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Minha Casa Minha Vida 2

Minha Casa Minha Vida 2

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Publicado porRui Falcão
O governo federal anunciou, nesta quinta-feira (12/5), novas regras para o programa Minha Casa, Minha Vida 2, que contará com investimentos, até 2014, de R$ 71,7 bilhões – R$ 62,2 bilhões do Orçamento Geral da União e R$ 9,5 bilhões do FGTS. A segunda fase do programa foi aprovada terça-fera ã noite (10/5) pelo Senado Federal, na forma de Projeto de Lei de Conversão (PLV 10/2011), originado na Medida Provisória 514/10, que agora segue para sanção presidencial. A meta é contratar, num período de quatro anos, dois milhões de unidades habitacionais.

Em entrevista coletiva concedida em Brasília, a secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, informou que 60% das unidades habitacionais serão destinadas a famílias com renda mensal de até R$ 1.395,00, com o subsídio do governo podendo chegar a 95% do valor do imóvel. Para adquirir a casa própria, essas famílias deverão arcar com 10% da renda, com limite mínimo de R$ 50,00, por 120 meses. Nessa modalidade, o imóvel não poderá ser vendido antes de dez anos, a não ser que as famílias quitem o valor total, incluindo o subsídio. O objetivo, segundo Inês, é evitar a venda prematura do empreendimento.

“A pessoa que decidir vender vai ter que pagar o valor total, sem o subsídio do imóvel. Caso a família tenha a venda como um fato, ela só pode vender o imóvel depois de quitá-lo”, informou.

Outra mudança da segunda versão do programa habitacional é o fim do limite de cinco pavimentos para os prédios residenciais populares em áreas urbanas centrais e regiões metropolitanas e a possibilidade de instalação de comércio no térreo destes imóveis. A secretária explica que o objetivo da verticalização é ampliar a oferta de imóveis à população de baixa renda. Ainda de acordo com ela, ao liberar a exploração comercial no térreo dos empreendimentos, o governo possibilita uma saída ao custeio do condomínio.

O Minha Casa, Minha Voda 2 prevê que mulheres separadas podem adquirir um imóvel mesmo sem a outorga do cônjuge ou no caso em que não houve divórcio judicial. Essa modalidade é limitada às famílias com renda mensal de até R$ 1.395,00.

Uma nova regra permite, ainda, a aquisição de imóveis, por meio do programa, nas áreas em processo de desapropriação, em operações de urbanização de favelas e assentamentos precários. Nesses casos, é possível a aquisição e cessão dos direitos de posse. Ao final do processo de desapropriação, o direito de propriedade do imóvel será transferido às famílias beneficiárias.

Cadastro nacional - Uma das novidades incluídas na nova fase do programa é a instituição de um cadastro de beneficiários de programas habitacionais ou rurais. O objetivo – explica a secretária – é imprimir maior controle no processo de concessão de subvenções. A partir do cadastro, o governo terá maior controle e monitoramento dos benefícios, evitando que alguém receba o subsídio mais de uma vez.

“Um desafio nosso é gradativamente consolidar num único instrumento os benefícios financiados pela União, estados e municípios. É um instrumento que vai permitir maior controle dos processos”, explicou.

Como aderir ao programa – As famílias que se encaixam nas regras do Minha Casa, Minha Vida 2, que tiverem interesse em adquirir um imóvel, devem procurar a prefeitura municipal. A partir dessa manifestação, as famílias serão inseridas em um cadastro nacional. Se selecionadas, serão chamadas pela Caixa Econômica Federal para assinatura de contrato, informou Inês Magalhães.
O governo federal anunciou, nesta quinta-feira (12/5), novas regras para o programa Minha Casa, Minha Vida 2, que contará com investimentos, até 2014, de R$ 71,7 bilhões – R$ 62,2 bilhões do Orçamento Geral da União e R$ 9,5 bilhões do FGTS. A segunda fase do programa foi aprovada terça-fera ã noite (10/5) pelo Senado Federal, na forma de Projeto de Lei de Conversão (PLV 10/2011), originado na Medida Provisória 514/10, que agora segue para sanção presidencial. A meta é contratar, num período de quatro anos, dois milhões de unidades habitacionais.

Em entrevista coletiva concedida em Brasília, a secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, informou que 60% das unidades habitacionais serão destinadas a famílias com renda mensal de até R$ 1.395,00, com o subsídio do governo podendo chegar a 95% do valor do imóvel. Para adquirir a casa própria, essas famílias deverão arcar com 10% da renda, com limite mínimo de R$ 50,00, por 120 meses. Nessa modalidade, o imóvel não poderá ser vendido antes de dez anos, a não ser que as famílias quitem o valor total, incluindo o subsídio. O objetivo, segundo Inês, é evitar a venda prematura do empreendimento.

“A pessoa que decidir vender vai ter que pagar o valor total, sem o subsídio do imóvel. Caso a família tenha a venda como um fato, ela só pode vender o imóvel depois de quitá-lo”, informou.

Outra mudança da segunda versão do programa habitacional é o fim do limite de cinco pavimentos para os prédios residenciais populares em áreas urbanas centrais e regiões metropolitanas e a possibilidade de instalação de comércio no térreo destes imóveis. A secretária explica que o objetivo da verticalização é ampliar a oferta de imóveis à população de baixa renda. Ainda de acordo com ela, ao liberar a exploração comercial no térreo dos empreendimentos, o governo possibilita uma saída ao custeio do condomínio.

O Minha Casa, Minha Voda 2 prevê que mulheres separadas podem adquirir um imóvel mesmo sem a outorga do cônjuge ou no caso em que não houve divórcio judicial. Essa modalidade é limitada às famílias com renda mensal de até R$ 1.395,00.

Uma nova regra permite, ainda, a aquisição de imóveis, por meio do programa, nas áreas em processo de desapropriação, em operações de urbanização de favelas e assentamentos precários. Nesses casos, é possível a aquisição e cessão dos direitos de posse. Ao final do processo de desapropriação, o direito de propriedade do imóvel será transferido às famílias beneficiárias.

Cadastro nacional - Uma das novidades incluídas na nova fase do programa é a instituição de um cadastro de beneficiários de programas habitacionais ou rurais. O objetivo – explica a secretária – é imprimir maior controle no processo de concessão de subvenções. A partir do cadastro, o governo terá maior controle e monitoramento dos benefícios, evitando que alguém receba o subsídio mais de uma vez.

“Um desafio nosso é gradativamente consolidar num único instrumento os benefícios financiados pela União, estados e municípios. É um instrumento que vai permitir maior controle dos processos”, explicou.

Como aderir ao programa – As famílias que se encaixam nas regras do Minha Casa, Minha Vida 2, que tiverem interesse em adquirir um imóvel, devem procurar a prefeitura municipal. A partir dessa manifestação, as famílias serão inseridas em um cadastro nacional. Se selecionadas, serão chamadas pela Caixa Econômica Federal para assinatura de contrato, informou Inês Magalhães.

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Minha Casa Minha Vida 2

Moradia digna é um direito de todo brasileiro

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expediente
Mandato do deputado Rui Falcão
Chefe de gabinete: Luciano Barbosa Coordenação e execução do projeto: arquiteta Rosangela Lima Pesquisa : Marco Antonio Almeida Assessor jurídico: Antonio Carlos Serrano Colaboradores: Ivo Carvalho e Adilson Rodrigues Secretária: Selma Lemes e Maria de Fátima Donatoni Projeto gráfico: Área Comunicação

Endereço para correspondência:
CEP: 04097-900 Telefone: (11) 3886-6776 Site: www.ruifalcao.com.br E-mail: gabinete@ruifalcao.com.br

Av. Pedro Álvares Cabral, nº 201 – sala T-109

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presidenta dilMa aMplia prograMa de Casas populares CoM a aproVação no senado das noVas regras para o Minha Casa, Minha Vida.

Em maio de 2011, a presidenta Dilma aprovou a lei 12.424/2011, que estabelece novas regras para a segunda etapa do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. As alterações servem para garantir a nova etapa, que prevê a construção e a reforma de dois milhões de moradias para o período de 2011 a 2014, a União foi autorizada pela nova lei a transferir recursos para o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), até o limite de R$ 16,5 bilhões, e para o Fundo de Desenvolvimento Social - FDS, até o limite R$ 500 milhões. O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida 1( PMCMV1), lançado em 2009 superou a meta de financiar um milhão de moradias no Brasil, atingindo a marca de mais de 1 milhão de unidades habitacionais segundo a Caixa Econômica Federal. Os números do programa são expressivos. A Caixa realizou, em 2010, o maior investimento habitacional de sua história, com o volume de R$ 77,8 bilhões, o que representa 1.231.250 financiamentos e corresponde a 70% de todo o crédito imobiliário do mercado. Esse montante é 57,2% superior ao contabilizado em 2009. O resultado de 2010 é ainda 1,435% maior do que o registrado em 2003, de R$ 5 bilhões, número alcançado principalmente em função do Minha Casa, Minha Vida.  As mudanças na lei têm o objetivo de tornar as regras do programa mais claras, facilitando seu entendimento pela população, assim como os procedimentos para a regularização fundiária de assentamentos localizados em áreas urbanas.

Outra mudança em relação ao Minha Casa, Minha Vida 1 é a possibilidade de o governo construir casas e apartamentos em áreas que ainda estão em fase de desapropriação. A nova lei altera os valores da renda das famílias que devem ser beneficiadas pelo programa: antes, eram famílias que recebiam mensalmente até dez salários mínimos (R$ 5.450,00 pelos valores atuais); com o PLV, cai o referencial do mínimo e o teto fica fixado em valor nominal de R$ 4.650,00. A lei prevê 60% das unidades habitacionais para famílias com renda mensal limitada a R$ 1.395,00. Haverá prioridade de atendimento às famílias residentes em áreas de risco, insalubres ou que estejam desabrigadas. Outras prioridades para o atendimento são famílias com mulheres responsáveis pela unidade familiar e as que tenham pessoas com deficiência. Com estas medidas, o governo confirma uma das promessas da presidenta Dilma de erradicar a miséria e cuidar daqueles que mais necessitam: as famílias em situação de vunerabilidade social. Esta cartilha propõe-se a contribuir com informações referentes ao programa do governo Dilma Minha Casa, Minha Vida 2, com informações importantes para quem quer realizar o sonho da casa própria.
Rui Falcão

Deputado Estadual

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CoMo o prograMa Minha Casa, Minha Vida 2 irá reduzir a falta de habitação nas Cidades?
Facilitar a produção ou reforma do imóvel residencial.
Aumentar a capacidade da construção civil na produção habitacional para famílias de baixa renda. garantir subsídio de acordo com a capacidade de pagamento das famílias. reduzir o risco do financiamento com barateamento dos custos cartoriais. distribuir renda e promover inclusão social, gerar empregos no setor da construção civil.

Minha Casa, Minha Vida 2 índiCe
Como o programa Minha Casa, Minha Vida 2 irá reduzir a falta de habitação nas cidades?....................................7 O que são subsídios?......................................8 Quanto você irá pagar de prestação do imóvel?........................................................9 Garantias importantes do Programa.............10 Como se cadastrar no Programa Minha Casa, Minha Vida (pessoas com renda de até 3 salários mínimos)?........................................12 Procedimentos para famílias com renda superior a 3 salários mínimos?.....................13

Quais os critérios para adquirir um imóvel pelo Programa Minha Casa, Minha Vida 2?.........................14 Critérios para escolha dos projetos apresentados pelas prefeituras......................16

A lei considera imóvel novo: a unidade habitacional com até 180 (cento e oitenta) dias de “habite-se” ou documento equivalente, expedido pelo órgão público municipal competente ou, nos casos de prazo superior, que não tenha sido habitada ou alienada.  Requalificação de imóveis urbanos: aquisição de imóveis conjugada à execução de obras e serviços voltados à recuperação e ocupação para fins habitacionais, admitida ainda a execução de obras e serviços necessários à modificação de uso.

Como deverão ser os empreendimentos.....................................17 Como a construtora é beneficiada pelo programa Minha Casa, Minha Vida 2?........18 Documentação necessária para as construtoras...................................................20 O governo Dilma mantém o compromisso com a sustentabilidade..................................21 O que é trabalho social?................................22

Financiamento para a produção de habitação visando ao atendimento de famílias com renda de até 10 salários mínimos.

A finalidade do programa é criar mecanismos de incentivo à produção e aquisição de novas unidades habitacionais, requalificação de imóveis urbanos e rurais.
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Quanto VoCê irá pagar de prestação do iMóVel?
Ao financiar seu imóvel, o valor do financiamento tem um custo adicional, que no mercado é chamado de juros. Juros são a remuneração cobrada de quem pegou um empréstimo e deve pagar ao proprietário do dinheiro emprestado. No financiamento do Minha Casa, Minha Vida, o proprietário do dinheiro emprestado é o governo federal. O governo ao emprestar para o comprador do imóvel cobra os juros de acordo com a tabela abaixo: Renda até R$ 2.325,00 – 5% ao ano (a.a) + taxa referencial (TR). Renda de R$ 2.325,01 a R$ 2.790,00 – 6% a.a. + TR. Renda de R$ 2.790,01 a R$ 4.900,00 – 8,16% a.a + TR. As condições para o empréstimo são: prazo para pagamento em até 30 anos; financiamento de até 100%, conforme a capacidade de pagamento; entrada opcional; pagamento mínimo durante a obra; Subsídios são os recursos financeiros que o governo concederá a você. Uma quantia em dinheiro para auxiliá-lo em seu contrato de aquisição do imóvel, diminuindo o valor do seu financiamento. Com isso, o governo ajuda quem quer comprar um bem e não tem recursos, estimulando, com isso, a economia do País. O dinheiro do governo irá diretamente para construtora, diminuindo o valor do imóvel. Essa quantia não precisará ser paga nem à construtora, nem ao governo. Fundo Garantidor – cobertura em caso de perda de capacidade de pagamento, proporcional à renda familiar; subsídio para famílias com renda de até R$ 2.790,00; valor de avaliação limitado ao teto do FGTS para a região (de R$ 80 mil a R$ 170 mil). renda familiar limitada ao teto do FGTS para a região (até R$ 3.900,00 ou até R$ 4.900,00).

O programa não inclui financiamento de imóveis usados.

De onde vêm os recursos dos subsídios?
Os recursos vêm do Orçamento Geral da União – OGU
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Qual o valor máximo que o governo irá investir por unidade habitacional?
R$ 30.600,00 por unidade habitacional.
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garantias iMportantes do prograMa
Poderão se inscrever pessoas cadastradas em programas habitacionais ou rurais e de regularização fundiária em áreas urbanas com renda até R$ 1.395,00, com prestações equivalentes a 10% da renda durante 10 anos e prestações mínimas de R$ 50,00, corrigida pela TR; sem entrada e sem pagamento durante a obra. As famílias com renda de até R$ 2.790,00 serão beneficiadas com subsídio nos financiamentos com recursos do FGTS. Aquelas com renda até R$ 4.900,00 terão acesso ao Fundo Garantidor da Habitação. Poderão ser aprovados projetos do programa Minha Casa, Minha Vida nas áreas em processo de urbanização de assentamentos precários e, ao final do processo judicial de desapropriação, o ente público deverá transferir o direito de propriedade do imóvel ao FAR e, este último, ao beneficiário.

Mulheres Chefes de faMília têM preferênCia
Maior proteção à mulher chefe de família com renda mensal limitada a R$ 1.395,00. Os contratos no âmbito do Minha Casa, Minha Vida ou de programas de regularização fundiária de interesse social, promovidos pela União, estados, DF ou municípios, poderão ser firmados sem a outorga do cônjuge (excetuam-se os contratos do FGTS). Imóveis destinados a famílias com renda limitada a R$ 1.395,00. A quitação antecipada da dívida admitida somente sem a subvenção econômica; e vedação da transferência de propriedade ou cessão do imóvel sem a respectiva quitação da dívida.

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CoMo pessoas CoM renda de até 3 salários MíniMos podeM se Cadastrar?

Quais são os proCediMentos para faMílias CoM renda superior a 3 salários?
A partir do lançamento do empreendimento, o beneficiário procura a construtora/ incorporadora para aquisição do imóvel. Também pode procurar as agências da Caixa e obter Carta de Crédito para aquisição do imóvel novo dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida.

O cadastramento para pessoas físicas com renda mensal de até três salários mínimos será feito pelos estados e municípios e as datas e os locais serão divulgados nos sites das prefeituras ou pela mídia local. Com isso, quem tem renda dentro dessa faixa ainda precisa esperar pela adesão dos municípios. A seleção não será feita por ordem de O programa foi inscrição, e sim de acordo com o perfil de cada estendido para todos os municípios. cidadão e de cada empreendimento lançado.

Anteriormente, só podiam participar municípios com mais de 100 mil habitantes.

Após a seleção, a pessoa é convocado para apresentação da documentação pessoal (Caixa  Econômica Federal, Prefeitura ou outros agentes credenciados). A assinatura do contrato ocorre na entrega do empreendimento.

As famílias com renda superior a 3 salários mínimos devem procurar os lançamentos de imóveis novos diretamente nas construtoras.
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Quais os Critérios para adQuirir uM iMóVel pelo prograMa?
Apresentar documentos pessoais. Comprovar renda (formal ou informal) somente para enquadramento no programa. Estar enquadrado na faixa de renda familiar do programa. Não possuir casa própria ou financiamento em qualquer Unidade da Federação – UF. Não possuir registro no cadastro de inadimplentes. Não possuir débitos não regularizados junto à Receita Federal. Não ser detentor de financiamento ativo no SFH em qualquer parte do País. Não ser proprietário, cessionário ou promitente comprador de outro imóvel residencial urbano situado no atual local de domicílio ou onde pretende fixá-lo. Não ser titular de direito de aquisição de outro imóvel residencial urbano situado no atual local de domicílio ou onde pretende fixá-lo. Não ter recebido, a partir de 1º de maio de 2005, subsídio complemento concedido com recursos do FGTS na concessão de financiamento habitacional, sem opção de desistência ao direito ao subsídio, uma vez que é obrigatório. Não ter recebido subsídio direto ou indireto da União. Não ser detentor de contrato de arrendamento no Programa de Arrendamento Residencial – PAR, no País. Não ter recebido, em qualquer época, desconto concedido pelo FGTS. Não ser titular de direito de aquisição de imóvel residencial urbano ou rural. Não será necessário pagar seguro por morte e invalidez. Análise do nome no CADÚNICO – Cadastro Único, CADMUT – Cadastro Nacional de Mutuários, CADIM – Cadastro Informativo de créditos não quitados do Setor Público Federal.

Não poderão se inscrever no programa pessoas que já foram beneficiadas por outros programas de habitação social.

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Critérios para esColha dos projetos apresentados pelas prefeituras

CoMo deVerão ser os eMpreendiMentos
Casas térreas ou prédios de acordo com as características, especificações e custos prédefinidos. Com limites de até 500 unidades por módulo ou condomínios segmentados em 250 unidades. Não incidem custos de comercialização e incorporação. O número de unidades habitacionais por empreendimento é estabelecido em função da área e do projeto, limitado em 500 unidades por empreendimento. Casa térrea – Compartimentos: sala, cozinha, banheiro, circulação, 2 dormitórios e área externa com tanque. Área interna útil: 32m2 (não computadas paredes e área de serviço). Apartamento – Compartimentos: sala, cozinha, área de serviço, banheiro, circulação e 2 dormitórios. Área interna útil: 37m².

Serão beneficiados estados e municípios que oferecerem:
terreno; infraestrutura para o empreendimento; desoneração fiscal de ICMS, ITCD, ITBI e ISS; menor valor de aquisição das unidades habitacionais; existência prévia de infraestrutura; atendimento a regiões que recebam impacto de grandes empreendimentos de infraestrutura, tais como: usinas, hidrelétricas, portos etc; empreendimentos em regime de loteamento; maior contrapartida financeira.
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Valor das unidades habitacionais
O valor máximo das unidades habitacionais está estabelecido por UF/localidade e por tipologia diferenciada em casa e apartamento, conforme tabela a seguir: São Paulo – capital R$ 52.000,00 e R$ 48.000,00; São Paulo – interior R$ 46.000,00 e R$ 42.000,00; São Paulo (RM, Jundiaí, São José dos Campos e Jacareí) R$ 52.000,00 e R$48.000,00.
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CoMo as Construtoras são benefiCiadas?
A Caixa realiza a pré-análise dos projetos dos empreendimentos e autoriza o lançamento e comercialização das unidades habitacionais. Após a conclusão da análise e comprovação da comercialização mínima exigida, é assinado o Contrato de Financiamento à Produção. Durante a obra, a Caixa  financia o mutuário pessoa física e o montante é abatido da dívida da construtora/incorporadora. Os recursos são liberados conforme cronograma, após vistorias realizadas pela Caixa. Concluído o empreendimento, a construtora/incorporadora entrega as unidades aos mutuários.

O governo federal coloca recursos em todas as cidades do território nacional. Os estados e municípios realizam, gratuitamente, o cadastramento das famílias, enquadram nos critérios de priorização definidos para o programa e indicam as famílias à Caixa para validação, utilizando as informações do Cadastro Único – CADÚNICO e outros cadastros. As construtoras/incorporadoras apresentam projetos de empreendimentos às superintendências regionais da Caixa para receberem recursos da UNIÃO e FGTS.

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doCuMentação neCessária para as Construtoras 

o goVerno dilMa MantéM o CoMproMisso CoM a sustentabilidade

Ficha-resumo e projeto arquitetônico. Projeto do trabalho social, quando couber. Matrícula do terreno. Planilha de orçamento e cronograma. Levantamento planialtimétrico e implantação. Viabilidade de água, esgoto e energia. Licença ambiental, quando necessário. Quadro de áreas. Taxa de análise. Memorial descritivo.

No ato do registro de incorporação, o interessado deve declarar que o seu empreendimento está enquadrado no programa para obter a redução dos emolumentos previstos na lei Minha Casa, Minha Vida.

O trabalho social é uma ação fundamental para a sustentabilidade das intervenções que envolvem população de baixa renda. No produto destinado a famílias com renda de até R$ 1.395,00 é necessário o trabalho social nos empreendimentos em condomínio e está previsto um investimento de 0,5% sobre o valor da obra. A análise do trabalho social verifica o enquadramento do projeto nas regras do programa e visa garantir a efetividade da operação. Consiste em avaliar a proposta de ações sociais integrantes do empreendimento, considerando: capacitação para o convívio comunitário; uso de equipamentos comunitários; educação ambiental; integração social.
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Os emolumentos devidos pelos atos de abertura de matrícula, registro de incorporação, parcelamento do solo, averbação de construção, instituição de condomínio, averbação da carta de “habite-se” e demais atos referentes à construção de empreendimentos no âmbito do PMCMV serão reduzidos em: 75% (setenta e cinco por cento) para os empreendimentos do FAR (Fundo de Arrendamento Residencial) e do FDS (Fundo de Desenvolvimento Social); 50% (cinquenta por cento) para os atos relacionados aos demais empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida.
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o Que é trabalho soCial?

O Trabalho social promove a solução de problemas nas relações humanas e colabora para o bem-estar das pessoas do assentamento, garantindo assim a igualdade e a dignidade dos moradores. O objetivo é incluir alguns grupos sociais que foram excluídos.
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Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

Gabinete do Deputado Rui Falcão
Av. Pedro Álvares Cabral, nº 201 - sala T-109 CEP: 04097-900 Telefone: (11) 3886-6776 site: www.ruifalcao.com.br e-mail: gabinete@ruifalcao.com.br

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