GEOMETRIA PLANA

INSTRUCIONAIS DE MATEMÁTICA QUADRO SÍNTESE DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade de Programa
I. Geometria Angular II. Semelhança III. Triângulo Retângulo IV. Área

Objetivos
Trabalhar com as principais relações angulares com triângulos, polígonos e com arcos de uma circunferência. Reconhecer as condições que garantem a semelhança entre duas figuras. Deduzir e saber aplicar as relações métricas no triângulo retângulo e deduzir a lei dos cossenos como uma relação que inclui o teorema de Pitágoras. Calcular as áreas das principais figuras, dos polígonos regulares e a do círculo como limite da área do polígono inscrito.

CONTEXTUALIZAÇÃO DA DISCIPLINA: Ao elaborarmos este instrucional, procuramos apresentar a teoria de modo resumido evitando as receitas prontas e o formalismo excessivo, buscamos abordar os conceitos básicos de modo que você possa dar continuidade e se aprofundar os estudos das Geometrias Plana e Espacial. Não pretendemos aqui, esgotar essa lista de conceitos e nem seus estudos devam limitar-se aos conceitos que listamos. Lance mão de diferentes fontes como livros, provas de concursos, apostilas de cursos e da Internet para complementar seu estudo. A Geometria Plana aqui está dividida em dois momentos: a Geometria Angular, com os estudos dos ângulos de triângulo e polígonos; e a Geometria Métrica com semelhança, triângulo retângulo e o cálculo de área. Esperamos que este material seja útil no desenvolvimento de seus trabalhos e no seu aprendizado.

Prof. José Carlos Morais de Araújo

1

GLOSSÁRIO: UNIDADE I .................................................................................................................. 3 I – Ângulos ........................................................................................................... 3 II – Classificação .................................................................................................. 3 III – Considerações Importantes .......................................................................... 3 IV – Teorema Angular de Tales ........................................................................... 5 V – Ângulo externo de um Triângulo .................................................................... 5 VI – Classificação dos Triângulos ........................................................................ 6 EXERCÍCIOS ....................................................................................................... 8 VII – Polígono..................................................................................................... 11 VIII – Soma dos Ângulos de um Polígono .......................................................... 11 IX – Diagonal...................................................................................................... 12 EXERCÍCIOS ..................................................................................................... 13 X – Relação entre Arcos e Ângulos ................................................................... 15 EXERCÍCIOS ..................................................................................................... 16 UNIDADE II ............................................................................................................... 18 SEMELHANÇA ......................................................................................................... 18 I – Proporção ...................................................................................................... 18 II – Definição de semelhança ............................................................................. 19 II – Semelhança de Triângulos ........................................................................... 19 EXERCÍCIO ....................................................................................................... 21 UNIDADE III .............................................................................................................. 23 TRIÂNGULO RETÂNGULO ..................................................................................... 23 I – Introdução ..................................................................................................... 23 EXERCÍCIOS ..................................................................................................... 25 EXERCÍCIOS ..................................................................................................... 26 II – Lei dos Cossenos ......................................................................................... 28 EXERCÍCIOS ............................................................................................................ 29 UNIDADE IV.............................................................................................................. 31 I. ÁREA .............................................................................................................. 31 II – Principais áreas: ........................................................................................... 31 III – Polígono Regular......................................................................................... 32 IV - Círculo ......................................................................................................... 33 EXERCÍCIOS: .................................................................................................... 34

2

UNIDADE I
ÂNGULOS

I – Ângulos
Região plana limitada por duas semi-retas de mesma origem.
B
→ →

OA e OB são semi-retas


O A

O ponto O, origem comum às semiretas, é o vértice do ângulo.

Notação: Usamos AÔB = BÔA, o vértice Ô ou simplesmente ∝.

II – Classificação
1) Seja ∝ um ângulo qualquer. O ângulo ∝ pode ser classificado como:

∝ < 90º
Agudo

∝ = 90º
Reto

∝ > 90º
Obtuso

2) Sejam ∝ e β dois ângulos quaisquer. Dizemos que ∝ e β são:

β ∝
Complementares: ∝ + β = 90º

β

Suplementares: ∝ + β = 180º

Obs: Seja x um ângulo. Representaremos por (90º - x) e (180º - x), respectivamente, o complemento e o suplemento do ângulo x.

III – Considerações Importantes
1) Bissetriz de um ângulo é a semi-reta que divide o ângulo em dois ângulos congruentes (isto é, de medidas iguais)

3

β = 40º e 5x + 4x = 180º. α 50º 140o 5x β 4x Nas figuras acima temos: α = 50º . Destacamos: Alternos internos Colaterais externos Correspondentes Observe que. 4 . de acordo com a posição que ocupam em relação às paralelas e à transversal. aos pares. Denotamos por: s r ⊥s: r perpendicular a s r 3) Duas retas paralelas cortadas por uma transversal formam oito ângulos que guardam algumas propriedades. independente dos nomes que tenham esses ângulos. portanto. β ∝ β ∝ β β ∝ r r ⁄⁄ s: r é paralela a s Observe que ∝ + β = 180º ∝ s Esses ângulos são classificados.2) Retas Perpendiculares são retas concorrentes (que possuem um ponto em comun) que formam ângulos retos. Exemplos. x = 20º. é possível identificar medidas de ângulos dessa figura se soubermos a medida de pelo menos um deles.

B Ângulo externo α A Observe que: α + C = 180º e C A + B + C = 180º α=A+B Então: α + C = A + B+ C ⇒ Conclusão: O ângulo externo é sempre a soma dos ângulos internos não adjacentes a ele. IV – Teorema Angular de Tales C Num triângulo. 5 . A + B + C = 180º A B Traçando uma reta paralela ao lado AB passando pelo ponto C podemos visualizar essa propriedade. a soma dos ângulos internos é 180º. O triângulo tem 3 ângulos externos. a+c a b a+b a c b +c b c Lembre-se que o ângulo externo é formado por um dos lados e pelo prolongamento de outro. C A B V – Ângulo externo de um Triângulo Chamamos de ângulo externo o suplemento do ângulo interno.As relações mais importantes dos estudos de ângulos são as que fazem referências aos ângulos do triângulo.

o triângulo que apresenta os 3 lados iguais (o eqüilátero) também representa um triângulo isósceles. No Triângulo eqüilátero temos: A = B = C = 60º B C 2) Os ângulos agudos de um triângulo retângulo são complementares α + β = 90º α β 6 . A AB = AC ⇔ B = C São iguais os ângulos opostos aos lados iguais. 1) Quanto aos Ângulos Acutângulo Ângulos agudos 2) Quanto aos Lados Retângulo Um Ângulo reto Obtusângulo Um Ângulo obtuso Escaleno Vale Destacar: Isósceles Eqüilátero 1) O Triângulo Isósceles se caracteriza por ter 2 lados iguais. portanto. B C A Essa é a condição mínima para um triângulo ser classificado como Isósceles.VI – Classificação dos Triângulos Um triângulo pode ser classificado segundo o comportamento de seus ângulos ou de seus lados.

Tomemos o exemplo a seguir: Na figura seguinte. ou seja. θ = α + β Nesse quadrilátero côncavo α = a + b +c Justificativas: θ é ângulo externo ao triângulo α α é ângulo externo c α a b+c θ β r α s b Verifiquemos então como você pode proceder para resolver um problema que envolva relações angulares. dado o triângulo CBD ser isósceles. O ângulo BCA é externo a esse triângulo então.3) Como conseqüência das relações angulares do triângulo tem-se: α θ β r c α a s b Se r // s então. B α A C D Aconselho que você anote na figura as informações que foram dadas. A partir daí. Observe agora o A triângulo ABD: o ângulo α é externo a ele. Como o triângulo ABC também é isósceles (BA = BC) temos o ângulo BAC = 50º. portanto α = A + D. α = 50º + 25º . AB = BC = CD. BCA = 50º. o ângulo CBD = 25º. C 25º D B α Logo α = 75º. 7 . Calcule α. sabendo que o ângulo mede 25º.

07. Quatro semi-retas OA . Dois ângulos. Calcule o valor de cada um deles. Determine α nas seguintes figuras: 02. 03. 04. Qual é o maior ângulo formado por tal figura? 06. em torno de um ponto. Calcule a sua medida. A medida de um ângulo é igual a 2/3 da medida de seu complemento. Determine os ângulos. Determine o ângulo cujo suplemento excede em 6o o quádruplo do seu complemento. OC e OD formam.EXERCÍCIOS 01. Um dos ângulos formados por duas retas concorrentes é 1/8 da soma dos outros. opostos pelo vértice. AÔB = 80o e BÔC = 500. medem respectivamente 3x + 10o e x + 50o. Dois ângulos suplementares são proporcionais ao números 2 e 3. 3. → → → → 8 . 05. 08. quatro ângulos cujas medidas são proporcionais aos números 2. Nas figuras. Determine-os. Calcule a medida do ângulo α sabendo-se que OX é bissetriz de AÔB. 5 e 8. OB .

Calcule α. 9 . Determine α e β. Se o menor ângulo entre r e s mede 72o. O triângulo ABC é isósceles com AB = AC. Em um triângulo obtusângulo a medida da soma dos ângulos agudos é igual à metade da medida do ângulo obtuso. 10. Um dos ângulos formados por duas paralelas.09. A C α β B C 70o B A 70o 12. Na figura r e r’ são paralelas e a reta s é perpendicular a t. sabendo-se que ABCD é um quadrado e DCE é um triângulo eqüilátero. Na figura seguinte. Calcule este ângulo. B α A C D 13. Qual o maior ângulo formado por tal figura? 11. AB = BC = CD. cortadas por uma transversal. Calcule α em cada figura. é 1/8 da soma dos outros. B A B A E α E α D C D C 14. sabendo que um ângulo agudo é o dobro do outro. calcule o ângulo α. sabendo que D = 30º.

Na figura. F B C D A B E 17. O triângulo ACD da figura é isósceles de base AD. a mediana relativa à hipotenusa é sempre igual à metade da hipotenusa. AB = AC. AE congruente a AD . MC = MB. Pede-se o ângulo C . CD = CE e AFD = 60o. dado BAD = 48o.15. Na figura. Na figura. C D A 16. Calcule a medida do ângulo A. AB = AC e Calcule a medida do ângulo A . calcule a medida ) ) A do ângulo C D E . calcule a medida do ângulo ACD. sendo AB congruente a AC . Dica: “Num triângulo retângulo. Na figura abaixo. E B D ˆ 2 ˆ C= E. sabe-se que A = 90 o . A E B C 10 . Sendo 42o a medida do ângulo BAD e 20o a medida do ângulos ABC. 3 C ∧ 19.” C M ∧ ∧ ∧ ∧ A S B 18. BS é bissetriz de B e que A S B = 126 o .

respectivamente. Se = 360º.4 Um polígono de gênero “n” terá para soma dos ângulos internos: Si = 180º ( n – 2) 2) Externos Como cada ângulo interno é suplemento do interno adjacente temos: Si + Se = 180º . 2 Si = 180º. n – 180º ( n – 2 ) Se = 180º. A linha poligonal é o conjunto formada por segmentos de reta consecutivos. A soma dos ângulos externos é constante. determinar – caso os ângulos internos e externos sejam. Ex. n – 180º n +360º Então. mesmo quando queremos o interno. É mais fácil.: Pentágono Convexo Côncavo VIII – Soma dos Ângulos de um Polígono 1) Ângulos internos Todo polígono pode ser dividido em Triângulos. iguais – a medida do ângulo externo de um polígono. Si = 180º Si = 180º . 3 Si = 180º. n Então: Se = 180º.VII – Polígono Entendemos por polígono a região plana limitada por uma linha poligonal fechada. 11 . n – Si Se = 180º. portanto.

.. C F Observe que.. etc. BE e BD são exemplos de diagonais nesse hexágono. IX – Diagonal Chamamos de diagonal de um polígono o segmento de reta que possui como extremos dois vértices não consecutivos do polígono. as medidas de seus ângulos interno e externo serão: Ai = 360º 180 º (n − 2) e Ae = n n * Procure pesquisar que nomes recebem polígonos de 3. Seu 2 360 o = 36º e seu ângulo interno será Ai = 180º . Eqüiláteros Regular Eqüiângulos Um polígono é regular quando possui lados e ângulos respectivamente iguais. .36º.. 12 . 6. de cada vértice de um polígono de gênero n partem (n – 3) diagonais. ou seja. D E No polígono ABCD. Eqüiângulo (ângulos iguais) e Regular. pentágono. AC. e quanto ao comportamento dos lados e ângulos em Equilátero (lados iguais). n(n − 3) Num total de: d = 2 B A Exemplo: O decágono regular possui d = ângulo externo será Ae = 10. Sendo assim.(10 − 3) .. 35 diagonais. 4. quadrilátero. lados e quais são as medidas de seus ângulos. 5. 10 O ângulo interno do decágono regular mede 144º.Observação: Os polígonos são classificados pelo gênero como triângulo.

Considere um eneágono regular e calcule: a) A soma dos ângulos internos. Na figura tem-se um octógono regular. c) Seu ângulo externo.EXERCÍCIOS 01. ABCDE é um polígono regular e DEFG é um quadrado. d) Seu ângulo interno. 03. E = 2B. Determine que polígono é esse. Calcule o maior ângulo de um pentágono convexo ABCDE. sabendo-se que: C = 2A. D = C+E e que E = 3A.. as retas que contém os lados AB e CD formam um ângulo de 60º. Determine a medida do ângulo α: (a) (b) (c) (d) (e) 22o 30’ 30o 45o 60o 90o α 07. Determine o polígono regular que tem o ângulo interno igual ao triplo do ângulo externo. 05. Num polígono regular ABCD. 2 02. B B C G F A C G F A α D E α D E 06. b) A soma dos ângulos externos. 13 . Determine a medida do ângulo α.. Qual o polígono cuja soma dos ângulos internos e externos vale 2160º? 04.

. Calcule o ângulo α formado pelos prolongamentos de BC e DF. A figura seguinte é um polígono côncavo (ou não convexo) de gênero sete. Determine o seu gênero sabendo-se que as diagonais AC e AG formam um ângulo de 80º. onde a é o número de lados do polígono. ABCDE e DEF são polígonos regulares. Trata-se de um Heptágono. A figura seguinte. Calcule o número de diagonais deste polígono que não passam pelo centro. 14.. a diagonal AC forma com o lado BC um ângulo de 20o. O número de diagonais de um polígono é dado pela relação a2 . Um polígono regular convexo tem ângulo interno medindo 150º. Num polígono regular ABCD . G B α A C F D E 09.08. 13. Calcule o gênero e o número de diagonais desse polígono. 11. um polígono regular. Calcule o número de diagonais do polígono convexo cuja soma dos ângulos internos é 1440o. 10.. a) Quantas e quais diagonais podem ser traçadas do vértice A? b) Quantas diagonais este polígono possui? A 12. Qual é o nome desse polígono? 14 .4a. Seja ABCD..

1) Ângulo inscrito: Ângulo formado por duas cordas consecutivas. α α D α+ A CB AB = 2 2 AB − CD 2 ) AB − CD APB = 2 A CD 2 então: α = 15 .X – Relação entre Arcos e Ângulos B O ângulo formado por dois raios de um círculo é chamado de Ângulo central. Intuitivamente. Usando o ângulo central podemos mostrar outras relações. observamos que o arco AB A α α= O representa da circunferência. C B C B α é ângulo externo ao triângulo PDA portanto. B b b 2a + 2b B 2a + 2b = a+b= A /2 P α A P a a α= /2 2) Ângulo Interno: Ângulo formado por duas retas que se cortam no interior do círculo. tanto quanto o ângulo AÔB representa de uma volta completa em torno do centro do círculo. D P α AB 2 D P α A A CD 2 ) AB + CD APB = 2 AB CD + 2 2 AB + CD α= 2 α= 3) Ângulo Externo: Ângulo formado por duas secantes que cortam-se fora do círculo. A medida do ângulo AÔB é igual a medida angular do arco AB. B B C P C P D AB 2 O ângulo ACB é externo ao triângulo PCA portanto.

portanto cada arco tem 45º. e as vezes com mais facilidade. A proposta era determinar a medida do ângulo α na figura sabendo que o octógono é regular. Como o ângulo α é um ângulo externo. O octógono regular divide a circunferência em 8 arcos iguais. em relação ao círculo: 90º 45º α α= 90 o − 45 o 2 ⇒ α = 22º 45’ EXERCÍCIOS 01. Calcule o ângulo formado pelas diagonais AC e CE de um pentágono regular. Calcule a medida do ângulo α. isto é.Todo polígono regular é inscritível e circunscritível. Os polígonos a seguir são regulares. a) b) c) α α α d) α 02. Observe o problema 06 que fora proposto na lista anterior. podemos admitir uma circunferência tanto contendo seus vértices quanto tangenciando seus lados. 16 . quando desenhamos o polígono inscrito em um círculo. TRIÂNGULO INSCRITO QUADRILÁTERO CIRCUNSCRITO Problemas que envolvam polígonos regulares podem ser também resolvidos.

. Num polígono regular ABCD. B E A 17 . a diagonal BE forma com o lado AB um ângulo C D de 100o. 60o 07. Determine que polígono é esse.. Um quadrilátero convexo está inscrito em um círculo.. Num polígono regular ABCD. D C B A 05. os prolongamentos dos lados AB e DE são perpendiculares....03. a diagonal BD forma com o lado AB um ângulo de 120o.. Num polígono regular ABCD . α β 06. D C B 120o A 04. os prolongamentos dos lados AB e DE formam um ângulo de 60o.. Determine que polígono é esse. Calcule o número de diagonais desse polígono. Num polígono regular ABCD. Calcule o gênero desse polígono. Calcule a soma dos ângulos mostrados na figura.

x = 4 e y = 6 . Entre outras resoluções vejamos duas maneiras diferentes da fazer: 20 cm x A P 1ª Resolução: x + y = 20 e y B A 2a P 20 cm 3a B 2ª Resolução: x 2 = y 3 Chamemos PA = 2a e PB = 3a Então 2a + 3a = 20 ⇒ 5a = 20 ⇒ a=4 Logo: PA = 8cm e PB = 12cm Essas 2 equações e as 2 variáveis levam você à resolução de um sistema. a e b formam uma proporção. No entanto. somente a informação de que x e y são proporcionais a 2 e 3 não define. proporcionais a 2 e 3. y = 20 – x Então: x 2 = ⇒ 3x = 40 – 2x 20 − x 3 PA = 8cm e PB = 12cm ⇒ 5x = 40 ⇒ x = 8 Logo: 18 . respectivamente. para x e y. Diz-se que duas medidas X e Y são proporcionais aos números a e b quando. x. x = 10 e y = 15. y. pois: 4 6 8 10 2 = = = =L= 6 9 12 15 3 Portanto. quais são os valores de x e y.UNIDADE II SEMELHANÇA I – Proporção Para entender o conceito de semelhança é recomendável entender o termo proporcionalidade. podemos chamar x e y. x = 6 e y = 9. respectivamente. X a = ou ainda Y b X : Y :: a : b X 2 = . x = 8 e y = 12. efetivamente. Assim temos x 2a 2 = = . de 2a e 3a. nesta ordem. y 3a 3 Exemplo: Suponhamos que um segmento AB = 20cm seja dividido pelo ponto P de tal forma que PA e PB sejam. Y 3 Observe que: Se x e y são proporcionais a 2 e 3 isto significa que No entanto. e tantas outras opções são possíveis soluções.

e A’B’C’D’. . uma condição é necessária e suficiente para que a outro se verifique. 19 . seus lados são respectivamente. diz-se que esses polígonos são semelhantes se são satisfeitas as duas condições: i) seus ângulos são respectivamente iguais: A = A’. e somente se. Essa razão A ' B' C' D' representa quanto um polígono vale do outro. Logo. C = C’. proporcionais.. respectivamente iguais.. B = B’. proporcionais: D’ D C’ C A AB BC CD = = =L A ' B' B' C' C' D' *Duas figuras semelhantes têm exatamente o mesmo formato. no entanto... no caso de triângulos. para garantirmos a semelhança de dois triângulos. de mesmo gênero. B B’ A’ A razão k = AB CD = = L é chamada RAZÃO DE SEMELHANÇA.. C C’ A B A’ B’ • • A = A’ . para afirmarmos a semelhança entre dois triângulos. isto é. os ângulos de dois triângulos são respectivamente iguais se. B = B’ e C = C’ AB BC CD = = A' B' B' C' C' D' ⇒ Δ ABC é semelhante ao Δ A’B’C’ ⇒ Δ ABC é semelhante ao Δ A’B’C’ Como a soma dos ângulos internos de qualquer triângulo é 180º. basta que dois ângulos sejam. basta que uma dessas condições esteja satisfeita. ii) Seus lados são respectivamente.II – Definição de semelhança Dados dois polígonos ABCD.. II – Semelhança de Triângulos São duas as condições que garantem a semelhança entre dois polígonos.

Conseqüência disso é que “toda reta traçada paralela a um dos lados de um triângulo. r C’ B’ Se r // BC. como um ângulo comum. a semelhança produzida pela reta paralela a um dos lados do triângulo permite que calculemos os valores de x. x 6 = ⇒ x2 + 5x = 84 ⇒ x2 + 5x – 84 = 0 14 x + 5 Resolvendo a equação do 2º grau temos: x = 7 C 8 E 6 x B 5 D 20 . determina um outro triângulo semelhante ao primeiro”. 3 2 4 x y 4 8 6 5 z 12 8 x 2 = ⇒ 6x = 24 12 6 Então x = 4 y 6 ⇒ 8y = 6y + 24 = y+4 8 z 3 = ⇒ 8z = 15 5 8 Então 2y = 24 ⇒ y = 12 Então z = 15 8 A 2) Na figura seguinte os triângulos ABC e AED são semelhantes. então: Δ ABC ~ Δ A’B’C’ A B’ A C’ r B C B C Exemplos: 1) Nas figuras seguintes. y e z. pois são triângulos retângulos e possuem o ângulo A.

Observe a figura. Na figura. AB = BC = CD = DE = EF = FG. Sendo P o ponto de interseção das retas AB e DC. Determine a razão entre os segmentos AB e BP . AF = 18 cm. EF = 32 cm e EC = 8 cm E C B A D F 05. Na figura. calcule a medida do segmento BP. Calcule o perímetro do paralelogramo ABCD. sabendo-se que o triângulo AEF tem lados AE = 24 cm. o lado de cada quadrado da malha quadriculada mede 1 unidade de comprimento. AB = 3 e BC = 7.EXERCÍCIOS 01. Calcule as razões: A a) AB BG B C b) CA CG D E c) F AG DG G 02. 04. Nessa figura. os segmentos AD e BC são paralelos. Na figura. AD = 8. Calcule a razão DE BC A r E D C B 21 . PB 3 03. ___ ___ PA 7 = .

y e w. Nas figuras seguintes calcule as medidas dos segmentos x. Um trapézio de bases 6m e 8cm tem 12 cm de altura.06. Os catetos do triângulo seguinte medem 4 e 12 centímetros. assinalados: 6 x 6 8 8 6 y w 10 10 5 6 6 08. ABCD é um retângulo e AMD. M a 16 N 10. 22 . Calcule a medida do lado do quadrado. Calcule. Determine o comprimento do segmento MN paralelo às bases do trapézio seguinte: 7 2a Dica: Por esse ponto trace uma reta paralela ao outro lado oblíquo do trapézio. a que distância da base maior: (a) Cortam-se suas diagonais? (b) Cortam-se os prolongamentos dos lados oblíquos? 09. Calcule a medida de IM sabendo-se que BC = 30 cm? B M C I A D 07. Na figura abaixo. um triângulo equilátero.

2) as projeções dos catetos sobre a hipotenusa HC e BH. m b = ⇒ b² = a. A b h C c m a H n B ΔHAC ~ ΔABC ~ ΔHBA Chamemos: 1) a altura relativa à hipotenusa AH. n n c a 23 . que AB e AC são os catetos e que AC é a hipotenusa.UNIDADE III TRIÂNGULO RETÂNGULO I – Introdução Seja ABC um triângulo retângulo em A. c A b C B a Traçando a altura do vértice A em relação à hipotenusa.m b a b m h b c a b c h n c c a = ⇒ c² = a. dividiremos o triângulo em dois outros semelhantes. Isso implica que A = 90º. de m e n. de h. Usando a semelhança dos três triângulos temos: 1) O quadrado de um cateto é sempre o produto da hipotenusa por sua projeção.

n = n h 3) O produto da hipotenusa pela altura é igual ao produto dos catetos.” Exemplo: 4 5 25 Isso equivale dizer: A área do quadrado construído sobre a hipotenusa é igual à soma das áreas dos quadrados construídos sobre os catetos. então b² + c² = am + an = a(m + n) Como (m + n) = a ⇒ b² + c² = a . b m h h n c h m ⇒ h² = m. 1) Diagonal do Quadrado: Seja d a diagonal de um quadrado de lado l. b m h b c h b = ⇒ ah = bc c a a 4) Principal relação: Teorema de Pitágoras Mostramos que b² = am e que c² = na. a ⇒ a² = b² + c² Ou seja: “o quadrado da hipotenusa é igual a soma dos quadrados dos catetos.2) O quadrado da altura (relativa à hipotenusa) é igual ao produto das projeções dos catetos. l l l d d² =l ² + l² l d² = 2l² d²= 2l ² então d=l 2 24 . 3 16 9 ⇒ 25 = 9 + 16 A diagonal do quadrado e altura do triângulo eqüilátero são duas importantes aplicações desse teorema.

Como as diagonais do quadrado cortam-se ao meio. quanto mede o segmento BE? E A B Observemos que os pontos D. estão sobre uma reta. A figura a baixo é formada pelo quadrado ABCD e pelo triângulo equilátero ACE cujo lado é a diagonal do quadrado.61 3. Se o lado do quadrado é 6cm. Em um trapézio retângulo de bases 5 e 3. No triângulo isósceles. Quanto mede o lado oblíquo às bases ? 3 2 2 Ao traçarmos a altura construímos um triângulo retângulo.2) Altura do Triângulo Eqüilátero: Seja h a altura de um triângulo equilátero de lado l l h l l/2 ⎛l⎞ h² + ⎜ ⎟ = l ² ⎝2⎠ l² h² = l ² − 4 3l ² h² = 4 h= 3l ² 4 ⇒ h= l 3 2 2 l Exemplos/aplicações: 1. cada triângulo retângulo obtido tem h e 4 como catetos e hipotenusa igual a 6. coincide com a mediana e bissetriz. Então: h2 + 42 = 62 ⇒ h2 = 36 – 16 h2 = 20 ⇒ h= 6 h 4 10 6 4 20 ⇒ h=2 5 25 . ou seja. Portanto. a altura traçada do vértice formado pelos lados iguais. Calcule a altura de um triângulo isósceles de base igual a 8cm e cujos lados congruentes medem 6cm. BE + OB = OE ⇒ BE = OE – OB O Então: BE = D C 6 2. portanto. 3 6 2 ⇒ − 2 2 BE = 3 6 − 3 Caso seja necessário diremos BE ≅ 5. a altura é igual a 2. Então: x2 = 22 + 22 Então x = ⇒ x2 = 8 Logo x = 2 2 x 3 2 8. 5 2. parte da altura do triângulo equilátero é a metade da diagonal do quadrado. B e E são colineares.

A área do triângulo retângulo ABC da figura é: a) 18 b) 20 c) 22 d) 30 e) 24 B A 4 6 C 26 .EXERCÍCIOS 01. Calcule o valor de x em cada uma das figuras abaixo: x x x 12 7 18 x–1 03. D C E P A B 05. 8 04. DE = 3 cm e EP = 1 cm. Na figura. ABCD é um quadrado. calcule os valores assinalados: a) b) c) 02. Calcule a medida do lado desse quadrado. Calcule o lado do quadrado inscrito no semicírculo de raio 8 centímetros. Nas figuras seguintes.

Na figura seguinte os segmentos AB. 07. DE. Então. Quanto mede a hipotenusa desse triângulo? 11. Na figura. BC. Num círculo de raio 10 cm traça-se uma corda de 16 cm. ABCD é um quadrado. M P B N C 08. calcule seu lado sabendo que M é ponto médio de AB e que PD mede 8cm. (A distância de um ponto até uma reta é sempre um segmento perpendicular a reta) 10. A D Observe que os triângulos ADM. Calcule o raio do círculo circunscrito do triângulo isósceles de base 6cm e altura 8cm. BMN e CNP são semelhantes. A soma dos quadrados dos três lados de um triângulo retângulo é igual a 32 cm2. A B • D C 09. o segmento AF mede: E D (a) 5 (b) 3 F C (c) 2 (d) 6 (e) 7 A B 27 . e EF todos têm medidas iguais a 1 cm e cada um deles é perpendicular a seu antecedente. CD. Calcule a medida do lado desse quadrado. No quadrado ABCD de lados iguais a 8 cm. Calcule a distância da corda ao centro. calcule o raio do círculo que passa pelos vértices A e B e tangencia o lado CD.06.

2bm a² = b² + h² + m² . a Então. diminuído do duplo produto desses dois lados. Tracemos a altura relativa ao lado AC e chamemos.II – Lei dos Cossenos Seja ABC um triângulo qualquer. m H b b–m C Como Δ HBC é retângulo.cos α = 3 ⇒ 2 = 1 + 4 – 4.(b-m). apliquemos a lei dos cossenos. e a hipotenusa) m (o cosseno de um ângulo é a razão entre o cateto c ⇒ m = c .2.cos α Então: cos α = 3 4 28 .2 bc. Temos: a² = h² + (b – m) ² a² = h² + b² + m² . Então. 1 α 2 2 ( 2 )2 = 12 + 22 – 2. o segmento AH. o cosseno não pode ser calculado por cateto adjacente dividido pela hipotenusa. HC = b – m. isto implica que cos A = 0 e a relação fica reduzida ao teorema de Pitágoras. pelo cosseno do ângulo formado por eles. projeção do lado AB sobre o lado AC. de m.1. portanto aqui NÃO vale a relação h2 = m. cosA a² = b² + c² . B c h A Não estamos admitindo o triângulo ABC como triângulo retângulo.2bm Como: h² + m² = c² e ainda. cos A = adjacente a esse ângulo.cos α 4.” Observe que caso A = 90º. a² = b² + c² . Como o triângulo não é retângulo.0 Exemplo: ⇒ a² = b² + c² Calcular o cosseno do ângulo α na figura seguinte.2bc cosA Substituindo na relação anterior temos Ou seja: “O quadrado de um lado é igual à soma dos quadrados dos outros dois lados.

EXERCÍCIOS 01. Calcule a medida do segmento AM. 05. 60o A B Dica: Trace uma reta pelo ponto D paralela ao lado BC. Calcule o cosseno do ângulo  num triângulo ABC onde AB = 12. Um dos ângulos internos de um paralelogramo de lados 3 e 4 centímetros mede 120o. Observe a figura. o triângulo DCM é equilátero e ABCD é um quadrado de lado 6cm. Considere na figura abaixo dois triângulos equiláteros de lados 6cm e 8cm. D C D C Nessa figura. AC = 14 e BC = 8 centímetros. Na figura. respectivamente. Calcule o segmento AD. B A M 06. 29 . D A B C E 03. o trapézio ABCD tem altura 2 3 e bases AB = 4 e DC = 1. 04. Calcule a medida do lado BC. Calcule a maior diagonal desse paralelogramo. Calcule as medidas assinaladas nas figuras abaixo: a 2 30O o 8 60 o x 7 60o y 3 3 10 8 02.

que está faltando. D Q P C A B 30 . em cm. No quadrado ABCD de lado 3cm. AB = 2 cm. Seja M o ponto médio da altura AH de um triângulo equilátero ABC de 8 cm de lado. No quadrilátero da figura. Calcule a distância do ponto P ao vértice B. Calcule a medida do segmento MN. os pontos P e Q dividem a diagonal AC em três partes iguais. você talvez tenha que resolver uma equação do 2º grau. BC = CD = 3 cm. 10. A M B H C 08. ADC = 60° e ABC = 90°. A medida. No triângulo equilátero ABC tem-se BM = MC = 2 centímetros e NA = 1 cm. Calcule a medida do segmento BM.07. C M N B A 09. do perímetro do quadrilátero é: D C a) 11 b) 12 c) 13 d) 14 e) 15 B A Para calcular o lado AD.

h h b 31 . que a área do retângulo seja o produto de suas duas dimensões. tem 12cm² de área. Admitindo a superfície de um quadrado de lado unitário como uma unidade quadrada. Seja “u” a unidade de área: 1 1 1 1 F A área da figura é “n” se: S(F) u =n Fácil compreender. portanto.h 3cm 1 cm2 b S = 4.UNIDADE IV I.3 Então S = 12 cm2 4cm II – Principais áreas: • Paralelogramo S = b. por exemplo. h S = b. Isto é. Um retângulo de dimensão 4cm por 3cm. Mais importante do que saber as “fórmulas” de área é entender o que represente a área de uma região plana. ÁREA Área é uma função que associa a cada figura um número positivo que representa a Medida de sua superfície. ainda que indutivamente. a área de uma região plana é o número que expressa a relação entre sua superfície e a superfície desse quadrado. sua superfície equivale à superfície de 12 quadrados de lado 1cm.

h Então: 2S = b. que representa a distância do centro ao lado.a Embora a área do polígono regular possa ser encontrada pelo produto do semi-perímetro pelo apótema. B.h b • Losango ⇒ S= b. a partir do centro.h b. A área do polígono será “n” vezes a área deste triângulo. d Então: 2S = D.l ).a 2 ⇒ S = p.• Triângulo Observe que o paralelogramo tem área igual ao dobro desse triângulo. Então: S = (n.l ). ou seja.d D • Trapézio b h Então: S = B ⇒ S= D. é conhecido como apótema do polígono.d 2 A área do trapézio pode ser obtida pela soma das áreas dos dois triângulos determinados por uma de suas diagonais. l) é o perímetro do polígono que representamos por (2p) e a. 32 .a ⇒ 2 S= 2p.a ⎞ (n.h (B + b). em “n” triângulos isósceles congruentes.a ⎟⇒ S = 2 ⎝ 2 ⎠ l a l Mas (n. h + ⇒ S= 2 2 2 III – Polígono Regular O Polígono regular de gênero “n” pode ser dividido. Então: S = n.⎜ a ⎛ l.h 2 Observe que o losango ocupa a metade do retângulo cujas medidas são suas diagonais. acaba sendo mais prático usar a estratégia que usamos para chegar a essa conclusão. o polígono pode ser dividido em triângulos congruentes.

A Sabemos que S = b h c a.(p − a). Nesse processo. então: b Mas também sabemos que o sen α = C α a B h = b. a área do polígono tende ser a área do círculo. Ou seja.r Logo S = πr2 Vale ainda ressaltar: 1) Seja ABC um triângulo do qual se conhecem dois lados o ângulo formado por eles. aumentando o número de lados do polígono inscrito num círculo. (multiplicar por 1 é o mesmo que dividir por 2) 2 2 2 Então S = l2 3 4 33 . S = ab. A área do triângulo pode ser obtida em função de seus lados.Círculo Consideremos os polígonos regulares inscritos no círculo. o apótema. tende a ser o raio r. o perímetro do polígono tende a 2πr (comprimento da circunferência) e.IV . A área do círculo então.sen α. quanto maior é o número de lados do polígono. l. pode ser determinada como sendo a área do polígono cujo semi-perímetro é πr e apótema igual a r. 3 1 . portanto.h 2 h . Isto é: S = πr. mais a sua área se aproxima da área do círculo. A c B 3) A área de um triângulo equilátero de lado l pode então ser determinada por: S = l. C S= b a p. sen α 2 2) Radical de Heron.(p − b).(p − c ) Onde p é o semi-perímetro do triângulo.

O retângulo ABCD. b) a área do retângulo ABCD é igual a uma unidade de área. Calcule as áreas hachuradas. Admita que os vértices que estão sobre seus lados são pontos médios desses lados. o triângulo equilátero ABC tem lado 2cm e o vértice C está sobre o lado do retângulo ABDE. está subdividido em 100 quadrados elementares iguais. seja dobrada segundo as ilustrações a seguir. (a) E C D (b) E C D A B A B 03. Determine a área sombreada correspondente às letras da sigla UFRJ se: a) a área da letra U é a unidade de área. E C D P A B 04. de 8cm por 5cm. Na figura. a) b) c) d) e) f) 02. da figura abaixo.EXERCÍCIOS: 01. ABC é um triângulo equilátero de 12 cm de lado e ABDE tem os ângulos retos. em centímetros quadrados. Na figura seguinte. 05. Quantos cm2 quadrados terá a área hachurada do retângulo ABDQ ? (a) 4 cm2 (b) 6 cm2 (c) 7 cm2 A B (d) 9 cm2 D C 34 . as áreas dos triângulos CBD e ACD assinaladas nas figuras. Determine a área assinalada. inscritas em quadrados de lados iguais a 6 cm. Suponhamos que uma folha retangular. Calcule.

D 4 cm C 6 cm E A 12 cm B 10. A E B D C 07. todos com os lados congruentes ao do quadrado e mais 4 outros triângulos. 2 hexágonos regulares e 2 triângulos equiláteros.06. Calcule a área hachurada sabendo-se que o ângulo ABC = 30o. B • A O C 35 . Os quadrados têm lados iguais a 6cm. Considere o trapézio ABCD da figura e calcule a área do triângulo ADE. Sendo T a área de cada triângulo equilátero e Q a área do quadrado. a) b) c) d) e) 11. O decágono da figura ao lado foi dividido em 9 partes: 1 quadrado no centro. pode-se concluir que a área do decágono é equivalente a: (A) 14 T + 3 Q (B) 14 T + 2 Q (C) 18 T + 3 Q (D) 18 T + 2 Q 09. Os arcos pertencem a circunferências com centros nos pontos médios dos lados do quadrado ou nos vértices dos mesmos. O círculo seguinte tem 4cm de raio. Calcule as áreas hachuradas. Calcule a área do triângulo ADE na figura seguinte sabendo-se que ABCD é um quadrado e DCE é um triângulo eqüilátero de 6 centímetros de lado.

Llon Lages. Gelson. 36 . Osvaldo E IEZZI. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. Áreas e volumes. São Paulo: Atual. 1993. Fundamentos da Matemática elementar. LIMA. João Lucas Marques. DOLCE. 1997. Rio de Janeiro: SBM. 9.Bibliografia BARBOSA. 1973. Geometria Euclidiana Plana. Vol.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful