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Workshop para

apresentação do Modelo

Regina Campos
Workshop para apresentação do
Modelo de Auto-Avaliação de BE
Âmbito e Destinatários: Reunião concelhia com
Coordenadores de Bibliotecas Escolares

Duração: 3H

Objectivos:
 Conhecer do Modelo de Auto-avaliação de BE da
RBE
 Discutir procedimentos quanto à sua implementação
 Reflectir sobre os seus impactos

Regina Campos
Workshop para apresentação do
Modelo de Auto-Avaliação de BE
1ª parte – Apresentação/discussão dos
conceitos

2ª parte – Reflexão prática


 Antever constrangimentos na implementação
do processo em cada uma das escolas
presente
 Antever os impactos da implementação do
processo em cada uma das escolas

Regina Campos
Considerações
Considerações prévias
prévias ao
ao processo…
processo…

Antes da aplicação do modelo de auto-avaliação


deve ser criado um campanha de sensibilização
para uma cultura de avaliação da biblioteca, da
escola…

Promover uma aprendizagem interactiva no decurso


do processo de auto-avaliação,

…Criar um ambiente de excelência.

Regina Campos
O
O porquê
porquê de
de avaliar?
avaliar?
A avaliação apresenta uma:

Utilidade instrumental - permitindo melhorar a execução,


corrigir e ajustar;

Utilidade estratégica – mobiliza a aprendizagem


organizacional e a participação de vários actores e
consolida a visão estratégica;

Utilidade substantiva – a avaliação é um instrumento para


melhoria continua, permite a reconceptualização das
políticas, projectos e programas.

Regina Campos
Sistemas
Sistemas de
de avaliaç
avaliaçção:
avalia
avaliaç ão: AA auto-
auto--avaliaç
auto
auto- avaliaçção
avalia
avaliaç ão

Dos vários sistemas de avaliação, a nossa atenção está na


auto-avaliação, a qual se caracteriza por ser:

Interactiva,

Sumativa,

Sistémica,

Processual.

Regina Campos
O modelo da auto-avaliação RBE:
Conceitos subjacentes
A noção de valor – o valor não é algo intrínseco às coisas mas tem
sobretudo a ver com a experiência e benefícios que se retira delas.

Pretende-se avaliar a qualidade e eficácia da BE e não o


desempenho individual da coordenadora/elementos da equipa da
BE.

É um processo pedagógico e regulador na procura de uma melhoria


contínua.

É um instrumento de advocacy, de integração e promotor da


visibilidade da Biblioteca Escolar.

É um modelo baseado no conceito de evidências.

É um modelo que envolve os utilizadores e mede os impactos.

Regina Campos
Objectivos da auto-avaliação da BE
Desenvolver uma avaliação formativa - conhecer o que fazemos
para perspectivar acções futuras;

Identificar as necessidades, os pontos fortes e fracos da BE , as


oportunidades e as ameaças;

Planear para o desenvolvimento – determinar prioridades e


transformar “good ideas into good practice”( Scott, Elpspeth);

Melhorar os perfis de desempenho da BE através do processo de


regulação da auto-avaliação;

Identificar a qualidade e eficácia dos serviços prestados.

Relflection and evaluation are key to improving the effectiveness of the SLRC ( Scott,
Scott, Elspseth,
Elspseth, 2002)

Regina Campos
Descrição do modelo
Domínios e subdomínios da avaliação

Regina Campos
Estrutura
Estrutura do
do Modelo…
Modelo…

Cada domínio apresenta a seguinte organização estrutural…

Regina Campos
Perfis de Desempenho
Tipo de
desempenho em relação a cada domínio/subdomínio

Nível Descriç
Descrição
4 - Excelente A BE é bastante forte neste domí
domínio. O trabalho desenvolvido é
de grande qualidade e com um impacto bastante positivo

3 - Bom A BE desenvolve um trabalho de qualidade neste domí


domínio mas
ainda é possí
possível melhorar alguns aspectos

2 - Satisfató
Satisfatório A BE começ
começou a desenvolver trabalho neste domí
domínio, sendo
necessá
necessário melhorar o seu desempenho para que o seu impacto
seja mais efectivo

1- Fraco A BE desenvolve pouco ou nenhum trabalho neste domí


domínio, o
seu impacto é bastante reduzido, sendo necessá
necessário intervir com
urgência

Regina Campos
As etapas do processo

Regina Campos
Recolha de informação
Tipos de informação a recolher

Contextual: informação geral sobre dados da escola e da Biblioteca


(níveis de escolaridade, nº de alunos, apoios educativos,…)

Quantitativa: informação respeitante à gestão da Biblioteca Escolar


-hard indicators ( equipa, horário, lugares sentados, orçamento,
documentos impressos, nº de empréstimos,…)

Qualitativa: mede os impactos da Biblioteca Escolar na qualidade


da aprendizagem dos alunos ( em que medida os recursos
contribuíram para o sucesso).

A recolha de informação será feita ao longo do ano.

Regina Campos
As evidências

Registos estatísticos produzidos pela BE : requisições, utilização da BE, …

Trabalhos realizados pelos alunos;

Registo da utilização da BE e /ou recursos em contexto de aula;

Planificações e Projectos Curriculares de Turma

Materiais produzidos pela BE ou em colaboração com os docentes;

Instrumentos de registo: questionários, entrevistas, registos de observação

Documentação constante no PE, PCA e RI e PAA

Actas de reuniões , relatos de actividades

Regina Campos
O envolvimento dos diferentes tipos
de utilizadores
Conselho Geral de Escola - definição de linhas orientadoras ;
avaliação do trabalho da BE;

Conselho Executivo - líder coadjuvante do processo;

Conselho Pedagógico - análise e discussão dos resultados da auto-


avaliação;

Docentes – questionários, registos de observação;

Alunos – questionários, trabalhos , observação;

Encarregados de Educação - questionários


Regina Campos
Comunicação e integração dos resultados da
auto-avaliação
Disponibilização dos dados da auto-avaliação da Biblioteca Escolar
à equipa de avaliação interna da escola;

Integração dos dados do relatório da auto-avaliação da Biblioteca


Escolar no relatório de auto-avaliação interna da escola;

Análise dos dados do relatório da auto-avaliação em Conselho


Pedagógico;

Comunicação dos resultados da avaliação ao Conselho Geral de


escola;

Divulgação dos resultados na página Web da escola.

Todo o processo requer ética que subjaz e preside a estes processos. O desvendar da verdade
verdade deve ser isento, també
também na
perspectiva que a viciaç inquinará o processo, cuja mais valia é a melhoria organizacional. (Mansfield,
viciação de dados inquinará Mansfield,
Katherine)
Katherine)
Regina Campos
Porquê avaliar a BE:
Conhecer as necessidades, os pontos fortes, os pontos
fracos, as oportunidades e as ameaças;
Traçar planos de melhoria nas áreas mais problemáticas;
Definir prioridades - sendo impossível fazer tudo o que é
necessário, o que fazer de mais útil?;
Re(definir) linhas de orientação de acção;
Re(definir) estratégias de desenvolvimento do plano de
melhoria;
Aferir critérios de qualidade;
(Re)direccionar esforços num objectivo colectivo: o sucesso
educativo dos alunos.

Regina Campos
Impactos
Impactos da
da Auto-
Auto--avaliaç
Auto
Auto- avaliaçção?
avalia
avaliaç ão?
TER biblioteca SER biblioteca

Deve SER uma estrutura indispensável:

 Para a diversificação e diferenciação das metodologias, técnicas e


meios utilizados,

 Para o enriquecimento dos modos de organização do ensino e


modalidades de trabalho com alunos e outros docentes,

 Para um desenvolvimento do currículo efectivamente baseado em


conhecimentos e competências.

Regina Campos
Referências bibliográficas
Mansfield,
Mansfield, Katherine,
Katherine, O modelo de Auto-
Auto-avaliaç
avaliação no contexto da Escola/Agrupamento, texto da
sessão da acç
acção de formaç
formação “

Scott,
Scott, Elspeth (2002),
(2002), How good is your school library resource centre? An introduction to
measurement, 68th IFLA Council and General Conference
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Todd, Ross (2002), School librarian as teachers:
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evidence-based prectice,
68th IFLA Council and General Conference,
Conference, 2002.

Johnson, Doug,
Doug, ( 2005)Getting
2005)Getting the most from your School Library Media Program:,
Program:,
Principal.Jan/Feb2005 . Disponí
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the-most-
most-
from-
from-your-
your-school-
school-library-
library-media-
media-program-
program-1.html
IFLA / UNESCO School Library Manifesto(IFLA,
Manifesto(IFLA, 2000)

Modelo de Auto-
Auto-Avaliaç
Avaliação, Rede de Bibliotecas Escolares

Regina Campos