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INTEGRAÇÃO DO PROCESSO DE

AVALIAÇÃO DAS BE NO CONTEXTO


DA ESCOLA/AGRUPAMENTO

3º Módulo-1º Parte da Tarefa 1-Power Point

Armanda Neves
Escola Básica 2,3 Miguel Torga - Amadora
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INTEGRAÇÃO DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DAS BE NO CONTEXTO DA
ESCOLA/AGRUPAMENTO

Planeamento da Acção de Apresentação

1. Enquadramento no tema

2. Objectivos da acção de apresentação

3. Desenvolvimento do tema

4. Conclusão

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1. Enquadramento no tema

A existência de uma biblioteca na escola é uma realidade. Toda (ou quase toda) a
comunidade escolar a conhece pelo nome, pela localização ou pela utilização que faz dela.

A auto-avaliação da BE é uma prioridade institucional, pois a BE é uma realidade e o valor


da sua missão é ser ou constituir-se como um centro de trabalho colaborativo e de
aprendizagem, ao serviço da escola e com a escola, com vista ao sucesso educativo.

√ Mas, será que a BE contribuí, de facto, para o sucesso dos alunos e em que medida?
√ Como podemos avaliar a situação da BE?
√ Será que a avaliação da BE deve ser incluída no processo de auto-avaliação da escola?
√ Como podemos fazê-lo?

Estas são questões evidentes que exigem respostas que tentaremos encontrar ao longo
desta apresentação.

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2. Objectivos da acção de apresentação

•Divulgar o processo de auto-avaliação no Conselho Pedagógico.

•Envolver os diferentes actores no processo.

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3. Desenvolvimento do tema

Será que a BE contribuí, de facto, para o sucesso dos alunos e em que medida?

O processo de auto-avaliação da BE pretende responder a esta dúvida.

O papel e mais-valias da auto-avaliação da BE

A auto-avaliação da BE é uma prioridade institucional, pois a BE é uma realidade e o


valor da sua missão é ser ou constituir-se como um centro de trabalho colaborativo e
de aprendizagem, ao serviço da escola e com a escola, com vista ao sucesso
educativo.

Saber em que medida a BE contribui para esse sucesso é uma necessidade da


própria BE no sentido da melhoria de resultados..

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3. Desenvolvimento do tema (continuação)

Para este processo contribui o papel e atitude do professor


bibliotecário/Coordenador face aos problemas detectados: capacidade de liderança,
visão e gestão estratégica para enfrentar os novos desafios decorrentes do
desenvolvimento tecnológico e outros.

A auto-avaliação da BE permite fazer ajustamentos e/ou definir novos objectivos de


acção para superar problemas detectados, o que constitui uma mais-valia.

A principal mais-valia da auto-avaliação da BE é permitir a sua avaliação/validação


como BE de qualidade no sucesso educativo.

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3. Desenvolvimento do tema (continuação)


Como podemos avaliar a situação da BE?

O processo (de auto-avaliação) e o necessário envolvimento da


Escola/Agrupamento

Ao falar sobre o processo de auto-avaliação da BE e o necessário


envolvimento da escola/agrupamento deve ter-se em consideração, a
realidade de cada escola ainda que do mesmo agrupamento. Além disto, é
necessário ter como pano de fundo os resultados da escola.

O professor bibliotecário/coordenador (Learning specialist) deverá


envolver-se e envolver a escola num plano de acção conjunto.

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3. Desenvolvimento do tema (continuação)


Será que a avaliação da BE deve ser incluída no processo de auto-avaliação da
escola?
A Relação com o processo de planeamento
A integração da avaliação da BE na escola, é uma necessidade e implica desenvolver
um plano.
Ao fazê-lo, teremos que reflectir em 3 questões fundamentais, segundo Scott:

“How are we doing?” (Sem fazer a avaliação face a Modelo de referência,


responderemos: Não sei).

“How do we know?” (A resposta deverá ser encontrada através do Modelo de auto-


avaliação da BE),

“What are we going to do now?” (A resposta deverá ser: Iniciar um processo de auto-
avaliação, tomando o Modelo como referência).

(In:Scott,Elspeth (2002) How good is your School Library Resource Centre?,pp.2/7)


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3. Desenvolvimento do tema (continuação)

Durante o processo de planeamento, há a considerar diferentes etapas de trabalho e


gestão de evidências:

A preparação do processo de Avaliação (Planificação das perguntas certas que respondem


às exigências do Modelo).

A fase de recolha de evidências (Procurar as respostas às perguntas).

A fase de gestão e interpretação da informação recolhidas (Verificação do grau de


correspondência com o Modelo).

Após esta fase é produzido um relatório do resultado da avaliação da BE que deve


ser apresentado em Conselho Pedagógico que o discutirá e aprovará.
Os resultados poderão ser divulgados por todos os interessados fazendo uso dos
diferentes canais de comunicação da BE.

A fase de gestão dessas evidências (Oportunidade para a implementação de planos de


melhoria).
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3. Desenvolvimento do tema (continuação)

Como podemos integrar os resultados da BE na auto-avaliação da escola?

A integração dos resultados na auto-avaliação da escola

Os resultados da avaliação da BE devem ser introduzidos no processo de auto-


avaliação da escola, através da integração de uma síntese do relatório da
avaliação da BE, no relatório de avaliação da escola. Este último, poderá ser
objecto da Inspecção que, ao mencionar a BE no seu relatório (Relatório final de
avaliação da escola), validará o impacto da BE na escola.

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4. Conclusão
Pensamos que ,ao longo desta apresentação, abordámos os pontos chave do tema.

Queremos acabar citando Sarah McNicol na sua alusão à necessidade do envolvimento


de todos.

“It is important that any structure for the self-evaluation of the


library is linked to the whole school evaluation process in order
to secure the suport of teaching staff, managers and other
stakeholders.”

(In Sarah McNicol (2004) Incorporating library provision in school self-evaluation), pp. 2 e 3/8).

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