua aprovação inicial. § 5º Não se aplicam as exigências deste Decreto às edificações residenciais unifamiliares, exceto àquelas que compõem um conjunto arquitetônico formado pelo menos por uma edificação tombada pelo patrimônio histórico e edificações vizinhas, estas ainda que não tombadas, de tal modo que o efeito do incêndio gerado em uma delas possa atingir as outras. § 6º As medidas de proteção contra incêndio e pânico em edificações históricas deverão ser especificadas através de Instrução Técnica. § 7º As edificações contendo ocupações mistas são consideradas conforme os seguintes critérios: I - os parâmetros correspondentes à ocupação que apresentar exigências mais rigorosas, caso não haja compartimentação garantindo a separação destas ocupações; e II - os parâmetros correspondentes às exigências a cada uma das ocupações, caso haja compartimentação, garantindo a separação entre elas. III – Não é considerada ocupação mista o conjunto de atividades, onde predomina uma atividade principal que possua atividades secundarias fundamental para a concretização da primeira. § 8º As edificações e áreas de risco que não tenham sua ocupação ou seu uso definido são consideradas como indefinidas e submetem-se às exigências específicas do corpo técnico, devendo ser classificadas no maior risco possível para a edificação.

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§ 9º Na ausência de normas ou omissão de regras gerais e específicas ou quando da impossibilidade técnica do cumprimento de qualquer das exigências contidas neste Decreto, os casos especiais serão analisados por corpo técnico, admitindo-se adotar literaturas internacionais científicas consagradas, desde que atendam aos objetivos propostos. § 10. A edificação de uso coletivo, com área de até 750,00 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados), poderá atender aos requisitos para o procedimento sumário, a ser regulado por Instrução Técnica.

CAPÍTULO IV DO SERVIÇO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO

Art. 6º É de responsabilidade do CBMMG, por intermédio do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico: I - credenciar seus oficiais e praças por meio de cursos e treinamentos, ministrados por profissionais legalmente capacitados, para desenvolvimento das atividades de verificação da conformidade das medidas de prevenção contra incêndio e pânico; II - analisar o processo de segurança contra incêndio e pânico; III - realizar a vistoria nas edificações e áreas de risco por intermédio de profissionais credenciados; IV - expedir o respectivo AVCB; V - cassar o AVCB ou o ato de aprovação do processo, no caso apuração de irregularidade; e VI – realizar pesquisas no campo da prevenção, do combate ao incêndio e ao pânico, por intermédio profissionais legalmente habilitados. Parágrafo único. É da competência do Comandante-Geral do CBMMG a homologação, por meio de portarias, das Instruções Técnicas expedidas pelo Diretor de Atividades Técnicas.

CAPÍTULO V DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS

Seção I Da Tramitação

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Art. 7º O processo será iniciado com o protocolo de requerimento, devidamente instruído com o projeto técnico que deve conter plantas, especificações das medidas de segurança contra incêndio e pânico e demais documentos necessários à demonstração do atendimento das disposições técnicas contidas na forma deste Decreto e respectivas Instruções Técnicas. § 1º O CBMMG, por intermédio do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico, deverá manter disponível ao proprietário ou responsável técnico interessado as informações sobre o andamento do processo. § 2º O proprietário ou o responsável técnico da edificação poderá solicitar informações sobre o andamento do processo ou do pedido de vistoria ao Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico do CBMMG, que deverá se pronunciar no prazo de até dois dias úteis. § 3º As medidas de segurança contra incêndio e pânico submetidas à aprovação do CBMMG devem ser projetadas e executadas por profissionais ou empresas habilitadas pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura - CREA-MG.

Seção II Da Análise do Processo

Art. 8º A análise do processo de segurança contra incêndio e pânico é de competência da Diretoria de Atividades Técnicas, Batalhões, Companhias e Pelotões do CBMMG, que terão prazo de quinze dias úteis para este fim. § 1º O processo será objeto de análise por oficial ou praça (Sub Ten e Sargento) credenciado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. § 2º Atendidas as disposições contidas neste Decreto, o processo será deferido. § 3º O indeferimento do processo deverá ser motivado com base na inobservância das disposições contidas neste Decreto e respectivas Instruções Técnicas, devendo a documentação ser devolvida ao interessado, com a capitulação que caracterizou as irregularidades, para as devidas correções. § 4º Após as correções, o interessado apresentará o processo para nova análise e o CBMMG terá o prazo de quinze dias úteis para pronunciar-se a respeito. § 5º O processo será aprovado desde que regularizado ou sanadas as notificações apontadas em análise. § 6º Nas edificações destinadas à realização de eventos diversos, o interessado deverá apresentar ao CBMMG, no prazo definido em Instrução Técnica, o PSCIP contendo as adaptações para o evento específico, mesmo que a edificação possua AVCB.

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não se encontrem entre aquelas relacionadas na Tabela 1 do Anexo. o funcionamento e a execução das medidas de segurança contra incêndio e pânico. 10 . 5º. constatada qualquer irregularidade nas medidas de proteção contra incêndio e pânico. Seção III Da Vistoria para fins de Emissão do AVCB Art. Companhias e Pelotões do CBMMG realizar vistorias. § 7º Apurada a continuidade do descumprimento de notificações para correções das irregularidades o AVCB será cassado mediante procedimento administrativo. II e III do art. que foram sanadas as possíveis notificações apontadas em vistoria. com exceção das construções provisórias que terão prazo estabelecido em Instrução Técnica. Seção IV Da Vistoria nas Edificações e Áreas de Risco para fins de Fiscalização Art. que concorram para a modificação do nível de segurança.§ 7º Serão objeto de análise específica pelo Corpo Técnico. nas edificações e áreas de risco. É atribuição da Diretoria de Atividades Técnicas. as edificações e áreas de risco cuja ocupação ou uso. § 5º A critério do CBMMG. de outras de mesma natureza que possam reduzir a condição de risco. por parte do CBMMG. § 3º Após a expedição do AVCB. só devendo executar as medidas de segurança contra incêndio e pânico após a sua aprovação. as alterações nas edificações que não implicarem em modificação do nível de segurança e não estiverem enquadradas nos incisos I. § 8º O requerente será notificado quanto ao resultado da análise do processo. § 2º O AVCB será expedido após verificado no local. responsável técnico legalmente habilitado ou representante legal. ainda. § 4º O AVCB terá validade de dois anos. nas edificações e áreas de risco. 9º A vistoria para a emissão do AVCB. suprindo a ação protetora daquela dispensada. o CBMMG providenciará a notificação do responsável para sanar as irregularidades. para a fiscalização de que trata este Decreto. serão desprezadas para efeito de vistoria. responsável pelo uso. § 1º O prazo para realização da vistoria será de quinze dias úteis a contar do protocolo do pedido. § 6º A impossibilidade técnica de execução de uma medida de proteção contra incêndio e pânico não impede a exigência. será feita mediante solicitação do proprietário. Batalhões. de acordo com o processo aprovado em análise e. 10.

401. 16. e III . CAPÍTULO VI DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS Art. manutenção e conservação de aparelhos de prevenção contra incêndio e pânico. A inobservância do disposto neste Decreto sujeita o infrator às seguintes sanções administrativas: I . § 4º Persistindo a infração. conforme o disposto no § 2º do art.interdição. combinado com o art. § 2º As multas deverão seguir uma sequência lógica de aplicação. persistindo a conduta infracional.9216 UFEMG (Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais). As especificações técnicas do cadastro a que se refere o caput serão definidas pelo CBMMG por meio de Instrução Técnica. § 5º Após a primeira multa. em forma de notificação. e assim sucessivamente.multa.advertência escrita. 12.0645 a 2. utilizados em edificação de uso coletivo. deverá cadastrar-se no CBMMG para o exercício dessas atividades.0645 UFEMG. será aplicada multa de 80. 14. nova multa será aplicada na primeira reincidência. A multa deverá ser aplicada levando-se em consideração o nível de segurança constatado. constatado o descumprimento deste Decreto ou de norma técnica regulamentar. II . observando-se o critério estabelecido no § 2º.Seção V Do Cadastro de Pessoas Físicas e Jurídicas Art. Art. § 3º Sessenta dias após a formalização da advertência escrita. devendo ser gradual e possuir o caráter instrutivo antes do punitivo. 11 . instalação. do art. Parágrafo único. 13. os períodos previstos para a aplicação de novas multas por reincidência deverão ser de no mínimo trinta dias. § 1º A advertência escrita. A pessoa física ou jurídica responsável pela comercialização. cujo o Valor de Referência (VR) é de 80. 11. de forma a permitir que o responsável tenha tempo para corrigir as irregularidades. será aplicada na primeira vistoria. em relação ao uso. 13 e o disposto no art. § 6º A pena de interdição será aplicada sempre que houver situação de nível de segurança IV e/ou risco iminente devidamente fundamentado. 13.

e em segundo. 14. CAPÍTULO VII DA RECONSIDERAÇÃO DE ATO E DOS RECURSOS ADMINISTRATIVOS Seção I Procedimentos e Prazos do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico Art.75 x FR Cassação do AVCB Cassação do AVCB Cassação do AVCB Nível I Nível II Nível III Nível IV Nível de segurança constatado § 3º O fator de risco . A multa será dobrada na primeira reincidência e multiplicada por três na segunda. e neste se verificar que houve incremento do fator de risco. o patrimônio.75 x FR VR x 3. § 2º Caso haja alguma variação entre o nível de segurança aprovado ou constatado em vistoria anterior e o nível de segurança na data da vistoria atual. conforme o quadro abaixo: Nível de segurança aprovado ou constatado Nível . § 1º O pedido de reconsideração será dirigido à autoridade que praticou o ato e protocolado no órgão a que esta pertencer. 12 . a qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes. repetindo-se o valor da segunda reincidência na terceira.III VR x 5 x FR VR x 4 x FR VR x 5 x FR VR x 3. 15.75 x FR VR x 3. o proprietário.§ 1º A multa será aplicada levando-se em conta o risco predominante no qual se avaliará a prevalência do pânico sobre o incêndio e considerando-se.I Nível . e havendo uma quarta reincidência a edificação terá o AVCB cassado. Art.FR e níveis estão descritos na Tabela 3 e a descrição da classificação dos riscos nas Tabelas 4 e 5 do Anexo. respectivamente. para incêndio e pânico. após as devidas notificações e advertências.II Nível . o responsável pelo uso ou responsável técnico poderá apresentar pedido de reconsideração do ato. ainda. será aplicada multa. a proteção à vida em primeiro plano. Quando houver discordância do ato administrativo praticado pelo CBMMG.

que deverá convocar o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado . casos fortuitos ou motivos de força maior. onde o recurso tiver sido interposto.130 de 2001. Seção II Prazo para Interposição de Recurso Art.§ 2º Do indeferimento do pedido de reconsideração previsto no § 1º. quando houver justificado motivo. O prazo de sessenta dias previsto no § 2º do art. definido como período de advertência. mediante solicitação fundamentada do responsável técnico. para analisar e emitir parecer no prazo de trinta dias. caberá interposição de recurso ao Comandante de Pelotão. previsto no § 3º. poderá ser prorrogado. Companhia ou Batalhão de Bombeiros Militar. CAPÍTULO VIII DOS EVENTOS PÚBLICOS 13 . cuja decisão caberá às autoridades previstas no § 2º art. § 3º. pelo proprietário. Caberá recurso ao Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG. Parágrafo único. 16. Somente serão aceitas solicitações de prorrogação de prazos para correção de irregularidades no projeto e na execução.CCPCIP. 17. e podendo ser consultada por qualquer cidadão interessado. 15. Os recursos previstos no art. responsável pelo uso ou responsável técnico. que acatando ou indeferindo o pedido indicará o período necessário para sanar as irregularidades. 15 serão interpostos. cuja decisão deverá ser proferida dentro do prazo de quinze dias úteis. no prazo de quinze dias a contar do conhecimento. devidamente fundamentados. § 6º A decisão ficará à disposição dos interessados na Organização Bombeiro Militar. 4º da Lei nº 14. contados do seu recebimento. com comprovação da impossibilidade técnica. proprietário ou representante legal. caberá recurso ao Comandante Geral do CBMMG. § 5º Recebido o parecer da CCPCIP o Comandante-Geral decidirá em até quinze dias úteis. contados do seu recebimento. do ato administrativo praticado pelo CBMMG. no caso de indeferimento do recurso previsto no parágrafo anterior. § 4ºDo indeferimento. Art. sendo de caráter público. cuja decisão deverá proferida no prazo de quinze dias úteis.

a qualquer título: I . devem comprovar a titularidade ou o direito sobre a edificação e área de risco. independentemente das responsabilidades civis e penais cabíveis. quando necessárias. 22. o responsável pelo uso ou o seu representante legal podem tratar de seus interesses perante o CBMMG e. Os eventos públicos. como espetáculos. 21. objeto da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica perante o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Minas Gerais CREA-MG. e II . Em se tratando de edificações e áreas de risco já construídas é de inteira responsabilidade do proprietário ou do responsável pelo uso. e ao responsável pela obra.Art.adotar as providências cabíveis para a adequação da edificação e das áreas de risco às exigências deste Decreto. quando necessário. 19. § 1º O disposto no caput aplica-se na realização de eventos em edificações temporárias. deverão contar com profissional habilitado como responsável pela segurança do evento e dos sistemas preventivos existentes ou projetados. sob pena de incorrer no disposto no art. Art. nas de recepção de público e nas demais onde ocorrerem tais eventos. Art. Art. 12. CAPÍTULO X DA CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO 14 . O proprietário. o fiel cumprimento do que foi projetado. sendo aquele profissional o responsável técnico pela segurança e pelas instalações. 20. § 2º As atividades a cargo do profissional nos eventos e os procedimentos serão estabelecidas em Instrução Técnica própria. CAPÍTULO IX DOS DIREITOS E RESPONSABILIDADES DO PROPRIETÁRIO OU RESPONSÁVEL PELO USO DO IMÓVEL Art. Para as edificações e áreas de risco a serem construídas caberá aos respectivos autores ou responsáveis técnicos o detalhamento técnico dos projetos e das instalações das medidas de segurança contra incêndio e pânico. feiras e assemelhados. mediante documentos hábeis. de que trata este Decreto. 18.utilizar a edificação de acordo com o uso para o qual foi projetada. O proprietário do imóvel ou o responsável pelo uso obrigam-se a manter as medidas de proteção contra incêndio e pânico em condições de utilização e manutenção adequadas.

II -quanto ao risco: a) quanto ao nível de segurança: de acordo com a Tabela 3 do Anexo. XXI – sistema fixo de gases limpos e dióxido de carbono . b) quanto à segurança contra incêndio:de acordo com a Tabela 4 do Anexo .sinalização de emergência. caracterizando-a como ocupação mista.acesso de viatura até a edificação. XVI .extintores.Art. 24.saídas de emergência.controle de fumaça.iluminação de emergência.quanto à ocupação: a) de acordo com a Tabela 1 do Anexo. XIV .resfriamento.controle de materiais de acabamento. podendo conter na mesma edificação um ou mais tipos de ocupação.compartimentação horizontal. XX .separação entre edificações (isolamento de risco). V . XVIII . IX .segurança estrutural nas edificações. XVII .elevador de segurança. as edificações e áreas de risco são assim classificadas: I .CO2. 23. VI . XII . VIII .espuma. As medidas de proteção contra incêndio e pânico das edificações e área de risco são as constantes abaixo: I .brigada de incêndio. Para efeito deste Decreto.compartimentação vertical. XIX . 15 .hidrante ou mangotinhos.chuveiros automáticos. II . XV .alarme de incêndio. IV .gerenciamento de risco de incêndio e pânico. VII . III . CAPÍTULO XI DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Art. X . XI . e c) quanto ao pânico: de acordo com a Tabela 5 do Anexo.

e XXIV . desde que comprovada a sua eficácia. III . § 1º Para a execução e implantação das medidas de proteção contra incêndio e pânico. conforme este Decreto. deve obedecer os parâmetros estabelecidos na Instrução Técnica respectiva. 16 . evitando ou confinando o incêndio. As edificações e áreas de risco enquadradas conforme o art. 25. nas normas brasileiras da ABNT aplicáveis. às normas técnicas da ABNT.SPDA. II . as edificações e áreas de risco devem atender às exigências previstas nas Instruções Técnicas e. exceto para ocupações residenciais. § 1º Cada medida de proteção contra incêndio e pânico. § 2º As medidas de proteção contra incêndio e pânico devem ser projetadas e executadas objetivando a preservação da vida humana. 5º devem atender às exigências de sistema preventivo de acordo com o mínimo exigível. evitando ou controlando o pânico. 27. igual às também exigíveis neste Decreto.outras especificadas em IT. § 3º Será exigido sistema de controle de fumaça para edificações com altura superior a sessenta metros. na legislação específica ou nas literaturas internacionais científicas consagradas. No caso do disposto no caput. quando: I .XXII . CAPÍTULO XII DAS EXIGÊNCIAS DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Art. Art.houver comercialização ou utilização de gás liqüefeito de petróleo -GLP.houver manipulação ou armazenamento de produtos perigosos. XXIII .plano de intervenção de incêndio. As edificações e áreas que pela sua concepção estrutural puderem ser classificadas como nível I de segurança.for provida de heliporto ou heliponto. com a característica de risco baixo para pânico e incêndio. piaçava ou similares. Art. § 2º As edificações e áreas de risco deverão ainda atender à Instrução Técnica respectiva. 26. constante do Capítulo XI. poderão ser dispensadas da exigência de equipamentos de combate a incêndio. na sua falta. no mínimo. e IV . a comprovação é que a eficácia seja. Parágrafo único.sistema de proteção contra descargas atmosféricas . O responsável técnico poderá apresentar medidas de proteção contra incêndio e pânico diferentes das exigíveis neste Decreto.utilizar cobertura de sapê.

b) o Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG. como membros convidados. e VI – opinar sobre casos omissos ou de dúvidas na aplicação deste Decreto.CCPCIP. 28. Bares e Restaurantes e Similares de Belo Horizonte – SINDHORB. O Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado será composto por onze membros da seguinte forma: I – seis representantes como membros natos: a) o Chefe do Estado Maior do CBMMG. c) Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte – CDL/BH. para a deliberação do Comandante-Geral do CBMMG. o Secretário-Executivo. submetidos à decisão do Comandante-Geral. V – elaborar o seu regimento interno. b) Sindicato dos Hotéis. de último grau. 29. determinando as normas e os procedimentos de seu funcionamento.CCPCIP Art. 17 . c) um Comandante operacional de Bombeiros – COB. II – opinar. III – manifestar a respeito de temas e casos relacionados à prevenção e combate a incêndio e pânico. a que se referem os §§ 4º e 5º do art. incluindo intervenções e soluções excepcionais a eles relacionados. Art. quando for o caso. II – cinco representantes. órgão consultivo do CBMMG. 15. e) Associação Comercial de Minas – AC-MINAS. que é seu Presidente. sendo o mais moderno. mediante avaliação e emissão de parecer nos recursos administrativos.CAPÍTULO XIII DO CONSELHO CONSULTIVO DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DO ESTADO . Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais – CREA/MG. Fica instituído o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado . d) três Comandantes de Batalhões de Bombeiros Militar. com as seguintes atribuições: I – discutir e apresentar sugestões quando da elaboração de Instruções Técnicas. objetivando otimizar as ações do CBMMG que propiciem segurança à comunidade. indicados dentre as dez entidades e órgão abaixo relacionados: a) Conselho Regional de Engenharia. d) Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais – FECOMÉRCIO-MG. IV – promover a integração entre as várias instituições que compõem o CCPCIP.

por meio de ato próprio. i) Câmara do Mercado Imobiliário – CMI. CAPÍTULO XIV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 18 . sendo válida a maioria simples de votos. não lhe cabendo qualquer remuneração. indicarão seus representantes titulares do Conselho e dos relacionados nas alíneas de f a j os representantes suplentes daqueles. ao de qualidade. § 5º A função de membro do Conselho é considerada de relevante interesse público. § 1º Os titulares do órgão e das entidades.f) Sociedade Mineira de Engenheiros – SME. O CBMMG dará o apoio logístico para o funcionamento do Conselho. h) Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – FIEMG. § 2º O mandato dos membros convidados do Conselho é de dois anos.MINASPETRO. observada a seguinte regra: I – decorrido o primeiro mandato o órgão e entidades que tenham representantes como titulares indicarão seus representantes como suplentes. e será substituído em seus impedimentos eventuais pelo oficial superior mais antigo que compõe o Conselho. § 4º O Presidente do Conselho terá direito. § 3º Para o cumprimento das atribuições previstas no art. § 6º O Comandante-Geral do CBMMG. além do voto comum. 30. homologará e publicará o regimento interno aprovado pelos membros do Conselho. Art. 28 as matérias submetidas aos membros do CCPCIP deverão ser instruídas e apresentadas com a devida fundamentação técnica e legal.o órgão e entidades que tenham representantes como suplentes indicarão seus representantes como titulares e assim sucessivamente a cada mandato. para posterior votação. e II . e j) Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais – SINDUSCON-MG. relacionados nas alíneas de a a e do inciso II. g) Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Automotivos e Lojas de Conveniência do Estado de Minas Gerais .

diretamente à Diretoria de Atividades Técnicas do CBMMG. que emitirá parecer para decisão do dirigente daquela Diretoria. acompanhado de Anotação de Responsabilidade Técnica – ART. propondo soluções alternativas. Os casos omissos ou os especiais. 33. Parágrafo único. ou por intermédio da Unidade ou da fração da circunscrição onde a edificação ou área de risco estiver localizada. serão analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG e submetidos à apreciação do Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais –CCPCIP. não previstos neste Decreto. em Belo Horizonte.805. Art.Art. 218º da Inconfidência Mineira e 185º da Independência do Brasil. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Na impossibilidade técnica de cumprimento das exigências deste Decreto. 32. Palácio da Liberdade. de 19 de dezembro de 2001. 19 . Art. as quais serão analisadas pelo Corpo Técnico do CBMMG. o responsável técnico deverá encaminhar laudo circunstanciado. aos 31 de março de 2006. que emitirá parecer ao Comandante Geral do CBMMG. 31. Fica revogado o Decreto nº 43.

segundo e terceiro graus. instituições Local para prestação de serviço financeiras (que não estejam incluídas em D-2). 20 . hospedarias. dança. futebol e outros que não estejam incluídos em F-3). A Residencial A-3 Habitação coletiva B-1 B Serviço de Hospedagem B-2 Hotel e assemelhado Hotel residencial C-1 C Comércio com baixa carga de Armarinhos. cabeleireiros. centros negócios profissionais e assemelhados. Centro de compras Centro de compras em geral (shopping centers). artigos incêndio hospitalares e outros. Hotéis e assemelhados com cozinha própria nos apartamentos (incluem-se apart-hotéis. reparação e Serviço de reparação (exceto os manutenção de aparelhos eletrodomésticos. Escolas de artes e artesanato. albergues. profissional ou condução de repartições públicas. conventos. musculação e outros) Espaço para cultura física esportes coletivos (tênis. D Serviço profissional D-2 D-3 D-4 E-1 E-2 E-3 E Educacional e cultura física E-4 E-5 E-6 Lavanderias. de cultura estrangeira. Escolas de primeiro. escolas religiosas e assemelhados. Locais de ensino e/ou práticas de artes marciais. de línguas. Pensionatos. e assemelhados. pintura de letreiros e outros. Escola em geral cursos supletivos e pré-universitários e assemelhados. de Escola especial cultura geral. Creches. residências geriátricas. de Escolas para excepcionais. mosteiros. pousadas. jardins-de-infância. classificados em G-4) chaveiros. Laboratórios de análises clínicas sem internação. artigos de metal. casas de cômodos e divisão A3 com mais de 16 leitos. magazines. louças. Laboratório laboratórios químicos. Agência bancária Agências bancárias e assemelhadas. sem acompanhamento médico. Hotéis. ginásticas (artística. internatos. alojamentos. supermercados em geral. pensões. Capacidade máxima de 16 leitos. casas de fisioterapia e assemelhados. Edifícios de apartamento em geral. escolas maternais. Edifícios de lojas de departamentos. fotográficos e assemelhados. Centro de profissional Pré-escola Escola para deficiências portadores treinamento Escolas profissionais em geral. motéis. hotéis residenciais) e assemelhados. carga de incêndio mercados e outros. assistência técnica.ANEXO TABELA 1 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À OCUPAÇÃO Grupo Ocupação/Uso Divisão A-1 A-2 Descrição Habitação unifamiliar Habitação multifamiliar Exemplos Casas térreas ou assobradadas (isoladas e não isoladas) e condomínios horizontais. sauna. deficientes visuais e auditivos e assemelhados. Comércio com média e alta galerias comerciais. Comercial C-2 C-3 D-1 Escritórios administrativos ou técnicos.

público e sem abastecimento. borracharia Serviço de conservação. Construção provisória. rodeios. autódromos. Oficinas de veículos de manutenção e reparos. cantinas e assemelhados. salas de funerais e assemelhados. pista de patinação e assemelhados. Garagem sem acesso de Garagens automáticas. Hospital e assemelhado. mesquitas. Oficinas de conserto de veículos. heliponto. clínicas com internação. Circos. Clubes sociais e Diversão.F-1 Local onde há objeto de valor Museus. de combustível. casa de saúde. álcool. transbordo em geral e assemelhados. aeroportos. crematórios. planetários. hospitais Locais onde pessoas requerem psiquiátricos. assemelhados. bilhares. Recreação pública. Hospital veterinário. com abastecimento. Local para refeição. Abrigos para abastecimento. Local dotado de abastecimento Postos de abastecimento e serviço. sambódromos. bibliotecas e assemelhados. (sem recauchutagem). Edificações permanentes objetos F-10 Exposição animais. lanchonetes. Hangares. salões de baile. boliche e casa de show e assemelhados. feiras em geral e assemelhados. cinemas. Edificações permanentes. capelas. com movimentação de cenários. portos. óperas. sinagogas. ambulatórios e postos de atendimento de urgência. Auditórios em geral. F-2 F-3 F-4 F Local de Reunião de Público F-5 F-6 Igrejas. E limitações físicas ou mentais. e F-7 F-8 F-9 Jardim zoológico. máquinas agrícolas e rodoviárias. Local religioso e velório. show-room. prontos-socorros. postos de saúde e puericultura e assemelhados com internação. Estação e terminal de metrô. clínicas veterinárias (inclui-se alojamento com ou sem adestramento) H Serviço de saúde e institucional H-2 Asilos. de Salões e salas de exposição de objetos e e animais. galerias de arte. refeitórios. público e sem abastecimento. tratamento de cuidados especiais por dependentes de drogas. necrotérios. H-3 21 . retificadoras de motores. Estádios. Teatros em geral. Restaurantes. Hospitais. parques recreativos assemelhados. abrigos geriátricos. cafés. Estações rodoferroviárias e lacustre. cemitérios. restaurantes dançantes. aeronaves com ou sem G-4 G-5 G-6 H-1 Garagem sem acesso de Garagem de veículos de carga e coletivos. Garagem com acesso de Garagens coletivas sem automação. Hospitais. Centro esportivo e de exibição. bares. auditórios Arte cênica. carga e coletivos. arenas em geral. centro de documentos inestimável. e assemelhados. orfanatos. de estúdios de rádio e televisão e assemelhados. palcos sem F-11 G-1 G-2 G-3 G Serviço automotivo E Assemelhados Auditórios. aquários. ginásios e piscinas com arquibancadas. clubes sociais. Todos sem celas. Boates. público. estações de passageiro. históricos. reformatórios. templos.

Hospitais psiquiátricos. tribunais. Atividades que manipulam materiais com médio risco de incêndio. fotogravuras. armas. Legislativo e Repartição pública. automóveis.200MJ/m² espuma sintética. bebidas destiladas. material Edificações sem processo industrial que armazenam tijolos. prisões em geral (casa de pessoas sofre restrições. cartórios. de distribuição de energia e central de Processamentos de dados. H Serviço de saúde e institucional H-5 H-6 I-1 I Indústria I-2 I-3 Fabricação de explosivos. detenção. armazenamento e distribuição de líquidos ou gases combustíveis e inflamáveis.200MJ/m². destinados a transporte de passageiros ou cargas diversas. instrumentos musicais. Todos com celas. tais como: artigos de vidro. gesso. Locais com carga de incêndio até 2 300MJ/m Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam médio potencial de incêndio. sabão. metais. M Especial M-2 Edificação destinada a produção. unidades de Clínicas médicas. Locais com carga de materiais oxidantes. J-4 Todo tipo de Depósito.H-4 Edificações do Executivo. serralheria. Central de energia. alimentos marcenarias. quartéis. de polícia. M-3 22 . incêndio.200MJ/m Atividades que manipulam materiais com baixo risco de incêndio. areias. fábricas de caixas e assemelhados. comunicação e Central telefônica. Indústria de material explosivo. centros de comunicação. aparelhos de rádio e som. metais e outros materiais incombustíveis. máquinas). e veterinárias. borracha e assemelhados. jóias. manicômios. cimentos. artigos de metal. centrais de transmissão. pedras. delegacias. refinarias. Local onde a liberdade das reformatórios. elevadores de grãos. Túnel rodoferroviário e lacustre. louças. centrais das forças armadas e policiais. relógios. atividades industriais Locais onde há alto risco de que envolvam líquidos e gases inflamáveis. Locais com carga de incêndio acima de 2 300 até 1. tintas. incêndio superior a 1. Depósito de material explosivo. penitenciárias. manipulação. Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam baixo potencial de incêndio. Depósitos de incombustível. Todos sem internação. Todo tipo de Depósito. postos policiais e assemelhados. L-2 L-3 Indústria.200MJ/m Depósitos onde a carga de incêndio ultrapassa a 1. Comércio em geral de fogos de artifício e assemelhados. onde os processos não envolvem a utilização intensiva de materiais combustíveis (aço. ambulatórios e assemelhados. Tanques ou Parque de Tanques. suco de frutas. móveis. Clínicas médicas em geral. Depósitos com carga de incêndio até 300MJ/m2 Depósitos com carga de incêndio acima de 300 2 até 1. tais como fábricas em geral. ferramentas. edificações Judiciário. esculturas de pedra. odontológicas hemodiálise. J-1 J-2 J Depósito J-3 Todo tipo de Depósito. M-1 Túnel. ceras. Depósito. destilarias. L-1 L Explosivos Comércio. presídios) e instituições assemelhadas.

M-7 Pátio de Containers. Área aberta destinada a armazenamento de containers.00 m Acima de 54.00 m < H ≤ 30. inexistentes ou sem condições de uso ou em condições precárias de uso. 23 . Propriedade destinada ao processamento. TABELA 2 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES QUANTO À ALTURA Tipo I II III IV Denominação Edificação Baixa Edificação de Média Altura Edificação Mediamente Alta Edificação Alta Altura H ≤ 12. Locais em construção ou demolição.00 m 30.M-4 Especial M M-5 Propriedade em transformação. onde estes se fizerem necessários. Processamento de lixo. Floresta reserva ecológica. M-6 Terra selvagem. parque floresta.00 m < H ≤ 54. sistemas ou equipamentos de combate a incêndio. reciclagem ou armazenamento de material recusado/descartado.00 m 12.00 m TABELA 3 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO AO NÍVEL DE SEGURANÇA Nível de Segurança Risco ao Pânico Risco a Segurança Contra Incêndio/Carga Incêndio Baixo Fator de Risco (FR) 0 1 2 3 4 5 6 7 8 I Baixo Médio Alto Baixo II Médio Médio Alto Baixo III Alto Médio Alto IV Ausência de medidas de prevenção ao pânico.

a possibilidade de propagação deste para outras divisões e/ou níveis.TABELA 4 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO A SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO NA EDIFICAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Risco Descrição das condições de segurança contra incêndio Edificação ou área de risco com carga incêndio até 300MJ/m 2 e possuir compartimentação. Alto . Edificação ou área de risco que não possui compartimentação. quando exigido nas Tabelas 7 a 8A deste Decreto.Incluem-se nesta categoria os locais destinados a armazenamento e/ou comércio de: a) explosivos e/ou fogos de artifício. este será sempre confinado ao seu ponto de origem. Baixo Médio 2 Edificação ou área de risco com carga incêndio acima de 300 até 1200MJ/m e possuir compartimentação. de acordo com a norma NBR7500 da ABNT. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio. b) existência de sistemas preventivos eficientes que assegurem condições mínimas de segurança para a evacuação da população máxima prevista.1 da classificação de risco da Organização das Nações Unidas (ONU). este será sempre confinado ao seu ponto de origem. 4 e 5 e subclasse 2. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio. quando exigido nas Tabelas 7 a 8A deste Decreto. etc. permitindo em caso de incêndio. em qualquer quantidade. assegurando que na possibilidade da ocorrência de incêndio. c) todas as substâncias das classes 1. assegurando que na possibilidade da ocorrência de incêndio. 3. isolamento de risco ou sistema eficaz automático de combate a incêndio. d) edificações com carga incëndio superior a 1200MJ/m 2 24 . Neste caso é imperativo a existência dos seguintes dispositivos que permitem a evacuação dos usuários em segurança para o exterior da edificação ou área de risco: a) áreas de refúgio e/ou rotas seguras de fuga. b) líquidos combustíveis e inflamáveis e gases inflamáveis.

mas não foram respeitados. 25 .0 m 2 Rampa. e) iluminação de emergência.TABELA 5 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO AO PÂNICO Risco Ambientes da Edificação ou área de risco Medidas de prevenção ao pânico de acordo com as normas a) Piso em condições antiderrapante. B A I X O Corredor a) Sinalização de emergência. Corredores com comprimento superior aos definidos em norma para uma ou mais saída. abafados e propícios a esfumaçamentos. 2 Adensamento populacional até 1 pessoa por 2. escadas e corredores com largura inferior ao estabelecido em norma.0 m e menor que 2 pessoas por 1.0 m no local de maior concentração. Locais onde um ou mais itens da condição para risco baixo são obrigatórios. M É D I O 2 2 Locais onde o adensamento populacional seja maior que 1 pessoa por 2. Portas a) Abrindo no sentido de fuga. b) barra antipânico. b) iluminação de emergência. corredor e demais ambientes de acesso ao público apresentam piso em condições escorregadias. g) antecâmaras. ainda oferecem um dos seguintes ambientes: A L T O Rampas. d) sinalização de emergência. Locais que mesmo possuindo medidas de segurança contra incêndio e pânico. halls. Escadas e Rampas c) corrimão em ambos os lados. f) dutos de Ventilação e entrada de ar. b) guarda corpo em ambos os lados. Átrios. Locais onde o adensamento populacional seja igual ou maior que 2 pessoas por 1. Ambientes de aceso ao público sem ventilação.0 m . foyer. Sistema de exaustão de fumaça. c) sistema de exaustão de fumaça.

D – para as edificações de uso/ocupação residencial (classificação A). 3º). F4. F3. B – a Divisão L1 (Explosivos) está limitada a edificação térrea até 100m2 (observar Instrução Técnica especifica). 2 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços. G – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 26 . e 4 – luminárias à prova de explosão. H4 e H6 H2 e H3 H5 L L1 Controle de Acabamento Materiais de - - - X - X Saídas de Emergência X X1 X X X2 X X X1 X X X3 X X X1 X X X1 X X X1 X X X1 X X X1 X X X4 X Sinalização de Emergência Extintores NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 6m. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. E – quando a área da edificação de uso/ocupação residencial (classificação A) estiver compreendida entre 750m e 1200m e a 2 2 altura for superior a 12 metros. a área considerada para fins de exigências previstas na Tabela 7. E e G B C F2. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. F – para as divisões L2 e L3. A3. ver tabelas específicas. 3º). 3 – para edificação com lotação superior a 50 pessoas ou altura superior a 6m. Incêndio D.F8 e F11 X X H IeJ H1. C – os subsolos das edificações devem ser compartimentados com PCF P-90 em relação aos demais pisos contíguos. NOTAS GENÉRICAS: A – para a divisão M. será exigido sistema de hidrante ou mangotinho e as medidas de segurança contra incêndio estabelecidas na Tabela 7. será igual ou menor à 1200 m2 . F1 e F5 F7.TABELA 6 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO QUANTO À CARGA INCÊNDIO Risco Carga Incêndio (MJ/ m2) Baixo Até 300 Médio Acima de 300 até 1200 Alto Acima de 1200 TABELA 7 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 750 m E ALTURA INFERIOR OU IGUAL A 12.00 m 2 F Medidas de Segurança Contra A2. F6.

TABELA 7 A EDIFICAÇÕES DO GRUPO A COM ÁREA SUPERIOR A 1200 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos GRUPO A – RESIDENCIAL A-2 – A-3 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X1 X X X X X 12 < H ≤ 30 X1 30 < H ≤ 54 X1 X X X X X X X X Acima de 54 X1 X X X X X X X X X X x X X X X X NOTA ESPECÍFICA: 1 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. 27 . não será computado para a altura da edificação. NOTAS GENÉRICAS: A – o pavimento superior da unidade duplex do último piso. Exigido para o portão de acesso ao condomínio.

3º). e 6 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.TABELA 7 B EDIFICAÇÕES DO GRUPO B COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio GRUPO B – SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM B-1 e B-2 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X6 - 12 < H ≤ 30 X6 X X1 X2 X X X X3 X5 X X X - 30 < H ≤ 54 X6 X X1 X2 X X X X X3 X X5 X X X X Acima de 54 X6 X X1 X2 X X X X X3 X X5 X X X X Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X3 - X5 X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. Exigido para o portão de acesso ao condomínio. 5 – os acionadores manuais devem ser instalados nos corredores. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 4– os detectores de incêndio devem ser instalados em todos os quartos. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. NOTA GENÉRICA: A _ a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3º). 3 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviço. 28 .

podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.000m². 3º). H ≤ 12 X7 X² X X6 X8 X X X X X 9 12 < H ≤ 30 X7 X X² X 3 30 < H ≤ 54 X7 X X2 X3 X X X6 X X X5 X X X X¹ X X9 Acima de 54 X7 X X2 X3 X X X6 X X X X X X X¹ X X9 X X X6 X X X5 X X X X¹ X9 2 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos.TABELA 7 C EDIFICAÇÕES DO GRUPO C COM ÁREA SUPERIOR A 750 m 2 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO C – COMERCIAL C-1. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. C-2 e C-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – obrigatório o uso de hidrantes. 8 – quando a edificação possuir área total construída igual e/ou superior a 2. 6 – somente para edificações de divisão C-3 (Shopping centers). 9 – somente para edificações C2 e C3 NOTA GENÉRICA: A _ a área a ser considerada para definição de exigências é a área total da edificação mais a área utilizável (item X e XV do Art. 7 – recomendado para as vias de acesso e faixa de estacionamento. 3º). 29 . 4 – somente para edificações acima de 60m. 5 – somente quando houver áreas de depósitos superiores a 750m². Exigido para o portão de acesso ao condomínio comercial.

5 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 3º).TABELA 7 D EDIFICAÇÕES DO GRUPO D COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 30 . 4 – somente para edificações acima de 60m. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. e 6 – obrigatório o uso de hidrantes. 7 – somente para D2 e D4. X X X X X X7 X5 12 < H ≤ 30 X5 X X1 X3 X X X X X X X X 6 2 GRUPO D – SERVIÇOS PROFISSIONAIS D-1 = D-2 = D-3 = D-4 Classificação quanto à altura (em metros) 30 < H ≤ 54 X5 X X1 X3 X X X X X X X X 6 Acima de 54 X5 X X2 X3 X X X4 X X X 1 X X X X 6 X7 X X7 X X 4 X7 NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 2 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º).

4 – obrigatório o uso de hidrantes. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.TABELA 7 E EDIFICAÇÕES DO GRUPO E COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso 2 GRUPO E – EDUCACIONAL E CULTURAL E-1 = E-2 = E-3 = E-4 = E-5 = E-6 Classificação quanto à altura (em metros) Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação X3 - X3 X3 X3 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X1 X X X X X X X X X5 X X1 X X X X X X X X X 4 X X2 X X X X X X X X X4 X X5 - X - X X X X X X 5 X X5 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3º). NOTAS GENÉRICAS: A – os locais destinados a laboratórios devem ter proteção em função dos produtos utilizados. 5 – somente para E 1. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 2 – poderá ser substituído por controle de fumaça e chuveiros automáticos. 3º). 31 .

podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. F-2 e F-11 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso 2 GRUPO F – LOCAL DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-1 Classificação quanto à altura (em H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ Acima de 54 54 Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio F-2 e F-11 Classificação quanto à altura H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ Acima de 54 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Detecção de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: X3 X X4 X X X X X X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X3 X X4 X X X X X X6 X3 X X X X4 X X X X X X X6 X3 X X1 X X X4 X X X X X X5 X X6 X3 X X2 X X X4 X X X X X X X5 X X6 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3º). 3º). 4 – somente para locais com público acima de 1000 (hum mil) pessoas. 2 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos quando houver aberturas entre pavimentos. 5 – obrigatório o uso de hidrantes.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-1 . 32 .TABELA 7 F. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 6 – somente F1 e F2 NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque.

2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-3. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º). F-9 E F-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 2 GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-3 = F-9 Classificação quanto à altura (em metros) F-4 Classificação Quanto à altura (em metros) Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X3 X X X X X X5 X5 X7 X3 X X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X1 X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X1 X X X² X X X X X5 X5 X7 X3 X X - X3 X X1 X X X4 X X X X X X6 - X3 X X1 X X X4 X X X X X X X6 X - X3 X X1 X X X4 X X X X X X X6 X - X X X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 2 – somente para a divisão F-3. 6 – obrigatório o uso de hidrantes. 4 – somente para locais com público acima de 1000 pessoas.TABELA 7 F. 5 – os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo (Fica vedada a instalação dos equipamentos em arquibancadas e áreas de circulação de expectadores). 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. NOTAS GENÉRICAS: A – os locais de comércio ou atividades distintas das divisões F3 e F4 terão as medidas de proteção conforme suas respectivas ocupações. 7– somente F3. 33 .

exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. bem como dos sistemas de segurança contra incêndio existentes no local. 3º).TABELA 7 F. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 5 _ obrigatório o uso de hidrantes.3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-5. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça. F-6 E F-8 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio 2 GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-5 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 F-6 e F-8 Classificação Quanto à altura (em metros) Acima de 54 Acima H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X X X X X X6 X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X5 X X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X5 X X4 X X X X X3 X X X X X X X5 X X4 X - X4 X X¹ - X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X X X4 X X¹ X2 X X X3 X X X X X X X X X X X3 X X - X X X X X X X X X6 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio. detecção de incêndio e chuveiros automáticos. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 34 . 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º). 6 _ somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 500 pessoas NOTAS GENÉRICAS: A – nos locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas é obrigatória a comunicação ao público da localização das saídas de emergência. 3 – somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas.

3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 3º). 5 – obrigatório o uso de hidrantes. 3º). exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.4 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-7 E F-10 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-7 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 F-10 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 3 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X X4 X X X X - X - X3 X X 1 X3 X X1 X2 X X X4 X X X X X X5 X X3 X X1 X2 X X X4 X X X X X X X5 X X X4 - X2 X X X4 X X X X X X5 - x X X X - NOTAS ESPECÍFÍCAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.TABELA 7 F. 4 – somente para locais com capacidade de concentração de público acima de 1000 pessoas. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 35 . podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.

1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-1 E G-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X X X X 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-1 e G-2 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X 3 12 < H ≤ 30 X3 X X X4 X2 X X X - 30 < H ≤ 54 X3 X X1 X X X X4 X2 X X X5 X Acima de 54 X3 X X1 X X X X4 X2 X X X5 X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3º).TABELA 7 G. e 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 36 . por pavimento. 4 – somente para edificações classificadas em G2. 2 – deve haver pelo menos um acionador manual. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º). 5 – obrigatório o uso de hidrante. no máximo a 10 m da saída de emergência. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art.

3 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 5 – o sistema de hidrantes deverá ter características especiais para combate a incêndio em líquidos inflamáveis. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável” (item X e XV do Art.TABELA 7 G. 37 . 2 – deverá haver pelo menos um acionador manual. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. G-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-3 Classificação quanto à altura (em G-4 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança contra Incêndio metros) H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X4 X X X2 X X X5 X X4 X X X4 X X1 X3 X X X X X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X6 X - X4 X X1 X3 X X X X X X2 X X X6 X - X2 X X X - X2 X X X6 - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 3º). 3º). 6 – obrigatório o uso de hidrantes.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-3. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. por pavimento. no máximo 5 m da saída de emergência.

3º). NOTAS GENÉRICAS: A – Para ocupação da divisão G5. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. 5 – o sistema de hidrantes deverá ter características especiais para combate a incêndio em líquidos inflamáveis. 3 – a compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. no máximo 5 m da saída de emergência. 38 . por pavimento. complementada pelas exigências específicas do Ministério da Aeronáutica.3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-5.TABELA 7 G.podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 3º). G-6 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-5 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 G-6 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X2 X X X5 - X4 X X X X X X X2 X X X5 - X4 X X X X X X X X2 X X X5 X X4 X X X X X X X X2 X X X5 X X4 X X X2 X X X5 - X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X5 - X4 X X1 X3 X X X X X2 X X X5 X X4 X X1 X3 X X X X X X2 X X X5 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. 2 – deverá haver pelo menos um acionador manual. aplica-se a tabela acima.

3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-1 E H-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m 2 Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-1 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H-2 Classificação quanto à altura (em metros) Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação X4 X4 X4 X4 X4 X4 X4 X4 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X X2 X X X - X X X X X X2 X X X - X X3 X X X X X2 X X X - X X X X X X X X2 X X X5 X - X X X X X X X X X3 X X X X X X X X1 X2 X X X5 X X X X X X X X1 X2 X X X X X X X X X X1 X2 X X X5 X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – os detectores deverão ser instalados em todos os quartos.TABELA 7 H. 5 – obrigatório o uso de hidrantes NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. e 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º). 2 – acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores. 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 39 .

4 – obrigatório o uso de hidrante. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 2 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos.TABELA 7H. 3º). 3 – Recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º). 40 .2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-3 E H-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão 2 GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-3 Classificação quanto à altura (em metros) H-4 Classificação Quanto à altura (em metros) Acima de 54 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural Contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Plano de Intervenção de Incêndio Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X3 X X X X X - X3 X X X X X X X X1 X X X - X3 X X X2 X X X X X X1 X X X4 X X3 X X X X X X X X X1 X X X4 X X3 X X3 X X X X X X X3 X X X2 X X X X X X X X X4 X - X3 X X X X X X X X X X X X4 X - X X X X - X X X X X - x X x x NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – acionadores manuais serão obrigatório nos corredores. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.

etc. 5 – obrigatório o uso de hidrante. nas prisões em geral (Casas de Detenção. 2 – caso haja internação em um número maior de 20 leitos na Divisão H-6 (clínica). exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3º). Presídios.). a edificação será enquadrada como H-3. 3 – pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.3 ESPECIFICACOES DE DIVISAO H-5E H-6 COM AREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL Divisão H-5 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H-6 Classificação Quanto à altura (em metros) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X4 X X X X X X X1 X1 - X4 X X X X X X X X4 X X X X X X X X1 X1 - X4 X X X X X X X X4 X - X4 X X X - X4 X X4 X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X - X X X X X - X1 X1 - X1 X1 - X5 - X5 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – para a Divisão H-5. os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo. 41 . podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. Penitenciárias. (Fica vedado a instalação dos equipamentos em áreas onde os detentos tenham acesso. 3º).TABELA 7H.

NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 42 .obrigatório o uso de hidrante. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-1 E I-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e Uso GRUPO I – INDUSTRIAL I-1 Classificação quanto à altura (em metros) I-2 Classificação quanto à altura (em metros) Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X2 X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X3 - X2 X X1 X X X X X X X X X X3 X X2 X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X3 - X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. Exigido para o portão de acesso ao condomínio industrial. 2 . 3 . 3º).TABELA 7 I. 3º).recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.

NOTAS GENÉRICAS: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. e 2 – recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. 43 . 3º). podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-3 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m2 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) GRUPO I – INDUSTRIAL I-3 Classificação quanto à altura (em metros) H ≤ 12 X2 X X1 X X X X X X X X X3 12 < H ≤ 30 X2 X X1 X X X X X X X X X X X3 X 30 < H ≤ 54 X2 X X X X X X X X X X X X X3 X Acima de 54 X2 X X X X X X X X X X X X X X3 X X x x x NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.TABELA 7 I. 3º). Exigido para o portão de acesso ao condomínio industrial. 3 – obrigatório o uso de hidrantes.

a área considerada será superior a 1000m². 44 . 3º). 2 – somente para shafts e dutos de instalações e fachadas. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-1 E J-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão J-1 Classificação quanto à altura (em metros) GRUPO J – DEPÓSITO J-2 Classificação Quanto à altura (em Metros) Acima de 54 2 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acesso de Viaturas na edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X 3 X3 X X X X X X X - X3 X X2 X X X X X X X X4 - X3 X X2 X X X X X X X X4 - X3 X X X X X - X3 X X X X X X X X X4 - X3 X X1 X2 X X X X X X X X4 - X3 X X1 X2 X X X X X X X X X4 X X X X X - NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.TABELA 7 J. 3º). 3 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque 4 – obrigatório o uso de hidrantes NOTAS GENÉRICAS: A – para as edificações de uso/ocupação depósito de materiais incombustíveis(J1). B – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art.

2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-3 E J-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750 m Grupo de ocupação e uso Divisão J-3 Classificação quanto à altura (em metros) GRUPO J – DEPÓSITO J-4 Classificação quanto à altura (em metros) 2 Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos X2 X3 X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X - X2 X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X3 X X X X X X X X - X2 X X1 X X X X X X X X X X X4 - X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X X2 X X X X X X X X X X X X X X4 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. 4 – obrigatório o uso de hidrantes NOTA GENÉRICA: A – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 3º).TABELA 7 J . 45 . 2 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. 3º). 3 – Somente se a área total for superior a 1500 m².

somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico.Vide Tabela 7 B – divisões L2 e L3. 46 .TABELA 7 L-1 Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio GRUPO L – EXPLOSIVOS L-1 (COMÉRCIO) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H≤6 6 < H ≤ 12 NOTA GENÉRICA: A – será permitida somente edificação com área até 100 m² .

e B – os túneis com extensão superior a 1000m devem ser submetidos à análise em Corpo Técnico. com guarda-corpo em ambos os lados) com largura mínima de 1.1 EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-1 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-1 TÚNEL Extensão em metros (m) Medidas de Segurança contra Incêndio Até 200 Segurança estrutural nas edificações Saídas de emergência nas edificações Controle de fumaça em espaços comuns e amplos Plano de Intervenção de incêndio Brigada de Incêndio Sistema de Iluminação de Emergência Sistema de Comunicação Sistema Circuito de TV Sistema de proteção por extintores Sistema de hidrantes e de mangotinhos X X1 De 200 à 500 X X1 X X X2 X X X De 500 à 1000 X X1 X3 X X2 X X X X Acima de 1000 X X1 X3 X X2 X X X X X4 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – considerar saídas como sendo passarelas laterais (corredores de circulação.TABELA 7 M. detector de incêndio). 3 – deve ser ligado a sistema automático de acionamento (ex. 2 – a brigada de incêndio deve ser pessoal treinado da companhia de tráfego ou administradora da via.00m. 4 – obrigatório o uso de hidrante NOTAS GENÉRICAS: A – todos os túneis em paralelo devem ter interligação conforme Instrução Técnica de “Proteção Contra Incêndio em Túnel”. 47 . além das exigências acima.

240kg 3 Produtos acondicionados Líquidos acima Líquidos até 20 3 3 m ou gases até de 20 m ou gases 6.240kg Líquidos acima de 20 m ou gases acima de 6.2 EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-2 (QUALQUER ÁREA E ALTURA) Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-2 – Líquidos e gases combustíveis e Inflamáveis(volume total) Tanques ou cilindros Medidas de Segurança Contra Incêndio Líquidos até 20 m³ ou gases até 6. 48 . 3 – luminárias à prova de explosão. e 4 – recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque.3 X4 X X X X X X X X3 X X X X X X5 X2 - X X - X6 X6 1 – somente quando a área construída for superior a 750 m².240kg acima de 6.240kg Acesso de viaturas até a edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Resfriamento Espuma SPDA (Descarga Atmosférica) NOTAS ESPECÍFICAS: X4 X X X - X4 X X X X X X X X2 X4 X X X X X X X 1. 5 – poderá ser substituído por chuveiros automáticos.TABELA 7 M. 2 – somente para líquidos inflamáveis. 6 – somente tanques ou parque de tanques NOTA GENÉRICA: A – deverão ser verificadas as exigências quanto ao armazenamento constantes das IT específica. conforme exigências da IT específica.

TABELA 7M. 49 .3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-3 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-3 – Centrais de Comunicação e Energia Classificação Quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Acesso de viaturas até a edificação X2 12 < H ≤ 30 X2 30 < H ≤ 54 X2 Acima de 54 X2 Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos SPDA (Descarga Atmosférica) X X X X X X3 X X X X X X X X X X X X3 X1 X X X X X X X X X X X X X X3 X1 X X X X X X X X X X X X X X3 X1 X NOTAS ESPECÍFICAS: 1.o sistema de chuveiros automáticos para a divisão M-3 pode ser substituído por sistema de gases. 3 .dispensada em centrais de distribuição ou transmissão de energia elétrica.para as centrais de distribuição ou transmissão de energia elétrica deve-se observar também os critérios da IT especifica.recomendado para acesso de viaturas do CBMMG ao hidrante de recalque. e 2 . através de supressão total do ambiente. NOTA GENÉRICA: A .

quando houver edificação (construção) com área superior a 750m². o processo deve ser analisado pelo Corpo Técnico. M-6 E M-7 Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-4 . 50 .M-6 e M-7 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança Contra Incêndio H ≤ 12 Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores X X X X 12 < H ≤ 30 X X X X 30 < H ≤ 54 X X X X Acima de 54 X X X X NOTA GENÉRICA: 1 – nas divisões M-5. M-6 e M-7.M-5 . M-5.4 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-4.TABELA 7 M.

51 . 3º). 4 – para edificação com lotação superior a 100 pessoas ou altura superior a 12m. NOTAS GENÉRICAS: A – as edificações existentes que não se enquadrarem nesta Tabela. H2 e H5 H4 e H6 X1 X5 X1 X1 X5 L L1 Alarme de incêndio X7 X5 X1 X1 X1 X1 X5 X5 X Brigada de incêndio X5 X X5 X5 X 5 Saídas de Emergência X Iluminação de Emergência X X1 X X - X X X X X X1 X X - X X1 X3 X - X X1 X X X3 X6 Sinalização de Emergência Hidrantes e Mangotinhos Extintores Chuveiros automáticos X1 X1 X X X X X X X X3 X X X X3 X X X X4 X3 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 12 m ou área superior a 2000m². F6. 2 . 6 – luminárias à prova de explosão. 5– a adaptação a ser feita em escadas e rampas diz respeito a pisos. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. terão exigências definidas conforme Tabela 8A B – esta tabela aplica-se.somente para edificações com altura superior a 54 m ou com áreas classificadas em risco alto. C – para as divisões L2 e L3. desde que não se modifique a ocupação da edificação. H3. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. entretanto sem projeto aprovado pelo CBMMG. e será exigida somente nas rotas de fuga (escadas destinadas a uso restrito estão isentas). (Fica vedado a instalação dos equipamentos em áreas onde os internos tenham acesso). B EeG C F2.somente para as edificações com altura superior a 30 m. F1 e F5 F8 e F11 X H IeJ H1. D. D – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. 5º.os equipamentos deverão ser instalados em locais com acesso privativo. F3. 3º). E Para as edificações do grupo G área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. 3 . F4.TABELA 8 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES EXISTENTES COM ÁREA SUPERIOR A 1200m² OU ALTURA SUPERIOR A 12m F Medidas de Segurança contra Incêndio A. às edificações existentes. §1º deste Decreto. 7 . 3º). exclusivamente. conforme previsto no art. guarda-corpo e corrimão.

os subsolos das edificações devem ser compartimentados com PCF P-90 em relação aos demais pisos contíguos. H4 e H6 H2 e H3 F7. podendo ser subdividida se os riscos forem isolados (item XLVII do Art. E. 3 – para edificação com lotação superior a 50 pessoas ou altura superior a 6m.TABELA 8A 2 EXIGÊNCIAS PARA AS EDIFICAÇÕES EXISTENTES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 1200 m E ALTURA INFERIOR OU IGUAL A 12. NOTAS GENÉRICAS: 2 A . F4. B . e 4 – luminárias à prova de explosão. D – a área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação” (item X do Art. D. A3.Para as edificações do grupo G área a ser considerada para definição de exigências é a “área total da edificação mais a área utilizável”(item X e XV do Art. E e G B C H IeJ H5 X X X1 X X X1 X L L1 X X X4 X F2.00 m F Medidas Incêndio de Segurança contra A2. F6. somente poderão ser analisadas mediante Corpo Técnico. 3º). 2 – estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços. F3. C – para as divisões L2 e L3.a Divisão L1 (Explosivos) está limitada a edificação térrea até 100 m (observar Instrução Técnica especifica).F8 e F11 X X X X X3 X X X X1 X X X1 X X X1 X Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Sinalização de Emergência Extintores X X1 X X2 X1 X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – somente para as edificações com altura superior a 6m. F1 e F5 H1. 3º). 52 . 3º).

LEI 14130/ 2001 DISPÕE SOBRE A PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO NO ESTADO DE MINAS GERAIS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. para os fins desta lei.00 monetariamente de acordo com índice oficial. decretou e eu. .000. § 2º Sessenta dias após a formalização da advertência escrita. será (cem reais) a R$3. inutilizá-los. sanciono a seguinte Lei: Art. valores que serão corrigidos aplicada multa de R$100. alterar-lhes as características. destruí-los ou substituí-los por outros que não atendam às exigências legais e regulamentares.00 (três mil reais). Art. em seu nome.não fazer a manutenção adequada dos instrumentos a que se refere o inciso I. 1º A prevenção e o combate a incêndio e pânico em edificação ou espaço destinado a uso coletivo no Estado serão feitos com a observância do disposto nesta lei. de 13 de dezembro de 1999. § 1º A advertência escrita será aplicada na primeira vistoria. os edifícios ou residenciais. Parágrafo único Consideram-se edificação ou espaço destinado a uso coletivo. II . constatado o descumprimento desta lei ou de norma técnica regulamentar.deixar de instalar os instrumentos preventivos especificados em norma técnica regulamentar ou instalá-los em desacordo com as especificações do projeto de prevenção contra incêndio e pânico ou com as normas técnicas regulamentares. persistindo a conduta infracional. no exercício da competência que lhe é atribuída no inciso I do art. III interdição. IV aplicação de sanções administrativas nos casos previstos em lei. Art. 3º Constituem infrações sujeitas a sanção administrativa: espaços comerciais. industriais ou de prestação de serviços e os prédios de apartamentos I . por seus representantes. o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais CBMMG. 4º A inobservância do disposto no artigo 3º desta Lei sujeita o infrator às seguintes sanções administrativas: I advertência escrita. removê-los. desenvolverá as seguintes ações: I análise e aprovação do sistema de prevenção e combate a incêndio e pânico. Art. II multa. 2º Para os fins do artigo 1º. II planejamento. ocultá-los. 3º da Lei Complementar nº 54. III estabelecimento de normas técnicas relativas à segurança das pessoas e seus bens contra incêndio ou qualquer tipo de catástrofe. O Povo do Estado de Minas Gerais. coordenação e execução das atividades de vistoria de prevenção a incêndio e pânico nos locais de que trata esta lei.

Art. emitido pelo CBMMG. 1º o laudo de vistoria e liberação para seu funcionamento. instalação. instalação. Parágrafo único As especificações técnicas do cadastro a que se refere o “caput” deste artigo serão definidas pelo CBMMG. em evento público realizado no Estado. Art. Art. em Belo Horizonte. aos 19 de dezembro de 2001. na forma estabelecida em regulamento pelo CBMMG. Art. Art. 5º . 6º . Art. Parágrafo único . 9º Esta Lei estende-se. Art. 12 Revogam-se as disposições em contrário.Serão aplicadas ao infrator do disposto neste artigo as penalidades previstas em lei. Palácio da Liberdade. Art. § 4º A pena de interdição será aplicada quando houver risco iminente de incêndio ou pânico. Itamar Franco .Será afixado na parte externa da edificação ou do espaço destinado a uso coletivo referidos no parágrafo único do art. manutenção e conservação de aparelhos de prevenção contra incêndio e pânico utilizados em edificação de uso coletivo deverá cadastrar-se no CBMMG para o exercício dessas atividades. às edificações e espaços destinados ao uso coletivo já existentes na data de sua publicação. 7º A pessoa física ou jurídica responsável pela comercialização. 8º – Fica proibido ao militar da ativa ser proprietário ou consultor de empresa de projeto.§ 3º Persistindo a infração.Governador do Estado . manutenção e conservação nas áreas de prevenção e combate a incêndio e pânico. 11 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. sob pena de interdição imediata do estabelecimento. no que couber. nova multa será aplicada em dobro e cumulativamente.É obrigatória a presença de responsável técnico. comercialização. 10 O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de sessenta dias contados da data de sua publicação.

.IT – 01 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXOS A – Cartão de identificação do Projeto Técnico B – Formulário de Segurança Contra Incêndio C – Planta de Risco de Incêndio (implantação) D – Planta das medidas de Segurança Contra Incêndio e Pânico E – Memorial Industrial de Prevenção Contra Incêndio e Pânico F – Formulário para Atendimento Técnico G – Atestado de Brigada de Incêndio H – Modelo de Requerimento em grau de recurso I – Modelo de Pedido de Vistoria J – Informativo (medidas de segurança) K – PTS – Formulário de Segurança Contra Incêndio L – Termo de Compromisso do Proprietário M – Atestado de abrangência do Grupo Motogerador N – Memorial de Segurança Contra Incêndio das estruturas.

1 A presente Instrução Técnica aplica-se aos processos de segurança contra incêndio e pânico no Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). .gov. NBR-10068 Folha de desenho – Leiaute e dimensões. chuveiros automáticos.Bairro Centro CEP 30. NBR-10067 Princípios gerais de representação em desenho técnico. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5. entre outros). de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. NBR-14432 Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações. 2. Augusto de Lima. NBR-13273 Desenho técnico – referência a itens. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. Lei estadual nº 15. nas edificações ou áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1. NBR-14611 Desenho técnico – representação simplificada em estruturas metálicas.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 01 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. alarme e detecção.1.270. devem ser adotadas as medidas previstas nesta Instrução Técnica. quando esta apresentar risco no qual necessite de sistemas fixos (hidrantes.bombeiros.mg.br 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para apresentação de processo de segurança contra incêndio e pânico. atendendo ao Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.778. c) projeto técnico para instalação e ocupação temporária.1.2 Quando houver legislação municipal (Código de Obras) que exija medidas de segurança contra incêndio nas edificações.br Email: dat3@cbmmg.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e pânico. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 .1 Formas de apresentação As medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco devem ser apresentadas ao CBMMG para análise por meio de: a) projeto técnico.gov. b) independente da área da edificação ou área de risco. d) projeto técnico para ocupação temporária em Edificação Permanente. NBR-8196 Emprego de escalas. 5 PROCEDIMENTOS 5.mg. 2 APLICAÇÃO 2. Decreto Estadual nº 44. NBR-10647 Desenho técnico. NBR-6492 Representação de projetos de arquitetura. b) projeto técnico simplificado. de 26 de outubro de 2005.1 Características da edificação e área de risco: O Projeto técnico deve ser utilizado para apresentação dos sistemas de proteção contra incêndio e pânico das edificações ou áreas de risco: a) com área de construção acima de 750 m².130.190-000 Site: www. NBR-14699 Desenho técnico – representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas – preparos e dimensões.1 Projeto Técnico 5. 355 .

2. estoques. quando necessário. f) documentos complementares solicitados. e) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto técnico. 5.4 Procuração do proprietário Deve ser apresentado com firma reconhecida sempre que terceiro assine documentação do Projeto técnico pelo proprietário.1.1.2. medidas de segurança contra incêndio e pânico previstos. 5. c) a assinatura do contratante (proprietário ou responsável pelo uso) não é facultativa.1.1.1.1. j) memorial de cálculos de sistema fixo de combate a incêndio (hidrante. exceção feita ao campo denominado Descrição complementar que ficará a critério do RT. signatários. quando for o caso. sem elástico. incolor.1. no campo “descrição das atividades profissionais contratadas” deve estar especificado o serviço pelo qual o profissional se responsabiliza.2.1. b) os campos devem ser preenchidos. que acondiciona todos os documentos do Projeto técnico afixado na seqüência estabelecida no item 5. d) locais de reunião de público com população acima de 100 (cem) pessoas.c) edificação e/ou área de risco que necessite de proteção de suas estruturas contra a ação do calor proveniente de um incêndio.3 Memorial do sistema fixo de gases para combate a incêndio. indicando as disposições das edificações no terreno. nas dimensões de 21 cm (largura) x 15 cm (comprimento).1. 5. pressurização de escada.1. i) planta das medidas de segurança contra incêndio. e e) onde a edificação e área de risco haja necessidade de comprovação da situação de separação entre edificações e área de risco. (anexo E). com grampo.2. h) implantação. 5. Documento da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais que autoriza a atividade e especifica a quantidade máxima de fogos de artifícios e/ou explosivos a serem comercializados. 5. produtos acabados.2. b) ser preenchido na íntegra.4 Autorização da Delegacia especializada de Armas.2.1.2 Memorial de cálculo Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos sistemas fixos de combate a incêndio (hidrantes. entre outros. líquidos inflamáveis ou combustíveis com ponto de fulgor. quando se tratar de edificação industrial. g) planta de risco de incêndio.2.1 Memorial industrial Descrição dos processos industriais. chuveiros automáticos.2 Pasta do projeto técnico Pasta aberta.1.1.primas. sprinkler e resfriamento) e rotas de fuga e outros. e.6. com frente de plástico transparente. . degraus das escadas.1. Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento do sistema fixo de gases para combate a incêndio. dentre outros.6 Documentos complementares Documentos solicitados pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG a fim de subsidiar a análise do Projeto técnico quando as características da edificação e/ou área de risco a exigirem 5. em duas vias (anexo C) quando houver a exigência de plano de intervenção (IT11). com finalidade de controle do Projeto técnico no CBMMG ( anexo A). que contém os dados básicos da edificação e área de risco. 5. conforme anexo B. especificados em Instruções Técnicas. Munições e Explosivos (DEAME). pressão e perda de carga.1. d) procuração do proprietário.6. 5. 5. b) pasta do projeto técnico. d) deve ser apresentada a 1ª via original ou fotocópia autenticada. sendo necessário a apresentação de catálogos Técnicos. rotas de fuga.1. na cor branca. que deve ser juntada na via que fica no Corpo de Bombeiros. 5. sistema de espuma e resfriamento).1.1 Cartão de identificação Ficha elaborada em papel cartão ou equivalente.6.1.1.1. suspensa. devendo: a) ser apresentado como a primeira folha do Projeto Técnico.1. conforme (anexo D). Deve ter dimensões de 230 mm a 280 mm (largura) x 315 mm a 350mm (comprimento) e altura conforme a quantidade de documentos. c) formulário de segurança contra incêndio de projeto técnico (anexo B). No desenvolvimento dos cálculos hidráulicos para as medidas de segurança de espuma e resfriamento deve ser levado em conta o desempenho dos equipamentos.1. quando este transferir seu poder de signatário.1. utilizando as referências de vazão.5 Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) a) deve ser apresentada pelo responsável técnico que elaborou o Projeto Técnico.2 Composição O Projeto técnico é composto pelos seguintes documentos: a) cartão de identificação (anexo A).2.1. semi-rígida. matérias .3 Formulário de Segurança Contra Incêndio de Projeto Técnico Documento que contém os dados básicos da edificação e áreas de risco.6. conforme Instrução Técnica 05. 5.2.2.2.

b) paredes corta-fogo e de compartimentação. da NBR-9441.2.15 Memorial de cálculo de pressurização da escada Memória de cálculo de vazão de ar do sistema de pressurização da escada.1.2.2.2.1.1. e) registro de recalque.1.1.1. heliponto ou área de pouso e decolagem ocasional (APDO) conforme IT 26 Heliponto e Heliporto.1. imposto predial.5 Autorização da Prefeitura do Município para comércio de fogos de artifício Documento do Poder Executivo Municipal que autoriza o comércio de fogos de artifício e/ou explosivos. plantas aprovadas em Prefeitura.1.3.1.1. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um processo ou sistema.1. onde as suas dimensões não possam ser representadas em uma única folha.1.12 Quadro resumo do sistema de detecção Descrição do sistema de detecção instalado conforme tabela 2 do anexo B.1.1.7 Planta de risco de incêndio Mapa simplificado no formato A4.2.1.1. conforme descrito no item 5.2.3. Documento emitido pelo CNEN autorizando funcionamento da edificação ou área de risco.14 construção Memorial ou laudo descritivo de Documento com a descrição das características estruturais da edificação e área de risco.2. 5.1. 5.6. conforme anexo C. 5. Apresentação da planta das medidas de segurança contra incêndio . i) hidrantes urbanos próximos da edificação. conforme anexo C.6.1. 5. bem como os riscos existentes na edificação e área de risco.1. da localização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio. podendo ser em mais de uma folha.6.1.2. 5.068 Folha de Desenho – Leiaute e dimensões). g) armazenamento de produtos perigosos. 5.8 Memorial de dimensionamento da carga de incêndio Memorial descritivo da carga de incêndio dos materiais existentes na edificação e área de risco.6.7 Autorização do Departamento de Aviação Civil (DAC) Documento que autoriza o uso de heliporto.Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio. b) quando houver uma única edificação e área de risco. 5.6.16 Memorial de cálculo de isolamento de risco Memorial descritivo dos cálculos realizados para o dimensionamento do isolamento de risco entre edificações e área de risco.1. contendo o dimensionamento.2.1.6 Memorial descritivo de ocupação Memorial descritivo de ocupação quando na edificação forem comercializados outros materiais que não apenas fogos de artifício.9 Documento comprobatório É o documento que comprova a área construída.6. c) hidrantes externos.6.6.1.2.11 Planilha de levantamento de dados Planilha que descreve o estudo prévio sobre a existência de riscos.10 Memorial de cálculo de dimensionamento de saídas de emergência em locais de reunião de público Planilha descritiva dos cálculos realizados para dimensionamento de saídas de emergência.1.1.1.9 Planta das medidas de segurança contra incêndio Representação gráfica da edificação e/ou área de risco.1.1.6. conforme IT 09 – (Carga de Incêndio nas edificações e áreas de risco). A2.2.13 Licença de funcionamento para instalações radioativas. o 5.1.8 Implantação Folha única no formato A4. contendo informações por meio de legenda padronizada pelo CBMMG – IT 03 .1. f) reserva de incêndio.5. A3. sendo que a primeira via permanece no Projeto Técnico.1. indicando: a) os principais riscos. A3. a segunda via deve permanecer na portaria da edificação e área de risco.6. 5. 5. 5.2. obrigatória somente nos seguintes casos: a) quando houver mais de uma edificação e área de risco a ser representada. ocupação e data da edificação existente (Processo do CBMMG. A1 ou A0 (conf. conforme IT 11 – Plano de Intervenção de Incêndio. 5.7.1.1. h) vias de acesso para as viaturas do Corpo de Bombeiros. conforme IT 08 – Saída de Emergência. nucleares ou de radiografia industrial. 5. 5. (se houver). 5.6.2.1. d) número de pavimentos.2.2.1.2. É obrigatório somente quando houver a exigência de plano de intervenção de incêndio.6. 5.1 A planta de risco deve ser elaborada em 2 (duas vias). entre outros). ou qualquer instalação que trabalhe com fontes radioativas. A2 ou A1 em escala padronizada. NBR 10.1.

f) áreas com risco de explosão. e) locais de armazenamento de recipientes contendo gases inflamáveis (capacidade do recipiente e quantidade armazenada). 2) legenda de todos os sistemas utilizados no Projeto técnico. devido à grande quantidade de elementos gráficos.1. 6) o esquema isométrico da tubulação deve ser apresentado de acordo com o inciso II – (detalhes específicos que devem constar em planta). A2 (420mm x 594mm) . b) casa de caldeira ou vasos de sob pressão. i) depósito de produtos perigosos. h) depósitos de metais pirofóricos. b) as escalas adotadas devem ser as estabelecidas em normas oficiais. b) indicação do peso suportado pela pavimentação da via (Kgf). 7) quadro de situação da edificação. j) quando o Projeto técnico apresentar dificuldade para visualização das medidas contra incêndio alocadas em um espaço da planta. Nota: Os detalhes genéricos constantes do Projeto Técnico devem ser apresentados na primeira folha ou. e dos detalhes de proteção estrutural. A1 (594mm x 840mm) ou A0 (840mm x 1188mm). esta poderá ser fracionada. distância verga-peitoril. c) dutos e aberturas que possibilitem a propagação do calor. preferencialmente 1:50 e no mínimo 1:200. j) outros riscos que necessitem de segurança contra incêndio. conforme planta chave. 8) quadro resumo das medidas de segurança contra incêndio indicando as normas e/ou legislações aplicadas nas respectivas medidas de segurança constantes do Projeto Técnico. 5) as plantas das medidas de segurança contra incêndio devem ser apresentadas com as medidas de segurança contra incêndio na cor vermelha. tais como: a) legenda.1 Conteúdo da planta das medidas de segurança contra incêndio I – Detalhes genéricos que devem constar em todas as plantas: 1) símbolos gráficos (IT 03 . h) detalhes da ventilação efetiva da escada de segurança. deve ser feita linha de chamada em círculo com linha pontilhada com alocação dos símbolos exigidos. contudo deve adotar numeração que indique onde está localizada tal área na implantação.1. c) adotar escala que permita a visualização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio. c) quadro resumitivo das medidas de segurança. l) especificação dos chuveiros automáticos. tais como: dutos de ventilação da escada.Símbolos gráficos. com escala. distinguindo-as dos demais detalhes da planta. antecâmaras. porém em ordem numérica seqüencial do Projeto Técnico. h) o quadro de áreas da edificação deve ser colocado em uma das folhas. j) nota sobre o sistema de sinalização adotado. m) quadro de sistemas de gases e líquidos inflamáveis. tais como: a) tanques de combustível (substância e capacidade). além de anotar sob título de cada planta a respectiva área. d) quadro de localização da edificação e áreas de risco. b) isométrico. g) detalhes de degraus. e) quadro de áreas. devem constar nas próximas folhas. . k) detalhe da sucção da bomba de incêndio. quando houver. II – Detalhes específicos que devem constar na planta de acordo com o sistema projetado na edificação ou área de risco constante nas respectivas Instruções Técnicas: 1) Acesso de viaturas até a edificação e área de risco: a) largura do portão de entrada e da via de acesso.Deve ser apresentada da seguinte forma: a) ser elaborada no formato A4 (210mm x 297 mm). 4) áreas construídas e áreas de risco com suas características. 3) nota em planta com a indicação dos equipamentos móveis ou fixos ou sistemas de segurança instalados que possuírem a mesma capacidade ou dimensão. A3 (297mm x 420mm) . 9) cotas dos desníveis em planta baixa. d) quando a planta de uma área construída ou área de risco não couber integralmente em escala reduzida em condições de legibilidade na folha “A0”.Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio) a localização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio na planta baixa. f) adotar os símbolos gráficos conforme IT 03 . e) a implantação deve estar em escala. escadas. detalhes de estruturas e outros quando houver a exigência específica destes detalhes construtivos. k) a apresentação de Projeto Técnico Preliminar com a representação do sistema de chuveiros automáticos deve ser feita em planta separada. nos casos em que tais detalhes não caibam nesta. 5. i) detalhe do registro de recalque. devem ser apresentados em planta de corte. combustíveis e outros. g) centrais prediais de gases inflamáveis. i) a apresentação da planta da fachada. g) seguir a forma de apresentação gráfica conforme padrão adotado por normas oficiais. f) detalhe de corrimãos e guarda corpo. conforme anexo J. 10) medidas de proteção passiva contra incêndio nas plantas de corte. d) cabinas de pintura. compartimentação vertical e escadas. 12) miniatura da implantação com hachuramento da área sempre que houver planta fracionada em mais de uma folha. 11) localização e independência do sistema elétrico em relação à chave geral de energia da edificação e áreas de risco sempre que a medida de segurança contra incêndio tiver seu funcionamento baseado em motores elétricos. as edificações circunvizinhas e os logradouros que delimitam a quadra.3. indicando.

7) Carga de incêndio nas edificações e/ou área de risco a) indicar a carga de incêndio específica para as ocupações não listada na IT 09. d) indicar a abertura nas fachadas. c) identificar em planta as áreas das estruturas protegidas com material resistente ao fogo e. 3) selo corta-fogo. 2) Separações entre edificações Para as edificações objetos de cálculo: a) indicar a distância de outras edificações. g) indicação da porcentagem de inclinação da faixa de estacionamento. h) detalhe ou nota em planta da proteção dos dutos quando passarem por área de risco. f) parede corta-fogo de isolamento de risco. b) identificar os tipos de estruturas no formulário de segurança contra incêndio. duto de saída. parede corta-fogo e porta corta-fogo da sala do grupo motogerador quando o mesmo estiver localizado em área com risco de captação de fumaça ou gases quentes provenientes de um incêndio. j) acionadores manuais dos motoventiladores localizados na sala do grupo motoventilador e no local de supervisão predial com permanência humana constante. d) localização da central de detecção de incêndio. 9) Sistema de alarme e detecção de incêndio: a) localização pontual dos detectores. 5) Saídas de emergências nas edificações: a) detalhes de degraus. n) juntar o memorial de cálculo de vazão e pressão do sistema de pressurização do elevador de emergência (quando houver exigência).00 m de comprimento. e) detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança (quando houver).c) localização da placa de advertência de desobstrução da via de acesso para emergência. f) quando o sistema for abrangido por grupo moto gerador. h) nota indicando que a faixa de estacionamento deve ficar livre de postes. . l) antecâmara de segurança e indicação da porta estanque quando a sala do grupo motoventilador estiver localizada em pavimento que possa causar risco de captação de fumaça de um incêndio. g) juntar o memorial de cálculo de isolamento de risco. g) indicar barra antipânico (quando houver). i) localização da placa de proibição de estacionamento na faixa de estacionamento das viaturas do Corpo de Bombeiros. se for o caso. c) detalhes de guarda-corpos. b) detalhes de corrimãos. 4) porta corta-fogo. f) largura e comprimento da faixa de estacionamento. g) duto de entrada. e) localização da fonte de energia alternativa do sistema. f) as grelhas de insuflamento. h) casa de máquinas do elevador de emergência (quando houver exigência). i) apresentação esquemática do sistema em corte. bem como as dimensões do dique de contenção. i) antecâmaras de segurança (quando houver exigência). c) detectores de acionamento do sistema. c) o reservatório de combustível do grupo moto gerador e sua capacidade. painéis. individualizando a lotação por ambiente. b) indicar a ocupação. d) o posicionamento da central do sistema. 3) Segurança estrutural nas edificações a) constar o tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF) das estruturas em nota ou legenda. b) quando o sistema de iluminação de emergência for alimentado por grupo moto-gerador que não abranja todas as luminárias da edificação. c) indicar o tempo de resistência ao fogo dos elementos estruturais indicados. 8) Sistema de iluminação de emergência: a) os pontos de iluminação de emergência. autonomia e sistema de automatização. f) largura das portas de saída de emergência. quando for o caso. devem constar em projeto técnico a abrangência. conforme Anexo A da IT 06. devem ser indicadas as luminárias a serem acionadas em caso de emergência. d) largura das escadas. 4) Compartimentação horizontal e compartimentação vertical a) indicar as áreas compartimentadas e o respectivo quadro de áreas. os locais isentos de revestimento. j) indicar a lotação do ambiente quando se tratar de local de reunião de público. árvores ou outro tipo de obstrução. e) fonte alternativa de energia do sistema. d) indicação da altura mínima livre. h) a localização do grupo moto gerador. e) indicar o retorno para as vias de acesso com mais de 45. d) indicar os elementos corta-fogo: 1) parede corta-fogo de compartimentação. 6) Pressurização de escadas de segurança: a) sala do grupo moto ventilador. g) o caminhamento dos dutos. k) elementos de compartimentação de risco (parede e porta corta-fogo) da sala do grupo motoventilador. independente do tipo de estrutura. b) juntar o memorial de carga de incêndio (quando necessário). m) juntar o memorial de cálculo de vazão e pressão do sistema de pressurização da escada. b) localização do ponto de captação de ar. b) os acionadores manuais de alarme de incêndio. b) indicar o isolamento proporcionado: 1) aba horizontal 2) aba vertical 3) afastamento de aberturas perpendiculares à parede corta-fogo de compartimentação. 2) vedador corta-fogo. e) indicar a fachada da edificação considerada para o cálculo de isolamento de risco. c) indicar a carga de incêndio.

14) Sistema de resfriamento para líquidos inflamáveis e gases inflamáveis e combustíveis a) indicar as instalações. f) indicar a bomba de incêndio principal e jockey (quando houver) com indicação de pressão. d) central do sistema. indicando volume e forma de armazenagem. açude etc). g) indicar a capacidade e a localização do reservatório de incêndio. b) indicar as botoeiras de acionamento da bomba de incêndio. h) indicar os canhões monitores. e. p) juntar o memorial de cálculo do sistema de chuveiro automático. tanques. b) indicar os reservatórios do extrato formador de espuma (EFE). i) deve constar o detalhe da sucção quando o reservatório for subterrâneo ou ao nível do solo. bomba de incêndio e registro de recalque. n) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento do sistema no barrilete. o) indicar a capacidade e a localização do reservatório de incêndio. devem ser indicadas as respectivas medidas ao lado do símbolo do hidrante. aspersores. f) fonte alternativa de energia do sistema. h) deve constar a perspectiva isométrica completa (sem escala e com cotas). bem como a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial com permanência humana constante. j) devem ser apresentadas todas as tubulações de distribuição com respectivos diâmetros. b)quando forem usadas unidades extintores com capacidades diferentes de um mesmo agente.c) os sinalizadores sonoros e visuais. indicar sua localização. k) devem ser indicados os pontos de chuveiros automáticos em toda a edificação e área de risco. d)deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. lago. c) indicar as câmaras de espuma. vazão e potência. bem como. indicar sua localização. e com permanência humana constante. conforme IT 15. l) localização do registro de recalque. f) indicar a vazão e pressão das bombas de incêndio. c) tipos de chuveiros especificados. m) quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lago. b) área de aplicação dos chuveiros hachurada. h) deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. g) quando forem usadas mangueiras de incêndio e esguichos com comprimentos e requintes diferentes. 10) Sistema de sinalização de emergência: a) deve ser lançada uma nota referenciando o atendimento do sistema de sinalização de emergência de acordo com a IT 15 –Sinalização de emergência. g) locais onde foram substituídos os chuveiros por detectores de incêndio. b) indicar qual tanque é considerado o de maior risco para efeito de cálculo. g) juntar o memorial de cálculo do sistema de proteção por espuma. cilindros ou esferas de GLP. etc). para os respectivos riscos. 16) Sistema fixo de gases limpos e CO2: . e) indicar o reservatório de incêndio e sua capacidade. b) indicar as posições e detalhes da sinalização de emergência. d) indicar as taxas de vazão para o resfriamento do tanque em chama e tanques vizinhos. vazão e potência. d) indicar o registro de recalque bem como detalhe que mostre suas condições de instalação. f) localização do painel de alarme. quando o sistema de acionamento for automatizado. e) indicar as áreas dos costados e tetos dos tanques considerados no cálculo hidráulico. 13) Sistema de Chuveiros automáticos: a) localização das bombas do sistema com indicação da pressão. 12) Sistema de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio: a) indicar os hidrantes ou mangotinhos. e) indicar as especificações dos equipamentos envolvidos no cálculo. c) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento no barrilete. d) posição dos cabeçotes de testes. deve ser indicada a capacidade ao lado de cada símbolo. a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial. 15) Sistema de proteção por espuma: a) indicar os esguichos lançadores ou proporcionadores e canhões monitores. i) toda a tubulação abrangida pelo cálculo deve ter seu diâmetro e comprimento cotado no esquema isométrico. e) painel repetidor (quando houver). c) indicar os tanques considerados vizinhos ao tanque de maior risco. f) definição do maior risco a proteger. 11) Sistema de proteção por extintores portáteis ou sobre rodas: a) indicar as unidades extintoras. k) juntar o memorial de cálculo do sistema de hidrantes. açude. e. lagoa. i) apresentar quadro que contenha as seguintes informações: 1) indicação do tanque 2) produto armazenado 3) volume 4) ponto de fulgor 5) diâmetro e altura do tanque 6) juntar o memorial de cálculo do sistema de resfriamento. e) área de cobertura e localização das válvulas de governo e alarme (VGA) e dos comandos secundários (CS). j) quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lagoa.

estocagem e unidades de abastecimento de gás. e) sistema de proteção da central. vertical ou horizontal). 25) Pátio de contêineres: Indicar as áreas de segregação de cargas e respectivas proteções. c) indicar tipo de superfície do tanque (teto flutuante ou fixo). e. d) localização da central de GLP (quando houver). h) indicar o sistema de drenagem de líquidos e bacia de contenção. e. subterrâneo. b) raio de ação do hidrante. heliportos ou área de pouso e decolagem ocasional (APDO): a) sinalização do heliponto conforme previsto na IT 26 – Heliponto e Heliporto. g) indicar o tempo de retardo para evacuação do local. g) indicar medidas de segurança contra incêndio adotado. h)deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. b) afastamentos dos limites do terreno e de postos de abastecimento de combustíveis. . fogos de artifício ou seus depósitos. e) detalhamento do sistema de água nebulizada para os casos de subestação compartilhada. capacidade e localização da reserva de incêndio. canhões monitores. telhados. e) indicar as áreas de refúgio. i) indicar o sistema de comunicação interna. d) traçado da rede de água que abastece os hidrantes com indicação de seus diâmetros. e. distribuição e utilização de gás combustível comprimido (gás natural e distribuição): a) indicar os compressores. armazenamento. h) Juntar a planilha de cálculos utilizadas no dimensionamento da proteção dos tanques. aspersores. num raio de 100 metros. d) indicar os detectores de incêndio. c) afastamentos das divisas de terrenos. 17) Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis: a) indicar tanques. e. e) o produto químico. áreas edificadas no mesmo lote e local de risco. lajes de cobertura. f) distribuição dos hidrantes. j) indicar o sistema do circuito interno de televisão. d) indicar os detalhes de corrimãos. edificações. para postos que comercializem gás combustível comprimido. vias públicas. registro de recalque e forma de acionamento do sistema. quando for o caso. 20) Fogos de artifício: a) croqui das edificações limítrofes (ocupação identificada). comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP): a) localização da central de GLP. temperaturas de queima e poder calorífico do produto. c) indicar o local de estacionamento do veículo abastecedor quando o gás natural for distribuído por este meio de transporte. instalações. e. e. dentre outros. 24) Túnel rodoviário: a) indicar a interligação dos túneis paralelos (quando for o caso). gases inflamáveis. quando houver. d) local de estacionamento do veículo abastecedor. bomba de incêndio. b) indicar o sistema fixo de extinção a ser instalado. c) indicar as paredes corta-fogo de isolamento de risco utilizadas no local. 19) Comercialização. c) indicar as defensas das laterais do túnel. f) indicar as rotas de fuga e as saídas de emergência. d) indicar a bacia de contenção com drenagem do óleo isolante e a caixa separadora de óleo e água. c) indicar a central do sistema de detecção e alarme.a) indicar a botoeira alternativa para acionamento do sistema fixo. b) detalhe em planta das espessuras das paredes. 21) Helipontos. cilindros ou esferas considerados de maior risco para elaboração dos cálculos. e g) indicar a pressão manométrica medida no topo do tanque para que se possa utilizar as tabelas de afastamentos. b) indicar a botoeira de desativação do sistema de gases. c) localização de fogões. coifas e similares. i) juntar o memorial de cálculo do sistema de gases limpos e CO2. b) indicar tipo de tanque (elevado. c) vazão dos hidrantes. e) Indicar a bateria de cilindros de gases. b) indicar as vias de acesso a veículos de emergência. b) indicar a capacidade de carga do heliponto 22) Cobertura de sapê. 26) Subestações elétricas: a) indicar as áreas destinadas aos reatores. b) indicar a capacidade dos cilindros. quando o abastecimento for a granel. 18) Proteção contra incêndio nos locais de manipulação. pisos. 27) Cozinhas profissionais: a) indicar o caminhamento dos dutos de exaustão. b) indicar o sistema de exaustão. e. piaçava e similares: a) especificar o tipo de cobertura utilizada. transformadores e reguladores de tensão. e. bem como da capacidade total da central. e. b) indicar as distâncias mínimas de afastamentos previstos na tabela I da NBR 12236/94. 23) Hidrantes públicos: a) posicionamento dos hidrantes. f) indicar as áreas protegidas pelo sistema fixo de gases. sua capacidade armazenada e ponto de fulgor. limites de propriedades e dimensões das bacias de contenção. Indicar o caminhamento da tubulação de distribuição do gás natural. d) afastamentos entre tanques.

pontos de equalização de potenciais e aterramento e bitola dos condutores.7. incolor devidamente identificado. alarmes audiovisuais. analisado e aprovado pelo CBMMG é de inteira responsabilidade do R. carimbe e devolva-as ao requerente. c) nota em planta constando: 1) equipe médica necessária. c) a ordem do item anterior pode ser alterada para o atendimento das ocupações ou atividades temporárias. vazão. tais como: tipos e quantidades de escadas. b) a mudança de ocupação da edificação e área de risco com ou sem agravamento de risco que implique: 1) no redimensionamento dos elementos da saída de emergência. não prevista no projeto anterior.7 Substituição ou atualização do Projeto técnico 5. 5. c) constatada a inabilitação técnica do responsável técnico que atuou no Projeto técnico. tais como: nível de proteção. c) a mudança de leiaute da edificação e área de risco que implique na adoção de nova medida de segurança. cota dos perímetros. responsável técnico.1 o RT deverá apresentar um CD não regravável. e) o ato de anulação deve ser comunicado ao proprietário/responsável pelo uso. d) o aumento da altura da edificação e área de risco que implique: . Nota: Nos casos previstos no item 5. portas. 30) Eventos temporários: a) planta baixa. b) o Projeto técnico deverá ser analisado conforme ordem cronológica de entrada. se for o caso. c) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário. etc). estacionamento. reservas ecológicas e quaisquer outras sensíveis à ação dos fogos de artifícios. disposição do sistema de segurança contra incêndio e pânico (sinalização de saída de emergência. e. rampas. método aplicado. b) detalhes de pontos importantes da instalação como conexões e pontos de medição e aterramento. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior).1. acesso. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio.1. 5. o interessado deverá apresentar no mínimo uma e no máximo três cópias do projeto para que o CBMMG rubrique. conforme IT 35. ao tempo da aprovação. lotação e outros. b) o Projeto técnico anulado deve ser substituído por novo Projeto técnico. tais como: tipos e quantidades de escadas. Prefeitura Municipal e na hipótese da alínea c.6 Cassação a) a qualquer tempo o CBMMG pode anular a aprovação do Projeto técnico que não tenha atendido todas as exigências da legislação vigentes à época da aprovação.1.4 desta IT.1. c) memorial descritivo contendo todos os dados técnicos da instalação. b) croqui da área em formato A3 ou A2 contendo planta baixa. f) havendo indício de crime o responsável pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio deve comunicar o fato ao Ministério Público. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio. tais como: pressão. b) após aprovado. para fins de arquivo no CBMMG. vazão. deve ser procedida a anulação do ato de aprovação do Projeto técnico. tais como: pressão.1. ao Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia do Estado de Minas Gerais (CREA-MG). 5.1.T. hidrantes. 2) número de brigadistas previstos. Nesta ocasião deverá ser apresentado também um CD não regravável com capa acrílica. para o ato praticado. rampas.5 Prazos de análise a) o Serviço de Segurança Contra Incêndio tem o prazo máximo de 15 (quinze) dias úteis para analisar o Projeto técnico.4 Apresentação do Projeto técnico para análise junto ao CBMMG a) o Projeto técnico deve ser apresentado em uma via no formato correspondente na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG. acesso. contendo o projeto completo. veículos edificações.7. portas.1 Substituição do Projeto técnico: A edificação ou área de risco que se enquadrar dentro de uma das condições abaixo relacionadas. espaçamento médio das descidas.1.1. área e largura da saída de emergência.1. d) o interessado deve comparecer ao CBMMG com o comprovante de pagamento da taxa de segurança pública respectiva (TSP) e após a análise.1. nº de descidas. extintores.1. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente. 29) Segurança contra incêndio em edificações históricas: Memorial descritivo do cálculo do coeficiente de segurança mínimo adotado. 5.28) Sistema de proteção contra descargas atmosféricas: a) plantas baixas e cortes da edificação mostrando o encaminhamento dos condutores e transição entre níveis. iluminação de emergência.1. contendo cota dos perímetros. lotação e outros. e.1. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior). d) o acesso às informações do processo que originou a anulação do ato de aprovação do Projeto técnico deve ser disponibilizado aos interessados. o Corpo de Bombeiros disponibilizará ao interessado a aprovação ou emitirá um relatório. baseado na legislação vigente à época da elaboração do Projeto técnico anulado. A fidelidade das cópias e do CD com o projeto original. conforme cada caso. contendo o projeto completo nos termos da alínea b do item 5. 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente. conforme público previsto para o evento. devem ter o seu Projeto técnico substituído: a) a ampliação de área construída que implique em: 1) redimensionamento dos elementos da saída de emergência. constando as irregularidades nos sistemas projetados e a formulação de outras exigências. distância de rede elétrica.1.

cartão de identificação. d) o setor de vistoria do CBMMG fará uma analise prévia encaminhando resposta do FAT ao interessado juntamente com uma cópia das plantas devidamente rubricadas. acesso. houver acúmulo de plantas que dificultem a compreensão e o manuseio do Projeto técnico por parte do Serviço de Segurança Contra Incêndio.2.4 Apresentação para avaliação e vistoria junto ao CBMMG a) o Projeto Técnico Simplificado deve ser apresentado em uma via no formato correspondente na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG e será encaminhado para a Seção de Vistoria. duas cópias das plantas das medidas de segurança contra incêndio e pânico e a Taxa de Segurança Pública. c) a edificação ou área de risco a construir que se enquadre no presente procedimento.2.4 desta IT. nos termos da alínea b do item 5.1.1.2. nos casos previstos no Decreto 43.3 Condições gerais a) o responsável pela edificação que se enquadre no presente procedimento poderá obter orientações no Serviço de Segurança Contra Incêndio da Unidade do Corpo de Bombeiros quanto à proteção necessária. carimbe e devolva-a ao requerente. bem como os documentos indicados no item 5.7.1. por ocasião da vistoria o RT deverá encaminhar ao CBMMG a pasta do projeto técnico com resposta do FAT e plantas das medidas previstas devidamente autenticadas pelo CBMMG. constando às medidas de segurança contra incêndio e pânico. b) cartão de identificação (anexo A). se for o caso. o R. por meio de documentos encaminhados ao Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. em atenção a pedido fundamentado do Chefe do Serviço de Segurança Contra Incêndio. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio. g) documentos complementares solicitados. 5.2 não podem ser apresentadas. rampas.2. portas. tais como: pressão.1. analisado e aprovado pelo CBMMG é de inteira responsabilidade do R. 5.1. cuja vistoria do CBMMG não poderá ocorrer nos prazos previstos nesta IT. via Formulário para Atendimento Técnico(FAT).2. vazão. i) comprovante de pagamento da Taxa de Segurança Pública.1 Características da edificação e/ou área de risco O Procedimento Sumário é utilizado na apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e/ou áreas de risco com área até 750 m² que não atendam aos requisitos para Projeto Técnico. f) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto técnico.T deverá apresentar no mínimo uma e no máximo duas cópias para que o CBMMG rubrique. podendo inclusive apresentar plantas para melhores esclarecimentos. o RT ou responsável pela edificação poderá obter orientações no Serviço de Segurança Contra Incêndio da Unidade do Corpo de Bombeiros quanto à proteção necessária. lotação e outros.1. que deve ser juntada na via que fica no Corpo de Bombeiros. b) depois de aprovado em vistoria. complementando a Taxa de Segurança Pública.1. Companhias e Pelotões ao respectivo comandante. d) planta baixa.1.T.1. que ficam apensos ao Projeto técnico devendo juntar ao FAT o comprovante de pagamento da taxa de segurança pública respectiva (TSP). 2) redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente. para fins de arquivo no CBMMG. para fins de regularização no CBMMG. 3) adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista no projeto anterior).1. 5. Nota: A fidelidade das cópias e do CD com o projeto original.1. c) formulário de segurança contra incêndio para PTS (anexo K). nesta ocasião deverá ser apresentado também um CD não regravável.1.1 5. devendo encaminhar em pasta de projeto técnico o FAT.1) no redimensionamento dos elementos da saída de emergência. quando for o caso. tais como: tipos e quantidades de escadas.2 Composição a) pasta do Projeto técnico em uma via. e) sempre que em decorrência de ampliações ou diversas alterações. e) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário.2. por meio de Projeto Técnico. . Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária ou Projeto técnico para Ocupação Temporária em Edificação Permanente.2 Projeto Técnico Simplificado O Projeto Técnico Simplificado será analisado e vistoriado mediante procedimento sumário. quando este transferir seu poder de signatário. contendo o projeto completo. atestando formalmente ao interessado que as medidas de segurança contra incêndio e pânico atendem ou não ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais.1. e) procuração do proprietário. São aceitas as modificações ou complementações desde que não se enquadrem nos casos previstos no item 5. especificados em Instruções Técnicas.1: 5. e b) as edificações definidas no item 5. 5.1. h) memorial de cálculos de rotas de fuga e outros. previsto no item 5.2 Atualização do Projeto técnico: É a complementação de informações ou alterações técnicas relativas ao Projeto técnico aprovado.779/04. a decisão para substituição do Projeto técnico caberá ao Diretor de Atividades Técnicas e nos BBM.7. quando necessário.

feiras de exposições.1. c) formulário de segurança contra incêndio (anexo B) d) procuração do proprietário. toda vez que solicitar nova vistoria.3. juntamente com a pasta. d) a pasta contendo a documentação deve ser formada quando do início das atividades ou quando da primeira vez que houver presença no Estado de Minas Gerais. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve orientar o interessado sobre todas as condições de segurança contra incêndio exigidas.f) o interessado deve comparecer ao Corpo de Bombeiros com o comprovante de pagamento da Taxa de Segurança Pública (TSP) correspondente a vistoria. b) lotação da edificação e área de risco. onde devem ser conferidos para a realização da vistoria e conseqüente liberação. enfim. d) se no interior da edificação permanente for acrescida instalação temporária tais como boxe. exceto o cartão de identificação. sempre com a cota da respectiva área. equipamentos.2 Composição a) cartão de Identificação. estande. cada vez que for montada a instalação ou ocupação. e deve ser apresentada no Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros da localidade.1. 5. com cotas de todos os perímetros. carimbe e devolva-a ao requerente. brinquedos de parques de diversões. 6) instalações elétricas. o Serviço de Segurança Contra Incêndio pode declinar do princípio da cronologia e realizar a análise no menor prazo possível desde que o projeto atenda aos requisitos da IT 33. arquibancadas.3. b) aprovado. juntamente com as exigências para a atividade temporária que se pretende nela desenvolver. c) indicação de todas as dependências. 5) armações de circos.1. assinado pelo proprietário e responsável técnico.1. 5. não há a necessidade de se refazer a documentação. 5.T deverá apresentar no mínimo uma e no máximo duas cópias para que o CBMMG rubrique. 3) brinquedos de parques de diversão. em uma via para análise. j) a pasta deve ser devolvida ao interessado juntamente com a emissão do AVCB. após este prazo a edificação passa a ser regida pelas regras do item 5.1 Características da instalação Instalações tais como: circos. shows artísticos entre outros . . com validade somente para o endereço onde esteja localizada a instalação à época da vistoria. g) a pasta do interessado deve acompanhar a instalação ou a ocupação em todo o Estado de Minas Gerais. 5. 7) outras montagens mecânicas ou eletroeletrônicas.1. a critério do interessado. todos os documentos devem receber carimbo padrão de aprovação. do processo ou pelo responsável pelo uso ou pelo proprietário a respectiva vistoria e emitido o respectivo Auto de Vistoria. i) nos demais municípios.1.1. quando este transferir seu poder de signatário. sendo que uma das pastas deve ser devolvida ao interessado e a outra pasta deve ficar arquivada no Serviço de Segurança Contra Incêndio do município de origem. g) a TSP da direito a uma vistoria.3. formulário de segurança contra incêndio e ART. esta instalação deve ser regularizada de acordo com o item 5.T. centrais de gases inflamáveis.3 Planta de instalação de ocupação temporária A planta deve conter: a) toda área.Símbolos gráficos para processo de segurança contra incêndio.4 Apresentação para avaliação junto ao CBMMG a) o Projeto Técnico para Instalação e ocupação temporária deve ser apresentado. e. (anexo A). devem ser apresentados no Serviço de Segurança Contra Incêndio.3. e) nesta primeira ocasião.devem ser desmontadas e transferidas para outros locais após o prazo máximo de 06 (seis) meses. c) uma das cópias deverá ser encaminhada ao proprietário.3. c) se for acrescida instalação temporária em área externa junto à edificação permanente. o R. rodeios. b) a edificação e área de risco permanente deve atender todas as exigências de segurança contra incêndio previstas no Decreto Estadual ou legislação a que foi submetido o projeto para aprovação.1. prevalece à proteção da edificação permanente desde que atenda aos requisitos para a atividade em questão. e) ART do responsável técnico sobre: 1) lona de cobertura com material retardante de ignição (quando houver). Isto se fará diante do Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros com atribuições no município. Estes documentos. 2) arquibancadas e arenas desmontáveis. parques de diversão. feiras agropecuárias. áreas de riscos. 8) grupo moto-gerador. arenas e outras áreas destinadas à permanência de público. 5. instalações.3 Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária 5. tudo o que for fisicamente instalado. caso não haja irregularidades. bem como a respectiva documentação necessária. b) pasta do Projeto técnico. f) completada a orientação.1. e) a apresentação em folha tamanho até A0. entre outros. áreas e larguras das saídas. deverá ser solicitada pelo R. h) depois de instalada toda a proteção exigida.4 Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente É o procedimento adotado para evento temporário em edificação permanente e deve atender as seguintes exigências: a) o evento temporário deve possuir o prazo máximo de 6 (seis) meses de duração. k) devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação. d) os símbolos gráficos dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio conforme IT 03 . 4) palcos. f) planta das medidas de segurança contra incêndio ou croqui. palcos.

5. esclarecendo o fato ocorrido. detecção e alarme de incêndio. ao proprietário ou responsável pelo uso. o interessado poderá solicitar recurso em primeiro. e) a medida de segurança contra incêndio não exigida ou dimensionada acima dos parâmetros normalizados deve ser orientada por escrito.1.3 O interessado solicitará o pedido de vistoria na seção de protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros indicando o número do Projeto Técnico aprovado. h) todas as páginas dos documentos onde não haja campo para assinatura.6 Podem ser apresentadas cópias dos documentos especificados nos itens especificados em 5.2. Nota: O projeto técnico com as medidas de segurança contra incêndio e pânico deverá atender aos parâmetros estabelecidos no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais e nas Instruções Técnicas.3. quanto a não obrigatoriedade daquela medida ou parte dela. vedado o uso de mais de um texto normativo para uma mesma medida de segurança contra incêndio. 5. os sistemas de proteção instalados em edificações terão validade para qualquer definição de qualquer exigência relativa a proteção contra incêndio e pânico.1. anexada ao Projeto técnico no ato de sua entrega para análise. obrigatoriamente.1. d) a norma estrangeira deverá ser apresentada sempre em seu texto total e traduzida para a língua portuguesa. para que o Projeto técnico possa ser reanalisado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.4. j) quando houver a discordância do interessado em relação à notificação emitida durante a análise. pelo analista.1 Composição Conforme seções 5.1.3. com base em legislação municipal. 5. desde que a edificação atenda aos seguintes requisitos: 1) mesmo uso/ocupação da tabela 8 A.1 Solicitação de vistoria 5. quando tratar-se de eventos temporários em edificações permanentes em locais diferentes.5 É obrigatória a assinatura da ART pelo contratante (proprietário ou responsável pelo uso). b) é permitido o uso de norma estrangeira.1. quando não for possível atuar o mesmo responsável técnico pelo processo originalmente apresentado.5. ao analista. responsável pelo uso ou responsável técnico com a apresentação dos documentos constantes do item 5. deve-se seguir a legislação pertinente.5 Generalidades Para a apresentação de projeto técnico devem ser observadas as seguintes disposições gerais: a) cada medida de segurança contra incêndio deve ser dimensionada conforme o critério existente em uma única norma. i) quando for emitido relatório de irregularidades constatadas na análise do Projeto técnico pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.1.1. quando o sistema de segurança estabelecido oferecer melhor nível de segurança. n) as exigências de medidas de segurança contra incêndio e pânico nas edificações que tiverem seus projetos arquitetônicos protocolados nas Prefeituras Municipais até 01 de Julho de 2005.1 A vistoria do CBMMG na edificação é realizada mediante solicitação do proprietário. esclarecendo as providências adotadas.2.1.1.4. l) o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve orientar o interessado para cumprimento das disposições do Decreto Estadual de Regulamentação de Lei de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. 5. o interessado deve encaminhar resposta circunstanciada sobre os itens emitidos. serão as constantes nas tabelas 8 e 8A do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado de Minas Gerais).1. desde que devidamente autenticados. o qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes. devem ser rubricadas pelo responsável técnico ou proprietário ou responsável pelo uso.2. através de tradutor juramentado.2. 2) área menor que 1.1.1.3 e/ou 5.200 m2 e altura inferior a 12 metros.2.2. c) se o responsável técnico fizer uso de norma estrangeira.3. m) nos casos de extravio de protocolo de análise.1. o interessado poderá apresentar por meio de Formulário Técnico(FAT) pedido de reconsideração de ato. g) na ampliação ou reforma.2 Qualquer pessoa munida dos documentos préestabelecidos pode protocolar a solicitação de vistoria da edificação e área de risco. 5. 5. deverá encaminhar uma solicitação por escrito ou formulário para atendimento técnico (FAT) ao serviço de segurança contra incêndio. segundo e terceiro grau nos termos do item 5. e pelo responsável técnico.2. até a sua aprovação final. poderá ser atualizado ou substituído com base nas exigências da tabela 8 A do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.4. k) do indeferimento do pedido de reconsideração de ato. p) o projeto técnico de edificações existentes aprovados. o) nas atualizações ou substituições realizadas em projetos aprovados.1.4.2 e/ou 5. o responsável técnico. dispensando símbolos e brasões neles contidos. excetuando as alíneas g e i da seção 5. com base em legislação municipal.2 Procedimentos de vistoria 5. proprietário ou responsável pelo uso. etc). devidamente fundamentado. 5. .10 desta IT.2 Apresentação do procedimento para avaliação junto ao CBMMG Conforme seções 5. deverá apresentá-la. f) devem ser adotados os modelos de documentos exemplificados nas Instruções Técnicas para apresentação nos Processos Técnicos.1.1.1.2. 5. 3) não possua sistemas fixos instalados (hidrante.4 Caso o interessado não saiba informar o número do Projeto técnico.4. chuveiros automáticos.4. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve realizar a pesquisa pelo endereço.

deve ser emitido o Auto de Vistoria mediante a apresentação de termo de compromisso do proprietário. será correspondente a área solicitada.2.2.7.2. desde que não interfiram na cobertura dos sistemas originalmente previstos no Projeto técnico. deve ser substituído. o CBMMG deve fornecer um protocolo de acompanhamento da vistoria que contenha um número seqüencial de entrada. e não previstos no Projeto técnico.9 O pagamento da TSP para área parcialmente construída. na entrada da edificação e áreas de risco. quando constatado em vistoria que os equipamentos instalados conforme o Projeto técnico. para apresentação de novo Projeto Técnico atualizado de acordo com as exigências previstas na legislação à época da aprovação do Projeto. 5.1.Evento Temporário.2. 5.2.10 desta IT.14 Deve ser observada pelo Serviço de Segurança contra incêndio a ordem cronológica do número seqüencial de entrada para a realização da vistoria. A liberação somente ocorrerá.2 Durante a vistoria 5. desde que estas variações não ensejam motivos para atualização.2. desde que atendam aos critérios de risco isolado previstos na IT 05 . Neste caso não será emitido o Auto de Vistoria até o atendimento dos itens pendentes. modificação. 5. o qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes.1. este poderá apresentar.5 No caso do item 5.2.1. O não cumprimento deste termo ensejará a não emissão de novo AVCB. 5. será permitida a vistoria para áreas parciais desde que haja condição de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros e as respectivas guarnições.2.2. desde que o projeto atenda os requisitos da IT 33 . que atendam às exigências de segurança contra incêndio vigente à época. que deve ser deixado pelo vistoriador na edificação e áreas de risco com o acompanhante mediante recibo.10 Quando houver a discordância do interessado em relação ao relatório emitido durante vistoria.2. o vistoriador deverá encaminhar o Projeto técnico para o Serviço de Segurança Contra Incêndio.2 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 5.1.2. não atendem as exigências de segurança contra incêndio vigentes à época. 5.2. após aprovação junto ao chefe da vistoria.4 Nos casos de Projeto técnico regidos por legislação anterior ao Decreto 44.2. deve ser emitido o relatório de vistoria ao interessado notificando as irregularidades.270.2.13 Após o pagamento da respectiva TSP.7. caso não atenda às condições previstas na legislação vigente à época.11 Indeferido o pedido de reconsideração de ato.1 deve implicar na apresentação de novo Projeto técnico. 5. pedido de reconsideração de ato devidamente fundamentado. 5.2.2. 5.2.5.2. substituição ou cassação da aprovação/liberação. 5.8 Cópia da irregularidade ou a aprovação da vistoria deve ser anotada no relatório de vistoria.7 Deve ser recolhido a taxa de segurança pública (TSP) junto a instituição bancária autorizada.12 Os sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios e pânico instalados na edificação.3 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 5.12 Devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação. uma placa indicativa contendo a lotação máxima permitida.1.2.1. sempre que possível. liberar ou notificar pequenas variações entre o processo e a execução. o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter.1.8 Para a solicitação de vistoria de área parcialmente construída.2.1.2. quando constatado em vistoria a existência de sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio instalados na edificação que não estejam previstos no Projeto técnico original e que seja possível avaliar no local. exceto se não estiver cumprindo as normas em vigor. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve declinar do princípio da cronologia. e realizar a vistoria do Projeto técnico para Instalações e Ocupações Temporárias e do Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente no menor prazo possível. de acordo com a área especificada no Projeto técnico a ser vistoriado.2.2.11 Quando um Projeto técnico englobar várias edificações que atendam aos critérios de risco isolado e que possuam sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio instalados e independentes. especificando a área a ser vistoriada. onde deverá ser submetido a reanálise.4. por meio de Formulário de Atendimento Técnico.9 Quando ocorrer à necessidade de nova vistoria na edificação ou área de risco devido às irregularidades constatadas em vistoria anterior. segundo critérios de conveniência e oportunidade.2.2. 5.7 Quando constatado em vistoria que o Projeto técnico possui alguma irregularidade passível de cassação. 5. Neste caso não será emitido o Auto de Vistoria. podem ser aceitos como sistemas adicionais de segurança.1 O responsável pela edificação a ser vistoriada deve prover de pessoa habilitada com conhecimento do funcionamento dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios para que possa manuseá-los.Separação entre edificações. sempre que possível.2.10 É permitida a vistoria para áreas parcialmente construídas.1. quando da realização da vistoria.14 O vistoriador tem discricionariedade para.2.2. 5. 5. 5. ao vistoriador. Estes equipamentos deverão seguir os parâmetros previstos em normas. 5. 5.2. porém.2. após dois anos. se não for possível avaliar no local da vistoria a interferência do sistema de proteção adicional. deve implicar na atualização do Projeto técnico.1. . 5. deve ser encaminhado ao Serviço de Segurança Contra Incêndio o Formulário para Atendimento Técnico. o interessado poderá solicitar recurso em primeiro. No caso de liberação.2.2.2.2.2.13 Em local de reunião de público.6 O Projeto técnico que for substituído por iniciativa do interessado somente para regularizar em planta as medidas de segurança contra incêndio que não constavam no Projeto Técnico anterior. o relatório de vistoria com os itens verificados e um termo de autorização assinado pelo chefe da vistoria e vistoriador deverá ser anexado ao projeto técnico. 5.1. 5.2. o interessado deve apresentar na seção de protocolo o último relatório de vistoria (original ou cópia) emitida pelo vistoriador.2. segundo e terceiro grau nos termos do item 5. o interessado deve esclarecer posteriormente por meio de Formulário de Atendimento Técnico (FAT) a proteção adotada para avaliação no Serviço de Segurança Contra Incêndio.2.1. 5.2. 5. conforme anexo L.2.

de acordo com o Projeto técnico aprovado.3. nova multa será aplicada na primeira reincidência e assim sucessivamente.4. 5.3. deve ser instaurado o procedimento administrativo pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.2. c) interdição.1 Quando constatado pelo CBMMG que ocorreram alterações prejudiciais nas medidas de segurança contra incêndio e pânico da edificação ou área de risco. 5.3.1 Sessenta dias. 5. onde o respectivo serviço de segurança contra incêndio deve emitir a fotocópia com a autenticação do CBMMG. 5. seguido do termo “e outros”.2.4 A retirada do AVCB no protocolo do Serviço de Segurança Contra Incêndio só é permitida com a apresentação do respectivo protocolo de vistoria.3.2 Para a avaliação da irregularidade constatada na instalação ou funcionamento da medida de segurança contra incêndio e pânico deve ser levado em consideração à possibilidade da reparação imediata e ininterrupta pelo proprietário ou responsável pelo uso.3.10 Quando houver edificação e áreas de risco onde seja solicitado a emissão de AVCB para áreas construídas e endereços distintos. 5. repetindo-se o valor da segunda reincidência na terceira.4 O proprietário ou responsável pelo uso poderá recorrer do ato de cassação por meio de recurso junto ao Serviço de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros. respeitando a complexidade da medida de segurança. Deverá ser recolhida a TSP para segunda via. apenas é incluído no AVCB o nome de um profissional. 5.2. esclarecendo o motivo do pedido.2. Neste caso.3.2. 5. 5.3. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito ou Formulário para Atendimento Técnico (FAT) ao Serviço de Segurança Contra Incêndio. deve ser emitido pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio. conforme especificado no item 5.3.2. após a formalização da advertência escrita.7 Nos casos de extravio da primeira via do AVCB.3 Emissão do Auto de Vistoria do CBMMG 5. b) multa.2.6 A via original do AVCB deve ser devolvida ao Serviço de Segurança Contra Incêndio.2.3.2. 5.3. sujeita o infrator às sanções administrativas: a) advertência.3.3. e multiplicada por três na segunda.3. de forma a permitir que o responsável tenha tempo para corrigir as irregularidades.3.1 e 5. 5. 5. será aplicada na primeira vistoria.3 Quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndios existentes na edificação e área de risco.1 Advertência escrita A advertência escrita em forma de notificação.2.3.2. deve o proprietário ou responsável pelo uso encaminhar solicitação por escrito ou FAT ao Serviço de Segurança Contra Incêndio.3.3 Após a primeira multa os períodos previstos para a aplicação de novas multas por reincidência deverão ser de no mínimo 30 dias.2. 5.3. 5.9 Após emissão do AVCB para a edificação e áreas de risco o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter o AVCB original ou cópia na entrada da edificação e áreas de risco em local visível ao público. A inobservância do disposto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2. 5.2 Multa 5.5. e havendo uma quarta reincidência a edificação terá o AVCB cassado. 5. quando houver necessidade de nova remição por mudança de dados apresentados erroneamente pelo interessado. persistindo a conduta infracional.3.3.5 Nos casos de extravio do protocolo da vistoria. o solicitante deve recolher a TSP para emissão de novo AVCB.2.3 Cassação do Auto de Vistoria do CBMMG A cassação será aplicada quando constatada pelo CBMMG sua ilegitimidade ou ilegalidade e pelo reiterado descumprimento das notificações. será aplicada multa de 80.9216 UFEMG (Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais).3.0645 a 2.2.3 Da multa e interdição dos estabelecimentos. o serviço de segurança contra incêndio deve emitir ofício ao interessado. desde que não seja caracterizada situação de nível IV ou Risco Iminente de Incêndio ou Pânico devidamente fundamentado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. 5.3.2 Persistindo a infração.8 O AVCB somente pode ser emitido para edificação e área de risco que tenha todas as medidas de segurança contra incêndio e pânico instaladas e em funcionamento.11 Os AVCB devem ser emitidos especificando a área total aprovada no Projeto Técnico e a área parcial referente à subdivisão requerida. esclarecendo o fato ocorrido.3.3.2. conforme previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. conforme especificado nos itens 5.4 A multa será dobrada na primeira reincidência. o respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).3.3. informando a cassação do AVCB. que ensejará em interdição do estabelecimento ou área de risco. . será o profissional que se responsabilizou pela emissão da ART de instalação das medidas de segurança contra incêndio.3. 5.2.3.2 O responsável técnico que deve ter seu nome incluso no Auto de Vistoria. podem ser emitidos os AVCB para as respectivas áreas. 5. dentro do mesmo Projeto Técnico. 5. que possua AVCB e procedido à advertência e multas.3. 5.2.401.3 Verificado que o proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação e área de risco não tomou as providências necessárias para a reparação das irregularidades. 5. constatado o descumprimento das medidas de segurança contra incêndio e pânico previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais ou norma técnica regulamentar. para a cassação do AVCB.3. o responsável técnico.1 Após a realização da vistoria na edificação e área de risco e aprovação pelo vistoriador. obedecida à ordem alfabética.

3. 5. 5.4. após a conclusão do procedimento.4 O prazo máximo para realização de vistoria pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio é de 15 (quinze) dias úteis. e) de instalação e/ou manutenção do revestimento dos elementos estruturais protegidos contra o fogo.4. quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas.6 O proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação ou área de risco é responsável pela manutenção . j) de instalação e/ou manutenção do emprego de material de acabamento e revestimento k) outros. NOTA .5 Pode ser emitida uma única ART.4. h) de instalação e/ou manutenção do sistema de detecção de incêndio.1 As alterações de dados referentes ao Projeto técnico de proteção contra incêndios que não impliquem na substituição.4. devendo ser apresentada no ato da vistoria nota fiscal dos extintores de empresas devidamente credenciadas no CBMMG. 5. 5. 5. não podendo ultrapassar o prazo máximo de 6 (seis) meses.6 Disposições gerais da vistoria 5. autonomia e automatização.6 A Prefeitura e o Ministério Público devem ser informados por ofício sobre o ato de cassação do AVCB.4. g) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de chuveiros automáticos. b) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de utilização de gases inflamáveis.5.4 Documentos necessários para a solicitação de vistoria de acordo com o risco e/ou medida de segurança existente na edificação e áreas de risco 5. iluminação de emergência. devem ser encaminhadas por meio de Formulário para Atendimento Técnico juntamente com cópias de documentos autenticadas que comprovem o teor da solicitação.6.6. não deve ser recolhida nova TSP.1 O AVCB tem validade de 02 anos.8 Plano de intervenção de incêndio (quando da renovação do AVCB).3 A ART de instalação é exigida quando da solicitação da primeira vistoria da edificação e áreas de risco. quando houver apenas um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas. 5.5 Quando o retorno de vistoria for provocado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio.9 Atestado de abrangência do grupo motogerador (GMG) Documento que contém informações sobre a abrangência. Anotação de Responsabilidade Técnica: a) de instalação e/ou de manutenção das medidas de segurança contra incêndio e pânico (hidrantes e mangotinhos. 5. desde que a edificação e área de risco permaneça com as medidas de proteção contra incêndio e pânico previstas no projeto em condições de utilização e manutenção adequadas.3.4.4 A ART de manutenção é exigida durante fiscalização do Corpo de Bombeiros.4. Caso sejam constatadas irregularidades pelo vistoriador.3. i) de instalação e/ou manutenção do sistema de controle de fumaça.3. 5.5 Prazos de auto de vistoria 5. extintores.2 Para Projeto técnico de Instalação e Ocupação Temporária e Projeto técnico de Ocupação Temporária em Edificação Permanente. d) de instalação e/ou manutenção do sistema de pressurização da escada de segurança. 5.4.7 Atestado de brigada contra Incêndio Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teóricos e práticos de prevenção combate a incêndio e pânico.4.6. 5.4. 5.6 Podem ser emitidas várias ART desmembradas com as respectivas responsabilidades por medidas específicas.1.Fica dispensada a apresentação de ART de instalação de extintores. disponibilizando o acesso às informações referente ao processo aos interessados.5 O CBMMG deve providenciar a cassação do AVCB. 5.5. 5. saídas de emergência. c) de instalação e/ou manutenção do grupo moto gerador. 5.3 O pagamento da TSP de vistoria dá direito a realização de uma vistoria. sinalização de emergência e compartimentação horizontal e vertical e outros).2 O interessado deve comparecer na Unidade do CBMMG com atribuição no município onde se localiza a edificação. 5.6. 5. mediante recolhimento da respectiva TSP. alarme de incêndio.6. 5.3.6.5. f) de inspeção e/ou manutenção de vasos sob pressão.4 Interdição A pena de interdição será aplicada sempre que houver situação de nível de segurança IV e/ou risco iminente devidamente fundamentado. Plano estabelecido em função dos riscos da edificação e áreas de risco para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência.10 Memorial de Segurança contra Incêndio das Estruturas Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos revestimentos das estruturas contra ação do calor e outros conforme IT 06. com o comprovante do pagamento da TSP referente ao serviço de vistoria. 5. o prazo de validade do AVCB deverá ser para o período da realização do evento. deverá ser paga a TSP equivalente à área a ser vistoriada. 5.2 A Anotação de Responsabilidade Técnica deve ser emitida para os serviços específicos de instalação e/ou manutenção das medidas de segurança contra incêndio previstas na edificação e áreas de risco. e só deve ser válido para o endereço onde foi efetuada a vistoria. 5.

7.4 Competência Podem fazer uso do presente instrumento.5 Prazo do FAT A contar da data do protocolo. conforme Lei que regulamenta o ato. podendo ser acionado para: a) propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP).e funcionamento dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndio sob pena de cassação do AVCB.8. avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas no regulamento de incêndio. A solicitação de vistoria por autoridade pública só pode ser realizada nos casos em que o interessado pela vistoria seja o responsável pelas edificações ou área de risco da administração pública.7.1 O Formulário para Atendimento Técnico deverá ser utilizado nos seguintes casos: a) para solicitação de substituição e retificação do AVCB.9. o interessado fica isento do pagamento da TSP. e. bem como para solucionar os casos especiais. 5. contendo endereço da edificação. 5.6. c) estudo preliminar como forma de garantir ao interessado a manutenção de exigências de futuro Projeto técnico.3 O acionamento do Corpo Técnico para as questões especificadas no item 5.7. ou. 5.7. endereço e telefone do órgão solicitante. 5. respeitando a ordem cronológica de entrada do pedido. legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico.8 Solicitação de vistoria por autoridade pública 5.9 Corpo Técnico 5. 5. f) outras situações a critério do Serviço de Segurança Contra Incêndio. 5.763 de 26 de dezembro de 1975.3 A dispensa do pagamento da respectiva TSP está descrita e definida na lei Estadual 14. c) para tirar dúvidas quanto a procedimentos administrativos e técnicos.938 de 29 de . 5. atendendo à Lei que regulamenta a TSP. 5.3. motivação do pedido e identificação do funcionário público signatário.6 Taxa de Segurança Pública (TSP) 5. b) para solicitação de retificação de dados do Projeto técnico de segurança contra incêndio. ficando vedado perguntas genéricas que deixem a cargo do Serviço de Segurança Contra Incêndio a busca da solução específica. 3) utilização de novos sistemas construtivos ou de novos conceitos de sistemas de segurança contra incêndios. que trata da consolidação da legislação tributária do Estado de Minas Gerais. que altera a Lei 6. 4) casos em que o Serviço de Segurança Contra Incêndio e pânico não possua os instrumentos adequados para a avaliação em análise e/ou vistoria.9.2 O interessado quando do preenchimento do Formulário para Atendimento Técnico deve propor questão específica sobre aplicação da legislação. 5.1 será de competência do Comandante Geral. d) para pedido de reconsideração de ato praticado pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio (Notificações de análises e vistoria).7. seu procurador ou o responsável técnico. o proprietário.9.2 A TSP deve ser recolhida através dos bancos e conta corrente indicados pelo Serviço de Segurança Contra Incêndio com atribuições no município onde está localizada a edificação (ou meios eletrônicos que permitam prova inequívoca do pagamento).7.7.2 Somente devem ser aceitos formulários preenchidos por meios digitais ou datilografados.8.3 Apresentação 5.7. inclusive recursos ou quando da necessidade nas decisões de assuntos relacionados aos sistemas e medidas de segurança contra incêndio e pânico. o Serviço de Segurança Contra Incêndio deve responder no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis. vistoria.1 A solicitação do interessado pode ser feita no modelo do anexo F ou modelo semelhante confeccionado com recursos da informática e pode ser acompanhado de documentos que elucidem a dúvida ou comprovem os argumentos apresentados. em três vias.3. Chefe do Estado-Maior e do Diretor de Atividades Técnicas.2 O Corpo Técnico poderá ser utilizado nas fases de análise.6.7.9. 5.7 Formulário para atendimento técnico dezembro de 2003. 5. 5. a administração deve responder nos prazos legais das requisições e as demais solicitações em 15 (quinze) dias úteis. b) analisar. 5. 2) utilização de normas internacionais.1 Quando o motivo da apresentação do Formulário for provocado pela administração do Serviço de Segurança Contra Incêndio.7.1 Apresentação A solicitação de vistoria pode ser feita via ofício com timbre do órgão público.6. a exemplo de: 1) solicitação de isenção de sistemas de segurança contra incêndios. 5. e) para atualização de Projeto técnico.1 É um grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG. ou a autoridade solicitante tenha competência para impor aos proprietários de edificações privadas e públicas a vistoria.2 Prazo de solicitação de vistoria por autoridade pública A contar da data de entrada do ofício no Serviço de Segurança Contra Incêndio do CBMMG.7. 5.

no caso de indeferimento do recurso previsto em 5.10. caberá recurso ao Comandante Geral do CBMMG. Recebido o parecer .10. contados do seu recebimento.10.10. cuja decisão deverá ser proferida dentro do prazo de quinze dias úteis. para analisar e emitir parecer no prazo de trinta dias.5. Companhia ou Batalhão de Bombeiros Militar.10. responsável pelo uso ou responsável técnico. que deverá convocar o Conselho Consultivo de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Estado .2 O pedido de reconsideração será dirigido à autoridade que praticou o ato e protocolado no órgão a que esta pertencer. 5. o proprietário. cuja decisão deverá proferida no prazo de quinze dias úteis. 5. 5. sendo um oficial intermediário e dois oficiais subalternos. sendo um oficial intermediário e dois oficiais subalternos.10.2 A comissão de recurso em primeiro grau será composta por três oficiais do Batalhão de Bombeiros e Companhias Independentes. previsto em 5.2 caberá interposição de recurso ao Comandante de Pelotão.10. na ausência de oficiais.10 Da reconsideração administrativos de ato e recursos do CCPCIP o Comandante-Geral decidirá em até quinze dias úteis.5 Do indeferimento.7. a qual poderá reconsiderar sua decisão nos dez dias úteis subseqüentes.7.7.10. 5.10. 5. do ato administrativo praticado pelo CBMMG.3 Do indeferimento do pedido de reconsideração previsto no 5.3.10. 5.10. a comissão será composta pelo Sub Comandante da Fração e dois sub tenente/Sargento do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico. pelo proprietário.7 Comissões para análise de recursos 5.CCPCIP.3 Nas Companhias e Pelotões de Bombeiros destacados.1 A comissão para análise de recurso será composta por oficiais do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico para análise de recursos em primeiro e segundo grau. 5.4. contados do seu recebimento.6 Os recursos serão interpostos.4 A comissão para análise de recurso em segundo grau será composta por três oficiais do Corpo Técnico. 5. o responsável pelo uso ou responsável técnico poderá apresentar pedido de reconsideração do ato. 5.4 Caberá recurso ao Diretor de Atividades Técnicas do CBMMG.7. 5.10. no prazo de quinze dias a contar do conhecimento.1 Quando houver discordância do ato administrativo praticado pelo CBMMG.10.10.

Seç de Análise RG: RG: RG: RG: Em ___/___/____ Ch S Vistoria: Fone: Fone: Fone: Fone: UF: Retirado por: Ass.Rua: VISTORIAS APROV.º Município: Retirado por: Ass. m2 CREA: RG: Fone: Protocolo nº AVCB nº Em ___/___/____ Ch S Vistoria: Total : Retirado por: Ass. m2 RG: Fone: . NOTIFICAÇÃO RETIRADA DO PROJETO Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Áreas .Existente: Ocupação: Em ___/___/__ _ Em ___/___/__ _ Em ___/___/__ _ Em Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Nome: Nome: Nome: Nome: Vistoriador: data ___/___/____ Parecer CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Bairro: Proprietário ou responsável p/ uso: Técnico Responsável: CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE GERAIS ___/___/__ Assinatura: _ Aprovado em ____/____/______ Assinatura: Assinatura: Assinatura: Vistoriador: data ___/___/____ Parecer m 2 Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Vistoriador: data ___/___/____ Parecer Protocolo nº data ___/___/____ Atendente Projeto N.º Protocolista Vistoriador: data ___/___/____ Parecer A construir: Analista AVCB ANEXO A . Compl.: RG: Fone: Fone: Fone: Protocolo nº AVCB nº Ch.FRENTE ANEXO A – VERSO Protocolo nº AVCB nº Em ____/____/________ Em ___/___/____ Ch S Vistoria n.

FORMA DE APRESENTAÇÃO PROTOCOLO (uso do CBMMG) Projeto técnico Projeto técnico para Instalação e Ocupação Temporária Projeto técnico para Ocupação Temporária em Edificação Permanente 4. outros): 3. Análise: *Apresentar quando da renovação de AVCB. madeira.. /uso: Ass. madeira. S. RISCOS ESPECIAIS Armazenamento de líquidos inflamáveis/combustíveis Gás Liquefeito de Petróleo Armazenamento de produtos perigosos Ass. Ch. RESERVA D’ÁGUA Reservatório ( ) Elevado Reserva de Consumo: ( ) subterrâneo .ANEXO B CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS FORMULARIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DE PROJETO TÉCNICO 1. aço. m3 RTI de HI m3 RTI de SPK m3 5. Complemento:: : Lote Quarteirão Bairro: Município UF Proprietário: Responsável pelo uso: : Fone Responsável Técnico: CREA Fone N. .. . do Proprietário/Resp. aço.º do Processo anterior: ___________/________ Decreto Adotado (n. Divisão e Descrição: Área existente: a construir: Total Altura da edificação: N. do Responsável Técnico: Ass. MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Acesso de viatura do Corpo de Bombeiros Separação entre edificações Segurança estrutural nas edificações Compartimentação horizontal Compartimentação vertical Saídas de emergência Elevador de emergência Gerenciamento de risco de incêndio Brigada de incêndio Iluminação de emergência Detecção de incêndio Controle de materiais de acabamento 6.: Carga Incêndio Baixa Média Alta Estrutura portante (concreto. outros): Estrutura de sustentação da cobertura (concreto. Analista: Alarme de incêndio Sinalização de emergência Extintores Hidrantes e/ou mangotinhos Chuveiros automáticos Resfriamento Espuma Sistema fixo de gases limpos e dióxido de carbono (CO2) Plano de intervenção de incêndio (*) Escada pressurizada Controle de fumaça Outros(especificar) Fogos de artifício Vaso sob pressão (caldeira) Outros (especificar) Ass..º de pav.º.º e ano)__________/_______ Uso. IDENTIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO E/OU ÁREA DE RISCO Logradouro Público: N.

1 2 0 min Paredes de compart iment ação Regist ro de recalque ED. 01 1 0 .ANEXO "C" 1 0 .0 0 Parede Cort a-fogo . 6 Escada c/resist ência 9 0 min Cent ral Predial de GLP ESTACIONAMENTO GELADOS ED. 4 TRANSPORTE DE MATERIAL E+ 3 ED. Técnico Projeto Completo Esc. Y= paviment o acima do t érreo) PLANTA DE RISCO DE INCÊNDIO (IMPLANTAÇÃO) Folha 1/1 Proprietário Resp. 3 PRODUÇÃO E+ 3 ED. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .9 0 min Parede Cort a-fogo . T= t érreo.E OCIAL + 2 Vaso sob pressão (caldeira) Ent rada para o CB Combat e a Incêndio ED.1:750 Assunto: Ocupação: PLANTA DE RISCO PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Local: Proprietário: Resp. 0 5 DEPÓSITO X-T-Y (X = paviment o abaixo do t érreo.0 0 Hidrant e público de coluna Hidrant e público subt errâneo Reserva de incêndio C PRO DUÇ DES ÃO ENV OLV IMEN 1 -E TO + 2 OR EC E D ADMINISTRAÇÃO 1. 2 ED. .E + 4 RESID ÊNCIA AQ U CAN T ÁREA INA S 1 .

Retenção V. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . Retenção OBSERVAÇÃO: H1 R. Gaveta V. Técnico Folha 1/5 Projeto Completo Esc. Gaveta BOMBA DE INCÊNDIO H2 Proprietário Resp. Gaveta R.ANEXO "D" .FL 01/05 INFORMAÇÕES SOBRE OS SISTEMAS LEGENDA Reserva de Incêndio R. Gaveta R. .1:250 Assunto: PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Ocupação: INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Local: Proprietário: Resp.

A A Proprietário Resp. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² . Técnico B Folha 2/5 Projeto Completo Esc. TÉRREO Proprietário: Resp. .1:125 Assunto: PROJETO TÉCN ICO DE PROTEÇÃ O CONTRA INCÊNDIO Ocupação: Local: PAV.

Técnico Projeto Completo Esc.1:125 PAV. TIPO (1 ao 9 andar) Assunto: PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃ O CONTRA INCÊNDIO Ocupação: Local: Proprietário: Resp. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .FL. .B ANEXO "D" . 03/05 A A Proprietário Folha 3/5 Resp.

ANEXO "D" . Técnico Projeto Completo Esc.FL. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .1:125 Assunto: PROJETO TÉCN ICO DE PROTEÇÃO CON TRA INCÊNDIO Ocupação: Local: COBERTURA Proprietário: Resp. 04/05 Proprietário Folha 4/5 Resp. .

1:250 Assunto: Ocupação: Local: CORTES PROJETO TÉCNICO DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Proprietário: Resp. 5/5 Proprietário Resp. Técnico: Área do Terreno: Desenhista: m² Área Construída: m² .ANEXO "D" . . Técnico CORTE A-A CORTE B-B Folha 5/5 Projeto Completo Esc.FL.

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES 6.ANEXO “ E “ CORPO DE BOMBEIROS MEMORIAL INDUSTRIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 1. IDENTIFICAÇÃO EMPRESA: ATIVIDADE INDUSTRIAL: ENDEREÇO: MUNICÍPIO: N. PROCESSO INDUSTRIAL (Obs. PRODUTO(S) ACABADO(S) 4. ESPECIFICAR QUANTIDADE DO PROCESSO DE LÍQUIDOS E GASES INFLAMÁVEIS ____________________________ Ass.: pode ser anexado também o fluxograma de produção) 5. MATÉRIA(S)-PRIMA(S) UTILIZADA(S) 3. p/uso . do Técnico Responsável _________________________________ Ass.º DO PROCESSO: e-mail: 2. do Proprietário ou Resp.

pelo uso Procurador Nº: Resp. Técnico INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO. INSTALAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Endereço: Área (m2): Projeto técnico nº: Altura (m): Ocupação: Vistoria nº: ______________________________________ Nome: Assinatura RG/CREA .ANEXO F CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS FORMULÁRIO PARA ATENDIMENTO TÉCNICO DATA: ___/___/___ Solicitante: Proprietário Finalidade da Consulta: Resp.

de_______________ de 20 .Atesto para os devidos fins que as pessoas abaixo relacionadas participaram com bom aproveitamento do treinamento de "Brigada de Incêndio" ministrado na Edificação localizada na __________________ nº _____ – Bairro ___________ – Município de ___________ -MG e estão aptas ao manuseio dos equipamentos de prevenção e combate a incêndio da edificação: NOME RG _______________________ . __. NOME COMPLETO Qualificação Profissional Registro Nº 00000 Só é válido com a comprovação da capacitação técnica do signatário (anexar cópia da credencial) .

________________________________ Assinatura do CBMMG .ANEXO G ATESTADO DE FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO Atesto. na cidade de . Tendo concluído com aproveitamento o curso e estando aptas para operarem os sistemas e equipamentos de proteção e combate a incêndios instalados na edificação: NOME RG _______________________ . de_______________ de 20 . participaram do curso de treinamento de Brigadistas com ____ horas aulas realizado na Escola de Treinamento de Brigadas de Incêndio do CBMMG. que as pessoas abaixo relacionadas. __. para os devidos fins. funcionários da (empresa) . situada à Rua/Av . no bairro . no período de ___/_____/200_ a ___/___/200_. nº .

ANEXO H CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS MODELO DE REQUERIMENTO EM GRAU DE RECURSO Solicitante: Recurso à Unidade/fração ( ) Endereço: Proprietário/Resp. INSTALAÇÃO OU ÁREA DE RISCO Ocupação: Vistoria nº: Pedido: Motivo do pedido: (incluir fundamentação legal. Local: Data: Assinatura do proprietário/Resp. p/uso Assinatura do Responsável Técnico . quando for o caso). p/uso: Área (m2): Altura (m): Projeto técnico____________________ nº: Documento de referência: Recurso ao DAT ( ) INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO.

ANEXO”I” CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS PEDIDO DE VISTORIA Projeto nº Endereço Vistoria Proprietário Responsável pelo uso Responsável Técnico Telefone de contato ( ) parcial1 ( ) final Área Taxa Data Atendente 1 – necessário apresentação do FAT .

30m ESGUICHOS REGULAVEIS – IT 17 SINALIZAÇÃO DE EMERGENCIA CONFORME IT 15 BRIGADA DE INCÊNDIO CONFORME IT 12 CLASSIFICAÇÃO GRUPO OCUPAÇÃO DIVISÃO DESCRIÇÃO TEXTIL EM GERAL EXEMPLOS ATULAMENTE IND. 16 AGUA PRESSURIZADA .ANEXO “J” EXTINTORES IT. 38mm – COMPR.2A PÓ QUIMICO SECO BC – 20 B:C GAS CARBONICO BC – 5 B:C ILUMINAÇÃO DE EMERGENCIA CONFORME IT 13 ALARME E DETECÇÃO CONFORME IT 14 HIDRANTES TUBULAÇAO 63/100/150mm FERRO GALVANIZADO HIDRANTES – MANG. TEXTIL I INDUSTRIAL I-2 CARGA DE INCENDIO – IT 09 OCUPAÇÃO/USO DESCRIÇÃO DIVISÃO CARGA DE INCENDIO EM MJ/M² I TEXTIL EM GERAL I-2 700 MJ/M² CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E AREAS DE RISCO QUANTO A CARGA DE INCENDIO RISCO CARGA DE INCENDIO MJ/M² MEDIO 700 MJ/M² .

outros): Estrutura de sustentação da cobertura (concreto. MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Sinalização de emergência Controle de materiais de acabamento Saídas de emergência Iluminação de emergência Extintores 5.ANEXO “K ” CORPO DE BOMBEIROS MILITARDE MINAS GERAIS FORMULÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PARA PTS 1. RISCOS ESPECIAIS Armazenamento de líquidos inflamáveis/combustíveis Gás Liqüefeito de Petróleo Armazenamento de produtos perigosos ______________________________________ Ass: Proprietário ou Responsável pelo uso ______________________________________ Ass: Responsável Técnico Fogos de artifício Vaso sob pressão (caldeira) Outros (especificar) _________________________________ Ass: Vistoriador do Corpo de Bombeiros _________________________________ Ass:Chefe da Seção de Vistoria . aço. IDENTIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO E/OU ÁREA DE RISCO Logradouro Público: Bairro: Proprietário: Responsável pelo uso: Áreas(m²) Existente : Detalhes : Altura: Uso. aço. madeira. outros): 3.º de pav. divisão e descrição: Nº Município: e-mail: e-mail: A construir: m n.: Ocupação do subsolo: Total: Complemento: UF: MG Fone: ( ) Fone: ( ) Carga Incêndio (MJ/m²): 2. madeira. FORMA DE APRESENTAÇÃO Protocolo (uso do Corpo de Bombeiros) Projeto Técnico Simplificado 4. ELEMENTOS ESTRUTURAIS Estrutura portante (concreto.

ora desatualizado devido a não previsão em planta das medidas de segurança contra incêndio exigidas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. a edificação situada na ____________________________ nº . ____________. da IT 01.ANEXO “L” TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO Visando a concessão do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros da CBMMG. que possui Projeto Técnico aprovado nesse Corpo de Bombeiros sob o nº ___________.Procedimentos Administrativos. nos moldes previstos na IT 01 . bairro _________________ . ____ de ______________ de 200__.4. de acordo com o previsto no item 5. Comprometo-me a substituir o atual Projeto Técnico acima descrito.2. prevendo as medidas de segurança contra incêndio exigidas.município de __________________ -MG.2. ________________________________ Nome: Endereço: Proprietário/Responsável legal pelo imóvel .

______________________________________________Registrado no CREA sob o nº __________________.ANEXO “M” CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS ATESTADO DE ABRANGÊNCIA DO GRUPO MOTOGERADOR Eu. encontra-se instalado de acordo com as exigência da NBR 10898/99. tendo as seguintes características: Motor ( marca e modelo): Potência: Tensão: Tipo de acionamento: Combustível: Capacidade do Tanque: Autonomia: Abrangência: Local: Data: _____________________________________ Assinatura do Responsável Técnico Nº da ART: . atesto que o Grupo Motogerador existente na edificação situada na __________________________________________________________________. visando a concessão do Auto de Vistoria do CBMMG.

MATERIAIS DE PROTEÇÃO CONTRA FOGO E RESPECTIVAS ESPESSURAS DE PROTEÇÃO [citar cartas de cobertura adotadas] Materiais Utilizados: (citar todos materiais utilizados na proteção) Espessuras Adotadas: (vide Tabela em anexo x carta de cobertura).. de acordo com os procedimentos da Norma .. ou método do tempo equivalente ou outros devidamente comprovados. atendendo o disposto no item 5. • As vigas secundárias terão TRRF de 60 min. da Instrução Técnica n° 06. com os seguintes TRRF: ____________________________________.. Ou isenção de TRRF para os pilares externos protegidos por alvenaria cega. conforme folhas. e especificar se é para pilares. registrada no CREA sob n° ______________..ANEXO “N” MEMORIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS Nome da Empresa. [descrever a metodologia. Ou Isenção dos perfis confinados em área fria. visando a concessão do Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros. Técnico CREA nº .. tudo conforme IT 06). Grupo D.. selagens de shafts e divisórias entre unidades autônomas serão executadas conforme segue: _______________________________________.. Edificação: Logradouro Público/n°: Responsável pelo Uso: Altura(s) da Edificação (m): Ocupação: Data: (Nome da Edificação) (Endereço) (nome) (altura) (Data) METODOLOGIA PARA SE ATINGIR OS TRRF DOS ELEMENTOS ESTRUTURAIS [citar norma(s) empregada(s)] A metodologia adotada foi. Procedimentos” da referida Instrução Técnica. Tudo conforme item 5.7 da IT-06. vigas etc).. atesta que os SISTEMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS (metálicas-de concreto-de maderia. métodos analíticos etc e norma(s)] . conforme o item “5. • As compartimentações. seja por ensaios. DETERMINAÇÃO DO TEMPO REQUERIDO DE RESISTÊNCIA AO FOGO (TRRF) CRITÉRIOS PARA DETERMINAÇÃO DO TRRF: para a definição dos TRRF’s foi adotada (por exemplo: Tabela A da Instrução Técnica n° 06. contraventamentos e vigas principais conforme Tabela A. Tempo de Resistência Requerido ao Fogo (TRRF): Exemplo: • As estruturas principais terão TRRF de 90 min para colunas. Os ensaios de resistência ao fogo adotado foram o Relatório (IPT nº. ou UL nº etc – citar os ensaios..). As espessuras foram calculadas com base nos ensaios laboratoriais acima mencionados. • Observações: _______________________________________________ ISENÇÕES OU REDUÇÕES DE TRRF Exemplos: (Não foi adotada nenhuma condição para redução ou isenção de TRRF na presente edificação...) existentes na edificação em referência encontramse instalados em conformidade com as informações abaixo. conforme Anexo A. escadas de segurança.18 da Instrução Técnica n° 06 do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. Classe P4 da Instrução Técnica n° 06.. cartas de coberturas... ____________________________________ Nome: Resp.

IT – 02 TERMINOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Termos e Definições .

passagens. ficando em local seguro.3 Abrigo de mangueiras: Compartimento.Smoke control. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. constituindo a rota de saída horizontal (rota de fuga).Evacuation and means of escape. Decreto Estadual nº 44. geralmente de grande diâmetro. aplicam-se os seguintes termos e definições.gov. esguichos. . ISO 8421-1 General Terms and phenomena of fire.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 02 TERMINOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. varandas e terraços. ISO 8421-5 . para alcançar a escada ou rampa.1 Abandono de edificação: O mesmo que evacuação da edificação. que tem como finalidade conduzir a água da Estação de Tratamento de Águas (ETA). destinado a armazenar mangueiras. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. dotado de porta trinco e visor transparente. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos. Augusto de Lima. Os acessos podem ser constituídos por corredores. balcões.Terms specific to fire-fighting.Fire extinction equipment. 4.gov. rescul services and handling hazardous materials. embutido ou aparente.mg.Bairro Centro CEP 30.4 Acesso: Caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor. ISO 8421-1 . ISO 8421-4 . é a retirada organizada e segura da população usuária de uma edificação conduzida à via pública ou espaço aberto exterior à edificação. 4.br Email: dat3@cbmmg. ISO 8421-7 . 355 .Strutural fire protection. ou qualquer parte da parede externa da edificação com índice de resistência ao fogo menor que o exigido para a face exposta da edificação.Explosion detection and suppression means.5 Acompanhante: Pessoa com conhecimentos da operacionalidade dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios instalados na edificação. área de refúgio ou descarga para saída do recinto do evento. 4.270. que acompanha o vistoriador.mg. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. 4 DEFINIÇÕES Para efeitos desta Instrução Técnica.6 Adutora: Canalização.bombeiros. 4. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio. até as redes de distribuição.General Terms and phenomena of fire. janela ou qualquer outra abertura não dotada de vedação com o exigido índice de proteção ao fogo. ISO 8421-3 . executando os testes necessários na vistoria. NBR 13860/97 Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio. ISO 8421-2 . levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.Fire detection and alarm. 4.190-000 Site: www. ISO 8421-8 .130.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica padroniza os termos e definições utilizados no CBMMG. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as atividades de Segurança Contra Incêndio do CBMMG. 4. vestíbulos. ISO 8421-6 .2 Abertura desprotegida: Porta.

4. desde que haja acesso dos usuários ao exterior da edificação). previamente delimitado. próximo ao local de resgate de vítimas com uso de helicópteros para casos de impossibilidade de abandono da edificação pelas rotas de fuga previamente dimensionadas. 4.30 Área de pouso e decolagem: Local do Heliponto ou Heliporto.33 Área de refúgio: Local seguro que é utilizado temporariamente pelo usuário. 4. ficando entre este (s) e o logradouro público ou área externa com acesso aos setores. em geral com valores em torno de 0. 4.11 Altura ascendente ou altura do subsolo da edificação: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga. sob a projeção o paramento externo da parede da edificação.13 Ampliação: Aumento da área construída da edificação. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade. 4.8 Agente extintor: Produto utilizado para extinguir o fogo.27 Área de estacionamento: Local destinado ao estacionamento de helicópteros. 4.23 Área da edificação: Somatória da área a construir e da área construída de uma edificação. . 4.32 Área de refúgio para helipontos: Local ventilado. 4. parapeitos e vergas que não apresentam resistência ao fogo. excluindo o ático. treliça. 4. 4. sobre piso. podendo ser edificada ou aberta. 4. pavimento superior da cobertura (duplex) e assemelhados.4. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema.18 Anemômetro de fio quente ou termo anemômetro: Tipo de anemômetro que opera associando o efeito de troca de calor convectiva no elemento sensor (fio quente) com a velocidade do ar que passa pelo mesmo. com dimensões definidas.1 m/s.31 Área de pouso e decolagem ocasional (APDO): Local de dimensões definidas.16 Andar: Volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos.21 Área a construir: Somatória da área em metros quadrados a serem construídas da edificação. com acesso à escada de emergência. ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo).19 Antecâmara: Recinto que antecede a caixa da escada. destinado a alertar as pessoas sobre a existência de um incêndio no risco protegido. conforme o caso. com ou sem acabamento ou em terreno natural. esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada.26 Área de armazenamento: Aquela destinada à guarda de materiais. localizado dentro dos limites do heliporto ou heliponto. 4. 4. que pode ser usado. por dutos de entrada e saída de ar ou por ventilação forçada (pressurização). etc).28 Área do pavimento: Área em metro quadrado (m2).25 Área de armazenagem: Local destinado à estocagem de fogos de artifício industrializado. provocando o mínimo de submergência. Tipo II: Utiliza aplicadores que não depositam a espuma suavemente na superfície do líquido. Possibilita realizar medições de valores baixos de velocidade. 4. barriletes. 4. 4. separado desta por porta corta-fogo e situado em helipontos ou heliportos elevados. acessado através das saídas de emergência de um setor ou setores. elementos vazados – cobogó. ou entre o nível do piso e o nível imediatamente superior.12 Altura da edificação ou altura descendente: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (nível térreo.24 Área de aberturas na fachada de uma edificação: Superfície aberta nas fachadas (janelas. 4. com resistências mecânicas de 5000 N / m.34 Área de risco: Área onde haja possibilidade de ocorrência de um sinistro. ao piso do último pavimento. 4. do órgão regional do Comando Aéreo Regional.15 Análise preliminar de risco: Estudo prévio sobre a existência de riscos. 4. 4. no processo de segurança contra incêndio. 4.14 Análise: Ato formal de verificação das exigências das medidas de proteção contra incêndio das edificações e áreas de risco.17 Anemômetro: Instrumento que realiza a medição da velocidade de gases. 4. 4.9 Alambrado: Tela de arame ou outro material similar. 4.22 Área construída: Somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação. para pousos e decolagens de helicópteros mediante autorização prévia.7 Afastamento horizontal entre aberturas: Distância mínima entre as aberturas nas fachadas (parede externa) dos setores compartimentados. ou pilotis. paredes. casa de máquinas. reservatórios d’água. cadastrado no Comando Aéreo Regional respectivo. Tipo III: Utiliza equipamentos que aplicam a espuma por meio de jatos que atingem a superfície do líquido em queda livre. em caráter temporário.20 Aplicação por espuma: Tipo I: utiliza aplicador que deposita a espuma suavemente na superfície do líquido. sob a projeção do paramento externo da parede da edificação. portas. 4. 2º piso. específica e por prazo limitado.29 Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros: Local construído sobre edificações. calculada a partir das paredes externas. que poderá ser utilizado para pousos e decolagens de Helicópteros. mas que são projetados para reduzir a submergência e agitar a superfície do líquido. 4. onde o Helicóptero pousa e decola. com ventilação natural garantida por janela para o exterior.10 Alarme de incêndio: Dispositivo de acionamento automático ou manual e desligamento manual. 4. e pelas quais pode-se irradiar o incêndio.

56 Bacia de contenção de óleo isolante: Dispositivo constituído por grelha.53 Avisador sonoro: Dispositivo que emite sinais audíveis de alerta. 4. placas e equipamentos de aquecimento solar.44 Armazém de líquidos inflamáveis: Construção destinada. 4. escada rolante e “shafts” de hidráulica. Excetua-se desta as áreas destinadas a jardinagens. previstas na legislação. 4. estabelecendo um período de revalidação. exclusivamente a armazenagem de recipientes de líquidos inflamáveis. 4. tendo. 4.) que contenham produtos ou materiais combustíveis ou produtos inflamáveis. ar condicionado e cabos de comunicação. 4.58 Balcão ou sacada: Parte do pavimento da edificação em balanço em relação à parede externa do prédio. excluindo-se o de descarga.. 4. 4. baldes. movimentação de pessoas e/ou materiais sem parte edificada. 4. passeios públicos e áreas impróprias ao uso. 4.42 Área total da edificação: Somatória da área a construir e da área construída da edificação.63 Bomba com motor de combustão interna (motores do ciclo Otto ou Diesel): Equipamento .46 Aspersor: Dispositivo utilizado nos chuveiros automáticos ou sob comando.51 Autonomia do sistema: Tempo mínimo em que o sistema se mantém em funcionamento. 4.54 Avisador sonoro e visual: Dispositivo que emite sinais audíveis e visíveis de alerta combinados. que é projetada e construída para restringir o movimento da fumaça. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar. caixas de água e circulação vertical. 4.4. Inclui-se nesta definição toldos e coberturas.48 Ático: Parte do volume superior de uma edificação. com dimensões definidas. controlado pela central.36 Área de venda: Local destinado à permanência de pessoas para escolha e compra de produtos. duto de coleta e dreno.. riachos e poços. lagos (mesmo os artificiais). destinada a abrigar máquinas e equipamentos. certificando que a edificação possui as condições de segurança contra incêndio e pânico. Nota: Se o degrau não possui bocel. adequados para controlar o movimento da fumaça. dentre outros. 4. uma face aberta para o espaço livre exterior. conectando dois ou mais pavimentos cobertos. latas. ações de carga e descarga. pertencentes ao imóvel. com fechamento na cobertura.39 Área edificada: Entende-se por área edificada toda a área que possuir piso e teto construídos.45 Armazém de produtos acondicionados: Área coberta ou não. 4. 4.62 Bocel ou nariz do degrau: Borda saliente do degrau sobre o espelho. excetuando-se os locais destinados à escada. para aplicação de agente extintor 4. barrancos em pedra. neste caso obrigatoriamente inclinada.38 Áreas de produção: Locais onde se localizam poços de petróleo.61 Barreiras de proteção: Dispositivos que evitam a passagem de gases. preenchido com pedra britada. tonéis. 4. 4.52 Avisador: Dispositivo previsto para chamar a atenção de todas as pessoas dentro de uma área de perigo. arredondada inferiormente ou não. 4. 4. 4. 4. andar ou teto. casa de máquinas de elevadores. aquecedores de água a gás ou elétricos localizados na cobertura do edifício. pelo menos. 4.43 Área utilizável: é toda aquela que de alguma forma pode ser utilizada para manobra de veículos.55 Avisador visual: Dispositivo que emite sinais visuais de alerta.59 Banzo: Parte lateral das escadas de incêndio onde se fixam os degraus. 4.49 Átrio (“Atrium”): Espaço amplo criado por um andar aberto ou conjuntos de andares abertos. 4. a saliência do bocel ou da quina sobre o degrau imediatamente inferior não pode ser menor que 15 mm em projeção horizontal.37 Área do maior pavimento: Área do maior pavimento da edificação. tanto vertical quanto horizontal. garantindo a eficiência desse sistema.50 Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB): Documento emitido pelo CBMMG. tal como uma parede.41 Área protegida: Área dotada de medidas ativa e passiva para proteção contra incêndio e pânico.47 Atestado de brigada contra incêndio: Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teórico e prático de prevenção e combate a incêndio e pânico. onde são acondicionados recipientes (tais como tambores. a linha de concorrência dos planos do degrau e do espelho. chama-se quina do degrau. Exemplificam esta definição os taludes em aclive acentuado. etc. eletricidade.60 Barreiras de fumaça (“smoke barriers”): Membrana. 4. 4.40 Área imprópria ao uso: São áreas que por sua característica geológica ou topográfica impossibilitam a sua exploração.57 Bacia de contenção: Região delimitada por uma depressão do terreno ou diques destinada a conter integralmente o vazamento de produtos líquidos dos tanques. com a finalidade de coletar vazamentos de óleo isolante. chamas ou calor de um local ou instalação para outro contíguo.35 Área de toque: Parte da área de pouso e decolagem. As barreiras de fumaça podem ter aberturas que são protegidas por dispositivos de fechamento automático ou por dutos de ar. 4.

85 Central de gás: Área devidamente delimitada.83 Causa: Origem de caráter humano ou material. 4.78 Capacidade extintora: Medida do poder de extinção de fogo de um extintor. quarto de hotel ou assemelhado.80 Carga de incêndio: Soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço. 4.para o combate a incêndio cuja força provém da expansão do combustível misturado com o ar na presença de fonte ígnea ou pela variação de pressão.).90 Combustibilidade dos elementos de revestimento das fachadas das edificações: Característica de reação ao fogo dos materiais utilizados no revestimento das fachadas dos edifícios. 4.0 m3 de GLP (equivalente a 83 botijões de 13 kg ou 24 de 45 kg). 4. em forma de chuva.76 Câmara de espuma: Dispositivo dotado de selo de vapor destinado a conduzir a espuma para o interior do tanque de armazenamento de teto cônico. que podem contribuir para a propagação e radiação do fogo. 4.0 m3 de GLP (acima de 307 botijões de 13 kg ou 88 de 45 kg). 4.81 Carga de incêndio específica: Valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado. 4. que contém os recipientes transportáveis ou estacionário (s) e acessórios. 4. 4.520 kg ou 5. 4.66 Bomba de reforço: Dispositivo hidráulico destinado a fornecer água aos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente.87 Circulação de uso comum: Passagem que dá acesso à saída de mais de uma unidade autônoma. determinados nas normas técnicas em vigor.5 m3 de GLP (equivalente a 193 botijões de 13 kg ou 56 de 45 kg). 4.69 Bombeiro público (Militar ou civil): Pessoa pertencente a uma corporação de atendimento às emergências públicas.65 Bomba de pressurização (“jockey”): Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a manter o sistema pressurizado em uma faixa preestabelecida. Classificação segundo sua capacidade máxima de armazenamento de recipientes: a) Classe I: até 540 kg ou 1. dentro de uma área preestabelecida. e) Classe V: acima de 4000 kg ou 8. 4.72 Botijão portátil: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP) com capacidade nominal de até 5 kg de GLP. d) Classe IV: até 4000 kg ou 8. 4.79 Capacidade volumétrica: Capacidade total em volume que o recipiente pode comportar. treinadas e capacitadas para atuar na prevenção. ou da própria administração do estabelecimento. obtida em ensaio prático normalizado.74 Brigada de incêndio: Grupo organizado de pessoas. 4. abandono da edificação.73 Botoeira “liga-desliga”: Acionador manual.75 Camada de fumaça (“smoke layer”): Espessura acumulada de fumaça abaixo de uma barreira física ou térmica. destinados ao armazenamento de gás liquefeito de petróleo (GLP) para consumo. 4. 4. 4. . 4. com a função de protegê-la da ação dos fenômenos naturais (chuva. divisórias. 4. relacionada com um acidente.71 Botijão: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP).77 Canalização: Rede de tubos. convertê-los em indicações adequadas. de acordo com a norma específica. destinada a conduzir água para alimentar o sistema de combate a incêndio. expresso em megajoule (MJ) por metro quadrado (m2).84 Central de alarme: Equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção. do tipo liga-desliga. para bomba principal. 4. 4.0 m3 de GLP (equivalente a 41 botijões de 13 kg ou 12 de 45 kg). vento etc. 4.67 Bomba principal: Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a recalcar água para os sistemas de combate a incêndio. quando estes não puderem ser abastecidos pelo reservatório elevado. e que tenha sido aprovado no curso de formação.89 Combate a incêndio: Conjunto de ações táticas destinadas a extinguir ou isolar o incêndio com uso de equipamentos manuais ou automáticos. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP.68 Bombeiro profissional civil: Pessoa pertencente a uma empresa especializada. 4. 4. localizado no topo da edificação.70 Bombeiro voluntário: Pessoa pertencente a uma organização não governamental que presta serviços de atendimento às emergências públicas.080 kg ou 2. conexões e acessórios. 4. medida em m3. c) Classe III: até 2. pisos e tetos.64 Bomba com motor elétrico: Equipamento para combate a incêndio cuja força provém da eletricidade.86 Chuveiro automático: Dispositivo destinado a projetar água. com dedicação exclusiva. b) Classe II: até 1.88 Cobertura: Elemento construtivo. calor. combate a um princípio de incêndio e prestar os primeiros socorros. comandar e controlar os demais componentes do sistema. 4.82 Carretel axial: Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semi-rígidas. inclusive o revestimento das paredes.0 m3 de GLP (equivalente a 307 botijões de 13 kg ou 88 de 45 kg). voluntárias ou não. 4. que presta serviços de prevenção de incêndio e atendimento de emergência em edificações e eventos. dotado de elemento sensível à elevação de temperatura.

. desenhos ou plantas do sistema. determinado pela norma correspondente.92 Compartimentação vertical e horizontal: Medidas de proteção passiva.96 Compartimentar: Separar um ou mais locais do restante da edificação por intermédio de paredes resistentes ao fogo. 4. 4.105 Dano: Lesões a pessoas. portas. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. analisar.101 Cor de contraste: Aquela que contrasta com a cor de segurança a fim de fazer com que a última se sobressaia. compreendendo um ou mais cômodos.100 Contêiner: Grande caixa metálica de dimensões e características padronizadas. 4. constituída de elementos de construção resistentes ao fogo.103 Corpo técnico: Grupo de estudos formado por profissionais qualificados do CBMMG. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador. 4. h) registros corta-fogo nas aberturas em cada pavimento dos dutos de ventilação e de ar condicionado.106 Degrau: Conjunto de elementos de uma escada composta pela face horizontal conhecida como “piso”. prestação de serviços e propagandas.97 Compartimento: Parte de uma edificação. g) portas corta-fogo de ingresso de unidades autônomas. 4. selos e “dampers” corta-fogo. saídas. com superfície lisa.107 Densidade populacional (d): Número de pessoas em uma área determinada (pessoas/m2). separando pavimentos consecutivos. 4.98 Compensadores síncronos: Equipamento que compensa reativos do sistema. d) enclausuramento das escadas por meio de paredes e portas corta-fogo. e trabalhando como gerador quando o sistema está com a tensão baixa.104 Corrimão ou mainel: Barra. que lhe define a altura.TRRF. cano ou peça similar.99 Comunicação visual: Conjunto de informações visuais aplicadas em uma edificação. com a finalidade de facilitar o seu embarque. legalmente habilitado no âmbito de segurança contra incêndio e pânico. separando aberturas de pavimentos consecutivos. 4. ar. calor e gases. destinados a evitar ou minimizar a propagação do fogo. para acondicionamento de cargas em geral a transportar.102 Cor de segurança: Aquela para a qual é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança ou saúde. plantas ou ecossistemas) ou de bens materiais.93 Compartimentação: Característica construtiva. destruição de recursos naturais (água. 4. f) paredes corta-fogo entre unidades autônomas e áreas comuns.91 Como construído (“as built”): Documentos. avaliar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas complexas ou apresentarem dúvidas quanto às exigências previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. não se tratando especificamente de sinalização de emergência. cujas características básicas são a vedação térmica e a estanqueidade à fumaça. no mesmo pavimento ou para pavimentos elevados consecutivos. conferida à edificação em relação às suas divisões internas. 4. tais como: localização de ambientes. f) paredes resistentes ao fogo na envoltória do edifício. e) selagem corta-fogo dos dutos (“shafts”) na altura dos pisos e/ou entrepisos.4. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e evite a sua propagação no plano horizontal. 4. c) enclausuramento de dutos (“shafts”) por meio de paredes corta-fogo. tendo como objetivos propor normas de prevenção contra incêndio e pânico (PCIP). arredondada e contínua. trabalhando como carga quando o sistema está com a tensão alta.95 Compartimentação vertical: Medida de proteção. c) selagem corta-fogo nas passagens das instalações prediais existentes nas paredes de compartimentação. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e dificulte a sua propagação no plano vertical. espaços ou andares. g) parapeitos ou abas resistentes ao fogo. solo. desembarque e transbordo entre diferentes meios de transporte. 4. b) vedadores corta-fogo nos entrepisos ou lajes cortafogo. aplicada em áreas de escadas e rampas destinadas a servir de apoio para as pessoas durante o deslocamento. d) registros corta-fogo nas tubulações de ventilação e de ar condicionado que transpassam as paredes de compartimentação. construídos para evitar ou minimizar a propagação do incêndio de dentro para fora de seus limites. 4. Incluem-se neste conceito os elementos de vedação abaixo descritos: Compartimentação vertical a) entrepisos ou lajes corta-fogo de compartimentação de áreas. possui resistência mecânica à variação térmica no tempo requerido de resistência ao fogo . 4. animais. com a finalidade de orientar sua população. Compartimentação horizontal a) paredes corta-fogo de compartimentação de áreas. interna ou externamente ao edifício. impedindo a passagem de calor ou fumaça. 4. concebida pelo arquiteto ou engenheiro. separando ambientes. na qual se tem a divisão em nível (cômodos) ou vão vertical (pé direito). 4. b) portas e vedadores corta-fogo nas paredes de compartimentação de áreas. e) paredes corta-fogo de isolamento de riscos entre unidades autônomas. onde o elemento construtivo estrutural e de vedação. destinado ao pisoteio e o espelho que é a parte vertical do degrau.94 Compartimentação horizontal: Medida de proteção. 4.

109 Deslizador de espuma: Dispositivo destinado a facilitar a aplicação suave da espuma sobre líquidos combustíveis armazenados em tanques. com isso.115 Distância máxima horizontal de caminhamento: Afastamento máximo a ser percorrido pelo usuário para alcançar um acesso.121 Duto de saída de ar (DS): Espaço vertical no interior da edificação. em cada pavimento: a) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. ao eixo da rua ou a uma linha imaginária entre duas edificações ou áreas compartimentadas do mesmo lote. com aberturas dispostas de forma a poderem ser consideradas uniformemente distribuídas. controle de qualidade e comercialização do gás natural liquefeito (GNL). podendo também exercer a atividade de liquefação de gás natural. 4. baixa ou atingindo o teto. acima da cobertura da edificação. decorrente da passagem de corrente elétrica.118 Divisória ou tabique: Parede interna. ou pequenas câmaras de geração com bocas de saídas abertas. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. 4. mantendo-os. chama ou fumaça. basicamente. Estes dispositivos podem ter formas como as de tubos abertos.114 Distância de segurança: Afastamento entre uma face exposta da edificação ou de um local compartimentado à divisão do lote. quando sensibilizado por fenômenos físicos e/ou químicos. 4. dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de uma corrente compacta de baixa velocidade. 4. 4. pode ser suprimida facilmente em caso de reforma. transvasamento. 4. que serão realizadas por pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras. 4.108 Descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este.125 Edificação destinada ao comércio de fogos de artifício no varejo: Local destinado ao armazenamento e venda de fogos de artifício e estampido industrializados. podem ter ou não defletores ou calhas incluídos como partes integrantes do sistema.116 Distância mínima de segurança: Afastamento mínimo entre a área de armazenamento de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) e outra instalação necessária para a segurança do usuário. coletado ao nível inferior desta. 4. 4. de edificação e do público em geral. medida perpendicularmente à face exposta da edificação. 4. .128 Edificação principal: Construção que abriga a atividade principal sem a qual as demais edificações não teriam função. 4.122 Duto (“plenum”): Condição de dimensionamento do sistema de pressurização no qual se admite apenas um ponto de pressurização. em qualquer pavimento. armazenamento. 4.119 Dosador: Equipamento destinado a misturar quantidades determinadas de “extrato formador” de espuma e água. devidamente ventilados e livres de fumaça em caso de incêndio.127 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo. convecção de gases quentes ou a transmissão direta de chama. de gases e fumaça para o ar livre. sobrelojas e jiraus.113 Dispositivos de descarga: Equipamentos que aplicam a espuma sob forma de neblina e que aplicam o agente numa corrente compacta de baixa velocidade. antecâmaras ou acessos. responsável pela radiação de calor. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas. às escadas. que conduza ar puro. 4. exclusivamente. detecta princípios de incêndio podendo ser ativado. do manipulador. que permite o recalque de água para o sistema.120 Duto de entrada de ar (DE): Espaço no interior da edificação. 4. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro do edifício e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas ou. estabelecida a partir do limite de área de armazenamento. portanto. 4. 4. Podem ser: Dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de aspersão e terminam em um defletor ou uma calha que distribui a espuma. Observação: Em qualquer caso. 4.124 Edificação aberta lateralmente: Edificação ou parte de edificação que. por meio de transporte próprio ou contratado. que permite a saída. por calor.123 Edificação: Área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação.4.129 Edificação térrea: Edificação de um pavimento podendo possuir mezaninos.111 Detector automático de incêndio: Dispositivo que.117 Distribuição de GNL a granel: Compreende as atividades de aquisição ou recepção.112 Dispositivo de recalque: Registro para uso do Corpo de Bombeiros. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido. sem efeito estrutural e que. convecção de gases quentes e ou transmissão direta de chamas. esguichos de fluxo direcional. 4. 4. dispensando-se o duto interno e/ou externo para pressurização. equipamento ou material. para permitir a ventilação. 4. b) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas.110 Destravadores eletromagnéticos: Dispositivo de controle de abertura com travamento determinado pelo acionamento magnético. 4.126 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação de calor. com sede e administração no País.

Os espaços comuns podem permitir aberturas diretamente dentro dos espaços amplos ou podem conectar-se por meio de passagens abertas.4. 4. . em cada pavimento.152 Espaço livre exterior: Espaço externo à edificação para o qual abram seus vãos de ventilação e iluminação.153 Espaços comuns (“communicating space”): Espaços dentro de uma edificação com comunicação com espaços amplos adjacentes.140 EPR: Equipamentos de proteção respiratória. ocasionando redução do desempenho do ventilador em termos de vazão. cuja condição de estanqueidade à fumaça é obtida por intermédio de pressurização. 4.150 Esguicho regulável: Acessório hidráulico que dá forma ao jato. 4. Pode ser constituído por logradouro público ou pátio amplo. 4. 4. 4.151 Espaço confinado: Local onde a presença humana é apenas momentânea para prestação de um serviço de manutenção em máquinas. “halls” e outros. 4. 4. 4. cujo acesso é por antecâmara igualmente enclausurada ou local aberto. comunica-se diretamente com os demais ambientes como corredores. 4. direção e controle ao jato.154 Espaços comuns e amplos (“large volume spaces”): Espaço descompartimentado.137 EPI de nível “A”: É o nível máximo de proteção para todas as possíveis vias de intoxicação. pode mover-se ou acumular-se sem restrições. válvulas e reservatórios de extrato formador de espuma.135 Entrepiso: Conjunto de elementos de construção. 4.130 Efeito chaminé (“Stack effect”): Fluxo de ar vertical dentro das edificações. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto.148 Escoamento (E): Número máximo de pessoas possíveis de abandonar um recinto dentro do tempo máximo de abandono. 4.158 Estação fixa de emulsificação: Local onde se situam bombas.149 Esguicho: Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras. com proteção respiratória de pressão positiva. visando restringir o movimento da fumaça.144 Escada enclausurada: Escada protegida com paredes resistentes ao fogo e portas corta-fogo. de modo a evitar fogo e fumaça em caso de incêndio. ingestão ou absorção cutânea. dosadores.156 Espuma mecânica: Agente extintor constituído por um aglomerado de bolhas produzidas por agitação da água com Líquido Gerador de Espuma (LGE) e ar. 4. geralmente com dois ou mais pavimentos que se comunicam internamente. 4. 4. tanto no espaço amplo como no espaço comum. Utiliza-se roupa de proteção química conforme especificação da tabela de compatibilidade da roupa.142 Escada aberta externa (AE): Escada de emergência precedida de porta corta-fogo (PCF) no seu acesso. tubulações e sistemas. 4. dentro do qual a fumaça proveniente de um incêndio. 4. propiciando um seguro abandono.155 Espaços separados (“separated spaces”): Espaços dentro de edificações que são isolados das áreas grandes por barreiras de fumaça.146 Escada enclausurada protegida (EP): Escada devidamente ventilada situada em ambiente envolvido por paredes resistentes ao fogo e dotada de portas corta-fogo. 4. Os átrios e shoppings cobertos são exemplos de espaços amplos. 4.139 EPI de nível “C”: É o nível mínimo necessário a qualquer tipo de acidente envolvendo produtos químicos. permitindo o uso d’água em forma de chuveiro de alta velocidade.147 Escada não enclausurada ou escada comum (NE): Escada que embora possa fazer parte de uma rota de saída. causado pela diferença de temperatura interna e externa.132 Elemento de compartimentação: Elemento de construção que compõe a compartimentação da edificação.143 Escada à prova de fumaça pressurizada (PFP): Escada à prova de fumaça. 4. 4. compreendidos entre a parte inferior do forro de um pavimento e a parte superior do piso do pavimento imediatamente superior. 4. permitindo desta forma eficaz ventilação. 4.136 EPI: Equipamentos de proteção individual. sendo dotada de guarda-corpo ou gradil (Barreiras) e corrimãos em todas sua extensão (degraus e patamares). Utiliza-se roupa encapsulada de proteção química. cuja projeção esteja fora do corpo principal da edificação.133 Elemento estrutural: Todo e qualquer elemento de construção do qual dependa a resistência e a estabilidade total ou parcial da edificação. decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional. sendo por inalação. destinado a dar forma. ao meio ambiente e ao patrimônio.134 Emergência: Situação crítica e fortuita que representa perigo à vida. com ou sem espaços vazios. 4.138 EPI de nível “B”: É o nível de proteção intermediário.145 Escada enclausurada à prova de fumaça (EPF): Escada cuja caixa é envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo.141 Escada aberta: Escada não enclausurada por paredes e porta corta-fogo. 4.157 Estação de carregamento: Instalação especialmente construída para carregamento de caminhões-tanques ou de vagões-tanques. para exposições de produtos com possibilidade de respingos. nos quais a fumaça proveniente de um incêndio pode propagar-se livremente. 4. 4. 4.131 Efeito do sistema: Efeito causado pelo erro de projeto e/ou instalação com configurações inadequadas do sistema onde o ventilador está instalado. não possuindo portas corta-fogo. os quais não podem ser utilizados no suprimento de ar.

4. contemplando duas unidades de passagem. 4. fluxo igual a 88 pessoas por minuto (F=88). 4.172 Fachada de acesso operacional: Face da edificação localizada ao longo de uma via pública ou privada com largura livre maior ou igual a 6 m. sistemas previstos e trâmite no Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). 4.163 Estado de vigília do sistema: Condição em que a fonte de energia alternativa (sistema de iluminação de emergência) está pronta para entrar em funcionamento na falta ou na falha da rede elétrica da concessionária. possibilitando o acesso operacional dos equipamentos de combate e seu posicionamento em relação a ela.181 Formulário de segurança contra incêndios: Documento que contém os dados básicos da edificação. 4.165 Exaustão: Princípio pelo qual os gases e produtos de combustão são retirados do interior do túnel. 4. portátil ou sobre rodas. 4. sem obstrução. signatários.177 Fluxo luminoso nominal: Fluxo luminoso medido após 2 min de funcionamento do sistema. 4. entre outros. 4. os dispositivos da iluminação de emergência.178 Fluxo luminoso residual: Fluxo luminoso medido após o tempo de autonomia garantida pelo fabricante no funcionamento do sistema.164 Estanqueidade: Propriedade de um elemento construtivo da vedação de impedir a passagem de gases e/ou chamas.174 Fator de massividade (“fator de forma”) (m-1): Razão entre o perímetro exposto ao incêndio e a área da seção transversal de um perfil estrutural. de acordo com a descrição da NBR 14432. 4.176 Fluxo (F): Número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/min) em um determinado meio de abandono. 4. ou de qualquer outra forma.179 Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico. solicitar alterações em Processo e Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros.167 Exercício simulado parcial: Atividade prática abrangendo apenas uma parte da planta. para conservar energia e manter a bateria em estado de carga para uso em emergência. butano. destinado a combater princípios de incêndio.160 Estado de flutuação: Condição em que a bateria de acumuladores elétricos recebe uma corrente necessária para a manutenção de sua capacidade nominal. buteno).175 Filtro de partículas: Elemento destinado a realizar retenção de partículas existentes no escoamento de ar e que estão sendo arrastadas por este fluxo.159 Estação móvel de emulsificação: Veículo especificado para transporte de extrato formador de espuma (EFE) e o seu emulsionamento com a água.170 Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual. 4. respeitando-se os turnos de trabalho. 4. 4. 4. propano. adotando-se para o cálculo do escoamento. Tanto inibido manualmente com religamento automático ou por meio de célula fotoelétrica. efetivamente. 4.173 Faixa de estacionamento: Trecho das vias de acesso que se destina ao estacionamento e operação das viaturas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). 4.171 Fachada: Face de uma edificação constituída de vedos e aberturas.186 Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de . que produz ruídos e efeitos luminosos. que juntamente com a quantidade de ar que é conduzida. 4. 4. podendo apresentar-se em mistura entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos. 4. 4.166 Exercício simulado: Atividade prática realizada periodicamente para manter a brigada e os ocupantes das edificações com condições de enfrentar uma situação real de emergência. composto predominantemente de metano e que pode conter quantidades mínimas de etano.183 Fumaça (“smoke”): Partículas de ar transportadas na forma sólida.4. quando do escurecimento da noite.162 Estado de repouso do sistema: Condição na qual o sistema foi inibido de iluminar propositadamente.180 Fonte de energia alternativa: Dispositivo destinado a fornecer energia elétrica ao(s) ponto(s) de luz de emergência na falta ou falha de alimentação na rede elétrica da concessionária. É responsável pela segurança veicular. nitrogênio ou outros componentes normalmente encontrados no gás natural. 4. 4. 4.182 Formulário para atendimento técnico (FAT): Instrumento administrativo utilizado pelo interessado para sanar dúvidas.168 Expedidor: Pessoa responsável pela contratação do embarque e transporte de logística envolvendo produtos perigosos expressos em nota fiscal ou conhecimento de transporte internacional.185 Gás natural liqüefeito (GNL): Fluido no estado líquido em condições criogênicas.169 Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases. 4. produzindo calor intenso e pressões elevadas. compatibilidade entre os produtos e a identificação de seus riscos. 4. decorrente de um material submetido a pirólise ou combustão. misturada formando uma massa. que emitirá ou receberá a propagação de um incêndio. 4.184 Gás liquefeito de petróleo (GLP): Produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano. solicitar reconsideração de ato em vistoria. propeno. solicitar juntada de documentos. A fachada deve possuir pelo menos um meio de acesso ao interior do edifício e não ter obstáculos.161 Estado de funcionamento do sistema: Condição na qual a(s) fonte(s) de energia alimenta(m). líquida e gasosa.

sendo comutadas automaticamente para a fonte de alimentação de energia alternativa em caso de falta e/ou falha da fonte normal. sendo vedada sua utilização em caráter comercial. com a finalidade de gerar energia elétrica. 4. 4. podendo ser emergente (de coluna) ou subterrâneo (de piso). são alimentadas automaticamente pela fonte de alimentação de energia alternativa. 4. 4. posicionado no final de cada trecho. em caso de interrupção da alimentação normal.205 Hidrante urbano: Ponto de tomada de água provido de dispositivo de manobra (registro) e união de engate rápido. 4.209 Iluminação de balizamento ou de sinalização: Iluminação de sinalização com símbolos e/ou letras que indicam a rota de saída que pode ser utilizada em caso de emergência. 4. 4. 4. em princípio.195 Heliponto edificações. só em caso de falta da fonte normal. ligado à rede pública de abastecimento de água.204 Hidrante para sistema de espuma: Equipamento destinado a alimentar com água ou solução de espuma as mangueiras para combate a incêndio. tampões. 4. de de de de 4.193 Heliponto: Área homologada ou registrada. 4. maus condutores de eletricidade e não corrosivos. 4. 4. incolores. incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais.197 Heliponto privado: Local destinado ao uso de helicópteros civis. 4. as lâmpadas de iluminação de emergência não são alimentadas pela rede elétrica da concessionária e. as lâmpadas de iluminação de emergência são alimentadas pela rede elétrica da concessionária. 4. 4. mangueiras de incêndio e demais acessórios. 4.210 Iluminação de emergência: Sistema que permite clarear áreas escuras de passagens. rampas.201 Hidrante: Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores. ao nível do solo ou elevada.194 Heliponto civil: Local destinado.206 Iluminação auxiliar: Iluminação destinada a permitir a continuação do trabalho.190 Grupo motogerador: Equipamento cuja força provém da explosão do combustível misturado ao ar. metrô. 4. utilizada para pousos e decolagens de helicópteros. 4. locais abastecimento. etc. 4.199 Heliportos: Helipontos públicos dotados instalações e facilidades para apoio de helicópteros e embarque e desembarque de pessoas. podendo estar no interior de um abrigo de mangueira. elevado: Local instalado sobre de bombas e/ou mangueiras para o serviço de extinção de incêndios. horizontais e verticais.212 Iluminação não permanente: Sistema no qual. de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas. bem como proporcionar a execução de intervenção ou garantir a continuação do trabalho em certas áreas. balcões. estação de passageiros.213 Iluminação permanente: Sistema no qual. 4.198 Heliponto público: Local destinado ao uso de helicópteros em geral.189 Grupo motoventilador: Equipamento composto por motor elétrico e ventilador.208 Iluminação de balisamento: Sistema composto por símbolos iluminados que indicam a rota de fuga em caso de emergência. aeroportos. maciça ou não delimitando as faces laterais abertas de escadas. 4. 4.202 Hidrante de coluna: Aparelho ligado à rede pública de distribuição de água.ozônio. na falta de iluminação normal. que permite a adaptação . servindo como proteção contra eventuais quedas de um nível para outro. 4.203 Hidrante de parede: Ponto de tomada de água instalado na rede particular. 4. galerias e assemelhados. embutido em parede.196 Heliponto militar: Local destinado ao uso de helicópteros militares.214 Incêndio: é o fogo sem controle. Este elemento terminal é utilizado para direcionar e/ou distribuir de modo adequado o fluxo de ar em determinado ambiente.211 Iluminação de emergência e de aclaramento: Sistema composto por dispositivos de iluminação de ambientes para permitir a saída fácil e segura das pessoas para o exterior da edificação.187 Gerador de espuma: Equipamento que se destina a facilitar a mistura da solução com o ar para a formação de espuma.200 Heliportos elevados: Heliportos localizados sobre edificações. tais como: pátio estacionamento.188 Grelha de insuflamento: Dispositivo utilizado nas redes de distribuição de ar.192 Habite-se: Documento em que a Prefeitura Municipal local aceita as obras e serviços realizados e autoriza a sua ocupação. 4.191 Guarda ou guarda-corpo: Barreira protetora vertical. terraços. patamares. 4. Por exemplo: centros médicos. equipamentos de manutenção etc. São inodoros.207 Iluminação de ambiente ou aclaramento: Iluminação com intensidade suficiente para garantir a saída segura de todas as pessoas do local em caso de emergência. 4. em caso de falha do sistema normal de iluminação. ao uso de helicópteros civis. com a finalidade de insulflar ar dentro de um corpo de escada de segurança para pressurizá-la e expulsar a possível entrada de fumaça.

elétrica. concebida pelo arquiteto/engenheiro. registros e aparelhos de utilização de gás.228 Interface da camada de fumaça (“smoke layer interface”): Limite teórico entre uma camada de fumaça e a fumaça provinda do ar externo (livre).235 Jato de linha de mangueira: Jato de espuma de um esguicho que pode ser segurado e dirigido manualmente. hidráulica. θg é a temperatura dos gases.234 Jato de fumaça sob o teto (“ceiling jet”): Fluxo de fumaça sob o teto. 4. θO é a temperatura do ambiente antes do início do aquecimento em graus Celsius. Normalmente. geração ou controle de energia. observado na extremidade do esguicho. 4. destinado à condução e ao uso do gás no interior da edificação. onde existem válvulas terminais (difusores). onde líquidos inflamáveis são armazenados e processados. 4.217 Inibidor de vórtice: Acessório de tubulação destinado a eliminar o efeito do vórtice dentro de um reservatório. 4. dada pela seguinte expressão: θg=θo + 345 log (8t+1) Onde: t é o tempo. e.216 Incêndio-padrão: Elevação padronizada de temperatura em função do tempo. 4. cuja característica básica é a impossibilidade técnica de uma edificação ser atingida pelo calor irradiado. conduzido ou propagado pela convecção de massas gasosas aquecidas. 4. O fluxo de solução de 1200L/min ou mais pode ser usado. por meio da intervenção do homem.218 Instalação: Toda montagem mecânica. na qual se tem a separação física de uma edificação em relação às demais circunvizinhas. a temperatura do jato de fumaça sob o teto será maior que a camada de fogo adjacente.229 Inundação total: Descarga de gases limpos.230 Isolamento de risco: Característica construtiva.215 Incêndio natural: Variação de temperatura que simula o incêndio real. acessórios e equipamentos que conduzem e utilizam o GLP para consumo. 4. contenção ou distribuição de fluídos líquidos ou gasosos. em função da geometria.232 Jato compacto: Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas.222 Instalações industriais: Conjunto de equipamentos que não se enquadram como depósitos. Podem ser de comando automático ou manual. com os necessários complementos.226 Instalador: Pessoa física ou jurídica responsável pela execução da instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. características térmicas dos elementos de vedação e da carga de incêndio específica. 4. equipado na sua extremidade livre um esguicho difusor com válvula de comando manual de jato. Destes pontos. eletroeletrônica.219 Instalação de gás liquefeito de petróleo (GLP): Sistema constituído de tubulações. A reação do esguicho usualmente limita o fluxo da solução a aproximadamente 1000L/min no máximo. os . Este equipamento é de comando manual. expresso em minutos. de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado. estendendo-se radialmente do ponto de choque da coluna de fogo contra o teto. que necessite de proteção contra incêndio previsto na legislação. 4.225 Instalações temporárias: Locais que não possuem características construtivas em caráter definitivo podendo ser desmontadas e transferidas para outros locais.233 Jato de espuma de monitor (canhão): Jato de grande capacidade de esguicho. por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido. ocupação de toda espécie. 4. 4. 4.4. 4. reguladores. Na prática.223 Instalação interna: Conjunto de tubulações. em graus Celsius no instante t. que pode ter vários metros de espessura. 4. que está apoiado em posição e que pode ser dirigido por um homem. a densidade da fumaça na zona de transição cai a zero.221 Instalações fixas de mangotinhos: Dispositivo com suprimento fixo de gases compreendendo um ou mais cilindros que alimentam um mangotinho acondicionado em um carretel de alimentação axial. ou outra.227 Instrução técnica: Documento elaborado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais com objetivo de normalizar medidas e procedimentos de segurança. 4. por meio da queima e/ou outro meio previsto e autorizado na legislação competente. 4. geralmente tomada igual a 20º C. 4. postos de serviço ou refinarias. medidores. Abaixo desse limite efetivo. emanadas de outra atingida por incêndio. a interface da camada de fumaça é um limite efetivo dentro da zona de diminuição de impacto. 4.231 Itinerário: Trajeto a ser percorrido pelas guarnições do Corpo de Bombeiros na ida ou no regresso do atendimento de uma emergência. 4. ventilação. previamente estabelecido por meio de croqui.224 Instalações sob comando: O agente extintor fica armazenado em depósitos fixos e é conduzido através de tubulações rígidas até pontos táticos. cuja montagem tenha caráter permanente ou temporária. para fins de atividades de produção industrial.236 Jirau: Entende-se por jirau o piso compreendido entre dois pavimentos contíguos. 4.220 Instalações fixas de aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás carbônico diretamente sobre o material que queima. mas. prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco. as tubulações são complementadas com mangotinhos até o local do foco de incêndio onde o agente é aplicado. 4.

todos os tipos de lubrificantes.239 Laudo: Peça na qual o profissional habilitado relata o que observou e dá as suas conclusões.237 Lanço de escada: Sucessão ininterrupta de degraus entre dois patamares sucessivos. todos os degraus possuem piso de largura igual. Nas escadas de menos de 1. É comum o seu emprego em edificações industriais e comércio atacadista.254 Lotes de recipientes: Conjunto de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) sem que haja corredor de inspeção entre estes. c) classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22. Não constitui jirau. modificação ou ampliação dos existentes. Nota: Sobre esta linha.241 Limite de área de armazenamento: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP). 4. mais perto da borda. 4. 4. Nota: Um lanço de escada nunca pode ter menos de três degraus. – solventes (conforme ficha de segurança do produto). aceita pelo proprietário da instalação ou seu preposto legal designado.4º C . o qual não configure um pavimento. em um lote de recipientes. polimerizem ou venham a explodir.243 Linha de espuma: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a espuma. 4. b) classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. a linha de percurso coincide com o eixo da escada.253 Loteamento: Parcelamento do solo com abertura de novos sistemas de circulação ou prolongamento. se decomponham. se tornem auto-reativos e. 4. c) classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93. medida horizontalmente sobre a linha de percurso da escada. por efeito de variação de temperatura e pressão. onde haja a probabilidade de um perigo se materializar causando um dano. 4. 4. 4. mangueira flexível de abastecimento e central de gás liquefeito de petróleo (GLP).248 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que. quando este for exigido.246 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37.8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37. acrescida da largura do corredor de inspeção. 4.245 Linha de solução: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a solução de espuma mecânica. Sua função principal é de acondicionamento de materiais.247 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37. 4. ou de choque mecânico.8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de óleo diesel. aguarrás e querosene (iluminante e de aviação).8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação). subdividido como segue: a) classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37. 4.256 Mangotinho: Ponto de tomada de água onde há uma simples saída contendo válvula de abertura rápida.255 Maior risco: Aquele que possa existir oriundo de instalações projetadas ou existentes que requeira a maior demanda de água para o combate a incêndio. 4.240 Leiaute: Distribuição física de elementos num determinado espaço. 4.238 Largura do degrau (b): Distância entre o bocel do degrau e a projeção do bocel do degrau imediatamente superior. possuindo altura do pé direito diferenciado do pé direito do pavimento tipo e com área de projeção em planta que não ultrapasse a metade da área do piso imediatamente abaixo. O acesso a este nível pode utilizar a escada principal da edificação ou possuir escada exclusiva. servindo como área de depósito.252 Local de saída única: Condição de um pavimento da edificação. publicada pelo fabricante e reconhecida por órgãos regulamentadores ou normativos. ou fechamentos de área para fins de qualquer espécie. pois.10 m de largura.quais tenham entre si altura suficiente para a interposição de um terceiro nível.8ºC. 4.70m. subdividindo-se em: a) classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22.4ºC .8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. em conseqüência. inclusive os degraus ingrauxidos nos locais em que a escada faz deflexão.244 Linha de percurso de uma escada: Linha imaginária sobre a qual sobe ou desce uma pessoa que segura o corrimão. na estocagem ou no transporte. onde a saída é possível apenas em um sentido.todos os tipos de óleo combustível. ficando. 4.251 Local de risco: Área interna ou externa da edificação.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. nem subir altura superior a 3. 4. níveis cujo aproveitamento seja constituído por escritórios.8ºC.8ºC – todos os tipos de álcool.250 Local de abastecimento: Área determinada pelo conjunto de veículo abastecedor. em um lote de recipientes. 4.8ºC. 4. A principal característica do jirau em relação à sobreloja ou ao mezanino reside na característica de poder ser contido lateralmente apenas por duas paredes e com a possibilidade de ter ou não guardacorpo nas outras laterais. também conhecido como líquido Classe I. . 4. b) classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60º C e inferior a 93.249 Listagem confiável: Relação de dados e características de projeto de equipamentos ou dispositivos. estando afastada 0. 4. no estado puro ou nas especificações comerciais.242 Limite do lote de recipientes: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP).55m da borda livre da escada ou da parede.

4. sala de reuniões. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação. 4. limitar sua propagação.280 Neblina de água: Jato de pequenas partículas d’água. ábacos e tabelas. recebem tratamento para melhor se comportarem frente à ação do calor.267 Máximo enchimento: Volume máximo de gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido que um recipiente pode armazenar com segurança. 4.266 Materiais semicombustíveis: Produtos ou substâncias que.262 Materiais combustíveis: Produtos ou substâncias (não resistentes ao fogo) que sofrem ignição ou combustão quando sujeitos a calor. 4.263 Materiais de acabamento: Produtos ou substâncias que. sendo considerado andar o mezanino que possuir área superior à metade da área do andar subdividido. seguido da qualificação e otimização da capacidade de reação. 4. 4. estética ou segurança.268 Medidas de proteção contra incêndio e pânico: Conjunto de ações e dispositivo a serem instalados nas edificações e áreas de risco necessários a evitar o surgimento de incêndio e pânico. ao meio ambiente e ao patrimônio. semi-rígida. possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à incolumidade das pessoas. 4. produzido por esguichos especiais. empregado como escritório. derretimento.271 Meio de Alerta: Dispositivos ou equipamentos destinados a avisar os ocupantes de uma edificação por ocasião de uma emergência qualquer. premissas e etapas utilizados para definir.261 Mapeamento de risco: Estudo desenvolvido pelo responsável por uma edificação em conjunto com o Corpo de Bombeiros. não fazendo parte da estrutura principal. antes do início da medição (ajuste do “zero”).264 Materiais fogo-retardantes: Produtos ou substâncias que. não apresentam rachaduras. 4.277 Monitor fixo (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e está montado num suporte estacionário fixo ao nível do solo ou em elevação.274 Mezanino: Pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares. 4. 4. 4. 4.272 Meio de Fuga: Medidas que estabelecem rotas de fuga seguras aos ocupantes de uma edificação. solução ou espuma. 4. são agregados à mesma com fins de conforto.265 Materiais incombustíveis: Produtos ou substâncias que. podendo ou não possuir proteção metálica ou têxtil.adaptador (se necessário). usado para canalizar água. havendo comunicação entre os módulos. 4. 4.273 Memorial: Conceitos. 4. prevista no Regulamento de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. almoxarifado ou guarita. 4. 4. ao se entrar na edificação.279 Mudança de ocupação: Consiste na alteração de uso da edificação que motive a mudança de classificação na tabela 1. mangueira esguicho regulável e demais acessórios. localizar. visando preservar os ocupantes num nível que não exista ameaça de vida. cálculos. submetidos à ignição ou combustão. 4.276 Monitor (canhão): Equipamento destinado a formar e orientar jatos de água ou espuma de grande volume e alcance. além de instalação elétrica e/ou hidráulica. 4.283 Nível de descarga: Nível no qual uma porta externa conduz ao exterior.258 Mangueira flexível: Tubo flexível de material sintético com características comprovadas para uso do gás liquefeito de petróleo (GLP). fabricado com fios naturais ou artificiais. desde a concepção até a sua implantação e manutenção. submetidos à ignição ou combustão. ou ainda aqueles protegidos por produtos que dificultem a queima. deformações excessivas e não desenvolvem elevada quantia de fumaça e gases. Nota: É aplicado para a determinação da altura da edificação. O módulo habitável pode ser formado por um ou mais contêineres conjugados. 4. de modo que pode ser transportado para cena do incêndio. sala de treinamento ou de aula.259 Manômetro: Instrumento que realiza a medição de pressões efetivas ou relativas.281 Nível: Parte da edificação não contida em um mesmo plano. visando relacionar os meios humanos e materiais disponíveis por uma empresa. estabelecida pelo Sistema Internacional de Unidades – SI. dispostos horizontalmente (afastados ou não entre si) ou verticalmente. apresentam baixa taxa de queima e pouco desenvolvimento de fumaça. Permite o ajuste do valor inicial.257 Mangueira de incêndio: Tubo flexível.275 Módulo habitável: Contêiner adaptado. 4. 4.260 Manômetro de líquido ajustável: Tipo de manômetro que permite a realização da avaliação da diferença de pressão entre dois ambientes por meio da comparação entre alturas de colunas de líquido dito manométrico. 4.269 Megajoule (MJ): Medida de capacidade calorífica dos corpos e materiais. O monitor pode ser alimentado com a solução mediante tubulação permanente ou mangueiras. 4. 4.278 Monitor portátil (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e encontra-se num suporte móvel ou sobre rodas. . com ou sem emprego de escadas. depósito. É composto de parte descritiva.270 Meio defensável (“tenable environment”): Meio no qual a fumaça e o calor estão limitados e restritos.282 Nível de acesso: Ponto do terreno em que atravessa a projeção do paramento externo da parede do prédio. 4. em seu processo químico. através de portas. que recebeu portas e janelas.

298 Parede corta-fogo portante: Elemento construtivo.292 Operação manual: Atividade que depende da ação do elemento humano.285 Ocupação: Atividade ou uso da edificação. em desnível aéreo. legalmente habilitado.286 Ocupação mista: Edificação que abriga mais de um tipo de ocupação. conforme concebida pelo arquiteto ou engenheiro. desenvolvimento e conseqüências dos incêndios atendidos pelo CBMMG. sob a ação do fogo. 70% do perímetro total. 4. susto ou pavor que repentino. não definitivo em local com características de estrutura construtiva permanente.296 Pantográfica: Porta paralelogramos articulados. como tal. 4. em atendimento ao projeto arquitetônico.303 Pavimento de descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. no local ou em laboratório especializado. é estanque à propagação da chama e proporciona um isolamento térmico tal que a temperatura medida sobre a superfície não exposta não ultrapasse 140ºC durante um tempo especificado. Considera-se. no local ou em laboratório especializado.288 Ocupação temporária: Atividade desenvolvida de caráter temporário. espetáculos e parques de diversões. 4.287 Ocupação predominante: Atividade ou uso principal exercido na edificação. reação desordenada. federal. 4. que provoca nas pessoas. 4.305 Perícia técnica: Consiste no levantamento e apuração efetuado por profissional do CBMMG. e ao uso de pedestres ou veículos. conserva suas características de resistência mecânica.301 Passarela: Obra de arte destinada à transposição de vias. e ao uso de pedestres. 4. 4. dividido pela área de aberturas existentes na mesma fachada.291 Operação de abastecimento: Atividade de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP. .295 Pânico: Susto ou pavor repentino.302 Pavimento: Está compreendido entre o plano de piso e o plano do teto imediatamente acima do piso de referência.293 Operador: Profissional habilitado a executar a operação de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP podendo acumular a função de motorista. bem como das causas do desenvolvimento e conseqüências dos incêndios.304 Percentual de aberturas em uma fachada: Relação entre a área total (edificações não compartimentadas) ou área parcial (edificações compartimentadas) da fachada de uma edificação. podendo ser anexadas ocupações temporárias.307 Pesquisa de incêndio: Apuração das causas. através do exame técnico das edificações. mediante exame técnico das edificações.300 Passagem subterrânea: Obra de arte destinada à transposição de vias. aberto em pelo menos três lados. o nível de transição das estruturas da edificação. 4. isolação térmica e estabilidade). cujo perímetro aberto tenha. 4. feiras. 4.308 Pilotis: Local edificado de uso comum. apontando as causas que o motivaram. onde os pilares se encontram com os elementos de fundação ou onde os pilares mudam de forma e ficam aparentes. no mínimo. individual ou coletiva. estadual. de propagação rápida. para emissão de parecer técnico quanto aos sinistros e exigências de proteção contra incêndio e pânico nas edificações.309 Piso: Superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito. ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio. 4. também. Também se inclui nesta categoria. 4. 4. individual ou coletiva.290 Operação automática: Atividade que não depende de qualquer intervenção humana para determinar o funcionamento da instalação de gás.299 Parede resistente ao fogo (parede de compartimentação): Elemento estrutural resistente ao fogo por um determinado período de tempo.284 Nível de segurança: Enquadramento dado ao nível potencial de risco que a edificação oferece em sua utilização prevista. materiais e equipamentos. o local coberto.4. 4. 4. provoca nas pessoas. 4. a uma instalação ou a um procedimento. reação desordenada. em desnível subterrâneo.294 Órgão competente: Órgão público. materiais e equipamentos. tais como: circos. de propagação rápida. 4. 4. 4. 4. mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem. municipal. 4.310 Pista de rolagem: Pista de dimensões definidas. 4. com características de resistência ao fogo (estanqueidade. aberto em pelo menos duas faces opostas. 4. desde que reúna as habilitações necessárias.306 Perigo: Propriedade de causar dano inerente a uma substância. destinada à rolagem de helicópteros entre área de pouso ou de decolagem e a área de estacionamento ou de serviços. 4. visando a separar uma edificação em relação à outra. mantendo sua integridade e as características de vedação contra gases e fumaça. levando-se em consideração o risco de ativação das estruturas ou o potencial danoso aos usuários. 4.297 Parede corta-fogo: Elemento construtivo que.289 Ocupações temporárias em instalações permanentes: Instalações de caráter temporário e transitório. constituída por 4.

instalado nas aberturas da parede de compartimentação.4. considerando-se os turnos de trabalho e a natureza da ocupação. envolvendo as medidas de proteção ativa e passiva. bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações.320 Poço de sucção: Elemento construtivo do reservatório. ou parte dela é projetada.317 Planta de risco: Mapa simplificado no formato A0. ao meio ambiente e às propriedades.316 Planta de bombeiro: Representação gráfica da edificação. contendo informações através de legenda específica da localização. c) hidrantes externos. A1. 4.321 Ponto de abastecimento: Ponto de interligação entre o engate de enchimento da mangueira de abastecimento e a válvula do recipiente que deve ser abastecido. monta-cargas. com uma única ou mais edificações. indicando: a) principais riscos. 4.329 Prevenção contra incêndio e pânico: Conjunto de ações e medidas que visam a orientação das pessoas. tubos de lixo. possibilitam que os ocupantes das edificações atinjam os pisos de descarga com as suas integridades físicas garantidas.323 População: Número de pessoas para as quais uma edificação. retarda a propagação do incêndio de um ambiente para outro. 4.331 Processo de segurança contra incêndio e pânico (PSCIP): Documentação que contém os elementos formais das medidas de proteção contra incêndio e pânico de uma edificação ou área de risco que deve ser apresentada no CBMMG para avaliação em análise técnica. com área de até 750 m2 (setecentos e cinqüenta metros quadrados) regulados por meios de instrução técnica. f) reserva de incêndio. com tempo mínimo de resistência ao fogo.330 Procedimento sumário: Constitui-se na ação de análise e vistoria do CBMMG em edificações de uso coletivo.318 Planta: Desenho onde estão situadas uma ou mais empresas. . em conjunto com o Corpo de Bombeiros. Ou ainda. e outros.327 Posto de comando: Local fixo ou móvel. Quando instaladas nas escadas de segurança. destinadas à circulação de pessoas e de equipamentos. 4. h) vias de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros.328 Posto de abastecimento e serviço: Atividade onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos. estanqueidade e isolamento térmico. 4. 4. Será sempre pelo número máximo diário de pessoas.Deve atender ás exigências de resistência mecânica. 4. invólucro(s) e/ou outros(s) componente(s) que têm a função de promover o aclaramento do ambiente ou a sinalização. i) hidrantes públicos próximos da edificação (se houver).332 Produtos perigosos: Todas as substâncias cuja liberação ou ameaça de liberação cause risco ao ser humano. cabos.315 Plano particular de intervenção (PPI): Procedimento peculiar de atendimento de emergência em locais previamente definidos. 4.326 Porta corta-fogo (PCF): Dispositivo construtivo(Conjunto de folha(s) de porta. destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado. em escala padronizada. 4. tubulações hidráulico-sanitárias. g) armazenamento de produtos perigosos. e estabelecer o comportamento a ser adotado frente à emergência. Polícia etc) e brigadas de incêndio e de abandono das empresas privadas. A3 ou A4. objetivando diminuir a possibilidade da ocorrência de um princípio de incêndio e pânico. com representantes de todos os órgãos envolvidos no atendimento de uma emergência.314 Plano global de segurança: Integração de todas as medidas de prevenção contra incêndios e pânico que garantam a segurança efetiva das pessoas (aspecto humano) e do edifício. 4.325 População flutuante: Número de pessoas que não se enquadra no item de população fixa. 4. eletrodutos. elevadores. 4. marco e acessórios). 4. arranjo e previsão dos meios de segurança contra incêndio e riscos existentes. podendo ser em mais de uma folha. Defesa Civil.324 População fixa: Número de pessoas que permanece regularmente na edificação. conforme o Manual de Defesa Civil Estudos de Riscos e Medicina de Desastres. ventilação. d) número de pavimentos. 4. 4. bem como os terceiros nestas condições. 4. ao meio ambiente e ao patrimônio individual ou público. 4. b) paredes corta-fogo e de compartimentação.322 Ponto de luz: Dispositivo constituído de lâmpada(s) ou outros dispositivos de iluminação. 4. A2. 4.312 Plano de Auxílio Mútuo (PAM): Plano que tem por objetivo conjugar os esforços dos órgãos públicos (Corpo de Bombeiros. aqueles produtos cujo manuseio e tráfego apresentam risco à vida. em caso de sinistro. elaborado por profissionais de grupo multidisciplinar (Engenheiros ou Técnicos que atuem na área de segurança de incêndio e ambiental).313 Plano de intervenção de incêndio: Plano estabelecido em função dos riscos da edificação para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência. indispensável à elaboração de um PPI. vedando aberturas em paredes.311 Planilha de levantamento de dados: Instrumento utilizado para a catalogação de todas as informações e dados da empresa.319 Poço de instalação: Passagem essencialmente vertical deixada numa edificação com finalidade específica de facilitar a instalação de serviços tais como: dutos de ar-condicionado. e) registro de recalque. É um dispositivo móvel que. 4. 4.

356 Registros corta-fogo (“dampers”): Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. necessárias à definição das características principais do sistema de combate a incêndio.4.342 Rampa: Parte construtiva inclinada de uma rota de saída.359 Reservatório de escorva: Reservatório de água com volume necessário para manter a tubulação de sucção da bomba de incêndio sempre cheia d’água. a partir de petróleo. 4. Um registro de fumaça pode ser combinado. conforme sua área de especialização. . inclusive das especificações de materiais e equipamentos. a qual opera independente da vontade do usuário. 4.350 Reforma: Alterações nas edificações e áreas de risco sem aumento de área construída.349 Refinaria: Unidade industrial na qual são produzidos líquidos inflamáveis.341 Quadro de áreas: Tabela que contém as áreas individualizadas das edificações e seus pavimentos. projetado para resistir à passagem de ar ou fumaça. que se destina a unir dois níveis ou setores de um recinto de evento.339 Propagação por convecção: Decorrente de gases quentes emitidos pelas aberturas existentes na fachada ou pela cobertura da edificação incendiada. 4. 4. 4.361 Reservatório enterrado ou subterrâneo: Reserva de incêndio cuja parte superior encontra-se instalada abaixo do nível do terreno natural. 4. que se propaga para outra edificação contígua. 4.353 Registro de fumaça (“smoke damper”): Dispositivo utilizado no sistema de controle de fumaça. 4.348 Rede elétrica da concessionária: Energia elétrica fornecida pela concessionária do município. 4. assim como do memorial. que se propaga por radiação por meio de aberturas existentes na fachada. 4.358 Reservatório ao nível do solo: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado no mesmo nível do terreno natural.345 Rede de alimentação: Conjunto de condutores elétricos.340 Propagação por radiação térmica: Aquela emitida por um incêndio em uma edificação.344 Recipiente transportável: Recipiente que pode ser transportado manualmente ou por qualquer outro meio.347 Rede de distribuição: Parte do sistema de abastecimento formado de tubulações e órgãos acessórios. seções. 4. 4. engenharias. que atingem a fachada da outra edificação adjacente. sinalização e alarme: Conjunto de dispositivos de atuação automática destinados a detectar calor. dutos e demais equipamentos empregados na transmissão de energia do sistema. 4. de forma contínua. composto de plantas. 4. que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos.360 Reservatório elevado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado acima do nível do terreno natural com a tubulação formando uma coluna d’água.354 Registro de paragem: Dispositivo hidráulico manual. 4. 4. na instalação hidráulica de combate a incêndio das edificações. 4.352 Registro de fluxo: Dispositivo com a função de direcionar o fluxo de ar. fumaça ou chama e a atuar equipamentos de proteção e dispositivos de sinalização e alarme. segurança e medicina do Trabalho. normalmente utilizado na saída dos grupos moto-ventiladores. elevações. inclusive a sua proteção. 4.333 Profissional habilitado: Toda pessoa com formação em higiene. pela cobertura (em colapso). 4.337 Projeto: Conjunto de peças gráficas e escritas. 4. segundo as leis vigentes. ou pela própria fachada (composta de material combustível) para uma outra edificação adjacente. 4. 4. em escala comercial.346 Rede de detecção. 4. gasolina natural ou outras fontes de hidrocarbonetos.351 Registro (“dumper”) de sobrepressão: Dispositivo que atua como regulador em ambiente que deva ser mantido em determinado nível de pressão.25m³.338 Propagação por condução: Decorrente do contato direto de chamas pela fachada ou pela cobertura (em colapso) de um incêndio em uma edificação.343 Recipiente estacionário: Recipiente fixo. 4.334 Profissional legalmente habilitado: Pessoa física ou jurídica que goza do direito. devidamente registrado nos Conselhos Regionais competentes. evitando que a pressão assuma valores maiores por onde ocorra escape do ar. atendendo a requisitos de resistência a fogo e fumaça. 4. destinado a interrromper o fluxo de água das instalações hidráulicas de combate a incêndio em edificações. 4.335 Profundidade de piso em subsolo: Profundidade medida em relação ao nível de descarga da edificação. detalhes e perspectivas isométricas e. instalados nos dutos de ventilação e dutos de exaustão. destinada a colocar água potável à disposição dos consumidores. 4. 4.336 Projetista: Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto. quando utilizada duplicidade de equipamentos. É considerado transportável para efeito de proteção contra incêndio o recipiente com volume máximo de 500L. de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio.355 Registro de recalque: Dispositivo hidráulico destinado a permitir a introdução de água proveniente de fontes externas.357 Reserva de incêndio: Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio. com capacidade superior a 0. etc. em quantidade e pressão recomendada.

367 Risco isolado: Risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados. 4.368 Risco isolado de central de GLP: Distância da central de gás liquefeito de petróleo (GLP) à projeção da edificação. Batalhões.383 Separação entre edificações: Distância segura entre cobertura e fachada de edificações adjacentes.362 Reservatório semi-enterrado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado abaixo do nível do terreno natural e com a parte superior acima do nível do terreno natural. piaçava (ou piaçaba): Fibras vegetais de fácil combustão.370 Risco primário: Risco principal do produto de acordo com tabela do Decreto 96.371 Risco secundário: Risco subsidiário do produto de acordo com tabela do Decreto 96. 4. tais como bares. 4. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos.380 Selos corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. independente da vontade humana ou não e de cuja ocorrência decorrem prejuízos de qualquer natureza. onde a saída é possível apenas em um sentido. que também pode ser definido como risco principal na edificação.369 Risco predominante: Atividade principal exercida na edificação. prevalecerá como sendo o maior risco. Companhias e Pelotões do CBMMG que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio e pânico nas . “halls”. 4. passagem coberta.376 Saída única: Local em um setor do recinto de evento. b) Ocorrendo concentração de público.384 Serviço de segurança contra incêndio e pânico: Compreende a Diretoria de Atividades Técnicas.375 Saída horizontal: Passagem de um edifício para outro por meio de porta corta-fogo. lanchonetes. 4. rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes.366 Risco iminente: É a constatação de situação atual e iminente de exposição ao perigo e a probabilidade de ocorrência de um sinistro que deve ser fundamentada pelo bombeiro militar durante a realização de vistoria levando se em consideração a exposição ao perigo potencial e as medidas de proteção adotadas no local. no fabrico de vassouras e também utilizadas como cobertura de edificações destinadas à reunião de público. estanqueidade e isolação e/ou características de vedação aos gases e chamas. 18Mai88. barreiras de proteção. Notas: a) Ocorrendo equivalência na somatória da carga de incêndio. 4. em comunicação com o logradouro. 4.382 Separação de riscos de incêndio: Recursos que visam a separar fisicamente edificações ou equipamentos. rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes. 4. Fachadas de edificações adjacentes. com resistência mínima à exposição ao fogo de 2 horas. corredores. adotar-se-á para efeito da classificação do maior risco. vestíbulo. para o dimensionamento das saídas de emergências. 4. ou que predomina sobre os demais. restaurantes. vestíbulos. de largo emprego na zona rural para cobertura de ranchos.4. 4. que se caracteriza pela distância medida horizontalmente entre a cobertura de uma edificação e a fachada de outra edificação adjacente. que se caracterizam pela distância medida horizontalmente entre as fachadas de edificações adjacentes. 4. mantendo sua integridade. para acesso e descarga. conforme o tipo de trem de pouso do helicóptero. protegido do incêndio ou pânico. Podem ser áreas livres.379 Segurança: Compromisso a cerca da relativa proteção da exposição a riscos.378 Segurança contra incêndio: Conjunto de ações e recursos internos e externos à edificação ou área de risco.044. que permitem controlar a situação de incêndio e pânico e remoção das pessoas do local do sinistro em segurança.365 Risco: Acontecimento possível. 4.381 Separação corta-fogo: Elemento de construção que funciona como barreira contra a propagação do fogo. suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra.373 Saída de emergência: Caminho contínuo. a ser percorrido pelo usuário em caso de incêndio e pânico. 4. 4. futuro e incerto seja quanto a sua realização. 4. casas de espetáculos etc. “halls”. 18Mai88. 4. de resistir à ação do fogo por um determinado período de tempo. passadiço ou balcão. corredores. que conduzam o usuário de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço aberto. 4. 4.364 Responsável técnico: Profissional habilitado para elaboração e/ou execução de atividades relacionadas a segurança contra incêndio e pânico. passagens externas. devidamente protegido e sinalizado. 4. realizado na superfície ou pouco acima desta. ou ainda o maior nível de risco. escadas. avaliado conforme norma existente.377 Sapé.044. a ser percorrido pelo usuário. a ocupação que possuir maior carga de incêndio pôr m². seja quanto à época em que poderá ocorrer. desde que na ocorrência de um sinistro ele contribua de alguma forma para o agravamento da situação de forma significativa e em termos proporcionais. 4.374 Saída ou rota de fuga: Caminho contínuo proporcionado por portas. proporcionado por portas. anteparos e/ou paredes de material incombustível.363 Resistência ao fogo: Propriedade de um elemento construtivo. escadas.372 Rolagem: Movimento do helicóptero de um ponto para outro. 4. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. balcões. instalados nas passagens de eletrodutos e tubulações que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. 4.

388 “Shopping” coberto (“covered mall”): Espaço amplo criado por uma área coberta de pedestre em uma edificação agregando um número de ocupantes. Só existe sobreloja em edificações comercial ou mista. onde esses espaços ocupados são abertos permitindo comunicação direta com a área de pedestres. de forma rápida e eficaz. escritórios ou outros usos similares.404 Sprinkler: Ver chuveiro automático. 4. bares. hidráulicas ou outros dispositivos necessários. permitindo o menor dano possível ao patrimônio e preservando a vida humana. 4. 4.396 Sistema de controle de fumaça (“smoke management system”): Sistema projetado. a localização e os procedimentos referentes a saídas de emergência. ou fechamentos de área para provadores.401 Sistema preventivo eficiente: Entende-se pelo conjunto de equipamentos. o qual não configure um pavimento. a existência. área de apoio aos funcionários e afins.385 Setor: Espaço delimitado por elementos construtivos que condicionam a circulação das pessoas para outras partes do recinto. que permite a passagem e interligação de instalações elétricas. válvulas e dispositivos sensíveis à elevação de temperatura. equipamentos de segurança contra incêndios e riscos potenciais de uma edificação ou áreas relacionadas a produtos perigosos. com o conseqüente abandono da área. realizados por pessoal especializado. cujo funcionamento dependa da ação humana para funcionar e possua carga extintora de comprovada eficiência. formas geométricas. possuindo altura do pé direito diferenciado do pé direito do pavimento tipo.400 Sistema preventivo eficaz automático: Entendese por todo equipamento que não dependa da ação humana para entrar em funcionamento e que debele o incêndio ainda no início. ou determinará o alarme para a edificação. Sua função principal é de acondicionamento de materiais.391 Sinalização de emergência: Conjunto de sinais visuais que indicam.398 Sistemas de hidrantes ou de mangotinhos: Conjunto de dispositivos de combate a incêndio composto por reserva de incêndio. ligado à fonte da solução produtora. mensagens. 4. escritório ou loja). 4. vertical ou horizontal. estando equipado com aspersores de neblina para descarga e distribuição na área a ser protegida. 4.392 Sinistro: Ocorrência de prejuízo ou dano. dimensões e cores. 4. que resulta na intensidade de uma exposição.387 “Shaft”: Abertura existente na edificação. entretenimento e diversão. que engloba uma ou mais unidades de abastecimento. 4.399 Sistema de prevenção contra incêndio e pânico: Sistema constituído de equipamentos. Não se exclui destes. 4. 4.405 Subestação atendida: Instalação operada localmente e que dispõe de pessoas permanentes ou estacionadas. 4. notificando sua ocorrência a uma central.389 Simulado: Emprego técnico e tático dos meios disponíveis. 4. de forma a processar água sobre o foco de incêndio em uma densidade adequada para extinguí-lo ou controlá-lo em seu estágio inicial. acessórios.386 Severidade da exposição: Soma total da energia produzida com a evolução de um incêndio.402 Sobreloja: Entende-se por sobreloja o piso compreendido entre dois pavimentos contíguos.403 Solicitação de vistoria por autoridade pública: Instrumento administrativo. tais como lojas de varejo. 4. rede de tubulação. abastecimento de água. utilizado para atender solicitação de autoridade pública. que repassará este aviso a uma equipe de intervenção. níveis cujo aproveitamento seja constituído por escritórios. localizada em região urbana. 4. observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. neste caso onde existir lojas (sala.390 Sinais visuais: Compreendem a combinação de símbolos. bombas de incêndio (quando necessário).397 Sistema de detecção e alarme: Conjunto de dispositivos que visa a identificar um princípio de incêndio. 4. 4.406 Subestação compacta: Instalação atendida ou não. permitindo ainda a lotação ordenada do local. com os tipos descritos abaixo: . 4. mas com acesso exclusivo por este. A principal característica da sobreloja em relação ao jirau ou ao mezanino reside na característica de poder ser contido lateralmente por quatro paredes e com a possibilidade de ter ou não guarda-corpo em uma ou mais laterais. para modificar o movimento da fumaça.395 Sistema de chuveiros automáticos: Conjunto integrado de tubulações. os quais tenham entre si altura suficiente para a interposição de um terceiro nível. 4. servindo como área de depósito. em situação não real. 4. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta norma. materiais e conjuntos que atuam na proteção da vida e das edificações. explosão etc.394 Sistema de carregamento: Dispositivo para o abastecimento de tanques de combustível de motores de veículos. 4. 4. A sobreloja pode ocupar toda a área de projeção em planta do pavimento imediatamente abaixo.edificações e áreas de risco. 4.393 Sistema de aspersão de espuma: Sistema especial. causado por incêndio ou acidente. visando o treinamento dos participantes. que inclui todos os métodos isolados ou combinados. no setor de prevenção de incêndio do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais para realização de vistoria na edificação.

na qual o circuito de condutores ou dispositivos de função são monitorados para acompanhar a falha ou integridade dos condutores e dos equipamentos que controlam o sistema. 4. 4. Nota: Capacidade de uma unidade de passagem é o número de pessoas que passa por esta unidade em 1. conexões e outros acessórios destinados a conduzir água.434 Unidade de passagem: Largura mínima para a passagem de uma fila de pessoas. 4.55 m.20m do perfil do terreno. c) Subestação de uso múltiplo: Instalação localizada em uma única área compartilhada pelo proprietário e por terceiros.410 Subsolo: Pavimento situado abaixo do perfil do terreno.407 Subestação de uso múltiplo: Instalação convencional. e cuja finalidade é diminuir o risco de um princípio de incêndio. 4. 4. 4. com limitação de área do empreendimento.426 Teste: Verificação ou prova (fazer funcionar experimentalmente).425 Terraço: Local descoberto sobre uma edificação ou ao nível de um de seus pavimentos acima do pavimento térreo.414 Tanque atmosférico refrigerado: Reservatório equipado com sistema de refrigeração. 4. 4. 4. 4.418 Tanque vertical: Reservatório de base apoiada sobre o solo. aquecer. atingir a proteção contra incêndio existente nos dutos de sucção e/ou pressurização.423 Tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF): Duração de resistência ao fogo dos elementos construtivos de uma edificação.430 Tubulação: Conjunto de tubos.432 Túnel rodoviário: Passagem horizontal construída embaixo da terra ou da água usado para o tráfego de automóveis. desde a reserva de incêndio até os hidrantes ou mangotinhos. de 16 de dezembro de 1964.411 Supervisão (“supervision”): Autoteste do sistema de controle de fumaça.419 Taxa de aplicação: Vazão de solução de espuma a ser lançada sobre a área da superfície líquida em chamas. 4.422 Tempo máximo de abandono (t): Duração considerada para que todos os ocupantes do recinto consigam atingir o espaço livre exterior.424 Terceiros: Prestadores de serviço.415 Tanques de maior risco: Reservatório contendo líquidos combustíveis ou inflamáveis e que possui maior demanda de vazão de espuma mecânica.0 minuto. para efeitos de identificação. 4.420 Temperatura crítica: Temperatura que causa o colapso no elemento estrutural. 4. nos termos da Lei Federal nº 4591. visando ainda ao não confinamento de gás em locais não ventilados. 4.a) Subestação abrigada: Instalação total ou parcialmente abrigada. assinalada por designação especial numérica. estabelecida pelas normas.428 Trajetórias de escape: Vazão de ar que sai dos ambientes pressurizados. 4.408 Subestação elétrica convencional: Instalação de pátio que se encontra ao ar livre. 4. 4. sendo pressurizada por viatura de combate a incêndios. natural ou outro similar) é montada.429 Tubo-luva de proteção: Dispositivo no interior do qual a tubulação de gás (GLP. separar ou processar. 4. e é através deste fluxo de ar que são estabelecidas a trajetória que serão percorridas pelo ar que gera a pressurização. 4.409 Subestação não-atendida: Instalação telecontrolada ou operada localmente por pessoas não permanentes ou não estacionadas. soldas e conexões. 4. para determinar a qualidade ou comportamento de um sistema de acordo com as condições estabelecidas na Instrução Técnica. 4. definida no projeto do sistema. próximo às juntas. fica permanentemente sem água no seu interior. 4. acrescida de outras edificações separadas e distanciadas entre si.412 Tanque: Reservatório cilíndrico para armazenar líquidos combustíveis ou inflamáveis.431 Tubulação seca: Parte do sistema de hidrantes. 4. sujeita às limitações da lei. 4. 4. de outra forma. 4. podendo os transformadores permanecer ou não enclausurados.435 Unidade de processamento: Estabelecimento ou parte de estabelecimento cujo objetivo principal é misturar. b) Subestação subterrânea: instalações que se encontram situadas abaixo do nível do solo.416 Tanque de teto cônico: Reservatório com teto soldado na parte superior do costado.421 Tempo de comutação: Intervalo de tempo entre a interrupção da alimentação da rede elétrica da concessionária e a entrada em funcionamento do sistema de iluminação de emergência. 4. devido a fatores diversos. constituída de dependências e instalações de uso privativo e de parcela de dependências e instalações de uso comum da edificação. que visa a controlar a temperatura entre – 35ºC a – 40ºC de forma a manter o gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido sem a necessidade de pressurização. 4. . nafta.413 Tanque atmosférico não refrigerado: Reservatório não equipado com sistema de refrigeração. aspectos econômicos e sociais. Não será considerado subsolo o pavimento que possuir ventilação natural e tiver sua laje de cobertura acima de 1. que por condições específicas.433 Unidade autônoma: Parte da edificação vinculada a uma fração ideal de terreno. 4.417 Tanque de teto flutuante: Reservatório cujo teto será diretamente apoiado na superfície do líquido no qual flutua.427 Torre de espuma: Equipamento portátil destinado a facilitar a aplicação da espuma em tanques. de único proprietário. fixada em 0.

4. visando. bifurcações ou outros acessórios com a finalidade de direcionar o fluxo de ar.446 Veneziana de tomada de ar: Dispositivo localizado em local fora do risco de contaminação por fumaça proveniente do incêndio e por partículas que proporcionam o suprimento de ar adequado para o sistema de pressurização. Nesta definição não estão incluídas as refinarias. 4. 4.445 Velocidade (v): Distância percorrida por uma pessoa em uma unidade de tempo (m/min).439 Varanda: Parte da edificação. 4. 4. especialmente projetado e utilizado para o transporte e transvasamento de gás natural liquefeito (GNL) e devidamente certificado pelo INMETRO.454 Vistoria: É o ato de certificar o cumprimento das exigências das medidas de proteção contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco por meio de exame no local. 4. em casos de abandono de emergência. não em balanço.443 Veículo transportador: Veículo que dispõe de tanque criogênico.líquidos inflamáveis. à diminuição da perda de carga localizada.440 Vazamento: Vazão de ar que sai do ambiente e/ou da rede de dutos de modo não desejável causando perda de uma parcela do ar que é insuflado.447 Ventilação constante: Movimentação constante de ar em um ambiente. 4.452 Vias de acesso para atendimento a emergências: Áreas ou locais definidos para passagem de pessoas. .442 Veículo abastecedor: Veículo especificamente homologado para transporte e transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) a granel. 4. 4. 4. 4.448 Ventilação cruzada: Movimentação de ar. 4.437 Válvula de retenção: Dispositivo hidráulico destinado a evitar o retorno da água para o reservatório. 4. vielas. 4. hidráulicas.449 Via de acesso: Espaço destinado para as viaturas do CBMMG adentrarem no entorno à edificação. 4.450 Via urbana: Espaços abertos destinados à circulação pública (tais como ruas. etc.453 Vigas principais: Elementos estruturais ligados diretamente aos pilares ou a outros elementos estruturais que sejam essenciais à estabilidade do edifício como um todo. avenidas.438 Válvulas: Acessórios de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações.444 Veios: Dispositivos instalados no interior de curvas. também.456 Vítima: Pessoa ou animal que sofreu qualquer tipo de lesão ou dano. ou caminhos e similares). tendo pelo menos uma das faces aberta para o logradouro ou área de ventilação. sendo uma localizada junto ao piso e a outra situada junto ao teto. 4. instalados nas aberturas das paredes de compartimentação ou dos entrepisos. destinadas à passagem de instalações elétricas. situados na área urbana e caracterizados principalmente por possuírem imóveis edificados ao longo de sua extensão. 4. que se caracteriza por aberturas situadas em lados opostos das paredes de uma edificação.436 Unidade extintora: Extintor que atende a capacidade extintora mínima prevista em norma em função do risco e natureza do fogo. 4.451 Viaduto: Obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior. 4. 4. 4.455 Vistoriador: Servidor público militar. credenciado para o serviço de vistoria do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.441 Vedadores corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. destilarias ou unidades químicas. limitada pela parede perimetral do edifício. e/ou para transporte de equipamentos ou materiais para extinção de incêndios. à área de risco e à faixa de estacionamento.

IT .03 SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Definições 4 – Referências normativas 5 – Procedimentos ANEXO Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio e pânico .

2.Bairro Centro CEP 30. que define uma categoria de segurança contra incêndio e por um símbolo suplementar. de forma clara e de fácil identificação pelo leitor. proporcional à escala de qualquer desenho do projeto. 5.5 Os significados de todos os símbolos utilizados devem ser representados em uma legenda. quando colocado no interior da forma geométrica básica. Decreto Estadual nº 44. Augusto de Lima. define o significado específico do conjunto. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 355 . levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: . de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.130. 4 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Lei nº 14. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.br Email: dat3@cbmmg. aplicam-se as definições constantes da Instrução Técnica 02 (Terminologia de proteção contra incêndio).4 Caso seja conveniente.mg. 3 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica. 5.bombeiros.1 Os símbolos gráficos constantes desta Instrução Técnica se aplicam aos projetos de segurança contra incêndio.gov.m.2 Os símbolos gráficos são compostos por uma forma geométrica básica. a área na cor preta existente no interior de algum dos símbolos pode ser substituída por hachuras ou pode ser pontilhada. com as inclusões e adequações de exigências constantes nesta instrução.2 Adota-se a NBR 14100 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos. NBR 14100 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos para projeto. 2 APLICAÇÃO 2.270. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Os símbolos gráficos que devem constar nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco são apresentadas no Anexo.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 03 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. 5.190-000 Site: www.br SIMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece os símbolos gráficos a serem utilizados nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco. que. 5.3 As dimensões dos símbolos devem estar em uma mesma escala. _______________________________________________ Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.gov.

Anexo (normativo) Símbolos gráficos para projeto de segurança contra incêndio .

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IT .04 ACESSO DE VIATURAS NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela para colocação de via de acesso e faixa de estacionamento B – Portão de Acesso 2 – Aplicação 3 – Referências bibliográficas C – Tipos de Retornos 4 – Definições 5 – Procedimentos D – Desnível Longitudinal e Lateral E – Faixa de Estacionamento .

1.1.50 m.1 Características da via de acesso 5.1. 5 PROCEDIMENTOS 5.6 São aceitos outros tipos de acessos com retornos. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2.4. 5. 5. 355 .1.1.000 quilogramas-força.bombeiros. 1991. BELEZIA.gov.1. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica deve ser observada para os portões de acesso de condomínios de residências unifamiliares. condomínios comerciais e condomínios industriais.3 Desobstrução em toda a largura e com altura livre mínima de 4.00 m e altura mínima de 4.1.Fire Department Aerial Apparatus. 5.1. (Figura 1).br Email: dat3@.2.gov.1.1.1. 5. Código de Prevenção Inglês. Oklahoma State University.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa condições mínimas exigíveis para o acesso e estacionamento de viaturas de bombeiros nas edificações e áreas de risco.2 Características das faixas de estacionamento 5.190-000 Site: www. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas.1.1. 5. .00 m.000 quilogramas-força. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1.1.2. desde que atendam aos itens 5.1. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.1.cbmmg.mg.2 Suportar viaturas com peso de 25. 5. 1991.3 Suportar viaturas com peso de 25.4 Quando o acesso for provido de portão. uma estratégia ou uma tática. 5.mg.1.1.1.1. em formato de “Y” (Figura 3) ou em formato de “T” (Figura 4).1. este deverá atender à largura mínima de 4.00 m.1.1. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da Instrução Técnica 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico .1.1. Estacionamento de viaturas em locais de sinistro. respeitadas as medidas mínimas indicadas.1.00 m. Augusto de Lima.2.3 e 5.1.270.1 Largura: mínima de 6.1.1. São Paulo. mas que garantam a entrada e a saída de viaturas. Monografia elaborada no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais-I/98 da PMESP. 1998. 5.1.5 As vias de acesso que excedam 45. The Building Regulations. First Edition.1 Largura: mínima de 8. Eduardo.1.Bairro Centro CEP 30.1. visando disciplinar o seu emprego operacional na busca e salvamento de vítimas e no combate a incêndios.1.1.1.1.1.00 m de comprimento devem possuir retorno circular (Figura 2).1.2 Comprimento: mínimo de 15.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 04 ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREA DE RISCO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. INTERNATIONAL FIRE SERVICE TRAINING ASSOCIATION .1.1 Via de acesso e faixa de estacionamento.1.1.130. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Lei nº 14. que não os especificados acima. 5. Decreto Estadual nº 44.1 Condições gerais 5. 5. sendo recomendativa a todas as demais edificações e áreas de risco. 5.50 m.

(Anexo A) 5.2.2.00 m da via pública.4 Recomenda-se que o desnível máximo da faixa de estacionamento não ultrapasse o valor de 5%.2.1 Quando a edificação principal estiver afastada mais de 20. (Figuras 5 e 6).1. 5. 5.1.2. 5.1.00 m. 5.1.1.1.00 m na via pública.2. com placas de <proibido parar e estacionar> e com sinalização de solo demarcadas com faixas amarelas e identificadas com as palavras “RESERVADO PARA VIATURAS DO CORPO DE BOMBEIROS” .8 A faixa de estacionamento deve ser adequadamente sinalizada. 5.1.1.1 e subitens. árvores ou qualquer outro elemento que possa obstruir a operação das viaturas. (Figura 7).3 No caso da edificação possuir riscos isolados que ultrapassem 1.2.3.1.00 m2.1. cada risco deve ser atendido pela via de acesso e ter pelo menos uma faixa de estacionamento.2 Condições específicas.2. 5.7 A faixa de estacionamento deve estar livre de postes.1 Edificações com altura menor ou igual a 12. medidas a partir de sua borda mais próxima do edifício.4 No caso da edificação ser constituída de risco isolados.3 A faixa de estacionamento deve atender ao disposto nos itens 5.1 Deve possuir via de acesso atendendo ao disposto no item 5.2.2. .2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 5.2.2. (Figura 7). 5.2.1. deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento. esta deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento.2.500.2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 5.2.1. 5. cada risco deve ser atendido pela via de acesso e ter pelo menos uma faixa de estacionamento.1.1.00 m. a contar do meio fio.2.1.1 No caso da edificação apresentar afastamento superior a 10.2.1 e subitens. painéis. 5.3 Condomínio de residências unifamiliares.2 e subitens.1.2. 5.00 m.2 Edificações com altura superior a 12.5 Deve existir pelo menos uma faixa de estacionamento paralela a uma das faces da edificação que possua aberturas (portas e ou janelas).1.1.5.6 A distância máxima da faixa de estacionamento até a face da edificação deve ser de 8.1.1. 5. 5. 5.1 e subitens. tanto longitudinal quanto transversal. 5. 5.2.2.1.2.

ANEXO A Tabela para colocação de via de acesso e faixa de estacionamento Tipo de Edificação Edificação com altura menor ou igual a 12 metros Edificação com altura maior que 12 metros Condomínio de residências unifamiliares Tabela Afastamento em relação ao meio fio Edifício principal afastado mais que 20 metros Edifício principal afastado menos que 20 metros Edifício principal afastado mais que 10 metros Edifício principal afastado menos que 10 metros Todos Via de acesso e faixa de estacionamento Nenhuma Via de acesso e faixa de estacionamento Nenhuma Via de acesso .

ANEXO B Portão de acesso Figura 1 – Altura e largura mínimas de acesso à edificação .

ANEXO C Tipos de retornos Figura 2 – Retorno circular Figura 3 – Retorno em Y .

Figura 4 – Retorno em T .

ANEXO D Desnível longitudinal e lateral de via de acesso Figura 6 – Desnível longitudinal Fonte: Fire Department Aerial Apparatus Figura 5 – Desnível lateral Fonte: Fire Department Aerial Apparatus .

ANEXO E Faixa de estacionamento Figura 7 – Faixa de estacionamento .

.IT .05 SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCO) SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela 4 (índice para distâncias de Segurança) B – Tabela 5 (Proteções de Aberturas) C – Exemplos de dimensionamento 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e Conceitos 5 – Relação entre os tipos de propagação e os arranjos físicos das edificações 6 – Procedimentos 7– Recomendações e distâncias de separação entre edificações de propriedades distintas.

3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 2.br Email: dat3@cbmmg. É a que exige a maior distância de afastamento.1 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo.270. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.130.2 Para fins de previsão das exigências de medidas de segurança contra incêndio.mg. 355 .1. USA.2 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação do calor. Decreto Estadual nº 44. convecção dos gases quentes ou a transmissão direta da chama. RELAÇÃO ENTRE OS TIPOS DE PROPAGAÇÃO E OS ARRANJOS FÍSICOS DAS EDIFICAÇÕES .bombeiros. 4. volume. para evitar que o incêndio proveniente de uma edificação se propague para outra.br 1 OBJETIVO O objetivo desta Instrução é de determinar critérios para isolar externamente os riscos de propagação do incêndio por radiação de calor.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e artigo 3º do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.gov. Ed. 4. independentemente de sua ocupação. para que uma edificação seja considerada independente em relação à adjacente. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. considera-se isolamento de risco a distância ou a proteção. responsável pela radiação de calor.Separação entre edificações no mesmo lote 2. Eletrônica.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 05 SEPARAÇAO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCO) DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.Bairro Centro CEP 30. altura. convecção de gases quentes e transmissão de chama. 2 APLICAÇÃO 2. para considerar-se uma edificação como risco isolado em relação à (s) outra (s) adjacente (s) na mesma propriedade (Fig.mg. NFPA 80A – Recommended Practice for Protection of Buildings from Exterior Fire Exposures. Augusto de Lima.1). número de pavimentos. 4. área total e área específica de pavimento.1.Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Figura 1. 5.1 Esta Instrução Técnica aplica-se a todas as edificações. convecção de gases quentes e/ou transmissão direta das chamas. 1996 edition. ou retardar a propagação permitindo a evacuação do público. considerando-se duas edificações no mesmo lote ou propriedade.190-000 Site: www.gov. NBR 14432 .3 As edificações situadas no mesmo lote que não atenderem as exigências de isolamento de risco serão consideradas como uma única edificação para o dimensionamento das medidas de proteção previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.

Figura 4 . 6 PROCEDIMENTOS 6. pelas três formas de transferência de energia (Fig. 6). pelas aberturas localizadas em suas fachadas e/ou pelas coberturas das mesmas. e Figura 2 . por transmissão direta de chamas e convecção de gases quentes (Fig.Parede corta fogo . c) entre duas edificações geminadas.1 O tipo de propagação e o conseqüente tipo de isolamento a ser adotado dependem do arranjo físico das edificações que.3).Distância de Segurança Figura 3 .2). 4). determinam os tipos de propagações indicadas a seguir: a) entre as fachadas das edificações adjacentes por radiação térmica (Fig.Propagação entre duas edificações geminadas com altura diferenciada. d) entre edificações geminadas. Figura 6 .5).Propagação entre fachadas b) entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada da outra edificação (Fig. por meio da cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de outra edificação.5. c) por parede corta-fogo entre edificações contíguas (Fig. Figura 8 .Propagação entre duas edificações geminadas de mesma altura.8). por sua vez.Propagação entre cobertura e fachada. Figura 5 . b) isolamento (distância de separação) entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de uma edificação adjacente (Fig. 7). Figura 7 .1 Isolamento de risco O isolamento de risco pode ser obtido: a) isolamento (distância de separação) entre fachadas de edificações adjacentes (Fig.Distância de segurança entre a cobertura e fachada.

1.1.Severidade da Carga de Incêndio para o Isolamento de Risco. devem ser consideradas sem compartimentação.largura e altura do painel radiante localizados na fachada.1.2.1. 6.1 Para determinar a distância de separação acima descrita.1.5 A Tabela 1 indica qual a parte da fachada a ser considerada no dimensionamento.1. b) para edifícios residenciais. deve-se adotar o valor imediatamente superior. 6.2.1. Caso esta edificação tenha inicialmente a classificação “I”. dois têm importância significativa e estão relacionados com o tamanho do compartimento incendiado e a carga de incêndio da edificação. 6.1. 6. deve-se considerar o risco que o edifício adjacente (expositor) gera ao edifício a ser considerado isolado (em exposição) (Fig 9).1 Para dimensionamento da distância de separação segura entre edificações (d). a classificação da severidade será reduzida em um nível.3 Dentre vários fatores que determinam a severidade de um incêndio.2.10).2.6.1. Observação: Caso a edificação possua proteção por chuveiros automáticos. então. ao Fogo) inferiores aos especificados na Tabela A da IT 06.1.7 Para determinação dos valores de Carga de Incêndio consultar a IT 09.3.se reduzir o índice “α” da tabela 4 – anexo A em 50% (com a previsão de chuveiros automáticos). Classificação da Severidade Figura 9 .1 Isolamento de risco por distância de separação entre fachadas: 6. deve-se: 1º Passo Relacionar as dimensões (largura/altura ou altura/largura) do setor da fachada a ser considerado na edificação conforme Tabela 1.1. 6. para esta IT.1. dividindo-se sempre o maior parâmetro pelo menor (largura e altura) para obter o valor x. área de aberturas existentes e a resistência dos vedos (elementos de vedação) ao fogo.1. Sim Não Toda a fachada Toda fachada da da área do área do maior maior compartimento compartimento Não se aplica Toda a fachada do pavimento Toda fachada da área do maior compartimento Não Sim Sim Sim Não se aplica Observações: a) edificações com os TRRF (Tempos Requeridos de Resistência .Determinação da Fachada para o dimensionamento.2 Parâmetros preliminares a serem determinados para distâncias de separações: 6.1.1.2.2. 6.1.1.6 A carga de incêndio é outro fator a ser considerado. considera-se compartimentadas as unidades residenciais separadas por paredes que atendam aos critérios de TRRF especificados na Instrução Técnica N° 06 para unidades autônomas. Observação: Se o valor x obtido for um valor intermediário na Tabela 4 (anexo A).1 A propagação por radiação térmica depende basicamente do nível de radiação proveniente de uma edificação em chamas.1. pode. Tabela 2 .1.1.3 Procedimentos distância de separação para dimensionamento da Medidas de Parte da fachada a ser considerada proteção contra no dimensionamento incêndio existentes Compartimentação Horizontal Vertical Não Não Edifícios térreos Toda a fachada do edifício H≥2 Pavimentos Toda a fachada do edifício 6. 2º Passo Determinar a porcentagem de aberturas y no setor a ser considerado (Fig.1. Tabela 1 . considerando a radiação térmica.2 O nível de radiação está associado a severidade do incêndio.Exposição entre edificações I Figura 9 – Exposição entre edificações Carga de Incêndio (MJ/m2) 0 – 680 681 até 1460 Acima de 1461 II III 6.1.1. conforme Tabela 2.4 O tamanho do compartimento está relacionado com a dimensão do incêndio e a relação .2. e as edificações classificam-se. 6.

3. pode-se desconsiderar o dimensionamento decorrente da propagação pela cobertura. Tabela 3 .1.2 Caso a cobertura não atenda a “TRRF” acima referenciada. 6. prevista na tabela 3. 6.1. 6.2 FÓRMULA GERAL d = α x (largura ou altura) + β ONDE: d = distância de separação em metros.3 O distanciamento horizontal previsto na tabela 3. esta deve atender a “TRRF” da Tabela “A” da IT nº 06.4 O distanciamento horizontal. Considerações gerais 6. deve-se adotar o valor imediatamente superior.2.5 Nas edificações com alturas diferenciadas.5 Proteção por paredes corta-fogo em edificações contíguas (geminadas) Número de pisos que contribuem para a propagação pela cobertura 1 2 Distância de separação horizontal em metros 4 6 .3.3.1. e considerando a resistência de acordo com a tabela A da IT Nº 06. considera-se o número de pavimentos que contribuem para o incêndio e que variam conforme a existência de compartimentação vertical. 3 ou mais 8 6. deve ser considerado o maior compartimento para se dimensionar a distância de separação.1 para qualquer dos dois edifícios e em 6.7 Quando a cobertura como um todo tiver TRRF que atenda à tabela A da IT nº 06.2 Isolamento de risco por distância de separação entre cobertura e fachada 6.4. deve-se adotar as distâncias contidas na Tabela 3.4 Fatores redutores de distância de separação 6. em função da relação (largura/ altura ou altura /largura). fica dispensado o dimensionamento previsto no item 6. Figura 11 – Prolongamento horizontal da parede corta-fogo substituindo o afastamento entre aberturas. permanecendo somente o dimensionamento pelas fachadas das edificações.1. 6.6 Para a distância de separação entre as edificações adjacentes com a mesma altura. 6. deve-se adotar a maior das distâncias de separação utilizando-se os métodos descritos em 6.1. 3º Passo Verificar a carga de incêndio da edificação e classificá-la conforme Tabela 2.2.00 metros nos municípios que não possuem Corpo de Bombeiros Militar.2.1. α = coeficiente obtido da Tabela 4 (Anexo A).3.1.1. 5º Passo À distância de separação é obtida multiplicando-se o índice α pela menor dimensão do setor considerado na fachada (largura ou altura). consultar a Tabela 4 (Anexo A). 6. b) β2 = 3.3 Na tabela anterior. considerando as fachadas que recebem exposição de calor proveniente de edificações adjacentes localizadas dentro do mesmo lote.Porcentagem de aberturas na fachada Observação: Se o valor obtido y for um valor intermediário na Tabela 4 (Anexo A). que é a base de cálculo para a distância segura entre edificações. 6.Distância mínima de separação entre a cobertura da edificação menor em relação a outra adjacente de maior altura.3.2 para o edifício mais baixo. ou.1. 6.5m (β1) ou de 3.0 m (β2). conforme a existência de Corpos de Bombeiros Militar no município.1. 6.3. pode ser considerado quando a fachada da edificação adjacente for “cega”. 4º Passo Com os valores x e y obtidos e a classificação da severidade. 6. com altura igual ou superior ao distanciamento obtido. Observação O fator de segurança β assume dois valores (ver exemplos de cálculos do Anexo “C”): a) β1 = 1. obtendo-se o índice α. acrescentando o fator de segurança β.1 Para que não ocorra a propagação pela cobertura.3. permanecendo o dimensionamento conforme o item 6.1.1.1. da porcentagem de aberturas e da classificação de severidade.1.50 metros nos municípios que possuem Corpo de Bombeiros Militar com viaturas para combate a incêndios. β = coeficiente de segurança que assume os valores de 1. a área a ser computada na determinação da distância da separação (d) será aquela desprotegida.2 Caso a edificação possua compartimentação horizontal.1.1.Figura 10 .3.1.1. 6.1.3.1.1 Cada edificação possui resistência ao fogo parcial da cobertura.1.1. prolongando acima do topo da fachada.1 Os fatores especificados na tabela 5 (Anexo B) são redutores da distância de separação (d). 6. pode ser substituído por paredes corta-fogo.2.

de forma a permitir o escoamento da fumaça. 7 RECOMENDAÇÃO DE SEPARAÇÃO ENTRE DISTINTAS DISTÂNCIA DE PROPRIEDADES Prever distância de separação mínima entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno.8 As aberturas situadas em lados opostos de uma parede corta-fogo devem ser afastadas de no mínimo 2m entre si.2 Todos os materiais utilizados na construção das passagens cobertas deverão ser incombustíveis. proporcionalmente).5.1. Caso ocorra dilatação destes consolos decorrente de um incêndio. sem grandes danos. 6. escadas com materiais incombustíveis.3 Para reduzir as distância de segurança. ou no máximo a 15 cm deste.1. 6. porém.1. podendo haver ligação por meio de uma escada simples.5. considera-se a fachada do edifício expositor em relação a divisa do terreno. com ventilação permanente (janelas) nas extremidades. elevadores. 6.1 No caso de edifícios residenciais. contidos na Tabela 5. 6. serão considerados isolados quando: a) houver estruturas e paredes distintas sem aberturas de comunicação e com afastamentos entre aberturas de lados opostos. Neste caso não se pode aplicar os meios de proteção das aberturas. construída de acordo com as normas técnicas. recomenda-se ventilação para o escoamento da fumaça para a área externa por meio de interrupções ou barreiras de fumaça instaladas na parte inferior da cobertura da passagem. não inferior a 120 minutos.1 Para determinar a distância de afastamento entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno. e não em uma parede corta-fogo.1.1. serão consideradas isoladas quando atenderem aos requisitos abaixo: 6.1.5.6.1.7. 7.1.8 e 6.5.5.2. em cada pavimento.7.1.5. equipamentos de grande porte ou linhas de produção industriais descaracterizam o afastamento entre as edificações.1. 7.1. mesmo que protegida.1.1. as seguintes regras devem ser adotadas: 6. também incombustíveis.7. telefônicos.1. transmissões de dados e outros que não possibilitem a migração do incêndio. 6.6 A parede corta-fogo deve ter resistência suficiente para suportar. são considerados isolados os riscos que estiverem separados por parede corta-fogo.1.1.4 A estrutura da parede corta-fogo deve ser desvinculada da estrutura das edificações adjacentes (incluindo lajes e telhados ou qualquer outro elemento estrutural). 7.2 As janelas devem: a) estar situadas junto ao teto.1. ou b) houver parede corta-fogo executada conforme item 6. 6.1.1.5. 6. devendo apresentar as características de isolamento térmico. recomenda-se alterar as dimensões do painel radiante ou compartimentar o edifício internamente (ver Figura a): .1. 6. atendendo ao previsto em 6.2 A espessura da parede corta-fogo deve ser dimensionada em função do material empregado.1 No caso de edificações que obedeçam aos critérios de afastamento.6. estanqueidade e estabilidade.5.1.4 Para passagens cobertas com largura superior a 10 m.1. materiais e equipamentos de pequeno porte. exceto tubulações de água. dividindo por 2 (d/2).3 A parede corta-fogo deve ultrapassar um metro (1m) acima dos telhados ou das coberturas dos riscos.10 A parede corta-fogo não deve possuir nenhum tipo de abertura.1. Serão admitidas nas áreas adjacentes às passagens cobertas construções destinadas a sanitários.7. 6.5. guarita de recepção. b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0.1.1.6 Passagens cobertas 6.7 O tempo mínimo de resistência ao fogo deve ser igual ao TRRF da estrutura principal.1.6.6. impactos de cargas ou equipamentos normais em trabalho dentro da edificação.3.5. deve ser utilizado o parâmetro descrito em 6. 6.1.1 Separação entre fachadas de uma edificação e a divisa do terreno 7. não haverá necessidade de prolongamento da parede corta-fogo.1 As passagens deverão ser utilizadas exclusivamente para o trânsito de pessoas.1. considerando-se como distância de afastamento a metade do valor calculado (d). As passagens cobertas destinadas a trânsito de veículos. abrindo para o espaço livre exterior. deverá ser prevista uma distância de compensação da parede. 6. de no mínimo 1m entre dois telhados ou coberturas.1. atendendo aos requisitos dos itens 6.5.1.50 m2.1. de acordo com os ensaios realizados por laboratórios técnicos oficiais ou de acordo com normas técnicas.1 Existindo diferença de altura nas paredes.9 A distância mencionada no item anterior poderá ser substituída pelo prolongamento horizontal de 1m da parede corta-fogo (ver figura 11). área de serviço etc). 6.3 Nos casos de edifícios contíguos. dotada de venezianas ou outro material (inclusive venezianas tipo “maxiar”) que assegure a ventilação permanente. exceção feita quando os compartimentos que contenham estas aberturas forem considerados áreas frias (banheiro. interligadas por passagens cobertas. quando necessário.9. reservatórios de água e similares. 6.6.7 Edifícios Residenciais 6. 6.1. eletrônicos.1. 6. 6.5 As armações dos telhados ou das coberturas podem ficar apoiadas em consolos (suportes). com altura máxima de 12 m e com área útil de construção até 750 m² em cada torre (incluindo-se a área da escada. com ventilação permanente. 6. sendo admissível apenas às guardas e proteções laterais.1.1.5.1.3 As passagens cobertas deverão possuir as laterais totalmente abertas.1 Houver afastamento entre as torres de no mínimo 4 m.1.7.1.5.1.6. constituídos por duas torres.2 Para aplicar os conceitos de 6.1 Independente dos critérios anteriores.1.1.5.

Figura a .Separação entre edificações em lotes distintos .Observação: Entende-se “lote” como “propriedade”.

30 6.68 6.33 4...36 3..94 2.31 3.3 0.94 10.54 2.16 0.67 0.13 2.79 4.20 5..52 4.41 6. .34 1.30 2.73 2.13 3.6 0.01 5.10 1.80 3.58 1..34 10.20 3.94 1.95 1.34 1.85 2.2 4 5 6 8 10 13 16 20 25 32 40 I II III % ABERTURAS 20 10 5 30 15 7.4 0.99 2.67 3.77 4.48 2.90 1.48 0. .9 0..80 1.37 1.5 40 20 10 50 25 12.5 0..59 3.68 1.4 1.22 5.92 8.51 0.26 1.08 2.92 1.51 0.34 1.94 1.83 5.74 5. 100 0.82 3.74 1.63 9.52 1.95 1.42 1.71 2.78 8.73 0.23 8.76 2.79 1.13 0.51 0.79 3..12 3.95 3.54 2.12 3. 60 30 .16 5. 80 40 .64 2.51 4.3 2.18 2.29 7.63 3..60 6.57 8. .17 1.84 3.50 0..71 2.0 2.00 1.51 0.81 3.72 ÍNDICE PARA AS DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA α 0.95 3.51 11.8 0.33 1.22 1.50 0.08 2.76 3.8 2.01 8.TABELA 4 .51 0.15 5.11 1. 80 .94 1.70 4.93 4.02 1.51 0.28 2.87 3.5 12..95 1.33 1.13 4.07 5.27 1.77 7.0 11.88 1.53 4.52 1.60 4.17 3.1 2.55 3.11 4.56 6.38 2..1 0.19 0.3 1.5 60 30 15 80 40 20 100 50 25 .36 5.64 7.34 1.32 1.05 1.8 13.51 1.6 3 0.12 5.0 1.43 5.44 0.23 1.37 4.04 2.03 2.33 1.57 2.18 10.1 .24 5.95 5.95 1. 60 .5 3.39 1.93 4..95 1.56 1.14 1.51 0.71 2.05 2.02 2.93 2..63 1.X 1.95 6.61 5.80 6.6 2.88 3.74 5.56 7.66 0.52 6.43 4.54 4.34 1.48 4.66 1.08 2.40 0.15 2.24 9.51 0.2 1.71 2.93 2..43 0.88 0.30 1.46 0.84 1.65 0.32 0.34 2.70 2.55 2.51 0.71 2.24 6.26 3.51 0.34 2.73 3.30 7.08 2. 100 50 .6 1.81 3.91 7.85 2.49 0..78 0.44 3.07 2.89 10.28 7.77 3..69 2..93 1.ÍNDICE DAS DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA α d = α x (Largura ou altura) + β ANEXO A INTENSIDADE DE EXPOSIÇÃO Classificação da Severidade y RELAÇÃO LARGURA/ ALTURA (OU INVERSA) .9 1 1.

5m. com Janelas providas de vidro ordinário.5m Reduzir a distância a 1. Proteção das aberturas das fachadas com janelas providas de vidros aramados (resistência por 90 min) A distância é eliminada A distância é eliminada A distância é eliminada Proteção Ineficiente. com o máximo exigido de 3 m. com A distância é eliminada resistência ao fogo de 120 min. Proteção das aberturas das fachadas com elemento de proteção (corta-fogo) por 30 min. com Janelas providas de vidro aramado (resistente a 30 min. Obs: Cortina d’água em toda a fachada.5 m Reduzir a distância de segurança em 75%. PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA SUPERIOR A 90 MINUTOS. Parede corta-fogo entre as edificações. PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA SUPERIOR A 90 MINUTOS.5m Reduzir a distância a 1. PAREDES EXTERNAS COM RESISTÊNCIA INFERIOR A 90 MINUTOS. MAS REVESTIDAS COM MATERIAIS COMBUSTÍVEIS. Reduzir a distância de segurança em 50% Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % . Proteção Ineficiente Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância a 1.5m Reduzir a distância a 1.ANEXO B TABELA 5 (PROTEÇÕES DAS ABERTURAS) EDIFICAÇÃO EM EXPOSIÇÃO CARACTERÍSTICAS DOS ELEMENTOS DE VEDAÇÃO (PAREDES EXTERNAS) TIPOS DE PROTEÇÃO ESTRUTURAS E PAREDES COMBUSTÍVEIS.) Prevendo cortina d’água por inundação. (comum) Obs: Cortina d’água em toda a fachada. Prevendo cortina d’água por inundação. Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 50 % Reduzir a distância de segurança em 75%. Reduzir a distância a 1. com o máximo exigido de 6 m.

com percentual de aberturas de 60%. Y= 60% (área considerada da fachada . Pela Tabela 5 . obtém-se 44.ANEXO C EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DE AFASTAMENTOS 1.34 m = 4./ área total da fachada).50m. 2.88 x 15 m = 43.88”.50 m c) instalando cortina d’água automática de inundação em todas as aberturas providas de vidro ordinário – reduzir a distância em 50%. 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão (15m) pelo índice “α“.vedos . Então: 2. Terá como distância de separação a medida calculada abaixo: Obs.34”. Em uma edificação de escritórios que possui uma carga de Incêndio de 700 MJ/m2. 2º. Pela Tabela 5. 1º Passo: Relação largura/altura.vedos . obtendo-se o índice “α“ = “2.5 m. Então 3 x 1. 4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”. X = 50/3= 16. Em uma edificação de escritórios que tenha uma carga incêndio de 700 MJ/m2. obtendo-se 5.: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros. b) instalando cortina d’água automática de inundação em todas aberturas providas com vidro aramado com proteção para 45 minutos . 5 m. Passo: Determinação do percentual de abertura Y= 20% (área considerada da fachada ./ área total da fachada). . 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão da maior área compartimentada (50 m comprimento e 3 metros de pé direito) pelo índice α .: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros. X = 50/15= 3.7 m de distância (D=α x (menor dimensão) + β). com superfície radiante de largura igual a 50 m e altura de 18 m ( sem chuveiros automáticos e com compartimentação horizontal e vertical entre pisos. consultar a Tabela 4.50 m. temos: a) cobrindo todas as aberturas com proteção para 90 minutos – reduzir a distância a 1. 2º Passo: Determinação do percentual de abertura. pé direito de 3 metros). a distância de separação será calculada abaixo: Obs. 4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”. com percentual de aberturas de 20%. 1º. Passo: Relação largura/altura. consultar a Tabela 4. Obs: verifica-se neste exemplo a importância da compartimentação de áreas. b) instalando cortina d’água automática de inundação em todas aberturas providas com vidro aramado com proteção para 45 minutos – reduzir a 1. c) instalando cortina d’água automática de inundação em todas as aberturas providas de vidro ordinário – reduzir a distância em 50% (1/2).52 m de distância.02 m e adicionando-se mais o “índice β” de1. conforme carga de Incêndio (ver Tabela 2) = Classificação de severidade “II”.333 (adotar índice “4” na Tabela 4). obtendo-se o índice “α“ = “1.2m e adicionando-se o índice “β” =1. conforme carga de Incêndio (ver Tabela 2) = Classificação de severidade “II”.7 (adotar índice “20” na Tabela 4).reduzir a 1. 3º Passo: Determinar a severidade. com superfície radiante de 50m de largura e altura de 15 m (sem compartimentação). temos: a) cobrindo todas as aberturas com proteção para 90 minutos – reduzir a distância a 1. 3º Passo: Determinar a classificação da severidade.50 m.

IT .06 SEGURANÇA ESTRUTURAL DAS EDIFICAÇÕES SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) B – Tabela de resistência ao fogo para alvenarias tempo equivalente de 2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas C – Método do resistência ao fogo 4 – Definições 5 – Procedimentos .

Projeto e execução de obras de concreto Procedimento NBR 6120 . No momento da publicação de norma nacional sobre o assunto.br SEGURANÇA ESTRUTURAL DAS EDIFICAÇÕES 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições a serem atendidas pelos elementos estruturais e de compartimentação que integram as edificações para que. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Lei nº 14. NBR 6118 . Decreto Estadual nº 44. 2. em situação de incêndio.bombeiros. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: .mg. 2 APLICAÇÃO 2.Componentes construtivos estruturais Determinação da resistência ao fogo. Augusto de Lima.Procedimento NBR 9062 . de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Ações e segurança nas estruturas – Procedimento NBR 8800 .gov.2 Na ausência de Norma Nacional sobre dimensionamento das estruturas em situação de incêndio.gov.Julho 2005 INSTRUÇÃO TÉCNICA – 06 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.Saídas de emergência em edifícios Procedimento NBR 10636 . adota-se o Eurocode em sua última edição. conforme exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.190-000 Site: www. .Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios .Especificação NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência Especificação Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.270.br Email: dat3@cbmmg. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.Procedimento NBR 9077 .Cargas para cálculo de estruturas de edifícios – Procedimento NBR 6479 – Portas e vedadores – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio NBR 8681 .Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado . . esta passará a ser adotada nos termos desta IT.130.Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio NBR 11711 – Porta e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais .mg.Bairro Centro CEP 30. ou norma similar reconhecida internacionalmente. seja evitado o colapso estrutural por tempo suficiente para possibilitar o atendimento das prescrições contidas nas disposições preliminares do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 355 . NBR 5628 .1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas edificações e áreas de risco onde for exigida a segurança estrutural contra incêndio.

5.1 Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) são aplicados aos elementos estruturais e de compartimentação.2 Para edificação com altura superior a 6.1 Para edificação com altura menor ou igual a 6 m.3 Método do Tempo Equivalente 5.Dimensionamento de estrutura de aço em situação de incêndio – Procedimento NBR 14432/2001 – Exigência de resistência ao fogo de elementos de construção de edificações – Procedimento NBR 14762/2001 – Dimensionamento de estruturas de aço construídas por perfis formados a frio – Procedimento NBR 15200/2004 – Projeto de estrutura de concreto em situação de incêndio . 5. As estruturas das coberturas que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A devem ter.4 Ensaios Os ensaios devem ser realizados em laboratórios reconhecidos. aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.Projeto de estruturas de concreto em situação de Incêndio – Procedimento.2 Os elementos de compartimentação (externa e internamente à edificação.3. 5. no mínimo. as fachadas.7. dutos e antecâmaras.6 Cobertura 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. constituídos pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas. 5.5 No dimensionamento desse método. paredes externas e as selagens dos shafts e dutos de instalações) e os elementos estruturais essenciais à estabilidade destes elementos. M2 (parques de tanques) e M3 (centrais de comunicação e energia).3.15 desta IT.5 Dimensionamento de elementos estruturais em situação de incêndio 5. os TRRF resultantes dos cálculos não poderão ter valores inferiores a 30 minutos: 5. de acordo com normas ou especificações estrangeiras internacionalmente reconhecidas. fica limitada a redução de 30 min dos valores dos TRRF constantes da Tabela A do Anexo A. devem ter. Devem ser calculados de acordo com a NBR 14323 – 1999 . b) atendimento a tabelas elaboradas a partir de resultados obtidos em ensaios de resistência ao fogo . os elementos de compartimentação. quando o espaço analisado possuir características construtivas e cargas de incêndio uniformes.4 O método do tempo equivalente não pode ser empregado nas condições abaixo: a) Edificações do grupo L (explosivos).5.1 Para as escadas e elevadores de segurança. admite-se o uso do método do tempo equivalente de resistência ao fogo em substituição aos TRRF estabelecidos nesta instrução. incluindo as lajes.5.1 – Elementos estruturais de aço e elementos estruturais mistos de aço e concreto. 5. no mínimo.NBR 14323 . adotar módulos de no máximo 500 m2 de área de piso. Será considerado o TRRF de maior valor obtido (observar item 5.Procedimento Regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O’BRIEN . Módulos maiores podem ser utilizados. porém. quando se tratar de ocupação mista).3. 5. não podendo ser inferior a 120 (cento e vinte) minutos. 5. 5. na ausência destas.3 Na utilização do método do tempo equivalente.2 Para comprovar os TRRF constantes desta Instrução Técnica são aceitas as seguintes metodologias: a) execução de ensaios específicos de resistência ao fogo em laboratórios.“Fire Safety of Bare External Structure Steel”. conforme os critérios estabelecidos nesta Instrução Técnica e em seu Anexo A. conforme metodologia descrita no Anexo C.7. 5 PROCEDIMENTOS 5.00 m. 5. o mesmo TRRF das estruturas principais da edificação. o . 5. ao TRRF igual ao estabelecido no Anexo A desta Instrução Técnica. 5. devem atender. no mínimo.Dimensionamento de estruturas de aço de edifícios em situação de incêndio – Procedimento. contudo. de acordo com as normas técnicas nacionais ou. desta IT. b) Edificações de divisões M1 (túneis). 5.2 Elementos estruturais de concreto Devem ser calculados de acordo com a NBR–15200 – 2004 .3 Outros materiais estruturais Na ausência de normas nacionais.3. 5.3.7 – Elementos de Compartimentação 5. admitese o uso do método acima descrito. c) modelos matemáticos (analíticos) devidamente normalizados ou internacionalmente reconhecidos. c) Edificações com estruturas de madeira. poderão ser utilizadas normas ou especificações estrangeiras internacionalmente reconhecidas.

conforme Anexo A.3 Para outros materiais estruturais. na ausência desta.1 Os mezaninos que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A.1 A escolha. não podendo ser inferior ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo. quando o seu afastamento das aberturas existentes na fachada for suficiente para garantir que a sua elevação de temperatura não superará a temperatura crítica considerada.12.2 Para estruturas de aço.4 Os elementos de compartimentação usados como isolamento de riscos e os elementos estruturais essenciais à estabilidade desta compartimentação devem ter. suportes e selagens das aberturas.8 Mezaninos 5.2 seja superior à temperatura crítica das estruturas calculadas. d) determinação da altura.1 Os elementos estruturais encapsulados estarão livres da ação de incêndio desde que o encapsulamento tenha o TRRF no mínimo igual ao que seria exigido para o elemento considerado. Esta regra pode ser dispensada para as ocupações que possuam sistemas de chuveiros automáticos. 5. que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada não necessitam ser do tipo resistente ao fogo. as salas de aula. O ensaio de resistência ao fogo deve mencionar as soluções adotadas para as selagens das aberturas (penetrações) no forro (tais como: iluminação.2 Considera-se forro resistente ao fogo o conjunto envolvendo as placas. combustibilidade. H5 e H6) devem possuir TRRF mínimo de 60 (sessenta) minutos. 5. Caso contrário.9. 5. c) determinação da temperatura atingida pelo incêndio. o procedimento para a verificação da possibilidade de aceitação do item anterior deve ser analítico.11.13. estanqueidade.10 Subsolo Os subsolos das edificações devem ter o TRRF estabelecido em função do TRRF da ocupação a que pertencer.12. e) determinação da temperatura das chamas nas proximidades dos elementos estruturais.1 Nas ocupações mencionadas no item anterior. 5. essas devem ter o TRRF conforme o estabelecido nesta Instrução Técnica. B. que possuam sistemas de chuveiros automáticos.2. 5. g) determinação da temperatura do aço no ponto mais crítico. b) determinação da carga de incêndio específica.3. 5. devidamente ensaiado (conjunto). projetados conforme normas técnicas. motéis e flats.7.13 Estruturas encapsuladas 5.3 As paredes divisórias entre unidades autônomas. aceita-se método analítico internacionalmente reconhecido. f) cálculo da transferência de calor para os elementos estruturais. de acordo com norma técnica nacional ou.13. os apartamentos de hotéis.1 Para atender aos itens 5. 5. profundidade e largura das chamas emitidas para o exterior da edificação. para as ocupações dos grupos A (A2 e A3).2.12. de acordo com a respectiva ocupação. devem ser projetadas (considerando medidas ativas e passivas) visando atender aos objetivos do Regulamento de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros. toxidade e outras propriedades.12 Estruturas externas 5.12. usar a regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O’BRIEN .12. 5.1 O elemento estrutural situado no exterior da edificação pode ser considerado livre da ação do incêndio. projetados conforme normas técnicas. ar-condicionado e outras).mesmo TRRF da estrutura principal da edificação.7.12. 5.9. E e H (H2. 5. Nota: São consideradas unidades autônomas os apartamentos residenciais. de acordo com norma estrangeira reconhecida internacionalmente.12.3 As propriedades dos materiais que variem com a temperatura devem ser por meio da função de variação correspondente ou deve ser adotado o valor característico a 600 0C.8. conforme Anexo A. Tal situação deve ser tecnicamente comprovada pelo responsável técnico pelo projeto estrutural.11 Isenção de TRRF 5. TRRF de 120 (cento e vinte minutos).12. 5. as portas da destas unidades. 5.1As edificações isentas de TRRF.9 Materiais de proteção térmica 5. 5. as isenções não são admitidas. perfis. as celas dos presídios e assemelhados.“Fire Safety of Bare External Structure Steel” ou regulamento similar. 5. no mínimo. devem ter os TRRF conforme estabelecido nesta Instrução Técnica. envolvendo os seguintes passos: a) definição das dimensões do setor que pode ser afetado pelo incêndio.7.1 e 5. 5.2 As propriedades térmicas e o desempenho dos materiais de proteção térmica quanto à aderência.2. atendendo ao TRRF mínimo igual ao que seria exigido para o elemento protegido considerado. independente do TRRF da edificação.14 Edificação aberta lateralmente . H3. devem ser determinados por ensaios realizados em laboratório nacional ou estrangeiro reconhecido internacionalmente. 5.2 Caso a temperatura determinada de acordo com o item 5. sendo que o TRRF mínimo para as selagens dos shafts e dutos de instalações serão de 60 (sessenta) minutos. as enfermarias e quartos de hospitais. dimensionamento e aplicação de materiais de proteção térmica são de responsabilidade exclusiva do(s) responsável(eis) técnico(s) pelo projeto. 5.9.

b) o valor correspondente a cada uma das ocupações. quando for o caso. nas estruturas de aço. detalhar a solução adotada. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro da edificação e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas. deverá ser anexado um Memorial de Proteção dos Elementos Construtivos. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas.14. ou requisitos de dimensões e cobrimento de armadura nas estruturas de concreto. 5. e) termo de Responsabilidade Técnica pela execução do projeto de segurança da estrutura em situação de incêndio.18 Memorial de Segurança da Estrutura Quando da solicitação da Vistoria junto ao CBMMG.16 Vigas principais Considerar. 5. caso haja compartimentação garantindo a separação entre elas.5. 5. para permitir a ventilação. como sendo todas as vigas cuja ruína pode provocar o colapso de toda a edificação ou de parte da mesma. ANEXO A .15 Ocupação mista À edificação que apresentar ocupação mista. 5. c) especificações e condições de isenções e/ou reduções de TRRF. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas.17 Vigas secundárias São as vigas cuja ruína tem efeito apenas localizado.2 Em qualquer caso. b)tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. d) tipo e espessuras de materiais de proteção térmica utilizados nos elementos construtivos.1 Será considerada aberta lateralmente a edificação ou parte de edificação que. com os seguintes dados: a) método empregado para se atingir os TRRF dos elementos estruturais da edificação.14. para efeito desta instrução. com aberturas dispostas de forma que possam ser consideradas uniformemente distribuídas. aplicam-se os seguintes critérios para o estabelecimento dos Tempos Requeridos de Resistência ao Fogo (TRRF): a) o valor correspondente à ocupação que deve atender às exigências mais rigorosas. caso não haja compartimentação garantindo a separação destas ocupações. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas. ou seja. Para outros materiais estruturais. não provoca o colapso de outras partes da edificação. em cada pavimento: a) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. 5. b) os TRRF para os diversos elementos construtivos.

conforme item 5. A2. 3. a critério do responsável técnico pelo projeto estrutural.3. A2.2 Edificações térreas pertencentes às divisões F5. as rotas de fuga e as condições de ventilação dimensionadas conforme regulamentações vigentes. b) a estrutura e paredes de vedação das escadas e elevadores de segurança. acabamentos ou revestimentos. M2 (parques de tanques) e M3 (centrais de comunicação e energia). caso atendam um dos seguintes requisitos abaixo: a) forem providas de chuveiros automáticos. c) forem consideradas lateralmente abertas.3 Edificações pertencentes às divisões G1 e G2. b) possuírem área total menor ou igual a 5000m2.5 Os mezaninos que apresentem área inferior a 750m² cuja estrutura não dependa da estrutura principal do edifício.2 As isenções e reduções abaixo não se aplicam: a) aos subsolos com área superior a 500m².1 Estas condições não se aplicam às edificações com altura superior a 80 metros. A2. comprovado através de estudos técnicos.2.7.4 As edificações térreas pertencente às divisões F5. de classes P3 a P4. b) a estrutura considerada da edificação.1. A2. A2.1 As edificações desta seção para obterem o benefício de isenção ou redução dos TRRF devem atender aos objetivos do Regulamento de Segurança contra Incêndio do CBMMG e possuírem as saídas de emergência. H5 .7. desde que não possuam materiais combustíveis incorporados em suas estruturas.1 Edificações de classe P1 e P2 com área menor ou igual a 750 m2 . descritos em 5. conforme consta na IT-04 (Acesso e estacionamento de viatura na edificação e áreas de risco). conforme instrução técnica a respeito. quando abertos lateralmente conforme item 5.1.4 As coberturas das edificações que atendam aos requisitos abaixo: a) não tiverem função de piso. b) não forem usadas como rotas de fuga para saídas de emergência. A2.3 (tempo equivalente) fica a critério do responsável técnico. não necessita ser maior que: a) 60 minutos para as edificações de classes P1 a P4.5.3. G5.3. .14 desta instrução. A2. comprovado através de estudos técnicos. A2. 3.3 Edificações ISENTAS de TRRF. sendo que as áreas abaixo referem-se à área total construída da edificação: A2.5 O TRRF das vigas secundárias. A2 Condições de isenção e redução dos TRRF.14 desta instrução e com as estruturas dimensionadas conforme Anexo D da NBR-14432:2001.(normativo) Tempos requeridos de resistência ao fogo Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) devem ser determinados conforme a Tabela A deste anexo. de isolamento de riscos e de compartimentação. com pelo menos duas fachadas para acesso e estacionamento operacional de viaturas. não comprometa a estabilidade da estrutura principal da edificação. b) 90 minutos para as edificações de classe P5.6 As escadas abertas (escadas simples). 5.7. obedecendo-se às recomendações contidas nesta instrução e nas considerações a seguir: A1 Os tempos entre parênteses podem ser usados em subsolo nos quais a área bruta de cada pavimento seja menor ou igual a 500 m² e em edificações nas quais cada pavimento acima do solo tenha área menor ou igual a 750 m².3. não for essencial à estabilidade de um elemento de compartimentação. A2. c) às edificações do grupo L (explosivos) e das divisões M1 (túneis). A2. I3 . c) a edificação possuir carga de incêndio específica menor ou igual a 500 MJ/m2. H5 . não podendo haver em qualquer hipótese sobreposições de isenções. quando: a) a cobertura da edificação não tiver função de piso ou não for usada como rotas de fuga para saídas de emergência.6 A opção de escolha pra determinação do TRRF conforme item 5. em função do item A2 e sub itens ou em função de aços não convencionais.3. que perfaçam no mínimo 50% do perímetro da edificação. 5. nas condições do item A2. conforme item 5. A2. G5. A2. c) os elementos estruturais de cobertura cujo colapso.17 desta instrução. I3 podem ter os TRRF constantes da Tabela A reduzidos em 30 minutos. a critério do responsável técnico pelo projeto estrutural.

F-2. Os tempos entre parênteses podem ser usados nas edificações nas quais cada pavimento tenha área menor ou igual a 750m². desde que haja compartimentação vertical entre os pavimentos. 4.11 F-3. F-5 e F-6. Explosivos Especial CT 90 CT 120 CT CT = Consultar Corpo Técnico junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. 2. 3. L-2 e L-3 M-1 M-2 M-3 30 30 30 60 120 150 90 30 30 60 60 CT 30 30 120 (90) 120 (90) L M NOTAS da TABELA A: 1.10. H-3 e H-5 I-1 I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 L-1. poderão ser exigidos os mesmos TRRF das edificações da Classe P5 . pessoais e técnicos Educacional e cultura física Locais de reunião de público A-1 a A-3 B-1 e B-2 C-1 C-2 e C-3 D-1 a D-3 E-1 a E-6 F-1.Tabela A – Tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) Para a classificação detalhada das ocupações (grupo e divisão) consultar Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais . F-4 e F-7 30 30 60 (30) 60 30 30 60 (30) F 60 60 30 CT F-9 G-1 e G-2 não abertos lateralmente e G-3 a G-6 G-1 e G-2 abertos lateralmente G 90 90 90 90 90 (60) 120 120 60 90 90 120 120 150 120 60 (30) 60 (30) 60 60 60 (30) 90 90 30 60 (30) 60 (30) 90 120 150 90 30 30 30 30 30 30 60 (30) 60 (30) 30 60 60 30 30 60 (30) 60 30 60 60 30 60 (30) 90 (60) 30 30 60 90 (60) CT 90 30 90 90 60 90 120 (90) 120 60 120 120 120 120 120 60 60 120 120 CT 120 CT CT CT CT CT CT CT CT CT Serviços automotivos H I Serviços de saúde e institucionais Industrial J Depósitos H-1 e H-4 H-2.10) Para edificações com altura entre 54m a 80m. Profundidade do Subsolo h Grupo Ocupação/Uso Divisão Edificação Baixa Classe S2 h > 10m 90 90 90 90 90 90 90 90 Classe S1 h ≤ 10m 60 60 60 60 60 60 60 60 Classe P1 h ≤ 6m 6m < h ≤ 12m Altura da edificação h Edificação Média Altura 12m < h ≤ 23m Medianamente Alta 30m < h ≤ 54m Alta h > 54m CT CT CT CT CT CT CT CT Classe P2 30 60 (30) 60(30) 60(30) 60 (30) 30 60 Classe P3 60 60 60 60 60 60 60 23m < h ≤ 30m Classe P4 90 90 90 90 90 90 90 30 Classe P5 120 120 120 120 120 120 120 CT A B C D E Residencial Serviços de hospedagem Comercial varejista Serviços profissionais.8. O TRRF dos subsolos não pode ser inferior ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo (ver item 5.

possuindo malha de lados 15 cm.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Bloco de 14 cm sem revestimento Bloco de 19 cm sem revestimento Bloco de 14 cm com revestimento Bloco de 19 cm com revestimento Paredes de tijolos cerâmicos de oito furos (dimensões nominais dos tijolos 10 cm x 20 cm x 20 cm (massa 2.8m totalmente expostas ao fogo (em uma face) (**) Ensaio encerrado sem ocorrência de falência em nenhum dos três critérios de avaliação.tijolo sem revestimento Um tijolo sem revestimento Meio .5 kg 1 1 8 1 - - - - - - 14 100 ≥ 1½ ≥ 1½ 1½ 1½ Parede de blocos vazados de concreto (2 furos) (blocos com dimensões nominais): 14 cm x 19 cm x 39 cm e 19 cm x 19 cm x 39 cm.5 1.5 1.5 16 120 150 185 150 300 (**) 150 210 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 1½ 2 3 2 ≥4 1 3 1½ 2 3 2 >4 1½ 3 Traço do concreto em volume.8m x 2.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Cal Areia Espessura média da argamassa de assentame nto (cm) - 1 1 1 1 5 5 5 5 1 1 1 1 1 1 3 3 1 1 2 2 9 9 2. e massas de 13 kg e 17 kg respectivamente 1 1 1 - 1 1 1 1 1 8 8 8 4 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 1 1 1 1 2 2 2 2 9 9 9 9 1. .50A diâmetro ¼ polegada (*) Paredes sem função estrutural ensaiadas totalmente vinculadas dentro da estrutura de concreto armado.9 Kg) Paredes de concreto armado monolítico sem revestimento Meio .5 1.5 19 17 22 13 23 11. 1 cimento: 2.5 agregado graúdo (granito pedra nº 3): armadura simples posicionada à meia espessura das paredes. de aço CA.5 2.5 areia média: 3.5 10 20 15 25 120 395 (**) 300 300 (**) ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 1½ ≥6 4 ≥5 1½ ≥6 4 >6 Parede de tijolos de barro cozido (dimensões nominais dos tijolos). 5 cm x 10 cm x 20 cm: Massa: 1.Anexo B (informativo) Tabela de resistência ao fogo para alvenarias Características das paredes Traço em volume de argamassa de revestimento Chapisco Cimento Areia Emboço Cimento Cal Areia Espessura de argamassa de revestimen to (cada face) (cm) Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios de avaliação (horas) Espessura total da parede (cm) Duração do ensaio (min) Integridade Estanqueidade Isolação térmica Resistência ao fogo (horas) Paredes ensaiadas (*) Traço em volume da argamassa do assentamento Cimento Meio . com dimensões 2.

qfi – carga de incêndio (MJ/m²). pisos e tetos. W – fator associado à ventilação do ambiente.massa específica do elemento de vedação do compartimento (kg/m3) c – calor específico do elemento de vedação do compartimento (MJ/kg°C) λ .área de ventilação vertical (janelas.Anexo C (normativo) Método do tempo equivalente de resistência ao fogo O tempo equivalente a ser determinado de acordo com a formulação abaixo não poderá ter valores menores de TRRF conforme o especificado no item 5.3 desta instrução técnica: teq = qfi γn γs K W E Onde: teq – tempo equivalente (minutos). γs = γs1 γs2 – coeficiente de segurança que depende do risco de incêndio e das conseqüências do colapso da edificação.Aν Onde: bi é o fator b do elemento de compartimentação i Ai – área do elemento de compartimentação i (m2) At – área total do compartimento (piso. este valor é determinado conforme a expressão abaixo: b = ∑ bi Ai At .: Não computar forros e revestimentos que possam ser destruídos pela ação do incêndio. γn = γn1 γn2 γn3 – coeficiente adimensional que leva em conta a presença de medidas de proteção ativa da edificação.040 0. portas e similares) (m2) Obs. teto e paredes) (m2) Aν .condutividade térmica do elemento de vedação (W/m°C) Notas: 1) Quando houver elementos de compartimentação com diferentes camadas de material. a favor da segurança. pode ser utilizado o menor valor de b ( ρ c λ ). K – fator determinado conforme tabela C1. .070 ρ c λ > 2500 720 ≤ ρ c λ ≤ 2500 ρ c λ < 720 ρ . m2 / MJ) 0. determinado conforme tabelas C3 e C4.3.Fator K b= ρcλ (J/m s 2 1/2 °C) K (min . determinado conforme Tabela C5.055 0. determinado conforme a tabela C2. E – fator de correção que depende do material da estrutura. 2) Quando houver diferentes valores de b em paredes. Tabela C1 .

oficina de pintura de automóveis 1.00 3. 5 ⎜ 1 + 10 v ⎟ h ⎜ ⎢ A ⎟ A f⎠ f ⎝ ⎢ ⎣ H – altura do compartimento (m) Av – área de ventilação vertical .00 3.45 1. oficina elétrica ou mecânica.50 3.Característica da edificação Área do compartimento (m2) Térrea ≤ 750 ≤ 1000 ≤ 2500 ≤ 5000 ≤ 7500 ≤ 10000 ≤ 20000 ≥65000 1.00 3.65 3.85 Pequena biblioteca.00 3.00 Tabela C4 .00 Altura da edificação (m) .15 1.15 2. residência. livraria.10 1.60 0.00 3.00 1.40 1.3 ⎢ A ⎟ ⎛ 6 ⎞ f⎠ ⎢ 0 .00 3. hotel.00 3. indústria mecânica Laboratório químico.90 0. farmácia.25 1.4 ⎡ ⎛ A ⎞ ⎢ 90 ⎜ 0 .80 3.00 1.25 1.00 1.Risco de ativação valores de γs2 risco de ativação do incêndio exemplos de ocupação 0. Tabela C3 .70 1. igreja.00 3. 4 − v ⎟ ⎜ 0 .00 3.2 1. depósitos em geral cinema.60 3.00 3.20 1. venda de acessórios de automóveis.9 0. museu. escola.5 ⎥ ⎥ ⎥ ⎥ ⎦ Tabela C2 . teatro. frigorífico. bebidas alcoólicas Montagem de automóveis. indústria de papel.45 Média Alta . hangar.05 1.00 1.00 12 < h ≤ 23 23 < h ≤ 30 30 < h ≤ 80 1. deve ser adotado o respectivo γn igual a 1.15 1.00 H > 80 1.0 Normal 1.00 h≤6 1.00 3.00 3.75 2.60 1. laboratório fotográfico.00 3.85 2.90 2.10 1.00 3.60 Na ausência de algum meio de proteção indicado na tabela C2. restaurante.45 1.60 3.25 1.65 2.00 3. galeria de arte. correio. 62 + ⎝ W =⎜ ⎟ ⎢ H ⎠ ⎛ A ⎞A ⎝ ⎢ 1 + 12 .γs1 6 < h ≤ 12 1. hospital.Fatores das medidas de segurança contra incêndio Valores de γn1 γn2 γn3 Existência de chuveiros Existência de detecção Brigada contra incêndio (γn2) automáticos (γn1) automática (γn3) Não profissional Profissional 0. consultório médico.70 2. escritório.35 3.00 3.85 3.janelas (m²) Ah – área de ventilação horizontal -piso (m²) Af – área de piso (m²) ⎤ ⎥ ⎥ ⎥ ≥ 0 .10 1. depósitos de: produtos farmacêuticos.30 1.35 1.25 1.

02 m½ ≤ V ≤ 0. conforme a seguinte expressão: V = Aν√heq At Nota: Limites de aplicação: 0.0 13. Onde: V – grau de ventilação do compartimento calculado. heq = Altura média das janelas. . onde aplicável. utilizar. teto e piso. em metro (m).Tabela C5 – Valores do Fator E Material da estrutura Concreto armado Aço revestido termicamente Aço sem revestimento térmico Fator E 1.7 V Nota: No caso de estruturas mistas de aço e concreto. incluindo aberturas).20 m½ Aν = Área total de aberturas verticais (m²). At = Área total do compartimento (paredes. o valor mais desfavorável de E.0 1.

07 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A – Compartimentação horizontal e vertical B – Tabela de área máxima de Compartimentação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Procedimentos .IT .

NBR 14925 – Unidades envidraçadas resistentes ao fogo para uso em edificações. 355 . 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações onde são exigidas a compartimentação horizontal e vertical. estabelecendo detalhamentos técnicos relativos à área de compartimentação. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 6479 – Portas e vedadores – determinação da resistência ao fogo. ou seja. NBR 9441 – Execução de sistemas de detecção e alarme de Incêndio. entre pavimentos elevados consecutivos. NBR 11742 – Porta corta-fogo para saídas de emergência – Especificação. NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos. Augusto de Lima.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 07 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.Esta Instrução Técnica estabelece os parâmetros da compartimentação horizontal e compartimentação vertical. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.130.mg. NBR 10636 – Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo.br 1 OBJETIVO 1.bombeiros.non .190-000 Site: www. NBR 14432 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – procedimento. conforme previsto nas tabelas 7A a 7M do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 5628 – Componentes construtivos estruturais – determinação da resistência ao fogo.270. . NBR 6118 – Projetos de estrutura de concreto.br Email: dat3@cbmmg. de 31 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Bairro Centro CEP 30.gov.3 A compartimentação vertical se destina a impedir a propagação de incêndio no sentido vertical. 1. Decreto Estadual nº 44. 1.1. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. NBR 14323 – Dimensionamento de estrutura de aço de edifício em situação de incêndio .mg. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.Procedimento.2 A compartimentação horizontal se destina a impedir a propagação de incêndio no pavimento de origem para outros ambientes no plano horizontal. ISO 1182 – Building materials . NBR 11711 – Portas e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais.combustibility test.gov.

5. estar distanciadas de forma a evitar a propagação do incêndio por radiação térmica.0m acima da linha de cobertura (telhado). sendo aplicáveis as seguintes condições: a) as portas corta-fogo devem atender ao disposto na NBR 11742 para saída de emergência e NBR 11711 para compartimentação em ambientes comerciais e industriais.4.1. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e deve ser prevista a possibilidade de fechamento dos dispositivos de forma manual na central do sistema.Anexo A).3. externa à edificação. para isto devem ser consideradas as condições de dimensionamento estabelecidas na IT-05 (Separações entre Edificações). e) selos corta-fogo. b) no caso de edificações que possuem elementos estruturais de cobertura combustíveis. b) caso a classe de ocupação não se refira a edifícios industriais ou depósitos. 5 PROCEDIMENTOS 5. estes atendendo às condições da NBR 14925 e apresentando resistência ao fogo conforme as condições do item 5. f) afastamento horizontal entre aberturas.3 Proteção das aberturas nas paredes de compartimentação: As aberturas existentes nas paredes de compartimentação devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo. em lados opostos da parede de compartimentação. d) registros corta-fogo ("dampers"). por exemplo. 5. i) cada setor compartimentado deverá possuir facilidade de acesso para alcançar as saídas de emergência.2. deve ser determinada por meio da NBR 10636. já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para situação de incêndio. 1 Anexo A).3. com reforços estruturais adequados. d) na impossibilidade de serem utilizados vedadores corta-fogo. no mínimo.1. aplicam-se as definições constantes na IT 02 (Terminologia de proteção contra incêndio e pânico). a parede de compartimentação deverá estender-se.1 Compartimentação horizontal 5.2 desta IT. a 1. 5. com extensão mínima de 1(um) metro. de forma que cada área compartimentada seja dotada de saídas para o exterior da edificação e áreas adjacentes. 5. b) portas corta-fogo. g) as aberturas situadas em fachadas paralelas ou ortogonais. h) as distâncias requeridas no item anterior podem ser suprimidas caso as aberturas sejam protegidas por portas.4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. 1. c) quando houver necessidade de passagem entre ambientes compartimentados providos de portas de acordo com a NBR 11711. c) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de incêndio.1 A compartimentação horizontal deve ser compatibilizada com atendimento a IT 08. devem ser afastadas horizontalmente entre si por trecho de parede com 02 (dois) metros de extensão devidamente consolidada à parede de compartimentação e apresentando a mesma resistência ao fogo (fig.1 Portas corta-fogo As portas destinadas à vedação de aberturas em paredes de compartimentação devem ser do tipo cortafogo. pode-se utilizar alternativamente a proteção por cortina d'água. pela existência de obstáculos na abertura. desde que as dimensões máximas especificadas nesta norma sejam respeitadas. e) a distância mencionada no item anterior poderá ser substituída por um prolongamento da parede de compartimentação.2 Vedadores Corta-Fogo As aberturas nas paredes de corta-fogo de compartimentação de passagem exclusivas de materiais devem ser protegidas por vedadores corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) os vedadores corta-fogo devem atender ao disposto na NBR 11711. 5. serão exigidos os seguintes requisitos: a) a parede de compartimentação deverá ser construída entre o piso e o teto devidamente vinculada à estrutura do edifício.1. c) vedadores corta-fogo.1. f) a resistência ao fogo da parede de compartimentação. vedadores ou vidros corta-fogo.1. no que tange aos panos de alvenaria ou de painéis fechando o espaço entre os elementos estruturais. devem ser instaladas portas de acordo com a NBR 11742.2 Características de construção: Para os ambientes compartimentados horizontalmente entre si. b) na situação de compartimentação de áreas de edificações comerciais e industriais são aceitas também portas corta-fogo de acordo com a NBR 11742. permitindo o abandono rápido das pessoas (fig.1. d) as aberturas situadas na mesma fachada. o fechamento automático dos vedadores deve ser comandado por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441.1. devem. de acordo com o prescrito na IT 06. c) as paredes mencionadas no item anterior devem ser dimensionadas estruturalmente de forma a não entrarem em colapso caso ocorra à ruína da cobertura do edifício do lado afetado pelo incêndio. representados.1 A compartimentação horizontal é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) paredes de compartimentação. por esteiras transportadoras. pertencentes a áreas de compartimentação horizontal distintas dos edifícios. desde que a área da .

2 Os elementos de proteção de aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação podem apresentar valor de TRRF de 30 (trinta) minutos menor que a resistência das paredes corta-fogo de compartimentação. Áreas superiores a 750.1. telefônicas e outros que permitam a comunicação direta entre áreas compartimentadas devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. 5.1.5.5. conforme IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações).5. O mesmo se aplica às portas de unidades autônomas que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada.2 Compartimentação vertical 5. as áreas de compartimentação horizontal devem ser separadas por paredes corta-fogo devendo atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (T. .F.3. ou seja. 5. E e H (H2. H5 e H6) devem possuir requisitos mínimos de resistência ao fogo de acordo com o prescrito na IT 06 – Segurança Estrutural nas Edificações.1 No interior da edificação. f) os dutos de ventilação. 5. H3. além da adequada selagemcortafogo da abertura em torno dos dutos.).5. e) registros corta-fogo ("dampers").1.1.1 A compartimentação vertical é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) entrepisos corta-fogo. devem existir registros corta-fogo devidamente ancorados à parede corta-fogo de compartimentação. que devem também ter os requisitos de resistência ao fogo. os subsolos deverão possuir aberturas de ventilação adequadas ao exterior. 5.4 Registro corta-fogo (dampers) Quando os dutos de ventilação. as celas de presídios e assemelhados.00 m2. c) no caso da classe de ocupação não se referir aos edifícios industriais ou depósitos. hidro-sanitárias.2 Em subsolos não destinados exclusivamente ao estacionamento de veículos.1.2. a área de compartimentação será de 750. b) os tubos plásticos de diâmetro interno superior a 40mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo em um dos lados da parede.3 As paredes divisórias entre unidades autônomas e entre unidades e as áreas comuns para as ocupações dos grupos A (A2 e A3). 5.3.R. o fechamento automático dos registros deve ser comandados por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441. f) vedadores corta-fogo. poços para outras finalidades por meio de porta pára-chama (observar IT 06). b) os registros corta-fogo devem ser dotados de acionamentos automáticos comandados por meio de fusíveis bimetálicos ou por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441.fogo de compartimentação.3 Selos corta-fogo Quaisquer aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação destinadas à passagem de instalações elétricas.4 Características de resistência ao fogo: 5. ar condicionado e/ou exaustão.1. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento do registro. d) selos corta-fogo.1. as enfermarias e quartos de hospital.abertura não ultrapasse 1. os quartos de hotéis. e) a falha do dispositivo de acionamento do registro corta-fogo deve dar-se na posição de segurança. c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem.5 Condições especiais da compartimentação horizontal 5.1.1. 5.4. conforme prescrito na IT 06.1.5 m2. 5. as salas de aula. g) os elementos construtivos corta-fogo / pára-chama de separação vertical entre pavimentos consecutivos. 5. b) enclausuramento de escadas por meio de parede corta-fogo de compartimentação.5.3.00 m2 deverão possuir medidas de proteção analisadas por Corpo Técnico. que deverá possuir acionamento automático. para efeito desta IT. motéis e flats.1 A compartimentação horizontal está dispensada nas áreas destinadas exclusivamente a estacionamento de veículos. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e permitir o fechamento por decisão humana na central do sistema. d) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de fumaça.1. devem ser dotados de proteção em toda a extensão (de ambos os lados das paredes) garantindo resistência ao fogo igual à das paredes. B. que permitam realizar a exaustão de gases e fumaça do ambiente.4 Em complementação aos sistemas de proteção.4. porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos. 5. A cortina d´água pode ser interligada ao sistema de hidrantes. As seguintes condições devem ser atendidas: a) os registros corta-fogo devem ser ensaiados para caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. que não possam ser dotados de registros corta-fogo.R. ar condicionado ou exaustão atravessarem paredes corta. os apartamentos residenciais. c) enclausuramento de elevadores e monta-carga. atendendo aos parâmetros da IT 18 e normas técnicas específicas. 5.1 São consideradas unidades autônomas.

b) as aberturas existentes nos entrepisos. de forma a garantir a resistência ao fogo do conjunto. no que se refere aos panos de alvenaria ou de painéis pré-moldados.2. d) as escadas devem ser enclausuradas por meio paredes de compartimentação e portas corta-fogo.3. b) quando a separação for provida por meio de vigas e/ou parapeitos. Suas aberturas devem ser protegidas por vedadores pára-chamas as quais deverão apresentar resistência ao fogo igual às das paredes. deve ser determinada pela NBR 10636. deverão ser protegidas por vedadores corta-fogo. ar-condicionado e exaustão que atravessarem as lajes. já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para a situação do incêndio. tais selos devem ser fixados aos elementos de separação de modo que sejam estruturalmente independentes dos caixilhos da fachada.2. Caso estes registros não possam ser instalados. como apresentado a seguir: 5. toda tubulação deve estar protegida de forma a apresentar resistência ao fogo conforme requisitos da IT-06. 2 – anexo A). d) os selos corta-fogo perimetrais indicados no item anterior deverão ser detalhados. as quais devem atender aos requisitos da IT-08(Saídas de Emergências nas Edificações). 5. devem existir registros corta-fogo. construídas e instalados de acordo com NBR 11711/1992. . monta-carga e outras finalidades deverão ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação.3 Entrepisos Os entrepisos devem enquadrar-se na categoria compartimentação e podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de materiais que garantam a separação física de pavimentos no interior dos edifícios. 5.2. c) os poços destinados a elevadores.2 Compartimentação vertical no interior dos edifícios A compartimentação vertical no interior dos edifícios é provida por meio de entrepisos.2 Características de construção: 5. elementos de separação. vigas ou prolongamentos dos entrepisos.2.1. 5. no mínimo.1 Escadas As escadas devem ser enclausuradas por meio de paredes corta-fogo de compartimentação e portas cortafogo. fechando o espaço entre elementos estruturais. f) os materiais transparentes ou translúcidos das janelas devem ser incombustíveis. 0. além da selagem da passagem destes equipamentos. instalados parapeitos.1 Nas edificações com fachadas totalmente envidraçadas ou “fachadas-cortina” serão exigidas as seguintes condições: a) os caixilhos e os componentes transparentes ou translúcidos devem ser compostos por materiais incombustíveis. 5. seguindo-se as orientações contidas na IT 06. A incombustibilidade destes materiais deve ser determinada em ensaio utilizando-se o método ISO 1182.2.2.2.2. atendendo as seguintes condições: a) a resistência ao fogo da parede de compartimentação. atendendo os requisitos da IT 01 (Procedimentos Administrativos). todas as aberturas no entrepiso destinadas às passagens das instalações de serviços devem ser vedadas por selos corta-fogo. de forma a não comprometer a resistência ao fogo destes elementos. e) no caso de dutos de ventilação.20m separando aberturas de pavimentos consecutivos (fig.1 Compartimentação vertical na envoltória do edifício As seguintes condições devem ser atendidas pelas fachadas com intuito de dificultar a propagação vertical do incêndio pelo exterior dos edifícios: a) deve existir separação na fachada entre aberturas de pavimentos consecutivos.3 – anexo A). a incombustibilidade destes materiais devem ser determinadas em ensaios utilizando-se o método ISO 1182. As aberturas existentes nos entrepisos devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo.1. A resistência ao fogo dos entrepisos deve ser determinada por meio de ensaio segundo a NBR 5628 ou dimensionada de acordo com norma brasileira pertinente.2. com resistência ao fogo. ou seja. exceção feita aos vidros laminados.2. Os entrepisos podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de outros materiais que garantam a separação física dos pavimentos. b) devem ser previstos atrás destas fachadas.90 m além do plano externo da fachada (fig. c) as frestas ou as aberturas entre a “fachada-cortina” e os elementos de separação devem ser vedados com selos corta-fogo em todo perímetro. que podem ser constituir de vigas e/ou parapeito ou prolongamento dos entrepisos além do alinhamento da fachada.2. cuja resistência ao fogo não deve ser comprometida pelas transposições que intercomunicam pavimentos. devidamente consolidadas de forma adequada às lajes dos pavimentos. estes devem apresentar altura mínima de 1. exceção feita aos vidros laminados. e) as fachadas pré-moldadas devem ter seus elementos de fixação devidamente protegidas contra a ação do incêndio e as frestas com as vigas e/ou lajes devidamente seladas. Deve atender às seguintes condições: a) no interior da edificação. as abas devem projetar-se.2. devidamente ancorados à laje. d) os elementos de separação entre aberturas de pavimentos consecutivos e as fachadas cegas devem ser consolidadas adequadamente aos entrepisos. de acordo com o inciso 5. c) quando a separação for provida por meio dos prolongamentos dos entrepisos.h) selagem perimetral corta-fogo. tais selos podem ser substituídos por paredes corta-fogo de compartimentação cegas posicionadas entre piso e teto.2.

3.2.3. c) as portas mencionadas devem ser ensaiadas seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura. As seguintes condições devem ainda ser consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas nas letras "a" e "b" constantes do item 5.1. e) a falha dos dispositivos de acionamento das portas corta-fogo deve dar-se na posição de segurança. ou seja. c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem. desde que sejam utilizados dispositivos elétricos que permitirão seu fechamento em caso de incêndio. mantidas permanentemente abertas e comandadas por sistema de detecção automática de fumaça. h) a exigência de resistência ao fogo das paredes de enclausuramento da escada também se aplica as antecâmaras quando estas existirem. b) os tubos plásticos com diâmetro interno superior a 40 mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo abaixo do entrepisos.1. ar condicionado ou exaustão atravessarem os entrepisos.2. As portas de andar devem ser classificadas como pára-chamas.2 Elevadores Os poços destinados a elevadores devem ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos.3. Quando dutos de ventilação. telefônicas e outras.4 Prumadas das instalações de serviço Quaisquer aberturas existentes nos entrepisos destinadas à passagem de instalação elétrica. f e g constantes do item 5. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento da porta. nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura. fechando automaticamente em caso de incêndio e atendendo ainda ao disposto das letras "f" e "g" constantes do item 5. As portas dos andares de elevadores devem ser classificadas como pára-chamas.2.3. comandadas por sistema de detecção automática de fumaça devendo atender ao disposto na NBR 11742 e as disposições das alíneas d. f) as portas mencionadas no item anterior não devem estar incluídas nas rotas de fuga.2. c) as portas pára-chamas conforme item anterior podem ser substituídas pelo enclausuramento dos halls do acesso aos elevadores.2.2.2.2. As seguintes condições devem ser adicionalmente consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas nas alíneas a e b constantes do item 5. e) numa outra alternativa às portas pára-chamas de andar constitui-se de enclausuramento dos halls dos elevadores. hidrosanitárias. b) as portas de andar do monta-carga não devem permanecer abertas em razão de presença da cabine. deverá existir registros corta-fogo devidamente ancorados ao entrepisos e serem atendidas as condições .1. b) as portas de andares de elevadores não devem permanecer abertas em razão da presença da cabine. os “halls” de acesso aos elevadores devem ser enclausurados conforme as condições estabelecidas das alíneas c. d) alternativamente às portas pára-chamas do montacarga. 5.3. d) as portas corta-fogo mencionadas no item anterior devem fechar automaticamente em caso de incêndio.2.3.2. e. manual ou mecanicamente. comandados por sistema de detecção automática de fumaça instalados no(s) hall(s) de acesso às escadas. c) as portas corta-fogo utilizadas para enclausuramento das escadas devem ser construídas integralmente com materiais incombustíveis. de acordo com a NBR 9441. por meio de parede e porta corta-fogo.b) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas e entre as antecâmaras e a escada devem atender ao disposto na NBR 11742. f) a situação ("status") das portas corta-fogo (aberto ou fechado) deve ser indicada na central do sistema de detecção e permitir o fechamento por decisão humana na central do sistema.2. 5. caracterizados de acordo com o método ISO 1182. de acordo com a NBR 9441.3. d. h)o enclausuramento dos halls dos elevadores permitirá a disposição do elevador de emergência em seu interior.2. exceção feita à pintura de acabamento.3. i) as portas de andar de elevadores e as portas de enclausuramento dos halls devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. além da adequada selagem corta-fogo da abertura em torno do duto. requerendo na primeira situação um esforço máximo de 130 N. 5. que permitam a comunicação direta entre os pavimentos de um edifício devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.2. por meio de portas retráteis corta-fogo. g) as portas retráteis corta-fogo também devem ser abertas ou fechadas no local de sua instalação. f e g do item 5. os trechos das escadas que provém do subsolo ou dos pavimentos elevados devem ser enclausurados de maneira equivalente a todos os outros pavimentos. 5.2.2. e.2.3 Monta-cargas Os poços destinados à monta-carga devem ser constituídos por paredes de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos. ar condicionado e exaustão.3.2.5 Aberturas de passagem de dutos de ventilação. g) nos pavimentos de descarga.2.1.2. d) quando a escada de segurança for utilizada como via de circulação vertical em situação de uso normal dos edifícios suas portas corta-fogo podem permanecer abertas.

d e e constantes no item 5.1 Caso os dutos de ventilação. Se os vedadores apresentarem fechamento automático. cada derivação das prumadas deve ser protegidas por registro corta-fogo.4.1 e 5. c. 5.3. 5. podendo. b. porém não podendo ser inferior a 120 (cento e vinte) minutos.7 Átrios Os átrios devem ser entendidos como espaços no interior de edifícios que interferem na compartimentação horizontal ou vertical.2 tem-se o seguinte: a) as paredes de enclausuramento das escadas e elevadores de segurança. c. no mínimo. b. não possam ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos. A condição básica a ser atendida por qualquer átrio é a seguinte: a) cada átrio deve fazer parte exclusivamente de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal.3. de correr ou de deslocamento horizontal.1.1 Para que a existência do átrio não afete a compartimentação vertical. exclusivamente. conforme IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações). devera atender ás condições estabelecidas nas alíneas a.2.1.2. Neste caso. em seu perímetro interno ou no perímetro da área de circulação que o rodeia em cada pavimento. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através dos dutos de ventilação permanente.1.1 Os entrepisos devem atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF).3. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através do átrio nos pavimentos. devem estar de acordo com a NBR 9441.3. c) as paredes de compartimentação devem atender às condições estabelecidas nas alíneas a e b constantes do item 5.3.2. e. devem atender.2.4.2. no mínimo.2. em caso de acionamento. de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal.2.1. constituírem-se por paredes corta-fogo de compartimentação.3. c) a prumada de ventilação permanente deve ser compartimentada em relação às demais áreas da edificação não destinadas a banheiros ou similares por meio de paredes e portas corta-fogo. d constantes do item 5.3.2. As paredes de enclausuramento devem atender ao disposto nas alíneas a e b constantes do item 5. é necessário que as seguintes condições adicionais sejam atendidas: a) compartimentação do átrio deve ser feita em todos os pavimentos servidos. devendo ser compostos integralmente por materiais incombustíveis.3 Características de resistência ao fogo 5. e) as paredes que compõem estas prumadas devem atender os disposto nas alíneas a e b constantes no item 5. vidros corta-fogo e vedadores corta-fogo.1.2.6 Aberturas de passagem de materiais As aberturas nos entrepisos de passagem exclusiva de materiais devem ser protegidas por vedadores cortafogo atendendo às seguintes condições estabelecidas nas alíneas a.2.2.1. b.3. cujo o acionamento deve atender as condições estabelecidas nas alíneas a.3. b.7.1. como esgoto e águas pluviais. as derivações existentes nos pavimentos devem ser protegidas por registros corta-fogo. devem ser dotados de proteção em toda a extensão garantindo a adequada resistência ao fogo. 5.estabelecidas nas alineas a.3. d) alternativamente disposto na alínea c. d e e constantes do item 5. 5. incluindo as fachadas sem aberturas (cegas) devem atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) conforme IT 06. d e e constantes no item 5.2. quanto às resistências ao fogo devem estar caracterizadas através dos procedimentos de ensaio da NBR 6479.3.5. 5. e) as condições de fechamento das portas mencionadas no item anterior devem ser tais que não ofereçam risco de provocar acidentes e ferimentos nas pessoas.2. ao TRRF igual ao estabelecido na IT 06.3. 5.3. não necessitam ser seladas desde que as paredes sejam corta-fogo e as derivações das instalações que as transpassam sejam devidamente seladas (conforme condições definidas em outros tópicos desta IT).3 Como exceção às regras estabelecidas em 5.2. 5.3. Portas e vedadores corta-fogo podem apresentar TRRF de 30 (trinta) minutos menor que as paredes.2.2. d) os vedadores corta-fogo podem ser retráteis.3. ou seja. inclusive. dutos e antecâmaras.8 Prumadas enclausuradas As prumadas totalmente enclausuradas por onde passam as instalações de serviço. devendo atender a uma série de condições para não facilitarem a propagação do incêndio. porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos. c. b) os elementos de compartimentação do átrio devem apresentar resistência ao fogo.3. os tempos requeridos de . comandado por sistema de detecção automática de fumaça. b) cada prumada de ventilação deve fazer parte.9 Prumadas de ventilação permanente Os dutos de ventilação permanentes de banheiro e similares devem atender às seguintes condições para que não comprometam a compartimentação vertical dos edifícios: a) devem ser integralmente compostos por materiais incombustíveis.2.2.2. 5.3. ar condicionado e exaustão devem apresentar.2. constituídas pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas. b) as selagens das prumadas das instalações de serviço e os registros protegendo aberturas de passagem de dutos de ventilação. ou seja.3.2. ar condicionado e exaustão.4. c.2. 5.2.2 Os elementos de proteção das transposições nos entrepisos (selagens corta-fogo) e os elementos de compartimentação vertical na envoltória do edifício.2.

3 Áreas máximas de compartimentação Para o estabelecimento das áreas máximas de compartimentação horizontal deve-se atender aos valores estabelecidos no Anexo B. conforme anexo B. 60 (sessenta) minutos e 30 (trinta) minutos. limitando-se no máximo a 3 (três) pavimentos consecutivos. 5. 5. porém nunca inferior a 60 (sessenta) minutos.6 Recomenda-se que as áreas descobertas destinadas ao armazenamento de produtos combustíveis possuam afastamento dos limites da propriedade bem como corredores internos que proporcionem o fracionamento do risco. porém nunca inferior ao TRRF estabelecido na IT 06. . rampa de circulação ou escadas rolantes. escadas.2. c) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas em cada pavimento devem apresentar resistência mínima ao fogo de 90 (noventa) minutos. 5. e e) as paredes e portas corta-fogo tratadas em 5.9 (prumadas de ventilação permanente) devem apresentar resistência mínima ao fogo de respectivamente. dutos e shafts de instalação de subsolos devem ser compartimentados integralmente em relação ao piso térreo. quando não podem ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos devem ser protegidos em toda a extensão de forma a garantir a resistência mínima ao fogo de 120 (cento e vinte) minutos. destinadas à circulação de pessoas. 5.5 As escadas.resistência ao fogo.3. por intermédio de átrios. ar condicionado ou exaustão. rampas. piso de descarga e demais pisos elevados. quando forem únicas (escadas sem antecâmaras) e de 60 (sessenta) minutos quando a escada for dotada de antecâmara. d) os dutos de ventilação. de forma a dificultar a propagação do fogo e facilitar as operações de combate a incêndio. conforme IT 06.4 Não será considerada compartimentação vertical nos casos de interligação de pavimentos consecutivos (nos pisos acima do térreo). desde que o somatório de área desses pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para compartimentação horizontal.2.

ANEXO “A” COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL .

ANEXO “A” (CONTINUAÇÃO)

Fig. 3 – Compartimentação Vertical (Prolongamento dos Entrepisos)

alvenaria
PISO

fachada envidraçada
TETO

alvenaria

FIG. 04 - COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL - FACHADA ENVIDRAÇADA Fig. 4 – Compartimentação Vertical (Fachadas Envidraçadas)

ANEXO “B” TABELA DE ÁREA MÁXIMA DE COMPARTIMENTAÇÃO (m²) GRUPO TIPO DENOMINAÇÃO ALTURA A-1, A-2, A-3 B-1, B-2 C-1; C-2 C-3 D-1, D-2, D-3, D-4 E-1,E-2, E-3, E-4, E-5 e E-6 F-1, F-2, F-3, F4, e F-9 F-5, F-6 e F-8 F-7 F-10 G-1, G-2, G-3 G-4 G-5 H-1, H-2, H-4, H-5 e H-6 (*) H-3 I-1 e I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 L-1 L-2 e L-3 M-1 M-2 M-3 M-4, M5, M-6 e M-7 I Edificação Baixa Um pavimento – – 5.000(1) 5.000(1) 5.000 – – – – 5.000(1) – 10.000 – – – 7.500(1) – 10.000(1) 7.500(1) 4.000(1) 100 CT CT 1.000 5.000 750 H≤6,00m – 5.000 3.000(1) 2.500(1) 2.500(1) – – – – 2.500(1) – 5.000 – – 10.000 5.000 – 5.000 3.000 2.500 CT CT CT 500 3.000 CT 6,00m<H ≤ 12,00m – 4.000 2.000 1.500 1.500 – – TIPO DE EDIFICAÇÕES II Edificação de Média Altura III IV Edificação Edificação Mediamen Alta te Alta Acima de 54,00m – 1.500 1.500 2.000 1.500 – – 800 CT 800 – 1.000 – 1.000 2.000 1.500 – 1.500 1.000 1.000 CT CT CT CT CT CT

12,00m<H≤ 23,00m<H≤ 30,00m<H 23,00m 30,00m ≤ 54,00m – 3.000 2.000 1.000 1.000 – – – 2000 1.500 2.000 800 – – – 1.500 1.500 2.000 1.500 – – 800 CT 800 – 1.000 – 1.000 2.000 1.500 – 1.500 1.000 1.000 CT CT CT CT CT CT

– 2.000 1.000 CT CT CT 1.500 1.000 1.000 – – – 3.000 2.000 1.000 Ver IT específica ou Corpo Técnico – – 5.000 3.000 – 3.000 2.000 1.500 CT CT CT CT 2.000 CT – 2.000 3.000 1.500 – 1.500(1) 2.500 2.000 CT CT CT CT 1.000 CT – 1.500 1.500 1.000 – 2.000 1.500 1.500 CT CT CT CT CT CT

NOTAS ESPECÍFICAS: 1) A área de compartimentação pode ser aumentada em 100%, caso haja sistema de detecção de fumaça (IT nº 14). 2) A edificação destinada à clínica de internação (divisão H-6) será enquadrada como (H-3) de acordo como o exigido no Decreto Estadual 43.805/04. 3) CT – Corpo Técnico

NOTAS GENÉRICAS: a) Observar os casos permitidos de substituição da compartimentação de áreas, por sistema de chuveiros automático, acrescidos, em alguns casos, dos sistemas de detecção automática , conforme tabela de exigência do b) Os locais assinalados com traço (–) estão dispensados da compartimentação horizontal, mantendo-se a compartimentação vertical, de acordo com as tabelas de exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.
c) Não será considerada a compartimentação vertical nos casos de interligação de pisos ou pavimentos consecutivos, por intermédio de atrium, escadas, rampas de circulação ou escadas rolantes, desde que a somatória de área dos pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para cada grupo e tipo de edificação, limitando-se no máximo a três pisos. Esta exceção não se aplica para as compartimentações das fachadas e selagens dos “shafts” e dutos de instalações.

d) No caso desta IT, as edificações térreas dotadas de subsolo para cálculo de área máxima de compartimentação deverão ser enquadradas na classe II desta tabela, caso esse subsolo não seja compartimentado em relação ao térreo.

IT - 08
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES

SUMÁRIO
1 – Objetivo

ANEXOS
Tabelas

2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 08

SAIDAS DE EMERGENCIA
DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

1 OBJETIVO 1.1 Estabelecer critérios mínimos necessários para o dimensionamento das “Saídas de Emergência em Edificações”, visando a que sua população possa abandoná-las, em caso de incêndio ou pânico, completamente protegida em sua integridade física e permitir o acesso de guarnições de bombeiros para o combate ao fogo ou retirada de pessoas; 1.2 Adequação das exigências de proteção contra incêndio e pânico, atendendo a NBR 9077/93 da Associação Brasileira de Normas Técnicas quanto aos requisitos mínimos necessários para o dimensionamento das saídas de emergência nas edificações; 1.3 Padronizar critérios para análise de projetos de Prevenção Contra Incêndio e pânico em Minas Gerais; 1.4 Orientar os profissionais que atuam na elaboração de projetos e execução de obras submetidas à aprovação do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações novas, podendo, entretanto, servir como exemplo de situação ideal que deve ser buscada em adaptações de edificações em uso, consideradas suas devidas limitações. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.

Decreto Estadual nº 44.270, de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 9077 - Saídas de Emergências em Edifícios. NBR 9050 - Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente. NBR 9441 - Execução de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio. NBR 13434-1 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 1: Princípio de projeto. NBR 13434-2 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 2: Símbolos e suas formas, dimensões e cores. NBR 10898 - Sistemas de iluminação de emergência. BS (British Standard) 5588/86. NBR 11742 – Porta Corta-Fogo para saídas de emergência. NBR 13768 – Acessórios para PCF em saídas de emergência. NBR 11785 – Barra antipânico – Requisitos. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes nas referências normativas e IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Classificação das edificações 5.1.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica, as edificações são classificadas: a) quanto à ocupação, de acordo com a Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e

Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais; b) quanto à altura, dimensões em planta e características construtivas, de acordo, respectivamente, com as Tabelas 1, 2 e 3 desta Instrução Técnica. 5.2 Componentes da saída de emergência 5.2.1 A saída de emergência compreende o seguinte: a) acesso; b) rotas de saídas horizontais, quando houver, e respectivas portas ou ao espaço livre exterior, nas edificações térreas; c) escadas ou rampas; d) descarga. 5.3 Cálculo da população 5.3.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população da edificação. 5.3.2 O cálculo da população de cada pavimento da edificação é de acordo com os coeficientes da tabela 4, considerando sua ocupação, dada na Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5.3.3 Devem ser incluídas nas áreas de pavimento exclusivamente para o cálculo da população: a) as áreas de terraços, sacadas e assemelhadas, excetuadas aquelas pertencentes às edificações dos grupos de ocupação A, B e H; b) as áreas totais cobertas das edificações F-3 e F-6 inclusive canchas e assemelhados; c) as áreas de escadas, rampas e assemelhados, no caso de edificações dos grupos F-3, F-6 e F-7, quando em razão de sua disposição em planta, esses lugares puderem, eventualmente, ser utilizados como arquibancadas. 5.3.4 Exclusivamente para o cálculo da população, as áreas de sanitários, corredores e elevadores nas ocupações C, D, E e F, são excluídas das áreas de pavimento. 5.4 Dimensionamento das saídas de emergência 5.4.1 Largura das saídas 5.4.1.1 A largura das saídas deve ser dimensionada em função do número de pessoas que por elas deva transitar, observando os seguintes critérios: a) os acessos são dimensionados em função dos pavimentos que sirvam à população; b) as escadas, rampas e descargas são dimensionadas em função do pavimento de maior população, o qual determinam as larguras mínimas para os lanços correspondentes aos demais pavimentos, considerandose o sentido da saída. 5.4.1.2 A largura das saídas, isto é, dos acessos, escadas, descargas, e outros, é dada pela seguinte fórmula:

N= P C Onde: N = Número de unidades de passagem, arredondado para número inteiro maior. P = População, conforme coeficiente da tabela 4 do anexo e critérios das seções 5.3 e 5.4.1.1. C = Capacidade da unidade de passagem conforme tabela 4 do anexo. 5.4.2 Larguras mínimas a serem adotadas As larguras mínimas das saídas de emergência, em qualquer caso, devem ser as seguintes: a) 1,10 m, correspondente a duas unidades de passagem de 55cm, para as ocupações em geral, ressalvando o disposto a seguir; b) 1,65 m, correspondente a três unidades de passagem de 55 cm, para as escadas, os acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2 e H-3; c) 1,65 m, correspondente a três unidades de passagem de 55 cm, para as rampas, acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2; d) 2,20 m, correspondente a quatro unidades de passagem de 55 cm, para as rampas, acessos às rampas (corredores e passagens) e descarga das rampas, nas ocupações do grupo H, divisão H-3. 5.4.3 Exigências adicionais sobre largura de saídas 5.4.3.1 A largura das saídas deve ser medida em sua parte mais estreita, não sendo admitidas saliências de alizares, pilares e outros, com dimensões maiores que as indicadas na Figura 1, e estas somente em saídas com largura superior a 1,10 m.

Figura 1 - Medida da largura em corredores e passagens

5.4.3.2 As portas que abrem para dentro de rotas de saída, em ângulo de 180º, em seu movimento de abrir, no sentido do trânsito de saída, não podem diminuir a largura efetiva destas em valor menor que a metade (ver figura 2), sempre mantendo uma largura mínima livre de 1,10 m para as ocupações em geral e de 1,65 m para as divisões H-2 e H-3. 5.4.3.3 As portas que abrem no sentido do trânsito de saída, para dentro de rotas de saída, em ângulo de 90º, devem ficar em recessos de paredes, de forma a não reduzir a largura efetiva em valor maior que 0,10 m (ver figura 2).

Figura 2 – Abertura das portas no sentido do trânsito de saída.

5.5 Acessos 5.5.1 Generalidades 5.5.1.1 Os acessos devem satisfazer às seguintes condições: a) permitir o escoamento fácil de todos os ocupantes da edificação; b) permanecer desobstruídos em todos os pavimentos; c) ter larguras de acordo com o estabelecido em 5.4; d) ter pé direito mínimo de 2,50 m, com exceção de obstáculos representados por vigas, vergas de portas, e outros, cuja altura mínima livre deve ser de 2,00 m; e) ser sinalizados e iluminados (iluminação de emergência de balizamento) com indicação clara do sentido da saída, de acordo com o estabelecido na IT13 (Iluminação de emergência) e na IT-15 (Sinalização de emergência). 5.5.1.2 Os acessos devem permanecer livres de quaisquer obstáculos, tais como móveis, divisórias móveis, locais para exposição de mercadorias, e outros, de forma permanente, mesmo quando o prédio esteja supostamente fora de uso. 5.5.2 Distâncias máximas a serem percorridas 5.5.2.1 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior, área de refúgio, escada comum de saída de emergência, protegida ou à prova de fumaça), tendo em vista o risco à vida humana decorrente do fogo e da fumaça, devem considerar: a) o acréscimo de risco quando a fuga é possível em apenas um sentido; b) o acréscimo de risco em função das características construtivas da edificação; c) a redução de risco em caso de proteção por chuveiros automáticos ou detectores; d) a redução de risco pela facilidade de saídas em edificações térreas. 5.5.2.2 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir as portas de acesso às edificações e o acesso às escadas ou as portas das escadas (nos pavimentos) constam da tabela 5 e devem ser contadas a partir da porta de acesso do compartimento mais distante, desde que o caminhamento interno deste compartimento não ultrapasse 15,00 m. Caso o caminhamento interno deste compartimento seja maior que 15,00 metros, o excedente a 15,00 metros será contado na distância máxima a ser percorrida. 5.5.2.3 No caso das distâncias máximas a percorrer para as rotas de fuga que não forem definidas no

projeto arquitetônico, como, por exemplo, escritório de plano espacial aberto e galpão sem o arranjo físico interno (leiaute), deve ser consideradas as distâncias diretas comparadas aos limites da tabela 5, nota a, reduzidas em 30% (trinta por cento). 5.5.2.4 Para uso da tabela 5 devem ser consideradas as características construtivas da edificação, constante da tabela 3, edificações classes X, Y e Z. 5.5.2.5 Em edificações térreas, pode ser considerada como saída, para efeito da distância máxima a ser percorrida, qualquer abertura, sem grades fixas, com peitoril, tanto interna como externamente, com altura máxima de 1,20 m, vão livre com área mínima de 1,20 m² e nenhuma dimensão inferior a 1,00 m. 5.5.3 Número de saídas nos pavimentos 5.5.3.1 O número de saídas exigido para os diversos tipos de ocupação, em função da altura, dimensões em planta e características construtivas de cada edificação, encontra-se na tabela 6. 5.5.3.2 No caso de 2 (duas) ou mais escadas, a distância mínima de trajeto entre suas portas devem ser de 10,00 m, exceto quando as escadas estiverem na área central do pavimento e com acessos em lados opostos. 5.5.3.3 Havendo necessidade de acrescer escadas, estas devem ser do tipo que a exigida por esta Instrução Técnica (Tabela 6). 5.5.4 Portas de saídas de emergência 5.5.4.1 As portas das rotas de saída e aquelas das salas com capacidade acima de 50 pessoas, em comunicação com os acessos e descargas devem abrir no sentido do trânsito de saída (ver figura 2). 5.5.4.2 Nas edificações do grupo A (divisão A1 e A2), as portas de acesso ao logradouro público e que não se comunicam diretamente com as caixas de escada estão isentas da exigência do item 5.5.4.1. 5.5.4.3 A largura, vão livre ou “luz” das portas, comuns ou corta-fogo, utilizadas nas rotas de saída, deve ser dimensionada como estabelecido em 5.4, admitindo-se uma redução no vão de luz, isto é, no livre, das portas em até 75 mm de cada lado (golas), para o contramarco e alizares. As dimensões mínimas de luz deve ser as especificadas abaixo,considerando o resultado do cálculo das unidades de passagem: a) 0,80m valendo por uma unidade de passagem, com N ≤ 1. b) 1,00 m ,valendo por duas unidades de passagem, com 1 ≤ N ≤ 2; c) 1,5 m, em duas folhas, valendo por 3 unidades de passagem, com 2 ≤ N ≤ 3;
d) 2,0 m, em duas folhas, valendo por 4 unidades de passagem, com 3 ≤ N ≤ 4.

Nota: 1) Porta com dimensão maior ou igual a 2,20 m, exigese coluna central. 2) Porta com dimensão maior que 1,20 m deverá ter duas folhas.

5.5.4.4 As portas das antecâmaras das escadas à prova de fumaça e das paredes corta-fogo devem ser do tipo corta-fogo (PCF), obedecendo a NBR 11742, no que lhe for aplicável. 5.5.4.5 As portas das antecâmaras, escadas e outros, devem ser providas de dispositivos mecânicos e automáticos, de modo a permanecerem fechadas, porém, destrancadas, no sentido do fluxo de saída, sendo admissível que se mantenham abertas, desde que disponham de dispositivo de fechamento, quando necessário, conforme estabelecido na NBR 11742. 5.5.4.6 Se as portas dividem corredores que constituem rotas de saída, devem: a) ter condições de reter a fumaça, ou seja, devem ser corta-fogo e a prova de fumaça conforme estabelecido na NBR 11.742 e ser providas de visor transparente de área mínima de 0,07 m², com altura mínima de 25 cm; b) abrir no sentido do fluxo de saída; c) abrir nos dois sentidos, caso o corredor possibilite saída nos dois sentidos. 5.5.4.7 Para as ocupações do grupo F com capacidade acima de 200 pessoas será obrigatória a instalação de barra antipânico nas portas de saídas de emergência, conforme NBR 11.785, das salas das rotas de saída, das portas de comunicação com os acessos às escadas e descargas. 5.5.4.7.1 As ocupações de Divisão F-2, térreas (com ou sem mezaninos), com área máxima construída de 1.500 m², podem ser dispensadas da exigência anterior, desde que haja placa indicativa, conforme IT 15, de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos, atentando para o item 5.5.4.1 desta Instrução Técnica. 5.5.4.7.2 Nas rotas de fuga não se admite portas de enrolar ou de correr, exceto quando esta for utilizada somente como porta de segurança da edificação, devendo permanecer aberta durante todo o transcorrer dos eventos, desde que haja placa indicativa, conforme IT 15, de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos, atentando para o item 5.5.4.1. desta Instrução Técnica. 5.5.4.8 É vedados o uso de peças plásticas em fechaduras, espelhos, maçanetas, dobradiças e outros, em portas de: a) rotas de saídas; b) entrada em unidades autônomas; e c) salas com capacidade acima de 50 pessoas. 5.5.4.9 A colocação de fechaduras nas portas de acesso e descargas é permitida, desde que seja possível a abertura pelo lado interno, sem necessidade de chave, admitindo-se que a abertura pelo lado externo seja feita apenas por meio de chave, dispensando-se maçanetas, etc. 5.6 Rampas 5.6.1 Obrigatoriedade O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) para unir dois pavimentos de diferentes níveis em acesso a áreas de refúgio em edificações com ocupações dos grupos H-2 e H-3; b) na descarga e acesso de elevadores de emergência;

c) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada; d) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações em que houver usuários de cadeiras de rodas (ver NBR-9050). 5.6.2 Condições de atendimento 5.6.2.1 O dimensionamento das rampas deve obedecer ao estabelecido em 5.4 5.6.2.2 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras, devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. 5.6.2.3 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível, tendo comprimento mínimo de 1,10 m, medidos na direção do trânsito, sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3,70 m. 5.6.2.4 As rampas podem suceder um lanço de escada, no sentido descendente de saída, mas não podem precedê-lo. 5.6.2.4.1 No caso de edificações dos grupos H2 e H3 as rampas não poderão suceder ao lanço de escada e viceversa. 5.6.2.5 Não é permitida a colocação de portas em rampas; estas devem estar situadas sempre em patamares planos, com largura não-inferior à da folha da porta de cada lado do vão. 5.6.2.6 O piso das rampas deve apresentar condições antiderrapante e permanecerem antiderrapante com o uso. 5.6.2.7 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga ao especificado em 5.8. 5.6.2.8 As exigências de sinalização, iluminação, ausência de obstáculos, e outros, dos acessos aplicamse, com as devidas alterações, às rampas. 5.6.2.9 Devem atender as condições estabelecidas nas alíneas a, b, c, d, e, f, g, h e i do item 5.7.1 desta IT. 5.6.2.10 Devem ser classificadas, a exemplo das escadas, como NE, EP, PF, seguindo para isso as condições especificas e cada uma delas estabelecidas nos itens 5.7.7, 5.7.8, 5.7.9, 5.7.10, 5.7.11, 5.7.12 e 5.7.13. 5.6.3 Declividade 5.6.3.1 A declividade máxima das rampas externas à edificação deve ser de 10% (1:10). 5.6.3.2 As declividades máximas das rampas internas devem ser de: a) 10%, isto é, 1:10, nas edificações de ocupações A, B, E, F e H; b) 12,5%, isto é, 1:8, quando o sentido de saída é na descida, nas edificações de ocupações D e G; sendo a saída em rampa ascendente, a inclinação máxima é de 10%; c) 12,5%, isto é, 1:8 nas ocupações C, I e J. 5.6.3.3 Quando, em ocupações em que sejam admitidas rampas de mais de 10% em ambos os sentidos, o sentido da saída for ascendente, deve ser dado um acréscimo de 25% na largura calculada conforme 5.4.

5.7 Escadas 5.7.1 Generalidades Em qualquer edificação, os pavimentos sem saída em nível para o espaço livre exterior devem ser dotados de escadas, enclausuradas ou não, as quais devem: a) ser constituída com material estrutural e de compartimentação incombustível; b) oferecer resistência ao fogo nos elementos estruturais além da incombustibilidade, conforme a IT 06 (Segurança Estrutural nas Edificações); c) ser dotadas de guarda-corpos em seus lados abertos conforme item 5.8; d) ser dotadas de corrimãos em todos os lados; e) atender a todos os pavimentos, acima e abaixo da descarga, mas terminando obrigatoriamente no piso da descarga, não podendo ter comunicação direta com outro lanço na mesma prumada (ver figura 3), devendo ter compartimentação, conforme a IT 07 na divisão entre os lanços ascendentes e descendentes em relação ao piso de descarga, exceto para escadas tipo NE (escada comum), onde devem ser acrescidas de sinalização iluminação de emergência e de sinalização de balizamento (IT 13 e 15), indicando a rota de fuga e descarga; f) ter os pisos com condições antiderrapantes e permanecerem antiderrapantes com o uso; g) quando houver exigência de duas ou mais escadas de emergência e estas ocuparem a mesma caixa de escada (volume), não será aceita comunicação entre si, devendo haver compartimentação entre ambas, de acordo com a IT 07. Quando houver exigência de uma escada e for utilizado o recurso arquitetônico de construir duas escadas em um único corpo, estas serão consideradas como uma única escada, quanto aos critérios de acesso, ventilação e iluminação. h) atender ao item 5.5.1.2.
TERMINAÇÃO DA ESCADA NO PISO DA DESCARGA SEM COMUNICAÇÃO DIRETA COM OUTRO LANÇO DA MESMA PRUMADA

b) ser medidas no ponto mais estreito da escada ou patamar, excluindo os corrimãos (mas não os guardacorpos ou balaustradas), que se podem projetar até 10 cm de cada lado, sem obrigatoriedade de aumento na largura das escadas; c) ter, quando se desenvolver em lanços paralelos, espaço mínimo de 10 cm entre lanços, para permitir localização de guarda-corpo ou fixação do corrimão. 5.7.3 Dimensionamento de degraus e patamares 5.7.3.1 Os degraus devem: a) ter altura h (ver figura 4) compreendida entre 16,0 cm e 18,0 cm, com tolerância de 0,5 cm; b) ter largura b (ver figura 4) dimensionada pela fórmula de Blondel: 63 cm ≤ (2h + b) ≤ 64 cm; c) ser balanceados quando o lanço da escada for curvo (escada em leque), ou em aspiral, quando se tratar de escadas não destinadas a saídas de emergências (ver item 5.7.5.1) caso em que a medida do degrau (largura do degrau) será feita segundo a linha de percurso e a parte mais estreita destes degraus ingrauxidos não tenham menos de 15 cm (ver figura 5) e 07 cm, respectivamente; d) ter, num mesmo lanço, larguras e alturas iguais e, em lanços sucessivos de uma mesma escada, diferenças entre as alturas de degraus de, no máximo, 0,5 cm; e) ter bocel (nariz) de 1,5 cm, no mínimo, ou, quando este inexistir, balanço da quina do degrau sobre o imediatamente inferior com este mesmo valor mínimo (ver figura 4).

BOCEL

1,5 cm

b

h
h = altura do espelho b = largura do degrau

QUINA

1,5 cm

PISO DA DESCARGA

b h

LANÇOS DOS ANDARES INFERIORES AO PISO DA DESCARGA

Figura 4 – Altura e largura dos degraus (escada com ou sem bocel)

Figura 3 – Segmentação das escadas no piso da descarga

5.7.2 Largura As larguras das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) ser proporcionais ao número de pessoas que por elas devam transitar em caso de emergência, conforme 5.4;

5.7.3.2 O lanço mínimo deve ser de três degraus e o lanço máximo, entre dois patamares consecutivos, não deve ultrapassar 3,70 m de altura.

c.3 Nas edificações com altura menor ou igual a 12.6 Escadas em edificações em construção Em edificações em construção. medido na direção do trânsito. LANÇO MÍNIMO T RÊS DEGRAUS LANÇO DA ES CADA P AMAR AT Com primento do patam ar P = (2h + b)n + b Figura 6 – Lanço mínimo e comprimento dos patamares 5.5. exceto os previstos especificamente nesta Instrução Técnica. 2 ou 3).7.7. d) ser dotadas de corrimãos.7. f) atender ao prescrito em 5. 120 (cento e vinte) minutos.5.7.7.1 com altura menor ou igual a 6.1 As escadas em leque. G e J.1 As paredes das caixas de escadas.5 Os pontos de fixação das escadas metálicas na caixa de escada devem possuir Tempo de Resistência ao Fogo de 120 (cento e vinte) minutos. igual à largura da escada quando há mudança de direção da escada sem degraus ingrauxidos.7.3.7.7.1. atendendo ao prescrito em 5. para passagem para rede elétrica.7.2 Admitem-se nas escadas secundárias. permitindo a fácil evacuação da obra e o acesso dos bombeiros.7.7.7.3. balanceamento e outros). b) no mínimo. respeitadas as demais exigências para escadas de saídas de emergência. sempre a lei de Blondel: a) ocupações A até G: h = 20 cm b) ocupações H: h = 19 cm c) ocupações I até M: h = 23 cm 5.4. g) as escadas secundárias podem ser constituídas de material combustível.0 m. quando se tratar de escada reta. 5. 5. apenas um corrimão nas escadas com até 1. conforme 5. e nas escadas curvas (escadas em leque) dispensa-se à aplicação da fórmula dos patamares (5. B.3 O comprimento dos patamares deve ser (ver figura 6): a) dado pela fórmula: p = (2h + b)n + b onde n é um número inteiro (1. armários para medidores de gás. no mínimo.4. nem para a localização de quaisquer móveis ou equipamentos. com largura de 90 cm e degraus ingrauxidos. conforme lei de Blondel. dutos e assemelhados. não destinadas a saídas de emergência.4 Em ambos os lados de vão da porta.3 (dimensionamento dos degraus. e) ser dotadas de guardas em seus lados abertos. quando se enquadrar em uma das seguintes situações: a) pertencerem ao grupo de ocupação A.5. bastando que o patamar tenha um mínimo de 80 cm.1 a 5.7. das guardas. 5. b) ter a largura mínima de 80 cm.7. as seguintes alturas máximas h dos degraus. a fórmula anterior.7. exclusivamente de serviço e não destinadas a saídas de emergência.4 As paredes das caixas de escadas enclausuradas devem garantir e possuir Tempo de Resistência ao Fogo por.3.1 A escada comum (NE) deve atender aos requisitos de 5.7.3 Nas caixas de escadas.2 As caixas de escadas não podem ser utilizadas como depósitos.7. excetuadas as escadas não enclausuradas em edificações com altura menor ou igual a 12 metros. deve haver patamares com comprimento mínimo igual à largura da folha da porta.7. 5.4 Caixas das escadas 5. nos mesmos grupos de ocupação citados na alínea a.3). não podem existir aberturas para tubulações de lixo.8.7 Escadas não enclausuradas ou escada comum 5. porém. desde que a população seja inferior a 20pessoas. b) a escada for exigida como segunda saída.70 m.4.0 m as escadas não enclausuradas utilizadas para saídas de emergências poderão ser construídas com “b” 55cm Figura 5 – Escada com lanços curvos e degraus balanceados 5.4.7.3. 5. dos acessos e das descargas devem ter acabamento liso. 5.7. em espiral e de lances retos consideradas como escadas secundárias. não se aplicando neste caso. mesmo por curto espaço de tempo. exceto 5.4. .7. c) ter os pisos em condições antiderrapantes e permaneçam antiderrapantes com o uso. porém. com altura da escada não superior a 3.2 Nas edificações com população igual ou inferior a 50 pessoas será admitido qualquer tipo de escada de emergência. bastando. desde que haja outra escada que atenda a toda população que não pode ultrapassar 50 pessoas. respeitando-se.7.7. centros de distribuição elétrica. 5.7. 5.8. devem: a) atender aos mezaninos e áreas privativas de qualquer edificação. 5. as escadas devem ser construídas concomitantemente com a execução da estrutura.3.5 Escadas não destinadas a saídas de emergência 5. D.10 m de largura e dispensando-se corrimãos intermediários.

1. de janelas abrindo para o espaço livre exterior. a 1. que permita a entrada de ar puro. que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível.7. 3.7. madeira. 5. 7.7.8. 5.3.8. em projeção horizontal. no máximo. c) ser dotadas.7. b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0.Ventilação da escada enclausurada protegida e seu acesso APARTAMENTO OU ESCRITÓRIO PCF Figura 8 – Escada enclausurada protegida.80 m. estando o peitoril.7.7. junto ao teto sendo vedados os tipos de abrir com o eixo vertical e “maxiar”.10 ou 5.1.ver figura 7. conforme alínea c de 5. m e 5.80 m².7. devendo distar pelo menos 3. sem antecâmara. podendo ser aceita quando centralizada acima dos lances de degraus.4.3 Na impossibilidade de colocação de janela na caixa da escada enclausurada protegida. havendo.7. 1 C> 15 cm JANELA (CONFORME 5.40 m. 5. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote.8.375 m (para b = 27 cm) . em todos os pavimentos (exceto no da descarga.3. e: a) ter suas caixas isoladas por paredes resistentes a 2 horas de fogo. situadas junto ao teto ou.10 m acima do piso do patamar ou degrau adjacente e tendo largura mínima de 80 cm. pois bomba ou escaparate com diâmetro mínimo de 0. ou.7. em condições análogas à tomada de ar dos dutos de ventilação (ver 5. Nota: PCF = Porta Corta Fogo por 90 min. para caso de aberturas instaladas em banheiros. m 65 Figura 7 – Escada curva admissível como saída de emergência 5.8. atendendo ao previsto em 5. a 15 cm deste. chapa dobrada. os corredores de acesso devem: a) ser ventilados por janelas abrindo para o espaço livre exterior. sem corrimão intermediário. no mínimo. b) ter sua ligação com a caixa da escada por meio de antecâmaras ventiladas. c) ser dotadas de venezianas ou outro material que assegure a ventilação permanente. 5.7.7.8.1. com área mínima de 0.7. e) os caixilhos.00 m. devendo estar localizada na parede junto ao teto ou no máximo a 15 cm deste. com resistência de 90 minutos de fogo.7.8.4 A escada enclausurada protegida deve possuir ventilação permanente inferior.8.20 m² no mínimo.3.00 m.1 a 5. de outras aberturas.80 m².7. Co Ø m nf ín or . no mínimo. Poderá esta ventilação ser por veneziana na própria porta de saída .7. b) ter as portas de acesso a esta caixa de escada do tipo Corta-fogo (PCF). exceto no caso de ocupações da divisão F3 (Centro Esportivo e de Exibição).2. com área mínima de 0. 1.2 As janelas das escadas protegidas devem: a) estar situadas junto ao teto ou. com área de 1.11). onde isto é facultativo).7. À distância das venezianas podem ser reduzidas para 1. d) ser construídas em perfis metálicos reforçados. plástico.97 m (escada com degraus b = 32 cm) a 1.1 Os lanços curvos deverão ser constituídos de degraus ingrauxidos iguais.7. as linhas de bocéis convergindo em um ponto (centro da circunferência).c. d) ser dotadas de janela que permita a ventilação em seu término superior.10 m e 1. vestiários ou área de serviço. sendo vedado o uso de perfis ocos.8.80 m². 5.7. a 15 cm deste.11. com espessura mínima de 3 mm.3. no mínimo.7. poderão ser do tipo basculante. caso normal 5.1 As escadas enclausuradas protegidas (ver figura 8) devem atender aos requisitos de 5. executadas nos moldes do especificado em 5.12.7.7. 7. largura mínima de 0.8 Escadas enclausuradas protegidas (EP) 5. e outros.2 A largura das escadas deverão ser entre 1. c) possuir dois dutos de ventilação conforme especificado no item 5. podendo esta distância ser reduzida para 2. em cada pavimento (ver figura 9).2) >20cm PCF JANELA P/ VENTILAÇÃO DO ACESSO (CONFORME 5. de qualquer outra abertura. devendo pelo menos uma das faces da janela estar a no máximo 15 cm do teto. exceto 5.65 m.lanços curvos.8. devendo ficar junto ao solo da caixa da escada podendo ser no piso do pavimento térreo ou no patamar intermediário entre o pavimento térreo e o pavimento imediatamente superior.a) VIDRO ARAMADO Figura 9 .

9. terraços ou balcões. c) ser providas de portas corta-fogo (PCF) com resistência de 60 minutos ao fogo.térrea ou em local conveniente da caixa da escada ou corredor da descarga. exceto 5. 5.1.1 a 5. b) ter ingresso por antecâmaras ventiladas. E – elevador comum EE – elevador de emergência DE – duto de entrada de ar DS – duto de saída de ar PCF – porta corta-fogo Caixa d’água Casa de Máquinas ar Fechado no alto Último Pavimento ar Ante câmara Ante câmara >2.7.9 Escadas enclausuradas à prova de fumaça 5.2 A iluminação natural das caixas de escadas enclausuradas.7. com elevador de emergência (posição exemplificativa) na antecâmara.7. e: a) ter suas caixas enclausuradas por paredes resistentes a 4 h de fogo.c.7. b) este caixilho deve ser guarnecido com vidro aramado.10 e os últimos em 5.12. com espessura mínima de 6.4. devendo ser aberto somente para fins de manutenção ou emergências. com fecho acionável por chave ou ferramenta especial. malha de 12.5 mm. recomendáveis. que permita a entrada de ar puro. Figura 10 – Escada enclausurada à prova de fumaça. deve obedecer aos seguintes requisitos: a) ser obtida por abertura provida de caixilho de perfil metálico reforçado.1 As escadas enclausuradas à prova de fumaça (ver figuras 10 e 11 e 12) devem atender ao estabelecido em 5. mas não indispensável. . quando houver. atendendo as primeiras ao prescrito em 5.7.3.7.00m Junto ao piso Junto ao teto (ausência de viga) 2º Pavimento Veneziana ou tela Fechado na base Pilotis Pilotis Entrada de ar CORTE 1-1 Figura 11 – Duto de ar – Desenho esquemático (ver figura 10) CORTE 2-2 5.7.9.7.5 mm. transparente ou não.

11. d) ser ventiladas por dutos de entrada e saída de ar. g) ter. d) havendo mais de uma abertura de iluminação.84 m² e. medida eixo a eixo.1 Os dutos de ventilação natural devem formar um sistema integrado: o duto de entrada de ar (DE) e o duto de saída de ar (DS). Nota: A abertura exigida na alínea e poderá ser projetada junto ao teto do primeiro pavimento que possua acesso direto ao exterior (Exemplo: piso térreo). no máximo.3 As paredes dos dutos de saídas de ar devem: a) ser resistentes.00 m acima de qualquer elemento construtivo existente sobre a cobertura. muretas e outros). longe de qualquer eventual fonte de fumaça em caso de incêndio.11 Dutos de ventilação natural 5. quando atenderem a mais de 15 antecâmaras. rebocada. j) as aberturas dos dutos de entrada e saída de ar das antecâmaras deverão ser guarnecidas por telas de arame. devem: a) ter comprimento mínimo de 1. entre as aberturas de entrada e de saída de ar.11. para ingressos nas escadas enclausuradas (ver figura 10). a 15 cm deste.7. devendo seu topo situar-se a 1. que não diminua a área efetiva de ventilação. 5. e) ter abertura em sua extremidade inferior ou junto ao teto do 1o pavimento. ao nível do solo ou abaixo deste.7. e) ter. no máximo. de 15 cm de espessura. obedecer à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões.7. b) ser igual a 1. a uma parede de tijolos maciços.5 cm.84 m² e. quando atenderem a até 15 antecâmaras.11. duas faces opostas com área nunca inferior a 1. isto é.5 A secção da parte horizontal inferior do duto de entrada de ar deve: a) ser. quando retangular. no caso de edificações com mais de 30 m de altura. com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2. em edificações com altura igual ou inferior a 30 m.11. pelo menos.7. c) atender às condições das alíneas a à c e f de 5.2.50 m e a soma de suas áreas não deve ultrapassar 10% da área da parede em que estiverem situadas. em especial no caso da . pode ser de até 1. 5.7. g) ser fechados na base. em parede dando para antecâmara ou varanda. de preferência. medida em planta. c) ter. a distância entre elas não pode ser inferior a 0.50 m². a uma distância horizontal de 3. 5. medida em planta.c) em paredes dando para o exterior.6 A tomada de ar do duto de entrada de ar deve ficar. c) ter revestimento interno liso.00 m.00 m. quando não forem totalmente abertos no topo. no mínimo. no mínimo. b) ter revestimento interno liso. quando retangular. b) ter pé-direito mínimo de 2. b) ter secção mínima calculada pela seguinte expressão: s = 0. 5.4. área não-inferior a 0.11.00 m² cada uma. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões.7. d) ser totalmente fechados em sua extremidade superior. 5.11. e de 23 cm de espessura. quando de secção retangular. 5. 5. 5.5 cm.11.5 cm por 2. com resistência de 60 minutos de fogo cada.1 As antecâmaras.2 Os dutos de saída de ar (gases e fumaça) devem: a) ter aberturas somente nas paredes que dão para as antecâmaras. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões.5 (uma vez e meia) a área da secção do trecho vertical do duto de entrada de ar.11.11. sua área máxima não pode ultrapassar 0. possuindo acesso direto ao exterior. devendo estas aberturas serem dispostas em.7. f) não serem utilizados para a instalação de quaisquer equipamentos ou canalizações.7. e) ter a abertura de entrada de ar do duto respectivo situada junto ao piso ou. casas de máquinas. a 2 horas de fogo.7.10.7 As dimensões dos dutos dadas em 5. b) ter isolamento térmico e inércia térmica equivalente.7.00 m². igual à do duto.4 Os dutos de entrada de ar devem: a) ter paredes resistentes ao fogo por 2 horas. a uma distância horizontal de 3. guarnecidas ou não por venezianas ou equivalente. no mínimo.11.105 x n onde: s = secção mínima.11.2 são as mínimas absolutas. da porta de entrada da antecâmara.50 m.10 Antecâmaras 5. em m². e a abertura de entrada de ar situada.7. f) ter a abertura de saída de ar do duto respectivo situada junto ao teto ou no máximo.5 vezes a área da secção do duto.84 m² e. com área mínima de 0. c) ser dotadas de porta corta-fogo (PCF) na entrada e na comunicação da caixa da escada. com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2.7. no mínimo. d) elevar-se no mínimo a 3. a 15 cm deste. devendo esta abertura ser guarnecidas por telas de arame.00 m acima do eixo da abertura da antecâmara do último pavimento servido pelo duto. aceitando-se mesmo recomendando o cálculo exato pela mecânica dos fluídos destas secções. da porta de entrada da escada. com área mínima de 0. a distância vertical mínima de 2. sua secção deve ser aumentada para compensar a redução.7. cumeeiras.5 cm por 2. aberturas de saída de ar com área efetiva superior ou igual a 1. n = número de antecâmaras ventiladas pelo duto.80 m. h) ter a abertura de saída de ar situada. de acordo com 5.7. que assegure a captação de ar fresco respirável.2 a 5. e se situarem em nível superior a qualquer elemento construtivo do prédio (reservatórios.00 m. em qualquer caso. i) ter paredes resistentes ao fogo por no mínimo 120 min. no máximo.

0 cm dos compartimentos internos do prédio e da caixa de escada enclausurada. para ingresso em escadas enclausuradas. 5.7.3. atendendo ao prescrito no item 5.7. o acesso deve ser protegido por marquise com largura mínima de 1. b) o somatório das áreas das aberturas da parede fronteira à edificação considerada não ultrapassar um décimo da área total desta parede.1 As escadas abertas externas (ver figuras 13 e 14) podem substituir os demais tipos de escadas e devem atender aos requisitos de 5. 5.12.11. quando: a) o prédio for dotado de chuveiros automáticos.5 m2.7. varandas.7. no mínimo.7. varanda ou terraço para o ingresso na escada enclausurada à prova de fumaça (PF). igual a um terço da altura da edificação.8. desde que entre elas seja interposta uma parede com TRF mínimo de 02 (duas) horas (ver figura 12).4 Será aceita uma distância de 1. 5.7. Figura 13 – Escada externa aberta .14. d) entre a escada aberta e a fachada da edificação deverá ser interposta outra parede com TRF mínimo de 02 (duas) horas.15 metros.5 Será aceita a ventilação no balcão da escada à prova de fumaça. b) ter guarda-corpo de material incombustível e não vazado com altura mínima de 1. d) em se tratando de terraço a céu aberto.30 m. h) na existência de shafts.12. i) será admitido este tipo de escada com altura até 30m.a).2 A distância horizontal entre o paramento externo dos guarda-corpos dos balcões. varandas e terraços 5. c) as aletas possuam um ângulo de no mínimo 45 graus em relação ao plano vertical da janela d) as antecâmaras deverão atender o item 5. entre a abertura desprotegida do próprio prédio até o paramento externo do balcão. ressalvada o estabelecido em 5. f) a distância do paramento externo da escada aberta até o limite de outra edificação no mesmo terreno ou limite da propriedade deverá atender aos critérios adotados na Instrução Técnica 05 (Separação entre Edificações). tais aberturas deverão ser delimitadas por paredes estanques nos termos da Instrução Técnica – 06.0 m de outras aberturas.7. terraços e assemelhados. 5. 5.existência de subsolos e em prédios de excepcional altura ou em locais sujeitos a ventos excepcionais.1 a 5. 5. 5.7.1. atendendo os critérios estabelecidos na Instrução Técnica – 06 (Segurança Estrutural nas Edificações) com TRF de 02 horas. a um sexto da altura.7.3.00 m quando a altura da edificação for superior a 12.3 A distância estabelecida em 5. para qualquer altura da edificação.10.2 e: a) ter seu acesso provido de porta corta-fogo com resistência mínima de 90 (noventa) minutos. b) e c).13 Escadas à prova de fumaça pressurizada (PFP) As escadas à prova de fumaça pressurizadas ou escadas pressurizadas podem sempre substituir as escadas enclausuradas protegidas (EP) e as escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF). não situado no último pavimento. 5.20 m.1 Os balcões.8.7.00 m e de 8.12. g) a estrutura. c) na edificação considerada não houver ocupações pertencentes aos grupos C ou I.2 pode ser reduzida à metade. b) as distâncias entre as aletas das aberturas das janelas tenham espaçamentos de no mínimo 0.7. mas nunca a menos de 3.3. terminando obrigatoriamente neste. varandas e terraços que sirvam para ingresso às escadas enclausuradas à prova de fumaça e qualquer outra abertura desprotegida do próprio prédio ou das divisas do lote deve ser.12 Acesso em escada enclausurada por balcões. c) ter piso praticamente em nível e desnível máximo de 3.00 m. devem atender aos seguintes requisitos: a) ser dotados de portas corta-fogo na entrada e na saída com resistência mínima de 60 min. Figura 12 – Escada enclausurada do tipo PF ventilada por balcão 5.1.12.14 Escada Aberta Externa (AE): 5.20 m. devendo atender a todas as exigências da Instrução Técnica 10 (Pressurização de Escadas de Segurança). desde que: a) área efetiva mínima de ventilação seja de 1. f) ter distância de no mínimo 3.12.7.7.00m. e) toda abertura desprotegida do próprio prédio até escada deverá ser mantida distância mínima de 3. portanto da escada aberta externa deverá ser construída em material incombustível.00 m. e) ter altura de peitoril de 1.12. b) manter raio mínimo de escoamento exigido em função da largura da escada. dutos ou outras aberturas verticais que tangenciam a projeção da escada aberta externa.12. mas nunca a menos de 3.30 metros.7. através de janela com ventilação permanente.00 (três) m quando a altura da edificação for inferior ou igual a 12. c) atender tão somente aos pavimentos acima do piso de descarga. isto é.

balaústres e assemelhados calculados para resistir a uma carga horizontal de 1.8. longarinas. as divisórias leves e outros elementos de construção que envolva as saídas de emergência devem ser projetados de forma a: a) resistir a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados ou calculadas para resistir a uma força horizontal de 730 N/m aplicada a 1.8. deve ser. quando medida verticalmente do topo da guarda a uma linha que una as pontas dos bocéis ou quinas dos degraus.8. corredores. devem: a) ter balaústres verticais. arestas ou soluções de continuidade.1.3 Exigências estruturais 5. galerias.8. Em escolas. deve ser de no mínimo.3. vidros de segurança laminados ou aramados e outros. as grades de balaustradas. prolongando-se. de seus patamares. os corrimãos das escadas deverão ser contínuos. telas e assemelhados.20 m (vinte centímetros) do início e término da escada com suas extremidades voltadas para a parede ou com solução alternativa.4 As guardas constituídas por balaustradas. medido como especificado em 5. telas. das paredes ou guardas às quais forem fixados.4 Os corrimãos devem estar afastados 40 mm no mínimo. b) ter seus painéis.1 Guarda-corpos e balaustradas 5. 5. reentrâncias ou quaisquer elementos que possam enganchar em roupas.05 m ao longo dos patamares.8. Figura 14 – Escada externa aberta 5. seu diâmetro varia entre 38 mm e 65 mm (ver figura 16). adotando-se a condição que conduzir a maiores tensões (ver figura 17).1.3 A altura dos guarda-corpos em escadas externas. as esquadrias.8. sempre que for possível. de balcões e assemelhados.2. 5. No caso de secção circular. permitindo um contínuo deslocamento da mão ao longo de toda a sua extensão. além do corrimão principal. saliências. 5. devem ser protegidos de ambos os lados por paredes ou guarda-corpos contínuos. de 1. deve haver corrimãos nas alturas indicadas para os respectivos usuários. b) ser isentas de aberturas.8. isto é. além do corrimão principal na altura normal exigida.8. jardins-de-infância e assemelhados. as paredes. medida internamente. escadas.6 Para auxílio dos deficientes visuais. exceto para as ocupações do grupo I e J para as escadas e saídas não emergenciais. sem encontrar quaisquer obstruções. 5.2.2.1.2. 5.8.entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso. grades.2 A altura dos guarda-corpos. 1.1 os guarda-corpos de alvenaria ou concreto. mezaninos e outros (ver figura 15). escadas.05 m de altura. exigindo-se o uso de vidros aramados ou de segurança laminados. esta medida tomada verticalmente da forma especificada em 5. corredores.2 (ver figura 15).8 Guardas e corrimãos 5.5 Não são aceitáveis. grades. devendo estar situados . podendo ser reduzida para até 92 cm nas escadas internas. balcões.8. c) ser constituídas por materiais não estilhaçáveis. terraços.2 Uma escada pode ter corrimãos em diversas alturas.2.2 Corrimãos 5.1 Toda saída de emergência. 5. as guardas vazadas. pelo menos 0. para evitar quedas. patamares.30 m. 5. corrimãos construídos por elementos com arestas vivas.2.8.3 Os corrimãos devem ser projetados de forma a poderem ser agarrado fácil e confortavelmente.2. em saídas de emergência. sempre que houver qualquer desnível maior de 19 cm.1. no mínimo. sem interrupção nos patamares. mezaninos.1.8. longarinas intermediárias. as reações devidas a este carregamento não precisam ser adicionadas às Figura 15 – Dimensões de guardas e corrimãos 5.1 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas. rampas e outros.8.8. Figura 16 – Pormenores de corrimãos 5. se for o caso. tábuas largas na horizontal e outros.8. sendo em escadas.8. de modo que uma esfera de 15 cm de diâmetro não possa passar por nenhuma abertura. 5.20 kPa aplicada à área bruta da guarda ou equivalente da qual façam parte.1.

10 m de largura. anulando as chamas existentes.9.5.2. 5. onde pode ser prevista. .9. excepcionalmente. pode-se dispensar o corrimão.3.9. Os lanços determinados pelos corrimãos intermediários devem ter. d) deve estar ligado a um grupo moto gerador (GMG) de emergência.2. 5. no máximo.8. ainda. de modo que as respectivas portas permaneçam abertas.2.4 Corrimãos intermediários 5.8.8. às seguintes condições: a) estar localizado no pavimento da descarga.2. 5.9 Elevadores de emergência 5. 5. o elevador de emergência deve ter cabine com dimensões apropriadas para o transporte de maca.4.8.4.3 Escadas externas de caráter monumental podem.80 m. 5. independentemente dos elevadores de uso comum. 5. para hall enclausurado e pressurizado. que exijam máximo apoio com ambas às mãos em corrimãos.7.10. b) possuir chave de comando de reversão para permitir a volta do elevador a este piso.9.8. c) ter circuito de alimentação de energia elétrica com chave própria independente da chave geral do edifício. sempre que sua altura ultrapassar 12 m. nos termos de 5. quando forem utilizadas por grandes multidões. Figura 17 – Pormenores construtivos de instalação de guardas e cargas a que elas devem resistir 5. e ao seguinte (ver figura 10): a) ter sua caixa enclausurada por paredes resistentes a 4 horas de fogo.1Enquanto não houver norma específica referente a elevadores de emergência.8..4. no mínimo. e 5.1 Obrigatoriedade É obrigatória a instalação de elevadores de emergência: a) em todas as edificações residenciais A-2 e A-3 com altura superior a 80 m e nas demais ocupações com altura superior a 60 m.2. desta Instrução Técnica. possuindo este circuito chave reversível no piso da descarga.3.8. 5.2 As extremidades dos corrimãos intermediários devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. c) possuir dispositivo de retorno e bloqueio do carro no pavimento da descarga.3.9. 5. ressalvado o caso de escadas em ocupações dos tipos H-2 e H-3.2 Os corrimãos devem ser calculados para resistirem a uma carga de 900 N. 1. utilizadas por pessoas muito idosas e deficientes físicos.3 Nas escadas tipo NE. ter apenas dois corrimãos laterais. independentemente de sua largura. e em torres exclusivamente monumentais de ocupação F-2. mediante chamada apropriada. conforme itens 5.12.4.2 O painel de comando deve atender.20 m de largura devem ter corrimão intermediário. d) possuir duplo comando automático e manual reversível. em caso de emergência. b) ter suas portas metálicas abrindo para antecâmara ventilada.7.cargas especificadas na alínea precedente (ver figura 17). estes devem atender a todas as normas gerais de segurança previstas nas NBR 5410 e NBR 7192. para patamar de escada pressurizada ou local análogo do ponto de vista de segurança contra fogo e fumaça.8. para varanda conforme 5. 5. a cada 1.3 Nas ocupações institucionais H2 e H-3. exclusivamente monumentais de ocupação G-1.2 Exigências 5. aplicada em qualquer ponto deles. b) nas ocupações institucionais H-2 e H-3. desde que o guarda-corpo atenda também os preceitos do corrimão. verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos. sem prejuízo do fechamento do vão do poço nos demais pavimentos. que possibilite que ele seja ligado a um gerador externo na falta de energia elétrica na rede pública. uma unidade de passagem especial com 69 cm entre corrimãos. em escadas largas.8.1 Escadas com mais de 2.2.

Nesses casos a área mínima de refúgio de cada pavimento ficará restrita a 30% dos leitos existentes naquele pavimento. e 2. parte da saída de emergência de uma edificação.3.00 m. Nota: Não será exigida a alínea a nas edificações onde as escadas exigidas forem do tipo NE .1.2. em rampas. atendendo-se às dimensões exigidas em 5.10. c) ter portas corta-fogo com resistência de 60 minutos de fogo.2.1 Tipos 5.1 Em ocupações em H-2 e H-3.1 Conceituação e exigências 5.1. isolando-o de todo compartimento que com ele se comunique.1.8.11 Descarga 5. tendo acesso direto.10.4 A área em pilotis que servir como descarga deve: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza. pode ser constituída por: a) corredor ou átrio enclausurado. como especificado em 5. ou resistência a 90 minutos de fogo. a comunicação entre as áreas de refúgio Figura 19 – Descarga através de hall térreo não enclausurado 5. salas de medidores. 5. com larguras correspondentes às suas respectivas áreas e não menores que as mínimas absolutas de 1. 5. desde que cada local compartimentado tenha acesso direto às saídas.escadas não enclausuradas e altura até 12.11. cada uma delas.1.000 m². dotada de divisores físicos que impeçam tal utilização. 5. 5. b) ter pisos e paredes revestidos com materiais resistentes ao fogo. as paredes que definem as áreas de refúgio devem apresentar resistência ao fogo conforme a IT 06 e as condições estabelecidas na IT 07.10. quando a escada for à prova de fumaça. sendo admitido nesse saguão ou hall elevadores.3.10. tais com apartamentos. restaurantes e outros. as larguras das saídas de emergência podem ser reduzidas em até 50%. sala de estar e salão de festas (ver figura 19).1.10. b) ser mantida livre e desimpedida. A caixa de corrida (poço) deve ter abertura de ventilação permanente em sua parte superior. que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública.6. desde que entre o final da descarga e a fachada ou alinhamento predial (passeio) mantenha-se um espaço livre para acesso ao exterior. atendendo as condições estabelecidas na alínea d do item 5.11.1.10. a uma escada/rampa de emergência (ver figura 18).1 Área de refúgio é a parte de um pavimento separada do restante por paredes corta-fogo e portas corta-fogo.10.1.11. as áreas de refúgio não devem ter áreas superiores a 2.9. b) a existência de compartimentação de área no pavimento será aceita como área de refúgio.2 Nestas ocupações H-1 e H-2. e/ou entre estas áreas e saídas deve ser em nível ou caso haja desnível.7. sala de espera.1 A descarga.1. 5.11.2 A estrutura dos prédios dotados de áreas de refúgio deve ter resistência conforme Instrução Técnica – 06 (Segurança Estrutural na Edificação).3 Admite-se que a descarga seja feita por meio de saguão ou hall térreo não enclausurado. sendo. portaria.2 Obrigatoriedade É obrigatória a existência de áreas de refúgio nos seguintes casos: a) em edificações institucionais de ocupação E-5.4 As caixas de corrida (poço) e casas de máquinas dos elevadores de emergência devem ser enclausuradas e totalmente isoladas das caixas de corrida e casa de máquinas dos demais elevadores.10.11. recepção.11. 5.2 O corredor ou átrio enclausurado que for utilizado como descarga deve: a) ter paredes resistentes ao fogo por tempo equivalente ao das paredes das escadas que a ele conduzirem. c) corredor a céu aberto. E-6. b) área em pilotis.5. 5.10 Área de refúgio 5. Figura 18 – Desenho esquemático da área de refúgio 5.10 m para as edificações em geral. H-2 e H-3 com altura superior a 12.3 Em edificações dotadas de áreas de refúgio. quando a escada for enclausurada protegida.00 m.3 Hospitais e assemelhados 5. quando necessário. bem como nas ocupações E-6. desde que entre o acesso à escada e a área externa (fachada ou . 5.20 m para as ocupações H-2 e H-3. desde que tenha acesso direto às saídas de emergência (escadas ou rampas). conforme IT 06. não podendo ser utilizada como depósito de qualquer natureza.

11. ou parte dela. no mínimo com largura de 2. 5.13.1 A iluminação de emergência deve ser executada obedecendo à Instrução Técnica 15. tanto do lado interno como do externo.1. a soma das larguras das escadas que a ela concorrem. nos prédios em geral. 5. na qual o piso se ache abaixo do pavimento da descarga.20 m.2.7.1.00 m² de aberturas inteiramente acima do solo a cada 15. e outros) e ter as larguras exigidas pela NBR 9050.3.12.2 e 5.2.12 Iluminação de emergência e sinalização de saída 5. ressalvados os casos descritos em 5.1 No dimensionamento da descarga. 5. b) estas aberturas tenham peitoril à não mais de 1. sendo facilmente identificáveis.12.1 Construções subterrâneas ou subsolos 5.3. nas edificações classificadas com H-2 e H-3 por sua ocupação. não sendo necessário que a descarga tenha.2.3 Outros ambientes com acesso 5.14 Construções subterrâneas.1.2.55 m).14. considerando-se esta largura para cada segmento de descarga entre saídas de escadas (ver figura 20).2 Iluminação de emergência 5.2 Não são considerados subsolos. em pelo menos dois lados de. nos termos de 5.14. 5. 5. é indispensável à iluminação artificial noturna. subsolo edificações sem janelas .10 m.1 As edificações sem janelas são aquelas edificações. c) estas aberturas sejam de fácil manuseio. e a 1.14. 5.14.12.1 A sinalização de saída deve ser executada obedecendo à Instrução Técnica 15. considera-se construção subterrânea ou subsolo a edificação.14. b) a largura calculada conforme 5.3. 5.alinhamento predial) possua um espaço reservado e desimpedido.12. 2.10 (ver figura 21).1 Galerias comerciais (galerias de lojas) podem ter acesso à descarga desde que a ligação seja feita por meio de antecâmara enclausurada e ventilada. os pavimentos nas condições seguintes: a) o pavimento que for provido.11. que não possuem meios de acesso direto ao exterior através de suas paredes periféricas ou aberturas para ventilação ou salvamento através das janelas ou grades fixas existentes. devem possuir rampas e elevadores de segurança ou outros dispositivos onde houver diferença de nível entre pavimentos. interna e externamente.2.13 Acesso sem obstáculos 5.14.5 O elevador de emergência pode estar ligado ao hall de descarga.2 Estas rotas devem permanecer livres de quaisquer obstáculos ou saliências nas paredes (móveis. devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem.1 As rotas de saída destinadas ao uso de doentes e deficientes físicos.13.1 Iluminação das rotas de saída As rotas de saída devem ter iluminação natural e/ou artificial em nível suficiente.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica.11. 5.20 m acima do piso interno e que não tenham medida alguma menor que 60 cm (luz).00 m lineares de parede periférica. 5. 5.2 A largura das descargas não pode ser inferior: a) a 1.2.3 Sinalização de saída 5. em toda a sua extensão. Figura 21 – Acesso de galeria comercial à descarga .11. inclusive usuários de cadeiras de rodas.14. para efeito de saídas de emergência.1. extintores de incêndio. 5. 5. no mínimo.2 Dimensionamento 5. de acordo com a NBR 5413. Mesmo nos casos de edificações destinadas a uso unicamente durante o dia.Generalidades Conceituação Figura 20 – Dimensionamento de corredores de descarga e e 5.2 Edificações sem janelas.14. 5.12.11.4. desde que seja agregado à largura desta uma unidade de saída (0.20 m. ou parte delas. ressalvando o especificado em 5.65 e 2.11.2. de forma a permitir operações de salvamento provenientes do exterior.

o interessado propor medidas alternativas a ser avaliada pelo Corpo Técnico. no mínimo. considerando que. 5. .1. em áreas sem acesso direto ao exterior e sem janelas para permitir ventilação e auxílio de bombeiros. modificadas quanto ao seu tipo de ocupação deverão atender as exigências desta Instrução Técnica. obedecendo às alíneas b e c de 5. b) nos casos em que for comprovada tecnicamente a inviabilidade da adaptação. com.2 Uma edificação térrea ou porção dela não é considerada sem janelas quando: a) o pavimento tem portas ao nível do solo. c) é obrigatório à adoção de áreas de refúgio em subsolo com área superior a 500 m².3 Exigências especiais para construções subterrâneas. subsolos e edificações sem janelas. Alturas superiores a 12 m exige-se pressurização da escada (ver IT 10). b e c de 5. por qualquer motivo. 5.2.5. em lados opostos.3 Uma edificação não-térrea não é considerada sem janelas quando: a) existem acessos conforme a alínea a de 5. b) quando.1. subsolos e as edificações sem janelas.3. b) estas aberturas têm dimensões mínimas de 60 cm x 60 cm. d) nos subsolos das edificações com exigência de escada tipo EP ou PF. painel de acesso ou janelas espaçadas a não mais de 50 metros nas paredes exteriores.14.1 As construções subterrâneas. não destinada à garagem. qualquer incêndio ou fumaça tende a provocar pânico.2.14.2. obedecendo às alíneas a.10 m de altura livre.2. vierem a ser. pelo menos. 5. A existência de compartimentação de área no pavimento será aceita com área de refugio. permitir a saída conveniente de seus usuários e atender as exigências abaixo: a) para subsolos com áreas de construção superior a 500 m² ou população total superior a 100 pessoas. devem.14. desde que tenha acesso direto a saída de emergência (escadas ou rampas). deverá. no mínimo. espaçados. 15 m nestas paredes. sem passagem pela descarga térrea.2.14. Nesse caso a área de refúgio fica restrita a 30 % no mínimo.15 Exigências para edificações ou áreas de risco em que sejam feitas modificações quanto ao tipo de ocupação. com distância mínima de 10 m entre elas. b) todos os pavimentos acima do térreo tiverem aberturas de acesso ou janelas em dois lados do prédio. com excesso de público ou população superior a 50 pessoas. ter ao menos uma das saídas direta ao exterior.14.2. 5.14.14. exceto para subsolos destinados a estacionamento de veículos. 60 cm de largura livre por 1. com altura ascendente de até 12 m. além das demais exigências desta Instrução Técnica que lhes forem aplicáveis. ter no mínimo duas saídas de emergência. exige-se escada simplesmente enclausurada com PCF P-90. ou totalmente. da área de cada pavimento. a) as edificações e/ou áreas de risco que. no caso de subsolo. em parte.

Classificação das edificações quanto à altura Tipo I II III IV Denominação Edificação Baixa Edificação de Média Altura Edificação Mediamente Alta Edificação Alta Altura H ≤ 12.00 m < H ≤ 30.00 m < H ≤ 54.00 m 30.00 m Acima de 54.Classificação das edificações quanto às suas dimensões em planta Natureza do Enfoque Código Classe da edificação Parâmetros de área N Quanto à área do maior Pavimento (Sp) O P Q R S T U De pequeno pavimento De grande pavimento Com pequeno subsolo Com grande subsolo Edificações pequenas Edificações médias Edificações grandes Edificações muito grandes Sp < 750 m² Sp > 750 m² Ss < 500 m² Ss > 500 m² St < 750 m² 750 m < St < 1500 m² 1500 m² < St < 5000 m² At > 5000 m² Quanto à área dos pavimentos situados abaixo da soleira de Entrada (Ss) Quanto à área total St (soma das áreas de todos os Pavimentos da edificação) .ANEXOS .Tabelas Tabela 1 .00 m Tabela 2 .00 m 12.

ser sempre projetados e executados dentro do tipo “Z”.Tabela 3 . Nota: Os prédios devem. Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do c) colapso estrutural.Classificação das edificações quanto às suas características construtivas CÓDIGO TIPO ESPECIFICAÇÃO Edifícios em que estão presentes as seguintes condições: a) Não possuem TRRF. de isenção no Regulamento de Segurança Contra b) propagação vertical do incêndio. preferencialmente. mesmo que existam condições a) Rápido crescimento do incêndio. de acordo com a IT 07. mesmo que existam condições de Edificações onde um dos três eventos isenção na IT 06 é provável: b) Não possuam compartimentação vertical completa. . mesmo que existam condições de isenção na IT 06 b) Não possuam compartimentação vertical completa. Estado de Minas Gerais. mesmo que existam condições de isenção na IT 06 Edificações em que o crescimento e a b) Não possuam compartimentação vertical completa. X Edifícios onde apenas uma das duas condições está presente: a) Não possuem TRRF. de acordo com a IT 07. a) Não possuem TRRF. mesmo que existam condições de isenção no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. Y Edifícios onde nenhuma das duas condições abaixo está presente: Edificações concebidas para limitar: Z a) O rápido crescimento do incêndio. b) propagação vertical do incêndio. c) colapso estrutural. mesmo que existam condições fáceis e onde a estabilidade pode ser de isenção no Regulamento de Segurança Contra ameaçada pelo incêndio Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. propagação do incêndio podem ser de acordo com a IT 07.

00 m² de área (E) (J) Uma pessoa por 7. máquinas. quando for o caso.00 m² de área (C) (A) Capacidade da U de passagem Acesso e descargas Escadas e rampas Portas 60 45 100 100 60 100 30 22 30 100 75 100 100 60 30 60 100 60 45 22 45 60 100 100 30 100 100 100 100 100 60 60 75 60 45 100 100 100 100 (B) As capacidades das unidades de passagem (número de pessoas que passa em 1 minuto) em escadas e rampas estendem-se para lanços retos e saída descendente.50 m² de área de sala de aula (F) Uma pessoa por 1. Divisão A-1 e A-2 A-3 E-1 a E-4 Duas pessoas por dormitório (C) Duas pessoas por dormitório e uma pessoa por 4 m² de área de alojamento (D) Uma pessoa por 15.Dados para o dimensionamento das saídas Ocupação População Grupo A B C D E E-5 e E-6 F-1 e F-10 F F-2. F-8. F9 e F-11 F-3.Tabela 4 . Estas percentagens de redução são cumulativas.00 m² de área de ambulatório (H) + (I) Uma pessoa por 10. G-3. Nos demais casos devem sofrer redução como abaixo especificado. e adotados os mais exigentes. devem ser cotejados com os obtidos em função da localização de assentos. para maior segurança.00 m² de área + (I) Uma pessoa por 10.00 m² de área Uma pessoa por 30. M-5 e M-7 M-4 Notas: (A) Os parâmetros dados nesta Tabela são os mínimos aceitáveis para o cálculo da população.00 m² de área Uma pessoa por 10.00 m² de área Uma pessoa por m² de área (E) (G) Duas pessoas por m² de área (E) (G) (1:0. F-6 e F-7 F-4 G-1 e G-6 G G2. arquibancadas e outros. F-5. Em projetos específicos.5 m²) + (I) Uma pessoa por 40 vagas de veículo Uma pessoa por 20 m² de área (E) Uma pessoa por 7 m² de área (E) Duas pessoas por dormitório e uma pessoa por 4 m² de área de alojamento (E) Uma pessoa e meia por leito + uma pessoa por 7. G-4 e G-5 H-1 e H-6 H-2 H H-3 H-4 e H-5 I J L L-1 L-2 e L-3 M-1e M-6 M M-3.00 m² de área(J) Uma pessoa por 3.50 m² de área de sala de aula (F) Uma pessoa por 3.00 m² de área (E) (G) Uma pessoa por 3.00 m² de área Uma pessoa por 4.00 m² de área (E) Uma pessoa por 1. .

que tenham pacientes ambulatoriais.00 m 40.00 m 45. gabinetes e outras dependências que possam ser usadas como dormitórios (inclusive para empregadas) são considerados como tais.00 m Mais de uma saída 20. (H) Em hospitais e clínicas com internamento (H-3).00 m 20. sem divisões em planta. escadas. rampas e corredores. escritório panorâmico e outros).5 cm de altura: redução de 15%.Distâncias máximas a serem percorridas Sem chuveiros ou sem detectores automáticos Saída única X Y Qualquer Qualquer C. F-6 e outros. c) lanços ascendentes de escadas com degraus até 18 cm de altura: redução de 20%. (D) Alojamento = dormitório coletivo. nas ocupações F-6 e F-8.00 m 35.00 m 30. I. (C) Em apartamentos de até dois dormitórios. d) rampas ascendentes.00 m 10. é necessária a apresentação de leiaute definido em planta baixa (de salão aberto. quando discriminado o tipo de área (por ex. a sala deve ser considerada como dormitório. (I) O símbolo “+” indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (não cobertos por esta Instrução Técnica). a área de pavimento correspondente ao ambulatório. D.00 m 60.00 m 50. com degraus até 17 cm de altura: redução de 10%.00 m 65. as distâncias definidas acima serão reduzidas a 30% (trinta por cento). conforme o caso. considera-se uma pessoa para cada 6 m² de área de pavimento. em escolas. . (G) As cozinhas e suas áreas de apoio. (J) A parte de atendimento ao público de comércio atacadista deve ser considerada como do grupo C.5%): redução de 20%. em apartamentos maiores (três e mais dormitórios). e) rampas ascendentes de mais de 10% (máximo: 12.00 m 45.: área do alojamento). na base de uma pessoa por 7m². exceto as áreas de sanitários.00 m 55. L e M Tipo de edificação Grupo e divisão de ocupação Com chuveiros ou com detectores automáticos Saída única 25. E. Tabela 5 . Do contrário.00 m 50.a) lanços ascendentes de escadas. é a área útil interna da dependência em questão. G-4.00 m Z A.00 m Mais de uma saída 35. G-3. H. B. b) lanços ascendentes de escada com degraus até 17. G-1. têm sua ocupação admitida como no grupo D. Em apartamentos mínimos. bem como salões de festas e centros de convenções em hotéis são considerados nos grupos de ocupação F-2.G-2 e J Notas: a) para que ocorra as distâncias previstas na tabela 5. acresce-se à área calculada por leito. (E) Por ”Área” entende-se a “Área do pavimento” que abriga a população em foco.00 m 35. declividade até 10%: redução de 1% por grau percentual de inclinação (1% a 10%. isto é. uma pessoa por 7 m² de área. com mais de 10 m². sala de eventos. F. as salas de costura. (F) Auditórios e assemelhados.

Div.Tabela 6 . A-2* A-3 B-1 B-2 C-1 C-2 C-3 E-1 E-2 E-3 E-4 E-5 E-6 F-1 F-2 F-3 F-4 F-5 F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 F-11 G-1 G-2 G-3 G-4 G-5 G-6 H-1 H-2 H-3 H-4 H-5 H-6 I-1 I-2 I-3 L-1 L-2 L-3 M-1 M-2 M-3 M-4 M-5 N (área de pavimentos < ou igual a 750 m² ) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 O (área de pavimento > 750 m² ) H ≤ 12 12 < H ≤ 30 30 < H ≤ 54 Acima de 54 Nº 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 2 2 2 2 2 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 1 2 2 2 1 1 2 2 1 2 2 1 2 Tipo Esc NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE EP NE NE NE Nº 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 + + 1 1 1 1 1 1 2 2 + 2 2 1 2 Tipo Esc EP EP PF PF EP EP PF EP EP EP EP EP EP EP EP PF NE + PF PF PF EP EP EP NE EP PF EP NE NE EP PF PF + + PF EP EP PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 2 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 2 + + 1 2 2 2 1 2 3 3 + 3 2 1 2 Tipo Esc PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP EP PF PF PF PF + + PF EP PF PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 2 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 2 + + 1 2 2 2 1 2 3 3 + 3 2 1 2 Tipo Esc PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP EP PF PF PF PF + + PF EP PF PF NE PF PF PF + PF PF NE PF Nº 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 1 2 Tipo Esc NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE Nº 2* 2 2 2 2 2 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 + 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 + + 2 2 2 3 2 3 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc EP EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF EP NE EP PF PF EP EP EP PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF Nº 2* 2 2 2 2 3 3 2 3 3 3 3 3 3 2 2 2 + 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 + + 2 2 2 3 2 4 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF Nº 2* 2 2 2 2 3 3 2 3 3 3 3 3 3 2 2 2 + 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 + + 2 2 2 3 2 4 3 3 + 3 2 2 2 Tipo Esc PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF PF PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF + + PF PF PF PF PF PF PF PF + PF PF NE PF A B C D E F G H I J L M .Número de saídas e tipos de escada Dimensão Altura (em metros) Ocupação Gr.

conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. desde que a edificação possua até 36 metros de altura e a(s) escadas(s) propostas atendam aos parâmetros de distância máxima a percorrer (tabela 5) e quantidade mínima de unidades de passagem para a lotação prevista na tabela 4. devem ser consultadas as tabelas anteriores. EP = Escada enclausurada protegida (escada protegida). c) Outros símbolos e abreviaturas usados nesta tabela: Nºs = Números de saídas mínimos obrigatórios. uma delas poderá ser do tipo Aberta Externa. em qualquer caso. PF = Escada à prova de fumaça. = Tipo de escada. . = Grupo de ocupação (uso) . não havendo mais de quatro unidades autônomas por pavimento.1.não se aplica.00 m = havendo exigência de mais de uma saída para emergência. deve possuir elevador de emergência (ver figura 10) e áreas de refúgio (ver figura 18). 2) altura superior a 12. As áreas de refúgio quando situada somente em alguns pavimentos de níveis diferentes deve ter seus acessos ligados por rampa (5. f) a quantidade mínima de escadas previstas nesta tabela pode ser desconsiderada.NOTAS a) Para o uso desta tabela.6. atendendo ao item 5. Tipo esc. e mais as dos indicados na seqüência abaixo: b) Abreviatura dos tipos de escada: NE = Escada não enclausurada (escada comum).a).00 m = além das saídas de emergências por escadas (tabela 6). * = Admite saída única nas habitações multifamiliares (A-2). e) havendo necessidade de 2 (duas) ou mais escadas de segurança. As edificações que possuam área de refúgio em todos os pavimentos (exceto pavimento térreo) não há necessidade de rampa interligando os diferentes níveis em acessos às áreas de refúgio. Gr. + = Símbolo que indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (ocupação não coberta por esta IT). . Div. = Subdivisão do grupo de ocupação .7.14 desta Instrução Técnica. onde são dadas as significações dos códigos alfabéticos e alfanuméricos utilizados.conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. no mínimo uma deve ser por rampa. d) Grupo H-2 e H-3: 1) altura até 12. g) o número de escadas de emergência depende também do dimensionamento das saídas pelo cálculo da população e das distâncias a serem percorridas.

IT .09 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇOES E ÁREA DE RISCO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e conceitos 5 – Procedimentos ANEXOS A – Cargas de Incêndio Específicas por Ocupação B – Método para Levantamento da Carga de Incêndio Específica .

conforme o item 2.gov. Decreto Estadual nº 44. 2. pisos e tetos.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. segundo o método descrito no Anexo B. divisórias.Bairro Centro CEP 30. TRVB 126. 2. todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.mg.2 Conceitos Para efeito desta Instrução.2 Quando a densidade de carga de incêndio não for uniformemente distribuída sobre a área de piso da edificação. o laudo técnico correspondente deve ser submetido à aprovação do Corpo Técnico do CBMMG.br 1 OBJETIVO Estabelecer valores característicos de carga de incêndio nas edificações e áreas de risco. a critério do responsável técnico pelo projeto de segurança contra incêndio. 1987. deverá necessariamente ser feita a medição direta.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 09 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREA DE RISCO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.3 Nas edificações em que a densidade de carga de incêndio superar em quantidade os valores característicos dados nesta Instrução.2 Densidade de carga de incêndio ou Carga de incêndio específica 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.190-000 Site: www. conforme prescreve o contido no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2. aplicam-se os conceitos abaixo descritos: 4. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio.130. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . levando em consideração . 4. Liga Federal de Combate a Incêndio da Áustria. Eurocode 1 – ENV 1991-2-2. conforme a ocupação e uso específico.1 Definições Para efeito desta Instrução Técnica. 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS 4. inclusive os revestimentos das paredes. 2.4 Em todos os casos de medição direta da densidade de carga de incêndio.mg.Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento.1 Carga de incêndio É a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço. a densidade de carga de incêndio característica poderá ser determinada por medição direta. 355 . European Committee for Standardization.bombeiros. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2. NBR – 14432 .2. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.270. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio.br Email: dat3@cbmmg. nas situações em que há uma aceitável uniformidade na sua distribuição espacial.1 As densidades de carga de incêndio constantes do anexo A desta instrução aplicam-se às edificações e áreas de riscos para classificação do risco e determinação do nível de exigência das medidas de segurança contra incêndio. Augusto de Lima. 1995.gov. 4. 2 APLICAÇÃO 2.

1 Para determinação da carga de incêndio específica das edificações aplica-se a tabela constante do Anexo A.2 O levantamento da carga de incêndio específica constante do Anexo B deve ser realizado em módulos de área em que a distribuição da carga de incêndio seja considerada uniforme.É o valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado. 5.200 MJ/m2 . sendo que para edificações. expresso em megajaule (MJ) por metro quadrado (m²) ou em quilogramas equivalente de madeira seca.2. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio.200 MJ/m2 Alto Acima de 1. a critério do responsável técnico do projeto de segurança contra incêndio. 5. 5.3 Considerar que 1 kg (um quilograma) de madeira seca equivale a 19. destinadas a depósitos (Grupo “J”). explosivos (Grupo “L”) e ocupações especiais (Grupo “M”) aplica-se a metodologia constante do Anexo B. 5.1.1 Ocupações não listadas na tabela do Anexo A devem ter os valores da carga de incêndio específica determinados por similaridade.1 A carga de incêndio específica do piso analisado deve ser tomada como sendo o maior entre a média das cargas de incêndio dos dois módulos de maior valor ou 85% da carga de incêndio do módulo de maior valor. Pode-se admitir a similaridade entre as edificações comerciais (grupo “C”) e industriais (grupo “I”). módulos maiores de 500 m² podem ser utilizados quando o espaço analisado possuir materiais combustíveis com potenciais caloríficos semelhantes e uniformemente distribuídos. Excepcionalmente. as edificações e áreas de risco quanto à Carga Incêndio se classificam em: CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À CARGA INCÊNDIO. sendo de no máximo 500 m². 5 PROCEDIMENTOS 5. Risco Carga Incêndio MJ/m2 Baixo Até 300 MJ/m2 Médio Acima de 300 até 1. 5.0 megajoules.4 Para determinação do risco de incêndio a que se refere à tabela 3 e 4 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.

Automóveis Bebidas destiladas Brinquedos Calçados Drogarias (incluindo depósitos) Ferragens Floricultura Galeria de quadros Livrarias Lojas de departamento ou centro de compras (Shoppings) Máquinas de costura ou de escritório Materiais fotográficos Móveis Papelarias Perfumarias Produtos têxteis Relojoarias Supermercados Tapetes Tintas e vernizes Verduras frescas Vinhos Vulcanização Divisão A-3 A-2 A-1 A-3 B-1 B-1 B-2 C –1 C –2 C –1 C -1 C -1 C –1 C -2 C –2 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –1 C –2 C –2/ C –3 C –1 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –2 Carga de incêndio (qfi) em MJ/m2 300 300 300 300 500 500 300 40 700 300 300 300 300 2100 800 200 700 500 500 1000 300 80 200 1000 800 300 300 400 700 400 600 600 400 800 1000 200 200 1000 Residencial Serviço de Hospedagem Comercial varejista.ANEXO A (normativo) Cargas de incêndio específicas por ocupação Para a classificação detalhada das ocupações (Divisão) consultar a Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. metal ou vidro. esportivos. Loja . borracha. Artigos de cera Artigos de couro. Ocupação/Uso Descrição Alojamentos estudantis Apartamentos Casas térreas ou sobrados Pensionatos Hotéis Motéis Apart-hotéis Açougue Antigüidades Aparelhos domésticos Armarinhos Armas Artigos de bijouteria.

boates e similares. cerâmica ou porcelanas.Serviços profissionais. feltro. ópticos. couro. teatros e similares Circos e assemelhados Centros esportivos e de exibição Clubes sociais. Estações e terminais de passageiros Exposições Igrejas e templos Museus Restaurantes Estacionamentos Oficinas de conserto de veículos e manutenção Postos de abastecimentos (tanque enterrado) Hangares Asilos Clínicas e consultórios médicos ou odontológicos. fotográficos. espuma. Artigos de bijuteria D -2 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -4 D -4 D -3 D -3 D -3 D -3 D -1 E-3 E-5 E-5 E-1/E2/E4/E6 F-1 F-5 F -7 F-3 F-6 F-4 F -10 F-2 F-1 F-8 G-1/G-2 G-4 G-3 G -5 H -2 H -6 H-1/H-3 H-5 H-4 I-2 I–1 I-2 I-2 I–2 I–1 I–1 300 400 100 200 400 1000 700 300 500 300 300 600 200 500 400 300 300 300 300 2000 600 500 150 600 200 Adotar Anexo B 200 300 300 200 300 300 200 350 200 300 100 450 400 300 700 800 600 200 200 . cortiça. Artigos de argila. Acessórios para automóveis Acetileno Alimentação Artigos de borracha. Hospitais em geral Presídios e similares Quartéis e similares Aparelhos eletroeletrônicos. pessoais e técnicos Educacional e cultura física Locais de reunião de público Serviços automotivos e assemelhados Serviços de saúde e Institucionais Industrial Agências bancárias Agências de correios Centrais telefônicas Cabeleireiros Copiadora Encadernadoras Escritórios Estúdios de rádio ou de televisão ou de fotografia Laboratórios químicos Laboratórios (outros) Lavanderias Oficinas elétricas Oficinas hidráulicas ou mecânicas Pinturas Processamentos de dados Academias de ginástica e similares Pré-escolas e similares Creches e similares Escolas em geral Bibliotecas Cinemas.

Colas Colchões (exceto espuma) Condimentos. conservas. tapetes.Industrial Artigos de cera Artigos de gesso Artigos de mármore Artigos de peles Artigos de plásticos em geral Artigos de tabaco Artigos de vidro Automotiva e autopeças (exceto pintura) Automotiva e autopeças (pintura) Aviões Balanças Baterias Bebidas destilada Bebidas não alcoólicas Bicicletas Brinquedos Café (inclusive torrefação) Caixotes barris ou pallets de madeira Calçados Carpintarias e marcenarias Cera de polimento Cerâmica Cereais Cervejarias Chapas de aglomerado ou compensado Chocolate Cimento Cobertores. Confeitarias Congelados Couro sintético Defumados Discos de música Doces Espumas Farinhas Feltros Fermentos Fiações Fibras sintéticas Fios elétricos Flores artificiais Fornos de secagem com grade de madeira Forragem Fundições de metal Galpões de secagem com grade de madeira Geladeiras Gelatinas Gesso Gorduras comestíveis I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–3 I–3 I–2 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I-3 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 1000 80 40 500 1000 200 80 300 500 600 300 800 500 80 200 500 400 1000 600 800 2000 200 1700 80 300 400 40 600 800 500 40 400 800 1000 200 600 800 3000 2000 600 800 600 300 300 300 1000 2000 40 400 1000 800 80 1000 .

industrial Gráficas (empacotamento) Gráficas (produção) Guarda-chuvas Instrumentos musicais Janelas e portas de madeira Jóias Laboratórios farmacêuticos Laboratórios químicos Lápis Lâmpadas Laticínios Malharias Máquinas de lavar de costura ou de escritório Massas alimentícias Mastiques Materiais sintéticos ou plásticos Metalúrgica Montagens de automóveis Motocicletas Motores elétricos Móveis Óleos comestíveis Padarias Papéis (acabamento) Papéis (preparo de celulose) Papéis (procedimento) Papelões betuminados Papelões ondulados Pedras Perfumes Pneus Produtos adesivos Produtos de adubo químico Produtos alimentícios (expedição) Produtos com ácido acético Produtos com ácido carbônico Produtos com ácido inorgânico Produtos com albumina Produtos com alcatrão Produtos com amido Produtos com soda Produtos de limpeza Produtos graxos Produtos refratários Rações Relógios Resinas Roupas Sabões Sacos de papel I–3 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–1 I–1 I–1 I–3 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–3 I–1 I–3 I–2 I–1 I–2 2000 400 300 600 800 200 300 500 600 40 200 300 300 1000 1000 2000 200 300 300 300 600 1000 1000 500 80 800 2000 800 40 300 700 1000 200 1000 200 40 80 2000 800 2000 40 2000 1000 200 2000 300 3000 500 300 800 .

industrial Sacos de juta Sorvetes Sucos de fruta Tapetes Têxteis em geral Tintas e solventes Tintas látex Tintas não-inflámaveis Transformadores Tratamento de madeira Tratores Vagões Vassouras ou escovas Velas de cera Vidros ou espelhos Vinagres Demais atividades não enquadradas acima I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–3 I–1 I–1 500 80 200 600 700 4000 800 200 200 3000 300 200 700 1300 200 80 Demais usos levantamento da carga de incêndio conforme Anexo B .

Lubrificante. Hi .Valores do potencial calorífico específico Tipo de material Acetona Acrílico Algodão Benzeno Borracha Celulose C-Hexano Couro D-glucose Epóxi Etano Etanol Eteno Etino Fibra sintética 6.4 Além dos potenciais caloríficos dados na Tabela B. Tabela B.potencial calorífico específico de cada componente i do material combustível. Af . conforme Tabela B.Anexo B (normativo) Método para levantamento da carga de incêndio específica B.2 O levantamento da carga de incêndio deverá ser realizado conforme item 5 (Procedimento) desta Instrução. resultados obtidos por meio de ensaios específicos em conecalorímetros podem ser utilizados.1. Esse valor não poderá ser excedido durante a vida útil da edificação exceto quando houver alteração de ocupação. explosivos e ocupações especiais podem ser determinadas pela seguinte expressão: q fi = ∑M A i Hi f Onde: qinc .área do piso do compartimento.1 abaixo.valor da carga de incêndio específica. B. em megajoule por quilograma. em quilograma. Mi .6 H (MJ/kg) 30 28 18 40 Espuma – 37 Tiras – 32 16 43 19 15 34 47 26 50 48 29 Tipo de material Grãos Graxa. B. em metro quadrado. ocasião em que Mi deverá ser reavaliado.massa total de cada componente i do material combustível. Lã Lixo de cozinha Madeira Metano Metanol Monóxido de carbono N-Butano N-Octano N-Pentano Palha Papel Petróleo Poliacrilonitric o Policarbonato H (MJ/kg) 17 41 23 18 19 50 19 10 45 44 45 16 17 41 30 29 Tipo de material Poliéster Poliestireno Polietileno Polimetilmetacrilico Polioximetileno Poliuretano Polipropileno Polivinilclorido Propano PVC Resina melamínica Seda H (MJ/kg) 31 39 44 24 15 23 43 16 46 17 18 19 . em megajoule por metro quadrado de área de piso.1 Os valores da carga de incêndio específica para as edificações destinadas a depósitos.3 A compensação do teor de umidade de uma determinada massa de material combustível poderá ser feita desde que demonstrado por meio de ensaio específico. B.1 .

Resumo de exigências para os diversos tipos de edificações com sistemas de pressurização C – Condições para instalação de casa de máquinas de pressurização no pavimento cobertura D – Condição para não se revestir os dutos metálicos de sucção e/ou pressurização E – esquema geral do sistema de pressurização (com duto no interior da escada) F – (Informativo) Características das paredes G – Módulo de cálculo de vazão do sistema de pressurização de escada 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .Tabela 1 – Níveis de pressurização/ Tabela 2 – áreas típicas de escape para quatro tipos de PCF B .10 PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .IT .

Lei nº 14.270. preservando-se um fluxo de ar através de uma ou várias trajetórias de escape. BR 9050 . 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 .Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. .1 Conceitos básicos do sistema de pressurização 5. IT 08 – Saídas de emergência em edificações. IT 15 . 1.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. Constituição Estadual de 1989.Bairro Centro CEP 30.gov. Lei Complementar 54.Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5 PROCEDIMENTOS 5. de modo a permitir a fuga dos ocupantes de uma edificação no caso de incêndio.1 Princípio geral da pressurização a) considera-se um espaço pressurizado quando este receber um suprimento contínuo de ar que possibilite manter um diferencial de pressão entre este espaço e os adjacentes.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 10 PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.190-000 Site: www. NBR 9077 – Saídas de emergências em edifícios.br 1 OBJETIVO 1.898 .1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento da pressurização de escadas de segurança em edificações. Constituição Federal de 1988.Sistemas de iluminação de emergência. que conduzem o ar para o exterior da edificação. 355 . 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações de acordo com o descrito na NBR 9077.2 Manter as escadas de emergência livres da fumaça. NBR 9441 .Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente – Procedimento.bombeiros. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais.br Email: dat3@cbmmg. NBR 10. Esse sistema também pode ser acionado em qualquer caso de necessidade de abandono da edificação. Decreto Estadual nº 44.480 – Saídas de emergência em edifícios – Escada de Segurança – Controle de fumaça por pressurização. Augusto de Lima.Sinalização de emergência. NBR 14. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: BS-5588 Parte 4 (British Standards Institution) Pressurização de escadas de segurança.gov.mg.mg.130. NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência. NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos.1.

5.1.5.2. desde que não haja possibilidade técnica de adequação.1 O nível de pressurização utilizado para fins de processo não deve ser menor que o apresentado na Tabela 1 do Anexo A desta IT e não deve ultrapassar o limite de 60 Pa.2.1. de 10 a 15m/s.3 É facultativa a utilização do sistema de pressurização de um ou dois estágios.é o fluxo de ar (m3/s) A .1.1.é um índice que varia de 1 a 2 No caso de frestas em torno de uma PCF.1.é a área de restrição (m2) P . 5.6 Vazão de ar (condição padrão de ar com densidade de 1. b) desenvolvimento do cálculo das perdas de carga ao longo da rede de captação e distribuição ar. tal como ilustrado na Figura 1. A área de restrição é determinada pelo escape de ar para fora do espaço a ser pressurizado. 5. etc.1.4 Unidades adotadas Toda e qualquer proposta de sistema de pressurização deve seguir os critérios de apresentação e desenvolvimento de acordo com o estabelecido abaixo: Vazão ( Q ) = m3/s Velocidade ( V ) = m/s Área ( A ) = m2 Pressão ( P ) = Pa ( Pascal ). 5.5 Níveis de pressurização adotados 5.6. com previsão para um nível maior de pressurização que entra em funcionamento em uma situação de emergência. uma combinação desses.).b) para a finalidade prevista nesta IT. devem ser avaliadas as perdas de carga localizadas em todos os componentes de captação e distribuição do sistema (dutos.2. considerando todas as singularidades. 5.2 Sistema de dois estágios: incorporar um nível baixo de pressurização. devidamente justificada. como por exemplo.6 abaixo: escape de ar com todas as portas do espaço pressurizado fechadas (equação 2). joelhos. c) a velocidade do fluxo de ar em todo o trecho de captação deve ser de 4 a 8m/s e. dampers.6 Suprimento de ar necessário 5. ou seja.5. N = 1. ou ainda.3 Para obtenção dos níveis de pressurização no interior dos espaços pressurizados. d) fonte de energia garantida. no trecho de distribuição.2 Pressurização de um ou dois estágios O sistema de pressurização pode ser projetado de duas formas: 5. c) o método estabelecido nesta IT também se aplica às escadas de segurança com pavimentos abaixo dos de descarga. que devem constar de memorial de cálculo. N = 2 No caso de frestas em vãos estreitos. saídas dos moto-ventiladores.1 Cálculo do suprimento de ar a) para se determinar o primeiro valor de suprimento de ar necessário para se obter um certo diferencial de pressão entre o ambiente a ser pressurizado e os ambientes contíguos. e escape de ar considerando as portas abertas na quantidade estipulada no Anexo B desta IT (equação 3). na determinação da capacidade de vazão e pressão dos moto-ventiladores. pelas frestas ao redor de uma PCF. que devem estar dentro dos limites estipulados nesta IT.1 Sistema de um estágio: para operar somente em situação de emergência.1.1. ou 5. idosos e ou pessoas incapacitadas precisam de considerações especiais.5. venezianas. atendendo as seguintes condições: a) desenvolvimento do cálculo do suprimento de ar necessário considerando as duas situações previstas no item 5. . podendo ser aceito diferente desses parâmetros quando se tratar de edificação existente.1. a partir da velocidade e vazão. para o dimensionamento do damper de alívio. considerando-se todas as PCF (portas corta-fogo) de acesso à escada fechadas.1. deve-se adotar a equação 1. tais como frestas em torno de janelas. podem existir elementos de restrição posicionados em paralelo. O diferencial de pressão é o mínimo estabelecido nesta IT. apesar da força criada pelo diferencial de pressão. ou em série.3 Elementos pressurização básicos de um sistema de São elementos básicos de um sistema de pressurização: a) sistema de acionamento e alarme. quando o ar passa.é o diferencial de pressão (Pa) N . 5. c) trajetória de escape do ar. para funcionamento contínuo. 50 Pa. 5.1. Essa equação depende diretamente da área de restrição e do diferencial de pressão entre os ambientes contíguos. Devem constar também a velocidade do fluxo de ar em todos os trechos e acessórios.1. a fim de assegurar que as PCF possam ser abertas.204 kg/m3) 5.6. e. rugosidades das superfícies internas dos dutos. Tabelas e ábacos de fabricantes de acessórios podem ser considerados para determinação das perdas de carga de singularidades.827 x A x (P)(1/N) onde: Q . ou mmH2O ( milímetro de coluna d’água ) Potência = CV (Cavalo Vapor) ou HP (Horse Power) Temperatura em Graus Celsius = ºC Altura da Edificação ( h ) = m 5.2 Trajetórias de escape em série e paralelo a) na trajetória de escape do ar para fora de um espaço pressurizado. b) ar externo suprido mecanicamente. Equação 1: Q = 0. o diferencial de pressão deve ser mantido em nível adequado para impedir a entrada de fumaça no interior da escada.2 Os edifícios utilizados por crianças.1.1. grelhas. como apresentado na Figura 2.

como demonstrado na Figura 2 acima. temos: 1 ( ATotal) 2 = 1 1 1 1 + + + 2 2 2 ( A1 ) ( A2 ) ( A3 ) ( A4 ) 2 d) o escape total e efetivo de uma combinação de trajetórias de escape do ar em série e em paralelo.1. c) quando de uma abertura permanente (uma janela dentro da caixa de escada. em edificações onde existem locais de ATotal = A1 + A2 + A3 + A4 Figura 2 . somada às perdas pelas frestas das demais PCF consideradas na condição fechadas.Trajetórias de escape do ar em paralelo b) no caso de trajetórias de escape do ar em paralelo. por exemplo).8.0 m/s saindo através das PCF consideradas abertas.1. o escape de ar a partir de uma escada ocorre: a) por meio das frestas em torno das PCF (quando essas estiverem fechadas). b) os critérios para verificação da velocidade do ar a que se referem os itens seguintes são os estipulados no item 5. quando do abandono da edificação. d) a abertura intermitente das PCF. Nota: A vazão total de escape pelas frestas pode ser calculada pelas equações abaixo: Equação 2: QFT = QF + 15% (vazamentos em dutos metálicos) + 25% (vazamentos não identificados).A espaço pressurizado A 4 1 A 2 A 3 Figura 1 . de 4 m/s. 5. b) de 25% para atender a hipótese de vazamentos nãoidentificados.6. b) por meio do vão de luz das PCF consideradas na condição abertas.6. considerando todas as portas da caixa de escada fechadas: a) de 15% para vazamentos em dutos metálicos ou 25% para dutos construídos em alvenaria ou mistos. se houver grande abertura entre a área pressurizada e os espaços adjacentes. momentaneamente. e das frestas das demais PCF fechadas da escada.6.4 Vazamentos em dutos e vazamentos nãoidentificados . a escada de emergência deve ter seus acessos protegidos por PCF. desta IT. considerar acréscimo no suprimento total de ar necessário. conforme critério estabelecido no Anexo B. ou QFT = QF + 25% (vazamentos em dutos de alvenaria ou mistos) + 25% (vazamentos não identificados). onde: QFT = vazão total das frestas com todas as portas fechadas (m³/s). deve ser considerada uma velocidade média do ar. uma perda de pressão no interior da escada. e) o número de PCF abertas a ser utilizado nos cálculos depende do tipo de edificação. levando-se em consideração a condição padrão do ar. e é inevitável que estas sejam abertas ocasionalmente. De maneira geral. a área total de escape é determinada pela simples soma de todas as áreas de escape envolvidas. produz. f) uma PCF considerada aberta adicional (com relação ao estabelecido no Anexo B desta IT) deve ser considerada no cálculo do suprimento de ar do sistema de pressurização. levando-se em consideração a condição padrão do ar. como a PCF da escada e a PCF da antecâmara não ventilada a ela associada. através desta abertura.3 Área de escape a partir de uma escada pressurizada.Trajetórias de escape do ar em série c) no caso das portas em série. QF = vazamento através das frestas. devendo obedecer aos critérios estipulados no Anexo B desta IT. 5. com os outros equivalentes (PCF em paralelo). considerando-se todas as portas fechadas (m³/s). devendo ser adotado os valores constantes na tabela 2 do anexo A desta IT. 5. A vazão de ar determinada pela Equação 1 deve ser avaliada para que seja obtida uma condição satisfatória para minimizar a infiltração de fumaça no interior da escada nesta situação.5 Portas corta-fogo abertas e outras aberturas a) para ser eficaz. pode ser obtido combinando-se sucessivamente grupos simples de escape isolados (PCF da escada e da antecâmara pressurizada do mesmo pavimento).1. na quantidade estipulada do Anexo B desta IT. então: No desenvolvimento do cálculo. considerando-se o número de ocupantes e as dificuldades encontradas para o abandono.1. sendo que esses valores percentuais devem ser considerados independentemente do comprimento dos dutos. com as portas do ambiente conforme Figura 1 acima. c) por meio das frestas no entorno de portas de elevadores e janelas existentes no espaço pressurizado. A pressurização projetada não pode ser mantida. devendo possibilitar a manutenção de uma velocidade de ar mínima de 1.6.

deve ser exigida.6. em contato com esse ambiente pressurizado deve ser de 4 PCF simples. h) em edificações existentes é comum o uso da pressurização de um amplo hall e o uso da PCF no acesso às unidades residenciais ou unidades de escritório etc. d) ser protegida por PCF-P90. 3) PCF duplas e PCF simples. nesse caso. neste caso. complementar com PCF simples. considerando-se as resistências das frestas no entorno das portas dos elevadores e PCF de acesso em cada pavimento. 2) PCF duplas.6.7 e da Tabela do Anexo B desta IT. a existência de uma antecâmara de segurança. 2) precaver-se de que haja um fluxo de ar contínuo entre esse espaço pressurizado com os ambientes contíguos e. proveniente das frestas das portas do poço instaladas em cada pavimento. QFT = vazão total das frestas com todas as portas fechadas (m³/s).critério esse estipulado no Anexo B desta IT para efeito de dimensionamento de vazão por meio de PCF abertas. em todos os níveis de pavimento. nos sentidos ascendente e descendente (pavimentos superiores e inferiores ao nível da descarga) dentro do critério de altura da Tabela do Anexo B. deve ser pressurizada pelo mesmo sistema da escada. b) as frestas das portas do elevador e das PCF de acesso às antecâmaras devem ser suficientes para promover o escape de ar. 5. o número de PCF duplas ou simples calculadas (respeitando-se suas áreas).7 Antecâmara de segurança a) para as edificações estabelecidas no Anexo B desta IT. conforme especificado abaixo. no acesso à antecâmara de segurança. embora devem ser somados o vão de luz real de cada PCF dupla e simples consideradas. salas de exposição e assemelhados). sendo que acima desse valor é exigido o cálculo de 5 PCF abertas. de forma a manter um gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança – neste caso considerar o escape de ar através dessas janelas no cálculo do suprimento total de ar necessário para o sistema de pressurização da escada (adotar as frestas e vão reais efetivos). a antecâmara. cada PCF dupla deve ser computada como uma PCF aberta e não como duas. f) alternativamente. na quantidade devida. Características diferentes devem ser avaliadas pelo Corpo Técnico do CBMMG.: O número máximo de PCF por pavimento. como estabelecido na Figura 1 do item 5. controlados por venezianas reguláveis e independentes em cada nível de pavimento.1. através de vasos comunicantes. Nesses casos. considerando-se a partir do piso de descarga.1. Esse critério deve ser desconsiderado quando o local de reunião de público estiver no piso de descarga (térreo ou nível com saída direta para o exterior) ou em mezaninos do piso térreo com acessos através de escadas exclusivas. a partir do pavimento.6. g) devem ser considerados os vãos e frestas reais de todas as PCF da caixa da escada pressurizada.6 Elevador de emergência A antecâmara de segurança do elevador de emergência deve ser pressurizada.1. quando todos os acessos à escada pressurizada ocorrer apenas através de PCF simples. de modo a permitir o escape de ar insuflado para as antecâmaras do elevador. .critério esse estipulado no Anexo B desta IT para efeito de dimensionamento de vazão por meio de PCF abertas . ou seja. Essa antecâmara deve possuir as seguintes características: 1) ser interposta entre a escada pressurizada e as áreas comuns ou privativas da edificação.reunião de público com capacidade para 50 ou mais pessoas (tais como auditórios.2. Obs.6.. com aberturas permanentes para o exterior da edificação. pode ser adotada a pressurização das antecâmaras do elevador de emergência a partir do poço do elevador que. Nota: A vazão total requerida para o sistema de pressurização de escadas deve ser calculada pela equação abaixo: Equação 3: ● Se QFT > QPA então QT = QFT ● Se QFT < QPA então QT = QPA onde: QT = vazão total requerida do sistema de pressurização.1. quando a quantidade de PCF duplas for inferior à quantidade de PCF consideradas abertas .: Em todos os casos levar em consideração a condição padrão do ar. e apresentar as seguintes características: a) no topo da caixa de alvenaria do elevador deve ser prevista abertura permanente ou damper de alívio. para tanto: 1) avaliar as condições para se manter as antecâmaras pressurizadas até o limite de 60 Pa. conforme os critérios do item 5. a fim de impedir que a pressão no interior dessas antecâmaras dificulte a abertura das PCF de acesso. quando não pressurizada por duto exclusivo. QPA = vazamento de ar através das portas consideradas abertas (m³/s). com paredes de resistência mínima a 2 horas de fogo e acessos protegidos por PCFP90. deve ser de 04 (quatro) para edificações com até 60 (sessenta) metros de altura. quando a quantidade de PCF duplas instaladas for igual ou superior à quantidade de PCF abertas .devem ser consideradas todas as PCF duplas e. além da pressurização da escada de segurança. na quantidade estipulada no Anexo B desta IT: 1) PCF simples. impedindo que a pressão interna se eleve acima dos 60 Pa. desses. funcionará como duto de pressurização. e) a casa de máquinas deve ser independente e isolada em relação aos demais elevadores. refeitórios. c) quando contígua com a escada pressurizada. 5. Obs.

atendendo-se aos procedimentos contidos nas Normas ASNI / ASHRAE 51 ou a AMCA-210 e o Manual da AMCA "Fans and Systems" .2. devem possuir as mesmas características mencionadas acima. junto a esta PCF. ou dispositivos complementares. garantindo o seu funcionamento com relação às condições descritas nesta IT. possa gerar dúvida quanto à sua real interferência no sistema de pressurização. Tais dispositivos não podem alterar as características de resistência ao fogo das PCF. j) deve ser previsto sistema de detecção de fumaça e iluminação de emergência nos seguintes locais: casa de máquinas de pressurização. a fim de garantir o abandono dos ocupantes da edificação. b) a edificação deve ser planejada de forma a atender aos requisitos do sistema de pressurização. invariavelmente a escada pressurizada deve ser provida de dispositivos que impeçam que a pressão no seu interior eleve-se acima de 60 Pa. funcionando como vasos comunicantes entre si. deve ser considerado o controle da porosidade das paredes que envolvem as escadas. contidos nesta IT. e serem instaladas de forma a atender às premissas básicas do processo de pressurização de escadas. no ambiente onde se localizar os acionadores manuais alternativos dos moto-ventiladores. como por exemplo. g) quando a pressurização da escada dificulta o fechamento das PCF (como exemplo."O fator do efeito do sistema" (System Effect Factor) e suas tabelas.Saídas de Emergência em Edificações.6. construídos em alvenaria.9 Efeito do sistema Com a finalidade de eliminar o risco de redução de desempenho do ventilador. 5. k) caso exista algum compartimento ou equipamento que. como forma de não prejudicar o estabelecido no item 5. devido ao excesso de ar que pode ser necessário. dispositivos de fechamento devem ser dimensionados de forma a vencer esta força.publicação 20190 .6. localizadas em níveis inferiores ao piso de descarga. grupo moto-gerador automatizado) devem ser protegidos contra o fogo por no mínimo 2 (duas) horas (exceção feita às portas corta-fogo que devem ser do tipo P-90. 5) a pressurização da escada e da antecâmara de segurança pode ser realizada utilizando-se de somente um conjunto moto-ventilador. d) sobre o valor de vazão de ar obtido conforme alínea a ou alinea c devem ser aplicados os fatores de vazamentos em dutos e de vazamentos não-identificados.: Quando exigido (ver Anexo B). nas casas de máquinas).1 Aspectos gerais a) sistema de pressurização de escada de segurança para edificação com altura superior a 90 metros deve ser objeto de análise do Corpo Técnico do CBMMG. caso haja impossibilidade técnica de adaptação.6 desta IT. c) todos os componentes do sistema de pressurização (dutos. a vazão de ar deve ser aumentada até que seja alcançado o valor requerido. haja vista reduzir o nível de confiabilidade necessária para edificações com elevada . b) as edificações existentes estão isentas do cumprimento do estabelecido neste item. não devem ser aceitas. 5. e) portas corta-fogo devem estar de acordo com a NBR 11742 da ABNT. d) pisos escorregadios nas proximidades das PCF de acesso aos espaços pressurizados devem ser evitados. bem como o acesso ao Corpo de Bombeiros. bem como dos dutos de sucção e pressurização. as antecâmaras de segurança das escadas pressurizadas e dos elevadores de emergência. direta ou indiretamente. com os seguintes dizeres: “ESCADA PRESSURIZADA”.6.8 Estimativa da velocidade de saída do ar através da PCF aberta a) na prática.2 A edificação 5.1. f) atenção especial deve ser dada às edificações que possuam acesso de pessoas portadoras de deficiência física. segundo critérios da IT 15 – Sinalização de Emergência. h) deve ser prevista sinalização orientativa nas PCF. sala do grupo moto-gerador automatizado.2. PCF posicionada no pavimento de descarga).2 Edifícios com múltiplas escadas a) em edifícios com múltiplas escadas pressurizadas. 5. em qualquer outro local que possua contato direto com a escada pressurizada. garantindo-se dessa forma o gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança. 5. tanto no acesso à antecâmara de segurança quanto no acesso à escada pressurizada. grupo moto-ventilador. b) a área de abertura total deve ser calculada somando-se as áreas das PCF consideradas abertas (ver Anexo B desta IT) e as frestas das demais PCF previstas na escada. b) escadas conjugadas em um mesmo volume ou com aberturas entre si. Tais dispositivos devem ser capazes de mantê-las fechadas contra a pressão do sistema de pressurização. a velocidade de saída do ar deve ser obtida dividindo-se a vazão de ar de suprimento (Equação 1) pela área de abertura total. o processo deve ser submetido à análise do Corpo Técnico do CBMMG. a pressurização perde sua função e deve ser reavaliada. e) para atender a todas as hipóteses de escapes de ar e de vazamentos não-identificados. devem dar as garantias do projetado na pressurização. em termos de vazão. c) quando a velocidade obtida no cálculo especificado na alínea a for inferior ao parâmetro mínimo estabelecido.1. Caso contrário.1. i) visando a selagem.2) ser protegida por PCF-P60. sistema de controle de fumaça. na face externa à escada. devem ser instalados sistemas independentes de pressurização para cada escada. 4) a antecâmara de segurança deve possuir dimensões mínimas de acordo com a IT 08 . é recomendado que o "efeito do sistema" seja levado em consideração. 3) deve haver um diferencial de pressão entre a antecâmara de segurança e o interior da escada pressurizada. Obs.

escadas simples ou enclausuradas atendendo aos mesmos espaços.4 Estruturas de proteção e garantias de funcionamento do sistema de pressurização a) a edificação deve proporcionar a proteção adequada contra incêndio para todos os componentes que garantam o funcionamento do sistema de pressurização. não podem servir funcionalmente a outros tipo de instalações. em que não consiga os afastamentos estabelecidos no Anexo D (todos desta IT).2. alíneas f.4 alínea f. Casos específicos em que se comprove a não interferência da escada pressurizada sobre as demais. no mínimo.3 Relação entre a Pressurização e o Sistema de Ar Condicionado a) a circulação de ar promovida pelo sistema de condicionamento de ar ou de exaustão mecânica deve ser projetada de modo a manter a trajetória do fluxo de ar no sentido contrário ao estabelecido para o abandono da população da edificação. estar posicionados o mais próximo possível ao teto (laje) dos ambientes. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta IT. de forma a evitar a captação de fumaça que porventura passe pelas frestas desta PCF. d) o sistema de alarme e detecção de incêndio também deve ser o responsável pelo comando das alterações necessárias no sistema de ventilação e ar condicionado. a fim de diminuir o risco das rotas de fuga serem atingidas pela fumaça oriunda do incêndio. o acesso à casa de máquinas do grupo moto-ventilador ser protegido por uma porta estanque. necessários ao sistema de pressurização. devidamente identificada na cor vermelha e suportado de forma independente. componentes elétricos e de controle. garantindo o acionamento e o funcionamento do sistema de pressurização para no mínimo 2 (duas) horas.5 vezes maior que a tubulação a ser envolvida. sendo que tais casos devem ser analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG. devem ser analisados pelo Corpo Técnico do CBMMG. gases naturais. todo o sistema de circulação de ar existente na edificação deve ser projetado para imediata interrupção do seu funcionamento. essas tubulações de gás devem ser envolvidas por tubo-luva de proteção. deve ser previsto uma "antecâmara de segurança" entre esse compartimento e o pavimento.4. As PCF de acesso a esse compartimento devem ser do tipo PCF/P-90. com relação ao estabelecido na IT 08 . inviabilizando a redundância das saídas de emergência e comprometendo o funcionamento do sistema de pressurização da escada. esses dispositivos devem ser utilizados quando existir o risco desses dutos e/ou sistemas contribuírem para o alastramento do incêndio. b) os dutos de sucção e/ou pressurização. de 2. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta IT. medido no plano horizontal. b) na situação de emergência (entrada em funcionamento do sistema de pressurização). c) sistemas de exaustão podem ser mantidos ligados desde que promovam um fluxo favorável ao sentido do escape de ar do sistema de pressurização de escada. que garanta a diminuição de risco de captação da fumaça de um incêndio pelo . d) os ancoramentos dos dutos e outros acessórios. seus acessórios. para que não seja exigido o revestimento contra incêndio. devendo o mesmo ser adequadamente instalado e ter sua eficiência comprovada por meio de ensaio. de acordo com NBR 9441 da ABNT.2. g e h desta IT. com diâmetro nominal mínimo 1. que garantam o bloqueio da passagem de fumaça em caso de incêndio.concentração de pessoas ou elevado nível de altura.2. de nafta ou similares.0 m. O acesso à "antecâmara de segurança" deve ser protegido por uma PCF/P-90. de nafta ou similares e depósitos ou tanques de combustível. deve vir da mesma fonte que aciona a pressurização na situação de emergência. no seu caminhamento.0 metros entre as tubulações que conduzem gás GLP. j) caso o compartimento casa de máquinas do grupo moto-ventilador esteja posicionado em pavimento subsolo. devem ser previstos dispositivos de fechamento automático. e) cabos elétricos e dutos de sucção e/ou pressurização devem estar devidamente protegidos contra a ação do fogo em caso de incêndio. 5. ou não atenderem os critérios de compartimentação horizontal e/ou vertical. Portanto. deve ser prevista distância mínima.0 metros desses riscos. 5. O afastamento. de preferência. em seu caminhamento interno ou externamente à edificação. além da proteção que garanta resistência ao fogo por 2 (duas) horas nos dutos de sucção e/ou pressurização.2. devem. duas horas. entre a entrada e saída do tubo-luva de proteção e os dutos de sucção e/ou pressurização. O sinal. Caso isso não seja atendido. sendo que quaisquer outras instalações devem estar posicionadas logo abaixo. que deve dar início a todas estas alterações na operação desses sistemas. g) para os riscos citados no item 5. i) o grupo moto-ventilador. devem estar afastados de sistemas de vasos sob pressão. e os dutos de sucção e/ou pressurização não seja cumprido. h) caso o afastamento de 2. Também deve ser previsto sistema de detecção no acesso a esse conjunto compartimento casa de máquinas. químicos ou do próprio incêndio) a eficiência do sistema de pressurização. seus ancoramentos ou seus revestimentos contra incêndio. bem como. e) detector de fumaça dentro dos dutos de retorno do ar condicionado deve ser utilizado como sistema auxiliar de acionamento do sistema de pressurização. de ferro galvanizado ou aço carbono. c) os dutos de sucção e/ou pressurização. Essa "antecâmara de segurança" pode possuir dimensões reduzidas. devem ser alojados em compartimentos resistentes ao fogo por. deve ser de no mínimo 1. ou outro pavimento que possa causar risco de captação da fumaça de um incêndio. f) os dutos de sucção e/ou pressurização. c) em um mesmo edifício não devem existir escadas de segurança pressurizadas. não devem passar por ambientes que possam prejudicar (com danos mecânicos. medida no plano horizontal.Saídas de Emergência em edificações. desde que se atendam os requisitos do item 5. baterias de GLP ou sistemas alimentados por gás natural. Esta solução pode ser substituída por outra.

b) em todos os edifícios devem ser previstos sistemas moto-ventiladores em duplicata. deve ser garantida que a tomada de ar frio seja realizada próximo ao pavimento térreo. e) caso seja aceita a tomada de ar ao nível da cobertura da edificação. é permitido o uso de somente um ventilador com um motor. mesmo quando estiver posicionado em nível subterrâneo. de acordo com os critérios estabelecidos no Anexo B desta IT. tal parede deve ser 1. sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio. Caso não exista condição técnica para o cumprimento dessa exigência. l) o grupo moto-gerador automatizado e seus acessórios. no mínimo. k) quando o sistema de interligação do grupo motoventilador for realizado por correias. p) nas edificações existentes não é obrigatório o uso do grupo moto-gerador automatizado. o) o grupo moto-ventilador deve estar posicionado em compartimento diferente do que abriga o grupo motogerador automatizado. c) nos edifícios residenciais e escritórios com até 60 metros de altura e nos edifícios escolares com até 30 (trinta) metros de altura. conforme NBR 6401. devem ter em seu compartimento. Cuidados especiais.3. que pode ser substituído pela ligação independente do grupo motoventilador. 3) não é permitido conjugar a captação de ar do sistema de pressurização com a saída da extração de fumaça dos subsolos. De forma substitutiva.compartimento casa de máquinas do grupo motoventilador. Tais compartimentos devem ser projetados com vistas a garantir a manutenção de sua estabilidade. sendo que cada grupo deve. Obs: Ver Anexo C desta IT. da entrada do sistema (tomada de ar) até a saída (por meio das PCF e/ou periferia do edifício) também devem ser adotadas. d) a tomada de ar em nível da cobertura. e possuir filtro de partículas classe G-1. e afastada da tomada de ar 5. para o perfeito funcionamento do grupo moto-gerador automatizado e seus acessórios. a saber: 1) construção de uma parede alta. pode ser permitida quando não houver condições técnicas de se cumprir o estabelecido no item 5. devem ser tomados para os dutos de saída do ar aquecido e dutos de escape de gases da combustão. nos compartimentos casa de máquinas do grupo motoventilador e do grupo moto-gerador automatizado. alínea b desta IT. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida.2.2.2. Os dutos de tomada de ar frio devem. para o sistema de pressurização. c) em edificações existentes e quando não houver condições técnicas de se cumprir o estabelecido no item 5. b) a tomada de ar e instalação do grupo moto-ventilador e seus acessórios. Medidas para minimizar a influência da ação dos ventos sobre o sistema de pressurização. devem ser adequadamente projetados como forma de garantir a alimentação elétrica dos sistemas de segurança e sistema de pressurização das edificações. devem atender as seguintes características: 1) localizarem-se no pavimento térreo ou próximo deste.3 A Instalação e equipamentos 5. podem ser utilizados 02 (dois) grupos moto-ventiladores.2 Tomada de ar a) é essencial que o suprimento de ar usado para pressurização nunca esteja em risco de contaminação pela fumaça proveniente de um incêndio no edifício. integridade e estanqueidade. no mínimo. quando exigidos. quanto à instalação do conjunto motoventilador.0 m mais alta que o nível da tomada de ar. por intempéries ou mesmo quando da manutenção geral da edificação. se passarem por áreas de risco. devendo ser analisada pelo Corpo Técnico do CBMMG. 5. para atuarem especificamente no estágio de emergência e em conjunto. através de dutos. quanto ao isolamento térmico e/ou de resistência ao fogo.3. medida no plano horizontal. posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação. 4) o compartimento que abriga o conjunto motoventilador deve permitir facilidades de acesso para manutenção.3. n) cuidados especiais devem ser tomados para evitar a entrada de água ou produtos agressivos. tendo em vista a vibração originária do funcionamento do grupo moto-gerador. de acordo com os critérios do Anexo B desta IT. requisitos mínimos devem ser providenciados de modo a diminuir o risco de captação da fumaça que sobe pelas fachadas do edifício. 2) caso necessário. em edificações existentes.1 Ventilador a) o conjunto moto-ventilador deve atender a todos os requisitos desta IT.4. devidamente comprovada a inviabilidade. bem como o escape dos gases da combustão. para proporcionar a pressurização requerida. por meio de grade ou outro dispositivo que possua mesma finalidade e eficiência. para atuarem especificamente na situação de emergência.0 m. pode ser permitida sua instalação no pavimento cobertura. possuir proteção que garanta resistência ao fogo por no mínimo 2 (duas) horas. Preferencialmente.3. o mesmo nível de proteção estabelecido no item 5. 5. deve ser providenciada proteção contra eventuais acidentes pessoais. . com as mesmas características. alínea b desta IT. m) o circuito formado pela tomada de ar frio e saída do ar aquecido (do compartimento casa de máquinas do grupo moto-gerador). o grupo moto-gerador e seus acessórios devem estar posicionados no pavimento térreo ou próximo deste. sendo do tipo metálico lavável. alínea i desta IT. a tomada de ar deve ser realizada através de duto de captação de um local sem risco de fumaça de incêndio até o compartimento que abriga o conjunto moto-ventilador.

a tabela do Anexo F desta IT pode ser utilizada como referência. o ponto de descarga de qualquer duto vertical que possa eventualmente descarregar fumaça de um incêndio. j) caso se adote parede sem função estrutural para proteger dutos metálicos verticalizados. havendo impossibilidade técnica justificada de execução desse duto. o traço em volume da argamassa de assentamento. acima da temperatura ambiente. deve também estar afastado 2. através de duto. devem ser previstas várias grelhas de insuflamento. não é estabelecido o valor para cimento pois.4. deve ser submetida à avaliação do Corpo Técnico do CBMMG. utilizando a norma brasileira. que se manifesta em série. 2. onde é apresentado “Traço em volume de argamassa de assentamento”. que ficarem posicionados de forma aparente. f) caso necessário. e preferencialmente o seu ponto de descarga deve ficar posicionado o mais próximo possível. f) da mesma forma. 4) incombustibilidade do revestimento. à medida do possível. em relação ao nível da tomada de ar. de um andar a outro. O problema fica.3. para evitar que a elevação da temperatura na superfície interna do duto não alcance 140 ºC (temperatura média) e 180 ºC (temperatura máxima pontual). h) os dutos metálicos. tendo em vista o aumento de peso causado por esses revestimentos. fumaça e gases quentes. o ensaio no I. Os pontos de saída devem ser balanceados para permitir a saída de quantidades iguais de ar em cada grelha. desde que sejam somente para a distribuição do ar de pressurização. Deve-se verificar os efeitos da "resistência fluido-dinâmica" associada ao escoamento vertical do ar pela escada. devendo obrigatoriamente haver uma grelha no piso de descarga (pavimento térreo) e uma no último pavimento. atendendo aos seguintes critérios abaixo: 1) integridade a passagem de chamas. através das literaturas “HVAC Duct Construction . quando for necessário o uso de revestimento resistente ao fogo para sua proteção.3. de preferência. c) cuidados especiais devem ser tomados na ancoragem dos dutos do sistema de pressurização. preferencialmente. deve ser de 1 (um).0 m.3 Sistema de distribuição de ar a) nos edifícios com vários pavimentos. mesmo . Obs. b) os dutos devem. da tomada de ar do sistema de pressurização. Obs. no mínimo. g) registros corta-fogo não devem ser usados na rede de dutos de tomada ou distribuição do ar de pressurização. localizadas a intervalos regulares por toda a altura da escada. e posicionadas de modo a haver uma distância máxima de dois pavimentos entre grelhas adjacentes. com objetivo de se obter uma superfície lisa e estanque. posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação. O método de teste deve ser o recomendado pela SMACNA. mesmo que esses dutos estejam posicionados em pavimentos subsolos ou na face externa do edifício.0 m acima da tomada de ar.0 m. medido no plano horizontal. possua revestimento com argamassa. b) os dispositivos de ajuste e balanceamento das grelhas de insuflamento não podem permitir alterações. alínea b. 5. ou revestida com chapas metálicas ou outro material incombustível. Porém. um teste de vazamento nos dutos pode ser aplicado de forma a se verificar a exatidão dos parâmetros adotados. ser evitados. A utilização de dutos confeccionados em outros materiais. d) dutos de alvenaria podem ser utilizados. de modo que o seu acionamento não prejudique o suprimento de ar. tanto na tomada de ar quanto na sua distribuição. 2) estabilidade ao colapso do duto. Neste caso o processo deve ser analisado pelo Corpo Técnico do CBMMG. devem possuir tratamento de revestimento contra o fogo. sendo que. que garanta resistência ao fogo por 2 (duas) horas. que deve ser objeto de análise específica de cada caso.4 Grelhas de insuflamento de ar a) para a pressurização de uma escada. ser construídos em metal laminado.Fire Resistance Tests Ventilation Ducts ou similar.: Na segunda coluna da tabela do Anexo F desta IT. pode ser aceita a distribuição de ar através de duto plenum.T (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) foi realizado na situação de uma parede não estrutural na condição mais desfavorável. na dependência da geometria da escada. 3) isolamento térmico.P. para edificações existentes. ou seja.5 m2 e triangulares. quando submetidos às condições de trabalho esperadas. com material de vedação adequado. a disposição preferida para um sistema de distribuição de ar para pressurização consiste em um duto vertical que corre adjacente aos espaços pressurizados. Exceção se faz quando do caminhamento do duto externo à edificação com os afastamentos citados no Anexo D desta IT. sem o cimento. Os aspectos construtivos devem obedecer às recomendações da SMACNA. que evitaria o cumprimento normal de suas funções. e que a sua superfície interna. portanto. e) recomenda-se que o nível de ruído transmitido pelo sistema de pressurização no interior da escada não deve ultrapassar a 85 dB. por meio da literatura “HVAC Air Duct Leakage Test Manual”. devem.: Os critérios acima devem ser definidos em testes normalizados de resistência ao fogo de dutos de ventilação. i) os revestimentos resistentes ao fogo aplicados diretamente sobre os dutos metálicos de ventilação. Obs: Ver Anexo C desta IT. Dutos para pressurização.Metal and Flexible” e “HVAC System Duct Design”.2.: Ver Anexo C desta IT. Obs. além de atender as condições de exigência relativas aos dutos metálicos. e na sua ausência a norma ISO 6944 . principalmente às condições de um incêndio. o valor mínimo para o cimento. Esse duto deve atender aos requisitos estabelecidos no item 5.2) construção de uma parede alta. desta IT. com áreas internas inferiores a 0. quando não se conseguir o afastamento de 5. medidos no plano horizontal. medida no plano vertical. com costuras longitudinais lacradas à máquina. na condição desocupada. 5. devem demonstrar resistência ao fogo por um período mínimo de 2 (duas) horas.

como redundância para melhor confiabilidade do sistema. sem necessariamente operar o sistema de pressurização de escadas. quando se utilizar registros (dampers) nas descargas dos ventiladores. deve ser o de detecção automática. deve ser instalado no sistema de dutos. d) as instalações elétricas devem estar de acordo com a NBR 5410 da ABNT. c) o comando elétrico. Esse registro deve ser posicionado fora das áreas de risco e afastados de acordo com o Anexo E desta IT.3. d) o uso do sistema de detecção não isenta o uso do sistema de alarme manual. bombas de pressurização hidráulicas de incêndio. de forma a identificar a parada de um grupo moto-ventilador e possibilitar o imediato acionamento do outro. Obs. pontual ou linear.: Todos os ambientes que possuem acesso direto à escada pressurizada devem estar protegidos pelo sistema de detecção de fumaça.) podem ser alimentados pelo mesmo grupo moto-gerador automatizado. como forma de diminuir o chamado "efeito do sistema". devem ser acondicionados de forma a garantir a operação do sistema conforme tempo preconizado nesta IT. com pelo menos dois pontos de detecção por pavimento. um dispositivo de controle automático de pressão diferencial. ao registro de sobre-pressão. aparentes ou embutidas em forros sem resistência contra incêndio. de modo a garantir o funcionamento e permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação. com autonomia de funcionamento de acordo com os critérios do Anexo B desta IT e acionado automaticamente quando houver interrupção no fornecimento de energia normal para o sistema de pressurização. ou damper motorizado acionado por sensor diferencial de pressão. todas as indicações da central de .Sistemas de detecção e alarme de incêndio. f) a instalação dos detectores automáticos ou acionadores manuais de alarme devem seguir as orientações do Corpo de Bombeiros e subsidiariamente o que preceitua a IT 14 . O edifício deve possuir um sistema de fornecimento de energia de emergência por meio de um grupo motogerador automatizado. e IT 14 . Em todos os edifícios deve haver tal sistema. considerando-se a influência da ação dos ventos. b) nos edifícios em que os detectores de fumaça foram instalados apenas para acionar a situação de emergência do sistema de pressurização. c) a instalação do detector de fumaça dentro do espaço pressurizado não é aceitável. registros corta-fogo.:1) A existência de sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de combate a incêndios não isenta a necessidade de instalação de sistema de detecção e alarme. após montagens e testes. devem ser elaborados e constantemente avaliados.7 Sistema de acionamento e alarme a) o sistema principal para acionamento do sistema de pressurização. podem ser adotados sistemas que modulem a capacidade dos ventiladores de pressurização. quando todas as PCF estiverem fechadas. no mínimo. não sendo permitido que um laço de alarme/detecção supervisione mais de um pavimento.3. por meio das PCF consideradas abertas. na situação de emergência. b) esse registro é colocado entre um espaço pressurizado e um espaço interno ou externo. Se os circuitos elétricos do sistema de pressurização passarem por áreas de risco. desde que se dê garantia de funcionamento. Obs. 2) o treinamento da brigada de combate a incêndios e a elaboração de plano de abandono e emergências. b) os demais sistemas de emergência (tais como iluminação de emergência.2.5 Sistema elétrico a) deve ser assegurado o fornecimento de energia elétrica para o sistema de pressurização e de segurança existente na edificação durante o incêndio. a fim de impedir que a pressão se eleve acima de 60 Pa. devem ser protegidos contra a ação do calor do incêndio. 5. g) o painel da central de comando de alarme/detecção deve sinalizar o setor atingido. elevadores de segurança etc. c) alternativamente. na situação de emergência. de início de funcionamento do grupo moto-ventilador.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. desta IT. para a plena utilização do sistema de detecção e alarme. de acordo com as Normas Técnicas Oficiais. deve ser previsto registro de sobre-pressão. d) para sistemas de pressurização que se utilizam 02 (dois) conjuntos moto-ventiladores. no hall interno de acesso à escada pressurizada e nos seus corredores principais de acesso. e) os circuitos elétricos do sistema de pressurização. a não ser por pessoal técnico capacitado.6 Sistemas de controle a) considerando-se a diversidade de condições a que o sistema é submetido. como forma principal de acionamento do sistema de pressurização. cuja instalação é exigida nos locais citados no item 5. e) orienta-se que. deve se dar a partir de um sistema automático de detecção de fumaça. e) procedimentos devem ser adotados no sentido de se testar o sistema de alarme de incêndio. sob comando de um controlador de pressão com sensor instalado no interior da escada pressurizada. para se manter um diferencial de pressão adequado.4 e Anexo B. esse detector deve ser posicionado no lado de menor pressão de todas as PCF de comunicação entre a escada pressurizada e o espaço adjacente. um funcionando como reserva do outro. 5.3. e a velocidade mínima necessária referida à condição padrão do ar. suas lâminas sejam posicionadas de forma perpendicular ao eixo do ventilador. sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de prevenção ou combate a incêndios.que acidentais. pelo tempo de utilização do grupo moto-gerador automatizado. quando todas as PCF estiverem fechadas. 5.

que se utilizam dos destravadores eletromagnéticos. (Anotação de Responsabilidade Técnica). sistemas com acionadores manuais que sejam supervisionados pela central de alarme e detecção. . não são permitidos. caso exista. de acordo com os critérios estabelecidos na IT 14 Sistemas de detecção e alarme de incêndio. deve inibir o acionamento do sistema de pressurização. O monitoramento através do sistema de detecção de fumaça desse compartimento deve ser realizado através de um laço exclusivo e independente (ou similar) em relação aos demais detectores de fumaça e acionadores manuais de alarme da edificação.alarme/detecção devem ser informadas na língua portuguesa. m) a lógica do sistema deve contemplar a necessidade de se evitar que o sistema de pressurização da escada entre em funcionamento automaticamente em caso da existência real de fumaça no interior do compartimento que abriga o conjunto moto-ventilador. Tais aberturas em cada pavimento devem proporcionar. ou manualmente na própria PCF.T. Deve-se apresentar o laudo de teste do sistema de detecção. j) o detector de fumaça instalado na sala dos motoventiladores deve possuir laço exclusivo e independente (ou similar) dos demais e funcionar de forma diferenciada. cujo retardo pode causar a contaminação da escada pela fumaça oriunda do incêndio.8 Sistema de escape do ar utilizado para pressurização a) no dimensionamento do sistema de pressurização devem ser previstas áreas de escape de ar para o exterior da edificação. de forma complementar. deve ser de 30 segundos. bem como o devido recolhimento da A.0 m/s). comprovando que foram realizados os testes de acordo com a referida norma. o sinal que opera tais dispositivos deve ser o mesmo que aciona o grupo moto-ventilador no estágio de emergência. do sistema de pressurização. desde que possua fácil comunicação com todo o edifício. também com as interferências da pressurização. O sistema deve permitir ainda o destravamento manual por meio da central de comando do sistema de alarme. seguindo critérios adotados na IT 07 . proveniente de um incêndio em suas adjacências. s) a parada do sistema de pressurização. respeitadas as considerações dos itens seguintes. 4) método do escape de ar através de extração mecânica. do edifício. i) o sistema de pressurização deve ser acionado imediatamente quando a central de alarme e detecção de incêndio receber sinal de ativação do detector de fumaça/calor e/ou acionador manual de alarme de incêndio instalados na edificação. e funcionem no caso de ativação do sistema de pressurização.R. h) qualquer sinal de alarme ou defeito deve ser interpretado pela central de alarme/detecção como alarme e deve acionar o sistema de pressurização. por meio da central de alarme. quando da solicitação da vistoria junto ao Corpo de Bombeiros. 5. ou seja. Esse sistema tem a função de destravar a PCF automaticamente na falta de energia elétrica ou quando acionado o sistema de pressurização de escadas. 3) método do escape de ar através de dutos verticais. n) o sistema de detecção deve ser submetido aos testes de acordo com a IT 14 . 3) na portaria ou guarita de entrada do edifício. também. quando o sistema for de dois estágios. desde que não comprometa a compartimentação vertical exigida para a edificação – as aberturas devem ser protegidas nos moldes do especificado na IT 07 Compartimentação horizontal e compartimentação vertical. e nunca substitutiva. qualquer tipo de dispositivo capaz de impedir a entrada em funcionamento do sistema de pressurização ou qualquer outro sistema de segurança contra incêndio. deve sempre ser instalado em cada local abaixo descrito: 1) na sala de controle central de serviços do edifício. p) o tempo máximo de fechamento das PCF de acesso à escada pressurizada. para garantia do sistema de pressurização. sendo que o seu circuito deve ser ligado à central de comando do sistema de detecção e alarme. o) é permitido o uso de destravadores eletromagnéticos para PCF de acesso à escada pressurizada. Dessa forma devem ser adotados mecanismos adequados que impeçam que o falso alarme desative o funcionamento do conjunto motoventilador. 2) método do escape de ar através de aberturas especiais no perímetro do edifício. dessa forma.Compartimentação horizontal e compartimentação vertical. ao ser acionado. somente pode ser realizada de modo manual no painel de comando do grupo moto-ventilador. O funcionamento de moto-ventiladores não pode depender da ativação dos dispositivos sonoros (sirenes). c) todo equipamento acionado automaticamente para proporcionar o escape do ar de pressurização. r) um acionador remoto manual. l) Somente é aceito. baseado na operação automática dos dispositivos instalados para esta finalidade. b) nos edifícios onde haja necessidade de sistema de escape do ar de pressurização. Para tanto. que acionem apenas os dispositivos de escape. um mínimo de vazão correspondente a 15% da vazão volumétrica média que escapa de 1 (uma) PCF aberta (com velocidade de 1. deve ser incluído nos procedimentos de manutenção. Não pode existir. q) os acionadores manuais de alarme. de preferência. do tipo “liga”. utilizando-se de aberturas em pelo menos 02 (duas) de suas faces.3. Sensores independentes. que permanecem normalmente fechadas. no total. em situação de emergência. 2) no compartimento do grupo moto-ventilador e seus acessórios. na condição normal de uso da edificação. sendo que não é permitido. o sistema de alarme e detecção de incêndio deve ativar o sistema de pressurização antes mesmo do reconhecimento do sinal de alarme pela pessoa responsável pela vigilância. o projetista pode adotar uma das alternativas abaixo: 1) método do escape de ar por janelas. realizar o desligamento do sistema de pressurização. se este for distante da sala de controle central.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. devem sempre permitir o acionamento do sistema de pressurização em situação de emergência.

b) o teste de aprovação da pressurização deve consistir de: 1) medição do diferencial de pressão entre a escada e os espaços não pressurizados adjacentes com todas as PCF fechadas. e/ou seu representante legal. Estas medições devem ser efetuadas com as PCF da escada fechadas. entre os valores medidos e os níveis de pressurização especificados. para que a extremidade livre fique em uma região de ar parado. os motivos desta divergência devem ser detectados e corrigidos. separam o espaço pressurizado dos recintos ocupados do edifício. b) um local conveniente para medir o diferencial de pressão é por meio de uma PCF fechada. Esses cuidados são de inteira responsabilidade do proprietário da edificação. 2) áreas de vazamento para fora do espaço pressurizado excessivas. revelar trajetórias indesejáveis de fluxo da fumaça provocadas por defeitos na construção. entre os espaços pressurizados e os espaços não pressurizados adjacentes. ou por baixo dela. por exemplo. d) os diferenciais de pressão devem ser verificados anualmente. ou outro instrumento sensível e adequadamente calibrado. sendo que uma das sondas passa através de uma fresta da PCF. e devem ser apresentados quando da solicitação de vistoria. Há três razões principais que explicam a não obtenção do nível de pressurização projetado: 1) vazão de ar insuficiente. a sonda possa ser girada em ângulo reto em relação à fresta. com cada componente operando satisfatoriamente e sendo controlado pelo sistema de acionamento no seu modo correto de operação em emergência. Pequenas sondas são colocadas de cada lado da PCF. b) todos os sistemas de emergência devem ser colocados em operação semanalmente. pelos responsáveis da instalação do sistema. visto que não se pode garantir que todas as condições climáticas adversas possam estar presentes no momento da execução do teste. quando o sistema for de dois estágios.4 Integração com outras medidas ativas de proteção contra incêndio O acionamento do sistema de pressurização deve estar em conformidade com o item 5. efetivamente. c) o teste deve ser feito quando o edifício estiver concluído.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. de acordo com a IT 14 . às vezes.3 Correção de divergências no nível de pressurização obtido a) se houver qualquer divergência séria. quando fechadas. o acionamento do sistema.5. suas correias de interligação. os sistemas para o fornecimento de energia em emergência.5.7 desta IT. permitindo de forma secundária. A posição da sonda de medição deve ser escolhida de acordo com esses critérios. o grupo moto-ventilador. 2) medição da velocidade do ar que sai de um conjunto representativo (de acordo com estipulado no cálculo) de PCF abertas que. podendo haver a interligação com outros sistemas automáticos de combate. É importante que o tubo que passa através da fresta da PCF.5. a fim de garantir que cada um dos grupos moto-ventiladores de pressurização esteja funcionando.3. c) sistemas que se utilizam de duplicidade de motores. o mecanismo de comutação.2 Medição dos diferenciais de pressão a) a medição dos diferenciais de pressão. b) deve ser medida a vazão de ar dos ventiladores e a vazão de ar através de todas as grelhas de insuflamento. Os cuidados com esses equipamentos devem ser incluídos no programa de manutenção anual do edifício. HVAC AIR DUCT LEAKAGE TEST MANUAL ou da Recomendação técnica DW/143 da Heating and Ventilation Contractors' Association (HVAC). 5. portas cortafogo e o equipamento do sistema de escape do ar acionado automaticamente. para que depois da inserção através da fresta. condições devem ser dadas para o teste individualizado. de comprimento). atravesse-a e penetre suficientemente no espaço. Sugere-se que esta sonda tenha uma dobra em L (de pelo menos 50mm. deve ser feita com o auxílio de um manômetro de líquido ajustável. com manuais em português. e) o sistema de detecção deve ser submetido aos testes. d) nos sistemas com dois estágios são exigidas medições apenas com o segundo estágio operando (estágio de emergência). e 3) áreas de escape do ar para fora do edifício insuficiente. c) é importante que a inserção da sonda não modifique as características de escape da PCF. 5. este teste pode. Uma lista de verificações dos procedimentos de manutenção deve ser fornecida aos proprietários do edifício ao final das obras. . afastando a superfície da PCF do rebaixo no batente. Este processo introduz a extremidade livre em uma região de ar parado. também considerando as interferências da pressurização. pela literatura “Field Performance Measurement of Fan System”. 5.5 Testes de aprovação 5.9 Procedimentos de manutenção a) todo equipamento de pressurização deve ser submetido a um processo regular de manutenção. dutos (sucção e/ou pressurização) e suas ancoragens e proteções contra incêndio. As medições efetuadas em campo devem seguir as recomendações da AMCA 203. Entretanto. podendo ser prevista a instalação permanente de equipamentos para esta finalidade. As duas sondas a seguir são ligadas ao manômetro por meio de tubos flexíveis.3.1 Aspectos gerais a) um teste de fumaça não é satisfatório para se determinar o correto funcionamento de uma instalação de pressurização. a fim de se detectar os níveis de escape e o suprimento total de ar que chega à escada.5. 5. síndico. que inclui: o sistema de detectores de fumaça ou qualquer outro tipo de sistema de alarme de incêndio utilizado. com os sistemas de condicionamento de ar e de pressurização balanceados e todo o sistema pronto e funcionando. Para a avaliação do teste de escape podem ser utilizados os procedimentos previstos no MANUAL SMACNA.

4 Medição da velocidade média do ar através de uma PCF aberta a) esta medida deve ser tomada com um anemômetro de fio quente ou outro instrumento com resolução e exatidão adequados e devidamente calibrado. o escape de ar a partir dos espaços não pressurizados deve ser examinado para se ter certeza que está em conformidade com o processo e as necessidades desta IT. . áreas de vazamentos adicionais não previstas. pode ser aumentada a vazão de entrada de ar até o nível desejado de pressurização a ser atingido.5. Se for inadequado.c) caso a vazão de ar que entra na escada esteja de acordo com a prevista em processo. sendo necessário condições estáveis de vento e com o edifício vazio. também. Devem ser localizadas. devem ser verificadas as frestas em redor das PCF. Se qualquer PCF tiver folgas inaceitavelmente grandes. nem exceder a 60 Pa. o escape deve ser aumentado para os valores recomendados. mesmo diante de escapes adicionais ou de condições insuficientes. que devem ser vedadas. c) o número de PCF abertas durante a realização das medições deve seguir o estabelecido no Anexo B desta IT. dando-se atenção especial à folga na sua parte inferior. 5. O nível de pressurização medido não deve ser menor que 90% do valor projetado. b) a velocidade média através da PCF aberta deve ser obtida por meio da média aritmética de pelo menos doze medições em pontos uniformemente distribuídos no vão da PCF. estas devem ser reduzidas. Como alternativa. d) caso a vazão de ar não atinja o nível previsto.

0 mmH2O 2) Quando pavimentos subterrâneos necessitem ser pressurizados. PCF duplas.89 (cada) 2.64 1.10 x 0.03 0.10 x 0. . sendo que 10 Pa equivalem a 1. o processo deve ser submetido à avaliação do Corpo Técnico do CBMMG.89 (cada) Área de escape PCF aberta (m²) 1. portas de elevadores.89 2.10 x 0.06 TIPO DE PCF PCF simples.28 Área de escape PCF fechada (m²) 0. batente rebaixado permitindo a SAÍDA do espaço pressurizado PCF dupla com ou sem rebaixo central dando ACESSO PCF dupla com ou sem rebaixo central permitindo SAÍDA Observação: Nos outros tipos de PCF.10 x 0.64 3.045 0.89 2.04 0. batente rebaixado dando ACESSO ao espaço pressurizado PCF simples. TABELA 2 – ÁREAS TÍPICAS DE ESCAPE PARA QUATRO TIPOS DE PCF TAMANHO (m) 2.ANEXO A TABELA 1 – NÍVEIS DE PRESSURIZAÇÃO VALORES DE DIFERENCIAL DE PRESSÃO SISTEMA DE 1 ESTÁGIO SISTEMA DE 2 ESTÁGIOS 1º ESTÁGIO 50 15 2º ESTÁGIO 50 Observações: 1) Pa = Pascal. suas dimensões devem ser verificadas junto aos fabricantes.28 3.

ANEXO B RESUMO DE EXIGÊNCIAS PARA OS DIVERSOS TIPOS DE EDIFICAÇÕES COM SISTEMAS DE PRESSURIZAÇÃO G R U P O OCUPAÇÃO/ USO (4) CRITÉRIO DE ALTURA (7) NÚMERO DE PCF CONSIDERADAS ABERTAS (8) GRUPO MOTO-GERADOR AUTOMATIZADO (Autonomia de 4 h) LOCAIS A SEREM SUPERVISIONADOS PELO SISTEMA DE DETECÇÃO AUTOMÁTICA DE FUMAÇA (1) A Residencial (2) (3) Até 80 metros Acima de 80 metros Até 30 metros Acima de 30 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 21 metros (5) Acima de 21 metros (6) Até 30 metros Acima de 30 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros 1 2 2 2 2 2 1 2 2 2 3 4 2 2 2 2 2 2 NÃO (exceto Convento) SIM SIM SIM SIM SIM NÃO (Apav < 750 m²) SIM NÃO SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM B Serviço de Hospedagem C Comercial D Serviço profissional (2) E Educacional e cultura física (2) Local de Reunião Pública F G Serviço automotivo I . pelo menos. quando este atender ao sistema de pressurização de escadas. III . II – Todos os pavimentos que dão acesso à saída de emergência pressurizada devem ser supervisionados por. H Serviço de saúde e institucional I Indústria Acima de 12 metros . 4) em todos os ambientes com acesso direto à saída de emergência pressurizada. 6) no compartimento destinado ao grupo moto-gerador. 2) em todos os corredores de circulação. 7) na antecâmara de segurança do compartimento destinado ao conjunto moto-ventilador. quando este estiver localizado em pavimento subsolo. dois pontos de detecção de fumaça. quando o acesso à saída de emergência pressurizada atender diretamente as áreas privativas. 3) em todos os corredores de circulação privativos. em áreas comuns. utilizados como rota de fuga para acesso à saída de emergência pressurizada.Toda edificação dotada de sistema de pressurização de escada e/ou elevador de emergência deve possuir sistema de detecção automática de fumaça nos seguintes locais: 1) no hall comum ou privativo de acesso à saída de emergência pressurizada.A previsão de detecção automática de fumaça nos locais descritos no item I acima não isenta a edificação da instalação desse mesmo sistema em outros locais que porventura sejam exigidos pelo Regulamento de Segurança Contra Incêndio. 5) no compartimento destinado ao conjunto moto-ventilador (laço exclusivo e independente ou similar).

1. inclusive para os pavimentos situados abaixo do piso de descarga. em todos os pavimentos. (7) Quando a edificação for dotada de elevador de emergência.1. conforme descrito no item 5. seus acessos devem ser protegidos por antecâmara de segurança. (4) Devem ser pressurizadas as escadas dos subsolos que possuir as seguintes características: a) que tiver uso distinto de estacionamento de veículos sem distinção de altura. ou seja. De forma substitutiva. do tipo Convento. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida.7 desta IT. estas devem possuir compartimentação do tipo corta-fogo em relação a esse hall. é exigido grupo moto-gerador automatizado.3. . a escada. sendo que cada grupo deve.6.6. Em ambos os casos a escada e o número de PCF calculadas seguem o mesmo critério de dimensionamento dos pavimentos superiores. ser descontínua no piso de descarga. b) que tiver uso de estacionamento de veículos com profundidade maior que 12 metros. para atuarem especificamente no estágio de emergência e em conjunto”. (5) Edificações isentas de uso do grupo moto-gerador desde que a área de cada pavimento seja inferior a 750 m2. para edificações residenciais com altura igual ou superior a 80 metros e demais ocupações com altura igual ou superior a 60 metros.G R U P O OCUPAÇÃO/ USO (4) CRITÉRIO DE ALTURA (7) NÚMERO DE PCF CONSIDERADAS ABERTAS (8) GRUPO MOTO-GERADOR AUTOMATIZADO (Autonomia de 4 h) LOCAIS A SEREM SUPERVISIONADOS PELO SISTEMA DE DETECÇÃO AUTOMÁTICA DE FUMAÇA (1) J Depósito Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros Até 12 metros Acima de 12 metros 2 2 2 2 2 2 SIM SIM SIM SIM SIM SIM L Explosivos (idem ao descrito na mesma coluna da página anterior) M Especial (1) A exigência de sistema de detecção de fumaça para o sistema de pressurização não isenta a edificação das demais exigências previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio. é permitido o uso de somente um ventilador com um motor.1. esse pavimento seja destinado única e exclusivamente a hall de recepção ou. (2) Conforme item 5. alínea c: “Nos edifícios residenciais e escritórios com até 60 metros de altura e nos edifícios escolares com até 30 (trinta) metros de altura. devendo. essa antecâmara pode ser dispensada apenas no nível térreo (piso de descarga) quando este não estiver em local de risco de incêndio. podem ser utilizados 02 (dois) grupos moto-ventiladores. caso possua loja ou dependências com carga-incêndio.6.6 e 5. no mínimo.1. (6) Somente é exigido antecâmara de segurança nos acessos à escada pressurizada.7 desta IT. (3) Em edificações com altura superior a 12 metros. de acordo com item 5.

ANEXO C .

ANEXO D .

.

de aço CA50A diâmetro ¼ poleda.8m x 2. com dimensões 2.5 2.5 16 120 150 185 150 300 (**) 150 210 ≥ 2 ≥ 2 ≥ 3 ≥ 2 ≥ 4 2 3 ≥2 ≥2 ≥3 ≥2 ≥4 2 3 1½ 2 3 2 ≥ 4 1 3 1½ 2 3 2 >4 1½ 3 Paredes de tijolos cerâmicos de oito furos (dimensões nominais dos tijolos 10 cm x 20 cm x 20 cm (massa 2. .5 1.5 1.5 19 17 22 13 23 11.(informativo) Característica das Paredes Características das paredes Traço em volume de argamassa de revestimento Chapisco Emboço Cal Areia Espessura de argamassa de revestimento (cada face) (cm) Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios de avaliação (horas) Espessura total da parede (cm) Duração do ensaio (min) Integridade Estanqueidade Isolação térmica Resistência ao fogo (horas) Paredes ensaiadas (*) Traço em volume da argamassa do assentamento Cimento Cal Areia Espessura média da argamassa de assentamento (cm) Cimento Areia Cimento Parede de tijolos de barro cozido (dimensões nominais dos tijolos).5 agregado gaúcho (granizo pedra nº 3): armadura simples posicionada à meia espessura das paredes.9 Kg). 1 1 8 1 - - - - - - 14 100 ≥ 1½ ≥ 1½ 1½ 1½ 1 1 1 - 1 1 1 1 1 8 8 8 4 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 1 1 1 1 2 2 2 2 9 9 9 9 1.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Bloco de 14 cm sem revestimento Bloco de 19 cm sem revestimento Bloco de 14 cm com revestimento Bloco de 19 cm com revestimento Meio . 1 cimento: 2. e massas de 13 kg e 17 kg respectivamente.ANEXO F .tijolo sem revestimento Um tijolo sem revestimento Meio . 5 cm x 10 cm x 20 cm: Massa: 1.8m totalmente expostas ao fogo (em uma face). (**) Ensaio encerrado sem ocorrência de falência em nenhum dos três critérios de avaliação.5 areia média: 3. (*) Paredes sem função estrutural ensaiadas totalmente vinculadas dentro da estrutura de concreto armado. Paredes de concreto armado monolítico sem revestimento Traço do concreto em volume.5 10 20 15 25 120 395 (**) 300 300 (**) ≥2 ≥ 6 ≥ 4 ≥ 6 ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 1½ ≥ 6 4 ≥5 1½ ≥ 6 4 >6 Parede de blocos vazados de concreto (2 furos) (blocos com dimensões nominais): 14 cm x 19 cm x 39 cm e 19 cm x 19 cm x 39 cm. possuindo malha de lados 15 cm.5 kg Meio .tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento - 1 1 1 1 5 5 5 5 1 1 1 1 1 1 3 3 1 1 2 2 9 9 2.5 1.

é a área de restrição (m2) P . dando acesso ao espaço pressurizado. batente rebaixado. b) 0.edifício de serviços profissionais) 5) Área de vazamento por meio de frestas das portas corta-fogo (PCF) que comunicam a escada pressurizada com os diversos pavimentos – adotar PCF simples: a) 0. N .64 m².é o diferencial de pressão (Pa). área de vazamento por meio de frestas para PCF de saída = 0. consideradas fechadas. NPS = 01.04 m² – porta simples. área de vazamento por meio de frestas para PCF de ingresso = 0. adotamos “2”.Cálculo do suprimento de ar necessário para se obter o diferencial de pressão entre a escada e os ambientes contíguos: 1) Condições: a) situação de emergência (incêndio) b) todas as PCF da escada pressurizada. batente rebaixado.(A): a) Dados: NPI = 17. em caso de situação de incêndio – adotar PCF simples: 1. b) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de ingresso ao espaço pressurizado( API): API = 17 x 0.04m².é um índice que varia de 1 a 2.827 x A x (P)(1/N) onde: Q . c) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos deve ser de 50 Pa 2) Cálculo das áreas de restrição .escape de ar por meio de frestas . permitindo a saída do espaço pressurizado.ANEXO G MODELO DE CÁLCULO DE VAZÃO DO SISTEMA DE PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA I – Dados para o desenvolvimento do cálculo de vazão de ar 1) Quantidade de pavimentos com acesso à escada pressurizada: 18 2) Quantidade total de portas corta-fogo (PCF) de ingresso à escada de segurança: NPI = 17 3) Quantidade total de PCF de saída da escada de segurança: NPS = 01 4) Quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (conforme Anexo B .é o fluxo de ar (m3/s) A .51 m² c) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de saída do espaço pressurizado(APS): . II .03 m² – porta simples. 7) Fator de segurança: a) 15% para vazamentos em dutos metálicos b) 25% para vazamentos em dutos de alvenaria ou mistos c) 25% para vazamentos não identificados 8) Velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: V = 1m/s 9) Fórmula para cálculo do escape de ar por meio das frestas das PCF: Q = 0.03m².03 m² API = 0. adotamos “50” (conforme Anexo A da IT). 6) Área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta.

55 x (50)1/2 QPF = 3.51 m² + 0.64 m² x 02 + 0.22 m³/s / 3. ● Quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (sendo 1 de ingresso e 1 de saída) ● Área de passagem de ar por meio das frestas de uma porta corta-fogo fechada: APF = 0. .04 m² APS = 0.03 m². a vazão de ar QPF deve se aumentada até que se obtenha a referida velocidade mínima de passagem do ar estipulada.03 x 16 APA = 3.04 m² d) cálculo da área total de restrição (A): A = 0.86 m/s Como a velocidade encontrada é menor do que 1.APS = 01 x 0.827 x 0.22 m³/s 4) Cálculo da velocidade de ar para 1 porta aberta considerando a vazão de ar de pressurização para portas fechadas a) Dado: ● Área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta: AVL = 1.64 m².76 m² c) Cálculo da velocidade de ar através do vão de luz das PCF consideradas abertas mais frestas das PCF consideradas fechadas (VPA): VPA = QPF / APA VPA = 3.0 m/s.827 x A x (P)(1/N) onde: QPF = ? A = 0.55 m² P = 50 Pa N=2 Portanto.04 m² A = 0.55 m² 3) Cálculo do fluxo de ar necessário para o sistema de pressurização considerando as PCF fechadas .22 m³/s ● Velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: VPA(min) = 1m/s ● Fórmulas utilizadas: APA = AVL x NPA + APF x NPF VPA = QPF / APA = ou > 1 m³/s b) Cálculo da área de restrição por meio do vão de luz das PCF consideradas abertas ( APA): APA = AVL x NPA + APF x NPF APA = 1.(QPF) Cálculo de QPF: QPF = 0.76 m² VPA = 0. QPF = 0. ● Quantidade de PCF fechadas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPF = 16 ● Vazão de ar de pressurização para portas fechadas: QPF = 3.

26m³/s x 3.936 m³/h.26 m³/s ou 18.344 m³/h.15 ● Fator de segurança para vazamentos não identificados: 25% = 1.0 m/s QPFC = 3.QPF QD = 5.600s QTPF = 18.26 m³/s .76 x 1.25 QTPF = 5. para uma vazão em excesso de 2.04 m³/s x 3600 s QD = 7.25 b) Cálculo de QTPF: QTPF = QPF x 1. 2) Cálculo da vazão de ar em excesso para dimensionamento do damper de alívio (QD): QD = QTPF .15 + 3.76 m³/s 5) Cálculo do fluxo de ar considerando os incremento dos valores referenciais de perdas em dutos e vazamentos não identificados – (QTPF) a) Dado: ● Fator de segurança quanto ao tipo de duto: dutos metálicos: 15% = 1.344 m³/h Portanto o damper de alívio deve ser capaz de manter a pressão interna no interior do espaço pressurizado abaixo de 60 Pa.22 m³/s QD = 2.15 + QPF x 1. d) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos não deve ser superior a 60 Pa.Cálculo da vazão de ar em excesso para se manter o diferencial de pressão entre a escada e os ambientes contíguos: 1) Condições: a) situação de emergência (incêndio). c) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos deve ser de pelo menos 50 Pa.d) Cálculo da vazão de ar corrigida para se obter a velocidade mínima através do vão de luz das PCF consideradas abertas mais frestas das PCF consideradas fechadas (VPA).04 m³/s ou 7.76 m² x 1.76 x 1. b) todas as PCF da escada pressurizada consideradas fechadas.25 QTPF = 3.3.936 m³/h Portanto a vazão total requerida para o conjunto moto-ventilador é de 5.26 m³/s Transformando a vazão em m³/h: QTPF = 5.04 m³/s Transformando a vazão em m³/h: QD = 2. . III . QPFC = APA x VPA(min) QPFC = 3.

11 PLANO DE INTERVENÇAO DE INCÊNDIO SUMÁRIO ANEXOS 1 – Objetivo A – Planilha de levantamento de dados 2 – Aplicação B – Fluxograma do Plano de Intervenção de Incêndio 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições e conceitos 5 – Procedimentos .IT .

FireEx Internacional de Proteção Industrial Ltda. 355 . Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. National Fire Protection Association. “The SFPE Handbook of Fire Protection Engeniering. Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Maj.Bairro Centro CEP 30. 1997.mg. “Handbook”. Decreto Estadual nº 44. Ministério do Trabalho. 5. 54. . Sellie. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e áreas de risco onde. 1997. Augusto de Lima. NBR 14608 – Bombeiro Profissional.mg. buscando identificá-los. Gerald. 1992. “Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas”. NR 23 – Proteção Contra Incêndio.270.190-000 Site: www. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei Estadual Complementar nr. b) a elaboração de Planos de Intervenção Incêndio. 5.gov.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece princípios gerais para: a) o levantamento de riscos de incêndios.Instituto de Engenharia de São Paulo.gov. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E FUNDACENTRO. 18th edition. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.2. c) padronização das formas de intervenção operacional nos locais de risco. 1994. NBR 14023 – Registro de Atividades de Bombeiros. 4ª edição.2 Análise preliminar de riscos: 5. 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Para efeito desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e pânico. Society of Fire Protection Engeniering. 1ª edição. de acordo com as tabelas de exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais é necessária a elaboração de um Plano de Intervenção de Incêndio. Lei nº 14.1 Para a elaboração de um Plano de Intervenção de Incêndio é necessário realizar uma análise preliminar de riscos. 2nd edition.bombeiros. PROCEDIMENTOS 5. “Seminário sobre a Intervenção dos Bombeiros no Meio Industrial" .130. “Manual de Regulamentação de Segurança contra Incêndios”. Civil. National Fire Protection Association. “Introdução à Análise de Risco – sistemática e métodos”.br Email: dat3@cbmmg. NBR 14276 – Programa de Brigada de Incêndio.1 As edificações relacionadas no item 2 desta IT devem possuir um Plano de Intervenção de Incêndio.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 11 PLANO DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.

f) facilidade de encontrar os meios e rotas para retirada da população. b) uma via no acesso principal da edificação.5 O Plano de intervenção de incêndio será avaliado por um Oficial do Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico das Unidades e Frações de Bombeiros.3. A3 ou A4.2. cujo modelo encontra-se na IT 01 – Procedimentos Administrativos.5. h) vias de acesso às Viaturas do Corpo de Bombeiros. f) outros dados julgados necessários. 5.4 Em conjunto com a planilha de levantamento de dados da edificação deve ser apresentada uma Planta de Risco. no caso de ocorrer um incêndio/sinistro.2. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema.3.4.2. 5. 5. 5. indicando: a) principais riscos. 5. por meio do preenchimento da planilha de levantamento de dados contida no anexo A.9 O plano de intervenção deverá ser apresentado ao CBMMG.1 O Plano de Intervenção de Incêndio consiste num planejamento prévio para a provável ocorrência de uma emergência e visa facilitar o reconhecimento da edificação por parte da população e das equipes de emergência. 5. c) a segurança dos profissionais responsáveis pelo socorro.3. no segundo ano consecutivo.3. 5. f) reserva de incêndio.3.5 Conforme a complexidade dos riscos existentes. tipo e quantidade. e) os itinerários mais indicados para as viaturas do Corpo de Bombeiros.3 O Plano de intervenção de incêndio de uma edificação contém os seguintes dados: a) planilha de Levantamento de Dados.2.10 Durante o período de validade do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros. c) hidrantes internos e externos. acesso principal ou recepção. e) a proteção do meio ambiente. 5.3 O levantamento do risco de incêndios é elaborado pelo Responsável Técnico. b) a segurança da população das edificações vizinhas. i) hidrantes públicos próximos da edificação (se houver).3 Uma cópia da Planta de Risco deve permanecer num local como portaria. c) as ações a serem tomadas pelos responsáveis pelo uso e funcionários. b) descrição das possíveis causas de incêndio.8 O responsável pelo uso da edificação deverá entregar ao Corpo de Bombeiros responsável pela área da edificação o Plano de Intervenção para análise e aprovação. o plano é arquivado em três vias: a) uma via anexa ao Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico (Pscip). responsável pela área da edificação.1 A Planta de Risco acima citada é a mesma elaborada no processo de segurança contra incêndio e pânico. no mínimo. 5. .4 O Plano deverá ser confeccionado pelo Responsável Técnico habilitado com Assessoria do Corpo de Bombeiros.3. 5.4. um simulado com a participação integrada da brigada de emergências da edificação e do Corpo de Bombeiros.4.2 A Planta de Risco deve ser elaborada no formato A2.3. o levantamento deve ser elaborado por profissionais de um grupo multidisciplinar (engenheiros. recomenda-se que se realize. d) a orientação aos usuários temporários. 5.2.2 A Análise preliminar de riscos é o estudo prévio sobre a existência de riscos. c) uma via em arquivo digitalizado em CD não regrávavel . 5. j) acrescentar tipo de escada.2. conforme item 5.7 O Plano de Intervenção de Incêndio deverá ser de conhecimento da população permanente da edificação. g) armazenamento de produtos perigosos.3.6 A partir do Levantamento de Dados e do mapeamento das áreas de risco. em escala padronizada. 5. Este Plano de Intervenção de Incêndio deve ser objeto de uso freqüentes em treinamentos e simulados.2.2. 5. d) número de pavimentos. d) o controle da propagação de incêndios. b) paredes corta-fogo e de compartimentação. em caso de emergências. e) hidrante de recalque.3. na primeira renovação do AVCB da edificação ou área de risco.3. de forma que seja acessível às guarnições do Corpo de Bombeiros.6 Uma vez elaborado e ratificado pelo Corpo de Bombeiros. podendo ser em mais de uma folha.3. técnicos.2 Por meio do plano de intervenção de incêndio.11 As edificações e projetos já aprovados e liberados pelas leis municipais deverão adequar-se no contido desta Instrução Técnica. 5.3 Plano de Intervenção de Incêndio 5. juntamente com responsável pelo uso da edificação. 5.2.2. aprovado no Corpo de Bombeiros. é elaborado o Plano de Intervenção de Incêndio. a critério do Corpo de Bombeiros. 5. 5. especialistas em gerenciamento de emergências). proporcionando sua utilização em simulados e treinamentos. busca-se garantir: a) a segurança da população fixa e flutuante do edifício.

......................................... PROPRIETÁRIO:.......m3 Capacidade Reservada para Incêndio:................... .........6 Socorros externos: localização e tempo / resposta: Obs: medir o deslocamento em velocidade moderada em situação normal de trânsito..........m2 Área construída:......................... 2...................................:........................................ Pronto Socorro (192): End........................................ HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:................ Período em que estão na edificação:........ POPULAÇÃO FIXA E FLUTUANTE:..................................... Corpo de Bombeiros (193): End................... 4................................ Tempo-resposta:......................................... 3......... Vias de acesso e pontos de referência: ........... Tempo-resposta:....... EQUIPAMENTOS E SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO: 2......... Localização:.................................... há gerador para emergência: ( ) sim ( ) não Localização do hidrante de recalque:....... O prédio possibilita....................m Atrás............ Qual o hidrante público mais próximo: ..... Material de acabamento dos pisos:..................................... Nº DE FUNCIONÁRIOS:.............1 Hidrantes: ( ) simples ( ) duplo ( ) interno ( ) externo ( ) não possui quantidade:....... outras que oferecer um risco maior.........................................ANEXO A PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE DADOS OCUPAÇÃO:.......... Tipo (s) de mangueira (s): ( ) 38 mm ( ) 63 mm Obs.m Frente...... 2....................... Policiamento (190): End................................................2 Instalações Automáticas: Chuveiros automáticos ( ) sim ( ) não Gás carbônico (CO2): ( ) sim ( ) não Gases especiais: ( ) sim ( ) não Sistema de detecção de incêndio e alarme: ( ) sim ( ) não 2.. PONTOS CRÍTICOS DA EDIFICAÇÃO: Assinalar na implantação: central de GLP................min.............................m Distância em relação às edificações vizinhas: Direita.......................... DADOS RELATIVOS A CONSTRUÇÃO DO IMÓVEL: Área do terreno:...................... 2.......m Esquerda...... BAIRRO:.................................................m 2.............. Tempo-resposta:.................min.................................................................... Quantidade de brigadistas........................ ENDEREÇO:...............:....................................................5 Pessoal treinado: ( ) Bombeiros profissionais ( ) Brigada de Incêndio ( ) Socorristas Responsável pela brigada:.......:.............................................................................................m Tipo de estrutura: ( ) concreto ( ) metálica ( ) madeira ( ) outras especificar:.......... junto ao leito carroçável ou no seu interior a utilização de viaturas ou equipamentos de Bombeiro: ( ) sim ( ) não 1...................m2 Altura da edificação:....................................... casa de bomba................................................................................................................................ Material de acabamento das paredes:...... DADOS SOBRE O ABANDONO DE ÁREA Quais as saídas de emergências? Há área de refúgio? Há comunicação com outras edificações? Há pessoas com dificuldade para locomoção? Há pontos fixos para ancoragem de cordas? Há escada mecânica disponível na Fração de Bombeiros mais próxima alcança todos os pavimentos? Há rotas de fuga com iluminação de emergência? ..................................3 Bombas de recalque: ( ) elétrica ( ) óleo ( ) gasolina ( ) vapor Sendo elétrica.............................................................min................... ...................m3 Manancial natural ou artificial nas proximidades: .................................... 2...............................: colocar a quantidade entre os parênteses Hidrante de recalque: ( ) Sim ( ) Não Hidrante público mais próximo da edificação:...........................4 Reservatório de água para incêndio: ( ) subterrâneo ( ) elevado Capacidade:................................... Nº de Pavimentos:............................................... Material da cobertura:.......................... Anexar planta baixa do prédio..

. Abastecimento de gás: ( ) GLP ( ) GN 6..... Comandante:..................... Fração de Bombeiros mais próxima: End................................... POSSIBILIDADE DE ENCHENTE: ( ) sim ( ) não ( ) Córrego ( ) Lagoa ( ) Outros 7.......... Sentido do vento predominante:................................................................................................:..................... TIPO DE VIZINHANÇA: .... Esta planilha está sujeita a alterações de acordo com as peculiaridades de cada plano de intervenção de incêndio.................................................................................................................... ......... Telefone:.....................Há rotas de fuga sinalizadas? 5................... 10.......... Capacitação técnica (CREA) :................ 8......................................................................... Telefone de contato:.............. 9. RESPONSÁVEL TÉCNICO Nome:....................

Exercícios simulados envolvendo os Órgãos Públicos de emergência e Planos de auxílio mútuo .ANEXO B Fluxograma do Plano de Intervenção de Incêndio Preencher a planilha de levantamento de dados a partir da primeira renova ç ão do AVCB Análise dos riscos e elaboração da planta de risco Elaboração do plano de intervenção de incêndio Avaliação do Plano de Intervenção pelo proprietário ou responsável pela elaboração em conjunto com o Comandante da Fração de Bombeiros mais próxima.

IT . 4 – Definições D .Questionário de avaliação de brigadista.12 BRIGADA DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Questionário de avaliação de bombeiro profissional civil 5 – Procedimentos .Tabela de percentual de composição da Brigada de Incêndio cálculo para 2 – Aplicação 3 – Referências Normativa e Bibliográficas B .Currículo básico do curso de formação da Brigada de Incêndio C .

Saída de emergência em edifícios. o qual o número de brigadista está descrito na tabela do anexo A. NBR 9077 . NBR 14277 .Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio.1.br 1 OBJETIVO 1. NBR 14096 .1 Composição da brigada de incêndio 5.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 12 BRIGADA DE INCÊNDIO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.mg.Programa de brigada de incêndio. Exemplo: Prédios residenciais necessitam treinar todos funcionários do condomínio e um morador (ou empregado) por pavimento. Augusto de Lima. que é obtido levando-se em conta o grupo e a divisão de ocupação da planta. NBR 13860 .190-000 Site: www. treinamento e reciclagem da brigada de incêndio para atuação em edificações e áreas de risco no estado de Minas Gerais.Sistema de proteção contra descargas atmosférica.Campo para treinamento de combate a incêndio.bombeiros. 2 APLICAÇÃO Esta instrução técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco enquadradas na tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 9444 . conforme condições descritas a seguir: 1ª Condição: Determinar população fixa da edificação. aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.br Email: dat3@cbmmg. Decreto Estadual nº 44.270.Extintor de incêndio classe B – Ensaio de fogo em líquido inflamável. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta instrução técnica. NBR 9443 .130.1 Esta instrução técnica estabelece as condições mínimas para a formação. NBR 14023 . levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.Extintor de incêndio classe A – Ensaio de fogo em engradado de madeira. aquela que regularmente permanece na edificação.1 A brigada de incêndio deve ser composta pela população fixa e o percentual de cálculo do anexo A. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 14276 .gov. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5 PROCEDIMENTOS 5. ou seja.gov. 2ª Condição: Se a população fixa (PF) for menor que 10 pessoas: Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Obs: Há casos especiais para base de cálculo.Registro de atividades de bombeiros.Bombeiro profissional civil.Veículos para atendimento a emergências médicas e resgate. 355 .mg. NBR 5419 .Bairro Centro CEP 30.Viaturas de combate a incêndio . NBR 14608 . NBR 145610 .

: Edificação com ocupação de agência bancária (D-2) tendo uma população fixa de 60 pessoas. % C1 = porcentagem de cálculo da coluna 1 da tabela do anexo A. o número de brigadista será a soma do valor obtido no 1º passo com o valor obtido no 3º passo. onde: Número de brigadistas = Número de brigadistas por pavimento ou compartimento.42 Nº de brigadistas por pavimento = 13 pessoas Nº total de brigadistas (área administrativa + área industrial) No total de brigadistas = (4 x 3) + 13 = 12 + 13 = 25 No total de brigadistas = 25 pessoas b) edificações sem compartimentação dos pavimentos e sem isolamento dos riscos. Exemplo: Loja População fixa = 9 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = (9 x 40%) = 3. Exemplo: planta com duas edificações. 5. calcula-se o número de brigadistas separadamente por grupo de ocupação: Área administrativa População fixa = 19 pessoas por pavimento (três pavimentos) Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 30% + (19-10) x 10% = 3 + 0. % C2 = porcentagem de cálculo da coluna 2 da tabela do anexo A.1. considerando os turnos de trabalho. 10 x 40% = 4. O número de brigadistas só é calculado por grupo de ocupação. 3ª Condição: Se a população fixa for maior que 10 pessoas: = [(população fixa por pavimento de 10 pessoas) x (% de cálculo da coluna 1 do anexo A)] + [(população fixa por pavimento menos 10 pessoas) x (% de cálculo da coluna 2 (C2) do anexo A)]. ou seja.63 = 5. calcula-se o número de brigadistas por meio do grupo de ocupação de maior risco: No caso utiliza-se o grupo da área industrial Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Área administrativa População fixa = 19 pessoas por pavimento (três pavimentos) Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (19-10) x 7% = 5 + 9 x 7% = 5 + 0. o número de brigadistas deve ser calculado levando-se em conta o grupo de ocupação de maior risco. ou seja: Número de brigadista = PF x % C1 do anexo A (“até 10”).42 Nº de brigadistas por pavimento = 13 pessoas Nº total de brigadistas (área administrativa + área industrial) No total de brigadistas = (6 x 3) + 13 = 18 + 13 = 31 Nº total de brigadistas = 31 pessoas . ou seja. deve-se proceder conforme exemplo: Ex. ou seja: Número de brigadistas = [10 x % C1] + [(PF – 10) x % C2].63 Nº de brigadistas por pavimento = 6 pessoas Área Industrial População fixa = 116 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (116 . deve-se arredondá-lo para mais.1. se as unidades forem compartimentadas e os riscos forem isolados. ou seja. ou seja. deve-se prever os turnos. para dimensionamento do número de brigadista quando à população fixa for maior que 10 pessoas. 2º Passo: Em seguida pegaremos a população fixa e subtraímos de 10 pessoas.42 = 12. a natureza de trabalho e os eventuais afastamentos.2 Para os números mínimos de brigadistas. multiplicamos este valor de porcentagem da coluna 2 (acima de 10) do anexo A. 60 – 10 = 50 pessoas. Obs: Portanto.9 = 3.10) x 7% = 5 + 106 x 7% = 5 + 7. 4º Passo: Portanto. 3º Passo: Com o resultado obtido no 2º passo. PF (população fixa) = número de pessoas que permanecem regularmente na edificação.42 = 12.Número de brigadistas por pavimento ou compartimento = [população fixa por pavimento] x [% e cálculo da coluna 1 (C1) do anexo A (coluna “até 10”)]. 1º Passo: Aplicar a porcentagem da coluna 1 (até 10) do anexo A para as primeiras 10 pessoas.1.4 Quando em uma planta houver mais de um grupo de ocupação.9 Nº de brigadistas por pavimento = 4 pessoas Área industrial População fixa = 116 pessoas Nº de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela A] Nº de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (116 . 50 x 10% = 5. sendo a primeira uma área de escritórios com três pavimentos e 19 pessoas por pavimento e a segunda uma indústria de médio potencial de risco com um pavimento e 116 pessoas: a) edificações com pavimentos compartimentados e riscos isolados. Nº brig = [10 x 40%] + [(60 – 10) x 10%] Nº brig = 4 + (50 x 10%) Nº brig = 4 + 5 = 9 brigadistas 5.3 Sempre que o resultado obtido do cálculo do número de brigadistas por pavimento for fracionário.6 Nº de brigadistas por pavimento = 4 pessoas 5.10) x 7% = 5 + 106 x 7% = 5 + 7. 4 + 5 = 9.

4. expedido por profissional habilitado. Nota .4.7 A avaliação teórica é realizada na forma escrita.4.4. que devem ser coordenados pelo coordenador geral da brigada (ver exemplo 3). deverá ser realizado novo treinamento nos termos do item 5. selecionados conforme o item 5.1. 5.1 Os candidatos a brigadista.5. devem freqüentar curso com carga horária mínima de 12 horas.5 A composição da brigada de incêndio deve levar em conta a participação de pessoas de todos os setores. sendo a parte prática de. d) elaboração de relatório das irregularidades encontradas.2 Ações de emergência: a) identificação da situação. b) alarme/abandono de área. 5. d) possuir bom conhecimento das instalações. será facultada a parte teórica.2.2 Critérios básicos para seleção de candidatos a brigadista Os candidatos a brigadista devem atender preferencialmente aos seguintes critérios básicos: a) permanecer na edificação. É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo.4.1 Brigada de incêndio A brigada de incêndio deve ser organizada funcionalmente como segue: a) Brigadistas: membros da brigada que executam as atribuições de 5. c) possuir boa condição física e boa saúde. com 2º grau completo e que possua especialização em prevenção e combate a incêndio (carga horária mínima 60 horas-aulas) e Emergências Médicas (carga horária mínina de 40 horasaulas).5. b) as empresas que possuem em sua planta somente uma edificação com apenas um pavimento/compartimento. f) orientação à população fixa e flutuante. 5.2 O curso deve enfocar. 5. das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares. devem ser selecionados aqueles que atendam ao maior número de requisitos.4 Aos componentes da brigada que já tiverem freqüentado o curso anterior.1.5 Aqueles que concluírem o curso com aproveitamento mínimo de 70% na avaliação teórica e prática receberão certificado de brigadista. b) preferencialmente possuir experiência anterior como brigadista. 5. e) ter responsabilidade legal. principalmente os riscos inerentes ao grupo de ocupação.2 Organograma da brigada de incêndio a) o organograma da brigada de incêndio da empresa varia de acordo com o número de edificações. 5. a carga horária total deve ser de 4 horas. preferencialmente dissertativa.5 Atribuições da brigada de incêndio 5.4 Programa do curso de formação de brigada de incêndio 5. b) Líder: responsável pela coordenação e execução das ações de emergência em sua área de atuação (pavimento/compartimento). devem ter um líder por pavimento/compartimento e um chefe da brigada para cada edificação. 8 horas conforme anexo B.3 Organização da brigada 5.Caso nenhum candidato atenda aos critérios básicos relacionados. f) ser alfabetizado.4. 5. ou quando houver alteração de 50% dos membros da Brigada. com mais de um pavimento/compartimento. g) exercícios simulados. desde que o brigadista seja aprovado em pré-avaliação com 70% de aproveitamento. b) inspeção geral dos equipamentos de combate a incêndio. habilitação e registro do instrutor. d) as empresas que possuem em sua planta mais de uma edificação. e a avaliação prática é realizada de acordo com o desempenho do aluno nos exercícios realizados.5.3. 5. conforme parte B do anexo B. e) encaminhamento do relatório aos setores competentes.3. o número de pavimentos em cada edificação e o número de empregados em cada pavimento/compartimento. b) carga horária. no mínimo. Findo esse prazo. c) período de treinamento.4. com mais de um pavimento/compartimento. c) as empresas que possuem em sua planta somente uma edificação. enfocando apenas a parte de prevenção e combate a incêndio e fazendo 2 horas práticas de combate a incêndio. que é coordenado pelo chefe da brigada dessa edificação (ver exemplo 2). 5.5. 5. . d) nome.5. c) inspeção geral das rotas de fuga. É escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo. 5.6 O profissional habilitado na formação de brigada de incêndio é toda pessoa com formação Técnico de Segurança do Trabalho. e) citar que o certificado está em conformidade com esta instrução técnica.4. d) Coordenador geral: responsável geral por todas as edificações que compõem uma planta. devem ter um líder para cada pavimento/compartimento. É escolhido dentre os brigadistas que tenham sido aprovados no processo seletivo. devem ter um líder que deve coordenar a brigada (ver exemplo 1). conforme parte A do anexo B. 5. Exceção para o grupo A e divisões G-1 e G-2.1 No certificado do brigadista devem constar os seguintes dados: a) nome completo do treinando com Registro Geral (RG).4.3 A periodicidade do treinamento do brigadista deve ser de no máximo 02 (dois) anos. 5. c) Chefe da brigada: responsável por uma edificação com mais de um pavimento/compartimento.1 Ações de prevenção: a) avaliação dos riscos existentes. devidamente registrado no Conselho Regional competente ou no Ministério do Trabalho e os militares as Forças Armadas.

f) controle do pânico.1 Alerta Identificada uma situação de emergência. 5.7. e) primeiros socorros. k) encaminhamento do formulário ao Corpo de Bombeiros para atualização de dados estatísticos. 5.8.2 Reuniões extraordinárias Após a ocorrência de um sinistro ou quando identificada uma situação de risco iminente. com registro em ata.8 Extinção Eliminar o sinistro. 5.6. a solicitação para acompanhamento do simulado.6. quando possível ou necessário.9 Investigação Levantar as possíveis causas do sinistro e suas conseqüências e emitir relatório para discussão nas reuniões extraordinárias. d) tempo gasto no atendimento de primeiros socorros.6. no mínimo um exercício simulado no estabelecimento ou local de trabalho com participação de toda a população. 5. de acordo com o número de brigadistas e os recursos disponíveis no local. por meio de meios de comunicação disponíveis.2 Análise da situação Após o alerta. 5.7 Isolamento da área Isolar fisicamente a área sinistrada. c) apresentação de problemas relacionados à prevenção de incêndios encontrados nas inspeções para que sejam feitas propostas corretivas. l) demais problemas levantados na reunião. 5. e) atuação da brigada. i) recepção e orientação ao Corpo de Bombeiros. As decisões tomadas são registradas em ata e enviadas às áreas competentes para as providências pertinentes. onde são discutidos os seguintes assuntos: a) funções de cada membro da brigada dentro do plano.6. f) comportamento da população. j) preenchimento do formulário de registro de trabalho dos bombeiros. com o objetivo de propor medidas corretivas para evitar a repetição da ocorrência. c) tempo gasto no retorno.7 Controle do programa de brigada de incêndio 5. qualquer pessoa pode alertar. f) outros assuntos de interesse. b) o brigadista deve utilizar constantemente em lugar visível um crachá que o identifique como membro da Brigada. 5. quadros de aviso ou similar. 5.7. removendo para local seguro. os ocupantes e os brigadistas.6.6.2 Comunicação interna e externa a) nas plantas em que houver mais de um pavimento. da área ou geral. b) condições de uso dos equipamentos de combate a incêndio.6. o brigadista deve usar braçadeira.4 Corte de energia Cortar. a uma distância mínima de 100 m do local do sinistro. a brigada deve analisar a situação. fazer uma reunião extraordinária para discussão e providências a serem tomadas. setor. a brigada deve ficar a sua disposição. quando necessário.8. restabelecendo a normalidade. acionar o Corpo de Bombeiros e apoio externo.3 Primeiros socorros Prestar primeiros socorros às possíveis vítimas. deve ser estabelecido previamente um sistema de comunicação entre os . h) ajuda externa (PAM . a energia elétrica dos equipamentos. g) participação do Corpo de Bombeiros e tempo gasto para sua chegada.8 Procedimentos complementares 5. d) corte de energia. colete ou capacete para facilitar sua identificação e auxiliar na sua atuação. 5.7. 5. h) instrução de abandono de área com segurança.Plano de Auxílio Mútuo).c) acionamento do Corpo de Bombeiros e/ou ajuda externa. e desencadear os procedimentos necessários. que podem ser priorizados ou realizados simultaneamente. de modo a garantir os trabalhos de emergência e evitar que pessoas não autorizadas adentrem ao local.10 Com a chegada do Corpo de Bombeiros. 5.6 Procedimentos básicos de emergência 5.1 Deverá ser apresentada ao Corpo de Bombeiros com antecedência de 30 (trinta) dias.1 Identificação da brigada a) devem ser distribuídos em locais visíveis e de grande circulação.6. Deve ser elaborada ata na qual conste: a) horário do evento.1 Reuniões ordinárias Devem ser realizadas reuniões mensais com os membros da brigada. 5. i) falhas de equipamentos.11 Para a elaboração dos procedimentos básicos de emergência deve-se consultar o fluxograma constante no Exemplo 4 do Organogramas de brigadas de incêndio. a cada 12 meses.6. 5. desde o início até o final do sinistro. mantendo ou restabelecendo suas funções vitais com SBV (Suporte Básico da Vida) e RCP (Reanimação Cardio-Pulmonar) até que se obtenha o socorro especializado.3 Exercícios simulados Deve ser realizado.7. e) alterações ou mudanças do efetivo da brigada.6. 5.3. Imediatamente após o simulado. sinalizando a existência da brigada de incêndio e indicando seus integrantes com suas respectivas localizações.6. deve ser realizada uma reunião extraordinária para avaliação e correção das falhas ocorridas. j) falhas operacionais. d) atualização das técnicas e táticas de combate a incêndio. 5.5 Abandono de área Proceder ao abandono da área parcial ou total. b) tempo gasto no abandono. Havendo necessidade. permanecendo até a definição final.6 Confinamento do sinistro Evitar a propagação do sinistro e suas conseqüências. 5. conforme comunicação preestabelecida. 5. g) combate ao princípio de incêndio. bloco ou edificação. c) no caso de uma situação real ou simulado de emergência.

devendo priorizar o(s) local(is) sinistrado(s).poderá ficar isenta da brigada de incêndio. 5.8. até o limite de 60%.9.1 Para esta avaliação. deve ser exigido um novo treinamento. durante as vistorias técnicas. com efetivo mínimo de 5 (cinco) bombeiros profissionais civis (por turno de 24 horas) e viatura de combate a incêndio devidamente equipada. nos parâmetros desta IT.1 O descumprimento dos requisitos estabelecidos por esta instrução técnica será motivo para o órgão técnico do Corpo de Bombeiros não fornecer ou cassar o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).2 Ficam isentas da exigência de brigada de incêndio.10.brigadistas. para estes casos.1 Os integrantes da brigada de incêndio podem ser avaliados pelo Corpo de Bombeiros.3 Ordem de abandono O responsável máximo da brigada de incêndio (Coordenador geral. o(s) setor(es) próximo(s) e o(s) local(is) de maior risco. nos parâmetros da NBR 14096 . conforme o caso) determina o início do abandono. Para tanto.9.10 Disposições finais 5. durante as vistorias técnicas.10. a permanência de pessoas capacitadas a operar os equipamentos de combate a incêndios existentes na edificação. 5. Chefe da brigada ou Líder. de acordo com o anexo D desta instrução técnica.2. 5. se faz necessário que essa pessoa seja devidamente treinada e que esteja instalada em local seguro e estratégico para o abandono. sistemas de som interno. 5. 5. por turno de 24 horas. 5. o(s) pavimento(s) superior(es) a este(s).2. .10. o vistoriador deve escolher um brigadista e fazer 6 (seis) perguntas dentre as 23 (vinte e três) constantes do anexo C. de acordo com o anexo C desta instrução técnica.6. b) essa comunicação pode ser feita por meio de telefones. 5.9.9 Avaliação 5.10. c) caso seja necessária à comunicação com meios externos (Corpo de Bombeiros ou Plano de Auxílio Mútuo) a telefonista ou o rádio-operador é a (o) responsável por ela. O avaliado deve acertar no mínimo 4 (quatro) das perguntas feitas. 5.1 Para esta avaliação. a fim de facilitar as operações durante a ocorrência de uma situação real ou simulado de emergência. 5. devem ser avaliados pelo Corpo de Bombeiros.5 Grupo de apoio O grupo de apoio é formado com a participação da Segurança Patrimonial de eletricistas. quadros sinópticos. O avaliado deve acertar no mínimo 3 (três) das perguntas feitas. do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. encanadores. o vistoriador deve escolher um bombeiro civil e fazer 8 (oito) perguntas dentre as 30 (trinta) constantes do anexo D. terão decréscimo na proporção de 20% na quantidade mínima de brigadistas. rádios. computados. deve ser avaliado outro brigadista e caso este também não acerte o mínimo estipulado acima. deve ser avaliado outro bombeiro e caso este também não acerte o mínimo estipulado acima. que execute exclusivamente serviços de prevenção e proteção contra incêndio. etc.1. para cada bombeiro. interfones. para distribuição das tarefas conforme 5. as edificações especificadas nas disposições constantes no anexo A e nas subdivisões da tabela 7. desde que o bombeiro profissional ministre treinamento periódico ao demais funcionários.9.3 As edificações que possuem bombeiro profissional civil. 5. Quando isto não ocorrer.Viaturas de combate a incêndio . 5.10.5 A edificação que possuir posto de bombeiro interno. 5. alto-falantes.4 A formação e reciclagem do bombeiro profissional civil devem atender as exigências da NBR 14608 da ABNT.10.8. Quando isto não ocorrer. 5.1 Recomenda-se. sistemas de alarme.2 Os bombeiros profissionais civis.8. deve ser exigida a reciclagem nos termos da NBR 14608. telefonistas e técnicos especializados na natureza da ocupação.4 Ponto de encontro Devem ser previstos um ou mais pontos de encontro dos brigadistas.

CHEFE DA BRIGADA LÍDER LÍDER LÍDER BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA Exemplo 3: Empresa com duas edificações.Exemplos de organogramas de brigadas de incêndio: Exemplo 1: Empresa com uma edificação. um pavimento e cinco brigadistas. a primeira com três pavimentos e dois brigadistas por pavimento. três pavimentos e três brigadistas por pavimento. C O O R D EN ADO R G ER AL C HEFE D A BR IG AD A CH EFE D A BR IG AD A LÍD ER LÍD ER LÍD ER LÍD ER BR IG AD IST A BR IG AD IST A BR IG ADIST A BR IG ADIST A BR IG AD IST A BR IG AD IST A . e a segunda com um pavimento e quatro brigadistas por pavimento. LÍDER BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA BRIGADISTA Exemplo 2: Empresa com uma edificação.

Exemplo 4: Fluxograma de procedimento de emergência da brigada de incêndio (recomendação) Início ALERTA Análise da situação. não Há emergência? sim Acionamento do Corpo de Bombeiros e apoio externo Procedimentos necessários. não Há vítimas? não Há incêndio? sim sim não Há necessidade de socorro? não Há necessidade de cortar a energia elétrica? sim CORTE DE ENERGIA não Há necessidade de abandono de área? sim ABANDONO ÁREA DE não Há necessidade de isolamento de área? sim ISOLAMENTO DE ÁREA não Há necessidade de confinamento da área? sim CONFINAMENTO DA ÁREA não Há necessidade de combate? sim PRIMEIROS SOCORROS sim COMBATE AO INCÊNDIO não Há necessidade de remoção? sim O sinistro foi controlado? não Socorro especializado sim INVESTIGAÇÃO Cópia para os setores responsáveis Elaboração de relatório Cópia para arquivo Fim .

ANEXO A Percentual de cálculo para composição da brigada de incêndio População fixa por pavimento Acima de 10 Grupo A Residencial B Serviço de Hospedagem Divisão Descrição A-1 Habitação unifamiliar A-2 A-3 B-1 B-2 C-1 Habitação multifamiliar Habitação coletiva (*) Hotel e assemelhado Hotel residencial (**) Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem baixa carga de incêndio Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem média carga de incêndio Local onde os materiais comercializados ou depositados apresentem alta carga de incêndio Local para prestação de serviço profissional ou condução de negócios Até 10 Isento Fazem parte da brigada de incêndio todos os funcionários da edificação 50% 10% 50% 10% 50% 10% 40% 40% 50% 30% 5% 5% 20% 10% C Comercial C-2 C-3 D-1 D-2 D Serviço profissional Agência bancária Serviço de reparação (exceto os classificados em G e I) 40% 10% D-3 40% 10% D-4 Laboratório 40% 10% E Educacional e cultura física E-1 E-2 E-3 E-4 E-5 E-6 F-1 F-2 F-3 F-4 Escola em geral Escola especial Espaço para cultura física Centro de treinamento profissional Pré-escola Escola para portadores de deficiências Local onde há objeto de valor inestimável Local religioso e velório Centro esportivo e de exibição Estação e terminal de passageiro Arte cênica e auditório F Local de Reunião Pública F-5 40% 20% 40% 20% 40% 20% 40% 20% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa 60% 20% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa 60% 20% 40% 10% Faz parte da brigada de incêndio toda a população fixa F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 Clube social e diversão Construção provisória Local para refeição Recreação pública Exposição de objetos e animais .

Garagem sem acesso de público e sem Faz parte da brigada de incêndio abastecimento toda a população fixa Garagem com acesso de público e sem Faz parte da brigada de incêndio G-2 G abastecimento toda a população fixa Serviço automotivo Faz parte da brigada de incêndio G-3 Local dotado de abastecimento de combustível toda a população fixa G-4 Serviço de conservação. manutenção e reparos 50% 10% H-1 Hospitais veterinários e assemelhados 50% 10% Faz parte da brigada de incêndio Local onde pessoas requerem cuidados especiais H-2 todos os funcionários da por limitações físicas ou mentais edificação H H-3 Hospital e assemelhado. 60% 20% Serviço de saúde e Repartição pública. G-1 . (**) Na divisão H-5 o índice aplica-se somente aos funcionários da edificação. edificações das forças 30% 10% H-4 institucional armadas e policiais Faz parte da brigada de incêndio Local onde a liberdade das pessoas sofre H-5 todos os funcionários da restrições edificação H-6 Clínica e consultório médico e odontológico 40% 20% Todo tipo de atividade industrial (baixa carga I-1 40% 5% incêndio) I Todo tipo de atividade industrial (média carga I-2 50% 7% Indústria incêndio) Todo tipo de atividade industrial (alta carga I-3 60% 10% incêndio) J-1 Depósitos de material incombustível 40% 10% J-2 Todo tipo de depósito (baixa carga incêndio) 40% 10% J J-3 Todo tipo de depósito (média carga incêndio) 50% 20% Depósito Faz parte da brigada de incêndio J-4 Todo tipo de depósito (alta carga incêndio) toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio L-1 Comércio toda a população fixa L Faz parte da brigada de incêndio L-2 Indústria Explosivos toda a população fixa Faz parte da brigada de incêndio L-3 Depósito toda a população fixa M-1 Túnel Isento M-2 Parque de tanque 60% 10% Faz parte da brigada de incêndio M M-3 Central de comunicação e energia toda a população fixa Especial M-4 Propriedade em transformação 30% 5% M-5 Processamento de lixo 50% 7% M-6 Terra selvagem Isento (*) Na divisão A-3 não se aplica o índice à população fixa com idade acima de 60 anos e abaixo de 18 anos.

B – Parte Prática Módulo 01 Prática 02 Prática Assunto Combate a incêndios Primeiros Socorros Objetivos Praticar as técnicas de combate a incêndio. Conhecer os agentes. 14 Hemorragias Classificação e tratamento Reconhecimento e técnicas de hemostasia em hemorragias externas. em local adequado.ANEXO B Currículo básico do curso de formação de brigada de incêndio OBJETIVO: Proporcionar aos alunos conhecimentos básicos sobre prevenção. responsabilidades e comportamento do brigadista. . além de técnicas de primeiros socorros. Conhecer os processos de propagação do fogo. 11 Análise de vítimas Avaliação Primária Conhecer as técnicas de exame primário (sinais vitais) 12 Vias aéreas Causas de obstrução e Conhecer os sintomas de obstruções em adultos. irradiação e convecção Classificação e características Isolamento. Conhecer o tetraedro do fogo. 13 RCP (Reanimação Cardio. arrombamento. C – Avaliação Módulo 01 Avaliação Assunto Geral Objetivos Avaliar individualmente os alunos conforme descrito no item 5. manuseio. pontos de encontro e chamada e controle de pânico. liberação crianças e bebês conscientes e inconscientes. PQS. 02 Teoria do fogo 03 Propagação do fogo 04 Classes de incêndio 05 Métodos de extinção 06 Ventilação Conhecer os métodos e técnicas de ventilação de ambientes em chamas e sua importância.Parte Teórica Módulo 01 Introdução Assunto Objetivos do curso e o brigadista Combustão e seus elementos Condução. resfriamento e extinção química Técnicas de ventilação Objetivos Conhecer os objetivos gerais do curso. comunicações 10 Abandono de área Procedimentos Conhecer as técnicas de abandono de área. Praticar as técnicas dos módulos 11 a 14 da parte A. TURMAS: Composta de no máximo 20 alunos. remoção e iluminação 09 Equipamentos de Tipos e funcionamento Conhecer os meios mais comuns de sistemas e detecção.7. CO2. suas características e espumas e outros aplicações. Conhecer os equipamentos suas aplicações e a incêndio mangueiras e acessórios.Ventilação artificial e Conhecer as técnicas de RCP com 1 e 2 Pulmonar) compressão cardíaca externa socorristas para adultos. abandono de local com sinistro. abafamento. alarme e manuseio. isolamento e extinção de princípios de incêndio. Conhecer os métodos e suas aplicações. hidrantes. 07 Agentes extintores Água (jato/neblina). Conhecer as classes de incêndio. saída organizada. A . corte. INSTRUTORES E AVALIADORES: Profissionais habilitados.4. crianças e bebês. 08 Equipamentos de combate Extintores. EPI.

O bombeiro vistoriador deve assinalar CERTO.ANEXO C Questionário de Avaliação de Brigadista O presente questionário deve ser aplicado durante a realização das vistorias. aos integrantes da brigada de incêndio que constam no atestado fornecido. quando a resposta estiver correta e ERRADO. quando o brigadista errar ou não responder. As perguntas devem estar limitadas aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. 1 – Quantas escadas de segurança existem na edificação? CERTO ERRADO 2 – As portas corta-fogo de uma escada de segurança podem permanecer abertas? CERTO 3 – Onde se localiza a central de alarme? CERTO ERRADO ERRADO 4 – Onde se localiza a central de iluminação de emergência? CERTO ERRADO 5 – Onde se localiza a central de deteção de incêndio? CERTO ERRADO 6 – Solicitado para que apontasse um detector de incêndio instalado na edificação: CERTO ERRADO 7 – Solicitado para que apontasse um acionador manual do sistema de alarme instalado na edificação: CERTO ERRADO 8 – Qual a cor da tubulação do sistema de hidrantes? CERTO ERRADO 9 – Solicitado que demonstrasse a forma de acionamento de um hidrante existente na edificação: CERTO ERRADO 10 – Solicitado que demonstrasse a forma de funcionamento do sistema de espuma por meio de aparelho entre linhas. esguicho proporcionador ou câmara de aplicação: CERTO ERRADO 11 – Cite três elementos que formam o tetraedro do fogo: CERTO ERRADO 12 – Quais são os métodos de extinção do fogo? CERTO ERRADO 13 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe A? CERTO ERRADO .

Qual o procedimento para se efetuar a troca de um bico de chuveiro automático? CERTO ERRADO 23.:_________________________________________ Nº Vistoria:_______________ Nº Proposta:______________ Nome do avaliado (1) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Nome do avaliado (2) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Data:____/____/_________ ___________________________________ Avaliado (1) _______________________________ Avaliado (2) ____________________________________ Vstoriador (Avaliador) ______________________________ Testemunha .Perguntado sobre os procedimentos de teste do funcionamento do sistema de chuveiros automáticos: CERTO ERRADO 22.Como é o acionamento manual do sistema fixo de gás (CO2 ou outros)? CERTO ERRADO Ocupação: _____________________End.14 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe B? CERTO ERRADO 15 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio classe C? CERTO ERRADO 16 – Solicitado que demonstrasse a forma de utilização de um extintor de incêndio existente na edificação: CERTO ERRADO 17 – Qual o telefone para acionamento do Corpo de Bombeiros? CERTO ERRADO 18 – Qual a seqüência para análise primária de uma vítima? CERTO ERRADO 19 – Como deve ser a RCP em um adulto atendido por um único socorrista? CERTO ERRADO 20 – Onde se localiza a chave geral de energia elétrica da edificação? CERTO ERRADO 21.

quando a resposta estiver correta e ERRADO. quando o brigadista não souber a resposta. a partir do hidrante. O bombeiro vistoriador deve assinalar CERTO.ANEXO D Questionário de avaliação de bombeiro profissional civil O presente questionário deve ser aplicado durante a realização das vistorias. como deve ser armada uma linha de combate a incêndio. 1 – Quais os elementos que formam o tetraedro do fogo? CERTO 2 – Quais os métodos de extinção do fogo? CERTO ERRADO ERRADO 3 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe C? CERTO ERRADO 4 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe A? CERTO ERRADO 5 – Cite um extintor existente na edificação ideal para incêndio classe B? CERTO ERRADO 6 – Quais as temperaturas ou pontos do fogo? CERTO ERRADO 7 – Para que serve a válvula de recalque instalada na calçada da edificação? CERTO ERRADO 8 – Cite dois cuidados que se deve ter com as mangueiras de incêndio: CERTO ERRADO 9 – Cite qual o número de telefone usado para acionamento do Corpo de Bombeiros: CERTO ERRADO 10 – Demonstre a forma de utilização de um extintor de incêndio de CO2 : CERTO ERRADO 11 – Demonstre. As perguntas devem estar limitadas aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. aos bombeiros profissionais civis que trabalham na edificação. quando operada por uma única pessoa: CERTO ERRADO 12 – Mostre na edificação a localização da bomba de incêndio: CERTO ERRADO 13 – Explique qual o procedimento para se efetuar a troca de um bico de chuveiro automático: CERTO ERRADO 14 – Qual a seqüência da análise primária de uma vítima? .

Onde se localiza o barrilete do sistema de combate a incêndio da edificação? CERTO ERRADO 27.Como deve ser tratada uma vítima de ataque epiléptico? CERTO ERRADO 22.CERTO ERRADO 15 – Demonstre o emprego do respirador manual (ambu) em uma vítima com parada respiratória: CERTO ERRADO 16 – Descreva dois sintomas de uma vítima com ataque cardíaco: CERTO ERRADO 17 – Demonstre a aplicação de massagem cardíaca e respiração em um adulto com auxílio do respirador manual (ambu): CERTO ERRADO 18 – Como se procede a RCP em uma vítima atendida por dois socorristas? CERTO ERRADO 19 – Como deve ser tratada uma vítima com hemorragia venosa no braço? CERTO ERRADO 20 – Cite dois cuidados que se devem ter com uma vítima de queimadura de 2º grau: CERTO ERRADO 21.Para que serve a válvula de governo e alarme do sistema de chuveiro automático? CERTO ERRADO 29.cite duas providências que devem ser tomadas em caso de vítima de choque elétrico: CERTO ERRADO 23.Para que serve o sistema de pressurização em escada de emergência? CERTO ERRADO 25.Qual a primeira providência a ser tomada antes da retirada de uma pessoa retida em um elevador? CERTO ERRADO 28.Demonstre a colocação da máscara autônoma contra gases: CERTO ERRADO .O que significa um X junto ao número da ONU numa placa de identificação de produtos perigosos? CERTO ERRADO 24.O que significa um extintor com capacidade 2A e 20B? CERTO ERRADO 26.

:_________________________________________ Nº Vistoria:_______________ Nº Proposta:______________ Nome do avaliado (1) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Nome do avaliado (2) ___________________________________Nº de acertos____ ( ) aprovado ( ) reprovado Data :____/____/_________ ______________________________ Avaliado (1) ______________________________ Avaliado (2) ______________________________ Vistoriador(Avaliador) ______________________________ Testemunha .Explique dois processos para se efetuar ventilação em um ambiente tomado por fumaça: CERTO ERRADO Ocupação: _____________________End.30.

13 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .IT .

Eletroduto de PVC rígido – Especificação.5 m de altura e as luminárias de balizamento (ou de sinalização).1 Deve-se garantir acesso controlado e desobstruído desde a área externa da edificação até o grupo motogerador. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. para o seu perfeito funcionamento.bombeiros.Saída de Emergência em Edificações.4 A distância máxima entre dois pontos de iluminação de aclaramento deve ser de 15m ponto a ponto. devem ser instalados em local não acessível ao público. Augusto de Lima. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais 2 APLICAÇÃO 2. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão 4 DEFINIÇÕES . 355 .4.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 13 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. NBR 10898 .1 Grupo Moto-Gerador (GMG) 5. sem risco de incêndio.Sistema de iluminação de emergência. este deve ser construído ou protegido por material resistente ao fogo por 2 horas. 2. 5. bem como seus comandos.1.mg. 5. pode ser utilizado um Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.1 Outro distanciamento entre pontos poderá ser aceito desde que atenda a NBR 10898. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. deverá ser garantido que a tomada de ar frio seja realizada sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio. quando instaladas a menos de 2.gov. o GMG deve ser instalado em compartimento resistente ao fogo por 2 horas. com acesso protegido por PCF (P90). 5. Decreto Estadual nº 44.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições necessárias para o projeto e instalação do sistema de iluminação de emergência em edificações e áreas de risco.1 Na impossibilidade de reduzir a tensão de alimentação das luminárias. 5. 5.mg. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E 4. 5 PROCEDIMENTOS 5. conforme NBR 6150.2 Os componentes da fonte de energia centralizada de alimentação de iluminação de emergência. ventilado e que não ofereça risco de acidentes aos usuários. levando-se em consideração o disposto na NBR 10898/1999.1.1 Esta Instrução Técnica se aplica às edificações e áreas de risco onde é exigido o sistema de iluminação de emergência.gov.130.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica.1. 5.1.2 Adota-se a NBR 10898 .3 Na condição acima descrita.3 No caso de instalação aparente.Sistema de iluminação de emergência IT 08 .190-000 Site: www. devem ter tensão máxima de alimentação de 30 volts.br Email: dat3@cbmmg.270. a tubulação e as caixas de passagem devem ser metálicas ou em PVC rígido antichama. de 01 de abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 6150 . naquilo que não contrariar o disposto nesta Instrução Técnica.2 No caso de grupo moto-gerador instalado em local confinado.5 As luminárias de aclaramento (ou de ambiente). 5. 5.5.Terminologia de Proteção contra incêndio e Pânico.Bairro Centro CEP 30. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . 5.4 Quando a tomada de ar externa for realizada por meio de duto.

6 O CBMMG.interruptor diferencial de termomagnético de 10 A. poderá exigir que os equipamentos utilizados no sistema de iluminação de emergência sejam devidamente certificados por órgão competente. 30 mA com disjuntor 5. . na vistoria.

IT .14 SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

5. NBR 11863 . A principal é a rede de tensão alternada e a auxiliar é constituída por baterias ou “no-break”.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento dos sistemas de detecção e alarme de incêndio.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico.Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio.Bairro Centro CEP 30. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. deverá ter .Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. 1. 355 . sendo que no regime de alarme deve ser de no mínimo 15 minutos. onde os procedimentos para elaboração do Projeto Técnico devem atender à IT 01 . de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.gov.130.gov. 2 APLICAÇÃO Aplica-se a todas as edificações onde se exigem os sistemas de detecção e alarme de incêndio.Acionador manual para utilização em sistemas de detecção e alarme de incêndio. do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Geraise da IT 02 .3 Todo sistema deve ter duas fontes de alimentação. esta deve ter autonomia mínima de 24 horas em regime de supervisão. de 01 de Abril 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução são adotadas as definições da NBR 9441. conforme IT 03 – Símbolos Gráficos para Projeto de Segurança Contra Incêndio.Quando a fonte de alimentação auxiliar for constituída por bateria de acumuladores ou “no-break”. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.2 Adequar o texto da NBR 9441 . 5. 5 PROCEDIMENTOS 5.190-000 Site: www. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. Augusto de Lima. NBR 9441 .bombeiros.2 Os detalhes para execução gráfica do Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico devem atender aos procedimentos exigidos pelo Corpo de Bombeiros (CBMMG). Quando a alimentação auxiliar for por gerador. na segurança e proteção de uma edificação.270.mg.mg. conforme Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais. para aplicação na análise e vistoria dos projetos técnicos de proteção contra incêndio submetidos ao Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais (CBMMG).INSTRUÇÃO TÉCNICA – 14 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.Detectores automáticos de fumaça para proteção contra incêndio.br SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO 1 OBJETIVOS 1.br Email: dat3@cbmmg. NBR 13848 . para suprimento das indicações sonoras e/ou visuais ou o tempo necessário para a evacuação da edificação.Procedimentos Administrativos.1 O Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico de sistemas de detecção e alarme de incêndio deve conter os elementos necessários ao seu completo entendimento. Decreto Estadual nº 44.

a central deve possuir um temporizador para o acionamento posterior do alarme geral.1 Em locais de grande concentração de pessoas. 5. caso o acionador manual do piso principal dê cobertura/caminhamento para a área do mezanino. 5. Caso a edificação não tenha pessoal instruído para tomar as providências necessárias (na sala de segurança ou portaria 24 horas). 5. tipo: casas de show.12 Nos locais onde.7. dança. atendendo o item 5. será obrigatória também a instalação de avisadores visuais. os sistemas de alarme poderão seguir normas internacionais aceitas. desde que exista brigada de incêndio na edificação. onde o acionador manual é opcional.os mesmos parâmetros de autonomia mínima prevista anteriormente. será obrigatória a instalação de avisadores visuais e sonoros.14 Os elementos de proteção contra calor que contenham a fiação do sistema deverão ter resistência mínima de 60 minutos. onde se tem naturalmente uma situação acústica elevada. 5. do Anexo I do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 5. etc. devido a sua atividade sonora intensa. 5. salões de baile. 5. será obrigatória a instalação de acionadores manuais.5 da NBR 9441. quando do pedido de vistoria.3. deverá ser previsto pelo menos um acionador manual em cada pavimento. os acionadores manuais devem ser localizados junto aos hidrantes.11 Onde houver sistema de detecção instalado. 5. 5. com tempo de retardo de no máximo 2 minutos.3. música. 5. quando a central do sistema for do tipo convencional. não seja possível ouvir o alarme geral. sendo que só será aceita essa comunicação. em qualquer ponto da área protegida até o acionador manual mais próximo. 5. exceto para ocupação da divisão F6 da tabela 1. uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) preenchida pelo responsável técnico pela instalação do sistema de detecção. quando houver a exigência de sistema de detecção e alarme.7 A distância máxima a ser percorrida por uma pessoa. 5.4 As centrais de detecção e alarme deverão ter dispositivo de teste dos indicadores luminosos e dos sinalizadores acústicos.13 Quando houver exigência de sistema de detecção para uma edificação. para se evitar tumulto.8. .15 Os eletrodutos e a fiação devem atender aos itens 5. Casos não contemplados por esta instrução e que não contrariem o Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais 5.16 Os acionadores manuais instalados na edificação devem obrigatoriamente conter a indicação de funcionamento (cor verde) e alarme (cor vermelha) indicando o funcionamento e supervisão do sistema.8. garantindo que os detectores foram instalados de acordo com o prescrito na NBR 9441.19 Deverá ser apresentado ao Corpo de Bombeiros. 5. danceteria. caso não sejam tomadas às ações necessárias para verificar o pré-alarme da central.6. Nesses tipos de locais. como pré-alarme.10 Nas edificações já construídas que não existir norma brasileira específica. ao invés do alarme geral. o alarme geral é obrigatório para toda a edificação. será obrigatória a instalação de detectores nos entreforros e entrepisos (pisos falsos) que contenham instalações com materiais combustíveis. mas obrigatoriamente deverá ter essa supervisão na central. discoteca. espetáculos. não deve ser superior a 16 (dezesseis) metros. Quando a central for do tipo inteligente.8 Preferencialmente.9 Nas edificações com mais de um pavimento. 5. Mesmo com o pré-alarme na central de segurança. 5.17 Nas centrais de detecção e/ou alarme é obrigatório conter um painel/esquema ilustrativo indicando a localização com identificação dos acionadores manuais ou detectores dispostos na área da edificação. que deve ser audível em toda edificação. mediante apresentação de cópia da norma adotada (traduzida) e ART (Anotação de Responsabilidade Técnica). respeitadas as características técnicas da central. dispensa-se a presença dos leds nos acionadores.6 A central deve acionar o alarme geral da edificação. 5. pode-se ainda optar por uma mensagem eletrônica automática de orientação de abandono. Esse painel pode ser substituído por um display da central que indique a localização do acionamento.18 Nos locais de reunião de público. junto à central.1 a 5. Os mezaninos estarão dispensados desta exigência.5 A central de alarme/detecção e o painel repetidor devem ficar em local onde haja constante vigilância humana e de fácil visualização. poderá haver um pré-alarme (sinal sonoro) apenas na sala de segurança.

Exemplos de instalação de sinalização 4 – Definições 5 – Procedimentos gerais 6 – Procedimentos específicos .Formas geométricas e dimensões para a sinalização de emergência B .Simbologia para sinalização de emergência 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C .15 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .IT .

dimensões e cores – 2004.270. Decreto Estadual nº 44.gov. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco. Directive 92/58/EEC (OJ L 245) Minimum requirements for the provision of safety and/or health signs at work Germany.bombeiros. 5 PROCEDIMENTOS GERAIS 5. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.br Email: dat3@cbmmg. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. . Norma BS 5378-1 – Safety signs Specifications for colour and design.gov.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições exigíveis que devem satisfazer o sistema de sinalização de emergência em edificações e áreas de risco. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Italy 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.mg.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 15 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. alertando para os riscos existentes e garantir que sejam adotadas ações adequadas à situação de risco.1 Características básicas NBR 7500 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais.Bairro Centro CEP 30. que orientem as ações de combate e facilitem a localização dos equipamentos e das rotas de saída para abandono seguro da edificação em caso de incêndio. Specification for fire safety signs. 5. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. and colours. Norma ISO 3864 .130.190-000 Site: www.2 Características da sinalização de emergência.Safety colours and safety signs. Spain.2. Portaria nº 204 do Ministério dos transportes – Instruções complementares ao Regulamento do Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos. 355 . notices and graphic symbols. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. NBR 13434 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 1: Princípios de projeto – Parte 2: Símbolos e suas formas. Augusto de Lima. 5.mg. exceto residências unifamiliares. Norma ISO 6309 – Fire protection – safety signs. Norma BS 5499-1 – Fire safety signs.1 Finalidade A sinalização de emergência tem como finalidade reduzir o risco de ocorrência de incêndio.

no máximo.A sinalização de emergência faz uso de símbolos.2.3. 2) informar circunstâncias específicas em uma edificação ou áreas de risco. 15 m. nas seguintes situações: a) indicação continuada de rotas de saída. etc. no máximo a 0. centralizada a uma altura de 1. 5. conforme segue: 5.80 m medida do piso acabado à base da sinalização. distribuída em mais de um ponto dentro da área de risco.1. Adicionalmente.2 Características específicas a) as formas geométricas e as dimensões das sinalizações de emergência são as constantes do Anexo A.80 m medida do piso acabado à base da sinalização. c) mensagens escritas que acompanham a sinalização básica.2.5 Identificação de sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio Visa identificar. 6 PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS 6. as tubulações e acessórios utilizados para sistemas de hidrantes e chuveiros automáticos quando aparentes.3.2 Sinalização de alerta A sinalização de alerta própria de segurança contra incêndio e pânico deve ser instalada em local visível e a uma altura de 1. b) as medidas de proteção contra incêndio existentes na edificação ou áreas de risco.3. distanciadas em no máximo 15 m entre si.1 Rotas de saída Visa indicar o trajeto completo das rotas de fuga até uma saída de emergência (indicação continuada).4 Demarcações de áreas Visa definir um layout no piso. mensagens e cores. desníveis de piso. 5.1. b) a sinalização de orientação das rotas de saída deve ser localizada de modo que à distância de percurso de qualquer ponto da rota de saída até a sinalização seja de.2 Obstáculos Visa indicar a existência de obstáculos nas rotas de fuga. escadas.80 m medida do piso acabado à base da sinalização.3. próxima ao risco isolado ou distribuída ao longo da área de risco generalizadas. e ser instalada segundo sua função. de modo que pelo menos uma delas possa ser claramente visível de qualquer posição dentro da área. 5. de acordo com sua função: 5.3.2. 5.3 Tipos de sinalização A sinalização de emergência divide-se em sinalização básica e sinalização complementar.3.2 Sinalização complementar A sinalização complementar é o conjunto de sinalização composto por faixas de cor ou mensagens complementares à sinalização básica. porém. símbolos ou mensagens escritas. que devem ser alocados convenientemente no interior da edificação e áreas de risco.3. choques elétricos e contaminação por produtos perigosos. tais como: pilares. fechamento de vãos com vidros ou outros materiais translúcidos e transparentes.1. 15 m. c) as circunstâncias específicas de uma edificação e áreas de risco. esta também deve ser . A sinalização complementar tem a finalidade de: 1) Complementar. 5. que garanta acesso do público às rotas de saída e aos equipamentos de combate a incêndio e alarme.2.2 Alerta Visa alertar para áreas e materiais com potencial de risco de incêndio. 3) demarcar áreas para assegurar corredores de circulação destinados às rotas de saídas e acesso a equipamentos de combate a incêndio e alarme. 6. definidos nesta Instrução Técnica. distanciadas entre si em. das quais esta última não é dependente.1.3 Mensagens escritas Visa informar o público sobre: a) uma sinalização básica.3. através de mensagens escritas. no máximo. ou diretamente na folha da porta. b) as simbologias das sinalizações de emergência são as constantes do Anexo B. constituído por quatro categorias.10 m da verga. 5.3. explosão. 6. 5. arestas de paredes e vigas.2.1 Sinalização de proibição A sinalização de proibição própria de segurança contra incêndio e pânico deve ser instalada em local visível e a uma altura de 1.3.3 Orientação e Salvamento Visa indicar as rotas de saída e as ações necessárias para o seu acesso e uso.3. 5. quando for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo. através de um conjunto de faixas de cor. a sinalização básica. bem como em função de necessidades básicas para a garantia da segurança contra incêndio na edificação (ver exemplos no Anexo C).1 Sinalização básica A sinalização básica é o conjunto mínimo de sinalização que uma edificação deve apresentar. b) indicação de obstáculos e riscos de utilização das rotas de saída. 6.2.1. 5.1 Proibição Visa proibir e coibir ações capazes de conduzir ao início do incêndio ou ao seu agravamento. a saber: a) a sinalização de portas de saída de emergência deve ser localizada imediatamente acima das portas. 4) identificar sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio. instalações de máquinas ou equipamentos industriais e em locais destinados a estacionamento de veículos. onde for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo. em áreas utilizadas para depósito de materiais.3 Sinalização de orientação e salvamento A sinalização de saída de emergência própria de segurança contra incêndio e pânico deve assinalar todas as mudanças de direção. 5.1. através de pintura diferenciada. 5.1 Implantação da sinalização básica Os diversos tipos de sinalização de emergência devem ser implantados em função de características específicas de uso e dos riscos. etc. d) a lotação admitida em recintos destinados à reunião de público. saídas.4 Equipamentos Visa indicar a localização e os tipos de equipamentos de combate a incêndios e alarme disponíveis no local.1.

instalados em garagem. instalada junto à parede. concreto armado. sem no entanto. b) independente do critério anterior. b) a característica estrutural da edificação (metálica. de tal forma a ser visualizada em ambos os sentidos da escada (subida e descida).2. em todas as faces. na falta de Posto de Bombeiros no Município.00 m de altura). por toda a extensão dos obstáculos. 6. Caso exista a necessidade de utilização de outros idiomas. à parede direita e esquerda da rota de saída.). d) quando se tratar de hidrante e extintor de incêndio. tais como vidros. com largura mínima de 0. devem ser sinalizadas todas as faces do pilar que estiverem voltadas para os corredores de circulação de pessoas ou veículos. A sinalização deve ser instalada de modo que a sua base esteja a 1. etc. 6. quando utilizada. atendendo os seguintes critérios: (ver exemplos no Anexo C). e devem ser escritas na língua portuguesa. d) elementos translúcidos e transparentes.3.5 m do equipamento. a) o espaçamento entre cada uma delas deve ser de até 3.50 m do piso acabado. c) o número do telefone de emergência para acionamento de socorro público – Corpo de Bombeiros (193) . substituir a mensagem na língua portuguesa.2. Ainda: a) quando houver. na altura constante compreendida entre 1. na área de risco.2. de forma que na direção de saída de qualquer ponto seja possível visualizar o ponto seguinte. podendo ser aplicada.25 m e 0. b) nas situações previstas na alínea c do item anterior. desde que não assentadas sobre muretas com altura mínima de 1. respeitado o limite máximo de 30 m. f) a abertura das portas em escadas não deve obstruir a visualização de qualquer sinalização.1 A sinalização complementar de indicação de obstáculos e riscos na circulação de rotas de saída deve ser instalada de acordo com os seguintes critérios: 1) faixa zebrada. a mesma sinalização deve ser repetida a uma altura suficiente para a sua visualização.00 m e 1. o número de telefone da Polícia Militar (190).2 A sinalização complementar de indicação de obstáculos ou de riscos nas circulações das rotas de saída deve ser implantada toda vez que houver uma das seguintes condições: a) desnível de piso.2.instalada. depósito e locais utilizados para movimentação de mercadorias e de grande varejo.4 Sinalização de equipamentos de combate a incêndio A sinalização apropriada de equipamentos de combate a incêndios deve estar a uma altura de 1. b) rebaixo de teto. deve ser implantada também a sinalização de piso. madeira.1 Quando houver necessidade de mensagens em um ou mais idiomas. devem ser aplicadas tarjas. à sinalização deve estar centralizada em relação à largura da rota de saída. e) em escadas contínuas. a sua localização deve ser indicada a partir do ponto de boa visibilidade mais próxima. a sinalização deve estar a uma altura constante entre 0.2.2 Implantação da sinalização complementar 6. A sinalização deve incluir o símbolo do equipamento em questão e uma seta indicativa. área de fabricação.80 m do piso acabado. essas podem ser adicionadas.0 m na linha horizontal. c) a sinalização de identificação dos pavimentos no interior da caixa de escada de emergência deve estar a uma altura de 1.ou. devem ser aplicadas. verticalmente. 2) nas situações previstas na alínea d do item anterior. sendo que o conjunto não deve distar mais que 7.4 As mensagens que indicam circunstâncias específicas de uma edificação e área de risco devem ser utilizadas em placas a serem instaladas nas seguintes situações: 1) no acesso principal da edificação. .80 m. sobre o patamar de acesso de cada pavimento. utilizados em esquadrias destinadas a portas e painéis (com função de divisórias ou de fachadas. a uma altura de 0. c) outras saliências resultantes de elementos construtivos ou equipamentos que reduzam a largura das rotas de saída. medida do piso acabado à base da sinalização.80 m medido do piso acabado à base da sinalização. de forma a evidenciar o piso de descarga). obstáculos que dificultem ou impeçam a visualização direta da sinalização básica no plano vertical.0m.3 As mensagens escritas específicas que acompanham a sinalização básica devem se situar imediatamente adjacente à sinalização complementar. c) quando aplicada sobre o piso. informando o público sobre: a) os sistemas de proteção contra incêndio (ativos e passivos) instalados na edificação.50 m do piso acabado à base da sinalização. além da identificação do pavimento de descarga no interior da caixa de escada de emergência.40 m do piso acabado. devem ser aplicados textos adicionais. b) quando a visualização direta do equipamento ou sua sinalização não for possível no plano horizontal. deve ser aplicada sobre o piso acabado ou sobre as paredes de corredores e escadas destinadas a saídas de emergência. alternadamente. 6. aplicada horizontalmente em toda sua extensão. d) quando aplicada nas paredes.10m em cada face. com largura mínima de 50mm.2. devem ser aplicadas. d) a mensagem escrita “SAIDA” deve estar sempre grafada no idioma português. deve ser aplicada à sinalização a cada mudança de direção. 6. conforme Anexo B: a) nas situações previstas nas alíneas a e c do item anterior. prejudicando a sua utilização. deve-se incluir uma sinalização de saída de emergência com seta indicativa da direção do fluxo através dos símbolos (Anexo B – código S3 ou S4 na parede frontal aos lances de escadas e S5 acima da porta de saída.1 A sinalização complementar de indicação continuada das rotas de saída é facultativa e. 6.2. horizontalmente.1. 6. 6. com comprimento mínimo de 1. c) quando o equipamento encontrar-se instalado em pilar. e imediatamente acima do equipamento sinalizado. indicando a direção do fluxo. em cor contrastante com o ambiente. medidas a partir das extremidades internamente consideradas. protendida.

alarme de incêndio e equipamentos de combate a incêndio devem possuir efeito fotoluminescente. c) a sinalização de emergência deve ser instalada perpendicularmente aos corredores de circulação de pessoas e veículos. formando um retângulo ou quadrado.2 As portas dos abrigos dos hidrantes: a) devem ser pintadas na cor vermelha devidamente identificadas com o dístico “incêndio” – fundo vermelho com inscrição na cor branca ou amarela. a quantidade e os perigos que oferecem às pessoas e meio-ambiente. deve ser indicada uma nota no projeto técnico de segurança contra incêndio e pânico referente ao . em todo o perímetro das áreas destinadas a depósito de mercadorias. em litros ou metros cúbicos.1 Além das sinalizações previstas nesta Instrução Técnica. utilizados na segurança contra incêndio. 6.2.2) no acesso principal dos recintos destinados a reunião de público. f) as sinalizações complementares de indicação continuada das rotas de saída e de indicação de obstáculos devem possuir efeito fotoluminescente.4 Projeto de sinalização de emergência Para fins de apresentação junto ao Corpo de Bombeiros. identificado com o dístico “incêndio” – fundo vermelho com inscrição na cor branca ou amarela. e) as sinalizações básicas de emergência destinadas à orientação e salvamento. 6. informando o público sobre: a) os sistemas de proteção contra incêndio (ativos e passivos) instalados na área de risco.3 Requisitos São requisitos básicos para que a sinalização de emergência possa ser visualizada e compreendida no interior da edificação ou área de risco: a) a sinalização de emergência deve destacar-se em relação à comunicação visual adotada para outros fins.5 Quando houver dois ou mais registros de recalque na edificação. sem bordas laterais. 6. máquinas e equipamentos industriais. com comprimento mínimo de 1. d) os gases combustíveis armazenados em recipientes transportáveis. g) os recintos destinados à reunião de público. deve haver indicação específica no interior dos respectivos abrigos: inscrição “H” para hidrantes e “CA” ou “SPK” para chuveiros automáticos. através de faixas contínuas com largura entre 0. nos acessos às saídas de emergência.6. indicando o tipo.5 As sinalizações complementares destinadas à demarcação de áreas devem ser implantadas no piso acabado.05 m e 0.. c) os gases combustíveis armazenados em tanques fixos. em substituição à sinalização apropriada de saída com o efeito fotoluminescente. 6. fechada com material transparente (vidro.4.4 A tampa de abrigo do registro de recalque deve ser pintada na cor vermelha.2. para indicar as vagas de estacionamento de veículos em garagens ou locais de carga e descarga.6 As sinalizações complementares destinadas à identificação de sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio devem ser implantadas da seguinte forma: 6.04 m2.6. paralelas entre si e com o espaçamento variando entre uma e duas vezes a largura da faixa adotada. termos e vocábulos da língua portuguesa. etc. separados por categoria.6. as áreas de armazenamento de produtos perigosos devem ser sinalizadas de acordo com a NBR 7500. 4) próximo aos produtos armazenados. 3) no acesso principal da área de risco. regularizada em projeto aprovado no CBMMG. indicando a lotação máxima admitida. h) os equipamentos de origem estrangeira. bem como a capacidade máxima individual dos tanques. acrílico. indicando o nome comercial e científico do produto. indicando a quantidade total de tanques. 6. tratando-se de sistemas diferenciados de proteção contra incêndio (sistema de hidrantes e sistema de chuveiros automáticos). devem ter pintura na cor vermelha. sem prejuízo do sistema de iluminação de emergência.). registros de paragem. etc. dispostas perpendicularmente ao sentido de fluxo de pedestres (faixa de pedestres). indicando a quantidade total de recipientes de acordo com a capacidade máxima individual de cada tipo. podendo.20m. 6.2. dificultando a sua visualização. complementarmente e.2. 6. ser adotada outro idioma. d) as expressões escritas utilizadas nas sinalizações de emergência devem seguir as regras. nas seguintes situações: 1) na cor branca ou amarela.2. a fim de identificar o corredor de acesso para pedestres localizado junto a: a) vagas de estacionamento de veículos. regularizados em projeto aprovado no CBMMG. b) os produtos líquidos combustíveis armazenados. regularizados em projeto aprovado no CBMMG. e) outros produtos perigosos armazenados. 6. 2) na cor branca ou amarela. 3) na cor branca. devem possuir luminária de balizamento com a indicação de saída (mensagem escrita e/ou símbolo correspondente). não embutidas na alvenaria (parede e piso).20 m. indicando a quantidade total de recipientes transportáveis ou tanques.6.2. a fim de indicar uma separação entre os locais desses materiais e os corredores de circulação de pessoas e veículos.6. b) podem possuir abertura no centro com área mínima de 0. devem possuir as orientações necessárias à sua operação na língua portuguesa. em litros ou metros cúbicos e em quilogramas.1 Para o sistema de proteção por hidrantes e chuveiros automáticos as tubulações aparentes. em quilogramas. bem como a capacidade máxima individual de cada tipo.2.3 Os acessórios hidráulicos (válvulas de retenção. regularizados em projeto aprovado no CBMMG. b) a sinalização de emergência não deve ser neutralizada pelas cores de paredes e acabamentos. permitindo-se condições de fácil visualização. válvulas de governo e alarme) devem receber pintura na cor vermelha. instalados na edificação. nunca exclusivamente. cujas atividades se desenvolvem sem aclaramento natural ou artificial suficientes para permitir o acúmulo de energia no elemento fotoluminescente das sinalizações de saídas. e b) depósitos de mercadorias 6.2.

6. 6.4. bem como o quadro de quantidades de placas de sinalização discriminados por tipo e dimensões. conforme indicado na Tabela 4 do Anexo A. 6.5.4. entretanto tal projeto não necessita ser encaminhado para análise do Corpo de Bombeiros. veículos e utilização de produtos e materiais utilizados para limpeza de pisos.5 As placas utilizadas na sinalização podem ser do tipo plana ou angular. por um período de tempo considerável. quando elaborado. 6. b) na parte inferior do círculo devem constar as dimensões (diâmetro. desde a simples limpeza até a substituição por outra nova. de resistência à luz e resistência mecânica.atendimento das exigências contidas nesta IT.2 É recomendada a elaboração de projeto executivo do sistema de sinalização de emergência. de forma a adequar tecnicamente a edificação aos parâmetros desta IT. 6. d) Sinalização complementar de indicação de obstáculos e de riscos na circulação de rotas de saída.1 Quando as sinalizações utilizarem-se de mensagens escritas.2 Devem utilizar elemento fotoluminescente para as cores branca e amarela dos símbolos.5. 6.4.4.6 Manutenção A sinalização de emergência utilizada na edificação e áreas de risco deve ser objeto de inspeção periódica para efeito de manutenção.3 O material fotoluminescente deve atender a norma DIN 67510 ou outra norma internacionalmente aceita. 6. c) outros materiais semelhantes.1 Os materiais que constituem a pintura das placas e películas devem ser atóxicos e não-radioativos. quando angular. 6. conforme abaixo: Nota: O sistema de sinalização de emergência atenderá ao contido na Instrução Técnica nº 15 do CBMMG.5. onde: a) na parte superior do círculo deve constar o código do símbolo. b) chapas metálicas. a simbologia indicativa da sinalização deve ser a prevista por esta IT.1 As demais sinalizações aplicadas em pisos acabados podem ser executadas em tinta que resista a desgaste. até a edição de norma nacional.5 Material Os seguintes materiais podem ser utilizados para a confecção das sinalizações de emergência: a) placas em materiais plásticos. quando suas propriedades físicas e químicas deixarem de produzir o efeito visual para as quais foram confeccionadas. devem constar a altura mínima de letras (conforme Tabela 2 do Anexo A) para cada placa indicando-se através de linha fina de chamada. deve ser constituído de memoriais descritivos do sistema de sinalização e de plantas-baixa da edificação onde constem os tipos e dimensões das sinalizações apropriadas à edificação.5. __________________________________________ . conforme Tabela 1 do Anexo A.4.5.3 O projeto executivo de sinalização de emergência. b) equipamentos de combate a incêndio e alarme de incêndio. conforme Anexo B.1 Nos detalhes de sistemas a serem apresentados em projeto técnico.1 Os materiais utilizados para a confecção das sinalizações de emergência devem atender às seguintes características: a) possuir resistência mecânica. decorrente de tráfego de pessoas. b) possuir espessura suficiente para que não sejam transferidas para a superfície da placa possíveis irregularidades das superfícies onde forem aplicadas. faixas e outros elementos empregados para indicar: a) sinalizações de orientação e salvamento. 6. devem seguir as especificações conforme demonstrado na figura abaixo: Figura 1 – Instalação de placa angular 6. altura e/ou largura) da placa (em milímetros).3.2 Deve ainda constar do projeto uma legenda contendo todos os símbolos adotados em conformidade com o Anexo B desta IT.4. c) Sinalização complementar de indicação continuada de rotas de saída.5. 6.5. devendo atender as propriedades calorimétricas. indicadas através de um círculo dividido ao meio na posição a serem instaladas. 6. 6.3.4 A sinalização de emergência complementar de rotas de saída aplicadas nos pisos acabados devem atender os mesmos padrões exigidos para os materiais empregados na sinalização aérea do mesmo tipo.2. 6.

L = Distância do observador à placa. b) Triangular . emergência. Dimensões básicas da sinalização A > L2 2000 onde: A = área da placa.utilizadas para implantar símbolos de orientação. Esta relação é válida para L < 50 m. identificação de equipamentos utilizados no combate a incêndio. c) Quadrada e retangular . Formas da sinalização: a) Circular .utilizada para implantar símbolos de proibição e ação de comando (ver forma geométrica da Tabela 1). alarme e mensagens escritas (ver forma geométrica da Tabela 1). em m2. sendo que deve ser observada a distância mínima de 4 m. salvamento e equipamentos H (L=2. em metros.utilizada para implantar símbolos de alerta (ver forma geométrica da Tabela 1). 3. A Tabela 1 apresenta valores referenciais para algumas distâncias pré-definidas. conforme Tabela 1. .ANEXO A FORMAS GEOMÉTRICAS E DIMENSÕES PARA A SIMALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA Tabela 1 – Formas geométricas e dimensões das placas de sinalização Cota (mm) Distância máxima de visibilidade (m) 4 6 8 10 12 14 16 18 20 24 28 30 Sinal Forma geométrica Proibição D 101 151 202 252 303 353 404 454 505 606 706 757 Alerta L 136 204 272 340 408 476 544 612 680 816 951 1019 L Orientação. 2. socorro.0H) 89 134 179 224 268 313 358 402 447 537 626 671 63 95 126 158 190 221 253 285 316 379 443 474 NOTAS: 1.

e) margem (opcional): amarelo. Sinalização de equipamentos: a) forma: quadrada ou retangular.4. d) cor do símbolo: preta. fonte Universo 65 ou Helvetica Bold. b) cor de contraste: branca. b) cor do fundo (cor de segurança): verde. Sinalização de alerta: a) forma: triangular. d) cor do símbolo (cor de segurança): preta. Distância de leitura com maior impacto (m) 4 6 8 9 10 12 16 18 24 25 27 30 Altura mínima (mm) 300 350 400 500 600 700 750 800 900 1000 1500 1500 Distância de leitura com maior impacto (m) 36 42 48 60 72 84 90 96 108 120 180 180 . Tabela 2 – Altura mínima das letras em placas de sinalização em função da distância de leitura Altura mínima (mm) 30 50 65 75 85 100 135 150 200 210 225 250 Notas: 1. b) cor do fundo (cor de contraste): amarela. c) barra diametral e faixa circular (cor de segurança): vermelha. d) margem (opcional): fotoluminescente. Todas as palavras e sentenças devem apresentar letras em caixa alta. 7. em m L = distância do observador à placa. elas devem ser grafadas obedecendo à relação: h> L 125 onde: h = altura da letra. No caso de emprego de letras. Sinalização de orientação e salvamento: a) forma: quadrada ou retangular. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. 2. 6. e) margem (opcional): branca. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. 5. Sinalização de proibição: a) forma: circular. b) cor de fundo (cor de segurança): vermelha. d) margem (opcional): fotoluminescente. em metros. c) moldura: preta. A Tabela 2 apresenta valores de altura de letra para distâncias pré-definidas.

50% da área do símbolo. para a sinalização de orientação e salvamento e de equipamentos. para sinalização de proibição e alerta. 4. no mínimo. Cores de segurança . 3) Os valores das tabelas CMYK e RGB para impressão gráfica foram convertidos do sistema Pantone®. conforme especificado na tabela 3.Tabela 3 – Cores de segurança e contraste Denominação das Cores: Vermelho Munsell Book of Colors® 1 Pantone® 2 CMYK 3 RGB 1) 2) Referência Amarelo 5Y 8/12 108C Verde 2. 2. Aplicação das cores de segurança: a) Vermelha . respectivamente. 3.utilizada para símbolos de orientação e salvamento.as cores de segurança e cores de contraste são apresentadas na tabela 3. onde este valor deve ser. 5. Cores de contraste .a cor de segurança deve cobrir. Essas cores têm a finalidade de contrastar com a cor de segurança.5/ - 5R 4/14 485C C0 M100 Y91 K0 C0 M9 Y94 K0 C79 M0 Y87 K76 C0 M0 Y0 K100 R255 G0 B23 R255 G255 B0 R0 G61 B0 R0 G0 B0 O padrão de cores básico é o Munsell Book of Colors®. exceto no símbolo de proibição.utilizadas para símbolos de alerta e sinais de perigo. b) Verde . identificação de equipamentos de combate a incêndio e alarme. Cores de sinalização .as cores de contraste são a branca ou amarela. As cores de contraste devem ser fotoluminescentes. de modo a fazer com que esta se sobressaia.0/ 419C Branco N 9. no mínimo. de 35%.utilizada para símbolos de proibição. emergência. Notas: 1. A essa cor é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança.5G ¾ 350C Preto N 1. As cores Pantone® foram convertidas do sistema Munsell Book of Colors®. c) Preta . Tabela 4 – Símbolos para identificação de placas em planta baixa de projeto executivo: Sinalização retangular Sinalização quadrada Sinalização triangular Sinalização circular .

em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P4 Proibido utilizar elevador em caso de incêndio Pictograma: elevador e chama. rotas de fuga. Toda situação onde o uso de água for impróprio para extinguir o fogo. em cor preta emergência.Símbolos da sinalização básica Os símbolos adotados por esta norma para sinalização de emergência são apresentados a seguir. diametral: vermelha etc. A especificação de cada cor designada abaixo é apresentada na tabela 3 do anexo A.ANEXO B SIMBOLOGIA PARA A SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA I . equipamentos de Faixa circular e barra combate a incêndio.). em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Em locais sujeitos a depósito de mercadorias onde a obstrução pode Fundo: branca apresentar perigo de Pictograma: símbolo de acesso às saídas de pallet. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P2 Proibido produzir chama Pictograma: fósforo com chama. acompanhados de exemplos de aplicação. em cor preta Faixa circular e barra diametral: vermelha Símbolo: circular Fundo: branca P3 Proibido utilizar água para apagar o fogo Pictograma: balde de água sobre o fogo. Todo o local onde a utilização de chama pode aumentar o risco de incêndio Todo local onde fumar pode aumentar o risco de incêndio Aplicação P5 Proibido obstruir este local . Sinalização de Proibição Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: circular Fundo: branca P1 Proibido fumar Pictograma: cigarro. 1. Símbolo: circular Nos locais de acesso aos elevadores comuns e monta-cargas.

risco de corrosão Pictograma: Mão corroída. Sinalização de Alerta Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: triangular Fundo: amarela A1 Alerta geral Pictograma: ponto de exclamação. risco de choque elétrico Pictograma: raio. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a instalações elétricas que oferecem risco de choque. deve sempre estar acompanhado de mensagem escrita específica. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais altamente inflamáveis. Símbolo: triangular Fundo: amarela A5 Cuidado. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais ou gases que oferecem risco de explosão. risco de incêndio Pictograma: chama. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais corrosivos. Símbolo: triangular Fundo: amarela A2 Cuidado. em cor preta Faixa triangular: preta Aplicação Toda vez que não houver símbolo específico de alerta. . Símbolo: triangular Fundo: amarela A4 Cuidado.2. risco de explosão Pictograma: explosão. Símbolo: triangular Fundo: amarela A3 Cuidado.

Símbolo: triangular Fundo: amarela A6 Cuidado. em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de materiais radioativos. . em cor preta Faixa triangular: preta Próximo a locais onde houver presença de produtos tóxicos. Símbolo: triangular A7 Cuidado. risco de exposição a produtos tóxicos Fundo: amarela Pictograma: produto tóxico. risco de radiação Pictograma: símbolo radioativo.

para indicar o seu acesso Símbolo: retangular Saída de emergência S4 Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente a) indicação do sentido do acesso a uma saída que não esteja aparente b) indicação do sentido do uma saída por rampas c) indicação do sentido da saída na direção vertical (subindo ou descendo) S6 NOTA.0 H Indicação de uma saída de emergência a ser afixada acima da porta.3. Indicação do sentido (esquerda ou direita) de uma saída de emergência Dimensões mínimas: L = 2.5 H. especialmente para ser fixado em colunas Dimensões mínimas: L = 1. Sinalização de Orientação e Salvamento Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação Indicação do sentido (esquerda ou direita) de uma saída de emergência.A seta indicativa deve ser posicionada de acordo com o sentido a ser sinalizado S1 S2 S3 S5 S7 .

com altura de letra sempre > 50 mm Indicação da saída de emergência. com ou sem complementação do pictograma fotoluminescente (seta ou imagem. ou ambos) S13 Saída de emergência S14 S15 Saída de emergência S16 Indicação da saída de emergência. utilizada como complementação Mensagem “SAÍDA”: do pictograma fotoluminescente.Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação S8 S9 Símbolo: retangular Fundo: verde Escada de emergência Pictograma: fotoluminescente Indicação do sentido de fuga no interior das escadas Indica direita ou esquerda. descendo ou subindo O desenho indicativo deve ser posicionado de acordo com o sentido a ser sinalizado S10 S11 S12 Símbolo: retangular Fundo: verde Mensagem “SAÍDA” ou Mensagem “SAÍDA” e/ou pictograma e/ou seta direcional: fotoluminescente. com fotoluminescentes (seta altura de letra sempre > ou imagem. ou ambos) 50 mm Fundo: verde Símbolo: retangular .

Fundo: verde S21 . no interior da escada (patamar) S17 S18 S19 Instrução de abertura da porta corta-fogo por barra antipânico Símbolo: quadrado ou retangular Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente. quando for o caso S20 Símbolo: Quadrada Acesso a um dispositivo para abertura de uma porta de saída Orienta uma providência para obter Pictograma: mão com acesso a uma chave ou uma ferramenta um modo de abertura da quebrando um painel de saída de emergência vidro. Por exemplo: 1 o + SS = 1 o SS.Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: retangular ou quadrada Fundo: verde Aplicação Exemplos Mensagem indicando número do pavimento. Pode ser complementada pela mensagem “aperte e empurre”. Indicação do pavimento. fotoluminescente. que significa 1º Subsolo. Número do pavimento Pode se formar pela associação de duas placas. Indicação da forma de acionamento da barra antipânico instalada sobre a porta cortafogo.

designando o equipamento acionado por aquele ponto E3 Fundo: vermelha Pictograma: fotoluminescente E4 Telefone ou interfone de emergência Indicação da posição do interfone para comunicação de situações de emergência a uma central E5 Extintor de incêndio Indicação de localização dos extintores de incêndio .4. Sinalização de Equipamentos de Combate a Incêndio e Alarme Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação E1 Alarme sonoro Indicação do local de instalação do alarme de incêndio E2 Ponto de acionamento de alarme de incêndio ou bomba de incêndio Comando manual de alarme ou bomba de incêndio Símbolo: quadrada Deve vir sempre acompanhado de uma mensagem escrita.

para evitar a proliferação de sinalizações correlatas.Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação Indicação de localização dos extintores de incêndio com informações complementares ( exemplo de numeração para controle) E6 Extintor de incêndio E7 Mangotinho Indicação de localização do mangotinho E8 Abrigo de mangueira e hidrante Indicação do abrigo da mangueira de incêndio sem hidrante E9 Hidrante de incêndio Indicação da localização do hidrante com ou sem mangueiras Símbolo: Quadrado E10 Coleção de equipamentos de combate a incêndio Fundo: vermelho Pictograma: semicírculo fotoluminescente Indica a localização de um conjunto de equipamentos de combate a incêndio (hidrante. Símbolo: Quadrado E11 Válvula de controle do sistema de chuveiros automáticos Fundo: vermelho Pictograma: chuveiro automático fotoluminescente Indicação da localização da válvula de controle do sistema de chuveiros automáticos . alarme de incêndio e extintores).

00 m) Aplicação E12 Sinalização de solo para equipamentos de combate a incêndio (hidrantes e extintores) Fundo: vermelha (0. Sinalizações básicas As formas geométricas e as cores de segurança e de contraste devem ser utilizadas somente nas combinações descritas a seguir. para evitar a sua obstrução E13 Seta à esquerda. Deve sempre ser acompanhado do símbolo do(s) equipamento(s) que estiver(em) oculto(s).00 m x 1.Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: quadrada (1. a fim de obter quatro tipos básicos de sinalização de segurança. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme NOTAS: 1. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme E16 Seta diagonal à direita.15m) Usado para indicar a localização dos equipamentos de combate a incêndio e alarme. E15 Seta diagonal à esquerda.70 m) Pictograma: borda amarela (largura = 0. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme E14 Seta à direita. . observando-se os requisitos da tabela 1 do anexo A para proporcionalidades paramétricas e tabela 3 do anexo A para as cores. indicativa de localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme Símbolo: quadrada Fundo: vermelha Pictograma: seta indicativa fotoluminescente Indicação da localização dos equipamentos de combate a incêndio ou alarme.70 m x 0.

4 Sinalização de equipamentos . c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente. d) cor do símbolo (cor de segurança): preta. f) proporcionalidades paramétricas.2 Sinalização de alerta .a sinalização de proibição deve obedecer a: a) forma: circular. e) proporcionalidades paramétricas. b) cor do fundo (cor de contraste): amarela. b) cor do fundo (cor de segurança): verde.a sinalização de alerta deve obedecer a: a) forma: triangular. e) margem (opcional): branca.1 Sinalização de proibição . e) margem (opcional): branca. d) margem (opcional): fotoluminescente. d) margem (opcional): fotoluminescente. c) barra diametral e faixa circular (cor de segurança): vermelha.1.a sinalização de orientação deve obedecer a: a) forma: quadrada ou retangular.a sinalização de equipamentos de combate a incêndio deve obedecer: a) forma: quadrada ou retangular. 1. . b) cor de fundo (cor de segurança): vermelha.3 Sinalização de orientação e salvamento . 1. e) proporcionalidades paramétricas. d) cor do símbolo: preta. b) cor de contraste: branca. 1. c) moldura: preta. f) proporcionalidades paramétricas. c) cor do símbolo (cor de contraste): fotoluminescente.

Símbolo: retangular Nas portas corta-fogo instaladas nas saídas de emergência. . M5 Indicação da saída de emergência e a rota de fuga específica. Pictograma: mensagem escrita “porta cortafogo mantenha fechada”. Pictograma: mensagem escrita referente aos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. dimensões e cores da sinalização complementar é estabelecida neste capítulo. fotoluminescente Símbolo: retangular Fundo: verde Nas portas de saídas de emergência com dispositivo anti-pânico. fotoluminescente. Símbolo: retangular Na entrada principal da edificação. Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente com mensagemadjacente escrita “rota de fuga” Indicaçãoda rota de fuga específica para organizar o fluxo de pessoas. Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: quadrado ou retangular Fundo: cor contrastante com a mensagem Aplicação Ver figura 1 M1 Indicação dos sistemas de proteção contra incêndio existentes na edificação. Símbolo: retangular Nas entradas principais dos recintos de reunião de público. Fundo: verde Pictograma: mensagem escrita “Lotação Máxima admitida: xx pessoas sentadas xy pessoas em pé”. Mensagens Escritas A complementação da sinalização básica por sinalização complementar composta por mensagem escrita deve atender aos requisitos de dimensionamento apresentados nas Tabelas 1 e 2 do Anexo A.II . M4 Manter a porta cortafogo da saída de emergência fechada. Fundo: verde Pictograma: mensagem escrita “aperte e empurre”. M3 Aperte e empurre o dispositivo de abertura da porta.Sinalização Complementar A padronização de formas. M2 Indicação da lotação máxima admitida no recinto de reunião de público. o tipo de estrutura e os telefones de emergência. conforme plano de abandono. 1.

. instaladas no sentido das saídas. conforme plano de abandono. fotoluminescente. Nas paredes. de acordo com os critérios especificados no texto desta norma.Símbolo: retangular Indicação da saída de emergência e a rota de fuga específica. próximo ao piso. e/ou nos pisos de rotas de saída. M6 Figura 1 – modelo de sinalização tipo M1 2. com as seguintes especificações abaixo: Código Símbolo Significado Forma e cor Símbolo: retangular Fundo: verde Aplicação C1 Ver figura 2 Direção da rota de saída Pictograma: seta indicativa prolongada. Indicação continuada de rotas de fuga A indicação continuada de rotas de fuga deve ser realizada por meio de setas indicativas. Fundo: verde Pictograma: fotoluminescente com mensagemadjacente escrita “rota de fuga” Indicaçãoda rota de fuga específica para organizar o fluxo de pessoas.

Indicação de obstáculos Obstáculos nas rotas de saídas devem ser sinalizados por meio de uma faixa zebrada. conforme símbolos abaixo.C2 C3 Símbolo: quadrado C4 Direção da rota de saída Fundo: verde Pictograma: seta. fotoluminescente. Complementa uma sinalização básica de orientação e salvamento C5 C6 C7 Figura 2 – Detalhe da sinalização tipo C-1 3. As listas amarelas e pretas ou brancas fotoluminescentes e vermelhas devem ser inclinadas a 45 o e com largura mínima de 50 mm cada. com largura mínima de 100mm. .

cancelas. cancelas. Fundo: amarelo Utilizada quando o Pictograma: listas ambiente interno ou pretas inclinadas a 45 0 externo possui sistema de iluminação de emergência. Fundo: branco Utilizada quando o fotoluminescente ambiente possui Pictograma: listas iluminação artificial em vermelhas inclinadas a situação normal. Nas paredes. pilares. porém 45 0 não possui sistema de iluminação de emergência. vigas. O2 Obstáculo . vigas.Código Símbolo Significado Forma e cor Aplicação O1 Obstáculo Nas paredes. muretas Símbolo: retangular ou e outros elementos que podem constituir um quadrado obstáculo à circulação de pessoas e veículos. muretas Símbolo: retangular ou e outros elementos que podem constituir um quadrado obstáculo à circulação de pessoas e veículos. pilares.

ANEXO C EXEMPLOS DE INSTALAÇÃO DE SINALIZAÇÃO Figura 1 .Sinalização de porta corta-fogo (vista da escada) hall) Figura 2 .Sinalização de porta corta-fogo (vista do .

Sinalização de elevadores Figura 5 – Sinalização de portas com barras antipânico (modelos 1 e 2) .Figura 3 .Sinalização de porta corta-fogo do terreno (vista da escada) Figura 4 .

Sinalização de extintores Figura 7 .Figura 6 .Sinalização de hidrante .

Exemplo de rodapé.Figura 8 . .Sinalização complementar.

Figura 10 – Sinalização de saída sobre porta corta-fogo. . sinalização complementar de saídas e obstáculos.Figura 9 – Sinalização de saída sobre verga de portas. sinalização complementar de saída e obstáculos.

Figura 11 – Sinalização de saída sobre paredes e vergas de portas Figura 12 – Sinalização de saída sobre porta corta-fogo .

.Figura 13 – Sinalização de saída perpendicular ao sentido da fuga. Figura 14 – Sinalização de saída no sentido da fuga. em dupla face. em dupla face.

Figura 15 – Sinalização de saída em rampa ________________________________________ .

16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas 4 – Definições 5 – Generalidades gerais 6.IT .Procedimentos 7 – Certificação e validade/garantia .

br SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio em edificações e/ou áreas de risco por meio de extintores de incêndio (portáteis ou sobre rodas).Extintores de incêndio classe B – ensaio de fogo em líquido inflamável.Extintores de Incêndio classe C – ensaio de condutividade elétrica. manutenção e recarga em extintores de incêndio.Inspeção. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 4 DEFINIÇÕES Para efeitos desta Instrução Técnica. 4.Sistema de Proteção por Extintores de Incêndio. NBR 11715 .Extintores de incêndio com carga de espuma mecânica.Manutenção de terceiro nível (vistorias em extintores de incêndio). 2 APLICAÇÃO 2. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico no Estado de Minas Gerais.1 a 4. são adotadas as definições de 4.mg. do ponto de fixação do extintor a qualquer ponto da área protegida pelo extintor. NBR 9443 . medida em litro ou quilograma.5 Distância máxima a ser percorrida: Distância máxima real. NBR 11762 . 4.Extintores de incêndio com carga de pó.Extintores de incêndio com carga de gás carbônico. em metros. adota-se a NBR 12693 .6 Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 16 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.bombeiros. Decreto Estadual nº 44. NBR 13485 .270. 4.Extintores de incêndio com carga d’água. obtida em ensaio prático normalizado.130. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. NBR 10721 .190-000 Site: www.Extintores de Incêndio classe A – ensaio de fogo em engradado de madeira NBR 9444 .br Email: dat3@cbmmg. 2. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.1 Área protegida: Área em metros quadrados de piso. 4.Bairro Centro CEP 30. NBR 12992 . NBR 11751 .2 Agente extintor: Substância utilizada para a extinção do fogo.mg.gov. 4.2 Naquilo que não contrarie o disposto nesta instrução técnica. protegida por uma unidade extintora.gov. 4. em função do risco.3 Carga: Quantidade de agente extintor contido no extintor de incêndio.Extintores de incêndio portáteis com carga de halogenados. NBR 12962 .4 Capacidade extintora: Medida do poder de extinção do fogo de um extintor.11. a ser percorrida por um operador.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas edificações e área de risco. 355 . constituídos de recipiente e acessórios contendo o . NBR 11716 . Augusto de Lima.

4. em função do risco e da natureza do fogo. no máximo. 5 Generalidades 5. 5.8 Extintor sobre rodas: Extintor que possui massa total superior a 196 N (20Kgf).20 metros do piso acabado.2.2. k) transformadores.2.2.11 Unidade extintora: Extintor que atende à capacidade extintora mínima prevista nesta norma. 4. enquanto o incêndio é incipiente.2. 4. b) permaneça protegido contra intempéries e danos físicos em potencial.2. divisórias ou colunas. 5.6 O extintor com agente de múltiplo uso ABC poderá substituir qualquer tipo de extintor de classes específicas A.20 m do piso. desde que permaneçam.10 Em locais de riscos especiais devem ser instalados extintores de incêndio que atendam o item 6. c) permaneça desobstruído e devidamente sinalizado de acordo com o estabelecido na IT 15 . d) sejam adequados à classe de incêndio predominante dentro dá área de risco a ser protegida. 5. devem resistir a 3 (três) vezes a massa total do extintor. d) casa de máquinas. à exceção do extintor de espuma mecânica. 5.10 m e 0. de forma que a parte inferior do extintor permaneça no mínimo 0.1 O suporte de fixação dos extintores em paredes.Sinalização de Emergência. para que todos os usuários fiquem familiarizados com a sua localização.2.1 Seleção do agente extintor segundo a classificação do fogo consta na tabela 1.60 metros do piso. j ) quadro de redução para baixa tensão. destinada a indicar a presença de um extintor. com altura recomendada entre 0.2.2. deve existir uma superfície transparente que possibilite a visualização do extintor no interior do abrigo. 5. l ) contêineres de telefonia. coluna e/ou teto.2. B e C dentro de uma edificação ou área de risco. no mínimo uma unidade extintora adequada às classes de risco existente no local. f ) incinerador. não sendo aceitas combinações de dois ou mais extintores.2 Para a fixação em colunas. parede.2.2. 4. .7 Extintor portátil: Extintor que possui massa total até 196 N (20 Kgf).1.3 Os extintores não devem ser instalados em escadas. pelo menos.2.9 Princípio de incêndio: Período inicial da queima de materiais.1 Condições gerais O extintor deve ser instalado de maneira que: CLASSE DO FOGO A B C D Nota: Tabela 1 – Seleção do agente extintor segundo a classificação AGENTE EXTINTOR ÁGUA ESPUMA GÁS PÓ BC PÓ ABC HIDROCARBONETOS MECÂNICA CARBONICO ALOGENADOS (A) (P) (P) (A) (A) (P) (NR) (A) (A) (NR) (A) (A) (A) (A) (A) (A) (A) (A) Deve ser verificada a compatibilidade entre o metal combustível e o agente extintor (A) Adequado à classe do fogo (NR) Não recomendado à classe do fogo (P) Proibido à classe de fogo. paredes ou divisórias. 5. independente da proteção geral da edificação ou risco. e) Haja menor probabilidade do fogo bloquear seu acesso. 5. que não pode ficar trancado.2 Instalação 5.2.2.9 Deve ser instalado. i ) escada rolante (casa de máquinas). compostos químicos ou equipamentos. 5. a alça de suporte de manuseio deve variar. b) casa de bombas. a) seja visível.5 Cada pavimento deve possuir.2 Extintores portáteis 5. até 1. 5.2. tais como: a) casa de caldeira. 5.2.2.10 Sinalização: Marcação pelo piso. e) galeria de transmissão. h) ponte rolante. 4.agente extintor destinado a combater princípios de incêndio. g) elevador (casa de máquinas). um extintor de incêndio a não mais de 10 m da entrada principal da edificação e das escadas nos demais pavimentos.8 As unidades extintoras devem ser as correspondentes a um só extintor.2. além da sinalização.7 Quando os extintores de incêndio forem instalados em abrigos embutidos na parede ou divisória. c) casa de força elétrica. 5.2.4 É permitida a instalação de extintores sobre o piso acabado.2.2. apoiados em suportes apropriados e afixados ao solo.

EXTINTORA MÍNIMA 6-A 6-A: 40-B 10-B:C 80-B:C 6-A. 5.Determinação da unidade extintora.2.3.EXTINTORA TIPO DE CARGA MÍNIMA ÁGUA ESPUMA MECÂNICA DIÓXIDO DE CARBONO PÓ BC PÓ ABC COMPOSTOS HALOGENADOS 2-A 2-A: 10-B 5-B:C 20-B:C 2-A: 20-B:C 5-B: C 2A 3A 4A 6A 10A 20A 30A 540m 2 360 m2 800 m2 800 m 2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 540 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 800 m2 .2 Dimensionamento 6. Tab.5 A proteção por extintores sobre rodas deve ser obrigatória: a) nas edificações onde houver manipulação e ou armazenamento de explosivos e líquidos inflamáveis ou combustíveis.1 Os extintores portáteis e sobre rodas (carreta) constantes dos projetos aprovados com data anterior à publicação desta Instrução Técnica.2. 6.1 Capacidade extintora A capacidade extintora mínima de cada tipo de extintor para que se constitua uma unidade extintora dever ser a especificada na tabela 2 e 3. 5. desde que atendam aos requisitos desta IT e que não distem mais que 5 metros do risco a proteger.4 As distâncias máximas a serem percorridas pelo operador de extintores sobre rodas devem ser de 1.11 Para proteção por extintores de incêndio em instalações de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis. 5.3 O emprego de extintores sobre rodas só é computado como proteção efetiva em locais que permita o livre acesso. 23 e 24. exceto quando os reservatórios de inflamáveis/combustíveis forem enterrados. 6 e 7. 4 .3. b) edifícios destinados à garagem coletiva e oficinas mecânicas sempre que tenham área superior a 200 m2 e não possuam hidrantes.2. por extintores que atendam à tabela 2 e 3 do item 6. Obs: As unidades extintoras que atendem a proteção geral da edificação poderão substituir a proteção dos riscos especiais. devem ser substituídos.3. a área de proteção. 6 PROCEDIMENTOS 6. quando reprovado por não ser possível fazer sua manutenção. 5.1 Fogo da classe A e B A capacidade extintora mínima dos extintores de incêndio. 2 Capacidade extintora mínima de extintor portátil CAP.2. as distâncias máximas a serem percorridas e a carga incêndio são as previstas nas tabelas 4. 5.3. admitindose. 80-B:C PÓ ABC 6. Tab.1 Não é permitida a proteção de edificações ou áreas de risco unicamente por extintores sobre rodas.2.3.m) outros que necessitam de proteção adequada. 3 Capacidade extintora mínima de extintor sobre rodas TIPO DE CARGA ÁGUA ESPUMA MECÂNICA DIÓXIDO DE CARBONO PÓ BC CAP.2. 5.3 Extintores sobre rodas 5.1 desta Instrução Técnica.2 Os extintores sobre rodas devem ser localizados em pontos estratégicos e sua área de proteção deve ser restrita ao nível do piso que se encontram. a proteção da metade da área total correspondente ao risco. área e distância a serem percorridas para o fogo classe A RISCO Baixo Médio Alto Unidade extintora 2A 2A 4ª Área máxima protegida pela capacidade extintora de 1A 270 m2 135 m2 90 m2 Área máxima protegida por 800 m2 800 m2 800 m2 extintor Distância máxima a ser 20 m 20 m 20 m percorrida até o extintor Tab. 5.2. no máximo. considerando o complemento por extintores portáteis.2.Área máxima a ser protegida por extintor RISCO EXTINTOR CLASSE A BAIXO MÉDIO ALTO 270 m2 405 m2 540 m 2 Tab.2.5 (uma vez e meia) os valores estabelecidos para os extintores portáteis nesta Instrução Técnica. Gás Liquefeito de Petróleo e Gás Natural devem ser seguidas as Instruções Técnicas 22. 5 .1. de forma alternada entre extintores portáteis e sobre rodas na área de risco.

A distância máxima em metros.2.1 Para a proteção por extintores para a classe C devese utilizar extintores não condutores de eletricidade para proteger os operadores em situações onde são encontrados equipamentos energizados.200 MJ/m 2 6. 8 – Classe do fogo e distância máxima a ser percorrida CLASSE DO FOGO C D DISTÂNCIA MÁXIMA A SER PERCORRIDA (em metros) 20 20 . área a ser protegida. bem como recomendações do fabricante do agente extintor. observando a distância máxima.2. Tab. sua configuração.2.2 Para efeito de vistoria do Corpo de Bombeiros o prazo de validade/garantia de funcionamento dos extintores deve ser aquele estabelecido pelo fabricante e ou da empresa de manutenção certificada pelo Sistema Brasileiro de Certificação. em metros.1 Os extintores devem possuir marca de conformidade concedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação. a ser percorrida será de acordo com a tabela 8. 6 .2 A determinação do tipo e quantidade de agente extintor para a classe D deve ser baseada no metal combustível específico. Tab.Tab. a ser percorrida será de acordo com a tabela 8.2. 7. 6. Certificação e validade/garantia 7. RISCO BAIXO MÉDIO ALTO CARGA INCÊNDIO (MJ/m2) Até 300 MJ/m2 Acima de 300 até 1200 MJ/m2 Acima de 1.2 Fogo da classe C e D 6. 7 – Classificação das Edificações e Áreas de Risco quanto a Carga Incêndio.2.Determinação da unidade extintora e distância a ser percorrida para o fogo classe B RISCO UNIDADE EXTINTORA 10B 20B 20B 40B 40B 80B DISTÂNCIA MÁXIMA A SER PERCORRIDA (m) 10 15 10 15 10 15 BAIXO MÉDIO ALTO 7.

Bombas de incêndio D .17 SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHOS PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .Casos de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos 2 – Aplicação 3 – Referências Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .1 .Figura A.Sistema de Mangotinho com ponto de tomada de água para mangueira de incêndio de 40 mm B – Reservatórios C .IT .

20. pretos ou galvanizados por imersão a quente.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 2: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 1. bem como as características dos componentes de Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para uso exclusivo de Combate a Incêndio. 355 .0 Mpa.mg.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 4: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 3: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 1: Requisitos gerais. NBR 5647-2 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6. NBR 6925 – Conexão de ferro fundido maleável. dimensões e tolerâncias – Padronização. Hidrantes urbanos de incêndio – NBR 6414 – Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca – Designação. NBR 5647-1 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6. para tubulação – Especificação.br SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHOS PARA COMBATE A INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica fixa as condições necessárias exigíveis para dimensionamento. instalação.bombeiros. Decreto Estadual nº 44. NBR 10351 – Conexões injetadas de PVC rígido com junta elástica para redes e adutoras de água – Especificação. NBR 5626 – Instalação predial de água fria. Augusto de Lima. NBR 5580 – Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluídos – Especificação. de acordo com o previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.1 – Dimensões Básicas – Padronização. NBR 5590 – Tubo de aço-carbono com ou sem costura. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.60 Mpa.270. com rosca ANSI/ASME B1. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais.mg. NBR 5667 – Especificações. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.Bairro Centro CEP 30. NBR 6943 – Conexão de ferro maleável para tubulações – Classe 10 – Especificações. para condução de fluídos – Especificação.gov. com rosca NPT.75 Mpa. NBR 5647-4 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.190-000 Site: www. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. 2 APLICAÇÃO Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias as instalações de Sistemas de Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio. de classes 150 e 300. manutenção. NBR 5587 – Tubos de aço para condução.br Email: dat3@cbmmg.130. . aceitação e manuseio. NBR 5647-3 – Sistemas para adução distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 17 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. NBR 10897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático – Procedimento.gov.

desenhos ou plantas do sistema. embutido ou aparente. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos. Bombas e Instalações de Bombeamento – Archibald Joseph Macintyre – Livros Técnicos e Científicos Editora S. 4. sob a projeção externa da parede do prédio.Inspeção. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido.1 Abrigo – Compartimento.995. NBR 13432 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimentos. em metros. 4. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador. EN 694 – Fire-fighting hoses – Semi-rigid hoses for fixed systems. NBR 11861 – Mangueira de incêndio – Requisitos e métodos de ensaio. 4 DEFINIÇÕES 4. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio. A – Rio de Janeiro/RJ – 2º edição – 1. NBR 13714 – Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para Combate a Incêndio.5 Como construído – Documentos.7 NH – Hose coupling screw threads.4 Carretel axial – Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semi-rígidas. 4.991.6 Dispositivo de recalque – Dispositivo para uso do corpo de Bombeiros. para condução de água e outros fluídos – Especificação.997. ASTM B 283 – Specification for copper and copper – Alloy die forgings (hot-pressed).3 Bomba de reforço – Bomba hidráulica centrífuga destinada a fornecer água aos hidrantes e/ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente. dimensões e cores.Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Símbolos e suas formas.3. NBR 12912 – Rosca NPT para tubos – Dimensões – Padronização.1 Bomba principal – Bomba hidráulica centrífuga destinada a recalcar a água para os sistemas de combate a incêndio. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14349 – União para mangueira de incêndio – Requisitos e métodos de ensaio. NBR 12779 – Mangueiras de Incêndio . ASTM B 30 – Specification for copper-base alloys in ingot form ASTM B 62 – Specification for composition bronze or ounce metal castings. NBR 13434 – Parte 1 . ao ponto mais alto do piso do último pavimento. esguichos. Hydraulics for Fire Protection – Harry E. dotado de porta. destinado a armazenar mangueiras. Hickey – NFPA – Boston/Massachussaets/EUA – 1980 Fire Protection Engineering – NFPA – 2ª edição – 1.20. 4. entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (de pessoas). . IT 22 – Sistema de Hidrantes e de Mangotinhos para Combate a Incêndio . 4.2 Altura da edificação – Medida.2 Bomba de pressurização (jockey) – bomba hidráulica centrífuga destinada a manter o sistema automaticamente pressurizado em uma faixa preestabelecida 4. 2004. BS 5041 Part 1 – Specification for landing valves for wet risers.NBR 11720 – Conexão para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar – Especificações.3. ASTM B 584/1998 – Standard specification for copper alloy sand castings for general applications. ANSI/ASME B1. médio e pesados sem costura. quando estes não puderem ser abastecidos somente pelo reservatório elevado. NBR 14105 – Manômetros com sensor de elemento elástico – Recomendações de fabricação e uso. NBR 13434 – Parte 2 . 4. Instalações Hidráulicas e Sanitárias – Hélio Creder – Livros Técnicos e Científicos Editora S.Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de São Paulo.Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Princípios de projeto. ASTM D 2000 – Classification system for rubber products in automotive applications.3.A – Rio de Janeiro/RJ – 5º edição – 1. NBR 13206 – Tubo de cobre leve. Instalações Hidráulicas de Combate a Incêndio nas Edificações – Telmo Brentano – EDIPUCS – Porto Alegre. manutenção e cuidados. AWS A5. ASTM A 234 – Specification for piping fitting wrought carbon steel and alloy steel for moderate and elevate temperature.3 Bombas de incêndio 4.8 – Brazing filler metal (Classifications BcuP-3 or Bcup-4). que permite recalque de água para o sistema.

18 Projeto – Conjunto de peças gráficas ou escritas. conforme especificado na tabela 2. 4. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto. dimensionamentos e uma perspectiva isométrica da tubulação (sem escala. vedação em borracha (etileno-propileno). 4. conforme prescrito na IT 01 – Procedimentos Administrativos. 4.19 Recalque – Válvula angular diâmetro 2½”corpo em latão.16 Profissional legalmente habilitado – Pessoa física ou jurídica que goza do direito. bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações. conexão de entrada de 2½”. de qualquer pavimento. mangueira semi-rígida.3. ábacos e tabelas. com cotas e com os hidrantes numerados).23 Tubulação – Conjunto de tubos. destinado a dar forma.22 Sistema de hidrantes ou de mangotinhos – Sistema de combate a incêndio composto por reserva de incêndio.24 Válvula – Acessório de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações.2 Projeto 5. conexão de saída rosca externa 5FPP.12 Mangotinho – Ponto de tomada de água onde há uma (simples) saída contendo válvula de abertura rápida. estadual. esguicho regulável e demais acessórios. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta IT.4. até um local seguro completamente livre dos efeitos de um incêndio. tampões. 4. se houver necessidade. 4.13 Memorial – Conceitos. 4. mangueiras de incêndio e demais acessórios.14 Órgão competente – Órgão público federal. de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio. localizar. assim como o memorial.1.8 Kgf/cm2 (200PSI). 3.3. 5. segundo a Constituição Federal. tabelas e outros recursos utilizados no projeto e no dimensionamento devem ser relacionados no memorial. rosca interna 11FPP (BSTP). 4 e 5).7 Esguicho – Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras.3.10 Instalador – Pessoa física ou jurídica responsável pela instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. cujos engates devem ser compatíveis com junta de união tipo “engate rápido” de DN 65mm. 4.1 Os sistemas de combate a incêndio estão classificados em sistema de mangotinho (tipo 1) e sistemas de hidrantes (tipos 2. desde a reserva do incêndio até os hidrantes ou mangotinhos. ábacos.2. segundo as leis vigentes. 4.11 Jato compacto – Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas. 4. necessárias à definição das características principais do sistema de hidrante ou mangotinho.9 Inibidor de vórtice – Acessório da tubulação de sucção da bomba destinado a eliminar o efeito do vórtice (redemoinho) dentro de um reservatório.1 Requisitos Gerais 5.2 O Corpo de Bombeiros pode solicitar documentos relativos ao sistema. 4.3 Recalque 5. É composto de parte descritiva. observado na extremidade de descarga do esguicho. municipal. constando cálculos. .8 Hidrante – Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores.1. ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas. 5. 4.21 Rota de fuga – Trajeto que deve ser percorrido pelos ocupantes da edificação a partir de qualquer ponto. conexões e outros acessórios destinados a conduzir a água. 5.17 Projetista – Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto.1 Todos os sistemas devem ser dotados de dispositivos de recalque. 5.1. 4. sendo que o prolongamento da tubulação deve ter diâmetro no mínimo igual ou superior ao existente na tubulação de recalque do sistema. elevações. rede de tubulação. premissas e etapas utilizados para definir. 5 PROCEDIMENTOS 5. inclusive. consistindo em um prolongamento de diâmetro no mínimo igual ao da tubulação principal.2. 4. cálculos. capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio. detalhes e perspectivas isométricas e. haste ascendente com castelo quadrado para uso específico do CBMMG. com chave especial. 4. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação. das especificações de materiais e equipamentos. Não é admitida a referência a outro projeto para justificar a aplicação de qualquer informação no memorial. pressão mínima de trabalho 13. 4. 5. destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado. desde a concepção até a sua implantação e manutenção.20 Reserva de incêndio – Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio.2 Todos os parâmetros. 4. bombas de incêndio (quando necessário). o dispositivo de recalque deve possuir um registro de recalque adicional com as mesmas características definidas em 5. composto de plantas. 4.1 O sistema a ser instalado deve corresponder um memorial. adaptador (se necessário). direção e controle ao jato.2 Quando a vazão do sistema for superior a 1000 LPM.15 Poço de sucção – Aspecto construtivo do reservatório. seções.

1 Tipos de sistemas 5. c) estar afastada a 0.3 Os abrigos podem ser construídos em alvenaria com caixa interna metálica.5.4. sendo que as mangueiras de incêndio semi-rígidas podem ser acondicionadas enroladas.1. Esta Válvula deve: 1) permitir o fluxo de água nos dois sentidos e instalada de forma a garantir seu adequado manuseio.4.6.7 A porta do abrigo não pode ser trancada.4.1 As mangueiras de incêndio devem ser acondicionadas dentro dos abrigos em ziguezague ou aduchadas conforme especificado na NBR 12779.50 m da guia do passeio. em materiais metálicos.40 m x 0. 2) vedação etileno propileno.4 Abrigo . 5. 5. deve possuir as seguintes características. com dimensões de 0. possuindo apoio ou fixação própria. e) registro tipo globo angular 45º ∅ 63mm situado a no máximo 0.6 Os abrigos dos sistemas de hidrantes ou de mangotinhos não devem ser instalados a mais de 3. para o livre acesso dos bombeiros.5. 5.5.6. A localização do dispositivo de recalque sempre deve permitir aproximação da viatura apropriada para o recalque da água.1.5 Válvulas mangotinhos de abertura para hidrantes ou 5. desde que o seu manuseio e manutenção estejam garantidos.3. desde que sinalizados de acordo com a IT 15 – Sinalização de Emergência. Classe 300. com castelo quadrado de uso específico do CBMMG.4.2 As válvulas para mangotinhos devem ser do tipo abertura rápida. pode ser selada para evitar o uso indevido. permitindo sua utilização com facilidade e rapidez. Figura 1 – Dispositivo de recalque no passeio público 5. 5. conforme Figura 1: a) ser enterrado em caixa de alvenaria. b) jato compacto de 13 mm para sistema tipo 2. conforme Anexo A.1.3.7 É vedada a instalação do dispositivo de recalque em local que tenha circulação ou passagem de veículos.6. 5. d) a introdução voltada para cima em ângulo de 45º e posicionada.6 O hidrante de recalque pode ser constituído de um hidrante de coluna externo. b) a tampa deve ser articulada e requadro em ferro fundido ou material similar. a partir do logradouro público. sendo que para o sistema tipo 1 a mangueira semi-rígida deve estar na posição enrolada.4.00 m da válvula angular ou esferas. com a introdução voltada para a rua e para baixo em um ângulo de 45º e a uma altura entre 0. 5. e) jato compacto de 25 mm para sistema tipo 5.8 As mangueiras de incêndio. com haste ascendente.00m em relação ao piso do passeio da propriedade.4.3.6 Requisitos específicos 5.50 m do nível do piso acabado.3 As edificações. 5.4 Os abrigos devem ser em cor vermelha. 5.4 As vazões da tabela 2 devem ser obtidas no requinte do esguicho acoplado à sua respectiva mangueira de incêndio. abertura rápida.5 O dispositivo de recalque pode ser instalado na fachada principal da edificação. no entanto. 5.1. a 0.3. 5. 5.1.4. 5.6. de passagem plena e diâmetro mínimo DN25 (1”).6. em madeira em fibra ou em vidro laminado. a tomada de água e a botoeira de acionamento da bomba de incêndio podem ser instaladas dentro do abrigo desde que não impeçam a manobra ou a substituição de qualquer peça. 5.1 As válvulas dos hidrantes devem ser do tipo angulares de diâmetro DN65 (2½”).60m e 1. no máximo. localizado a uma distância máxima de 10.4. identificada pela palavra “INCÊNDIO”. devendo ser identificado e pintado na cor vermelha. c) jato compacto de 16 mm para sistema tipo 3.60 m e pintada da cor vermelha.15 m de profundidade em relação ao piso do passeio. 5.5 O abrigo deve ter utilização exclusiva conforme estabelecido nesta Instrução Técnica. 5.1 Os tipos de sistemas previstos são dados na tabela 2.0 metros até o local de estacionamento das viaturas do Corpo de Bombeiros. com ou sem o uso de carretéis axiais ou em forma de oito. em que for instalado o sistema do tipo 1 devem ser dotada de ponto de tomada de água de engate rápido para mangueira de incêndio de diâmetro 40 mm (1½”). 5. ou no muro da divisa com a rua.6.3. 5. devendo estar em local visível e de fácil acesso. com fundo permeável ou dreno. 5. d) jato compacto de 19 mm para sistema tipo 4.2 No interior do abrigo pode ser instalada a válvula angular.2 As vazões da tabela 2 correspondem a: a) esguicho regulável na posição de maior vazão para sistema tipo 1. independente da tubulação que abastece o hidrante ou mangotinho.5 Para cada ponto de hidrante ou de mangotinho são obrigatórios os materiais descritos na tabela 3.3 Preferencialmente o dispositivo de recalque deve ser instalado de fronte ao acesso principal da edificação. 5.4 Quando o dispositivo de recalque estiver situado no passeio público.

C é o fator de Hazem Willians (ver tabela 1) D é o diâmetro interno do tubo em milímetros.85 x D-4. 5.é a velocidade do fluído. Situações que requeiram pressões superiores à estipulada serão aceitas. Pode-se utilizar quaisquer dispositivos para redução de pressão. D . antecâmaras ou outros locais determinados exclusivamente para servirem de rota de fuga dos ocupantes. os hidrantes externos devem ser localizados onde a probabilidade de danos pela queda de paredes seja pequena e impeça que o operador seja bloqueado pelo fogo e fumaça. desde que devidamente dimensionados por cálculo hidraúlico. L .2. no mínimo. em locais congestionados devem ser localizados ao lado de edifícios baixos. 5. 5. a não mais de 10 m. desde que seja atendida a vazão mínima para cada esguicho prescrita na tabela 2 e alcance do jato. nesse caso deve haver uma redução de mangueira de 2 ½” para 1 ½”. Recomenda-se que sejam utilizadas mangueiras de incêndio de 65 mm de diâmetro para redução da perda de carga e o último lance de 40 mm para facilitar seu manuseio.1 O dimensionamento deve consistir na determinação do caminhamento das tubulações. em metros.9 Recomenda-se que o sistema seja dimensionado de forma que a pressão máxima de trabalho em qualquer ponto não ultrapasse 100 mca (1000kPa).10 O cálculo hidráulico da somatória de perda de carga nas tubulações deve ser executado por métodos adequados para este fim. 5. g 2.é o diâmetro interno. .7 Nos casos de mais de um tipo de ocupação (ocupações mistas) na edificação (que requeira proteção por sistemas distintos). Q é a vazão.é o comprimento da tubulação (tubos).8.é a somatória dos coeficientes de perda de carga das singularidades (conexões). L.1. necessários e suficientes para garantir o funcionamento dos sistemas previstos nesta Instrução Técnica.7 Distribuição dos Hidrantes e ou Mangotinhos 5. em metros por segundo.8. 5. portanto. 5. podendo ser utilizados até 60 m de mangueira de incêndio (preferencialmente em lances de 15 m). desde que atenda os demais parâmetros desta IT.7.1 e 5. 5. considerando-se. b) Hazen-Williams hf = J x L J = 605 x Q1.2 No caso de projetos utilizando hidrantes externos.0 a 1. quando o trajeto real da mangueira de incêndio ultrapassar a 30 metros. 5. f .5 Independente do procedimento de dimensionamento estabelecido. em cada jato de água. sendo a soma dos comprimentos da tubulação e dos comprimentos equivalentes das conexões. escadas e/ou acesso principal a ser protegido.3 A utilização do sistema não deve comprometer a fuga dos ocupantes da edificação. Usualmente.6 O local mais desfavorável considerado nos cálculos deve ser aquele que proporciona menor pressão dinâmica no esguicho.1 Os pontos de tomada de água devem ser posicionados: a) nas proximidades das portas externas.5. deve ser considerado o uso simultâneo dos dois jatos de água mais desfavoráveis considerados nos cálculos. em litros por minuto.6.é a perda de carga. desde que comprovadas as suas adequações técnicas.5 m do piso. 2 e 3) ou dois esguichos (sistema tipo 4 e 5). deverá atender ao afastamento de no mínimo 15 m ou uma vez e meia a altura da parede externa da edificação a ser protegida. D.8.8.4 Para o dimensionamento.é a aceleração da gravidade em metros por segundo. o dimensionamento dos sistemas deve ser feito para cada tipo de sistema individualmente ou dimensionado para atender o maior risco. recomenda-se a utilização de esguichos reguláveis em função da melhor efetividade no combate.é o fator de atrito (diagramas de Moody e HunterRouse). poderá ser admitido a utilização de até 45 metros de mangueiras.8.8.8. por segundo.2. J é a perda de carga por atrito em metros por metros. b) em posições centrais nas áreas protegidas. g .7.2 Os hidrantes ou mangotinhos devem ser distribuídos de tal forma que qualquer ponto da área a ser protegida seja alcançado por um esguicho (sistemas tipo 1. dos diâmetros dos acessórios e dos suportes.8.8.12.7. em metros. 5. 2. deve ser projetado de tal forma que dê proteção em toda a edificação. desde que comprovada a adequação técnica dos componentes empregados e atendido o requisito especificado em 5.4. próximos a torres de concreto ou alvenaria munidas de escadas ou próximos aos cantos formados por paredes resistentes.3 Especificamente nas ocupações Residenciais (A2 e A3). e d) de 1. conforme item 5.1.8.8 Cada sistema deve ser dimensionado de modo que as pressões dinâmicas nas entradas dos esguichos não ultrapassem o dobro daquela obtida no esguicho mais desfavorável considerado no cálculo. 5. sendo que os resultados alcançados têm que satisfazer a uma das seguintes equações apresentadas: a) Darcy-Weisbach (“formula universal”) e fórmula geral para perdas de carga localizadas: hf = f.12. no plano horizontal. Lt é o comprimento total. considerando-se o comprimento da(s) mangueira(s) de incêndio através de seu trajeto real e desconsiderando-se o alcance do jato de água. sem que haja a necessidade de adentrar as escadas. c) fora das escadas ou antecâmaras de fumaça.8. v .1. para qualquer tipo de sistema especificado.7. as vazões obtidas conforme a tabela 2 e condições de 5.87 x 104 onde: hf é a perda de carga em metros de coluna d’água. de alvenaria. 5. 5. g onde: hf . em metros de coluna d’água.85 x C-1. devendo atender a alínea a obrigatoriamente.8 Dimensionamento do sistema 5.8. k .7.v2 v2 + k.4 Quando não for possível os afastamentos previstos no item 5. 5.

1. A altura manométrica total da bomba deve ser calculada para o hidrante mais desfavorável do sistema.é a vazão de água.9.13 No sistema de malha ou anel fechado.2 As prescrições e recomendações encontram-se no anexo C (normativo).6 O reservatório que também acumula água para consumo normal da edificação deve ser adequado para preservar a qualidade da água. 5.7 As águas provenientes de fontes naturais tais como: lagos. Outros materiais podem ser utilizados. rios.8.10.12 A velocidade máxima da água na tubulação não deve ser superior a 5m/s. a qual deve ser calculada pela equação: V = Q/A para o cálculo da área deve ser considerado o diâmetro interno da tubulação..11 A velocidade da água no tubo de sucção das bombas de incêndio não devem ser superior a 2 m/s (sucção negativa) ou 3 m/s (sucção positiva).referências normativas. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato. com o jato paralelo ao solo com o esguicho regulado para jato compacto.9. ou em especificações reconhecidas e aceitas pelos órgãos Oficiais.50 mca (5. 5. possam ficar em operação. em metros cúbicos por segundo.2 Devem ser construídos em latão ligas C-37700.Sistema de Chuveiros Automáticos. sob comando ou automáticos. quando necessários.1 Geral 5.10.1 A reserva de incêndio deve ser prevista para permitir o primeiro combate durante determinado tempo.12.0 kPa).9. Tipo de tubo Fator "C" Ferro fundido ou dúctil sem revestimento 100 interno Aço preto (sistema de tubo seco) 100 Aço preto (sistema de tubo molhado) 120 Galvanizado 120 Plástico 150 Ferro fundido ou dúctil com revestimento 140 interno de cimento Cobre 150 Nota .11. 5. Q . Onde: V . em metros quadrados.9. devem ser captadas conforme descrito no anexo B.2 O volume de água da reserva de incêndio encontra-se na tabela 4.11.1.1 O alcance do jato compacto produzido por qualquer sistema adotado conforme tabela 2 não deve ser inferior a 8 m.11. açudes. através da interligação das tubulações.10 Bombas de incêndio 5.1 O alcance do jato para esguicho regulável produzido por qualquer sistema adotado conforme tabela 2 não deve ser inferior a 8 m.9.8 O reservatório pode ser subdividido. Quando o reservatório for elevado deverá ser instalado um sistema de passagem secundária (by pass). para fundidos.Os valores de "C" de Hazen Willians são válidos para tubos novos 5. A .1 Os componentes das instalações devem ser previstos em normas.é a velocidade da água.14 Para efeito de equilíbrio de pressão nos pontos de cálculos é admitida a variação máxima de para mais ou para menos 0. com o jato paralelo ao solo. garantindo sempre fluxo de água na prumada.2 Os componentes que não satisfaçam a todas as especificações das normas existentes ou às exigências dos órgãos competentes e entidades envolvidas devem ser submetidos a ensaios e verificações.11.9. C-83800.8.11 Componentes das instalações 5. 5. localizadas de tal maneira que. em metros por segundo. 5. Tabela 1 . 5. no caso de rompimento ou bloqueio dos outros dois. 5. ou bronze ASMT B 62. etc.3 Os componentes de vedação devem ser em borracha. liga 864 da ASMT B 30 para fundidos.12.8. pelo menos dois lados em uma malha que envolva quadras de processamento ou armazenamento. 5.9. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato. 5.1. a fim de obterem aceitação formal da utilização nas condições específicas da instalação expedidas pelos órgãos competentes.3 No caso de ocupações mistas com uma bomba de incêndio principal.8. 5. desde que atenda aos parâmetros da IT 18 .10.9 Não é permitida a utilização da reserva de incêndio pelo emprego conjugado de reservatórios subterrâneos e elevados. C-84800 e C-86400 da ASMT B 584.1 A bomba de incêndio deve ser do tipo centrífuga acionada por motor elétrico ou combustão.9.9. desde que todas unidades estejam ligadas diretamente a tubulação de sucção da bomba de incêndio e tenha subdivisões em unidades mínimas de 3 m³. 5. 5.12. 5.5. 5.8.1. 5. conforme ASMT D 2000. a qual deve ser calculada conforme equação indicada em 5.9. desde que comprovada a sua adequação técnica e aprovado pelo órgão competente.é a área interna da tubulação.12 Esguichos 5. mesmo com a bomba impossibilitada de funcionar.10 Os reservatórios devem ser dotados de meios que assegurem uma reserva efetiva e ofereçam condições seguras para inspeção.9 Reservatório e Reserva de Incêndio 5.1. 5. C-46400 e C-48500 da ASMT B 283 para forjados ou C83600. 5.3 Pode ser admitida a alimentação de outros sistemas de proteção contra incêndio. . 5.Fator "C" de Hazen-Williams 5. 5.12. deve ser feito o dimensionamento de vazão da bomba e de reservatório para o maior risco e os esguichos e mangueiras podem ser previstos de acordo com os riscos específicos.4 Deve ser previsto reservatório construído conforme o anexo B (normativo). conforme aquelas descritas no item 3 . deve existir válvulas de paragem com aste ascendente. conforme a NBR 5626.5 O inibidor de vórtice e poço de sucção para reservatório elevado deve ser conforme o anexo B. 5.

se for exposto ao fogo. devem ser em cor vermelha. 5. 5.16. 5. 5. 2 da BS 5041 PARTE 1/87.1. se submetidos à aprovação do CBMMG. 5.16.16.16.14 As conexões de ferro maleável devem ser conforme a NBR 6925 ou NBR 6943.13. deve-se preferencialmente utilizar lances de mangueiras de 15 m. na forma de tubos e conexões.15.12.1.2 Para sistemas tipo 1 ou 2 pode ser utilizada tubulação com diâmetro nominal DN50 (2”). no ponto de hidrante considerado.5 Cada esguicho instalado deve ser adequado aos valores de pressão disponível e de vazão de água.50 m e fora da projeção da planta da edificação satisfazendo a todos os requisitos de resistência à pressão interna e a esforços mecânicos necessários ao funcionamento da instalação. mantendo seu funcionamento normal. com objetivo de proporcionar manutenção em trechos da tubulação sem desativação do sistema. 5. ou materiais diferentes dos já citados. Recomenda-se a utilização de dispositivos de travamento para manter as válvulas na posição aberta.13 Mangueira de incêndio 5. 5. Os métodos de ensaios constantes no Laudo fornecido pelo laboratório oficial deverão ser realizados através de procedimento no mínimo igual ou superior aos recomendados para as tubulações e conexões especificadas na NBR 13714. 5.16.15 As conexões de aço devem ser conforme ASTM A 234/97. desde que comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema. para proporcionar o seu perfeito funcionamento.11 Os materiais termoplásticos.4 As válvulas devem satisfazer aos ensaios de estanqueidade pertinentes.16.1 A tubulação do sistema não deve ter diâmetro nominal inferior a DN65 (2½”).15.1 e A. 5.6 As válvulas que comprometem o abastecimento de água a qualquer ponto do sistema.16.15.2 As dimensões e os materiais para a confecção dos adaptadores tipo engate rápido devem atender a NBR 14349.16.8 Todo e qualquer material previsto ou instalado deve ser capaz de resistir ao efeito do calor e esforços mecânicos.16.1 A mangueira de incêndio para uso de hidrante deve atender às condições da NBR 11861.2 As roscas de entrada das vávulas devem ser de acordo com a NBR 6414 ou NBR 12912. 5.7 NH/98. não sendo permitido lance superior a 20 m (vinte metros). escorvas e outros dispositivos devem ser dimensionados conforme a aplicação. 5. 5.3 As roscas de saída das válvulas para acoplamento do engate rápido devem ser conforme a NBR 5667 ou ANSI/ASME B1. somente devem ser utilizados enterrados a 0. 5.15.5 As tubulações aparentes do sistema devem ser em cor vermelha.14.3 Outros tipos de tubos e conexões que utilizem sistemas de acoplamento. que passam em dutos verticais ou horizontais e que sejam visíveis através da porta de inspeção.1.7 As tubulações destinadas à alimentação dos hidrantes e de mangotinhos não podem passar pelos poços de elevadores e/ou dutos de ventilação. 5.13.1 As uniões de engate rápido entre mangueiras de incêndio devem ser conforme a NBR 14349. 5. deve permitir a modulação da conformação do jato e o fechamento total do fluxo. conforme NBR 12779. quando estiverem em posição fechada. 5.5 É recomendada a instalação de válvulas de bloqueio adequadamente posicionadas.6 Os trechos das tubulações do sistema. de modo que cada ponto de fixação resista a cinco vezes a massa do tubo cheio de água mais a carga de 100 Kg. especificados em A 1.12 A tubulação enterrada com tipo de acoplamento ponta e bolsa devem ser provida de blocos de ancoragem nas mudanças de direção e abraçadeiras com tirantes nos acoplamentos conforme especificado na NBR 10897/90. selo de conformidade e certificado de teste.10 A tubulação deve ser fixada nos elementos estruturais da edificação por meio de suportes metálicos. conforme a NBR 10897.1. 5.15.15. NBR 5587 ou NBR 5590.16. 5.5. conexões e acessórios diversos deve garantir a estanqueidade e a estabilidade mecânica da junta e não deve sofrer comprometimento de desempenho. somente poderão ser utilizados. 5. de alavanca ou de colar. 5.16.16 Os tubos de cobre devem ser conforme a NBR 13206.16. 5.4 O acionador do esguicho regulável.12. é recomendável que atendam aos requisitos da BS 5041 parte 1/87.13 Os tubos de aço devem ser conforme as NBR 5580.1.9 O meio de ligação entre os tubos. recursos para simulação e ensaios. .16. não excedendo os comprimentos máximos estabelecidos na tabela 2. após comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema.14 Uniões / Engates 5.14. devem ser do tipo indicadoras. 5.12. 5. Para sistemas de hidrantes. 20. 5. 5.1 Na ausência de normas brasileiras aplicáveis as válvulas.16. rígidos e espaçados em no máximo 4 m.16.2 A mangueira de incêndio semi-rígida para uso de mangotinho deve atender às condições da EN 694/96 para o sistema tipo 1. através de laudo de laboratório oficial competente. Válvulas 5. 5.15. 5.14. 5.4 Os drenos. considerando também toda a influência que a ocupação final é capaz de exercer.6 O adaptador tipo “engate rápido” para acoplamento das mangueiras deve obedecer a 5. A tubulação de aço quando enterrada deve ser protegida com fita adesiva anticorrosiva ou outro processo de isolamento tecnicamente adequado suficiente para evitar a corrosão externa.16 Tubulações e conexões 5. 5. através de Laudo de laboratório oficial competente.16.13.3 O comprimento total das mangueiras que servem cada saída a um ponto de hidrante ou mangotinho deve ser suficiente para vencer todos os desvios e obstáculos que existem.

8.18. 2) para edificações do Grupo A.3 Os manômetros devem ser conforme a NBR 14105/98. 5. de acordo com o item 5.18 Os tubos de PVC devem ser conforme as NBR 5647-1. 5. de resfriamento ou de espuma.18. pelas suas características e localização no sistema. será adotada a vazão mínima de 80 LPM.8. precedidos por registro esfera de abertura rápida.16. Outros tipos de solda podem ser usados. 5. tais como: tanques isolados ou parques de tanques sejam separados das demais construções de acordo com a IT 22 – Armazenamento de Líquidos Inflamáveis ou Combustíveis. 5. 5.9. desde que atendam o item 5.17 As conexões de cobre devem ser conforme a NBR 11720. Não são tolerados quaisquer vazamentos no sistema.5 Para fins de dimensionamento da reserva de incêndio para os casos do sistema de hidrantes.17 Instrumentos do sistema 5. Tabela 2 .5 vez a pressão máxima de trabalho. 5.2 Devem ser instalados manômetros na instrumentação de partida da bomba de recalque. utilizando solda capilar com material de enchimento BcuP-3. devem seguir os parâmetros definidos pela tabela 4.18.2 O dimensionamento do sistema de hidrantes.17. de acordo com AWS A5.19 As conexões de PVC devem ser conforme a NBR 10351.5 A chave de nível deve ser utilizada em tanque de escorva.18.8. durante 2 horas. sendo. Tal dispositivo deve ser capaz de operar normalmente após longos períodos de repouso ou falta de uso (ver B. 5. . considerando a não simultaneidade de eventos. devem atender as IT 19 .1.18 Considerações Gerais 5.Tipos de Sistema de Proteção por Hidrantes ou Mangotinhos Sistema Tipo Esguicho Mangueiras de incêndio Diâmetro Comprimento (mm) Máximo (m) 25 ou 32 45¹ 40 303 40 40 ou 65 65 30 30 30 Número de expedições Vazão mínima ao hidrante mais desfavorável (LPM)* 1002 125 250 400 650 Mangotinho Hidrante Hidrante Hidrante Hidrante 1 2 3 4 5 Jato regulável Jato compacto Ø 13 mm ou regulável Jato compacto Ø 16 mm ou regulável Jato compacto Ø 19 mm ou regulável Jato compacto Ø 25 mm ou regulável Simples Simples Simples Simples Duplo * as vazões correspondem a cada saída.Sistemas de proteção por espuma.7 não é somado ao volume da reserva de água dos demais sistemas. onde seja necessária a proteção por sistemas de resfriamento e/ou de proteção por espuma. para garantia do nível de água e pode ser utilizada no reservatório de água somente para supervisionar seu nível. as bombas de incêndio devem atender os maiores valores de pressão e de vazão dos cálculos obtidos.8/92 ou equivalentes. obrigatoriamente. 5.16.500 kpa no mínimo. caso o trajeto real a percorrer pelo operador ultrapasse 30 m. 3) para as edificações A2 e A3.1 Os instrumentos devem ser adequados ao trabalho a que se destinam. 5.16. 5.17. poderá ser utilizado 45 m de mangueiras.4 Nas áreas de edificações.4 A pressão de acionamento a que podem estar submetidos os pressostatos corresponde a no máximo 70% da sua maior pressão de funcionamento. Notas: 1) acima de 30 m de comprimento de mangueiras semi-rígidas é obrigatório o uso de carretéis axiais.5.18. 5. ou 1. sendo confeccionada a respectiva ART de Execução. sendo utilizado para atender as condições do item 5. sendo especificados pelo projetista.17.18. o volume da reserva do sistema de hidrantes calculado para as condições do item 5.Sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e IT 20 .18. 5. 5.17. NBR 5647-3 e NBR 5647-4. tais como tanque ou parque de tanques. BcuP-4.1 A proteção por sistemas de hidrantes para as áreas de risco destinadas a parques de tanques ou tanques isolados.16. conforme cada ocupação respectiva.7 A instalação e o ensaio deverão ser elaborados por profissional legalmente habilitado. 5. caso as áreas de risco. desde que alimentada por fonte alternativa de energia.17. a rede de hidrantes pode possuir uma bomba de pressurização para completar a altura manométrica necessária.7.6 O sistema deverá ser ensaiado sob pressão hidrostática equivalente a 1.6 do anexo B). que será apresentada durante a vistoria final.3 Quando o conjunto do sistema hidraúlico de combate a incêndio for único (bombas de incêndio e tubulações). NBR 5647-2.

D-4 L-2 e L-3 C-2.T. H-3. 140 m³ Até 3.I. 35 m³ Tipo 2 R. J-3 Carga Incêndio até 300 MJ/m2 ------------------------------------------------------------D-1. I-2. C-1.I. G-1.I. 30 m³ Tipo 5 R. 16 m³ Tipo 2 R. F-9 e H-4 M-1 F-8. 8 m³ Tipo 2 R.I. 47 m³ Tipo 3 R. D-4 . 90 m³ Tipo 3 R. 20 m³ Tipo 4 R. 2) Para a divisão M –2 adotar o item 5.000 Tipo 1 R.I.I. 6 m³ Tipo 1 R. 20 m³ Tipo 2 R.I. 30 m³ Tipo 3 R. E-5. H-2. G-2.I.I.18.I. E. F-4. I-1.-----------------------e M-3 Carga Incêndio > 300 MJ/ m 2 Carga Incêndio > I-3. engate rápido Não Sim Sim Sim Esguicho Sim Sim Sim Sim Mangueira semi-rígida Sim Não Não Não 5 Sim Sim Sim Sim Não Tabela 4 – Tipo de Sistema e Volume de Reserva de Incêndio mínima (m3) Grupo/Divisão Área das edificações e áreas de risco (m 2 ) A-2.B-1.I. E-6.I. 40 m³ Tipo 3 R.I.I. 8 m³ Tipo 1 R. C-3. J-4. 50 m³ Tipo 5 R. 12 m³ Tipo 1 R. G-3.I.000 De 3.I. 12 m³ Tipo 2 R.I. B-2.I.I. 110 m³ Tipo 5 R. J-2 -------------------------------------. G-5. . 16 m³ Tipo 1 R. F-6.000 De 10. 12 m³ Tipo 3 R. 18 m³ Tipo 3 R.I. F-10.I. 20 m³ Tipo 4 R. A-3. F-5.I. H-6. 45 m³ Tipo 5 R. E-4.001 até 15.I. E-1. D-3.000 Acima de 30. 25 m³ Tipo 3 R. 800 MJ/m 2 ----------------------------------------D-1. 50 m³ Tipo 5 R.I.I.000 De 15. 30 m³ Tipo 5 R. G-4. F-1 Carga Incêndio acima de 300 2 até 800 MJ/m > 300 MJ/m² C-2. D-2. D-3 .I. J-1. Reserva de Incêndio.1 desta I.I.I. 60 m³ Nota: 1) R.I. F-7. F-2. E-2. I-2 e J-3 F-1 Tipo 3 R.000 De 6. 35 m³ Tipo 2 R.001 até 30. L-1 e 3. H1. F-3.I.Tabela 3 – Componentes para cada hidrante simples ou mangotinho Materiais Tipos de Sistemas 1 2 3 4 Abrigo(s) Sim Sim Sim Sim Mangueira(s) de incêndio Não Sim Sim Sim Chave(s) para hidrantes.001 até 6. H-5. 20 m³ Tipo 4 R. 25 m³ Tipo 1 R.001 até 10.I. 80 m³ Tipo 5 R.

. Válvula de abertura rápida Abrigo Mangueira semi-rígida Tomada de água para mangueira de 40 mm Esguicho regulável * A tomada de água para mangueira de 40mm poderá ser instalada fora da caixa do mangotinho.ANEXO A (normativo) Sistema de mangotinho com ponto de tomada de água para mangueira de incêndio de 40mm.

as dimensões mínimas A e B da tabela B.1 Os reservatórios construídos em fibra.1 Nestas condições.1.1 Quando o abastecimento é feito somente pela ação da gravidade. B.1 a B.3.3. Na impossibilidade da saída de consumo ficar na lateral do reservatório. B. considerando-se o sentido reservatório–sistema. B.1 (ver tabela abaixo): Tabela B.3. ou até uma piscina da edificação a ser protegida. mecânicas e intempéries.9 No caso de reservatório ao nível do solo.1. B. em sistema “by pass”. não computando-se como reserva de incêndio. e b) da face superior do tubo de adução (quando a adução for feita nas paredes laterais dos reservatórios) até os hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo. além dos requisitos desta IT.2 A capacidade efetiva do reservatório deve ser mantida permanentemente. B.1.10 O reservatório deve ter localização.3. antes de ser criado um vórtice com a bomba principal em plena carga.2.5 É recomendado que a reposição da capacidade efetiva seja efetuada à razão de 1LPM por metro cúbico de reserva. B. Os drenos podem partir do fundo do reservatório. com o ponto de tomada da sucção da bomba principal localizado junto ao fundo deste. sentido reservatório–sistema.1.1. de fácil acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros.3 A tubulação de descida do reservatório elevado para abastecer os sistemas de hidrantes ou de mangotinhos deve ser provido de uma válvula de gaveta e uma válvula de retenção.3. o tubo d’água de consumo deverá ser envelopado com concreto.1. B.3 Para o cálculo da capacidade efetiva.1. deve ser considerada como altura a distância entre o nível normal da água e o nível X da água. para os pontos dos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo. pode-se desconsiderar a dimensão A da tabela B.2.3 e tabela B.1 a B. B.2 O reservatório deve conter uma capacidade efetiva.1. semienterrado ou subterrâneo. Essa altura é considerada: a) do fundo do reservatório (quando a adução for feita na parte inferior do reservatório) até os hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo.Dimensões de poços de sucção Diâmetro nominal do Dimensão A tubo de sucção (mm) (mm) 65 80 100 150 200 250 250 310 370 500 620 750 Dimensão B (mm) 80 80 100 100 150 150 B. .3.1. respeitando-se também as distâncias mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção. B.1 a B. Podem ser utilizados reservatórios confeccionados com outros materiais. B. o reservatório elevado deve estar à altura suficiente para fornecer as vazões e pressões mínimas requeridas para cada sistema. refrigeração de ar condicionado. e deve ser determinado pela dimensão A da tabela B. devendo a saída de incêndio ser pelo fundo e a de consumo pela lateral desse reservatório.6 Não se deve utilizar o dispositivo antivórtice quando a captação no reservatório de incêndio ocorrer em posição horizontal.3 Reservatório ao nível do solo. B. deve ser totalmente protegido por parede resistente ao fogo.1.3. desde que garantida a reserva efetiva permanente. B. B. B.3.7 Sempre que possível. no trecho da RTI. semi-enterrado ou subterrâneo.Anexo B (normativo) Reservatórios B.6 O reservatório pode ser tanque de acumulação de água para resfriamento de máquinas. deve-se atender aos requisitos de B. para garantir as pressões e vazões mínimas para aqueles pontos. conforme as figuras B.1 .1 Geral B. respeitando-se também as dimensões mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção.2 Reservatório elevado (ação da gravidade) B.5 Quando o tubo de sucção D for dotado de um dispositivo antivórtice.2 Quando a altura do reservatório elevado não for suficiente para fornecer as vazões e pressões requeridas. A válvula de retenção deve ter passagem livre.2. o abastecimento dos sistemas de hidrantes ou mangotinhos deve ser efetuado através de bombas fixas.3.1.1.3.1 Quando o reservatório atender a outros abastecimentos. dentro do possível. e com as dimensões mínimas A e B da tabela B.8 Caso não seja previsto o poço de sucção. B.3.3. ainda assim deverão ser previstas. as tomadas de água destes devem ser instaladas de modo a garantir o volume que reserve a capacidade efetiva para o combate.2.3 A construção do reservatório deve ser em concreto armado ou metálico. obedecendo aos requisitos desta IT. conforme exemplos das figuras B.1 a B.4 O reservatório deve ser provido de sistemas de drenagem e ladrão conveniente dimensionados e independentes. o reservatório deve dispor de um poço de sucção como demonstrado nas figuras B.6. B. B. conforme ilustrado nas figuras B. B.1. B. desde que garanta-se as resistências: ao fogo.3.4 O nível X é calculado como o mais baixo nível. A instalação desta bomba deve atender ao Anexo C e demais itens desta Instrução Técnica.1 e B. deve-se utilizar uma bomba de reforço.

Tomada lateral de sucção para bomba principal Figura B.1 .2 .Tomada superior de sucção para bomba principal Figura B.Figura B.3 – Tomada Inferior de sucção para bomba principal .

4.4.357 onde: D . abaixo do menor nível de água conhecido de fonte. as aberturas do ralo citado devem impedir a passagem de uma esfera de 25 mm de diâmetro.4.4 Fontes naturais (lagos.4 a B.4 e B. a posição da tubulação de sucção da bomba principal em relação às paredes da câmara.6 são idênticas. lagos ou lagoas. B.B. a outra pode ser suspensa para limpeza.7 Antes de entrar na câmara de decantação. rios. a água deve passar através de uma grade de arame ou uma placa de metal perfurada. B.4.4. para as correspondentes larguras W e vazão Q. B.4. incluindo a tabela B.3 A altura total dos canais abertos ou adufas deve ser tal que comporte o nível mais alto de água conhecido da fonte. rios.2.68 x Q 0. no sentido da câmara de decantação.2 Nos casos das figuras B. B.5 As dimensões da câmara de sucção.8%.é o diâmetro interno do conduto. Figura B 4 – Alimentação natural do reservatório de incêndio .4. não deve ser inferior ao indicado na tabela B.6. submerso no mínimo um diâmetro abaixo do nível de água conhecido . sendo que enquanto uma delas se encontra em operação. em milímetros.10 Nos casos da figura B. a grade deve ser suficientemente resistente para suportar a pressão exercida pela água em caso de obstrução.4.4 e B.4 x √h onde h é a profundidade da câmara de decantação. represa.8 É recomendável que duas grades sejam previstas.4 Cada bomba principal deve possuir uma câmara de sucção com respectiva câmara de decantação.6 o conduto de alimentação deve possuir uma inclinação mínima constante de 0.é a máxima vazão da bomba principal. B. B.6. em decímetros cúbicos por minuto. para o açude.11 Ainda nos casos da figura B.4.6 A câmara de decantação deve possuir a mesma largura e profundidade da câmara de sucção e o comprimento mínimo igual a 4. suas dimensões devem ser conforme as figuras B.4. indicadas nas figuras B.1 Para estes casos. açudes.9 Deve ser feita uma previsão para que as câmaras de sucção e de decantação possam ser isoladas periodicamente para a limpeza e manutenção. a parte submersa da tubulação em relação ao menor nível de água conhecido e a sua distância em relação ao fundo. B. B. lagoas) B. localizada abaixo do nível de água e 14 com uma área agregada de aberturas de no mínimo 15 cm² para cada dm³/min da vazão Q.6 a profundidade da água em canais abertos ou adufas (incluindo a adufa entre a câmara de decantação e a câmara de sucção). B. B. e um diâmetro que obedeça à seguinte equação: D = 21. a entrada do conduto de alimentação deve possuir um ralo. e Q .2.4. independente.

5 –Alimentação natural de reservatório por canal Figura B.6 .Alimentação natural de reservatório por conduto .Figura B.

Tabela B.2 – Níveis de água e largura mínima para canais e adufa em função da vazão de alimentação Profundidade do local mm 250 w (mm) 88 125 167 215 307 334 410 500 564 750 1113 1167 1500 2000 4500 Q máx (dm³/min) 280 497 807 1197 2064 2341 3157 4185 4953 7261 12054 12792 17379 24395 60302 W (mm) 82 112 143 176 235 250 291 334 361 429 527 539 600 667 819 1000 500 Q máx Dm³/mim 522 891 1383 1960 3159 3506 4482 5592 6340 8307 11415 11816 13903 16273 21949 29173 W (mm) 78 106 134 163 210 223 254 286 306 353 417 425 462 500 581 667 2000 1000 Q máx (dm³/min) 993 1687 2593 3631 5647 6255 7825 9577 10749 13670 18066 18635 21411 24395 31142 38916 203320 .

é suficiente para manter a demanda do sistema de hidrantes e mangotinhos.11 A capacidade das bombas principais.1.7 Quando a(s) bomba(s) de incêndio for(em) automatizada(s). C.1.4 As bombas de incêndio devem ser protegidas contra danos mecânicos. inclusive viabilidade de remoção completa de qualquer das bombas de incêndio. 1. b) bomba em funcionamento.14. possuindo sinalização ótica e acústica.2.13 Quando for necessário.1 As casas de bombas quando estiverem em compartimento enterrado ou em barriletes. C. manter a rede do sistema de hidrantes ou de mangotinhos devidamente pressurizada em uma faixa preestabelecida e. deverão também ser dotadas de manovacuômetro para determinação da pressão em sucção. intempéries.2 As automatizações da bomba de pressurização (jockey) para ligá-la e desligá-la automaticamente e da bomba principal para somente ligá-la automaticamente devem ser feitos através de pressostatos instalados conforme apresentado na figura C. sem interposição de correias e correntes. ou a 1/3 da capacidade efetiva do reservatório.1.15 As bombas principais devem ser dotadas de manômetro para determinação da pressão em sua descarga. deve ser previsto pelo menos um ponto de acionamento manual para a(s) mesma(s). C. após a partida do motor seu desligamento seja somente manual no seu próprio painel de comando. Admite-se que a linha de centro do eixo da bomba se situe 2 m acima do nível X de água.1.1).8 O funcionamento automático é indicado pela simples abertura de qualquer ponto de hidrante da instalação.e d) falta de energia no comando da partida . deverão possuir acesso no mínimo através de escadas do tipo marinheiro. C. instalado em local seguro da edificação e que permita fácil acesso. uma bomba de pressurização (jockey) deve ser instalada. C.6 A automatização da bomba principal ou de reforço deve ser executada de maneira que. devem ser instaladas em condição de sucção positiva. C.1. C.1. C.1. em vazão e pressão.Anexo C (normativo) Bombas de Incêndio C. C. e d) chave na posição manual ou painel desligado.10 As bombas de incêndio.1. C.1 Bomba elétrica: a) painel energizado.5 As bombas principais devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica.1. deve possuir pelo menos uma bomba elétrica ou de combustão interna.1. nas bombas de incêndio e no painel de comando. indicando pelo menos os seguintes eventos: C. armazenamento. C.5 m de pé direito. c) baixa carga da bateria. podendo ser na própria casa de bomba. ser utilizadas somente para este fim. C.1.9. medida sem vazão (shutoff).13.1 A pressão máxima de operação da bomba de pressurização (jockey) instalada no sistema deve ser igual à pressão da bomba principal .12 Não é recomendada a instalação de bombas de incêndio com pressões superiores a 100 mca (1Mpa). preferencialmente. elétrica ou de combustão interna. C. .14 O painel de sinalização das bombas principal ou de reforço. para compensar pequenas perdas de pressão. localizado na casa de bombas.13. tal bomba deve ter vazão máxima de 20 LPM. c) falta de fase. manipulação. agentes químicos.1. devendo ser utilizada para este fim. sendo que o barrilete deve possuir no mínimo 1.1.1 Quando o abastecimento é feito por bomba de incêndio. C. C.9 As bombas de incêndio.1. movida com motor à explosão (não sujeita à automatização). C.1.1 Geral C. Esta condição é conseguida quando a linha do eixo da bomba se situa abaixo do nível X de água. tendo a(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes atendendo a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e/ou sistemas de proteção por espuma. sendo uma elétrica e a outra.1.1.14. conforme 5. C.1.1.2 As dimensões das casas de bombas devem ser tais que permitam acesso em toda volta das bombas de incêndio e espaço suficiente para qualquer serviço de manutenção local. transferência e distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis. Nos casos em que foram instaladas em condição de sucção negativa. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio. de acordo com os critérios adotados. b) bomba em funcionamento. deve ser dotado de uma botoeira para ligar manualmente tais bombas. possuindo a montante uma válvula de paragem e a jusante uma válvula de retenção e outra de paragem. fogo ou umidade. Recomenda-se que o diferencial de pressão entre os acionamentos seqüênciais das bombas seja de aproximadamente 10 mca (100 kPa). acima do que é considerada condição de sucção negativa (ver figura C.1. C.16 As edificações que tenham áreas de risco destinadas a produção.2 e ligados nos painéis de comando e chaves de partida dos motores de cada bomba. devem atingir pleno regime em aproximadamente 30 segundos após a sua partida. ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão.2 Bomba de combustão interna: a) painel energizado.3 As bombas de incêndio devem. o que for menor. C.

1 – Condição positiva de sucção da bomba de incêndio Vem das bombas Vai para hidrantes/mangotinhos Sistema de automatização da bomba principal 1 2 2 Sistema de automatização da bomba de 1 pressurização (Jockey) 3 ∅ 15 mm (1/2") 3 NA NA 5 4 4 5 3 NF ∅ 15 mm (1/2") NF 3 6 Figura C.2. C.4 Os condutores elétricos das botoeiras devem ser protegidos contra danos físicos e mecânicos através de eletrodutos rígidos embutidos nas paredes.1 As bombas de incêndio dos sistemas de hidrantes e de mangotinhos podem dispor de dispositivos para acionamento automático ou manual. exceto quando estes últimos se destinem a sistemas de proteção e combate a incêndio que utilizem a água como agente de combate. e) o reservatório de escorva deve ter seu abastecimento por outro reservatório elevado e possuir de forma alternativa abastecimento pela rede pública de água da concessionária local. C. para os pontos de hidrantes ou mangotinhos que atendam as pressões e vazões mínimas requeridas em função da ação da gravidade. pode ser dispensado as botoeiras junto a estes hidrantes ou mangotinho.2.2 Bombas de incêndio acopladas a motores elétricos C. c) ter meios adequados que mantenham a tubulação de sucção sempre cheia de água.5 As bombas de incêndio não podem ser instaladas em salas que contenham qualquer outro tipo de máquina ou motor. desde que atenda os seguintes requisitos (ver figura C.2. devendo ser mostrado nos cálculos hidráulicos e detalhe isométrico da rede. b) ter a válvula de pé com crivo no extremo da tubulação de sucção.2. C. C. não devendo passar em áreas de risco. conforme especificado no item B. d) o volume do reservatório de escorva e o diâmetro da tubulação que abastece a bomba de incêndio devem ser para sistemas do tipo 1 no mínimo de 100 litros e diâmetro de 19 mm respectivamente e. ou quando aparentes em eletrodutos metálicos.3 Nos casos em que houver necessidade de instalação de bomba de reforço. para sistemas do tipo 2 e 3 no mínimo de 200 litros e diâmetro de 19mm.Figura C.2.2 – Cavalete de automação das bombas principal e de pressurização C.3): a) ter a sua própria tubulação de sucção. sendo a bomba de reforço acionada por botoeira do tipo “liga-desliga”. .6 É permitida a instalação de bombas de incêndio com as sucções acima do nível de água. junto a cada hidrante ou mangotinho. C.2 Quando o acionamento for manual devem ser previstas botoeiras do tipo “liga-desliga”.2.2.2.

3 – Exemplo de afogamento de bomba de incêndio .Reservatória de Escorva VR VP Manômetro Abastecimento direto da Rede Pública Tubulação de Recalque VR VP Manovacuômetro Bomba de Incêndio Reserva de Incêndio Válvula de Pé de Crivo VR=Válvula de Retenção VP=Válvula de Paragem Figura C.

2. a plena carga.10 As chaves elétricas de alimentação das bombas de incêndio devem ser sinalizadas com a inscrição “ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE INCÊNDIO –NÃO DESLIGUE”.2.Chave de fluxo com retardo 5 . em CV. h) corrente de funcionamento.12 Nos casos em que a bomba de reforço.8 Na falta de energia da concessionária.2. d) número de série.2.2. C.Pontos de hidrantes /mangotinhos 6 .e g) diâmetro do rotor. f) rotações por minuto sob a tensão nominal.2. a instalação pode ser conforme esquematizado na figura C.2.16 O painel de comando para proteção e partida automática do motor da bomba de incêndio deve ser selecionado de acordo com a potência em CV do motor .17.14 Cada bomba principal ou de reforço deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante.2. leiaute. as bombas de incêndio acionadas por motor elétrico podem ser alimentadas por um gerador diesel. C.18 O painel deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba de incêndio e convenientemente protegido contra respingos de água e penetração de poeira. em hertz. . uma vez cancelado por botão de impulso. C.Esquema de instalação de bomba de reforço abastecendo os pontos de hidrantes mangotinhos mais desfavoráveis considerados no cálculo Entrada Legenda: 1 .Válvula de retenção 4 . b) número de série.2. ampéres. de forma a permitir o desligamento geral da energia. volte a funcionar normalmente quando surgir um novo evento.2. C.Normalmente fechada Chave Geral Chave para Bomba Consumo Figura C.2.9. conforme especificado em B.19 O painel deve ser fornecido com os desenhos dimensionais.4 – Esquema de ligação elétrica para acionamento da bomba de incêndio C. de acordo com o diagrama elétrico correspondente.2.21 O alarme acústico do painel deve ser tal que. d) vazão nominal. b) tipo. f) rotações por minutos de regime.2. e) potência. g) tensão de entrada em volts. Figura C.2.Bomba de reforço 2 .20 Todos os fios devem ser anilhados. C.Registro de recalque 7 . diagrama elétrico interno e listagem dos materiais aplicados.5. C. C. C.9 A entrada de força para a edificação a ser protegida deve ser dimensionada para suportar o funcionamento das bombas de incêndio em conjunto com os demais componentes elétricos da edificação.2 O período de aceleração do motor não deve exceder 10 segundos.Reservatório Nota: NA . C. sem prejuízo do funcionamento do motor da bomba de incêndio (ver figura C. indicando bomba em funcionamento.4).17 A partida do motor elétrico deve estar de acordo com as recomendações da NBR 5410 ou da concessionária local.Válvula –gaveta 3 .17.Normalmente aberta NF .2.15 Os motores elétricos também devem ser caracterizados através de placa de identificação. diagrama elétrico.5 .11 Os fios elétricos de alimentação do motor das bombas de incêndio. C. for automatizada por chave de fluxo. c) modelo da bomba. quando dentro da área protegida pelo sistema de hidrantes devem ser protegidos contra danos mecânicos e químicos. C.2.C. C.22 O sistema de proteção dos motores elétricos deve ser conforme a NBR 5410. exibindo: a) nome do fabricante.2.e i) freqüência. C. C.2. régua de bornes.2.1 O sistema de partida deve ser do tipo magnético.7 A alimentação elétrica das bombas de incêndio deve ser independente do consumo geral. C.2. atendendo ao requisito de C.13 A bomba de pressurização (jockey) pode ser sinalizada apenas com recurso ótico. e) pressão nominal. fogo e umidade. c) modelo. C.2.

C. aos dois jogos de baterias (principal e reserva). com suas respectivas tubulações de alimentação para bomba injetora.3.3. sem chances de retornar ao seu interior. C.8 O motor a explosão deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante. sendo o ventilador acionado diretamente pelo motor ou por intermédio de correias.6 – Arrefecimento da bomba principal elétrica . O sistema de flutuação deve ser capaz de atender.3.1. C.2. para cada sistema existente na edificação. derivada da voluta da bomba e com retorno preferencialmente para o reservatório ou tanque de escorva (ver figura C. determinando ainda. por meio de um carregador duplo de baterias. não sendo permitido o emprego de ar comprimido.1. e) potência em CV.3. tolerada uma faixa de + 10% seja qual for a carga. com pressões limitadas pelo fabricante do motor.3. e f) rotações por minuto nominal.4 Por meio de ventoinhas ou ventilador.2 São dotados de sistema de arrefecimento por ar ou água. inferior à mínima recomendada pelo fabricante e dotado de sistema de pré-aquecimento permanentemente ligado. C.3 Bombas acopladas a motores de combustão interna C.1 A injeção direta de água.C. para a partida.3.3 A aspiração de ar para combustão pode ser natural ou forçada (turbo). independente. o sistema de partida deve ser sempre automático. devem ser mantidas carregadas por um sistema de flutuação automática. C. de acordo com as especificações do fabricante.3.1 a C.10 As baterias do motor a explosão.5 O escapamento dos gases do motor deve ser provido de silencioso. c) modelo.3.6). as quais devem ser múltiplas . Vai para o reservatório ou tanque escorva União assento plano Figura C.3.5 Dispõe de meios de operação manual.3.3. b) tipo. de acordo com as especificações do fabricante.3.3. indicando bomba em funcionamento e sistema automático desligado (chave seletora na posição manual). C. por motor à explosão.3. C.3.3. C. C. localizadas na casa de bombas. C. em qualquer hipótese.23 As bombas de incêndio com vazão nominal acima de 600 LPM deverão dispor de um fluxo contínuo de água através de uma tubulação de 6mm ou placa de orifício de 6mm.11 O sistema de flutuação automática deve ser capaz de carregar uma bateria descarregada em até 24 horas. C.3.3.1 O motor a combustão deve ser instalado em ambiente cuja temperatura não seja. C.3.7 Existindo mais de um motor a explosão.4 A entrada de ar para a combustão deve ser provida de um filtro adequado. d) número de série. sem que haja danos às suas placas.3. sendo direcionados para serem expelidos fora da casa de bombas.3.3.2 Por trocador de calor. C. sem apresentar quaisquer avarias.1. vindo água fria diretamente da bomba específica para este fim. o estado de carga de cada jogo de baterias.1. C. acionado diretamente pelo motor ou por correias.3.2 As bombas de incêndio devem ter condição de operar a plena carga. o qual volta sempre à posição normal. de preferência no próprio motor. C.4 Dispõe de controlador de rotação. C.12 Nos casos em que houver apenas uma bomba de incêndio. durante 6 horas ininterruptas.9 Um painel de comando deve ser instalado no interior da casa de bombas. C. Deve ser instalada sob o tanque uma bacia de contenção com volume mínimo de uma vez e meia a capacidade do tanque de combustível. A saída de água do trocador também deve ser posicionada conforme C.1. C. no local onde forem instaladas. C. as quais devem ser múltiplas.3. A saída de água de resfriamento deve passar no mínimo 15cm acima do bloco do motor e terminar em um ponto onde possa ser observada sua descarga. C. por meio de amperímetros e voltímetros. cada um deve ser dotado de seu próprio tanque de combustível.3 Os sistemas de refrigeração aceitáveis devem ser os descritos em C.3.3.1.4.3. considerando o regime contínuo de funcionamento.3.3.3. a fim de se evitar o superaquecimento das mesmas. da bomba para o bloco do motor.6 O tanque de combustível do motor deve ser montado de acordo com as especificações do fabricante e deve conter um volume de combustível suficiente para manter o conjunto moto-bomba operando a plena carga durante o tempo de no mínimo duas vezes o tempo de funcionamento dos abastecimentos de água.3 Por meio de radiador no próprio motor.3.1 São dotados de injeção direta de combustível por bomba injetora ou de ar comprimido. C. o qual deve manter a rotação nominal.

1. ou nos pavimentos superiores de zeladoria com área até 70 m2 e apartamentos “duplex” ou “triplex”.4 Nas áreas específicas de depósitos com materiais combustíveis. D.ANEXO D (normativo) Casos de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos.1.2 Ginásios poliesportivos e piscinas cobertas.1 Podem ser considerados casos especiais de isenção de sistemas de hidrantes e de mangotinhos as áreas das edificações com as seguintes ocupações: D.1.1. D.1 Nestes casos o cálculo da vazão deve atender a tabela 2. sujeitos a reação com água.1. Neste caso deve ser protegido por agente extintor específico ou sistemas especiais indicado para o risco.3 Processos industriais com altos fornos onde o emprego de água seja desaconselhável.5 Depósito de materiais incombustíveis. desde que o caminhamento máximo adotado seja o comprimento estabelecido na tabela 2 desta IT. sobreloja. mezaninos. D. D. e que o hidrante ou mangotinho do pavimento mais próximo assegure sua proteção e o acesso aos locais citados não seja através de escada enclausurada.1 Áreas exclusivamente destinadas a processos industriais com carga de incêndio igual ou inferior a 100 MJ/ m2. D.2 Fica isenta a instalação de pontos de hidrantes ou de mangotinhos em edículas. desde que não utilizados para outros eventos que não atividades esportivas e desde que as áreas de apoio não ultrapassem 750 m2. D. desde que quando embalados a carga incêndio não ultrapasse 100 MJ/m2 . D.2. .

Hidrantes de recalque do sistema de chuveiros automáticos B – Sinalização dos Hidrantes de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos e do Sistema de Hidrantes 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C – Planilha de Cálculo Hidráulico 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Certificação e validade/garantia .IT – 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A .

897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático. de acordo com o Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e pânico.270.mg. as exigências previstas na IT 01 – Procedimentos Adminstrativos.Proteção contra incêndio por chuveiro automático. podendo deixar de abranger certas áreas. área de operação. 5.gov. conforme estabelece a NBR 10897. 5. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la com as adequações constantes no item 5 desta instrução. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. deve ser elaborada uma proposta de Projeto Técnico.4 Nas edificações. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.mg.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica visa a adequar o texto da norma NBR 10. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. que não atendam às normas atuais. onde houver exigência da instalação do sistema de chuveiros automáticos.gov. Augusto de Lima. 5.5 Para as edificações já construídas anteriores à vigência desta IT. tabelas e demais parâmetros técnicos deverão seguir os critérios contidos nas normas técnicas. deve-se atender a toda área de edificação. com simbologia atendendo ao contido na IT 03.Bairro Centro CEP 30. 2. 5.130.1 Os sistemas de proteção por chuveiros automáticos serão elaborados de acordo com critérios estabelecidos em normas técnicas brasileiras.1 Deverá haver uma cópia do projeto citado no item anterior à disposição na edificação para dirimir possíveis dúvidas do agente vistoriador. contendo além do especificado nas normas técnicas da ABNT.2 Adota-se a NBR 10.1 Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações onde é exigida a instalação de chuveiros automáticos.bombeiros. suas atualizações ou outra norma que vier substituíla. 5 PROCEDIMENTOS 5.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. se o assunto não for por elas contemplado. 5.br Email: dat3@cbmmg.3 Para fins de apresentação junto ao Corpo de Bombeiros. . 355 .897 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático para aplicação na análise e vistoria de processos submetidos ao Corpo de Bombeiros. devendo ser apresentado o projeto executivo de chuveiros automáticos. como espaços ocultos.190-000 Site: www. 2 APLICAÇÃO 2. cabe ao Responsável Técnico apresentar requerimento detalhando Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.3.2 A classificação do risco. sendo aceita a norma NFPA – 13 da National Fire Protection Assiciation. NBR 10897 .

para apreciação do Corpo Técnico. 5.os itens que necessitam de dispensa da exigências com as argumentações e a impossibilidade técnica. 5. em sistemas conjugados ou não.1 O painel de comando deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba e convenientemente protegido contra os respingos provenientes destas. a instalação desta válvula de governo pode ser dispensada.6 A área de aplicação deve ser sempre considerado como a área do piso. de acordo com o risco e a norma adotada.19 Não são aceitas placas de orifícios para balanceamento do sistema de chuveiros automáticos. . deverá ser de 916mm.18 O painel de comando elétrico que compõe o sistema de proteção por chuveiros automáticos deve ser conforme prevê a NBR 10897. deverão ser utilizadas válvulas redutoras de pressão.10. 5. 5. de forma a avisar quando passar água no sistema a partir do funcionamento de um único chuveiro. 15. 5. possuindo mecanismos que possibilitem a fácil supervisão dos circuitos.12. 5.12. sendo que após a instalação de pelo menos uma para cada limite de área atendida. situada acima do pavimento mais elevado.8 Nos casos de edificações com ocupação mista. a tomada de recalque pode ser localizada dentro de uma caixa de alvenaria.60 m e máxima de 1. segundo anexo A. após a partida do(s) motor(es). substituindo-se por válvula de retenção instalada na expedição da bomba e chave de fluxo para acionamento do alarme.7 Não é permitida a falta de chuveiros pela simples presença de equipamentos elétricos. 5.4 Quando a rede de alimentação for comum para chuveiros e hidrantes e existir franco e fácil acesso aos hidrantes externos. 5. para cada válvula de governo e alarme.1 Quando for feito o dimensionamento por cálculo hidráulico. 5. ficando as tomadas de fundo para o sistema de chuveiros automáticos.00m em relação ao piso. normalmente presente nas válvulas de governo e alarme. os demais pavimentos podem conter apenas as chaves de fluxo secundárias. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la. com tampa metálica. a reserva de incêndio deve ser calculada em função da vazão de risco mais grave e do tempo de funcionamento do risco predominante. constituídas de múltiplos pavimentos. 5. 5.9 Para edificações que possuam estoques de mercadorias. ficando sob o controle da respectiva válvula de governo e alarme. segundo o anexo A desta IT.2 Se for comprovado tecnicamente ser impossível a especificação anterior. mantendose a reserva exclusiva definida para o sistema. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la.1 Em prédios comerciais a tomada de recalque pode ser localizada preferencialmente na fachada principal ou muro de divisa com a rua. providas de adaptadores de engate rápido conforme figura do anexo B. com as indicações constantes no anexo B e especificações da NBR 10897. a uma altura mínima de 0.12 O hidrante de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos deverá possuir duas entradas de água de 63 mm de diâmetro.16 Para o sistema de pressurização.14 Quando não houver necessidade da instalação de mais do que uma válvula de governo e sendo a reserva efetiva. apresentando as medidas mitigadoras adotadas.13 As tubulações para hidrantes e mangotinhos devem ser conectadas às tubulações principais.20 Quando for necessária a redução de pressão. o desligamento somente possa ser ativado manualmente. devem ser garantidas as vazões e pressões mínimas exigidas. estes podem substituir o hidrante de recalque. 5. 5. 5.15 Nas edificações elevadas. de forma que estejam em condições de operar mesmo quando o sistema de chuveiros estiver em manutenção.1 O circuito do alarme de que trata este item deverá ser supervisionado.10 O dimensionamento do sistema pode ser feito por tabelas. pode ser substituído pelo alarme elétrico. o painel de comando(s) da(s) bomba(s) principal(is) deverá permitir que. 5. a distância livre mínima do defletor do chuveiro ao topo do estoque deverá ser de 456mm para chuveiros standard e para chuveiros especiais.11 Nos casos em que hidrantes e mangotinhos são instalados em conjunto com o sistema de chuveiros automáticos.17. 5. interligando a mesma ao sistema de alarme principal da edificação. quando independentes obedecerão à sinalização segundo o anexo B desta IT. 5. Admite-se a conexão da tubulação de mangotinhos após a válvula de governo e alarme se protegerem área diferente daquela que os chuveiros estejam dando cobertura.21 Em reservatórios elevados o ponto de tomada de água para consumo deve ser lateral.12. 5.17 O gongo hidráulico.18. deve constar no projeto enviado ao Corpo de Bombeiros a planilha de cálculo hidráulico conforme o anexo C desta IT. serão aceitos os limites máximos para cada válvula de governo e alarme. 5. de modo que atenda às funções da válvula de governo e alarme. sendo somadas as reservas efetivas de água para o combate a incêndios. 5. aprovadas para o uso em instalações de proteção contra incêndios. Estes equipamentos podem ser protegidos contra a descarga de água proveniente destes por meio de anteparos nãocombustíveis. tabelas e cálculo hidráulico ou cálculo total. previstos na NBR 10897. 5. antes das válvulas de governo e alarme.12. e que atendam aos requisitos técnicos previstos nas normas técnicas oficiais. 5.3 O hidrante de recalque para chuveiros automáticos e o hidrante de recalque para hidrantes.

de conformidade com a NBR 10897.23 Sempre que possível.22 A bomba deve operar com sua capacidade nominal dentro de 30 segundos após a partida.24 As bombas devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica a motores elétricos ou a diesel.5.25 Deverá o sistema de chuveiros automáticos. . sendo permitida a sucção negativa quando comprovadamente for inviável a primeira condição. que será apresentada durante o pedido de vistoria conforme a IT 01. UL.26 A instalação e o ensaio deverão ser elaborados por profissional legalmente habilitado. ser provido de uma conexão de ensaio (dreno). FM. ULC e LPC. sem interposição de correias ou correntes. as bombas devem ser instaladas sob condição de sucção positiva (afogadas). 5. suas atualizações ou outra norma que vier substituí-la. 6 CERTIFICAÇÃO E VALIDADE/GARANTIA Os componentes do sistema deverão possuir selo de homologação dos laboratórios responsáveis: ABNT. para verificação em vistoria e manutenção da tubulação. 5. 5. 5. sendo confeccionada a respectiva ART de Execução.

ANEXO A Hidrantes de recalque do sistema de chuveiros automáticos .

ANEXO B Sinalização dos Hidrantes de Recalque do Sistema de chuveiros automáticos e do Sistema de Hidrantes .

ANEXO C Memória de cálculo do dimensionamento do sistema de chuveiros automáticos vazão Chuveiro Balanceada Calculado Trecho Chuveiro Trecho Diâmetro Referência Adotado Memória de Cálculo Comprimento Equivalente Total Perda de Carga Desnível Unitária Total Pressão Observações Fator K * Real 1 2 3 4 Nó A Nó B Nó C MB R’i-MB R’i - 1/mim 1/mim 1/mim mm mm pol m m m m m m mca KPa (*) 1/mim a mca-1/2 ou 1/mim x Kpa-1/2 _ _ .

IT - 19
SISTEMA DE RESFRIAMENTO PARA LIQUIDOS E GASES INFLAMAVEIS E COMBUSTIVEIS

SUMÁRIO
1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 19

DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro. CEP 31.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

SISTEMA DE RESFRIAMENTO PARA LIQUIDOS E GASES INFLAMAVEIS E COMBUSTIVEIS

1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para segurança contra incêndio, exigências e práticas recomendadas para a elaboração de projetos de sistemas de resfriamento com água. 2 APLICAÇÃO 2.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e áreas de risco destinadas a produção, manipulação, armazenamento, transferência, distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis, relacionados a: a) destilaria, refinaria e unidade de processamento; b) plataforma de carregamento, estação de carregamento, e envasamento de gás liqüefeito de petróleo ( GLP ); c) parques de tanques ou tanques isolados; d) armazém e áreas destinadas a líquidos e gases combustíveis e inflamáveis, acondicionados em recipientes transportáveis. 2.2 Esta Instrução Técnica não se aplica: a) armazenagem de líquidos reativos ou instáveis; b) instalações marítimas off-shore; c) armazenagem de líquidos criogênicos e gases liquefeitos; d) aspectos toxicológicos dos produtos; e) instalações de armazenagem de líquidos combustíveis e inflamáveis que disponham de Normas Brasileiras específicas, tais como aeroportos. 3 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA NORMATIVA E

Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44.270, de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 7505 – Armazenagem de petróleo, seus derivados líquidos e álcool carburante. NBR 13860- Glossário de termos relacionados a segurança contra incêndios. NB – 98 - Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis. Petrobrás, N-1203 D, de julho de 1997 – Projetos de sistemas fixos de combate a incêndio com água e espuma. Petrobrás, N-1645 D, de dezembro de 1999 – Critérios de segurança para projetos de instalações fixas de armazenamento de gás liquefeito de petróleo. NFPA-15 - Standard for Water Spray Fixed Systems for Fire Protection - edição 1996. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica, aplicam-se as definições da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico, complementada pelas seguintes definições: 4.1 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37,8ºC, subdividido como segue: a) Classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37,8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de

Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas:

óleo diesel, aguarrás e querosene (iluminante e de aviação). b) Classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93,4ºC - todos os tipos de óleo combustível. c) Classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93,4ºC - todos os tipos de lubrificantes. 4.2 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37,8ºC, também conhecido como líquido Classe I, subdividindo-se em: a) Classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação). b) Classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37,8ºC – todos os tipos de álcool. c) Classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22,8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8ºC. – solventes (conforme ficha de segurança do produto). 4.3 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que, no estado puro ou nas especificações comerciais, por efeito de variação de temperatura e pressão, ou de choque mecânico, na estocagem ou no transporte, se tornem autoreativos e em conseqüência se decomponham, polimerizem ou venham a explodir. 4.4 Área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação. 4.5 Área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação. 4.6 Área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação. 4.7 Área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais, podendo ser edificada ou aberta, sobre piso, com ou sem acabamento ou em terreno natural, esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada, conforme o caso. 4.8 Risco isolado: é o risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados, suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra. 4.9 Posto de abastecimento interno: Instalação interna a uma indústria ou empresa cuja finalidade única é o abastecimento de combustível e ou lubrificantes para sua frota própria ou de seu uso. 4.10 Posto de abastecimento: Local restrito onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos, aeronaves, barcos, etc.

5.1 O resfriamento pode ser realizado por meio de: a) linha manual com esguicho regulável; b) canhão monitor manual ou automático; c) aspersores fixos. 5.2 O armazenamento em tanques subterrâneos não necessita de proteção contra incêndios por resfriamento. 5.3 Para o projeto dos sistemas de proteção consideram-se dois conceitos fundamentais: a) dimensionamento pelo maior risco isolado; b) não simultaneidade de eventos, isto é, o dimensionamento deve ser feito baseando-se na ocorrência de apenas um incêndio. 5.4 Independentemente das facilidades de combate ao fogo, grupos de vasos com espaçamento horizontal inferior a 7,5 metros devem ser considerados como único risco. 5.5 Cada quadra de unidade de processo constitui um risco isolado. 5.6 O suprimento deve ser baseado em uma fonte inesgotável (mar, rio, lago) o qual deve ser capaz de demanda de 100% da vazão de projeto em qualquer época do ano ou condição climática. Na inviabilidade desta solução, deve ser previsto um reservatório com capacidade para atender à demanda de 100% da vazão de projeto durante o período de tempo descrito abaixo: a) 06 horas para refinarias, terminais, bases de distribuição e outras instalações com capacidade de armazenamento de petróleo e derivados igual ou superior a 40.000 m3; b) 04 horas para parques de tanques ou outras instalações com capacidade entre 10.000 m3 e 40.000 m3; c) 03 horas para parques de armazenamento de gases liquefeitos de petróleo, sob pressão, em esferas e cilindros, plataforma de carregamento, estação de carregamento e envasamento com qualquer capacidade e em qualquer tipo de instalação. Os casos particulares tratados nesta instrução técnica devem atender às respectivas autonomias estabelecidas; d) 02 horas para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 1000 m3 e 10.000 m3; e) 01 hora para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 120 m3 e 1.000 m3; f) 45 minutos para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 50 m3 e 120 m3; g) 30 minutos para parques de tanques, tanques isolados, ou outras instalações com capacidade entre 20 m3 e 50 m3; 5.6.1 Para o cálculo do volume do reservatório, deve ser considerada a capacidade de armazenamento do maior risco isolado. 5.6.1.1 Os casos citados nas alíneas a, b e c do item 5.6, se o abastecimento do reservatório for simultâneo ao incêndio, o seu volume poderá ser reduzido

5 PROCEDIMENTOS

proporcionalmente às condições deste abastecimento, desde que o volume mínimo do reservatório atende a demanda para 120 minutos. No caso de reabastecimento por bombeamento, as bombas e os respectivos acionadores devem atender aos mesmos requisitos das bombas principais de combate a incêndio. 5.6.2 A água usada no sistema em operação pode ser doce ou salgada e sem tratamento. 5.6.3 O sistema deve ficar pressurizado com água doce, a fim de evitar-se a rápida formação de incrustações e corrosão. No caso de utilização de água salgada, toda a tubulação deve estar adequada para esta finalidade. 5.6.4 No caso de material sólido em suspensão deve ser previsto dispositivo para a retenção das impurezas e limpeza das linhas sem interrupção do abastecimento. 5.6.5 Para cálculo do suprimento de água deve ser adotado o valor correspondente ao maior risco para: a) resfriamento de unidade de processo; b) resfriamento de um tanque atmosférico em chamas e dos tanques vizinhos; c) aplicação de espuma a um tanque e resfriamento dos tanques vizinhos; e. d) resfriamento de vasos de pressão para o armazenamento de gases liquefeitos. 5.6.6 Para a aplicação da espuma consultar a IT 20 Sistema de Proteção por Espuma. 5.6.7 No(s) dimensionamento(s) da(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes que atenderem a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis, será obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio, sendo uma elétrica e a outra movida com motor à explosão (não sujeita à automatização); ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão. Outros arranjos de bombas de incêndio aceitáveis são duas bombas elétricas principais alimentadas por um grupo moto-gerador automatizado com autonomia mínima de 06 horas de funcionamento ou duas bombas de incêndio com motor a explosão (podendo uma delas ter acionamento manual). 5.6.7.1 Será permitida a instalação de uma única bomba para locais que contenham tanques de armazenamento com capacidade máxima de 120 m³, bem como para os recipientes de GLP citados nos itens 5.12.1.1 e 5.12.2.2. 5.7 Hidrantes e canhões monitores 5.7.1 Em todos os locais onde haja risco de vazamento ou derrame de produto devem ser previstos hidrantes. 5.7.2 Os hidrantes devem ser instalados em locais de fácil acesso, mesmo que haja necessidade de estender uma derivação da rede principal. 5.7.3 A quantidade mínima de linhas de resfriamento e canhões monitores deve ser calculada em função da demanda de água de combate a incêndio. No caso de utilização de anéis de resfriamento nos tanques, esta demanda pode ser abatida da vazão total para dimensionamento da quantidade de hidrantes. Deve ser previsto pelo menos uma linha ou canhão para cada tanque

vizinho e duas linhas ou canhões para o tanque em chamas, simultaneamente considerando o cenário do cálculo hidráulico. 5.7.3.1 Após a definição do cenário de combate a incêndio pelo maior risco, os dimensionamentos do sistema hidráulico deve levar em consideração o funcionamento simultâneo de todas as linhas manuais e canhões monitores necessários para atender à demanda de água para o sistema de resfriamento. O projetista deve levar em consideração também o sistema de proteção por espuma, de acordo com a IT 20. 5.7.4 Em bacias com capacidade de armazenamento não superior a 35.000 m3, a distância máxima entre hidrantes deve ser de 60 m e devem ser localizados de tal forma que o comprimento de mangueira seja no máximo 60 m. 5.7.5 Em bacias com capacidade de armazenamento superior a 35.000 m3, a distância máxima entre hidrantes deve ser de 100 m e devem ser localizados de tal forma que o comprimento de mangueira seja no máximo 90 m. 5.7.6 Os hidrantes devem possuir no mínimo duas saídas com diâmetro nominal de 65 mm, dotadas de válvulas e de conexões de engate rápido. A altura destas válvulas em relação ao piso deve estar compreendida entre 1 m e 1,5 m. 5.7.7 Os canhões monitores podem ser fixos ou portáteis para água ou espuma, ou ainda para ambos. 5.7.8 Os hidrantes e os canhões fixos, quando manualmente operados, devem ser localizados a distância de 1,5 ( uma vez e meia) a altura do tanque, a partir do seu costado, para aqueles com diâmetro até 9 metros, e de 15 metros a 75 metros do costado para os tanques com diâmetros superiores a 9 metros. 5.7.9 Atendendo-se às necessidades de vazão e pressão da rede de hidrantes, os canhões monitores usados para resfriamento ou extinção de incêndio em tanques verticais ou horizontais devem ser capazes de resfriar teto e o costado. 5.7.10 A vazão mínima de água para as linhas manuais de resfriamento deverá ser de 200 LPM, com o emprego obrigatório de esguichos reguláveis. Para as áreas cobertas a pressão mínima será de 343,2 KPa (35,00 mca) e para as áreas descobertas será de 441,3 Kpa (45,00 mca). 5.7.11 Cada ponto da área de risco ou dos tanques e cilindros a serem protegidos devem ser atendidos pelo menos por uma linha manual de resfriamento. 5.7.12 Os canhões monitores devem ser especificados para permitir uma vazão mínima de 800 LPM na pressão de 549,25 kpa (56 mca), um giro horizontal de 360º e um curso vertical de 80º para cima e de 15º para baixo da horizontal, admitindo-se o emprego de esguichos que produzam somente jato sólido. Para efeito de projeto, deve ser considerado o alcance máximo na horizontal de 45 m quando em jato. 5.8 Refinaria, destilaria ou unidade de processo de refinaria 5.8.1 Uma unidade de processo deve ser protegida por meio de hidrantes e canhões monitores fixos. Em caso de vasos que armazenam gases inflamáveis liquefeitos sob

pressão devem ser usados aspersores fixos, conforme NFPA-15/96. 5.8.1.1 A vazão do sistema deve ser determinada em função da área definida pelo limite de bateria da unidade de processo, multiplicada pela taxa de 3 LPM/m2, devendo-se adotar como vazão mínima 4.000 LPM e como vazão máxima 20.000 LPM. 5.8.2 Os canhões monitores podem ser substituídos por sistemas de aspersores fixos, projetados conforme NFPA15/96. 5.9 Plataforma de carregamento, estação de carregamento e envasamento de cilindros de gás liquefeito de petróleo 5.9.1 Nas instalações é indispensável à utilização de aspersores fixos projetados conforme a NFPA-15/96. 5.9.2 A área a ser considerada deve levar em conta o transbordamento decorrente das operações de carga e descarga. O propósito que o dimensionamento deve considerar a proteção das áreas da ilha de carregamento em torno do caminhão ou vagão tanque. Havendo canaleta para captação de derrame de produto na área de carregamento e descarga, considerar a área circunscrita ao canalete como referência para o direcionamento da proteção. 5.10 Parques de tanques ou tanques isolados 5.10.1 Os tanques de armazenamento de superfície ou aéreos com volume total e igual ou inferior a 120 m3, contendo: a) líquidos combustíveis classe IIIA, não necessitam de sistema de resfriamento, desde que estejam isolados e em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais. b) líquidos classe IIIB, isenta-se do sistema de resfriamento, desde que o produto não seja pré-aquecido e os tanques estejam isolados e em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais. 5.10.2 Para o resfriamento através de aspersores deverá haver uma superposição entre os jatos dos aspersores, equivalente a 10% de dimensão linear coberta por cada aspersor. 5.10.2.1 Para tanques com altura acima de 10 m, será obrigatória a colocação de anéis de aspersores a partir do topo do tanque, sendo o espaçamento entre os anéis dimensionados de acordo com o desempenho do equipamento e especificação do fabricante, não havendo necessidade de anéis na base do tanque. 5.10.2.2 Deverá ser previsto no mínimo um anel de resfriamento instalado a partir do topo do tanque. 5.10.2.3 Quando a altura dos tanques for inferior a 10 metros, será aceito o resfriamento por meio de linhas manuais, ou canhões monitores. 5.10.3 Para efeito de cálculo, são considerados vizinhos os tanques que atendam a um dos seguintes requisitos:

a) quando o tanque considerado em chamas for vertical e a distância entre seu costado e o costado (ou parede externa) do tanque vizinho for menor que 1,5 vez o diâmetro do tanque em chamas ou 15 m, o que for menor; b) quando o tanque considerado em chamas for horizontal e a distância entre o costado (ou parede externa) do tanque vizinho e a base do dique do tanque considerado em chamas for menor que 7,5 m. 5.10.4 Quando forem utilizados aspersores nos tanques verticais, estes devem ser distribuídos de forma a possibilitar uma lâmina de água continua sobre a superfície a ser resfriada, sendo permitido apenas sua instalação no costado, nos casos de tanques com solda de baixa resistência entre costado e teto (conforme API 650). 5.10.4.1 Não é considerada proteção por aspersores a utilização de apenas um bico no centro do teto do tanque. 5.10.4.2 Para cálculo da vazão necessária ao resfriamento dos tanques verticais atmosféricos devem ser adotados os seguintes critérios: a) tanque em chamas: 2 LPM/m2 da área do costado; b) tanques vizinhos: 1) utilizando aspersores 2 LPM/m2 da área determinada na tabela 1; ou 2) utilizando canhões monitores ou linhas manuais: conforme a tabela 2. Tabela 1 – Aspersores
(N ¹) Área a ser resfriada 1 área do costado >1 Soma das áreas dos costados ¹) N = número de tanques verticais vizinhos.

Tabela 2 – Canhões monitores ou linhas manuais

)

≤2

Dist. entre costados (m) ≤8 > 8 e ≤ 12 > 12

Taxa

2)

)

8 5 3

>2

Dist. entre costados (m) ≤8 > 8 e ≤ 12 > 12

Taxa

3)

8 5 3

N = número de tanques verticais vizinhos. L/min. por m² de ½ do soma das áreas do teto e tanque vizinho. Para tanque de teto flutuante não considerada a área do teto. 3) L/min. por m² de 1/3 do soma das áreas do teto e tanque vizinho. Para tanque de teto flutuante não considerada a área do teto.
2)

1)

costado do deverá ser costado do deverá ser

5.10.5 A vazão mínima necessária ao resfriamento dos tanques horizontais deve ser de 2 LPM/m² da área da sua projeção horizontal. 5.10.5.1 Para efeito de cálculo, somente são resfriados tanques horizontais vizinhos quando: a) o tanque em chamas for vertical; b) não estiverem no interior da mesma bacia de contenção do tanque em chamas. 5.10.5.2 Neste caso, não deve ser considerada a aplicação de água na bacia do tanque em chamas, devido ao fato de que em um incêndio em tanque horizontal pode ocorrer vazamento para a bacia de contenção.

5.10.6 Caso o tanque vizinho seja do tipo teto flutuante, para o resfriamento só deve ser considerada a metade da área do costado. 5.10.7 Nos tanques para armazenamento refrigerado, deve ser prevista a aspersão de água com baixa velocidade e distribuição uniforme sobre o teto e costado, calculada à base de 3 LPM/m2 de área a ser protegida. 5.10.7.1 Para o cálculo da vazão total, devem ser considerados os tanques situados a distância inferior a 1,5 (uma vez e meia) o diâmetro do tanque em chamas, sendo válido dividir-se o sistema de aspersão em setores, para melhor aproveitamento da quantidade de água disponível. 5.10.7.2 O teto deve ser totalmente resfriado e a superfície lateral mínima a ser molhada não deve ser inferior a um terço (1/3) da superfície lateral total do tanque. 5.11 Armazém e áreas destinadas a líquidos combustíveis e inflamáveis acondicionados em recipientes transportáveis 5.11.1 As áreas com capacidade acima de 20 m3 de líquidos inflamáveis ou combustíveis, devem prever o sistema de resfriamento por meio de linhas manuais com esguichos reguláveis. 5.11.2 A altura e largura da pilhas de recipientes devem atender ao estabelecido nas Normas Técnicas Oficiais (ex: NB 98 e NBR 7505). 5.11.3 Cada ponto da área de risco a ser protegido deve ser atendido, simultaneamente, por no mínimo uma linha de resfriamento. 5.11.3.1 As tomadas de água para abastecimento das linhas de resfriamento (hidrantes) devem atender aos parâmetros da IT 17 - Sistema de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio. 5.12 Resfriamento de vasos de pressão que armazenem Gases Liquefeitos de Petróleo 5.12.1 Recipientes transportáveis 5.12.1.1 Quando o volume armazenado for superior a 6.240 Kg e inferior a 49.920 kg será exigida a proteção por linhas manuais de resfriamento, calculadas conforme os itens 5.7.10 e 5.7.11 com autonomia mínima de 30 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.1.2 Quando o volume armazenado for superior a 49.920 e inferior a 99.840 kg de GLP será exigida a proteção suplementar por canhões monitores com o funcionamento simultâneo das linhas manuais, devendo ser atendidos os itens 5.7.10, 5.7.11 e 5.7.12, e autonomia mínima de 60 minutos do reservatório de incêndio, devendo ser considerado no mínimo 2 linhas manuais e um canhão monitor em funcionamento simultâneo. 5.12.1.3 Quando o volume armazenado for superior a 99.840 kg de GLP o sistema de resfriamento deverá ser avaliado pelo Corpo Técnico, ou poderá ser adotada Norma Técnica estrangeira reconhecida internacionalmente. 5.12.2 Recipientes estacionários verticais e horizontais

5.12.2.1 Quando a bateria de cilindros de GLP possuir uma capacidade superior a 8.000 kg, aplicam-se as exigências dos itens 5.12.2.2 a 5.12.2.5. 5.12.2.2 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for inferior a 8000 kg, prever proteção por linhas manuais de resfriamento, calculado conforme os itens 5.7.10 e 5.7.11 com autonomia mínima de 30 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.2.3 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for superior a 8.000 kg e menor ou igual a 24.000 kg, além das linhas manuais de resfriamento, prever proteção suplementar com o uso de canhões monitores com o funcionamento simultâneo das linhas manuais, devendo ser atendidos os itens 5.7.10, 5.7.11 e 5.7.12, e autonomia mínima de 60 minutos do reservatório de incêndio. 5.12.2.4 Quando a capacidade de armazenamento individual do tanque for superior a 24.000 kg e menor ou igual a 60.000 kg prever proteção por aspersores instalados de forma a proteger toda a superfície exposta, inclusive os suportes (pés). A água deverá ser aplicada por meio de aspersores fixos instalados em anéis fechados de tubulação com uma autonomia mínima de 120 minutos do reservatório de incêndio. 5.12.2.4.1 Os aspersores, instalados acima da linha do equador, dos tanques horizontais, verticais e esferas de gás, não serão considerados para proteção da superfície situada abaixo daquela, sendo necessária à instalação de um outro anel de aspersores abaixo da linha do Equador. 5.12.2.4.2 Toda a superfície exposta do(s) tanque(s) deverá estar protegida com os jatos dos aspersores da seguinte forma: Os aspersores deverão ser distribuídos de forma que exista uma superposição entre os jatos, equivalente a 10% de dimensão linear coberta por cada aspersor. 5.12.2.5 Quando a capacidade de armazenamento individual for superior a 60.000 kg prever proteção por aspersores instalados de forma a proteger toda a superfície exposta, inclusive os suportes (pés). A água deverá ser aplicada por meio de aspersores fixos instalados em anéis fechados de tubulação com uma autonomia mínima de 180 minutos do reservatório de incêndio. Atender inclusive os itens 5.12.2.4.1 e 5.12.2.4.2. 5.12.2.6 O emprego de aspersores não dispensa os hidrantes (linhas manuais) devendo inclusive ser previsto pelo menos um canhão monitor portátil que poderão ser empregados no caso de falha do sistema de aspersores. No entanto para o dimensionamento do sistema hidráulico não haverá a necessidade de serem somadas as vazões necessárias para as linhas manuais, canhão monitor e aspersores, sendo suficiente o dimensionamento da demanda de água para os aspersores. 5.12.2.7 Os afastamentos requeridos para os recipientes de GLP tanto estacionários quanto transportáveis devem atender as Normas Técnicas Oficiais e a IT 23.

5.12.3 Esferas

5.12.3.1 A vazão de água destinada a cada esfera, por meios fixos, deve ser a soma dos valores correspondentes a: a) resfriamento de toda a superfície, calculada multiplicando-se a taxa de 5 LPM/m2 pela superfície total; b) complementação do resfriamento definido no item anterior, com a colocação de um aspersor para a região de junção do costado com coluna de suporte, a vazão de cada aspersor corresponde a 10% do valor determinado na alínea a, dividido pelo número de colunas; c) curva e válvula de retenção da linha de enchimento, quando esta penetra no cilindro pelo topo (conforme norma Petrobrás N-1645-D/99), o número de aspersores e a respectiva vazão devem ser calculados para que o conjunto receba, pelo menos, 5 LPM/m2, mas o total não deve ser inferior a 100 LPM. d) prever uma autonomia mínima de 180 minutos para o reservatório de incêndio. 5.12.4 A vazão destinada a cada cilindro horizontal ou vertical, por meios fixos (aspersores), deve ser a soma dos valores determinados conforme os critérios abaixo: a) lançamento de água segundo a taxa mínima de 5 LPM/m2, uniformemente distribuídos por aspersores sobre toda a superfície; b) proteção, por aspersores, da válvula de bloqueio, curva e válvula de retenção da linha de enchimento, quando esta penetra no cilindro pelo topo (conforme norma Petrobrás N-1645-D/99), o número de aspersores e a respectiva vazão devem ser calculados para que o conjunto receba, pelo menos, 5 LPM/m2 mas o total não deve ser inferior a 100 LPM. 5.12.5 Deve ser previsto resfriamento para a esfera submetida a fogo, bem como para as esferas e baterias de cilindros cuja distância, costado a costado em chamas, seja inferior a 30 m. 5.12.6 Um ou mais cilindros de volume individual igual superior a 200 m3 devem ser considerados equivalentes a uma esfera, para efeito do item 5.12.5. 5.12.7 Nos demais casos de cilindros, devem ser resfriadas esferas e baterias de cilindros cuja distância, costado a costado, seja inferior a 7,5 m. 5.12.7.1 Caso as baterias de cilindros de GLP com capacidade individual de no máximo 60.000 kg estiverem afastados de 7,50 m entre si, podem ser considerados. 5.12.8 Quando o suprimento de água sair da rede de água de incêndio deve-se somar a maior vazão estabelecida, segundo os critérios expressos em 5.12.5, 5.12.6 e 5.12.7, ao valor correspondente ao uso de dois canhões monitores fixos, cada qual com 1.200 LPM, lançando água sobre o bocal de saída do vaso em chamas, mais a vazão correspondente à injeção de água prevista na norma Petrobras N-1645-D/99. 5.12.9 A localização dos cilindros e esferas de GLP devem atender às Normas Técnicas Oficiais.
_______________________________________________

IT - 20
SISTEMA DE PROTEÇÃO POR ESPUMA

SUMÁRIO
1 – Objetivo

ANEXOS
A - Figura 1 - Guia de Qualidade da espuma para tanques de armazenamento B - Exemplo ilustrativo de Cálculo dos Sistemas de Espuma

2 – Aplicação 3 – Referências Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Condições específicas

INSTRUÇÃO TÉCNICA – 20

SISTEMA DE PROTEÇÃO POR ESPUMA
DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Augusto de Lima, 355 - Bairro Centro CEP 30.190-000 Site: www.bombeiros.mg.gov.br Email: dat3@cbmmg.mg.gov.br

1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica tem como objetivo adequar o texto da NBR 12.615 – Sistema de combate a incêndio por espuma da ABNT, para aplicação na análise e vistoria de projetos/processos submetidos ao Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias a existência de produção, manipulação, armazenamento e distribuição de líquidos combustíveis ou inflamáveis localizadas no interior de edificações ou a céu aberto para Combate a Incêndio, de acordo com o previsto na Tabela 7M.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para maior entendimento desta Instrução Técnica, é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14.130, de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Decreto Estadual nº 44.270, 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR 12.615 – Sistema de combate a incêndio por espuma. NFPA 11 – Standard for Low-Expansion Foam 1998 Edition.

NFPA 13 – Standard for the installation of sprinkler systems. NBR 5363 – Invólucros à prova de explosão para equipamentos elétricos – especificação. NBR 5418 – Instalações elétricas em ambientes com líquidos, gases ou vapores inflamáveis – procedimento. NBR 7821 – Tanques soldados para armazenamento de petróleo e derivados – procedimento. ANSI B 31.1 - Piping and piping systems. Boletim API 650 – Apêndice H – Welded steel tanks for oil storage. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica, aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Generalidades 5.1.1 A espuma mecânica ou espuma de ar, para as finalidades desta Instrução Técnica, deve ser entendida como um agregado de bolhas cheias de ar, geradas por meios puramente mecânicos, de soluções aquosas contendo um concentrado de origem animal, sintética ou vegetal. 5.1.2 A espuma mecânica ou espuma de ar é útil como agente de prevenção e extinção ao fogo nas situações mais variadas; satisfazendo a todas as exigências referentes a um fluido de densidade muito baixa e alta capacidade de absorção do calor. A espuma mecânica não é considerada um agente adequado para incêndios em gases. Sua densidade, sendo menor que as dos líquidos inflamáveis,

no mínimo. 5.1.6. f) vazão de LGE em litros por minuto (LPM) exigidas pelo sistema proposto. para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica. vazão e/ou armazenamento de todos os equipamentos propostos. limpeza e tomada de amostras. o uso de espuma mecânica não é aconselhado. 5. 5. de vazão fixa.4.1. 5.4.4 Em tanques ou recipientes que contenham produtos quentes.3 Mistura de LGE efetuada por dispositivo dosador instalado entre a descarga e admissão da bomba de água.5 A espuma mecânica é condutora de eletricidade. em que a mistura (água + LGE) pode transitar pelas tubulações sem perder suas propriedades espumigenas.1 Mistura de LGE efetuada diretamente por esguichos de espuma portáteis. 5. nas estações de emulsionamento.15. boca de visita para facilitar a inspeção. de 15 minutos Para produtos com tensão de vapores elevados. com volume total igual ou inferior a 120 m3.3. dispositivo de enchimento de medição e controle constante de nível.4. 5.4 Os sistemas de proteção ou extinção considerados nesta Instrução Técnica devem ser projetados e construídos de forma que a espuma gerada não seja .1. O tempo de permanência da espuma sobre a superfície do líquido deve ser. incluindo a reserva do volume total necessário.2 Os testes de funcionamento e aceitação final dos sistemas de proteção ou extinção considerados neste capítulo devem ser realizados na presença do vistoriador do Corpo de Bombeiros e à luz dos documentos indicados nos itens 5. independendo do operador.4o C isenta-se do sistema de espuma.2 Mistura de LGE efetuada na linha de mangueiras por meio de proporcionadores de linha de vazão fixa.6.6.4oC.1.1 Os projetos devem ser executados por Empresas ou profissionais que possuam atribuições específicas e os requisitos técnicos necessários. sempre que possível.6.4 Mistura de LGE efetuada por meio de bomba ou vaso de pressão e dosador que controlam automaticamente as vazões de LGE. arranjo físico e pontos de maior perigo. 5.3.1.1. de modo que não seja ultrapassada a temperatura de 45ºC no interior da massa líquida. contendo líquidos combustíveis com ponto de fugor entre 60oC e 93.3 e 5. Permite variação de vazão.5 Os métodos indicados em 5. d) vazão de água em litros por minuto.permite que seja usada principalmente para formar uma cobertura flutuante. 5.4 Projetos de sistemas de proteção ou extinção por meio de espuma mecânica 5. 5. exigidas pelo sistema proposto.1.6.3.1 Os tanques ou recipientes devem estar localizados. estejam em bacia de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas técnicas oficiais.1. Permitem ampla variação de vazão.4 podem ser obtidos por meio de estações de emulsionamento fixas ou móveis (viaturas emulsionadoras). para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica.4.1 Para líquidos com ponto de fulgor superior a 93. a aplicação da espuma mecânica deverá ser precedida de judicioso estudo da situação.6 Mistura da água com o Líquido Gerador de Espuma (LGE) Os métodos propostos para se obter uma mistura adequada de água e LGE são dados em 5.2 A relação entre a quantidade de espuma produzida pelos equipamentos e a quantidade de solução de espuma (coeficiente de expansão) deve ser de ordem de 8 (oito) vezes como o valor máximo e 4 (quatro) vezes como o valor mínimo. Em tanques contendo combustíveis líquidos de alta viscosidade os quais tenham permanecido em queima por período prolongado. 5.6. desde que o produto não seja pré-aquecido. dependendo sempre de operador. jatos plenos deste agente extintor não devem ser usados contra equipamentos elétricos energizados. 5.2.1 Os métodos propostos por esta Instrução Técnica para se obter a espuma mecânica são: a) geração por meio de equipamentos portáteis do tipo bocal.3 Armazenamento do líquido gerador de espuma em instalações fixas 5. cuja temperatura esteja acima do ponto de ebulição da água.1. 5.1. b) por meio de equipamentos semi-eixos do tipo bocal.1 a 5. g) especificação técnica e capacidade de geração. c) geração por meio de equipamentos fixos do tipo bocal. indicando a aplicabilidade.1.6.3 Estes projetos devem apresentar as seguintes informações básicas: a) detalhe dos diversos riscos a serem protegidos. expresso em minutos. 5. para permitir a mistura de ar à solução de espuma mecânica. inclusive local.1.3.3.2 Os tanques de LGE devem ser projetados de modo a disporem de respiros adequados. incluindo a reserva do volume total de LGE necessário.6. portanto. 5. extinguindo. podem ser aceitas diferentes taxas de tempo.6. 5. desde que tenham diâmetro inferior a 9 metros. 5. estejam em bacias de contenção individuais e observem os afastamentos previstos nas normas oficiais. 5. e) tempo máximo. não necessitam de sistema de espuma.15.1 O LGE deve ser armazenado em tanques ou recipientes metálicos protegidos convenientemente contra corrosão. 5. em ponto eqüidistantes dos riscos a proteger.1.2.3 Os recipientes devem conter rótulo de identificação do tipo de LGE.2. taxas de aplicação e dosagens recomendadas.1. 5.1 e 5.1. em função das vazões de água. cobrindo e resfriando o combustível de forma a interromper a evaporação dos vapores e impedir a sua mistura com o oxigênio do ar.1.6. válvulas de descarga.2 Gerador de espuma mecânica 5. b) especificação técnica do LGE a ser utilizado pelo sistema proposto.3 Os tanques de armazenamentos de superfícies ou aéreos. os tanques tenham diâmetro inferior a 9 metros. 5.1. c) taxas de aplicação da mistura (água + LGE) e da espuma.5.

devem ser observados os seguintes requisitos: a) a estação deve estar localizada.5. os fabricantes devem fornecer justificativas técnicas e resultados de ensaios. deve ser adicionada à vazão necessária para alimentar equipamentos móveis a serem previstos no projeto (esguichos para espuma ou água) e à vazão necessária para o sistema de resfriamento. oficialmente constituído. 5. sendo uma carga inicial e outra como carga de reposição. dentro de 24 horas. 5.3 Nos casos de taxas de aplicação inferiores às estabelecidas nesta Instrução Técnica.Proteção Minima ao Tanque Características do tanque Sistemas de proteção Por espuma linhas manuais de espuma da área considerada no projeto.4 A reserva de água para o sistema de proteção contra incêndio por espuma deve garantir um suprimento mínimo de 120 minutos para a cobertura do maior risco previsto no projeto.1 Para empresas que sejam participantes de um Plano de Auxílio Mútuo (PAM). sua eficiência para o produto a ser protegido. Tabela 1.7. 5. 5. b) a estação fixa deve ser construída com material resistente ao fogo e dispor de meios de acesso e iluminação natural voltados para áreas de menor risco.6. 2) bomba de extrato formador. mistura e nível de LGE. incluindo os sistemas fixos.2 A solução de espuma deve ser obtida à razão de 3% para derivados de petróleo e 6% para solventes polares. Diâmetro de até 9 m e altura até 6 m Linhas de espuma (proteção primária) Diâmetro acima de 9 m e até 18 m Canhões monitores Diâmetro acima de 18 m Câmaras de espuma (*) Para definição do maior risco.5.1 A mistura de água com LGE pode ser feita por meio de: a) estação fixa de emulsionamento.6. multiplicadas pelo tempo de operação recomendado. c) a estação fixa deve dispor de sistemas elétricos e de comunicação suficientemente protegidos contra danos causados pelo fogo e ou explosão. desenvolvidos em laboratórios certificados pelo Sistema Brasileiro de Certificação. LGE.7. 5.1 5.4 Quando a mistura de água com LGE for efetuada em estação fixa de emulsionamento. 3) recipiente para o armazenamento do LGE nas quantidades previstas no projeto.6 Suprimento de LGE 5.5. pelo fabricante. vide 6.1 Podem ser aceitas dosagens de LGE inferiores a 6% para solventes polares. 5.1 O item básico para se determinar à eficiência do sistema de proteção ou extinção por meio de espuma mecânica deve ser o fluxo de água (volume por unidade de tempo). conforme o disposto em 5. em pontos eqüidistantes dos riscos a proteger e protegida suficientemente contra danos causados pelo fogo e ou explosão e com fácil acesso a veículos de abastecimento de LGE. mais o volume necessário para o enchimento das tubulações adutoras. d) a estação fixa pode dispor dos seguintes equipamentos básicos para a mistura de água e LGE: 1) bomba de água.3 A vazão de água determinada pelo maior risco a ser protegido.4. por meio de ensaios específicos normatizados.2. 5.7.aplicada no interior de equipamentos durante a execução de testes.2.2.4. 5. b) estação móvel de emulsionamento (viatura). 5. desde que devidamente atestada. 5. 5. 5) instrumentos para indicação de pressão e fluxo de água.7 Estação de emulsionamento 5.5. válvulas de controle e respectivas tubulações dentro das necessidades do projeto.5.2 Os projetos de sistemas de extinção por meio de espuma mecânica devem prever a disponibilidade de LGE na quantidade mínima de duas vezes o volume necessário para a cobertura do maior risco da área.1 Independente da proteção por espuma indicada ao tanque de maior risco.2 A vazão de água deve ser determinada em relação ao maior risco a ser protegido (tanque e bacia de contenção). semifixos e portáteis.5.7. pode ser dispensada a reserva de reposição acima descrita. onde seja possível a reposição dos estoques do LGE. porém com a necessária qualidade de modo que a espuma gerada não sofra efeitos adversos. tanto quanto possível. desde que os demais integrantes do PAM comprovem oficialmente que possuem LGE idêntico e em quantidade suficiente para o tipo de incêndio a ser combatido. 4) válvulas de controle e alinhamento de água e mistura. devem ser consideradas ainda as proteções suplementares de espuma para a bacia de contenção e sistemas de resfriamento conforme instrução técnica específica.5. 5. válvulas de controle e respectivas tubulações dentro das necessidades do projeto.5 O suprimento de água para os sistemas de espuma mecânica pode ser feito com água doce ou salgada.5 Suprimento de água 5.5 A escolha do sistema de combate a incêndio por espuma adequado ao tanque de maior risco deve atender aos requisitos mínimos constantes da Tabela 1.1 O suprimento de LGE deve ser determinado mediante cálculo percentual baseado na vazão de solução prevista para a cobertura do maior risco mais a vazão das . 5. considerando os tempos de descarga previsto.7. 5. 5.6.3.6 A alimentação de água da estação de emulsionamento pode ser obtida a partir da rede de alimentação dos hidrantes.6.

bem como o funcionamento de parte do sistema quando forem necessárias manutenções na tubulação. 7) dispositivos adequados para abastecimento dos recipientes de LGE por meio de veículos ou recipientes portáteis.3 As especificações das válvulas principais de acionamento e distribuição devem ser do tipo aprovado para uso na proteção contra incêndio e conforme disposto em 6. com água limpa. e) a bomba de LGE e o dosador devem ser especificados com indicações das vazões e pressões mínimas e máximas.5 No caso de rede de tubulações enterradas.2. 5. de modo que a cobertura do maior risco considerado no projeto seja plenamente satisfeita.5 Quando a mistura de água com LGE for efetuada em estação móvel de emulsionamento (viatura). 5. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio.8 Bombas de água 5.11. 5. suspensão e rodas. de freios.9. utilizando juntas flexíveis quando possível e necessário. de todos os equipamentos de dosagem. descarga de pré-mistura. devem ser fornecidos certificados de garantia e teste de operação.10. 5. b) os sistemas elétricos.8. 5.1 Em todo sistema de espuma especialmente nas estações fixas de emulsionamento. devem ser previstos suportes de apoio e meios que permitam.10.7.8.1 A rede de tubulações deve ser projetada de acordo com as necessidades dos riscos a proteger.9. atentando plenamente as vazões e pressões previstas. nas vazões e pressões previstas. de modo que a cobertura do maior risco considerado no projeto seja plenamente satisfeita.1 Os equipamentos formadores de espuma adotados devem ser avaliados em função do desempenho . devem estar situadas em local protegido.8. 5. 5. ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão/pressão. 5. devem ser observados os seguintes requisitos básicos nas especificações técnicas de vistorias de combate a incêndio por espuma: a) o chassi e o motor devem ser preferencialmente de tipo fabricado no Brasil. o circuito de alimentação elétrica do motor deve ser independente da rede geral.10. h) devem ser previstos para transporte de equipamentos portáteis de combate a incêndio. instruções de funcionamento e manutenção dos diversos mecanismos. desenhos e fluxograma dos sistemas de emulsionamento. visando à facilidade de manutenção. especialmente quando houver tráfego de veículos pesados. 5. desde que montados sobre veículos e em número suficiente exigido para a operação do sistema. admissão e descarga. 5.8. abastecimento e descarga LGE. 5. com capacidade para armazenar o produto no volume previsto no projeto e com os requisitos técnicos exigidos pelas normas Brasileiras em vigor. f) a bomba d’água deve ser especificada com indicações das vazões e pressões mínimas e máximas.4 Os equipamentos elétricos do sistema devem atender o disposto nas NBR 5363 e NBR 5418.1 Os sistemas fixos podem. 8) dispositivos adequados para permitir inspeções e testes de funcionamento dos equipamentos.11 Formadores de espuma 5.7. g) a posição do painel de operação e dos dispositivos de acionamento e controle deve ser especificada e com indicação das respectivas funções.1. 5.2 É permitida a instalação de uma única bomba de incêndio para locais que contenham tanques de armazenamento com capacidade máxima de até 120 m³ e nas situações em que o produto armazenado destina-se a geração de energia. drenagem adequada. 5. de forma a permitir o desligamento geral da energia elétrica das instalações.10 Rede de tubulações 5. esta deve possuir revestimento adequado à corrosão e proteção contra movimentação do solo. cabine devem obedecer às normas Brasileiras em vigor. 9) dispositivos adequados para permitir a limpeza.1 Quando instalado o sistema de combate a incêndio por espuma. c) o tanque de LGE deve ser construído com material resistente a corrosão. de modo a permitir sua operação rápida e perfeita.8.2 A rede de tubulações deve ser instalada de modo que nas emergências ela não venha a ser danificada pelo fogo ou explosão.4.9.6. sem prejuízo do funcionamento do conjunto motor-bomba. excepcionalmente.10. 5.1.3 As bombas devem ser projetadas de modo a atender a demanda total do maior risco.9 Válvulas de controle 5.8.6) dosador (es). i) juntamente com os documentos citados na alínea h. 5. quando necessário. ser alimentados por estações móveis de emulsionamento da solução de espuma. d) devem ser especificadas as conexões para entrada de água. 5.3 Todos os ramais da rede de tubulações devem ser claramente identificados para facilitar a operação rápida do sistema.2 Nas estações fixas ou móveis de emulsionamento.2. 5. nas áreas de risco.2 Nas bombas de incêndio com acionamento elétrico. sendo uma elétrica e a outra movida com motor à explosão (não sujeita à automatização). as válvulas principais de acionamento e as válvulas de distribuição da prémistura devem possuir dispositivos que identifiquem quando elas estão abertas ou fechadas e.4 Quando a rede de tubulações for aérea. 5.4 Quando a rede de tubulações for dimensionada em “anel” devem ser previstas válvulas seccionadoras que permitam manobras d’água e de solução de espuma.10.9. bem como dimensões e características gerais do carro.1 É permitida a instalação de duas bombas de incêndio elétricas se uma delas estiver alimentada por gerador automatizado com autonomia mínima de 06 (seis) horas. todas as válvulas de acionamento e distribuição devem possuir identificação clara. vazão e aceitação final.

6. tanques abertos.1. 5.1. etc. 5. 5. catálogos. assim como catálogos de peças de reposição e os manuais de operação. quando necessário. 6.14. porém de modo a facilitar as inspeções e manutenção. os quais são solúveis em água.14 Testes de operação e descarga .1.1.4 Junto aos hidrantes com solução de espuma. sendo que tal desempenho (especificação de pressão e vazão) deve ser levada em conta nos cálculos hidráulicos para dimensionamento do sistema.2 Os testes devem ser obrigatoriamente realizados na presença de autoridade competente em proteção contra incêndio da localidade.1. 5. 5.2 Estes sistemas destinam-se particularmente a proteger estoques e manuseio de líquidos inflamáveis e líquidos combustíveis em interior de prédios e estruturas. listas.15 Desenhos . e das vazões de água e espuma previstas no projeto.12.1.1 Os sistemas de espuma para tanques devem ser complementados por sistemas de hidrantes para alimentar mangueiras e garantir a extinção de focos de incêndio em áreas adjacentes aos riscos previstos nos projetos. 5. 6 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 6. conforme especificação técnica do equipamento fornecida pelo fabricante. de modo que a cobertura do líquido possa ser efetuada uniformemente.12 Câmaras.4 Os defletores e deslizadores devem ser projetados e instalados nos tanques de teto cônico.2 Os formadores de espuma devem ser instalados junto às câmaras de espuma ou afastados destas.. a empresa projetista e a montadora devem emitir laudo técnico à empresa contratante do sistema. existentes em indústrias. por exemplo: tanques de pintura por submersão. tais como álcool.4. 5.1 Após a instalação de todos os equipamentos previstos no projeto. áreas sujeitas a grandes vazamentos. 5. 5. variando entre 30 e 60 segundos. 6. 5.1 A empresa projetista e/ou a montadora deve(m) fornecer à empresa contratante desenhos de toda as partes que compõem o sistema projetado.1 Sistemas fixos de extinção para inflamáveis/combustíveis em áreas fechadas.1. defletores e deslizadores para aplicação da espuma 5.13.2 As câmaras devem ser instaladas a distâncias iguais entre si ao redor do tanque.5 As câmaras devem possuir dispositivos que permitam a realização de testes sem a penetração de espuma nos tanques. sistema de neblina de espuma/água ou sistemas de espuma de alta expansão.3 Qualidade da espuma 6.1.3 Esta seção não trata dos sistemas de chuveiros de espuma/água. esguichos. de representante de empresa contratante do sistema e de representante da empresa projetista e da montadora. devem ser usados espuma específica para tal utilização e equipamento adequado.12.Aceitação 5. usinas de destilação e refinarias.13.11.apresentado pelos fabricantes conforme suas especificações técnicas.1 A espuma suprida pelos sistemas de neblina deve formar rapidamente um lençol de cobertura e espalhar-se logo ao redor de obstáculos.2) 5. 5. devem existir armários para guarda de mangueiras.1 Generalidades 6.14.12.15.13.1.2 Limitações Quando o risco envolvido for constituído por líquidos inflamáveis.2 Todos os desenhos. defletores e deslizadores. 5. 6. chaves e ferramentas especiais de apoio para combate ao fogo. como. 6.13 Sistema de hidrantes (ver 6.1.3 As câmaras.15. inspeção e manutenção preventiva e corretiva. destinados à proteção contra riscos específicos em salas. áreas fechadas e prédios. 5.3.12. tanques de mistura. 5. atendendo às taxas de aplicação previstas nesta Instrução Técnica e o alcance efetivo de combate ao risco considerado. de modo que a espuma seja aplicada suavemente e que não mergulhe no líquido a uma profundidade maior que 25 mm. devem ser instalados de modo que seu funcionamento seja garantido mesmo em caso de explosão. manuais de operação e de manutenção devem ser apresentados em Língua Portuguesa.3 deve receber o visto da autoridade competente em proteção contra incêndio da localidade e o “de acordo” do representante da empresa contratante que assistiu a todos os testes e os acompanhou. salvo quando forem disponíveis viaturas que possam conduzir tais materiais ao local desejado em tempo hábil. esquemas. equipamentos de processo. salas de bombas.3 Os projetos devem prever que os hidrantes possam funcionar com água e/ou pré-mistura (água + LGE). acetona.12. éter (solventes polares). ou à proteção geral do conteúdo de uma sala ou prédio podendo estar incluída ou não a própria edificação.14. líquidos .1 O rendimento das câmaras de aplicação da espuma deve ser calculado de acordo com as vazões previstas em projeto. As espumas descarregadas de tais sistemas devem ter um coeficiente de expansão variando entre quatro e oito valores de “25% do tempo de drenagem”.Catálogos de peças de reposição manuais de operação inspeção e manutenção 5.13. Aplicações típicas seriam em áreas de estocagem. processo de extração por solventes.1 Esta seção refere-se aos sistemas de extinção de incêndios por espuma. 5. o montador deve proceder aos testes de operação e descarga do sistema.4 O laudo técnico citado em 5.2 Devem ser adotadas as pressões e vazões nos bocais de descarga necessária à operação do sistema. 5.14.14.3 Após a execução dos testes de operação e descarga.3.

altura máxima de uso.6. 6. Quando o objetivo básico do sistema é a extinção do fogo no chão.7.2 Se houver modificação do LGE. devendo ser observadas as recomendações do fabricante de LGE que for usado.1. misturada apropriadamente.1. 6.5 l/min/m² para hidrocarbonetos e 9.1.3 Tanques abertos contendo líquidos inflamáveis podem ser protegidos por aplicadores instalados no costado interno do tanque. 6.1.6 Projetos dos sistemas 6. deve ser inspecionado a intervalos freqüentes.7.1 A dimensão de um sistema deve ser a menor possível. 6. entretanto. e a liberação desta pressão do sistema coloca-o em operação.6. a cobertura equipamento específico pela espuma tem a vantagem de criar um efeito isolante contra a exposição ao calor.7. inclusive água. 6. devendo ser observadas as recomendações do fabricante do LGE que for usado.1. estão contidos dentro dos sistemas. 6. O restante do sistema. 6. Nos casos em que existam superfícies horizontais interpostas que possam acumular a espuma. 6. por sua vez. não deverão ser misturados LGE de origens ou tipos diferentes.3 Sistemas do tipo autônomo são aqueles que todos os componentes e extrato formador. Estes dispositivos detectores acionam o sistema operando uma válvula de controle de água ou outro dispositivo acionador. de modo que o sistema possa cobrir toda a área a ser protegida.1.4.1. 6.6.6. o sistema deverá ser reavaliado e corrigido para as características do novo produto utilizado.1.7. geradores de espuma e dispositivos de descarga construídos de forma a distribuírem a espuma uniformemente sobre o risco. a qual. os aplicadores devem estar situados o mais alto possível na área e espaçados de acordo com as suas características de descarga (densidade.1.6.1. 6. 6. Tais sistemas usualmente têm um tanque de suprimento de água que fica pressurizado com ar ou gás comprimido.6 Partes do sistema.7. ou grupos de risco.4 Para os tanques sem cobertura com aplicadores situados nas paredes do costado. deve ser dedicada . 6.1. então. etc.3 A operação do sistema deve permitir o acionamento manual. 6. sistema apropriado de tubulações. 6.6.8 l/min/m² para solventes polares.4 Quando a área e equipamentos forem permanentemente supervisionados. cada risco deve ser protegido com um sistema próprio.3).4 A proteção de equipamentos específicos pode ser feita mediante aplicação de espuma por cima ou por aplicadores direcionados para o equipamento. deve ser enviada aos geradores e aplicadores de espuma.3. bombas e válvulas de controle. para assegurar imediata operação do sistema. cobrindo todo risco. forma de neblina. a espuma é descarregada de todos os aspersores ao mesmo tempo.7. 6.4 Descrições dos sistemas 6.1.1. suplementadas por meios auxiliares manuais de acionamento.2 A espuma suprida por dispositivos que produzam uma corrente compacta de baixa velocidade deve ter características dentro dos limites que constam da Figura 1 (ver 6.5. As válvulas com controle automático devem ficar tão perto do risco a proteger quando possível.5.5.1 No sistema automático devem existir dispositivos detectores e de acionamento.2 Estes sistemas são do tipo de dilúvio com aplicadores abertos. de forma que seja necessário um trecho curto de tubulação entre a válvula e os dispositivos de descarga. para os pontos de formação de mistura do sistema.2. 6. 6. distribuídos na área de risco. proporcionadores. elas serão admitidas.4. em áreas onde dois ou mais riscos possam ser envolvidos simultaneamente devido ao reduzido afastamento entre eles. forem projetadas com uma distância maior que 15 m. A pressão pode ser mantida por uma bomba auxiliar.1 Os sistemas devem ser projetados para operação automática. ou.1.1 Quando são usados aplicadores no nível do solo. estas devem ser levadas em conta ao se calcular a taxa de descarga. deve ser interligado de forma a operar os equipamentos formadores da solução de espuma. enquanto o incêndio está sendo extinto.1.6. caso ocorra falha do sistema de detecção automática. velocidade de lançamento.5 Quando pequenos tanques abertos são protegidos por sistema de neblina de espuma.1.5 Operação 6.1.1. suprimento adequado de água. descarregando a espuma diretamente na superfície do líquido.1.1 Os sistemas considerados nesta seção consistem em dispositivos de detecção. 6.1 O somatório da descarga dos aplicadores ou chuveiros de espuma deve ter a taxa mínima de solução de 6. o LGE deve ser mantido sob pressão.7 Os sistemas podem ser projetados para a operação de um ou vários riscos.1. com maior rapidez possível. usando-se o mesmo suprimento de LGE e água. 6. seja ele pneumático. estes devem estar situados e espaçados de modo que a espuma se espalhe. 6.8 l/min/m² para solventes polares de área protegida. suprimento de LGE. entretanto. devem ser instaladas em pontos acessíveis para facilitar a operação nas emergências.4.1.2 Nos sistemas projetados para a proteção de salas ou prédios onde são usados aplicadores de espuma em forma de neblina.6.3 Salvo manifestação expressa dos fabricantes. como por exemplo tanques de LGE.1. o sistema deve ser projetado de modo a proteger todos os riscos simultaneamente. 6. 6.2 O equipamento de detecção automática.). aplicação.1. a taxa de aplicação deve ser de 6.1. de modo a garantir o funcionamento de todo o sistema. hidráulico ou elétrico. em toda a área.5 l/min/m² para hidrocarbonetos e 9.1.6.5 Quando as linhas de LGE. se o usuário obtiver através do fabricante dos equipamentos ou LGE recomendações de taxas diferentes.7 Taxa de aplicação para hidrocarbonetos e solventes polares As taxas abaixo relacionadas são as recomendadas.1. equipamento proporcionador. são dispensadas as detecções e/ou acionamento automático.5.6.

o tempo final não deve ser inferior a 7 minutos.1. Os acessórios podem ser montados nas estruturas e nos suportes dos equipamentos industriais. 6.1.8.1.1.2 Taxa de aplicação 6.1. Quando o sistema for projetado para dar uma taxa de aplicação maior que a especificada em 6. deve ser baseada na variação máxima de 15% da descarga média prevista por aplicador. Estes aspersores devem . contanto que o sistema supra a taxa de aplicação prevista em projeto.1. A ajustagem nas dimensões das tubulações.1.2.8. 6.7. a duração da descarga da espuma deve ser. Central de alarme é recomendável. aplicar as regras de tempo de operação válidas para tanques ao ar livre. um aspersor para cada 9 m² de área protegida.3.1. que destroem espuma comum.2 Deve ser previsto um alarme indicador de defeitos para apontar a falha do equipamento de detecção automática que realize uma supervisão constante e continuada de todas as partes dos circuitos elétricos de detecção. a tubulação deve ser fixada em suportes não ligados ao telhado. 6.3.1 Esta seção refere-se a sistemas que descarregam a espuma na forma de neblina para extinção de incêndios em vazamentos sob ou ao redor de estruturas.5 L/min/m² hidrocarbonetos e 9.1. a duração da descarga deve ser. 6.1.2 6. 6. 6. 6.10.11.1 Geral Os estoques a serem mantidos devem ser a soma das quantidades em 6.9 Suprimento de LGE 6.3.2.8 Tempo de operação 6. Os sistemas projetados para estas espumas precisam de considerações especiais e podem requerer maiores taxas de aplicação.1.2. contudo.2 e 6.10.2.2. A tubulação de suprimento dos aplicadores que protegem uma determinada área não deve passar sobre outro risco da mesma área.8.8.1 A taxa mínima de aplicação da solução de espuma deve ser de 6.1.6.2.2. a fim de se obter descarga uniforme.4 Os padrões de instalação para tubulações de espuma devem ser os previstos na norma para a instalação de Sistema de Chuveiros Automáticos (NFPA nº 13).6 Líquidos solúveis em água e solventes polares.6. pode ser prevista uma redução proporcional do tempo de descarga.2. 6. para indicar a operação do equipamento de detecção. de 3 minutos.1.3. no mínimo.1.1 e 6. no mínimo. 6.1.1.3 Suprimento de reserva Deve haver um estoque de reserva de LGE de acordo com 5.3 Suprimento de LGE 6.1 Campo de aplicação 6. para se garantir que a taxa de aplicação seja alcançada.1. mas não deve ser inferior a 7 minutos. 6.8 L/min/m2 para solventes polares. com acionamento independente do fluxo de água. Em ambientes fechados onde há risco de explosão.2.2. Para suprimento de reserva.2.atenção especial ao volume da descarga que realmente entra no tanque.2 Devem ser aplicadas as seções 6.4 Dispositivos de descarga (Número e local) Deve haver.1 Para cada sistema.3 É de fundamental importância a obediência às recomendações do fabricante do LGE.11.1.1.1. exigem o uso de espuma do tipo álcool. no mínimo.2. 6.1. além da carga inicial deve haver uma quantidade de LGE de reserva.10 Tubulação dos sistemas 6.2. a duração da descarga deve ser de 5 minutos para hidrocarbonetos.3 Não deve ser permitido perfurar ou atarraxar os suspensores em partes da estrutura portadora de carga.1.1 A tubulação deve ser apoiada de maneira segura e protegida. 6. suficiente para reabastecer o sistema de acordo com 5.2. 6. 6.7.2 Suprimento operacional Deve haver uma quantidade de LGE suficiente para suprir o sistema à taxa de projeto durante o período de 10 minutos. 6. tanques horizontais e pequenos tanques verticais.2 Para tanques com menos de 37 m² de superfície: a) para os aplicadores da neblina de espuma suspensos.1. 6.2.2 A tubulação distribuidora de espuma deve possuir drenos e ter uma inclinação para estes de 5 mm por metro linear. 6.9.3.6.1 A tubulação dos sistemas deve ser calculada e dimensionada a fim de obter uma distribuição uniforme da espuma e compensar a perda da pressão de água. Se o sistema descarrega a uma taxa acima do mínimo especificado em 5. 6.10. entretanto a sua instalação não anula a exigência do alarme local. então o tempo de operação pode ser reduzido proporcionalmente.1 para tubulação de pressão é permissível quando pode ser feita sem criar risco.1. a menos que a especificação dos aspersores permita um maior espaçamento. equipamentos.7.1.2.2 Sistemas de neblina de espuma para líquidos inflamáveis/combustíveis em áreas abertas (Proteção externa) 6.1. c) deve haver um bordo livre não inferior a 15 cm entre a superfície do líquido e a parte superior do costado do tanque.9.2. A solda de acordo com a ANSI B31. b) para aplicadores montados sobre o costado de tanques. de 10 minutos.1.1 Para proteção em áreas planas.2.10. 6.2.2.3.1.3 No caso de tanques com 37 m² ou mais de superfície.2. 6.2.7.1 a 6.7. 6.9. 6.1. deve ser instalado um alarme local.1 O suprimento total de LGE deve ser a soma das quantidades definidas em 5.3.10.11 Alarmes 6.

6...... Embora o conteúdo comparativamente baixo de água das espumas possa arrefecer beneficamente tais líquidos pode também causar ebulição turbilhonar violenta e extravasamento do conteúdo dos tanques....... Condições outras que as de rotina podem exigir o uso de taxas de aplicação mais altas.3... 6.... inclusive proteção contra corrosão (galvanização ou outros meios)........ exigindo o uso de espuma do tipo álcool.3 Nos tanques destinados ao armazenamento de aguardente. os controles devem estar situados em lugar acessível.. quando exposta. deve ser adequadamente protegida contra impacto e ação do fogo. Entretanto...estar situados de forma a proporcionarem boa distribuição da espuma.... ou..2..3.. Os sistemas que usam esta espuma necessitam de projeto especial de engenharia. observadas as recomendações do fabricante de LGE empregado.... 6.. aquecidos acima de 93. salvo quando existirem situações anormais..5 Metiletilcetona.5 l/min/m² da área de superfície de líquido do tanque a ser protegido...6.... devem ser usados tubos e acessórios galvanizados....2 Taxas de aplicação 6.5 Acetona....6 Tubulação dos sistemas 6.......8 .... b) para tanques contendo outros líquidos inflamáveis e combustíveis exigindo espumas especiais: 1) líquidos solúveis em água e certos líquidos polares são destruidores das espumas comuns......... Cuidado especial deve ser dispensado na aplicação de espumas em tanques contendo bicos quentes..3....1 Campo de aplicação Esta seção refere-se a sistemas de espuma para a proteção de tanques verticais de armazenamento à pressão atmosférica...3.. 6.. Os sistemas devem basear-se no maior fluxo de solução para a proteção do maior tanque da área. 6....... 6.3ºC.3.... 6.......6....5.1 A tubulação de solução deve ser limpa após o uso ou prova.2.5.........8ºC podem exigir taxas de aplicação mais altas........ para se minimizar a ebulição turbilhonar e o conseqüente extravasamento do líquido estocado...6.... Notas: 1) Líquidos inflamáveis que têm o ponto de ebulição inferior a 37.1 Os tanques horizontais ficam dispensados da instalação de câmara de espuma.......2.. uma vantagem adicional será obtida pela colocação dos aspersores de modo que a espuma envolva o equipamento dentro da área protegida..1.6....1.5 Operação 6.. este para tubulação subterrânea......1 Operação automática Os sistemas de espuma tratados em 6.......3 Sistemas fixos para tanques de armazenamento em áreas abertas 6..2 Operação manual Para todos os sistemas....... Nos sistemas de aspersores ao ar livre.. devendo haver...2 Deve ser consultado o Capítulo 3 da NFPA nº 13 quanto às exigências relativas a tubulação........ não devem ser misturados LGE de fabricantes ou de tipos diferentes. 6.2. 6... 2) se houver modificação do LGE utilizado..2 Tanques para uso exclusivo de líquidos classe III (ponto de fulgor superior a 60ºC) não necessitam da proteção de sistemas fixos de espuma..... 6..... 5. asfaltos em chama ou líquidos que se encontrem à temperatura acima do ponto de ebulição da água.......................6. Taxas convenientes de aplicação devem ser determinadas por teste. a proteção do dique/bacia de contenção por linhas manuais.. podem ser recomendáveis taxas iniciais de aplicação mais baixas...... tais como estocagem de produtos de alto valor ou líquidos aquecidos acima de seu ponto de fulgor. válvulas. o sistema deverá ser reavaliado e corrigido para as características do novo LGE. de forma que possam ser operados com segurança.2. Estes aspersores podem então ser instalados em plano e elevação de modo a permitirem proteção mais efetiva ao risco.. contendo líquidos inflamáveis e/ou combustíveis. os fabricantes do LGE e do equipamento gerador de espuma devem ser consultados quanto às limitações e devem ser solicitadas recomendações baseadas na aprovação oficial ou testes específicos de fogo. 3) salvo manifestações expressa dos fabricantes. pelo menos 6..1......2.1 A taxa mínima de aplicação da solução deve ser a seguinte: a) para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos: 1) a taxa de aplicação da solução de espuma deve ser de..............5 Acetato de etila. 2) Para líquidos de alta viscosidade.3 A tubulação de LGE deve ser de aço-carbono preto ou ferro fundido. mais as linhas de mangueiras suplementares necessárias... Atmosferas corrosivas podem exigir equipamentos com maior proteção........2.3... mediante câmaras fixas de espuma. aspersores podem ser instalados em cima dos equipamentos ou tanques fechados. neste caso....... Em todos os casos.9...... em vez de estarem uniformemente espaçados pela área a ser protegida... as câmaras de espuma devem ser substituídas por canhões monitores. c) taxas de aplicação mínimas recomendadas com emprego de dispositivos de descargas tipo II: Tipo de Líquido Taxa de solução (L/min/m²) Álcool metílico e etílico..2 podem ser de operação automática.. ao ar livre...2...6..5 Acrilonitrila..... acessórios de tubulação e suspensores.. Portanto... suficientemente distante do risco.

1 Geral Óleos lubrificantes. óleos combustíveis leves. metioisobutílica. falta de se manter a dosagem dentro dos limites da concentração recomendada. cada mangueira deve ter vazão de solução de pelo menos 400 L/min.2 Mangueira para aplicação manual de espuma O suprimento a ser mantido em estoque deve ser a soma das quantidades definidas em 6.1 As quantidades de LGE necessárias à alimentação das linhas de espuma devem ser somadas às quantidades exigidas para o sistema fixo. que são especialmente destruidores de espuma. álcool butílico. que um tempo menor possa ser admitido.3. e misturas de solventes polares em geral podem exigir taxas de aplicação mais altas. Para a finalidade desta exigência. com pontos de fulgor abaixo de 37.3.3.4. 6.3. Querosene.2.1. a menos que o fabricante do LGE tenha estabelecido.3 Suprimento do LGE 6. uso de dispositivos geradores de espuma não construídos especificamente ou não testados adequadamente para uma solução particular de espuma de álcool. óleos combustíveis pesados.3.3ºC.1. cetona.7ºC Petróleo cru 15 25 20 30 30 55 30 55 6.3. etc. providenciando-se uma cobertura mais rápida do líquido. O tempo de operação deve ser de 30 minutos na taxa de aplicação especificada. com pontos de fulgor acima de 93.068x104 m² /s.3. temperatura da água e natureza do risco a proteger.3. éter isopropílico.2.4. a 50ºC). Tabela 2 – Tempos mínimos de Operação do Sistema Mangueiras e esguichos produtores de espuma devem ser providenciados em adição às instalações de espuma dos tanques. para o maior tanque a ser protegido.4. benzol. 3) para a proteção de líquidos inflamáveis ou combustíveis tóxicos. Gasolina.3. a 50ºC. O número de mangueiras deve ser conforme especificado na Tabela 3. nafta. desde que não seja inferior a 70% dos tempos mínimos apresentados na Tabela 2. em tese de fogo.3ºC.4 Inflamáveis e combustíveis polares solúveis em água As espumas tipo álcool exigem aplicação suave pelas câmaras tipo I. 6. com pontos de fulgor de 37. pressão de operação. o tempo de trânsito da solução pode ser limitado. dependendo das características do LGE. 2) o tempo de trânsito da solução é o que transcorre entre a injeção do LGE na água e a mistura do ar.2 Tempo mínimo de descarga O sistema deve ser capaz de operar na taxa de suprimento especificada em 6.3.2.4.2. como proteção suplementar para casos de incêndios em vazamentos. a menos que sejam aprovadas como apropriadas para aplicação pelas câmaras tipo II. mediante aumento das taxas de aplicação utilizadas.2 e ao LGE necessário ao enchimento das tubulações.1 a 6.3.Produtos com álcool isopropílico. LGE adicional deve ser providenciado para se permitir à operação das Para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos Tipos de aplicação de espuma Tipo I Tipo II linhas de espuma simultaneamente com as instalações fixas de espuma para o período estabelecido na tabela 3.1 Quantidade de LGE A quantidade de LGE a ser armazenada deve ser determinada multiplicando-se o fluxo total em litros por minuto de cada tanque pelo indicado em 6. 6. 6.4.3. monômero de metacrilato metílico. Se a taxa de aplicação de espuma for mais alta que a especificada em 6. método de aplicação e características do líquido ao qual a espuma deve ser aplicada. nos períodos mínimos de tempo indicados na Tabela 2.3.1. É de fundamental importância a obediência às recomendações do fabricante do LGE utilizado. 1. Notas: 1) a resistência da espuma mecânica tipo álcool a solventes e ao fogo pode ser afetada adversamente por fatores como tempo excessivo de trânsito da solução.3. d) aplicar a segunda e a terceira subalíneas de 6. 6.4. Diesel automotivo e líquidos similares..4. O tempo máximo de trânsito da solução de cada instalação especifica deve estar dentro dos limites estabelecidos pelo fabricante do LGE e normalmente não deve ultrapassar 3 minutos. altas taxas de aplicação podem ser recomendáveis para se reduzir o risco de poluição da área.3.3. A proteção de produtos como aminas e anidridos. Tabela 3 – Número de Linhas de Espumas Suplementares . exige consideração especial. pode ser feita uma redução proporcional no tempo. resíduo viscoso seco (mais de 50 s Saybolt-Furol. O maior valor resultante deve ser somado à quantidade necessária para as mangueiras previstas em 6.3.7ºC a 93.2.

6.3. Uma delas prevê a descarga da espuma acima do selo pantográfico. ou selo tubular com protetor metálico contra chuva. limitações de tempo de trânsito podem exigir uso de linhas separadas de água e de LGE e a necessidade de se efetuar a mistura do LGE perto do esguicho de espuma e não na estação central de espuma.3.6. 6.5 Mais de 42.5 até 36.3. Tabela 4 – Número de Câmaras de Espuma Diâmetro do tanque (m) Até 24.3 Exigências para se encherem as tubulações Deve haver uma quantidade de LGE suficiente para se produzir à solução de espuma para se encherem as tubulações instaladas entre a estação fixa de emulsionamento e o tanque mais distante.1 São tanques com topo aberto que têm teto flutuante com divisões fechadas ou pontões construídos com chapas de aço. 6.5 Câmaras de espuma 6.4 Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE conforme indicado em 5.6.3. 6. Quando operados automaticamente são capazes de operar das duas maneiras. com o topo aberto. de acordo com as exigências estabelecidas na NBR 7821. 6. diafragmas ou flutuadores que facilmente podem submergir não estão incluídos nesta definição. quebrável sob baixa pressão. 2) Testes práticos demonstraram que a espuma pode deslocar-se efetivamente através de 30 m de superfície de líquido incendiado.5 até 48.2 Sistemas de espuma podem não ser exigidos em tanques de teto flutuante.5. Estes tanques têm desempenho excelente quanto a incêndios. não é necessária quantidade adicional de LGE. Entretanto. Quando forem projetadas duas ou mais câmaras. 6. O projeto pode prever uma instalação fixa ou semifixa. e cada câmara deve ser dimensionada para suprir espuma à mesma vazão.1. O teto flutuante é equipado com selo de vedação tipo pantógrafo. proceder como indicado a seguir: Notas: 1) para área total até 400 m² . As câmaras de descargas devem dispor de dispositivos adequados de inspeção. inspeção. A outra prevê a descarga da espuma sob o selo pantográfico diretamente na superfície do líquido ou atrás do protetor metálico. com o emprego de equipamento portátil.4.3.3 Duas técnicas são reconhecidas para aplicação da espuma por um sistema fixo/semifixo. dependendo dos danos do selo.6. podendo deslocar a solução de espuma das tubulações para o tanque.5. distância da instalação ou falta de pessoal para combate a incêndios.2 6.3.6. testes e substituição dos selos de vedação. As câmaras de espuma devem estar firmemente montadas no topo do costado e situadas de modo a eliminarem a possibilidade de escoar o líquido armazenado para as tubulações de espuma e de modo que a explosão inicial e o conseqüente arrancamento do teto do tanque não as sujeitem a danos.4.1 Quando forem instalados dispositivos fixos de descarga acima do selo pantográfico ou acima do protetor metálico.5 até 55 Mais de 55 até 61 2 3 4 5 6 Nota: 1) Acrescentar uma câmara para cada 465 m² de superfície líquida.3. quando o tanque ultrapassar o diâmetro de 61 m. Os sistemas fixos de espumas podem ser operados manual ou automaticamente.3. O seu projeto obedece tanto às razões de prevenção de incêndios quanto às de conservação do produto.3.3.6 Tanques com teto flutuante com topo aberto 6.1 As câmaras de descarga devem estar munidas de selo de vedação.2 Os dispositivos de inspeção devem proporcionar perfeita simulação de seu funcionamento por ocasião das vistorias técnicas. ou do protetor metálico. 2) no caso de solução de espuma tipo álcool.5 Mais de 48.5 até 42.1 Para a proteção dos tanques.3. Quando o suprimento de água continuar após o esgotamento do LGE.uma linha de 200 L/min. O número de câmaras de espuma deve estar de acordo com a tabela 4 abaixo. para prevenir a entrada de vapores nas câmaras de descarga e nas tubulações. elas devem estar igualmente espaçadas à volta do tanque. há locais onde a proteção fixa pode ser recomendável devido a calor dos produtos estocados.3. 6.6.Bacias de tanques com diâmetros (m) Inferior ou igual a 10 Superior a 10 até 20 Superior a 20 até 30 Superior a 30 até 40 Superior a 40 Vazão de solução de espuma (L/min) 400 400 800 800 1200 No Tempo de mínimo uso de linhas (min) 1 2 4 4 6 10 20 20 30 30 Mais de 24.5 Mais de 36. a injeção subsuperficial pode ser usada para se reduzirem às distâncias de deslocamento da espuma. devem ser usadas câmaras de espuma.1. Em tanques grandes. diretamente no invólucro do selo tubular e na superfície do líquido estocado. 6. para se permitirem manutenção apropriadas. ou outro tipo de vedação. Usualmente é possível utilizar pessoal treinado para a extinção de incêndio no anel circular.5. Mantas de plástico.5 (inclusive) nº mínimo de câmaras 1 .

e de maneira alguma deve haver menos de quatro respiros igualmente espaçados. exceto durante o carregamento inicial e por um breve período depois desta operação. 6. a 300mm da borda deste. A área total aberta destes respiros deve ser igual ou superior a 0. usualmente associada com tempos de drenagem perto do limite inferior aceitável (ver tabela 2).2. A finalidade do anteparo é reter a espuma na área do solo e garantir uma altura suficiente (no mínimo 600 mm) para fazer com que a espuma escoe lateralmente e cubra todo o selo de modo a garantir a vedação de pontos onde o selo haja sofrido ruptura. acima do selo do teto flutuante. c) a taxa de aplicação e o suprimento de LGE devem ser calculados considerando-se a área da coroa circular entre o anteparo e o costado do tanque. tanques com teto flutuante.6. graças ao tipo de construção “gaiola de Faraday” desta classe de tanques. contendo hidrocarbonetos líquidos 6. O espaçamento máximo entre os respiros deve ser de 10 m.3. 6. O espaçamento máximo entre os aplicadores não deve ser maior que 18 m. o sistema de ventilação deve ser suficiente para manter os vapores abaixo do limite inferior de inflamabilidade. O comprador deve especificar as taxas de recebimento.3. e) a taxa de aplicação e o suplemento do LGE devem ser calculados considerando-se a área da coroa circular entre o costado do tanque e a borda do teto flutuante.2 Para a proteção com espuma para estes tanques. ou o protetor contra intempérie e com a escada móvel do teto flutuante. as indicações seguintes devem ser observadas como guia de construção: a) para os vedadores tipo selo tubular. as articulações do seio ou a escada móvel do teto flutuante. Caso um tanque de teto flutuante coberto não seja de acordo com estas recomendações. medido ao redor da circunferência do tanque. cetonas. Nas áreas totais. As taxas mínimas de solução de espuma recomendadas com emprego de dispositivo de descarga tipo II devem ser de.2 Quando se deseja instalar dispositivos fixos de espuma embaixo do selo ou do protetor metálico. Estes respiros devem ser adequados para a saída do ar e gases do espaço sob o teto fixo durante as operações de recebimento (enchimento).7 Tanques com teto flutuante cobertos No âmbito desta Instrução Técnica.1 Os sistemas fixos não são exigidos em tanques com teto flutuante cobertos.4 mm (chapa 10).1).3. com bastante fluidez. Os respiros devem ser também adequados para aliviar qualquer vácuo gerado embaixo do teto fixo durante as operações de descarga. Proteção fixa pode ser recomendável em certos locais devido ao valor dos produtos estocados.3. aplicar o sistema de espuma como para os tanques de teto fixo (ver alínea a do item 6. Notas: 1) em ventilação em tanques com teto flutuante coberto. c) A espuma deve ser do tipo de baixa expansão. Um respiro deve estar instalado no centro ou na maior elevação do teto fixo e deve ser equipado com uma tampa contra intempérie com área mínima aberta de 0. 6. distância das instalações ou falta de pessoal de combate a incêndio.3.1 Geral Sistemas de aplicação subsuperficial não são indicados para a proteção de produtos como álcool. ou ranhuras devem ser de 280 mm²/m² da área da coroa circular entre o costado do tanque e o anteparo. 6. pelo menos. de modo que o fabricante do tanque possa dimensionar corretamente a ventilação. O anteparo deve ter ranhuras cortadas na parte inferior para permitir a drenagem da água de chuva.7.3.a) montar sobre o teto flutuante. d) a proposta do sistema de espuma deve prever a não interferência dos seus dispositivos. aldeídos. b) a proposta do sistema de espuma deve prever a não interferência dos seus dispositivos. aplicar o sistema de espuma como para tanques de teto flutuante (ver 6. observar o seguinte procedimento: a) se o tanque for construído de acordo com as recomendações. com ventilação instalada conforme determinado no Boletim API 650-Apêndice H (ver nota).6).6. O espaçamento máximo entre os aplicadores não deve ser maior que 40 m. cobertos por um teto fixo com ventilação para a atmosfera e com um teto metálico fechado flutuando na superfície do líquido. o anteparo circular é exigido somente quando o topo do selo está a menos de 160 mm abaixo da borda superior do teto flutuante.4). ele deve ser considerado como tanque de teto fixo.3.033 m².7.9. A taxa mínima deve ser de 20 l/min/m² da área. com o teto flutuante. inclusive tubulação.3. dependendo da volatilidade do produto.3. 2) os respiros ou abertura de ventilação devem estar situados no costado do tanque. 6.3 Não se exigem válvulas separadas para cada dispositivo de carga de espuma para os sistemas em tanques de teto flutuante com o topo aberto.9 Aplicação de espuma pelo sistema subsuperficial em tanques de teto fixo.8 l/min/m². b) para os vedadores tipo pantográfico o anteparo circular não é exigido.8 Dispositivos complementares Recomenda-se que pelo menos um canhão monitor seja providenciado como proteção complementar para o caso de uma câmara ser danificada pela explosão do tanque (ver 6. respiros convenientes devem ser instalados para se evitar esforço excessivo da borda do teto ou da membrana de selo. 9. 6.60 m² por metro de diâmetro do tanque. Hidrocarbonetos líquidos que . b) se o tanque não estiver dentro das recomendações.3. com o teto flutuante. A possibilidade de incêndio é grandemente reduzida em comparação com outros tipos de tanques. um anteparo circular feito de chapa de aço de espessura de pelo menos 3. inclusive tubulação. anidridos. medido ao redor da circunferência. com o emprego de equipamento portátil.3. 6.3. O suprimento deve ser adequado para operar o sistema durante 20 minutos. ésteres. e outros. No caso de incêndio é difícil extinguir o fogo nestes tanques. O suprimento deve ser adequado para operar o sistema durante 10 minutos.

9.3.9.1 Quando duas ou mais saídas são necessárias. Caso isto não seja feito. As saídas devem ser dimensionadas de modo que não sejam ultrapassados os limites da pressão de descarga do gerador de espuma e da velocidade da espuma. 2) Esta tabela baseia-se em extrapolação de dados de testes de fogo em tanques de diâmetros de 7. em viscosidade. as saídas podem ter conexões no costado ou a espuma pode ser alimentada por meio de uma tomada múltipla de tubos para o interior do tanque.5 Mais de 36. a menos que a segunda seja parte integrante do gerador de espuma de alta contrapressão a ser ligado na hora do uso.3 Quanto à altura das saídas de espuma.9.3.5 m. respectivamente. 28 m e 35 m.9. 6.3.2 Válvulas nos sistemas Em adição às exigências especificadas em 6. 6.3.5 até 42. 6. petróleo cru e hexano.5 Saídas de espuma As saídas de espuma para tanques podem ser o extremo aberto da tubulação de suprimento de espuma ou do próprio produto estocado.contêm tais produtos misturados podem exigir taxas de aplicação mais altas. 6. 6.2 Produtos e equipamentos geradores de espuma Produtos e equipamentos geradores de espuma para a aplicação sub-superficial devem ser aprovados para esta finalidade.3.3. o controle e a extinção do incêndio podem ser ainda favorecidos pela movimentação do produto frio para a superfície.3. 6.3.3. 6. 6.Saídas de Espuma Diâmetro do tanque (m) De 18 a 24. II e III 1 1 2 1 3 2 4 2 5 2 6 3 465 m² 700 m² As exigências mínimas referentes às linhas de mangueiras e hidrantes de espuma são especificadas em 6.10. 6.1 Tubos para espuma O dimensionamento dos tubos ou das linhas de saída usadas além do gerador de espuma deve ser tal que a contrapressão esteja dentro da faixa das pressões para as quais o sistema foi projetado. a menos que testes efetivos provem que velocidades mais altas são satisfatórias.3.3.10 Tubulação do sistema de espuma 6. contendo gasolina. e não deve exceder 6 m/s para os líquidos de outros tipos.9. estas devem estar situadas acima do nível de água.3.5 Mais de 42.2.5 Mais de 48.3. acima das saídas de espuma. Nº mínimo de saídas Líquidos Líquidos de classe de classe 1A e 1B 1C. aos óleos combustíveis que em temperatura do ambiente (15. as válvulas destas devem ser dispostas para que a espuma entre somente no tanque a ser protegido. Para distribuição uniforme da espuma.5 até 55 Mais de 55 até 61 Mais de 61.5 (inclusive) Mais de 24. a eficácia da espuma será reduzida devido à sua diluição.S.1.9. Estes sistemas também não devem ser aplicados a tanques do teto flutuante. e cada saída deve ser dimensionada para descarregar a espuma à mesma vazão.U.9. Além do controle oferecido pelo efeito abafador da espuma e o efeito resfriador da água que alcança a superfície.3.5 até 36. acrescentar uma saída para cada tanque. Quando linhas de produto são empregadas para espuma.5ºC) tenham viscosidade de 25 S. O fabricante do LGE deve ser consultado e a ele devem ser solicitadas recomendações.3.11. cada linha de suprimento de espuma deve estar equipada com uma válvula de descarga e uma válvula de retenção.10.1 6.5. ela deve ser drenada até o nível do ponto de aplicação.5.2. em vez de se instalarem bocas adicionais no tanque.4.3.2 Os tanques devem ter saídas de espuma conforme o determinado na Tabela 5 abaixo: Notas : 1) líquidos da classe IA exigem consideração especial.3 Taxas A taxa mínima deve ser conforme indicado na alínea a do item 6. 3) Incêndios em combustíveis mais pesados que foram extintos pela aplicação subsuperficial correspondem. de modo que o percurso não exceda 30 m. para os líquidos de classe IB.4 Exigências suplementares mangueiras e hidrantes de espuma de linhas de Tabela 5 . Havendo água no fundo do tanque.3 Tanques horizontais e tanques pressurizados Os sistemas fixos ou semifixos de espuma não se aplicam a tanques horizontais nem a tanques pressurizados.3.4. partindo de uma só conexão no costado.5 até 48.9. prolongando ou impossibilitando a extinção.3. Os LGE fluorproteínicos e os AFFF oferecem desempenho satisfatório neste processo de aplicação. As conexões no costado podem ser feitas nas tampas das portas de inspeção. estas devem ficar espaçadas igualmente ao redor do tanque. antes de se colocar o sistema de espuma em operação. 6.1.2 e 6. A velocidade da espuma no ponto de descarga para o tanque não deve exceder 3 m/s. . 6.10.2. a 50ºC e ponto de fluidez de -9.5.9.4ºC.4.3.1 Suprimento de LGE O suprimento mínimo de LGE a ser mantido deve ser a soma das quantidades definidas para as câmaras de descarga do tipo II e linhas de espuma suplementares conforme indicado em 6.

Caso haja conexões rosqueadas. devido à dificuldade de se dirigir à espuma para o espaço anelar. incêndios em áreas limitadas por diques e incêndios em tanques diques e incêndios em tanques com teto fixo. se apropriadamente suportada e protegida contra donos mecânicos. cada um com duas bocas de descarga pelo menos.11. podem ser soldados ao tanque mediante suportes de chapas de aço situadas perpendicularmente ao tanque. Dependendo dos ventos. Notas : 1) incêndios em tanques de grandes diâmetros têm sido extintos por meio de monitores de grande vazão de espuma. A fim de obter-se a máxima flexibilidade.3. 6. de modo que a junta articulada ou giratória da câmara ou outro meio conveniente não seja necessário. dentro do dique ou de 15 m de distância de tanques sem dique. são recomendados como proteção auxiliar em conjunto com sistemas fixos. deve possuir suportes inferiores e laterais.3. Monitores operando ao nível do solo normalmente não são recomendados para extinção de incêndio nas bordas dos tetos flutuantes. e dentro de 15 m de distância nos tanques sem diques. Deve haver um suporte em cada anel do costado.60 m ou montada acima do solo. uma junta articulada ou giratória ou outro meio conveniente deve instalada na base de cada tubo de subida para a câmara. 6.1.6. desde a distância de 15 m do costado do tanque.3. Portanto. pode estar enterrada a uma profundidade de 0. conforme estabelecido em 6.13 Hidrantes de espuma Sistemas fixos com estação central devem ter hidrantes para linhas de espuma para uso suplementar em incêndios em vazamentos. Monitores fixos podem ser instalados para a proteção de áreas de estocagem de tambores ou áreas limitadas por diques.3. usar tubos de aço-carbono todos soldados. o efeito de tiragem das chamas pode impedir que a espuma alcance a superfície dos líquidos incendiado. para aqueles com diâmetro até 09 (nove) metros. devido às condições do local e da ocorrência de um possível derrame em grandes parques de tanques. deve ser construída do modo a absorver as forças no sentido para cima e as do choque devido à ruptura do teto do tanque. É preferencial que a descarga seja dirigida ao centro do tanque para reduzir o espaço percorrido pela espuma. para dar flexibilidade nesse sentido.3.3.12 Válvulas nos sistemas Todas as válvulas.11 Tubulação 6. Linhas de mangueiras são também usadas para a extinção de incêndios nos anéis de vedação dos tanques de teto flutuante. c) quando os tubos das câmaras são de 100 mm ou maiores.4 Canhões monitores e mangueiras para proteção em áreas abertas 6.1 Generalidades Estes equipamentos são sistemas nos quais a espuma é aplicada por meio de canhões monitores fixos ou semifixos.3. Fatores como vento. devem estar situados à distância de 1. 6. 6. Os hidrantes (observar número mínimo). hidrantes de água com geradores portáteis ou outros dispositivos aprovados. As válvulas de controle para dirigir a espuma ou solução para o tanque apropriado podem estar na estação central de espuma ou podem estar em pontos onde as tubulações derivam da linha principal de alimentação. deve haver válvulas entre a descarga de cada proporcionador e o coletor de descarga. 2) Incêndios grandes em derrames têm sido extintos com linhas de mangueiras ou canhões monitores. quando necessário.2 A tubulação das câmaras de descarga.4. não se deve depender dos monitores exclusivamente como recursos principais da extinção para tanques de teto fixo com mais de 18 m de diâmetro.12. Nas instalações fixas. A linha de água para cada proporcionador deve ter válvula separada. 6. normalmente. quando estiverem adequadamente protegidas. quando toda a superfície do líquido estava envolvida. devem ser do tipo que permitem a verificação visual das posições “aberta” e “fechada”.1 Toda tubulação no interior dos diques. do próprio tanque e da intensidade do incêndio. porém não deve ficar impedida de deslocar-se para cima. Devido às suas limitações. deve-se considerar um acréscimo de cerca de 20% na taxa de aplicação de espuma.2. Eles. São indicados quando usados isoladamente para a extinção de focos em derrames. as tubulações de alimentação para cada câmara de espuma devem ter válvulas individuais fora do dique em instalações fixas. e de 15 a 75 m dos costados para os tanques com diâmetros superiores a 09 (nove) metros. Este sistema pode ser empregado em vez de juntas articuladas ou giratórias.11. b) quando a tubulação for apoiada sobre o solo.2 As válvulas de controle remoto podem ser permitidas à distância menor que as prescritas nas alíneas a e b do item 6.3. Preferencialmente. O fabricante dos sistemas (canhão e LGE) deve ser consultado quanto à taxa de aplicação ideal para estes casos. nestes casos. 6. descarregando para um mesmo equipamento. A espuma deve ser aplicada contínua e uniformemente.3. exceto as dos hidrantes. monitores portáteis ou montados em . Uma das seguintes técnicas pode ser empregada: a) quando a tubulação for enterrada.1 As válvulas de controle devem estar situadas fora dos diques e às seguintes distâncias do costado do tanque que protegem: a) 15 m para tanques de diâmetro menor que 15 m.3.3 Deve haver um dispositivo para permitir teste hidrostático do sistema até a câmara. estas devem ser soldadas como reforço. 6. b) um diâmetro para tanques de diâmetro de 15 m ou mais. de forma a permitir a elevação da câmara e a flexão do tubo de subida.5 vez (uma vez e meia) a altura do tanque a partir dos costados. em quantidade suficiente para formar uma cobertura eficiente.12. ou de mangueiras. São necessários hidrantes de solução de espuma. Onde dois ou mais proporcionadores de espuma estiverem instalados em paralelo.12.4.3. conforme especificado em 6.11. posições dos canhões e modo de aplicação podem reduzir a eficácia do jato de espuma.

4.reboques são preferíveis aos fixos..4..4.50 minutos.4..7 Nos casos em que o sistema de combate a incêndio por espuma seja composto unicamente por linhas de espuma e/ou canhões monitores.068 x 10-4 m²/S a 50º C).8ºC podem exigir taxas de aplicação mais altas. Em todo caso.. Esta técnica deve ser continuada até a extinção completa do fogo. O tempo de trânsito da solução. o tempo transcorrido entre a injeção do LGE na água e a indução de ar pode ser limitado.1. combustíveis e solventes polares. 2) querosene..2. sendo que a vazão deste último deve ser calculada em função da taxa de aplicação e o diâmetro do tanque considerado. resíduo viscoso seco (mais de 1. podendo exigir taxas de aplicação de 8 L/min/m² ou mais altas. especialmente para cada produto. 2) deve-se atuar com cuidado ao se aplicarem jatos de espuma em produtos de alta viscosidade aquecidos acima de 93ºC.4. etc.2. para aqueles com diâmetro até 09 (nove) metros.1.35 minutos. devem ser previstas linhas para a proteção da bacia de contenção de acordo com a tabela 3 e outra linha (ou canhão) para a proteção do tanque.2. óleos combustíveis leves. no mínimo. pode causar também violenta erupção turbilhonar e transbordamento do produto. exige LGE testados.2. 6. 2) Para a proteção de líquidos inflamáveis ou combustíveis que são altamente tóxicos. 6. Taxas convenientes de aplicação devem ser determinadas por teste.2. 6. A proteção de produtos como aminas e anidridos. etc. para o tempo mínimo descrito em 6.3. O procedimento de combate a incêndios em áreas isoladas por diques é extinguir ou limitar com segurança uma área e seguir avançar para extinguir a próxima seção dentro do dique.3ºC.5 L/min/m² de superfície do líquido a ser protegido. 6..2. 6. Os sistemas que usam espumas exigem projetos especiais de engenharia. método de aplicação e características do produto. 6.1 Geral Os suprimentos a serem mantidos devem ser a soma das quantidades definidas em 6. dependendo das características do LGE da temperatura da água e da natureza do risco a proteger. falhas na mistura (água + LGE) dentro dos limites recomendados de concentração. Misturas de líquidos inflamáveis com um faixa ampla de pontos de ebulição podem desenvolver uma onda de calor após queima prolongada.. com os pontos de fulgor acima de 93.4. Embora o baixo conteúdo de água na espuma possa resfriar beneficamente tais combustíveis. Diesel.4.5 L/min/m².4. líquidos solúveis em água e certos líquidos inflamáveis. obedecendo às mesmas distâncias descritas em 6. podem ser necessárias maiores taxas de aplicação para se reduzir o risco ao pessoal. com os pontos de fulgor de 37.3...5 vez (uma vez e meia) a altura do tanque a partir do seu costado.5 Aplicar as recomendações da segunda e da terceira subalíneas de 6.4 Para LGE aprovados somente para descarga tipo I deve ser consultado o fabricante. 6. os fabricantes do LGE e do equipamento gerador de espuma devem ser consultados quanto às limitações e recomendações baseadas em testes práticos.2 Taxas de aplicação A taxa mínima de aplicação baseada na premissa de que toda a espuma possa alcançar a área a proteger deve ser a seguinte: Na determinação das exigências totais de vazão da solução.6.3.6 Produtos como álcool isopropílico.3ºC. a taxa de aplicação da solução deve ser. É de fundamental importância à obediência às recomendações do fabricante do LGE utilizado.. Caso contrário.2.3. Notas: 1) A resistência da espuma tipo álcool pode ser afetada adversamente por fatores como tempo excessivo de trânsito da solução.4.4..2.4.3 As taxas de aplicação mínimas recomendadas para LGE aprovados para descarga tipo II devem ser 9. É de fundamental importância à obediência às recomendações do fabricante do LGE.3 Suprimento de LGE 6. Em geral as espumas tipo álcool podem ser efetivamente aplicadas por meio de motores ou linhas de espuma em focos de vazamento. O tempo máximo de trânsito da solução para cada instalação deve estar dentro dos limites estabelecidos pelo fabricante do LGE. cetona metiloisobutílica. providenciando-se cobertura mais rápida.1 Para hidrocarbonetos líquidos: a) para a proteção de tanques.1. Deve-se tomar cuidado quando da aplicação da espuma ou líquidos que estão aquecidos acima do ponto de ebulição da água.2 Tempos mínimos da descarga O equipamento deve ser capaz de funcionar com a taxa mínima de descarga de 6. 6.8 l/min/m². os jatos devem ser limitados para uso com LGE especiais tipo álcool aprovado para a descarga tipo II.. de 6.7. monômero de metacrilatometílico.2. ou seja.. 6. uso de dispositivos geradores não projetados especificamente para a aplicação.2.2. 6..3 a 6. para os seguintes períodos de tempo: a) para tanques contendo hidrocarbonetos líquidos: 1) óleos lubrificantes. exigem o uso de espumas tipo álcool. que são especialmente destruidores de espuma.2 Para outros líquidos inflamáveis e combustíveis que exigem LGE especiais.4. (1) óleos combustíveis secos. os quais são destruidores de espuma comuns..2.3.2. álcool butílico. devem ser consideradas as perdas potenciais de espuma ao vento e a outros fatores indicados em na nota 1 do item 6. fora dos diques.4.3.4.8ºC a 93.1 Os hidrantes devem ser localizados à distância de 1. e de 15 m a 75 m do costado para os tanques com diâmetros superiores a 09 (nove) metros.4.. 6. éter isopropílico e misturas de solventes polares em geral podem exigir taxas de aplicação mais altas.4. conforme estabelecido em 6.4.1.4.3.8 Nos sistemas com canhões monitores. os tubos de espuma ou solução devem terminar em conexões que fiquem a uma distância segura dos tanques. 6.7.. pressões de operação.3..4.2. b) aplicar as recomendações da segunda e da terceira subalíneas de 6. quando a profundidade não ultrapassar 25mm. . Notas: 1) 1íquidos inflamáveis com ponto de ebulição inferior a 37.

O tempo de operação deve ser de 65 minutos à taxa de aplicação especificada..5..4. funcionando simultaneamente. de forma que toda área de risco seja protegida com pelo menos uma linha de comprimento máximo de 30 m.3.5.1 Armazéns que contenham líquidos combustíveis ou inflamáveis acondicionados. 6.5 Linhas de espuma para proteção de líquidos combustíveis ou inflamáveis acondicionados 6. b) para tanques contendo outros líquidos inflamáveis e combustíveis que exigem espumas especiais.13.6. 6. 6.2 O número de linhas de espuma deve ser determinado em função da área a ser protegida obedecendo ao critério descrito em 6.4.5.3) gasolina.4...3.6 As disposições acima se aplicam aos locais onde houver processos com manipulação de líquidos combustíveis ou inflamáveis..3. b) devem ser calculadas duas linhas de espuma de 400 l/min..4.5. benzol.000 litros.1. 6.3.3 Descargas mínimas de solução de espuma: a) deve ser calculada uma linha de espuma de 400 l/min. a menos que o fabricante do LGE tenha estabelecido outro valor.4 Exigências relativas a jatos suplementares de mangueiras e hidrantes.4.4.4. com os pontos de fulgor abaixo de 37. 6. 6. 6. Jatos adicionais de espuma devem ser previstos como proteção adicional para incêndios no solo.3.2 e 6.3.3.4 Tempos mínimos de descarga da solução de espuma O tempo mínimo de aplicação..4.3 Exigências para tanques A quantidade de LGE deve ser determinada pela multiplicação da vazão total em L/min para cada tanque.4. 6.4. nafta. pelo tempo indicado no item 6. 6. Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE como especificado em 6. O maior valor resultante deve determinar a quantidade adequada. Devem ser as mesmas que foram especificadas em 6.5 Exigências relativas ao enchimento das tubulações.. pelo menos como especificado em 6.. devem ser protegidos por linhas de espuma. independente do produto armazenado é de 20 minutos.1 São considerados armazéns individuais aqueles que atendam aos critérios construtivos e afastamentos estabelecidos na IT 22. quando existir um hidrante na área a ser protegida.1.5 Suprimento de reserva de LGE Deve haver um estoque de reserva de LGE.5.65 minutos.4. como especificado no item 6.2.3.5. diesel automotivo e líquidos similares.. com volume médio de estoque superior a 20.3.. 6.3. quando existirem dois ou mais hidrantes na área a ser protegida.5..5. 6.65 minutos.8ºC. espumas tipo álcool exigem procedimentos especiais de conforme indicado em 6. 4) petróleo cru .3. .4.2.2.

ANEXO A Figura 1 .Guia de Qualidade da espuma para tanques de armazenamento .

o maior tanque de gasolina tem 31.000 l.000 + 24. h) quantidade de solução água-extrato para operação de linhas de mangueira (2 linhas de 400 l/min).5%) para suprimento do sistema com câmara tipo I 3. 800 x 30 = 24.000 = 6. l) quantidade de extrato (6%) para suprimento do sistema com câmara tipo I 6/100 x 197.5/100 x 197.6 m b) área do tanque = 785 m² c) quantidade de solução água-extrato para proteção do tanque 785 x 6. a) Diâmetro do tanque = 31. i) quantidade total de solução água-extrato para operação do sistema com câmaras tipo I 153. n) quantidade de extrato (6%) para suprimento do sistema com câmaras tipo II 6/100 x 324. k) quantidade de extrato (3.ANEXO “B” EXEMPLO ILUSTRATIVO DE CÁLCULO DE SISTEMA DE ESPUMA 1) Em um parque de armazenamento de inflamáveis.100 x 55 = 280.5% e 6%.100 x 30 = 153.500 l.5/100 x 324.000 + 24.500 l.5%) para suprimento do sistema com câmaras tipo II 3. ento d) quantidade de solução água-extrato para proteção do dique (2 linhas 400 l/min) 400 x 2 = 800 l/min.000 l.800 l.500 = 19. Calcular o sistema fixo de espuma e o suprimento de extrato e água necessários. e) quantidade de solução água-extrato para enchimento da canalização 20.100 l/min.5 = 5.000 = 324.500 l. com câmaras de Tipo I e II e extrato a 3.000 l (estimado) f) quantidade de solução água-extrato para operação de câmaras tipo I 5.500 l.500 = 11.000= 1.000 + 20.000 l.500 + 20.6 m de diâmetro. m) quantidade de extrato (3. p) número mínimo de câmaras = 2 câmaras . g) quantidade de solução água-extrato para operação de câmaras tipo II 5. o) quantidade de extrato (6%) para suprimento das linhas manuais 6/100 x 24.000 = 197. j) quantidade total de solução água-extrato para operação do sistema com câmaras tipo II 280.000 = 11.900 l.350 l.

Definições 5 – Procedimentos .Objetivo 2 .IT .21 SISTEMA FIXO DE GASES PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1.Aplicação 3 .Referências Bibliográficas 4 .

NBR 12232 – Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com gás carbônico (CO2) por inundação total para transformadores e reatores de potência contendo óleo isolante. 5. a fim de garantir o correto funcionamento dos equipamentos e a segurança das pessoas.190-000 Site: www. maus condutores de eletricidade e não corrosivos.2 O emprego de sistemas fixos de gases é recomendável nas situações em que o uso da água ou outro agente extintor pode causar danos adicionais aos objetos ou equipamentos daquela edificação. b) Aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás diretamente sobre o material que queima.mg. NFPA – 2001 – Standard on clean agent fire estinguinshing systems.130. b) equipamentos ou objetos com alto valor agregado e sensíveis ao uso dos agentes extintores convencionais .: O CO2 não é considerado gás limpo por sua ação asfixiante na concentração de extinção. etc). 4 DEFINIÇÕES 4. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.bombeiros.1 O Responsável Técnico deve analisar as características da edificação e de comum acordo com o proprietário.270. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.br Email: dat3@cbmmg. de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado. decidir pelo emprego de sistemas fixos de gases. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. justificando o não emprego da água. Obs. São inodoros. por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido. 355 . Decreto Estadual nº 44.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 21 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. ou ainda quando os resíduos do combate a incêndio são difíceis de serem controlados e podem trazer danos ao meio ambiente. quando houver risco pessoal no uso do agente extintor convencional.mg.gov.Bairro Centro CEP 30. 2 APLICAÇÃO 2. incolores. NBR 9441 – Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. dividem-se em compostos halogenados em mistura de gases inertes. NFPA – 12 – Standard on carbon dioxide estinguinshing systems. ou equipamentos é elevado. Augusto de Lima.1 Esta Instrução Técnica se aplica em locais cujo emprego de água é desaconselhável para o combate a incêndios em virtude de riscos decorrentes de sua utilização ou para aqueles locais cujo valor agregado dos objetos. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Podem ser de comando automático ou manual. Exemplos: a) objetos de valor inestimável (obras de arte.1 Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de ozônio.br SISTEMA FIXO DE GASES PARA COMBATE A INCÊNDIO 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as exigências técnicas e operacionais para as instalações de sistema fixo de gases para combate a incêndio.gov. 5 PROCEDIMENTOS 5. 3 REFERÊNCIA NORMATIVA Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. a) Inundação total: Descarga de gases.

5. produtos radioativos.9 Excepcionalmente. 5.6 Não podem ser utilizados como agentes extintores quaisquer gases que provoquem a destruição da camada de ozônio. mas não substituí-los. d) locais onde haja necessidade de isolamento do meio externo (laboratórios onde se armazenam agentes patológicos. ou.11 Devem ser apresentados os seguintes laudos: a) laudo de funcionamento do sistema fixo e respectiva ART do Responsável Técnico. 5. b) tipo de sistema fixo (inundação total ou aplicação local). . e) dados ou informações de valor inestimável (CPD. quando não é possível controlar a água residual do combate a incêndios. concentração de projeto em percentagem e em volume. e) se automático. o agente escolhido deve ser certificado como gás limpo. como: nível de concentração onde não se observam efeitos adversos às pessoas. b) laudo técnico do agente extintor (gás) que declare a não toxidade à saúde humana e a não agressividade ao meio ambiente na concentração de projeto.3 No projeto técnico de proteção contra incêndios devem ser apresentadas as seguintes informações: a) norma adotada. conforme Protocolo de Montreal. (Ex: quando da abertura da porta de acesso em contêiner de torres de telefonia celular). por organismo de certificação reconhecido pelo Sistema Brasileiro de Certificação.(máquinas automatizadas em linhas de produção. os pontos de detecção e a localização do(s) cilindro(s) do sistema fixo. os sistemas de chuveiros automáticos podem ser substituídos pelo sistema fixo de gases limpos. c) agente extintor empregado. por organismo internacional de ensaio e certificação.10 Nos locais onde o emprego da água pode danificar equipamentos. Deve ser previsto desligamento automático do sistema fixo de gás quando da entrada de pessoa no ambiente. volume total armazenado nos cilindros e outras. 5. mangotinhos e chuveiros automáticos). etc).7 Deve ser adotada a simbologia gráfica conforme dispõe a IT 03 . exceto o CO2. c) equipamentos energizados (transformadores. porém sujeitos à manutenção eventual. Para tanto. arquivos convencionais de documentos importantes. etc). 5. h) indicar em planta o local ou equipamento a ser protegido. localização da central de alarme e baterias do sistema de detecção utilizado no acionamento do sistema fixo. 5.4 Nos locais onde houver presença humana não podem ser utilizados sistemas de inundação total com agentes extintores cuja concentração de projeto é superior ao nível de concentração onde não se observam efeitos adversos às pessoas. etc). (Ex: HALON). g) indicar o tempo de retardo para evacuação do local protegido antes do acionamento do sistema fixo.5 Nos locais onde não houver presença humana e protegidos com sistema de inundação total utilizando agente extintor na concentração acima daquela onde não se observam efeitos adversos às pessoas. indicar em planta a localização do ponto de acionamento alternativo do sistema. 5. na falta deste. o sistema de chuveiros automáticos pode ser acionado manualmente quando o sistema fixo de gases limpos não tiver sido eficiente. conforme seja necessário. etc). i) apresentar especificações do agente utilizado.8 Os sistemas fixos de gases para combate a incêndio podem complementar. (Ex: sistema de inundação total com CO2 nos CPD). centrais de sensoreamento remoto. controles de subestações elétricas. centrais de telecomunicações. f) localização em planta do ponto de desativação do sistema. 5. 5. nos casos onde seja necessário evitar contaminação do ambiente externo.Símbolos Gráficos para Projeto de Segurança Contra Incêndio. CPD. agindo antes dos sistemas hidráulicos (hidrantes. nível mais baixo de concentração onde se observam efeitos adversos às pessoas. d) forma de acionamento (manual ou automático).

IT – 22 ARMAZENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A .Detalhe de arrumação de armazenagem fracionada 3 – Referências Normativas e Bibliográficas C – Exemplo de recipiente para classe de líquido inflamável com aspersores ou equivalente 4 – Definições 5 – Procedimentos de afastamento 6 .Isolamento de tanques – risco isolado .Procedimento de controle de vazamento 7 .Proteção por extintores de incêndio 8 .Tabelas de distanciamentos B .

de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. d) armazenagem de líquidos criogênicos e gases liquefeitos. NR-20 – Líquidos combustíveis e inflamáveis. consultar as normas abaixo ou outras específicas: NFPA 30 – Flammable and combustible liquids code.Segurança nas instalações de produção. 2. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR-7505 . aplicam-se as definições constantes da IT 02 . welded. tais como aeroportos. Parte 1: Armazenagem em tanques estacionários. manuseio e transporte de etanol (álcool etílico).1 Esta Instrução Técnica não se aplica: a) armazenagem de líquidos reativos ou instáveis. b) armazenagem de álcool carburante em usina. NBR-5418 .190-000 Site: www.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições mínimas necessárias para as instalações de armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis. e) aspectos toxicológicos dos produtos. NB-98 – Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis. or Vapors and of Hazardous (Classified) Locations for Electrical Installations in Chemical Process Areas. NFPA 69 – Standard on Explosion Prevention Systems.1 Para os efeitos desta Instrução Técnica.gov. 4 DEFINIÇÕES 4. NBR-7820 .1. API 650 – Welded steel tanks for oil storage.mg. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. 3. NFPA 497 – Recommended Practice for the Classification of Flammable Liquids. . atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. NBR-7505 . Gases. 2 APLICAÇÃO 2. armazenamento. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.Procedimento.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e Art 3o do Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.br Email: dat3@cbmmg. f) instalações de armazenagem de líquidos combustíveis e inflamáveis que disponham de Normas Brasileiras específicas. Decreto Estadual nº 44.2 Na ausência de informações desta Instrução Técnica.Bairro Centro CEP 30. c) instalações marítimas off-shore. Parte 4: Proteção contra incêndio.bombeiros.130. API 620 – Recommended rules for disign and construction of large.Armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis.Instalações elétricas em ambiente com líquidos.270.mg.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 22 ARMAZENAGEM DE LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. no tocante a afastamentos e controle de vazamentos.gov. Augusto de Lima. gases e vapores inflamáveis .1 Esta Instrução Técnica se aplica às edificações ou áreas de risco em que haja armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis. 355 . NBR 7974 – Produtos de Petróleo – Determinação do Ponto de Fulgor pelo Vaso Fechado TAG. low pressure storage tanks.Armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis.

5 PROCEDIMENTOS DE AFASTAMENTOS 5.1 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva e líquidos instáveis e classe IIIB). medida no topo do tanque 5. 4.1.1 Armazenamento de líquidos Classe I.2.4ºC . com ou sem acabamento ou em terreno natural. 5. cicloexano e óleo fúsel em unidades de processamento de álcool 5. ou de choque mecânico.2 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37. 5. 4.1.1. subdividindo-se em: a) classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22.1.4 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos combustíveis classe IIIB (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva).10 Posto de serviço: Local público onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos. 4. II. desde satisfação as recomendações deste item.2 kPa manométricas (2.8ºC – todos os tipos de gasolina (incluindo gasolina de aviação). 5. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 5 do anexo A. 5.1.9 Posto de abastecimento interno: Instalação interna a uma indústria ou empresa cuja finalidade única é o abastecimento de combustível e ou lubrificantes para sua frota própria ou de seu uso. conforme o caso. 5 e 6 5.1 A distância mínima do costado de um tanque e a base interna do dique é de 1.1. 5.8ºC. sobre piso.5 m.2. e) a base interna de um dique.1. no interior de edificações. 2. deverá ser localizado de acordo com a tabela 4 do anexo A.2 Para os espaçamentos relativos a tanques de superfície fora dos parques de tanques nas Unidades de Produção seguirá o disposto nesta Instrução. 5. podendo ser edificada ou aberta. 5. se tornem auto-reativos e. b) classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22.1 Deverão ser previstos os espaçamentos da NBR 7820. 4.2.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37.8ºC.2 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis contidos em tanques estacionários de superfície.7 Área de armazenamento: é aquela destinada à guarda de materiais. em conseqüência.1 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37.1 As distâncias de segurança são aquelas compreendidas entre o costado do tanque e: a) o costado de um outro tanque ou vaso de pressão.todos os tipos de óleo combustível. polimerizem ou venham a explodir. 5. 4.5 psi) ou equipado com respiradouros de emergência. c) classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22. c) a parte externa mais próxima de um equipamento fixo.8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37. 4. 4.2 kPa manométricas (2. 5. c) classe IIIB: Líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93.3 As demais distâncias mínimas de segurança encontram-se nas tabelas 1.4 kPa (15 psi). no estado puro ou nas especificações comerciais.1.2. IIIA e IIIB são permitidas.6 Área total da edificação: somatória da área a construir e da área construída de uma edificação. que não permitam que a pressão ultrapasse aqueles limites.1.2 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis (exceto os sujeitos a ebulição eruptiva e líquidos instáveis e classe IIIB). – solventes (conforme ficha de segurança do produto). .3 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que. operando a pressões iguais ou inferiores a 17. por efeito de variação de temperatura e pressão. suficientes para evitar a propagação de incêndio de uma edificacão para a outra.8 Risco isolado: Risco separado dos demais por paredes ou espaços desocupados. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 1 do anexo A.1.8ºC. 4.5 Área construída: é a somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação.2 O espaçamento entre tanques deve ser determinado conforme a tabela 7. etc.1. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 2 do anexo A. 5.5 Todo tanque de superfície utilizado para armazenagem de líquidos inflamáveis ou combustíveis sujeitos a ebulição eruptiva. aeronaves.8ºC e inferior a 60ºC – todos os tipos de óleo diesel.3 Todo tanque de superfície usado para armazenagem de líquidos instáveis. 4.1.4 Área a construir: é a somatória das áreas em metros quadrados a serem construídas de uma edificação.4ºC .11 Posto de abastecimento: Local restrito onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos.4 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de tanques no interior de edifícios 5.1. 4. 4. à pressão manométrica igual ou inferior a 103.4. barcos. esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada. aguarrás e querosene (iluminante e de aviação).3. operando a pressões superiores a 17. na estocagem ou no transporte. que permitam pressões superiores às mencionadas. b) classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93.3 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem de etanol (álcool etílico).2.8ºC – todos os tipos de álcool.todos os tipos de lubrificantes.5 psi) ou equipado com respiradouros de emergência. 4.1.Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. deverá ser localizado de acordo com a Tabela 3 do anexo A. d) o limite de propriedade. b) a parede externa mais próxima ou projeção da cobertura de uma edificação.3. subdividido como segue: a) classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. também conhecido como líquido Classe I. se decomponham.

4. a 15 metros de distância de edifícios ou do limite mais próximo da propriedade adjacente.4 Os pisos dos locais de armazenagem devem ser de material incombustível. o ponto de abastecimento deve ser separado das outras edificações por paredes ou barreiras. As portas de acesso às bombas de abastecimento devem ser de fechamento automático. 5. A qualidade dos gases deverá ser definida pelo órgão ambiental competente. 5. ou em compartimentos especiais.. o topo e o fundo do compartimento deverão ser de concreto armado. trocador de calor.4.000 litros. A descarga destes gases deverá se realizar na parte externa da edificação. a qualquer momento.3 Nenhum tanque que não seja enterrado pode ser localizado à distância horizontal inferior a 3. que não poderá estar interligada ao sistema de ventilação de outra parte da edificação ou de outro local.5 m ao redor do . a 50%.4 A saída dos vapores dos dispositivos de alívio de pressão que forem regulados para uma pressão de abertura superior a 17.2 A armazenagem de quantidades maiores do que 300 tambores de líquidos inflamáveis das Classes II e III deverá ser dividida em grupos. de forma a não constituir riscos para outras instalações ou para terceiros. O acúmulo de vapores inflamáveis. 5. com a finalidade de ventilação. evidenciado por um detector de vapores combustíveis.4.1 Os dispositivos de alívio de pressão de tanques que armazenam líquidos das classes IA.2 kPa deve ter sua saída direcionada de tal maneira que previna o aquecimento ou a chama direta em qualquer parte do tanque. deverá ser considerado como violação do estabelecido nesta IT. aprovado.5.4. dentro dos limites de inflamabilidade ou explosividade. resistência mínima ao fogo de 1½ hora. deverão ser no nível do piso e deverão estar desobstruídas. pelo menos.4.5. 5. 5. 5.1 Deverá possuir ventilação suficiente para impedir. Deverá ficar pelo menos 3.5 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem fracionada fora de edifícios 5.4. obstruindo a passagem de vapores.000 litros.4 Os dispositivos de alívio de pressão de tanques devem estar localizados na parte externa do edifício. distância de segurança ao seu redor de 2. pelo menos.7. com resistência mínima ao fogo de 2 (duas) horas.7.4. etc. no evento da combustão dos vapores que estiverem sendo exalados.2. cada grupo com o limite máximo de 300 tambores. produzir corrosão ou tamponamento.) devem ser construídas de material não-combustível. condensar ou cristalizar.7. insetos. cada grupo com o limite máximo de 100 tambores localizados.2 No projeto do sistema de ventilação deve-se considerar a densidade relativamente alta dos vapores combustíveis. sem aterro.00 m de qualquer fonte de calor. caso exista um sistema de chuveiros automáticos de água ou espuma. confinado em local que restrinja a sua funcionalidade ou no interior do edifício.4.4.2 No caso da armazenagem com líquidos das classes IB e IC é permitido apenas a utilização de corta chama. Esses tanques geralmente são abastecidos por outros tanques fora da edificação. As conexões dos tanques deverão ser construídas e instaladas de tal forma que nem vapores nem líquidos possam escapar para dentro do compartimento. a qualquer momento. 5.4. somente no topo.4.5 Outros equipamentos associados com tanques de armazenamento. deverá ser localizada a uma distância mínima de 7. e cada grupo de tambores deverá ser separado dos outros grupos por uma distância mínima de 10 metros.4. 5. 5. porém deverá ter controle de vazamento. Sua operacionalidade não poderá ser afetada por água de chuva. aquecedor. possuindo abertura de inspeção. de espessura mínima de 15 cm. após tratamento por filtros. Os acessos devem permanecer desobstruídos. preferência no pavimento térreo ou mezanino técnico (utilizado para o líquido ser utilizado por gravidade).4.4. A ventilação do ambiente deve ser como se segue: 5.2 Líquidos inflamáveis e combustíveis deverão ser armazenados em tanques enterrados. Não poderão estar localizadas em áreas não seguras ou de risco.4. 5. Nesse caso o tanque poderá ficar no interior da edificação. 5. Todos os materiais de acabamento e revestimento da instalação (portas. com resistência mínima ao fogo de duas horas. tais como bomba.3 Estas distâncias poderão ser reduzidas. janelas. considerando uma faixa lateral de 1.4. localizados. Onde a ventilação natural for insuficiente para impedir. 5.4. preferencialmente em concreto. Não poderá ser obstruído.5. exceto no caso do item 5. As aberturas de ventilação deverão ser realizadas por dutos com válvula tipo “damper”. individual ou coletivo.6 Fica proibido a instalação de tanque no interior de edificações. a 20 metros de distância de edifícios ou do limite mais próximo da propriedade adjacente e cada grupo de recipientes deverá ser separado dos outros grupos por uma distância mínima de 15 metros. 5.4. etc.7 Quando houver a necessidade de tanque de consumo no interior da edificação (parte do processo para abastecimento exclusivo de equipamento) a capacidade deste não pode ser superior a 2.1 O compartimento especial deve ser substancialmente impermeável a líquidos e hermético a vapores ou gases. Deverão ser providenciados meios para que possa ser utilizado equipamento portátil que sirva para retirar quaisquer vapores que se possam acumular em caso de vazamento. o acúmulo de vapores inflamáveis.5.1 A armazenagem de quantidades maiores do que 100 tambores de líquidos inflamáveis da Classe I deverá ser dividida em grupos. As aberturas para o exterior. sujeita à chama ou calor. filtro.0 metros e a instalação elétrica deve ser antiexplosão nessa área. em desnível de 0. com volume superior a 25.8 Para instalações no interior de edificações. deverá ser instalada e usada ventilação forçada.6 metros. nesse caso deverá haver uma válvula de bloqueio fora da edificação. o acúmulo de vapores inflamáveis. permitindo-se o uso de venezianas ou telas grossas. Os lados. sol. 5. 5.3 Não deverão ser usados dispositivos de alívio de pressão e vácuo ou corta chamas nos tanques que armazenam líquidos inflamáveis das classes IB e IC cujos vapores possam se congelar. 5.15 m em relação ao piso do local.4.6 metros acima da linha do solo. em conjunto com um sistema de drenagem para local distante.5. IB e IC devem permanecer normalmente fechados exceto quando na função de alívio da pressão ou do vácuo.

3 Serviço Profissional. 5.1.1.6 Adota-se este procedimento quando houver armazenagem fracionada no interior de edifícios 5. instaladas de maneira a fecharem. devem ter paredes.1 5. com resistência ao fogo não inferior a duas horas.2. que. 5.1.6.7. Caso o armazém esteja situado a uma distância menor que 3 m do limite da propriedade adjacente. ainda assim. 5. a parede contígua a essa propriedade deve ser não combustível.2. conduzem a um tanque de contenção. de acordo com o item 6. Essa armazenagem deve ser feita em recipientes metálicos ou latões de segurança.1. 5. fechados. que não constitua risco para líquidos inflamáveis e combustíveis. a parede contígua a essa propriedade deve ser sem interrupção.6. para conter o líquido em caso de vazamento.1. Caso o armazém esteja situado a uma distância de 3 a 10 m de um prédio ou limite da propriedade adjacente. construídas de acordo com o item 5. a parede contígua deve ser sem interrupção.6. a armazenagem deve ser efetuada em recipientes fechados. ou elétrica a provada para os locais de perigo classe I. Serviço de Saúde e Institucional: a armazenagem deve ser limitada ao que for necessário para limpeza. do tipo aprovado. tal estoque deve ser guardado em salas ou partes do edifício que cumpram as exigências de construção do item 5. que não ultrapassem a capacidade individual de 1. exceto quando em lojas de varejo de um só pavimento.2.6. sem interrupção. 5. dos quais não pode ser mais do que 220 litros de líquidos inflamáveis (Classe I). escadas ou áreas normalmente usadas para a saída ou passagem de pessoas. interligadas entre si.6.4 Comercial: em salas ou áreas acessíveis ao público. 5. sendo preferida ventilação natural à ventilação mecânica.7. nos laboratórios e em outros pontos de uso. na qual posteriormente possa ser feita uma construção. em salas resistentes ao fogo.1.6. Educacional. b) poço de monitoramento de vapor. exceto os necessários para a manutenção e operação dos equipamentos específicos do prédio.1 Este item aplica-se à armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis em tambores ou outros recipientes portáteis.2.1.1 Projeto e construção armazenamento interno de salas de 5. Onde o estoque excede 650 litros.6.1.2.1. 5. Local de Reunião de Público. Material não combustível.1. em caso de incêndio. 5.5 Indústria: a armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis deve ser feita de acordo com a Tabela 8. Esta proteção deve ser exercida por uma ou mais das normas técnicas abaixo. conforme NBR 13786 ou determinações do Órgão Ambiental competente. com resistência mínima contra o fogo de 180 minutos.2. A calefação deve ser restringida às unidades de vapor de baixa pressão. pisos e tetos construídos de material não combustível. 5.4 Deverá ser providenciada ventilação adequada. feita de material não combustível: as soleiras ou rampas terão.5 Equipamentos e fiação elétricos situados nas salas de armazenamento interno usados para líquidos inflamáveis devem ser do tipo antiexplosão. as portas deverão ser corta-fogo.6. Caso o depósito esteja situado a uma distância de 10 a 15 m de um prédio ou limite da propriedade adjacente.6. automaticamente.1.1 Salas de armazenamento interno deverão obedecer às seguintes exigências gerais de construção: paredes. à prova de passagem de líquidos. em quantidades limitadas ao necessário para exibição aos clientes e para fins mercantis.local de armazenamento. com resistência mínima contra o fogo de 240 minutos. devem estar colocados em recipientes não maiores que um litro ou em latões de segurança.1.6. evitando que atinja outras áreas de armazenagem ou edifícios. demonstrações e serviços próprios de laboratório.6. pisos e tetos com resistência mínima contra o fogo não inferior a 60 minutos. na qual posteriormente possa ser feita uma construção.7 Adota-se este procedimento quando se tratar de postos de abastecimento e serviços com tanques subterrâneos 5. na qual posteriormente possa ser feita uma construção. guardados em compartimentos para armazenagem ou recintos que não possuam portas que se comuniquem com partes do edifício usadas pelo público.2 Residencial e Serviço de Hospedagem: é proibida a armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis.6. ou água quente.2. em substituição das soleiras e rampas. que. com resistência mínima contra o fogo de 120 minutos. 5.1 Líquidos inflamáveis e combustíveis: não devem ser armazenados (inclusive para venda) nas proximidades de saídas.15 m de altura.6. são canaletas de contenção. Líquidos inflamáveis e combustíveis.3 Uma alternativa permissível. em conformidade com a Resolução CONAMA 273: a) poço de monitoramento de águas subterrâneas. pode estar armazenado na mesma área. . A área de armazenagem deverá ser livre de vegetação e de outros materiais combustíveis.2 Aberturas para outras salas ou edifícios serão providas de soleiras ou rampas elevadas.2 Formas de armazenagem e suas limitações 5. Os depósitos devem ser construídos de material não combustível.6. 5. 5.1.6.6.1. no interior das edificações.1 Os postos de serviço e garagens devem possuir equipamentos ou sistemas que evitem a contaminação do subsolo devido a vazamentos.6.6 Depósito: a armazenagem deve ser feita de acordo com a Tabela 8. A armazenagem deve ser feita conforme item 5. Cultura Física. pelo menos 0. derramamentos e transbordamentos dos produtos.000 litros. A proteção contra vazamento deve ser feita por meio de sistemas associados ou não a equipamentos que evitem a contaminação do subsolo com produto ou que detectem imediatamente um vazamento.6.

mantidas fechadas. e) monitoramento em sistemas de contenção secundária.4 Quando o líquido inflamável ou combustível se enquadrar no item 5. d) declive do piso de no mínimo 1% na direção do ponto de coleta nos primeiros 15 metros a partir do tanque ou até o dique. j) caixa separadora de água e óleo.5.3 Devem ser providos meios para evitar que qualquer descarga acidental de líquidos Classe I.1 A bacia de contenção deve ser adjacente no mínimo a duas vias diferentes. 6. produtos sujeitos a ebulição turbilhonar ou óleos combustíveis a tanques que contenham produtos das classes I. 6. em conformidade com a Resolução CONAMA 273/2000.5.4 A bacia de contenção deve atender as seguintes condições: a) a capacidade volumétrica da bacia de contenção deve ser. 6.8. Estas vias devem ser pavimentadas ou estabilizadas a ter largura compatível para a passagem simultânea de dois veículos de combate a incêndio. a empresa deverá apresentar a Licença de Operação – LO ou o protocolo de entrega da documentação no Órgão Ambiental (FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais). o que for maior. no mínimo. A proteção contra vazamento deve ser feita por meio de sistemas associados ou não a equipamentos que evitem a contaminação do subsolo com produto ou que detectem imediatamente um vazamento. ameace instalações importantes. d) válvula de retenção na linha de sucção.1 Todos os tanques que armazenam líquidos combustíveis e/ou inflamáveis deverão ser providos de bacias de contenção (exceto os tanques subterrâneos). as válvulas do sistema de drenagem deve estar posicionadas a pelo menos 15 metros do dique e mantidas fechadas.2 Em locais. cuja instalação possua tanque enterrado ou subterrâneo. 5. cuja instalação possua armazenagem com acima de 15.3 Não são permitidos.8. desde que atenda no mínimo aos requisitos da Norma Brasileira. 5. deverão ser previstas as exigências da NBR 7820. Esta proteção deve ser exercida por uma ou mais das técnicas. enterrado ou subterrâneo. 5.c) ensaio de estanqueidade que devem contemplar não só os tanques. l) contenção de vazamento na descarga. em uma mesma bacia de contenção. k) descarga selada. b) a capacidade volumétrica da bacia de contenção de tanques horizontais deve ser no mínimo igual ao volume de todos tanques horizontais nela contidos. f) proteção contra corrosão . propriedades adjacentes ou atinja cursos de água. Em instalações com capacidade até 1000 m³ será permitida a existência de apenas uma via para a passagem de um veículo de combate a incêndio ou 3 m. 5. conforme NBR 7505-1 ou determinações do Órgão Ambiental competente. o) alarme contra transbordamento. mas também suas tubulações. 6. n) proteção da linha do respiro do tanque. mais o volume de deslocamento da base deste tanque. mais os volumes equivalentes aos deslocamentos dos demais tanques. Quando estes canais de fuga passarem próximo de edificações ou áreas de risco.2 A área ocupada pelos tanques deve dispor de recursos de controle de vazamento de produto. derramamentos e transbordamentos dos produtos. 5. h) contenção de vazamento sob a unidade abastecedora.7. para não expor a perigo devem ser fechados. g) câmara de acesso a boca-de-visita. igual ao volume do maior tanque. Tais recursos devem ser construídos por diques que formem uma bacia de contenção ao redor dos tanques ou por bacias de contenção a distância. vistoria e fiscalização dos órgãos competentes.8.3. II a IIIA.2 Não é permitido qualquer construção diferente de tanque a suas tubulações no seu interior. c) no caso da bacia de contenção que possua um único tanque.000 litros (exclusive).5. suas bases a dos diques Intermediários. obedecendo a NBR 5418 ou outra internacionalmente aceita. 6.8.3 As bombas de transferência de produto devem ficar posicionadas fora da bacia de contenção. e) ser provida de meios que facilitem o acesso de pessoas a equipamentos ao seu interior. sua capacidade volumétrica deve ser no mínimo igual ao volume deste tanque mais o volume correspondente a base deste tanque. para conduzir o produto derramado ou vazado.1 As instalações projetadas e construídas devem obedecer às boas práticas de engenharia. com tanque aéreo. devendo ser adotado o maior destes valores. 6. ou 5 m. 6 PROCEDIMENTOS DE CONTROLE DE VAZAMENTO 6.5 Bacia de contenção 6. em situação normal e em casos de emergência. 5. Não é permitido bomba de transferência dentro da bacia de contenção. g) para tanques ou parque de tanques com armazenagem superior a 120 m3. com canais de fuga. aos procedimentos e controle de qualidade inerente e documentado adequadamente para viabilizar a aprovação.proteção catódica associada ao revestimento. . se necessário. tanques que contenham produtos aquecidos.8. i) canaleta de contenção na projeção da cobertura. a empresa deverá apresentar a Licença de Operação – LO ou o protocolo de entrega da documentação no Órgão Ambiental (FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais).5 Em locais. II ou IIIA. o que for maior. 6. m) proteção da linha de enchimento do tanque.4 Os postos de serviço e garagens devem possuir equipamentos ou sistemas que evitem a contaminação do subsolo devido a vazamentos.2 Todas as instalações e equipamentos elétricos nos parques de tanques devem ser adequados à classificação elétrica da área.5. f) seu sistema de drenagem deve ser dotado de válvulas posicionadas no lado externo.8 Adota-se este procedimento quando se tratar de postos de abastecimento e serviços com tanques aéreos 5.

podendo ser utilizada a tabela de afastamentos de tanques subterrâneos. Ext mín. caso o líquido drenado entre em combustão. Para o líquido classe IIIB. pode ser utilizada uma bacia de contenção a distância com capacidade parcial. com a anuência do Órgão Ambiental competente. ou a somatória da capacidade dos tanques. 6. 6.2 m de largura por 0. 40B:C 40B:C 40B:C SOBRE RODAS Quant. instalações ou propriedades adjacentes. o dique deve ser protegido da erosão. deverão cada camada ser compactada antes da deposição da camada seguinte.000 a 10. 6.1 Deve ser considerada a capacidade de cada tanque.7 Contenção externa de produtos fracionados acondicionados no interior de edifícios ou depósitos 6. c) aumento do número de canhões de espuma ou de resfriamento.6 m. a distância entre a borda do líquido e o limite de qualquer construção importante. considerando as movimentações do líquido e o agente extintor. conduzem a um tanque de contenção. c) os canais de fuga devem possuir selo hidráulico (sifão corta-chamas) que evite a propagação de chamas e seu encaminhamento deve ser tal que.6 Bacia de contenção a distância A contenção a distância poderá ser adotada atendendo as seguintes condições: a) a capacidade volumétrica da bacia de contenção a distância deve ser. Ext. 6.7. quando estiver cheia com sua capacidade máxima. adotando-se o mais alto entre os dois.Proteção por extintores EXTINTORES CAPACIDADE DE ARMAZENAGEM (LITROS) PORTÁTEIS Quant. não se aplicando para tanques horizontais.7. A diferença entre o volume necessário e a capacidade da bacia de contenção a distância deve ser provido pela contenção em torno dos tanques. a uma via na qual esta altura nos trechos frontais aos tanques não ultrapasse 3 m. com resistência mínima de 120 minutos. a mistura só pode ser retirada do tanque por meio de bomba a ar comprimido. 7. As canaletas de drenagem devem ser revestidas com material impermeável. deve ser de 3 m.2 m para compensar a redução originada pela acomodação do terreno. 80B:C 80B:C 80B:C . no mínimo. as chamas não exponham outros tanques. j) dique de terra deve ser construído com camadas sucessivas de espessura não superior a 0. i) um ou mais lados externos do dique pode ter altura superior a 3 m. d) construção de uma parede corta-fogo com resistência mínima de 120 minutos. horizontal a ter uma largura mínima de 0. 01 01 02 Cap.15 metros de profundidade. e compatível com o produto a ser bombeado.2 m para conter as movimentações do líquido e. antiexplosão e corrosão. para qualquer classe de produto. l) a superficie superior do dique de terra deve ser plana. desde que todos os tanques sejam adjacentes. deve ser assegurado por declive do piso de no mínimo 1% nos primeiros 15 m a partir do tanque. compatível com os produtos.6 alínea b.6 alínea c.7. medida pela parte interna. e dois metros da projeção das laterais do tanque. tais como: a) aumento da taxa de aplicação dos sistemas de resfriamento e espuma. no caso de dique de terra. não há necessidade do tanque de contenção. não deverão ser utilizado para este fim material de facil combustão.8 Adota-se este procedimento quando houver tanques existentes Para os tanques existentes que não cumprirem os afastamentos das normas em que devam se enquadrar. Inferior a 5.000 01 02 04 Cap. b) o escoamento do líquido para o canal de fuga.5. 6. conforme as exigências de 6. a altura do dique deve ser o somatório da altura que atenda a capacidade volumétrica da bacia de contenção. igual ao volume do maior tanque a ela interligado. na direção desse canal.000 De 5.4. mais 0. quando utilizado.4 A bacia de contenção deve possuir volume que possa conter o volume da maior pilha. e) a bacia de contenção a distância deve estar localizada de modo que.7. d) caso não seja viável prever 100% de capacidade de contenção a distância.000 a 20. seja no mínimo 15 m.3 m. 6. propriedade adjacente ou via pública. k) a distância mínima entre a base externa do dique (pé do dique) e o limite de propriedade não deverá ser inferior a 3 m. PROTEÇÃO INCÊNDIO POR EXTINTORES DE 7. esta parede deve ter os seus limites ultrapassando um metro acima do topo do tanque ou do edifício adjacente. como estabelecido acima. preenchida com areia. quando for isolado.1 A ocupação com presença de produtos perigosos em estado líquido deve ser contornada por canaleta de contenção. para a quantificação de agente extintor a ser utilizado.000 De 10. com as dimensões mínimas de 0. deverá ser apresentada proposta de proteções suplementares para ser analisada pelo CBMMG. exceto a alínea a. ou qualquer tanque. com inclinação de acordo com o item 6.2 No caso de acúmulo de líquido. b) adotar sistemas fixos de resfriamento ou cortinas de água. conforme a tabela a seguir: Tabela A .3 A canaleta de contenção deve ser construída de acordo com o item 6. de acordo com a tabela 8. que interligadas entre si. no mínimo. mais 0.h) a altura máxima do dique. e) construção de uma parede corta-fogo ao redor do tanque (altura acima do topo dos tanques horizontais).

para fins de proteção contra incêndio. 8. a não mais de 150 metros do tanque mais desfavorável. no mínimo duas vezes o diâmetro do maior tanque e em bacias de contenção distintas.1 e 8. 7. 7. 8. desde que tenha condições técnicas de conduzir estes extintores por veículo de emergência da própria edificação ou área de risco.000 a 100.3 É permitida a proteção por extintor. que ficará a critério do responsável pela área de risco. deve ser prevista proteção por extintores. com a interposição de uma parede corta-fogo com resistência mínima ao fogo de 120 minutos e ultrapassando a altura do maior tanque. ISOLAMENTO DE TANQUES – RISCO ISOLADO 8.3 Para armazenagem de líquidos em recipientes abertos deve ser considerada a proporção de 20B:C para cada metro quadrado de superfície de líquido inflamável.000 06 08 40B:C 40B:C 02 03 80B:C 80B:C 7. 7. em locais onde haja parques de tanques. poderão estar todos localizados e centralizados num abrigo sinalizado.2 Esta distância pode ser reduzida à metade.000 Acima de 100. quando distanciarem entre si. . 7. 8.1 Os tanques aéreos com capacidade igual ou inferior a 20 m³. conforme itens 8. levando-se em conta o volume da bacia de contenção e a tabela A.2.De 20. serão considerados isolados.2 Os tanques enterrados terão proteção por extintores somente próximo do local de enchimento e/ou saída (bomba): 2 extintores de 20B.5 Os extintores destinados a proteção dos tanques devem ser instalados em conjunto cujos caminhamentos máximos para acesso ao tanque devem atender à IT 16. somente para parque com no máximo 6 (seis) tanques aéreos isolados.4 Para bacias de contenção a distância. exceto nos locais que disponham de viaturas de combate a incêndio.6 Os extintores.

IIIA . incluindo o pública ou qualquer edificação lado oposto da via pública. . II.50 m para o primeiro e 1. de acordo com a definição constante na Tabela 7M.2 KPa Usando sistema de inertização ou proteção por espuma e resfriamento ½ do valor da Tabela 6 ½ do valor da Tabela 6 (*) Proteção por extintores o valor da Tabela 6 o valor da Tabela 6 (*) Tanques que.50 m nunca inferior a 4. inferior a 4.50 m para o segundo. nunca importante na mesma propriedade. o maior valor metade do diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque Tipo de Tanque Proteção Teto Flutuante Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores Proteção por espuma e resfriamento o diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque metade do diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do tanque Vertical com solda de baixa resistência entre o teto e o costado (conforme API 650) (*) Proteção por extintores o diâmetro do tanque 1/3 do diâmetro do tanque Horizontal e Vertical com dispositivo de alívio de emergência limitado a pressão de 17. só é exigido proteção por extintores.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Líquidos Classe I.ANEXO A Tabela 1.2 KPa ou menor) Distância mínima em metros da Distância mínima em metros do linha da propriedade onde haja ou lado mais próximo de qualquer via possa haver construção.(pressão de operação de 17.

Líquidos Classe I.50 m (*) Tanques que. nunca menos de 15 m Nunca menos de 15 m permitam Pressões superiores a 17. mas não menor que 7. mas não menor que 7. conf.50 m 1/2 a tabela 6. só é exigido proteção por extintores. de acordo com a definição constante na Tabela 7M. IIIA (pressão de operação superior a 17. só é exigido proteção por extintores. Tipo de Tanque Distância mínima em metros Distância mínima em metros do lado mais da linha da propriedade onde próximo de qualquer via pública ou qualquer haja ou possa haver edificação importante na mesma propriedade construção. mas.2 kg/cm Manométricas (2.50 m Proteção Qualquer Tipo Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores 3 vezes a tabela 6.5m Horizontal ou vertical Com respiradouros de emergência que impeçam pressões (*) Proteção por extintores superiores a 17. mas não menor que 7.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. emergência que por espuma e resfriamento mas.5 psi) (*) Proteção por extintores Tabela 6.5 psi) 2 ½ vezes à distância da tabela 6. . mas não menor que 7. II. Tabela 3 Líquidos instáveis ( P ≤ 103. nunca menos de Nunca menos de 7. nunca menos de 15 m Nunca menos de 15 m Horizontal ou vertical Com respiradouros de Inertilizado ou proteção Duas vezes à distância da tabela 6.2 KPa. API 620).2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.5 m por espuma e resfriamento 7. mas.4 KPa) Tipo de tanque Proteção Distância mínima em metros da Distância mínima em linha da propriedade adjacente metros das Vias públicas As mesmas distâncias Inertilizado ou proteção da tabela 6.2 kg/cm manométricas Quatro vezes a distância da (2.50 m 1 1/2 a tabela 6. de acordo com a definição constante na Tabela 7M. incluindo o lado oposto da via pública 1 1/2 a tabela 6. mas nunca menos Nunca menos de 30 m de 30 m (*) Tanques que.Tabela 2.

00 metros 1/2 o diâmetro do tanque 1/6 o diâmetro do tanque Teto Flutuante Proteção por espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores Sistema Inerte ou de espuma e resfriamento (*) Proteção por extintores o diâmetro do tanque o diâmetro do tanque 1/6 o diâmetro do tanque 1/3 o diâmetro do tanque Teto Fixo 2 vezes o diâmetro do tanque 2/3 o diâmetro do tanque (*) Tanques que. não devendo mesma propriedade ser menor que 15.Líquidos da Classe III B Capacidade do Tanque (m³) ≤ 45.50 114 a 190 3.Líquidos sujeitos a ebulição eruptiva Tipo de Tanque Proteção Distância mínima em metros da linha Distância mínima do lado mais da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou haver construção.50 1.Tabela 4 .50 Tabela 5 . incluindo o lado edificação importante na mesma propriedade oposto da via pública (m) (m) 1.00 4.6 Distância mínima em metros da linha Distância mínima em metros do lado mais da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou qualquer haver construção. só é exigido proteção por extintores.50 3. de acordo com a definição constante na Tabela 7M.00 3.00 1.2 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.6 a 114 3.50 45. . incluindo o lado Qualquer prédio importante na oposto da via pública.50 4.00 190 a 380 ≥ 380 4.

50 10.00 40. oposto da via pública.50 16.00 24. (m³) (m) (m) < 45.1 a 1900 1901 a 3800 3801 a 7600 7601 a 11400 > 11400 4.50 49.00 30. incluindo o lado edificação importante na mesma propriedade.50 7.7 a 190 190.50 4.6 45.00 .1 a 380 380.50 6.00 15.Tabela 6 – Tabela de referência Capacidade Distância mínima em metros da linha Distância mínima em metros do lado mais do da propriedade onde haja ou possa próximo de qualquer via pública ou qualquer Tanque haver construção.50 4.50 18.50 52.50 13.50 4.

6 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes Se possuírem dique de contenção conforme o item 6.00 metro Tanques com diâmetro superior a 45.00 metro Líquidos da Classe IIIA 1/6 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes.00 metro adjacentes. mínimo de 1.5 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/3 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes 1/4 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes . mínimo dos dois tanques 45. mínimo de 1.00 metros Se possuírem contenção a distância conforme o item 6.ANEXO B Tabela 7 – Distância mínima entre costados de tanques Tanque de teto fixo ou horizontal Tanque de teto flutuante Líquidos da Classe I ou II Todos os tanques com 1/6 da soma dos diâmetros 1/6 da soma dos diâmetros o diâmetro inferior a dos tanques adjacentes.00 metros de 1.

produzirão tal pilha.63 (4) 2. quando arrumados juntos.000 1.91 (1) PROIBIDO 0.20 5. (2) Os números.50 2.83 (2) PROIBIDO 1.40 Laterais (m) 2.83 (2) 2.000 (48) 2.22 (2) 0. nas colunas de largura e altura.20 10. representam as larguras e as alturas da pilha e os números entre parênteses representam o número correspondente de tambores de 200 litros que.40 Laterais (m) 1. (4) Ver exemplo no Anexo C. o número de tambores de 200 litros correspondentes àquela quantidade em litros.63 (6) Nível de solo e superiores Porões 20.50 Total Litros (tambores) SEM PROTEÇÃO MÁXIMO POR PILHA Largura (m) Altura Largura das Passagens (m) Principais (m) 2.Tabela 8 .000 (50) 2.44 (4) 1.91 (1) 2.40 1. .500 (12) 1.000 (105) 2.40 1. (3) No caso de armazenamento de bombonas (20 litros) poderá fazer empilhamento de até 4.000 Nível de solo e superiores III-A III-B Porões 21.20 Nota: (1) Os números das colunas de total em litros representam o número de litros que podem ser armazenados por pilha e os números entre parênteses representam.40 1.44 (4) PROIBIDO 3.83 (2) 2.10 CLASSE DE LÍQUIDO INFLAMÁVEL E COMBUSTÍVEL NÍVEL DE ARMAZENAGEM PROIBIDO 2.40 1.000 (100) 2.Arrumação de Recipientes COM ASPERSORES OU EQUIVALENTES MÁXIMO POR PILHA Total Litros (tambores) Largura (m) Altura (m) Largura das Passagens Principais (m) IA IB IC II Nível de solo e superiores Porões 42.22 (2) 2.40 1.73 (3) 2.44 (4) 10.20 PROIBIDO (210) 3.44 (4) 1.

(medidas em metros) .

Condições de segurança para cerca elétrica nas proximidades de centrais prediais de GLP .IT . 2 – Aplicação 3 – Referencias Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 . COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) SUMÁRIO 1 – Objetivo ANEXOS A – Tabela de afastamentos de segurança para as áreas de amarzenamento de recipientes transportáveis de GLP. B – Implantação da central de GLP e local de estacionamento do veículo abastecedor.23 MANIPULAÇÃO. ARMAZENAMENTO.

de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Aprova as Instruções Complementares aos Regulamentos dos transportes Rodoviários e Ferroviários de Produtos Perigosos (Suplemento ao Diário Oficial da União de nº 98. (instalação.024 .021 – Fiscalização da distribuição. operação de segurança de terminais de gás liqüefeito de petróleo).Centrais prediais e industriais de gás liqüefeito de petróleo ( GLP ) – sistema de abastecimento a granel. Portaria N° 76 de 21 de julho de 1966. NBR 13932 – Instalações internas de gás liqüefeito de petróleo (GLP) – projeto e execução. distribuição e revenda de GLP é regulamentada pela Lei de uso e ocupação do solo de cada município do Estado de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO 2. Portaria 27 de 16 de setembro de 1996. .270. d) central de GLP (recipientes transportáveis e estacionários) e abastecimento a granel. Portaria nº 204/1997-MT. armazenamento.130.Proteção de Estruturas contra descargas atmosféricas/pára-raios. armazenamento de recipientes estacionários.br MANIPULAÇÃO.gov. central GLP.Bairro Centro CEP 30. b) manipulação. Augusto de Lima.190-000 Site: www. Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 2. anexo I. destinados à comercialização. c) armazenamento de recipientes transportáveis de GLP. transportáveis e distribuição de GLP. do Conselho Nacional de Petróleo. Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho. Decreto Federal nº 1.Fiscalização da distribuição. atendendo o prescrito no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Central predial de gás liqüefeito de petróleo – procedimento. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. utilização.mg. do armazenamento e comércio de combustíveis. Decreto Estadual nº 44. Decreto Federal nº 1. 355 . Decreto Federal Nº 2.2 A localização da instalação destinada à manipulação.gov.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 23 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. ARMAZENAMENTO. Exercício da atividade de distribuição e revenda de GLP. NBR 14.bombeiros. do Departamento Nacional de Combustíveis. armazenamento.455/98. Portaria Nº 47 de 24 de março de 1999.br Email: dat3@cbmmg. COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de manipulação. de 26 de maio de 1997). instalação interna e sistema de abastecimento a granel de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.078 – Proteção do consumidor (e outras providencias). comercialização.mg. NBR 5419 . NBR 13523 . 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Lei Federal nº 8.501 . NR20 de 08 de Junho de 1978 (líquidos combustíveis e inflamáveis).1 Esta Instrução Técnica aplica-se nas edificações e áreas de riscos destinadas a: a) terminais de armazenamento de GLP. (condições de proteção contra incêndio nos postos de revendas e depósitos de GLP). do armazenamento e comércio de combustíveis. da Agência Nacional de Petróleo (ANP) – GLP a granel.

0 Afastamento mínimo entre tanques (m) 1. 5.3 Os Tanques estacionários de GLP com volume acima de 500 litros devem possuir dispositivos de bloqueio de válvula automática (válvulas de excesso de fluxo).3.00 Afastamento de edificações (m) 3.2.1. 5.Afastamento mínimo de segurança para os tanques de armazenamento de GLP: Capacidade volumétrica (m3) 0.0 341.01 a 341.01 a 454. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . 5 PROCEDIMENTOS 5.0 7. (*) O afastamento entre tanques de capacidade acima de 120 m3.0 757.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico.00 2.785.1.1 Para fins dos critérios de segurança na instalação e operação de terminais de GLP. armazenamento de recipientes estacionários. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica. Os locais destinados ao carregamento de veículos-tanque devem ser providos de sistema fixo de resfriamento. (nebulizadores ou canhão monitor) com válvula de acionamento à distância.Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio.2 Armazenamento de recipientes transportáveis de GLP destinados à comercialização: 5.00 61.00 38.1 As áreas de armazenamento de recipientes transportáveis estão divididas em função da quantidade de GLP estocado.00 120.0 23. manipulação.01 120.NBR 8460 – Recipiente transportável de aço para Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) – Requisitos e métodos de ensaios.4 Os recipientes acima de 500 litros devem estar afastados de edificações e divisas de outra propriedade e entre tanques.01 a 8. são classificadas em classes que requerem afastamentos de segurança e devem atender a exigências conforme anexo A.570 – Instalações Internas para uso alternativo dos gases GN e GLP – Projeto e Execução.01 a 265. não pode ser inferior a três metros.0 V 8 10 40 B 40 B 1.01 a 757.00 30.2 As unidades de processo destinadas a envasamento de recipientes (carrossel) devem ser providas de sistema fixo de resfriamento (nebulizadores tipo dilúvio). 5.01 a 120.1 Os Tanques estacionários destinados a envasamentos de recipientes devem possuir registro de fechamento por meio de controle com acionamento à distância para os casos de vazamento. adotam-se as normas brasileiras afins. 5.0 ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes.Unidade e capacidade extintora de pó BC para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP. 5. transportáveis e distribuição de GLP 5.0 (*) Prever sistema de proteção por hidrantes para área de armazenamento acima de 6240 Kg ou 480 botijões.50 a 2.0 Maior que 3.1. 5.00 91.1. .00 8. 5.1. conforme tabela 1: Tabela 1 .1.785. Tabela 2 .1 Bases de armazenamento e engarrafamento das distribuidoras.0 454.0 265.01 a 3.2. a Portaria n° 76 do Conselho Nacional de Petróleo e a NR-20. NBR 14.Extintores de Incêndio e IT 17 . Armazenamento Classe I Quantidade de GLP Até 520 Kg ou 40 botijões Até 1560 Kg ou 120 botijões Até 6240 Kg ou 480 botijões Até 24960 Kg ou 1920 botijões Até 49920 Kg ou 3840 botijões Até 99840 Kg Extintor Quantidade 2 Capacidade 40 B II III (*) IV 3 40 B 4 40 B 8 40 B 1.5 VI ( * ) 3.5 Os Sistemas de Proteção Contra Incêndios devem ser previstos de acordo com as IT 16 .5 15.2 A instalação para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC e hidrantes de acordo com a tabela 2.

3 Estar afastado de outros produtos inflamáveis. possuir acesso através de 02 ou mais aberturas de no mínimo 1. 1. 5. . 5.14 Armazenar os botijões vazios ou parcialmente utilizados separadamente dos cheios. 5.2. 5.4 Estar afastado no mínimo 1.2.2. no piso. 5.2.50 m de largura e 2. 5.11 Para o armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento.5 m de ralos. devendo ser definidas e demarcadas as respectivas áreas de armazenamento. entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios. 5. no mínimo. da chuva e da umidade. parcialmente utilizados ou vazios para consumo próprio. 5. aberturas para a captação de águas pluviais. 5.2. 5.2.4 Ter o restante do perímetro da área de armazenamento fechado com estrutura do tipo tela de arame ou similar.2 Estar protegido do sol. porém com menor resistência mecânica que a estrutura das paredes e do muro.2. parcialmente cheios ou vazios na área de armazenamento em posição vertical com a válvula voltada para cima. sendo esta construída de material resistente ao fogo.2. de forma a permitir ampla ventilação.8 A área de armazenamento Classe V deve comportar botijões dispostos em lotes.2. 5.2.00 m de largura. no máximo.11.11. estas devem ser especificadas com equipamento que atendam as normas de classificação de área da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). 5.2.6 Possuir fechamento com estrutura do tipo tela de arame ou similar. entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios. deve-se exibir placas de advertências em lugares visíveis.00 m de largura entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios.11.2.2. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP cheios.10 Acondicionar os recipientes transportáveis de GLP cheios.5.11.2 Quando coberta deverá ter no mínimo 2. 5.2.13 Armazenar os botijões cheios ou parcialmente utilizados com empilhamento máximo de 04 (quatro) unidades. sinalizando “PERIGO – INFLAMÁVEL”.2. ralos. parcialmente utilizados ou vazios deverá observar as seguintes condições gerais de segurança: 5.1 Possuir ventilação natural. observados os mesmos cuidados dispensados aos recipientes cheios de GLP. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento.11.11.4.2.00 m de largura.5 A área de armazenamento Classe II deve possuir acesso através de uma ou mais aberturas de no mínimo 1.00 m de largura e 2.2. em complemento ao muro previsto no item 5. conforme Portaria 27 do DNC.4.11. podendo ser coberta ou não.11. 5.8 Não possuir no piso da área de armazenamento e até a uma distância de 3.00 m de largura entre os lotes de recipientes transportáveis de GLP cheios.11.2. 5.2. bem como possuir corredor de inspeção de. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento.11 Quando possuir instalações elétricas. rebaixos ou similares.7 Possuir.11. canaletas. caixas de gordura e esgotos.2.2. indicando a classe da área de armazenamento e o limite máximo de recipientes transportáveis de GLP. 1.2.2. 5. possuir acesso através de 04 ou mais aberturas de no mínimo 2. 5.12 Manter no local para todas as áreas de armazenamento.4. 5.3 Ter a área de armazenamento.20 m de largura e 2.16 Não permitir a circulação de pessoas estranhas ao manuseio dos recipientes transportáveis.3 e 5. 5.5.2.5 Possuir até 7/8 (sete oitavos) do perímetro fechado com muro ou similar.7 A área de armazenamento Classe IV deve comportar botijões dispostos em lotes.10 m de altura que abram de dentro para fora. parcialmente utilizados ou vazios.2.50 m de largura e 2.11.2. 1.10 Em posto de serviços somente é permitida a instalação de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios.2.2. bem como possuir corredor de inspeção de. 5.15 Empilhar somente recipiente transportável de GLP com a capacidade nominal igual ou inferior a 13 kg de GLP. no mínimo.1 Situar-se ao nível de solo. de forma a permitir ampla ventilação. “É EXPRESSAMENTE PROIBIDO FUMAR E USAR FOGO OU QUALQUER INSTRUMENTO QUE PRODUZA FAÍSCAS”. bem como possuir corredor de inspeção de.2. demarcação delimitando a área de armazenamento e os lotes de recipientes transportáveis de GLP. 1.10 m de altura que abram de dentro para fora. quando cercada. acesso através de aberturas com as dimensões mínimas previstas para estas. devem ser observados os seguintes requisitos: 5. no mínimo.11. bem como de galerias subterrâneas e similares. bem como possuir corredor de inspeção de. ou em plataforma elevada por meio de aterro.2. desde que resistente ao fogo. para esgotos ou outra finalidade. no mínimo.11. de fontes de calor e faíscas. quando a área de armazenamento não for cercada como indicado nos itens 5.9 A área de armazenamento Classe VI deve comportar botijões dispostos em lotes.4 O local que armazene 05 ou menos recipientes transportáveis de GLP.2.2. 5. permitindo-se aos vazios o empilhamento de até 05 (cinco) unidades. líquidos e materiais necessários para teste de vazamento de GLP.10 m de altura. parcialmente utilizados ou vazios e entre estes e os limites da área de armazenamento. por capacidade nominal que a instalação está apta a armazenar. 5. metade do seu perímetro fechado ou vedado com muros ou similares.10 m de altura que abram de dentro para fora. quando aplicadas ao fechamento das áreas de armazenamento.50 m de pé direito e haver permanentemente 1.11.11. 5.4. 5. possuir acesso através de 03 ou mais aberturas de no mínimo 1.10 m de altura que abram de dentro para fora.9 Possuir.11. 5.12 Exibir placa.3 Para as instalações de armazenamento transportáveis de GLP cheios. 5.11.0 m desta. 5.20 m de espaço livre entre o topo da pilha de botijões e a cobertura.50 m de largura e 2.6 A área de armazenamento Classe III deve possuir acesso através de 02 ou mais aberturas de no mínimo 1.11. parcialmente utilizados ou vazios das classes I e II.4. que abram de dentro para fora.11.2.

0 7. águas 1.1 até 5. onde ficará assentado o(s) recipientes. parcialmente utilizados ou vazios. sendo proibido sua instalação em locais confinados.5 Adotar tabela 1 (1) Para centrais com reservatórios de capacidade volumétrica de até 0.3. permitindo ser igual a zero.3. 5.13 Os recipientes transportáveis de GLP com capacidade nominal inferior a 13 kg.9 Acima de 1.5 3. 5. tais como porão.3 Os recipientes transportáveis devem atender aos afastamentos mínimos em relação à projeção das coberturas de edificações. Os extintores não deverão ser instalados na parede de central de GLP.0 7.Afastamentos de recipientes (transportáveis ou estacionário) em relação a locais de risco: Afastamento Locais (m) Aberturas de dutos de esgoto.1 a 566 Acima de 566 7.5 5. a) em locais que não disponham de área adequada no nível de acesso principal à edificação.0 estacionamento e trânsito de veículos) Redes elétricas 3.5 > 4. somente serão permitidas se atenderem as seguintes exigências.0 Depósitos de materiais inflamáveis ou 6. 2) 3.2.3. etc.6.0 comburentes. d) a laje ou terraço.5 A central de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC na capacidade conforme tabela 6. cheios. incluindo reserva Até 11 11 a 85 > 85 5.3.Afastamentos de recipientes transportáveis em relação à projeção das edificações: Quantidade de GLP Afastamento (kg) (m) Até 540 A partir de 540 até 1080 A partir de 1080 até 2520 A partir de 2520 até 4000 0 1. c) a laje ou terraço da edificação. 5. armazenados em áreas Classe I ou II têm o seu empilhamento limitado a uma altura máxima de 1.0(1) De 1. caso seja interposta uma parede entre o recipiente e o ponto considerado com resistência ao fogo por duas horas. onde for instalado o(s) recipiente(s) deve ser dimensionado para suportar o(s) recipiente(s) cheio com água.6. ralos. forros. b) só poderão ser executadas se atenderem às Normas Técnicas Brasileiras de Construção Civil.5. e) os recipientes devem ser instalados em áreas que permitam a circulação de ar e com os distanciamentos abaixo relacionados (os ralos e fontes de ignição devem estar localizados fora do limite das muretas citadas na alínea c do item 5.3. de acordo com a tabela 3: Tabela 3 .50 m.0 Fontes de ignição (inclusive 3. laje e terraço de edificações.0 De 2.60 metros de altura com tempo de resistência ao fogo de no mínimo 02 (duas) horas. constantes da tabela 5: 5.2 Os afastamentos acima podem ser reduzidos pela metade.40 a 0.1 As instalações de recipientes abastecidas com GLP no local.1: 1) 1. incluindo reserva Até 11 11.1 Os recipientes (transportáveis ou estacionários) devem atender aos afastamentos de segurança. poços.6 até 8.3. Capacidade Conjunta GLP ( m3 ) Até 4. Nº Capac. Materiais de fácil combustão 3.3 Central de GLP (recipientes transportáveis.Unidade e capacidade extintora de pó BC. o afastamento mínimo até a cerca será desconsiderado.5 Capacidade Conjunta GLP ( m3) Até 1.0 Acima de 8. 3) 6. conforme NBR 10636.0 metros de fontes de ignição. devendo ficar em locais que permitam o acesso em caso de incêndio na central.0 0 1. .3.5 7. Extintor sobre Central de GLP Extintor Portátil rodas Quantidade de GLP Nº Capac.6 Os recipientes estacionários e transportáveis de GLP devem ser situados no exterior das edificações em locais ventilados.5 3.3.0 metros de entrada de ar condicionado e poços de ventilação. Tabela 6 .Afastamentos de recipientes Estacionários em relação à projeção das edificações: Capacidade Volumétrica do tanque Afastamento (m³) (m) Até 1.5 metros de ralos. deverá ter superfície plana e cercado por muretas de 0.4 Os recipientes estacionários devem atender aos afastamentos da projeção das edificações.5 pluviais.5 15 Hidrogênio ( Nm ). canaletas.1 até 2. a ser instalado junto à central de GLP. (kg) Até 270 1 2 2 20 B 20 B 20 B 1 80 B 271 a 1800 Acima de 1800 Oxigênio ( Nm3).5 m3. estacionários e abastecimento a granel) 5.5 De 5. constantes da tabela 4: Tabela 4 . exceto oxigênio e hidrogênio.9 0 0 3 7. 5. garagem subterrânea.5 15 0 0 6 6 3 Tabela 5 .

i) limitados à capacidade volumétrica individual de 4.0 metros de reservatórios que contenham fluídos inflamáveis.4.2 As válvulas e os reguladores de pressão devem ser instalados de modo a permanecer protegidos contra danos físicos e permitir fácil acesso. conforme o item 5. Esta conexão deve ser instalada dentro da central. c) o ponto de abastecimento em edificações que possuem linha de abastecimento deve ser localizado a pelo menos.4.0 metros de aberturas (janelas.1 As tubulações aparentes devem: . poderá ser feita uma linha de abastecimento: a) esta linha de abastecimento deve ser executada externa à edificação. com ou sem costura. mediante propostas encaminhadas pelo Responsável Técnico devidamente fundamentadas com medidas de segurança adicionais. h) o local da Central deve ser acessado por escada fixa ou outro meio seguro e permanente de acesso.4.5 em relação a aberturas situadas abaixo. 5. 5.8 metros acima do nível do solo. Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para esse fim (shafts).0 m3 para instalações comerciais e industriais.3.3 Na travessia de elementos estruturais. quando aparentes. 5.5. e) no caso de se utilizar uma linha de abastecimento a mesma deve ser provida de válvula de alívio hidrostático instalada dentro da central. 5. líquido não inflamáveis e demais acessórios. i) qualquer tipo de forro falso ou compartilhamento não ventilado. g) na linha de abastecimento pode ter instalada uma conexão para purga do gás.6 Localização 5. k) todo e qualquer local que propicie o acumulo de gás vazado. ar condicionado e águas pluviais. conservação e substituição a qualquer tempo. Acima desta altura. além das exigências contidas na NBR 13932. sendo que estes vazios devem ser sempre visitáveis e previstos em área de ventilação permanente e garantida. serviços de hospedagem e 16.5 metros de ralos. j) locais de captação de ar para sistemas de ventilação. e devem ser previstos acessórios que garantam que a mangueira e engate de enchimento não rompam devido ao peso. 5. portas. identificada e protegida mecanicamente de forma a garantir a integridade da mesma em toda a sua extensão.4.1 Em locais que possam ocorrer choques mecânicos. próxima ao recipiente e obedecendo ao distanciamento de segurança de 1. operação e manutenção da instalação. deve-se colocar entre elas um material isolante elétrico. 5. as tubulações. 5.5 metros. 2. 5.2 A instalação de gás deve ser provida de válvula de fechamento manual em cada ponto em que se tornarem convenientes para a segurança.2. b) a linha de abastecimento deve ser executada com tubulação. ou por estas e o solo.3.4. observando as seguintes distâncias: 1) 3.4. h) qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria.5.f) o local da Central e da área de evaporação devem ser impermeabilizados.0 metros de materiais de fácil combustão e ponto de combustão. com ventilação permanente nas extremidades. no mínimo SCH 40 se for feita com conexos soldadas e no mínimo SCH 80 se for feita com conexões roscadas. etc) das edificações. d) o ponto de abastecimento quando instalado em linhas de abastecimento deve ser provido de no mínimo uma válvula de abastecimento e uma válvula de bloqueio manual. conexões e acessórios. exceto quando destinada à conexão de equipamento hermeticamente isolado.4.5.3. próximo ao recipiente e obedecendo ao distanciamento referido na alínea. d) poços e elevadores. 5.5 Quando o cruzamento de tubulações de gás e condutores elétricos for inevitável.8 Os recipientes de GLP não podem apresentar vazamentos. sem a devida ventilação. 3) 1.6.4. 5. os quais devem conter apenas as tubulações de gás.5 Proteção: 5.4. f) compartimentos destinados a dormitórios. aberturas e linha de para raios de pelo menos 1.4 A tubulação da rede interna não pode passar no interior de: a) dutos de lixo. sendo permitida o limite total de 4. g) poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento.7 A central de GLP localizada junto à passagem de veículos deve possuir obstáculo de proteção.6.4. c) dutos para incineradores de lixo. rebaixos ou canaletas e dos veículos abastecedores. 4) 3. garantindo os afastamentos necessários contidos nesta instrução técnica. j) o limite máximo de altura da instalação da Central em relação ao nível de descarga da edificação fica restrito a 15 metros. 5. devidamente protegido e identificado.0 m3.5. caberá ao CBMMG através do Corpo Técnico analisar e decidir.4.4 Instalações internas de GLP: 5.2 Quando a mangueira de enchimento não puder ser observada pelos seus operadores em seu comprimento total. k) a central não deve estar localizada sobre casa de máquinas e reservatórios superior de água. g) a localização dos recipientes deve permitir acesso fácil e desimpedido par todas as válvulas e ter espaço suficiente para manutenção.1 As tubulações instaladas devem ser estanques e desobstruídas.4 É proibida a utilização de tubulações de gás como aterramento elétrico. 2) 6. 5. e) compartimentos de equipamentos elétricos.6.5. tomada de ar.4. amassamentos. 5. corrosão. devem ser protegidas.3 A tubulação não pode ser considerada como elemento estrutural nem ser instalada interna a ele. b) reservatório de água.0 m3 para instalações em residências.4. danos por fogo ou outras evidências de condição insegura e devem apresentar bom estado de conservação das válvulas. f) a linha de abastecimento deve estar distante de janelas. deve ser utilizado um tubo-luva.

a) ter as distâncias mínimas entre a tubulação de gás e condutores de eletricidade de 0. devendo manter um afastamento mínimo de 3 (três) metros dessa. c) em áreas sociais tais como hall. 5. é vedado que a mangueira flexível passe por: a) áreas internas às edificações. sob quaisquer condições atmosféricas mantenham estas condições.9 As Normas de Segurança acima citadas referem-se ao correto posicionamento. galerias subterrâneas e similares.6.6.1. 5.1 A cobertura da central de GLP deverá ser constituída unicamente por materiais incombustíveis isolantes e que estes. b) nas proximidades de fontes de calor ou fontes de ignição como tubulações de vapor.PROIBIDO FUMAR”. entre o ponto de estacionamento do veículo abastecedor e a central de GLP. impedindo a aproximação de pessoa não habilitada dentro de um raio mínimo de 3. b) ter um afastamento das demais tubulações suficiente para ser realizada manutenção nas mesmas.4 Os abrigos de medidores de consumo de GLP devem possuir proteção por um extintor de pó BC. d) em caso de superposição de tubulação. para a coexistência de ambas onde se encontram. d) ter resistência mecânica adequada a possíveis esforços decorrentes das condições de uso. c) o veículo abastecedor não pode ficar posicionado de forma a interferir na rota de fuga das pessoas. a cerca eletrificada deverá possuir apoios com isoladores.1. possuir abertura captada de algum ambiente permanentemente ventilado. piscinas.3 Recomenda-se o uso mínimo de conexões nas tubulações situadas no interior do tubo-luva. em local seguro e protegido contra a entrada de água. distante no máximo 50 cm entre eles. sendo vedado o içamento ou lançamento de mangueiras por cordas com resistência a tração inferior a 1. a tubulação de gás deve ficar abaixo das outras tubulações. como ralos.00 metros a contar do ponto de abastecimento e do módulo de operação do veículo abastecedor (traseira do veículo abastecedor).4. no mínimo. ele fique pendente em mais de 50 cm na região sobre a central.2 A cobertura da central de GLP deverá conter rugosidades ou saliências que impeçam condutividade elétrica através de água da chuva.2 O tubo-luva quando for utilizado deve: a) ter no mínimo duas aberturas situadas nas suas extremidades.8 A pessoa jurídica autorizada a exercer a atividade de distribuição de Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) a granel. deve-se atender aos parágrafos 1º e 2º do artigo 4º da Portaria ANP nº 47.000 Kgf ou outros métodos inadequados. play-grounds. esgoto. 5. se o condutor for protegido por conduite.5.6.5.5.4. de forma a não permitir que. sinalização por meio de cones e placas de advertências “PERIGO . manter um afastamento mínimo de 25 mm entre a tubulação e as suas paredes internas. 5. desligamento. bem como do acionamento das luzes de alerta. estabilização e aterramento.30 m. bueiros. de acordo com a NBR 5419.5. e) estar convenientemente protegido contra a corrosão. caixas de gordura. de 24 de março de 1999. podendo ser visualmente ou por intermédio de aparelhos de comunicação.5. podem ser previstos dispositivos ou sistemas que garantam a exaustão de gás eventualmente vazado. observando o correto posicionamento. g) ser executado com material incombustível e resistente à água. dentre outros procedimentos que se façam necessários. sendo que as duas devem ter saída para a projeção horizontal fora da edificação. 6. grades ou em outros condições inadequadas. 5. 5. e 0. respeitando-se o horário de menor fluxo de pessoas no local do abastecimento. salões de festas. 6 CONDIÇÕES DE SEGURANÇA PARA CERCA ELÉTRICA NAS PROXIMIDADES DE CENTRAIS PREDIAIS DE GLP 6. 5. desligamento. nos casos contrários. em locais sujeitos ao tráfego de veículos sobre a mangueira. 5.4 No impedimento de atendimento aos critérios do item acima. 5.3 O abastecimento deve ser realizado no interior da área onde é descarregado o produto. que coloquem em risco a integridade dos equipamentos. c) ter afastamento de no mínimo 2 m de pára-raios e seus respectivos pontos de aterramento. 5. devendo atender aos seguintes critérios: a) o estacionamento do veículo abastecedor deve ser em área aberta e ventilada. f) não apresentar vazamento em toda a sua extensão. b) nos casos em que não for possível a extremidade inferior estar fora da projeção horizontal. não transpondo muros.50 m. etc.6 Devem ser realizadas por.5. e prevenção por extintores. a segurança dos operadores ou dificultem o contato visual e a manobra das mangueiras. é responsável pelo procedimento de segurança nas operações de transvasamento.2 Na impossibilidade de atender o item acima.5. animais e outros objetos estranhos. travamento e aterramento do veículo transportador. Opcionalmente. 5. ficando obrigada a orientar os usuários do sistema quanto às normas de segurança a que devam ser obedecidas. 5.5 Deve haver comunicação ininterrupta entre os operadores durante a manobra de abastecimento. em cujas adjacências exista uma cerca eletrificada. 02 (dois) operadores com treinamento dirigido à operação de abastecimento das centrais de GLP e operação de veículos abastecedores.1 A construção de centrais de GLP. dentre outros procedimentos que se façam necessários.5. fornos. à prova de geração de energia que possa iniciar um incêndio.4. estacionamento e escape rápido do veículo abastecedor. O caminhamento deve ser feito de forma adequada. b) deverá haver espaço livre para manobra. c) no caso de dutos.5.5 Instalações de GLP com abastecimento a granel: 5.1 O caminhamento máximo da mangueira flexível deve ser de 55 (cinqüenta e cinco) metros. d) próximo a aberturas no piso. h) estar adequadamente suportado. na possibilidade que os fios condutores se romperem. 6.7 O local de abastecimento deve ser sinalizado (proibição e alerta). de forma a .

5 Não deverá possuir qualquer tipo de objeto metálico.impossibilitar o aterramento no portão central. o qual possa servir de aterramento.1. esta poderá ser instalada a 210 cm da continuidade do muro. não admitindo que ele fique sobre a central de GLP. quando isolada sobre o muro ou gradil. desde que este fique recuado um mínimo de 30 cm da projeção da cobertura e laterais. na construção da central ou na proteção desta. 6.1. em sua parte mais baixa ou a 280 cm em sua parte mais alta. deverá ter a sua primeira linha eletrificada a uma altura superior a 250 cm.1. nas venezianas laterais ou cilindros.1. em caso de contato com um ou mais fios da cerca eletrificada.4 A cerca eletrificada deverá estar a uma altura mínima de 100 cm acima da laje de cobertura da central de GLP. 6.523. 6. até atingir o afastamento de 3 m da central. medidos da lateral destas. impedindo o centelhamento. serão admitidas as condições acima descritas. até a projeção da cerca eletrificada no solo. se inclinada na direção do logradouro público. e no lado oposto ao da abertura dos portões de acesso aos cilindros.8 A cerca eletrificada. 6. na parte mais baixa. 6. 6. se inclinada para o lado do logradouro público.1.1.3 A cerca elétrica deverá possuir os afastamentos entre os apoios descritos no item 6. em ambos os lados.1. . aparente. em sua parte mais baixa. na direção zenital. 6. desde que esta cobertura e estrutura de sustentação da cobertura sejam de materiais isolantes e incombustíveis e mantenham as condições previstas na NBR 13. de forma a produzir centelhamento.7 Para centrais de GLP de recipientes estacionários com capacidade de 1m3.9 Havendo algum obstáculo ou recuo do muro ou gradil que impeça o contato acidental de objetos ou parte do corpo na parte eletrificada.1.6 Será permitido o emprego de portões metálicos na central de GLP. deverá estar a uma altura superior a 300 cm.

0 3.840 ---------Três de 1.5 100 15.5 30.0 CLASSE IV 24960 1.5 80 15. templos.0 50.0 ---------Não Não Não Não 1.10 m 1 Sim Sim Sim 10.0 15. bocais e respiradores de tanques de inflamáveis.0 20 5.0 8.0 Uma de 1.0 7.5 3.0 20.ANEXO A Tabela: Afastamentos de segurança para as áreas de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP EXIGÊNCIAS Capacidade máxima (kg) Número de botijões P-13 (unidades) Área mínima de armazenamento (m2) Número e dimensões de portas para o exterior (unidades) Largura do corredor de inspeção (m) Obrigatoriedade de lotes Proteção por sistema de hidrantes para combate a incêndio e resfriamento Detector de vazamento Limites da propriedade delimitada com muro de 1. hospitais e demais locais de reunião pública (m) Bombas de combustíveis.10 m 1 Sim Sim Sim 7.0 30 7.0 7.50 m x 2.0 CLASSE II 1560 120 8.0 .50 m x 2.0 180 15.920 ---------Duas de 1.80 (m) Limites da propriedade sem muro ou muro de altura inferior a 1.0 CLASSE V 49920 3.00 m x 2.0 3.10 m 1 Sim Sim Sim 6.0 CLASSE III 6240 480 ---------Duas de 1.5 5.10 m 1 Não Não Sim 5. cinemas.10 m Não Não Não Não 3.0 15.50 m x 2.0 5.5 150 15.20 m x 2.0 CLASSE VI 99840 7680 ---------Quatro ou mais de 2.0 7.0 10.0 7.5 3. descargas de motores a explosão e máquinas que produzam calor (m) Outras fontes de ignição (m) CLASSE I 520 40 4.0 8.80 (m) Vias públicas (m) Escolas.

ANEXO B IMPLANTAÇÃO DA CENTRAL DE GLP E LOCAL DE ESTACIONAMENTO DO VEÍCULO ABASTECEDOR .

FIGURA 1 .PLANTA BAIXA DA CENTRAL DE GLP .

VISTA “A” DA CENTRAL DE GLP .FIGURA 2 .

FIGURA 3 .80 M .VISTA “B” DA CENTRAL DE GLP ALTURA MÍNIMA 1.

FIGURA 4 .VISTA “C” DA CENTRAL DE GLP ABERTURA OPCIONAL .

24 COMERCIALIZAÇÃO.IT .Obstáculo de proteção da bomba . DISTRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS NATURAL SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências Normativas e Bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXO Único .

g) poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento. Decreto Estadual nº 44.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 24 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. NBR 13103 .270. distribuição e utilização de GÁS NATURAL (Gás Combustível Comprimido). exceto quando destinada à conexão de equipamento hermeticamente isolado. c) distribuição de gás natural liqüefeito (GNL).mg.mg. 2 APLICAÇÃO 2. h) qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações destinadas a: a) comercialização e utilização de gás combustível comprimido (GN). os quais devem conter apenas as tubulações de gás. d) poços e elevadores. f) compartimentos destinados a dormitórios.190-000 Site: www. devese atentar para que a tubulação da rede interna não passe no interior de: a) dutos de lixo. ou por estas e o solo. DISTRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS NATURAL 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de comercialização.Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. conforme as exigências do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. sem a devida ventilação. . NBR 12693 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio. NBR 13932 .Adequação de ambientes residenciais para instalação de aparelhos que utilizam gás combustível.gov.gov.br COMERCIALIZAÇÃO. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 12236 – Critérios de projeto. Augusto de Lima. Portaria nº 118 de 11JUL2000 da Agência Nacional de Petróleo (regulamenta as atividades de distribuição de gás natural liqüefeito (GNL) a granel e de construção. ampliação e operação das centrais de distribuição de GNL.Instalações internas de GLP .projeto e execução. líquido não inflamáveis e demais acessórios. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para esse fim (shafts). de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. b) reservatório de água.130. NBR 14570 – Instalações internas para uso alternativo dos gases GN e GLP .br Email: dat3@cbmmg. b) abastecimento de gás combustível comprimido (GCC). com Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.Bairro Centro CEP 30.projeto e execução. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: Lei nº 14. 355 .bombeiros.1 Utilização e Instalação de gás natural (GN) Além do disposto nas NBR 13932 e NBR 14570. c) dutos para incineradores de lixo. montagem e operação de postos de gás combustível comprimido. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução aplicam-se as definições constantes da IT 02 . e) compartimentos de equipamentos elétricos. 5 PROCEDIMENTOS 5. ar condicionado e águas pluviais.

2 Postos de abastecimento de gás combustível comprimido (GN) 5.2 As normas de segurança acima citadas referem-se ao correto posicionamento.1 A pessoa jurídica autorizada a exercer a atividade de distribuição de gás combustível comprimido (GCC) a granel é responsável pelo procedimento de segurança nas operações de transvasamento. dentre outros procedimentos. ficando obrigada a orientar aos usuários do sistema.1.2 O ponto de abastecimento deve possuir obstáculo de proteção mecânica com altura mínima de 0.1 Os locais onde haja abastecimento de gás combustível comprimido (GN) devem ser protegidos por uma unidade extintora sobre rodas de Pó BC. além de esclarecimentos tais como: “PROIBIDO FUMAR”. l) paredes construídas com tijolos vazados observando a ressalva da alínea h do item 5. 5. sinalização por meio de cones e prevenção por extintores.3 Distribuição de GNL 5. i) qualquer tipo de forro falso ou compartilhamento não ventilado. bem como do acionamento das luzes de alerta.20 m situado à distância não inferior a 1. EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS”.2. k) todo e qualquer local que propicie o acúmulo de gás vazado. prevendo distâncias seguras de permanência do usuário. desligamento. CELULARES.2.ventilação permanente nas extremidades. capacidade 80B. exceto quando utilizado tubo-luva.3.3. sendo que estes vazios devem ser sempre visitáveis e previstos em área de ventilação permanente e garantida. 5. 5. travamento e aterramento do veículo transportador.3 O local de abastecimento deve possuir placas de advertência quanto às regras de segurança a serem adotadas pelos usuários.2. 5. . além do sistema de proteção contra incêndio exigido para os demais riscos. junto à passagem de veículos. 5. 5.3.00 m da bomba de abastecimento de gás natural. j) locais de captação de ar para sistemas de ventilação. quanto às normas de segurança a que devem ser obedecidas.3 O veículo transportador deve estacionar em área aberta e ventilada e possuir espaço livre para manobra e escape rápido. “DESLIGAR RÁDIOS.

00 m 0.20 m 1.ANEXO A OBSTÁCULO DE PROTEÇÃO DA BOMBA Bomba de GN ATERRAMENTO Bomba de GN 1.00 m 0.20 m OBSTÁCULO CONTRA CHOQUES MECÂNICOS OBSTÁCULO CONTRA CHOQUES MECÂNICOS .

Disposição do local de apresentação .IT .25 FOGOS DE ARTIFÍCIO E PIROTECNIA SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 –Procedimentos para comércio varejista de fogos de artifício 6 – Procedimentos para espetáculos pirotécnicos ANEXO Único .

seguir as orientações e exigências daqueles Órgãos .069. Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei n° 88.br Email: dat3@cbmmg.2 Aplica-se também às edificações existentes e de uso misto.Bairro Centro CEP 30. Decreto Federal nº 3. Da nova redação ao Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados (R-105). Art 8 caput e § 3º.gov.br 1 OBJETIVO Esta instrução técnica tem por objetivo estabelecer as condições necessárias de segurança contra incêndios e pânico em edificações destinadas ao comércio de fogos de artifício no varejo e Espetáculos Pirotécnicos. que por legislação são de responsabilidade do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército Brasileiro e Polícia Civil do Estado de Minas Gerais através da Delegacia Especializada de Armas. de 21 de novembro de 2000. depósitos e comércio de explosivos e de fogos de artifício no atacado e shows pirotécnicos.190-000 Site: www. com ênfase: Art 6 caput e incisos I e II. art 253. caput. de 13 de julho de 1990 – art 244. Art 12 caput. Código do Consumidor – Lei n° 8. Decreto Estadual nº 44.gov. de 01 de Abril de 2006– Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. de 10 de janeiro de 2002. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.4 Com relação à área de 100 m² para uso exclusivo de loja de fogos de artifícios. . até 100 m2 conforme Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. Munições e Explosivos DEAME e das Delegacias de Polícia do interior. Art 18 § 6º e incisos I e II.devem portanto. 355 . e Art 68. fica reservado pelo menos 60% da área para demais atividades pertinentes a este comércio. Augusto de Lima. 2 APLICAÇÃO 2.078. com as necessárias adaptações previstas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.270.bombeiros.848.130. 2. NFPA 1123 – Code for fireworks display – 2000 Edition. 2. Decreto Lei n° 2.mg. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. de 07 de dezembro de 1940 – Código Penal. § 1º e inciso II. 3 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA NORMATIVA E Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas.665. de 11 de setembro de 1990. 2.3 As ocupações destinadas à fabricação.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 25 FOGOS DE ARTIFÍCIO E PIROTECNIA DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av.mg. Código Civil Brasileiro – Lei n° 10.406.1 Aplica-se às edificações novas destinadas ao comércio varejista de fogos de artifício. devendo o projeto atender ao Código de Obras Municipal.

4.Envelope para o transporte de carga perigosa – Dimensão e utilização – Padronização.6 Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases.3 Deflagração: fenômeno característico dos chamados baixos explosivos. 4. NBR 7500 . armazenamento. moral e psicologicamente. Resolução 5416.Portaria do Ministério dos Transportes n° 204.7 Explosão em massa: aquela que afeta virtualmente toda a carga de maneira instantânea.2 Carga a granel: produto que é transportado sem qualquer embalagem. 2. de 17 de março de 2000 – Secretaria de Segurança Pública de Minas Gerais. NBR 8286 .Saídas de emergências em edifícios. 4. Código Penal. comercialização ou consumo. 54. produzindo calor intenso e pressões elevadas. Aprova as instruções complementares aos regulamentos dos transportes rodoviários e ferroviários de produtos perigosos. totalizando 1900 MJ/m³.Emprego da simbologia para o transporte rodoviário de produtos perigosos – Procedimento. NBR 7501 . de 03 de janeiro de 1980 – Dispõe sobre a fiscalização de produtos controlados prevista no Decreto 55649. 4. seja ele tanque. 3. de 09 de setembro de 2004 – Polícia Civil de Minas Gerais. 6 e 8. 4. NBR 7504 . derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. NBR 5419 . comburente e outros).605 de 12 de dezembro de 1998.11 Produto controlado pelo Exército e/ou Polícia Civil: produto que. NBR 8285 .8 Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico. NBR 5410 . Resolução 6429.Sistema de proteção contra descargas elétricas atmosféricas. caçamba ou container. 4. que consiste na autocombustão de um corpo (composto de combustível. 4.9 Manuseio de produtos controlados: trato com produto controlado com finalidade específica como por exemplo.5 Comércio de fogos de artifício no varejo: local destinado à venda de fogos de artifício de classes. admitindo-se acréscimo de 25%. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta instrução técnica. Lei Estadual complementar nr. . de 20 de maio de 1997. conter ou proteger produtos durante sua movimentação. de modo a garantir a segurança social e militar do país. Código Civil. transporte. contido apenas pelo equipamento de transporte. NBR 11584 .Embalagens de produtos perigosos – Classe 1. adotando-se como parâmetro à carga de incêndio de 1520 MJ /m³. deva ter seu uso restrito a pessoas físicas e jurídicas legalmente habilitadas. 4.Símbolos de riscos e manuseios para o transporte e armazenamento de material – Simbologia. respeitando o Código do Consumidor. que produz ruídos e efeitos luminosos. em acordo com as condições legais exigidas. o qual ocorre por camadas e a velocidades controladas (de alguns décimos de milímetros até quatrocentos metros por segundo). armazenamento e manipulação.Ficha de emergência para transporte de cargas perigosas. devidamente treinada por órgão ou instituição similar. aplicam-se as definições constantes da IT 02 –Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e as seguintes: 4.1 Área de estocagem: local destinado ao acondicionamento de fogos de artifícios industrializados.Características e dimensões – Padronização. 5. Estatuto da Criança e do Adolescente e o R105. manutenção. e dá outras providências (balões com mechas). 4. em qualquer estado físico.10 Pessoa habilitada: pessoa dotada de conhecimento técnico e treinada para comercializar fogos de artifício. de janeiro de 1965 e dá outras providencias. 4. Resolução 6751.Instalações elétricas de baixa tensão. NBR 7503 . capacitadas técnica. devido ao seu poder de destruição ou outra propriedade. vaso. Lei n° 9.Transporte de produtos perigosos – Terminologia.4 Embalagem: elemento ou conjunto de elementos destinados a envolver.Preenchimento da ficha de emergência para transporte de carga perigosa – procedimento. sua utilização. que se tornará responsável pelo treinamento. 4. NBR 9077 . Dispõe sobre as sanções penais e administrativas.

2 A estocagem de fogos de artifício em áreas urbanas.1 Classificação de fogos de artifício considerado para fins desta Instrução Técnica.25g de pólvora. atendendo à IT 06.5 As instalações elétricas devem ser a prova de explosão e executadas de acordo com a NBR 5410 Instalações Elétricas de Baixa Tensão. com ou sem flecha.1 Somente são permitidas instalações para venda de fogos de artifícios em edificações térreas até 100 m2. protegido contra elevações bruscas de temperatura.3 A edificação deverá possuir sistema de proteção para descarga atmosférica e aterramento. porém.25 m. 112. e de qualquer tipo de embalagem. c) Classe C 1) fogos de estampido que contenham acima de 25 (vinte cinco) centigramas de pólvora.2. com espessura mínima de 0. por peça. 4. construída de material incombustível. seja de qualquer natureza. sem estampido.4 Fica proibida a estocagem e comercialização de fogos de artifício a granel. atendendo todas as recomendações do Decreto 3665 – R 105 do Ministério da Defesa. 5. com esquadrias ou outras opções que mantenham aberturas fixas. c) terminais de abastecimento de gás liquefeito de petróleo e similares.3 Fica vedada a estocagem de pólvora com fogos de artifício e outros explosivos.5 Os fogos de artifício somente poderão ser expostos à venda devidamente acondicionados e com rótulos explicativos de seu efeito e de seu manejo e onde estejam . 5. b) fábricas e depósitos de explosivos. incisos I e II: a) Classe A 1) fogos de vista. 5. 4. b) Classe B. 2) foguetes com ou sem flecha.2. art. capazes de se incendiarem. por peça. 5. sem bomba. 5. 3) “pots-à-feu”. permitida até 2. Deverá também possuir entrada distinta da edificação adjacente. obedecerá aos critérios abaixo. com ou sem flecha.13 Substância sujeita a combustão espontânea: substância sujeita a aquecimento espontâneo nas condições normais de pressão e temperatura. por peça. inflamáveis e/ou combustíveis líquidos e/ou gasosos. b) Classe B 1) os fogos de estampido que contenham até 0.12 Rótulo: elemento que apresenta informações como. 2) foguetes. sendo.14 Tráfego: conjunto de atos relacionados com o transporte de produtos controlados e compreende as fases de embarque.50 (dois vírgula cinqüenta) gramas de pólvora. inclusive no balcão de venda. por peça. A área de ventilação cruzada deve ser protegida contra intempéries.2 O piso deverá possuir características de antifaísca (piso liso). R-105. de ráfia. de transportes ou estocagem. e 5) demais fogos de artifício. que se aquecem em contato com ar. 5. desembarque e entrega. d) Classe D 1) fogos de estampido. 5 PROCEDIMENTOS PARA COMÉRCIO VAREGISTA DE FOGOS DE ARTIFÍCIO 5.1 Para edificações térreas até 100 m2 com paredes justapostas a outra edificação. de apito ou de lágrimas. (exemplos: sacos de papel. 4) morteiros com tubos de ferro.3.3.4 As áreas de estocagem de fogos de artifício devem possuir ventilação cruzada junto ao teto. “serpentes voadoras” e outros equiparáveis. 3) baterias.2. 5. plástico e estopa). com mais de 2.2 Características das edificações 5. deverá obedecer aos critérios estabelecidos pela DEAME.3. devendo ser ventilado e seco.2. c) para a Classe C e D.1 Os fogos de artifício deverão estar dispostos de forma fracionada em prateleira arejada.2.2 gramas de pólvora por peça.5 m³.2.1.7 Não são permitidas instalações para venda de fogos de artifício nos locais de reunião de público. 5. manuseio e identificação do produto. conforme Decreto Federal n° 3665 de 21 de novembro de 2000.6 Possuir afastamento de no mínimo 200 metros das seguintes edificações e áreas de risco: a) posto de serviços de combustível.4. será permitida a instalação para vendas de fogos de artifícios. desde que a parede da loja de fogos de artifícios seja construída em material incombustível. 5. trânsito.5 m³.3 Estocagem 5.3. “morteirinhos de jardim”. cujas bombas contenham até 6 (seis) gramas de pólvora.2. 2) fogos de estampido que contenham até 0. cujas bombas contenham mais de 6 (seis) gramas de pólvora.3. e umidade que possam influir a degradação dos produtos: a) Classe A. 5. permitida até 2. 5. 5.2. 5. e 2) foguetes. símbolos e/ou expressões emolduradas referentes à natureza.

cabendo adicionar mais uma unidade quando o comprimento linear de um quadrante exceder a 100 m. 4) no projeto deverá constar a delimitação da área de queima e isolamento por cordões. cavaletes ou similares.5. 5) quantidade de placas será determinada de modo a existir pelo menos uma em cada quadrante por onde possa ser possível a aproximação de pessoas. etc. disposição do sistema de segurança contra incêndio e pânico (sinalização de saída de emergência. tornando-os mais rígidos. conforme previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais: a) extintor de incêndio.3. os seguintes documentos: a) planta baixa da disposição dos armários de estocagem. acima de 02(dois) conjuntos de até 06(seis) tubos de lançamento de até 76. de instalações públicas. ÁREA DE ISOLAMENTO. artifícios pirotécnicos e artefatos similares na presença de público deverão atender ao Regulamento Técnico 03 – espetáculos pirotécnicos do Exército Brasileiro. edificações. 5.5 Proteção contra incêndio e pânico 5. balcão de vendas e circulação. estacionamento. e) quadro em local visível na loja. conforme as condicionantes locais.1 A realização de espetáculos pirotécnicos. c) autorização da Prefeitura do Município. das categorias C e D. isenta-se as medidas acima.2. área de segurança em escala e público estimado. 6. no formato A3 ou A4. estabelecer restrições complementares. iluminação de emergência. atendendo a IT 15. 5. bem como às demais prescrições desta Instrução Técnica. com utilização de fogos de artifício. . “ÁREA DE QUEIMA DE APROXIME. distância de rede elétrica. d) memorial descritivo de construção assinado por engenheiro responsável pela edificação e respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). extintores.3 Para a realização de espetáculos pirotécnicos deverá ser observados as seguintes condições específicas: 6. o que requer criteriosa análise quanto às premissas estabelecidas nesta instrução. reservas ecológicas e quaisquer outras sensíveis a ação de fogos de artifício. 6.discriminadas sua denominação usual.2 A segurança contra incêndio e pânico em áreas. hidrantes.2 Local de apresentação As circunstâncias de cada apresentação são únicas. 6 PROCEDIMENTOS PARA ESPETÁCULOS PIROTÉCNICOS 6.2mm ou 02 (duas) girândolas. fluvial ou em terra. devidamente sinalizadas. alarmes audiovisuais. no local da apresentação. com os respectivos dizeres abaixo. cerca de isolamento. “minishow”. pirotécnicos.3. etc.4 Documentação Deverá ser apresentado junto com o processo de segurança contra incêndio e pânico. atendendo a IT 16. As dimensões mínimas das letras serão de 20x20 cm com traço cheio variando de 3 a 4 cm de espessura. ou ainda. juntamente com a cópia da carteira de blaster. NÃO SE “QUEIMA DE FOGOS. b) sinalização de emergência com luminárias a prova de explosão. bem como os seguintes documentos: 1) autorização da autoridade competente para a queima de fogos. magnitude do evento em função da quantidade total de composição pirotécnica e provável número de espectadores.1 As edificações de que trata esta Instrução técnica deverão dispor das seguintes medidas de proteção contra incêndio. sua classificação e procedência. devendo ser observadas as instruções do fabricante constantes nas embalagens. com placas de advertência. será apresentado ao Corpo de Bombeiros um croqui da área em escala 1/100. 6. b) cópia autenticada de requerimento protocolado junto à Delegacia Especializada de Armas. considerando sempre como essencial à necessidade de modificar os critérios. c) saída de emergência atendendo a IT 8. 6. obedecendo aos seguintes critérios: a) para fogos de artifício. NÃO ULTRAPASSE” b) para os fogos de artifícios das Classes C e D em quantidade inferior ao estipulado na alínea a. contrato de queima de fogos no qual conste o rescaldo sob responsabilidade da contratada. dutos e tubulações. deve apresentar a dimensão mínima estabelecida na tabela 1 correspondente ao tubo de lançamento de maior calibre utilizado na apresentação.1 A disposição do local de apresentação consta nas figuras 1 e 2 do anexo único. área e largura da saída de emergência (quando se tratar de área fechada). 2) relação de fogos. contendo cotas dos perímetros.1 O local de apresentação.4 mm. onde for realizado espetáculos pirotécnicos deverá ser apresentada no Corpo de Bombeiros. Munições e Explosivos – DEAME para comercialização de fogos de artifício. que cite os artigos do Código do Consumidor sobre o limite de idade para compra de fogos de artifícios. veículos. para o comércio de fogos de artifício. em letras vermelhas sobre fundo branco. com 120 (cento e vinte) tubos de até 25. 3) declaração formal do blaster de que foi verificado a inexistência abaixo da superfície do solo.3. NÃO FUME” FOGOS.

4 Solicitação de vistoria no mínimo de 48 horas de antecedência ao evento.3. 8 m de qualquer objeto ou obstáculo e que a área de queda se situe em oposição à área prevista para os espectadores. .6 127.2. o tubo de lançamento deve manter um afastamento do centro do local de apresentação.7 Para tubo de lançamento posicionado verticalmente. 6. estacionamento.2 Distância .3.2. deve ser adotado o maior valor entre 40 m ou 22 m para cada 25 mm de diâmetro do tubo do maior calibre utilizado. 6. escolas.6 127. etc.4 177.2 101.2. explosivos ou tóxicos está na tabela 3. 6. No emprego das velas romanas e de fogos de ação múltipla.2 6. 6.3. hospitais.3.2 76.0 152.4 177. conforme figura 1. O último prazo para liberação será de seis horas antes do início do evento. no mínimo 25 m. deve ser estabelecida de forma que qualquer ponto da trajetória provável mantenha um afastamento de. no sentido da área prevista para os espectadores entre 1/6 e 1/3 do raio do círculo do local de apresentação.Tabela 3 – Precauções adicionais Tabela 1 – Local de apresentação Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76.6 O local de queimas de fogos de artifício de solo deve situar-se.6 127.2. No caso de fogos de artifício com diâmetro igual ou superior a 76. tendo o centro do círculo como centro de simetria.3.3. Para posição inclinada. A primeira vistoria ocorrerá 24 horas antes do evento. bem como postos de combustível.3 A distância mínima de separação entre qualquer tubo de lançamento.2 85 128 171 213 256 299 341 76. no mínimo.0 152.2 101.8 203. conforme figura 2. ou seja. a localização da peça deve ser aproximadamente no centro do local da apresentação.2.2 101.8 203.2 Distância Tubo de lançamento vertical (m) 43 64 85 107 128 149 171 Distância Tubo de lançamento inclinado (m) 29 43 58 70 85 98 113 6.2.4 177.8 203.2 Diâmetro externo mínimo (m) Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76. estabelecimentos policiais ou correcionais.0 152. contida no local da apresentação. na vertical ou inclinado.3.2 mm essa distância deve elevar-se para 40 m.2 A distância mínima de separação exigida entre qualquer tubo de lançamento e a área reservada aos espectadores (em oposição a área de queda) está apresentada na tabela 2. depósitos de materiais inflamáveis.5 A área de disparo. das áreas reservadas aos espectadores e ao estacionamento de veículos. e locais com exigência de precauções especiais.2. Tabela 2 – Área reservada ao público Calibre nominal do tubo de lançamento (mm) < 76.Fonte de risco especial (m) 85 128 171 213 256 299 341 6.8 O ângulo de inclinação do tubo de lançamento deve ser estabelecido de modo que o ponto de queda da bomba falhada situa-se simetricamente em posição ao tubo de lançamento. 6.

ANEXO ÚNICO ( disposição do local de apresentação) .

IT .26 HELIPONTO E HELIPORTO SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação ANEXOS A – Orientações de sinais e ajudas visuais B – Figuras Modelos de conFiguração de helipontos e sinalização de solo C – Dimensionamento de extintores em helipontos 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos .

Bairro Centro.mg.br 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece as condições necessárias para proteção contra incêndio de helipontos e heliportos. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações e/ou áreas de risco que possuam helipontos ou heliportos. Augusto de Lima. 5 PROCEDIMENTOS 5. deve-se atender às considerações descritas na Portaria Nº 18/GM5/74. Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 92-1 de 24Jan2000 Edificações.3 Escolha do local 5. as quais em hipótese alguma poderão substituir as demais exigências para as edificações nas quais os helipontos estiverem implantados. 5.1 Para se escolher o local destinado à construção de um heliponto. 5.mg.gov. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.190-000 Site: www. de fevereiro de 1974 do Ministério da Aeronáutica.1 Em heliponto situado ao nível do solo. NFPA 418 .bombeiros. aplicam-se as definições constantes da IT 02 .130.4.3. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. as exigências da Portaria nº 18/GM5 de 14 de fevereiro de 1974 do Ministério da Aeronáutica.Terminologia de Proteção Contra Incêndio e Pânico. . adotando. com as adequações necessárias.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 26 HELIPONTO E HELIPORTO DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. além das exigências desta Instrução Técnica. deve-se obedecer às exigências e aprovação do órgão governamental responsável pela aprovação e fiscalização dos helipontos.4 Área periférica 5. somente a palavra “heliponto” será utilizada nas presentes Instruções.2. Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer). além da faixa periférica (Figura 2 do anexo B).270. Portaria nº 18/GM5.1 Em todos os casos.Standar for heliports. CEP 30. 1995 Edition.1.2 Requisitos de segurança para helipontos 5.br Email: dat3@cbmmg. especialmente no tocante às rotas de fuga. 5.gov.1 Condições Gerais: 5. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 4301 de 21Dez2001.1 Tendo em vista que um heliporto é um heliponto público dotado de facilidades de apoio e de embarque e desembarque de pessoas e cargas. 355 . NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica. é recomendável que haja uma cerca de segurança de um metro de altura circundando os limites da área periférica com objetivo de evitar que animais ou Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Decreto Estadual nº 44.

como salas de espera por exemplo.7. mediante cálculo estrutural.5.3 As áreas de refúgio para helipontos poderão ter outra utilização. além da quelas previstas para acúmulo de pessoas (área de refúgio).1 ConFiguração de Área de Pouso a) desde que não seja possível construir um heliponto ao nível do solo pode-se prever sua instalação em local elevado.4. mantendo as condições de enclausuramento. c) terraços em edifícios considerados existentes.6. 5.2 As sinalizações luminosas de balizamento para as aeronaves devem possuir autonomia mínima de 120 minutos para funcionamento na ausência de fornecimento de energia elétrica pela concessionária local. podem suportar a carga de um helicóptero pela instalação de uma plataforma de distribuição de carga.4. os detalhes são apresentados de acordo com norma do Ministério da Aeronáutica. com vistas a evitar acidentes com pessoas que transitem pela área de pouso e suas imediações.5.1 Em todos helipontos devem ser colocados cartazes contendo Avisos de Segurança.7. 5. c) as vias de acesso devem ser dotadas de paredes resistentes ao fogo para 120 minutos. 5.4.8.4 Área de refúgio para helipontos 5. 5. de forma análoga ao sistema de iluminação de emergência.1 As prescrições estabelecidas neste item são as mínimas exigidas para um razoável grau de proteção ao fogo e de salvamento em área de pouso e decolagem de helicópteros.5.2 Quando o heliponto está localizado em um aeroporto. b) a área de pouso pode abranger a totalidade da superfície do terreno ou apenas parte dele. conforme IT 06 e 07.2. devendo ser afixados avisos de “Proibido Fumar” em todos os pontos de acesso.3 Para helipontos situados fora da jurisdição de um aeroporto. após análise dos obstáculos constituidos por outros edifícios.pessoas estranhas entrem na área de pouso (Figura 2 do Anexo B). recomenda-se que sua altura não seja inferior aquela dos peitoris do terraço e não dificulte o pouso e decolagem da aeronave. 5. b) prevenção contra incêndio em helipontos elevados.1 As áreas de refúgio para helipontos devem atender aos seguintes quesitos: a) possuir área superior à metade da área total do último pavimento. 5. estando os rotores do helicóptero em movimento. e) a escada para acesso a área de refúgio pode ser construída fora da prumada da escada de segurança principal. 5. 5. dependem de autorização da Autoridade Aeronáutica Regional. 5.5. Ênfase deverá ser dado aos avisos visando evitar colisão de pessoas com o rotor de cauda dos helicópteros. os sistemas de proteção contra o fogo e o de salvamento devem ser dimensionados com base na Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 92-1 de 24Jan2000 ou outra que venha substituí-la.5.2 As áreas de refúgio para helipontos serão obrigatórias nos casos em que a IT 08 . e f) possuir guarda-corpo com 1. conforme IT 06. 5.5.3.8. a proteção contra-incêndio deve ser considerada sob três aspectos: a) prevenção contra incêndio em helipontos situados ao nível de solo. bem como em edificações com mais de 60 m de altura.5. d) o piso deve ser incombustível e ter isolamento térmico.2 As áreas de pouso/decolagem devem ser sinalizadas conforme Anexo A. quando delimitada pela fachada da edificação. 5.1.3 Áreas de pouso e decolagem de emergências para helicópteros.4 Prevenção contra incêndio em helipontos ao nível do solo deverá obedecer às recomendações previstas neste item.2 Não é permitido fumar dentro do raio de 15 m da área de pouso/decolagem. embarque de carga com ou sem pessoal.6 Avisos de segurança 5. Se a plataforma for construída.1 Para operações noturnas é necessária a existência de luzes indicativas dos limites da área de pouso e das obstruções existentes em torno da área de pouso e decolagem.1 A área de pouso e decolagem deve ser dimensionada para as características (peso e dimensões) do maior helicoptero que irá utilizá-la.2. e dimensionadas em função da população do prédio conforme IT 08 . desde que preencham os requisitos do item 5.4.10 m de altura em paredes com tempo de resistência ao fogo de 120 minutos. equipamentos.5 Helipontos elevados 5. b) ser precedida de porta corta-fogo (PCF) de 90 minutos no seu acesso.5. sendo que a ligação entre ambas deve ser feita através de uma circulação direta. Tais avisos devem conter recomendações expressas principalmente para o caso de aproximação de pessoas. .5. 5.2 Projeto estrutural 5.5. c) medidas para extinção de incêndio e de salvamento em acidentes ocorridos em helipontos elevados. 5. 5.8 Prevenção e extinção de incêndio 5.6.5. As instalações. etc. 5.8. 5. além de outras estabelecidas pelo Serviço Contra Incêndio do Comando da Aeronáutica.Saídas de Emergência especificarem a exigência de áreas de refúgio para a edificação considerada.7 Balizamento luminoso 5.Saídas de Emergência nas Edificações.8.1 A construção de áreas de pouso e decolagem de emergência para helicópteros com a finalidade de prever a evacuação dos ocupantes de edifícios em caso de incêndio ou outra calamidade.

a estrutura na qual se situa a área de pouso deve ser de material incombustível.8.8.9.6 Prevendo a eventualidade de um acidente em heliponto elevado. serra manual para metais e escada articulada ou de apoio.8.4 O armazenamento de combustível deve estar a uma distância de segurança da área de pouso.4.Sistema de Proteção por Extintores.8. em local protegido e devidamente sinalizado.4.9. d) adequada sinalização das saídas de emergência.4 Qualquer que seja o tipo de extintor utilizado. 5. 5. capacete. bota. 5.8 E recomendável que os responsáveis pelo heliponto elevado solicitem e facilitem visitas periódicas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais com jurisdição na área.8. decolagem e de estacionamento deve ser independente do sistema de drenagem geral do prédio. no que couberem. a proteção do helicóptero deverá ser feita com equipamento portátil apropriado. com a finalidade de se familiarizarem com o local e com os caminhos mais rápidos para lá chegarem em casos de emergência. devidamente protegidos contra as intempéries. de acordo com o peso total do helicóptero atendido. 5. 5. depois da separação do óleo ou combustível da água por um separador sifonado com capacidade suficiente para reter a carga total de combustível para capacidade da maior aeronave prevista para o heliponto em questão. conforme Anexo C. balaclava e luvas).5 Pelo menos dois dos homens encarregados da proteção contra incêndios e das operações de salvamento devem dispor de EPI específico para fogo e salvamento (capa.8. ferramentas portáteis de arrombamento.6 Deve haver.10 Helipontos elevados localizados em edificações que possuam sistema de proteção por hidrantes devem ser cobertos por este tipo de proteção visando à área de pouso considerando uma vazão mínima de 300 LPM.5.8. 5.8. b) as portas que dão para a área de pouso deverão ter PCFP90. deverá haver pessoal habilitado para sua operação.Brigada de Incêndio. manuseado por pessoal treinado conforme IT 12 .5.2 Os extintores portáteis ou sobre rodas.8. .9. com altura compatível com as dimensões do helicóptero. devem ser guardados em locais ou caixas.1 Nos helipontos elevados.8. deve-se exigir as quantidades mínimas de extintores.7 Recomenda-se a existência de confiáveis meios de comunicação entre o heliponto e o Quartel do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais da região.8.2 Os extintores de pó especial deverão ser compatíveis com a utilização conjunta com espuma. 5. 5.8. além daquelas previstas nos itens anteriores. de forma a atender o caminhamento especificado na IT 16 .5 A proteção contra incêndio em helipontos elevados deve obedecer às recomendações previstas neste item. com a conseqüente possibilidade de propagação de fogo.8. de modo que seja assegurada uma rápida assistência em casos de acidentes e/ou de fogo.9 Devem ser observados ainda os demais requisitos para Homologação ou registro de Helipontos junto aos órgãos regionais competentes do Comando da Aeronáutica.8. 5.8.3 Os aparelhos extintores de incêndio devem ser distribuídos uniformemente nas proximidades da área de pouso/decolagem. 5.3 A drenagem das áreas de pouso.9 Sistemas de combate a Incêndio 5.9.1 Em helipontos não localizados em aeroportos. conforme previsto na IT 12 . 5.8.5. 5. 5. nunca inferior a 30 m.8. podendo ser por telefone. 5. para possibilitar o transporte de equipamentos necessário ao combate a incêndio de grandes proporções. c) possibilidade de rápida evacuação dos usuários do heliponto e dos demais andares do prédio.9. porém este sistema pode ser ligado ao de água pluvial. 5.4.9. os seguintes requisitos devem ser atendidos: a) existência de fácil acesso ao heliponto elevado.4.Brigada de Incêndio.1 Durante as operações de reabastecimento e de partida. oferecendo fácil acesso e visibilidade. 5.2 Não é permitido o armazenamento do combustível em helipontos elevados.8. sendo adequadamente sinalizados. 5.

1.1 O sinal de identificação de um heliponto público será a letra H na forma. nas áreas de pouso e emergências ou ocasionais. privado ou militar).4 Helipontos militares 1. .9 Marcação de pátio de estacionamento 1.8 Marcação de pistas de rolagem 1. em hospitais.1 O sinal ou marca de identificação da área de pouso será um círculo possuindo no seu interior um número indicativo da tonelagem. os contornos das figuras poderão ser pintados em preto (ver Figuras 4. bem como garantida a segurança do pessoal e dos equipamentos. A letra H será sempre utilizada nestes helipontos.Tais faixas serão idênticas às delimitadoras da área de toque (Figura 13 do Anexo B). bem como da letra indicadora do tipo de heliponto e do número indicador da resistência do piso.7. 1. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 8 do Anexo B.1 Nos helicópteros públicos.3 Helipontos privados 1.1. 1. As frações de toneladas deverão ser arredondados para o número inteiros inferior mais próximo.8. 1. dentro de um triângulo eqüilátero com o vértice pintado apontado para o norte magnético. Ajudas visuais 1. a fim de que sejam facilitadas as manobras executadas pelos helicópteros. 1.9. privados.5. exceto quando a resistência do piso for inferior a 1 (uma) tonelada. deverão apresentar um número indicador do peso máximo.2 As dimensões dos algarismos indicadores da resistência do seu piso deverão ser reduzidas de 1/3 (um terço) de seu tamanho original (Figura 10 do Anexo B). 1. o algarismo indicado da resistência do piso deverá ser precedido do algarismo zero (Figura 12 do Anexo B). deverão os mesmos ser reduzidos de um terço do seu tamanho original (Figura 5 do Anexo B). A cor usada deverá ser a amarela. Quando houver necessidade de utilizar dois algarismos para indicar a resistência do piso.4 Nas áreas de pouso circulares.1 O sinal de identificação de um heliponto militar será a letra M. correspondente à resistência do piso (do helicóptero).2 Os helipontos. deverá haver faixas delimitando a área de pouso. fosforescente. em toneladas. As frações de toneladas deverão ser arredondadas para o número inteiro superior mais próximo. além do sinal de identificação.5. 5 e 6 do Anexo B).1.1 Sinais de identificação de helipontos 1.1. 1. 1. 1.3. na forma.6.1 Quando houver necessidade de pista de rolagem. quer sejam públicos ou privados ou militares. deverão ser traçadas linhas guias. devendo-se ter o cuidado para que essas faixas não sejam confundidas com outras existentes perto da área de pouso. na forma.1.5 Heliponto em hospital 1.5 As dimensões e o posicionamento do triângulo dentro da área de toque.3 As dimensões e as formas dos algarismos e das letras serão as constantes da Figura 4 do Anexo B. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 9 do Anexo B.5.6 Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros 1. 1.1.4.2 Helipontos públicos 1. deverá ser prevista a separação adequada entre os rotores dos helicópteros adjacentes. (Figuras 10 e 11 do Anexo B). nas guias. orientada para o norte magnético. 1. devendo o triângulo ser fosforescente. colocado no centro da área de toque.7 Sinais Delimitadores de área de pouso e decolagem 1. 1.1 Os pátios de estacionamento deverão ser claramente sinalizados.1 O sinal de identificação da área de pouso será uma letra indicadora do tipo de heliponto (público. correspondente à resistência do seu piso. 1. 1. deverá ser prevista a marcação de guias das mesmas. 1. Caso necessário.1 Usa-se a mesma forma de marcação prevista para os helipontos em geral. Para maior contraste.2.3 As dimensões da cruz são as constantes da Figura 10 do Anexo B.1 O sinal de identificação de um heliponto privado será a letra P. Nesse caso. dimensões e cores estabelecidas neste item e mostradas na Figura 7 do Anexo B.1. colocado à direita do vértice pintado do triângulo e com a mesma letra. são os constantes da Figura 7 do Anexo B. as dimensões dos algarismos indicadores da resistência do seu piso deverão ser também reduzidas de um terço do seu tamanho original (Figura 6 do anexo B).6 A cor utilizada deverá ser a branca ou amarela.Anexo A Orientações de sinais e ajudas visuais Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica 1.

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 01: Áreas de Pouso e decolagem e Áreas de Toque Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 02: Área Periférica e cerca de segurança Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 03: Pátio de Estacionamento de Helipontos Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 04: Dimensões e Formas dos Algarismos Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 05: Indicações de resistência do peso Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 06: Indicação da resistência do piso em heliponto Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

2 .ANEXO B Figuras e Modelos Figura 07: Heliponto Público Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica OBSERVAÇÕES 1 – Cor branca ou amarela fosforescente.Escala : 1 :100 3 – Cotas em metros .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 08: Heliponto Privado Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 09: Heliponto Militar Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 10: Heliponto em Hospital Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 11: Heliponto em Hospital – Várias posições Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .ANEXO B Figuras e Modelos Figura 12: Área de pouso e decolagem de emergência com menos de uma tonelada.

ANEXO B Figuras e Modelos Figura 13: Luzes de limite para área de pouso Fonte: Portaria nº 18GM5 – Ministério da Aeronáutica .

de 20B:C cada um. de 20B:C. Helipontos elevados .500 Kg Helipontos ao nível do solo (2) acima de 4. Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 10A:120B 6 (seis) unidades extintoras de pó BC. de 20 B:C cada um. (1) até 4.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 10A:120B.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 6A:80B 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC. (1) até 4. (2) acima de 4. 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC.ANEXO C Tabela de dimensionamento de extintores em helipontos Tipo de heliponto Capacidade em Kg Quantidade de extintores 4 (quatro) unidades extintoras de pó BC.500 Kg Uma unidade extintora sobre rodas de espuma mecânica de 30A: 240B. de 20 B:C cada um.

IT .Programa de matérias .27 MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS PERIGOSOS SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos 6 – Exigências complementares ANEXOS A .Tabela de incompatibilidade entre produtos B .

Aprova as Instruções Complementares aos Regulamentos dos transportes Rodoviários e Ferroviários de Produtos Perigosos (Suplemento ao Diário Oficial da União de nº 98. acondicionamento e compatibilidade entre produtos.Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT . no que se referem à identificação de embalagens. Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. Resolução CONTRAN nº 38/98. de 21 de novembro de 2000. 29 de dezembro de 1994 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –CIPA. Augusto de Lima. Resolução Nº 701.190-000 Site: www.de 25 de agosto de 2.gov. 25 e 26.º 20 – Ministério do Trabalho – Líquidos combustíveis e inflamáveis.bombeiros.1 Esta Instrução Técnica aplica-se às edificações e/ou áreas de risco que produzam. de 12 de fevereiro de 2004 em alguns itens específicos. 18Maio88. estacionamentos e garagens.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 27 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. Norma Regulamentadora nº 9 .mg.Ministério do Trabalho Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.br MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS PERIGOSOS 1 OBJETIVO Esta Instrução Técnica estabelece os parâmetros de segurança à edificação e área que contenha Produtos Perigosos. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E Portaria nº 27 de 19 de setembro de 1996 do Departamento Nacional de Combustíveis (atual ANP – Agência Nacional do Petróleo) – Gás Liquefeito de Petróleo. Decreto nº 96. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.EPI.130. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. de 19 de dezembro de 2001 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Minas Gerais. Norma Regulamentadora nº 6 – Ministério do Trabalho – Equipamentos de Proteção Individual .Bairro Centro CEP 30. Regulamento Federal para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos.mg.270.044. que altera a Resolução N. oficinas.665. Decreto Estadual nº 44.gov. Resolução Nº 420 – Agência Nacional de Transportes Terrestres .004. sendo que prevalecerão as disposições das Instruções Técnicas 24. dispõe sobre a Identificação de entradas e saídas de postos de abastecimento de combustíveis.004. Norma Regulamentadora nº 16 – Ministério do Trabalho – alterada pelas Portarias nº 026 de 02 de agosto de 2000 e nº 545 de 10 de julho de 2000 – Atividades e Operações Perigosas. Instruções complementares ao Regulamento do Transporte terrestre de Produtos Perigosos. 355 . de 26 de maio de 1997). Portaria nº 204/1997-MT.ANTT – de 12 de fevereiro de 2. Norma Regulamentadora nº 19 – Ministério do Trabalho – Explosivos. Decreto Federal nº 3. . Norma Regulamentadora nº 15 – Ministério do Trabalho – Atividades e operações insalubres. Da nova redação ao Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados (R-105). 2 APLICAÇÃO 2. manipulam ou armazenem Produtos Perigosos. Norma Regulamentadora n.º 420. Norma Regulamentadora nº 5 – Ministério do Trabalho – alterada pela Portaria nº 25.br Email: dat3@cbmmg. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14.

Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas. NBR 7500 – Identificação para o transporte terrestre. de fácil acesso. NBR 5382 – Verificação de Iluminância de Interiores.2 Para o armazenamento de produtos perigosos devese observar o contido no anexo A (Tabela de incompatibilidade entre produtos).1 A canaleta de coleta e contenção deve ser executada de forma a não permitir a mistura de produtos incompatíveis. NBR 12710 – Proteção contra incêndio por extintores no transporte de produtos perigosos. NBR 9735 – Conjunto de Equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos. a utilização de dispositivos que impeçam que um produto entre em contato com outro.1 Características Gerais 5. Fire Protection for Facilities Handling Radioativite Materials.2 Distância internas Deve ser mantida uma distância mínima entre as áreas com a presença de produtos perigosos de pelo menos quatro metros das demais edificações. admitindo-se ainda. 1994. NBR 12235 – Armazenamento de resíduos sólidos. NBR 7503 . tais como baias e bacias de contenção. 1997. Norma Regulamentadora nº 26 – Ministério do Trabalho – Sinalização de segurança. 18th edition. FUNDACENTRO (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho) . NBR 9734 – Conjunto de Equipamentos para avaliação de emergência e fuga no transporte rodoviário de produtos perigosos. estoque e movimentação interna de produtos perigosos fica condicionado à autorização e fiscalização dos órgãos competentes para expedição do alvará de funcionamento. NBR 5413 – Iluminância de Interiores. NBR 14095 . movimentação e armazenamento de produtos. 5.Norma Regulamentadora nº 23 – Ministério do Trabalho – Proteção contra incêndios. NBR 10898 – Sistema de Iluminação de emergência. 1998 edition. será analisado cada caso específico. 4ª edição.1.2.04.2. dimensões e preenchimento. CNEN-NE 2.03 e CNEN-NE 2.04 – Funcionamento de serviços de radiografia Industrial. manuseio. aplicam-se as definições constantes da IT 02 . NBR 14. NBR 10004 – Resíduos Sólidos – Classificação. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Instrução Técnica.04 – Licenciamento de instalações CNEN-NN 6. NBR 7195 – Cores de segurança. NBR 14064 – Atendimento a emergência no transporte terrestre de produtos perigosos.1 O funcionamento das edificações com áreas reservadas para manipulação. CNEN-NE nucleares. CNEN-NE radiativas.2. NFPA 801 .Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico e os glossários das normas CNEN-NN 2. National Fire Protection Association. 5.3 Instalação Para todas as classes de produtos perigosos devem ser previstas guaritas externas à edificação em área mais afastada junto ao perímetro externo.3 Para substâncias não descritas na tabela A. 5 PROCEDIMENTOS 5. após o Processo de Proteção Contra Incêndio ter sido aprovado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais. Fire Protection Handbook.Ficha de Emergência e envelope para o transporte terrestre de Produtos Perigosos – Características. Neste caso os produtos deverão ser armazenados em locais diferentes ou a distâncias seguras. .02 – Licenciamento de Instalações CNEN-NN 2. Deve haver a construção de canaletas de coleta e contenção em número suficiente para garantir o abandono das pessoas e a intervenção das guarnições do Corpo de Bombeiros. com Equipamentos de Proteção Individual (EPI). 5. NBR 6493 – Emprego de cores para identificação de tubulações. 5. National Fire Protection Association. 5.Ministério do Trabalho .619 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Incompatibilidade química. NBR 7501 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos – Terminologia. conforme 1.03 – Proteção contra incêndio em Usinas Nucleoelétricas.Área de estacionamento para veículo rodoviário de transporte de produtos perigosos.04 – Proteção contra incêndio em instalações nucleares do ciclo do combustível. 6.

quando possuírem peso específico maior que “1”.7 Sistema de contenção e drenagem 5. com as dimensões mínimas de 0. deverá ser apresentado a autorização de funcionamento expedida pelo CNEN. em caso de incêndio ou contaminação que os riscos se propaguem para outra edificação e/ou áreas de risco. antiexplosão e corrosão. da chuva e da umidade. Armazenamento. b) capacetes de boa resistência.04.5. com inclinação para o tanque de contenção de modo a permitir um rápido escoamento do líquido ou das águas residuais de combate a incêndio ou rescaldo. 5.15 m de profundidade. no caso de gases infectantes.7. Nota. 5. com alto grau de risco de contaminação de pele e respiratória.6. evitando. hospitais e habitações unifamiliares. c) máscara panorâmica com filtro para o produto ou polivalente ou EPR.5 A bacia de contenção deve possuir um volume que possa abrigar o líquido e o agente extintor durante 30 minutos de combate ao sinistro. inclusive quando for acionada a iluminação de emergência. 5. de acordo com o tipo de proteção exigido. de acordo com as normas CNENNE 1.1 Estas instalações devem obedecer ao Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais no que couber. O fabricante dos produtos perigosos deverá indicar o tecido e/ou o material do EPI compatível com os produtos. 5. d) estar afastado. que. tóxicos ou corrosivos devem ser observados os seguintes requisitos: a) possuir ventilação natural. desde que tenham riscos primário ou subsidiário de inflamabilidade.classificação e utilização previstas na NBR 9734 para atuação em caso de emergência.04. conforme casos mais extremos. 5. compatível com os produtos.7. 5.9 Equipamentos de proteção individual (EPI) O número de conjuntos EPI deve ser igual ao número de pessoas habilitadas e credenciadas a lidar com os produtos. 5.4 A canaleta deve receber grade. 5. 5. 5. deverá haver as fichas de emergências (NBR 7503) dos produtos manipulados na edificação. 5.Acesso de viaturas na edificação e área de risco. para melhor segurança dos usuários. devem estar afastados no mínimo 150 metros de locais de reunião de público. .1 As classes de armazenagem de gases perigosos devem possuir as mesmas proteções ativa e passiva determinadas pela IT 23 . tendo como base o currículo do curso constante no Anexo B. escolas.4 Área identificada A área da edificação que contenha Produtos Perigosos deve ser restrita de tal forma que impeça o acesso de pessoas não autorizadas. 6.1 Nas edificações que recebem caminhões-tanque ou contêineres-tanque em seus pátios internos devem ser previstos pelo menos uma vaga para estacionamento de veículo com vazamento para controle e contenção do produto transportado. 5.3 A canaleta de contenção deve ser construída em nível com caixa sifonada. 5.02 e CNEN-NN 6.5 m de ralos. e compatível com o produto a ser bombeado. 5.6 Instalações nucleares ou radiativas 5.Manipulação.5. materiais de controle de vazamentos e rotas de fuga ( NBR 5413. acrescidas no programa de treinamento de brigada de combate a incêndio. de forma a impedir que o produto contido escoe para outras canaletas. conduzem a um tanque de contenção.3.3 Os locais que armazenem no mínimo 250 kg de gases infectantes. a mistura só pode ser retirada do tanque por meio de bomba a ar comprimido.5. no mínimo 20 metros. tóxicos e corrosivos com limite de tolerância abaixo de 500 mg/kg. de forma a impedir o assoreamento e resistir à passagem de veículos em harmonia com a IT 04 . interligadas entre si.4.2 m de largura por 0. 5382 e 10898 ).5 Em todas as classes de instalações fixas de gases deve-se adotar o painel de segurança e rótulo de risco. O conjunto EPI consiste em: a) luvas para produtos perigosos em cano longo. demonstrado em planílha de cálculos. B ou C). 5.7. As canaletas de drenagem devem ser revestidas com material impermeável.7. 5.1 A brigada de incêndio deve também ser treinada nas primeiras ações emergenciais envolvendo produtos perigosos. especificados por meio da NBR 7500. e) botas para uso em produtos perigosos. d) roupas para ações de controle de vazamentos (nível A.5 Condições específicas para gases perigosos 5. com o mínimo de 06 horas/aula teóricas e práticas sobre produtos perigosos. Além de indicação do tipo de EPI mais adequado.7. comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP).2 Na solicitação de vistoria para emissão do AVCB.2 No caso de acúmulo de líquido.8 Iluminação O sistema elétrico deve ser todo blindado e garantir uma boa visibilidade em toda a área. caso haja incompatibilidade entre os mesmos. Os EPI deverão ser certificados com fé pública por órgão de certificação nacional.5. conforme previsto na NBR 14095. levando-se em consideração as taxas de aplicação de espuma especifica para o produto.4 Os locais de armazenamento classificados. b) estar o recipiente protegido do sol.5. de acordo com a IT 23. bem como de galerias subterrâneas e similares. de 1. além das exigências específicas das normas do CNEN. 5.1 A ocupação com a presença de produtos perigosos em estado líquido deve ser contornada por uma canaleta de contenção. caixas de gordura e de esgotos.6.2 A classificação de áreas de armazenagem obedecem ao mesmo critério da IT 23. no mínimo. c) estar o recipiente afastado de outros gases envasados. privilegiando-se os locais de guarda dos equipamentos de proteção individual.

6.4 É vedado a presença de animais. c) saída de emergência bem localizada e sinalizada. conforme IT 11. volume. alimentos e medicamentos de consumo humano e animal junto com produtos perigosos. com suas respectivas Fichas de Emergência (NBR 7503) e seu local de armazenamento e estoque. como por exemplo. e o tempo de evasão da edificação. para serem expressas em um Plano de Intervenção de Incêndio. com portas em vidro para possibilitar a visão de seu conteúdo. d) sistema de exaustão. com seus respectivos ensaios de manuseio. e f) pintar todas tubulações externas na edificação de acordo com o produto na qual ela é utilizada (NBR6493). da Portaria 204 do Ministério dos Transportes. b) os armários devem ser confeccionados em materiais não combustíveis. conforme o capítulo 8. d) anexar ao PPI os nomes técnicos e comerciais dos produtos perigosos. b) na posição vertical e amarrados com corrente. portanto deve ser: a) somente para quantidades limitadas. d) o laboratório deve possuir um sistema de identificação das substâncias armazenadas. 6.2 Os cilindros de gases devem ser armazenados em locais específicos: a) área coberta e bem ventilada. e) seguir as orientações sobre sinalização e rotulagem de embalagens externas e internas para acondicionamento de produtos. sob a orientação do Comandante da Unidade e/ou Fração de Bombeiros responsável pela área da edificação. 5. um sistema de fichas contendo informações a respeito da natureza das substâncias. contemplando: a) identificação dos riscos existentes conforme mapa de riscos físicos.10 Sinalização Além da sinalização de paredes e pilares para a fácil localização dos sistemas ativo e passivo de prevenção e combate a incêndios. químicos e biológicos expressos na Portaria nº 25. b) possuir janelas na parede voltada para o exterior.Deve-se observar o contido na NBR 9734 para a seleção de EPI a ser utilizado em caso de acidentes conforme cada tipo de produto envolvido. 6. dentre outras. de 29dez94 do Ministério do Trabalho. deverão ser observadas as características daquele que oferecer maior risco. o gerente de logística de produtos perigosos deve reunir todas as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação. c) indicar o número de trabalhadores expostos aos riscos. c) refrigeração ambiental caso a temperatura ambiente ultrapasse a 38 ºC. . e) refrigeração ambiental caso a temperatura ambiente ultrapasse a 38 ºC.1 O armazenamento de produtos perigosos deve ocorrer em local com características de segurança específicas tais como: a) construído com pelo menos uma de suas paredes voltadas para o exterior da edificação. Em caso de se ter mais de um produto armazenado ou manipulado no local. químicos e biológicos de acordo com sua grandeza. salvo se houver compatibilidade entre os produtos. e f) iluminação feita com lâmpadas à prova de explosão.3 O armazenamento de produtos químicos em laboratório só é permitido em pequenas quantidades. e c) deve-se observar a compatibilidade dos gases a serem armazenados no mesmo local. b) identificar com círculos coloridos os riscos físicos. ao nível do teto para retirada de vapores leves e ao nível do solo para retirada dos vapores mais pesados. 6. incompatibilidade química. além de porta para o acesso do Corpo de Bombeiros de houver necessidade. EXIGÊNCIAS COMPLEMENTARES 6.

éter de petróleo. Ácido perclórico. Cloreto de acetilo. cobre. Ácido nítrico fumegante ou ácidos oxidantes. Ácidos. carbonetos. agentes oxidantes. amônia. Amônia aquecida com óxidos ou sais de metais pesados e fricção com agentes oxidantes. ácido iodídrico. ácido nítrico e ácido sulfúrico. Ácido acético. clorato de potássio. magnésio e outros metais. ácido acético. flúor. Etileno glicol. Metais em pó. líquidos e gases combustíveis. sais de mercúrio prata. Acetileno. Prata. ácido sulfúrico e trióxido de enxofre. ácido perclórico. Hg. cloratos. ácido nítrico. I2. Cl. ácido nítrico. carbetos de sódio e terebentina. gás cianídrico. permanganatos e peróxidos. Álcalis e ácido nítrico. ácido crômico. óxido de cromo IV. anilina. Br2 HF. permanganatos e peroxídos. naftaleno. líquido e gases inflamáveis. hidrazina. ácido fluorídrico. substâncias nitráveis. cloratos. Álcoois e outras substâncias orgânicas oxidáveis. matéria combustível. compostos contendo hidroxilas. mercúrio. peróxidios. metais em pó. Bromo. cloro. hipoclorito de Ca.ANEXO A Tabela de incompatibilidade entre produtos Substâncias Acetileno Acetona Incompatível com Cloro. Amônia. metais em pó. Umidade (no ar ou água). perclorato de potássio. pentacloreto de fósforo. Bromo. graxas. papel. mercúrio e prata. agentes oxidantes. Ácido Acético Ácido Cianídrico Ácido Crômico [Cr (VI)] Ácido Fluorídrico Ácido Fórmico Ácido Nítrico (concentrado) Ácido Nítrico Ácido Oxálico Ácido Perclórico Ácido Pícrico Ácido Sulfídrico Água Alumínio e suas ligas (principalmente em pó) Amônia Amônio Nitrato Anilina Bismuto e suas ligas Bromo Carbeto de Cálcio ou de Sódio . butano e outros gases de petróleo. Ácido acético glacial. percloratos e permanganatos de potássio. butadieno. anilina óxido Cr(IV). bismuto e suas ligas. cloro. substâncias orgânicas ou combustíveis finamente divididos. Ácido nítrico. agentes redutores. pentóxido de fósforo. ácido crômico. líquidos. álcoois. persulfato de amônio e água. Soluções ácidas ou alcalinas. metais finamente divididos. metais alcalinos terrosos seus hidretos e óxidos. hipoclorito de cálcio. anilina. fósforo e etilfeno. anidrido acético. ácido acético. óleos ou qualquer matéria orgânica. iodo. oxicloreto de fósforo. peróxido de hidrogênio. álcoois. compostos clorados nitratos. Anidrido acético. etc. ácido cianídrico. bromo. ácido fluorídrico. glicerina. (anidra ou aquosa). prata. peróxido de bário. madeira. nitrometano e agentes oxidantes. hidrogênio.

madeira. butano. glicerina. gasolina. líquidos combustíveis. peróxido de sódio. Cloratos de Sódio Cloreto de Zinco Cloro Cobre Cromo IV Óxido Dióxido de Cloro Flúor Enxofre Fósforo Fósforo Branco Fósforo vermelho Hidreto de Lítio e Alumínio Hidrocarbonetos (benzeno. amônia. carboneto de sódio e terebentina. óxidos ou oxalatos de metais pesados (nitratos. terebentina. amônia. ácido crômico. ferro. Acetileno. percloratos. peróxidos fosfatos e sulfatos). (anidra ou aquosa) e hidrogênio. sulfeto de hidrogênio. álcoois. Acetileno. substâncias combustíveis. oxidantes. hidrogênio. naftaleno. propano. Acetona. Acetileno. sais de amônio. metais em pó. alumínio. metais alcalinos. matéria combustível. (especialmente solventes orgânicos). sais de amônio. peróxido de hidrogênio. peróxido de sódio. umidade no ar e água. ácido nítrico. substâncias orgânicas oxidáveis ou combustíveis. Ácido acético. ácido nítrico com etanol. enxofre. Matéria oxidante. amônia. Qualquer matéria oxidante. metano e fosfina. cloratos. dióxido de carbono. peróxido de hidrogênio. Carbonatos. ácido oxálico. Ácidos. Flúor. cianetos. Ar. Ácidos. agentes oxidante. bismuto. etc) Hidrogênio Peróxido Hidroperóxido de Cumeno Hipoclorito de Cálcio Iodo Líquidos inflamáveis Lítio Magnésio (principal/em pó) Mercúrio Cobre. . butadieno. ácidos. bromo. Ácidos ou matéria orgânica. de fósforo.Carvão Ativo Cianetos Cloratos e Percloratos Cloratos Potássio ou Percloratos Hipoclorito de cálcio. metais em pó. Maioria das substâncias (armazenar separado). açúcar e sulfetos. benzeno. Ar (oxigênio) ou qualquer matéria oxidante. Ácidos. nitritos Hg (IV) nitratos. metais em pó. acetato de etila e água. álcool pentóxido. cromo. halogênios. Nitrato de amônio. enxofre. anidrido acético. peróxido de hidrogênio. acetonas. matéria oxidável.fósforo. Ácidos e álcalis. acetileno. Ácidos (minerais ou orgânicos). Cloratos e percloratos. Amônia ou carvão ativo. butano e outros gases de petróleo. cloro. fósforo e enxofre. Amônia. papel. de Ácidos ou seus vapores. nitratos e ácido nítrico. hidrocarbonetos cloráveis.

Peróxidos Peróxidos (orgânicos) Peróxido de Bário Peróxido de Hidrogênio 3% Metais pesados. fósforo. Enxofre. álcoois benzaldeído. Tetracloreto de carbono e outros carbetos. Mg. Materiais combustíveis. ácido oxálico e tartárico. cloratos. enxofre. Acetileno. ácido nítrico com etanol. álcoois. nitratos metálicos. cobre. enxofre e zinco. Ce. aminas. metanol. Nitrato de amônio Nitrito Nitrito de Sódio Nitro-parafinas Óxido de Mercúrio Oxigênio (líquido enriquecido com O2) Pentóxido de Fósforo ou ar Gases inflamáveis. Permanganato ou Persulfato Permanganato de Potássio Benzaldeído. compostos orgânicos. dimetilformamida. líquidos ou sólidos como acetona. K. nitratos de amônio ou outros sais de amônio. fósforo. acetato de etila e outras substâncias oxidáveis. etanol. Ácidos. óleos. hidrazina. carvão ativado. graxas.Metais Alcalinos e Alcalinos Terrosos (Ca. amoníaco. Li. ésteres. cloretos. cloreto estagnoso. Ácido acético glacial. glicerina. acetona. etileno glicol. Peróxido de Sódio Potássio Prata Zinco em pó Zircônio (principal/em pó) . bicarbonato de sódio e água. Álcoois inorgânicos. Compostos de amônio. Perclorato de Amônio. substância orgânica. hidrocarbonetos clorados e Água. metais em pó. Cianeto de sódio ou potássio. Ácido (mineral ou orgânico). hidrogênio. Ar (unidade e/ou oxigênio) ou água. acetato de etila. ácido clorídrico. glicerina. Compostos orgânicos combustíveis. Crômio. compostos orgânicos combustíveis finamente divididos. metais alcalinos. acetileno. pralogenados. peróxidos. Ácidos ou água. substâncias oxidáveis. etilenoglicol. água e zinco em pó. Na) Nitrato Dióxido de carbono. halogênios. dissulfeto de carbono. ácido sulfúrico. chumbo. com a maioria dos metais ou seus sais. tetracloreto de carbono. materiais oxidantes tais como ácidos. Compostos orgânicos. Matéria combustível. piridina. metais em pó. substâncias oxidáveis. matéria oxidável e água. água. anidrido acético. ferro. acetato de sódio. cloratos e nitratos. compostos de amônia. furfural.

IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS PRODUTOS PERIGOSOS 1.Programa de Matérias 1.4 Manual da ABIQUIM 2.3 Fichas de Emergências 1. AÇÕES EMERGENCIAIS 4.1 Equipamentos de proteção respiratória 3. TOXICOLOGIA 2.2 Roupas de proteção 3.1 Rótulos de Risco 1.5 Descontaminação .2 Painéis de segurança 1.2 Rotas de exposição 2.3 Efeitos das substâncias no organismo 3.3 Níveis de proteção 4. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL 3.2 Isolamento 4.4 Contenção 4.1 Identificação 4.3 Salvamento 4.1 Exposições agudas e crônicas 2.

IT . PIAÇAVA E SIMILARES SUMÁRIO 1 – Objetivo 2 – Aplicação 3 – Referências normativas e bibliográficas 4 – Definições 5 – Procedimentos ANEXO Afastamentos da cobertura combustível .28 COBERTURA DE SAPÉ.

paredes e cobertura incombustíveis. NR 23 – Proteção contra incêndios.3 A fiação que não estiver embutida em alvenaria ou concreto deve estar totalmente protegida por eletrodutos metálicos. Decreto Estadual nº 44. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituílas: Lei nº 14. NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. coifas e congêneres devem também estar à distância mínima de 2 m de qualquer parte da cobertura combustível e nunca acima de sua Para compreensão desta Instrução Técnica é necessário consultar as seguintes normas. 2 APLICAÇÃO Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações cuja cobertura seja de fibras de sapé.Materiais de Construção .130.2 Fogões.br COBERTURA DE SAPÉ. mobilidade e equipamentos urbanos. 5.gov.br Email: dat3@cbmmg. de 01 de Abril de 2006 – Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.Bairro Centro CEP 30.2.3 As saídas de chaminés. NBR 10898 – Sistema de Iluminação de Emergência. NBR 9050 – Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências a edificações.bombeiros. atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NORMATIVAS E NBR 13523 – Central Predial de gás liquefeito de petróleo. piaçava e similares.INSTRUÇÃO TÉCNICA – 28 DIRETORIA DE ATIVIDADES TECNICAS Av. NBR 13932 – Instalações Internas de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) – Projeto e execução.1 Instalações elétricas 5. . piaçava e similares. 355 .1 As fontes de calor que podem inflamar as fibras combustíveis devem ser isoladas e mantidas à distância mínima de 5 m.2.mg. espaço.1 As instalações elétricas devem ser projetadas e executadas segundo normas da ABNT.Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante .1.270. aplicam-se as definições constantes da IT 02 – Terminologia de proteção contra incêndio e Pânico. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Instrução Técnica.2 Fontes de c