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LEGISLACAO ESPECIFICA CAIXA

LEGISLACAO ESPECIFICA CAIXA

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LEI Nº 7.998, DE 11 DE JANEIRO DE 1990. Art.

1º Esta Lei regula o Program a do Seguro-Desemprego e o abono de que tratam o inciso II do art. 7º, o inciso IV do art. 201 e o art. 239, da Constituição Federal, bem como institui o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) DO PROGRAMA DE SEGURO-DESEMPREGO Art. 2º O Programa de Seguro-Desemprego tem por finalidade: I - prover assistência financeira temporária ao trabalhador desempregado em virtude de dispensa sem justa causa, inclusive a indireta, e ao trabalhador comprovadam ente resgatado de regime de trabalho forçado ou da condição análoga à de escravo; (Redação dada pela Lei nº 10.608, de 20.12.2002) II - auxiliar os trabalhadores na busca ou preservação do emprego, promovendo, para tanto, ações integradas de orientação, recolocação e qualificação profissional. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.164-41, de 2001) Art. 2 -A. Para efeito do disposto no inciso II do art. 2 , fica instituída a bolsa de qualificação profissional, a ser custeada pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador - FAT, à qual fará jus o trabalhador que estiver com o contrato de trabalho suspenso em virtude de participação em curso ou programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador, em conformidade com o disposto em convenção ou acordo coletivo celebrado para este fim. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.164-41, de 2001) Art. 2 -B. Em caráter excepcional e pelo prazo de seis meses, os trabalhadores que estejam em situação de desemprego involuntário pelo período compreendido entre doze e dezoito meses, ininterruptos, e que já tenham sido beneficiados com o recebimento do Seguro-Desemprego, farão jus a três parcelas do benefício, correspondente cada uma a R$ 100,00 (cem reais). (Incluído pela Medida Provisória nº 2.164-41, de 2001) § 1 O período de doze a dezoito meses de que trata o caput será contado a partir do recebimento da primeira parcela do SeguroDesemprego. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.164-41, de 2001) § 2 O benefício poderá estar integrado a ações de qualificação profissional e articulado com ações de emprego a serem executadas nas localidades de domicílio do beneficiado. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.164-41, de 2001) § 3 Caberá ao Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador - CODEFAT o estabelecimento, mediante resolução, das demais condições indispensáveis ao recebimento do benefício de que trata este artigo, inclusive quanto à idade e domicílio do empregador ao qual o trabalhador estava vinculado, bem como os respectivos limites de comprometimento dos recursos do FAT. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.164-41, de 2001) Art. 2 -C O trabalhador que vier a ser identificado como submetido a regime de trabalho forçado ou reduzido a condição análoga à de escravo, em decorrência de ação de fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego, será dessa situação resgatado e terá direito à percepção de três parcelas de seguro-desemprego no valor de um o salário mínimo cada, conforme o disposto no § 2 deste artigo.(Artigo incluído pela Lei nº 10.608, de 20.12.2002) § 1o O trabalhador resgatado nos termos do caput deste artigo será encaminhado, pelo Ministério do Trabalho e Emprego, para qualificação profissional e recolocação no mercado de trabalho, por meio do Sistema Nacional de Emprego - SINE, na forma estabelecida pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador - CODEFAT. (Parágrafo incluído pela Lei nº 10.608, de 20.12.2002)
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§ 2 Caberá ao CODEFAT, por proposta do Ministro de Estado do Trabalho e Emprego, estabelecer os procedimentos necessários ao recebimento do benefício previsto no caput deste artigo, observados os respectivos limites de comprometimento dos recursos do FAT, ficando vedado ao mesmo trabalhador o recebimento do benefício, em circunstâncias similares, nos doze meses seguintes à percepção da última parcela.(Parágrafo incluído pela Lei nº 10.608, de 20.12.2002) Art. 3º Terá direito à percepção do seguro-desemprego o trabalhador dispensado sem justa causa que comprove: I - ter recebido salários de pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada, relativos a cada um dos 6 (seis) meses imediatam ente anteriores à data da dispensa; II - ter sido empregado de pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada ou ter exercido atividade legalmente reconhecida como autônoma, durante pelo menos 15 (quinze) meses nos últimos 24 (vinte e quatro) meses; (Vide Lei 8.845, de 1994) III - não estar em gozo de qualquer benefício previdenciário de prestação continuada, previsto no Regulamento dos Benefícios da Previdência Social, excetuado o auxílio-acidente e o auxílio suplementar previstos na Lei nº 6.367, de 19 de outubro de 1976, bem como o abono de permanência em serviço previsto na Lei nº 5.890, de 8 de junho de 1973; IV - não estar em gozo do auxílio-desemprego; e V - não possuir renda própria de qualquer natureza suficiente à sua manutenção e de sua família. § 1 A União poderá condicionar o recebimento da assistência financeira do Programa de Seguro-Desemprego à comprovação da matrícula e da frequência do trabalhador segurado em curso de formação inicial e continuada ou qualificação profissional, com carga horária mínima de 160 (cento e sessenta) horas. (Incluído pela Lei nº 12.513, de 2011) § 2 O Poder Executivo regulamentará os critérios e requisitos para a concessão da assistência financeira do Program a de Seguroo Desemprego nos casos previstos no § 1 , considerando a disponibilidade de bolsas-formação no âmbito do Pronatec ou de vagas gratuitas na rede de educação profissional e tecnológica para o cumprimento da condicionalidade pelos respectivos beneficiários. (Incluído pela Lei nº 12.513, de 2011) § 3 A oferta de bolsa para formação dos trabalhadores de que trata este artigo considerará, entre outros critérios, a capacidade de oferta, a reincidência no recebimento do benefício, o nível de escolaridade e a faixa etária do trabalhador. (Incluído pela Lei nº 12.513, de 2011) Art. 3 -A. A periodicidade, os valores, o cálculo do número de parcelas e os demais procedimentos operacionais de pagamento da o bolsa de qualificação profissional, nos termos do art. 2 -A desta Lei, bem como os pré-requisitos para habilitação serão os mesmos adotados em relação ao benefício do Seguro-Desemprego, exceto quanto à dispensa sem justa causa. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.164-41, de 2001) Art. 4º O benefício do seguro-desemprego será concedido ao trabalhador desempregado, por um período máximo de 4 (quatro) meses, de forma contínua ou alternada, a cada período aquisitivo de 16 (dezesseis) meses, contados da data de dispensa que deu origem à primeira habilitação. (Vide Lei nº 8.900, de 1994). Parágrafo único. O benefício do seguro-desemprego poderá ser retomado a cada novo período aquisitivo, satisfeitas as condições arroladas no art. 3º desta Lei, à exceção do seu inciso II. Art. 5º O valor do benefício será fixado em Bônus do Tesouro Nacional (BTN), devendo ser calculado segundo 3 (três) faixas salariais, observados os seguintes critérios:
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o produto da arrecadação das contribuições devidas ao PIS e ao Pasep. ao pagamento do abono salarial e ao financiamento de programas de educação profissional e tecnológica e de desenvolvimento econômico.I .164-41. devidamente convertidos em BTN pelo valor vigente nos respectivos meses trabalhados. dobrando-se este período em caso de reincidência.até 300 (trezentos) BTN. Para efeito de habilitação ao Seguro-Desemprego. (Redação dada pela Lei nº 12. § 2º O valor do benefício não poderá ser inferior ao valor do salário mínimo.CLT. de 2001) Art. de 2011) Parágrafo único.5 (cinco décimos).por comprovação de fraude visando à percepção indevida da bolsa de qualificação profissional.estejam cadastrados há pelo menos 5 (cinco) anos no Fundo de Participação PIS-Pasep ou no Cadastro Nacional do Trabalhador.de 300 (trezentos) a 500 (quinhentos) BTN aplicar-se-á. 6º O seguro-desemprego é direito pessoal e intransferível do trabalhador. 3 desta Lei. (Incluído pela Lei nº 12. de 2001) III .513. O pagamento da bolsa de qualificação profissional será suspenso se ocorrer a rescisão do contrato de trabalho.513. 11. para o cálculo dos períodos de que tratam os o incisos I e II do art. no mínimo. para benefícios colocados à disposição do beneficiário após o dia 10 (dez) do mês.início de percepção de auxílio-desemprego. § 3º No pagamento dos benefícios. O FAT é um fundo contábil. 9º É assegurado o recebimento de abono salarial no valor de um salário mínimo vigente na data do respectivo pagamento. III . ou (Redação dada pela Lei nº 12. II .513. No caso de beneficiários integrantes do Fundo de Participação PIS-Pasep. até 2 (dois) salários mínimos médios de remuneração mensal no período trabalhado e que tenham exercido atividade remunerada pelo menos durante 30 (trinta) dias no ano-base.513.acima de 500 (quinhentos) BTN. de 2011) I . (Incluído pela Medida Provisória nº 2.por morte do segurado.164-41.tenham percebido. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. no que exceder. DO FUNDO DE AMPARO AO TRABALHADOR Art.513. considerar-se-á: I . Art. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2011) III . as parcelas da bolsa de qualificação profissional que o empregado tiver recebido serão descontadas das parcelas do benefício do Seguro-Desemprego a que fizer jus. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. subordinando-se.164-41. o auxílio suplementar e o abono de permanência em serviço. será suspenso por um período de 2 (dois) anos. II . de 2011) II . vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego.8 (oito décimos). sendo-lhe garantido.o valor do BTN ou do salário mínimo do próprio mês. à legislação vigente. de 2011) § 1 Nos casos previstos nos incisos I a III deste artigo. § 1º Para fins de apuração do benefício.por comprovação de falsidade na prestação das informações necessárias à habilitação. de 2001) IV . Parágrafo único. exceto o auxílio-acidente.o valor do BTN ou do salário mínimo do mês imediatamente anterior. (Redação dada pela Lei nº 12. III . o valor do benefício será igual a 340 (trezentos e quarenta) BTN. para benefícios colocados à disposição do beneficiário até o dia 10 (dez) do mês.164-41. Art. na forma do regulamento. de 2011) IV .por comprovação de falsidade na prestação das informações necessárias à habilitação. ressalvado o prazo de carência. § 2 O benefício poderá ser cancelado na hipótese de o beneficiário o o deixar de cumprir a condicionalidade de que trata o § 1 do art. 476-A da Consolidação das Leis do Trabalho . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Lei nº 12. (Redação dada pela Lei nº 12. de 2011) Art.início de percepção de benefício de prestação continuada da Previdência Social. de 2001) Art. 8 -A. serão computados no valor do abono salarial os rendimentos proporcionados pelas respectivas contas individuais.164-41. de 2001) Art. a regra nele contida e. multiplicar-se-á o salário médio dos últimos 3 (três) meses pelo fator 0. será considerada a média dos salários dos últimos 3 (três) meses anteriores à dispensa. o recebimento de uma parcela do Seguro-Desemprego. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. no que couber. . Art. 8 O benefício do seguro-desemprego será cancelado: (Redação dada pela Lei nº 12. 7 -A.pela recusa por parte do trabalhador desempregado de outro emprego condizente com sua qualificação registrada ou declarada e com sua remuneração anterior. 7º O pagam ento do benefício do seguro-desemprego será suspenso nas seguintes situações: I .admissão do trabalhador em novo emprego. de 2001) I . de natureza financeira. de 2001) DO ABONO SALARIAL o o o o II .513. Art. II . o direito do trabalhador à percepção do segurodesemprego. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 8o-C. Constituem recursos do FAT: I . desconsiderar-se-á o período de suspensão contratual de que trata o art.513. o fator 0. aos empregados que: I .164-41.fim da suspensão contratual e retorno ao trabalho. Na hipótese prevista no § 5 do art.164-41. de 2011) o o o Art.513. O benefício da bolsa de qualificação profissional será cancelado nas seguintes situações: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. destinado ao custeio do Programa de Seguro-Desemprego. 8 -B. de 2001) II . É instituído o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).por comprovação de fraude visando à percepção indevida do benefício do seguro-desemprego. até o limite do inciso anterior. 10.164-41. de empregadores que contribuem para o Program a de Integração Social (PIS) ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). podendo ser requerido a partir do sétimo dia subseqüente à rescisão do contrato de trabalho.por morte do beneficiário. 3 desta Lei. (Redação dada pela Lei nº 12. 476-A da CLT.

indevidam ente recebidas. nos termos e prazos fixados pelo Ministério do Trabalho. § 2º Além das penalidades administrativas já referidas. Art.019. 22. § 4º Compete ao Ministro do Trabalho a nom eação dos membros do Codefat.a correção monetária e os juros devidos pelo agente aplicador dos recursos do fundo.definir indexadores sucedâneos no caso de extinção ou alteração daqueles referidos nesta Lei.o produto da arrecadação da contribuição adicional pelo índice de rotatividade. na forma estabelecida pelo Poder Executivo. prazo e natureza dos investimentos realizados. nos termos desta Lei. Art. de 200') § 3º Os representantes dos trabalhadores serão indicados pelas centrais sindicais e confederações de trabalhadores. Art. O empregador que infringir os dispositivos desta Lei estará sujeito a multas de 400 (quatrocentos) a 40. VI .elaborar a proposta orçamentária do FAT.(Vetado). de 12. 26. empregadores e órgãos e entidades governamentais. arrecadadas a partir de 5 de outubro de 1988 e não utilizadas nas finalidades previstas no art. XVII . Art. 25. (Vide lei nº 8. 15. administração e operação do Programa do Seguro-Desemprego e do abono salarial. exceto as de pessoal. XV . VII .analisar relatórios do agente aplicador quanto à forma.216-37. 20. 239 da Constituição Federal.CODEFAT. 24. no caso de reincidência. XIII . Sobre o saldo de recursos não desembolsados. 239 da Constituição Federal. III . nos termos do Título VII da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). e os representantes dos empregadores. de que trata o § 4º do art. 19. 21.(Vetado). 19-A (Vide) Art. elaborando seu regimento interno. oposição à fiscalização ou desacato à autoridade.deliberar sobre a prestação de conta e os relatórios de execução orçamentária e financeira do FAT. V . (Vetado). em função das possibilidades técnicas existentes. Art. VIII . IX . 27. bem como atenderão às exigências para a concessão do seguro-desemprego e o pagamento do abono salarial.aprovar e acompanhar a execução do Plano de Trabalho Anual do Program a do Seguro-Desemprego e do abono salarial e os respectivos orçamentos. 239 da Constituição Federal. estabelecendo-se como objetivo o prazo de 30 (trinta) dias. Art. sua extensão e intenção do infrator. Compete aos Bancos Oficiais Federais o pagamento das despesas relativas ao Programa do Seguro-Desemprego e ao abono salarial conforme normas a serem definidas pelos gestores do FAT. com vistas a assegurar a viabilidade econômico-financeira do FAT. pelas respectivas confederações. e a ela caberão as tarefas técnico-administrativas relativas ao seguro-desemprego e abono salarial. Os recursos do FAT integrarão o orçamento da seguridade social na forma da legislação pertinente. os agentes pagadores remunerarão o FAT.(Vetado). correrão por conta do FAT.II . No prazo de trinta dias as contribuições ao PIS e ao Pasep. bem como pelos agentes pagadores.000 (quarenta mil) BTN.1990) Parágrafo único. DA FISCALIZAÇÃO E PENALIDADES Art. incidentes sobre o saldo dos repasses recebidos. § 6º Pela atividade exercida no Codefat seus membros não serão remunerados. composto por representação de trabalhadores. GESTÃO X . IV . III .propor alteração das alíquotas referentes às contribuições a que alude o art. Art. IV . Compete ao Codefat gerir o FAT e deliberar sobre as seguintes matérias: I .decidir sobre sua própria organização.baixar instruções necessárias à devolução de parcelas do benefício do seguro-desemprego. V . XII . serão . Compete ao Ministério do Trabalho a fiscalização do cumprimento do Program a de Seguro-Desemprego e do abono salarial. em decorrência da inobservância de suas obrigações. As despesas com a implantação. a serem aplicadas em dobro. Art. XIV . Os trabalhadores e empregadores prestarão as informações necessárias.outros recursos que lhe sejam destinados. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. XI . XIV . II . Art.5.fiscalizar a administração do fundo.o produto dos encargos devidos pelos contribuintes. segundo a natureza da infração. os responsáveis por meios fraudulentos na habilitação ou na percepção do seguro-desemprego serão punidos civil e criminalmente. A primeira investidura do Codefat dar-se-á no prazo de 30 (trinta) dias da publicação desta Lei. 23. 18.fixar prazos para processamento e envio ao trabalhador da requisição do benefício do seguro-desemprego. bem como suas alterações. É instituído o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador .propor o aperfeiçoamento da legislação relativa ao segurodesemprego e ao abono salarial e regulamentar os dispositivos desta Lei no âmbito de sua competência. no mínimo com correção monetária.deliberar sobre outros assuntos de interesses do FAT. A Secretaria-Executiva do Conselho Deliberativo será exercida pelo Ministério do Trabalho. Art. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.(Vetado). § 1º Serão competentes para impor as penalidades as Delegacias Regionais do Trabalho.(Vetado). 28. podendo solicitar informações sobre contratos celebrados ou em vias de celebração e quaisquer outros atos.

instituído pela Lei nº 5. de modo a assegurar a cobertura de suas obrigações. do Comércio e do Turismo. no prazo de 15 (quinze) dias. (Incluído pela Lei nº 9. composto por representação de trabalhadores. § 4º. (Incluído pela Lei nº 9.216-37. 1º O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Art. IV . Art. computando-se com o jornada efetivamente trabalhada para todos os fins e efeitos legais. II .Caixa Econômica Federal. Art. 2º O FGTS é constituído pelos saldos das contas vinculadas a que se refere esta lei e outros recursos a ele incorporados. b) dotações orçamentárias específicas. Havendo necessidade. relativas ao FGTS. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias.Banco Central do Brasil. qualquer membro poderá convocar reunião extraordinária. de 1998) V . III . de 1998) VI . qualquer de seus membros poderá fazê-la. a cada bimestre. 12.acompanhar e avaliar a gestão econômica e financeira dos recursos.recolhidas com o receita do FAT. na forma que vier a ser regulamentada pelo Conselho Curador. devendo ser aplicados com atualização monetária e juros. c) resultados das aplicações dos recursos do FGTS. § 7º As ausências ao trabalho dos representantes dos trabalhadores no Conselho Curador. (Redação dada pela Lei nº 8.Ministério do Planejamento e Orçamento. Revogam-se as disposições em contrário. (Redação dada pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 9.649. efetivos e suplentes. é assegurada a estabilidade no emprego. de 2001) (Vide Decreto nº 3.dirimir dúvidas quanto à aplicação das normas regulamentares. Art. 31. VII . Art. para o que contará com uma Secretaria Executiva do Conselho Curador do FGTS.pronunciar-se sobre as contas do FGTS. § 8º Competirá ao Ministério do Trabalho e da Previdência Social proporcionar ao Conselho Curador os meios necessários ao exercício de sua competência. (Incluído pela Lei nº 9. de 13 de setembro de 1966. 5º Ao Conselho Curador do FGTS compete: I .649. de 1998) (Vide Medida Provisória nº 2.adotar as providências cabíveis para a correção de atos e fatos do Ministério da Ação Social e da Caixa Econômica Federal.Ministério da Fazenda. somente podendo ser demitidos por motivo de falta grave. § 3º Os representantes dos trabalhadores e dos empregadores e seus respectivos suplentes serão indicados pelas respectivas centrais sindicais e confederações nacionais e nomeados pelo Ministro do Trabalho e da Previdência Social.Ministério da Indústria.649.019. (Incluído pela Lei nº 9.estabelecer as diretrizes e os program as de alocação de todos os recursos do FGTS. nos termos do caput deste artigo: a) eventuais saldos apurados nos termos do art. (Redação dada pela Lei nº 9.107. o LEI Nº 8. Esgotado esse período. Art. de 2001) § 6º As despesas porventura exigidas para o comparecimento às reuniões do Conselho constituirão ônus das respectivas entidades representadas. de 1998) § 1º A Presidência do Conselho Curador será exercida pelo representante do Ministério do Trabalho e da Previdência Social. de 2001) I . por convocação de seu Presidente. 4º A gestão da aplicação do FGTS será efetuada pelo Ministério da Ação Social. da nomeação até um ano após o término do mandato de representação. Art. § 1º Constituem recursos incorporados ao FGTS. o . de acordo com os critérios definidos nesta lei. passa a reger-se por esta lei. Art. e) demais receitas patrimoniais e financeiras. podendo ser reconduzidos uma única vez. O Poder Executivo regulam entará esta Lei no prazo de 90 (noventa) dias e apresentará projeto lei regulamentando a contribuição adicional pelo índice de rotatividade. nas matérias de sua competência.649. decorrentes das atividades desse órgão. correção monetária e juros moratórios devidos.Ministério do Trabalho.649.036. de 1998) III .101. § 4º O Conselho Curador reunir-se-á ordinariamente. na forma estabelecida pelo Poder Executivo. § 5 As decisões do Conselho serão tom adas com a presença da maioria simples de seus membros. de 1998) (Vide Medida Provisória nº 2. DE 11 DE MAIO DE 1990. cabendo à Caixa Econômica Federal (CEF) o papel de agente operador. V .apreciar e aprovar os programas anuais e plurianuais do FGTS. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. § 2º As contas vinculadas em nome dos trabalhadores são absolutamente impenhoráveis. de 1998) IV . 32. (Incluído pela Lei nº 9. (Vetado).649.216-37. antes do seu encaminhamento aos órgãos de controle interno para os fins legais. empregadores e órgãos e entidades governamentais. 3 O FGTS será regido por normas e diretrizes estabelecidas por um Conselho Curador. de 11/04/90) Parágrafo único. serão abonadas. regularmente comprovada através de processo sindical. saneamento básico e infra-estrutura urbana estabelecidas pelo Governo Federal. d) multas. não tendo ocorrido convocação. 239 da Constituição Federal. tendo o Presidente voto de qualidade.649.aprovar seu regimento interno. que prejudiquem o desempenho e o cumprimento das finalidades no que concerne aos recursos do FGTS. § 9º Aos membros do Conselho Curador. VI .649. de que trata o § 4º do art. 30. em consonância com a política nacional de desenvolvimento urbano e as políticas setoriais de habitação popular. enquanto representantes dos trabalhadores. bem como os ganhos sociais e o desempenho dos programas aprovados. de 1998) II . e terão mandato de 2 (dois) anos.

(Incluído pela Lei nº 11.(VETADO) (Incluído pela Lei nº 9. de 2007) Art.submeter à apreciação do Conselho Curador as contas do FGTS. VI .491. (Incluído pela Lei nº 11. saneamento básico e infra-estrutura urbana. sendo que eventuais alterações somente poderão ser processadas mediante prévia anuência daquele colegiado. XI . de 2007) f) estabelecer o limite máximo de participação dos recursos do FI-FGTS por setor. VI .elaborar orçamentos anuais e planos plurianuais de aplicação dos recursos.931. O Ministério da Ação Social e a Caixa Econômica Federal deverão dar pleno cumprimento aos programas anuais em andamento. compete: I . (Incluído pela Lei nº 11.491. de 2007) i) autorizar a integralização de cotas do FI-FGTS pelos trabalhadores. II . inclusive aqueles que forem objeto de composição de dívida com o FGTS. (Incluído pela Lei nº 11. X .491. a remuneração aplicável às contas vinculadas.fixar critérios para parcelamento de recolhimentos em atraso. cabe: I . a Caixa Econômica Federal e o Conselho Curador do FGTS serão responsáveis pelo fiel cumprimento e observância dos critérios estabelecidos nesta lei. dos agentes financeiros. e (Incluído pela Lei nº 11. todas as decisões proferidas pelo Conselho. (Incluído pela Lei nº 11.elaborar as contas do FGTS.491. manter e controlar as contas vinculadas.implem entar os atos emanados do Ministério da Ação Social relativos à alocação e aplicação dos recursos do FGTS. dos empregadores e dos trabalhadores. IV . na qualidade de gestor da aplicação do FGTS.definir as metas a serem alcançadas nos programas de habitação popular. 13 desta Lei. Art.expedir atos norm ativos relativos à alocação dos recursos para implementação dos programas aprovados pelo Conselho Curador. exclusivamente segundo critérios fixados pelo Conselho Curador do FGTS.centralizar os recursos do FGTS.garantir aos recursos alocados ao FI-FGTS.491. (Incluído pela Lei nº 11.fixar critério e valor de remuneração para o exercício da fiscalização. (Incluído pela Lei nº 11.fixar critérios e condições para compensação entre créditos do empregador.491.expedir atos normativos referentes aos procedimentos adiministrativo-operacionais dos bancos depositários. integrantes do sistema do FGTS. de 2007) g) estabelecer o prazo mínimo de resgate das cotas e de retorno dos recursos à conta vinculada.491. de acordo com as diretrizes e programas estabelecidos pelo Conselho Curador. de 2007) a) aprovar a política de investimento do FI-FGTS por proposta do Comitê de Investimento.FI-FGTS: (Incluído pela Lei nº 11. aprovados pelo Conselho Curador. IX . bem como as contas do FGTS e os respectivos pareceres emitidos. V .praticar todos os atos necessários à gestão da aplicação do Fundo. saneamento básico e infra-estrutura urbana. de 2007) e) definir a exposição máxima de risco dos investimentos do FI-FGTS. III .711. no Diário Oficial da União. XII . de acordo com as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Curador. de 2004) o . 7º À Caixa Econômica Federal. e débitos resultantes de competências em atraso. de 2007) b) decidir sobre o reinvestimento ou distribuição dos resultados positivos aos cotistas do FI-FGTS. discriminando-os por Unidade da Federação. em cada exercício. III .divulgar. de 2007) h) aprovar o regulamento do FI-FGTS. VII . observado o disposto no § 19 do art. Art. observados os requisitos técnicos aplicáveis. encaminhando-as ao Ministério da Ação Social.491. na qualidade de agente operador.definir os procedimentos operacionais necessários à execução dos program as de habitação popular. 6º Ao Ministério da Ação Social.491. decorrentes de aplicação de recursos do FGTS.491. infra-estrutura urbana e saneamento básico a serem financiados com recursos do FGTS. estabelecidos pelo Conselho Curador com base nas normas e diretrizes de aplicação elaboradas pelo Ministério da Ação Social. implementados pela CEF. de 2007) Parágrafo único. II . (Incluído pela Lei nº 11.elaborar as análises jurídica e econômico-financeira dos projetos de habitação popular. de 1998) XIII . submetendo-os até 31 de julho ao Conselho Curador do Fundo. e emitir regularmente os extratos individuais correspondentes às contas vinculadas e participar da rede arrecadadora dos recursos do FGTS.491. (Incluído pela Lei nº 11.VIII .em relação ao Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço .fixar as normas e valores de remuneração do agente operador e dos agentes financeiros. de funcionamento e a composição do Comitê de Investimento. em operações que preencham os seguintes requisitos: (Redação dada pela Lei 10. saneamento básico e infra-estrutura urbana. de 2007) d) estabelecer o valor da remuneração da Caixa Econômica Federal pela administração e gestão do FIFGTS. de 1997) IX . Art. parâmetros e condições de aplicação e resgate. decorrentes de depósitos relativos a trabalhadores não optantes. saneam ento básico e infra-estrutura urbana.emitir Certificado de Regularidade do FGTS. na forma do caput do art.491. estabelecendo previamente os limites globais e individuais. IV . com contratos extintos. VIII . elaborado pela Caixa Econômica Federal. por empreendimento e por classe de ativo. 20 desta Lei.subsidiar o Conselho Curador com estudos técnicos necessários ao aprimoram ento operacional dos programas de habitação popular. VII . 9 As aplicações com recursos do FGTS poderão ser realizadas diretamente pela Caixa Econômica Federal e pelos demais órgãos integrantes do Sistema Financeiro da Habitação SFH. de 2007) c) definir a forma de deliberação. (Incluído pela Lei nº 9.acompanhar a execução dos programas de habitação popular. 8º O Ministério da Ação Social. inclusive a taxa de risco. V . em cotas de titularidade do FGTS.

relativos a financiamentos concedidos com recursos do agente financeiro. (Incluída pela Lei nº 9. 60 (sessenta) por cento para investimentos em habitação popular. no mínimo. subrogando-se nas garantias prestadas à Caixa Econômica Federal.467. de 1997) § 6 Mantida a rentabilidade média de que trata o § 1 . de 1997) n) outras. 2º Até que a Caixa Econômica Federal implem ente as disposições do caput deste artigo.467. de 1997) a) hipotecária. (Incluída pela Lei nº 9. (Incluída pela Lei nº 9. de 1997) e) cessão de créditos do agente financeiro. de 2001) Art. à condição de agentes recebedores e pagadores do FGTS.evitar distorções na aplicação entre as regiões do País. constituindo reserva específica.197-43.467. O Conselho Curador fixará diretrizes e estabelecerá critérios técnicos para as aplicações dos recursos do FGTS. de 2001) § 8º É da União o risco de crédito nas aplicações efetuadas até 1º de junho de 2001 pelos demais órgãos integrantes do Sistema Financeiro da Habitação . § 2º Os recursos do FGTS deverão ser aplicados em habitação. deverão ser complementares aos programas habitacionais.197-43. serão admitidas singular ou supletivam ente. 7º. 12.taxa de juros média mínima. no primeiro dia útil do mês subseqüente. No prazo de um ano.467. de 1997) f) hipoteca sobre imóvel de propriedade de terceiros.467. desde que livres e desembaraçados de quaisquer ônus. § 5º As garantias. a critério do Conselho Curador do FGTS. com contabilização própria.exigir a participação dos contratantes de financiamentos nos investimentos a serem realizados. de 1997) II . de 1997) b) caução de Créditos hipotecários próprios. passando os demais estabelecimentos bancários. § 3º O program a de aplicações deverá destinar.467. as contas vinculadas continuarão sendo abertas em estabelecimento bancário escolhido pelo empregador. (Incluída pela Lei nº 9. de 2001) § 7 Os recursos necessários para a consecução da sistemática de desconto serão destacados.SFH e pelas entidades credenciadas pelo Banco Central do Brasil como agentes financeiros.467. (Redação dada pela Lei nº 8. de 1997) c) caução dos créditos hipotecários vinculados aos imóveis objeto de financiam ento. inclusive tarifárias. de 1997) g) seguro de crédito. (Incluída pela Lei nº 9. saneam ento básico e infra-estrutura urbana.I . derivados de financiamentos concedidos com recursos próprios.692. findo esse prazo. (Incluída pela Lei nº 9.prazo máximo de 25 (vinte e cinco) anos. nas diversas modalidades discriminadas no inciso I do caput deste artigo. Art. a Caixa Econômica Federal assumirá o controle de todas as contas vinculadas. considerando para tanto a dem anda habitacional. mediante recebimento de tarifa. de 1993) § 1º A rentabilidade média das aplicações deverá ser suficiente à cobertura de todos os custos incorridos pelo Fundo e ainda à formação de reserva técnica para o atendimento de gastos eventuais não previstos.correção monetária igual à das contas vinculadas.467.prazo máximo de trinta anos. a contar da promulgação desta lei. (Incluída pela Lei nº 9. sendo da Caixa Econômica Federal o risco de crédito. relativos ao FGTS. 11. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. as aplicações em habitação popular poderão contemplar sistemática de desconto. II . a população e outros indicadores sociais. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. a partir de 1º de outubro de 1989. (Incluída pela Lei nº 9.467. de 1997) d) hipoteca sobre outros imóveis de propriedade do agente financeiro. III . § 4º Os projetos de saneamento básico e infra-estrutura urbana. de 1997) m) fiança bancária. por projeto. (Incluída pela Lei nº 9. serão transferidos à Caixa Econômica Federal no segundo dia útil subseqüente à data em que tenham sido efetuados. até que venha a ser implementada a centralização no caput deste artigo. por parte dos contratantes inadimplentes. das obrigações decorrentes dos financiamentos obtidos. de 1997) i) aval em nota promissória. dentre os para tanto autorizados pelo Banco Central do Brasil. 10. a critério do Conselho Curador do FGTS. (Incluída pela Lei nº 9. direcionada em função da renda familiar do beneficiário. nas aplicações contratadas com pessoa jurídica de direito público ou de direito privado a ela vinculada.467.assegurar o cumprimento. As disponibilidades financeiras devem ser mantidas em volum e que satisfaça as condições de liquidez e remuneração mínima necessária à preservação do poder aquisitivo da moeda. Os depósitos feitos na rede bancária. (Incluída pela Lei nº 9. garantidos por penhor ou hipoteca. a conta vinculada será transferida para o estabelecimento bancário da escolha do novo empregador. (Incluída pela Lei nº 9. visando: I .467. a ser fixada pelo Conselho Curador. em nome do trabalhador. onde o valor do benefício seja concedido mediante redução no valor das prestações a serem pagas pelo mutuário ou pagamento de parte da aquisição ou construção de imóvel. o depósito efetuado no decorrer do mês será contabilizado no saldo da conta vinculada do trabalhador. 4º Os resultados financeiros auferidos pela Caixa Econômica Federal no período entre o repasse dos bancos e o depósito nas contas vinculadas dos trabalhadores destinar-se-ão à cobertura das despesas de administração do FGTS e ao pagamento da tarifa aos o o o . financiados com recursos do FGTS.467. IV . de 1997) j) fiança pessoal. de 3 (três) por cento ao ano.196-3. IV .Garantias: (Redação dada pela Lei nº 9. (Incluída pela Lei nº 9. de 1997) l) alienação fiduciária de bens móveis em garantia. do orçamento de aplicação de recursos do FGTS.467. 3º Verificando-se mudança de emprego.467. dentre outras. anualmente. (Redação dada pela Lei nº 9. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 1º Enquanto não ocorrer a centralização prevista no caput deste artigo. de 1997) h) garantia real ou vinculação de receitas. considerada a suficiência de cobertura para os empréstimos e financiamentos concedidos. Art. nos termos do item I do art. III .467.

5 (cinco) por cento. Art. Considera-se diretor aquele que exerça cargo de administração previsto em lei. estatuto ou contrato social. de 1997) § 2º Quando ocorrer despedida por culpa recíproca ou força maior. durante os dois primeiros anos de permanência na mesm a empresa. 2º. a atualização monetária e a capitalização de juros correrão à conta do Fundo e o respectivo crédito será efetuado na conta vinculada no primeiro dia útil de cada mês. (Incluído pela Lei nº 9. o depósito realizado no prazo regulam entar passa a integrar o saldo da conta vinculada do trabalhador a partir do dia 10 (dez) do mês de sua ocorrência. por parte do empregador.097. Art. Art. no dia 10 (dez) de cada mês. do terceiro ao quinto ano de permanência na mesm a empresa. bem assim aquele que.749. até o último dia útil do mês previsto em lei para o pagamento de salário. de 1998) § 6º Não se incluem na remuneração. 457 e 458 da CLT e a gratificação de Natal a que se refere a Lei nº 4. de 13 de julho de 1962. 1º Até que ocorra a centralização prevista no item I do art. reconhecida pela Justiça do Trabalho. Art. (Incluído pela Lei nº 10. 15. garantindo-lhes os direitos decorrentes do contrato de trabalho de que trata o art. na Caixa Econômica Federal. (Incluído pela Lei nº 9. 18. atualizados monetariamente e acrescidos dos respectivos juros. até o dia 7 (sete) de cada mês. deduzidos os saques ocorridos no período. (Redação dada pela Lei nº 9.bancos depositários. os autônomos e os servidores públicos civis e militares sujeitos a regime jurídico próprio. a capitalização dos juros dos depósitos continuará a ser feita na seguinte progressão. com as m odificações da Lei nº 4. o percentual de que trata o § 1º será de 20 (vinte) por cento.212. Ocorrendo rescisão do contrato de trabalho. § 1º Entende-se por empregador a pessoa física ou a pessoa jurídica de direito privado ou de direito público. no que couber. de 1998) § 7 Os contratos de aprendizagem terão a alíquota a que se refere o caput deste artigo reduzida para dois por cento. para os fins desta Lei. 7º. 4º Os trabalhadores poderão a qualquer m omento optar pelo FGTS com efeito retroativo a 1º de janeiro de 1967 ou à data de sua admissão. 5º Após a centralização das contas vinculadas. quando haja deliberação da empresa. Para efeito desta lei. em caso de rescisão sem justa causa pelo empregador. dos Estados. 16. as parcelas elencadas no § 9º do art. de 24 de julho de 1991. a partir do décimo primeiro ano de permanência na mesm a empresa. regido por legislação especial. 13. ficará este obrigado a depositar na conta vinculada do trabalhador no FGTS os valores relativos aos depósitos referentes ao mês da rescisão e ao imediatamente anterior.491. devendo os eventuais saldos ser incorporados ao patrimônio do Fundo nos termos do art.711.3 (três) por cento. na Caixa Econômica Federal. quando a capitalização dos juros passará a ser feita à taxa de 3 (três) por cento ao ano: I . 17. 2º O tempo de serviço anterior à atual Constituição poderá ser transacionado entre empregador e empregado. reger-se-á pelos dispositivos constantes dos arts. 4º O saldo das contas vinculadas é garantido pelo Governo Federal. anterior a 5 de outubro de 1988. (Redação dada pela Lei nº 9. a atualização monetária e a capitalização de juros correrão à conta do Fundo e o respectivo crédito será efetuado na conta vinculada. II .711. sem prejuízo das cominações legais. 2º Após a centralização das contas vinculadas. Fica ressalvado o direito adquirido dos trabalhadores que. respeitado o limite mínimo de 60 (sessenta) por cento da indenização prevista.090. de 1998) § 5º O depósito de que trata o caput deste artigo é obrigatório nos casos de afastamento para prestação do serviço militar obrigatório e licença por acidente do trabalho. independente da responsabilidade solidária e/ou subsidiária a que eventualmente venha obrigar-se. de 2000) Art. 477. de 1997) § 1º Na hipótese de despedida pelo empregador sem justa causa.6 (seis) por cento. quando posterior àquela. § 4º Considera-se remuneração as retiradas de diretores não empregados. que ainda não houver sido recolhido. Os empregadores se obrigam a comunicar mensalmente aos trabalhadores os valores recolhidos ao FGTS e repassar-lhes todas as informações sobre suas contas vinculadas recebidas da Caixa Econômica Federal ou dos bancos depositários. O depósito realizado fora do prazo será contabilizado no saldo no dia 10 (dez) subseqüente após atualização monetária e capitalização de juros. 28 da Lei nº 8. Os depósitos efetuados nas contas vinculadas serão corrigidos monetariamente com base nos parâm etros fixados para atualização dos saldos dos depósitos de poupança e capitalização juros de (três) por cento ao ano. caso o dia 10 (dez) seja feriado bancário. do Distrito Federal e dos Municípios. já tinham o direito à estabilidade no emprego nos termos do Capítulo V do Título IV da CLT.491. podendo ser instituído seguro especial para esse fim. incluídas na remuneração as parcelas de que tratam os arts. todos os empregadores ficam obrigados a depositar. depositando na conta vinculada do trabalhador. importância igual a quarenta por cento do montante de todos os depósitos realizados na conta vinculada durante a vigência do contrato de trabalho. a importância correspondente a 8 (oito) por cento da remuneração paga ou devida. o valor correspondente à indenização.4 (quatro) por cento. com base no saldo existente no dia 10 (dez) do mês anterior ou no primeiro dia útil subseqüente. todas as disposições desta lei. na forma que vier a ser prevista em lei. 3º Para as contas vinculadas dos trabalhadores optantes existentes à data de 22 de setembro de 1971. da União. 1º O tempo do trabalhador não optante do FGTS. Para os fins previstos nesta lei. § 1º. III . independente da denominação do cargo. 478 e 497 da CLT. a locador ou tomador de mão-de-obra. as empresas sujeitas ao regime da legislação trabalhista poderão equiparar seus diretores não empregados aos demais trabalhadores sujeitos ao regime do FGTS. (Incluído pela Lei nº 9. encontrar-se nessa condição ou figurar como fornecedor ou tomador de mão-de-obra. em conta bancária vinculada. § 3º Os trabalhadores domésticos poderão ter acesso ao regime do FGTS. IV . salvo no caso de mudança de empresa. excluídos os eventuais. da administração pública direta. 3º É facultado ao empregador desobrigar-se da responsabilidade da indenização relativa ao tempo de serviço anterior à opção. a cada trabalhador. § 2º Considera-se trabalhador toda pessoa física que prestar serviços a empregador. indireta ou fundacional de qualquer dos Poderes. deduzidos os saques ocorridos no período. com base no saldo existente no primeiro dia útil do mês anterior. 16. de 12 de agosto de 1965. Art. à data da promulgação da Constituição Federal de 1988. depositará este. o . 14.711. aplicando-se ao depósito. que admitir trabalhadores a seu serviço. no mês anterior. na conta vinculada do trabalhador no FGTS. do sexto ao décimo ano de permanência na mesm a empresa.

durante o prazo de 12 (doze) meses.164-41. serão observados os seguintes critérios: I . respeitado o o disposto na alínea i do inciso XIII do art.878. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. na data em que exercer a opção. comprovada por declaração do sindicato representativo da categoria profissional. VI .extinção total da empresa. II . 1997) XIII . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. desde que: a) o mutuário conte com o mínimo de 3 (três) anos de trabalho sob o regime do FGTS.878. 5 desta Lei.quando o trabalhador ou qualquer de seus dependentes for acometido de neoplasia maligna. Na falta de dependentes. e (Incluído pela Lei nº 10.quando o trabalhador permanecer três anos ininterruptos. m ediante comprovação perante o órgão competente do Ministério do Trabalho e da Previdência Social. O saldo existente em conta vinculada. observado o disposto no art. de 3 de janeiro de 1974. independente de inventário ou arrolamento. quando mantido o direito ao salário. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) III . o empregador poderá levantar em seu favor o saldo da respectiva conta individualizada.suspensão total do trabalho avulso por período igual ou superior a 90 (noventa) dias. indicados em alvará judicial. V . (Redação dada pela Lei nº 9.despedida sem justa causa. de 2001) XVI . (Redação dada pela Lei nº 8. 477 da CLT.385. observadas as condições estabelecidas pelo Conselho Curador. de 2004) b) a solicitação de movimentação da conta vinculada será admitida até 90 (noventa) dias após a publicação do ato de reconhecimento. ser efetuado a partir do mês de aniversário do titular da conta.extinção normal do contrato a termo. permitida a de .878. No caso de extinção do contrato de trabalho prevista no art. será liberado ao trabalhador a partir do mês de agosto de 2002. (Incluído pela Lei nº 10. nas condições do caput. É devido o depósito do FGTS na conta vinculada do trabalhador cujo contrato de trabalho seja declarado nulo nas o hipóteses previstas no art. 20. quando for o caso. neste caso.922.aposentadoria concedida pela Previdência Social. de 2004) Regulamento Regulamento a) o trabalhador deverá ser residente em áreas comprovadamente atingidas de Município ou do Distrito Federal em situação de em ergência ou em estado de calamidade pública. dentre elas a de que o financiam ento seja concedido no âmbito do SFH e haja interstício mínimo de 2 (dois) anos para cada movimentação. que não tenha sido levantado até essa data. mediante comprovação do pagamento daquela.aplicação em quotas de Fundos Mútuos de Privatização. oriundo de contrato declarado nulo até 28 de julho de 2001.878. formalmente reconhecidos pelo Governo Federal.falecimento do trabalhador. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) XIV .necessidade pessoal. na mesma empresa ou em empresas diferentes.liquidação ou amortização extraordinária do saldo devedor financiamento imobiliário. observadas as seguintes condições: (Incluído pela Lei nº 10. de culpa recíproca e de força maior. na mesma empresa ou empresas diferentes. c) o valor do abatimento atinja. conforme disposto em regulamento. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 1993) IX .164-41. X . de 1997) (Vide Decreto nº 2. ou lote urbanizado de interesse social não construído.§ 3° As importâncias de que trata este artigo deverão constar da documentação comprobatória do recolhimento dos valores devidos a título de rescisão do contrato de trabalho.164-41. comprovada por declaração escrita da empresa. filiais ou agências.678. nos termos do regulamento. b) o valor bloqueado seja utilizado. 14 desta lei. da situação de emergência ou de estado de calamidade pública. cuja urgência e gravidade decorra de desastre natural. suprida. 37. declaração de nulidade do contrato de trabalho nas condições do art.integralização de cotas do FI-FGTS. supressão de parte de suas atividades. VII – pagamento total ou parcial do preço de aquisição de moradia própria. expedido a requerimento do interessado. sendo o saldo pago a seus dependentes. a partir de 1º de junho de 1990. de 2001) XV . no máximo.quando o trabalhador ou qualquer de seus dependentes estiver em estágio terminal. inclusive o dos trabalhadores temporários regidos pela Lei nº 6. XI . regidos pela Lei n° 6. segundo o critério adotado para a concessão de pensões por morte.pagamento de parte das prestações decorrentes de financiamento habitacional concedido no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). de 2001) II . inclusive a indireta.977. permitida a utilização máxima de 50 % (cinqüenta por cento) do saldo existente e disponível em sua conta vinculada do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. 80 (oitenta) por cento do montante da prestação. pelo Governo Federal. quanto aos valores discriminados. farão jus ao recebimento do saldo da conta vinculada os seus sucessores previstos na lei civil. de 7 de dezembro de 1976. no mínimo. fechamento de quaisquer de seus estabelecimentos. de 2004) c) o valor máximo do saque da conta vinculada será definido na forma do regulamento. de 2009) a) o mutuário deverá contar com o mínimo de 3 (três) anos de trabalho sob o regime do FGTS. fora do regime do FGTS. Art.quando o trabalhador ou qualquer de seus dependentes for portador do vírus HIV. VIII . b) seja a operação financiável nas condições vigentes para o SFH. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.164-41. poderá sacar o saldo dos valores por ele depositados na conta individualizada do trabalhador. (Incluído pela Lei nº 9. de 2001) Art. A conta vinculada do trabalhador no FGTS poderá ser movimentada nas seguintes situações: I . ou decorrido o prazo prescricional para a reclamação de direitos por parte do trabalhador. de 2004) XVII . o empregador.não havendo indenização a ser paga.197-43. de 1994) XII .quando o trabalhador tiver idade igual ou superior a setenta anos. em razão de doença grave. exclusivamente. de 1997) Art. 19. da Constituição Federal. eximindo o empregador. observadas as seguintes condições: (Redação dada pela Lei nº 11. 19-A.430. por decisão judicial transitada em julgado. IV . (Incluído pela Lei nº 10.019. (Incluído pela Lei nº 8. ou ainda falecimento do empregador individual sempre que qualquer dessas ocorrências implique rescisão de contrato de trabalho.164-41. § 2 .491. de 2001) Parágrafo único. 19-A.havendo indenização a ser paga. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. para esse fim habilitados perante a Previdência Social.16441.491. podendo o saque.

§ 3º O direito de adquirir moradia com recursos do FGTS. Desde que preservada a participação individual dos quotistas. durante os seis primeiros meses da sua constituição. Os saldos das contas não individualizadas e das contas vinculadas que se conservem ininterruptamente sem créditos de depósitos por mais de cinco anos. de 1998) § 17.491.635. constituído pela Caixa Econômica Federal especificamente para essa finalidade. (Redação dada pela Lei nº 9. de 2007) II . parcela equivalente a 5% (cinco por cento) das cotas adquiridas. nos termos da Lei n 6. de 2009) § 1º A regulamentação das situações previstas nos incisos I e II assegurar que a retirada a que faz jus o trabalhador corresponda aos depósitos efetuados na conta vinculada durante o período de vigência do último contrato de trabalho. de 2007) § 9° Decorrido o prazo mínimo de doze meses.385. A cada período de seis meses.elaboração e entrega de prospecto ao trabalhador. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. seis meses após a sua aquisição. (Incluído pela Lei nº 9. de 1997) § 13. visando beneficiar os trabalhadores de baixa renda e preservar o equilíbrio financeiro do FGTS. e (Incluído pela Lei nº 11.utilização máxima de 30% (trinta por cento) do saldo existente e disponível na data em que exercer a opção. de 1998) § 8 As aplicações em Fundos Mútuos de Privatização e no FIFGTS são nominativas. salvo as hipóteses previstas nos incisos I a XI e XIII a XVI do caput deste artigo. quando reclamado. bem como no caso em que o adquirente já detenha.491. deduzidos os saques. 18 desta Lei.FIC. de 1997) § 10. indisponíveis por seus titulares. de 1997. Fica vedada a movimentação da conta vinculada do FGTS nas modalidades previstas nos incisos V.491. (Incluído pela Lei nº 12. de que trata a o Lei n 9. de que trata o § 19 deste artigo. referidos no inciso XII.declaração por escrito. na forma a ser regulamentada pelo Conselho Curador do FGTS. os valores mobiliários a que se refere o parágrafo anterior só poderão ser integralmente vendidos. de 2007) II . de 1998) § 7 Ressalvadas as alienações decorrentes das hipóteses de o que trata o § 8 .491. nas operações firmadas. de 2007) o o o o I . (Incluído pela Lei nº 11. de 7 de dezembro de 1976. § 4º O imóvel objeto de utilização do FGTS somente poderá ser objeto de outra transação com recursos do fundo.678.491. de 1997) § 12. 13 desta lei. de 2007) § 14. tais destinações sejam aprovadas pelo CND. (Incluído pela Lei nº 11. de 2009) Art.491. implicará atualização monetária dos valores devidos. O montante das aplicações de que trata o § 6° deste artigo ficará limitado ao valor dos créditos contra o Tesouro Nacional de que seja titular o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. será pago ao trabalhador acrescido da remuneração prevista no § 2º do art. serão incorporados ao patrimônio do fundo. a partir de 1º de junho de 1990. a reposição do valor transferido. no caso em que o adquirente já seja proprietário ou promitente comprador de imóvel localizado no Município onde resida. A Comissão de Valores Mobiliários estabelecerá os requisitos para a integralização das cotas referidas no § 19 deste artigo. de 2001) § 18. em qualquer parte do País.(Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2007) § 16. os titulares poderão optar pelo retorno para sua conta vinculada no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. no mesm o período.491.491. em ambos os casos. nas condições aprovadas pelo CND. cujo bem já tenha sido adquirido pelo consorciado. será permitida a constituição de clubes de investimento.491. salvo em caso de grave moléstia comprovada por perícia médica. (Incluído pela Lei nº 8.635. pelo trabalhador de sua ciência quanto aos riscos do investimento que está realizando. de 7 de dezembro de 1976. devendo condicioná-la pelo menos ao atendimento das seguintes exigências: (Incluído pela Lei nº 11. de 2007) § 20. no âmbito do Programa Nacional de Desestatização. § 5º O pagamento da retirada após o período previsto em regulamento. Os clubes de investimento a que se refere o § 12 poderão resgatar. resguardado o direito do beneficiário reclam ar. a partir de 25 de junho de 1998. Ficam isentos do imposto de renda: (Redação dada pela Lei nº 11. na forma que vier a ser regulamentada pelo Conselho Curador. autorizada a livre aplicação o do produto dessa venda. acrescida de juros e atualização monetária.os ganhos do FI-FGTS e do Fundo de Investimento em Cotas . (Redação dada pela Lei nº 9. em razão de o seu titular ter estado fora do regime do FGTS.a parcela dos ganhos nos Fundos Mútuos de Privatização até o limite da remuneração das contas vinculadas de que trata o art. § 2º O Conselho Curador disciplinará o disposto no inciso V. § 6 Os recursos aplicados em cotas de fundos Mútuos de Privatização. a aquisições de valores mobiliários. (Redação dada pela Lei nº 8.058. de 1993) .491. (Redação dada pela Lei nº 12. As movimentações autorizadas nos incisos V e VI do caput serão estendidas aos contratos de participação de grupo de consórcio para aquisição de imóvel residencial. (Incluído pela Lei nº 9. impenhoráveis e. nos termos do inciso XII do caput deste artigo. os titulares das aplicações em Fundos Mútuos de Privatização poderão transferi-las para outro fundo de mesma natureza. A integralização das cotas previstas no inciso XVII do caput deste artigo será realizada por meio de Fundo de Investimento em Cotas . podendo ser alienada em prazo inferior parcela equivalente a 10% (dez por cento) do valor adquirido.491. III. É indispensável o comparecimento pessoal do titular da conta vinculada para o pagamento da retirada nas hipóteses previstas nos incisos I. só poderá ser exercido para um único imóvel. contados da efetiva transferência das quotas para os Fundos Mútuos de Privatização. a qualquer tempo. pelo menos um financiamento nas condições do SFH. A garantia a que alude o § 4 do art. O valor. visando a aplicação em quotas de Fundos Mútuos de Privatização. IX e X deste artigo. autorizada a livre aplicação do produto dessa alienação. A transferência de recursos da conta do titular no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço em razão da aquisição de ações.197-43. (Redação dada pela Lei nº 11.678.635.087. ou de cotas do FI-FGTS não afetará a base de o o cálculo da multa rescisória de que tratam os §§ 1 e 2 do art. II. de 2007) § 15. VIII. pelos respectivos Fundos. de 2001) § 19.197-43. de 1993) Parágrafo único. quando será paga a procurador especialmente constituído para esse fim.491. de 2007) I .491.491. (Incluído pela Lei nº 9. de 2007) § 21. o nos termos da Lei n 6. pelo trabalhador. individual e específica.491. e (Incluído pela Lei nº 11.FIC. para atendimento de seus desembolsos. VI e VII deste artigo. de 1997) § 11. serão destinados. 21. e de programas estaduais de desestatização. (Incluído pela Lei nº 9.385. (Incluído pela Lei nº 9. 13 desta Lei não compreende as aplicações a que se referem os incisos XII e XVII do caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11. desde que. 13 desta Lei.

ou ainda o Sindicato a que estiver vinculado. por parte da União. seus dependentes e sucessores. . ou indiretamente pela União. dos trabalhadores beneficiários. especialm ente quanto à apuração dos débitos e das infrações praticadas pelos empregadores ou tomadores de serviço. e) registro ou arquivamento. salvo quando destinados a saldar débitos para com o FGTS. no prazo fixado no art. b) de 10 (dez) a 100 (cem) BTN. ainda.apresentar as informações ao Cadastro Nacional do Trabalhador. O empregador que não realizar os depósitos previstos nesta Lei. 24. no caso dos incisos II e III. outorga ou concessão de serviços ou quaisquer outros benefícios concedidos por órgão da Administração Federal. direta. § 7º A rede arrecadadora e a Caixa Econômica Federal deverão prestar ao Ministério do Trabalho e da Previdência Social as informações necessárias à fiscalização. de autuação e de imposição de multas reger-se-á pelo disposto no Título VII da CLT. A multa referida no § 1 deste artigo será cobrada nas condições que se seguem: (Incluído pela Lei nº 9. do cumprimento do disposto nesta lei. ou por órgãos da Administração Federal. acionar diretamente a empresa por intermédio da Justiça do Trabalho. ardil. de empréstimos ou financiamentos junto a quaisquer entidades financeiras oficiais. de 2000) II – 10% (dez por cento) a partir do mês seguinte ao do vencimento da obrigação. quando não recolhidas no prazo legal. IV e V. de 2001) II . de 2000) Art. simulação. o percentual de 8% (oito por cento) incidirá sobre o valor acrescido da TR até a data da respectiva operação. ou fundacional. 25. (Redação dada pela Lei nº 9. respeitado o privilégio do FGTS à prescrição trintenária. contar com o concurso de outros órgãos do Governo Federal. Art.197-43. § 1º Constituem infrações para efeito desta lei: o o o o § 4º Os valores das multas. (Incluído pela Lei nº 9. juros de mora de 0. É competente a Justiça do Trabalho para julgar os dissídios entre os trabalhadores e os empregadores decorrentes da aplicação desta lei. (Incluído pela Lei nº 9. impliquem essa obrigação de fazer. § 6º Quando julgado procedente o recurso interposto na forma do Título VII da CLT. Estadual e Municipal. de 2011) (Vide Lei nº 12. V .964. incidirão. I . para efeito de cálculo dos depósitos do FGTS. indireta. de 19 de dezembro de 1968.964.Art. de alteração ou distrato de contrato social. acrescido da TR. 23. de 2000) § 2 A incidência da TR de que trata o caput deste artigo será cobrada por dia de atraso. através de sua conversão pelo BTN Fiscal. bem como os valores previstos no art. ou que. 26. (Redação dada pela Lei nº 9. b) obtenção.453.deixar de computar. de estatuto.964. (Vide Medida Provisória nº 526.m. fica o banco depositário sujeito ao pagam ento de multa equivalente a 10 (dez) por cento do montante da conta do empregado. Estados e Municípios. Art. também. os depósitos efetuados para garantia de instância serão restituídos com os valores atualizados na forma de lei. mesmo quando a Caixa Econômica Federal e o Ministério do Trabalho e da Previdência Social figurarem como litisconsortes. IV . na forma que vier a ser regulamentada pelo Conselho Curador. notificando-os para efetuarem e comprovarem os depósitos correspondentes e cumprirem as dem ais determinações legais.omitir as informações sobre a conta vinculada do trabalhador. Estados ou Municípios.964. independentemente das demais cominações legais. Competirá ao Ministério do Trabalho e da Previdência Social a verificação. podendo. Estadual e Municipal. serão atualizados monetariamente até a data de seu efetivo pagamento. às obrigações e o sanções previstas no Decreto-Lei n 368. Art. pagador e mantenedor do cadastro de contas vinculadas. subsídios. Parágrafo único.964. nos prazos de o que trata o § 6 do art. artifício. sem prejuízo das dem ais cominações legais. com erros ou omissões. parcela componente da remuneração. § 3º Nos casos de fraude.deixar de efetuar os depósitos e os acréscimos legais. no caso dos incisos I. de 2000) § 2 -A. (cinco décimos por cento ao mês) ou fração e multa. A Caixa Econômica Federal e o Ministério do Trabalho e da Previdência Social deverão ser notificados da propositura da reclamação. Estadual e Municipal. de 2011) c) obtenção de favores creditícios. em nome da Caixa Econômica Federal. de 2000) § 1 Sobre o valor dos depósitos. (Redação dada pela Lei nº 9. III . responderá pela incidência da Taxa Referencial – TR sobre a importância correspondente. 15. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. é obrigatória nas seguintes situações: a) habilitação e licitação promovida por órgão da Administração Federal. ou de qualquer documento que implique modificação na estrutura jurídica do empregador ou na sua extinção. Parágrafo único. para tanto. 27. resistência.964. 18 desta Lei. indireta ou fundacional ou por entidade controlada direta ou indiretamente pela União. Nas reclam atórias trabalhistas que objetivam o ressarcimento de parcelas relativas ao FGTS. o juiz determinará que a empresa sucumbente proceda ao recolhimento imediato das importâncias devidas a tal título. tomando-se por base o índice de atualização das contas vinculadas do FGTS. § 2º Pela infração do disposto no § 1º deste artigo. A apresentação do Certificado de Regularidade do FGTS. isenções. nos órgãos competentes. após notificado pela fiscalização.964. a multa especificada no parágrafo anterior será duplicada. fornecido pela Caixa Econômica Federal. 22. de 2000) I – 5% (cinco por cento) no mês de vencimento da obrigação. Art.5% a. § 5º O processo de fiscalização. Poderá o próprio trabalhador. embaraço ou desacato à fiscalização. para compeli-la a efetuar o depósito das importâncias devidas nos termos desta lei. na forma que vier a ser regulamentada. direta.não depositar mensalmente o percentual referente ao FGTS. Estado e Município. d) transferência de domicílio para o exterior. (Redação dada pela Lei nº 9. auxílios. 477 da Consolidação das Leis do Trabalho CLT. sujeitando-se. assim como na reincidência. o infrator estará sujeito às seguintes multas por trabalhador prejudicado: a) de 2 (dois) a 5 (cinco) BTN. de 2000) § 3o Para efeito de levantamento de débito para com o FGTS. Por descumprimento ou inobservância de quaisquer das obrigações que lhe compete como agente arrecadador. direta ou indiretamente.

à disposição do juízo. efetuados nos termos desta lei. obedecidas as percentagens previstas neste artigo. § 2. A penhora em dinheiro. 2º . § 5º .Programa de Integração Social . Não será cabível medida liminar em mandado de segurança. nas hipóteses previstas no art. até 50% (cinqüenta por cento).380. 29-B.A Caixa Econômica Federal resolverá os casos omissos. Art. ou venham a ser isentadas. Nas ações entre o FGTS e os titulares de contas vinculadas. 21 da Lei nº 4. 2) no exercício de 1972. e por empregado todo aquele assim definido pela legislação trabalhista. de 12 de outubro de 1989. 5º . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. O valor do depósito só poderá ser movimentado. para o fim de receber os depósitos a que se refere este artigo.164-41. § 1º . Art. no procedimento cautelar ou em quaisquer outras ações de natureza cautelar ou preventiva. 11 desta Lei.164-41. Parágrafo único. o Programa de Integração Social. na forma estabelecida no § 1º deste artigo. 30. 1.O Program a de que trata o artigo anterior será executado mediante Fundo de Participação. não haverá condenação em honorários advocatícios. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.movimentável na forma dos arts. § 1º .A Caixa Econômica Federal emitirá.A participação dos trabalhadores avulsos.É instituído. após liberação judicial. de 2001) Art.25%. Art. Art. 8º e 9º desta Lei. Art. na execução fundada em título judicial em que se determine crédito complementar de saldo de conta vinculada do FGTS. LEI COMPLEMENTAR Nº 7. § 4º . que tenham empregados assim definidos pela legislação trabalhista.O Fundo de Participação será constituído por duas parcelas: a) a primeira. 0. de 2001) Art. tendo em vista a proporcionalidade das contribuições.º . de acordo com o art. nas seguintes proporções: a) no exercício de 1971 -> 2%. recursos próprios de valor idêntico do que for apurado na forma do parágrafo anterior. nos termos da legislação do Imposto de Renda. relação empregatícia. como segue: 1) no exercício de 1971.197-43. os percentuais de contribuição de que trata o § 2º do art. assim definidos os que prestam serviços a diversas empresas. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.A dedução a que se refere a alínea a deste artigo será feita sem prejuízo do direito de utilização dos incentivos fiscais previstos na legislação em vigor e calculada com base no valor do Imposto de Renda devido.Para os fins desta Lei. revogada a Lei nº 7.197-43.15%. sociedades seguradoras e outras empresas que não realizam operações de vendas de mercadorias participarão do Programa de Integração Social com uma contribuição ao Fundo de Participação de.3%. 0. Art. Os depósitos em conta vinculada. 29-C. de 2001) Parágrafo único. 3º. § 3º. em nome de cada empregado. 4) no exercício de 1974 e subseqüentes. Aplica-se o disposto neste artigo às importâncias devidas. de 2001) Art. bem como naquelas em que figurem os respectivos representantes ou substitutos processuais.As instituições financeiras.A Caixa Econômica Federal poderá celebrar convênios com estabelecimentos da rede bancária nacional. processando-se o seu recolhimento ao Fundo juntamente com o pagam ento do Imposto de Renda. de acordo com os critérios fixados pelo Conselho Monetário Nacional. 29-D. 273 e 461 do Código de Processo Civil que impliquem saque ou movimentação da conta vinculada do trabalhador no FGTS. nos termos desta lei.As empresas a título de incentivos fiscais estejam isentas. constituído por depósitos efetuados pelas empresas na Caixa Econômica Federal. 20 ou para reversão ao Fundo. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. Parágrafo único . Incluído pela Medida Provisória nº 2. 32. 4. 29.º . b) a segunda. destinado a promover a integração do empregado na vida e no desenvolvimento das empresas. . DE 7 DE SETEMBRO DE 1970 Art. O Poder Executivo expedirá o Regulamento desta lei no prazo de 60 (sessenta) dias a contar da data de sua promulgação. constituirão despesas dedutíveis do lucro operacional dos empregadores e as importâncias levantadas a seu favor implicarão receita tributável. com recursos próprios da empresa.5%. contribuirão para o Fundo na forma da lei. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. São isentos de tributos federais os atos e operações necessários à aplicação desta lei. contribuirão para o Fundo de Participação. far-se-á nos termos do Regulamento a ser baixado.º . Quaisquer créditos relativos à correção dos saldos das contas vinculadas do FGTS serão liquidados mediante lançam ento pelo agente operador na respectiva conta do trabalhador. 0. quando praticados pela Caixa Econômica Federal. calculados com base no faturamento. pelos trabalhadores e seus dependentes ou sucessores. sem Art.40%. no Programa de Integração Social. de 2001) Art. na forma prevista nesta Lei. de 21 de agosto de 1964. 0. 28. do pagamento do Imposto de Renda. mediante dedução do Imposto de Renda devido. e as dem ais disposições em contrário.839. para mais ou para menos.164-41. 3) no exercício de 1973. na base de cálculo como se aquele tributo fosse devido. Art. será feita mediante depósito de recursos do Fundo em conta vinculada em nome do exeqüente. pelos empregadores e pelos estabelecimentos bancários.50%. 31. b) no exercício de 1972 .Art. c) no exercício de 1973 e subseqüentes . 3º . Fica reduzida para 1 1/2 (um e meio) por cento a contribuição devida pelas empresas ao Serviço Social do Comércio e ao Serviço Social da Indústria e dispensadas estas entidades da subscrição compulsória a que alude o art. uma Caderneta de Participação . aos trabalhadores e seus dependentes ou sucessores.O Conselho Nacional poderá alterar. § 2º .As entidades de fins não lucrativos. entende-se por empresa a pessoa jurídica. 29-A. nem a tutela antecipada prevista nos arts.

por lei ou por sentença judicial. 37. 9º . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. na forma prevista em lei. prorrogável uma vez.o prazo de validade do concurso público será de até dois anos. empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei.os cargos. § 1º . DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. e os cargos em comissão. com o entidades da Administração Indireta. para qualquer efeito da legislação trabalhista. na forma da lei.Esta Lei Complementar entrará em vigor na data de sua publicação. se existir. também. obedecidos os seguintes critérios: a) 50% (cinqüenta por cento) do valor destinado ao Fundo será dividido em partes proporcionais ao montante de salários recebidos no período). a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos. 11. aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego. da correção monetária contabilizada no período e da quota . organizará um Cadastro . à formação de patrimônio do trabalhador.As obrigações das empresas. o saldo dos depósitos poderá ser também utilizado como parte do pagamento destinado à aquisição da casa própria. exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo. obedecidas as disposições regulamentares previstas no art.A efetivação dos depósitos no Fundo correspondente à contribuição referida na alínea b do art. sobre o projeto de regulamento do Fundo.Dentro de 120 (cento e vinte) dias. primordialmente. aposentadoria ou invalidez do empregado titular da conta poderá o mesmo receber os valores depositados.Por ocasião de casamento. dos Territórios e do Distrito Federal.A cada período de um ano. a Caixa Econômica Federal. IV . Direta ou Indireta adotando-se. com base nas Informações fornecidas pelas empresas. na carreira. Art. 10 . por igual período. na mesma proporção da variação fixada para as Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional. e 900.O Conselho Monetário Nacional pronunciarse-á. na forma que for estabelecida em regulamento. dos Estados. V . de 25 de fevereiro de 1967. mediante comprovação da ocorrência.Art. fixando as normas para o recolhimento e a distribuição dos recursos.As disposições desta Lei não se aplicam a quaisquer entidades integrantes da Administração Pública federal.Igual penalidade será aplicada em caso de declaração falsa sobre o valor do salário e do tempo de serviço do empregado na empresa. 8º . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. decorrentes desta Lei. Parágrafo único . em sua falta. calculados. impessoalidade. Art. são de caráter exclusivamente fiscal. no prazo de 60 (sessenta) dias. 3º será processada mensalmente a partir de 1º de julho de 1971.parte produzida. Parágrafo único . 12 . c) pelo resultado líquido das operações realizadas com recursos do Fundo. os critérios constantes dos Decretos .A omissão dolosa de nome de empregado entre os participantes do Fundo sujeitará a empresa a multa. § 1º . Art. com base no faturamento de fevereiro. Art.As importâncias creditadas aos empregados nas cadernetas de participação são inalienáveis e impenhoráveís. estadual ou municipal. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. moralidade. ao empregado. de 1998) III . Parágrafo único .durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação. de 29 de setembro de 1969. ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. 14 . destinando-se. contados da publicação desta Lei. condições e percentuais mínimos previstos em lei. chefia e assessoramento.º . na forma da lei. de 1998) II . de 1998) VI . nem estão sujeitas ao imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza.Geral dos participantes do Fundo. § 2º . não gerando direitos de natureza trabalhista nem incidência de qualquer contribuição previdencíária em relação a quaisquer prestações devidas. a Caixa Econômica Federal submeterá à aprovação do Conselho Monetário Nacional o regulamento do Fundo.Leis nºs 200.Revogam-se as disposições em contrário. 6. pelo item c anterior. do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade.A participação do empregado no Fundo far-se-á mediante depósitos efetuados em contas individuais abertas em nome de cada empregado. anualmente. publicidade e eficiência e. sobre o saldo corrigido dos depósitos. b) pelos juros de 3% (três por cento) ao ano.As contas de que trata o artigo anterior serão também creditadas: a) pela correção monetária anual do saldo credor. 11 . contado da data de abertura da conta. ao seguinte: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. a contar do seu recebimento. destinam-se apenas às atribuições de direção. a de agosto. os valores do depósito serão atribuídos aos dependentes e.é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical. a contar da vigência desta Lei. assim como aos estrangeiros. Art. de 1998) I . ocorrendo a morte. b) os 50% (cinqüenta por cento) restantes serão divididos em partes proporcionais aos qüinqüênios de serviços prestados pelo empregado. e assim sucessivamente. Art. 13 . Art. deduzidas as despesas administrativas e as provisões e reservas cuja constituição seja indispensável. Parágrafo único . aos sucessores. nos termos do regulamento. Art. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União. .A pedido do interessado. de Previdência Social ou Fiscal e não se incorporam aos salários ou gratificações.A contribuição de julho será calculada com base no faturamento de janeiro. devidos ao empregado cujo nome houver sido omitido. assim como as diretrizes e os critérios para a sua aplicação. será facultado ao empregado o levantamento do valor dos juros. § 2º .Para os fins deste artigo.as funções de confiança.As importâncias incorporadas ao Fundo não se classificam como rendimento do trabalho. de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego. para efeito de conceituação. em benefício do Fundo. 7º . em todos os níveis. quando o rendimento for superior à soma dos itens a e b. no valor de 10 (dez) meses de salários.a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos. § 3º . no prazo de 180 (cento e oitenta) dias.

de 1998) c) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde. e sociedades controladas. serviços.as administrações tributárias da União.a lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão. servidor ou não. externa e interna. informativo ou de orientação social. definir as áreas de sua atuação. observado em qualquer caso o disposto no inciso XI. (Regulamento) XXII . pelo poder público. nos termos da lei. asseguradas a manutenção de serviços de atendimento ao usuário e a avaliação periódica.o acesso dos usuários a registros administrativos e a informações sobre atos de governo. programas.o direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica. em espécie. dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos. a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário. a criação de subsidiárias das entidades mencionadas no inciso anterior. assegurada revisão geral anual. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19.os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo. § 5º . XXI . sociedades de economia mista.2003) § 1º . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. com profissões regulamentadas. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 19. aplicandose como li-mite.somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública. de 1998) XVI . o qual somente permitirá as exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações. IX . dos Estados.ressalvados os casos especificados na legislação. no âmbito do Poder Judiciário. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42.A lei estabelecerá os prazos de prescrição para ilícitos praticados por qualquer agente. incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza. de 1998) VIII . observada a iniciativa privativa em cada caso.é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos.A publicidade dos atos. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. 5º. dos Estados. de 1998) XVIII . e 153. de 1998) (Regulamento) XI . precedência sobre os demais setores administrativos. ressalvado o disposto nos incisos XI e XIV deste artigo e nos arts. empresas públicas. sempre na mesm a data e sem distinção de índices. do Distrito Federal e dos Municípios. de 1998) § 4º .a disciplina da representação contra o exercício negligente ou abusivo de cargo.os acréscimos pecuniários percebidos por servidor público não serão computados nem acumulados para fins de concessão de acréscimos ulteriores. inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais.a lei estabelecerá os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público. dentro de suas áreas de competência e jurisdição. com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamento. de 1998) III .depende de autorização legislativa. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. 150. pensões ou outra espécie remuneratória. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. exceto. na form a da lei. X . funções e empregos públicos da administração direta. na forma da lei ou convênio. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. nos termos da lei. de 1998) b) a de um cargo de professor com outro técnico ou científico.as reclamações relativas à prestação dos serviços públicos em geral.a proibição de acumular estende-se a empregos e funções e abrange autarquias. quando houver compatibilidade de horários. XIII . em espécie. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. atividades essenciais ao funcionamento do Estado. as obras.a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos.é vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público. de 1998) a) a de dois cargos de professor. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 34. observado o disposto no art. aos Procuradores e aos Defensores Públicos. símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. percebidos cumulativamente ou não. I. o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo. 153. dela não podendo constar nomes. dos membros de qualquer dos Poderes da União.12. de 2001) XVII .Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 19. mantidas as condições efetivas da proposta. de 1998) XX .A não observância do disposto nos incisos II e III implicará a nulidade do ato e a punição da autoridade responsável. cabendo à lei complementar. obras. emprego ou função na administração pública. de 1998) II . ressalvadas as respectivas ações de ressarcimento. em cada caso. X e XXXIII.VII . . 19. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. na forma e gradação previstas em lei. que causem prejuízos ao erário. sem prejuízo da ação penal cabível. direta ou indiretamente. regulando especialmente: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. § 2º . do Distrito Federal e dos Municípios. compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes. de 19. limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal. de 1998) XIV . nos Municípios. o subsídio do Prefeito. § 3º A lei disciplinará as formas de participação do usuário na administração pública direta e indireta.o subsídio e os vencimentos dos ocupantes de cargos e empregos públicos são irredutíveis. de sociedade de economia mista e de fundação. não poderão exceder o subsídio mensal. autárquica e fundacional. a perda da função pública. da qualidade dos serviços. neste último caso. 39.12.a remuneração dos servidores públicos e o subsídio de que trata o § 4º do art. fundações. de 1998) XV . o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o sub-sídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça. suas subsidiárias. XIX .a administração fazendária e seus servidores fiscais terão. § 4º. de 1998) c) a de dois cargos privativos de médico. dos Ministros do Supremo Tri-bunal Federal. dos Ministros do Suprem o Tribunal Federal. de 1998) I . III. 39 somente poderão ser fixados ou alterados por lei específica. e nos Estados e no Distrito Federal. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. terão recursos prioritários para a realização de suas atividades e atuarão de forma integrada. II. serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo. exercidas por servidores de carreiras específicas. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 19.2003) XII . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. § 2º. aplicável este limite aos membros do Ministério Público. assim como a participação de qualquer delas em empresa privada.

a ser firm ado entre seus administradores e o poder público. limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. II . dependendo de sua composição: (Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2011) III .00 (trinta reais).00 (cento e vinte reais). especialmente as do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Educação . nos termos do regulamento. observados os limites fixados nos citados incisos II e III. destinado a unidades familiares que se encontrem em situação de pobreza ou extrema pobreza e que tenham em sua composição adolescentes com idade entre 16 (dezesseis) e 17 (dezessete) anos. considera-se: I . o o .692. que tenha por objeto a fixação de metas de desempenho para o órgão ou entidade. emprego ou função pública. o subsídio mensal dos Desembargadores do respectivo Tribunal de Justiça. II e III do caput deste artigo poderão ser pagos cumulativamente às famílias beneficiárias. § 7 Os atuais beneficiários dos program as a que se refere o parágrafo único do art.206-1. como limite único. e do Cadastramento Único do Governo Federal. destinado a unidades familiares que se encontrem em situação de extrema pobreza. excluindo-se os rendimentos concedidos por programas oficiais de transferência de renda.renda familiar mensal.00 (dezoito reais). de 2008) I . de 13 de junho de 2003. não se aplicando o disposto neste parágrafo aos subsídios dos Deputados Estaduais e Distritais e dos Vereadores.692. que forme um grupo doméstico. em seu âmbito. instituído pelo Decreto nº 4. (Redação dada pela Lei nº 11. fica facultado aos Estados e ao Distrito Federal fixar.219.692.689. observado o disposto em regulamento: I .00 (sessenta reais). É vedada a percepção simultânea de proventos de aposentadoria decorrentes do art. vinculado ao adolescente. DE 9 DE JANEIRO DE 2004. instituído pelo Decreto nº 3. de 2005) § 12. concedido a famílias com renda familiar mensal per capita de até R$ 60. de 1998) § 8º A autonomia gerencial.o benefício variável. (Redação dada pela Lei nº 12. instituído pela Medida Provisória n o 2. de 2008) §1 o o Para fins do disposto nesta Lei.o prazo de duração do contrato.(Incluído pela Emenda Constitucional nº 20.PNAA. Art. III . orçamentária e financeira dos órgãos e entidades da administração direta e indireta poderá ser ampliada mediante contrato. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2008) § 5 A família cuja renda familiar mensal per capita esteja o o compreendida entre os valores estabelecidos no § 2 e no § 3 deste artigo receberá exclusivamente os benefícios a que se referem os incisos II e III do caput deste artigo. O Programa de que trata o caput tem por finalidade a unificação dos procedim entos de gestão e execução das ações de transferência de renda do Governo Federal. em razão da dinâmica socioeconômica do País e de estudos técnicos sobre o tema. 2 Constituem benefícios financeiros do Program a. sendo pago até o limite de 2 (dois) benefícios por família. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. de 1998) I . deixarão de receber os benefícios daqueles programas. de 11 de abril de 2001. cabendo à lei dispor sobre: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19. as parcelas de caráter indenizatório previstas em lei. de 6 de setembro de 2001. 1 Fica criado. Bolsa Alimentação. III . (Redação dada pela Lei nº 11. § 8 Considera-se benefício variável de caráter extraordinário a parcela do valor dos benefícios em manutenção das famílias beneficiárias dos Programas Bolsa Escola.o benefício básico.836. Não serão computadas. à medida que passarem a receber os benefícios do Programa Bolsa Família. o Programa Bolsa Família.00 (cinqüenta e oito reais) por mês. de 1998) § 10. nutrizes.692.a remuneração do pessoal. atendido o disposto no parágrafo único do art. vinculado ao adolescente.família. direitos. do Programa Auxílio-Gás. de 2008) § 4 Os benefícios financeiros previstos nos incisos I. ressalvados os cargos acumuláveis na forma desta Constituição. o o o o o o LEI N 10. destinado a unidades familiares que se encontrem em situação de pobreza e extrema pobreza e que tenham em sua composição gestantes. que receberem recursos da União. de 2005) Art. a som a dos rendimentos brutos auferidos mensalmente pela totalidade dos membros da família. 40 ou dos arts. respeitados os limites fixados nesses incisos.As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes. mediante emenda às respectivas Constituições e Lei Or gânica. criado pela Lei n o 10. no âmbito da Presidência da República.877. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47.o benefício variável.o benefício variável. e suas subsidiárias. de 1998) § 11.102. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. sendo pago até o limite de 5 (cinco) benefícios por família.512.o benefício variável no valor de R$ 18. (Redação dada pela Lei nº 11. 6º. de 2008) § 6 Os valores dos benefícios e os valores referenciais para caracterização de situação de pobreza ou extrema pobreza de que o o tratam os §§ 2 e 3 poderão ser majorados pelo Poder Executivo. obrigações e responsabilidade dos dirigentes. para efeito dos limites remuneratórios de que trata o inciso XI do caput deste artigo. no valor de R$ 30.692. Parágrafo único. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19.§ 6º . 42 e 142 com a remuneração de cargo. Para os fins do disposto no inciso XI do caput deste artigo. do Programa Nacional de Renda Mínima vinculada à Saúde Bolsa Alimentação. 1º . § 7º A lei disporá sobre os requisitos e as restrições ao ocupante de cargo ou emprego da administração direta e indireta que possibilite o acesso a informações privilegiadas.os controles e critérios de avaliação de desempenho.692. causarem a terceiros. eventualmente ampliada por outros indivíduos que com ela possuam laços de parentesco ou de afinidade. § 2 O valor do benefício básico será de R$ 58. os cargos eletivos e os cargos em comissão declarados em lei de livre nom eação e exoneração. dos Estados. nessa qualidade.692. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47.Bolsa Escola. II . destinado às ações de transferência de renda com condicionalidades. vivendo sob o mesmo teto e que se mantém pela contribuição de seus membros. a unidade nuclear. e (Redação dada pela Lei nº 11. de 24 de julho de 2001. § 9º O disposto no inciso XI aplica-se às empresas públicas e às sociedades de economia mista. de 24 de janeiro de 2002. instituído pela Lei nº 10. do Distrito Federal ou dos Municípios para pagamento de despesas de pessoal ou de custeio em geral. crianças entre 0 (zero) e 12 (doze) anos ou adolescentes até 15 (quinze) anos. de 2008) § 3o Serão concedidos a famílias com renda familiar mensal per capita de até R$ 120. do Program a Nacional de Acesso à Alimentação . de 2008) II .

(Incluído pela Lei nº 12.PNAA e Auxílio-Gás que. mensalmente.692. 1º . Os benefícios poderão ser pagos por meio das seguintes modalidades de contas. do Distrito Federal e municipal. os atos administrativos e de gestão necessários à execução orçamentária e financeira. (Incluído pela Lei nº 11.692. em caráter obrigatório.692. O Conselho Gestor Interministerial do Programa Bolsa Família poderá excepcionalizar o cumprimento dos critérios de que o trata o § 2 . de 2008) IV . do Distrito Federal e dos Municípios ao Programa Bolsa Família. Art.058. de 2008) § 12. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. observada orientação emanada da Secretaria-Executiva do Programa Bolsa Família quanto aos beneficiários e respectivos benefícios.contas especiais de depósito à vista. serão descentralizadas para o órgão responsável pela execução do Program a Bolsa Família. o estabelecimento de sistema de monitoramento. O acompanham ento da freqüência escolar o relacionada ao benefício previsto no inciso III do caput do art. II e III do caput deste artigo serão pagos. 24 da Lei n 9.medir os resultados da gestão descentralizada. (Redação dada pela Lei nº 11. § 11.NIS. de 2008) § 13. distrital e municipal do Programa. e (Incluído pela Lei nº 12. bem como a articulação entre o Programa e as políticas públicas sociais de iniciativa dos governos federal. de 2008) II .692.incentivar a obtenção de resultados qualitativos na gestão estadual. avaliação.058. para pagamento dos benefícios e dos serviços prestados pelo agente operador e. no exercício de 2003. 2 desta Lei considerará 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência. composição e funcionam ento estabelecidos em ato do Poder Executivo. a participação comunitária e o controle social. de 2008) III . No caso de créditos de benefícios disponibilizados indevidamente ou com prescrição do prazo de movim entação definido em regulamento. na articulação intersetorial. para utilização em âmbito estadual. em conformidade com o previsto no inciso VI do caput o do art. de 2009) I . (Incluído pela Lei nº 11. serão realizados pelos Ministérios da Educação. 6 As despesas do Programa Bolsa Família correrão à conta das dotações alocadas nos programas federais de transferência de renda e no Cadastramento Único a que se refere o parágrafo único do art. 3 A concessão dos benefícios dependerá do cumprimento. compreendendo o cadastramento único. Art. por meio de cartão magnético bancário fornecido pela Caixa Econômica Federal. normas e procedimentos sobre o desenvolvimento e implementação do Programa Bolsa Família. Bolsa Alimentação. bem como apoiar iniciativas para instituição de políticas públicas sociais visando promover a emancipação das famílias beneficiadas pelo Programa nas esferas federal. na data de ingresso dessas famílias no Programa Bolsa Família. exceda o limite máximo fixado neste artigo.contas contábeis. Parágrafo único. de 2008) I – contas-correntes de depósito à vista. definir diretrizes. (Incluído pela Lei nº 12. PNAA e Auxílio-Gás continuarão a ser executadas orçamentária e financeiramente pelos respectivos Ministérios e órgãos responsáveis. de 2009) § 2 Fica instituído o Índice de Gestão Descentralizada do Program a Bolsa Família . Parágrafo único. e (Incluído pela Lei nº 11. com a respectiva identificação do responsável. Art.calcular o montante de recursos a ser transferido aos entes federados a título de apoio financeiro. na gestão de benefícios e de condicionalidades. § 14. as despesas relacionadas à execução dos Program as Bolsa Escola. do Distrito Federal e municipal. com a finalidade de formular e integrar políticas públicas. O pagamento dos benefícios previstos nesta Lei será feito preferencialm ente à mulher.692.058. para fins de concessão do benefício básico em caráter temporário. de condicionalidades relativas ao exame pré-natal.394. (Incluído pela Lei nº 12. a supervisão do cumprimento das condicionalidades. de 2009) o o o o o o o o . 4 Fica criado.IGD. à freqüência escolar de 85% (oitenta e cinco por cento) em estabelecimento de ensino regular.692. com a finalidade de coordenar. nos casos de calamidade pública ou de situação de emergência reconhecidos pelo Governo Federal. e destinado a: (Incluído pela Lei nº 12. com base na atuação do gestor estadual. em caráter facultativo. ao acompanham ento de saúde. de uso do Governo Federal. de 2009) II . tendo as competências. estadual. a o o o o o definição das formas de participação e controle social e a interlocução com as respectivas instâncias. cujos parâmetros serão regulamentados pelo Poder Executivo. de 2008) Art. Art. 5 O Conselho Gestor Interministerial do Programa Bolsa Família contará com uma Secretaria-Executiva. referidos no parágrafo único do art. na implementação das ações de desenvolvimento das famílias beneficiárias e no acompanhamento e execução de procedimentos de controle. o Conselho Gestor Interministerial do Programa Bolsa Família. distrital e municipal. nos termos de resoluções adotadas pelo Banco Central do Brasil: (Redação dada pela Lei nº 11. de 2009) III . supervisionar. 8 A execução e a gestão do Programa Bolsa Família são públicas e governamentais e dar-se-ão de forma descentralizada. O Poder Executivo deverá compatibilizar a quantidade de beneficiários do Program a Bolsa Família com as dotações orçamentárias existentes. os créditos reverterão automaticamente ao Program a Bolsa Família. para o gerenciamento do Program a Bolsa Família.outras espécies de contas que venham a ser criadas. distrital ou municipal na execução dos procedimentos de cadastramento. § 10. sem prejuízo de outras previstas em regulamento. na forma do regulamento. ao acompanhamento nutricional. § 9 O benefício a que se refere o § 8 será mantido até a cessação das condições de elegibilidade de cada um dos beneficiários que lhe deram origem. por meio da conjugação de esforços entre os entes federados. § 1 A execução e a gestão descentralizadas referidas no caput serão implementadas mediante adesão voluntária dos Estados. 7 Compete à Secretaria-Executiva do Programa Bolsa Família prom over os atos administrativos e de gestão necessários à execução orçamentária e financeira dos recursos originalmente destinados aos programas federais de transferência de renda e ao Cadastramento Único mencionados no parágrafo único do art. estadual. da Saúde. de 20 de dezembro de 1996. as dotações relativas aos programas federais de transferência de renda e ao Cadastramento Único. mediante o Número de Identificação Social .058. no que couber. 1º . respeitados os limites orçamentários e financeiros.692. de Minas e Energia e pelo Gabinete do Ministro Extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome. § 3 No exercício de 2004. controlar e avaliar a operacionalização do Programa. bem como de outras dotações do Orçamento da Seguridade Social da União que vierem a ser consignadas ao Programa. gestão orçamentária e financeira. § 2 No exercício de 2003. § 1 Excepcionalmente. Art. 1º .058. como órgão de assessoramento imediato do Presidente da República. Os benefícios a que se referem os incisos I. observada a intersetorialidade.

689. (Incluído pela Lei nº 12. Ficam vedadas as concessões de novos benefícios no âmbito de cada um dos programas a que se refere o parágrafo único do art. na forma regulamentada pelo Poder Executivo Federal. ou (Incluído pela Lei nº 12.512.058. (Incluído pela Lei nº 12. Parágrafo único. na forma do regulamento. Art.§ 3 A União transferirá. obrigatoriamente. de 2011) Art. 14. 12.512. de 2011) § 2º Apurado o valor a ser ressarcido. (Incluído pela Lei nº 12.os procedimentos e as condições necessárias para adesão ao Programa Bolsa Família. aplicarse-á. de 2009) II . de 2009) § 5 Os resultados alcançados pelo ente federado na gestão do o Programa Bolsa Família. o Distrito Federal e os Municípios submeterão suas prestações de contas às respectivas instâncias de controle o social. e (Incluído pela Lei nº 12.058.512. O art. 16. de 2011) § 1º (Revogado). Parágrafo único. 5º As despesas com o Programa Nacional de Acesso à Alimentação correrão à conta das dotações orçamentárias consignadas na Lei Orçamentária Anual. (Redação dada pela Lei nº 12.os procedimentos e instrumentos de controle e acompanhamento da execução do Programa Bolsa Família pelos entes federados.058. de 2011) I .PNAA "Cartão Alimentação" encerra-se em 31 de dezembro de 2011. a fim de indevidamente ingressar ou se manter como beneficiário do Programa Bolsa Família. Parágrafo único. 13.058. A relação a que se refere o caput terá divulgação em meios eletrônicos de acesso público e em outros meios previstos em regulamento. 79 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.contribuir para que pessoa diversa do beneficiário final receba o benefício. Sem prejuízo da sanção penal.058. por um conselho ou por um comitê instalado pelo Poder Público municipal. 9 O controle e a participação social do Programa Bolsa Família serão realizados. 14-A. Na gestão do Program a Bolsa Família.512.512. de 13 de junho de 2003. (Incluído pela Lei nº 12.512. ao débito serão aplicados os procedimentos de cobrança dos créditos da União.Cadúnico. (Incluído pela Lei nº 12. Art. de 2011) II . desde que alcancem índices mínimos no IGD. passa a vigorar com a seguinte alteração: "Art.058. (Incluído pela Lei nº 12. mediante processo administrativo. Fica atribuída à Caixa Econômica Federal a função de Agente Operador do Program a Bolsa Família. 15. de 2011) § 1º O valor apurado para o ressarcimento previsto no caput será atualizado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo IPCA." (NR) Art. de Secretário-Executivo do Programa Bolsa Família. devendo o Poder Executivo fixar os limites e os parâm etros mínimos para a transferência de recursos para cada ente federado. aplicando-se-lhe multa nunca inferior ao dobro e superior ao quádruplo da quantia paga indevidamente. incluindo as obrigações dos entes respectivos. os o recursos financeiros transferidos na forma do § 3 deverão ser restituídos pelo ente federado ao respectivo Fundo de Assistência Social. (Incluído pela Lei nº 12. de 2011) Art. 11. de 2009) Art. de 2009) § 7 O montante total dos recursos de que trata o § 3 não poderá exceder a 3% (três por cento) da previsão orçam entária total relativa ao pagamento de benefícios do Programa Bolsa Família. e não tendo sido pago pelo beneficiário. em âmbito local. Fica criado no Conselho Gestor Interministerial do Program a Bolsa Família um cargo. Art. instituído pelo art. mediante remuneração e condições a serem pactuadas com o Governo Federal. A validade dos benefícios concedidos no âmbito do Programa Nacional de Acesso à Alimentação . (Incluído pela Lei nº 12.512. 10. aos entes federados que aderirem ao Programa Bolsa Família recursos para apoio financeiro às ações de gestão e execução descentralizada do Programa. 9 . dolosamente: (Redação dada pela Lei nº 12. Sem prejuízo das responsabilidades civil.058. e. de 2009) I . será obrigado a efetuar o ressarcimento da importância recebida o beneficiário que dolosam ente tenha prestado informações falsas ou utilizado qualquer outro meio ilícito. divulgado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.512. o Poder Executivo Federal regulamentará: (Incluído pela Lei nº 12. a legislação mencionada no parágrafo único do art. o o o o o o o Art.058. 17.inserir ou fizer inserir dados ou informações falsas ou diversas das que deveriam ser inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal . em caso de não aprovação. (Incluído pela Lei nº 12. (Redação dada pela Lei nº 12. previstas no art. 5º da Lei nº 10. Art. inclusive oriundas do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza.6. 1º . 1º. código DAS 101. observadas as diretrizes do Program a. de 2011) Art. na forma da legislação de regência. de 2011) § 2º O servidor público ou agente da entidade contratada que cometer qualquer das infrações de que trata o caput fica obrigado a ressarcir integralmente o dano. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação . penal e administrativa. (Incluído pela Lei nº 12.os instrumentos. (Incluído pela Lei nº 12. o servidor público ou o agente da entidade conveniada ou contratada responsável pela organização e manutenção do cadastro de que trata o art. 1º . aferidos na forma do inciso I do § 2 serão considerados como prestação de contas dos recursos transferidos. de 2009) III . 1º será responsabilizado quando. de 2009) § 4 Para a execução do previsto neste artigo. A função dos membros do comitê ou do conselho a que se refere o caput é considerada serviço público relevante e não será de nenhuma forma remunerada.512. parâmetros e procedimentos de avaliação de resultados e da qualidade de gestão em âmbito estadual. no que couber. distrital e municipal. de 2009) § 6 Os Estados. obedecidas as formalidades legais. Será de acesso público a relação dos beneficiários e dos respectivos benefícios do Program a a que se refere o caput do art.

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