RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DA BIBLIOTECA 2011/2012

(segundo o Modelo de Avaliação da Biblioteca, Rede de Bibliotecas Escolares, 2011)

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ÍNDICE
I. INTRODUÇÃO Contexto e caracterização 1. Contexto…………………………………………………………………………………………………………………….. 2. Intervenientes no processo de avaliação …………………………………………………………… II. SECÇÃO A Domínio D. D. Gestão da biblioteca escolar D.1 Articulação da BE com a escola. Acesso e serviços prestados pela BE. D.1.1. Integração/ação da BE na escola……………………………………………………………………… D.1.2 Valorização da BE pelos órgãos de direção, administração e gestão da escola …………………………………………………………………………………………………………………… D.1.3.Resposta da BE às necessidades da escola......………………………………………………… D.1.4 Avaliação da BE na escola……………………………………………………………………………………. D.2 Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços. D.2.1 Liderança do professor bibliotecário na escola.…………………………………………… D.2.2.Adequação dos recursos humanos às necessidades de funcionamento da BE na escola …………………..……………………………………………………………………………………… D.2.3 Adequação da BE em termos de espaço às necessidades da escola………….. D.2.4 Adequação dos computadores e equipamentos tecnológicos ao trabalho da BE e dos utilizadores na escola……………………………………………………………………. D.3 Gestão da coleção/da informação. D.3.1 Planeamento/ gestão da coleção de acordo com a inventariação das necessidades curriculares e dos utilizadores da escola ….………………………… D.3.2 Adequação dos livros e de outros recursos de informação (no local e em linha) às necessidades curriculares e aos interesses dos utilizadores na escola. …………………………………………………………………………………………………………………… D.3.3 Uso da coleção pelos utilizadores da escola…………………………………………………... D.3.4 Organização da informação. Informatização da coleção…………………………….. D.3.5 Difusão da informação…………………………………….……………………………………………………
Quadro Síntese –

3 4

5 5 6 7 8 8 9 10

11

12 13 14 14 16 16 16 17 21 22 23 24

Motivo da escolha do domínio.………………………………………………………………………………………. Nível obtido………………………………………………………………………………………………………………………. Acções para a melhoria………………………………………………………………………………………………..... Perfis de Desempenho………………………………………………………………………………………………………… III. Secção B Domínio A. Apoio ao desenvolvimento curricular……………………………………………………………… Domínio B. Leitura e literacia………………………………………………………………………………………………. Domínio C. Projetos parcerias e atividades livres e de abertura à comunidade ……. III. Secção C Avaliação síntese global…………………………………………………………………………………………………..…….
ANEXOS Anexo 1 QA4. Questionário aos alunos QD4. Questionário aos docentes CK1. Lista de verificação para o diretor CK2. Lista de verificação para o professor bibliotecário CK3. Lista de verificação para a coleção Anexo 2 - Base de dados RBE 2012 Anexo 3 - Relatório síntese de atividades desenvolvidas/acompanhadas pela BE

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INTRODUÇÃO Contexto e caracterização 1. Contexto 1.1 Escola/agrupamento 814400 Escola Secundária Dr. Jorge Augusto Correia 1.2 Endereço Rua Luís de Camões, 8800-415 Tavira 1.3 Oferta Curricular Cursos Científico-Humanísticos - 22 TURMAS – 514 alunos - Ciências e Tecnologias - 10 turmas - 10º ano A1, A2, A3; 11ºano A1, A2, A3, A4; 12ºano A1, A2, A3; - Ciências Socioeconómicas - 2 turmas –- 10ºano B; 11ºano B; - Línguas e Humanidades - 7 turmas - 10º ano C1, C2, C3; 11º ano C1, C2; 12º ano C1, C2; - Artes Visuais - 3 turmas - 10º ano E; 11º ano E, 12º ano E; Cursos Profissionais – 10 TURMAS – 197 alunos 10ºano – 4 turmas – TAGD- Técnico de Apoio à Gestão Desportiva; Técnico de Comunicação e Relações Públicas (TCMR1 e TCMR2); TIG- Técnico de Informática e Gestão; 11ºano – 3 turmas – TDIE - Técnico de Design; TOE- Técnico de Organização e Eventos; TIE Técnico de Instalações Eléctricas; 12ºano - 3 turmas – TCOM -Técnico de Comércio; TGPSI- Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos; TSALV - Técnico de Segurança e Salvamento em Meio Aquático; Cursos de Educação e Formação - 2 TURMAS - 25 alunos - Assistente Administrativo TP3 - Eletricista Inst. TP3 Horário pós-laboral - Cursos de Educação e Formação de Adultos - 1 TURMA- 14 alunos 1.4. Dados Escolares 1.4.1. Taxa média de transição/conclusão: 83,85% (cursos regulares) 1.4.2. Taxa de abandono escolar – 4,95% (37 alunos anularam a matrícula)

1.4.3. Nº de alunos com apoios educativos - 15
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2.Intervenientes no processo de auto-avaliação Ano / Ciclo de Ensino 10.º Ano 11.º Ano 12.º Ano Total Ensino Secundário Outros cursos (CEF, EFA, …) Total N.º de Alunos 309 194 208 711 39 750 N.º de intervenientes 16 33 19 68 2 70 % 5,18 17,07 9.14 9,56 5,13 9,3

Departamento/ outros intervenientes N.º de com funções pedagógicas Docentes Línguas Ciências Sociais e Humanas Matemática e Ciências Experimentais Expressões TOTAL 21 24 29 15 89

N.º de inquiridos 6 6 4 2 18

% 28,57 25,00 13,79 13,33 20,2

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Secção A
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Cada escola/BE deve relatar os resultados da avaliação do domínio que, no âmbito da aplicação do Modelo de avaliação, foi por si escolhido no presente ano letivo. As evidências resultam da análise e interpretação dos dados obtidos a partir dos diversos instrumentos de recolha de informação. D. Gestão da biblioteca escolar
(domínio em avaliação no ano lectivo 2011 /2012)

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D.1 Articulação da BE com a escola. Acesso e serviços prestados pela BE. D.1.1 Integração/ação da BE na escola Evidências Os documentos que definem e regulam a escola contemplam a BE e o órgão de direção reconhece o valor da BE, garante os recursos humanos e o seu funcionamento. Porém, como os documentos normativos que regem a escola carecem de atualização, este é um aspecto que se considera implementado mas que requer uma ação de melhoria, conforme assinalado pelo diretor na Lista de Verificação (CK1) que preencheu sobre a BE (CK1, 1.1) A professora bibliotecária (PB) integra o Conselho Pedagógico e articula a sua prática com os vários departamentos curriculares e demais estruturas de coordenação educativa. É também membro da equipa PTE e do grupo de avaliação interna. Assim, participou nas reuniões mensais do Conselho Pedagógica, nas reuniões do Departamento de Línguas, nas reuniões do Grupo de Português, entre outras. Em paralelo, foram ocorrendo reuniões de trabalho informais para atividades de cooperação com a BE, tendo os professores colaboradores da BE também sido um bom elo de ligação com os diferentes departamentos e/ou grupos disciplinares. O plano de atividades delineado e o balanço das atividades desenvolvidas, bem como as estatísticas de utilização da BE são uma prova da boa integração deste espaço pedagógico na nossa escola. Situação também reconhecida pelo diretor que classifica como “Implementado com sucesso” o envolvimento da BE “nas grandes finalidades e nas prioridades pedagógicas e educativas identificadas para a escola” (CK1, 1.2). No Questionário aos alunos (QA4), também 92,9% afirmam que “o regulamento de funcionamento da BE é adequado e responde às suas necessidades” (QA4, 4.9). Pontos fortes identificados • Adequação dos objetivos, recursos e atividades ao currículo nacional e ao projeto curricular e educativo da escola e suas turmas. • Regulamento da BE. Pontos fracos identificados • Referências à BE, nos documentos orientadores e reguladores da escola, a carecer de atualização. D.1.2 Valorização da BE pelos órgãos de direção, administração e gestão da escola Evidências Os órgãos de direção, administração e gestão e a própria escola reconhecem o papel relevante da BE no apoio ao currículo e na promoção do sucesso educativo. Por isso, os primeiros afetam recursos humanos e apoiam as atividades desenvolvidas pela BE, dão parecer favorável à aquisição de novas obras para a nossa coleção mediante requisição dos grupos disciplinares, asseguram que o apoio técnico à manutenção do equipamento da BE é efectuado e renovam equipamentos. Neste ano escolar, a BE foi equipada com uma nova impressora, fotocopiadora e scanner que em muito auxiliou a qualidade e rapidez de serviço que a BE presta nesta área, tendo também havido o cuidado de não aumentar o preço de cada impressão. Apesar de o diretor reconhecer que já está implementado um acompanhamento da BE e do seu trabalho, esta prática pode ser melhorada pela realização de encontros regulares com o
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professor bibliotecário. (CK1, 1.3) Em contrapartida, é considerado “implementado com sucesso” as condições para o PB e a sua equipa “participarem em reuniões que permitem aprofundar a ligação da BE à escola” (CK1, 1.4). Por sua vez, há evidências do relevo dado pelos professores à BE pela requisição dos nossos serviços, trabalhos encomendados com recurso à nossa coleção e/ou aos computadores, e cooperação no cumprimento do nosso plano de atividades, incluindo a divulgação e publicação de trabalhos dos seus alunos. Pontos fortes identificados • Participação da PB no Conselho pedagógico e da PB e sua equipa nos departamentos/grupos disciplinares e nos conselhos de turma, aprofundando a ligação da BE à escola . • Recurso à BE pelos docentes como complemento da sua ação pedagógica. Pontos fracos identificados • Ausência de formalização de um plano de marketing. • Número de encontros do PB com o director par acompanhamento da gestão da BE. D.1.3 Resposta da BE às necessidades da escola Evidências A BE está aberta no horário diurno entre as 9:00 e as 17:30, com pausa para almoço. (Os horários das turmas e dos docentes foram elaborados de modo a que durante uma mesma hora não decorre qualquer actividade lectiva ou de apoio à aprendizagem). Porém, fora dessas horas, incluindo o horário nocturno, a BE abriu mediante requisição de um professor. Além disso, caso apenas se necessitasse de requisitar algum material para a sala de aula, a assistente operacional do piso 1 do Bloco 2, Cidália Ferreira, assegurou a entrega e/ou receção do mesmo. Foi também possível este ano ter um professor a fazer atendimento entre as 8:20 e as 9:10 às quintas e sextas e às 14:10 em todos os dias da semana, excepto à sexta-feira. O restante horário era assegurado só pela assistente operacional ou por ela e os professores afetos à biblioteca. Quando indagados sobre o horário da BE e sua adequação e resposta às necessidades dos alunos, 75,7% dos alunos afirmaram que “sim” (Q.A.4.1). Porém, quando lhes é pedido sugestões de melhoria na Biblioteca (QA4), 22,9% sugerem a abertura da BE durante o horário do almoço. Já no Questionário aos docentes (QD4), a maioria dos professores (72,2%) classifica como “bom” o horário de abertura da BE e 16,7% como “Muito Bom” (QD4, 2.1) A BE é usada como recurso de apoio ou complemento da aprendizagem, por livre acesso ou mediante reserva. A maioria dos professores avalia muito positivamente a “ interação da BE com a escola. Definição de programas formativos e de trabalho com departamentos e docentes”: “Muito Bom” – 61,1% e “Bom” – 27,8% (QD4, 3.4) Este ano registaram-se 196 requisições do espaço BE, equilibradamente distribuídas pelos diferentes Departamentos (Línguas: 56, Ciências Sociais e Humanas: 54, Matemática e Ciências Experimentais: 55 e Expressões: 31). As mesmas foram efetuadas por 44 professores diferentes, envolveram todos os anos e cursos, exceto CEF EInst. No parâmetro de observação “requisição da BE pelos professores”, registámos 515 entradas no 1º período, 814 no 2º período e 691 no 3º período. No primeiro período, foram as turmas A do 10º que acusaram maior frequência, seguidas das turmas do 10º ano, Cursos profissionais. Já no segundo período, a frequência mais elevada encontra-se nas turmas A do 11º ano, e nas turmas do 11º ano Cursos Profissionais. Por último, no 3º período, essa maior frequência volta a ser do 10º ano, mas agora das turmas C, e das turmas do 10º ano Cursos Profissionais. O estudo estatístico do número de requisições de computadores (total 10 043, até 30 de Junho) também confirma a regular procura dos serviços da BE. Há, assim, uma média diária de 56 requisições para uso de computadores. Por sua vez, o registo de requisição de material da nossa coleção acusa 1367 requisições, envolvendo 2560 obras. No seu espaço pedagógico, a BE promove a formação e acompanhamento dos utilizadores, apoiando-os no acesso à colecção, aos equipamentos, à leitura, à pesquisa e ao uso da informação,
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sempre que solicitados. Nos meses de Setembro e Outubro programou-se e efectuaram-se 11 sessões de formação de utilizadores para as turmas do 10º ano (incluindo cursos profissionais), envolvendo 263 alunos e oito professores. Tendo em conta as requisições de uso dos computadores (10 043), do espaço BE e do apoio à aprendizagem (2 020) e do número de requisições de material livro e multimédia (1367), registámos 13 430 entradas., Este valor indica que entre 15 de Setembro e 15 de Junho (163 dias) servimos, em média, 83 alunos. A este número há que adicionar as entradas de alunos para estudo autónomo sem requisição de material, leitura de periódicos ou convivência na zona de leitura informal e cuja frequência do espaço BE não é objeto de registo numérico. A percentagem de alunos que admite ir diariamente à BE permite reafirmar que a média diária de alunos é superior a 100 já que 22,1% dos inquiridos afirma ir “todos os dias” à BE e 60,3% “ uma ou duas vezes por semana” (QD4, 3) A BE desenvolve ainda atividades ao longo do ano letivo, colabora em projetos, nomeadamente o “All roads lead…home”, o JCE, entre outros. Assume-se também como pólo de fomento e de difusão cultural pelas exposições desenvolvidas, gestão de conteúdos do BIBLIOBLOGUE e publicação do jornal ECOESTUDANTIL, conforme compilado no “Relatório Síntese de atividades desenvolvidas/acompanhadas pela BE” (em anexo) Que a BE responde às necessidades dos alunos e junto deles acusa um elevado grau de satisfação pode ser comprovado pelas respostas aos itens 42 a 4.10 do Q.A4 onde a percentagem de “Sim” se situa entre 84 e 100%. Já os docentes, no questionário a eles dirigido (QD4), 94,4% consideram que a gestão da BE é eficaz e capaz de favorecer o trabalho com os alunos e a articulação com o currículo (item 1). A “ área, organização do espaço, mobiliário e condições de acomodação com alunos” (2.2) é classificada como “Muito Bom” (61,1%) e o “ número, atualização e adequação dos equipamentos tecnológicos” como “Bom” (76,5%). Num “ balanço global do impacto da BE na vida da escola e no apoio ao seu trabalho enquanto docente”, 44,4% classificam-no como “ Muito Bom” e 55,6% como “Bom”. Pontos fortes identificados • Ambiente e acolhimento adequado ao estudo, pesquisa e uso da informação bem como à fruição do espaço. • Níveis de frequência do espaço BE. • Apoio e formação de utilizadores na procura e produção de informação. • Dinâmica de promoção cultural e difusão, nomeadamente de trabalhos de alunos. Pontos fracos identificados • Encerramento à hora do almoço. D.1.4 Avaliação da BE na escola Evidências A BE implementa um sistema de avaliação contínuo, baseado no modelo de avaliação da RBE, identificando os pontos fortes e fracos e fomentando a melhoria da qualidade dos seus serviços. Esta avaliação é, anualmente, entregue ao director, apresentada em Conselho Pedagógico que sobre ela emite parecer e faz recomendações, dada a conhecer ao Conselho Geral, integrada na avaliação interna e divulgada à Escola. Recolhe e trata também dados para preencher o formulário BASE DE DADOS RBE (em anexo) e a posterior divulgação dos resultados dessa base permite uma comparação entre BE a nível do concelho, da região e em termos nacionais. Além disso, a coordenação levada a cabo pela coordenadora interconcelhia, bem como a divulgação de boas práticas, estratégias e metodologias pela RBE permitiu a iniciação de actividades de benchmarking de modo a favorecer um desempenho cada vez melhor.
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O diretor também considerou “Implementado com sucesso” o apoio ao processo de avaliação da BE e a criação de condições necessárias à sua realização (CK1, 1.8) e a inclusão na avaliação da escola de referências concretas à BE, pelo seu contributo para a qualidade do ensino e da aprendizagem (CK 1, 1.9). Já o professor bibliotecário (PB), na sua lista de verificação (CK2) assinalou “avalia os recursos e os serviços em contínuo, planifica e atua de acordo com os resultados e as problemáticas identificadas” como “Implementado, mas a requerer ações para a melhoria” por se considerar desejável passar a formalizar uma avaliação intermédia do desempenho da BE. Pontos fortes identificados • Adoção e aplicação de instrumentos de recolha de informação. • Análise e interpretação da informação recolhida. • Identificação de ações de melhoria e sua aplicação. • Metodologia de avaliação. Pontos fracos identificados • Ausência de avaliação intermédia anual D.2 Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços. D.2.1 Liderança do professor bibliotecário na escola Evidências Ao longo do ano, a PB exerceu uma boa gestão dos recursos humanos, distribuindo tarefas de acordo com as necessidades e as preferências dos colaboradores. Os docentes assim o reconhecem, 88,9% consideraram “Muito Bom” a “Capacidade de liderança do PB, trabalho com os departamentos, docentes e alunos e desempenho ao nível da gestão da BE” e 61,1 % classificam como “Muito Bom” a “capacidade de contribuir para melhorar a qualidade do trabalho escolar e o nível de competências dos alunos” (QD4, 3.1 e 3.2). Pontos fortes identificados • Liderança do PB. Pontos fracos identificados • Formalização da planificação conjunta e articulada com os docentes/projetos/atividades. D.2.2 Adequação dos recursos humanos às necessidades de funcionamento da BE na escola Evidências A PB possui formação adequada ao seu conteúdo funcional, nos termos da legislação vigente (formação contínua específica em Bibliotecas Escolares: 12,3 pontos até Agosto de 2011) e continua a investir nesta área. Há, contudo, que reconhecer que tal situação tem sido facilitada pela tutela da RBE, sua parceria com o Centro de Formação de Associação de Escolas do Litoral à Serra e o empenho da coordenadora interconcelhia Ana Farrajota. Assim, todos os anos, tem sido proporcionada uma acção de formação contínua. A equipa nuclear da BE foi constituída, para além da PB e da assistente operacional (AO), pelas professoras Carmen Castro (ECON.), Maria Alberta Fitas e Maria Dolorosa Nunes (FILO.). A restante equipa incluía mais 13 professores: Departamento de Línguas - Ana Alves, Antonieta Couto e Fátima Palma (PORT.), Serafim Gonçalves e Susana Nassa (ING.), Inês Pinheiro (ESP.); Departamento de Ciências Sociais e Humanas: Mª de Jesus Horta (GEO.), Margarida Diniz (HIS), Lília Oliveira (FILO. - em substituição da Maria Nunes); Departamento de Matemática e Ciências Experimentais: Vitalina Cavaco (MAT.), Augusta Carvalho (BIO), Helena Bartolomeu (FIS.) ; Departamento de Expressões: Zélia Paixão (ARTES).
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Entre a PB e os restantes professores geraram-se boas relações interpessoais, propiciadoras de um trabalho produtivo na e com a biblioteca, como o comprova a quantidade e qualidade de atividade desenvolvidas e os trabalhos de alunos expostos/publicados. Estes professores procuraram integrar-se o mais possível nas acções quotidianas da BE (apenas dois tinham transitado do ano letivo anterior e mantiveram-se em funções na BE) e prestaram um valioso contributo para a consecução da missão e dos objectivos da BE. Não se conseguiu uma maior rendibilização do trabalho desta vasta equipa pluridisciplinar por a maioria só ter um tempo semanal na BE (de 45 ou 90min.) e algumas tarefas arrastarem-se por semanas sucessivas até estarem concluídas ou ser a PB a ter de lhes dar continuidade e conclusão. Por isso, no parâmetro “Gere a equipa, fomentando boas relações interpessoais. Cria situações de formação em contexto e incentiva a equipa a recorrer à autoformação e a formação externa, para melhorar o nível da suas competências” (CK2, 3), a PB considerou este aspeto como “implementado, mas a requerer ações de melhoria”. Ressalte-se ainda o valioso contributo e desempenho sempre responsável da AO, Silvina Rios. Sempre com muito zelo e cordialidade gere o balcão de atendimento da BE, o Módulo de Empréstimo e o Módulo de Catalogação, aplicando muito bem os conhecimentos adquiridos nas acções de formação sobre BE que tem frequentado. Colabora, também, sempre com muito entusiasmo, na preparação das nossas actividades, relaciona-se muito bem com os alunos e com todos os professores da equipa e os membros colaboradores. A articulação de trabalho entre professores confia sempre também no seu responsável encaminhamento de recados ou de tarefas. A disponibilidade e colaboração de outra AO, afecta ao primeiro piso do Bloco 2, Cidália Ferreira, também merece uma nota de destaque. A D. Cidália também se responsabiliza pela entrega nas salas de aula de materiais da BE (dicionários e outras obras) encomendados por professores ou requisitadas por alunos, bem como a receção da devolução de empréstimos domiciliários. Pontos fortes identificados • Formação contínua específica em BE por parte do PB. • Liderança forte com gestão mobilizadora da equipa e da escola. • Equipa pluridisciplinar. • Desempenho sempre responsável da Assistente Operacional da BE (Silvina Rios). • Colaboração da Assistente Operacional do Bloco 2 (Cidália Ferreira). Pontos fracos identificados • Mancha horária da equipa ainda não totalmente equilibrada. D.2.3 Adequação da BE em termos de espaço às necessidades da escola Evidências O espaço da BE é um local que permite uma utilização integrada e flexível e o trabalho individual e em grupo, satisfazendo, na maioria das vezes, as necessidades dos utilizadores. Se há boas condições de mobiliário, as condições de climatização do espaço são inadequadas, em particular a partir do mês de Março quando a temperatura atmosférica começa a aumentar. Os docentes (QD4, 2.2) classificam a “área, organização do espaço, mobiliário existente e condições de acomodação nas deslocações com os alunos” com um nível “muito bom” (61,1%), enquanto 97,1% dos alunos afirmam que “a área da BE é adequada para circular à vontade e realizar bem os trabalhos” (QA4, 4.2).

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Pontos fortes identificados • Área ampla que permite uma boa circulação e realização de trabalhos.
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Pontos fracos identificados • Ausência de sistema de climatização adequado ao espaço. D.2.4 Adequação dos computadores e equipamentos tecnológicos ao trabalho da BE e dos utilizadores na escola Evidências A nova impressora, fotocopiadora e scanner que começou a operar em janeiro de 2012 em muito contribuiu para uma melhor prestação de serviço em termos de rapidez e qualidade. Os equipamentos de leitura de vídeo/DVD são adequados em número e condições de funcionamento às necessidades dos utilizadores. Já os computadores atualizados ao serviço dos alunos são apenas 8, o que é insuficiente, em particular quando um professor requisita o espaço BE para uma turma a a atividade planeada inclui o uso de computadores e a pesquisa com recurso à Internet. Os docentes (QD4, 2.3) classificam o “número, atualização e adequação dos equipamentos tecnológicos da BE” como de nível “bom” (76,5%), enquanto os alunos manifestam total satisfação (100%), afirmando que os computadores respondem às suas necessidades e têm permitido realizar os trabalhos (QA4, 4.3). Porém, 7% indica que uma das melhorias a introduzir na BE seria aumentar o número de computadores (QA4, 7). Para além das sessões de formação de novos utilizadores, ao longo do ano foram prestados apoios informais ao uso dos recursos TIC, quando os alunos solicitaram. A semana de 6 a 10 de Fevereiro foi dedicada à divulgação em linha de procedimentos de segurança (Semana SEGURANET 2012); a PB interveio como membro da equipa PTE e houve cooperação com o grupo de informática e os cursos profissionais desta área, nomeadamente na preparação de material para a Semana das Profissões na Escola Dom Paio Peres Correia (10 a 13 abril) e para a comunicação da professora Conceição Santos, no seminário, ”Partilha das boas práticas e experiências no grupo 550”, na Escola Secundária de Loulé (15 e 16 junho), focando a experiência de colaboração /intercâmbio com a nossa BE na elaboração dos trabalhos no âmbito da SEGURANET (2010/2011). Publicou-se também no BIBLIOBLOGUE, por cooperação com a professora Ângela Simão, um artigo sobre a participação das turmas 10º TIG e 12º TGPSI no concurso Topas Sul 2012, onde um dos grupos de alunos da nossa escola conquistou o 2º lugar. A BE funciona em rede e explora as suas potencialidades, recorrendo a diferentes tipos de ferramentas e dispositivos da WEB 2. Pontos fortes identificados • Atualidade, adequação e funcionalidade dos computadores e equipamentos tecnológicos. • Rendibilização dos recursos e de trabalho com recurso ás TIC e ao desenvolvimento do PTE. • Exploração das potencialidades da rede de Internet e de dispositivos da Web 2.0. Pontos fracos identificados

Número de computadores ao serviço dos utilizadores.

D.3 Gestão da coleção/da informação. D.3.1 Planeamento/ gestão da coleção de acordo com a inventariação das necessidades
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curriculares e dos utilizadores da escola

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Evidências A política de desenvolvimento da colecção, já em aplicação em anos anteriores e com parecer favorável do Conselho Pedagógico, tem sido posta em prática, dando-se prioridade ao reforço da coleção em função da variação da oferta formativa e da lista de necessidades apresentadas pelos Departamentos. Graças a uma verba da RBE para o PNL foi possível este ano completar esse conjunto de obras com todos os títulos disponíveis no mercado. Por isso, na lista de verificação para a coleção assinalou-se como “desenvolvido com sucesso” o item: “o desenvolvimento da coleção faz-se de forma planeada, de acordo com um avaliação sistemática da coleção e com os critérios formalizados na Política de Desenvolvimento da Coleção”. (CK3, 14) Para uma maior fiabilidade da base de dados com a nossa colecção, este ano, as professoras Ana Cristina Matias e Carmen Castro procederam a uma verificação cuidadosa de todos os registos de inventário (Livros 1 a 13, num total de 10.831 entradas) e de catalogação informatizada da nossa coleção (registos 1 a 9002), procedendo-se ao abate de números de registos mais antigos por a mesma obra se encontrar registada em duplicado, ou deu-se a obra como extraviada por já não se encontrar na Biblioteca. A nível concelhio, há uma prática de partilha de documentação. Contudo, como somos a única escola secundária as outras bibliotecas não dispõem de títulos ajustados à faixa etária que servimos, não tendo sido possível até agora os nossos alunos beneficiarem de tal serviço. Não obstante esta situação, temos procedido a empréstimos interbibliotecas nomeadamente quanto a títulos do PNL. A organização da Semana da leitura, a produção de material de apoio (ex. e-book Galeria de Autores) é também um outro exemplo da cooperação entre bibliotecas e da produtividade do Grupo de Trabalho da Rede de Bibliotecas de Tavira, que reúne mensalmente. Dos docentes inquiridos, 71,4% considera de nível “Bom” a “ articulação de atividades e partilha de recursos entre escolas/bibliotecas”, 14,3% considerando-o “ Muito Bom” (QD4, 3.9). O órgão de direcção não fixa uma verba anual para a actualização do fundo documental, mas gere os recursos financeiros da escola de modo a atender à lista de necessidades apresentada pelos departamentos ou pela BE. Pontos fortes identificados • Aplicação da Política Documental da BE. • Política de empréstimo interbibliotecas a nível concelhio. • Aumento da coleção em função das necessidades curriculares e das verbas disponíveis. • Partilha de documentação com outras bibliotecas escolares do concelho. Pontos fracos identificados • Ausência de formalização relativamente à verba disponibilizada anualmente pelos órgãos de administração para atualização de documentação.

D.3.2 Adequação dos livros e de outros recursos de informação (no local e em linha) às necessidades curriculares e aos interesses dos utilizadores na escola.
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Evidências No espaço BE, a nossa colecção está em livre acesso, garantindo condições de acesso e uso a todos os utilizadores. SUPORTE IMPRESSO SUPORTE NÃO IMPRESSO Monografias DVD VHS Registos sonoros (CD- ÁUDIO) Multimédia ( DVD-R; CD-ROM) TOTAL 10 831 206 417 142 235 11831

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A coleção acima indicada encontra-se registada no BIBLIOBASE em 9002 entradas (MFN). O desequilíbrio entre suportes tem vindo, pouco a pouco, a esbater-se. Até agora, tem-se continuado a privilegiar a aquisição de obras impressas, dado que a sua longevidade de uso é maior, todavia somo favoráveis a uma progressiva transição para e-books. Dada a facilidade de pesquisa proporcionada pela Internet, o maior acesso a livros de leitura recreativa nas casas dos alunos, aliada a uma menor apetência pela leitura literária ou a inexistência dos últimos best sellers, houve um ligeiro decréscimo no uso da nossa colecção. Entre Julho 2011 e Junho de 2012 registámos 2560 obras objeto de empréstimo. A avaliação da coleção pelos docentes situa-se maioritariamente no patamar de “Bom”: “adequação da coleção às necessidades pessoais de documentação e ao trabalho pedagógico com os alunos” - 55,6%; “ atualidade dos fundos documentais” – 55,6%; “Diversidade da coleção em áreas temáticas e em suportes, incluindo recursos organizados em linha”- 66,7%(QD4, 2.4; 2.5 e 2.6). Junto dos alunos, a satisfação quanto à coleção é maior com percentagens entre 88,4% e 91,4% (QA4., 4.4, 4.5 4 4.6). Estas percentagens decrescem quando inquiridos sobre cada um dos tipos de recursos documentais. As obras de referência, os livros de literatura, os de tipo informativo, os CDÁUDIO, DVD, jogos e os de apoio ao estudo merecem todos a menção de nível “Bom” com percentagens entre 48,6 e 77,1%. Conclui-se que os alunos reconhecem a BE como bom recurso para o estudo dado que a percentagem mais elevada e por duas vezes alcançada (77,1%) ocorre quando se trata de obras de referência e livros de apoio ao estudo (QA4, 5.1, 5.3 a 5.6). Porém, a oferta de jornais e revistas merece em 47,1% dos caos dos alunos a menção de “Razoável” e 17.1% a menção de “Fraco”, o que é um claro indicador de que há que investir nesta área (QA4, 5.2). Nas acções para melhoria, 10% dos alunos também sugerem o investimento na renovação da coleção com obras mais recentes e de autores atuais, incluindo a literatura estrangeira. Pontos fortes identificados • Garantia de acesso à coleção a todos os utilizadores e à comunidade. • Coleção ajustada ao currículo nacional e ao público–alvo que serve. • Seleção de fundos documentais é efectuada tendo em conta as necessidades indicadas pelos departamentos e sua articulação com a política documental da BE. • Atualização anual dos recursos documentais. Pontos fracos identificados • Ausência de livro/caixa de sugestões/reclamações. • Número e títulos de jornais e revistas disponibilizados. • Número de obras recentes e de autores atuais.

D.3.3 Uso da coleção pelos utilizadores da escola Evidências
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A nossa coleção é utilizada por professores e alunos, embora os recursos em linha estejam cada vez mais a ser a fonte de informação. As disciplinas de História, Português e Filosofia são aquelas que com maior frequência usam a Biblioteca para trabalhos de pesquisa ou tarefas de leitura com empréstimo domiciliário. As disciplinas de língua estrangeira suscitam maioritariamente a requisição e consulta de dicionários, mas as restantes disciplinas não deixam de, pelo menos num módulo/sequência de aprendizagem, exigirem o uso da nossa coleção. Refirase, como exemplo, os casos de Biologia e Geologia, Física e Química, Matemática e Educação Física. A BE realiza um trabalho contínuo de valorização e motivação para o uso da documentação com recurso à mesa de destaques sempre associada a uma exposição, a uma temática dos currículos nacionais, a uma comemoração a ocorrer nessa semana, entre outros (Cf. Relatório síntese de atividades desenvolvidas). Presta apoio ao uso da coleção e ao desenvolvimento de competências de pesquisa. Para passar a haver um maior rigor e uniformização na indicação das referências bibliográficas, as professoras Ana Cristina Matias e Augusta Carvalho elaboraram um Guia: “ Normas de referência bibliográfica de documentos em linhas” cuja difusão e implementação por toda a escola se espera que seja uma realidade no próximo ano letivo. A maioria dos docentes (55,6%) classifica como “Muito Bom” o “trabalho da equipa na criação de instrumentos de apoio ao trabalho escolar e aos utilizadores” e 27,8% classificam-no como “Bom”. (QD4, 3.3). A “criação de condições de acesso e acompanhamento aos utilizadores na pesquisa e uso da informação” reparte-se igualmente (50,0%) pelo nível “Bom” e “ Muito Bom” (QD4, 3.5), subindo para 66,7% (“Bom”) relativamente à “criação de condições para o uso das TIC e para a exploração e uso qualitativo da Internet e disseminação de ferramentas WEB” (QD4, 3.6), enquanto a “criação de condições para a promoção da leitura e da literacia” merece a menção de “Muito Bom” junto de 77,8% dos docentes (QD4, 3.7). O “trabalho articulado com os docentes e apoio ao desenvolvimento curricular” é classificado como “Bom” por 50,0% dos docentes, enquanto 44,4 % já o considera de nível “Muito Bom” (QD4, 3.8). Por sua vez, 90,0% dos alunos concordam que a equipa BE os apoia na procura de um livro, auxilia na pesquisa ou na realização de um trabalho (QA4, 4,8); 84,1% revelam que a BE os informa acerca dos materiais existentes e das atividades que realiza (QD4, 4.10), 85,7% classificam como “Bom” a “ informação organizada e acessível através da Internet” (QD4, 5.7), e numa avaliação global do trabalho “do PB/equipa no acesso à BE, no apoio à pesquisa de informação e na realização de trabalhos” 44,1% assinalam “Muito Bom”, enquanto 50,0% indicam “Bom” . Os trabalhos produzidos pelos alunos na biblioteca ou em colaboração com a Biblioteca e os seus recursos são também objeto de grande valorização pela BE e ora integram uma exposição, ora são dados a conhecer no jornal ECOESTUDANTIL, ora são difundidos no BIBLIOBLOGUE ou nas páginas das disciplinas desse blog, com recurso cada vez mais crescente ao dispositivo ebook. Pontos fortes identificados • Uso da coleção para pesquisa, estudo e leitura relacionada com atividades de aprendizagem. • Trabalhos realizados na biblioteca ou em colaboração com a BE no contexto de uso da informação e disponibilização em linha de alguns. • Número de leituras de trabalhos disponibilizados em linha. Pontos fracos identificados • Nem todos os trabalhos de pesquisa realizados na BE ou com uso dos recursos da BE têm sido objeto de compilação ou têm sido disponibilizados para a BE pelos alunos e professores.

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D.3.4 Organização da informação. Informatização da coleção.
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Evidências A nossa colecção de obras (impressas, registo áudio, DVD, VHS e multimédia) encontra-se totalmente tratada, etiquetada, indexada e registada na base de dados BIBLIOBASE.O catálogo bibliográfico já há vários anos está acessível em linha. Houve, porém, a partir de maio deste ano, uma progressão neste âmbito dado que, fruto da cooperação entre o Grupo de trabalho das Bibliotecas de Tavira, a CMT e a RBE, foi possível disponibilizar o catálogo coletivo das bibliotecas do concelho, acessível pelo portal das bibliotecas de Tavira ( http://bibliotecas.cmtavira.pt/node/93) e pelo BIBLIOBLOGUE.
(http://212.55.143.29/bibliopac/bin/wxis.exe/bibliopac/? IsisScript=bibliopac/bin/bibliopac.xic&db=ESTAVIRA&lang=P&start=cfg-drealg).

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Este ano deu-se também continuidade ao inventário manual dos novos volumes adquiridos e dos que recebemos como oferta, tarefa atribuída às professoras Maria Dolorosa Nunes, depois substituída pela professora Helena Bartolomeu. Registaram-se 207 novos volumes (n.º de registo 10 625 a 10 831). Seguiu-se a catalogação pela AO, Silvina Rios, e pela PB, no BIBLIOBASE, onde se registaram 291 novas entradas (MFN n.º 8 712 a 9002). A AO geriu também o Módulo de Empréstimo, onde é necessário introduzir os dados de todos os novos alunos do 10º ano, do CEF e do EFA, bem como de novos professores, e passar para a situação de “inativo” todos os alunos que concluem o ensino secundário. Além disso, deu continuidade e concluiu o aprimoramento dos nossos registos no que diz respeito ao CDU, confrontando a nossa catalogação (Classes 1 a 6) com a Base Nacional de Dados Bibliográficos (PORBASE). A indexação da nossa coleção também continuou a ser objeto de aprimoramento, visando uma melhor articulação com os programas curriculares e uma agilização da pesquisa no catálogo pelos nossos alunos e professores. Ficaram afetas a estas tarefas as professoras: Maria Aberta Fitas (Classe 1 – Filosofia), Maria José Horta (Classe 9 – Geografia) e Lília Oliveira (Classe 1 – Ética). Questionados sobre a utilidade do catálogo da BE para as pesquisas, 97,1% dos alunos afirma que sim. (QA4, 4.9). Pontos fortes identificados • Colecão toda inserida no catálogo em linha segundo critérios normalizados de catalogação, classificação e indexação que garantem uma eficaz recuperação da informação. • Consulta automatizada do catálogo ESJAC. • Disponibilização em linha do catálogo coletivo da Rede de Bibliotecas de Tavira (RBTAV). Pontos fracos identificados • Inexistência do tratamento técnico dos recursos digitais (documentos em linha). D.3.5 Difusão da informação Evidências O BIBLIOBLOGUE é um recurso de divulgação da informação da BE, da dinâmica da escola, de trabalhos de alunos e de atividades culturais na cidade promovidas por outras instituições/associações nossas parceiras na missão da formação e promoção cultural. De janeiro de 2008 até ao presente momento regista 38 091 leituras e na sua página inicial encontram-se publicados 508 artigos, 178 das quais referentes a este ano letivo. De facto, de ano para ano temos investido cada vez mais tempo e explorado mais dispositivos digitais. As páginas individuais dedicadas a disciplinas têm sido pouco a pouco abertas e a sua fase de construção contínua está em estádios diferentes de adiantamento, consoante a disponibilidade da equipa para mais esta tarefa. Embora todas as páginas tenham sido objeto de atualização, às quatro já existentes acrescentaram-se mais cinco onde são disponibilizados links para documentos e trabalhos produzidos pela BE, pelos nossos professores ou pelos nossos alunos, bem como links para sites recomendados segundo índice elaborado em função dos programas curriculares. Embora a PB coordenasse todo este trabalho, a responsabilidade de cada página foi atribuída a um dos professores da equipa. Área de Gestão da BE – PB; Artes - Zélia Paixão; Espanhol – Inês Pinheiro;
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Filosofia – Maria Alberta Fitas; História – Margarida Diniz; Inglês – Serafim Gonçalves; Inglês – Cursos profissionais – Susana Nassa; Matemática – Vitalina Cavaco; Português – PB. Dos 162 recursos materiais, cujos direitos são detidos ou pertença da escola, e que estão disponibilizados em linha numa das páginas do BIBLIOBLOGUE, registamos aqui, como nota de curiosidade, o seguinte numero de leituras até ao dia 5 de Julho de 2012: • Top 10 dos documentos em linha mais lidos e publicados em anos letivos transatos: e-book Acrósticos - Leitura – 50 025; Percurso Pedestre - Sapal e Barril - 50 018; ECOESTUDANTIL Dez. 2010 – 15 649; Visita a duas exposições no Palácio da Galeria – 14 340; Missão, Objectivos e Serviços da Biblioteca – 13 854; ECOESTUDANTIL Abr. 2010 – 12 718; Baltasar e Blimunda - 10 501; Mensagem: D. Filipa de Lencastre – 5 375; Arquipélago de Cabo Verde – 4 640; Relatório de Auto-avaliação da BE – 2 536 • Top 10 dos documentos em linha mais lidos e publicados no ano letivo 2011-2012: e-books: A cultura do Senado – 6 873, Uma história sobre Roma – 6 820, O amor – 5 707, ECOESTUDANTIL , dez. 2011 – 3.325; Grupos constituintes de frase - 1631; Constituintes da frase – 1254; Ficha Informativa – Novo Acordo Ortográfico – 1096; e-books: Galeria de autores (Semana da leitura 2012) – 809; Dia da Europa – Brochuras dos TIE, TDIE, TOE – 755, O Capuchinho Vermelho em PECS – 656. Questionados sobre a “disponibilização de informação relacionada com interesses pessoais/divulgação de iniciativas”, 72,2% dos docentes classificam-na como “Muito Bom” e 27,8% como “Bom” (QD4, 2.7), a “disponibilização de informação relacionada com o trabalho escolar/currículo” merece a menção de “Bom” junto de 50,0% dos docentes e a de ”Muito Bom” junto de 44,4% (QD4, 2.8). Já 55,6% dos docentes classifica a “disponibilização de recursos e ferramentas Web para acesso, produção e difusão de informação” como “Bom” e 44,4% como “Muito bom” (QD4, 2.9). Pontos fortes identificados • Recurso às possibilidades da WEB 2.0 e aos novos dispositivos para produzir, difundir e comunicar a informação. • Gestão de conteúdos do BIBLIOBLOGUE. Pontos fracos identificados • Ausência de conta no FACEBOOK e no TWITTER como meio de divulgação de recursos.

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Quadro Síntese D. Gestão da biblioteca escolar
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Motivo da escolha do domínio A gestão de qualquer espaço é a pedra chave para rendibilizar o serviço que se presta, acompanhando com critério o processo de desenvolvimento do trabalho e viabilizando um melhor produto. Além disso, este ano, o lema da escola, proposto pelo Conselho Geral, foi: “Cumprir regras, trabalhar melhor”, pelo que o domínio da gestão, responsável pelo planeamento, execução e monitorização deste serviço pedagógico, poderia dar um contributo significativo para a promoção da nossa escola no seu todo. D.1. Articulação da BE com a escola/agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE. Nível obtido: 3,33 Ações para melhoria • [D1.1] - Rever/atualizar as referências à BE nos documentos normativos da escola (regulamento interno e projeto educativo). • [D1.2] – Agendar encontros trimestrais entre diretor/ órgãos de administração e PB para acompanhamento da gestão da BE. • [D1.3] – Incluir parte da hora de almoço no horário de funcionamento da BE. • [D1.4] - Realizar uma avaliação intermédia anual em janeiro/fevereiro. D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços. Nível obtido: 3,60 Ações para melhoria • [D.2.1] – Formalizar a planificação conjunta e articulada com os docentes no desenvolvimento de atividades e de projetos. • [D2.2] – Organizar formação em contexto de BE para os professores da equipa. • [D2.3] – Instalar um sistema de ar condicionado adequado à área de ocupação da BE. • [D2.4] – Instalar mais dois computadores para uso dos utilizadores.

D.3. Gestão da coleção/da informação. Nível obtido: 3,29 Ações para melhoria • [D.3.1] - Formalizar o valor da verba anual a disponibilizar pelos órgãos de administração para atualização de documentação. • [D.3.2] - Disponibilizar no espaço BE um livro/caixa de sugestões/reclamações. • [D.3.3] - Subscrever mais um jornal e uma revista apelativos para os jovens • [D.3.4] - Proceder ao tratamento técnico dos documentos em linha. • [D3.5] - Criar uma conta no FACEBOOK para divulgação de informação

Perfis de desempenho D.1 Articulação da BE com a escola/agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE.
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D1.1 Integração da BE no funcionamento global da escola e inclusão na formulação e desenvolvimento da sua missão, princípios e objetivos estratégicos e operacionais: 4. A BE Está bem integrada e contemplada. 3. A BE está integrada e contemplada. 2. A BE está parcialmente integrada e residualmente contemplada. 1. A BE não está integrada e não está contemplada. D1.2 Reconhecimento do valor da BE pelos órgãos de direção, administração e gestão e garantia de condições em termos de recursos humanos com qualidade e de verba para o seu funcionamento: 4. Reconhecem o valor da BE, garantindo boas condições. 3. Reconhecem o valor da BE, garantindo condições adequadas. 2. Reconhecem com algumas limitações o valor da BE, garantindo algumas condições. 1. Não reconhecem o valor da BE, não garantindo condições. D1.3 A BE assume-se e é entendida como um recurso ativo ao serviço da escola / O professor bibliotecário integra o CP / Os órgãos de direção, administração e gestão reconhecem o valor da articulação/planificação entre a BE e os vários departamentos curriculares e demais estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica: 4. Sim, por todos./ Sim / Sim, estabelecendo estratégias. 3. Sim/ Sim/ Sim. 2. Sim, parcialmente/ Sim /Sim, pontualmente. 1. Não/ Não/ Não. D1.4 A BE faculta serviços e articula atividades/projetos com a escola: 4. Faculta serviços de grande qualidade e articula atividades/projetos com a escola – 80% ou mais avalia positivamente o trabalho da BE. 3. Faculta bons serviços e articula atividades/projetos com a escola – 60 a 79% avalia positivamente o trabalho da BE. 2. Faculta serviços satisfatórios e articula pontualmente atividades/projetos – 45 a 59% avalia positivamente o trabalho da BE. 1. Faculta serviços que não satisfazem os utilizadores – menos de 45% avalia positivamente o trabalho da BE. D1.5 A BE: 4. Tem horário contínuo e alargado, responde eficazmente, faculta acompanhamento /formação e regista utilização igual ou superior a 80%. 3. Tem horário contínuo, responde satisfatoriamente, faculta acompanhamento/formação e regista utilização entre 60 e 79%. 2. Está aberta, responde às necessidades, apoia os utilizadores quando solicitada e regista utilização entre 45 e 59%. 1. Tem horário muito reduzido, acompanha e forma deficitariamente os utilizadores e regista utilização de menos de 45%.
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D1.6 A BE: 4. Implementa um sistema de avaliação sistemático que controla o processo de funcionamento, identificando pontos fracos e fortes e fomentando a melhoria da qualidade. 3. Implementa um sistema de avaliação e de melhoria contínuo, planificando e orientando a sua acção com base nos dados obtidos. 2. Realiza pontualmente atividades de avaliação e de melhoria da BE. 1. Não realiza atividades de avaliação. D.2 Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços. D2.1 O professor bibliotecário possui formação: 4. Muito adequada ao seu conteúdo funcional, nos termos da legislação vigente (10 pontos ou mais). 3. Correspondente ao seu conteúdo funcional, nos termos da legislação vigente (4 a 9 pontos). 2. Correspondente ao seu conteúdo funcional, nos termos da legislação vigente (menos de 4 pontos). 1. Pouca ou nenhuma formação específica na área das BE. D2.2 O professor bibliotecário: 4. Exerce uma liderança forte e uma gestão efetiva, mobilizando a equipa e a escola – 80% ou mais avaliam muito positivamente este item. 3. Exerce uma boa gestão, procurando mobilizar a equipa e a escola – 60 a 79% avaliam muito positivamente este item. 2. Exerce satisfatoriamente as funções de gestão – Entre 45% e 59% avaliam muito positivamente este item. 1. Possui pouca experiência e exerce as funções de gestão da BE com limitações – menos de 45% avaliam positivamente este item. D2.3 A equipa é, no que respeita às competências e número dos seus elementos: 4. Muito adequada. Tem o seu conteúdo funcional bem definido e responde muito bem às necessidades da escola e solicitações dos utilizadores. 3. Adequada. Tem o seu conteúdo funcional bem definido e responde bem às solicitações dos utilizadores. 2. Razoavelmente adequada, tendo algumas limitações face às necessidades da escola. 1. Limitada no que respeita às competências e ao número dos seus elementos e necessidades da escola.

D2.4 Condições de espaço, mobiliário e equipamento da BE:

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4. A BE apresenta condições muito boas, garantindo uma utilização individual e em grupo e a satisfação das necessidades dos utilizadores. 3. A BE apresenta boas condições, adequando-se bem ao trabalho na escola. 2. A BE apresenta condições satisfatórias de resposta às necessidades da escola. 1. A BE não apresenta condições capazes de garantir a utilização adequada, limitando o uso da BE e a prestação de serviços à escola. D2.5 Nível dos equipamentos tecnológicos (hardware e software) disponibilizados pela BE: 4. Bom nível, respondendo muito bem às necessidades da escola – 80% ou mais dos utilizadores avaliam positivamente este item. 3. Respondem às necessidades da escola e estão atualizados – 60 a 79% dos utilizadores avaliam positivamente este item. 2. Respondem às necessidades da escola, mas carecem de alguma atualização – 45 a 59% dos utilizadores avaliam positivamente este item. 1. Não respondem às necessidades e não estão atualizados – menos de 45% avaliam positivamente este item. D.3 Gestão da coleção/da informação. D3.1 A coleção: 4. Responde muito bem às necessidades de informação da escola e é equilibrada nos suportes e diferentes áreas. 3. Responde bem às necessidades de informação da escola e é equilibrada nos suportes e diferentes áreas. 2. Responde razoavelmente às necessidades de informação da escola e é equilibrada nos suportes e diferentes áreas. 1. Não responde às necessidades de informação da escola e não é equilibrada nos suportes e diferentes áreas. D3.2 Uso da Coleção pelos docentes e alunos no desenvolvimento das suas atividades, para ler, para se recrear ou para satisfazer necessidades de informação: 4. Muito usada – 80% ou mais dos docentes e 80% ou mais dos alunos recorrem à coleção. 3. Muito usada – 60 a 79% dos docentes e 60 a 79% dos alunos recorrem à coleção. 2. Medianamente usada – 45 a 59% dos docentes e 45 a 59% dos alunos recorrem à coleção. 1. Pouco usada – menos de 45% dos docentes e um número inferior a 45% dos alunos recorrem à coleção. D3.3 O catálogo: 4. Está totalmente informatizado e inclui recursos em linha, também devidamente organizados. 3. Está maioritariamente informatizado e inclui recursos em linha, também devidamente organizados. 2. Está parcialmente informatizado e não inclui recursos em linha. 1. Não está informatizado e não inclui recursos em linha.
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D3.4 Existe uma política documental definida para a escola e o desenvolvimento da coleção realiza-se, tendo em conta os princípios definidos na Política de desenvolvimento da coleção (PDC): 4. Sim. 3. Sim. 2. Sim, mas só parcialmente segue os princípios definidos na PDC. 1. Não. D3.5 A BE conta com uma verba anual para atualização da coleção: 4. Sim. 3. Sim. 2. Sim. 1. Não. D3.6 Existe uma rede partilhada de documentação entre as várias BE/ escolas/JI e, a nível local, com outras bibliotecas e com a BM: 4. Sim. 3. Sim. 2. Sim, mas funciona com limitações. 1. Não. D3.7 A BE desenvolve uma política permanente de difusão da informação com o objetivo de divulgar recursos de informação e incentivar o seu uso: 4. Sim, de forma permanente. 3. Sim, de forma permanente. 2. Sim, de forma pontual. 1. Não.

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Secção B
(domínio a avaliar em 2012 /2013)

DOMÍNIO A. APOIO AO DESENVOLVIMENTO CURRICULAR
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A.1. Articulação curricular da BE com as estruturas de coordenação e supervisão pedagógica e com os docentes A BE articula regularmente com as diversas estruturas de coordenação e de supervisão pedagógica da escola, tais como conselho pedagógico, departamentos curriculares e conselhos de turma. Cooperou ativamente ao longo do ano letivo com a equipa de educação especial, em particular com a professora Eliana Silva. Planeou e executou o apoio semanal a uma das alunas, tendo a professora Helena Bartolomeu assumido também a tarefa de orientação e estímulo à realização de atvidades da aluna na BE. Alguns trabalhos destes alunos foram integrados em exposições temáticas de outras turmas da escola, outros foram divulgados pelos meios de difusão geridos pela BE e um deles disponibilizado em suporte em linha. Participou também no PTE e no desenvolvimento de outros projetos existentes na escola e já mencionados neste relatório. Deu também, sempre que solicitada, resposta a atividades de substituição. O número de requisições do espaço BE revela-nos que, por dia, em média, um professor requisita a BE para aí desenvolver trabalho com os seus alunos. Há também alguma produção de materiais para apoio ao desenvolvimento curricular. A organização de exposições, com temáticas dos currículos é também uma prova do trabalho de articulação que toda a equipa da BE procura desencadear. Evidências que fundamentam o relatório • Recursos produzidos e selecionados para as atividades: Semana da Filosofia, Semana da Cultura Científica, Preservar o Ambiente, Semana da Europa, entre outras. • Exposições temáticas: “Quem somos? De onde vimos? Para onde vamos?”; “Espírito de natal na BE”, “Halloween”, São Valentim e o Amor”, “ O Carnaval e a Máscara”, entre outras. • E-books editados e disponibilizados em linha pela BE. • Páginas de disciplinas no BIBLIOBLOGUE. Ações para melhoria • Recolher, produzir e difundir materiais, com prioridade para as Ciências Experimentais. A.2. Promoção das literacias da informação, tecnológica e digital A BE organizou atividades de formação de utilizadores, de carácter formal e informal, com destaque para o 10º ano de escolaridade. Apoiou atividades de ensino na BE em contexto das competências de informação, fomentando o uso das TIC e da Internet como ferramenta de trabalho e de aprendizagem. Para um maior rigor no uso das fontes de informação em linha, produziu um novo guia orientador para as referências bibliográficas e, por articulação com a RBE, proporcionou ações de formação (uma para professores e outra para alunos) onde foi possível aprender e/ou aprofundar conhecimentos sobre a literacia estatística e saber bem consultar os portais do INE e do PORDATA. Evidências que fundamentam o relatório • Sessões de formação para novos utilizadores da BE. • Recursos produzidos ou selecionados para a Semana SEGURANET. • Guia: “Normas de referência bibliográfica de documentos em linha”. • Acções de formação: INE/RBE e PORDATA/RBE. Ações para melhoria • Implementar um modelo comum de pesquisa de informação e de registo de bibliografia /referências bibliográficas. DOMÍNIO B. LEITURA E LITERACIA (domínio avaliado em 2009 /2010) B.1. Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura na escola
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Foram cumpridas as atividades previstas no Plano Anual (Dia Europeu das Línguas; Outubro: Mês internacional da BE; Exposição: o valor da leitura) e integradas outras não previstas inicialmente (Bons Ofícios, com Afonso Dias e Serafinstórias, entre outras). A colecão foi actualizada e houve um contínuo incentivo à leitura informativa e literária, nomeadamente pelas obras em destaque, ciclicamente renovadas. Considerando o número de alunos matriculados, a média de requisição de obras para leitura presencial e/ ou domiciliária é de 3,0 por utente. Evidências que fundamentam o relatório • Depoimentos, testemunhos e artigos redigidos pelos alunos, no âmbito das atividades mencionadas, publicados no ECOESTUDANTIL ou no BIBLIOBLOGUE. Ações para melhoria • Incrementar a divulgação e promoção de obras do catálogo da BE. B. 2 Integração da BE nas estratégias e programas de leitura ao nível da escola A BE fomentou a leitura e a produção/ comunicação da informação com recurso a suportes impressos e a ambientes digitais, completou a sua coleção PNL, promoveu-a junto dos alunos, organizou a Semana da Leitura com extensão de atividades dirigidas também à comunidade local e colaborou na realização do VIII BIBLIOPAPER, promovido pela professora Antonieta Couto. A Semana da Filosofia, dinamizada pela professora Alberta Fitas, também foi um bom contributo para a promoção da leitura de obras literárias que motivaram reflexões filosóficas. Evidências que fundamentam o relatório • E-book: Galeria de Autores • Artigos publicados no BIBLIOBLOGUE e no ECOESTUDANTIL Ações para melhoria • Intensificar a colaboração com departamentos e docentes, tendo em vista a promoção da leitura literária e da leitura para informação e estudo. B. 3 Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e da literacia As estatísticas de utilização da BE e a nossa observação da sua frequência permitem-nos afirmar que a BE é favorecedora da evolução das competências dos alunos, ainda que a vertente da leitura em suporte impresso, e em particular a leitura literária, esteja a perder importância quando comparada com a leitura para informação, estudo e lazer realizada com recurso ao computador e à Internet. A participação dos nossos alunos em variados concursos (cf. Relatório síntese de actividades desenvolvidas, em anexo) e a boa prestação por eles obtida é também um indicador a considerar na avaliação do impacto dos serviços da BE. Evidências que fundamentam o relatório • Alunos da ESJAC conquistam 1º lugar no Concurso Jovens Jornalistas de Ciência. • Aluno da ESJAC conquista 2º lugar no Prémio Traduzir 2012. • Trabalhos realizados pelos alunos e alguns publicados no ECOESTUDANTIL ou no BIBLIOBLOGUE. Ações para melhoria • Insistir junto dos docentes para indicarem Bibliografia de consulta para realização de trabalhos, tendo em conta o catálogo bibliográfico da BE e/ou o catálogo coletivo da RBTAV.

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DOMÍNIO C. PROJECTOS, PARCERIAS E ACTIVIDADES LIVRES E DE ABERTURA À COMUNIDADE (domínio avaliado no ano letivo 2010 /2011) C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular A BE dinamiza atividades livres, de caráter lúdico e cultural, que vão ao encontro dos interesses/necessidades dos alunos. Indicamos, como exemplo, a constituição de uma Redação dos jovens jornalistas que cativou cerca de uma dezena dos nossos alunos. Observamos, contudo, que os alunos não desejam muito mais compromissos horários além dos das aulas, preferindo a utilização autónoma e voluntária da BE. Por isso, privilegiamos tanto as exposições, periodicamente renovadas, para que cada um usufrua quando e como quiser. Evidências • Artigos de alunos e reportagens fotográficas de atividades, disponíveis no BIBLIOBLOGUE e no ECOESTUDANTIL C.2. Projectos e Parcerias Este ano a BE deu continuidade à sua colaboração com os Projetos: “All roads lead… home”, JCE e Causa Animal. A PB e a professora Carmen Castro apadrinharam o Clube Mentes Empreendedoras e fizeram o acompanhamento deste clube que visa o estímulo ao empreendedorismo, sendo por isso gerido só por alunos. Por parceria com a BM e a UALG, o grupo de trabalho da rede de Bibliotecas de Tavira deu o mote para a realização de palestras sobre o Novo Acordo Ortográfico. Denominámos a atividade de: “Português atual? Efetivamente! ”. Por parceria com a DECO, o órgão de direção acolheu a sessão “Gestão do orçamento familiar” e a BE apoiou, promovendo a reflexão sobre o conteúdo da mesma, em particular junto das turmas de Economia (10º e 11º anos). Em coordenação com os PCT, o grupo de Filosofia e o MDM, a BE comemorou o Dia Internacional da Mulher com uma exposição e uma conferência (duas sessões) que mobilizaram dez turmas, abrangendo todos os anos de escolaridade do ensino secundário, incluindo o CEF. Com o Gabinete de Apoio ao Aluno e o PES também se desencadearam iniciativas de cooperação, cabendo à BE a publicação de artigos redigidos por alunos sobre as atividasdes desenvolvidas. Outras iniciativas e atividades em que a BE colaborou encontram-se indicadas no Relatório síntese de atividades desenvolvidas (em anexo). Evidências • Reportagens das ativdades desenvolvidas

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Avaliação síntese global DOMÍNIO C. PROJECTOS, PARCERIAS E ACTIVIDADES LIVRES E DE ABERTURA À COMUNIDADE (domínio avaliado no ano letivo 2010 /2011) Resultados das ações de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio As ações de melhoria indicadas no relatório de 2010/2011 foram as seguintes: 1 Alargar o horário da BE de modo a incluir toda ou parte da hora do almoço. 2 Rentabilizar o horário dos tempos que os professores colaboradores e a equipa cumprem na BE, evitando sobreposições e a concentração num período do dia. 3 Solicitar o envolvimento e colaboração dos pais/EE e da comunidade na organização e financiamento dos eventos. 4 Melhorar a resposta a nível de material informático (impressora, ligação à internet, velocidade de resposta dos computadores). 5 Disponibilizar mais computadores (apenas 8 estão actuais). 6 Criar a função de aluno monitor/colaborador da BE. 7 Aumentar o grau de intervenção da BE na comunidade educativa através da concepção de projecto relevante da sua iniciativa. 8 Divulgar e fomentar os empréstimos interbilbiotecas. 9 Convidar as BE de escolas secundárias de concelhos vizinhos para acções conjuntas. 10 Mobilizar esforços para haver mais do que um funcionário afecto ao serviço da BE, alargando as potencialidades da BE como centro de recurso da localidade. Pela coordenação e cooperação do órgão de direção com a PB e a equipa da BE, foi possível dar resposta favorável a seis das medidas indicadas: 1 Pelo ajuste de horário da equipa de professores da BE, foi possível garantir o alargamento do período de funcionamento deste serviço pedagógico, que passou a incluir uma parte da hora do almoço. 2 O número de professores em serviço no período da tarde teve um acréscimo, de 2 passou a haver 5. 3 Houve envolvimento e colaboração dos pais/EE e da comunidade nas atividades do Clube Mentes Empreendedoras. 4 A resposta a nível de material informático foi muito positiva: maior estabilidade e aumento de velocidade da ligação à Internet e novo equipamento multimédia (impressora, scanner, fotocopiadora) que permitiu prestar um serviço de impressão com maior rapidez e qualidade. 5 Não alcançado. 6 A função de aluno monitor/colaborador resultou na criação de uma Redação de jovens jornalistas da BE. 7 Não alcançado. 8 Aumento dos empréstimos interbibliotecas, em particular no âmbito do PNL e do Concurso Nacional de Leitura 9 Não alcançado. 10 Não alcançado.

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