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OS CONFLITOS “EFICIÊNCIA - EQUIDADE” E “ESTABILIDADE - DESENVOLVIMENTO”

Maria Guerreiro

Aluno Nº 21120678

RESUMO: Com o presente trabalho pretende-se abordar e explorar os dois conflitos que a estrutura

RESUMO: Com o presente trabalho pretende-se abordar e explorar os dois conflitos que a estrutura social traz às decisões económicas: os conflitos “eficiência - equidade” e “estabilidade - desenvolvimento”. Estes dois conflitos são falhas fundamentais do mercado. A eficiência e o desenvolvimento são consequências um do outro, o resultado de um é o outro. O desenvolvimento não é mais do que a eficiência ao longo do tempo e a eficiência é o desenvolvimento imediato. O aumento da eficiência não é possível sem sacrificar a equidade, e o aumento do desenvolvimento e da estabilidade ao mesmo

tempo.

não é possível sem sacrificar a equidade, e o aumento do dese nvolvimento e da estabilidade

INSTITUT0 POLITÉCNICO DE COIMBRA

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

MAIO DE 2007

ÍNDICE

1. INTRODUÇÃO

2

2. MANIFESTAÇÃO DOS CONFLITOS

3

3. PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA

4

4. PROMOÇÃO DA EQUIDADE

5

5. CONFLITO EQUIDADE EFICIÊNCIA

6

6. PROMOÇÃO DA ESTABILIDADE-DESENVOLVIMENTO

6

7. CONCLUSÃO

9

8. BIBLIOGRAFIA

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1. INTRODUÇÃO

Os mercados são caracterizados pela sua eficiência (quando os benefícios excedem os custos) e pelo poder de aquisição que determina quem obtêm determinado bem ou serviço. Tem também a capacidade de se moldar, adaptando-se ás alterações das condições de produção/consumo, é o exemplo do sector da moda em que os produtos estão em constantes mutações, pela existência de várias estações ao longo do ano e de ano para ano. Para satisfazer as necessidades e exigências, do consumidor e do produtor, o mercado inovou descobrindo novos materiais/produtos (computador) e formas organizativas (a produção em série).

Mas, não é inerente, “também possui as suas doenças, não estando vacinado contra todas”, possuindo por isso fragilidades, sendo muito sensível por exemplo a conflitos civis (greves), em certas proporções pode até deixar de realizar as suas funções. O mercado, também gera falhas, um dos casos comuns é a poluição em que os custos e os benefícios não se encontram na mesma balança, existindo por isso, de alguma forma, incentivo a recorrer a ganhos devido á produção poluente e fortes desincentivos para pagar os custos da despoluição (produção de celulose). E o que pode ser eficiente (a não remuneração dos desempregados, por exemplo), pode ser julgado pela sociedade como equitativo surgindo o conflito eficiência - equidade.

A própria mutabilidade do mercado tem custos, emergindo o conflito estabilidade -

desenvolvimento, com a inserção de inovações, traz, por vezes, a extinção, de produtos

e com isso a falência, o desemprego (com o aparecimento dos computadores, as máquinas de escrever não fazem sentido existir).

Uma das características das sociedades é a sua cultura (a tradição), possuindo um grande peso, resistência e rigidez. Esta, sobrevive mesmo quando o mercado está numa fase menos boa. A tradição é, de tal forma, rígida que por exemplo, Portugal não alterou o seu fuso horário relativamente aos restantes países da União Europeia.

Finalmente, a autoridade apresenta maior resistência que o mercado e maior flexibilidade que a tradição, mas também maior fragilidade que a tradição e menor flexibilidade que o mercado, podendo dizer-se que de alguma forma se encontra num ponto intermédio relativamente a estas duas formas de decisão.

2.

MANIFESTAÇÃO DOS CONFLITOS

Os dois conflitos, “eficiência - equidade” e “estabilidade - desenvolvimento”, resultam da própria estrutura social e das falhas fundamentais de mercado. No que respeita à decisão económica, o mercado nem sempre responde por si só, sendo necessário a intervenção do Estado, nas seguintes três situações:

Ignorância das leis económicas, (os preços não são acessíveis aos consumidores, nem todos podem suportá-los), este não é um verdadeiro problema, mas sim uma dura realidade da vida económica;

Garantia na distribuição de rendimento (para quem produzir?), na medida em que persiste a falta de acordo quanto aos benefícios e aos custos a serem auferidos e suportados pelos sujeitos económicos. Existem múltiplos expedientes económicos que permitem detectar as classes mais e menos favorecidas numa determinada comunidade. Com base nesse apuramento económico, o Estado pode empreender políticas de redistribuição de rendimento, nomeadamente políticas tributárias, de forma a afectar o rendimento auferido pelas camadas populacionais mais ricas às camadas mais pobres (garantia da equidade). Porém as políticas de redistribuição de rendimento implicam perda de eficiência e de desenvolvimento, na medida em que as camadas populacionais mais favorecidas vão sendo progressivamente desincentivadas a aplicar os seus ganhos em actividades produtivas. Referimo-nos aqui ao conflito estabilidade/desenvolvimento. Daí resulta a necessidade das políticas de redistribuição assumirem contornos mais contidas;

Manutenção da eficiência (como produzir?), a eficiência pressupõe a afectação ideal e plena de recursos. Falar em eficiência implica assumir, o não desperdício de recursos, desde que a economia funcione na fronteira de possibilidades de produção. A não verificação destes requisitos implica a existência de uma falha de mercado.

A função do Estado, numa economia moderna, centra-se essencialmente na promoção da eficiência, equidade e estabilidade-desenvolvimento. De seguida, descrevem-se as funções e como o Estado actua.

3.

PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA

O mercado nem sempre é o modo ideal de afectação económica, devido a dois tipos de

razões.

Existem algumas relações económicas que, por motivos culturais e sociais, a sociedade não confia nos incentivos. As heranças, o comércio de droga e a escravatura, são alguns casos de relações económicas que a sociedade não deixa que seja o mercado a definir livremente os seus termos.

Nestes casos, o Estado pode tomar directamente a condução dessas transacções, regulando-as com leis (herança) ou então proibindo directamente a sua transacção (como na droga ou na escravatura). Assim, impondo as suas leis: judicial, de policiamento e defesa, o Estado manifesta e rege a economia mais apropriada dessa sociedade.

Quando ocorrem falhas no funcionamento do mercado, pela existência de situações de imperfeição na concorrência. Se os produtores/consumidores de um determinado produto não possuem peso semelhante, ou não se fazem todos ouvir, no caso do monopólio, o funcionamento do mercado é ineficiente. Aí o Estado deve intervir, de forma a regularizar a situação, dando apoio aos que possuem menor peso “…dando voz aos que a não têm…” [1].

Na existência de fenómenos, a que a Economia chama de «externalidades», que vão influenciar o que o mercado não consegue captar. A poluição, o ruído, o impacto de certas produções sobre outras produções/consumos. Trata-se de efeitos económicos, que o mercado não consegue incorporar no seu mecanismo. Aí, o Estado deve intervir, de forma a corrigir os efeitos e integrar essas relações na economia global.

fenómeno chamado de «bens públicos». Estes produtos ou serviços especiais são

bens que, embora não sejam grátis, num sistema de mercado todos podem gozar sem pagar, pois não existe modo de o mercado cobrar o seu custo. A defesa nacional, os jardins públicos, estradas, a televisão são bens que todos gozamos sem pagar. Num sistema de mercado, esses bens nunca seriam produzidos, pois a empresa que o fizesse iria à falência. Mas nesse caso todos ficaríamos pior. O Estado pode obrigar os beneficiários a pagar pelo uso deste bem e, produzindo-os ele ou dando as receitas à empresa que o fizer, ajudar a sociedade a fornecer-se de bens tão úteis.

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Por todas estas diferentes razões, o Estado tem motivos para intervir no sistema económico, exactamente no domínio em que o mercado é mais forte: a eficiência. Embora o mercado, pelo mecanismo dos incentivos, garanta em geral a solução mais racional, existem casos em que o Estado deve intervir para garantir essa mesma racionalidade.

Mas, além do objectivo da eficiência, existem outros desejos da sociedade para os quais

o mercado não está tão vocacionado, mas que são igualmente importantes. Aí, a

sociedade tem de, através do Estado, intervir directamente para satisfazer essas necessidades. A manipulação da solução de mercado, a que essa actividade dá lugar,

sacrifica normalmente a eficiência. É pois preciso garantir que os ganhos compensem os custos.” [1].

4. PROMOÇÃO DA EQUIDADE

Um dos principais objectivos da maior parte das sociedades é garantir que a distribuição dos bens produzidos seja mais ou menos igual, entre todos os elementos dessa sociedade. Os grandes gradientes entre ricos e pobres, mesmo que seja a maior eficiência, são normalmente repudiados pelas sociedades modernas.

Segundo estudos recentes do Eurostat e do PNUD (Nações Unidas), Portugal é dos países europeus onde a desigualdade social é maior. Além disso, a diferença entre a camada mais rica e a mais pobre tem vindo a aumentar. Em 1995 a diferença era de 7,4 vezes maior rendimento para os 20% mais ricos (em comparação com os 20% mais

pobres); em 2000 baixou para um diferencial de 6,4 vezes; e em 2003 voltou a agravar-

se para 7,4 vezes a favor dos mais ricos. Os elevados valores da desigualdade, colocam Portugal próximo de países como a Tanzânia e Moçambique.

A solução que o mercado dá à distribuição dos resultados da actividade económica é,

muito influenciada por factores extrínsecos do próprio mercado, tais como a influência

política, a situação social, geográfica, de cada um.

O Estado intervém de forma a diminuir esse gradiente na sociedade através de impostos,

subsídios, segurança social, ou aplicando métodos mais drásticos, como a expropriação,

reformas agrárias. É com estes instrumentos que a sociedade utiliza para conseguir a equidade.

5.

CONFLITO EQUIDADE EFICIÊNCIA

O Estado ao retirar a uns para dar a outros (ao tirar aos que produzem para dar aos que

não têm), é natural que reduzam a sua produção. Aos que se tira, puderam, ficar com o pensamento que não vale a pena produzir ou aumentar a sua produção, porque o estado vai-lhes tirar no seu resultado final, e os que recebem, podem pensar que, como o Estado lhes vai dar de qualquer forma, não vale o esforço. Com isto, em vez de se ter ” um bolo melhor distribuído pode ficar mais pequeno”.

Existe ainda a equidade ambiental, em que, as desigualdades ambientais já existem em todas as sociedades. Os mais pobres tendem a sofrer mais que os outros a carga de problemas ambientais. Isto acontece porque as pessoas com mais posses têm mais possibilidade de escolha de onde viver: possuem capacidade para pagar mais para viver em áreas cujo ambiente não foi degradado.

Quando na sociedade há vantagens na cooperação surgem sempre conflitos de interesses talvez pela própria natureza humana nas sociedades existentes o justo e o injusto é normalmente objecto de disputa.

“Este conflito eficiência - equidade é, no fundo, uma manifestação do princípio de que «não há almoços grátis». Se a sociedade quer ter distribuição mais justa, tem de o pagar em menor nível de vida global. Mas pode valer a pena, e normalmente vale, pagar esse custo. Só que se deve ter consciência da sua existência, para se saber até onde se deve ir” [2].

6. PROMOÇÃO DA ESTABILIDADE-DESENVOLVIMENTO

Neste caso o Estado é influenciado com o desejo e as necessidades da sociedade que o mercado não consegue satisfazer. Por vezes a concorrência do mercado é feita com aparecimento de novas ideias (para satisfazer as necessidade geradas pela sociedade ou, por outro lado, elas próprias geram a sua necessidade na sociedade), em que vão vigorar (o computador fez com que as máquinas de escrever sejam equipamentos inadequados e inúteis) ou saem derrotadas pelas já existentes e estabelecidas. A este processo, intrínseco ao sistema de mercado, gera o desenvolvimento económico e a propagação da eficiência ao longo do tempo. Este resultado é bom, mas arrasta consigo a instabilidade, a insegurança.

Uma nova organização que possua novos e melhores métodos, aos existentes, significa que, a longo prazo, vai ter grandes resultados e ganhos importantes para a sociedade na melhoria dos produtos. Mas, ao mesmo tempo, vai gerar quebras significativas nas empresas concorrentes, causando a falência, o desemprego e outras perturbações.

A ameaça concorrencial contínua, garante que cada produtor/consumidor seja forçado a

comportar-se de forma mais eficiente mas, tudo isto, cria uma tensão contínua sobre a sociedade e que a sua comunidade pode reagir mal.

O Estado, por vezes forçado pela sociedade, intervém, no sentido de aliviar essa tensão,

alinhar desequilíbrios gerados e ajudar os mais penalizados pêlos seus efeitos. Os apoios aos desempregados, a correcção de desequilíbrios sectoriais ou regionais, a preocupação

com as contas externas ou a inflação e a utilização de impostos e despesas do Estado no sentido de compensar as perturbações ou flutuações que o processo de desenvolvimento criou. São formas que Estado promove para a redução da insegurança económica, de forma a encontrar um comportamento estável para a economia.

Em qualquer pais existem sempre desigualdades regionais, por exemplo por motivos geográficos, e com isso o desenvolvimento é relativo ás várias zonas criadas. Frequentemente, o Estado gasta muitos recursos para procurar nivelar essas diferenças. As diferenças são ainda maiores a nível do Mundo (Estados Unidos e Angola) do que a nível de um país. Ao se introduzir melhorias como, vias de comunicação, por exemplo, para escoar os produtos regionais, e/ou implantar infraestruturais que criem empregos, o desenvolvimento económico não é instantâneo ele só se reflecte mais tarde. Pode-se então concluir que um factor para o desenvolvimento da actividade económica independentemente de uma região ou pais é o tempo.

“Antigamente, as pessoas esperavam viver mais ou menos como os seus antepassados, o que já era bem bom, pois havia fortes possibilidades de piorar…” [3].

O desenvolvimento fez com que alterasse-mos essa forma de pensar, em que todas as

pessoas possuem uma maior esperança na qualidade de vida quer a nível económico quer de saúde.

Mas o desenvolvimento não se dá em todos os locais igualmente e ao mesmo tempo. Por esse motivo geraram-se fortes disparidades entre países e zonas ricas e países e zonas pobres. Este problema surge porque existe falta de equidade entre regiões e países nos dias de hoje.

Podendo surgir então o conflito desenvolvimento - estabilidade. Em que a instabilidade

é fruto do processo de desenvolvimento. O Estado por vezes ao intervir pode

estrangular o movimento dinâmico que a provocou. Por exemplo: ajudando os desempregados, corrigir o desequilíbrio regional ou as contas externas, o Estado está a fazê-lo à custa da flexibilidade económica e dos benefícios dos mais “dinâmicos”. Os subsídios de desemprego influenciam de certa forma como travão no deslocamento rápido e maciço dos trabalhadores para sectores mais activos e os impostos das regiões mais ricas ou menos prioritárias aplicados nas regiões mais pobres a ajuda este a promover e traz dificuldades na primeira. Pode-se concluir com isto que ao se procurar criar estabilidade, perde-se desenvolvimento, lá diz o velho ditado “não se pode agradar a Gregos e a Troianos”.

Na maior parte das sociedades estão dispostas a se sacrificar de alguma forma de parte do desenvolvimento para que se consiga certa estabilidade. Mas devera-se ter consciência das possíveis consequências dos custos para conseguir um equilíbrio mais favorável.

O conflito “desenvolvimento/estabilidade” é um assunto muito debatido principalmente,

inter gerações, no que diz respeito aos recursos naturais e o estado do meio ambiente.

O desenvolvimento deverá satisfazer as necessidades do presente sem comprometer a

possibilidade das gerações futuras satisfazerem as suas próprias necessidades.

A ideia de não se reduzir a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas

necessidades é que, embora as gerações futuras possam beneficiar do progresso económico, esses ganhos podem ser mais do que ultrapassados pela deterioração do ambiente. A maioria das pessoas aceita ter uma obrigação moral para com as gerações futuras, principalmente porque pessoas que ainda não nasceram não podem exprimir a sua opinião relativamente a decisões tomadas hoje e que as irão afectar.

Há duas maneiras diferentes de encarar a necessidade de garantir que as gerações futuras conseguem satisfazer as suas necessidades. Uma é a de olhar o ambiente em termos de recursos naturais ou capital natural que está disponível para a criação de riqueza, e dizer que as gerações futuras devem dispor da mesma capacidade para criar riqueza que nós temos. Portanto, as gerações futuras serão adequadamente compensadas por perdas de amenidades ambientais através de fontes alternativas de criação de riqueza. A outra maneira é olhar o ambiente como oferecendo mais do que simplesmente um potencial económico e que não pode ser substituído por riqueza produzida pelo homem, e argumentar que as gerações futuras não devem herdar um ambiente degradado, não importa quantas fontes adicionais de riqueza lhes sejam disponibilizadas.

Há muitos tipos de recursos ambientais para os quais não há substitutos: por exemplo, a camada de ozono, as funções reguladoras do fitoplanctom do oceano, as funções de protecção das encostas desempenhadas pelas dunas e florestas, as funções de limpeza da poluição e de captação de nutrientes que as terras húmidas executam, etc.

O desenvolvimento pode ser prejudicial para o ambiente já que é acompanhado de altos

níveis de consumo, o que leva ao esgotamento de recursos e à acumulação de resíduos

(surgindo problemas ambientais – como o aquecimento global e a contaminação química).

Por exemplo, uma indústria química pode trazer muitos benefícios, como lucros para os accionistas, impostos para governos salários para trabalhadores enquanto causa ao mesmo tempo a deterioração da qualidade do ar e das terras na vizinhança e com isso a desvalorização dos terrenos envolventes.

7. CONCLUSÃO

Não deixaríamos de registar um texto de Adam Smith, que aborda o tema dos conflitos numa perspectiva de descobrir uma boa economia “…existem muitos factores que determinam o sucesso de uma economia. A forma como uma economia atinge a eficiência, equidade ou o rápido avanço depende de muitos factores. Depende do conhecimento, tecnologia, empreendimento, instituições financeiras e comerciais, técnicas de produção e qualidades de liderança, bem como sistemas fiscais e monetários eficientes, boas políticas comerciais, disposições justas de segurança social e outras políticas públicas.” [4]

Pode-se afirmar que, o Estado tem um grande peso na economia da sociedade, sendo fundamental a sua intervenção, com a aplicação das suas leis, politicas, impostos e outras formas, influencia a balança dos conflitos, para que esta esteja em equilíbrio.

Os conflitos eficiência - equidade e estabilidade - desenvolvimento nem sempre se verificam. Em muitas situações, as intervenções do Estado numa tentativa de equilíbrio dos conflitos no favorecimento da equidade e da estabilidade promove a eficiência e o desenvolvimento.

8. BIBLIOGRAFIA

[1] - João Luís César das Neves, ”Introdução à Economia”; Editorial Verbo; 3.3. O Papel do Estado;

[2] - João Luís César das Neves, ”Introdução à Economia”; Editorial Verbo; 2.3. As Possibilidades de Produção;

[3] - João Luís César das Neves, ”Introdução à Economia”; Editorial Verbo; 5.3. O Espaço e o Tempo;

[4] - Adam Smith, “Ensaio sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações”,

(1723-1790);

Apontamentos das aulas da disciplina de Economia e Gestão;

João Luís César das Neves; “O que é Economia”; Difusão Cultural;

Fernando Araújo,Introdução a Economia”, Edições Globo, Lda.

Guilherme W. d’Oliveira Martins, “Glossário de Economia Política”, 2002/2003;

Adam Smith (1776), Edição Portuguesa de 1981, p 43;

Sites

www.eusou.com.pt\economista;

uc.pt\enciclopedia\economia_gestao.html;

http://www.jahr.org/nel/critica/index.html;

http://www.aulafacil.com/Macro/CursoMacro.htm;