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SINOPSE DAS LAURÁCEAS NOS ESTADOS DE GOIÁS E TOCANTINS, BRASIL

Pedro Luís Rodrigues de Moraes

Biota Neotropica v5 (n2) – http://www.biotaneotropica.org.br/v5n2/pt/abstract?taxonomic-review+bn00905022005

Recebido em 01/12/04. Revisado em 30/05/05. Publicado em 01/07/2005.

Bolsista PRODOC/CAPES; Departamento de Botânica, UNICAMP, C.P. 6109, 13083-970, Campinas, SP, Brasil. E-mail: plrmorae@merconet.com.br

Abstract
A synopsis of Lauraceae from the states of Goiás and Tocantins is presented. Species were identified based on original descriptions and available taxonomic revisions, as well as from the study of types and historical specimens (at least their images) held in herbaria B, BR, C, F, HBG, KIEL, L, LE, M, MO, NY, S, U and US. A preliminary list of 49 species belonging to 10 genera is presented. Key words: Goiás, Lauraceae, Synopsis, Taxonomy, Tocantins, Brazil

Resumo
Apresenta-se uma sinopse taxonômica das espécies de Lauraceae dos estados de Goiás e Tocantins. As espécies foram identificadas com base na literatura original e nas revisões taxonômicas disponíveis, bem como pelo estudo dos tipos e materiais históricos (ao menos suas imagens) depositados nos herbários B, BR, C, F, HBG, KIEL, L, LE, M, MO, NY, S, U e US. Apresenta-se uma listagem preliminar de 49 espécies pertencentes a 10 gêneros. Palavras-chave: Goiás, Lauraceae, Sinopse, Taxonomia, Tocantins, Brasil

http://www.biotaneotropica.org.br

bitegumentados e crassinucelados.org. trímeras (com raras exceções). com base na literatura. No Brasil. 3. bissexuadas. 1836.L. L. HTO. pobremente representada na África (van der Werff & Richter 1996). SP.biotaneotropica.Biota Neotropica. constituída por uma única camada de células traqueidais. 2 ou 3 verticilos reduzidos a estaminódios (o IV estaminodial ou ausente). U e US. número e distribuição das espécies (van der Werff & Richter 1996). IBGE. Folhas alternas a opostas ou aparentemente verticiladas. Fruto baga. 1957. em áreas de matas. 1866. Endlicheria. Inflorescências raramente terminais. (‘Lauri’) Plantas tipicamente lenhosas. revestido pelas tépalas persistentes ou pelo receptáculo.R. usualmente iguais em forma e tamanho. As descrições da família e http://www. do nível do mar aos páramos Andinos. livre sobre um pedicelo. C. II. e geralmente originadas a partir das axilas de folhas ou brácteas de um eixo principal. Mezilaurus. simples. que ainda necessitam de coletas mais abrangentes e sistemáticas para o adequado conhecimento de todas as espécies que aí ocorrem.br . Vattimo-Gil 1966. as Lauráceas neotropicais. A chave dos gêneros e das espécies foram elaboradas a partir dos materiais examinados. INPA. III e IV. a família está representada pelos gêneros Aiouea. UFG e UFMT (siglas e acrônimos de acordo com http://sciweb. Rohwer 1986. RB. Para a identificação do material. Kostermans 1937. Cassytha. UEC. embrião geralmente pequeno. 89. Nectandra. Chanderbali 2004. ou com 1. e basearamse em caracteres morfológicos reprodutivos e vegetativos.195 coleções dos herbários CEN. estípulas ausentes. de arbustos a árvores de dossel. mais ou menos alongado tangencialmente. Cryptocarya.Introdução A família Lauraceae é predominantemente tropical. IAN.org/science2/ IndexHerbariorum. Kopp 1966. incluindo as brasileiras. MG. óvulos solitários. . As anteras em Lauraceae são valvares. P. geralmente inteiras. Foram também examinados materiais tipo e coleções históricas depositadas nos herbários B. unissexuadas. campos rupestres e áreas perturbadas. F. NY. Moraes 2005).750 espécies distribuídas em 52 gêneros (Rohwer 1993a. Somando-se à importância econômica de muitas de suas espécies. Ocotea e Persea. ovário geralmente súpero. suas descrições foram mais amplas que os caracteres detectados nas espécies analisadas. ou polígamas.nybg. ou nenhum. ocorrem 22 gêneros e. o androceu característico de Lauraceae é composto por quatro verticilos de estames/estaminódios. praticamente sem folhas e com pouca clorofila (Cassytha ). androceu geralmente com 4 verticilos (séries I. II. gineceu unicarpelar. porém. ou trepadeiras parasitas. A terminologia empregada para os caracteres do androceu é a mesma adotada pela maior parte dos trabalhos taxonômicos disponíveis para a família. cerrados. com a micrópila sendo formada por ambos os tegumentos. com espessamento espiral-anular. endotestal. podendo apresentar 2 ou 4 esporângios (locelos) que aqui foram referidos como bilocelares ou tetralocelares. com sépalas e pétalas). anátropos. drupa. Apesar de sua importância. caracterizando-se pela dificuldade de identificação e delimitação de muitos de seus grupos. nos estados de Goiás e Tocantins.. sendo recorrentemente uma das famílias de espécies arbóreas mais freqüentes nos inventários botânicos (van der Werff & Richter 1996. indumento consistindo de tricomas simples. semente 1. tendo também um número bastante grande de espécies na Austrália e Madagascar. Estão presentes nos mais variados hábitats. HBG. Madriñán 2004). são também ecologicamente importantes funcional e estruturalmente. bem como o de suas distribuições. às vezes pseudoterminais. 1993b. Baitello 2001). Esta é a primeira contribuição taxonômica relativa às Lauráceas desses estados. HEPH. a família permanece incipientemente conhecida em termos de sua classificação. SPSF. Kubitzki & Renner 1982. S. actinomorfas. É mais bem representada nas regiões tropicais das Américas e da Ásia. No presente trabalho apresenta-se uma listagem preliminar e atualizada das espécies coletadas nos estados de Goiás e Tocantins. Para gêneros em que a ocorrência de espécies mostrou-se restrita. 1961. respectivamente.Moraes. KIEL. LE. Desta forma. sendo. Flores tipicamente pequenas e períginas. 1938. Pl. MO. anteras com 2 ou 4 valvas. BR. Gen. M. v5 (n2) . III e IV) de 3 estames. dos gêneros basearam-se no material examinado e na bibliografia. unicelulares.asp). Mez 1889. UB. Aniba. Weber 1981. 1789. 2. uniovulado. ou nucóide.BN00905022005 2 1. foram consultadas as descrições originais e revisões taxonômicas disponíveis (Nees von Esenbeck 1833. Meisner 1864. van der Werff 1987. composta por cerca de 2. ESA. Lorea-Hernández 1996. que são contados a partir do exterior em direção ao pistilo e que representam as séries I.Material e Métodos Foram analisadas cerca de 1. Cinnamomum.Resultados Lauraceae Juss. pediceladas e bracteadas. pêndulos. freqüentemente coriáceas. com 2 verticilos de 3 tépalas (com exceção de Cassytha .

. 9.................... Aiouea 7........... 3: t..................... 1. 3......... assentados em uma cúpula rasa vermelha. presença de domácias em alguns indivíduos.............. tépalas iguais a subiguais.... conspicuamente papilosas ...... com formato triangular...... Cinnamomum 11.. Cassytha 1. folhas agrupadas no ápice dos râmulos ........... pequenas......... Arborescentes com folhas normais. Anteras tetralocelares.. multifloras.... .......... 6 ou 3.... Estaminódios do verticilo IV pouco desenvolvidos...... 2..... 1775.. trinervis Meisn. filetes freqüentemente mais longos que as anteras ............ Flores bissexuadas.. elipsóides.. obcônicas... 4....................... Estaminódios do verticilo IV em geral bem desenvolvidos....... estames férteis 9.............. hipanto profundo. Anteras dos verticilos I e II com locelos dispostos em 2 pares sobrepostos...... 5. cordado-ovalados a cordado-sagitados........ axilares... Flores bissexuadas................ em sua maior parte ocorrentes na América do Sul.. peninérveas ou triplinérveas....... 7 a 20 m......... não urceolado.................... Anteras bilocelares. seu tamanho é uma importante característica para diferenciar espécies.............Moraes.... com o indumento variando consideravelmente entre as espécies...............BN00905022005 3 Chave para os gêneros registrados para Goiás e Tocantins 1......... face adaxial mais escura que a abaxial.0 cm..... na maioria das vezes glabras..... com cerca de 25 espécies........ http://www.... .. 6 tépalas sobrepostas.... Estaminódios inconspícuos......................... porém quase sempre piloso internamente...org............. raro arbustos ou pequenas árvores....... de margem inteira.. pilosas na face interna... 120........ o que promove tamanhos estigmáticos diferentes dependendo de se as flores estão funcionalmente no estado masculino ou feminino................. em geral estipitiformes....... então subsagitados ............. cordiformes ou sagitados......... Baitello 2003) e três espécies nos estados de Goiás e Tocantins. II e III férteis......... Estames férteis.......... ..... piauhyensis (Meisn............ diminutos ou ausentes.. urceolado................ 1. Ocotea 10.............. Frutos bacáceos... P... filetes do mesmo comprimento ou pouco mais longos que as anteras . Inflorescências paniculadas.................. clavado ou estipitiformes....... 4...... O gênero Aiouea é restrito à região neotropical... ovário globoso ou elíptico. Flores unissexuadas ........ 8..... 6.......... contudo.. Folhas em geral peninérveas. 6............ Aiouea 5................. Folhas simples.... II (3) e III (3) e dos estaminódios do verticilo IV (3). 7....0 – 2........... raro estipitiformes... estigma discóide... Árvores monóicas................ estipitiformes ou ausentes .) Mez e A...... estreitando-se abrupta ou gradualmente em um estilete cilíndrico.............. Estames férteis. ao menos as dos estames dos verticilos I e II....... alternas.......... Folhas em geral triplinérveas.. Aiouea Aubl....... A......... 1. 11...............................R.. variando apenas no modo de inserção. tépalas fortemente desiguais...biotaneotropica.Biota Neotropica............... contraído no ápice ................ 10........ Ocotea 8... estaminódios do verticilo IV foliosos... Mezilaurus 2. Pl..... Todos os estames dos verticilos I............ Anteras dos verticilos I e II com locelos dispostos em arco....... Hist. 8........ face interna das tépalas.............. androceu consiste de estames dos verticilos I (3)...................... 2... verticilos II e III férteis ou estaminodiais.................... Somente os estames dos verticilos I e II ou somente III................ Guiane 1: 310... tubo floral quase sempre diminutamente hirsuto ou glabro externamente.. às vezes com rudimentos de glândulas na base............... que geralmente apresenta poucos tricomas ao longo da nervura central........br apresentando na sua base duas glândulas com forma quase sempre uniforme.................... Trepadeiras parasitas com folhas escamiformes ........... em geral.... 10...................... 3.......... 5.. das quais 15 a 16 espécies no Brasil (Kubitzki & Renner 1982... raramente campanuladas ou cilíndricas.. Aniba 4.. na maior parte pedicelados.. bilocelares. face interna das tépalas raro conspicuamente papilosas........ é preciso ter em mente que existe uma forte dicogamia. Aiouea macedoana Vattimo-Gil... apenas os do verticilo III.... férteis. Flores unissexuadas ........................... obcônico a campanulado (final da antese) ..... pediceladas. Persea 9. estames dos verticilos I e II introrsos e do verticilo III extrorsos......... pistilo robusto e glabro... verticilo I sempre fértil.. Hipanto profundo.... 9............ glabras na face externa........ 7.. Flores bissexuadas......... raramente bem desenvolvidos.......L.. Cryptocarya 6..... ou subtriplinérveas........... Endlicheria 3. Estaminódios desenvolvidos...... Hipanto profundo... folhas não agrupadas no ápice dos râmulos ... margens espessadas mais claras do que a lâmina........... Nectandra 1..... 9.. apenas os dos verticilos I e II......... v5 (n2) ....

.. sésseis....... P. Ocorre em matas de galeria de cerrado e caatinga do Brasil Central. ± glabras adaxialmente..... junho....... Hist...R.... Rio Verde pequeno et in Chapada do Paranan”.. foto US.. monóicos. estaminódios do verticilo IV (3) estipitiformes ou ausentes.. Aiouea piauhyensis 2. ovário glabro . inflorescência multiflora.......... estigma geralmente diminuto....... fr... von Martius s..... v.. cupuliforme ou tubular..d.. deciduidade... Ocorre em matas de galeria ao longo de rios do Planalto Central brasileiro.. exceto na base ...P.. Chave das espécies de Aniba registradas para Goiás e Tocantins 1......... nos verticilos I e II introrsos ou sublateral-introrsos... Pecíolos curtos e espessados... S..... A........ isótipo de Aydendron piauhyense Meisn. “in sylvis capões versus f.. SP.... tais quais: xilopódio. abril.. pau-louro.... Material de referência: Tocantins: Natividade... Aniba desertorum (Nees) Mez e A....org... Aniba heringerii Aniba desertorum (Nees) Mez: nome popular: canela. pistilo esguio. a presença de rudimentos glandulares nos estaminódios de uma das flores é notável..... O estilete longo e fino é único em Aiouea e separa esta espécie das demais. (F Neg.. Francisci”.) Mez : nomes populares: sassafrás.. Inflorescências tirsóidepaniculadas ou sub-racemosas.. Aniba Aubl.. raramente conspícuo.... cilíndrico........ 7289.. IAN 4881... louro-de-goiás. geralmente pequenas.Biota Neotropica.. Macedo 3876. RB). isótipo). folhas relativamente espessas com margens rígidas.. Serra dos Macacos”... mucronados...n.. s.. foto MO. Material de referência: São Paulo: “in campis sicci Rio Pardo”.BN00905022005 4 Chave das espécies de Aiouea registradas para Goiás e Tocantins 1..d... A. fl. 1775...Moraes........ 126.. julho. estilete distinto.. cúpula em geral bem desenvolvida. G.... Pecíolos longos e finos. 19264. Floresce de junho a outubro.biotaneotropica.. Material de referência: Piauí: “in insulis sabulosis fluminis Gorgueha (Gurgêa)”.. No..... Riedel 486. raramente arbustos. hirsutas.. C... M. lisos. 2...br de Aydendron desertorum Nees)... holótipo de Aiouea trinervis Meisn.. canela-do-piauí.. Floresce em abril....... tubo floral bem desenvolvido... e as folhas mais pilosas dentre todas as Aiouea.. As folhas são usadas como afrodisíaco em forma de chá.. C.F..... Espécie conhecida apenas pelo tipo e citada pelo coletor como “árvore do cerrado”.........F. eretos. L..... Frutos elipsóides....... 12/VIII/1955 (IAN...... Guiane 1: 327......... Árvores.... pubescentes.. Macedo 4037. Floresce em janeiro.... frutifica em agosto.... (M....... Flores com estames dos verticilos I. tépalas (6) eretas.).. Folhas alternas...... Conectivos das anteras dos estames dos verticilos I e II fortemente exsertos no dorso das valvas latrorsas . Tocantins: Filadélfia. von Martius s. dessas.. 2: t....n.....hemisférica...... Aniba desertorum 1.... Gardner 2720. Aiouea trinervis 1... foto NY. sub...: nomes populares: brincode-princesa.... síntipo de Aydendron desertorum Nees). iguais a subiguais (as externas menores que as internas)..... P. inflorescência pauciflora. lenticelada.. II e III férteis e verticilo IV estaminodial. glabro ou piloso. Flores bissexuadas. 27 são brasileiras (Kubitzki & Renner 1982.... IX/ 1826 (LE....... VIII/1912 (F Neg... estames férteis (9) bilocelares.. foto NY... Gênero distribuído quase inteiramente na região tropical sul-americana.. No. (M...... raro na América Central e nas Antilhas... urinosa..... Baitello 2003) e duas ocorrem nos estados de Goiás e Tocantins.. Aiouea trinervis Meisn.. urceolado..... frutificação inicia-se em junho e termina em outubro... isótipo). 2.... ......... no verticilo III extrorsos ou extrorso-latrorsos. pediceladas. v5 (n2) .. foto US.... tomentelas. 23/VII/1955 (IAN... oblíquo. .. ovário elipsóide ou ovóide. agosto e setembro. ovário piloso. Material de referência: Minas Gerais: “in sylvis capões ad fluv.. florescendo em julho.. holótipo de Aiouea luetzelburgii Mez). vergateza. s. Ocorre em vegetação de cerrado. Conectivos das anteras dos estames dos verticilos I e II apenas levemente exsertos no dorso das valvas introrsas ... uridol... Aniba heringerii Vattimo-Gil: nomes populares: canela....P.... com filetes tão largos ou mais estreitos que as anteras..... Ocorre no Planalto Central brasileiro..... Na região neotropical estão presentes 41 espécies... Lützelburg 573...... novembro e dezembro. Tocantins: “bei Duro... Pl... com duas glândulas grandes.... na base. heringerii Vattimo-Gil.. cerradão e matas de galeria de cerrado e caatinga. fr.. lenhosa....... Aiouea macedoana Aiouea macedoana Vattimo-Gil: nome popular: sassafrás... Flores com estames dos verticilos I e II férteis e dos verticilos III e IV estaminodiais .. Aiouea piauhyensis (Meisn........ peninérveas....L....... envolvendo cerca de 1/3 do fruto. lectótipo http://www..... De acordo com Kubitzki & Renner (1982). axilares.. glabras.. fl. Floresce de julho a fevereiro. frutifica de fevereiro a agosto. agosto a janeiro.......... julho......... A espécie apresenta características adaptativas à seca..... às vezes micropapilosas abaxialmente.. distribuídas ao longo dos râmulos ou concentradas em seus ápices........

se férteis. cordados ou piramidais.P.BN00905022005 5 frutifica em setembro.br Gênero composto por 17 espécies atualmente reconhecidas. conectados ao embrião na porção central. Flores bissexuadas. inicialmente verde tornando-se alguns verde-amarelado a marrom-escuro. introrsos. os caules são usados como anti-helmíntico para expelir vermes. L. cassythidina. Trepadeiras perenes parasitas. podendo sofrer um estreitamento medial. podendo apresentar-se côncavas. urceoladas ou estreitamente campanuladas. glabras ou pilosas. maiores. Sementes exalbuminosas. v5 (n2) . No Suriname é usada em banhos contra dores lombares. com frutos procurados pela avifauna. ovadas. Tocantins: Mateiros. 957. Cassytha L. espiga ou racemo.L.org. Inflorescência ereta. Folhas escamiformes. nom. geralmente brancos. em ungüentos com manteiga e gengibre friccionados sobre tumores. 520 m. mas não exserto além do receptáculo. introrsos. livres. usualmente seríceas por dentro. com locelos subterminais. 3 (ou 2) verticilos férteis. P. em queimaduras e em envenenamentos. lateralmente compressoovóides. cassythina e ocoteína. inconspícuo.S. introrsos. Bot. Após fertilização. Material de referência: Goiás: Goiânia. similares às brácteas florais. 3. 5/IX/2001 (UB). antera elíptica a ovalada. Folhas alternas. 74. 7/ VIII/1968 (UFG). 14 ocorrem na Austrália. pela expansão lateral dos filetes e conectivos. bissexuadas. unilocular. próximo a sua cabeceira. diurético. Rizzo & A. hipanto raso ou profundo. J.H. anteras biloceladas. bracteada. estilete curto. alt. ovados a oblanceolados. com uma delas (Cassytha filiformis L. tépalas (6) eretas. ou na axila dos râmulos novos. Carpelo aparentemente solitário.) cosmopolita. marrons quando secos. Tocantins: Fazenda da Samambaia. J. tépalas persistentes. E. fusiformes. persistente no fruto. parcialmente autotróficas. porém menores. carnosos. estames férteis (9) geralmente seríceos. pediceladas. estames do verticilo II opostos e curtamente adnatos às pétalas. glabro ou pubescente. três espécies são endêmicas da África. macerada e misturada com noz para tratamento de doenças abdominais e do estômago. algumas peninérveas. estames do verticilo III férteis ou estéreis. com um par de glândulas na base. arranjadas espiralmente tanto no caule quanto na inflorescência em filotaxia 1/3. 35. contém os alcalóides laurotetanina. com um óvulo anátropo pêndulo. hemisféricos. Tubo receptacular inicialmente curto. estigma capitado. no verticilo III (3) tetra ou bilocelares. 1753. cerca de metade do tamanho dos estames férteis. opostos aos estames do verticilo II. A espécie é caracterizada por suas flores grandes e partes florais vilosas que. Silva et al.biotaneotropica. Segmentos do perianto 6. endurecidas ou carnosas.: nomes populares: cipóchumbo. conserv. cúpula atenuada para o pedicelo. sagitados ou raramente estipitados. fusiformes. potencial uso farmacológico. Pecíolos sempre presentes. Pl. junto ao Morro Santo Antônio. agudos. locelos terminais. pétalas 3. carnosas. radícula vertical. triplinérveas ou subtriplinérveas.Moraes. carnosos. estaminódios do verticilo IV (3) cordiformes. principalmente nos trópicos. locelos sobrepostos aos pares. distinguem-na das demais. Flores pequenas. Inflorescências geralmente tirsóides. Perianto e androceu confinados à borda do tubo receptacular em verticilos trímeros. deiscentes a partir da abertura de opérculo de baixo para cima. . Cinnamomum Schaeff.Biota Neotropica. geralmente menor do que o estilete. embora às vezes bem pequenos. contendo abundante mucilagem.A Rizzo 1856. semelhantes aos do verticilo I. amarelados. 1 (ou 2) representados por estaminódios. dispostas nas axilas das folhas ou de pequenas brácteas decíduas. canaliculados adaxialmente e arredondados abaxialmente. petalóides. Caule filiforme ou tereto. 46o47’W. 4/VIII/1968 (UFG). . ovário elipsóide a subgloboso. tornando-se urceolado após a antese. 4. monóicos.A. extrorsos. no Rio Corumbá. Floresce e frutifica ao longo do ano. iguais a subiguais. janeiro a maio. Exped. misturada com açúcar para tratar dores de cabeça e dores nos olhos. escamiformes. Usos: alimentação de pássaros. aliadas a sua distribuição geográfica. com uma glândula ovóide em cada lado da base do filete. sésseis ou curto-pediceladas. receptáculo seríceo. ovóides ou obovóides antes da antese. Fruto globular. ocorrendo também em Goiás e Tocantins. branco. 1760. mais escuro que o ovário quando seco. 6/VI/1963 (RB). sépalas 3. glabras a pilosas por fora. Estames 12 alternos em 4 verticilos de 3. geralmente ovadas ou elípticas. decocção usada contra queda de cabelos. estigma discóide ou triangular.. Frutos elipsóides a subglobosos. porém sempre menores que os demais estames. cassyfilina. ovário globular. formação de pericarpo crustáceo que é encoberto pelo tubo receptacular carnoso. encerrando no ápice o perianto lignificado e androceu às vezes circundado por anel glandular. Heringer 8917. duas na Nova Guiné e uma na Nova Zelândia (Weber 1981). Espécie pantropical. férteis ou estéreis. 10o43’S. em geral bem desenvolvidos. que se prende através de pequenos haustórios elípticos formados ao longo do caule em pontos de contato com o hospedeiro. marrom quando seco. Arbustos e árvores de até 30 m.. Utilizada na farmacopéia Senegalesa tradicional como depurativo. sempre férteis. erva-de-chumbo. Cassytha filiformis L. cotilédones espessos. séssil ou pedunculada. uma também ocorrendo na Malásia. estames do verticilo I opostos às sépalas. http://www. Barbosa 1927. Râmulos geralmente eretos e ± pubescentes.R. curtamente estipitados. Material de referência: Goiás: Goiânia. Sp. ocorrendo nas regiões tropicais e subtropicais dos Velho e Novo Mundo. uma panícula. locelos terminais. das quais 10 são endêmicas. ereto. à esquerda do ribeirão Dourado. Nas Bahamas é utilizada como afrodisíaco ou em banhos para aplacar coceiras. nos verticilos I e II (6) tetralocelares. estames do verticilo IV estéreis. ou reduzida a um capítulo séssil ou pedunculado.

pilosas. introrsos. Prodr. Apesar da espécie ser pouco conhecida. ocorrendo também na Argentina. . 12/VII/1991 (IBGE). canela-branca. geralmente apicais. devido a problemas nomenclaturais não contemplados por Kostermans (1937. verticilo I (3) e II (3) bilocelares. 2: 258.M. 5. ocorrendo também na África. Nov. forma. 1810. geralmente de cúpula rasa.Biota Neotropica. foi mantida pelo autor devido aos caracteres diagnósticos de suas folhas que são totalmente revestidas por tricomas na face abaxial. os espécimes do Planalto Central brasileiro passam a ser C. 1: 402. geralmente ovadas a obovadas. moirões. ovário semi-ínfero ± séssil. ocorrendo em Goiás. Ocorre no sul e sudeste do Brasil. base cuneada ou aguda. e C. vigamentos. hemisférica. com apenas Cryptocarya moschata Nees & Mart.) J. estrada para Colinas.d. duas em Goiás e Tocantins. díclinas. Nas Américas existem cerca de 50 espécies. lâmina cartácea a coriácea.Moraes. verticilo III (3) bilocelares. acuminados. canela-depapagaio. E . (B-1375†. batalha. geralmente iguais. Os caracteres que auxiliam a separar esta espécie das demais é a combinação de folhas com face abaxial ± pubescente (tricomas não apressos). radículas diminutas. Moraes. ripas. além do formato foliar e da aparência inconspícua da maioria das nervuras secundárias e de todas as terciárias. tépalas 3 + 3. Folhas simples. Flores unissexuadas. maioria menor que 25 m. das quais oito espécies registradas para o Brasil (Moraes 2005). iguais. Árvores ou arbustos monóicos.K. Folhas espiraladas. Material de referência: local não indicado: F. planoconvexos. flor masculina com 9 estames férteis.L.200 m de altitude. Rohwer 1993a). 6 tépalas sobrepostas. P. os superiores conspicuamente reduzidos). 40 das quais ocorrem no Brasil (Chanderbali 2004) e quatro nos estados de Goiás e Tocantins. Râmulos seríceos a vilosos ou glabros. Sellow s. 6. obovado ou ovóide. E.. que em conjunto a distingue de C. farinha-seca. 1827. moschata Nees & Mart. em preparação. 1833. Inflorescência paniculada e pseudoterminal. holótipo de Phoebe haussknechtii Mez). local desconhecido: F. trímeras. Predominantemente na Floresta Estacional Semidecídua e nas matas de galeria. 3593. canela-de-jacu. rodapés. Floresce em janeiro.: nome popular: canela.S. Linnaea 8: 37. cujo holótipo coletado por Ule 3044 na Serra dos Viadeiros encontra-se desaparecido. Flores bissexuadas. Allen. canela-bastarda. Goiás: Alto Paraíso. variações de cor. Árvores dióicas.biotaneotropica. densidade e orientação dos tricomas são características importantes para identificar espécies. Inflorescências paniculadas ou tirsóides. completamente imersos no tubo acrescente da flor. LE. s. geralmente ausente. estames do verticilo III com glândulas junto à base dos filetes. molduras. laminados. ed. alternas. caixotaria. Sellow 1082. com um par de glândulas na base do filete. tamanho. lhotzkyi (Nees) Mez e E. desde Rio Grande do Sul até Espírito Santo. laterais ou introrsos. louro-precioso. lectótipo. uniloculares. estigma geralmente inconspícuo. etc. cordado-ovados a cordado-sagitados. estames 6 introrsos + 3 extrorsos. conectivos às vezes ultrapassando os esporângios.F. levelii C. cons. canela. L.BN00905022005 6 O gênero Cinnamomum contém cerca de 200 a 350 espécies (Rohwer 1993a). 2021. ápice geralmente acuminado. Usos: madeira empregada para acabamentos internos. podendo alcançar até 40 m. Fruto elipsóide.d.F. pequenas. (F Neg. estaminódios 3. ocorrendo também na Costa Rica. podendo também ser caudado ou apiculado. paniculata (Spreng. Holland. ovário elipsóide ou subgloboso. pilosas nas duas faces. em sua revisão do gênero.d. pecioladas. 1938). Floresce entre os meses de agosto a dezembro. forros. Endlicheria glomerata Mez. Fl. Guadalupe e Ilhas do Caribe. taubertianum (Mez & Schwacke) Kosterm. E . bataieira. que foi o único material examinado por Lorea-Hernández. foliáceos. alternas ou subopostas. e tépalas parcialmente persistentes.R. Frutos nucóides. o fruto é indicado para combater dores de estômago.org. Possui cerca de 60 espécies. Espécie aparentemente comum nos cerrados do Planalto Central brasileiro. glabra ou pubescente. tépalas decíduas. bataira. a espécie mais próxima morfologicamente. IAN 6864. monospérmicos. geralmente glauca. (BR). Material de referência: Goiás: “recuille sur le plateau central de la province de Goyaz en 1894-95”. Macbr. Cryptocarya moschata Nees & Mart. frutifica nos meses de novembro a abril. noz-moscada.. às vezes pediceladas. s. canelaamarela. http://www. canela-batalha. março e setembro. tiriveiro. A. às vezes quase cimosa e axilar. Sementes com cotilédones grandes.A. simétricas. das quais 15 ocorrem no Brasil (Lorea-Hernández 1996). descreve a espécie Cinnamomum taubertianum (Mez & Schwacke) Kosterm. s. canela-areia. entre 850 a 1. canela-lageana. bilocelares. Gênero neotropical com centro de diversidade na América do Sul. Glaziou 22060. peninérveas. novembro e março.R. canela-cega. F.L. até 30 m.. anteras do verticilo III com dois locelos (ou se com quatro. B. sellowianum. glabro (espécies americanas). km 20 a 27. Lorea-Hernández (1996).n. A não inclusão dessa espécie no presente trabalho se deve por não termos acessado a coleta de Glaziou 20455a. estilete curto e espessado. Endlicheria Nees. . e Goiás. Austrália. : nomes populares: armecica.Br. KIEL. Pereira et al. Frutos consumidos por várias espécies de animais.. Cryptocarya R. frutifica em outubro. Moraes (2005)]. Na região de Goiânia. nom. extrorsos ou latrorsos. Com a nova revisão em curso para as espécies brasileiras do gênero [P. Cinnamomum haussknechtii (Mez) Kosterm. batalheira. depositada no herbário de Paris. raro persistentes. imerso no tubo do perianto. flor feminina com estames estéreis. verticilo IV estaminodial. Cinnamomum haussknechtii (Mez) Kosterm. No. semelhantes ao da flor masculina. a maior parte nos trópicos do Velho Mundo. LE. K. sendo 18 ou mais neotropicais. isolectótipos). 9 a 6 ou 3 férteis. com centro de diversidade no Arquipélago Indo-Malaio..br Gênero pantropical com cerca de 200 a 350 espécies.. v5 (n2) . Ilhas do Pacífico (van der Werff 1992.

junho e novembro.. . canelade-cantagalo. Endlicheria lhotzkyi Endlicheria glomerata Mez: nomes populares: canela.... A espécie ocorre predominantemente nas florestas da costa Atlântica do sudeste brasileiro.. Floresce em maio. Ocorre predominantemente nas florestas baixo montanas da encosta Atlântica do sudeste do Brasil.. canela-amarela..000 m nos Andes. mostrou-se instável.... 5/IX/1968 (UFG)..n.L... 400 – 500 m. Material de referência: Goiás: Goiânia. Árvores pequenas de matas de galeria..... 3816.Biota Neotropica.. Endlicheria lhotzkyi (Nees) Mez: Nomes populares: louro-amarelo. Bot.. ou às vezes coriáceas. Floresce e frutifica ao longo do ano todo. Neg.. canela-sebo..M. sempre concentradas nos ápices dos râmulos...... No entanto.. canela-de-folha-miúda. Tocantins: Araguaína. Oliveira et al..... Usos: madeira indicada para obras internas em construção civil....br caracterizada pelo indumento de tricomas longos.. concentradas nos . Manso & J.. uma vez que outras espécies com flores rotadas e estames estipitados com ápices de antera truncado (E. Macbr. canela-do-brejo....F. Endlicheria glomerata 2.. Nervuras terciárias e de ordens maiores imersas adaxialmente.. louro-seda. Ocorre em altitudes de 50 a 1.... tamanho e indumento das folhas.. canela-guajaba.. E.. Allen: árvores medianas de matas de galeria da Amazônia Central e Ocidental.K. frutifica ao longo do ano. ao qual pertence.. canela-de-veado.. Folhas alternas. Endlicheria levelii C.. Inflorescências axilares ou..... que é característico da maioria dos membros do grupo de espécies de Endlicheria sericea..). Face abaxial das folhas maduras encobertas pelo indumento densamente áureo-seríceo ..... No. Sellow s...... 14o33’59"S..BN00905022005 7 Chave das espécies de Endlicheria registradas para Goiás e Tocantins 1.... canela-caroba. J..... é facilmente reconhecida dentro do gênero por sua venação pinada..... J... setembro.. foto US. isolectótipo). do tipo racemo composto (dibótrio). 15/XI/1874. Face abaxial das folhas maduras claramente visível através do indumento. gracilis) têm folhas triplinérveas. canelacheirosa. frutifica em maio a outubro. IAN 4727.C.. canela-frade. folhas obovadas a obovado-elípticas .... aparentemente restritas à vegetação de cerrado. sendo uma das variações da forma típica.. nas encostas baixas dos Andes.) J.. agosto e novembro. encontradas nos estados de Mato Grosso e Goiás. até o Panamá. F... 27/VI/1997 (IBGE. cartáceas.. julho.org. foto NY.. acuminata e E.. canelão.. (B.L. 150 m”.. Level 127..... Flores pequenas... às vezes. Árvores predominantemente pequenas a medianas. 56091. 50: 21.. canelão.. louro-dourado... canela-preta.. Apesar desta combinação ser exclusiva de E. v5 (n2) .. inconspícuas sobre a lâmina.. isótipo).A... e freqüentemente revestidos por uma casca espessa. em altitudes de 200 a 700 m. Endlicheria paniculata (Spreng.P... Glaziou 7781. em altitudes de ca.. caixotaria. RB)... 770. 2.... Material de referência: Goiás: Niquelândia.... canela-branca.. isolectótipos de Ocotea lhotzkyi Nees)..F. fl. para marcenaria. No... marcos de portas. aparentemente terminais. B.... 3813.. quase sempre elípticas a obovadas.K.. canela-garuva. Material de referência: Mato Grosso: Cuiabá.... houve a combinação dos caracteres de folhas com lâmina bulada e indumento longo-hirsuto de tricomas rigidamente eretos e de flores sub-sésseis pubescentes e agrupadas.. 3.. 1892.... Fazenda Engenho. 7... Venezuela: Amazonas: “Río Orinoco 10 km above mouth of Río Atabapo..L. A espécie é http://www.... louro-roxo. bem como para lenha e carvão. junho. peninérveas. canela-jacuá.S.. Apesar dessa variação intraespecífica. Frutos procurados por pássaros... holótipo. madeira-de-rei...: nomes populares: canela.....d. holótipo de Citrosma paniculata Spreng... (F Neg... frutifica em abril.. Material de referência: Tocantins: Rio Corda.. na América do Sul tropical.... inflorescências axilares .. MG). A.Moraes.. outubro e novembro.. Lhotzky 84... canela-cornuta. Mezilaurus Taub...... Râmulos geralmente espessos. louro.. do Araguaia. local desconhecido: F... glomerata. canelaburra. novembro. feita em Goiás.. fl. ) (foto NY. forros. Rio de Janeiro: Mauá... tabuado para paredes. Endlicheria levelii 3. ca. canela-depapagaio.. F. louro-dorado. Caño Yagual..000 m ao longo de sua amplitude geográfica. 11/VIII/1963 (HBG... canela-peluda.biotaneotropica.. canelinha...A. pela estrada GOM-2 para Bela Vista atravessando o Rio Meia Ponte à esquerda. em altitudes de 80 – 250 m. 48o30’27"W............ vigas. Folhas e inflorescências dispostas ao longo dos râmulos.... Centralbl... distribuídas nas florestas da encosta Atlântica do sudeste brasileiro... atingindo altitudes acima dos 2. região de Xambioá... 580 m.. Oliveira 1429. Allen como sendo Endlicheria cocuirey Kosterm.. Na maioria dos espécimes estudados por Chanderbali (2004)....... 770..... ripas. com a coleta de Oliveira et al... Maguire et al.. A. IAN 4733.. 11 km de Niquelândia/ Dois Irmãos... A coleta de Oliveira 1429 foi identificada por C... como caibros... lâminas buladas . Pecíolos geralmente mais espessados na base.. Floresce em maio.. 30/V/1954 (fl. o espécime em questão não apresenta lâmina foliar com base arredondada a cordada e pecíolo robusto e curto.R.. Folhas e inflorescências concentradas espiraladamente nos ápices dos râmulos. característicos dessa espécie.. Rizzo 2170. paucifloras a multifloras....... Arbustos ou arvoretas (espécies de cerrado) a árvores altas. 15/III/1961 (UB)..... Espécie com alta variabilidade na forma... julho.. Floresce de março a outubro....... afl.... com cicatrizes foliares conspícuas. apresentando lâmina plana. P. s. Endlicheria paniculata 1. na América Central. formando uma reticulação proeminente sobre a lâmina. canela-da-folha-miúda.S.... Gaucho Camp. ascendentes ao invés de apressos.. canela-cernuta. Nervuras terciárias e de ordens maiores salientes adaxialmente. (B..

Como muitas espécies de cerrado.. estaminódios do verticilo IV (3) presentes ou não. turbacensis (Humboldt. 18/II/1994 (UFG). Tocantins: Porto Nacional. densamente papilosas internamente... N.. Ule 8835..) Taub. ovário elipsóide a ovóide. 1............. com duas glândulas na base.... E. raro obtuso ou arredondado. incluso no tubo floral. foto US.. 1. filetes livres ou conados. N. synandra (Mez) Kosterm... com base arredondada ou gradualmente estreitada.. cúpula variável...: nomes populares: itaúba-da-folha-miúda.. As características diagnósticas são os râmulos espessos suberosos.. ex Rottb... Mezilaurus synandra Mezilaurus crassiramea (Meisn...F.... das quais 43 são brasileiras (Rohwer 1993b).. árvores de mata seca de terra firme da região amazônica .org........... ovário livre.. latrorsos... Vindob... Serra Dourada.. estames do verticilo III (3) férteis....... capitados ou subcapitados e com pilosidade variável. peninérveas. P. v5 (n2) . A maioria das espécies ocorre na área de drenagem do Rio Amazonas e Guiana Inglesa (van der Werff 1987)..... Mossâmedes. 1839 (BR 868599..... com apenas Mezilaurus crassiramea (Meisn. Pohl s...... Floresce em janeiro.. Frutos são alimentos de aves.. junho...... nom. de terra firme (Campinarana)..Moraes.... MG... receptáculo glabro ou com pilosidade variável. sob exploração na Amazônia Central.... pubescentes abaxialmente. frutifica de outubro a novembro...... Mezilaurus crassiramea Estames bilocelares.. 1932). 10o08’30"S..... em geral.. Espécie bem definida. Folhas alternas... com a coleta de Tocantins indicada ser de área de Cerradão...... a pubescência das folhas e as flores pubérulas.. J... conhecida até então por poucas coleções das proximidades de Manaus e uma do Peru...... ápice geralmente acuminado.. Chave das espécies de Mezilaurus registradas para Goiás e Tocantins Estames bilocelares.. Espécie de floresta baixa.... também sobrevive ao fogo.. arvoretas ou árvores de cerrado . gineceu com poucas características diagnósticas... lanceoladas ou elípticas em sua maioria. isolectótipos de Silvia synandra Mez). parcial ou totalmente envolvido pelo hipanto.) Taub.Biota Neotropica. 11031.... Árbocz 6476.. introrsos. raro opostas e subopostas. Bonpland & Kunth) Nees... 1778. 6 tépalas iguais a subiguais.... VI/1910 (foto L.br .. Espécie dominante nos cerrados do Planalto Central brasileiro.. cissiflora Nees... Gênero neotropical com 18 espécies ocorrendo da Costa Rica ao sudeste do Brasil. globosos a elipsóides.. itaúba-abacate. isótipo de Oreodaphne crassiramea Meisn... 8. 48o26’23"W. extrorsos na maioria. foto fragm. às vezes papilosos como as tépalas. situados em uma cúpula pequena e pateriforme. Ocorre também em vegetação secundária... 1: 279..... Frutos bacáceos.... râmulos glabros e freqüentemente com cicatrizes foliares......... Mezilaurus synandra (Mez) Kosterm. e N. 13/I/1999 (IBGE)..... Material de referência: Goiás: “Serra d’Ourada”.. Gênero abrangendo cerca de 114 espécies. gardneri Meisn.... N.) Griseb.. flores esparsa e minutamente estrigosas... estames com formas diferenciadas..... geralmente eretas. bilocelares (tetralocelares em duas espécies)....... tirsóides ou paniculadas.. todas pecioladas. cuspidata Nees.. locelos dispostos em arcos abertos ou fechados. folhas quase sésseis.... folhas com pecíolos conspícuos.biotaneotropica..R..n. flores pubescentes. glabras.. Hafn. estaminódios presentes ou não. de 8 a 15 m.. Univ... Inflorescências geralmente axilares. altamente variável entre as espécies. Floresce de março a junho. Nectandra Rol.... frutifica de agosto a dezembro.. porém com papilas menores. com oito registradas para os estados de Goiás e Tocantins.. podendo ocorrer pecíolos bem curtos. J. Árvores ou raramente arbustos monóicos.... N..........A... hihua (Ruíz & Pavon) Rohwer. com base cuneada ou aguda. seca... Frutos elipsóides. Flores bissexuadas. A característica vegetativa mais importante é o indumento. louro-itaúba... tépalas (6). respectivamente.. conhecida de poucas coleções oriundas de cerrado. distribuídas nas Américas tropical e subtropical. warmingii Meisn.. N. G... pedicelo às vezes engrossado.. Rizzo et al.. estames do verticilo III (3) tetralocelares. .. 3 – 17 mm de diâmetro.. N.. N.. para os estados de Goiás e Tocantins.. Acta Lit.. Usos: madeira de alta densidade. quando presentes são alongados.. Nectandra amazonum Nees. estilete engrossado.. escamiformes... http://www.BN00905022005 8 ápices dos ramos florais em várias espécies.... estames dos verticilos I (3) e II (3) tetralocelares.. a 3 km do trevo de Mossâmedes em direção a Goiânia à esquerda....... cons... NY 00355700...).E.... (ex Herb.. Material de referência: Amazonas: “bei Pensador Manáos”... râmulos visivelmente pubescentes.. ex Mez e M.... canela-de-goiás. cumbuquinha.... iguais a subiguais.... membranacea (Sw....L. ex Mez: nomes populares: canela-branca.. pequenas... No Brasil são registradas 13 espécies...

..... caneleira.. .. louro-babão........d.... s......BN00905022005 9 Chave das espécies de Nectandra registradas para Goiás e Tocantins 1... Filetes dos verticilos I e II pouco mais curtos ou mais longos que as anteras........ canelão...... Floresce ao longo do ano....... canela-pirante..... frutifica de janeiro a julho....... Ocorre principalmente na Amazônia brasileira.... massaranduba-branca.............. mas freqüentemente a grandes distâncias entre as áreas parciais conhecidas.. então com indumento esparso sobre ramos jovens.... P.. 5......... Inflorescências predominantemente nas axilas de catáfilos ou de folhas caducas. ou várias inflorescências inseridas próximas entre si na parte basal do crescimento recente........ ou se a maioria das inflorescências nas axilas de folhas... Nectandra cuspidata Nectandra amazonum Nees: nomes populares: louroamarelo.. holótipo..................... 3....... canela-amarela........biotaneotropica....... em florestas secas a úmidas.................. pelas inflorescências curtas mas largamente divaricadas.... Espécie de florestas sazonalmente inundadas..A.. (M.. mas nunca aí adensadas.. canelafedida....L..... Receptáculo densamente coberto externamente com tricomas ondulados ou retorcidos.. canelamerda. alcançando menos que 1/3 do comprimento da antera ......Moraes. geralmente alcançando mais que 60% do comprimento do ovário (ca........ foto L.... Nectandra cissiflora 6....... B.. Espécie característica das florestas inundadas ao longo do Amazonas e seus tributários..... Tocantins: “along the upper Rio Tocantins”..org.. Nectandra gardneri 5..... louro......... von Martius s.... de 2......... http://www...... lourofedorento... louro-amarelo-do-igapó... e pelas flores relativamente grandes com anteras geralmente muito alongadas................ Sementes são trituradas por peixes quando engolidas. ou tricomas curtos e/ou eretos....... 6... com um pedúnculo ± distinto. tricomas ± apressos .. canelão-do-brejo............ 4. 22/IV/1933 (M).. Estilete curto... então o ovário ± prolato. Floresce ao longo do ano.. no segundo verticilo na antese ocupando menos que ¼ do comprimento da antera... agudo a parabólico ..... ou cobrindo completamente a epiderme..................... ½ do tamanho do ovário. Nervura central da face adaxial de folhas maduras ± impressas... C.. canela-puante..... tricomas apressos ..... Usos: madeira utilizada na fabricação de móveis.. lourodo-igapó....... ........... não distintamente convexas.. exceto janeiro... geralmente alcançando menos que 40% do comprimento do ovário (ca....... Filetes dos verticilos I e II mais curtos ou iguais à ½ do comprimento das anteras......... e indumento de ramos jovens ± denso......................... ± adensadas abaixo da gema terminal.. canela-capitão-mor.....P........ alcançando menos que 1/3 do comprimento do ovário (= ¼ do comprimento do pistilo inteiro) e filetes muito curtos...... com período principal de abril a agosto no Brasil Central......Biota Neotropica...........R. face abaxial esparso-pilosa a glabrescente. Inflorescências predominantemente nas axilas de folhas... É reconhecida por suas folhas ± lanceoladas que são freqüentemente opostas.. canela-fétida.............. no segundo verticilo na antese ocupando ca.......... Material de referência: Goiás: Goiânia... Nectandra warmingii 2. louro-branco.... Estilete moderadamente curto a longo......... margens do Ribeirão João Leite....br Nectandra cissiflora Nees: nomes populares: canela.... obtuso a arredondado. Estilete muito curto.. isótipo). lâmina foliar estreitolanceolada a estreito-elíptica..... canela-japu... Krukoff’s 4th Exp.... ocasionalmente levemente apiculado .... ou na parte basal do crescimento recente.... do sul do México ao sul do Brasil.. Usos: a madeira dura. Nectandra amazonum 1. canela-fedorenta............. canela-burra.............. com pico em junho a setembro............ amarela e fragrante é utilizada para vários propósitos... canela-trampa..... ocasionalmente poucas inflorescências adicionais nas axilas de catáfilos ou de folhas caducas abaixo da gema terminal. 2... foto fragm......... ou inflorescências inseridas sobre braquiblastos.. então filetes claramente mais longos.... ± apressos a ascendentes e apontados em direção às tépalas... na Amazônia... sem direção preferencial .. B......... ou se a nervura central ± impressa e não convexa.. Material de referência: Pará: “in fluminis amazonum omni ripa a Pará-ad Tabatinga”.... Receptáculo externamente com tricomas ± retos ou levemente curvos...... Nervura central da face adaxial de folhas maduras completamente plana a distintamente convexa. 7.............. Nectandra turbacensis 4................... U. Cresce em uma variedade de hábitats.. Ápice das anteras curto...... louro-da-várzea.............. 2077...... Espécie amplamente distribuída... de 20% do comprimento do pistilo inteiro) ....F.... face abaxial denso-serícea.n......... acima de 200 m do nível do mar..... canela-de-cheiro. v5 (n2) .... fabrico de móveis e esquadrias. distanciados em 0. Nectandra membranacea 7... Fonte de alimento para pássaross e outros animais.... como para construção civil.1 mm .. ou se ca.............. geralmente alcançando mais que ½ do comprimento do ovário............ para lâminas faqueadas decorativas. Ápice das anteras longo. frutifica em outubro... Nectandra hihua 3..400 m.. Estilete longo..... de 40% do comprimento do pistilo inteiro)...... lâmina foliar elípticolanceolada a oval-elíptica......... alcançando as Guianas ao nordeste e a Bolívia a sudoeste............... ½ do comprimento da antera ou mais.... tabuado em geral e carrocerias.............. próximo ao nível do mar até ca..... canela-de-mau-cheiro.. então ramificadas a partir da base....

F. C. Floresce ao longo do ano. canela-branca-do-brejo. Espécie com ampla circunscrição. dando a aparência amarelo-esverdeada.L. F Neg. IAN 2914. louro-graveto. Bonpland & Kunth). Antilhas e Ilhas Virgens até o norte e oeste da América do Sul. Folhas mais velhas podem secar com coloração mais amarronzada. A espécie é reconhecida por suas flores pequenas com anteras quase sésseis com papilas longas. P. Frutos procurados por pássaros.300 m de altitude. entre 400 e 1. a partir do México oriental e Antilhas até o Brasil Central e Bolívia. anhuíba-do-brejo. s. frutifica em fevereiro. Nectandra gardneri Meisn. s. s. (B-W 7790. Na Bolívia. 9o57’01"S.Moraes. von Humboldt & A. (B.A. canela-da-vargem. é registrado o uso da casca ralada para o preparo de um tipo de chá para dores de estômago. .H. Material de referência: Rio de Janeiro: “in sylvis caeduis Provinciae Rio de Janeiro”. e relativamente durável. s.P.d. Marcos”. s. margem do córrego dos Bois. v5 (n2) . Espécie sem caracteres distintivos. Usos: madeira descrita como relativamente macia mas durável. Espécie freqüente e amplamente distribuída. . canelade-catarro. 1/ VIII/1968 (UFG). Pohl 2883. (BR. s. US. de forma contínua para os caracteres individuais que variam independentemente dos demais. Goiás: gallery 60 km N of Corumbá de Goiás and road to Niquelândia. louro-bosta.d. Bonpland 1396. receptáculo raso e estilete muito curto.BN00905022005 10 que a 400 m deságua no Rio Meia Ponte. apresentando uma enorme amplitude de variação que ocorre.. J. Minas Gerais: “banks of the Rio Claro”. Pavón s.F. isótipo). louro. Floresce de fevereiro a maio. Dessa forma.Biota Neotropica. louro-tumanqueira. e pelos estames pequenos com filetes e ápice das anteras curtos.A. canelão. isótipo de Laurus hihua Ruíz & Pavon). utilizada em construção assim como para inúmeros outros propósitos. coloração verdeacinzentada das folhas secas. Espécie amplamente distribuída. utilizada em construção e em móveis.n. 1799 (B. : nome popular: sassafrão. louro-preto.d.d. louro-tamanco.600 m de altitute (geralmente abaixo de 800 m). Material de referência: Amazonas: Rio Japurá. H. ao nível do mar até ca. do sul do México ao Paraguai e até o estado do Paraná no Brasil. canela-da-várzea. canelacaqui-branca.F. canela-nhoçara.F. lectótipo de Nectandra lucida Nees). injuva. A madeira é usada para construção. 750 m elev. isótipo de Nectandra gardneri var.. estrada Tocantins após Constituição de 88.J.A. frutifica ca. (M. von Martius s. Espécie de distribuição ampla. frutifica em abril. J. Espécie de locais úmidos da região de cerrado do Brasil Central. Tocantins: Miracema do Tocantins. englobando uma gama de formas diferentes que certamente deve envolver várias espécies.S.n. canela-dobrejo. canela-amarela. ao menos nas folhas jovens. 23/I/1968 (HBG. segundo Rohwer (1993b). C. No entanto. A espécie pode ser geralmente reconhecida por seus râmulos e folhas (quase) glabros. G.E. lectótipo). Material de referência: Goiás: “Chapada do S. cigua. Amazonum. entre o nível do mar e 1. canela-branca-miúda.d.biotaneotropica. Usos: madeira leve a média. Atividade anti-malária.R. estado não indicado: “ad corrego Coral”. ca. (M. a maioria desses caracteres não é inteiramente constante.F.. Rizzo 1776. marrom. canela-bosta.d.E. porém. laevigata Meisn. Serra dos Pirineus. A madeira usada em construção.. Árbocz 6671. inflorescências enegrecidas que normalmente se originam das axilas de catáfilos e freqüentemente parecem aglomeradas. 16/III/1972 (UFG). Ega”. Ruiz http://www. proepertim ad V. freqüentemente em florestas secundárias ou ao longo de cursos d’água em florestas secas decíduas. near Turbaco”. Tocantins: Araguaína. canela-fogo. No entanto. a coleta de Árbocz 6671 apresenta-se dentro da uniformidade encontrada para o sudeste brasileiro. injuvabranca.000 m. 2. Floresce de maio a novembro. pela cor característica das folhas secas: as aréolas geralmente verdes. 3 – 5 meses após florescimento. A espécie pode ser reconhecida. bastante comum em matas secundárias. valley of Rio Maranhão. canela-babosa. freqüentemente em florestas de galeria ± brejosas. e pelo indumento denso. Floresce de abril a julho. espécimes das diferentes áreas de ocorrência podem se apresentar completamente dissimilares a quase indistingüíveis um dos outros. Nectandra membranacea (Sw.n. folhas geralmente lanceoladas com acúmen longo e fino. isótipo de Ocotea turbacensis Humboldt. Nectandra turbacensis (Humboldt. Irwin et al. Cresce em uma variedade de tipos de florestas. No. Ocorre em diferentes hábitats de florestas semidecíduas a florestas inundadas.n. A espécie é reconhecida por suas flores pequenas. 48o22’56"W. Gardner 5151. desde dunas antigas ao nível do mar a florestas montanas até 1. Sudeste e Sul. louro-branco. frutifica de setembro a dezembro. fotos NY (lectótipo) e US. von Martius s. A inserção das inflorescências nas axilas de catáfilos localizados abaixo da gema vegetativa também é característica. ± fragrante.: nomes populares: canela.d.W. caneleira. (M. Material de referência: Amazonas: “in sylvis fl.A. macrocarpa Nees). Rizzo 7841. J. a partir da maioria das coleções analisadas por Rohwer (1993b). H. crescendo em vários hábitats. Nectandra cuspidata Nees: nomes populares: canela.000 m de altitude. ao norte desde o sudeste do México.br Lopez & J. 10/II/1999 (HTO). holótipo de Nectandra cuspidata Nees var.).) Griseb. in Huayaquilensibus nemoribus”. canela-branca. e outubro.). frutifica em setembro. março. ao sul na Bolívia central e Brasil central. C. louro. próximo ao Rio Lontra na fazenda Baixa. dos râmulos jovens. Floresce em abril e maio. Nectandra hihua (Ruíz & Pavon) Rohwer: nome popular: capitão. (fotos NY. G. Pohl 2224. Antilhas e América do Sul.P.A. von Martius s. Material de referência: Colômbia: “Bolívar. 19089. novembro e dezembro. Equador: “Guayas. síntipo de Nectandra myriantha Meisn. s. nas América Central. No Brasil ocorre nas regiões Nordeste.org. Espécie de ampla distribuição.P. louroanhuíba. UB).. 7303. vênulas e veias amarelas. Centro-oeste. Uso da madeira registrado uma única vez. J. Bonpland & Kunth) Nees: nomes populares: canela-vermelha (GO). canelão-seboso.

Pl.. O. puberula. sete na África e uma nas Ilhas Canárias (Rohwer 1986.. canaliculata (Rich.... Ocotea diospyrifolia 2... cerca de 50 espécies em Madagascar. Inflorescências tirsóide-paniculadas ou racemiformes. Frutos globosos a elipsóides.. 1.. Árvores e arbustos monóicos ou dióicos. minarum (Nees) Mez...... Ovário ± reduzido.. respectivamente.. O. biglandulosos.........B. tépalas decíduas ou persistentes após a antese. face interna raro conspicuamente papilosa...L.F. subopostas ou subverticiladas.. 16/VI/1865 (F Neg. Chave das espécies de Ocotea registradas para Goiás e Tocantins Flores unissexuadas....) Nees.. v5 (n2) . diospyrifolia (Meisn....... Ocorre em matas de galeria e matas secas na região de cerrado do Brasil Central. Os frutos são alimento para fauna local. Maiores folhas com comprimento maior que 15 cm e largura entre 4 e 6 cm .. louro. O. Nos estados de Goiás e Tocantins são registradas 21 espécies..) Mez. anteras oval-retangulares ou quadrangulares..... estames férteis (9). abril.... introrsos ou raramente latrorsos.. 22067... 2. O.. Face abaxial das folhas com pubescência ± ereta ou crespo-tomentosa.... margem simples ou dupla.. isossíntipo de Nectandra glaziovii Mez)... em geral.. Face abaxial das folhas ± pilosa a glabra. A coleta de Glaziou 2671 é uma coleção mista de N.. velloziana (Meisn.. peninérveas... 4. ou o par superior disposto pouco acima e entre os locelos inferiores.. epiderme encoberta na maior parte ....... warmingii e N..R. spectabilis (Meisn.. O.. Ocotea aciphylla (Nees) Mez....... raramente maiores..BN00905022005 11 Nectandra warmingii Meisn. porém em folhas adultas não são tão densamente tomentosos. 1775... Estilete e ovário glabros ou glabérrimos... foto do holótipo..) Mez. guianensis Aubl. então ± colapsados... Face abaxial das folhas densamente pilosa...... Flores unissexuadas por redução ou aborto..... No. Maiores folhas até 15 cm de comprimento e largura até 4 cm .: nomes populares: canela-amarela.... Ocotea glomerata 9. densiflora (Meisn..... No.. Ocotea densiflora 10......... .... 1864 (BR.. O. estaminódios do verticilo IV (3) nulos ou estipitiformes.......) Rohwer..... O. apontou também a possibilidade da espécie não ser nativa de Brasília.... filetes mais longos que as anteras. Ocotea Aubl. O. O.. Tricomas retos ou crespos.. estames dos verticilos I (3) e II (3) tetralocelares... locelos inferiores extrorsos e superiores latrorsos.... lancifolia (Schott) Mez.... 3.Biota Neotropica... Hist. porém sempre com estigma.biotaneotropica.. spixiana (Nees) Mez. então com tépalas glabrescentes a glabras exteriormente. 6... uma vez que nos rótulos de Heringer 6870 e Heringer 17572 (e também Heringer 18670) há as indicações da espécie ter sido plantada por Heringer e ter sido cultivada de sementes procedentes da divisa de Minas Gerais e Espírito Santo..) Mez... Ovário robusto..) Mez. Ocotea spectabilis 3...) Mez... raramente opostas.... estames do verticilo III (3) tetralocelares... O.. tépalas densamente pilosas externamente . Warming 718..... glomerata (Nees) Mez.. Folhas em geral alternas.. tristis (Nees) Mez.. Ocotea guianensis 5.. Estames do verticilo III soldados ao menos na base. formando um arco fechado.......... Ocotea pomaderroides 8.. A....org. Glaziou 2671...) Mez. fortemente curvados... achatado ou profundamente tubular... foto NY... cujumary Mart...) Mez.. e O. Material com flor coletado em janeiro. a maioria na América Tropical e Subtropical (sul da Flórida e México até Argentina). epiderme visível na maior parte .. reduzido a ausente... isótipo)... O.. P...... estaminodiais nas flores femininas... sendo que o material em BR é o único de N..... Guiane 2: 780.. Baitello 2003)....... 10. ou ao menos sem estigma. 7. freqüentemente maiores..) Mez... 9.... 22070.. Gênero com aproximadamente 350 espécies.... O. locelos dispostos em dois pares sobrepostos. porém não colapsados.. http://www. tépalas iguais ou subiguais. O.... bissexuadas ou polígamas.. raramente bem desenvolvidos e subsagitados... O... IAN 19633. hipanto raso. quando fortemente curvados.br . warmingii (Rohwer 1993b). Estames do verticilo III livres.... glaziovii Mez. não encobrindo completamente a epiderme. puberula (Rich... O... 5. O... Inflorescências sempre com 15 cm comprimento. Rohwer (1993b). leucoxylon (Sw... Ocotea cujumary 4. O.. Tricomas tomentosos...M....... F Neg.. maio.. Estima-se que no Brasil ocorre entre 120 a 160 espécies (Baitello 2001).....) Mez.. pulchella (Nees) Mez...Moraes. O. IAN 19628.....E... Maioria das nervuras secundárias com ângulos de 15-30o com a nervura central . encobrindo completamente a epiderme . O.. junho e agosto. Rio de Janeiro: local não indicado. pomaderroides (Meisn.. 8. pistilódio da flor estaminada estipitiforme a ausente.. corymbosa (Meisn....... Material de referência: Minas Gerais: near Lagoa Santa. nitida (Meisn.... Inflorescências como regra menores que 10 cm comprimento.. 9...... raramente subtriplinérveas.... cúpula envolvendo parcialmente a base do fruto em graus variados........ J. Maioria das nervuras secundárias com ângulos de 30-60o com a nervura central. pilosos ou não.... frondosa (Meisn..

...... 5. face abaxial denso a esparso-serícea.... estreita..... lanceolada ou obovada................ quando com base ± aguda..0 cm............... às vezes clavado ..... louro-amarelo-de-cheiro..... rasa.... canela-branca.. lenticelada........ pedicelo robusto................... canela-poca.... cúpula estreita. Ocotea tristis 13. Espécie de ampla distribuição.......... 13........................................ as maiores folhas superiores a 10 cm de comprimento e/ou acima de 5 cm de largura ....... louroinamuí-da-terra-firme.0 cm............ Inflorescências glabrescentes. Suriname e praticamente em todas as regiões brasileiras...........Moraes.. Filetes dos estames dos verticilos I e II glabros. subpapilosa. Folhas com domácias conspícuas. P....... Ocotea nitida 14. Ocotea corymbosa 17........ cúpula pateriforme. obcônico................. Ocotea frondosa 21.............. na floresta estacional semidecidual................................... pecíolo robusto..... obcônico.............. Ápice foliar agudo ou curto-acuminado.......... nervuras laterais pouco conspícuas na face adaxial e/ou reticulação laxa .... até 2.. ondulada .......... 14.. Inflorescências pubérulas......... então pubescência extremamente curta e não direcionada.. rasa.... geral e claramente menores ....... com tépalas persistentes .5 cm de largura... margem hexalobada pelas tépalas persistentes .............. Base foliar largo-aguda a arredondada. Estilete e/ou ovário pilosos......... aromática................................ cúpula plana...... infundibuliforme.....L...... anteras subretangulares....... afunilada ...... Pecíolo conspicuamente canaliculado.... Ocotea canaliculata 16.................... curtos.... 18. plana. 16. principalmente aos cupins. Pecíolo comumente longo........................... Ocotea pulchella 11. resistente a insetos........ pecíolo fino...... 11...... 21.... anteras micropapilosas.. dupla.......... bastante rasa ........ cúpula hemisférica... ........... canela-porca. Indumento sempre ± direcionado para o ápice foliar.... base aguda............................. Pecíolo comumente mais curto. v5 (n2) .R..... até 3cm.Biota Neotropica. na planície litorânea e matas ciliares associadas e. Receptáculo floral profundo...7 x 1....... Ocotea lancifolia Flores bissexuadas.. Face adaxial das folhas com nervura central levemente imersa.......... face abaxial tomentosa.... principalmente nas nervuras ferrugíneas e aréolas ± glaucescentes.... Ocotea minarum montana e submontana da encosta atlântica e do Planalto Atlântico........... Folhas com domácias inconspícuas ou ausentes........................ rasa........ 19.. reticulação fina de aréolas bastante apertadas entre as nervuras laterais bem conspícuas em ambas as faces .............. anteras estreito-oval-oblongas... 17.................. ocorrendo na Venezuela...... Usos: madeira amarela... Estames do verticilo III com locelos superiores introrsos e inferiores lateral-extrorsos..................... não restritas às axilas das nervuras laterais basais. comprimida abaixo da margem .......... Ocotea aciphylla 20...... de outra forma.. Filetes dos estames dos verticilos I e II glabrescentes a pilosos. Guiana................ margem simples... cúpula rasa........................... Ocotea glaziovii 18. base fortemente revoluta.......... cúpula estreita... ± brilhante.....org... 3..... Pecíolo levemente canaliculado a acanaliculado. pedicelo obcônico . Floresce de outubro a novembro... Ápice foliar longo-acuminado.............br ..... própria para a construção civil e Ocotea aciphylla (Nees) Mez: nomes populares: canela-amarela. Na floresta ombrófila densa http://www. geralmente direcionada para o ápice....... Ocotea puberula 12... 12.. estreito-elíptica a subobovada................5 – 7... bem definidos .. Estames do verticilo III com locelos superiores laterais e inferiores lateral-extrorsos....0 – 16.. Ocotea spixiana 19. raro obovada... estilete mais curto que o ovário.. lâmina ovada a ovado-elíptica . Ocotea leucoxylon 15............... Base foliar atenuada a estreito-aguda. margem engrossada...............biotaneotropica.5 cm de largura e apenas raramente alcançando 10 cm de comprimento. as maiores folhas não superiores a 4. cúpula plana.... geralmente muito curto... Lâmina foliar elíptica a ovado-elíptica. receptáculo piloso internamente..................... freqüente e claramente serícea.... Face abaxial das folhas com pubescência ± apressa ou ausente............ lâmina elíptica................. Ocotea minarum 6........... engrossado. estilete crasso.......0 – 8....... Ocotea velloziana 7. pateriforme............................ Receptáculo floral pouco profundo... cúpula sub-hemisférica........ receptáculo glabrescente internamente... raramente ± brilhante .......................... 20......... ainda........ 15... frutifica de dezembro a janeiro.... Lâmina foliar elíptica...BN00905022005 12 1..... canela-amarela-de-cheiro.... Face adaxial das folhas com nervura central saliente...........................

L. Sudeste e Sul do Brasil. X-XI/1848 (B. s. o espécime depositado em BR sob este número trata-se de isossíntipo de O. Ocotea corymbosa (Meisn.) Mez: nomes populares: canela. do grupo das aporfinas. frutifica em maio e junho. local não indicado: “Brasilia meridionalis”.d. foto NY. foto fragm. Espécie registrada predominantemente para as Guianas. a separação entre essas duas espécies é incerta. isótipo de Oreodaphne aciphylla Nees). canela-amarela.n. L. Claussen 169. A coleta Glaziou 9571. Goiás: “Chapada S.S.d. da Reserva Biológica até os córregos Cafundó e Piçarrão. canela-do-mato. Ocotea densiflora (Meisn. Rio de Janeiro e São Paulo). A cúpula dos frutos de Ocotea cujumary é ainda mais pronunciadamente duplo-marginada do que as de O. com grande número de botões que são estéreis. 25/VIII/1978 (IBGE. caneleiro.BN00905022005 13 taboado de assoalhos. canela-amarela. Material de referência: Bahia: local não indicado. 830 m.F. Material de referência: Goiás: Itauçu. J. também.A. S. canelão. A folha quando queimada pode ter efeito narcótico. outubro. canelãode-móveis.org. guianensis. Sudeste e Sul). Francisco”. F. Espécie de cerrado ocorrendo na Bahia e Goiás até o Paraguai. Alagoas. 11593. foi identificada pelo mesmo como sendo O. alt. Minas Gerais: “Serra de Caldas et Uberaba”. escamosos. Material de referência: Amazonas: “in sylvis Japurensibus et ad Ega (M). Paraíba: local não indicado. Ocotea cujumary Mart. (F Neg. Ocorre na Bolívia. campo sujo e restinga. É utilizada como tônico e estomáquico. analisada por Baitello (2003) a partir de espécimes depositados em K. canela-grande.E.d.) Mez: nome popular: canela. margem da nascente do Rio Meia Ponte. Floresce de março a julho. floresta ciliar e nas várzeas associadas. Na floresta estacional semidecidual.F. foto NY. 19/X/2001 (IBGE). floresta estacional semidecidual. . J. Negro (B)”. em taboleiros (terrenos altos. Floresce de agosto a dezembro. Sellow 766. C. P e RB.d. Heringer 16144. e apenas um pequeno número de flores que se desenvolvem plenamente.C. holótipo e isótipos de Oreodaphne diospyrifolia Meisn. Moraes s.P. principalmente nas matas de galeria e savanas úmidas. Ocotea frondosa (Meisn. alto da Serra do Lajeado. Ocotea canaliculata (Rich. cumari. Ocotea diospyrifolia (Meisn. Paraíba. 31/VIII/1994 (UFG). H. foto S. A madeira é utilizada para diversos fins. isossíntipo de Persea densiflora Meisn. No. 6584. com apenas o espécime tipo tendo sido analisado por Rohwer (1986). É espécie típica de formações abertas.F. em matas de galeria do estado de Goiás. Árbocz 6360. outubro. No. Floresce de novembro a janeiro. Serra Dourada.) Mez: nomes populares: louro-faia. Espécie até então citada apenas para a região Sudeste (Minas Gerais.D. frondosa. boa para postes e tábuas de assoalho. s. pouco férteis) litorâneos. canela-fedorenta. foto US. Usos: presença do alcalóide glaziovina nas folhas. cujumari.). enquanto a casca é utilizada como anti-reumático e depurativo. Minas Gerais: “Curvello. A espécie é facilmente confundida com Ocotea nitida. louro-amarelo.C. No entanto. Bahia. 2o Transecto. Floresce em fevereiro. Pohl 2904. agosto. fazendo-se infusão com as folhas. Usos: apreciada por pássaros frugívoros. Ocotea glaziovii Mez: nomes populares: canela. 20/VII/1994 (UFG). Floresce de março a julho. de Goiânia para Brasília. A. 14o57’41"S. Índios do Xingu utilizam a folha para enrolar o cigarro usado pelo pagé em rituais de cura. Paraguai e Brasil (regiões Centro-Oeste. Roraima. estrada para Aparecida do Rio Negro. foto NY. É característico de O. XI/1825 (LE. Mario”. frutifica preferencialmente entre novembro e fevereiro. Em materiais sem frutos. E.. holótipo. canela-puante. J. cucumari. J. frutifica em abril. isossíntipo de Mespilodaphne corymbosa Meisn. Material de referência: Goiás: Luziânia. cuchumari.). HBG. São Paulo: “in sylvaticis prope Campinas”. Floresce de outubro a janeiro. Ocorre na Bahia e Goiás até Santa Catarina. in campestribus et in sylvis caebuis prope Barra do R. 1837 (F Neg.. NY. isótipo). setembro e novembro. s. março. 31/V/1959 (B). Tocantins: Palmas. Espécie de cerrado e cerradão. 11 km de Goiânia. canela-corvo. Floresce de abril a agosto. entrada para a Fazenda http://www. 7282. Usos: frutos são apreciados pelos gambás e outros pequenos mamíferos. s. rara na floresta ombrófila densa montana.br Agronorte. canaliculata. Piauí. canela-de-corvo.Moraes. Madeira usada para marcenaria e carpintaria. (B. a ocorrência de inflorescências monstruosas. frutifica de agosto a dezembro. com flores também observadas em janeiro. maio. Espécie pouco conhecida. Sergipe. 10o11’29"S. canela-louro. louro-pimenta. característica que as distingüem das demais espécies do grupo de O. A casca contém tanino. Blanchet s.Biota Neotropica.) Mez: nomes populares: batalha. canelafedida. principalmente para uso interno. isótipo). As formas arbustivas e arvoretas da espécie ocorrem em formações arenosas e pedregosas com vegetação de cerrado. (BR 882290. estrada entre Guarani e Posse. Material . ocorrendo também em Pernambuco. von Martius s. holótipo e isótipos de Oreodaphne frondosa Meisn. (foto NY..). Goiás e Tocantins. M. arenosos. lacre. Regnell III-80.: nomes populares: cucheri. Material de referência: Goiás: Goiânia.. Ferreira 2743. frutifica em abril. Riedel 74.n. conforme referido por Mez (1889) e Rohwer (1986). canela-preta. glaziovii.). nitida. Material de referência: Goiás: Mossâmedes. psicofármaco de ação hipotensora. sendo registrada pela primeira vez para Goiás. Mendonça et al. 48o12’57"W. Argentina. UEC). canelão-preto. canelinha-de-folha-mole. P. G. frutifica de agosto a dezembro. Ocorre nas regiões Centro-Oeste.) Mez: nomes populares: caju-do-mato. 29/X/1970 (UFG). frutifica de junho a setembro.R. floresta ciliar e de várzea. canelapereira. R. novembro. P. IAN 6716. Material de referência: Goiás: Posse. 4496. Pará e Amapá. 46o22’12"W. cuiumari. à margem direita da BR-153. Madeira empregada na construção civil. isossíntipo de Persea densiflora Meisn. canela.n. B. com flores também observadas em agosto. canela-prego. v5 (n2) .biotaneotropica. 12/I/1999 (UB).P. lacre-preto. J. Rizzo et al. canela-bosta. Espécie registrada predominantemente em florestas amazônicas não inundadas.A Rizzo 6902.

principalmente em altitudes de 800 a 1. São Paulo.M.A.d. louro-tamancão. Rio de Janeiro: local não indicado. I/1831 (M. Rizzo 1695. para Nerópolis.Biota Neotropica. ao menos o estilete. vegetaçõe secundárias. sendo comum na Amazônia.M. Gardner 1831. . nesses casos a pubescência do ovário pode também estar ausente. agosto. Material de referência: Guiana: “savanne bei Pirara. magnifica. G. cumarirana.) Rohwer: nome popular: louro. Ocotea glomerata (Nees) Mez: nomes populares: caneleira. maio. Folhas maceradas são fervidas em água e usadas para lavar a pele como tratamento para suor frio.C. Encontrada predominantemente na porção norte da América do Sul. Pernambuco. VIII-XI/1838 (HBG. R-3164. frutifica em agosto. Frutos procurados por pássaros. é uma das espécies mais variáveis dentro do gênero e ao mesmo tempo bem coletada. Ocorre em Minas Gerais. Jamaica: O.d. na GOM-9. nas coleções analisadas freqüentemente são encontradas flores masculinas e cúpulas sem os frutos. outubro. lourobranco. louro-eucalipto. Bahia. E. sempre apresenta pubescência densa. louro-prata. (foto L. Agron. A forma das folhas varia de quase orbicular a estreito-lanceolada. J.F.P.n. Mato Grosso do Sul.org. dezembro.. von Martius s. BR. cajumarirã (cajumari-ran.br Ocotea lancifolia (Schott) Mez: nome popular: canela-sabão. abril. Swartz s. Material de referência: Goiás: Goiânia. Córrego Samambaia. louro-tamanco. glomerata ssp. Ocorre no Paraguai e Brasil.BN00905022005 14 de referência: Goiás: 34 km from Alto Paraíso de Goiás on the road to Teresina de Goiás.P. São Paulo: “campi ad Ypanema et Ytu”. umarirana. Citada de ocorrer na Chapada do Araripe. 42 em Herb. local não indicado: A.. Ocotea minarum (Nees) Mez: nomes populares: canelinha. (B. pelos Patamona da Guyana. frutifica de agosto a dezembro.600 m.) Mez: Nome popular: lourodo-igapó. Goiás: Aragarças. A espécie apresenta flores com aproximadamente 7 mm de diâm. e o óleo dos frutos para reumatismo. isossíntipo de Oreodaphne guianensis Nees var. fr) (fotos S: S 04-217. notavelmente grandes e com tricomas geralmente pequenos na face externa. louro-abacate.. fotos NY e US. síntipo de Gymnobalanus minarum Nees). Irwin et al. UB). F. e florestas tropicais úmidas não inundadas. Material de referência: Distrito Federal: Brasília.F. NY.L. Maranhão.: nomes populares: louroseda.V. setembro. Tocantins: Rio Piranha. louro-das-Guyanas. Ocotea lancifolia s. Rohwer (1986) reconheceu duas subespécies: O. tamanqueira. isótipo de Aydendron nitidum Meisn. na mata latifoliada semidecídua da bacia do Paraná e de suas transições. Guiana. Harley & R.d.A. Ocorre na América Central. novembro e janeiro. Rio de Janeiro. 26/IX/1968 (UB). Mato Grosso. R. assim como na Bacia Amazônica e áreas adjacentes de locais arenosos. Venezuela. novembro. 15 km SE Guará on road to Tupirana. frutifica em novembro. frutifica em outubro. . De acordo com o mesmo. Ratter et al. louro-branco. De acordo com Rohwer (1986). 21/III/1968 (MG. Em aproximadamente metade dos casos os espécimes apresentam-se dentro da amplitude vegetativa completamente glabra. louro-sedinha.). afluente do Araguaia. com registros paras os estados do Amazonas. H. região de Araguatins. da Bahia e Goiás até Paraná. em Guarani). (no. Ocotea nitida (Meisn. Amazonas. Usos: madeira indicada para uso interno em construção civil. Taguatinga Norte. frutifica em setembro. . s. 14o00’S.n. Ocotea leucoxylon (Sw. canela-vassoura. Nessas situações.). Floresce em fevereiro. E. Goiás. 21609. cujumari-dasGuyanas. (fl. Schomburgk 675. As folhas encharcadas em água fria é um dos ingredientes do curare dos Tirio do Suriname. http://www. 4/VII/1968 (UFG).). Tocantins: Oeste de Filadélfia. 500 m elev. Floresce de março a julho.C. junho. 16/V/ 1961 (IAN. Material de referência: Goiás: ca.F. com o comprimento geralmente de 5 – 8 cm. cuiumarirana. canela-seda. Trinidad-Tobago e Brasil.biotaneotropica.R. no cerrado e matas de galeria. Ocotea guianensis Aubl. aurea Meisn. setembro. 1879 (B.). no século XVIII na Guiana Francesa. Floresce em janeiro. confecção de brinquedos. Usos: as folhas de ramos jovens são usadas em decocções para mulheres que vão dar à luz.n. Ocorre na Venezuela. e Veter.. o mesmo não pôde decidir se seria um caso de monoicia ou se as flores e frutos eram de indivíduos diferentes. Floresce em setembro. Minas Gerais e Goiás. Sergipe e Tocantins. glomerata e O. e Brasil nos estados do Pará.l. novembro e dezembro. Juli”. Floresce de abril a junho. s. P. Spreng. Floresce em novembro e frutifica em setembro e novembro. Souza 10264. no entanto. A. UB). (M. Ceará. S 04-216. 27/V/1994 (UB). cujumarimirim. Goiás e Paraná. Bahia. cujumarirana. Peru.Moraes. As folhas são fervidas em água e o chá é usado como antipirético pelos Patamona da Guyana. 4/IV/1980 (UEC). dezembro. s. holótipo de Persea lancifolia Schott). e nos estados de Rondônia. R. novembro. matas de galeria e no cerrado. Espécie registrada para o nordeste brasileiro. isótipo de Oreodaphne glomerata Nees). s. C. A primeira ocorreria na porção norte da América do Sul. no mesmo ramo. Material de referência: Amazonas: “Ega”. em cerradão e em mata de restinga na APA de Guadalupe. A madeira pode ser utilizada para produção de pasta de papel. caixas para embalagens e cabo de ferramentas. glomerata ssp.S. louro-bravo. isossíntipo). ca. A circunscrição da espécie proposta por Rohwer (1986) é bastante ampla. Schott s. maio. engradados. Maranhão. 7238. a 2 km da Esc. O caule é usado para tratamento de abscessos.d. florestas de várzeas. julho. enquanto que o ovário. J. Pernambuco. R-3165. Silva 303. abril. v5 (n2) . Guiana. Roraima. holótipo e isótipos de Laurus leucoxylon Sw. serviços leves de marcenaria. Espécie coletada em matas ciliares. senão está geralmente presente. nunca. enquanto que a segunda é apenas bem conhecida para o Peru. As folhas eram utilizadas em compressas para drenagem de tumores e glândulas inchadas. Material de referência: Ceará: Serra do Araripe. A folha contém óleo essencial usado em cataplasmas antissépticos. Minas gerais. Oliveira 1712. foto fragm. Poeppig 2915. 45o25’W. Guiana Francesa. Glaziou 9571.

von Martius 512. a de O. Material de referência: Bahia: “inter virgulta ad Trancozo”.S. marcenaria. em quase todas as formações florestais. mas diferente das outras espécies desse complexo. empregada para tabuado em geral. outubro. tábuas para paredes divisórias. louro-vermelho. canela-braúna. quiabeiro. Floresce em diferentes épocas do ano dependendo do local. canaliculata . diospyrifolia. P. louro-preto. No Brasil ocorre em todas as regiões. particularmente na porção mais ao sul da área de distribuição que vai de Goiás ao Paraná.. Ocotea puberula é uma espécie rica em morfos. Rohwer (1986) faz a distinção entre Ocotea spectabilis s. 30/III/1966 (MG). Silva 58511.. canela-laranja. floresta mesófila e cerrado. Rizzo 6055.. Baitello (2003) discordou dessa sinonimização pelo fato de O. Apesar da espécie .Moraes. ripas. M. O único caráter distintivo advém dos frutos: como em O. com a primeira englobando a segunda mais O. O indumento ereto característico da face abaxial das folhas pode ocasionalmente não ocorrer. louro-pimenta. canela-mescla. Bahia. isótipo de Laurus puberula Rich.n. mesmo quando a reticulação das folhas na face abaxial for.) Nees: nomes populares: canela-babosa. Blanchet 3977. De acordo com Rohwer (1986).”. lajeana. v5 (n2) . Uruguai http://www. canela-do-brejo. Prance & N. 13/III/1971 (UFG). canela-lajeana. frutifica de agosto a novembro.d. em cerrado e matas de galeria. 23/VI/1965 (RB). 14292 . Rosa 76. mais longo. paranapiacabensis possuir o pecíolo. frutifica predominante de maio a julho. No. Ocorre na Argentina. Le Blond s. forros. IAN 2975. A. Ocotea puberula (Rich. nitida. canaliculata e laxa em O.) Mez: nomes populares: canela. para o fabrico de móveis e esquadrias. Ocorre nos estados da Bahia. Usos: madeira indicada para construção civil.T. MG. canela-branca. A espécie é muito semelhante e facilmente confundida com O. C. síntipo de Oreodaphne spectabilis Meisn. 1831 (BR 880644. 46oW.P. spectabilis s. em média. canela-prego. canelapimenta. Sudeste e Sul..n.str. s. frutifica em março. a coleta de Manso 277 pertence à forma típica de O. M. cujumary. empregou-se a circunscrição de O. Os estames de Ocotea spixiana se assemelham àqueles de muitas espécies de Persea. ou seja. carrocerias. canela-baraúna. Material de referência: Goiás: Alto Paraíso.A. ad Rio Icquetey et ad Cavalcante”. vigas. Pohl s. moirões.biotaneotropica. Floresce de fevereiro a maio. inhumirim..E. etc. (M. enemagogas e tônicas do útero. C. além de outros detalhes florais.org.) Mez: nome popular: canela. A casca e as folhas são consideradas estomáquicas.L. spectabilis s. canelapimenta. ocorrendo do México até a Argentina. louro-bacato. Rio Paraná ca. Usos: madeira utilizada em marcenaria e construções em geral.str. s. Independente dos possíveis problemas de circunscrição específica. VIII/1964 (IBGE).R. a cúpula é claramente duplo-marginada. DF. VII/1830 (BR. Na floresta pluvial atlântica. Goiás et Sebastianopol. síntipo de Oreodaphne pulchella Nees). Serro Frio”. Minas Gerais e Rio de Janeiro.T. Essas apresentam folhas mais estreitas. etc. lanceoladas.l. elev. Apenas as formas mais sulinas poderiam talvez receber o status de subespécies.d. canela-parda. Material de referência: Goiás: Formosa.n.L. H. montana e baixo-montana. Goiás: Alto da Serra Pirineus.F. bastante apertada em O. atingindo apenas 8 cm.).). frutifica de maio a outubro. 6587. Guiana Francesa: “Cayenna”. holótipo de Oreodaphne spixiana Nees). (“ad urbem Goyaz. Parque Nacional do Tocantins. isossíntipo de Gymnobalanus perseoides Meisn.S. filetes dos estames do verticilo III estreitos e mais delimitados das anteras. freqüentemente secando com coloração mais escura. Floresce de março a maio. caneleiro. Goiás e Minas Gerais.d. Usos: madeira de 2a classe. Ocotea pomaderroides (Meisn. abril. S. (F Neg. Frutos consumidos por algumas espécies de pássaros. Espécie de ampla distribuição.d.E.P. Usos: madeira usada para diversos fins. Manso 277 . com a forma menor. Usada em confecção de florais medicinais. porém com maior intensidade nos meses de novembro a janeiro.. (B. Frutos procurados por pássaros.F. J. Pauli”. canela-preta. marcos de portas. 1819 (BR 876133). os filetes são densamente pilosos e com pelo menos cerca da metade do comprimento das anteras. J. . em todas as formações vegetais. caibros e ripas. Goiás. frutifica entre setembro e março. Pohl 2172. Aqui.A. Irwin et al. Paraguai. canela-da-folha-dura. inhumirim. locis montanis. cabo-demachado.R. ayui-hu (em Guarani). Floresce de agosto a novembro. louro-abacate. isótipo de Strychnodaphne puberula Nees). Geralmente os comprimentos das folhas de O. na construção civil. fide Mez). canela-guaicá. Serra Geral de Goiás. Goiás: local não indicado.P. São Paulo: “in campestribus prope Caja pintada versus Cis.d. como regra.S. canela-do-cerrado. 950 m. s. Considerada como tônico devido à característica adstringente tanto da casca quanto da raiz. WiedNeuwied s. 880677 e 880713. canela-preta. As flores são apícolas. Material de referência: Bahia: local não indicado.BN00905022005 15 na Serra da Mamoneira. e O. como vigas. na base dos três picos. caneleira. puberula recaem entre 10 e 20 cm.n. KIEL. Floresce de abril a setembro. 35 km N of Formosa. s. canela-preta. Ocorre nos estados da Bahia. canelinha. canela-coté. Minas Gerais: “habitat in sylvis capões. rodapés.). os frutos alimentos para avifauna.P. canela-gosmenta. nas regiões Centro-Oeste. J. canelão.br e Brasil. canela-amarela. canela-sebo. louro. Ocotea pulchella (Nees) Mez: nomes populares: canela-amarela. J. Ocotea spixiana (Nees) Mez: nomes populares: canela. Material de referência: Estado incerto: “Prov. BR. F. guaicá. assoalho.). canela-de-corvo. 14oS. folhas em geral ovaladas e de base revoluta. mas que apesar de sua enorme amplitude geográfica (México até Argentina) apresenta uma espantosa uniformidade. Ocotea spectabilis (Meisn. Ocorre em Goiás. puberula. G. para compensados. s. paranapiacabensis. (M. von Martius s.Biota Neotropica. Goiás: “ad Rio Piracanjuba”. Mato Grosso do Sul. isótipo de Oreodaphne pomaderroides Meisn. (B-W 7792.

... C e K trata-se de isótipo de P... Inflorescências tirso-paniculadas. estames dos verticilos I e II introrsos ou com os locelos inferiores latrorsos........ 1250 m... A circunscrição da espécie tal qual proposta por Rohwer (1986). o espécime depositado em BR sob este número encontrase estéril e não é nenhuma das duas espécies anteriores e sim provavelmente uma Aniba.. Kopp...... (M..... seríceos............ com a primeira apresentando a forma características de Ocotea cordata (Meisn. locelos superiores bem desenvolvidos ou vestigiais e inferiores sempre bem desenvolvidos. foto NY.... 10329... Floresce de abril a agosto...... Persea aurata Miq.... 15 km N of Corumbá de Goiás.. Minas Gerais: “Serro Frio”. e glândulas basais do verticilo III sésseis.. Árvores ou arbustos monóicos.... 3........ canelinha-de-folha-miúda... o espécime sob este número depositado em NY. frutifica de março a agosto. mais raramente.. 13098. No entanto........ P................ anteras tetralocelares e glândulas do verticilo III estipitadas. Flores bissexuadas. 1..... ca...E...Biota Neotropica.. sem papilas na epiderme abaxial. Gard......... P.... gineceu pubescente ou glabro..... identificado por L....... as bases podendo se apresentar sutilmente unidas... Em NY há espécime coletado por Irwin et al. P.) Mez..... L.. isossíntipo de Mespilodaphne cordata Meisn.... anteras tetralocelares ou raro somente verticilo III com anteras bilocelares ou..R.. sagitados.. síntipo de Oreodaphne tristis Nees). estreitamente apressos.org......... e P.n..... Face abaxial das folhas com indumento pubescente. subgloboso ou elipsóide. Em vegetações de cerrado..Moraes... 5 – 10 mm compr. 4. as coletas de Riedel 2775 e Glaziou 15379 são as únicas registradas para Goiás dentre as coleções acessadas... von Martius s.... Gênero com cerca de 200 espécies na América tropical e subtropical e Ásia... as externas menores que as internas. Chave das espécies de Persea registradas para Goiás e Tocantins 1. major L...... pubescens Glaz............... sempre menores que os outros estames.. crespo... em campos rupestres.br . nos campos e floresta ombrófila densa montana do topo da Serra do Mar...... ausente na África e Austrália. pertencente a Persea alba Nees & Mart... UB).. Frente a isso.. Kopp (1966) indicou a coleta de Glaziou 22070 como procedente de Goiás.... C.. androceu com 9 ou 6 estames férteis. 2. No Brasil.... com a indicação do espécime de P. Folhas simples. sendo geralmente globosos a piriformes.. Goyaz”... isótipo).. a cúpula ainda encobre o fruto completamente... 1754... multifloras... Ocotea tristis (Nees) Mez: nomes populares: canela.......... alba para Goiás sendo um equívoco.... Persea fusca 2.. as flores são externamente (quase) glabras e têm cerca de 5 mm de diâmetro... canelinha. Persea splendens 3... ereto .... Por sua vez.. com um par de glândulas estipitadas ou subsésseis na base......... cartáceas a coriáceas... II e III com filetes maiores que as anteras........ a partir de espécime depositado em UC...) Mez: nome popular: canela..biotaneotropica.. Anderson et al.. Ocorre nas regiões Sudeste e Sul do Brasil.. Kopp como sendo P .. Frutos com formas e tamanhos variados...... Face abaxial das folhas com indumento pubescente........E.... Como não acessamos este material e por não termos verificado nenhuma outra coleta dessa espécie dentre as coleções examinadas..... tépalas (6) subiguais a desiguais.... Abr. Kopp (1966) na última revisão das espécies americanas de Persea dividiu o gênero em dois subgêneros: Persea – com tépalas iguais. Riedel 1313.. VIII/1834 (LE.. procedente de Minas Gerais..... W.. ed........... L.............. pecíolo curto e dilatado. . Persea Mill. áureo-seríceos.. = P.... . Material de referência: Goiás: Serra dos Pireneus...... Independente dessa questão taxonômica. cordata Mez var. v5 (n2) ... frutifica de maio a outubro... subterminais ou axilares.... coletado no Distrito Federal entre Taguatinga e Brasilândia. estaminódios do verticilo IV.... nud.. pedicelos ca... apresso... splendens Meisn. estames do verticilo III extrorsos ou com os locelos inferiores latrorsos... maior que o ovário....... cerradão. inclui uma gama de sinonimizações que até agora não foram sistematicamente verificadas.. P... decíduas no fruto.... Floresce de fevereiro a junho..BN00905022005 16 ser uma das mais freqüentemente coletadas........ MG... sésseis a subsésseis ou pediceladas.. VI/1833 (LE....... acreditamos que essa situação é mais um exemplo das confusões encontradas nas etiquetas de coleta de Glaziou. estilete alongado. bi ou tetralocelares.L.... persistentes no fruto. s... com ou sem um tufo de tricomas terminais... Riedel 2775. O diâmetro do fruto esférico mal atinge 1 cm... Gineceu pubescente..R.d.. holótipo e isótipo de Oreodaphne velloziana Meisn.............. Ocotea velloziana apresenta inflorescências sempre menores que as folhas... e Eriodaphne – com tépalas desiguais... elev. canela-do-brejo.... rufotomentosa Nees & Mart.... achatado.... peninérveas.... 15/V/1973 (HBG. ovário globoso.... hipanto curto.......... as 19 espécies conhecidas pertencem ao subgênero Eriodaphne.. fulva L. Persea fulva http://www.. ca. alternas a subopostas. Dict. 10. estames dos verticilos I.......... cúpula com tépalas geralmente persistentes. e aqui empregada. Face abaxial das folhas com tricomas retos. Ocotea velloziana (Meisn. Face abaxial das folhas com tricomas flexuosos. boa parte das coleções apresentam apenas frutos muito imaturos: nesse estágio. Para os estados de Goiás e Tocantins são reconhecidas cinco espécies...... Persea aurata Gineceu glabro .. rufotomentosa Nees & Mart.. (nom...).........P.. Material de referência: Goiás: “ad rivulas Pr....... Ocorre da Bahia e Goiás até São Paulo.... optamos por não incluí-la na chave das espécies.. inflorescências ferrugíneo-pilosas ... com todas os verticilos bilocelares....F............... fusca Mez. e indicação para o estado de Goiás.. Rio de Janeiro: “in arenosis circa Rio de Janeiro”... Kopp).

(F). 1885 (BR.) J. F Neg.F. Macbr. Aniba desertorum (Nees) Mez Aniba heringerii Vattimo-Gil Cassytha filiformis L. NY e U. também isossíntipo de Persea splendens var. isótipo de Persea fulva var.) Mez Aiouea trinervis Meisn. longos. setembro. Mezilaurus crassiramea (Meisn. Persea splendens Meisn. (BR. frutos imaturos em junho. au Buritisinho”. lectótipo). Ocotea lancifolia (Schott) Mez Ocotea leucoxylon (Sw. Ocotea densiflora (Meisn. F Neg. Glaziou 22069. fotos MO.) Mez Ocotea cujumary Mart. Riedel 1001. isótipo).br Cinnamomum haussknechtii (Mez) Kosterm. Floresce de novembro a fevereiro.). V-VI/1895 (B. Floresce de maio a julho. aurata pela pubescência levemente crespa. louro-baiano. A. holótipo de Persea fusca var. (foto NY. lanosa. Ocotea aciphylla (Nees) Mez Ocotea canaliculata (Rich.) Rohwer Ocotea pomaderroides (Meisn.) Mez Ocotea diospyrifolia (Meisn.E. Com a análise das coleções mais recentes.d.) Mez Ocotea glaziovii Mez Ocotea glomerata (Nees) Mez Ocotea guianensis Aubl. J. G.) Griseb. Cryptocarya moschata Nees & Mart.: nome popular: canela.E.) Mez Persea aurata Miq. . aurata pelos pedicelos delgados. ex Mez Mezilaurus synandra (Mez) Kosterm. L. No Brasil Central. Kopp). Bonpland & Kunth) Nees Nectandra warmingii Meisn. Nectandra hihua (Ruíz & Pavon) Rohwer Nectandra membranacea (Sw. frutifica a partir de abril. Nectandra amazonum Nees Nectandra cissiflora Nees Nectandra cuspidata Nees Nectandra gardneri Meisn.R. strigosifolia L.L. No. diferindo da coleta de Gardner 4358 por suas folhas maiores. Material de referência: Goiás: Serra da Piedade. dans les bourbiers”. KIEL. julho. Material de referência: Goiás: “in Serra d’Abadia”. IAN 19545.) Mez Ocotea minarum (Nees) Mez Ocotea nitida (Meisn.S. Allen Endlicheria lhotzkyi (Nees) Mez Endlicheria paniculata (Spreng. Barreto 3342. em áreas úmidas. isossíntipo). Persea fulva L. Endlicheria glomerata Mez Endlicheria levelii C. IAN 3051. Conhecida apenas pelas coleções-tipo. P. Kopp Persea fusca Mez Persea rufotomentosa Nees & Mart. Material de referência: Bahia: Jacobina.d. isótipo). A espécie pode ser diferenciada de P.E. agosto. angustifolia Mez.K.). Pohl 2884. Goiás: “in Serra S. pubescência castanho-serícea. foto NY. in sylvis umbrosis ad rivulos”. Marcos ad cabesseiras do Rib.Moraes. Persea fusca Mez : nome popular: canela.F. chrysophylla Meisn. abril. 1836-1841 (B. fusca Mez. M.: nomes populares: louroamarelo. isossíntipo de Persea splendens var. holótipo de Persea fusca var.M. BR.E. em altitudes de 1.) Taub. Kopp (1966) escolheu a coleção de Riedel 1001 como lectótipo. Gardner 4358.700 m. A espécie difere de P.M. s. BR. VI-VII/1895 (B. 3568. V/1827 (foto NY. chrysophylla Meisn. Blanchet 3566. Nectandra turbacensis (Humboldt.) Nees Ocotea pulchella (Nees) Mez Ocotea spectabilis (Meisn. Floresce de fevereiro a maio. Floresce em fevereiro.Biota Neotropica. A.F. No. s.) Mez Ocotea spixiana (Nees) Mez Ocotea tristis (Nees) Mez Ocotea velloziana (Meisn. louro-da-mata.) Mez Ocotea puberula (Rich.BN00905022005 17 Persea aurata Miq. foto NY. Persea splendens Meisn. Material de referência: Goiás: “entre Lamarao et Palmital.M. Glaziou 22068. isolectótipo. Cinnamomum taubertianum (Mez & Schwacke) Kosterm. Batalha”.300 a 1.org. Persea fulva L. dezembro. verifica-se que o tamanho das folhas é realmente variável. http://www. oriundas de Goiás. e pela tendência em possuir folhas maiores. Glaziou 15374. Listagem das espécies de Lauraceae dos estados de Goiás e Tocantins Aiouea macedoana Vattimo-Gil Aiouea piauhyensis (Meisn. por possuir informação geográfica mais completa.) Mez Ocotea frondosa (Meisn. “Córrego do Brejo. Minas Gerais: “Serra da Chapada. No Brasil Central. Minas Gerais: “plantes des environs de Rio de Janeiro et d’Ouro Preto”.biotaneotropica.F. v5 (n2) .) Mez Ocotea corymbosa (Meisn. J. . A. 22088. Kopp: nome popular: canela. No planalto do sudeste brasileiro e Goiás.

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