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Abandono de Animais

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“Por que é que o sofrimento dos
animais me comove tanto? Porque
Rildo Silveira
fazem parte da mesma comunidade rildosilveira@yahoo.com.br
a que pertenço, da mesma forma
que meus próprios semelhantes”. Cruzília – MG – Brasil
Émile Zola
Os seres humanos têm-se tornado criaturas cada vez mais
individualistas e solitárias, só encontrando segurança e
conforto na companhia de animais.
Em razão disso, mesmo sem o uso dos códigos da
comunicação verbal humana, os animais, com suas
manifestações de afeto e de companheirismo, vêm
ganhando cada vez mais espaço na vida dos homens.
E esses bichinhos exigem cuidados especiais e as lojas
especializadas em comércio de animais de estimação, as
pet shops, têm-se transformado num grande negócio.

Seus lucros não param


de crescer
movimentando milhões
de reais ao ano.
Além dos animais, há toda uma série de produtos que são
fabricados para a satisfação e o conforto dos bichinhos de
estimação.
A linha de alimentos para cães e gatos fatura anualmente
enormes somas.
Os produtos de higiene, limpeza, vacinas e medicamentos são
outra fonte inesgotável de dinheiro.
Além disso, criou-se toda uma rede de serviços em torno dos
animais de estimação, especialmente cães e gatos: surgiram
clínicas veterinárias, serviços de banho e tosa, de manicure, de
hospedagem, de acasalamento, de acompanhamento.

Até serviço de táxi


já está à disposição
dos animais.
Infelizmente, na mesma proporção em que cresce o número de
animais de estimação, aumenta o de animais abandonados.
Muitas pessoas, movidas por impulso, adquirem um animal de
estimação, no mais das vezes ainda filhote, ou porque estão
solitárias, ou porque o bichinho é bonitinho, ou porque as
crianças pediram, mas depois, no primeiro problema que surge,
não fazem a menor cerimônia em descartar o animal. Jogam-no
fora, o abandonam.
É muito comum ver que cadelas ou gatas com ninhadas inteiras
são jogadas nas ruas, descartadas.
Segundo estimativa das entidades
protetoras dos animais, existe hoje
no País cerca de 25 milhões de cães
e 11 milhões de gatos, e a tendência
é que esse quadro fique cada vez
mais caótico, pois enquanto uma
mulher é capaz de gerar um único
filho por ano, uma cadela gera 15
cães e uma gata, 45 filhotes.
Preocupadas com o crescimento da população de rua desses
animais, muitas entidades protetoras dos animais lançam
campanhas de esterilização em massa.
No Rio Grande do Sul, atuam no controle populacional de cães e
gatos por meio de esterilização entidades como
o IMEPA – Instituto Metropolitano de Proteção aos Animais,
a ARPA – Associação Riograndense de Proteção aos Animais,
a UDEVA – União de Defesa da Vida Animal,
SOAMA – Sociedade Amigos dos Animais,
SOS Animal – Associação Pelotense de Cidadania,
GABEA – Grupo de Apoio e Bem-estar Animal, Clube Amigos dos
Animais de Santa Maria.
Em Santa Catarina destacam-se a
ACAPRA – Associação Catarinense de
Proteção aos Animais e a
Sociedade Animal.
Em São Paulo, dentre outras, atuam a
ANIMA,
ANIMA a Animais do Quintal de São Francisco,
a AILA – Aliança Internacional do Animal, a Associação
Protetora de Animais São Francisco de Assis, Associação
Vida Animal – Cães e Gatos sem lar
e a UIPA – União Internacional de Proteção aos Animais.

No Rio de Janeiro, entre


tantas, a
SUIPA – Sociedade
União Internacional
Protetora dos Animais.
A todas estas e outras
entidades você pode
colaborar com dinheiro,
materiais e voluntariado.
Também os municípios têm legislado sobre o tema da
superpopulação de animais de rua, às vezes de forma truculenta,
prendendo e sacrificando cães capturados nas ruas.
Ao lado da esterilização gratuita, especialmente daqueles que já
se encontram nas ruas e dos que pertencem a pessoas de baixa
renda, cuja prole tem grandes probabilidades de tornar-se animal
de rua, o poder público, em associação com as entidades de
proteção dos animais, deve promover campanhas de
conscientização contra o abandono de animais, bem assim como
de incentivo à adoção de animais de rua.
Essas campanhas devem iniciar-se nas escolas
de primeiro grau, pois se as crianças forem
educadas a preservar a natureza, a não maltratar
os animais e a não abandonar os bichinhos de
estimação, cedo ou tarde elas conseguirão
reeducar os adultos, e os adultos terão uma
posse responsável.
Cães sacrificados
O respeito aos direitos dos
animais deve ser encarado como
uma atitude ética e moral por
parte dos humanos.
Os seres não–humanos devem
ser incluídos nas nossas
considerações morais, pois cada
vez que praticamos uma ação
que exclui o outro da nossa
consideração, acabamos por
afirmar interesses egoístas e não
racionais.

Matar, torturar, destratar, causar danos físicos, psíquicos e morais


são atos que confirmam o desejo de exclusão do outro.
Eles fazem encolher a moralidade no sujeito que os pratica, ao
contrário de afirmar nele a moralidade e de nela fundar os princípios
das ações e decisões que afetam os interesses do outro.
Respeite todas
as coisas
vivas,
especialmente
as indefesas.
Faça sua parte.

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A NATUREZA AGRADECE !!!

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